O milho safrinha começou abril sob pressão no Paraná e em Mato Grosso do Sul, onde menos chuva, calor persistente e atraso de plantio elevaram o risco de estresse hídrico e reforçaram o alerta no campo.
Possui graduação em Engenharia Agronômica pela Universidade de Guayaquil (UDG) , Faculdade de Agronomia (2010), e mestrado em Mudanças Climáticas pela Escola Superior Politécnica do Litoral (ESPOL) , Faculdade de Engenharia Naval, Ciências Biológicas, Oceânicas e Recursos Naturais (2017). Obteve doutorado em Meteorologia pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e realizou pós-doutorado em Meteorologia na UFSM de 2022 a 2024, com foco em Climatologia. Atuou como pesquisador no Instituto Nacional de Pesquisas Agropecuárias (2009-2011) e de outubro de 2011 a 2018 foi técnico e responsável pelo Departamento de Defesa Fito Sanitária (ARCFS) no Ministério de Agricultura do Equador. Entre 2017 e 2018, trabalhou como assessor científico no Vice-Ministério de Agricultura.
Tem experiência em Agronomia, com ênfase em Agrometeorologia, e suas principais áreas de pesquisa incluem agrometeorologia operacional, agroclimatologia, planejamento agrícola, doenças de plantas, sistemas de informação geográfica e análises estatísticas. Desde 2018, é membro do Grupo de Pesquisas em Clima e do Laboratório de Agrometeorologia na UFSM. Atualmente, é professor de Modelagem Ambiental na Universidade Agrária do Equador e diretor de projetos relacionados a mudanças climáticas e serviços ecossistêmicos.
O milho safrinha começou abril sob pressão no Paraná e em Mato Grosso do Sul, onde menos chuva, calor persistente e atraso de plantio elevaram o risco de estresse hídrico e reforçaram o alerta no campo.
O avanço do caruru-gigante acendeu alerta no Sul do Brasil nesta semana, com força-tarefa no Alto Uruguai e temor de perdas severas em soja e milho, enquanto a praga mobiliza fiscalização, produtores e órgãos sanitários em campo.
A ferrugem asiática avançou na safra 2025/2026 e elevou o alerta no campo, levando produtores a reforçar o cumprimento do calendário de semeadura e do vazio sanitário como principais estratégias para proteger a próxima safra de soja.
Estudo com 41 anos de dados mostra que rios próximos ao polo industrial de Barcarena e Abaetetuba mantêm características amazônicas, mas já exibem fósforo em excesso, queda no oxigênio dissolvido e metais sob vigilância mais rígida.
O risco de El Niño ainda está em transição, mas calor acima da média e chuva menos regular já mudam o planejamento da safra 2026/27 no Brasil, sobretudo entre abril e junho, antes do plantio principal nacional.
O corte da cana deve avançar melhor no interior de São Paulo e Minas nesta semana, mas a volta da chuva entre Rio, sul de Minas e Espírito Santo pode atrasar operações e reduzir a fluidez do trabalho no campo.
Antes da Páscoa, o chocolate pesa mais no bolso porque o preço final depende não só da cotação do cacau, mas também do clima nas lavouras, da oferta global e do atraso entre commodity, indústria e supermercado.
Abril começa mais úmido no Nordeste, com chance de beneficiar lavouras, fruticultura e pastagens, mas a chuva persistente também aumenta o risco de erosão, enxurradas e doenças em áreas onde o solo já está encharcado.
A previsão para o início de abril indica chuva mais irregular e temperaturas sem extremos em parte do cinturão cafeeiro, cenário que pode favorecer os primeiros movimentos da colheita, embora áreas do leste do Sudeste peçam atenção.
A previsão de calor intenso no Paraná no fim de março acende alerta para o feijão da segunda safra, sobretudo no oeste e sudoeste, onde altas temperaturas e pouca umidade podem afetar flores, vagens e produtividade.
Estudo com 60 pontos no Rio Negro, em Manaus, revela que as estações mudam a química da água e que alumínio e fósforo merecem atenção, em um cenário influenciado tanto pelo ciclo natural do rio quanto pela pressão urbana.
A colheita do arroz avança no Rio Grande do Sul, mas a previsão para o outono já muda o jogo no campo: abril tende a ser mais irregular, e maio e junho podem trazer mais chuva adiante.
Os mapas de previsão para abril e maio indicam risco climático mais concentrado no sul da safrinha. Chuva irregular, menor umidade do solo e fases sensíveis do milho elevam a atenção em Mato Grosso do Sul, Goiás e Paraná.
Uma técnica que usa moscas estéreis para controlar pragas avança no Sul do Brasil, prometendo reduzir perdas em maçã e uva, diminuir o uso de inseticidas e melhorar a qualidade dos alimentos consumidos.
Com a ureia em alta e o Brasil dependente de importações, o custo do fertilizante volta ao centro do agro, apertando decisões no campo e acendendo o alerta para milho, café, soja e alimentos nos próximos meses.
A soja brasileira enfrenta atrasos nos portos após exigências mais rígidas de qualidade, com problemas como insetos e danos por calor, afetando embarques à China e levantando alertas sobre logística, custos e competitividade do agronegócio.
Com o diesel pressionado pela crise externa e o biodiesel ficando mais competitivo no Brasil, a soja volta ao centro do debate energético, ligando lavoura, frete e combustível num momento decisivo para a colheita e o abastecimento nacional.
Estudo mostra que as viagens aéreas às COPs geraram 710 mil toneladas de CO2 equivalente em três décadas, expondo o dilema entre diplomacia climática, emissões crescentes e a necessidade de manter vozes vulneráveis presentes nas negociações globais.
Minas viveu fevereiro histórico de chuva, e o excesso de água no maior estado produtor de café do país reacende dúvidas sobre qualidade, doenças, manejo e até sobre o que, adiante, pode pesar no preço da xícara.
A Embrapa lança o sorgo forrageiro gigante BRS 662 com potencial acima de 80 t/ha e forte rebrota. Veja por que ele ganha espaço num campo marcado por calor, veranico e busca por segurança alimentar.