Tempestades antecedem a abertura do plantio da soja no Paraná, com até 48,1 mm em Cascavel. O solo ganha umidade, mas rajadas, saturação e uma janela seca curta podem atrasar máquinas em importantes polos produtores estaduais.
Possui graduação em Engenharia Agronômica pela Universidade de Guayaquil (UDG) , Faculdade de Agronomia (2010), e mestrado em Mudanças Climáticas pela Escola Superior Politécnica do Litoral (ESPOL) , Faculdade de Engenharia Naval, Ciências Biológicas, Oceânicas e Recursos Naturais (2017). Obteve doutorado em Meteorologia pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e realizou pós-doutorado em Meteorologia na UFSM de 2022 a 2024, com foco em Climatologia. Atuou como pesquisador no Instituto Nacional de Pesquisas Agropecuárias (2009-2011) e de outubro de 2011 a 2018 foi técnico e responsável pelo Departamento de Defesa Fito Sanitária (ARCFS) no Ministério de Agricultura do Equador. Entre 2017 e 2018, trabalhou como assessor científico no Vice-Ministério de Agricultura.
Tem experiência em Agronomia, com ênfase em Agrometeorologia, e suas principais áreas de pesquisa incluem agrometeorologia operacional, agroclimatologia, planejamento agrícola, doenças de plantas, sistemas de informação geográfica e análises estatísticas. Desde 2018, é membro do Grupo de Pesquisas em Clima e do Laboratório de Agrometeorologia na UFSM. Atualmente, é professor de Modelagem Ambiental na Universidade Agrária do Equador e diretor de projetos relacionados a mudanças climáticas e serviços ecossistêmicos.
Tempestades antecedem a abertura do plantio da soja no Paraná, com até 48,1 mm em Cascavel. O solo ganha umidade, mas rajadas, saturação e uma janela seca curta podem atrasar máquinas em importantes polos produtores estaduais.
Uma intensa onda de calor elevará as temperaturas em grande parte do Brasil até segunda-feira, com anomalias matinais de até 13°C e máximas de 45°C , antes do avanço de ar frio no início de setembro.
Novo estudo mostra que extrato da borra de café reduziu pela metade dois fungos em laboratório e conteve bactérias fitopatogênicas, mas a possível aplicação agrícola ainda depende de testes de segurança, fitotoxicidade, formulação e eficácia no campo.
Calor extremo e umidade entre 12% e 20% colocam 17 estados e o Distrito Federal sob avisos, enquanto temperaturas de até 45°C ameaçam o Centro-Oeste e avançam pelo interior do Sudeste durante o fim de semana.
Massa polar leva mínimas de até −5°C aos pomares catarinenses, adiciona horas de frio importantes à dormência das macieiras e exige atenção onde cultivares precoces já iniciaram brotação, especialmente entre sábado e terça-feira nos polos serranos.
Levantamento com tecnologia LiDAR indica que o sudoeste da Amazônia pode esconder até 30 mil estruturas pré-coloniais, associadas a uma sociedade de milhões de habitantes; números ampliam o debate sobre urbanismo e manejo da floresta na região.
Um ciclone deve produzir rajadas acima de 70 km/h no Sul, com picos próximos de 100 km/h, ameaçando silos, aviários, estufas, energia e operações rurais entre quinta e sexta-feira, antes da entrada do ar frio.
Nova rodada de chuva ameaça reduzir a janela de corte da aveia para silagem pré-secada no Paraná, com instabilidade prevista entre quinta e sexta-feira e rajadas que podem alcançar 75 km/h no oeste e sudoeste do estado.
A safra de grãos deve alcançar 360,8 milhões de toneladas, enquanto o El Niño muito forte amplia contrastes entre chuva no Sul e secura no interior, exigindo novas decisões regionais para o plantio de 2026/27.
A bolha de ar quente ganha força até domingo, leva temperaturas a 43 °C e mantém 15 estados sob alerta de baixa umidade, com índices críticos no Centro-Oeste, Sudeste, Norte e interior do Nordeste durante as tardes.
O calor acima de 40°C e a umidade inferior a 20% alcançam o tomate industrial de Goiás, exigindo irrigação definida por talhão, fase da lavoura e água disponível no solo até domingo, com acompanhamento agronômico constante.
Alerta de baixa umidade atinge áreas de 17 estados e o Distrito Federal nesta quinta-feira, enquanto o calor pode superar 40°C e manter índices críticos no Centro-Norte do Brasil até o próximo domingo, dia 16 de agosto.
Bolha de ar quente ganha intensidade nesta semana até domingo, com temperaturas acima de 40°C no Centro-Oeste, Norte e Nordeste, enquanto a umidade cai abaixo de 20% e amplia o risco de queimadas no interior brasileiro.
Chuva fraca prevista para hoje e terça-feira alcança polos de café arábica no Rio de Janeiro e Espírito Santo, interrompe terreiros descobertos e exige proteção, separação e monitoramento cuidadoso da umidade dos lotes durante a colheita regional.
Tempestades alcançam o Paraná com 33% da cevada em fases reprodutivas e 128.933 hectares plantados. Chuva prevista para Guarapuava, Ponta Grossa e Irati interrompe operações, prolonga o molhamento vegetal e exige avaliação individual cuidadosa das lavouras.
Estudo projeta redução de 30% nas áreas mundialmente adequadas à laranja-doce até 2100, com forte retração no Brasil e expansão na China e Europa, mas não estima diretamente perdas de produção comercial ou abandono dos pomares atuais.
Tempestades com chuva intensa, rajadas e granizo alcançam Santa Catarina durante a implantação da cebola, ameaçando transplantio, pulverizações e entrada de máquinas na safra projetada em 17,4 mil hectares e 576,4 mil toneladas no estado.
A chuva permanece concentrada no litoral de Sergipe, Alagoas e Bahia, enquanto o interior do SE, AL e BA enfrenta déficit hídrico durante fases decisivas do milho e do feijão, sem sinal de reposição abrangente da água armazenada no solo. AL
A canela-preta aumenta nas lavouras de canola do Rio Grande do Sul durante a floração, enquanto sucessivos episódios de chuva mantêm plantas úmidas, restringem operações e exigem monitoramento por talhão até quinta-feira nas principais regiões produtoras gaúchas.
Trigo em floração e enchimento enfrenta déficit hídrico no sudoeste de Mato Grosso do Sul, enquanto pancadas isoladas de até 10 mm não garantem reposição suficiente antes de outra sequência seca prevista até sexta-feira nas lavouras produtivas.