Atualização do Zarc mostra que o calendário de plantio mudou em 3.285 municípios brasileiros, com impactos sobre soja, milho safrinha, crédito rural e seguro agrícola em áreas onde a janela produtiva ficou mais curta.
Atualização do Zarc mostra que o calendário de plantio mudou em 3.285 municípios brasileiros, com impactos sobre soja, milho safrinha, crédito rural e seguro agrícola em áreas onde a janela produtiva ficou mais curta.
Estudo internacional mostra que integrar grandes bancos de dados genômicos pode acelerar a criação de variedades de trigo mais produtivas e resistentes ao clima, uma estratégia importante diante do avanço do calor, da seca e das doenças.
Estudo mostra que políticas contra o desmatamento reduziram a derrubada da Amazônia, mas não impediram a degradação causada por fogo, madeira e fragmentação, deixando florestas em pé mais frágeis e menos eficientes para proteger o clima.
Tempo seco e calor acima da média avançam sobre áreas cafeeiras do Sudeste nos próximos dias, favorecendo maturação e colheita, mas aumentando atenção com umidade do solo, bebida, grãos e ritmo das operações no campo nesta semana.
A chegada de ar frio ao Sul derruba as mínimas no fim de abril, muda o manejo no campo e aumenta a atenção com geada em áreas produtoras do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Um estudo global mostrou que metais tóxicos já afetam até 17% das áreas agrícolas do planeta e colocam bilhões de pessoas sob risco, com um corredor de contaminação ligando Europa, Oriente Médio, sul da Ásia e China.
A previsão desta semana reforça o contraste do feijão no MATOPIBA: no Piauí, a chuva recente sustenta áreas tardias; na Bahia, a umidade irregular e o calor ainda freiam a colheita e pressionam a produtividade no campo.
Pesquisadores brasileiros desenvolveram um revestimento com nanofibras para sementes de soja que melhorou a germinação em testes controlados e abriu caminho para uma tecnologia capaz de reforçar o começo da lavoura, etapa decisiva para produtividade no campo.
Temporais no oeste gaúcho e uma semana mais seca no centro-norte paranaense redesenham o início do trigo no Sul, num momento em que o Brasil ainda segue dependente de importações e convive com preços elevados do cereal.
Chuvas acima de 100 mm em partes do Norte nesta semana ajudam a manter a umidade do solo, mas também elevam o risco de encharcamento, doenças e dificuldades de colheita para bananais e áreas de cacau agora.
Estudo mostra que um sistema de inteligência artificial pode reconhecer doenças em folhas com alta precisão e acelerar o monitoramento das lavouras, abrindo espaço para respostas mais rápidas no campo e decisões orientadas.
O milho safrinha começou abril sob pressão no Paraná e em Mato Grosso do Sul, onde menos chuva, calor persistente e atraso de plantio elevaram o risco de estresse hídrico e reforçaram o alerta no campo.
O avanço do caruru-gigante acendeu alerta no Sul do Brasil nesta semana, com força-tarefa no Alto Uruguai e temor de perdas severas em soja e milho, enquanto a praga mobiliza fiscalização, produtores e órgãos sanitários em campo.
A ferrugem asiática avançou na safra 2025/2026 e elevou o alerta no campo, levando produtores a reforçar o cumprimento do calendário de semeadura e do vazio sanitário como principais estratégias para proteger a próxima safra de soja.
Estudo com 41 anos de dados mostra que rios próximos ao polo industrial de Barcarena e Abaetetuba mantêm características amazônicas, mas já exibem fósforo em excesso, queda no oxigênio dissolvido e metais sob vigilância mais rígida.
O risco de El Niño ainda está em transição, mas calor acima da média e chuva menos regular já mudam o planejamento da safra 2026/27 no Brasil, sobretudo entre abril e junho, antes do plantio principal nacional.
O corte da cana deve avançar melhor no interior de São Paulo e Minas nesta semana, mas a volta da chuva entre Rio, sul de Minas e Espírito Santo pode atrasar operações e reduzir a fluidez do trabalho no campo.
Antes da Páscoa, o chocolate pesa mais no bolso porque o preço final depende não só da cotação do cacau, mas também do clima nas lavouras, da oferta global e do atraso entre commodity, indústria e supermercado.
Abril começa mais úmido no Nordeste, com chance de beneficiar lavouras, fruticultura e pastagens, mas a chuva persistente também aumenta o risco de erosão, enxurradas e doenças em áreas onde o solo já está encharcado.
A previsão para o início de abril indica chuva mais irregular e temperaturas sem extremos em parte do cinturão cafeeiro, cenário que pode favorecer os primeiros movimentos da colheita, embora áreas do leste do Sudeste peçam atenção.