A previsão de calor intenso no Paraná no fim de março acende alerta para o feijão da segunda safra, sobretudo no oeste e sudoeste, onde altas temperaturas e pouca umidade podem afetar flores, vagens e produtividade.
A previsão de calor intenso no Paraná no fim de março acende alerta para o feijão da segunda safra, sobretudo no oeste e sudoeste, onde altas temperaturas e pouca umidade podem afetar flores, vagens e produtividade.
Estudo com 60 pontos no Rio Negro, em Manaus, revela que as estações mudam a química da água e que alumínio e fósforo merecem atenção, em um cenário influenciado tanto pelo ciclo natural do rio quanto pela pressão urbana.
A colheita do arroz avança no Rio Grande do Sul, mas a previsão para o outono já muda o jogo no campo: abril tende a ser mais irregular, e maio e junho podem trazer mais chuva adiante.
Os mapas de previsão para abril e maio indicam risco climático mais concentrado no sul da safrinha. Chuva irregular, menor umidade do solo e fases sensíveis do milho elevam a atenção em Mato Grosso do Sul, Goiás e Paraná.
Uma técnica que usa moscas estéreis para controlar pragas avança no Sul do Brasil, prometendo reduzir perdas em maçã e uva, diminuir o uso de inseticidas e melhorar a qualidade dos alimentos consumidos.
Com a ureia em alta e o Brasil dependente de importações, o custo do fertilizante volta ao centro do agro, apertando decisões no campo e acendendo o alerta para milho, café, soja e alimentos nos próximos meses.
A soja brasileira enfrenta atrasos nos portos após exigências mais rígidas de qualidade, com problemas como insetos e danos por calor, afetando embarques à China e levantando alertas sobre logística, custos e competitividade do agronegócio.
Com o diesel pressionado pela crise externa e o biodiesel ficando mais competitivo no Brasil, a soja volta ao centro do debate energético, ligando lavoura, frete e combustível num momento decisivo para a colheita e o abastecimento nacional.
Estudo mostra que as viagens aéreas às COPs geraram 710 mil toneladas de CO2 equivalente em três décadas, expondo o dilema entre diplomacia climática, emissões crescentes e a necessidade de manter vozes vulneráveis presentes nas negociações globais.
Minas viveu fevereiro histórico de chuva, e o excesso de água no maior estado produtor de café do país reacende dúvidas sobre qualidade, doenças, manejo e até sobre o que, adiante, pode pesar no preço da xícara.
A Embrapa lança o sorgo forrageiro gigante BRS 662 com potencial acima de 80 t/ha e forte rebrota. Veja por que ele ganha espaço num campo marcado por calor, veranico e busca por segurança alimentar.
A frente fria elevou a chuva no Sudeste e trouxe um risco menos visível: solo saturado. Entenda por que a água deixa de ajudar, passa a sufocar raízes, aumenta doenças e complica colheita, transporte e encostas.
Março abriu com chuva forte no Norte e Nordeste, puxada por um corredor de umidade persistente. Entenda por que a atmosfera “engrenou” e quando a água ajuda a lavoura, a horta e quando começa a atrapalhar.
Um estudo da Unesp indica que extrato salino de sementes de moringa pode remover microplásticos com eficiência semelhante ao sulfato de alumínio. Veja como funciona, por que não é solução caseira e o que isso pode mudar.
Mapa apreendeu 368 toneladas de sementes de azevém em Dom Pedrito (RS). Entenda por que semente sem origem pode falhar na germinação, trazer pragas e encarecer a pastagem, e como reduzir esse risco antes de plantar.
Bactérias benéficas e fungos aliados podem reduzir doenças nas plantas ao fortalecer o microbioma. Em debate na Embrapa, o tema ganha força com clima mais quente e úmido. Entenda como funciona, quando falha e o que esperar.
Nanopesticidas “verdes” unem nanotecnologia e ingredientes naturais para reduzir perdas e doses. Mas chuva, sol e falta de regras podem virar o jogo. Entenda o que já funciona, o que é laboratório e quais testes dão confiança.
A Embrapa lançou a cultivar BRS AS707 para transformar grão de nicho em tendência. Veja por que ela nasce em irrigação, como calor e umidade pesam na qualidade, e o que muda para produtor, indústria e consumidor.
Um estudo quantifica quanta chuva as florestas tropicais “produzem” e traduz esse serviço em dinheiro. Os números ajudam a entender por que derrubar árvores pode encarecer alimentos, energia e água, e como proteger florestas vira investimento.
O aquecimento do Pacífico junto à costa aumenta o risco de temporais no Peru e no Equador. Março e abril tendem a concentrar os episódios mais fortes, com enchentes deslizamentos e impactos no campo e nas cidades.