A chegada de chuvas fortes ao Centro-Sul nesta semana coloca em alerta produtores de Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo. O acumulado previsto ameaça o ritmo da colheita da cana-de-açúcar e traz riscos fitossanitários à batata.
A chegada de chuvas fortes ao Centro-Sul nesta semana coloca em alerta produtores de Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo. O acumulado previsto ameaça o ritmo da colheita da cana-de-açúcar e traz riscos fitossanitários à batata.
Pesquisa publicada na Nature Communications mostra que as folhas da planta-chinesa-do-dinheiro organizam nervuras em padrão parecido com algoritmos usados em mapas, revelando como processos biológicos simples podem criar formas naturais altamente ordenadas, sem qualquer plano central.
A geada atingiu áreas do Sul e deixou o feijão em alerta, principalmente em baixadas e lavouras tardias. O frio pode afetar peso, cor e padrão dos grãos, mas perdas ainda dependem de avaliação em campo hoje.
Novo estudo mostra que o desmatamento pode reduzir drasticamente o limite de segurança climática da Amazônia, aumentando o risco de degradação da floresta e afetando também a circulação de umidade que ajuda a sustentar chuvas no Brasil.
Geada e temperaturas negativas atingiram áreas do Sul nesta segunda-feira, após a entrada de ar polar. O frio ainda preocupa milho, feijão e hortaliças, especialmente em lavouras sensíveis e baixadas, nos próximos amanheceres da semana no campo.
Ar polar derruba as temperaturas no centro-sul do Brasil e aumenta o risco de geada no Sul, com mínimas abaixo de 0°C nas serras gaúcha e catarinense e frio avançando para outras regiões nesta semana.
A virada de temperatura no Sul e no Sudeste deve combinar calor, queda brusca e risco de frio forte, aumentando a atenção sobre hortaliças sensíveis, como alface, tomate e pimentão, nos próximos dias em áreas produtoras importantes.
A nova massa polar pode atingir o Paraná em um momento sensível do milho safrinha, com lavouras ainda em desenvolvimento e parte em fase reprodutiva, elevando o risco de geada, atraso fisiológico e perda produtiva.
Estudo projeta que políticas mais fortes para reduzir o sal no Brasil poderiam evitar milhares de casos de infarto e AVC até 2038, com maior impacto no uso de sal enriquecido com potássio.
A chuva prevista para o Sul reacende o alerta no campo: soja tardia e milho verão ainda estão em colheita no Rio Grande do Sul, com risco de atraso, grãos úmidos e perda de qualidade nesta semana.
Atualização do Zarc mostra que o calendário de plantio mudou em 3.285 municípios brasileiros, com impactos sobre soja, milho safrinha, crédito rural e seguro agrícola em áreas onde a janela produtiva ficou mais curta.
Estudo internacional mostra que integrar grandes bancos de dados genômicos pode acelerar a criação de variedades de trigo mais produtivas e resistentes ao clima, uma estratégia importante diante do avanço do calor, da seca e das doenças.
Estudo mostra que políticas contra o desmatamento reduziram a derrubada da Amazônia, mas não impediram a degradação causada por fogo, madeira e fragmentação, deixando florestas em pé mais frágeis e menos eficientes para proteger o clima.
Tempo seco e calor acima da média avançam sobre áreas cafeeiras do Sudeste nos próximos dias, favorecendo maturação e colheita, mas aumentando atenção com umidade do solo, bebida, grãos e ritmo das operações no campo nesta semana.
A chegada de ar frio ao Sul derruba as mínimas no fim de abril, muda o manejo no campo e aumenta a atenção com geada em áreas produtoras do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Um estudo global mostrou que metais tóxicos já afetam até 17% das áreas agrícolas do planeta e colocam bilhões de pessoas sob risco, com um corredor de contaminação ligando Europa, Oriente Médio, sul da Ásia e China.
A previsão desta semana reforça o contraste do feijão no MATOPIBA: no Piauí, a chuva recente sustenta áreas tardias; na Bahia, a umidade irregular e o calor ainda freiam a colheita e pressionam a produtividade no campo.
Pesquisadores brasileiros desenvolveram um revestimento com nanofibras para sementes de soja que melhorou a germinação em testes controlados e abriu caminho para uma tecnologia capaz de reforçar o começo da lavoura, etapa decisiva para produtividade no campo.
Temporais no oeste gaúcho e uma semana mais seca no centro-norte paranaense redesenham o início do trigo no Sul, num momento em que o Brasil ainda segue dependente de importações e convive com preços elevados do cereal.
Chuvas acima de 100 mm em partes do Norte nesta semana ajudam a manter a umidade do solo, mas também elevam o risco de encharcamento, doenças e dificuldades de colheita para bananais e áreas de cacau agora.