Chuva e frio podem atrasar a colheita do milho safrinha no Paraná e no sul de Mato Grosso do Sul, com maior risco no sudoeste paranaense entre quarta-feira e o fim de semana, após chuva forte prevista.
Chuva e frio podem atrasar a colheita do milho safrinha no Paraná e no sul de Mato Grosso do Sul, com maior risco no sudoeste paranaense entre quarta-feira e o fim de semana, após chuva forte prevista.
Uma massa de ar polar avança na virada de junho para julho, derruba temperaturas em quatro regiões e pode provocar geada no Sul, com frio mais intenso entre quinta e sexta-feira nas áreas de serra do país.Veja também: Frente fria avança e mantém risco de chuvas extremas de 200 mm entre RS, SC e o PR.
Com a frente fria afastada, o ar seco volta a ganhar força no Brasil Central, com tardes mais quentes e umidade perto ou abaixo de 20% em Goiás, Tocantins, Bahia, Piauí e Maranhão, nos próximos dias seguidos.Leia também: Sol retorna a boa parte do Brasil, mas Nordeste terá chuva; confira.
Ventos de leste reforçam a umidade sobre o litoral nordestino e favorecem chuva persistente, com acumulados acima de 100 mm em áreas da costa entre o fim de semana e o início da próxima semana, exigindo atenção.Veja também: Trégua na chuva: SP, RJ, MG e ES terão sequência de dias de sol; veja a previsão.
Após a frente fria provocar chuva atípica em áreas do Centro-Oeste, a tendência para julho indica umidade acima do normal, com Mato Grosso do Sul e a segunda quinzena como pontos centrais de atenção.Veja também: Chuvas atípicas no Sudeste atingem 152% da média em SP e há previsão de mais; confira.
Estudo sobre Belém publicado em revista científica internacional indica que ondas de calor tendem a ficar mais frequentes longas e intensas sob altas emissões transformando o calor amazônico em risco persistente para cidades tropicais nas próximas décadas.
Com preços FOB em queda e produção brasileira ainda elevada, o milho entra no radar do mercado internacional. O Brasil tenta sustentar exportações, enquanto produtores acompanham pressão externa, câmbio, fretes e ritmo da segunda safra em 2026.
Chuva fora de época interrompe a colheita do café em Minas Gerais e São Paulo, aumenta risco de perda de qualidade e deixa produtores atentos à janela seca nos próximos dias de junho para proteger os grãos.
Estudo em casa de vegetação mostra que três plantas medicinais usadas no Brasil produziram biomassa em solos alemães e mantiveram compostos com potencial anti-inflamatório, abrindo caminho para cultivo controlado fora dos trópicos, ainda sem promessa terapêutica direta.
Frente fria deve levar chuva forte e temporais ao Centro-Oeste entre quinta e sexta-feira, atingindo áreas de algodão em maturação, abertura de capulhos e início de colheita em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e também Rondônia.Veja também: Frente fria trará mais frio, chuva e tempestades já no fim desta semana em 4 regiões; confira.
Ar polar derruba temperaturas no Centro-Sul no início da semana, aumenta o risco de geada no Sul e exige atenção com pastagens, pecuária leiteira e manejo do gado nos próximos dias de frio persistente em áreas ruraisVeja também: Frio ganha força no Centro-Sul e INMET coloca 333 municípios sob alerta de geada.
Estudo reconstrói 21 anos de água subterrânea no Brasil e mostra perdas em aquíferos estratégicos, com maior pressão em áreas afetadas por seca, irrigação, mineração e mudanças no uso da terra em regiões agrícolas e urbanas vulneráveis.
Frio e umidade avançam pelo Centro-Sul neste fim de semana, com impacto sobre lavouras de milho, feijão, trigo e hortaliças; o ar polar ganha força no domingo e aumenta o risco de geada no início da semana.
Estudo nacional mostra que o milho segunda safra ocupa 17,1 milhões de hectares no Brasil e avançou menos sobre vegetação natural na última década, reforçando o debate sobre etanol, carbono e intensificação agrícola em áreas já abertas.
Mato Grosso do Sul terá chuva atípica até sábado, com acumulados perto de 200 mm em áreas do estado, incluindo Campo Grande, Ponta Porã e Dourados, além de risco de tempestades e alagamentos pontuais localizados nesta semana.Veja também: Ciclone e intensa frente fria deixam em alerta 10 estados do centro-sul; confira a previsão.
Chuvas atípicas devem atingir o Centro-Oeste nesta semana, com acumulados elevados em Mato Grosso do Sul, sul de Mato Grosso e sul de Goiás, além de risco de tempestades entre sexta-feira e sábado em áreas mais vulneráveis.Mais informações: Temperatura na região do El Niño dá novo salto e os primeiros efeitos podem começar em julho
Estudo aponta que a caça humana altera a forma como elefantes e macacos-prego ameaçados se deslocam, aumentando o uso de rotas conhecidas para reduzir riscos em paisagens pressionadas por atividades humanas na Bahia brasileira e no Zimbábue.
Com 41,1% da área nacional de trigo semeada, o interior do Sul garante tempo firme até este sábado, impulsionando novos plantios, enquanto o Rio Grande do Sul enfrentará instabilidade no início da próxima semana, acendendo o alerta para os produtores.
No interior de São Paulo, a Itograss cultiva variedades de grama presentes em estádios da Copa de 2026, mas não exporta o tapete instalado: a competição revela uma cadeia agrícola altamente especializada que sustenta o futebol moderno.
Frio, nebulosidade e chuva fraca marcam o início de junho no leste de São Paulo e no Rio de Janeiro, exigindo cuidados com colheita, transporte e conservação das rosas para as vendas brasileiras do Dia dos Namorados.