O fim de semana será de tempestades severas sobre o Rio Grande do Sul. A partir de terça (20), no entanto, os sistemas começam a ganhar força sobre Santa Catarina e Paraná.
Meteorologista formada pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), possui mestrado e doutorado pelo Departamento de Ciências Atmosféricas do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP), onde atualmente desenvolve pesquisa de pós-doutorado focada em mudanças climáticas e estratégias de adaptação das cidades.
Com 16 anos de trajetória na meteorologia e uma profunda paixão pela atmosfera e sua imponência, possui uma atuação interdisciplinar. Durante a pós-graduação especializou-se em tempestades na Amazônia. Posteriormente, contribuiu para o aprimoramento do Zoneamento Agrícola de Risco Climático no Brasil durante sua passagem pela Embrapa. Desde 2021, tem se dedicado ao estudo dos impactos das mudanças climáticas nas áreas urbanas, defendendo soluções adaptativas para os centros urbanos e promovendo a divulgação científica como uma ferramenta crucial contra a desinformação.
Sempre nutriu interesse pela comunicação, e hoje une sua paixão pela ciência e pela escrita integrando a equipe de redatores da MeteoRed, colaborando com o site tempo.com.
O fim de semana será de tempestades severas sobre o Rio Grande do Sul. A partir de terça (20), no entanto, os sistemas começam a ganhar força sobre Santa Catarina e Paraná.
O jato de baixos níveis atua como uma esteira transportadora de calor e umidade da Amazônia para o sul do continente, e está associado a tempestades severas. A previsão indica que seu núcleo deve ultrapassar 150 km/h nos próximos dias.
Intenso transporte de calor e umidade da região amazônica alimentará tempestades severas no Sul, com risco de granizo, tornados e acumulados superiores a 300 mm.
Sequência de dias com tempestades severas e chuvas volumosas traz alerta de transtornos generalizados na reta final de julho.
Julho terá virada no tempo: o frio perde força a partir de sexta-feira (17), com o calor se espalhando pelo país e favorecendo tempestades severas com chuvas volumosas sobre o Rio Grande do Sul.
O aumento das temperaturas globais voltou a acelerar: após subir do quinto para o segundo lugar no ranking histórico em apenas três meses, 2026 pode abrir caminho para novos recordes no fim do ano e em 2027.
O El Niño 2026/2027 se encaminha para entrar na história: a NOAA aumentou para 81% a chance de um El Niño muito intenso entre outubro e dezembro. Em relação ao mês anterior, a probabilidade subiu cerca de 20 pontos percentuais.
Uma massa de ar quente vem ganhando força sobre o Nordeste e Brasil Central, favorecendo temperaturas extremas e umidade do ar abaixo dos níveis recomendados à saúde.
O calor ganha força nos próximos dias e coloca grande parte do Brasil em alerta: além de temperaturas próximas de 40°C, a baixa umidade aumenta os riscos à saúde.
O processo de formação de um ciclone e sua frente fria vão provocar uma mudança significativa no tempo no Centro-Sul entre sexta-feira (10) e o fim de semana. Há risco de tempestades intensas com granizo, ventos fortes na faixa leste do país e chuvas intensas em diversos estados.
Duas frentes frias devem mudar o tempo no Brasil nesta semana. A primeira atua entre segunda (6) e quarta-feira (8), enquanto a segunda chega entre sexta-feira (10) e o fim de semana.
As projeções mais recentes do CFSv2 levaram um dos principais gráficos utilizados para monitorar o El Niño a ampliar sua escala de 4°C para 5°C. A mudança acompanha o aumento sucessivo das previsões do modelo e chama atenção para um possível evento de intensidade excepcional.
Um ciclone extratropical no Atlântico favorece a entrada de ar polar no Centro-Sul do Brasil. O sistema deve provocar ventos fortes, chuvas e derrubar as temperaturas no fim de semana.
Após uma semana marcada por volumes excepcionais de chuva no Sul do Brasil, a primeira quinzena de julho deve apresentar um padrão diferente.
O fortalecimento do El Niño deve modificar o padrão típico do inverno no Brasil em julho. Veja onde deve chover mais, quais regiões terão calor acima da média e onde o frio ainda deve marcar presença.Mais informações: El Niño pode ser histórico: nova previsão indica aquecimento acima de 2,5°C no Pacífico
A formação de um ciclone, com suporte de um rio atmosférico, deixa a Região Sul em alerta para tempestades severas neste domingo (28), com risco de granizo, ventos intensos e mais de 100 mm de chuva em 24 horas. O evento extremo deve persistir por pelo menos quatro dias.Mais informações: Indicador de chuvas extremas traz risco para o Sul e regiões do Norte e Nordeste; veja
O índice de previsão extrema do ECMWF alerta para vários dias de chuvas intensas no Sul do Brasil, com volumes elevados e risco de transtornos. O indicador também aponta precipitações acima do normal em áreas do Norte e Nordeste.Mais informações: El Niño pode ser histórico: nova previsão indica aquecimento acima de 2,5°C no Pacífico
Em apenas 24 horas, São Paulo capital registra 152% da média de chuva de junho e a previsão indica novos acumulados de 90 mm precipitação no Sudeste até sexta (26).Mais informações: El Niño pode ser histórico: nova previsão indica aquecimento acima de 2,5°C no Pacífico
Uma intensa massa de ar polar avança pelo Brasil e deve provocar os dias mais frios de 2026 em pelo menos 14 estados entre quarta (24) e quinta-feira (25). O frio intenso será sentido em quatro regiões do país, com geadas amplas, temperaturas negativas e tardes excepcionalmente frias.Mais informações: El Niño pode ser histórico: nova previsão indica aquecimento acima de 2,5°C no Pacífico
A atualização do conjunto de modelos do IRI reforça a expectativa de um El Niño muito intenso nos próximos meses. As previsões indicam anomalias superiores a 2,5°C, com potencial de um evento histórico.Mais informações: El Niño deve ganhar força e pode atingir patamar raro durante o inverno