Chuvas atípicas e extremas estão previstas para uma ampla faixa do Brasil entre sexta (4) e segunda-feira (7).
Meteorologista formada pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), possui mestrado e doutorado pelo Departamento de Ciências Atmosféricas do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP), onde atualmente desenvolve pesquisa de pós-doutorado focada em mudanças climáticas e estratégias de adaptação das cidades.
Com 16 anos de trajetória na meteorologia e uma profunda paixão pela atmosfera e sua imponência, possui uma atuação interdisciplinar. Durante a pós-graduação especializou-se em tempestades na Amazônia. Posteriormente, contribuiu para o aprimoramento do Zoneamento Agrícola de Risco Climático no Brasil durante sua passagem pela Embrapa. Desde 2021, tem se dedicado ao estudo dos impactos das mudanças climáticas nas áreas urbanas, defendendo soluções adaptativas para os centros urbanos e promovendo a divulgação científica como uma ferramenta crucial contra a desinformação.
Sempre nutriu interesse pela comunicação, e hoje une sua paixão pela ciência e pela escrita integrando a equipe de redatores da MeteoRed, colaborando com o site tempo.com.
Chuvas atípicas e extremas estão previstas para uma ampla faixa do Brasil entre sexta (4) e segunda-feira (7).
Nova frente fria organiza corredor de umidade e leva chuva intensa a 14 estados entre o fim da semana e o feriado de 7 de setembro.
Chuvas acima da média e incursões de ar frio devem predominar ao longo de Setembro no Centro-Sul do Brasil. Isso representa um grande contraste em relação ao Norte e Nordeste, onde as anomalias de temperaturas podem superar 4°C acima da média, juntamente com chuvas abaixo do normal.
Agosto termina com alerta de tempestades severas em uma ampla área do país, com um novo episódio de chuvas extremas previsto para a região Sul. São esperados transtornos relacionados às fortes rajadas de vento, granizo, eventuais tornados ou microexplosões, além de alagamentos, enchentes e inundações.
A reta final de agosto e o início de setembro serão de chuva acima da média no Centro-Sul, deixando alerta de tempo severo e evento extremo de precipitação.
Setembro deve iniciar com chuvas acima da média no Centro-Sul do Brasil, englobando áreas que ainda vivem seu período seco nesta época.
A temperatura diária da superfície dos oceanos atingiu um novo recorde histórico global em agosto de 2026, segundo dados do Copernicus e da NOAA. As duas principais bases de monitoramento oceânico do mundo registraram os maiores valores já observados em suas séries históricas.
Ciclone extratropical e rio atmosférico elevam o risco de tempestades severas, potencial de granizo, microexplosões, tornados e chuvas extremas com acumulados superiores a 200 mm no Sul do Brasil até domingo (30).
Após semanas de aquecimento acelerado, as anomalias na região de monitoramento do El Niño estagnaram em 1,8°C. Mas será que isso quer dizer que o Super El Niño perdeu a força?
A transição entre agosto e setembro, o início da primavera meteorológica, será de chuva e temperaturas abaixo da média no Centro-Sul do país.
Após dias com temperaturas de inverno no Centro-Sul do Brasil, uma mudança de padrão está prevista para a próxima semana. O calor que vem dominando a metade norte do país irá se expandir e afetar as 5 regiões do Brasil, com temperaturas acima de 40°C em uma área ampla.
Uma mudança de padrão está prevista para a próxima semana, após o episódio de frio trazido pelo sistema frontal dos próximos dias. Uma bolha de calor deve elevar as temperaturas acima de 40°C em uma ampla área do Brasil, podendo ultrapassar 44°C em algumas localidades.
A atualização da pluma de modelos climáticos do El Niño divulgada na tarde desta quarta-feira (19) reforça a expectativa de um dos eventos mais intensos da história, com anomalias se aproximando de 3,5°C durante o pico do evento.
Um ciclone extratropical está previsto para se formar sobre o Rio Grande do Sul nesta quinta-feira (20), provocando tempestades com risco de granizo, chuva intensa e rajadas de vento que podem causar transtornos. Os efeitos do sistema devem atingir também áreas do Centro-Oeste e Sudeste até sexta-feira (21).
Chuvas acima da média no Centro-Sul, abaixo da média no Norte e predomínio de temperaturas acima da média marcam a segunda quinzena de agosto.
A NOAA aumentou cerca de 14% a chance de um evento muito forte na primavera, em relação ao mês de julho, ou seja, a possibilidade de um evento apenas moderado ou forte praticamente desapareceu.
O Pacífico continua aquecendo em um ritmo acelerado e o Super El Niño está prestes a alcançar intensidade muito forte. A bolha de água quente abaixo da superfície é tão intensa que a NOAA precisou aumentar a escala de um gráfico clássico.
Após meses de aquecimento acima das previsões iniciais, o ECMWF reforçou o cenário de um Super El Niño histórico, com praticamente todo o conjunto de previsões indicando anomalias superiores a 3°C.
A entrada de uma massa de ar frio a partir de sexta-feira (7) irá deixar as temperaturas abaixo da média na segunda semana de agosto, derrubando as temperaturas próximas a 0°C na região Sul e abaixo de 15°C no Sudeste.
Uma intensa massa de ar quente vai elevar as temperaturas em praticamente todo o Brasil nos próximos dias. As temperaturas podem alcançar impressionantes 43°C em algumas localidades. A umidade relativa do ar também será crítica, o que representa um risco para a saúde.