A monilíase, doença causada pelo fungo Moniliophthora roreri, já bateu à porta do Acre e pode destruir até 80 % da safra de cacau, desencadeando uma possível crise do chocolate se não for contida rapidamente.
A monilíase, doença causada pelo fungo Moniliophthora roreri, já bateu à porta do Acre e pode destruir até 80 % da safra de cacau, desencadeando uma possível crise do chocolate se não for contida rapidamente.
Para receber a COP30, Belém aposta em navios de cruzeiro como hotéis flutuantes. A proposta, criativa e polêmica, divide opiniões sobre custos, logística e sustentabilidade, e coloca o Brasil no centro do debate internacional.
Julho de 2025 foi o terceiro mais quente da história, com 1,25°C acima da média pré-industrial e recorde de 50,5°C na Turquia, reforçando a sequência inédita de meses quentes que pressiona saúde, economia e políticas climáticas.
Florações tóxicas de cianobactérias avançam pelos rios amazônicos, ameaçando água potável, pesca artesanal e ecossistemas; estudo revela 145 espécies produtoras de microcistinas e propõe monitoramento rápido para proteger saúde humana e biodiversidade das bacias do Norte brasileiro.
O avanço do fungo Fusarium TR4 pela América do Sul coloca o Brasil em alerta. Sem variedades resistentes e com risco de contaminação iminente, a produção de banana pode sofrer perdas severas nos próximos anos.
O maior cinturão de sargaço já mapeado cruza o Atlântico e se dirige ao litoral brasileiro, ameaçando praias, economia turística e saúde pública, mas também abrindo espaço para inovação no aproveitamento dessa biomassa marrom abundante.
Pesquisadores descobriram que apenas duas equações descrevem a dança entre oceano e atmosfera no Pacífico, simplificando previsões do El Niño e abrindo caminho para antecipar impactos de chuva, seca e calor no Brasil, com maior clareza científica.
Pesquisa inédita detalha o relógio nutricional do café conilon, apontando picos de nitrogênio e potássio durante o ciclo e indicando como devolver a casca ao solo pode economizar fertilizante e reduzir impactos ambientais.
Drones no céu, sensores no solo e inteligência artificial no bolso do produtor: a Agricultura de precisão ganha força no Brasil ao unir tecnologia e sustentabilidade, prometendo safra maior, custos menores e menor impacto ambiental.
Pesquisadores da USP mostraram que inocular sementes de capim com bactérias aliadas mantém fotossíntese, produtividade e qualidade do forragem mesmo com +2 °C, oferecendo alternativa barata, segura, sustentável para adaptar e mitigar impactos climáticos na pecuária tropical.
O Acordo BBNJ, recém‑assinado pela ONU, quer salvar a vida marinha em águas internacionais. Mas a definição de peixes como biodiversidade ou recurso econômico gera disputas que afetam desde o atum na feira até a costa brasileira.
Grãos verdes de café, antes descartados como defeitos, podem se converter em bebidas especiais graças à fermentação controlada que estabiliza temperatura e pH, abre novos aromas e promete ganhos socioeconômicos significativos ao produtor brasileiro, elevando qualidade sensorial.
Cientistas chineses desenvolveram um nanopesticida de três nanômetros que controla pragas com metade da dose e gera menos resíduos; a inovação aponta caminhos para produção agrícola mais limpa e eficiente em países tropicais, potencialmente como o Brasil.
Pesquisadores alertam para a presença crescente do ácido trifluoroacético (TFA) na chuva e em ecossistemas ao redor do mundo. Subproduto de compostos industriais, ele pode representar um novo desafio ambiental ainda pouco compreendido.
Chuvas acima da média no Norte, estiagem severa no Centro‑Oeste e calor recorde no Sudeste fazem do Boletim Agroclimatológico de julho de 2025 um alerta decisivo para produtores, cooperativas e gestores de políticas agrícolas brasileiras neste crítico trimestre.
Longe dos olhos, mas indispensável, o GPS orienta tratores, aviões, navios e celulares, sincroniza bancos e redes de energia e movimenta bilhões na economia brasileira, mostrando como satélites invisíveis mantêm o país produtivo, seguro e conectado sempre.
O avanço da resistência de plantas daninhas ao glifosato virou sinal de alerta para agricultores, pesquisadores e indústrias químicas: custos sobem, produtividade cai e soluções sustentáveis se tornam essenciais para proteger a produção nacional a longo prazo.
Combinando dados climáticos e projeções para o século XXI, pesquisadores brasileiros mostram que o futuro da mamona na América do Sul depende de adaptação urgente para enfrentar o aumento das temperaturas e a escassez hídrica.
Longe de depender só de florestas, o Brasil descobre nos laranjais um cofre de carbono: estudo com 162 milhões de árvores revela estoques recordes, quantifica captura anual e projeta novos créditos climáticos rentáveis aos agricultores brasileiros rurais.
Temperaturas superiores a 39 °C e a pior seca em décadas empurraram a colheita de cacau no Xingu para agosto, elevaram custos logísticos, ameaçam a renda de pequenos produtores e podem alterar o preço do chocolate brasileiro doméstico.