Após setembro irregular, outubro traz previsão de chuvas mais amplas no Centro-Sul. A florada depende desse “gatilho hídrico” e o mercado reage a cada mapa. Veja por que a chuva certa define pegamento, produtividade e os preços do café.
Após setembro irregular, outubro traz previsão de chuvas mais amplas no Centro-Sul. A florada depende desse “gatilho hídrico” e o mercado reage a cada mapa. Veja por que a chuva certa define pegamento, produtividade e os preços do café.
A Embrapa colocou à disposição manivas da BRS Jacundá, cultivar produtiva e rústica. A oferta fortalece o acesso a material de plantio certificado, ideal para solos pobres e clima seco, e reforça a segurança alimentar de agricultores familiares.
A cana-de-açúcar desponta como candidata a “petróleo verde” brasileiro. Com tecnologia, essa cultura pode gerar de combustível de aviação a plástico, substituindo derivados do petróleo e reduzindo emissões, num impulso à economia de baixo carbono do país.
O conilon acelera no Brasil com calor, irrigação e demanda por cafés intensos. Mapeamentos indicam onde ele supera o arábica e como expandir sem desmatar, mirando novas regras europeias e um mercado que paga por produtividade estável.
Com Kp entre 5 e 6 no começo de outubro, o SWPC alerta para degradação de navegação por satélite. Entenda como tempestades solares afetam tratores e drones e adote um guia rápido para reduzir erros, evitar retrabalho e planejar operações.
A pressão por rigor na importação de banana do Equador cresceu com o alerta do TR4. Entenda a linha do tempo da praga, os riscos de disseminação, e como calibrar preço, oferta e biossegurança para proteger o consumidor e o produtor.
A tecnologia de RNA de interferência ganha holofotes no Rio+Agro 2025. Empresas e Embrapa mostram soluções que silenciam genes de pragas, prometendo controle seletivo, menor impacto ambiental e novas rotas para produtividade sustentável nas lavouras brasileiras.
Um novo banco de dados integra poços subterrâneos em todo o Brasil, com checagem de qualidade e séries de nível d’água, e promete melhorar a gestão hídrica, a pesquisa e o planejamento diante de secas e enchentes.
Outubro chega com calor acima da média e pancadas irregulares, segundo o INMET. Entenda como ler janelas semanais de 3–5 dias para plantar soja com menos risco de replantio e garantir emergência uniforme na safra 25/26.
Projeções do SGB indicam seca mais branda em Manaus em 2025, com mínima perto de 18 m e 60–85 dias abaixo de 20 m. Menos risco, sim, mas efeitos persistem na pesca, na logística de alimentos e no preço do açaí.
Depois de preços recordes, o cacau inicia ajuste com projeção de superávit em 2025/26. Explicamos por que o clima na África Ocidental ainda manda no jogo, e como Bahia e Pará podem reagir já, no campo.
Uma geração de modelos aponta que a Amazônia pode sofrer um colapso gradual ao longo de séculos, impulsionado por calor e menos chuva. Entenda o que isso significa, quando pode começar e como o Brasil pode reagir.
O Brasil levou ao Caribe resultados do Programa Nacional de Bioinsumos. Saiba por que o tema cresceu nesta semana, quais usos já entregam no campo e como iniciar na safra 2025/26 com qualidade, integração e informação oficial.
Em 2025, os focos de queimadas despencaram, mas a área queimada segue alta. Entenda por que os números divergem, o que muda para pastagens, abelhas e lavouras, e como aproveitar as primeiras chuvas para uma recuperação rápida.
As primeiras frentes frias da primavera não trazem só chuva: elas também ajudam esporos da ferrugem-asiática a viajar pelo país. Entenda por que o risco aumenta agora, como o vento participa disso e o que fazer rapidamente.
A aprovação da banana GM QCAV-4 na Austrália reabre um debate crucial no Brasil: TR4 ainda ausente, cultivares resistentes avançam e decisões da CTNBio pautarão se biotecnologia vira rede de segurança da produção e do abastecimento.
Temporais no fim de semana e uma massa de ar frio na sequência devem marcar o início da primavera 2025. INMET prevê risco de geada no Sul e friagem no Norte; saiba quais culturas sofrem mais e como se preparar.
Com a primavera, o Sul do Brasil concentra picos de alergia a pólen, liderados por gramíneas como o azevém. Entenda como vento, chuva e temperatura modulam sintomas, e quais atitudes práticas ajudam a atravessar a temporada.
Com máximas perto de 40°C e ar seco, semear no calor exige precisão. Este guia mostra como medir a temperatura do solo, preservar umidade com palhada e ajustar a profundidade para garantir emergência uniforme de milho e feijão.
Levantamento do Fundecitrus indica 47,63% das laranjeiras do cinturão citrícola com greening. Com a primavera mais quente e seca, o vetor encontra condições favoráveis. Entenda o papel do clima e as ações práticas para conter o avanço.