Florestas queimadas já respondem por mais da metade da devastação, segundo o Ministério do Meio Ambiente. Dados de maio indicam risco de reversão na tendência de queda observada em 2023 e 2024.
Florestas queimadas já respondem por mais da metade da devastação, segundo o Ministério do Meio Ambiente. Dados de maio indicam risco de reversão na tendência de queda observada em 2023 e 2024.
A nova espécie, nomeada Myotis guarani, homenageia a etnia indígena e habita regiões do Pantanal, Chaco, Cerrado e Mata Atlântica. Descoberta foi publicada em revista científica internacional.
Acervo inclui fotos, áudios e documentos digitalizados sobre avistamentos entre 1952 e 2023; consulta pública é gratuita e pode ser feita pela internet.
Em comunidades da Ilha do Marajó, mulheres superam críticas e criam renda sustentável com a coleta de murumuru e ucuuba, produtos valorizados pela indústria cosmética internacional.
Com folhas exuberantes, estilo tropical sofisticado e fácil adaptação a ambientes internos, a Calathea orbifolia surge como forte candidata a tendência entre os amantes de plantas neste ano.
Descobertas feitas em Boca do Acre indicam que sociedades avançadas habitaram a região há milhares de anos. Pesquisadores utilizam tecnologia de ponta e projetam ações de preservação e educação.
Estudo revela que escurecimento dos oceanos já afeta 21% das águas globais, ameaçando ecossistemas marinhos, a pesca mundial e o equilíbrio climático devido à redução da luz nas zonas fóticas.
Pela primeira vez desde 2019, MapBiomas registra redução simultânea na perda de vegetação nativa em todos os biomas do país; Amazônia e Cerrado continuam liderando área desmatada.
Único primata de hábitos noturnos do planeta, o macaco-coruja chama atenção por ser monogâmico, ótimo pai e essencial em estudos científicos contra a malária.
Novo dispositivo captura dióxido de carbono do ar durante a noite e o converte em gás de síntese com luz solar, fornecendo uma alternativa sustentável aos combustíveis fósseis.
Pesquisadores da UFPA testam cinzas da casca de murumuru como substituto parcial do cimento, apontando benefícios estruturais e ambientais significativos no uso desse resíduo amazônico no concreto.
Moema humaita, um peixe-anual da família Rivulidae, foi encontrado em uma única poça temporária perto do Rio Madeira, em uma área ameaçada por secas, pastagens e rodovia.
Sagui-pigmeu vive nas copas da floresta amazônica, mede cerca de 15 cm, pesa pouco mais de 100 g e se alimenta de goma, insetos e frutas. Corre risco de extinção.
Descoberto às margens do Rio Eiru, o minúsculo Ranitomeya aquamarina impressiona por seu visual vibrante, alta toxicidade e possível formação de casais fixos, comportamento raro entre anfíbios.
Planta amazônica serve como fonte de água potável na floresta, é usada na medicina tradicional, no artesanato e até como cigarro natural por comunidades indígenas e ribeirinhas.
Pouco conhecida, a Ilha das Guianas é a segunda maior do mundo, formada por rios e oceano, com rica biodiversidade e cultura. Inclui territórios do Brasil e de países vizinhos.
Estudo revela que músculos cranianos do “fóssil vivo” foram interpretados de forma incorreta, impactando a compreensão da origem da alimentação e respiração em seres vertebrados com mandíbula.
Descobertas em Linhares (ES) incluem espécies raras da família Marantaceae e do gênero Solanum, reforçando a importância da conservação da biodiversidade brasileira.
Estudo inédito identifica mais de 257 mil espécies de bactérias e arqueias associadas a plantas do gênero Vellozia, revelando potencial para biotecnologia e conservação ambiental.
Primeiro papa dos Estados Unidos, Leão XIV traz histórico missionário na América Latina e reforça compromisso da Igreja com a justiça climática, inspirado na encíclica ecológica Laudato Si’.