Pesquisa da Unicamp identifica interação inédita entre bromélias e outras plantas da Mata Atlântica, mostrando como essas epífitas enriquecem o solo e favorecem espécies com maior demanda nutricional.
Jornalista amazônico graduado em Comunicação Social pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e mestrando em Ciências da Comunicação na Universidade Nova de Lisboa (UNL). Escreve sobre temas ligados ao meio ambiente, sustentabilidade, ciência e tecnologia. Integrou as equipes de Comunicação do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM) e Fundação Amazônia Sustentável (FAS). Ganhador do Prêmio Paraense de Jornalismo e Direitos Humanos (2016) na categoria “jornalismo impresso”, realizado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Sindicato dos Jornalistas do Pará.
Pesquisa da Unicamp identifica interação inédita entre bromélias e outras plantas da Mata Atlântica, mostrando como essas epífitas enriquecem o solo e favorecem espécies com maior demanda nutricional.
Amazônia enfrenta mudança climática inédita com secas recorrentes e calor extremo que ameaçam árvores, biodiversidade e o papel da floresta no equilíbrio climático global nas próximas décadas, segundo estudos recentes.
Suspensão das atividades após vazamento reacende embate jurídico e ambiental na Margem Equatorial, enquanto órgãos reguladores analisam riscos, exigências técnicas e a validade da licença concedida à Petrobras brasileira atual.
Descoberta de vírus gigante que infecta amebas reacende debates sobre a origem da vida, evolução celular e possíveis impactos futuros na biologia, na medicina e na compreensão dos vírus modernos.
Nova lei sancionada por Lula reconhece o açaí como fruta nacional, amplia proteção jurídica contra biopirataria, fortalece a soberania brasileira sobre produtos amazônicos e valoriza a cadeia produtiva do fruto.
Dados do Inpe mostram queda histórica nas queimadas em 2025, resultado de políticas ambientais, monitoramento contínuo, investimentos em tecnologia, atuação integrada de órgãos estaduais e ampliação da presença dos Bombeiros.
Na fronteira com a Venezuela, Pacaraima convive com impactos humanitários, econômicos e culturais da migração, enquanto moradores e migrantes relatam desafios, adaptações e expectativas diante da instabilidade no país vizinho.
Pesquisa com participantes de 13 países indica que dançar, tocar instrumentos, pintar ou jogar videogame fortalece conexões neurais, retarda o envelhecimento cerebral e pode integrar políticas públicas de saúde.
Pesquisadores usam tecnologia a laser para revelar cidades pré-coloniais na Amazônia boliviana, com pirâmides monumentais, canais sofisticados e evidências de urbanismo complexo que transformam a visão sobre povos antigos americanos.
Estudo inédito registra alta densidade do molusco invasor no rio Tocantins, indica adaptação completa ao ambiente amazônico e alerta para riscos ecológicos, econômicos e sociais crescentes na região brasileira atual.
Novas leis em Satipo e Nauta reconhecem abelhas sem ferrão como sujeitos de direitos, permitindo ações judiciais, fortalecendo a conservação amazônica e inaugurando um marco inédito na proteção de insetos.
Entre ciência, aventura e muito dinheiro, a busca por meteoritos cresce no mundo, impulsionada por colecionadores, leilões milionários e debates sobre patrimônio científico e legalidade.
Reportagem reúne dados científicos e alerta para impactos do desmatamento, mineração e poluição sobre quatro animais exclusivos da Amazônia, cuja sobrevivência depende de ações urgentes de conservação e políticas públicas.
A floresta amazônica assume protagonismo no turismo de luxo ao unir cruzeiros sofisticados, lodges exclusivos e experiências imersivas que valorizam natureza, cultura local, sustentabilidade e o novo desejo por viagens autênticas.
Destino paraense revela praias de água doce, florestas inundadas, festas tradicionais e turismo comunitário, atraindo visitantes Brasil e do exterior ao longo do ano, conforme o ritmo dos rios amazônicos.
Embora concentre o maior número de povos indígenas isolados do mundo, o Brasil enfrenta entraves institucionais, demora no reconhecimento oficial e pressões econômicas crescentes que ampliam riscos a esses grupos.
Planejamento industrial chinês elevou o peixe amazônico ao mercado global, enquanto o Brasil permanece referência científica e genética, apesar de perder a liderança em volume na aquicultura mundial contemporânea atual.
Certificação da UICN reconhece excelência socioambiental da RDS do Rio Iratapuru, no Amapá, destacando governança participativa, conservação da biodiversidade e geração de benefícios econômicos às comunidades amazônicas tradicionais locais sustentáveis.
Espécie minúscula e rara, descoberta na Serra do Quiriri, recebeu nome científico em homenagem ao presidente Lula e reforça alertas científicos sobre a urgência de conservar a Mata Atlântica brasileira.
Estudo mostra que interação antes interpretada como disputa por alimento é, na verdade, uma parceria funcional durante a busca pelo salmão Chinook