Microcervejarias da região transformam ingredientes, sabores e referências culturais da floresta em rótulos que valorizam identidades locais e movimentam o mercado, a gastronomia e o turismo amazônicos.
Jornalista amazônico graduado em Comunicação Social pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e mestrando em Ciências da Comunicação na Universidade Nova de Lisboa (UNL). Escreve sobre temas ligados ao meio ambiente, sustentabilidade, ciência e tecnologia. Integrou as equipes de Comunicação do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM) e Fundação Amazônia Sustentável (FAS). Ganhador do Prêmio Paraense de Jornalismo e Direitos Humanos (2016) na categoria “jornalismo impresso”, realizado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Sindicato dos Jornalistas do Pará.
Microcervejarias da região transformam ingredientes, sabores e referências culturais da floresta em rótulos que valorizam identidades locais e movimentam o mercado, a gastronomia e o turismo amazônicos.
Redução do gelo marinho no leste da Groenlândia permite que baleias ocupem águas antes inacessíveis, enquanto mudanças na temperatura e na oferta de alimento transformam ecossistemas do Ártico.
Entre túneis, viadutos e curvas suaves, a Rodovia dos Imigrantes atravessa a Serra do Mar e combina engenharia avançada, monitoramento climático e estratégias para reduzir acidentes.
Rastros encontrados em uma pedreira de Santa Catarina indicam um mamífero de até 1,55 metro de comprimento, dimensão surpreendente para um animal que viveu durante a era dos dinossauros.
Serranópolis (GO) combina paisagens do Cerrado e patrimônio arqueológico, com dezenas de sítios, milhares de pinturas rupestres e descobertas que ajudam a reconstruir antigas ocupações humanas
Fundada a partir de um seringal às margens do Rio Acre, Rio Branco nasceu em território disputado, tornou-se símbolo da Revolução Acreana e hoje preserva essa história.
Fósseis encontrados no Acre revelam parentes de muriquis e outros primatas que viveram na Amazônia há cerca de 11 milhões de anos, ampliando o conhecimento sobre a evolução dos macacos no continente.
Estudo na China mostra que algumas espécies liberam mais compostos orgânicos voláteis com o calor, favorecendo a formação de ozônio e exigindo planejamento urbano mais criterioso.
Levantamento com tecnologia LiDAR identificou quase 400 estruturas humanas ocultas sob a floresta e reforça evidências de sociedades antigas numerosas e organizadas.
Análise baseada no Censo 2022 revela precariedade no abastecimento, saneamento e gestão de resíduos, enquanto garimpo, secas extremas e mudanças climáticas ampliam riscos à saúde indígena.
Produção de povos indígenas da Terra Indígena Rio Branco recebeu adicional de 20% na safra 2025/2026, valorizando conservação, qualidade, organização comunitária e sociobiodiversidade amazônica.
País concentra espécies únicas, mas enfrenta perda acelerada de biodiversidade provocada por destruição de habitats, espécies invasoras, doenças, mudanças climáticas e falta de recursos.
Espécies pioneiras suportam calor extremo, sol intenso e solos degradados, criando condições para o retorno da biodiversidade e ajudando a floresta amazônica a se regenerar.
Fotógrafo encontrou espécie arborícola no chão durante expedição no Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, no Amapá, e conseguiu registrar imagens sem interferir no comportamento do animal.
Inclusão do peixe na lista oficial do governo federal acende alerta entre comunidades amazônicas, que pedem participação nas decisões e regras adaptadas às diferentes realidades da bacia
Novas observações da turbulenta superfície do Sol revelam pequenas estruturas em espiral que podem ajudar a explicar por que sua atmosfera externa é milhões de graus mais quente que a superfície.
Prefeitura de Porto Velho inicia articulação com o Iphan para estruturar candidatura da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, símbolo da história amazônica e da origem da capital de Rondônia.
Fêmea chamada Umit foi libertada em reserva no sul do país após meses de adaptação; projeto busca reconstruir população selvagem e recuperar ecossistema histórico da Ásia Central.
Gruta do Gentio II, em Unaí (MG), reúne vestígios de milhares de anos de ocupação indígena e volta a ser estudada com técnicas modernas; campanha de campo segue até 14 de agosto.
O recuo das águas do Mar Morto provoca milhares de dolinas, enquanto nascentes subterrâneas criam pequenos refúgios de vegetação e vida em uma paisagem marcada pela aridez.