Pesquisa conduzida na Mata Atlântica revela que a ligação entre áreas florestais e corpos d’água favorece bactérias protetoras na pele de anfíbios, reduzindo infecções causadas por um dos fungos mais devastadores do planeta.
Pesquisa conduzida na Mata Atlântica revela que a ligação entre áreas florestais e corpos d’água favorece bactérias protetoras na pele de anfíbios, reduzindo infecções causadas por um dos fungos mais devastadores do planeta.
Uma equipe do CONICET, da Universidade de Buenos Aires e do Instituto Antártico Argentino conseguiu converter raios cósmicos em uma ferramenta para monitorar a atmosfera antártica. Essa descoberta abre um novo caminho para o estudo do clima em uma das regiões mais sensíveis do planeta.
Três décadas de observação com macacos-prego revelaram que o clima extremo não apenas destrói habitats, mas também altera as regras sociais dos animais, com consequências preocupantes que a ciência está começando a mensurar.
Novo estudo mostra que o desmatamento pode reduzir drasticamente o limite de segurança climática da Amazônia, aumentando o risco de degradação da floresta e afetando também a circulação de umidade que ajuda a sustentar chuvas no Brasil.
Estudo internacional revela importância estratégica do acervo amazônico do Museu Paraense Emílio Goeldi para pesquisas sobre biodiversidade, conservação ambiental, mudanças climáticas e doenças zoonóticas em toda a América do Sul.
A cerca de 30 quilômetros acima do equador, os ventos mudam de direção periodicamente. É um fenômeno invisível, mas seus efeitos podem ser sentidos a milhares de quilômetros de distância.
Descoberta feita em Sousa, no Sertão da Paraíba, pode representar o maior registro de pegada de dinossauro terópode já encontrado no Brasil e reforça a importância paleontológica da Bacia do Rio do Peixe.
Um novo estudo revela que a imaginação não é ilimitada, está profundamente ligada à visão e aos mecanismos cerebrais que utilizamos para interpretar o mundo real. Vemha saber mais aqui!
Os cientistas descobriram que as rochas submetidas a tensão emitem sinais químicos sutis antes de fraturarem e desenvolveram um modelo para monitorar essas alterações, oferecendo uma nova forma de alertar a ocorrência de terremotos, deslizamentos de terra e outros riscos.
O projeto reunirá pesquisadores do Chile, dos Estados Unidos, do Canadá e da China para estudar como certos insetos mantêm seu sistema nervoso ativo mesmo em temperaturas congelantes.
Pesquisadores aplicaram ideias da física de partículas para entender como padrões linguísticos se espalham no tempo e no espaço.
Esses alimentos "da moda" que associamos à saúde escondem um alto consumo de água e recursos, especialmente quando sua produção entra em conflito com a realidade climática.