Uma equipa do Japão descobriu como medir um tipo de emaranhamento quântico que ninguém tinha conseguido detetar até agora, e isso pode ser importante para o futuro das comunicações.
Uma equipa do Japão descobriu como medir um tipo de emaranhamento quântico que ninguém tinha conseguido detetar até agora, e isso pode ser importante para o futuro das comunicações.
Canhões anti granizo podem gerar perturbações atmosféricas mensuráveis, mas não há evidências convincentes de que eles reduzam de forma confiável a formação de granizo ou os danos causados pelo fenômeno.
Descoberta no sul do Pará revela vestígios do vulcão mais antigo conhecido do planeta e ajuda cientistas a compreenderem a formação da crosta terrestre e dos primeiros continentes.
Os cientistas identificaram uma espécie de mamífero recém-descoberta, do tamanho de um hamster, que viveu há 75 milhões de anos e que oferece pistas invulgares sobre como antepassados pequenos e adaptáveis poderão ter sobrevivido à extinção que dizimou os dinossauros.
Ferramenta criada por pesquisadores alemães conseguiu identificar caracteres quase apagados em tabuletas da antiga Mesopotâmia, acelerando estudos arqueológicos e preservando registros históricos raros da humanidade antiga.
Os microplásticos passam pela maioria dos sistemas de tratamento de água porque são pequenos demais para serem retidos. Uma equipe de pesquisadores no Missouri (EUA) desenvolveu algas que se prendem a eles e limpam a água.
A maior caldeira vulcânica do mundo foi descoberta nas Filipinas: Apolaki mede 150 km de diâmetro e está localizada a 5.200 metros abaixo do nível do mar.
Os gigantes gasosos escondem tempestades colossais sob suas nuvens. Esses impressionantes furacões espaciais, alimentados por calor interno, desafiam nossa compreensão e revelam um mundo climático surpreendente.
Existem sons presentes na natureza ou gerados pelas atividades de qualquer cidade que o ouvido humano não consegue perceber. No entanto, seus efeitos sobre o corpo são evidentes e não são positivos.
Durante décadas, a Antártida pareceu resistir ao aquecimento global. Em 2015, tudo mudou abruptamente. Um estudo publicado na revista Science Advances acaba de desvendar o mecanismo por trás do maior colapso climático da história moderna.
Novo estudo reconstrói quase dois milhões de anos de clima e indica que a Amazônia ocidental e os Andes tropicais ficaram mais úmidos, com fortes oscilações durante os períodos glaciais e interglaciais.
Ir ao museu para viver mais tempo? É essa a tese defendida por vários estudos que estabelecem uma correlação entre a arte e o bem-estar. No mais recente estudo, publicado no passado dia 11 de maio, cientistas do University College de Londres demonstram que uma atividade artística ou cultural regular pode retardar o envelhecimento biológico.