Estudo sugere que o ozônio estratosférico já apresentava sinais de redução em 1957, três décadas antes de o buraco sobre a Antártica ser detectado, em 1985. O principal responsável, naquela fase inicial, não eram os clorofluorcarbonetos, mas sim o tetracloreto de carbono, um solvente industrial que já estava em uso há muito mais tempo.