Estruturas com quase dois bilhões de anos, ocultas pela floresta amazônica, revelam um passado de erupções gigantes, minerais raros e processos tectônicos fundamentais para entender a formação do continente sul-americano.
Estruturas com quase dois bilhões de anos, ocultas pela floresta amazônica, revelam um passado de erupções gigantes, minerais raros e processos tectônicos fundamentais para entender a formação do continente sul-americano.
Descoberta inédita na Amazônia revela fungo do gênero Cordyceps parasitando tarântula gigante, ampliando o conhecimento sobre relações evolutivas raras, biodiversidade amazônica e a importância da conservação da chamada funga brasileira.
Ondas de calor recordes provocam branqueamento sem precedentes, mobilizam cientistas no Brasil e no exterior e impulsionam pesquisas que vão de monitoramento nacional a probióticos para tentar salvar os recifes.
O fundo do mar é uma das partes menos exploradas do planeta, e um novo estudo descobriu que centenas de espécies ainda não descobertas vivem em uma área que está sendo considerada para mineração em águas profundas.
Pesquisa revela como macaco amazônico ameaçado usa dentes extremamente fortes e estratégia precisa para quebrar frutos duros, evitar fraturas e acessar alimentos inacessíveis a outros animais da floresta tropical brasileira.
O que parece ser uma nuvem tranquila pode se transformar em uma poderosa tempestade. O calor, a umidade e a ascensão do ar ativam um processo vertical que transforma nuvens cúmulos inofensivas em nuvens cumulonimbus capazes de gerar chuvas intensas, raios e ventos fortes.
A explosão solar de hoje é a terceira mais poderosa dos últimos seis anos: de classe X8.1. Tempestades geomagnéticas massivas são esperadas na Terra entre 4 e 5 de fevereiro. Mas a mancha solar que a gerou pode trazer eventos ainda mais impressionantes.
A NOAA decidiu “descontar” o aquecimento global dos eventos El Niño e La Niña. A mudança promete mais precisão, mas levanta dúvidas científicas, operacionais e até conceituais sobre como interpretamos o ENSO.
De acordo com um estudo científico, as linhas férreas indianas podem estar a mudar os padrões naturais de deslocação de cobras mortais. Saiba mais aqui!
Ondas de calor mortais, inundações recorrentes, tempestades mais intensas... Segundo pesquisadores, nossa capacidade de resistir aos impactos climáticos está melhorando, mas seus limites estão se tornando cada vez mais preocupantes diante do aquecimento global.
Entre a física e a literatura, um novo estudo reaviva uma questão que obcecou Borges: lembramo-nos de acontecimentos reais ou somos o produto de uma flutuação cósmica improvável?
Cientistas da NASA estão voando diretamente para dentro de poderosas tempestades de inverno, coletando novos dados que podem ajudar os meteorologistas a detectar condições climáticas perigosas mais cedo e emitir alertas mais claros quando cada minuto faz toda a diferença.