Um recente estudo publicado na revista Science mostra que há evidências de que um asteroide tenha caído no Oceano Atlântico Norte há cerca de 66 milhões de anos e possa ter contribuído para a extinção dos dinossauros!
Um recente estudo publicado na revista Science mostra que há evidências de que um asteroide tenha caído no Oceano Atlântico Norte há cerca de 66 milhões de anos e possa ter contribuído para a extinção dos dinossauros!
Um novo estudo explorou a possível relação da perda de gelo no Ártico e a ocorrência de El Niños. O principal resultado mostra que os El Niños fortes poderão ser mais frequentes se o Ártico perder totalmente seu gelo!
Há muitos anos atrás, nosso planeta escureceu e esfriou dramaticamente. Mas longe de ser um desastre, esse evento acabou abrindo caminhos para a evolução. Saiba mais aqui.
Apesar de ser popularmente conhecido como uma fruta, o figo é, na verdade, uma flor invertida, que floresceu internamente. Saiba mais aqui.
A ciência revela que as plantas estão se aproximando de um limiar crítico de estresse devido às altas temperaturas. Como as mudanças climáticas estão afetando a biodiversidade do nosso planeta? Saiba aqui.
Cientistas afirmam que as resinas compostas de turbinas eólicas podem ser recicladas e reutilizadas de diversas formas. Uma delas é a utilização para a produção de doces. Este é um conceito, no mínimo, estranho, mas que logo pode chegar aos supermercados.
Há quatro décadas uma jovem mulher teve seu corpo congelado por quase 6 horas, em uma pequena cidade de Minnesota, nos Estados Unidos! O mais incrível dessa situação é que a mulher sobreviveu sem sequelas e vive uma vida comum!
Mesmo que não a vejamos, a poeira sempre está presente dentro de nossas casas, sobre os nossos móveis, etc. E engana-se, se você pensa que ela é composta apenas por pó de terra. Saiba mais aqui.
Desde o período Ordoviciano até os dias atuais, cinco extinções em massa marcaram a história do planeta. A questão que resta é se sobreviveremos ao sexto evento, que já pode estar em andamento.
Muitos dos furacões e tempestades tropicais que passam pelo Atlântico têm um ciclo de vida bem conhecido, que se enquadra em um padrão de comportamento típico. Mas há exceções notáveis, que estão se tornando cada vez mais frequentes.
Os locais com mais raios do mundo estão todos em terra, embora o nosso planeta seja, na sua maioria, composto por oceanos. Este fato intrigou os cientistas durante muitos anos, mas agora acreditam ter encontrado uma explicação do porquê há menos raios no mar.
Que um dia todos nós iremos morrer, isso é fato! Mas este é um conhecimento que gera angústia e muitas perguntas. A ciência procura respostas e algumas descobertas – felizmente – não são tão aterrorizadora como se pensava.