Uma nova imagem da Nebulosa do Morcego foi captada pelo Observatório Europeu do Sul, formada por vastas nuvens de gás e poeira onde nascem novas estrelas a uma distância de 10.000 anos-luz.
Uma nova imagem da Nebulosa do Morcego foi captada pelo Observatório Europeu do Sul, formada por vastas nuvens de gás e poeira onde nascem novas estrelas a uma distância de 10.000 anos-luz.
Em um fenômeno onde um buraco negro está consumindo estrela maior do que o Sol ocorreu um pico de brilho que impressionou astrônomos.
Uma poderosa tempestade geomagnética G3 começou. Após o impacto inicial, três ejeções de massa coronal estão se aproximando da Terra, sendo que pelo menos duas delas devem atingir diretamente o planeta, produzindo auroras espetaculares.
O telescópio espacial James Webb detectou indícios de intensa atividade vulcânica em uma lua localizada a centenas de anos-luz de nós. A descoberta sugere que os processos geológicos ativos podem ser mais comuns no Universo do que imaginávamos.
Uma ponte de estrelas foi encontrada pelas primeiras observações do Vera Rubin que ainda nem está completamente ativo.
A agência espacial já tem a tecnologia para obter água em Marte a partir do gelo no solo, o verdadeiro obstáculo não é encontrá-la, mas sobreviver ao processo.
O cometa 3I/ATLAS, um visitante de outro sistema estelar, inspirou teorias extravagantes depois que um astrônomo de Harvard o associou a uma possível espaçonave alienígena. Especialistas desmentem essa ideia e explicam seu verdadeiro valor científico.
A colaboração que envolve o observatório LIGO publicou um artigo que indica que encontramos uma geração de buracos negros diferente.
Esse mês está repleto de acontecimentos no céu que vão desde chuva de meteoros até cometas, além de lançamentos previstos de satélites.
Ondas magnéticas "dançantes", reveladas pela primeira vez pelo telescópio mais potente do mundo, mostram algo que os astrônomos suspeitavam no Sol mas nunca haviam conseguido encontrar.
As estrelas se formam a partir de gás e poeira, sobrevivem por meio da fusão nuclear e morrem em explosões estelares. Seu destino final depende do equilíbrio entre gravidade e energia.
Artigo que foi publicado na Nature Astronomy analisa como modelos de linguagem podem analisar imagens astronômicas