Descubra como a NASA planeia fornecer energia ao Polo Sul lunar através de reatores nucleares, painéis solares verticais e redes elétricas inteligentes, lançando as bases tecnológicas para a futura colonização do Planeta Vermelho.
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Quando as estrelas esgotam seu combustível, elas se transformam em anãs brancas, revelando propriedades físicas inimagináveis que desafiam nossa intuição sobre como a matéria pode se comportar em condições extremas.
Uma medição internacional mensura a expansão do Universo com precisão histórica e confirma a deformação de Hubble, indicando que nosso modelo cosmológico necessita de novas ideias fundamentais na física moderna.
Sob uma imensa camada de gelo, Europa esconde um oceano global. Uma incrível missão espacial está percorrendo o sistema solar em busca de resposta para a nossa maior pergunta: será que ela pode abrigar vida extraterrestre?
O recente incidente com o satélite Starlink revela novos desafios espaciais e as suas contínuas fragmentações exigem respostas urgentes para proteger futuras missões e garantir a segurança tecnológica global.
A NASA está a preparar o seu regresso à Lua com uma mudança estratégica, mais infraestruturas e tecnologia reutilizável, bem como a ideia de aprender a viver fora do planeta.
Um estudo recente sugere que a busca por estrelas excepcionalmente frias pode revelar megaestruturas alienígenas. A chave está na detecção do calor residual que essas civilizações emitiriam ao aproveitar vastas quantidades de energia estelar.
Embora a missão DART para desviar um asteroide tenha sido um sucesso, especialistas alertam que a falta de detecção precoce representa desafios críticos para a defesa planetária.
Cientistas descobriram um sistema com quatro planetas que desafiam as regras tradicionais de formação estelar. Essa descoberta revela mundos rochosos nascidos sem gás, transformando nossa compreensão da formação planetária.
Apesar de suas temperaturas extremas e superfície inóspita, Vênus guarda segredos fascinantes. Estudos recentes sobre suas nuvens sugerem que a vida pode encontrar ali um refúgio inesperado.
Já alguma vez sintonizou um canal vazio na sua velha televisão e apareceu estática? Esse ruído estranho contém fotões antigos que revelam o nascimento violento do nosso Universo.
Por que o céu noturno não aparece como um manto de luz brilhante? Tudo tem a ver com a expansão cósmica e a vida útil finita das estrelas mais distantes.
A missão Swarm revela a existência de furacões espaciais, enormes vórtices de plasma polar capazes de interromper sinais de satélite e gerar intensas perturbações geomagnéticas durante períodos de aparente calmaria solar.
O clima espacial continua ativo, graças à região solar 4366. As manchas solares já estão a apontar para a Terra e, embora nem todas gerem ejeções de massa coronal (EMCs), a monitorização continua para possíveis erupções solares.
Ao redor da Terra existe uma região invisível onde partículas energéticas ficam aprisionadas pelo campo magnético, um escudo natural, fundamental para a vida e a exploração espacial.
As estrelas no manto da Virgem de Guadalupe têm sido interpretadas como constelações, símbolos indígenas ou mensagens celestiais. Aqui exploramos o que a história, a astronomia e a ciência realmente dizem.
A NASA modela o futuro do Sol e revela um cenário fascinante com um fim lento e brilhante que mudará para sempre o Sistema Solar e acabará com a habitabilidade terrestre.
O Grande Colisor de Hádrons, o maior instrumento científico do mundo, recria colisões de alta energia para procurar novas partículas fundamentais, como o misterioso bóson de Higgs.
O nosso Sol, que hoje sustenta a vida na Terra, também tem um fim previsto para daqui a cerca de 5 bilhões de anos; a sua evolução irá transformá-lo em uma estrela moribunda.
As galáxias vizinhas Via Láctea e Andrômeda colidirão daqui a 4 bilhões de anos, um evento cósmico no qual se fundirão para criar uma nova e gigantesca galáxia elíptica, mudando a forma do nosso céu.