Estudo da UFMG alerta para a presença de micro e nanoplásticos em aquíferos, apontando o uso agrícola de plásticos e biossólidos como fontes significativas da poluição subterrânea.
Estudo da UFMG alerta para a presença de micro e nanoplásticos em aquíferos, apontando o uso agrícola de plásticos e biossólidos como fontes significativas da poluição subterrânea.
Nas paisagens em miniatura vistas através das janelas que aparecem pintadas em alguns quadros, vemos céus ricos em nuances, com uma grande variedade de elementos atmosféricos.
Nunca é tarde para melhorar sua saúde, mas é importante fazê-lo. Harvard confirma que comer bem depois dos 40 não só previne doenças, como também aumenta a probabilidade de chegar aos 70 com saúdes física e mental.
Pesquisa que analisou nove países ao longo de 20 anos mostra que os benefícios à saúde pública dependem da integridade florestal nas áreas protegidas por povos indígenas.
Uma circulação vigorosa no Pacífico teve um efeito particular no Oceano Antártico, mostrando-nos se os níveis de dióxido de carbono eram mais elevados nas anteriores Idades do Gelo.
Descoberta feita por pesquisador brasileiro reúne duas metades de um fóssil separadas entre museus da Alemanha e do Reino Unido e revela um rincocéfalo arborícola desconhecido até então.
Descoberta amplia significativamente o conhecimento sobre o gênero Pseudisobrachium no Brasil e destaca a importância das coleções científicas e da conservação da biodiversidade amazônica.
Uma pesquisa da Universidade de Michigan mostra que o desaparecimento dos dinossauros não apenas exterminou os gigantes do planeta, mas também remodelou os rios e permitiu a expansão das florestas.
Boas notícias: a camada de ozônio na Antártica segue em recuperação. Buraco sobre a região deve se recuperar totalmente até 2066, segundo levantamento da ONU. E mais: o buraco em 2024 foi o menor em décadas.
Há um século, o astrônomo e matemático Milutin Milankovitch desenvolveu uma teoria que explica a alternância entre glaciações e períodos interglaciais. Válida em uma primeira aproximação, ela apresenta algumas discrepâncias com as observações.
Plásticos invisíveis chegaram até ao centro da reprodução: óvulos e espermatozoides. Cientistas alertam que seu papel na fertilidade precisa ser mais estudado.
Pela primeira vez, os investigadores relatam que as algas do Ártico conseguem movimentar-se a -15°C (o movimento a temperaturas mais baixas alguma vez registado em células vivas complexas). Saiba mais aqui!