Uma análise científica inovadora demonstra pela primeira vez que 180 empresas produtoras de combustíveis fósseis contribuíram diretamente para o agravamento de centenas de ondas de calor que causaram milhares de mortes.
Uma análise científica inovadora demonstra pela primeira vez que 180 empresas produtoras de combustíveis fósseis contribuíram diretamente para o agravamento de centenas de ondas de calor que causaram milhares de mortes.
Um estudo liderado pela Universidade de Reading mostra que o ozônio será o segundo maior contribuinte para o aquecimento global futuro, depois do dióxido de carbono, com um efeito 40% maior do que as estimativas anteriores.
A falta de sistemas de alerta multirrisco transformou eventos climáticos fatais em tragédias evitáveis, como no Sudão e na Líbia. Iniciativas globais como o Alerta Antecipado para Todos e o Protocolo de Alerta Comum são agora uma oportunidade decisiva para mudar essa realidade.
À medida que os oceanos aquecem e as tempestades atingem intensidades sem precedentes, cientistas dizem que o limite da categoria 5 de furacões não é mais suficiente para alertar sobre o verdadeiro risco destes fenômenos.
A Europa vive um dos verões mais rigorosos da sua história: temperaturas extremas, mais de 2 mil mortes e milhares de hectares devastados por incêndios marcam uma das ondas de calor mais extensas já registradas.
Cientistas estão documentando mudanças morfológicas sem precedentes em espécies em todo o planeta. De papagaios australianos com bicos 10% maiores a morcegos com asas expandidas, a vida na Terra está sofrendo mutações para lidar com as novas condições climáticas.
Por mais de um século, um enigmático "ponto frio" ao sul da Groenlândia tem intrigado os cientistas, tornando-se um verdadeiro quebra-cabeça climático. Mas a espera acabou: o mistério finalmente foi resolvido, e a resposta pode mudar nossa compreensão do futuro do nosso planeta!
Dados recentes revelam que o orçamento de carbono para manter o aquecimento global abaixo de 1,5°C se esgotará antes de 2028, marcando um ponto de inflexão crítico na história climática da Terra. Este limiar está próximo, alertam cientistas.
O governador da Flórida (EUA), Ron DeSantis, assinou uma lei polêmica que torna ilegal a manipulação do clima em seu estado, com pena de até cinco anos de prisão e multa de 100 mil dólares.
Os raios não causam só destruição em florestas tropicais. pesquisas recentes revelam também efeitos positivos inesperados, que vão desde a eliminação de parasitas até a melhoria da reprodução de certas espécies.
Um estudo da Apple lança dúvidas sobre a capacidade de modelos avançados de Inteligência Artificial de raciocinar em meio a desafios complexos. Por trás disso, há uma guerra entre grandes empresas para se firmar nesse setor.
Enormes nuvens de fumaça de incêndios florestais no Canadá percorreram mais de 7.000 quilômetros, atingindo os céus da Europa. Este fenômeno cada vez mais frequente é um sinal alarmante de como as mudanças climáticas e a atividade humana estão intensificando os incêndios florestais em todo o mundo.
A energia que dormia debaixo dos nossos pés: um estudo revela vastos depósitos subterrâneos de hidrogênio natural que poderiam revolucionar a transição energética global, fornecendo energia limpa para milhares de gerações.
Pesquisas mostram que os microplásticos não apenas flutuam na superfície do oceano, mas também penetram nas profundezas. E agora, grandes concentrações foram encontradas na Fossa das Marianas, o ponto mais profundo do planeta.
Um novo estudo alerta que, mesmo com o aquecimento global limitado a 1,5°C, o aumento do nível do mar pode desencadear uma migração em massa para o interior, afetando um bilhão de pessoas e causando até US$ 1 bilhão em danos por inundações anualmente até 2050.
Embora a perda de gelo da Antártica tenha sido significativa nas últimas décadas, um aumento na massa do continente foi observado nos últimos anos. Uma pesquisa recente mostra por que isso aconteceu e fornece respostas sobre se será permanente ou apenas temporário.
Poucos dias antes do início da temporada de furacões deste ano, cientistas estão analisando os cenários mais prováveis. Com um oceano mais quente que a média, o Atlântico tem energia suficiente para desenvolver sistemas intensos.
A Terra gira mais lentamente, aumentando a quantidade de oxigênio que respiramos diariamente. Um estudo comprovou esse processo na história do nosso planeta. Em algum momento na Terra, a 1,4 bilhão de anos atrás, os dias duravam cerca de 18 horas.
Um estudo recente mostrou que o volume de água adicionado aos oceanos devido ao derretimento do gelo associado às mudanças climáticas pode deslocar o Polo Norte em cerca de 30 metros para oeste até 2100.
Em 22 de março de 2025, o gelo marinho de inverno no Ártico atingiu seu nível mais baixo registrado na história. Esse valor superou o mínimo de 2017 e consolida uma tendência de perda de volume de gelo no norte.