Descoberta feita por pesquisador brasileiro reúne duas metades de um fóssil separadas entre museus da Alemanha e do Reino Unido e revela um rincocéfalo arborícola desconhecido até então.
Descoberta feita por pesquisador brasileiro reúne duas metades de um fóssil separadas entre museus da Alemanha e do Reino Unido e revela um rincocéfalo arborícola desconhecido até então.
Descoberta amplia significativamente o conhecimento sobre o gênero Pseudisobrachium no Brasil e destaca a importância das coleções científicas e da conservação da biodiversidade amazônica.
Uma pesquisa da Universidade de Michigan mostra que o desaparecimento dos dinossauros não apenas exterminou os gigantes do planeta, mas também remodelou os rios e permitiu a expansão das florestas.
Boas notícias: a camada de ozônio na Antártica segue em recuperação. Buraco sobre a região deve se recuperar totalmente até 2066, segundo levantamento da ONU. E mais: o buraco em 2024 foi o menor em décadas.
Há um século, o astrônomo e matemático Milutin Milankovitch desenvolveu uma teoria que explica a alternância entre glaciações e períodos interglaciais. Válida em uma primeira aproximação, ela apresenta algumas discrepâncias com as observações.
Plásticos invisíveis chegaram até ao centro da reprodução: óvulos e espermatozoides. Cientistas alertam que seu papel na fertilidade precisa ser mais estudado.
Pela primeira vez, os investigadores relatam que as algas do Ártico conseguem movimentar-se a -15°C (o movimento a temperaturas mais baixas alguma vez registado em células vivas complexas). Saiba mais aqui!
Propostas de geoengenharia, como a salinização artificial do Oceano Ártico, buscam retardar o derretimento do gelo causado pelo aquecimento global, mas podem impedir que a meta global de zero emissões até 2050 seja alcançada.
Sistema desenvolvido pela PUC-Rio prevê risco de desmatamento com até 15 dias de antecedência e já está em uso por Ibama e municípios da região amazônica.
Mais de 15 mil deslizamentos atingiram 150 cidades gaúchas entre abril e maio de 2024, afetando milhões de pessoas e revelando vulnerabilidades críticas no uso do solo e na infraestrutura regional.
Quem nunca pegou um produto errado no supermercado e depois trocou pelo correto? Momentos aparentemente banais como este revelam mais sobre o nosso cérebro do que imaginamos.
Novo estudo destaca a ligação entre a poluição do ar e o risco aumentado de demência, especialmente após exposição crônica a partículas finas. A poluição do ar parece ser responsável por certas doenças neurodegenerativas.