Um novo estudo feito por pesquisadores brasileiros identificou que o própolis da abelha mandaçaia, nativa do Brasil, tem um composto com potencial de matar larvas do mosquito Aedes aegypti.
Um novo estudo feito por pesquisadores brasileiros identificou que o própolis da abelha mandaçaia, nativa do Brasil, tem um composto com potencial de matar larvas do mosquito Aedes aegypti.
A Organização Meteorológica Mundial (WMO) estabeleceu um novo recorde mundial para o raio mais longo do mundo: incríveis 829 km em uma tempestade em 2017 nos Estados Unidos.
De acordo com vários estudos científicos, a perda de biodiversidade e o colapso dos ecossistemas representam um dos principais riscos ambientais que enfrentaremos nos próximos anos.
Um modelo de Inteligência Artificial da Johns Hopkins superou médicos na detecção de cicatrizes cardíacas ocultas que preveem a morte cardíaca súbita em pacientes de risco.
Um estudo do Centro de Regulação Genômica de Barcelona revela que nossas células-tronco sanguíneas perdem diversidade com a idade. Essa mudança afeta a produção de glóbulos vermelhos e pode estar relacionada ao envelhecimento do corpo.
Descoberto em 2014 por cientistas brasileiros, o minúsculo sapo Dendropsophus ozzyi foi batizado em tributo ao roqueiro, famoso por um episódio envolvendo um morcego durante um show.
Pesquisa inédita com gestantes, feita por pesquisadores brasileiros, encontrou microplásticos na placenta e no cordão umbilical das grávidas, o que só aumenta a preocupação sobre a contaminação por este material.
Vaticano, Mónaco e Malta são os únicos países europeus sem rios naturais. Com climas e geografias específicas, cada um desenvolveu soluções próprias para suprir suas necessidades hídricas. Saiba como aqui!
Um estudo revela que o intestino detecta nutrientes como se tivesse um "sexto sentido", ajudando-nos a processar os alimentos de forma inteligente.
Ozzy Osbourne era muito mais do que uma lenda do rock: seu corpo desafiava a ciência. Pesquisadores analisaram seu DNA e descobriram mutações únicas — incluindo uma alta porcentagem de genes neandertais que poderiam explicar sua impressionante resistência ao excesso.
Ter uma música favorita é completamente natural e pode ter efeitos positivos no cérebro. No entanto, deve ter cuidado se este comportamento estiver associado a pensamentos obsessivos ou a sintomas de ansiedade.
Pesquisadores da Universidade de Tel Aviv identificam comportamento surpreendente de mariposas ao evitarem plantas estressadas, indicando possível rede de comunicação sonora invisível no ecossistema.