Pela primeira vez, foi possível conectar evidências de erupções acontecendo por causa do buraco negro do centro da Via Láctea.
Física e mestra em Astrofísica pela USP. Atualmente é doutoranda em Astrofísica pela mesma universidade. Possui especialização na área de Física Computacional e em de Inteligência Artificial. Atualmente, trabalha na intersecção de Inteligência Artificial e Astrofísica publicando a Primeira Simulação de um Buraco Negro feita por IA. O trabalho ficou reconhecido internacionalmente e nacionalmente, sendo divulgado pelo próprio governo federal. Trabalha majoritariamente em previsão de fluidos magnetizados utilizando IA, com aplicações astrofísicas.
Ganhou um prêmio de Melhor Aplicação de Inteligência Artificial em 2021 na M2L por esse trabalho. Recentemente, o trabalho foi um dos escolhidos para ser apresentado no evento da Google, Women in ML. Faz divulgação científica nas redes sociais sob o user de @import_robs contendo mais de 100 mil pessoas acompanhando. Também é roteirista do canal Ciência Todo Dia, onde escreve sobre diversos assuntos envolvendo Física e Inteligência Artificial. Participou de diversos podcasts e programas conhecidos divulgando Astronomia e IA.
Pela primeira vez, foi possível conectar evidências de erupções acontecendo por causa do buraco negro do centro da Via Láctea.
O modelo facilita a análise de grandes volumes de dados de observação da Terra coletados pelo programa Copernicus.
Novo estudo restringe a faixa de massa onde ocorre a transição entre os dois objetos mais extremos do Universo.
A existência de um planeta gigante pode ajudar a explicar características observadas nas órbitas atuais dos planetas.
Entender temperaturas extremas ajuda a revelar propriedades fundamentais da matéria e do comportamento das partículas.
Astrônomos encontraram evidências de um sistema em que o buraco negro parece ter surgido antes da galáxia ao seu redor.
Observadores do céu poderão acompanhar o solstício de junho, a melhor temporada para ver a Via Láctea e notícias da próxima missão Artemis 3.
O mapa obtido pelo JWST ajuda a entender como a matéria se distribuiu durante os primeiros estágios da evolução do universo.
Poeira interestelar rica em ferro-60 continua sendo depositada lentamente na Terra à medida que viajamos pela galáxia.
Pesquisadores investigaram como as interações entre galáxias moldaram a estrutura do disco galáctico ao longo de bilhões de anos.
Cristais serão usados em experimentos que buscam detectar partículas ainda hipotéticas mas previstas pelo modelo padrão de partículas.
Pesquisadores aplicaram ideias da física de partículas para entender como padrões linguísticos se espalham no tempo e no espaço.
Novos cálculos indicam que estrelas de nêutrons podem apresentar uma “seta do tempo” invertida devido aos efeitos extremos da gravidade.
Explosões parciais e instáveis em algumas estrelas massivas podem ser confundidas com supernovas reais.
Experimento publicado na Physical Review Letters mostra que partículas podem apresentar tempos de interação efetivamente negativos.
Evidências indicam que estrelas antigas vieram de uma galáxia anã que foi capturada pela Via Láctea.
Este mês reúne chuva de meteoros, duas luas cheias e novidades da missão Psyche que chegará ao asteroide no ano de 2029.
A busca por energia escura avança para escalas menores, com propostas que utilizam o Sistema Solar como laboratório natural.
Análise da idade estelar permite mapear onde a formação de estrelas diminui gradualmente na Via Láctea e, com isso, a borda da Galáxia.
Observações e simulações indicam que uma estrela binária pode ser a origem de nuvens de gás que alimentam buraco negro.