Ao analisar a idade de mais de 155 mil estrelas, astrônomos obtiveram uma estimativa que reforça a idade de 13,8 bilhões de anos do Universo.
Física e mestra em Astrofísica pela USP. Atualmente é doutoranda em Astrofísica pela mesma universidade. Possui especialização na área de Física Computacional e em de Inteligência Artificial. Atualmente, trabalha na intersecção de Inteligência Artificial e Astrofísica publicando a Primeira Simulação de um Buraco Negro feita por IA. O trabalho ficou reconhecido internacionalmente e nacionalmente, sendo divulgado pelo próprio governo federal. Trabalha majoritariamente em previsão de fluidos magnetizados utilizando IA, com aplicações astrofísicas.
Ganhou um prêmio de Melhor Aplicação de Inteligência Artificial em 2021 na M2L por esse trabalho. Recentemente, o trabalho foi um dos escolhidos para ser apresentado no evento da Google, Women in ML. Faz divulgação científica nas redes sociais sob o user de @import_robs contendo mais de 100 mil pessoas acompanhando. Também é roteirista do canal Ciência Todo Dia, onde escreve sobre diversos assuntos envolvendo Física e Inteligência Artificial. Participou de diversos podcasts e programas conhecidos divulgando Astronomia e IA.
Ao analisar a idade de mais de 155 mil estrelas, astrônomos obtiveram uma estimativa que reforça a idade de 13,8 bilhões de anos do Universo.
Astrônomos identificaram um sistema em que seis galáxias gigantes, cada uma com um buraco negro supermassivo, estão em processo de fusão.
O telescópio da ESA identificou 31 quasares antigos, incluindo os mais distantes já observados apenas 670 milhões de anos após o Big Bang.
Um novo estudo propõe que a evolução da inteligência artificial pode ajudar a explicar por que nunca encontramos civilizações extraterrestres.
Com a ajuda do Claude, físicos conseguiram demonstrar uma conjectura que permanecia sem solução havia mais de uma década.
O estudo revela uma galáxia que pode estar interrompendo a formação de estrelas apenas 1,4 bilhão de anos após o Big Bang.
Observações do James Webb podem explicar como um planeta gigante escapou da destruição durante a morte de sua estrela.
Saiba quais eventos poderão ser observados no céu, as melhores datas para acompanhar cada fenômeno e os destaques da exploração espacial ao longo de julho.
Após mapear 47 milhões de galáxias, pesquisadores encontraram indícios de que o Universo pode não ser igual em todas as direções.
O fenômeno foi detectado pelo Einstein Probe e apresenta características que não correspondem a nenhuma classe conhecida de explosões cósmicas.
Cientistas afirmam que ainda não conseguimos descartar a existência de sondas extraterrestres próximas ao nosso planeta.
Um novo estudo investiga se microrganismos ejetados da Terra poderiam ter alcançado Europa e sobrevivido em seu oceano subterrâneo.
Novo estudo mostra como a inteligência artificial pode ajudar a encontrar Física além do modelo padrão e quais são os problemas envolvidos.
Novos cálculos sugerem que a Terra não será engolida quando o Sol entrar em sua fase final de evolução e se tornar uma gigante vermelha.
O resultado encontrado fortalece a ideia de que buracos negros muito massivos surgiram muito cedo na história cósmica.
A técnica combina inteligência artificial e física nuclear para compreender melhor a origem cósmica de elementos como ouro, platina e urânio.
Pesquisadores usaram ecos de luz para rastrear estruturas invisíveis ao redor de buracos negros supermassivos.
A explosão encontrada por brasileiros ocorreu a cerca de 130 mil anos-luz da galáxia hospedeira, uma distância comparável ao diâmetro da Via Láctea.
Pela primeira vez, foi possível conectar evidências de erupções acontecendo por causa do buraco negro do centro da Via Láctea.
O modelo facilita a análise de grandes volumes de dados de observação da Terra coletados pelo programa Copernicus.