Pesquisadores italianos observaram pela primeira vez como se comporta o cérebro de uma abelha dormindo, uma descoberta que pode ajudar a protegê-las e também nos ajudar a entender melhor nosso próprio descanso.
Pesquisadores italianos observaram pela primeira vez como se comporta o cérebro de uma abelha dormindo, uma descoberta que pode ajudar a protegê-las e também nos ajudar a entender melhor nosso próprio descanso.
Estudo revela que escurecimento dos oceanos já afeta 21% das águas globais, ameaçando ecossistemas marinhos, a pesca mundial e o equilíbrio climático devido à redução da luz nas zonas fóticas.
No coração do Mar Jônico, a uma profundidade de mais de 3.400 metros, um sismômetro sofisticado registra terremotos próximos e distantes. Integrado à rede INGV, ele fortalecerá o monitoramento sísmico e o sistema de alerta de tsunamis para a Itália e o Mediterrâneo.
As cinzas das erupções vulcânicas podem alterar o conteúdo de gelo nas nuvens, influenciando a forma como a Terra lida com a radiação. Saiba mais aqui.
O câncer colorretal em jovens está aumentando no mundo todo, mas as causas muitas vezes permanecem obscuras. Um estudo internacional recente descobriu evidências de que certas bactérias intestinais podem aumentar o risco de câncer por meio de uma toxina especial.
Único primata de hábitos noturnos do planeta, o macaco-coruja chama atenção por ser monogâmico, ótimo pai e essencial em estudos científicos contra a malária.
Esta proposta serviria para compreender melhor uma parte caótica e pouco explorada da atmosfera, e se implementada em grande escala, poderia reduzir os erros de localização em vários metros, uma diferença crucial em situações de emergência.
Novo dispositivo captura dióxido de carbono do ar durante a noite e o converte em gás de síntese com luz solar, fornecendo uma alternativa sustentável aos combustíveis fósseis.
Pesquisadores da UFPA testam cinzas da casca de murumuru como substituto parcial do cimento, apontando benefícios estruturais e ambientais significativos no uso desse resíduo amazônico no concreto.
Moema humaita, um peixe-anual da família Rivulidae, foi encontrado em uma única poça temporária perto do Rio Madeira, em uma área ameaçada por secas, pastagens e rodovia.
Segundo um novo estudo, os peixes-palhaço estão diminuindo de tamanho para sobreviver ao calor dos oceanos, acendendo um alerta para o aquecimento que vem sendo observado nos últimos anos. Saiba mais conosco.
Sagui-pigmeu vive nas copas da floresta amazônica, mede cerca de 15 cm, pesa pouco mais de 100 g e se alimenta de goma, insetos e frutas. Corre risco de extinção.