Pela primeira vez, uma experiência realizada ao longo de todo um inverno demonstrou que inundar o gelo marinho com água do oceano pode torná-lo mais espesso, mais brilhante e retardar o seu derretimento. Será possível aplicar isto em grande escala?
Cindy Fernández é licenciada em Ciências da Atmosfera, com especialização em Agrometeorologia na Universidade de Buenos Aires. Desde os primeiros anos da sua carreira meteorológica, foi voluntária em diferentes atividades de divulgação científica, dentro e fora da universidade.
Desde 2015 que faz parte da equipa de Imprensa e Comunicação Cidadã do Serviço Meteorológico Nacional, onde se formou como comunicadora meteorológica. Para além de ser a porta-voz da organização, faz também parte do comité editorial da revista Meteoros e da equipa das redes sociais. Há mais de 5 anos que está presente em vários meios de comunicação social e participou como meteorologista convidada em diferentes noticiários e programas.
Pela terceira temporada, participa como colunista no programa de divulgação científica La Liga de la Ciencia da televisão pública, onde trata de questões relacionadas com fenómenos meteorológicos e alterações climáticas.
No início de 2019 juntou-se à equipa de profissionais da Meteored Argentina, onde trabalha como redatora de notícias até hoje.
Pela primeira vez, uma experiência realizada ao longo de todo um inverno demonstrou que inundar o gelo marinho com água do oceano pode torná-lo mais espesso, mais brilhante e retardar o seu derretimento. Será possível aplicar isto em grande escala?
Um estudo publicado na revista Nature Food* analisou a produção de alimentos em 186 países e concluiu que apenas um país consegue, por conta própria, fornecer todos os grupos alimentares necessários para uma dieta saudável.
O pedido foi submetido em 22 de julho pela concessionária Iguazú Argentina S.A. e propõe o início das obras em 1º de agosto. As projeções indicam que a vazão poderá até mesmo superar o recorde de 2013, impulsionada pelo fenômeno El Niño.
Uma equipe internacional identificou quatro novas linhagens genéticas de cacau cultivadas por pequenos agricultores e comunidades indígenas no Peru. A descoberta amplia a diversidade conhecida dessa cultura e pode fornecer ferramentas para o desenvolvimento de variedades mais resistentes às mudanças climáticas e a doenças.
Um estudo mostra que a precipitação de neve em partes do Himalaia foi subestimada em até 37%. O novo sistema aprimora as estimativas e pode ajudar a prever a disponibilidade de água para milhões de pessoas.
A famosa espaçonave que trouxe de volta amostras de asteroide concluiu com sucesso sua passagem mais próxima. Suas imagens fornecem dados valiosos para o aprimoramento da defesa planetária.
Um novo estudo revelou que, durante uma crise climática repentina no passado, o Atlântico Norte não reagiu de forma uniforme. Algumas correntes enfraqueceram, outras intensificaram-se e a Corrente do Golfo mudou de posição. Por que é que isto nos interessa hoje?
Uma equipe do CONICET, da Universidade de Buenos Aires e do Instituto Antártico Argentino conseguiu converter raios cósmicos em uma ferramenta para monitorar a atmosfera antártica. Essa descoberta abre um novo caminho para o estudo do clima em uma das regiões mais sensíveis do planeta.
O recuo das águas do Rio Iguaçu revelou centenas de quilos de moedas, lixo e outros objetos descartados por turistas. Especialistas alertam que essa prática prejudica o ecossistema e coloca em risco a vida aquática.
O Observatório Rubin acaba de dar um passo gigantesco na astronomia: em uma única noite, emitiu 800 mil alertas sobre mudanças no céu. O sistema, que promete revolucionar a forma como observamos o universo, deverá estar totalmente operacional antes do final do ano.
Novas pesquisas ampliam nossa compreensão sobre o oxigênio na Terra: ele nem tudo depende da fotossíntese e do sol. Na escuridão do oceano e em micróbios invisíveis, surgiram processos capazes de produzi-lo sem a necessidade de luz.
Um grupo de cientistas desceu simbolicamente às entranhas do planeta para entender por que o campo magnético da Terra se comporta de maneira tão imprevisível, descobrindo que o motor da Terra não funciona como se pensava anteriormente.
Por mais de cem anos, uma ilha chamada Sandy apareceu em cartas náuticas e mapas oficiais ao largo da costa da Austrália. Em 2012, uma expedição científica navegou até suas coordenadas e descobriu algo inesperado.
Uma anomalia nas profundezas do Oceano Índico, há 20.000 anos, pode ter alterado o ritmo do aquecimento global. Um estudo reconstrói como nosso planeta emergiu da última era glacial.
Comprar alface na mercearia ou no supermercado é um ato de otimismo. Trazemos para casa aquelas folhas frescas e estaladiças, mas passados alguns dias, a turgidez desaparece. Folhas moles, bordas castanhas e uma textura que pede a lata do lixo. Por que é que isso acontece?
Pesquisadores nos Estados Unidos criaram um material que absorve quase toda a luz usando uma técnica inspirada na ave-do-paraíso. Essa inovação promete transformar tudo, desde a indústria têxtil até a eficiência dos painéis solares.
Num planeta onde a seca já não é exceção, mas sim uma constante no panorama climático, a água doce torna-se um recurso cada vez mais disputado. Mas esta nova tecnologia chegou para mudar tudo.
Pesquisadores do CONICET e da Universidade de Groningen desenvolveram um método econômico e sustentável para converter a erva-mate usada em bio-óleo, uma fonte renovável com potencial para substituir produtos derivados do petróleo.
Ver o mar a brilhar no escuro não é um efeito especial - é pura biologia. Estas são sete praias em todo o mundo onde o fitoplâncton ilumina as ondas, transformando a noite num espetáculo azul-esverdeado inesquecível.
Uma região do planeta, logo acima da América do Sul e do Atlântico Sul, tem um campo magnético mais fraco que o normal. A anomalia está crescendo, mudando e confundindo os cientistas. Quais são os riscos reais para os satélites e os astronautas?