As nuvens iridescentes são um dos fenômenos ópticos mais refinados observáveis na atmosfera, distinguindo-se pelas cores peroladas que adornam as nuvens em grandes altitudes.
Massimiliano Santini é meteorologista certificado pela Organização Meteorológica Mundial (WMO) e engenheiro de formação. Jornalista (publicitário) registrado na Itália, atua no conselho da AMPRO, a Associação Italiana de Meteorologistas Profissionais. Na Rai Meteo, apresenta previsões meteorológicas diárias para a televisão e rádio da RAI, com foco especial na programação regional da Úmbria. Produziu podcasts científicos com foco em clima para a RAI e contribuiu com artigos para os canais sociais da rede. Seus interesses abrangem física clássica, mecânica quântica, astronomia e exploração espacial.
Como comunicador científico, ele palestra regularmente em conferências e mesas redondas falando sobre meteorologia, clima e gestão de riscos. É comprometido em traduzir conceitos complexos — especialmente em meteorologia, clima e física — em informações claras e acessíveis ao grande público.
As nuvens iridescentes são um dos fenômenos ópticos mais refinados observáveis na atmosfera, distinguindo-se pelas cores peroladas que adornam as nuvens em grandes altitudes.
Especialistas do programa Copernicus afirmam que 1º de dezembro de 2025 marcou um ponto de virada para o monitoramento atmosférico global, com o fechamento prematuro do buraco na camada de ozônio sobre a Antártica.
Por mais destrutivos e poderosos que sejam, os furacões precisam ceder a uma fronteira invisível que jamais poderão cruzar: a linha do equador. Essa barreira não é fruto do acaso, mas sim do efeito Coriolis, um fascinante mecanismo físico ligado à rotação da Terra.