<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0"><channel><title>Meteored Brasil</title><link>https://www.tempo.com</link><description>Notícias do tempo - Confira as principais notícias sobre a meteorologia e previsão do tempo. Todas as informações são realizadas pelos nossos especialistas em meteorologia.</description><language>pt</language><lastBuildDate>Sun, 03 May 2026 16:00:45 +0000</lastBuildDate><pubDate>Sun, 03 May 2026 16:00:45 +0000</pubDate><atom:link href="https://www.tempo.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[ Copyright 2026 Meteored ]]></copyright><image><url>https://www.tempo.com/imagenes/logo_rss.png</url><title>Meteored Brasil</title><link>https://www.tempo.com</link><width>144</width><height>144</height></image><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>6</sy:updateFrequency><item><title><![CDATA[Maio 2026: Observadores poderão acompanhar chuva de meteoros e duas luas cheias no mesmo mês]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/maio-2026-observadores-poderao-acompanhar-chuva-de-meteoros-e-duas-luas-cheias-no-mesmo-mes.html</link><pubDate>Sun, 03 May 2026 14:40:34 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Este mês reúne chuva de meteoros, duas luas cheias e novidades da missão Psyche que chegará ao asteroide no ano de 2029.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/maio-2026-observadores-poderao-acompanhar-chuva-de-meteoros-e-duas-luas-cheias-no-mesmo-mes-1777755223250.png" data-image="2b5fiayt0tp3" alt="Maio traz um céu com vários eventos, com destaque para a chuva de meteoros, conjunções planetárias e duas luas cheias ao longo do mês." title="Maio traz um céu com vários eventos, com destaque para a chuva de meteoros, conjunções planetárias e duas luas cheias ao longo do mês."><figcaption>Maio traz um céu com vários eventos, com destaque para a chuva de meteoros, conjunções planetárias e duas luas cheias ao longo do mês.</figcaption></figure><p>O mês de maio se inicia com a atividade da chuva de meteoros Eta Aquáridas que é associada aos detritos do Cometa Halley que ele deixou em sua última passagem pelo Sistema Solar interno. <strong>Esses fragmentos, ao entrarem na atmosfera terrestre, produzem linhas luminosas no céu conhecidas como meteoros.</strong> A taxa de ocorrência depende da geometria orbital da Terra em relação ao fluxo de partículas. </p><p>Outro destaque de maio é a ocorrência de duas luas cheias no mesmo mês, um fenômeno que acontece aproximadamente a cada 33 meses. Esse intervalo resulta da diferença entre o mês lunar e o calendário que usamos. A<strong>s duas luas cheias serão algumas das menores do ano em termos de tamanho aparente, devido à sua proximidade com o apogeu lunar.</strong> Esse evento é conhecido como “microlua”, quando a Lua cheia ocorre em seu ponto mais distante da Terra. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="763467" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/tripulacao-da-artemis-ii-conclui-missao-e-retorna-em-seguranca-apos-contornar-a-lua.html" title="Tripulação da Artemis II conclui missão e retorna em segurança após contornar a Lua">Tripulação da Artemis II conclui missão e retorna em segurança após contornar a Lua</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/tripulacao-da-artemis-ii-conclui-missao-e-retorna-em-seguranca-apos-contornar-a-lua.html" title="Tripulação da Artemis II conclui missão e retorna em segurança após contornar a Lua"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/tripulacao-da-artemis-ii-conclui-missao-e-retorna-em-seguranca-apos-contornar-a-lua-1775938420590_320.png" alt="Tripulação da Artemis II conclui missão e retorna em segurança após contornar a Lua"></a></article></aside><p>Na parte de exploração espacial, maio não será tão animado quanto abril, que teve o sucesso da missão Artemis II. <strong>No entanto, estão previstas missões de reabastecimento para a Estação Espacial Internacional e teremos novas atualizações da missão Psyche, que passará perto de Marte esse mês.</strong> A missão Psyche está em um trajeto em direção a um asteroide que parece ter evidências de ter sido originado como um protoplaneta e, com isso, estudar o início do Sistema Solar.</p><h2>Chuva de meteoros</h2><p><strong>A chuva de meteoros Eta Aquáridas é um fenômeno anual associado à passagem da Terra por uma região com detritos deixados pelo Cometa Halley.</strong> Esses fragmentos, compostos por poeira e pequenas partículas rochosas, entram na atmosfera terrestre em alta velocidade e produzem trilhas luminosas visíveis. O radiante da chuva, ou seja, a direção dessas trilhas, está localizado na constelação de Aquário.</p><div class="texto-destacado">Trata-se de uma das principais chuvas de meteoros do ano, especialmente no Hemisfério Sul, por causa da quantidade de meteoros e da visibilidade boa.</div><p><strong>O pico das Eta Aquáridas ocorrerá por volta de 6 de maio, quando a taxa de meteoros pode atingir cerca de 50 por hora em condições ideais.</strong> Os meteoros dessa chuva são conhecidos por possuir uma alta velocidade de entrada, o que resulta em rastros mais longos. A observação será melhor durante as horas que antecedem o nascer do Sol. Condições com pouca poluição luminosa aumentam a taxa de meteoros que podem ser observados. </p><h2>Duas luas cheias em um mês</h2><p>O mês de maio apresenta um evento relativamente raro no calendário lunar: a ocorrência de duas luas cheias no mesmo mês. <strong>A segunda lua recebe o nome de Lua Azul. Esse tipo de configuração ocorre aproximadamente a cada 33 meses.</strong> A primeira lua cheia, ocorreu no dia 1º de maio, já a segunda lua cheia ocorrerá em 31 de maio. A presença de duas fases completas em um único mês altera a distribuição das fases lunares ao longo do período. </p><p>Além disso, ambas as luas cheias de maio de 2026 serão classificadas como microluas. <strong>Esse termo descreve a ocorrência de lua cheia próxima ao apogeu, ponto em que a Lua está mais distante da Terra. </strong>Como consequência, o diâmetro aparente da Lua é ligeiramente menor e seu brilho também reduzido. A diferença em relação a uma “superlua” é muito pouca e essas variações resultam da geometria orbital e não implicam mudanças físicas na Lua.</p><h2>Exploração espacial</h2><p>Após o destaque da Artemis II em abril, que realizou com sucesso uma missão tripulada em órbita da Lua, o foco da exploração espacial em maio se volta para as próximas etapas do programa. <strong>Os preparativos para a Artemis III seguem em andamento, com ênfase em uma etapa intermediária antes do pouso lunar.</strong> No contexto das operações em órbita baixa da Terra, terá o lançamento da missão SpaceX CRS-34, programado para 12 de maio. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/maio-2026-observadores-poderao-acompanhar-chuva-de-meteoros-e-duas-luas-cheias-no-mesmo-mes-1777755316609.png" data-image="d66k93g0l2mb" alt="O mês de maio reúne a atividade das Eta Aquáridas que tem sido registradas há anos por astrônomos para estudar detritos do cometa Halley. Crédito: NASA" title="O mês de maio reúne a atividade das Eta Aquáridas que tem sido registradas há anos por astrônomos para estudar detritos do cometa Halley. Crédito: NASA"><figcaption>O mês de maio reúne a atividade das Eta Aquáridas que tem sido registradas há anos por astrônomos para estudar detritos do cometa Halley. Crédito: NASA</figcaption></figure><p>Essa missão faz parte do programa de reabastecimento. <strong>O voo transportará mais de 2.500 quilos de suprimentos e cargas para a Estação Espacial Internacional.</strong> Esses materiais incluem experimentos científicos, equipamentos e recursos para a manutenção da estação. Além dessas, a SpaceX também continuará com os lançamentos de satélites durante o mês de maio que está aumentando a constelação de satélites Starlink.</p><h2>Novidades sobre a missão Psyche</h2><p>Outra novidade que acontecerá em maio será a missão Psyche que realizará um sobrevoo por Marte como parte de sua trajetória. <strong>Essa etapa usa uma técnica de assistência gravitacional, na qual o campo gravitacional do planeta é explorado para alterar a velocidade e a direção da sonda. </strong>O procedimento otimiza a trajetória sem a necessidade de consumo adicional de combustível. Durante o encontro, a nave ajusta sua energia orbital ao trocar momento com o planeta. </p><p><strong>Lançada em 13 de outubro de 2023, a Psyche tem como objetivo estudar o 16 Psyche, um asteroide localizado no cinturão de asteroides e que é rico em metais.</strong> Esse corpo é considerado um possível remanescente do núcleo de um protoplaneta que não completou sua formação. Estudar sua composição pode fornecer informações sobre processos de formação planetária. A sonda irá mapear a superfície, medir propriedades gravitacionais e analisar características magnéticas. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/maio-2026-observadores-poderao-acompanhar-chuva-de-meteoros-e-duas-luas-cheias-no-mesmo-mes.html</guid><dc:creator><![CDATA[Roberta Duarte]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Jardins secos: como utilizar rochas e plantas de baixa manutenção para criar um jardim original e elegante]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/jardins-secos-como-utilizar-rochas-e-plantas-de-baixa-manutencao-para-criar-um-jardim-original-e-elegante.html</link><pubDate>Sun, 03 May 2026 12:13:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Com as suas próprias texturas, formas e cores, as rochas são a base dos jardins rochosos e permitem criar jardins atraentes sem adicionar muitas plantas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/jardines-secos-con-piedras-y-plantas-de-bajo-mantenimiento-como-crear-un-jardin-original-y-con-estilo-1776631525727.jpg" data-image="55qiikeo2xd0" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Os jardins de pedra combinam pedras e plantas para criar espaços visuais de baixo custo e alto impacto.</figcaption></figure><p>Nem todo o jardim precisa de um relvado perfeito ou de canteiros repletos de flores. Em muitos casos, menos água, menos trabalho e uma <strong>boa combinação de pedras e plantas são suficientes</strong> para criar um espaço sofisticado e funcional.</p><p>É aqui que entram os jardins de pedra - também chamados de jardins secos - uma opção cada vez mais popular em pátios, fachadas e recantos onde a vegetação tradicional não funciona tão bem.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/jardines-secos-con-piedras-y-plantas-de-bajo-mantenimiento-como-crear-un-jardin-original-y-con-estilo-1776632100397.jpg" data-image="fupb3y1srn8x" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>O contraste entre a pedra e a folhagem acrescenta riqueza visual.</figcaption></figure><p>A ideia é simples: <strong>utilizar pedras como base do projeto e adicionar plantas que prosperem em solos bem drenados </strong>e que necessitem de rega moderada. Esta combinação é esteticamente agradável, mas também funcional, pois requer pouca manutenção, impede o crescimento de ervas daninhas e ajuda a reter a umidade do solo.</p><h2>O que considerar antes de começar</h2><p>Antes de mover uma única pedra, é necessário definir o local. <strong>Os jardins de pedra funcionam melhor em áreas onde a relva não prospera</strong>, como encostas, bermas de estradas, cantos pouco iluminados ou simplesmente áreas que se pretende destacar.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/jardines-secos-con-piedras-y-plantas-de-bajo-mantenimiento-como-crear-un-jardin-original-y-con-estilo-1776631649804.jpg" data-image="ap7yk47ltfpk" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Com apenas alguns elementos, os jardins em pedra criam espaços organizados com personalidade.</figcaption></figure><p>Também é importante considerar o projeto global. <strong>Não é necessário desenhar uma planta, mas deve ter uma ideia da forma, tamanho e estilo</strong>. Pode ser algo mais natural, com pedras irregulares e plantas espalhadas, ou mais organizado, com linhas definidas e menos elementos.</p><p>Quanto aos materiais, existem <strong>opções muito acessíveis</strong>: seixos de rio, pedra britada, lajes de pedra ou paralelepípedos. O ideal é escolher um ou dois tipos e manter uma certa consistência para que o efeito global não pareça desorganizado.</p><h2>Como montar um jardim de rochas passo a passo</h2><p>A montagem não é complexa, mas tem <strong>alguns pontos-chave</strong> para garantir o seu bom funcionamento ao longo do tempo.</p><p>Primeiro, o terreno precisa de ser preparado. Isto envolve<strong> remover a relva ou ervas daninhas e nivelar a superfície</strong>. Se o solo estiver muito compactado, deve ser solto e misturado com areia ou composto para melhorar a drenagem. Isto é crucial: num jardim de rochas, a água precisa de escoar de forma eficiente.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/Qjg7ZtkIiK4/sddefault.jpg" alt="youtube video id=Qjg7ZtkIiK4" id="Qjg7ZtkIiK4"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>Em seguida, são colocadas as pedras principais. <strong>As maiores são as primeiras</strong>, assentes diretamente no chão para garantir estabilidade e evitar que se movam. A partir daí, é construída a estrutura geral, deixando espaços onde as plantas serão colocadas posteriormente.</p><p>Com a base definida,<strong> adiciona-se terra às áreas de plantação e só depois se incorporam as espécies escolhidas</strong>. Uma vez no lugar, podem ser adicionadas pedras mais pequenas ou cascalho para cobrir a superfície e dar um acabamento mais uniforme.</p><p>A ideia não é "preencher" o espaço, mas sim criar equilíbrio. <strong>As pedras têm tanto peso visual como as plantas</strong>.</p><h2>Que plantas funcionam melhor?</h2><p>Ao contrário dos jardins rochosos europeus clássicos, no nosso país é aconselhável <strong>escolher espécies adaptadas a climas mais variáveis</strong> e, sobretudo, a períodos de seca.</p><p>As <strong>suculentas são uma opção natural</strong>: as echeverias, as crassulas ou os sedums adaptam-se bem e requerem pouca água. Os cactos também funcionam bem, especialmente em áreas ensolaradas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/jardines-secos-con-piedras-y-plantas-de-bajo-mantenimiento-como-crear-un-jardin-original-y-con-estilo-1776631916034.jpg" data-image="1ryygc1vemqt" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>As suculentas e as gramíneas integram-se bem em jardins de pedra de baixa manutenção.</figcaption></figure><p>Entre as opções mais tradicionais,<strong> a lavanda e o alecrim proporcionam estrutura, aroma e resistem bem ao calor</strong>. O agapanto acrescenta volume e flores, enquanto as gramíneas ornamentais, como a estipa ou a festuca, ajudam a criar movimento e textura.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/jardines-secos-con-piedras-y-plantas-de-bajo-mantenimiento-como-crear-un-jardin-original-y-con-estilo-1776631968492.jpg" data-image="o5jb0nxdfmcw" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>O verde surge como um elemento de destaque num jardim dominado pelas texturas minerais.</figcaption></figure><p>Em climas mais quentes, a lantana é outra alternativa interessante, devido à sua resistência e cor.</p><p>O <strong>segredo está em combinar alturas, formas e tonalidades</strong> sem perder uma certa harmonia. Não é necessária uma variedade extrema: basta uma pequena seleção de espécies bem escolhidas.</p><h2>Um jardim que se adapta (e simplifica)</h2><p>Os jardins de pedra não são apenas uma escolha estética. Representam uma <strong>forma diferente de pensar o jardim</strong>: menos exigente, mais adaptada ao meio ambiente e, em muitos casos, mais fácil de manter ao longo do tempo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/jardines-secos-con-piedras-y-plantas-de-bajo-mantenimiento-como-crear-un-jardin-original-y-con-estilo-1776632174098.jpg" data-image="flvwf1qjnda2" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>As formas irregulares das pedras conferem um toque natural ao conjunto.</figcaption></figure><p>Com um bom design inicial e plantas adequadas, a manutenção reduz-se ao básico: <strong>controlo de ervas daninhas</strong>, poda ocasional e rega apenas quando necessário.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="[object Object]" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><span class="encabezado"><h5 class="titular s"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/como-criar-uma-sala-de-estar-digna-de-revista-5-plantas-gigantes-e-dicas-de-design-que-fazem-a-diferenca.html" title="Como criar uma sala de estar digna de revista: 5 plantas gigantes e dicas de design que fazem a diferença">Como criar uma sala de estar digna de revista: 5 plantas gigantes e dicas de design que fazem a diferença</a></h5></span><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/como-criar-uma-sala-de-estar-digna-de-revista-5-plantas-gigantes-e-dicas-de-design-que-fazem-a-diferenca.html" title="Como criar uma sala de estar digna de revista: 5 plantas gigantes e dicas de design que fazem a diferença"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/como-lograr-un-living-de-revista-5-plantas-gigantes-y-claves-de-diseno-que-hacen-la-diferencia-1776517288341_320.jpg" alt="Como criar uma sala de estar digna de revista: 5 plantas gigantes e dicas de design que fazem a diferença"></a></article></aside><p>Em espaços pequenos ou grandes, como elemento principal ou como detalhe, <strong>as pedras deixam de ser meros preenchimentos e passam a ser o ponto focal</strong>. E, quando bem executadas, podem transformar por completo a forma como o jardim é utilizado e percebido.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/jardins-secos-como-utilizar-rochas-e-plantas-de-baixa-manutencao-para-criar-um-jardim-original-e-elegante.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Estudo revela que o calor das profundezas oceânicas está a aproximar-se da Antártica]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/estudo-revela-que-o-calor-das-profundezas-oceanicas-esta-a-aproximar-se-da-antartida.html</link><pubDate>Sun, 03 May 2026 10:07:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Um estudo de décadas com dados oceanográficos fornece a primeira evidência de que o calor das profundezas oceânicas se aproximou da Antártica, ameaçando as frágeis plataformas de gelo que rodeiam o continente.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/estudo-revela-que-o-calor-das-profundezas-oceanicas-esta-a-aproximar-se-da-antartida-1777632727061.jpg" data-image="usgow302io5p" alt="iceberg; Antártida" title="iceberg; Antártida"><figcaption>A ressurgência de Água Profunda Circumpolar quente é um processo fundamental para o sistema climático global que transporta calor, nutrientes e carbono em direção aos polos e em direção às plataformas de gelo da Antártida.</figcaption></figure><p>Um estudo, liderado pela Universidade de Cambridge com colaboradores da Universidade da Califórnia, compilou <strong>medições oceânicas de longo prazo recolhidas por navios e dispositivos robóticos flutuantes </strong>para mostrar que uma massa quente chamada água profunda circumpolar se expandiu e deslocou em direção à plataforma continental antártica nos últimos 20 anos. Anteriormente, <strong>os cientistas não tinham observações oceânicas suficientes para detectar a tendência de aquecimento</strong>. </p><h2>A importância das plataformas de gelo e a mudança iminente</h2><p>As plataformas de gelo desempenham um <strong>papel importante na contenção das calotes polares e dos glaciares da Antártica</strong>, que, em conjunto, armazenam água doce suficiente para elevar o nível do mar em cerca de 58 metros.</p><p> É a <strong>primeira vez que os cientistas observam a mudança no calor das profundezas oceânicas em todo o Oceano Antártico</strong>. As observações anteriores do Oceano Antártico, que rodeia a Antártida, limitavam-se a transectos registados por navios aproximadamente uma vez por década. Esta informação, recolhida no âmbito de um programa internacional de longa duração, forneceu instantâneos detalhados da temperatura, salinidade e nutrientes em toda a coluna de água, mas <strong>sem dados contínuos, os cientistas tinham mais incertezas sobre as mudanças</strong> a longo prazo na distribuição do calor. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/estudo-revela-que-o-calor-das-profundezas-oceanicas-esta-a-aproximar-se-da-antartida-1777633303609.jpg" data-image="dhwyky9ccveu" alt="antártida" title="antártida"><figcaption>Neste estudo, os cientistas investigaram propriedades físicas e químicas da água do mar, obtidas a partir de observações repetidas realizadas a partir de navios, para classificar as massas de água do Oceano Austral e demonstrar as alterações na abundância de água quente a sul da Corrente Circumpolar Antártica nas últimas duas décadas.</figcaption></figure><p><strong>Para colmatar as lacunas no registo</strong>, os pesquisadores, incluindo cientistas da <em>Scripps Institution of Oceanography</em> e da UCLA, <strong>complementaram as medições dos navios com dados disponíveis publicamente</strong>, recolhidos por uma rede global de flutuadores autônomos que derivam através da camada superior do oceano. Estes flutuadores, chamados Argo, fornecem instantâneos contínuos do oceano, mas o programa não está em curso há tanto tempo como os navios têm vindo a recolher secções hidrográficas detalhadas.</p><h2>Combinação de dados das boias Argo e dos navios</h2><p> Utilizando a aprendizagem automática, os investigadores combinaram os dados da boia Argo com padrões de longo prazo extraídos de medições de navios para <strong>construir um novo registo que captura instantâneos mensais detalhados ao longo das últimas quatro décadas</strong>, permitindo-lhes descobrir a mudança nas águas quentes. </p><p class="texto-destacado"><strong>“No passado, as camadas de gelo estavam protegidas por uma camada de água fria, impedindo a sua fusão. Agora parece que a circulação oceânica mudou, e é quase como se alguém tivesse aberto a torneira de água quente e agora a banheira estivesse a aquecer!”</strong><br>Sarah Purkey, professora e uma das autoras principais do estudo da <em>Scripps Institution of Oceanography</em>. </p><p>Faz sentido que esta massa de água quente esteja a expandir-se, disse Purkey. Mais de 90% do excesso de calor do aquecimento global é armazenado no oceano, sendo que <strong>o Oceano Antártico absorve a maior parte do calor antropogênico</strong>.</p><h2>Estas mudanças podem afetar todo o globo e não só a Antártica</h2><p>As descobertas não têm apenas implicações para o degelo da Antártica e para a subida do nível do mar, disse o professor Ali Mashayek, um dos autores principais do estudo do Departamento de Ciências da Terra de Cambridge. “<strong>O Oceano Antártico desempenha um papel fundamental na regulação do armazenamento global de calor e carbono</strong>, pelo que as mudanças na distribuição de calor nesta região têm implicações mais amplas para o sistema climático global.”</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/estudo-revela-que-o-calor-das-profundezas-oceanicas-esta-a-aproximar-se-da-antartida-1777633758088.jpg" data-image="kp3st5d7341u" alt="Estas alterações sugerem um aumento do fluxo de calor em direção à plataforma antártica, com implicações para o degelo da base da plataforma de gelo e para a subida do nível do mar." title="Estas alterações sugerem um aumento do fluxo de calor em direção à plataforma antártica, com implicações para o degelo da base da plataforma de gelo e para a subida do nível do mar."><figcaption>Estas mudanças sugerem um aumento do fluxo de calor em direção à plataforma antártica, com implicações para o degelo da base da plataforma de gelo e para a subida do nível do mar.</figcaption></figure><p> Nas águas gélidas em redor dos polos, forma-se água extremamente fria e densa que se afunda até às profundezas do oceano. <strong>À medida que a água se afunda, absorve calor, carbono e nutrientes, pondo em marcha uma “passadeira” global de correntes</strong>, incluindo a Circulação Meridional de Revolvimento do Atlântico (AMOC), que transporta água em torno do Atlântico. </p><p>Os modelos climáticos, incluindo os utilizados pelo IPCC, indicam que <strong>o aumento da temperatura do ar e o aporte de água doce proveniente do degelo estão a reduzir a formação desta água densa </strong>no Atlântico Norte, o que pode levar a um enfraquecimento da AMOC.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="[object Object]" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><span class="encabezado"><h5 class="titular s"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/por-que-a-antartica-esta-ficando-verde-as-imagens-que-surpreendem-os-especialistas.html" title="Por que a Antártica está 'ficando verde': as imagens que surpreendem os especialistas">Por que a Antártica está "ficando verde": as imagens que surpreendem os especialistas</a></h5></span><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/por-que-a-antartica-esta-ficando-verde-as-imagens-que-surpreendem-os-especialistas.html" title="Por que a Antártica está 'ficando verde': as imagens que surpreendem os especialistas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/por-que-la-antartida-se-esta-volviendo-verde-las-imagenes-que-desconciertan-a-los-expertos-1773622905541_320.png" alt="Por que a Antártica está 'ficando verde': as imagens que surpreendem os especialistas"></a></article></aside><p> Mudanças semelhantes foram recentemente previstas para o Oceano Antártico. Os modelos climáticos sugerem que <strong>a produção de água fria e densa irá diminuir na Antártica</strong>, fazendo com que a água profunda circumpolar mais quente se desloque em direção ao continente para ocupar o espaço deixado pela redução da água fria. </p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em>Lanham, J., Purkey, S., Srinivasan, K. et al. <a href="https://doi.org/10.1038/s43247-026-03426-x" target="_blank">Poleward migration of warm Circumpolar Deep Water towards Antarctica</a>. Communications Earth & Environment (2026).</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/estudo-revela-que-o-calor-das-profundezas-oceanicas-esta-a-aproximar-se-da-antartida.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Chuvas atrasam o fim da colheita no RS: soja tardia e milho verão enfrentam risco de perda de qualidade]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/chuvas-atrasam-o-fim-da-colheita-no-rs-soja-tardia-e-milho-verao-enfrentam-risco-de-perda-de-qualidade.html</link><pubDate>Sun, 03 May 2026 08:53:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>A chuva prevista para o Sul reacende o alerta no campo: soja tardia e milho verão ainda estão em colheita no Rio Grande do Sul, com risco de atraso, grãos úmidos e perda de qualidade nesta semana.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-atrasam-o-fim-da-colheita-no-rs-soja-tardia-e-milho-verao-enfrentam-risco-de-perda-de-qualidade-1777670071026.jpg" data-image="8oyh01ho7ttk" alt="chuva, anomalia, excesso" title="chuva, anomalia, excesso"><figcaption>A chuva acumulada prevista até domingo mostra volumes elevados sobre o Rio Grande do Sul, justamente onde a colheita ainda precisa avançar.</figcaption></figure><p>A passagem de uma frente fria pelo Sul do Brasil deve aumentar a instabilidade no Rio Grande do Sul nos próximos dias, justamente em um momento decisivo para o campo. <strong>Ainda há soja tardia e milho verão em fase final de colheita, e a chuva pode reduzir as janelas de trabalho</strong>, dificultar a entrada de máquinas e elevar o risco de perda de qualidade dos grãos.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg><strong>Para o produtor, poucos dias de tempo instável podem representar custos maiores e menor rendimento comercial.</strong><svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p><strong>O alerta não está apenas no volume de chuva, mas no momento em que ela chega</strong>. Quando a lavoura já está madura ou próxima da colheita, a umidade persistente pode manter plantas e grãos molhados por mais tempo, atrasar o transporte da produção e aumentar a necessidade de secagem. </p><h2>Chuva reduz a janela da soja tardia no Rio Grande do Sul </h2><p>No Rio Grande do Sul, a colheita da soja 2025/26 chegou a 79% da área cultivada, segundo a <strong>Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural </strong>(Emater/RS-Ascar). Isso significa que ainda há cerca de<strong> 21% das lavouras em campo, principalmente áreas em maturação e uma pequena parcela ainda em enchimento de grãos,</strong> associadas a semeaduras tardias ou de segunda safra.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-atrasam-o-fim-da-colheita-no-rs-soja-tardia-e-milho-verao-enfrentam-risco-de-perda-de-qualidade-1777670365665.jpg" data-image="ba20pxbrzepk" alt="chuva, tempestade" title="chuva, tempestade"><figcaption>A previsão de chuva para sábado mostra instabilidade avançando pelo norte gaúcho, reduzindo as janelas de trabalho no campo.</figcaption></figure><p>Esse detalhe muda a leitura da previsão. Em uma safra praticamente encerrada, a chuva teria impacto menor. <strong>Mas, com soja ainda no campo, a umidade elevada pode atrasar máquinas, manter plantas e grãos úmidos e aumentar problemas como impurezas e grãos avariados</strong>. </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p><strong>Para o produtor, cada nova rodada de instabilidade pode significar menos horas úteis de operação </strong>e maior custo para secagem, limpeza e logística.</p><h2>Milho verão também sente o peso da instabilidade </h2><p>O milho verão gaúcho está mais avançado, mas ainda não terminou. A<strong> Emater informa que 92% da área foi colhida, com avanço de apenas 1 ponto percentual na semana</strong>, justamente por causa das chuvas e da priorização de outras atividades no campo. </p><div class="texto-destacado">As lavouras restantes estão em maturação, enchimento de grãos e uma pequena parte em florescimento.</div><p>Nessa fase, a chuva pode gerar impactos diferentes dependendo do estágio da lavoura. <strong>Em áreas quase prontas, o problema maior é o atraso da colheita e a umidade dos grãos. </strong>Em áreas mais tardias, temporais e ventos podem causar danos físicos às plantas.</p><p>Os principais riscos para o milho verão são:</p><ul> <li><strong>atraso na entrada de colheitadeiras;</strong></li> <li>aumento da umidade dos grãos;</li> <li>dificuldade de transporte em estradas rurais;</li> <li><strong>acamamento em áreas atingidas por vento forte;</strong></li> <li>perda de qualidade em lavouras que permanecem mais tempo no campo.</li> </ul><h2>Paraná está mais resolvido, mas o milho safrinha segue no radar </h2><p>No Paraná, o quadro é diferente.<strong> O Departamento de Economia Rural, o Deral, órgão ligado à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do estado, informa que a soja caminha para a finalização da safra</strong>, enquanto a primeira safra de milho já foi encerrada. Com isso, o risco imediato para soja e milho verão é menor no estado, embora o milho segunda safra siga no radar climático nas próximas semanas.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Ou seja, o risco imediato para soja e milho verão é menor no estado. Mesmo assim, o Centro-Sul não sai do radar <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>No Rio Grande do Sul, porém, a situação ainda pede cuidado. <strong>Os dados da Emater/RS-Ascar mostram que parte da soja e do milho verão permanece em campo</strong>, justamente em um período em que a previsão indica nova instabilidade. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="764885" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/nanotecnologia-na-soja-nova-tecnica-reforca-a-emergencia-das-plantas-no-comeco-do-ciclo.html" title="Nanotecnologia na soja: nova técnica reforça a emergência das plantas no começo do ciclo">Nanotecnologia na soja: nova técnica reforça a emergência das plantas no começo do ciclo</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/nanotecnologia-na-soja-nova-tecnica-reforca-a-emergencia-das-plantas-no-comeco-do-ciclo.html" title="Nanotecnologia na soja: nova técnica reforça a emergência das plantas no começo do ciclo"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/nanotecnologia-na-soja-nova-tecnica-reforca-a-emergencia-das-plantas-no-comeco-do-ciclo-1776777113597_320.jpg" alt="Nanotecnologia na soja: nova técnica reforça a emergência das plantas no começo do ciclo"></a></article></aside><p>Na prática, o produtor gaúcho entra em maio com menos margem para atrasos: <strong>cada nova rodada de chuva pode reduzir a janela de colheita, aumentar a umidade dos grãos e pressionar a qualidade</strong> final da produção.</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em><a href="https://www.agricultura.rs.gov.br/inicial" target="_blank">Colheita da soja no RS se aproxima do final.</a> 30 de abril, 2026. EMATER/RS.</em></p><p><em><a href="https://www.agricultura.pr.gov.br/Editoria/Agricultura-e-Abastecimento" target="_blank">Boletim Conjuntural do Deral</a>. 30 de abril, 2026. Deral-Paraná.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/chuvas-atrasam-o-fim-da-colheita-no-rs-soja-tardia-e-milho-verao-enfrentam-risco-de-perda-de-qualidade.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Como é que a Terra se formou realmente? Um novo estudo levanta dúvidas]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/como-e-que-a-terra-se-formou-realmente-um-novo-estudo-levanta-duvidas.html</link><pubDate>Sat, 02 May 2026 22:13:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Um novo estudo científico estima que a Terra se formou principalmente a partir do reservatório interno de materiais do Sistema Solar primitivo.</p><ul></ul><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/comment-s-est-vraiment-formee-la-terre-une-nouvelle-etude-seme-le-doute-1776522573541.jpeg" data-image="43t8l4yo7c6n" alt="Formación planetaria" title="Formación planetaria"><figcaption>Será que os materiais que possibilitaram a formação do nosso planeta provêm realmente de dois reservatórios distintos, ou apenas do reservatório interno?</figcaption></figure><p>Um estudo recente afirma que o nosso planeta se formou principalmente a partir de materiais provenientes do reservatório interno do nosso Sistema Solar, em vez de através de um fluxo maciço proveniente do reservatório externo, como os cientistas acreditavam anteriormente.</p><h2>Dois grandes reservatórios de matéria</h2><p>De acordo com os estudos realizados sobre o tema, particularmente <strong>aqueles baseados na análise de meteoritos, o Sistema Solar primitivo não era homogêneo</strong>. Na verdade, consistia em dois reservatórios de matéria distintos e, em grande medida, não misturados: um <strong>reservatório interno</strong>, situado perto do Sol, e um <strong>reservatório externo</strong>, localizado mais longe e mais rico em elementos voláteis (hidrogénio, carbono, gases nobres, halogéneos e enxofre).</p><div class="texto-destacado">Embora a questão continue a ser objeto de estudo contínuo, os cientistas levantam a hipótese de que estes dois grandes reservatórios de matéria ficaram separados pela formação precoce de Júpiter, que atuou como uma barreira gravitacional. Consequentemente, acredita-se que este gigante gasoso impediu a mistura de materiais entre os discos de matéria interno e externo.</div><p>No entanto, se estes dois reservatórios tiveram uma interação mínima entre si, será realmente correta a teoria que sugere que a Terra se formou a partir de uma mistura de ambos os reservatórios através da «acreção de seixos», tal como indicam, de fato, os modelos recentes? Será que o nosso planeta se formou exclusivamente a partir do reservatório interno?</p><h2>Um estudo minucioso</h2><p>Para responder a esta questão, os cientistas analisaram <strong>meteoritos primitivos</strong> (condritas), juntamente com amostras representativas da composição da Terra. Centraram-se especificamente nos <strong>isótopos de ferro</strong>, um dos principais componentes do núcleo terrestre, que <strong>servem como marcadores para distinguir entre os materiais provenientes dos reservatórios internos e externos do Sistema Solar</strong>.</p><p>Com efeito, os isótopos de um mesmo elemento químico diferem na sua massa (mais concretamente, no seu número de neutrões); <strong>diferenças que permitem rastrear a origem dos materiais</strong>. Assim, graças à espectrometria de massa de ultra alta precisão, os cientistas conseguiram medir variações isotópicas minúsculas e, desta forma, determinar com exatidão a origem dos materiais em estudo, ao contrário dos métodos analíticos anteriores, que podiam ignorar estes sinais subtis.</p><h2>Resultados surpreendentes!</h2><p>De acordo com os resultados do estudo, publicados recentemente na revista <em>Nature</em>, <strong>a assinatura isotópica da Terra corresponde quase exclusivamente à do reservatório interno do Sistema Solar primitivo</strong>. Os investigadores não detectaram qualquer vestígio significativo de contribuição de material proveniente do reservatório externo!</p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-conversation="none"><p lang="en" dir="ltr">Homogeneous accretion of the Earth in the inner Solar System | Nature Astronomy <a href="https://t.co/R00GoL7U3L">https://t.co/R00GoL7U3L</a> <a href="https://t.co/WnK8xrF0hF">pic.twitter.com/WnK8xrF0hF</a></p>— Nirmata (@En_formare) <a href="https://twitter.com/En_formare/status/2038673973911622067?ref_src=twsrc%5Etfw">March 30, 2026</a></blockquote></figure><p>Isto implica que a Terra se formou de forma mais local do que pensávamos anteriormente: <strong>num ambiente relativamente isolado do resto do cosmos devido à influência gravitacional de Júpiter</strong>.</p><p>Consequentemente, a imensa maioria dos elementos voláteis presentes na Terra (como a água) pode não ter tido origem na contaminação por um reservatório externo, mas, pelo contrário, pode ter estado presente desde a própria origem do nosso planeta.</p><p>Estas descobertas, portanto, <strong>colocam em causa os mecanismos de formação de planetas terrestres atualmente aceites pela comunidade científica</strong>, bem como o papel do transporte de matéria no interior dos discos protoplanetários.</p><p>Num sentido mais amplo, também vale a pena questionar <strong>se a Terra é representativa dos planetas rochosos em geral, ou se constitui um caso único no Universo devido a esta falta de interação entre os dois reservatórios de matéria do nosso Sistema Solar primitivo</strong>.</p><p>Se conseguirmos responder a esta pergunta, sem dúvida obteremos uma compreensão mais profunda das condições necessárias para a formação de exoplanetas habitáveis!</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em> Gaspard Salomon (07/04/2026). <a href="https://www.futura-sciences.com/sciences/actualites/formation-systeme-solaire-vient-vraiment-terre-chercheurs-remontent-origines-reponse-tout-pres-soleil-133370/" target="_blank">D’où vient vraiment la Terre ? Des chercheurs remontent à ses origines – et la réponse est tout près du Soleil</a></em>, <em>Futura-Sciences</em>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/como-e-que-a-terra-se-formou-realmente-um-novo-estudo-levanta-duvidas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Este é o plano da NASA para instalar uma estrutura multimilionária, num passo decisivo rumo à colonização lunar]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/este-e-o-plano-da-nasa-para-instalar-uma-estrutura-multimilionaria-num-passo-decisivo-rumo-a-colonizacao-lunar.html</link><pubDate>Sat, 02 May 2026 20:33:52 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Descubra como a NASA planeia fornecer energia ao Polo Sul lunar através de reatores nucleares, painéis solares verticais e redes elétricas inteligentes, lançando as bases tecnológicas para a futura colonização do Planeta Vermelho.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/este-es-el-plan-de-la-nasa-para-instalar-una-estructura-millonaria-en-un-paso-decisivo-hacia-la-colonizacion-lunar-1777147384223.png" data-image="3flh52fsamtv"><figcaption>Representação artística de um sistema de energia de fissão na superfície lunar. Crédito: NASA.</figcaption></figure><p> Um aspeto extremamente importante para a nova corrida espacial, especialmente para a missão Artemis, é <strong>a eletricidade</strong> — energia, luz, "corrente", como alguns diriam. Pois, ao planear missões de longa duração, este será um componente vital, sobretudo no local a que pretendem chegar: <strong>o Polo Sul lunar</strong>. </p><div class="texto-destacado"> Esta região apresenta desafios ambientais extremos, escuridão quase contínua, temperaturas gélidas e um terreno acidentado onde a luz solar incide num ângulo muito baixo, tornando extremamente difícil a dependência exclusiva de painéis solares convencionais.</div><p>As primeiras missões serão completamente autossuficientes na sua geração de energia, mas para missões mais longas e complexas, a NASA irá implementar uma estratégia de<strong> energia externa que permitirá aos módulos de aterragem reduzir o seu peso</strong>, libertando espaço crítico para transportar instrumentos científicos.</p><p>Esta estratégia requer o desenvolvimento de infraestruturas flexíveis capazes de suportar operações em várias regiões lunares. A Agência tem um objetivo claro: <strong>preparar o terreno para futuras missões tripuladas ambiciosas a Marte</strong>, em conjunto com o Departamento de Energia dos EUA.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/este-es-el-plan-de-la-nasa-para-instalar-una-estructura-millonaria-en-un-paso-decisivo-hacia-la-colonizacion-lunar-1777147729871.jpg" data-image="b6puhwow5ia9"><figcaption>O Secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, e o Administrador da NASA, Jared Isaacman. Foto: NASA/John Kraus.</figcaption></figure><p>A verdade é que <strong>o sucesso da Artemis depende</strong> desta evolução da independência para a interligação, e é aqui que a Lua se tornará o primeiro mundo além da Terra com uma rede elétrica funcional, permitindo à humanidade dar o próximo grande salto para o espaço.</p><h2>Energia de fissão e painéis solares</h2><p>A NASA está a desenvolver o Projeto de Energia de Fissão de Superfície, um modelo híbrido que combina <strong>reatores nucleares com tecnologia solar avançada</strong>, no âmbito do qual planeia implantar reatores autónomos até 2030, com sistemas que fornecerão energia contínua e fiável, operando sem intervenção humana. </p><p>Para atingir este objetivo, os projetos incluem reatores leves com menos de seis toneladas, com unidades que devem gerar pelo menos 40 quilowatts — <strong>o equivalente ao consumo de energia de 30 casas ao longo de uma década</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="[object Object]" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><span class="encabezado"><h5 class="titular s"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/quando-a-terra-ilumina-a-lua-o-fenomeno-da-luz-cinzenta-e-como-observa-lo.html" title="Quando a Terra ilumina a Lua: o fenômeno da luz cinzenta e como observá-lo">Quando a Terra ilumina a Lua: o fenômeno da luz cinzenta e como observá-lo</a></h5></span><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/quando-a-terra-ilumina-a-lua-o-fenomeno-da-luz-cinzenta-e-como-observa-lo.html" title="Quando a Terra ilumina a Lua: o fenômeno da luz cinzenta e como observá-lo"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/cuando-la-tierra-ilumina-la-luna-el-fenomeno-de-la-luz-cenicienta-y-como-observarlo-1775553188481_320.jpeg" alt="Quando a Terra ilumina a Lua: o fenômeno da luz cinzenta e como observá-lo"></a></article></aside><p>Para missões de menor dimensão, estão a ser estudados <strong>sistemas radioisotópicos capazes de funcionar em áreas permanentemente na sombra</strong>, garantindo que a exploração não seja interrompida durante as longas noites lunares, com a vantagem de uma independência total em relação aos ciclos de luz e escuridão.</p><p>Além disso, estão a ser considerados <strong>painéis solares verticais para captar luz no terreno complexo do Polo Sul</strong>, e estes serão fabricados utilizando material lunar. Esta técnica de utilização de recursos in situ reduzirá a dependência de suprimentos provenientes da Terra, um passo crítico para alcançar uma presença humana verdadeiramente sustentável.</p><h3>A Rede Lunar</h3><p>A distribuição evoluirá de microrredes locais para uma rede complexa de serviços públicos. Para longas distâncias, a transmissão de corrente alternada de alta tensão reduzirá o peso dos cabos, permitindo <strong>maior eficiência energética na transferência de eletricidade entre habitats e centros de mineração</strong>.</p><p>O desenvolvimento do <strong>Conversor de Interface Modular Universal</strong> será a peça central desta conectividade. Este dispositivo padronizará o acesso à energia para todos os utilizadores da rede, permitindo que diferentes naves espaciais e equipamentos se liguem à infraestrutura sem adaptadores complexos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/este-es-el-plan-de-la-nasa-para-instalar-una-estructura-millonaria-en-un-paso-decisivo-hacia-la-colonizacion-lunar-1777147506275.png" data-image="e6hkvwteuzg9"><figcaption>Representação artística de um sistema de energia de fissão na superfície lunar. Crédito: NASA.</figcaption></figure><p>Também estão a ser estudadas tecnologias de transmissão sem fios, utilizando lasers para superar as barreiras do terreno acidentado da Lua. A "transmissão de energia" é<strong> ideal para fornecer energia a crateras profundas onde é impossível instalar cabos</strong>, ajudando a explorar as áreas mais remotas do polo.</p><p>Um aspeto importante é que <strong>a infraestrutura física deve resistir ao pó lunar abrasivo e às flutuações térmicas extremas do ambiente</strong>. Para tal, estão a ser concebidos cabos e conectores com materiais avançados para evitar falhas catastróficas durante o funcionamento.</p><h3>Armazenamento de energia e o caminho para Marte</h3><p>Tal como acontece com os nossos telemóveis, <strong>o armazenamento de energia é absolutamente necessário, mas as baterias são frequentemente demasiado caras ou pesadas</strong> — especialmente as atuais baterias de lítio. Basta olhar para os carros da Tesla, onde a maior parte do peso (e do custo) provém delas. Para sobreviver, serão necessárias células recarregáveis leves.</p><p>Como mencionado anteriormente, as baterias tradicionais de iões de lítio são demasiado pesadas, razão pela qual a NASA está a investir em <strong>processos químicos inovadores que maximizam a densidade energética por quilograma</strong>. Estas soluções permitirão que os rovers operem durante períodos muito mais longos e seguros.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="[object Object]" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><span class="encabezado"><h5 class="titular s"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/a-forca-invisivel-que-move-o-mar-como-a-lua-e-o-sol-criam-mares-extremas.html" title="A força invisível que move o mar: como a Lua e o Sol criam marés extremas">A força invisível que move o mar: como a Lua e o Sol criam marés extremas</a></h5></span><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/a-forca-invisivel-que-move-o-mar-como-a-lua-e-o-sol-criam-mares-extremas.html" title="A força invisível que move o mar: como a Lua e o Sol criam marés extremas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/la-fuerza-invisible-que-mueve-el-mar-como-la-luna-y-el-sol-crean-mareas-extremas-1776747223504_320.png" alt="A força invisível que move o mar: como a Lua e o Sol criam marés extremas"></a></article></aside><p><strong>Todo este desenvolvimento é extrapolável para Marte</strong>, permitindo que estas tecnologias sejam testadas primeiro na Lua; e, com a experiência operacional adquirida com este tipo de rede modular, os riscos no Planeta Vermelho serão drasticamente reduzidos.</p><p>Reduzir os riscos operacionais aqui é o passo prévio necessário antes de finalmente colonizar o tão desejado Planeta Vermelho. <strong>Ao dominar a energia num ambiente de baixa gravidade, garantimos o sucesso da nossa espécie</strong> — e é assim que o caminho para Marte passará pela criação (e domínio) de uma rede elétrica lunar eficiente.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/este-e-o-plano-da-nasa-para-instalar-uma-estrutura-multimilionaria-num-passo-decisivo-rumo-a-colonizacao-lunar.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Chuvas em Pernambuco: Corpo de Bombeiros resgata quase 500 pessoas ilhadas pelas enchentes ]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/chuvas-em-pernambuco-corpo-de-bombeiros-resgata-quase-500-pessoas-ilhadas-pelas-enchentes.html</link><pubDate>Sat, 02 May 2026 19:02:01 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>O trágico cenário se agravou na Região Metropolitana do Recife com deslizamentos de terra, que forçaram o abandono imediato de inúmeras residências tomadas pelas enchentes. </p><figure id="first-image"> <img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-em-pernambuco-corpo-de-bombeiros-resgata-quase-quinhentas-pessoas-ilhadas-pelas-enchentes-1777745484393.jpg" data-image="g33rklx6an4t" alt="Famílias inteiras perderam suas casas após os rios transbordarem e invadirem vários municípios de Pernambuco. Foto: Marcio Silva/Esp DP" title="Famílias inteiras perderam suas casas após os rios transbordarem e invadirem vários municípios de Pernambuco. Foto: Marcio Silva/Esp DP"><figcaption>Famílias inteiras perderam suas casas após os rios transbordarem e invadirem vários municípios de Pernambuco. Foto: Marcio Silva/Esp DP </figcaption></figure><p><strong>As intensas chuvas que atingiram o estado de Pernambuco entre a sexta-feira (1) e a manhã deste sábado (2) </strong>resultaram em um cenário de emergência. Os dados oficiais confirmam quatro mortes e milhares de pessoas que precisaram abandonar suas residências devido aos estragos estruturais.</p><p>O temporal foi impulsionado pela Zona de Convergência Intertropical, um sistema que gerou altos volumes de precipitação na região. Pelo menos seis municípios pernambucanos <strong>registraram acumulados superiores a 180 mm em um curto período de apenas 24 horas.</strong></p><h2>Impacto das chuvas e vítimas fatais</h2><p>A rápida saturação do solo provocou duas tragédias com mortes na Região Metropolitana do Recife. Na comunidade do Alto da Bondade, na cidade de Olinda, <strong>uma mulher de 21 anos e sua filha de seis meses morreram após um desabamento.</strong></p><p>O segundo incidente aconteceu no bairro de Dois Unidos, localizado na zona norte da capital pernambucana. Nesse local, <strong>uma mãe e seu filho de seis anos faleceram soterrados pela lama</strong>, enquanto outras cinco pessoas sofreram ferimentos na cidade de Olinda.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="pt" dir="ltr">Pelo menos seis pessoas já perderam a vida por causa das fortes chuvas que atingem os estados de Pernambuco e Paraíba nesta semana. Em Olinda, na Grande Recife, houve quatro m0rtes em dois deslizamentos em locais diferentes. Leia mais em <a href="https://t.co/Ci15fVaLzM">https://t.co/Ci15fVaLzM</a> <a href="https://t.co/QuiNwlNdi9">pic.twitter.com/QuiNwlNdi9</a></p>— Roxo News (@roxonews) <a href="https://twitter.com/roxonews/status/2050561130829951326?ref_src=twsrc%5Etfw">May 2, 2026</a></blockquote></figure><p>Após realizar um sobrevoo pelas áreas mais prejudicadas, a governadora Raquel Lyra lamentou a tragédia e manifestou "profunda tristeza" pelas perdas. O volume de água superou as expectativas, <strong>com a cidade de Abreu e Lima marcando 199 mm de chuva, seguida por Goiana com 196 mm.</strong></p><p>Outros locais também registraram índices pluviométricos alarmantes que causaram alagamentos severos, como Paulista, com <strong>189 mm</strong>, e Camaragibe, com <strong>187 mm</strong>. Olinda e Igarassu também figuram na lista das áreas mais atingidas, marcando <strong>184 e 183 mm de água</strong>, respectivamente.</p><h2>Balanço oficial de desabrigados</h2><p><strong>O levantamento atualizado da Defesa Civil contabiliza um total de 2.190 pessoas prejudicadas</strong> diretamente pelos temporais contínuos no território do estado. Desse montante divulgado pelas autoridades, 1.096 moradores encontram-se na condição de desabrigados e outros 1.094 figuram como desalojados temporários.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="pt" dir="ltr">A chuva esta castigando Pernambuco. Enquanto os corruptos festejam seus desvios em ajudas emergências para auxiliar a região!<br><br>Pode acreditar, sempre que surge dinheiro seja para o destino que for, corruptos comemoram, pois sabem que colocarão as mãos!<a href="https://t.co/w5AVrAUxRF">pic.twitter.com/w5AVrAUxRF</a></p>— O Patriota (益)  (Hikikomori) (@brasuca2099) <a href="https://twitter.com/brasuca2099/status/2050517318292103573?ref_src=twsrc%5Etfw">May 2, 2026</a></blockquote></figure><p>A capital Recife concentra a maior parcela dos afetados, <strong>somando 671 cidadãos que perderam as suas habitações de forma permanente</strong>. Em seguida no balanço oficial do governo estadual, os municípios vizinhos de Olinda e Goiana acumulam 170 e 146 indivíduos sem abrigo, respectivamente.</p><p>A lista com moradores afetados detalha que <strong>Timbaúba tem 42 desabrigados e 52 desalojados, enquanto Paulista possui 32 sem teto e 11 deslocados</strong>. Os dados oficiais também apontam prejuízos estruturais e perda de moradias nas cidades de Igarassu, Camaragibe e Limoeiro.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="766840" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/chuvas-extremas-provocam-mais-de-300-mm-em-menos-de-24-horas-no-feriado-do-trabalhador-no-rs.html" title="Chuvas extremas provocam mais de 300 mm em menos de 24 horas no Feriado do Trabalhador no RS">Chuvas extremas provocam mais de 300 mm em menos de 24 horas no Feriado do Trabalhador no RS</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/chuvas-extremas-provocam-mais-de-300-mm-em-menos-de-24-horas-no-feriado-do-trabalhador-no-rs.html" title="Chuvas extremas provocam mais de 300 mm em menos de 24 horas no Feriado do Trabalhador no RS"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-intensas-e-tempestades-causam-alagamentos-e-transtornos-neste-feriado-de-dia-do-trabalhador-no-rio-grande-do-sul-1777731255890_320.jpg" alt="Chuvas extremas provocam mais de 300 mm em menos de 24 horas no Feriado do Trabalhador no RS"></a></article></aside><p>O cenário exigiu muita atenção, pois <strong>os rios Capibaribe, Jaboatão, Ipojuca, Tracunhaém, Tapacurá, Sirigi, Duas Unas e o Canal de Goiana entraram em alerta.</strong> Outras cidades como Moreno e o próprio Recife também registraram altos volumes de chuva, marcando 179 e 165 mm, respectivamente.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2026/05/02/chuvas-paraiba-pernambuco-vitimas.ghtm" target="_blank">Pernambuco e Paraíba somam seis mortos, estragos e desabrigados após chuvas.</a> 02 de maio, 2026.</em></p><p><em><a href="https://www.diariodepernambuco.com.br/vida-urbana/2026/05/11713381-seis-cidades-de-pernambuco-superam-180-mm-de-chuva-em-24-horas-diz-apac.html" target="_blank">Seis cidades de Pernambuco superam 180 mm de chuva em 24 horas, diz Apac.</a> 01 de maio, 2026. </em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/chuvas-em-pernambuco-corpo-de-bombeiros-resgata-quase-500-pessoas-ilhadas-pelas-enchentes.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Assim funciona a matéria mais estranha do Universo: se comporta de forma inexplicável dentro de estrelas mortas]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/assim-funciona-a-materia-mais-estranha-do-universo-se-comporta-de-forma-inexplicavel-dentro-de-estrelas-mortas.html</link><pubDate>Sat, 02 May 2026 18:12:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Quando as estrelas esgotam seu combustível, elas se transformam em anãs brancas, revelando propriedades físicas inimagináveis que desafiam nossa intuição sobre como a matéria pode se comportar em condições extremas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/asi-funciona-la-materia-mas-extrana-del-universo-se-comporta-de-forma-inexplicable-dentro-de-las-estrellas-muertas-1777665143921.jpg" data-image="cvr5qr846e41"><figcaption>Anãs brancas são o produto final de uma estrela como o Sol. Em seu interior, a matéria se degenera devido às altas pressões.</figcaption></figure><p>As <strong>estrelas </strong>que observamos no céu noturno não vivem para sempre. Após bilhões de anos consumindo seu combustível nuclear interno, elas <strong>lentamente perdem o brilho </strong>e <strong>iniciam uma fase final </strong>que costuma ser muito dramática e, de certa forma, exótica.</p><div class="texto-destacado">Quando as reações nucleares que mantêm a estrela brilhando cessam, a gravidade assume o controle absoluto do sistema e toda a massa estelar começa a colapsar em direção ao centro, sob seu próprio peso, reduzindo significativamente seu tamanho original.</div><p>Essa <strong>contração gravitacional comprime a matéria a densidades incrivelmente altas</strong>, algo incompreensível para a nossa experiência humana. Imagine comprimir toda a massa do nosso Sol até que ela caiba perfeitamente dentro de uma pequena esfera do tamanho da Terra.</p><p>Os <strong>remanescentes</strong> compactos resultantes desse processo astronômico são cientificamente conhecidos como<strong> anãs brancas</strong>. Dentro desses objetos, as condições extremas transformam átomos comuns, criando o que os astrofísicos chamam de matéria degenerada, uma substância com propriedades físicas fascinantes e únicas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/asi-funciona-la-materia-mas-extrana-del-universo-se-comporta-de-forma-inexplicable-dentro-de-las-estrellas-muertas-1777665359213.jpg" data-image="ym3bpqxctr58"><figcaption>Quando uma estrela como o Sol morre, ela deixa para trás uma nebulosa planetária e, em seu centro, uma anã branca.</figcaption></figure><p>Nesse ambiente hostil e denso, <strong>os elétrons são despojados de seus núcleos atômicos e começam a se comportar de maneira radicalmente diferente</strong>. Forma-se então um gás de elétrons peculiar, que obedece estritamente às regras ditadas pela <strong>mecânica </strong><strong>quântica</strong>.</p><h2>O incrível escudo da matéria degenerada</h2><p>Para entender esse fenômeno, precisamos mergulhar nas regras microscópicas fundamentais do universo quântico. O <strong>Princípio da Exclusão de Pauli </strong>afirma que dois férmions, como os elétrons, nunca podem ocupar exatamente o mesmo estado quântico ou o mesmo espaço ao mesmo tempo.</p><p><strong>À medida que a gravidade comprime a estrela, os elétrons são forçados a se aproximarem cada vez mais</strong>. Como não podem compartilhar níveis de energia quântica idênticos, os elétrons restantes são compelidos a ocupar estados físicos com velocidades progressivamente muito maiores.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="754855" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/telescopio-einstein-probe-pode-ter-detectado-um-buraco-negro-despedacando-uma-ana-branca.html" title="Telescópio Einstein Probe pode ter detectado um buraco negro despedaçando uma anã branca">Telescópio Einstein Probe pode ter detectado um buraco negro despedaçando uma anã branca</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/telescopio-einstein-probe-pode-ter-detectado-um-buraco-negro-despedacando-uma-ana-branca.html" title="Telescópio Einstein Probe pode ter detectado um buraco negro despedaçando uma anã branca"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-telescopio-espacial-einstein-probe-podria-haber-detectado-un-agujero-negro-desgarrando-a-una-enana-blanca-1770936630330_320.jpg" alt="Telescópio Einstein Probe pode ter detectado um buraco negro despedaçando uma anã branca"></a></article></aside><p>Esse movimento incessante e ultrarrápido<strong> gera repentinamente uma força poderosa que empurra a estrela para fora</strong> — uma barreira invisível, conhecida em astrofísica como pressão de degenerescência eletrônica, que contrabalança a enorme força gravitacional do remanescente.</p><p>Graças a esse <strong>“escudo” natural criado pela matéria degenerada</strong>, a pequena estrela morta consegue se estabilizar completamente. Sem essa resistência quântica interna, nada impediria o <strong>núcleo de colapsar em um buraco negro estelar</strong>.</p><h3>Superando os limites</h3><p>Essa incrível proteção estelar possui uma restrição bem conhecida chamada <strong>limite de Chandrasekhar</strong>, que afirma claramente que a pressão eletrônica só pode sustentar corpos celestes com uma<strong> massa máxima de cerca de 1,4 vezes a do nosso Sol</strong>.</p><p><strong>Acima dessa massa crítica</strong>, os elétrons se tornam insuficientes para suportar a gravidade externa esmagadora. Consequentemente, a <strong>estrutura colapsa violentamente, transformando seus restos em uma estrela de nêutrons ultradensa ou explodindo em uma supernova</strong> particularmente brilhante.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/asi-funciona-la-materia-mas-extrana-del-universo-se-comporta-de-forma-inexplicable-dentro-de-las-estrellas-muertas-1777665544319.jpg" data-image="v4vmpjn8beqh"><figcaption>Supernovas são explosões que ocorrem com estrelas supermassivas ou binárias que atingem seu limite.</figcaption></figure><p>Descobertas recentes sugerem a <strong>existência de estrelas moribundas que rompem com essas regras tradicionais</strong>. Pesquisadores detectaram supernovas superluminosas, indicando que seus corpos progenitores ultrapassaram em muito esse limiar físico, desafiando tudo o que pensávamos saber sobre a evolução estelar.</p><p>A principal causa dessas anomalias intrigantes está no<strong> súbito surgimento de campos magnéticos verdadeiramente formidáveis</strong>. Um ambiente intensamente magnetizado altera profundamente o delicado equilíbrio energético interno e redefine as capacidades defensivas da matéria degenerada em seu núcleo.</p><h3>Forças magnéticas</h3><p>Quando um campo magnético envolve o núcleo, os elétrons sofrem um comportamento formalmente conhecido como <strong>quantização de Landau</strong>. Essa força reestrutura a distribuição interna do gás de elétrons e reorganiza seus níveis quânticos, limitando significativamente sua mobilidade.</p><p>Como os<strong> elétrons são confinados pelo intenso campo magnético</strong>, a densidade dos diferentes estados quânticos possíveis é modificada. A imensa pressão intrínseca dos elétrons é agora agravada pela contribuição direta da energia do campo magnético local.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="765849" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/novos-estudos-apontam-caminhos-para-medir-a-energia-escura-no-sistema-solar.html" title="Novos estudos apontam caminhos para medir a energia escura no Sistema Solar">Novos estudos apontam caminhos para medir a energia escura no Sistema Solar</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/novos-estudos-apontam-caminhos-para-medir-a-energia-escura-no-sistema-solar.html" title="Novos estudos apontam caminhos para medir a energia escura no Sistema Solar"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/novos-estudos-apontam-caminhos-para-medir-a-energia-escura-no-sistema-solar-1777233147176_320.png" alt="Novos estudos apontam caminhos para medir a energia escura no Sistema Solar"></a></article></aside><p>A<strong> combinação da matéria estelar quântica e do campo eletromagnético</strong> permite que as <strong>estrelas sustentem massas muito maiores</strong>. Cálculos avançados baseados puramente na relatividade geral mostram que esse ambiente pode sustentar estrelas quase quatro vezes maiores que o nosso Sol.</p><p>A verdade é que <strong>o cosmos nunca deixa de nos surpreender com seus mecanismos ocultos</strong>. Anãs brancas, protegidas por sua maravilhosa matéria quântica degenerada e temporariamente sustentadas por escudos magnéticos, continuarão existindo como faróis eternos nas profundezas do nosso universo.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/assim-funciona-a-materia-mais-estranha-do-universo-se-comporta-de-forma-inexplicavel-dentro-de-estrelas-mortas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ar frio avança mais pelo centro-sul neste fim de semana; confira os estados atingidos]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-frio-avanca-mais-pelo-centro-sul-neste-fim-de-semana-confira-os-estados-atingidos.html</link><pubDate>Sat, 02 May 2026 16:56:24 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Neste final de semana o ar frio segue avançando pelo país. A previsão indica queda nas temperaturas com a porção centro-sul do Brasil sendo a mais afetada</p><ul><li>Veja mais: <a href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/chuvas-extremas-provocam-mais-de-300-mm-em-menos-de-24-horas-no-feriado-do-trabalhador-no-rs.html" target="_blank">Chuvas extremas provocam mais de 300 mm em menos de 24 horas no Feriado do Trabalhador no RS</a></li></ul><ul></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xa7vevs"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xa7vevs.jpg" id="xa7vevs"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>A <strong>frente fria</strong> avançou e provocou <strong>prejuízos</strong> no <strong>Rio Grande do Sul</strong> neste feriadão do <strong>Dia do Trabalhador</strong>. Os volumes de chuva <strong>superaram os 300 mm em áreas pontuais</strong> em poucas horas, e boa parte do estado gaúcho segue em <strong>alerta</strong> até o final deste sábado (2).</p><div class="texto-destacado">Quer receber esta e outras informações sobre a previsão do tempo? <strong>Acompanhe o nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Com o <strong>sistema frontal</strong> avançando pela <strong>Região Sul</strong> neste sábado (2), a previsão indica que, em sua retaguarda, uma <strong>massa de ar frio</strong> avança pelos estados, promovendo <strong>queda nas temperaturas</strong>. Em alguns pontos, o clima ficará <strong>ameno</strong>, enquanto em outros o <strong>frio mais intenso</strong> fará muita gente tirar os casacos do armário. Confira a previsão.</p><h2>Frio avança pelo Brasil nas próximas horas</h2><p>Após as <strong>chuvas intensas e tempestades</strong>, a massa de ar frio passa a atuar, derrubando as temperaturas no <strong>Rio Grande do Sul</strong> entre o final da tarde deste sábado (2) e o domingo (3). Praticamente todo o estado sentirá os efeitos do <strong>ar polar</strong>, com maior intensidade no <strong>leste gaúcho</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-frio-avanca-mais-pelo-centro-sul-neste-fim-de-semana-confira-os-estados-atingidos-1777738334627.jpg" data-image="5t2ivfyd4lqj" alt="Anomalia de temperatura em 850 hPa." title="Anomalia de temperatura em 850 hPa."><figcaption>Massa de ar polar diminui temperaturas sobre o leste do Sul e Sudeste Brasil, ainda neste fim de semana.</figcaption></figure><p>Apesar do <strong>tempo fechado</strong> neste sábado (2), as temperaturas ficaram próximas de <strong>21°C</strong> na porção central do estado. No entanto, até o final da noite, a tendência é de <strong>queda acentuada</strong>, com valores próximos de <strong>11°C em poucas horas</strong>, gerando sensação de <strong>“choque térmico”</strong>.</p><p>Nas primeiras horas de domingo (3), a massa de ar frio avança pela Região Sul de forma mais <strong>costeira</strong>, atingindo principalmente o <strong>leste do Rio Grande do Sul</strong> e já alcançando <strong>Santa Catarina</strong>. O amanhecer promete temperaturas <strong>baixas a amenas</strong> em todo o estado gaúcho e também na <strong>Serra Catarinense</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-frio-avanca-mais-pelo-centro-sul-neste-fim-de-semana-confira-os-estados-atingidos-1777738324847.jpg" data-image="n82fmteiojfs" alt="Temperatura mínima" title="Temperatura mínima"><figcaption>Mínima prevista para o Sul e Sudeste do Brasil neste domingo (3), segundo o modelo ECMWF.</figcaption></figure><p>O modelo de confiança da <strong>Meteored | Tempo.com</strong> indica <strong>risco de geadas</strong>, já que as temperaturas previstas ficam entre <strong>5°C e 7°C</strong> em áreas do sul ao norte do estado. Considerando uma correção de <strong>1°C a 2°C,</strong> devido às temperaturas mais baixas próximas à relva, o cenário entra no <strong>limiar para formação de geadas</strong> em diversas regiões.</p><p>A situação é ainda mais intensa nas áreas da <strong>Serra Gaúcha e Catarinense</strong>. Com <strong>céu limpo durante a madrugada</strong>, a perda de calor é maior, favorecendo temperaturas próximas de <strong>2°C em São Joaquim/SC</strong> e <strong>4°C em Vacaria/RS</strong>. Com os ajustes, esses valores podem se aproximar de <strong>0°C</strong> e até registrar <strong>temperaturas negativas</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-frio-avanca-mais-pelo-centro-sul-neste-fim-de-semana-confira-os-estados-atingidos-1777738313539.jpg" data-image="yrwqyh7ty5tq" alt="Máxima prevista para o Sul e Sudeste do Brasil neste domingo (3), segundo o modelo ECMWF." title="Máxima prevista para o Sul e Sudeste do Brasil neste domingo (3), segundo o modelo ECMWF."><figcaption>Máxima prevista para o Sul e Sudeste do Brasil neste domingo (3), segundo o modelo ECMWF.</figcaption></figure><p>Ao longo do domingo (3), a massa de ar frio continua avançando e passa a dominar o <strong>leste do centro-sul do Brasil</strong>, desde a região de <strong>Florianópolis/SC até o Rio de Janeiro/RJ</strong>. Além da instabilidade, essas áreas terão <strong>queda nas temperaturas</strong>, com máximas variando entre <strong>14°C e 24°C</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-frio-avanca-mais-pelo-centro-sul-neste-fim-de-semana-confira-os-estados-atingidos.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Chuvas extremas provocam mais de 300 mm em menos de 24 horas no Feriado do Trabalhador no RS]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/chuvas-extremas-provocam-mais-de-300-mm-em-menos-de-24-horas-no-feriado-do-trabalhador-no-rs.html</link><pubDate>Sat, 02 May 2026 14:32:12 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>O Rio Grande do Sul registrou chuvas intensas e tempestades, além de alagamentos, queda de granizo e transtornos. Houve desabrigados e famílias tiveram que ser resgatadas.</p><ul><li>Veja também: <a href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/chuvas-extremas-em-joao-pessoa-geram-alagamentos-deixam-desabrigados-e-mobilizam-manifestacoes-veja-imagens.html" target="_blank">Chuvas extremas em João Pessoa geram alagamentos, deixam desabrigados e mobilizam manifestações; veja imagens</a></li></ul><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-intensas-e-tempestades-causam-alagamentos-e-transtornos-neste-feriado-de-dia-do-trabalhador-no-rio-grande-do-sul-1777731255890.jpg" data-image="prshbgn91m6e" alt="Queda de granizo, pessoas ilhadas e tempestades. Assim foi o feriado de dia do trabalhador no Rio Grande do Sul." title="Queda de granizo, pessoas ilhadas e tempestades. Assim foi o feriado de dia do trabalhador no Rio Grande do Sul."><figcaption>Queda de granizo, pessoas ilhadas e tempestades. Assim foi o Feriado do Dia do Trabalhador no Rio Grande do Sul. Fotos: Redes Sociais.</figcaption></figure><p>A <strong>frente fria</strong> segue atuando sobre o Sul do Brasil, provocando <strong>chuvas intensas e volumosas</strong>. Nas últimas 24 horas, o acumulado de precipitação em grande parte do <strong>Rio Grande do Sul</strong> ficou próximo e até mesmo <strong>superou a marca dos 100 mm</strong>. Em alguns pontos, as estações chegaram a registrar <strong>mais de 200 mm em apenas 12 horas</strong>.</p><div class="texto-destacado">Quer receber esta e outras informações sobre a previsão do tempo? <strong>Acompanhe o nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Houve ainda registro de <strong>queda de granizo</strong>, <strong>transbordamentos de arroios e rios</strong>, <strong>ruas alagadas</strong>, além de <strong>casas invadidas pela força da água</strong>. Um trecho importante da rodovia BR-290, que dá acesso a <strong>Vila Nova do Sul</strong><strong>, </strong>município também bastante atingido, foi interditado devido à presença de água na pista.</p><h2>Moradores isolados e chuvas superiores a 300 mm</h2><p>As chuvas provocaram <strong>estragos em diversas cidades</strong>. Em <strong>São Gabriel</strong>, na Campanha Gaúcha, de acordo com a Defesa Civil municipal, o acumulado em 12 horas <strong>superou os 200 mm</strong>, causando diversos transtornos. Moradores ficaram <strong>ilhados</strong> e precisaram ser resgatados devido ao grande volume de chuva, além de <strong>21 famílias desalojadas</strong>.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">Ontem, 1, enquanto o Rio Grande do Sul lembrava os dois anos da maior tragédia climática da nossa história recente, a chuva voltou a castigar o nosso povo.<br><br>Rosário do Sul, São Gabriel, Caçapava do Sul e Uruguaiana registraram alagamentos e estragos. Em Vila Nova do Sul, Alegrete <a href="https://t.co/E1pVqZhJVz">pic.twitter.com/E1pVqZhJVz</a></p>— Sofia Cavedon (@sofiacavedonPT) <a href="https://twitter.com/sofiacavedonPT/status/2050568999469985927?ref_src=twsrc%5Etfw">May 2, 2026</a></blockquote></figure><p>A seguir, a lista com os <strong>maiores volumes de chuva acumulados</strong> registrados por estações automáticas no <strong>estado gaúcho </strong>nas últimas 24 horas. Os dados são contabilizados até as 10h da manhã deste sábado (2):</p><ul> <li> <strong>Dona Francisca</strong> – 249,4 mm </li> <li> <strong>Rosário do Sul (centro)</strong> – 228,4 mm </li> <li> <strong>Rosário do Sul (Serra do Caverá)</strong> – 209,6 mm </li> </ul><p>A cidade de <strong>Rosário do Sul</strong> <strong>foi uma das mais afetadas</strong>, pois o grande volume de chuva ocorreu diretamente sobre o município, favorecendo a<strong> rápida elevação de</strong> <strong>córregos e arroios</strong>. De acordo com a Prefeitura, o evento deixou <strong>225 casas alagadas</strong> e cerca de <strong>512 pessoas desalojadas</strong>,<strong> </strong>com acumulado de<strong> 324 mm</strong> em apenas 9 horas.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="pt" dir="ltr">Chuva torrencial e granizo com ventos de até 100km/h, atingem o Rio Grande do Sul, no Vale do Taquari, vale de Rio Pardo e Missões.<a href="https://twitter.com/hashtag/Brasil?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Brasil</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/Brazil?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Brazil</a> <a href="https://t.co/Hmin3hA3kL">pic.twitter.com/Hmin3hA3kL</a></p>— Hugo Borges (@hbj_r77032) <a href="https://twitter.com/hbj_r77032/status/2050353036116041789?ref_src=twsrc%5Etfw">May 1, 2026</a></blockquote></figure><p>Moradores de <strong>Júlio de Castilhos</strong> registraram <strong>queda de granizo</strong>, causando prejuízos como <strong>danos em telhados</strong>, <strong>veículos atingidos</strong>, <strong>queda de galhos</strong> e impactos também nas plantações.</p><p>Além das cidades do interior, as chuvas também afetaram a capital <strong>Porto Alegre</strong> e a <strong>região metropolitana</strong>, com <strong>alagamentos</strong> e <strong>queda de árvores</strong>, após volumes próximos de <strong>80 mm</strong>. Um morador registrou a chegada das instabilidades; no vídeo (abaixo), é possível observar a ocorrência de uma <strong>descarga elétrica</strong>.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">Belíssimo raio capturado aqui da minha janela - visão sudoeste em Porto Alegre <a href="https://t.co/6PBGvXZk93">pic.twitter.com/6PBGvXZk93</a></p>— Canarinho Tricolor (@BBWhite__) <a href="https://twitter.com/BBWhite__/status/2050283082301731123?ref_src=twsrc%5Etfw">May 1, 2026</a></blockquote></figure><p>E a <strong>previsão </strong>para as próximas horas indica que o<strong> sistema vai avançar</strong> em direção aos estados de <strong>Santa Catarina</strong> e de <strong>Paraná</strong>, provocando <strong>chuvas moderadas a fortes</strong>. No entanto, os volumes totais devem ser <strong>menores em comparação</strong> aos registrados no <strong>Rio Grande do Sul</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/chuvas-extremas-provocam-mais-de-300-mm-em-menos-de-24-horas-no-feriado-do-trabalhador-no-rs.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Cidade do Nordeste com quase meio século esconde arquitetura portuguesa e praias paradisíacas]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/cidade-do-nordeste-com-quase-meio-seculo-esconde-arquitetura-portuguesa-e-praias-paradisiacas.html</link><pubDate>Sat, 02 May 2026 12:04:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Com quase 500 anos, esta cidade em Pernambuco é reconhecida pela arquitetura do século XVIII, com ladeiras de pedra, casarões coloridos e igrejas barrocas, além de praias incríveis em uma orla de aproximadamente 9 km. Descubra aqui que lugar é este.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/cidade-do-nordeste-com-quase-meio-seculo-esconde-arquitetura-portuguesa-e-praias-paradisiacas-1777563708407.jpg" data-image="ku8qd7wezo1k"><figcaption>Esta cidade pernambucana é conhecida por suas ladeiras e seu centro histórico, além de um dos carnavais mais famosos do país. Crédito: Blog Viagens e Caminhos.</figcaption></figure><p>Uma <strong>cidade do estado de</strong> <strong>Pernambuco</strong>, na Região Nordeste do Brasil, com quase meio século de fundação, é <strong>conhecida por sua bela arquitetura portuguesa, com ruas de ladeiras e casas coloridas</strong>, além de <strong>praias paradisíacas</strong> em uma extensa orla de 9 km. Aliás,<strong> tem um dos carnavais mais famosos do país</strong>, com bonecos gigantes.</p><p>Acho que agora ficou mais fácil para descobrir, não é mesmo? Estamos falando de <strong>Olinda</strong>, vizinha à cidade do Recife. Foi <strong>fundada em 1535 pelos portugueses</strong>, sendo construída em encostas íngremes. </p><p>O<strong> centro histórico de Olinda remete ao início da colonização portuguesa</strong> no Brasil, <strong>no século XVI</strong>, quando se consolidou como sede da Capitania de Pernambuco. <strong>Casarões coloniais</strong> do século XVI dividem espaço com fachadas de azulejos dos séculos XVIII e XIX e com obras neoclássicas e ecléticas do início do século XX. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/cidade-do-nordeste-com-quase-meio-seculo-esconde-arquitetura-portuguesa-e-praias-paradisiacas-1777563841201.jpg" data-image="h4clgcaiocl6"><figcaption>O belo centro histórico de Olinda (PE) com toda sua arquitetura portuguesa e casas coloridas. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>E todo esse <strong>conjunto arquitetônico</strong>, urbanístico e paisagístico de Olinda foi <strong>tombado pelo IPHAN (</strong>Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional)<strong> em 1968</strong>. Isso protege o traçado urbano, a paisagem (incluindo vegetação e mar) e o acervo arquitetônico da cidade. </p><p>Posteriormente, em <strong>1982</strong>, a<strong> cidade foi reconhecida como Patrimônio Mundial Cultural pela UNESCO </strong>(Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura).</p><h2>Os atrativos de Olinda</h2><p>No centro histórico, não deixe de visitar o <strong>Alto da Sé, um mirante natural </strong>com vista do litoral pernambucano e de Recife ao fundo, e ponto de partida para os passeios. Também a <strong>Catedral da Sé (no Alto da Sé)</strong>, erguida em taipa em 1540; a <strong>Igreja de Nossa Senhora do Carmo</strong>, construída em 1580 em estilo barroco; e o <strong>Mosteiro de São Bento</strong>, que abriga um retábulo de ouro do século XVII e apresenta cantos gregorianos aos domingos.</p><p>O<strong> Mercado da Ribeira</strong> é outro ponto para conhecer, um antigo mercado de escravizados que hoje funciona como <strong>centro de artesanato local</strong>.</p><p>O <strong>Carnaval de Olinda é um dos mais famosos do país</strong>, <strong>caracterizado pelo frevo e pelos bonecos gigantes</strong>. O <strong>frevo é uma dança popular </strong>frenética surgida no final do século 19 em Recife, que mistura marcha, maxixe e capoeira, e em <strong>2012 foi considerada Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO</strong>.</p><p>Abaixo, a dança frevo durante o Carnaval 2026 em Olinda:</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr"> Foliões animam pré-Carnaval de Olinda (PE) e frevo toma conta da festa<br><br> Guii1994 | <a href="https://twitter.com/MyHoodbr?ref_src=twsrc%5Etfw">@myhoodbr</a> <a href="https://t.co/WW7A0drhF2">pic.twitter.com/WW7A0drhF2</a></p>— Metrópoles (@Metropoles) <a href="https://twitter.com/Metropoles/status/2022317170844201413?ref_src=twsrc%5Etfw">February 13, 2026</a></blockquote></figure><p>A <strong>gastronomia </strong>de Olinda é rica, combinando <strong>tradições portuguesas, africanas e indígenas</strong>. Os bares e restaurantes servem pratos típicos como: bolo de rolo, carne de sol com macaxeira, caldinho de feijão e siri catado, entre outros.</p><p>Mas agora vamos falar das <strong>belas praias </strong>de Olinda, que <strong>destacam-se pelas águas mornas, calmas e esverdeadas</strong>, com recifes que formam piscinas naturais ideais para crianças.</p><p>As mais populares incluem a Praia do Farol, Praia da Casa Caiada, Praia do Rio Doce e a do Quartel.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/cidade-do-nordeste-com-quase-meio-seculo-esconde-arquitetura-portuguesa-e-praias-paradisiacas-1777563808320.jpg" data-image="ga5cvv6ggbfi"><figcaption>Praia da Casa Caiada, em Olinda (PE). Crédito: belleretraite/Tripadvisor. </figcaption></figure><p>A <strong>Praia do Farol </strong>tem mar calmo e verde, água morna e é<strong> ideal para quem vai com crianças e quer relaxar</strong>. Possui uma boa estrutura, com barracas e quiosques servindo o tradicional peixe na brasa. </p><p>A <strong>Praia da Casa Caiada</strong> é <strong>uma das mais frequentadas</strong>, e costuma receber muitos turistas na alta temporada. Tem uma boa infraestrutura, com diversos prédios de alto padrão na orla, calçadão, pousadas, hotéis, bares, restaurantes e quiosques. Tem uma boa faixa de areia grossa, o mar é calmo e de águas transparentes, e é possível praticar esportes como jet ski e o caiaque.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/cidade-do-nordeste-com-quase-meio-seculo-esconde-arquitetura-portuguesa-e-praias-paradisiacas-1777563786485.jpg" data-image="on6zaq9q2y7u"><figcaption>A Praia do Quartel, em Olinda (PE), considerada uma das melhores para banho, tem mar calmo, boa faixa de areia e estrutura com quadras de esportes. Crédito: Blog Viagens e Caminhos.</figcaption></figure><p>A <strong>Praia do Rio Doce</strong> fica mais ao norte da cidade e é <strong>mais frequentada por pescadores e moradores</strong> locais. É uma <strong>boa opção para famílias</strong>. Tem uma boa faixa de areia bem larga e o mar é muito calmo. É comum a prática de esportes como futebol e vôlei. </p><p>A <strong>Praia do Quartel </strong>fica em uma área onde a orla começa a ficar mais bonita, cheia de belos prédios. É praticamente<strong> uma piscina protegida por recifes artificiais, com mar calmo</strong> e boa faixa de areia. Tem várias opções de lazer, com muitas barracas, restaurantes, estacionamento e quadra de esportes.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/com-quase-500-anos-essa-cidade-do-nordeste-chama-atencao-pelo-clima-tropical-praias-e-arquitetura-portuguesa-preservada/">Com quase 500 anos, essa cidade do Nordeste chama atenção pelo clima tropical, praias e arquitetura portuguesa preservada</a>. 25 de abril, 2026. Maura Pereira.</em></p><p><em><a href="https://www.viagensecaminhos.com/olinda-pe/" target="_blank">O que fazer em Olinda PE: 15 pontos turísticos e praias</a>. 27 de dezembro, 2025. Jair Prandi.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/cidade-do-nordeste-com-quase-meio-seculo-esconde-arquitetura-portuguesa-e-praias-paradisiacas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Fósseis indicam que polvo de 18 metros pode ter sido o “kraken” do Cretáceo]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/fosseis-indicam-que-polvo-de-18-metros-pode-ter-sido-o-kraken-do-cretaceo.html</link><pubDate>Sat, 02 May 2026 10:22:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Fósseis de mandíbulas revelam um polvo gigantesco do Cretáceo que pode ter rivalizado com répteis marinhos dominantes, desafiando a visão tradicional de que vertebrados governavam os oceanos pré-históricos.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/fosseis-indicam-que-polvo-de-18-metros-pode-ter-sido-o-kraken-do-cretaceo-1777644827496.jpg" data-image="pa8ghn7nfi81" alt="Esta obra de arte retrata o polvo do tamanho de uma baleia Nanaimoteuthis haggarti, que perseguia os mares na época em que os dinossauros caminhavam sobre a terra. Yohei Utsuki/Departamento de Ciências da Terra e Planetárias/Universidade de Hokkaido" title="Esta obra de arte retrata o polvo do tamanho de uma baleia Nanaimoteuthis haggarti, que perseguia os mares na época em que os dinossauros caminhavam sobre a terra. Yohei Utsuki/Departamento de Ciências da Terra e Planetárias/Universidade de Hokkaido"><figcaption>Na arte, o polvo do tamanho de uma baleia Nanaimoteuthis haggarti, que viva nos mares na época em que os dinossauros caminhavam sobre a terra. Crédito: Yohei Utsuki</figcaption></figure><p>Os<strong> oceanos do período Mesozoico</strong> eram habitados por criaturas impressionantes e muitas vezes aterrorizantes. Entre peixes de dentes irregulares, tubarões capazes de esmagar conchas e os enormes mosassauros, parecia não haver espaço para novos predadores dominantes. No entanto, uma recente descoberta científica sugere que <strong>um invertebrado colossal também pode ter ocupado o topo da cadeia alimentar marinha.</strong></p><p>Pesquisadores identificaram evidências de <strong>um polvo pré-histórico gigantesco</strong>, batizado de <em>Nanaimoteuthis haggarti</em>, que teria atingido<strong> cerca de 18 metros de comprimento</strong>,<strong> </strong>maior que um ônibus urbano e até superior às dimensões das maiores lulas gigantes conhecidas atualmente. A criatura, apelidada de “kraken do Cretáceo”, possuía oito braços e um poderoso bico capaz de triturar presas.</p><p>O estudo, publicado na revista <em>Science</em>, sugere que esse cefalópode pode ter <strong>rivalizado com predadores vertebrados como tubarões e répteis marinhos</strong>. Para os cientistas, essa descoberta desafia a ideia tradicional de que os mares pré-históricos eram dominados exclusivamente por vertebrados.</p><h2><strong>Mandíbulas fossilizadas revelam pistas surpreendentes</strong></h2><p>A principal evidência dessa criatura impressionante vem de fósseis de bicos (estruturas semelhantes às de papagaios) preservados ao longo de milhões de anos. Diferentemente de outros animais, os<strong> polvos possuem corpos moles, o que dificulta sua fossilização</strong>. Assim, seus bicos são uma das poucas partes que resistem ao tempo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/fosseis-indicam-que-polvo-de-18-metros-pode-ter-sido-o-kraken-do-cretaceo-1777645340691.jpg" data-image="nmiggcj22wqj" alt="Fóssil de Nanaimoteuthis haggarti que foi usado para calcular o comprimento do corpo de 60 pés – crédito Universidade de Hokkaido" title="Fóssil de Nanaimoteuthis haggarti que foi usado para calcular o comprimento do corpo de 60 pés – crédito Universidade de Hokkaido"><figcaption>Parte de fóssil de Nanaimoteuthis haggarti que foi usado para calcular o comprimento do corpo de 60 pés. Crédito: Universidade de Hokkaido</figcaption></figure><p>A equipe liderada pelo paleontólogo Yasuhiro Iba <strong>analisou 15 fósseis bem preservados</strong> encontrados no Japão e na Ilha de Vancouver, além de utilizar inteligência artificial para identificar novos espécimes escondidos em rochas. Esse processo, chamado de “mineração digital de fósseis”, permitiu revelar detalhes invisíveis a olho nu.</p><p>Com isso, os cientistas descobriram<strong> mais 12 mandíbulas fossilizadas</strong>, incluindo exemplares pertencentes a indivíduos gigantes. A análise desses fósseis permitiu estimar o tamanho dos animais com base na proporção observada em polvos modernos, onde o tamanho do bico está diretamente relacionado ao corpo.</p><h2><strong>Gigantes do passado e controvérsias científicas</strong></h2><p>Os resultados indicam que o <em>Nanaimoteuthis haggarti</em> foi um dos maiores invertebrados da história, enquanto uma espécie próxima, <em>Nanaimoteuthis jeletzkyi</em>, poderia atingir cerca de 8 metros. Além disso, <strong>os fósseis encontrados ampliam o registro evolutivo dos polvos em milhões de anos.</strong></p><div class="texto-destacado">Apesar do entusiasmo, nem todos os especialistas concordam plenamente com as estimativas. Alguns paleontólogos consideram que o tamanho máximo sugerido pode ser exagerado, já que as conclusões se baseiam apenas em mandíbulas fossilizadas, o que gera incertezas.</div><p>Ainda assim, há consenso de que <strong>esses animais eram extremamente grandes e possivelmente ocupavam posições elevadas na cadeia alimentar.</strong> O desgaste observado nos bicos fósseis sugere que eles eram capazes de esmagar presas duras, incluindo conchas e possivelmente ossos de grandes animais marinhos.</p><h2><strong>Predadores de oito braços no topo da cadeia alimentar</strong></h2><p>As evidências indicam que esses polvos gigantes eram <strong>predadores formidáveis.</strong> Marcas de uso intenso nos bicos, como rachaduras, arranhões e desgaste, apontam para hábitos alimentares agressivos, envolvendo presas resistentes.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="751577" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/oncas-tambem-miam-sons-ineditos-desafiam-o-que-a-ciencia-sabia-sobre-a-especie.html" title="Onças também miam? Sons inéditos desafiam o que a ciência sabia sobre a espécie">Onças também miam? Sons inéditos desafiam o que a ciência sabia sobre a espécie</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/oncas-tambem-miam-sons-ineditos-desafiam-o-que-a-ciencia-sabia-sobre-a-especie.html" title="Onças também miam? Sons inéditos desafiam o que a ciência sabia sobre a espécie"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/oncas-tambem-miam-sons-ineditos-desafiam-o-que-a-ciencia-sabia-sobre-a-especie-1769698933607_320.jpg" alt="Onças também miam? Sons inéditos desafiam o que a ciência sabia sobre a espécie"></a></article></aside><p>Cientistas acreditam que esses animais poderiam capturar grandes organismos e <strong>utilizar seus bicos para fragmentá-los em pedaços menores.</strong> No entanto, ainda não há provas diretas sobre sua dieta, como conteúdos estomacais fossilizados ou marcas claras em ossos de presas.</p><p>Outra questão em aberto é<strong> se existiram criaturas ainda maiores nos oceanos profundos do Cretáceo</strong>. Como muitos fósseis foram encontrados em regiões de águas rasas, pesquisadores especulam que formas ainda mais gigantescas possam ter habitado áreas mais profundas — e ainda permanecem desconhecidas pela ciência.</p><p>A descoberta do<strong> “kraken do Cretáceo” </strong>abre novas perspectivas sobre a diversidade e complexidade dos ecossistemas marinhos antigos, mostrando que os oceanos do passado podem ter sido ainda mais surpreendentes do que se imaginava.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em>Nature. <a href="https://www.science.org/doi/10.1126/science.aea6285" target="_blank">Earliest octopuses were giant top predators in Cretaceous oceans</a>. 2026</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/fosseis-indicam-que-polvo-de-18-metros-pode-ter-sido-o-kraken-do-cretaceo.html</guid><dc:creator><![CDATA[João Cunha]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Como se desenvolve o fenômeno El Niño? Um meteorologista italiano analisa o papel fundamental das ondas equatoriais]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/como-se-desenvolve-o-fenomeno-el-nino-um-meteorologista-italiano-analisa-o-papel-fundamental-das-ondas-equatoriais.html</link><pubDate>Sat, 02 May 2026 09:08:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>As ondas equatoriais são um dos mecanismos mais fascinantes e determinantes da dinâmica climática tropical. Desempenham um papel fundamental na fase de desenvolvimento do fenômeno El Niño.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/como-se-produce-el-fenomeno-de-el-nino-un-meteorologo-italiano-revela-el-papel-fundamental-de-las-ondas-ecuatoriales-1776942010049.png" data-image="d0l8fanducx2"><figcaption>Previsão das temperaturas da superfície do mar no Oceano Pacífico para os próximos dias.</figcaption></figure><p>O El Niño é um fenômeno climático periódico (a cada 3-7 anos) caracterizado por <strong>um aquecimento acentuado das águas superficiais no Pacífico centro-oriental</strong>, em resultado do enfraquecimento dos ventos alísios.</p><p>O termo espanhol refere-se ao Menino Jesus, uma vez que este fenómeno costuma começar a manifestar-se ao largo da costa do Peru por volta do Natal.</p><h2>Tudo começa com as ondas equatoriais</h2><p>As ondas equatoriais são um dos mecanismos mais fascinantes e cruciais da <strong>dinâmica climática tropical</strong>. Formam-se precisamente perto do equador e, à medida que se deslocam para norte ou para sul, perdem intensidade e a sua propagação abranda, mantendo-se mais persistentes nas zonas tropicais.</p><p>Estas ondas não são apenas um fenômeno atmosférico. Na verdade, existem tanto ondas atmosféricas como oceânicas, e desempenham <strong>um papel decisivo na evolução do El Niño e da La Niña</strong>, os dois extremos do fenómeno ENSO (Oscilação Sul El Niño).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/come-nasce-il-fenomeno-di-el-nino-il-ruolo-fondamentale-delle-onde-equatoriali-1776855390188.jpg" data-image="2845wvzuxbxi" alt="El Niño." title="El Niño."><figcaption>As ondas de Kelvin oceânicas são frequentemente o sinal precursor do início de um fenómeno El Niño.</figcaption></figure><p>Estudos recentes demonstraram que, mesmo ao longo do cinturão equatorial entre a troposfera superior e a camada inferior da estratosfera, são geradas ondas planetárias semelhantes <strong>às clássicas ondas de Rossby das latitudes médias</strong>. Estas ondas equatoriais propagam-se principalmente de leste para oeste, criando áreas de perturbação que influenciam a circulação atmosférica e o clima à escala regional e global.</p><h2>As principais ondas equatoriais: Kelvin, Rossby e Yanai</h2><p>As ondas equatoriais dividem-se em vários tipos. Entre as mais importantes encontram-se as ondas de Kelvin, as ondas de Yanai e as mais conhecidas ondas de Rossby. As ondas equatoriais de Kelvin (oceânicas e atmosféricas) propagam-se rapidamente para leste ao longo do equador.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>As ondas equatoriais de Rossby movem-se para oeste, a uma velocidade mais lenta. Além disso, existem também as ondas de Yanai, um tipo híbrido característico do cinturão equatorial.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Estas ondas <strong>enfraquecem rapidamente à medida que se afastam do equador</strong>, mas é precisamente esta característica que as torna fundamentais para confinar os efeitos dos fenômenos ENSO à região tropical.</p><h2>O papel das ondas de Kelvin no desencadeamento do El Niño</h2><p><strong>As ondas de Kelvin oceânicas são frequentemente o sinal precursor</strong> do início de um episódio de El Niño. Um estudo clássico de McPhaden (1999) sobre o poderoso episódio de 1997-98 mostrou como a ativação de rajadas intensas de vento de oeste, frequentemente relacionadas com a passagem da Oscilação Madden-Julian (MJO), <strong>gera ondas de Kelvin descendentes</strong> (que aprofundam a termoclina) que se propagam para leste através do Pacífico a cerca de 2,5 m/s.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/come-nasce-il-fenomeno-di-el-nino-il-ruolo-fondamentale-delle-onde-equatoriali-1776855440045.jpg" data-image="o3h69v4cg8h3" alt="El Niño pattern." title="El Niño pattern."><figcaption>Um aumento superior a +1,5°C acima da média durante três meses consecutivos marca oficialmente o início de um fenómeno El Niño.</figcaption></figure><p>A MJO, uma oscilação intra-sazonal com um ciclo de 30 a 60 dias, atua como um gatilho quando está ativa no Oceano Índico ou no Pacífico ocidental, produzindo <strong>intensa atividade convectiva que libera calor latente e gera ventos anômalos de oeste</strong>. Esses ventos inibem os ventos alísios (ventos regulares de leste) e empurram uma grande faixa de água quente para leste, a profundidades de cerca de 150 metros.</p><div class="texto-destacado">Quando esta onda de Kelvin atinge as costas da América do Sul (Equador e Peru), a água quente sobrepõe-se à fria Corrente de Humboldt, reduzindo a afloramento de água fria e profunda.</div><p>O resultado é um rápido aumento das temperaturas da superfície do mar no Pacífico oriental. Um aumento superior a +1,5 °C acima da média durante três meses consecutivos marca oficialmente o início de um fenômeno El Niño, de acordo com dados recolhidos pelo sistema de boias TAO/TRITON, gerido pela NOAA.</p><p>A olho nu, a onda apresenta-se como uma ligeira subida do nível do mar (cerca de 8 a 10 cm) e <strong>uma expansão das águas quentes</strong> para norte, atingindo o Golfo do Panamá e as costas da Califórnia e do México, o que favorece um aumento da atividade convectiva e da precipitação.</p><h2>A contrapartida: as ondas de Rossby e a transição para o La Niña</h2><p>Enquanto as ondas de Kelvin desencadeiam o El Niño, as ondas de Rossby equatoriais desempenham um papel fundamental no seu fim e na transição para o La Niña.</p><p>Estas ondas atingem a fronteira ocidental do Pacífico (perto da Indonésia e da Nova Guiné), refletem-se e geram ondas de Kelvin que regressam para leste após alguns meses. Este "atraso" (normalmente de 6 a 9 meses para completar o ciclo) faz com que a termoclina suba no Pacífico oriental, favorecendo o regresso das águas frias e o estabelecimento de La Niña.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/come-nasce-il-fenomeno-di-el-nino-il-ruolo-fondamentale-delle-onde-equatoriali-1776855656390.jpg" data-image="uj9ovo825t66" alt="Kelvin waves." title="Kelvin waves."><figcaption>Enquanto as ondas de Kelvin desencadeiam o El Niño, as ondas de Rossby equatoriais desempenham um papel fundamental no seu fim e na transição para a La Niña.</figcaption></figure><p>Por seu lado, um modelo complementar, o oscilador de recarga-descarga de Jin (1997), destaca o papel da «recarga» de calor no Pacífico ocidental durante o fenómeno La Niña (através de ondas de Rossby descendentes) e a subsequente «descarga» equatorial durante o fenômeno El Niño. Ambas as teorias demonstram que as ondas equatoriais constituem o mecanismo que liga as anomalias eólicas à resposta oceânica numa escala interanual.</p><h3>Por que razão estas ondas são tão importantes para as previsões?</h3><p>As ondas equatoriais <strong>permitem que os modelos de previsão antecipem a evolução do ENOS</strong> com vários meses de antecedência. A monitorização através de bóias oceanográficas, satélites altimétricos e conjuntos de dados de reanálise (como os do Serviço Meteorológico Australiano ou da NOAA) <strong>detecta a propagação destas ondas em tempo real</strong>.</p><p>Além disso, as interações com outros fenómenos, como o Modo Meridional do Pacífico ou os ventos intra-sazonais modulados pelo MJO, podem amplificar ou modular estes processos, tornando alguns episódios costeiros do El Niño especialmente intensos.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/como-se-desenvolve-o-fenomeno-el-nino-um-meteorologista-italiano-analisa-o-papel-fundamental-das-ondas-equatoriais.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Um estudo científico demonstra que o Etna é um vulcão com características únicas no mundo]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/um-estudo-cientifico-demonstra-que-o-etna-e-um-vulcao-com-caracteristicas-unicas-no-mundo.html</link><pubDate>Fri, 01 May 2026 23:12:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>O Etna é o vulcão mais ativo da Europa e um dos mais monitorizados do mundo, mas até à data nenhum modelo geológico explica como se formou. Apresentamos-vos aqui os detalhes desta nova descoberta.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/uno-studio-scientifico-dimostra-come-l-etna-sia-un-vulcano-con-caratteristiche-uniche-al-mondo-1776182242504.jpg" data-image="t4gkx5bzo3px" alt="Etna." title="Etna."><figcaption>O Etna é o vulcão mais ativo da Europa e um dos mais vigiados do mundo, mas, até à data, nenhum modelo geológico existente explica completamente como se formou.</figcaption></figure><p>Agora é oficial: a origem do Etna poderá ser única. De acordo com um novo e detalhado estudo científico publicado na <strong>revista Journal of Geophysical Research</strong> pela Universidade de Lausana, <strong>o mecanismo é semelhante ao que gera pequenos vulcões submarinos</strong>, mas envolve um sistema de grandes dimensões cuja atividade teve início há aproximadamente 500.000 anos. De fato, este vulcão, que entra em erupção várias vezes por ano, eleva-se atualmente a mais de 3.000 metros acima do nível do mar.</p><p>Esta descoberta lança mais luz sobre a dinâmica das erupções invulgarmente frequentes do Etna e abre caminho para que os investigadores do INGV avaliem melhor o risco vulcânico.</p><h2>Um dos vulcões mais ativos do mundo</h2><p>O Etna é o vulcão mais ativo da Europa e um dos mais monitorizados do mundo, mas até à data nenhum modelo geológico existente explica completamente a sua formação. <strong>Não se enquadra em nenhum dos três principais mecanismos que regem a formação dos vulcões terrestres</strong>. Também não se encontra na fronteira entre duas placas tectónicas.</p><p>Também não se trata de <strong>um vulcão explosivo formado ao longo de uma zona de subducção</strong> (onde uma placa mergulha sob outra), como o monte Fuji no Japão. Nem se situa num ponto quente (ascensão de material do manto muito quente), como acontece no centro das placas tectónicas (ilhas oceânicas como o Havai ou a Reunião).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/uno-studio-scientifico-dimostra-come-l-etna-sia-un-vulcano-con-caratteristiche-uniche-al-mondo-1776182279061.jpg" data-image="tb1l0n17cgwq" alt="Etna." title="Etna."><figcaption>De acordo com os dados disponíveis, descobriu-se que o Etna se alimenta de pequenas quantidades de magma já presentes no manto superior, a cerca de 80 quilómetros abaixo da superfície.</figcaption></figure><p>Na verdade, encontra-se perto de uma zona de subducção, mas a sua composição química é semelhante à dos vulcões de ponto quente, embora<strong> não existam estruturas deste tipo nas suas proximidades</strong>.</p><h2>O ponto de viragem no estudo das amostras de lava</h2><p> Posteriormente, os pesquisadores analisaram as amostras de lava para avaliar a evolução química desde a formação do vulcão, <strong>há aproximadamente 500 000 anos, até aos dias de hoje</strong>. Descobriram que o material expelido se manteve praticamente inalterado ao longo do tempo, apesar da evolução do regime tectónico. </p><div class="texto-destacado">Segundo<strong> </strong>os dados disponíveis, descobriu-se que o Etna se alimenta de pequenas quantidades de magma já presentes no manto superior, a cerca de 80 quilômetros abaixo da superfície. </div><p>Estes magmas são transportados esporadicamente para a superfície por movimentos tectônicos complexos, devidos fundamentalmente<strong> à colisão entre as placas africana e euro-asiática</strong>.</p><p>"O vulcão siciliano poderá, portanto, pertencer a uma quarta categoria de vulcões pouco conhecida: os chamados<strong> vulcões</strong><strong> “petit-spot”</strong>, descritos pela primeira vez em 2006 por geólogos japoneses", observa <strong>Sébastien Pilet</strong>, professor da Faculdade de Geociências e Ambiente da Universidade de Lausana.</p><p>Esta descoberta abre novas perspetivas para compreender como outros sistemas vulcânicos, com características comuns às do Etna, <strong>podem formar-se em todo o mundo</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/um-estudo-cientifico-demonstra-que-o-etna-e-um-vulcao-com-caracteristicas-unicas-no-mundo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Chuvas extremas em João Pessoa geram alagamentos, deixam desabrigados e mobilizam manifestações; veja imagens ]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/chuvas-extremas-em-joao-pessoa-geram-alagamentos-deixam-desabrigados-e-mobilizam-manifestacoes-veja-imagens.html</link><pubDate>Fri, 01 May 2026 21:03:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Revoltados com o cenário de descaso contínuo e as constantes perdas materiais, os moradores da capital paraibana saíram às ruas em protesto para exigir um sistema eficiente de escoamento. </p><figure id="first-image"> <img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-extremas-em-joao-pessoa-geram-alagamentos-deixam-desabrigados-e-mobilizam-manifestacoes-veja-imagens-1777656793704.jpg" data-image="0pvaxe2by1yt" alt="Fortes chuvas alagaram diversos bairros em João Pessoa e revoltaram os moradores, que exigem melhores infraestruturas. Foto: Reprodução/TV Cabo Branco" title="Fortes chuvas alagaram diversos bairros em João Pessoa e revoltaram os moradores, que exigem melhores infraestruturas. Foto: Reprodução/TV Cabo Branco"><figcaption>Fortes chuvas alagaram diversos bairros em João Pessoa e revoltaram os moradores, que exigem melhores infraestruturas. Foto: Reprodução/TV Cabo Branco</figcaption></figure><p><strong>As intensas chuvas que atingem João Pessoa desde a madrugada desta sexta-feira (1)</strong>, causaram pontos de alagamentos e inúmeros transtornos urbanos. Os moradores lidam com ruas intransitáveis e perdas expressivas dentro de suas residências em pleno feriado do Dia do Trabalhador.</p><p>Segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (<a href="https://www.gov.br/cemaden/pt-br" target="_blank">CEMADEN</a>), <strong>o volume acumulado superou 125 mm no curto período de 24 horas.</strong> Bairros como Altiplano, Grotão, Cristo, Tambauzinho e Cuiá figuram entre as áreas com os maiores danos registrados.</p><h2>Mobilização de moradores por infraestrutura</h2><p>O cenário causou a revolta das famílias afetadas pelas águas que invadiram os quarteirões na semana. Na área de Muçumagro, <strong>a população se uniu em um protesto focado na urgência de obras estruturais</strong> capazes de conter o fluxo e evitar novas enchentes.</p><p>As dificuldades enfrentadas nessa localidade se prolongam ininterruptamente desde a última terça-feira (28). Os danos nas casas se agravaram rapidamente, <strong>deixando mais de trinta famílias diante de um cenário contínuo de inundações.</strong></p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="pt" dir="ltr">Chuva Extrema em João Pessoa: Capital registra 151,6 mm em apenas 12 horas!<a href="https://t.co/AOQIqq4Jql">https://t.co/AOQIqq4Jql</a><br><br>Cacau Gouveia <br> Notícias da Hora!<br><br> Siga nossa plataforma de notícia digitais. <a href="https://t.co/cdw2fBq6Qo">pic.twitter.com/cdw2fBq6Qo</a></p>— Cacau Gouveia (@CacauGravacoes) <a href="https://twitter.com/CacauGravacoes/status/2049293041383395523?ref_src=twsrc%5Etfw">April 29, 2026</a></blockquote></figure><p>A apreensão domina a rotina das pessoas, que veem seus recursos esgotados pela perda de móveis e produtos comerciais. <strong>O sentimento de impotência cresce à medida que o céu volta a escurecer</strong> e a previsão meteorológica aponta para a manutenção do tempo instável.</p><h2>Subida das águas devasta comunidade em Bayeux</h2><p>Nas margens da Região Metropolitana, a força da natureza revelou seu impacto direto sobre os grupos mais vulneráveis. O aumento acentuado do nível do rio Paraíba, associado à subida da maré, <strong>inundou as moradias da comunidade Casa Branca, localizada na cidade de Bayeux.</strong></p><p>O desastre, iniciado na última quinta-feira (30), obrigou diversas famílias a abandonarem seus lares de forma repentina. Os habitantes da região ribeirinha, dependentes exclusivamente da atividade pesqueira para a sobrevivência, <strong>perderam eletrodomésticos, roupas, móveis e todas as suas reservas alimentares.</strong></p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="pt" dir="ltr">10 minutos de chuva em João Pessoa: <a href="https://t.co/ipaVlQrrrM">pic.twitter.com/ipaVlQrrrM</a></p> JAMPA MIL GRAU (@jampamilgrau_) <a href="https://twitter.com/jampamilgrau_/status/2050017266171855282?ref_src=twsrc%5Etfw">May 1, 2026</a></blockquote></figure><p><strong>A invasão das águas pegou a população de surpresa logo nas primeiras horas do dia</strong>,<strong> </strong>inviabilizando a remoção segura e a proteção dos pertences. Diante das perdas, as famílias locais enfrentam agora um cenário de desamparo, aguardando orientações governamentais e assistência efetiva para realocação segura.</p><h2>Riscos meteorológicos abrangem todo o estado</h2><p>Diante da gravidade dos eventos climáticos, o Instituto Nacional de Meteorologia (<a href="https://portal.inmet.gov.br/" target="_blank">INMET</a>) decidiu renovar o alerta de chuvas intensas. <strong>O aviso agora abrange todos os municípios que compõem o estado da Paraíba</strong>, exigindo atenção redobrada.</p><p>O Cemaden reforçou o prognóstico de instabilidade atmosférica, antecipando novos episódios de precipitação sobre a capital paraibana. Os modelos indicam que <strong>o excesso de umidade continuará a formar zonas de chuva persistente</strong>, agravando o risco de transbordamentos.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="765976" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/temporais-afetam-o-estado-do-ceara-e-fecham-os-principais-pontos-turisticos-de-fernando-de-noronha-veja-imagens.html" title="Temporais afetam o estado do Ceará e fecham os principais pontos turísticos de Fernando de Noronha; veja imagens ">Temporais afetam o estado do Ceará e fecham os principais pontos turísticos de Fernando de Noronha; veja imagens </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/temporais-afetam-o-estado-do-ceara-e-fecham-os-principais-pontos-turisticos-de-fernando-de-noronha-veja-imagens.html" title="Temporais afetam o estado do Ceará e fecham os principais pontos turísticos de Fernando de Noronha; veja imagens "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/temporais-intensos-afetam-o-estado-do-ceara-e-fecham-os-principais-pontos-turisticos-de-fernando-de-noronha-1777299160928_320.jpg" alt="Temporais afetam o estado do Ceará e fecham os principais pontos turísticos de Fernando de Noronha; veja imagens "></a></article></aside><p>As consequências dessa frente instável ultrapassam os limites territoriais de João Pessoa e atingem as cidades do interior. <strong>No município de Campina Grande, no Agreste, a chuva também cai de forma contínua</strong> desde a noite de quinta-feira (29).</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/2026/05/01/fortes-chuvas-provocam-transtornos-em-joao-pessoa-e-moradores-protestam-por-infraestrutura.ghtml" target="_blank">Fortes chuvas provocam transtornos em João Pessoa e moradores protestam por infraestrutura.</a> 01 de maio, 2026. </em></p><p><em><a href="https://g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/2026/04/30/comunidade-ribeirinha-tem-casas-inundadas-apos-fortes-chuvas-na-grande-joao-pessoa.ghtml" target="_blank">Comunidade ribeirinha tem casas inundadas após fortes chuvas, na Grande João Pessoa. </a>30 de abril, 2026. </em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/chuvas-extremas-em-joao-pessoa-geram-alagamentos-deixam-desabrigados-e-mobilizam-manifestacoes-veja-imagens.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Intensa massa de ar frio pode atingir metade do Brasil daqui a 7 dias; veja a tendência]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/intensa-massa-de-ar-frio-pode-atingir-metade-do-brasil-daqui-a-7-dias-veja-a-tendencia.html</link><pubDate>Fri, 01 May 2026 19:11:03 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Previsões indicam que a próxima massa de ar frio será muito mais intensa que as anteriores, afetando até mesmo o norte do país e trazendo possibilidade de precipitação invernal na região Sul.</p><ul><li>Mais informações: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-chega-ao-brasil-amanha-e-provoca-forte-mudanca-do-tempo-veja-a-previsao.html" target="_blank">Frente fria chega ao Brasil amanhã e provoca forte mudança do tempo</a></li></ul><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/intensa-massa-de-ar-frio-pode-atingir-metade-do-brasil-daqui-a-7-dias-veja-a-tendencia-1777652009708.jpg" data-image="hnzvf43alq2r" alt="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa no sábado e no domingo." title="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa no sábado e no domingo."><figcaption>Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa no sábado e no domingo mostram uma massa de ar frio avançando pelo país que fará as temperaturas caírem ao longo dos próximos dias.</figcaption></figure><p>Ao longo deste final de semana, uma<strong> massa de ar frio </strong>estará avançando pelo país e <strong>fará as temperaturas caírem</strong> em parte da região Sul e também da região Sudeste. As mínimas podem atingir valores muito baixos em alguns municípios do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, ocasionando <strong>geadas pontuais</strong>.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>No entanto, essa massa de ar frio não será tão intensa quanto a registrada alguns dias atrás - que foi capaz de causar temperaturas negativas em regiões serranas e geadas generalizadas no Rio Grande do Sul.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Previsões indicam, no entanto, que a próxima massa de ar frio muito intensa <strong>já tem data para acontecer</strong> no Brasil, e pode acontecer daqui a uma semana - atingindo uma área do país <strong>muito mais abrangente do que as massas anteriores</strong>.</p><h2>Nova massa de ar frio avança dia 8</h2><p>A massa de ar frio começa a avançar pelo país <strong>por volta da sexta-feira (8)</strong> da semana que vem, e <strong>avançará de maneira muito abrangente pelo país</strong>. Ao longo dos dias seguintes, o sistema fará as temperaturas caírem não apenas na região Sul, como também no Sudeste, no Centro-Oeste e até mesmo parte do Norte.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/intensa-massa-de-ar-frio-pode-atingir-metade-do-brasil-daqui-a-7-dias-veja-a-tendencia-1777652059331.jpg" data-image="07q6nenjw1be" alt="Previsão de temperaturas no domingo (10) durante a madrugada." title="Previsão de temperaturas no domingo (10) durante a madrugada."><figcaption>Previsão de temperaturas no domingo (10) durante a madrugada mostra que a massa de ar frio terá grande abrangência, fazendo as temperaturas caírem no Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Norte.</figcaption></figure><p>Como podemos observar na imagem acima, <strong>temperaturas abaixo dos 10°C</strong> serão registradas em grande parte da região Sul, onde ainda <strong>há risco de temperaturas negativas</strong> em municípios pontuais e ocorrência de <strong>geadas abrangentes</strong> não só no Rio Grande do Sul, como também em Santa Catarina e no Paraná.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Além disso, uma queda das temperaturas será sentida em<strong> todos os estados da região Sudeste</strong>, especialmente São Paulo, sul de Minas Gerais e sul do Rio de Janeiro, onde <strong>mínimas abaixo dos 10°C</strong> também serão registradas. A exceção é o extremo norte de Minas Gerais e do Espírito Santo, que serão menos afetados pelo frio.</p><div class="texto-destacado">A massa de ar frio pode chegar até mesmo na REGIÃO NORTE, fazendo as temperaturas caírem para patamares mais amenos em Rondônia, Acre e no sul do Amazonas. Isso originará o primeiro episódio de FRIAGEM de 2026 - caracterizado por massas de ar frio muito intensas que conseguem avançar até o norte do Brasil.</div><p>O frio também será sentido em <strong>grande parte do Centro-Oeste</strong>, incluindo a maior parte do Mato Grosso, o sul de Goiás e todo o Mato Grosso do Sul - onde temperaturas <strong>mínimas abaixo dos 10°C</strong> também serão registradas. </p><h2>Há possibilidade de neve no Sul?</h2><p>Previsões indicam ainda que, por volta do sábado (9) da semana que vem, há potencial para <strong>ocorrência de</strong> <strong>precipitação ao mesmo tempo que haverá presença de ar muito frio</strong> na atmosfera. Isso pode ser observado na imagem abaixo, que mostra a presença de chuvas e uma linha verde passando por RS e SC.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/intensa-massa-de-ar-frio-pode-atingir-metade-do-brasil-daqui-a-7-dias-veja-a-tendencia-1777652120244.jpg" data-image="ss9g534j1fg4" alt="Previsão de pressão, vento, nuvens, precipitação e densidade atmosférica sábado que vem (9)." title="Previsão de pressão, vento, nuvens, precipitação e densidade atmosférica sábado que vem (9)."><figcaption>Previsão de pressão, vento, nuvens, precipitação e densidade atmosférica sábado que vem (9) mostra que existem condições e possibilidade de formação de precipitação invernal no sul.</figcaption></figure><p>Ainda é muito cedo para afirmar com certeza, já que os modelos ainda estão alterando bastante a posição destes sistemas - mas esse tipo de combinação está, geralmente, <strong>associada a precipitação invernal</strong>, como chuva congelada, chuva congelante, e <strong>até mesmo neve</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="273341" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/o-que-sao-precipitacoes-invernais.html" title="O que são precipitações invernais?">O que são precipitações invernais?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/o-que-sao-precipitacoes-invernais.html" title="O que são precipitações invernais?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/o-que-sao-precipitacoes-invernais-273341-1_320.jpg" alt="O que são precipitações invernais?"></a></article></aside><p>Por isso, não se descarta a possibilidade de que esse tipo de fenômeno seja registrado no <strong>Rio Grande do Sul</strong> e em<strong> Santa Catarina</strong> no final de semana que vem, <strong>entre os dias 9 e 10 de Maio</strong>. No entanto, para ter certeza, é importante acompanhar as próximas atualizações da previsão, onde será possível observar as condições meteorológicas com maior clareza.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/intensa-massa-de-ar-frio-pode-atingir-metade-do-brasil-daqui-a-7-dias-veja-a-tendencia.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[SP e RJ sofrem intensas mudança neste fim de semana com passagem de frente fria]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/sp-e-rj-sofrem-intensas-mudanca-neste-fim-de-semana-com-passagem-de-frente-fria.html</link><pubDate>Fri, 01 May 2026 18:09:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma nova frente fria avança pelo centro-sul do Brasil neste fim de semana e vai provocar intensa mudança do tempo neste domingo, 3 de maio. Há alerta de chuvas intensas e de queda nas temperaturas.</p><ul><li>Mais previsão: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-chega-ao-brasil-amanha-e-provoca-forte-mudanca-do-tempo-veja-a-previsao.html">Frente fria chega ao Brasil amanhã e provoca forte mudança do tempo; veja a previsão</a> </li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xa7r91w"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xa7r91w.jpg" id="xa7r91w"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Uma frente fria está em processo de formação nesta sexta-feira (1) que já vem provocando <strong>chuvas intensas e tempestades </strong>no Rio Grande do Sul. O sistema formado avança pela Região Sul ao longo do sábado (2) juntamente com uma massa de ar frio e chega ao Sudeste entre o fim da noite e a madrugada do domingo (3).</p><h2>A frente fria muda o tempo em São Paulo e no Rio de Janeiro</h2><p>Na madrugada do domingo (3), a frente fria atua de forma costeira e mais afastada no oceano, <strong>o que permite a influência também da massa de ar frio</strong>. Assim, além de trazer ventos frios, há a ocorrência de chuvisco ou chuva fraca para o leste de São Paulo, <strong>abrangendo todo o litoral e região metropolitana da capital paulista.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/sp-e-rj-sofrem-intensas-mudanca-neste-fim-de-semana-com-passagem-de-frente-fria-1777649591092.jpg" data-image="c1q0mdmu3cpj" alt="previsão do tempo" title="previsão do tempo"><figcaption>Previsão de chuva para a amanhã do domingo, 2 de maio. Circulação promovida pela massa de ar frio favorece as chuvas intensas sobre o leste de São Paulo e sobre o Rio de Janeiro. </figcaption></figure><p><strong>No início da manhã</strong>, a frente fria atua na altura do Rio de Janeiro e, juntamente com os eventos de sul e sudeste que transportam umidade do oceano, <strong>potencializa as chuvas no leste de São Paulo e sobre o território fluminense</strong>. Assim, há alerta de chuvas intensas e elevado acumulado em poucas horas, que podem <strong>resultar em alagamentos e inundações</strong>, principalmente no litoral norte de São Paulo e na região entre o sul do Rio de Janeiro até a capital fluminense e região serrana.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p><strong>No período da tarde</strong>, a ligeira sensação de frio continua com temperaturas que não passam dos 22°C no leste paulista e em todo o estado do Rio de Janeiro. As chuvas diminuem no litoral de São Paulo e<strong> atuam com fraca intensidade ou chuvisco</strong>. Na capital paulista, o tempo segue nublado com baixa chance de chuva. Já no Rio de Janeiro, os alertas de chuvas intensas se mantêm, com <strong>manutenção de transtornos como alagamentos e inundações</strong>. No período da noite, a intensidade das chuvas diminui e o frio se intensifica, principalmente no leste paulista.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/sp-e-rj-sofrem-intensas-mudanca-neste-fim-de-semana-com-passagem-de-frente-fria-1777649497164.jpg" data-image="04bxf24dfp9j" alt="previsão do tempo alerta chuvas intensas" title="previsão do tempo alerta chuvas intensas"><figcaption>Acumulado de precipitação o início da semana, sendo que 90% das chuvas acontecem no domingo, 2 de maio, no leste de São Paulo e no Rio de Janeiro, com potencial de quase 100 mm.</figcaption></figure><p>No início da semana, o efeito da frente fria não existe mais, somente a massa de ar frio que atua no oceano e não contribui mais para o transporte de umidade e, consequentemente, para a redução do potencial de chuvas.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/sp-e-rj-sofrem-intensas-mudanca-neste-fim-de-semana-com-passagem-de-frente-fria.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Massa de ar frio vai atingir o Sul e o Sudeste e chega neste fim de semana; saiba o que esperar]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/massa-de-ar-frio-vai-atingir-o-sul-e-o-sudeste-e-chega-neste-fim-de-semana-saiba-o-que-esperar.html</link><pubDate>Fri, 01 May 2026 16:06:34 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O final de semana irá contar com a chegada de uma nova massa de ar frio sobre algumas regiões do Brasil. A tendência é de que as temperaturas diminuam ao longo das manhãs e também das tardes no Sul e Sudeste</p><ul><li>Veja também: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/alertas-de-tempo-severo-chuva-forte-e-sol-marcam-o-feriado-do-dia-do-trabalhador-veja-como-vai-ser.html" target="_blank">Alertas de tempo severo, chuva forte e sol marcam o Feriado do Dia do Trabalhador; veja como vai ser</a></li></ul><ul></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xa7rbla"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xa7rbla.jpg" id="xa7rbla"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Uma nova <strong>frente fria</strong> chega ao Sul do Brasil, trazendo mudanças no tempo, principalmente sobre o <strong>Rio Grande do Sul</strong>. O estado, que nos últimos dias teve <strong>tempo firme e estável</strong>, já registra alterações desde o início da manhã, com maior presença de <strong>nuvens carregadas</strong> e <strong>pancadas de chuva</strong> nas últimas horas.</p><p> A tendência é que o <strong>sistema frontal</strong> avance em direção ao <strong>Oceano Atlântico</strong>, mas ainda provoque <strong>volumes consideráveis de chuva</strong> em estados como <strong>Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro</strong>. Há <strong>risco de chuvas intensas e tempestades</strong>, deixando os moradores em estado de <strong>atenção e alerta</strong> para possíveis transtornos neste fim de semana. </p><div class="texto-destacado">Quer receber esta e outras informações sobre a previsão do tempo? Acompanhe o nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Com o avanço da frente fria, na retaguarda ocorre a entrada de uma <strong>massa de ar frio</strong>, que provocará <strong>queda nas temperaturas</strong> nas regiões <strong>Sul e Sudeste</strong> do Brasil. Confira a previsão para este fim de semana, com detalhes sobre <strong>temperaturas mínimas e máximas</strong> e os impactos do sistema na sua região.</p><h2>Ar polar chega ao Brasil neste sábado</h2><p>O modelo de confiança da Meteored | Tempo.com indica a chegada de uma <strong>massa de ar polar</strong> no início da tarde deste sábado (2), sobre o extremo sul do <strong>Rio Grande do Sul</strong>. Nessa região, as máximas não devem superar os <strong>20°C</strong> e caem rapidamente ao longo da tarde, chegando a cerca de <strong>13°C</strong> e, no fim do dia, podendo atingir <strong>7°C</strong>, especialmente na região de <strong>Bagé/RS</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/massa-de-ar-frio-vai-atingir-o-sul-e-o-sudeste-e-chega-neste-fim-de-semana-saiba-o-que-esperar-1777650901708.jpg" data-image="cbkwvmy9khv5" alt="Anomalia em 850 hPa." title="Anomalia em 850 hPa."><figcaption>Massa de ar frio será mais intensa na costa do Sul do Brasil. Temperaturas despencam a partir da tarde deste sábado (2).</figcaption></figure><p>Nos demais municípios gaúchos, as temperaturas ainda podem alcançar <strong>23°C</strong>, influenciadas pela presença de nuvens, o que mantém uma sensação mais <strong>amena</strong>. No entanto, o avanço do ar frio será rápido, provocando uma <strong>queda acentuada</strong>, com temperaturas entre <strong>11°C e 14°C</strong> ao final da noite de sábado (2).</p><p>A massa de ar frio avança, mas não de forma uniforme sobre toda a <strong>Região Sul</strong>. No domingo (3), o ar polar continua seu deslocamento, afetando com maior intensidade áreas do <strong>litoral do Sul e Sudeste</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/massa-de-ar-frio-vai-atingir-o-sul-e-o-sudeste-e-chega-neste-fim-de-semana-saiba-o-que-esperar-1777650913883.jpg" data-image="cy27gqlru4d0" alt="Mínima prevista para este domingo (3)." title="Mínima prevista para este domingo (3)."><figcaption>Mínima prevista para a manhã deste domingo (3).</figcaption></figure><p>O amanhecer de domingo (3) será <strong>gelado</strong>, especialmente no <strong>Rio Grande do Sul</strong>, sul e leste de <strong>Santa Catarina</strong>, com temperaturas entre <strong>2</strong><strong>°C e 8°C</strong>. No restante do estado catarinense, assim como no sul, sudoeste e leste do <strong>Paraná</strong>, as temperaturas serão mais <strong>amenas</strong>, variando entre <strong>10°C e 16°C</strong>.</p><div class="texto-destacado">Há risco de geadas, com intensidade entre fraca e moderada no Rio Grande do Sul, e forte em áreas de serra. Nessas regiões, entre a serra gaúcha e catarinense, os termômetros se aproximam de 0°C e, em alguns pontos, as temperaturas ficam negativas.</div><p>Ao longo da tarde de domingo (3), a massa de ar frio avança para o <strong>Sudeste do Brasil</strong>, mantendo as temperaturas <strong>amenas</strong>. As áreas mais afetadas serão o <strong>leste de São Paulo</strong>, o <strong>Sul de Minas</strong> e o <strong>Rio de Janeiro</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/massa-de-ar-frio-vai-atingir-o-sul-e-o-sudeste-e-chega-neste-fim-de-semana-saiba-o-que-esperar-1777650963328.jpg" data-image="bpbw0zxxjehb" alt="Massa de ar frio afeta leste do Sudeste do Brasil. Temperaturas diminuem a partir da tarde deste domingo (3)." title="Massa de ar frio afeta leste do Sudeste do Brasil. Temperaturas diminuem a partir da tarde deste domingo (3)."><figcaption>Massa de ar frio afeta leste do Sudeste do Brasil. Temperaturas diminuem a partir da tarde deste domingo (3).</figcaption></figure><p>Nessas regiões, os termômetros não devem superar os <strong>22°C</strong>, contrastando com os últimos dias, quando as temperaturas chegaram aos <strong>30°C</strong>. Esse cenário evidencia um <strong>forte contraste térmico</strong> no Sudeste, com diferenças que podem chegar a <strong>13°C</strong> entre o oeste e o leste de <strong>São Paulo</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/massa-de-ar-frio-vai-atingir-o-sul-e-o-sudeste-e-chega-neste-fim-de-semana-saiba-o-que-esperar.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria chega ao Brasil amanhã e provoca forte mudança do tempo; veja a previsão]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-chega-ao-brasil-amanha-e-provoca-forte-mudanca-do-tempo-veja-a-previsao.html</link><pubDate>Fri, 01 May 2026 13:36:33 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Frente fria avança pelo Brasil com risco de chuvas intensas, tempestades e acumulados elevados no Sul e Sudeste neste fim de semana</p><ul><li>Mais informações: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/super-el-nino-pode-estar-mais-proximo-do-que-se-pensava.html" target="_blank">Super El Niño pode estar mais próximo do que se pensava </a></li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xa7qqqq"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xa7qqqq.jpg" id="xa7qqqq"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Uma<strong> frente fria está em processo de formação </strong>nesta sexta-feira (1). Entre sexta-feira (1) e domingo (3) o sistema irá trazer episódios de<strong> chuvas extremas</strong> nas <strong>regiões Sul e Sudeste</strong> do Brasil.</p><p>O<strong> maior alerta </strong>está sobre o <strong>Rio Grande do Sul</strong>, onde um <strong>intenso</strong> <strong>rio atmosférico</strong> transporta uma quantidade grande de vapor d’água, e pode provocar acumulados de chuva de quase <strong>200 mm</strong> somente neste feriado do<strong> Dia do Trabalhador. </strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-chega-ao-brasil-amanha-e-provoca-forte-mudanca-do-tempo-veja-a-previsao-1777641820848.png" data-image="fu7jfcde9l3s" alt="Previsão de rio atmosférico nesta sexta-feira (1), segundo o EMCWF." title="Previsão de rio atmosférico nesta sexta-feira (1), segundo o EMCWF."><figcaption>Previsão de rio atmosférico nesta sexta-feira (1), segundo o EMCWF.</figcaption></figure><p>Entre sábado (2) e o domingo (3) o sistema avança até a região <strong>Sudeste</strong>, onde ganha força novamente, podendo acumular entre<strong> 50 e 80 mm </strong>de chuva na faixa leste de <strong>São Paulo e Rio de Janeiro </strong>ao longo do<strong> domingo (3)</strong>. Confira os detalhes.</p><h2>Alerta de tempestades e chuvas extremas</h2><p>O<strong> índice de previsão extrema (EFI)</strong> do modelo <strong>ECMWF</strong> para a <strong>precipitação</strong> é um indicador de <strong>eventos</strong> que podem ser<strong> ‘incomuns’ ou ‘extremos’</strong>. O EFI utiliza como referência uma medida estatística chamada quantil 99, que funciona como um indicador de eventos extremos. Na prática, esse valor representa um nível de chuva que é superado em apenas 1% dos casos dentro do histórico climático de cada região.</p><p>De forma simples: quando a previs��o aponta acumulados acima desse limite, significa que a <strong>chuva diária prevista</strong> está <strong>entre as mais raras</strong> já registradas para aquela área, reforçando o risco de um episódio extremo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-chega-ao-brasil-amanha-e-provoca-forte-mudanca-do-tempo-veja-a-previsao-1777641846281.png" data-image="1a7yji2n7bvb" alt="EFI do modelo ECMWF para a precipitação entre sexta (1) e domingo (3). Créditos: Elaborado por Meteored/Fonte: ECMWF." title="EFI do modelo ECMWF para a precipitação entre sexta (1) e domingo (3). Créditos: Elaborado por Meteored/Fonte: ECMWF."><figcaption>EFI do modelo ECMWF para a precipitação entre sexta (1) e domingo (3). Créditos: Elaborado por Meteored/Fonte: ECMWF.</figcaption></figure><p>Os<strong> mapas acima </strong>mostram o <strong>EFI</strong> para <strong>precipitação</strong> entre <strong>sexta-feira (1) e domingo (3)</strong>, ressaltando um <strong>alerta</strong> para o<strong> Rio Grande do Sul </strong>e a <strong>faixa leste</strong> da região <strong>Sudeste</strong>, entre São Paulo e Rio de Janeiro. </p><p>No<strong> Rio Grande do Sul</strong>, <strong>tempestades</strong> <strong>severas</strong> estão previstas sobre o estado ao longo de toda a sexta-feira (1), com risco de queda <strong>granizo</strong> e <strong>rajadas intensas </strong>de <strong>vento</strong>, com<strong> perigo potencial</strong> à população e infraestruturas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-chega-ao-brasil-amanha-e-provoca-forte-mudanca-do-tempo-veja-a-previsao-1777641870773.png" data-image="tu490oxwp2yt" alt="Previsão de tempestades nesta sexta-feira (1), segundo o ECMWF." title="Previsão de tempestades nesta sexta-feira (1), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de tempestades nesta sexta-feira (1), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>Ao longo do <strong>sábado (2)</strong>, conforme o sistema avança, <strong>tempestades</strong> estão previstas para a <strong>metade norte do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná</strong>, podendo ser mais intensas na parte oeste do território catarinense e paranaense. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-chega-ao-brasil-amanha-e-provoca-forte-mudanca-do-tempo-veja-a-previsao-1777641895191.png" data-image="n4dlyc3ech4q" alt="Anomalia de temperatura da superfície do mar em 29 de abril (esquerda) e tendência de temperatura da superfície do mar nos últimos 7 dias (direita), destacando a costa Sul/Sudeste dentro do círculo. Créditos: Elaborado por Meteored/Adaptado de NOAA." title="Anomalia de temperatura da superfície do mar em 29 de abril (esquerda) e tendência de temperatura da superfície do mar nos últimos 7 dias (direita), destacando a costa Sul/Sudeste dentro do círculo. Créditos: Elaborado por Meteored/Adaptado de NOAA."><figcaption>Anomalia de temperatura da superfície do mar em 29 de abril (esquerda) e tendência de temperatura da superfície do mar nos últimos 7 dias (direita), destacando a costa Sul/Sudeste dentro do círculo. Créditos: Elaborado por Meteored/Adaptado de NOAA.</figcaption></figure><p>No <strong>domingo (3)</strong>, tempestades ainda podem se formar no centro-oeste do Paraná, mas devem ter intensidade menor. Enquanto isso, as <strong>águas aquecidas do Oceano Atlântico</strong> entre a<strong> costa Sul e Sudeste</strong>, com tendência de aquecimento principalmente entre São Paulo e Rio de Janeiro,<strong> fortalecem a convecção</strong> sobre a <strong>faixa leste do Sudeste</strong>. Um oceano mais aquecido favorece a evaporação, e mais vapor d’água é injetado na atmosfera.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-chega-ao-brasil-amanha-e-provoca-forte-mudanca-do-tempo-veja-a-previsao-1777641920231.png" data-image="ods6sp5a5oxw" alt="Previsão de chuva para domingo (3), segundo o ECMWF." title="Previsão de chuva para domingo (3), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de chuva para domingo (3), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>As <strong>chuvas</strong> serão <strong>intensas</strong> na faixa leste de<strong> São Paulo</strong> e, principalmente, no <strong>Rio de Janeiro</strong>, incluindo a capital fluminense. A <strong>população</strong> deve estar em <strong>alerta</strong> para <strong>alagamentos</strong>, <strong>inundações</strong> e <strong>transbordamentos de córregos</strong>, especialmente aqueles que vivem em áreas mais vulneráveis e com histórico de alagamentos.</p><h2>Acumulados de chuva podem causar transtornos</h2><p>Os<strong> acumulados de chuva previstos entre sexta-feira (1) e domingo (3)</strong> podem <strong>superar 150 mm</strong> na metade oeste do<strong> Rio Grande do Sul</strong>, segundo a rodada mais recente do modelo ECWMF, de confiança da Meteored. A maior parte deste volume está prevista para esta sexta-feira (1), e são esperados alagamentos, inundações e enchentes.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-chega-ao-brasil-amanha-e-provoca-forte-mudanca-do-tempo-veja-a-previsao-1777641945126.png" data-image="8yrvtxmbtdyd" alt="Previsão de chuva acumulada até o final de domingo (3), segundo o ECMWF." title="Previsão de chuva acumulada até o final de domingo (3), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de chuva acumulada até o final de domingo (3), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>Na<strong> faixa leste de São Paulo e Rio de Janeiro</strong> os acumulados previstos variam entre<strong> 40 mm e 80 mm</strong>, bem mais baixos que para o Rio Grande do Sul, mas ainda assim <strong>preocupantes</strong> por, pelo menos, duas razões. </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!<br></div><p>Primeiro que este <strong>volume</strong> está <strong>previsto</strong> ocorrer em <strong>24 horas</strong>, o que representa <strong>chuvas intensas</strong> com <strong>potencial de transtornos</strong>. Segundo que esta <strong>região</strong> é a <strong>mais urbanizada</strong> do país, onde o <strong>solo</strong> é <strong>impermeabilizado</strong> por concreto e dificulta a infiltração das chuvas, potencializando alagamentos. Além disso, estas regiões são as <strong>mais populosas</strong>, então o evento <strong>afeta mais pessoas ao mesmo tempo.</strong></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-chega-ao-brasil-amanha-e-provoca-forte-mudanca-do-tempo-veja-a-previsao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Decore sua casa sem riscos: com quais plantas seu animal de estimação pode conviver em segurança?]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/decore-sua-casa-sem-riscos-com-quais-plantas-seu-animal-de-estimacao-pode-conviver-em-seguranca.html</link><pubDate>Fri, 01 May 2026 12:04:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Uma casa verde e aconchegante também deve ser segura para seus animais de estimação: descubra quais plantas escolher e quais evitar para uma convivência segura.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/arreda-la-tua-casa-senza-rischi-con-quali-piante-il-tuo-animale-domestico-puo-convivere-1774740145151.jpeg" data-image="abyzxojchkv7"><figcaption>Plantas, terras e vasos despertam a curiosidade de cães e gatos domésticos.</figcaption></figure><p>Cães, gatos, coelhos, furões, porquinhos-da-índia, pássaros, tartarugas e chinchilas: os <strong>animais de estimação</strong> que compartilham nossas casas são inúmeros e, muitas vezes, têm a liberdade de circular de um cômodo para o outro. Em um<strong> ambiente doméstico bem projetado</strong>, cada elemento, incluindo as plantas, deve contribuir para o seu bem-estar.</p><p>A curiosidade natural dos animais os leva a explorar, cheirar e, às vezes, mordiscar o que os rodeia. As <strong>plantas</strong>, com suas formas, cores e movimentos, os atraem fortemente.</p><p>No entanto, <strong>algumas espécies podem ser irritantes ou tóxicas, representando um risco real para os pets</strong>. Felizmente, existem várias alternativas seguras que permitem combinar o apelo estético com a tranquilidade.</p><h2>Substâncias tóxicas: o que torna uma planta perigosa</h2><p>Plantas potencialmente nocivas para animais de estimação contêm diversos compostos químicos de defesa. Entre os mais comuns estão os<strong> oxalatos de cálcio</strong> (presentes em muitas aráceas), alcaloides, saponinas e glicosídeos.</p><div class="texto-destacado">Essas substâncias podem causar irritação na boca, salivação excessiva, vômitos, diarreia e, em casos mais graves, distúrbios neurológicos e cardíacos.</div><p>O <strong>grau de perigo depende da espécie da planta, da quantidade ingerida e do tamanho do animal</strong>: um pequeno roedor, por exemplo, é mais vulnerável do que um cão de grande porte.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/arreda-la-tua-casa-senza-rischi-con-quali-piante-il-tuo-animale-domestico-puo-convivere-1774739470831.jpeg" data-image="ok8b867jmnwy"><figcaption>Machucados na superfície das folhas ou caules de diversas plantas podem liberar látex, uma substância esbranquiçada que pode ser irritante ao contato.</figcaption></figure><p>Mesmo quando o risco surge apenas após uma exposição relativamente alta, é sempre preferível evitar qualquer contato ou ingestão.</p><h2>Plantas a evitar: preste atenção ao seu entorno</h2><p><strong>Plantas de interior</strong>: entre as variedades mais comuns e potencialmente tóxicas estão a <strong>ficus </strong>(particularmente devido à sua seiva irritante), <strong>comigo-ninguém-pode</strong> (Dieffenbachia), <strong>jibóia </strong>(Pothos),<strong> costela-de-Adão</strong> (Monstera), <strong>filodendro </strong>ou babosa-de-pau (Philodendron), <strong>lírio-da-paz</strong> (Spathiphyllum) e <strong>espada de São Jorge (</strong>Sansevieria).</p><p>Estas são plantas altamente decorativas, mas <strong>devem ser mantidas fora do alcance de animais</strong> — ou, melhor ainda, evitadas completamente na presença deles.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/arreda-la-tua-casa-senza-rischi-con-quali-piante-il-tuo-animale-domestico-puo-convivere-1774739657645.jpeg" data-image="0bh23eoz2x2s"><figcaption>É melhor manter distância: a <em>Dieffenbachia</em> é ornamental, mas pode ser tóxica para gatos.</figcaption></figure><p><strong>Em ambientes externos </strong>(varandas, terraços e jardins): <strong>oleandro, azaleia, ciclâmen, hortênsia, hera e tulipas</strong> podem ser perigosas. Mesmo certas plantas aromáticas, se ingeridas em grandes quantidades, podem causar reações adversas.</p><h2>Plantas seguras: beleza sem riscos</h2><p><strong>Em ambientes internos</strong> (plantas de casa): entre as opções mais seguras estão a <strong>calathea </strong>(ou maranta), <strong>samambaias </strong>(como a <em>Nephrolepis</em>), a palmeira-areca (<em>Dypsis lutescens</em>), a <strong>palmeira-bambu</strong> (Chamaedorea) e a <strong>Planta-Chinesa-do-Dinheiro</strong> (Pilea).</p><p>Essas são plantas decorativas, geralmente fáceis de cultivar e <strong>sem toxicidade significativa</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/arreda-la-tua-casa-senza-rischi-con-quali-piante-il-tuo-animale-domestico-puo-convivere-1774739847366.jpeg" data-image="1vjwmcedlpxe"><figcaption>As samambaias são plantas elegantes e geralmente seguras para animais de estimação: uma excelente opção para adicionar verde à sua casa sem correr riscos.</figcaption></figure><p>Em <strong>áreas externas</strong> (varandas e jardins): ervas aromáticas, como manjericão, salsa e alecrim, geralmente são seguras. <strong>Girassóis, violetas, petúnias</strong> e certas <strong>gramíneas ornamentais </strong>também são opções adequadas para espaços frequentados por animais.</p><h2>Dicas úteis para uma coexistência harmoniosa</h2><p>Mesmo com plantas consideradas seguras, é importante tomar certas <strong>precauções</strong>. <strong>Colocar os vasos em locais elevados ou de difícil acesso </strong>reduz o risco de contato.</p><p>Os <strong>vasos devem ser estáveis e bem equilibrados</strong> para evitar que tombem acidentalmente. No caso de cães e gatos, o treinamento gradual é útil para que se acostumem a não cavar na terra ou brincar com as folhas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/arreda-la-tua-casa-senza-rischi-con-quali-piante-il-tuo-animale-domestico-puo-convivere-1774739920056.jpeg" data-image="rr14yml28a7l"><figcaption>É possível treinar cães e gatos para conviverem com plantas de interior e, com paciência, isso pode produzir excelentes resultados.</figcaption></figure><p>Outra precaução é <strong>evitar o uso de pratinhos de vasos com água parada</strong>, bem como<strong> usar um substrato livre de produtos químicos</strong> ou fertilizantes agressivos.</p><h2>Plantas seguras para terrários, recintos e viveiros</h2><p><strong>Répteis e anfíbios</strong>: plantas como a <strong>jiboia </strong>(apenas em ambientes controlados onde não possam ser ingeridas), <strong>samambaias </strong>tropicais e <strong>bromélias </strong>são frequentemente usadas para criar ambientes naturais e úmidos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/arreda-la-tua-casa-senza-rischi-con-quali-piante-il-tuo-animale-domestico-puo-convivere-1774740039752.jpeg" data-image="orpm3ezeg8yo"><figcaption>As plantas verdes são elementos essenciais para a criação de terrários destinados a abrigar pequenos répteis e anfíbios.</figcaption></figure><p><strong>Aves</strong>: espécies como a planta-aranha ou <strong>clorofito </strong>(<em>Chlorophytum comosum</em>), <strong>samambaias </strong>e certas ervas aromáticas são geralmente bem toleradas e ajudam a tornar o ambiente mais estimulante.</p><p><strong>Pequenos mamíferos</strong> (coelhos, porquinhos-da-índia, chinchilas): ervas comestíveis como <strong>dente-de-leão, tanchagem e trevo</strong> são ideais, além de enriquecerem sua dieta. Em qualquer caso, é essencial sempre verificar a compatibilidade específica entre a planta e a espécie animal.</p><h2>Um lar feito sob medida para plantas e animais</h2><p>Os animais de estimação enriquecem nossas vidas com afeto e companhia, enquanto as plantas nos dão beleza, cor e satisfação duradoura.</p><p>Criar um ambiente que acolha ambos em segurança significa organizar a sua casa e os seus espaços com plena consciência: <strong>selecionar as espécies de plantas certas e adotar precauções pequenas, mas essenciais</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/arreda-la-tua-casa-senza-rischi-con-quali-piante-il-tuo-animale-domestico-puo-convivere-1774740261309.jpeg" data-image="03v1mngigm1h"><figcaption>Os animais de estimação oferecem afeto, enquanto as plantas proporcionam cor e vitalidade: um equilíbrio harmonioso, possível apenas através da coexistência segura entre os mundos animal e vegetal.</figcaption></figure><p>Uma casa projetada pensando tanto em plantas quanto em animais não só é possível, como pode se tornar um <strong>espaço harmonioso, vibrante e profundamente gratificante</strong>.</p><p>As informações aqui fornecidas são apenas para fins informativos gerais e não substituem a consulta com um veterinário. Em caso de dúvidas, observação de sintomas suspeitos ou antes de introduzir novas plantas em espaços compartilhados com animais de estimação, é sempre recomendável consultar um profissional qualificado.<em></em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/decore-sua-casa-sem-riscos-com-quais-plantas-seu-animal-de-estimacao-pode-conviver-em-seguranca.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Incerteza no campo: 6 a cada 10 cidades do Brasil já mudaram época de plantio por causa do clima]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/incerteza-no-campo-6-a-cada-10-cidades-do-brasil-ja-mudaram-epoca-de-plantio-por-causa-do-clima.html</link><pubDate>Fri, 01 May 2026 10:09:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Atualização do Zarc mostra que o calendário de plantio mudou em 3.285 municípios brasileiros, com impactos sobre soja, milho safrinha, crédito rural e seguro agrícola em áreas onde a janela produtiva ficou mais curta.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/incerteza-no-campo-6-a-cada-10-cidades-do-brasil-ja-mudaram-epoca-de-plantio-por-causa-do-clima-1777474640524.jpg" data-image="3gqqy01k9tbn" alt="Zarc, EMBRAPA, pesquisa, tempo" title="Zarc, EMBRAPA, pesquisa, tempo"><figcaption>Mudanças no calendário de plantio aumentam a importância do planejamento climático para reduzir perdas no campo brasileiro.</figcaption></figure><p>O calendário agrícola brasileiro está mudando, e essa transformação já aparece em uma das ferramentas mais importantes para orientar o plantio no país. <strong>Uma atualização do Zoneamento Agrícola de Risco Climático, o Zarc, indicou alterações nas janelas de plantio em 3.285 municípios,</strong> quase 60% do total analisado. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>O dado chama atenção porque mexe com uma decisão básica para o produtor: o melhor momento para colocar a semente no solo.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Na prática, isso significa que a chuva, <strong>a temperatura e a disponibilidade de água no solo já não oferecem as mesmas condições observadas em levantamentos anteriores.</strong> O Zarc, elaborado com participação da Embrapa e usado pelo Ministério da Agricultura, serve para indicar períodos de plantio com menor risco climático, além de orientar crédito rural, Proagro e seguro agrícola. </p><h2>Janelas menores preocupam parte do Sudeste e do Nordeste </h2><p>A mudança mais sensível ocorre onde a janela de plantio ficou mais curta. <strong>Segundo os dados divulgados a partir da atualização do Zarc, 1.474 municípios tiveram redução do período recomendado</strong>, com destaque para áreas do Sudeste e do Nordeste, principalmente em faixas de transição entre regiões mais úmidas e zonas mais secas. Esse encurtamento é importante porque reduz a margem de segurança do produtor.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/incerteza-no-campo-6-a-cada-10-cidades-do-brasil-ja-mudaram-epoca-de-plantio-por-causa-do-clima-1777474988824.jpg" data-image="45im5ry3wl38" alt="ZARC, plantío, janelas de plantío" title="ZARC, plantío, janelas de plantío"><figcaption>Janelas de plantio mais curtas podem afetar o manejo da safra e a segurança da produção agrícola.</figcaption></figure><p>Quando há menos dias favoráveis para plantar, qualquer atraso pesa mais. <strong>Uma chuva fora de hora, uma estiagem no começo da safra ou a demora na colheita anterior</strong> podem empurrar o cultivo para fora do período considerado ideal. Isso aumenta o risco de perdas por seca, calor, excesso de chuva ou falta de água em fases críticas da lavoura.</p><h2>Segunda safra pode ficar mais difícil de encaixar </h2><p>O impacto não se limita à primeira semeadura. <strong>Em várias regiões agrícolas, o produtor depende de uma sequência apertada: planta soja, colhe e logo depois entra com o milho safrinha ou outra cultura</strong>. Quando a janela diminui, essa engrenagem perde folga, e o risco de plantar a segunda safra tarde demais aumenta.</p><div class="texto-destacado">Esse ponto é decisivo porque a segunda safra representa uma parte importante da produção brasileira de grãos. </div><p>Em anos de calendário comprimido, o produtor pode precisar escolher entre plantar mais cedo, mesmo com solo ainda pouco favorável, ou esperar melhores condições e correr o risco de pegar seca ou frio no fim do ciclo. Entre os principais efeitos práticos estão:</p><ul> <li><strong>menor margem para corrigir atrasos no plantio;</strong></li> <li><strong>maior risco na implantação do milho safrinha;</strong></li> <li>aumento da dependência de previsões de curto prazo;</li> <li><strong>mais atenção ao seguro rural e ao crédito agrícola;</strong></li> <li>necessidade de escolher cultivares mais ajustadas ao novo calendário.</li> </ul><p>A atualização também mostra que 1.811 municípios tiveram ampliação da janela de plantio, principalmente no Norte e no Sul. Ainda assim, esse número não significa que o risco climático desapareceu. <strong>Em muitos casos, a ampliação pode refletir a entrada de novas séries históricas e uma base de dados mais robusta</strong>, não apenas uma melhora simples das condições agrícolas.</p><h2>Planejamento no campo passa a depender ainda mais do clima </h2><p><strong>O Zarc não é uma previsão do tempo, mas ajuda a transformar o histórico climático em decisão prática</strong>. Ele considera tipo de solo, ciclo das cultivares e comportamento climático para indicar os períodos de menor risco. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Por isso, quando o zoneamento muda, o sinal para o campo é claro: o calendário produtivo precisa ser revisto com mais frequência.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Esse ajuste deve ganhar importância nos próximos anos. <strong>O produtor que acompanha apenas a tradição local pode perder precisão</strong> diante de um clima mais irregular. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="752300" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/zarc-da-cana-mapa-atualiza-as-janelas-de-plantio-veja-como-evitar-perda-de-cobertura.html" title="ZARC da cana: MAPA atualiza as janelas de plantio; veja como evitar perda de cobertura">ZARC da cana: MAPA atualiza as janelas de plantio; veja como evitar perda de cobertura</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/zarc-da-cana-mapa-atualiza-as-janelas-de-plantio-veja-como-evitar-perda-de-cobertura.html" title="ZARC da cana: MAPA atualiza as janelas de plantio; veja como evitar perda de cobertura"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/zarc-da-cana-mapa-atualiza-janelas-de-plantio-veja-como-evitar-perda-de-cobertura-1770083862651_320.jpg" alt="ZARC da cana: MAPA atualiza as janelas de plantio; veja como evitar perda de cobertura"></a></article></aside><p><strong>Já quem cruza o Zarc com a previsão de 7 dias, boletins oficiais e manejo adequado consegue reduzir riscos</strong>, ajustar datas e proteger melhor o investimento. O plantio, cada vez mais, deixa de ser apenas uma decisão de costume e passa a ser uma escolha estratégica guiada pelo clima.</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em><a href="https://www.embrapa.br/en/international" target="_blank">Zarc completa 30 anos e celebração ocorre em reunião técnica</a>. 27 de abril, 2026. EMBRAPA.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/incerteza-no-campo-6-a-cada-10-cidades-do-brasil-ja-mudaram-epoca-de-plantio-por-causa-do-clima.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[NASA revela o sucessor do Hubble: telescópio romano mapeará o Universo 100 vezes mais rápido]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/nasa-revela-o-sucessor-do-hubble-telescopio-romano-mapeara-o-universo-100-vezes-mais-rapido.html</link><pubDate>Fri, 01 May 2026 09:02:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>O Roman é o telescópio mais recente da NASA, apresentado recentemente; ele pode explorar vastas extensões do universo, procurando planetas fora do nosso sistema solar e coletando informações sobre energia escura e matéria escura, entre outros dados.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-nasa-presenta-al-sucesor-del-hubble-el-telescopio-roman-que-mapeara-el-universo-100-veces-mas-rapido-1777282030562.jpg" data-image="aog9s0o6kow9" alt="Nasa." title="Nasa."><figcaption>A NASA apresenta o sucessor do Hubble: o telescópio Roman, que mapeará o universo 100 vezes mais rápido. Fonte: NASA</figcaption></figure><p>O <strong>Telescópio Espacial Roman</strong>, da <strong>NASA</strong>, que custou mais de US$ 4 bilhões e levou mais de uma década para ser construído, recebeu o nome da astrônoma Nancy Grace Roman, apelidada de "Mãe do Hubble" por seu papel no desenvolvimento deste icônico telescópio espacial.</p><p>Espera-se que este novo telescópio<strong> descubra dezenas de milhares de planetas fora do nosso sistema solar</strong>, potencialmente ajudando a esclarecer quantos podem existir no universo. Além disso, este telescópio de 12 metros de comprimento permitirá que os cientistas<strong> investiguem os mistérios da matéria escura e da energia escura</strong>.</p><p>"Roman dará à Terra um novo atlas do universo", disse o administrador da NASA, Jared Isaacman, durante uma coletiva de imprensa no Centro de Voos Espaciais Goddard, em Maryland, onde o telescópio foi apresentado ao público.</p><h2>Lançamento do novo telescópio espacial Roman</h2><p>Trinta e seis anos após o lançamento do Telescópio Espacial Hubble, que revolucionou as observações astronômicas, <strong>a NASA espera que Roman possa ajudar a esclarecer algumas questões ainda em aberto</strong>.</p><p><strong>Equipado com enormes painéis solares</strong>, Roman será transportado para o Centro Espacial Kennedy, na Flórida, e lançado ao espaço a partir do histórico Complexo de Lançamento 39A, a bordo de um foguete da <em>SpaceX</em>.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/PJKjpYKJwk4/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=PJKjpYKJwk4" id="PJKjpYKJwk4"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>O <strong>lançamento </strong>foi recentemente atualizado e agora está <strong>previsto para o final deste ano</strong>, com a primeira data de lançamento provisória marcada para setembro de 2026. A NASA afirma que a missão está cerca de oito meses adiantada em relação à data-alvo original de maio de 2027 e está dentro do cronograma para ser concluída.</p><br>O <strong>telescópio viajará durante um mês</strong>, atingindo uma distância de cerca de 1,5 milhão de quilômetros da Terra, afastando-se do Sol em direção a um ponto de estabilidade gravitacional conhecido como Ponto de Lagrange 2 (L2). Este é o <strong>mesmo local onde o Telescópio Espacial James Webb orbita atualmente</strong>. Neste ponto especial do espaço, as forças gravitacionais estão equilibradas, mantendo os objetos em órbitas estáveis com mínima assistência externa.<h2>Este é o novo telescópio Roman</h2><p>Com <strong>um campo de visão pelo menos 100 vezes maior que o do Hubble</strong>, o telescópio explorará vastas regiões do espaço a partir de sua localização a 1,5 milhão de quilômetros da Terra.</p><p>De acordo com Mark Melton, engenheiro de sistemas do Centro de Voos Espaciais Goddard,<strong> o telescópio enviará 11 terabytes de dados de volta à Terra por dia</strong>. "No primeiro ano, teremos enviado mais dados do que o Hubble enviará em toda a sua vida útil", disse ele.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-nasa-presenta-al-sucesor-del-hubble-el-telescopio-roman-que-mapeara-el-universo-100-veces-mas-rapido-1777282124074.jpg" data-image="dcsy4tidod6b" alt="Segundo ponto de Lagrange (L2) Terra-Sol." title="Segundo ponto de Lagrange (L2) Terra-Sol."><figcaption>Os pontos de Lagrange (L1 a L5) são as cinco posições em um sistema orbital onde um pequeno objeto, influenciado apenas pela gravidade, pode teoricamente permanecer estacionário em relação a dois objetos maiores (Sol-Terra). Fonte: NASA.</figcaption></figure><p>A <strong>lente grande angular </strong>do telescópio permitirá à NASA realizar um censo dos objetos que compõem o nosso universo, afirmou Nicky Fox, administradora associada da Diretoria de Missões Científicas da NASA.</p><p>O <strong>formato cilíndrico do Roman ajudará a bloquear a luz indesejada do Sol</strong>, da Terra e da Lua, e sua localização remota contribuirá para manter os instrumentos resfriados. A estabilidade térmica de um observatório no ponto de Lagrange L2 proporcionará uma melhoria de dez vezes em relação ao Hubble para grande parte dos dados que o Roman coletará.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Roman será capaz de enxergar através da poeira e por vastas extensões do espaço e do tempo para estudar o universo infravermelho. A quantidade de detalhes que essas observações revelarão está diretamente relacionada ao tamanho do espelho do telescópio, já que uma área de superfície maior coleta mais luz.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>O<strong> espelho primário </strong>do telescópio Roman tem um diâmetro de 2,4 metros. Apesar de ter o mesmo tamanho que o espelho primário do Telescópio Espacial Hubble, pesa menos de um quarto do seu peso. Graças a avanços tecnológicos significativos, o espelho do Roman pesa apenas 186 quilos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-nasa-presenta-al-sucesor-del-hubble-el-telescopio-roman-que-mapeara-el-universo-100-veces-mas-rapido-1777282430365.jpg" data-image="btnqic0bestd"><figcaption>Instrumento de campo amplo. Créditos: NASA</figcaption></figure><p>O espelho primário, juntamente com outros componentes ópticos, enviará luz para os dois instrumentos científicos de Roman: o Instrumento de Campo Amplo e o coronógrafo.</p><h3>Instrumento de Campo Amplo</h3><p>O Instrumento de Campo Amplo (<em>Wide Field Instrument</em>) é uma <strong>câmera infravermelha de 300 megapixels que permitirá aos cientistas observar o universo em tempos remotos</strong>.</p><p>Observar o universo em seus estágios iniciais ajudará a revelar como ele se expandiu ao longo de sua história, fornecendo pistas sobre como ele poderá continuar evoluindo.</p><h3><strong>Coronógrafo</strong></h3><p>O coronógrafo demonstra uma tecnologia que elimina o brilho de estrelas próximas e permite aos astrônomos<strong> obter imagens diretas de planetas que orbitam essas estrelas</strong>. Ele será muito mais poderoso do que qualquer outro coronógrafo usado até hoje, capaz de observar planetas quase um bilhão de vezes mais fracos que suas estrelas hospedeiras.</p><h2>O objetivo de Roman</h2><p>O cosmos é composto por três elementos principais: <strong>matéria comum, matéria escura e energia escura</strong>. A gravidade da matéria comum e da matéria escura tende a desacelerar a expansão do universo, enquanto a energia escura se opõe à gravidade, acelerando-a. A natureza da matéria escura e da energia escura ainda é desconhecida. Os cientistas estão tentando compreendê-las estudando seus efeitos sobre fenômenos observáveis, como a distribuição das galáxias no espaço.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg><strong>A NASA afirma que o Telescópio Espacial Nancy Grace Roman ajudará os cientistas a desvendar alguns dos maiores mistérios da astrofísica, como a evolução do universo, seu destino final e se estamos sozinhos no universo.</strong><svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>O telescópio Roman descobrirá dezenas de milhares de <strong>novos planetas fora do nosso sistema solar</strong>. Ele revelará bilhões de <strong>galáxias</strong>, milhares de <strong>supernovas </strong>e dezenas de bilhões de <strong>estrelas</strong>.</p><p>Essa riqueza de informações permitirá à NASA<strong> identificar áreas de interesse que poderão então ser estudadas por telescópios complementares</strong>, como o Telescópio Espacial James Webb.</p><h2>Roman estudará o invisível: energia escura e matéria escura</h2><p>A matéria escura e a energia escura, cujas origens permanecem desconhecidas, acredita-se que <strong>constituam 95% do nosso universo</strong>. Os cientistas acreditam que a matéria escura é o que mantém as galáxias unidas, enquanto a energia escura as separa, fazendo com que o universo se expanda cada vez mais rapidamente ao longo do tempo.</p><div class="texto-destacado">Energia Escura: O telescópio romano ajudará a desvendar o mistério da energia escura, utilizando diversos métodos para explorar a evolução do universo ao longo de sua história cósmica. Graças à sua visão infravermelha, o telescópio romano poderá observar a luz emitida por corpos celestes bilhões de anos atrás, permitindo-lhe viajar no tempo na esperança de descobrir mais sobre ambos os fenômenos.</div><p><br><strong>Matéria escura</strong>: Os cientistas também estão tentando determinar do que a matéria escura é feita, mas nosso conhecimento atual é limitado. O telescópio Roman ajudará a esclarecer isso, <strong>explorando a estrutura e a distribuição da matéria comum e da matéria escura no espaço e no tempo</strong>.</p><p>Complementando o trabalho do Telescópio Espacial Europeu Euclid e do Observatório Vera Rubin, no Chile, o <strong>Roman estudará "como a matéria escura se estrutura ao longo do tempo cósmico" e "calculará a velocidade com que as galáxias estão se afastando de nós</strong>", disse Darryl Seligman, professor de física e astronomia da Universidade Estadual de Michigan, à imprensa.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-nasa-presenta-al-sucesor-del-hubble-el-telescopio-roman-que-mapeara-el-universo-100-veces-mas-rapido-1777282526829.jpg" data-image="qsgsz3d5c8ij"><figcaption>Coronógrafo. Créditos: NASA</figcaption></figure><p>Essas <strong>descobertas podem mudar radicalmente nossa compreensão da estrutura do nosso universo</strong>, disse a astrofísica Julie McEnery, que liderou o projeto Roman. "Se Roman ganhar um Prêmio Nobel, provavelmente será por algo que ainda nem imaginamos ou questionamos", disse Melton.</p><h2>Roman será uma fonte valiosa de dados</h2><p>Roman <strong>também se dedicará à busca por exoplanetas</strong>. Em pouco mais de uma geração, passamos de conhecer apenas o nosso sistema solar à descoberta de milhares de mundos mais distantes, conhecidos como exoplanetas. À medida que novas descobertas de exoplanetas continuam, os cientistas estão construindo um catálogo cada vez mais completo dos mundos que povoam nossa galáxia.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-nasa-presenta-al-sucesor-del-hubble-el-telescopio-roman-que-mapeara-el-universo-100-veces-mas-rapido-1777281661269.jpg" data-image="zg7hydxafwtb"><figcaption>O telescópio espacial Roman buscará exoplanetas. Fonte: NASA</figcaption></figure><p>Embora o Roman tenha sido projetado para explorar tópicos específicos como a energia escura,<strong> suas observações amplas e detalhadas também fornecerão uma valiosa fonte de dados </strong>que os cientistas poderão usar para uma ampla gama de pesquisas futuras, graças aos estudos no infravermelho próximo em grandes áreas.</p><h3><strong><em>Referências da notícia</em></strong></h3><p><em>"<a href="https://science.nasa.gov/mission/roman-space-telescope/" target="_blank">Roman</a>"</em>. NASA. </p><p><em><a href="https://phys.org/news/2026-04-nasa-unveils-roman-telescope-universe.html" target="_blank">"NASA unveils Roman telescope to map universe, find 10,000s of exoplanets"</a>. </em>Phys. 22 de abril, 2026.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/nasa-revela-o-sucessor-do-hubble-telescopio-romano-mapeara-o-universo-100-vezes-mais-rapido.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Araucária em risco: Governo de SP oferece dinheiro para produtores para frear extinção da espécie no país]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/araucaria-em-risco-governo-de-sp-oferece-dinheiro-para-produtores-para-frear-extincao-da-especie-no-pais.html</link><pubDate>Thu, 30 Apr 2026 22:09:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>A Araucaria angustifolia é uma espécie nativa brasileira que está ameaçada de extinção. E o Governo do Estado de São Paulo vai pagar até 36 mil reais para produtores para tentar salvar a espécie.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/araucaria-em-risco-governo-de-sp-oferece-dinheiro-para-produtores-para-frear-extincao-da-especie-no-pais-1777572570310.jpg" data-image="zg6me3e5t1vw"><figcaption>A araucária (<em>Araucaria angustifolia</em>) é uma espécie nativa do Brasil que está criticamente ameaçada de extinção.</figcaption></figure><p>A <strong>araucária (<em>Araucaria angustifolia</em>)</strong>, também conhecida como pinheiro-brasileiro ou pinheiro-do-Paraná, é uma<strong> espécie nativa do Brasil criticamente ameaçada de extinção</strong>, mas protegida por legislações rigorosas que proíbem seu corte, exploração e transporte, especialmente no período de defeso (geralmente de 1º de abril a 30 de junho).</p><p>A árvore dá <strong>‘frutos’, chamados de pinha</strong>. Esses frutos geralmente caem em julho, no auge do inverno e contém os famosos<strong> pinhões, que são as suas sementes</strong>, um alimento adorado por muitos e muito consumido nos meses mais frios do ano no Sul do país.</p><div class="texto-destacado">O status de ameaça atual da árvore é “Em Perigo”, com apenas uma fração mínima da sua cobertura original remanescente em bom estado.</div><p>O seu<strong> corte é altamente restrito e monitorado por órgãos ambientais</strong>, com incentivos ao plantio comercial sustentável para renovação da espécie.</p><p>E tendo em vista que esta espécie <strong>ameaçada de extinção</strong> <strong>pode perder seu habitat até 2070 </strong>devido à extração ilegal e às mudanças climáticas, o <strong>Governo do Estado de São Paulo</strong> anunciou uma medida que vai <strong>pagar até R$ 36 mil por produtor rural e R$ 250 mil para organizações</strong> <strong>ambientais</strong> <strong>para conservar a araucária</strong>. Entenda melhor abaixo.</p><h2>Como vai funcionar essa nova medida do Governo de SP? </h2><p>O Governo lançou recentemente o<strong> Pagamento por Serviços Ambientais Araucária (PSA Araucária)</strong> da Fundação Florestal, órgão vinculado à Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo (Semil) para <strong>estimular a restauração, o uso sustentável e a cadeia produtiva do pinhão no estado paulista</strong>. </p><p>O edital prevê a participação de produtores rurais, com foco em agricultores familiares e pequenos produtores, além de organizações sem fins lucrativos, e propõe o pagamento de <strong>até R$ 36 mil por produtor rural</strong> e <strong>até R$ 250 mil para as organizações </strong>para a <strong>conservação da araucária no estado</strong>. </p><div class="texto-destacado">Proteger a araucária é fundamental para a manutenção da biodiversidade e a recuperação de solos e áreas degradadas. </div><p>Também serão realizadas <strong>ações de restauração ambiental, uso sustentável dos recursos naturais e geração de renda para comunidades locais</strong> no estado de São Paulo.</p><p>O lançamento do edital ocorreu na 16ª Exposição do Pinheiro Brasileiro de Cunha (SP) no dia 11 de abril deste ano. A cidade de <strong>Cunha é a maior produtora de pinhão no Estado de São Paulo</strong>, e a estimativa de colheita para 2026 é de mais de 368 toneladas da semente. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/araucaria-em-risco-governo-de-sp-oferece-dinheiro-para-produtores-para-frear-extincao-da-especie-no-pais-1777572579678.jpg" data-image="y7uo88q04q9c"><figcaption>O pinhão, semente do fruto da Araucária (<em>Araucaria </em><em>angustifolia</em>).</figcaption></figure><p>O <strong>programa PSA Araucária</strong> vai <strong>incentivar o desenvolvimento sustentável local </strong>e <strong>fortalecer a cadeia produtiva do pinhão</strong> no estado paulista. Nele, os produtores e as organizações recebem recursos ao se comprometerem com ações como conservação de araucárias pré-existentes, plantio de mudas, restauração de áreas de preservação permanente (APP) e implantação de pomares. </p><p>O<strong> projeto-piloto</strong> vai ser <strong>implementado</strong> inicialmente na<strong> Zona de Amortecimento do Parque Estadual da Serra do Mar – Núcleo Cunha</strong>, já que a região concentra mais de 95% da coleta de pinhão no estado.</p><p>As <strong>organizações de serviços ambientais (associações, cooperativas, ONGs, etc) e produtores rurais </strong>que desejam <strong>participar da seleção</strong> podem encontrar os requisitos e demais informações no edital <strong>clicando </strong><strong><a href="https://doe.sp.gov.br/executivo/secretaria-de-meio-ambiente-infraestrutura-e-logistica/edital-de-chamamento-publico-ff-n-010-2026-2026041713311461785015" target="_blank">aqui</a></strong>.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://semil.sp.gov.br/2026/04/governo-de-sp-vai-pagar-ate-r-36-mil-por-produtor-para-salvar-araucaria-da-extincao/" target="_blank">Governo de SP vai pagar até R$ 36 mil por produtor para salvar araucária</a>. 22 de abril, 2026. SEMIL/SP.</em></p><p><em><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/agro/sao-paulo-vai-pagar-ate-r-36-mil-a-produtores-para-salvar-a-araucaria/" target="_blank">São Paulo vai pagar até R$ 36 mil a produtores para salvar a araucária</a>. 23 de abril, 2026. Luciana Franco.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/araucaria-em-risco-governo-de-sp-oferece-dinheiro-para-produtores-para-frear-extincao-da-especie-no-pais.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Alertas de tempo severo, chuva forte e sol marcam o Feriado do Dia do Trabalhador; veja como vai ser]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/alertas-de-tempo-severo-chuva-forte-e-sol-marcam-o-feriado-do-dia-do-trabalhador-veja-como-vai-ser.html</link><pubDate>Thu, 30 Apr 2026 20:57:07 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O Feriado de 1º de Maio terá sol e tempo firme em grande parte do Brasil, enquanto outras regiões enfrentam chuva forte, temporais e até risco de queda de granizo. Saiba onde.</p><ul><li>Mais previsão:<a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/forte-frente-fria-deixa-em-alerta-5-estados-nos-primeiros-dias-de-maio.html" target="_blank"> Forte frente fria deixa em alerta 5 estados nos primeiros dias de maio</a></li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xa7lqqq"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xa7lqqq.jpg" id="xa7lqqq"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O Brasil estará dividido nesta <strong>sexta-feira (1º de maio)</strong>, Feriado do Trabalhador. Enquanto <strong>algumas áreas terão chuvas localmente intensas e temporais</strong>, <strong>outras terão tempo firme, com sol</strong> entre poucas nuvens.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00">novo canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações.</div><p>O <strong>principal destaque é para o Sul do país, que está em estado de atenção para tempo severo </strong>amanhã (1º de maio). Mas a Região Norte e o norte do Nordeste também registrarão chuvas fortes.</p><p>Acompanhe <strong>a seguir os detalhes da previsão </strong>do tempo para este feriado no país.</p><h2>Feriado entre sol e temporais no país</h2><p><strong>Na Região Sul do país, o destaque é para o Rio Grande do Sul</strong>, que terá o retorno de instabilidades após a geada e o frio, devido ao <strong>processo de formação de uma nova frente fria</strong>.</p><p>A sexta-feira (1º) será com risco de<strong> temporais, rajadas de vento de até 70 km/h, queda de granizo de forma isolada e chuva pontualmente intensa</strong>, especialmente no Oeste, Campanha, Missões, Planalto, região dos Vales e Região Metropolitana. Há <strong>potencial para transtornos como alagamentos</strong>.</p><div class="texto-destacado">Feriado de 1º de Maio no Brasil: tempo severo no Rio Grande do Sul, chuva forte no Norte e norte do Nordeste e tempo mais firme no restante do país.</div><p>As <strong>chuvas já começam pela manhã na Metade Oeste gaúcha</strong> e <strong>ao longo do dia se espalham para as demais áreas</strong> do estado; até a noite, chove em todo o Rio Grande do Sul. A <strong>capital Porto Alegre terá chuva forte mais da tarde para a noite</strong>. </p><p>Ao longo da tarde e à noite, não se descartam <strong>pancadas de chuva e temporais isolados no Oeste catarinense e em áreas que fazem divisa com o estado gaúcho</strong>. O <strong>Paraná terá tempo firme em grande parte do território</strong>, mas à tarde podem ocorrer chuvas rápidas e isoladas entre o oeste, sudoeste e centro-sul.</p><p>As <strong>temperaturas máximas</strong> no Sul variam entre 25<strong>°</strong>C e 29<strong>°</strong>C em grande parte da região, especialmente no norte gaúcho e paranaense, mas ficam <strong>entre 17°C e 21°C no centro-sul do Rio Grande do Sul</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/alertas-de-tempo-severo-chuva-forte-e-sol-marcam-o-feriado-do-dia-do-trabalhador-veja-como-vai-ser-1777559492800.jpg" data-image="qqpmmtre8cbp"><figcaption>Previsão de precipitação (em mm) e nebulosidade para sexta-feira (1º) à tarde (16h), segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Na <strong>Região Sudeste</strong>, o feriado de Primeiro de Maio será de<strong> tempo predominantemente firme, com sol entre algumas nuvens e calor de até 34°C</strong> no oeste paulista e no Triângulo Mineiro. A <strong>chance de chuva fraca e isolada é remota</strong>.</p><p>A situação não é diferente na <strong>Região Centro-Oeste</strong>. A região terá uma sexta-feira (1º) com <strong>predomínio de sol e temperaturas elevadas para esta época do ano, </strong>com <strong>máximas chegando aos 35°C </strong>no sul e interior do Mato Grosso, no noroeste do Mato Grosso do Sul e norte de Goiás.</p><p>Atenção para a <strong>baixa umidade relativa do ar</strong>, que deve atingir níveis <strong>abaixo de 30% no interior do Mato Grosso</strong> no meio da tarde. Há uma<strong> pequena chance de chuvas isoladas no norte e no noroeste do Mato Grosso</strong>, e mesmo assim, em poucas localidades. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/alertas-de-tempo-severo-chuva-forte-e-sol-marcam-o-feriado-do-dia-do-trabalhador-veja-como-vai-ser-1777559798615.png" data-image="ccxrcjdlwni3"><figcaption>Previsão de densidade de raios para sexta-feira (1º) à tarde (16h), segundo o modelo europeu ECMWF, mostrando as áreas com chance de tempestades.</figcaption></figure><p>Na <strong>Região Norte</strong>, a disponibilidade de<strong> ar quente úmido</strong> e a atuação da <strong>Zona de Convergência Intertropical</strong> <strong>(ZCIT)</strong> vão manter <strong>pancadas de chuva e trovoadas isoladas</strong>, especialmente a partir da tarde, <strong>em praticamente todos os estados</strong>, com exceção do sul e sudeste do Pará e do Tocantins, onde deve ter tempo mais estável.</p><p>As <strong>temperaturas </strong>se elevam à tarde, com máximas <strong>em torno dos 30°C</strong> em grande parte da região e <strong>chegando aos 32°C em várias localidades de todos os estados</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/alertas-de-tempo-severo-chuva-forte-e-sol-marcam-o-feriado-do-dia-do-trabalhador-veja-como-vai-ser-1777559998880.jpg" data-image="fd5n58zhz5ek"><figcaption>Previsão da temperatura do ar (em °C) para a tarde (15h) de sexta-feira (1º de maio), segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>E no <strong>Nordeste</strong> do país, a <strong>ZCIT </strong>também atuará mantendo <strong>pancadas de chuva que podem ser intensas e com temporais</strong> ao longo da tarde no <strong>norte do Maranhão, norte do Piauí, no Ceará, no Rio Grande do Norte e na Paraíba</strong>.</p><p>Na <strong>costa leste</strong> da Região, a <strong>circulação marítima</strong> vai favorecer <strong>chuvas moderadas a fortes no leste de Pernambuco e de Alagoas</strong>. O leste da Bahia e o litoral de Sergipe devem ter chuvas mais fracas.</p><p>Mas<strong> o tempo fica firme e o sol predomina</strong> no <strong>centro-sul do Piauí, na região baiana do Vale do São Francisco e no oeste da Bahia</strong>. E fará<strong> calor no interior da região, com máximas de até 34°C</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/alertas-de-tempo-severo-chuva-forte-e-sol-marcam-o-feriado-do-dia-do-trabalhador-veja-como-vai-ser.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria traz intensa mudança do tempo nos primeiros dias de maio; prepare-se para mais chuva e frio]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-traz-intensa-mudanca-do-tempo-nos-primeiros-dias-de-maio-prepare-se-para-mais-chuva-e-frio.html</link><pubDate>Thu, 30 Apr 2026 19:45:25 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma nova frente fria chega ao Brasil nos primeiros dias de maio e traz risco de chuvas intensas e nova queda nas temperaturas no centro-sul do país.</p><ul><li>Mais informações: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/super-el-nino-pode-estar-mais-proximo-do-que-se-pensava.html">Super El Niño pode estar mais próximo do que se pensava</a> </li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xa7moby"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xa7moby.jpg" id="xa7moby"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Uma nova frente fria está prevista para se formar e afetar o centro-sul do Brasil nos próximos dias. O <strong>processo de formação do sistema frontal </strong>inicia-se sobre o Sul já neste Feriado do Trabalhador, 1º de maio, com avanço até o Sudeste no fim de semana. Na sua retaguarda,<strong> uma massa de ar frio promete ser mais abrangente</strong> e favorecer um clima de inverno para boa parte do Sul e do leste do Sudeste.</p><h2>Frente fria e circulação oceânica trazem alertas de chuvas intensas</h2><p><strong>Nesta sexta-feira (1)</strong>, uma região instável, que dará origem à frente fria, desenvolve-se sobre o Rio Grande do Sul na madrugada e ganha muito intensidade no período da manhã, o que leva o <strong>potencial de chuvas intensas e de tempestades, que podem ocorrer com severidade,</strong> no Oeste, Missões e região Central do território gaúcho.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-intensa-mudanca-do-tempo-nos-primeiros-dias-de-maio-prepare-se-para-mais-chuva-e-frio-1777571429544.jpg" data-image="lxnoafl4qjli" alt="alerta de tempestades" title="alerta de tempestades"><figcaption>Previsão de chuva para a tarde da sexta-feira, 1 de maio.</figcaption></figure><p>No início da tarde, <strong>as instabilidades levam risco de chuvas intensas e de tempestades</strong> para toda a metade sul e sul da porção norte do Rio Grande do Sul, com alertas para todo o estado a partir do meio da tarde. Por volta do fim do dia e noite, os risco ficam concentrados na metade norte do Rio Grande do Sul e as instabilidades podem <strong>também provocar eventos intensos de chuva</strong> no oeste e sul de Santa Catarina.</p><div class="texto-destacado"> <strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00">novo canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p><strong>Na madrugada do sábado (2)</strong>, os alertas continuam para o norte e nordeste do Rio Grande do Sul e <strong>aumentam o potencial de risco</strong> para o oeste e sul de Santa Catarina e região de divisa entre os estados. No período da manhã, a frente fria está formada e avança pelo Sul do Brasil. Assim, as chuvas reduzem no Rio Grande do Sul e passam a ocorrer também no Paraná e em todo o estado de Santa Catarina. <strong>Alerta de chuva forte</strong> para o extremo norte gaúcho, para todas as regiões catarinenses, principalmente para o oeste, para o sul, sudoeste e extremo oeste do Paraná.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-intensa-mudanca-do-tempo-nos-primeiros-dias-de-maio-prepare-se-para-mais-chuva-e-frio-1777571475737.jpg" data-image="w45yvj20lveq" alt="previsão do tempo frente fria" title="previsão do tempo frente fria"><figcaption>Previsão de chuva para o início da manhã do sábado, 2 de maio.</figcaption></figure><p><strong>No restante do sábado (2)</strong>, a frente fria avança, mas perde força, provocando chuvas pontuais de até forte intensidade no centro e oeste de Santa Catarina, no sul, leste e todo o oeste do Paraná. Mesmo com o enfraquecimento do sistemas, instabilidades se desenvolvem e <strong>levam risco de tempestades severas</strong> para as regiões de fronteira do Mato Grosso do Sul. No período da noite, não há previsão de chuva, devido a presença da massa de ar frio e seco.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-intensa-mudanca-do-tempo-nos-primeiros-dias-de-maio-prepare-se-para-mais-chuva-e-frio-1777571507043.jpg" data-image="al9jjsj9sr39" alt="frente fria" title="frente fria"><figcaption>Previsão de chuva para a da tarde do sábado, 2 de maio.</figcaption></figure><p><strong>No domingo (3)</strong>, a frente fria avança de forma costeira pelo Sudeste e se afasta para o oceano, isso permites que a massa de ar frio, um sistema de alta pressão, passa a influenciar boa parte do centro-sul e a provocar ventos de sul e sudeste no oceano, que transportam umidade para o oeste de São e do Rio de Janeiro. Assim,<strong> o tempo fica nublado e chuvoso nessas áreas</strong>, com possibilidade de chuva forte já pela manhã, que <strong>podem resultar em alagamentos e inundações</strong>.</p><p>Na Região Sul, o tempo firme predomina, com céu mais fechado no leste do Paraná, onde há possibilidade de chuva fraca ao longo do dia na região da Serra do Mar de Curitiba.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-intensa-mudanca-do-tempo-nos-primeiros-dias-de-maio-prepare-se-para-mais-chuva-e-frio-1777571688491.jpg" data-image="6rk3cnr0c6kp" alt="chuva em São Paulo e no Rio" title="chuva em São Paulo e no Rio"><figcaption>Previsão de chuvas e direção do vento para a manhã do domingo, 3 de maio.</figcaption></figure><p>Na segunda-feira (4),<strong> as chuvas de forte intensidade e as tempestades</strong> voltam a ocorrer no estado do Paraná e no sul de São Paulo em razão da formação de uma outra região instável, após a passagem da frente fria.</p><h2>Ar frio será mais abrangente</h2><p>Com a formação da frente fria no sábado (2),<strong> a massa de ar frio começa a atuar no Sul do Brasil</strong>, em primeiro momento no Rio Grande do Sul no período da manhã, avançando ao longo do dia, chegando ao estado de Santa Catarina no período da tarde e abrangendo todo o Sul.</p><p>Em razão deste avanço ao longo do dia, <strong>as temperaturas ficam amenas, mas as mínimas acontecem no fim da noite</strong>. Assim, as temperaturas no Rio Grande do Sul variam de 8 a 14°C, em Santa Catarina de 9 a 17°C, podendo ser 3 a 4°C mais baixas na região da Serra, no Paraná de 17 a 22°C.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-intensa-mudanca-do-tempo-nos-primeiros-dias-de-maio-prepare-se-para-mais-chuva-e-frio-1777571978488.jpg" data-image="v75la538gfg7" alt="frio intenso" title="frio intenso"><figcaption>Temperaturas mínimas para o domingo, 3 de maio.</figcaption></figure><p><strong>No domingo (3) o ar frio se mantém sobre o Sul do Brasil </strong>e chega ao sul do Mato Grosso do Sul, ao centro-leste de São Paulo e ao Rio de Janeiro. As mínimas variam de 3 a 10°C no Rio Grande do Sul, com possibilidade de 0°C na região da Serra. Em Santa Catarina, as temperaturas mínimas variam de 0°C a 18°C, sendo mais elevadas no nordeste do estado e <strong>com possibilidade de valores bastante negativos na região da Serra</strong>. No Paraná, as mínimas variam de 14 a 21°C, com frio mais intenso no sul, oeste e leste do estado. Em São Paulo, as temperaturas ficam mais amenas, com mínimas em torno dos 19°C e, no Rio de Janeiro, em 22°C.</p><p>As máximas não sobem muito e o frio se mantém ao longo do dia em boa parte do Sul, com temperaturas que não passam dos 17°C no Rio Grande do Sul, do 22°C em Santa Catarina, dos 24°C em boa parte do Paraná, dos 21°C no leste de São Paulo e dos 23°C no Rio de Janeiro. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-traz-intensa-mudanca-do-tempo-nos-primeiros-dias-de-maio-prepare-se-para-mais-chuva-e-frio.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item></channel></rss>