<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0"><channel><title>Tempo.com - Meteored</title><link>https://www.tempo.com</link><description>Notícias do tempo - Confira as principais notícias sobre a meteorologia e previsão do tempo. Todas as informações são realizadas pelos nossos especialistas em meteorologia.</description><language>pt</language><lastBuildDate>Mon, 15 Jun 2026 18:00:26 +0000</lastBuildDate><pubDate>Mon, 15 Jun 2026 18:00:26 +0000</pubDate><atom:link href="https://www.tempo.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[ Copyright 2026 Meteored ]]></copyright><image><url>https://www.tempo.com/imagenes/logo_rss.png</url><title>Tempo.com - Meteored</title><link>https://www.tempo.com</link><width>144</width><height>144</height></image><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>6</sy:updateFrequency><item><title><![CDATA[Temporal com granizo em Goiânia alaga ruas e arrasta moto de entregador; veja imagens ]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/temporal-com-granizo-em-goiania-alaga-ruas-e-arrasta-moto-de-entregador-veja-imagens.html</link><pubDate>Mon, 15 Jun 2026 17:52:57 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Moradores de bairros como o Jardim Balneário Meia Ponte enfrentaram prejuízos no início da semana, após pedras de gelo acumuladas destruírem a vegetação e perfurarem telhados inteiros<sup></sup><sup></sup><sup></sup><sup></sup>.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/temporal-com-granizo-em-goiania-alaga-ruas-e-arrasta-moto-de-entregador-1781544059395.jpg" data-image="ca9lkidj5zvw" alt="Em meio ao temporal que surpreendeu a população no domingo, o forro de gesso de uma unidade médica cedeu. Foto: Reprodução/ cedida ao Mais Goiás" title="Em meio ao temporal que surpreendeu a população no domingo, o forro de gesso de uma unidade médica cedeu. Foto: Reprodução/ cedida ao Mais Goiás"><figcaption>Em meio ao temporal que surpreendeu a população no domingo, o forro de gesso de uma unidade médica cedeu. Foto: Reprodução/ cedida ao Mais Goiás</figcaption></figure><p><strong>Chuva com rajadas de vento, relâmpagos e queda de granizo</strong> <strong>atingiram a região da Grande Goiânia</strong> na noite deste domingo (14). O temporal surpreendeu os moradores da capital goiana e causou diversos estragos e alagamentos em diferentes partes da cidade.</p><p>Diante da gravidade da situação, o prefeito Sandro Mabel utilizou as redes sociais para emitir um alerta<strong> e pedir que a população evitasse sair de casa de forma desnecessária</strong>. O chefe do executivo municipal destacou que os dados técnicos sobre o volume exato da precipitação em milímetros estavam instáveis no radar meteorológico local.</p><h2>Impactos urbanos e estragos nas regiões da capital</h2><p>Muitos moradores registraram a forte queda de granizo em pontos específicos da capital, como no Residencial Barravento, situado na região noroeste. Da mesma forma, no bairro Jardim Balneário Meia Ponte, um residente <strong>recolheu pedras de gelo acumuladas na palma da mão e relatou danos visíveis</strong> causados diretamente à vegetação e às plantas do seu quintal.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">Pensa no estrago que a chuva de ontem a noite causou em Goiânia ...<br>O jornal local tá mostrando os estragos já tem 40 minutos <a href="https://t.co/z0XPAgc9VC">pic.twitter.com/z0XPAgc9VC</a></p>— (Kabulozo) (@Kabulozocensura) <a href="https://x.com/Kabulozocensura/status/2066485096941564410?ref_src=twsrc%5Etfw">June 15, 2026</a></blockquote></figure><p>Além disso, a força da tempestade provocou sérios alagamentos em vias de grande movimentação urbana. Na Avenida Ipanema, localizada no Jardim Atlântico e perto do Parque Cascavel, <strong>a força da enxurrada barrenta derrubou e arrastou a motocicleta de um trabalhador</strong> que atua em aplicativos de delivery.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/temporal-com-granizo-em-goiania-alaga-ruas-e-arrasta-moto-de-entregador-1781544643493.jpg" data-image="5ahu921scm2e" alt="Motocicleta de entregador por aplicativo foi arrastada pela enxurrada na Avenida Ipanema. Foto: Reprodução" title="Motocicleta de entregador por aplicativo foi arrastada pela enxurrada na Avenida Ipanema. Foto: Reprodução"><figcaption>Motocicleta de entregador por aplicativo foi arrastada pela enxurrada na Avenida Ipanema. Foto: Reprodução</figcaption></figure><p>Outro ponto que sofreu com os impactos do temporal foi o Setor Universitário, especificamente nas proximidades do Hospital Araújo Jorge. No local, <strong>árvores de grande porte balançaram violentamente com as fortes rajadas de vento</strong>, enquanto a intensidade da chuva reduziu drasticamente a visibilidade dos motoristas que trafegavam na região.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="pt" dir="ltr">Uma forte chuva surpreendeu moradores de Goiânia na noite deste domingo (14), quebrando o padrão de tempo seco que costuma predominar nesta época do ano em Goiás.<br><br>A tempestade veio acompanhada de ventania, intensa incidência de raios e trovões, assustando moradores em diferentes <a href="https://t.co/7aZH4ATFiH">pic.twitter.com/7aZH4ATFiH</a></p>— Portal 6 (@portal6noticias) <a href="https://x.com/portal6noticias/status/2066331037312122909?ref_src=twsrc%5Etfw">June 15, 2026</a></blockquote></figure><p>Houve também registros de danos estruturais no interior de unidades médicas da capital durante o temporal. <strong>O forro de gesso da Santa Casa de Misericórdia de Goiânia cedeu e a água acabou por atingir alguns leitos ocupados</strong>, provocando desespero em um paciente internado que testemunhou as placas desabando em cima das acomodações naquele momento.</p><h2>Análise meteorológica do fenômeno em período de estiagem</h2><p>De acordo com o Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas de Goiás, o <a href="https://goias.gov.br/meioambiente/cimehgo/" target="_blank">Cimehgo</a>, <strong>a ocorrência desse tipo de tempestade com granizo é considerada atípica</strong>. O mês de junho é historicamente conhecido por marcar o início do período de estiagem e seca em todo o território goiano.</p><p>O órgão também informou que <strong>a capital não registrava um volume expressivo de chuva em junho há exatamente uma década</strong>. O especialista ressaltou que, embora o cenário atual chame a atenção, no ano anterior houve um registro isolado de <strong>6,1 mm</strong> de chuva no dia 24 de junho.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="773566" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/forte-chuva-com-granizo-e-nevoeiro-deixa-municipios-de-ms-em-alerta.html" title="Forte chuva com granizo e nevoeiro deixa municípios de MS em alerta">Forte chuva com granizo e nevoeiro deixa municípios de MS em alerta</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/forte-chuva-com-granizo-e-nevoeiro-deixa-municipios-de-ms-em-alerta.html" title="Forte chuva com granizo e nevoeiro deixa municípios de MS em alerta"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/tempestade-de-chuva-e-granizo-deixa-municipios-de-ms-em-alerta-1781273039150_320.jpg" alt="Forte chuva com granizo e nevoeiro deixa municípios de MS em alerta"></a></article></aside><p><strong>O fenômeno foi provocado pelo deslocamento de uma frente fria vinda da região Sudeste do país</strong>. A passagem desse sistema específico pelo norte do estado de São Paulo empurrou uma densa cobertura de nuvens carregadas diretamente para o território do estado de Goiás.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2026/06/14/chuva-com-rajadas-de-vento-e-granizo-atinge-grande-goiania-video.ghtml" target="_blank">Chuva com rajadas de vento e granizo atinge Grande Goiânia; vídeo.</a> 14 de junho, 2026.</em></p><p><em><a href="https://www.maisgoias.com.br/cidades/goiania/temporal-com-granizo-e-ventos-fortes-causa-estragos-em-goiania-videos-mostra-moto-sendo-arrastada/" target="_blank">Temporal com granizo e ventos fortes causa estragos em Goiânia; vídeo mostra moto sendo arrastada.</a> 15 de junho, 2026. </em></p><p><em><a href="https://www.maisgoias.com.br/cidades/goiania/chuva-de-granizo-destroi-telhado-de-morador-de-goiania-olha-o-prejuizo/" target="_blank">Chuva de granizo destrói telhado de morador de Goiânia: 'olha o prejuízo'.</a> 14 de junho, 2026. </em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/temporal-com-granizo-em-goiania-alaga-ruas-e-arrasta-moto-de-entregador-veja-imagens.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria avança e traz virada no tempo em 9 estados de 4 regiões; confira]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-avanca-e-traz-virada-no-tempo-em-9-estados-de-4-regioes-confira.html</link><pubDate>Mon, 15 Jun 2026 14:36:07 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A partir de sexta-feira (19) uma nova frente fria está prevista cruzar o Centro-Sul do Brasil, deixando alerta de tempestades e trazendo reforço do frio.</p><ul><li>Mais informações: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/efeito-el-nino-previsao-mostra-semanas-consecutivas-de-chuva-no-sul.html#:~:text=Efeito%20El%20Ni%C3%B1o%3F-,Previs%C3%A3o%20mostra%20semanas%20consecutivas%20de%20chuva%20no%20Sul,e%20in%C3%ADcio%20de%20julho%2C%20entenda" target="_blank">Efeito El Niño? Previsão mostra semanas consecutivas de chuva no Sul </a></li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xafulr2"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xafulr2.jpg" id="xafulr2"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>A <strong>segunda quinzena de junho</strong> começa com uma mudança importante no tempo em quatro regiões do Brasil. Uma<strong> nova frente fria</strong> avança pelo país entre <strong>quinta (18) e sexta-feira (19)</strong>, levando <strong>chuva</strong> para áreas do Sul, Centro-Oeste, Norte e Sudeste. Há alerta de <strong>tempestades</strong>, com possibilidade de <strong>granizo</strong> e chuvas intensas. </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões do tempo diretamente no seu celular através do nosso novo canal do WhatsApp. <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank"><strong>Clique aqui para nos seguir e ative as notificações!</strong></a></div><p>Além da instabilidade, o sistema também favorece <strong>nova queda nas temperaturas</strong> em parte dessas regiões. Veja quais estados serão atingidos e os impactos previstos para os próximos dias.</p><h2>Alerta de tempestades</h2><p>As <strong>chuvas</strong> relacionadas ao avanço da frente fria devem <strong>começar</strong> entre a <strong>noite de quinta (18) </strong>e <strong>madrugada</strong> de <strong>sexta-feira (19)</strong> sobre o <strong>Rio Grande do Sul</strong>, com intensidade moderada a forte.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-avanca-e-traz-virada-no-tempo-em-9-estados-de-4-regioes-confira-1781532573439.png" data-image="xxtzrf0nwfg9" alt="Previsão de chuva para a madrugada de sexta-feira (19), segundo o ECMWF." title="Previsão de chuva para a madrugada de sexta-feira (19), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de chuva para a madrugada de sexta-feira (19), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>Entre a madrugada e a manhã de sexta-feira (19), as <strong>chuvas avançam </strong>em direção à <strong>metade leste do Rio Grande do Sul</strong>, onde serão irregulares, mas também sobre a porção <strong>oeste</strong> de <strong>Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Rondônia.</strong></p><p>Há <strong>alerta para tempestades</strong> entre o <strong>Paraná</strong>, <strong>Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Rondônia</strong>, com possibilidade de formação de <strong>granizo</strong>, <strong>chuvas intensas</strong> e rajadas de vento, deixando a população e as autoridades em alerta.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-avanca-e-traz-virada-no-tempo-em-9-estados-de-4-regioes-confira-1781532624823.png" data-image="9apkefqs1sdj" alt="Previsão de tempestades para sexta-feira (19), segundo o ECMWF." title="Previsão de tempestades para sexta-feira (19), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de tempestades para sexta-feira (19), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>Os <strong>sistemas mais intensos</strong> estão previstos ocorrer na<strong> fronteira oeste do Mato Grosso do Sul</strong>, embora todos os estados citados anteriormente estejam em alerta para possibilidade de tempo severo. <strong>Até o final do dia</strong>, <strong>tempestades</strong> estão previstas alcançarem o <strong>interior de São Paulo e o Triângulo Mineiro</strong>, embora com menor intensidade.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-avanca-e-traz-virada-no-tempo-em-9-estados-de-4-regioes-confira-1781532673228.png" data-image="j37pcrni8427" alt="Previsão de chuva para sábado (20), segundo o ECMWF." title="Previsão de chuva para sábado (20), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de chuva para sábado (20), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p><strong>Entre sexta (19) e sábado (20)</strong>, as <strong>chuvas</strong> associadas à frente fria <strong>avançam</strong> sobre a <strong>metade leste</strong> de <strong>Santa Catarina e Paraná</strong>, alcançando também <strong>São Paulo, Rio de Janeiro e sul de Minas Gerais</strong>. No litoral sul de São Paulo as chuvas podem ser mais intensas e com formação de tempestades.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-avanca-e-traz-virada-no-tempo-em-9-estados-de-4-regioes-confira-1781532713468.png" data-image="1vvmw7ib27qy" alt="Previsão de chuva acumulada até a noite de sábado (20), segundo o ECMWF." title="Previsão de chuva acumulada até a noite de sábado (20), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de chuva acumulada até a noite de sábado (20), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>A <strong>precipitação</strong>, no entanto, será <strong>irregular</strong>. Até a noite de <strong>sábado (20)</strong>, os <strong>acumulados</strong> máximos previstos são da ordem de <strong>40 mm </strong>na<strong> fronteira oeste</strong> do país, principalmente no <strong>Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso</strong>. </p><p>Entre São Paulo e Rio de Janeiro, os acumulados podem ficar entre 50 mm e 70 mm, mas a maior parte se deve às chuvas do início da semana, e não à frente fria que atuará a partir de sexta (20).</p><h2>Reforço no frio: queda nas temperaturas</h2><p>Na sequência desta frente fria, uma<strong> massa de ar polar </strong>chega na sua retaguarda trazendo um reforço para o frio, que vem predominando no <strong>centro-sul</strong> do país neste início de inverno.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-avanca-e-traz-virada-no-tempo-em-9-estados-de-4-regioes-confira-1781532734095.png" data-image="mlspvxrfaumo" alt="Previsão de temperatura para a madrugada de terça-feira (23), segundo o ECMWF." title="Previsão de temperatura para a madrugada de terça-feira (23), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de temperatura para a madrugada de terça-feira (23), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>O <strong>ar frio intenso</strong> avança sobre a <strong>região Sul</strong>, parte do <strong>Centro-Oeste e Sudeste</strong> a partir de sábado (20). Na <strong>terça-feira (23)</strong>, temperaturas entre <strong>0°C e 5°C</strong> devem predominar nos <strong>três estados do Sul e no sul do Mato Grosso do Sul</strong>, enquanto valores abaixo de 15°C estão previstos para o centro-sul. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-avanca-e-traz-virada-no-tempo-em-9-estados-de-4-regioes-confira.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[James Webb detecta sinais do que podem ser as primeiras estrelas de buraco negro do Universo]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/james-webb-detecta-sinais-do-que-podem-ser-as-primeiras-estrelas-de-buraco-negro-do-universo.html</link><pubDate>Mon, 15 Jun 2026 12:08:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>O resultado encontrado fortalece a ideia de que buracos negros muito massivos surgiram muito cedo na história cósmica.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/james-webb-detecta-sinais-do-que-podem-ser-as-primeiras-estrelas-de-buraco-negro-do-universo-1781477833352.png" data-image="zwv2u1m1tepc" alt="A NASA destacou que as novas observações do James Webb representam a evidência mais forte já encontrada para a existência das chamadas black hole stars. Crédito: NASA" title="A NASA destacou que as novas observações do James Webb representam a evidência mais forte já encontrada para a existência das chamadas black hole stars. Crédito: NASA"><figcaption>A NASA destacou que as novas observações do James Webb representam a evidência mais forte já encontrada para a existência das chamadas black hole stars. Crédito: NASA</figcaption></figure><p>Um dos maiores mistérios da Astronomia é compreender a relação entre o surgimento das primeiras galáxias e dos primeiros buracos negros supermassivos. <strong>Observações mostram que já existiam buracos negros muito massivos quando o Universo tinha menos de um bilhão de anos de idade. </strong>Explicar como esses objetos cresceram tão rapidamente é um problema em aberto da Astronomia. Uma das questões centrais é determinar se as galáxias ou os buracos negros que se formaram primeiro.</p><p>Com o lançamento do James Webb, várias evidências têm surgido para encontrar a resposta para esse mistério. <strong>Entre essas descobertas estão os chamados <em>little red dots </em>que são objetos avermelhados encontrados pelo James Webb no Universo extremamente jovem.</strong> Uma das hipóteses sugere que eles sejam exemplos de <em>black hole stars</em> ou estrelas de buraco negro. Nesse cenário, um buraco negro em crescimento está envolvido por uma densa camada de gás parcialmente ionizado. A radiação produzida pela acreção causa o brilho observado.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771517" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/novo-mapa-cosmico-do-james-webb-mostra-como-o-universo-se-formou.html" title="Novo mapa cósmico do James Webb mostra como o Universo se formou">Novo mapa cósmico do James Webb mostra como o Universo se formou</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/novo-mapa-cosmico-do-james-webb-mostra-como-o-universo-se-formou.html" title="Novo mapa cósmico do James Webb mostra como o Universo se formou"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/universo-nos-seus-primeiros-bilhoes-de-anos-ganha-novo-mapa-cosmico-pelo-jwst-1780172080359_320.png" alt="Novo mapa cósmico do James Webb mostra como o Universo se formou"></a></article></aside><p>Nesta semana, a NASA divulgou novos resultados obtidos com o James Webb que fornecem a evidência mais forte até agora para esse cenário. <strong>A análise do objeto GLIMPSE-17775 revelou assinaturas espectrais compatíveis com um buraco negro supermassivo descrito pelo modelo de<em> black hole star.</em></strong> Se futuras observações confirmarem esses resultados, a descoberta poderá indicar que alguns buracos negros supermassivos surgiram antes das galáxias. </p><h2>Little Red Dots</h2><p>Os<em> little red dots</em> são uma população de objetos compactos e avermelhados descoberta pelo telescópio James Webb durante suas observações do Universo jovem. <strong>Eles são observados quando o Universo tinha apenas algumas centenas de milhões de anos de idade, um período relacionado com a formação das primeiras galáxias e buracos negros</strong>. Apesar de aparecerem como pequenos pontos de luz, eles têm um brilho muito alto para seu tamanho. </p><div class="texto-destacado">As cores avermelhadas indicam a presença de grandes quantidades de gás, poeira ou processos físicos capazes de modificar a radiação emitida pelo objeto central.</div><p>A principal dificuldade é explicar simultaneamente seu brilho intenso, tamanho e abundância no Universo jovem. Alguns modelos sugerem que os <em>little red dots</em> podem abrigar buracos negros supermassivos em rápido crescimento. <strong>Outros cenários propõem que eles são galáxias jovens passando por episódios de formação estelar. </strong>No entanto, diversas observações recentes têm favorecido a hipótese de que pelo menos parte desses objetos esteja associada a buracos negros em estágios iniciais de evolução. </p><h2>O que veio primeiro?</h2><p><strong>Um dos problemas mais importantes da Astrofísica é determinar a ordem de formação entre galáxias e buracos negros supermassivos. </strong>Durante décadas, o cenário mais aceito foi que as primeiras galáxias se formaram a partir do colapso de nuvens de gás e matéria escura, enquanto os buracos negros surgiram posteriormente e cresceram gradualmente. No entanto, a descoberta de buracos negros extremamente massivos em épocas muito próximas ao Big Bang criou um problema para essa explicação. </p><p>Responder essa questão foi uma das principais motivações científicas para a construção do telescópio James Webb. O telescópio foi projetado para observar o Universo jovem em comprimentos de onda infravermelhos, enxergando objetos formados apenas algumas centenas de milhões de anos após o Big Bang. <strong>Algumas dessas observações sugerem que buracos negros massivos já existiam antes que muitas galáxias atingissem estágios avançados de evolução. </strong></p><h2>Black Hole Stars</h2><p>As chamadas <em>black hole stars</em>, ou estrelas de buraco negro, são objetos hipotéticos nos quais um buraco negro em rápido crescimento permanece envolto por uma densa camada de gás. <strong>Diferentemente de um núcleo galáctico ativo, grande parte da radiação produzida próximo ao buraco negro é absorvida e reprocessada por esse gás antes de escapar para o espaço. </strong>Esse cenário tem sido proposto para explicar parte dos little red dots descobertos pelo James Webb. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/james-webb-detecta-sinais-do-que-podem-ser-as-primeiras-estrelas-de-buraco-negro-do-universo-1781477717297.png" data-image="wop9wa2iydui" alt="Se confirmadas, as estrelas de buraco negro podem ajudar a responder uma das maiores perguntas da cosmologia: o que surgiu primeiro, os buracos negros supermassivos ou as galáxias? Crédito: Kokorev et al. 2026" title="Se confirmadas, as estrelas de buraco negro podem ajudar a responder uma das maiores perguntas da cosmologia: o que surgiu primeiro, os buracos negros supermassivos ou as galáxias? Crédito: Kokorev et al. 2026"><figcaption>Se confirmadas, as estrelas de buraco negro podem ajudar a responder uma das maiores perguntas da cosmologia: o que surgiu primeiro, os buracos negros supermassivos ou as galáxias? Crédito: Kokorev et al. 2026</figcaption></figure><p>Uma das evidências mais fortes para esse cenário veio do objeto GLIMPSE-17775, um <em>little red dot </em>observado pelo James Webb. O objeto está localizado quando o Universo tinha aproximadamente 1,8 bilhão de anos.<strong> A análise revelou mais de 40 linhas espectrais, tornando este o espectro mais detalhado já obtido para um <em>little red dot</em>. </strong>As características observadas são compatíveis com um buraco negro envolto por um casulo denso de gás que modifica a radiação emitida pela acreção. Os resultados representam a evidência mais forte já encontrada para o modelo de<em> black hole stars.</em></p><h2>Finalmente uma resposta</h2><p><strong>Se objetos como GLIMPSE-17775 realmente representarem buracos negros envolvidos por casulos de gás, eles podem revelar uma fase inicial de crescimento extremamente eficiente. </strong>Nesse cenário, alguns buracos negros poderiam ter surgido antes da formação de galáxias e atuado como núcleos gravitacionais capazes de atrair matéria ao seu redor. As primeiras galáxias seriam então construídas em torno desses objetos massivos, e não o contrário. </p><p><strong>Essa possibilidade muda a ideia de que os buracos negros cresceram apenas após o estabelecimento das primeiras galáxias. </strong>Essa interpretação ajuda a explicar tanto o brilho dos little red dots quanto suas características espectrais. Se confirmada, os little red dots poderão representar a formação dos primeiros buracos negros supermassivos. Por causa disso, esses objetos se tornaram uma das descobertas mais importantes do James Webb.</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em>Kokorev et al. 2026 <a href="https://iopscience.iop.org/article/10.3847/1538-4357/ae4ed7" target="_blank">The Deepest GLIMPSE of a Dense Gas Cocoon Enshrouding a Little Red Dot </a>The Astrophysical Journal</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/james-webb-detecta-sinais-do-que-podem-ser-as-primeiras-estrelas-de-buraco-negro-do-universo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Roberta Duarte]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Sem eletricidade, sem vizinhos e sem saída fácil: a aldeia fantasma que intriga Portugal]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/sem-eletricidade-sem-vizinhos-e-sem-saida-facil-a-aldeia-fantasma-que-intriga-portugal.html</link><pubDate>Mon, 15 Jun 2026 10:08:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Escondida na Serra da Freita, Drave está abandonada há quase duas décadas e continua a atrair aventureiros. Há quem diga que é “um dos lugares mais míticos de Portugal”.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/sem-eletricidade-sem-vizinhos-e-sem-saida-facil-a-aldeia-fantasma-que-intriga-portugal-1779359499056.jpg" data-image="0nuxqgxk8k6s" alt="Drave" title="Drave"><figcaption>Sem estradas, luz ou habitantes há quase 20 anos. Foto ilustrativa: Unsplash</figcaption></figure><p>Não tem estradas, eletricidade, água canalizada, saneamento, gás, nem correio. A rede de telemóvel pode ser escassa. E o acesso? Nada facilitado. Situada no concelho de Arouca, <strong>Drave</strong> é muitas vezes referida como a aldeia mais isolada de Portugal, e percebemos o motivo.</p><p>Nesta aldeia <strong>não há quem viva há quase duas décadas</strong>. Não há ruído de carros, nem vizinhos, nem qualquer sinal de vida moderna. “Só ruínas, silêncio e vestígios de uma comunidade que um dia ali floresceu”, lê-se no ‘Idealista’.</p><h2>Uma aldeia desabitada há quase 20 anos</h2><p>Esta não é uma aldeia “pouco habitada”. Em vez disso, poderá dizer-se mesmo que é um <strong>lugar completamente vazio</strong>. Um onde “o tempo parece ter parado e onde o único som é o da natureza a ocupar o espaço deixado pelo ser humano.” Ainda assim, há quem garanta tratar-se de “<strong>um dos lugares mais míticos de Portugal</strong>”.</p><p>“Drave foi habitada até ao início deste século, mas só em 1993 é que o telefone chegou ali, como pudemos ler numa placa afixada na igreja de Drave. <strong>Hoje Drave não tem qualquer habitante permanente</strong>. No entanto, o seu carácter, a sua localização, e a mística de Drave fazem com que esta aldeia não tivesse ficado esquecida e são cada vez mais aqueles que visitam Drave e se deixam encantar por ela. Talvez a vida esteja lentamente a voltar a Drave”, nota o blogue ‘Viajar entre Viagens’.</p><h2>Como chegar a Drave?</h2><p>Escondida no coração da Serra da Freita, no concelho de Arouca, a aldeia de Drave é um lugar fantasma, <strong>desabitado desde 2009</strong>. Sem estradas acessíveis, eletricidade ou serviços básicos, só é possível chegar por <strong>trilhos de montanha</strong>. </p><div class="texto-destacado">Feitas as contas, aliás, é preciso fazer uma caminhada de quatro quilómetros em trilhos. No final, contudo, as vistas recompensam os mais aventureiros. </div><p>“Se a aldeia de xisto é mágica, o percurso pedestre para lá chegar não lhe fica atrás. O trilho de acesso à aldeia de Drave arranca da vizinha aldeia de Regoufe e tem aproximadamente 4 km de extensão (8 km ida e volta)”, informam os autores do blogue ‘Vaga Mundos’.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/sem-eletricidade-sem-vizinhos-e-sem-saida-facil-a-aldeia-fantasma-que-intriga-portugal-1779359158546.jpg" data-image="ak3g6ia85w9u" alt="Drave" title="Drave"><figcaption>Já conhece a a aldeia fantasma escondida nas montanhas de Arouca? Foto: Wikimedia // João Nuno Brochado</figcaption></figure><p>“E, acredite, que chegar a Drave depois desta caminhada é algo verdadeiramente mágico. É difícil descrever o que se sente ao observar pela primeira vez o casario de xisto da aldeia, pontilhado pela branquinha capela, e ao escutar o barulho das cristalinas águas da ribeira de Palhais.”</p><div class="texto-destacado"> “O esforço é recompensado com um cenário impressionante – mas também com uma sensação desconcertante: a de estar num lugar que já não pertence a este tempo.” </div><p>Sim, porque, apesar da ausência total de habitantes ou de infraestruturas modernas, ainda é possível encontrar alguns vestígios da vida que a aldeia teve em tempo. <strong>As casas de xisto</strong> em diferentes estados de ruína são alguns deles.</p><p>Há também "uma pequena capela que continua preservada"; alguns "elementos tradicionais como as pias de pedra, muros, lagares e espigueiros"; sem esquecer "os trilhos e vistas incríveis sobre o vale", acrescenta o ‘Idealista’.</p><h2>Como uma aldeia inteira se tornou um lugar fantasma?</h2><p>Não se deixe enganar. Esta aldeia não se tornou um lugar fantasma de um dia para o outro. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="[object Object]" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><span class="encabezado"><h5 class="titular s"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/foi-um-dos-destinos-de-ferias-mais-populares-de-espanha-hoje-e-uma-cidade-fantasma.html" title="Foi um dos destinos de férias mais populares de Espanha. Hoje, é uma cidade fantasma">Foi um dos destinos de férias mais populares de Espanha. Hoje, é uma cidade fantasma</a></h5></span><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/foi-um-dos-destinos-de-ferias-mais-populares-de-espanha-hoje-e-uma-cidade-fantasma.html" title="Foi um dos destinos de férias mais populares de Espanha. Hoje, é uma cidade fantasma"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/foi-um-dos-destinos-de-ferias-mais-populares-de-espanha-hoje-e-uma-cidade-fantasma-1767023742036_320.jpg" alt="Foi um dos destinos de férias mais populares de Espanha. Hoje, é uma cidade fantasma"></a></article></aside><p>Tal como muitas outras aldeias do interior, <strong>Drave foi perdendo população gradualmente</strong>. Os jovens emigraram, os mais velhos foram falecendo, e as condições de vida tornaram-se insustentáveis.</p><div class="texto-destacado">O acesso extremamente difícil, a ausência de infraestruturas modernas e o desinteresse político e institucional ao longo de décadas são alguns dos principais motivos que levaram ao abandono da aldeia. </div><p>Ainda assim, pode-se dizer que Drave não foi totalmente esquecida. “Escuteiros de várias regiões utilizam a aldeia como campo de atividades e têm ajudado a manter algumas estruturas em pé.”</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/sem-eletricidade-sem-vizinhos-e-sem-saida-facil-a-aldeia-fantasma-que-intriga-portugal.html</guid><dc:creator><![CDATA[Rita Caeiro]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Alerta: as temperaturas médias estão subindo a uma taxa sem precedentes em todo o mundo!]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/alerta-as-temperaturas-medias-estao-subindo-a-uma-taxa-sem-precedentes-em-todo-o-mundo.html</link><pubDate>Mon, 15 Jun 2026 09:02:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Segundo análises feitas por um grupo de 73 cientistas encarregados de atualizar dados e indicadores-chave sobre a evolução do clima da Terra, o planeta está aquecendo cada vez mais rápido.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/alerte-les-temperatures-moyennes-augmentent-a-un-rythme-sans-precedent-dans-le-monde-1781359151450.jpeg" data-image="xst1mqi1wz6v" alt="aquecimento global" title="aquecimento global"><figcaption>Entre 2016 e 2025, a temperatura aumentou 1,24°C em comparação com a era pré-industrial!</figcaption></figure><p>Após a atualização de indicadores-chave sobre mudanças climáticas entre dois relatórios do IPCC, um consórcio de mais de <strong>70 cientistas de todo o mundo destacou uma notável aceleração do aquecimento global</strong> nos últimos anos.</p><h2>"Um ritmo sem precedentes"</h2><p>Entre dois relatórios do <em>Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas</em> (IPCC), é necessário atualizar dados e indicadores-chave das mudanças climáticas globais. De fato, entre o último relatório do IPCC, publicado em 2021-2022, e o presente, <strong>o clima global continuou a evoluir e, sobretudo, a aquecer</strong>.</p><p>Assim, <strong>73 cientistas analisaram a evolução do clima global entre 2016 e 2025 e descobriram que o nosso planeta aqueceu 1,24°C</strong> em comparação com a era pré-industrial (1850-1900) durante esse período. Este valor é significativamente superior ao registado na década de 2010-2019, quando o mesmo aquecimento atingiu 1,07°C.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">The world has warmed by around 1.4C since 1850. <br><br>It took 148 years for the first half of that warming to occur, and just 27 years for the second half! <a href="https://t.co/HatT8ZQtF9">pic.twitter.com/HatT8ZQtF9</a></p>— Zeke Hausfather (@hausfath) <a href="https://x.com/hausfath/status/2065566751966843183?ref_src=twsrc%5Etfw">June 12, 2026</a></blockquote></figure><p><strong>Essa observação não é tão surpreendente.</strong> Durante a década de 2016 a 2025, foram registrados nove dos dez anos mais quentes já registrados globalmente, com 2024 liderando a lista, seguido por 2023 e, finalmente, 2025.</p><p>De acordo com um estudo publicado em 11 de junho por 73 cientistas na revista Earth System Science Data, agora está claro que a taxa de aquecimento global está se acelerando. Segundo o relatório, <strong>o aumento da temperatura atingiu uma média de +0,27°C na última década</strong>, uma taxa que os cientistas descrevem como "sem precedentes".</p><h2>Atividades humanas responsáveis</h2><p>O estudo em questão demonstra também que quase todo o aquecimento observado na última década é causado por atividades humanas, particularmente a queima de combustíveis fósseis em diversos setores de atividade, mas também em nosso cotidiano ou pela <strong>crescente destruição dos principais sumidouros naturais de carbono </strong>em todo o mundo.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="fr" dir="ltr">Le réchauffement dû aux activités humaines a augmenté de 0,27°C depuis 2015 pour atteindre 1,37°C jusqu'en 2025 <a href="https://t.co/S6UwmdxbdQ">https://t.co/S6UwmdxbdQ</a> <a href="https://t.co/HLY4toIgmc">pic.twitter.com/HLY4toIgmc</a></p>— Mystere Météo (@MystereMeteo) <a href="https://x.com/MystereMeteo/status/2065140821372920211?ref_src=twsrc%5Etfw">June 11, 2026</a></blockquote></figure><p>Por exemplo, aproximadamente 17% da floresta amazônica original foi desmatada desde o início da colonização moderna e da expansão agrícola em larga escala. É importante notar também que as emissões de gases de efeito estufa atingiram um novo recorde global em 2024. <strong>As emissões médias anuais foram de 54,6 GtCO2eq, em comparação com 53,5 GtCO2eq</strong> no último relatório do IPCC.</p><p>Consequentemente, o limiar simbólico de +1,5°C, estabelecido como meta a não ser ultrapassada no Acordo de Paris de 2015, está se aproximando inexoravelmente e deverá ser ultrapassado em breve. Em 2024,<strong> esse limiar foi ultrapassado pela primeira vez em um único ano</strong> e, no ritmo atual, a melhor estimativa disponível prevê que ele será atingido de forma sustentável até 2030, sendo posteriormente ultrapassado em maior ou menor grau, dependendo do cenário.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="676816" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/estudo-revela-ondas-de-calor-marinhas-no-atlantico-sul-entenda-os-impactos-e-causas.html" title="Estudo revela ondas de calor marinhas no Atlântico Sul: entenda os impactos e causas">Estudo revela ondas de calor marinhas no Atlântico Sul: entenda os impactos e causas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/estudo-revela-ondas-de-calor-marinhas-no-atlantico-sul-entenda-os-impactos-e-causas.html" title="Estudo revela ondas de calor marinhas no Atlântico Sul: entenda os impactos e causas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/estudo-revela-ondas-de-calor-marinhas-no-atlantico-sul-entenda-os-impactos-e-causas-1727979498567_320.jpg" alt="Estudo revela ondas de calor marinhas no Atlântico Sul: entenda os impactos e causas"></a></article></aside><p>Além das temperaturas do ar, as temperaturas da água do mar e dos oceanos também são motivo de preocupação. <strong>O relatório destaca um aumento significativo no número de ondas de calor marinhas</strong> em todo o mundo nos últimos anos, atingindo uma média de 58 dias entre 2015 e 2016, em comparação com aproximadamente 36 dias entre 2007 e 2016. Além disso, em meados de junho de 2026, as temperaturas médias globais dos oceanos atingiram novos recordes para essa época do ano.</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em><a href="https://www.franceinfo.fr/environnement/crise-climatique/la-planete-se-rechauffe-a-un-rythme-sans-precedent-de-0-27-c-par-decennie-du-seul-fait-des-activites-humaines-alerte-un-rapport_8050112.html" target="_blank">La planète se réchauffe à "un rythme sans précédent" de 0,27°C par décennie, du seul fait des activités humaines</a></em>, alerte un rapport, FranceInfo, 11/06/2026</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/alerta-as-temperaturas-medias-estao-subindo-a-uma-taxa-sem-precedentes-em-todo-o-mundo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Inteligência artificial ajuda cientistas a simular colisões de estrelas de nêutrons com precisão]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/inteligencia-artificial-ajuda-cientistas-a-simular-colisoes-de-estrelas-de-neutrons-com-precisao.html</link><pubDate>Mon, 15 Jun 2026 00:03:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>A técnica combina inteligência artificial e física nuclear para compreender melhor a origem cósmica de elementos como ouro, platina e urânio.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/inteligencia-artificial-ajuda-cientistas-a-simular-colisoes-de-estrelas-de-neutrons-com-precisao-1781477463597.png" data-image="weaj75jeq7c0" alt="Um novo modelo de inteligência artificial consegue reproduzir o aquecimento gerado pelo processo-r, acelerando simulações de colisões de estrelas de nêutrons sem perder precisão física." title="Um novo modelo de inteligência artificial consegue reproduzir o aquecimento gerado pelo processo-r, acelerando simulações de colisões de estrelas de nêutrons sem perder precisão física."><figcaption>Um novo modelo de inteligência artificial consegue reproduzir o aquecimento gerado pelo processo-r, acelerando simulações de colisões de estrelas de nêutrons sem perder precisão física.</figcaption></figure><p>As colisões de estrelas de nêutrons estão entre os eventos mais energéticos do Universo e são responsáveis pela produção de elementos químicos pesados. Quando duas estrelas de nêutrons se fundem, quantidades de matéria rica em nêutrons são ejetadas para o espaço a velocidades próximas à da luz. <strong>Nesse ambiente ocorre o processo-r, um mecanismo de nucleossíntese responsável pela formação rápida de núcleos atômicos pesados.</strong> É por meio desse processo que elementos como ouro, platina e urânio são produzidos.</p><p>Compreender em detalhes o que acontece durante essas colisões exige simulações numéricas. <strong>Os modelos precisam descrever a hidrodinâmica da matéria ejetada, a física nuclear responsável pela formação dos elementos e os efeitos relativísticos. </strong>Isso resulta em cálculos computacionais complexos, envolvendo milhares de reações nucleares. Em muitos casos, uma única simulação pode durar dias ou semanas de processamento em supercomputadores. Essa limitação dificulta estudar diferentes condições iniciais e parâmetros físicos. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="755482" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/ondas-gravitacionais-podem-guardar-memoria-da-fusao-de-estrelas-de-neutrons-que-as-criaram.html" title="Ondas gravitacionais podem guardar memória da fusão de estrelas de nêutrons que as criaram">Ondas gravitacionais podem guardar memória da fusão de estrelas de nêutrons que as criaram</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/ondas-gravitacionais-podem-guardar-memoria-da-fusao-de-estrelas-de-neutrons-que-as-criaram.html" title="Ondas gravitacionais podem guardar memória da fusão de estrelas de nêutrons que as criaram"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ondas-gravitacionais-podem-guardar-memoria-da-fusao-de-estrelas-de-neutrons-que-as-criaram-1771787361830_320.png" alt="Ondas gravitacionais podem guardar memória da fusão de estrelas de nêutrons que as criaram"></a></article></aside><p>Para resolver esse problema, um novo estudo propõe usar inteligência artificial (IA) para superar parte dessas limitações. <strong>Os pesquisadores desenvolveram um modelo capaz de reproduzir o aquecimento gerado pelo processo-r dentro das simulações hidrodinâmicas. </strong>Em vez de calcular diretamente todas as reações nucleares a cada etapa da simulação, a rede neural aprende a estimar seus efeitos de forma mais eficiente. A abordagem permite estudar um número maior de simulações e explorar diferentes parâmetros físicos.</p><h2>Colisão de estrelas de nêutrons</h2><p>As colisões de estrelas de nêutrons ocorrem quando dois desses objetos compactos perdem energia orbital por meio da emissão de ondas gravitacionais e acabam se fundindo. <strong>Durante a colisão, matéria é ejetada para o espaço em condições extremas de temperatura, densidade e energia. </strong>A fusão também produz uma explosão conhecida como kilonova que está associada com emissões eletromagnéticas e ondas gravitacionais. </p><div class="texto-destacado">Uma das consequências mais importantes dessas fusões é a produção de elementos químicos pesados por meio do chamado processo-r ou processo de captura rápida de nêutrons. </div><p><strong>No processo-r, núcleos atômicos absorvem grandes quantidades de nêutrons em intervalos curtos antes de sofrerem decaimentos radioativos.</strong> Esse processo permite a formação de elementos como ouro, platina e urânio. A quantidade de elementos sintetizados depende de diversos fatores como a quantidade de massa ejetada, sua composição química e as condições físicas durante a expansão do material. Além disso, milhares de reações nucleares ocorrem simultaneamente enquanto a matéria esfria e evolui. </p><h2>Problema de simulações numéricas</h2><p>Para entender esses processos, astrônomos e físicos usam simulações numéricas que descrevem a Física do fenômeno. <strong>Durante a fusão, ocorrem simultaneamente fenômenos relacionados à relatividade geral, hidrodinâmica, física nuclear e transporte de radiação.</strong> A interação entre essas diferentes áreas da Física produz um sistema complexo, cuja evolução precisa ser calculada passo a passo por modelos computacionais. As simulações permitem reconstruir esses processos e comparar previsões teóricas com as observações.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/inteligencia-artificial-ajuda-cientistas-a-simular-colisoes-de-estrelas-de-neutrons-com-precisao-1781477485736.png" data-image="gw0x5xxlyzyt" alt="Com a redução do custo computacional, os pesquisadores podem testar um número muito maior de parâmetros e cenários para entender melhor as kilonovas e a formação de elementos pesados. Crédito: Just et al. 2026" title="Com a redução do custo computacional, os pesquisadores podem testar um número muito maior de parâmetros e cenários para entender melhor as kilonovas e a formação de elementos pesados. Crédito: Just et al. 2026"><figcaption>Com a redução do custo computacional, os pesquisadores podem testar um número muito maior de parâmetros e cenários para entender melhor as kilonovas e a formação de elementos pesados. Crédito: Just et al. 2026</figcaption></figure><p>No entanto, realizar essas simulações é uma tarefa computacionalmente muito exigente. <strong>Os modelos precisam acompanhar a evolução de bilhões de elementos enquanto resolvem equações que descrevem a dinâmica da matéria e da gravidade. </strong>Em muitos casos, também é necessário incluir milhares de reações nucleares responsáveis pela formação dos elementos pesados produzidos durante a colisão. Dependendo da resolução e da complexidade do modelo, uma única simulação pode consumir dias ou até semanas.</p><h2>Simulação com IA</h2><p>Um novo estudo propõe usar IA para resolver esse problema e acelerar uma das etapas mais custosas das simulações de colisões de estrelas de nêutrons. <strong>O método, chamado RHINE, emprega redes neurais para modelar a energia liberada durante o processo-r.</strong> Os pesquisadores treinaram a rede neural usando um conjunto de cálculos de referência produzidos com redes completas de reações nucleares. Durante essa etapa, o sistema aprende a relação entre as condições físicas da matéria e a energia liberada pelo processo-r. </p><p><strong>Após o treinamento, a rede neural pode ser incorporada diretamente às simulações hidrodinâmicas para estimar as taxas de aquecimento de forma muito mais rápida. </strong>Em vez de resolver milhares de reações nucleares a cada passo temporal, a IA fornece aproximações com um custo computacional menor. Isso permite executar um número maior de simulações e explorar diferentes cenários físicos em menos tempo. Como resultado, os pesquisadores conseguem investigar como variam as propriedades das kilonovas e da matéria ejetada em colisões de estrelas de nêutrons. </p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em>Just et al. 2026 <a href="https://journals.aps.org/prd/abstract/10.1103/gl2l-7f3g">r-process heating implementation in hydrodynamic simulations with neural networks</a> Physical Review D</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/inteligencia-artificial-ajuda-cientistas-a-simular-colisoes-de-estrelas-de-neutrons-com-precisao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Roberta Duarte]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria avança por 4 regiões do Brasil e muda o tempo; saiba quando e os estados atingidos]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-avanca-por-4-regioes-do-brasil-e-muda-o-tempo-saiba-quando-e-os-estados-atingidos.html</link><pubDate>Sun, 14 Jun 2026 22:35:59 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma nova frente fria chega e vai avançar por boa parte do Brasil mais para o fim da semana. O sistema vai provocar mudanças no Sul, Sudeste, Centro-Oeste e no Norte.</p><ul><li>Mais previsão: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-avanca-pelo-centro-sul-e-traz-sequencia-de-temperaturas-negativas-veja-onde.html">Ar polar avança pelo Centro-Sul e traz sequência de temperaturas negativas; veja onde </a></li></ul><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-avanca-por-4-regioes-do-brasil-e-muda-o-tempo-saiba-quando-e-os-estados-atingidos-1781476194335.jpg" data-image="fr8fynfzvnp8" alt="frente fria" title="frente fria"><figcaption>Uma nova frente fria chega e vai avançar por boa parte do Brasil. O sistema vai provocar mudanças no Sul, Sudeste, Centro-Oeste e no Norte.</figcaption></figure><p>Uma nova frente está prevista para chegar e avançar pelo Brasil no fim desta semana, logo depois do avanço de uma forte massa de ar polar. </p><p>Este sistema frontal<strong> promete ter grande amplitude de avanço e provocar mudança</strong> no Sul, Sudeste, no Centro-Oeste e até na Região Norte, levando potencial de chuvas intensas e tempestades.</p><h2>Quando a mudança do tempo começa?</h2><p>Na quinta-feira (18), <strong>o processo de formação da frente fria começa entre o norte e o oeste da Argentina</strong>, com as instabilidades se deslocando em direção ao Sul do Brasil no período da noite, o que pode provocar as primeiras chuvas de até forte intensidade na fronteira oeste do Rio Grande do Sul. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-avanca-por-4-regioes-do-brasil-e-muda-o-tempo-saiba-quando-e-os-estados-atingidos-1781475672849.jpg" data-image="wiw5wkv3w3bo" alt="frente fria" title="frente fria"><figcaption>Previsão de chuva e pressão para a tarde da quinta-feira, 18 de junho.</figcaption></figure><p>A frente fria se forma completamente na madrugada da sexta-feira (19) e já avança pelo Paraguai e <strong>chegando e provocando mudança do tempo em parte das regiões de fronteira do Brasil no início da manhã</strong>. Assim, há alerta de chuvas intensas e de tempestades no noroeste do Rio Grande do Sul, no extremo oeste de Santa Catarina, do Paraná e do Mato Grosso do Sul.</p><p>Devido a este avanço, o tempo também muda em praticamente todo o Rio Grande do Sul, com chuvas de fraca a moderada intensidade no Oeste, Sul, região Central, Norte e região metropolitana de Porto Alegre. <strong>Atenção para essas regiões é para o risco de rajadas de vento intensas na madrugada</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-avanca-por-4-regioes-do-brasil-e-muda-o-tempo-saiba-quando-e-os-estados-atingidos-1781475721320.jpg" data-image="2m9hz0uhddnk" alt="frente fria Brasil" title="frente fria Brasil"><figcaption>Previsão de chuva e pressão para a madrugada da sexta-feira, 19 de junho.</figcaption></figure><p><strong>Ao longo da sexta-feira (19)</strong>, a frente fria avança e perde intensidade, no entanto, há mudanças no tempo em todo o estado de Santa Catarina, no oeste ainda no período da manhã e, no norte e leste, a partir do fim da tarde. <strong>Há risco de tempestade e de chuvas intensas somente para as áreas do oeste</strong>.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões do tempo diretamente no seu celular através do nosso novo canal do WhatsApp. <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank"><strong>Clique aqui para nos seguir e ative as notificações!</strong></a> </div><p>No Paraná, <strong>a frente fria traz chuvas intensas e risco de tempestades</strong> em todo o oeste do estado no período da manhã. As instabilidades perdem intensidade no restante do dia e a frente fria muda o tempo através do aumento da nebulosidade e da ocorrência de chuva fraca no norte e no leste a partir do fim da tarde.</p><p><strong>O maior destaque fica para a mudança do tempo no Centro-Oeste</strong>, que é mais intensa. O deslocamento da frente fria pode formar <strong>um arco de linha de instabilidades</strong>, ou seja, um arco de tempestades provocado pelo contraste entre a frente fria e o ar quente no centro-norte do Brasil.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-avanca-por-4-regioes-do-brasil-e-muda-o-tempo-saiba-quando-e-os-estados-atingidos-1781475849681.jpg" data-image="n6kao8ummck8" alt="raios frente fria" title="raios frente fria"><figcaption>Previsão de densidade de raios para a tarde da sexta-feira, 19 de junho. Realce da linha de instabilidade entre o Mato Grosso e Rondônia.</figcaption></figure><p>Assim, <strong>há alerta de tempestades no período da manhã</strong> no oeste e centro-sul do Mato Grosso do Sul e no sudoeste do Mato Grosso. No período da tarde, os alertas ficam para o centro-norte, norte e leste do Mato Grosso do Sul, para o sul e todo o oeste do Mato Grosso. No fim do dia, a linha de instabilidade ganha intensidade no norte do Mato Grosso do Sul e atinge o sul de Rondônia.</p><p>No Sudeste, a frente fria chega por volta do meio da tarde no oeste do estado, <strong>trazendo potencial de chuvas na forma de pancadas</strong> somente no oeste do estado de São Paulo. No fim do período as instabilidades atingem o norte e noroeste e o extremo oeste da do Triângulo Mineiro, com potencial de tempestades pontuais. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-avanca-por-4-regioes-do-brasil-e-muda-o-tempo-saiba-quando-e-os-estados-atingidos-1781475926336.jpg" data-image="rpkt0vhp2az4" alt="frente fria" title="frente fria"><figcaption>Previsão de chuva, nebulosidade e pressão para noite da sexta-feira, 19 de junho.</figcaption></figure><p>No período da noite, <strong>a frente fria já está enfraquecida e provoca mais aumento da nebulosidade do que chuva</strong>, com maior potencial de chuva de fraca a moderada intensidade no estado de São Paulo e no oeste do Triângulo Mineiro.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-avanca-por-4-regioes-do-brasil-e-muda-o-tempo-saiba-quando-e-os-estados-atingidos.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Este oásis tropical escondido é um dos mais belos locais para nadar em águas abertas. Onde fica?]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/este-oasis-tropical-escondido-e-um-dos-mais-belos-locais-para-nadar-em-aguas-abertas-onde-fica.html</link><pubDate>Sun, 14 Jun 2026 20:02:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Dê o grande salto e deixe-se seduzir pelas sensações únicas de um mergulho em águas abertas e pelo relaxamento de uma sessão de sauna num cenário pitoresco, a poucos passos de Londres.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/cette-oasis-tropicale-cachee-est-l-un-des-plus-beaux-spots-de-baignade-en-eau-libre-ou-se-trouve-t-il-1781001603985.jpg" data-image="aefykgh5t7ja" alt="Laissez-vous séduire par les sensations uniques de la baignade en eau libre" title="Laissez-vous séduire par les sensations uniques de la baignade en eau libre"><figcaption>Deixe-se seduzir pelas sensações únicas de um mergulho em águas abertas. Crédito: Divers Cove</figcaption></figure><p><strong>Existe um local pouco conhecido, aninhado no coração das magníficas paisagens de Surrey</strong>, que oferece aos amantes da natureza uma experiência imersiva que combina banhos no lago e sessões de terapia de contraste, conhecidas pelos seus efeitos estimulantes e revigorantes.</p><p>Poderá também participar numa sessão de ioga relaxante, pontuada por banhos, momentos de descontração e diversas atividades de bem-estar, antes de concluir o dia com uma prática de ioga ainda mais tranquilizante. <strong>Visite Divers Cove (North Park Lane, Godstone, Surrey)</strong> para se conceder uma pausa de relaxamento, desconexão e recarga de energias.</p><h2>Descubra a natação em águas abertas</h2><p><strong>Descubra os benefícios revitalizantes da natação em águas frias nos arredores de Londres</strong>. A Divers Cove oferece sessões de iniciação à natação em águas frias, bem como programas de treino de quatro semanas centrados no crawl e/ou no aperfeiçoamento técnico para nadadores mais experientes.</p><p>Neste reservatório de 7,3 acres (cerca de 3 hectares), <strong>a temperatura da água pode atingir os 25 °C no final do verão</strong>. Sob o sol, as águas turquesa convidam imediatamente à evasão e proporcionam uma verdadeira sensação de férias.</p><p>Apesar destas temperaturas agradáveis,<strong> recomenda-se sempre realizar um aquecimento suave antes de mergulhar em águas abertas, para dar tempo ao corpo de se adaptar gradualmente à mudança de temperatura</strong>. Além disso, quando a água desce abaixo dos 16 °C, o uso de um fato de mergulho torna-se obrigatório. Este pode ser trazido pelos visitantes, alugado no local ou comprado.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/50i-vQPwPRQ/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=50i-vQPwPRQ" id="50i-vQPwPRQ"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>Para nadar em águas abertas em Divers Cove, <strong>é necessário usar uma touca de banho de cor viva, para garantir uma boa visibilidade na água, bem como um colete salva-vidas</strong>. Este equipamento pode ser trazido pelos visitantes ou alugado e comprado no local.</p><p>Os visitantes e os membros também podem desfrutar de deliciosas pizzas artesanais, ideais para se aquecerem após um mergulho em águas frias. Aqueles que desejam simplesmente desfrutar da tranquilidade do local também poderão apreciar <strong>a atmosfera pacífica do lago e dos bosques circundantes antes de saírem de uma sauna noturna bem quente</strong>.</p><h2>Banhos, sauna e ioga</h2><p>Para os amantes de banhos em águas abertas e de ioga, é difícil imaginar uma combinação melhor para recarregar completamente as energias. A professora de ioga Anna Rooke organiza, ao longo do verão, <strong>retiros de meio dia especialmente concebidos para promover o bem-estar do corpo e da mente</strong>.</p><p>No programa: sessões de ioga yin relaxante, práticas de ioga nidra particularmente calmantes, banhos ou imersões em água fria, sessões de sauna e iguarias energizantes. <strong>Uma experiência pensada para revitalizar o corpo, acalmar a mente e recuperar uma verdadeira sensação de bem-estar</strong>.</p><p><strong>As vagas para os retiros de verão que combinam natação em águas abertas e ioga com Anna Rooke estão, neste momento, esgotadas</strong>.<strong> </strong>No entanto, recomendamos que fique atento a eventuais novos retiros que possam vir a ser anunciados em breve.</p><p>Entretanto, <strong>deixe-se seduzir pela experiência única do Divers Cove</strong>. Dê o grande salto e ofereça ao seu corpo e à sua mente um momento tão estimulante quanto revigorante. Quem sabe? <strong>Esta experiência pode muito bem fazer com que queira voltar vezes sem conta</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/este-oasis-tropical-escondido-e-um-dos-mais-belos-locais-para-nadar-em-aguas-abertas-onde-fica.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A guerra dos robôs começou, e não é com um T-1000: este é o soldado humanoide de aço testado em combate na Ucrânia]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/a-guerra-dos-robos-comecou-e-nao-e-com-um-t-1000-este-e-o-soldado-humanoide-de-aco-testado-em-combate-na-ucrania.html</link><pubDate>Sun, 14 Jun 2026 18:56:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Pela primeira vez na história militar, um robô humanoide projetado para combate entrou em campo de batalha. O que antes era ficção científica com os Exterminadores do Futuro tornou-se tecnologia de guerra real.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-guerra-de-los-robots-empezo-y-no-es-con-un-t-1000-asi-es-el-soldado-humanoide-de-acero-que-ya-opera-en-ucrania-1781292984633.jpg" data-image="yp88pjmu3kb0" alt="PH MK1" title="PH MK1"><figcaption>O Phantom MK1 é o primeiro robô humanoide autônomo testado em combate (Ucrânia, fevereiro de 2026). Ele pode ser treinado para desarmar bombas.</figcaption></figure><p>É totalmente preto, tem <strong>1,8 metros de altura e pode empunhar desde uma pistola até um fuzil M-16</strong>.</p><p>Não se trata de um personagem de filme: é o Phantom MK-1, e em fevereiro de 2026 duas unidades desse robô humanoide <strong>chegaram à linha de frente na Ucrânia</strong>, no que é considerado o primeiro emprego de um androide em um conflito armado ativo na história.</p><p>Por trás do projeto está Sankaet Pathak, CEO da Foundation Robotics, uma startup de São Francisco com apenas dois anos de existência e US$ 24 milhões em contratos com o Exército, a Marinha e a Força Aérea dos Estados Unidos.</p><p>O argumento de Pathak é desconcertante em sua simplicidade:<strong> o mundo foi construído para os seres humanos</strong>, então um robô humanoide pode usar as mesmas armas e cruzar os mesmos limites sem redesenhar a infraestrutura. É mais fácil moldar a máquina do que mudar a guerra.</p><h2>Poderoso no papel, frágil na prática</h2><p>Testes realizados na Ucrânia revelaram um robô que, em teoria, era poderoso, mas apresentava limitações claras na prática.</p><p>O Phantom MK-1 pode transportar até 40 quilos, não é à prova d'água, não consegue se endireitar em caso de queda e sua bateria não dura para operações prolongadas. Mesmo assim, missões de reconhecimento e reabastecimento demonstraram algo que Pathak considera crucial:<strong> o sistema pode executar as tarefas mais letais de um soldado</strong>, aquelas em que recuperar suprimentos em uma zona de combate equivale a arriscar a própria vida.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">We took Phantom MK1 to Vegas and then this happened... <a href="https://x.com/hashtag/lasvegas?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#lasvegas</a> <a href="https://x.com/hashtag/humanoidrobot?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#humanoidrobot</a> <a href="https://t.co/3EamvfZCv3">pic.twitter.com/3EamvfZCv3</a></p>— Foundation Robotics (@foundation_robo) <a href="https://x.com/foundation_robo/status/2062953945383972963?ref_src=twsrc%5Etfw">June 5, 2026</a></blockquote></figure><p>A Fundação já está trabalhando no Phantom 2, com o dobro da capacidade de carga e recursos que Pathak chama de "sobre-humanos", e<strong> planeja enviá-los para a Ucrânia até o final de 2026</strong>. A meta de produção é de 50.000 unidades até 2027, a menos de US$ 20.000 cada.</p><div class="texto-destacado">Até 2027, está previsto produzir 50.000 unidades do Phantom 2, um soldado humanoide com capacidades "sobre-humanas", a um custo inferior a 20.000 dólares cada.</div><p>O Goldman Sachs — um dos maiores grupos de banco de investimento e valores mobiliários do mundo — <strong>prevê que entre 50.000 e 100.000 robôs humanoides</strong> serão comercializados globalmente somente até 2026, sendo as aplicações militares um dos segmentos de crescimento mais rápido.</p><h2>A questão que a tecnologia não consegue responder sozinha</h2><p>A expansão da robótica militar não está acontecendo sem resistência. Em 2023, a Boston Dynamics, a Agility Robotics e outras empresas líderes assinaram um pacto comprometendo-se a não militarizar suas plataformas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-guerra-de-los-robots-empezo-y-no-es-con-un-t-1000-asi-es-el-soldado-humanoide-de-acero-que-ya-opera-en-ucrania-1781293041562.jpg" data-image="2rgxb3ow3n33" alt="Robot soldado" title="Robot soldado"><figcaption>O MK1 tem 1,8 m de altura, pesa 80 kg, pode transportar uma carga de 40 kg e funciona a uma velocidade máxima de 100 km/h.</figcaption></figure><p>A fundação escolheu o caminho oposto. <strong>O cofundador Mike LeBlanc fala de um "imperativo moral" para enviar robôs para a linha de frente em vez de soldados</strong>. É um argumento sedutor, mas que ignora a questão mais difícil: quem é responsabilizado quando um algoritmo mata um civil?</p><p>A ONU também está ciente disso. Em maio de 2025, representantes de 96 países se reuniram na Assembleia Geral para discutir sistemas de armas autônomas letais.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/la-guerra-de-los-robots-empezo-y-no-es-con-un-t-1000-asi-es-el-soldado-humanoide-de-acero-que-ya-opera-en-ucrania-1781293087396.jpg" data-image="0x9g04mxkfq6" alt="Phantom Robot" title="Phantom Robot"><figcaption>Num futuro não muito distante, cenas com tropas mistas de humanos e robôs provavelmente deixarão de ser uma fantasia reservada apenas à ficção científica.</figcaption></figure><p>O Secretário-Geral António Guterres classificou-os como "politicamente e moralmente inaceitáveis" e estabeleceu 2026 como prazo limite para a obtenção de um tratado vinculativo. <strong>Este é precisamente o ano em que estes robôs já estão a operar numa frente de combate real</strong>.</p><p>O paradoxo não tem solução fácil: enquanto a diplomacia corre contra o tempo, a tecnologia leva vantagem. O<strong> Phantom MK-1 ainda não é um soldado autônomo</strong>. Mas é o primeiro passo nessa direção. E esse passo já foi dado, em uma trincheira ucraniana, em fevereiro de 2026.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/a-guerra-dos-robos-comecou-e-nao-e-com-um-t-1000-este-e-o-soldado-humanoide-de-aco-testado-em-combate-na-ucrania.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ar polar avança pelo Centro-Sul e traz sequência de temperaturas negativas; veja onde]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-avanca-pelo-centro-sul-e-traz-sequencia-de-temperaturas-negativas-veja-onde.html</link><pubDate>Sun, 14 Jun 2026 17:13:19 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Ar polar já avança pelo Sul do Brasil e chega ao restante do centro-sul nos próximos dias. O sistema vai trazer temperaturas típicas de inverno e sequência de dias com temperaturas negativas nas áreas mais elevadas.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xafnpje"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xafnpje.jpg" id="xafnpje"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Uma massa de ar polar já atua sobre parte do Sul do Brasil e vai avançar nos próximos dias pelo centro-sul do Brasil, derrubando as temperaturas e proporcionando frio de inverno para o Sul e parte das regiões Sudeste e Centro-Oestes. Nas regiões mais elevadas de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul,<strong> há previsão de pelo menos 4 dias consecutivos com temperaturas negativas </strong>nesta semana.</p><h2>Quando o frio ganha força no Centro-Sul? </h2><p>O frio ganha força já nesta segunda-feira (15). A frente fria no oceano se conecta com o sistema de instabilidades entre o Sudeste e o Centro-Oeste, <strong>aumentando o seu tamanho e intensidade</strong>. Ao mesmo tempo, essa condição mexe com a dinâmica da atmosfera e a massa de ar polar avança pelo Sul do Brasil, com os ventos de sul levando o ar frio até o Mato Grosso do Sul, estado de São Paulo e ao Rio de Janeiro.</p><p>Assim, entre o fim da madrugada e o início da manhã desta segunda-feira (15), <strong>as temperaturas mínimas são previstas e variam de 2 a 5°C</strong> na região da Campanha, Sul e Oeste do Rio Grande do Sul. Na região Central, Norte e em parte da Serra, as temperaturas variam de 6 a 7°C, enquanto que na região de Porto Alegre, as mínimas ficam em torno dos 10°C.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões do tempo diretamente no seu celular através do nosso novo canal do WhatsApp. <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank"><strong>Clique aqui para nos seguir e ative as notificações!</strong></a> </div><p>Nas regiões mais elevadas da Serra Gaúcha e de Santa Catarina, há previsão de -1 a 3°C. No entanto, nessas áreas, os modelos de previsão <strong>tendem a subestimar o frio. Assim, há potencial de de temperatura de -5 a -1°C.</strong></p><p>Nas demais regiões catarinenses, as temperaturas ficam abaixo dos 10°C, atingindo até 4°C, no sul, Planalto e Oeste. No Norte e na faixa leste, as mínimas variam de 11 a 14°C. No Paraná, o frio é menos intenso, mas na porção sul do estado, as temperaturas podem chegar aos 4°C, contra 11°C na região de Curitiba e de 15 a 17°C no norte e noroeste.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-avanca-pelo-centro-sul-e-traz-sequencia-de-temperaturas-negativas-veja-onde-1781455853387.jpg" data-image="qbhp2m9g1skp" alt="frio ar polar" title="frio ar polar"><figcaption>Previsão de temperaturas mínimas para a segunda-feira, 15 de junho.</figcaption></figure><p><strong>No Sudeste e no Mato Grosso do Sul</strong>, a presença da frente fria favorece o tempo nublado e com chuva, principalmente nos estados de São Paulo, do Rio de Janeiro e no sul de Minas Gerais.</p><p>Com o avanço do sistema frontal, a massa de ar atua com maior intensidade no fim da noite, quando as temperaturas mínimas são registradas, com uma diferença de apenas 1 a 2°C em relação ao horário normal entre a madrugada e o período da manhã. Frio de 15°C em São Paulo, de 20°C no Rio de Janeiro, onde ainda tem previsão de chuva; de 15°C em Minas Gerais, de 21°C em Vitória e de 17°C no Mato Grosso.</p><h2>Quais regiões vão registrar temperaturas negativas? </h2><p>Como já comentado na previsão da segunda-feira (15), as localidades mais elevadas na Serra do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, <strong>já vão registrar temperaturas bastante negativas no início do dia.</strong></p><p>Já na terça-feira (16) esse potencial aumenta, com áreas do Norte e de boa parte da Serra do Rio Grande do Sul, da Serra e do Meio-Oeste de Santa Catarina até o Sul do Paraná.</p><p><strong>As temperaturas mínimas no estado do Rio Grande do Sul variam de -3 aos 7°C</strong>, com potencial de geadas em todas as regiões, e frio menos rigoroso na região de Porto Alegre. Temperaturas negativas podem ser registradas em toda a Serra e pontualmente no Norte e entre a região Central e a região de Porto Alegre.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-avanca-pelo-centro-sul-e-traz-sequencia-de-temperaturas-negativas-veja-onde-1781455974781.jpg" data-image="1xatq1scarr0" alt="onda de frio" title="onda de frio"><figcaption>Previsão de temperaturas mínimas para a terça-feira, 16 de junho.</figcaption></figure><p><strong>Em Santa Catarina</strong>, as temperaturas negativas podem ocorrer em toda a Serra e Planalto, <strong>chegando aos -6°C</strong>. No Oeste, as mínimas ficam entre 4 e 5°C. Já no Paraná, o potencial de temperaturas negativas fica somente para o extremo sul, com valores mínimos de -1°C. Em Curitiba, as temperaturas mínimas ficam em 9°C. No restante do estado variam entre 6 e 11°C.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="773620" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/efeito-el-nino-previsao-mostra-semanas-consecutivas-de-chuva-no-sul.html" title="Efeito El Niño? Previsão mostra semanas consecutivas de chuva no Sul">Efeito El Niño? Previsão mostra semanas consecutivas de chuva no Sul</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/efeito-el-nino-previsao-mostra-semanas-consecutivas-de-chuva-no-sul.html" title="Efeito El Niño? Previsão mostra semanas consecutivas de chuva no Sul"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/efeito-el-nino-previsao-mostra-semanas-consecutivas-de-chuva-no-sul-1781301834823_320.png" alt="Efeito El Niño? Previsão mostra semanas consecutivas de chuva no Sul"></a></article></aside><p><strong>No Sudeste, a terça-feira (16) será mais fria</strong>, com mínimas ocorrendo no horário convencional, entre o fim da madrugada e o início da manhã. O potencial para temperaturas negativas fica restrito a uma região entre o sul de Minas Gerais e o estado do Rio de Janeiro. Em São Paulo as mínimas variam de 9°C a 18°C, sendo com 18°C para o litoral e no restante do estado abaixo dos 15°C. No centro-sul e oeste de Minas Gerais, as mínimas variam de 7°C a 16°C. No Rio de Janeiro, frio de 9°C na região Serrana e apenas 18°C na região metropolitana do Rio.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-avanca-pelo-centro-sul-e-traz-sequencia-de-temperaturas-negativas-veja-onde-1781456050825.jpg" data-image="8jjlo8ciud2f" alt="ar polar" title="ar polar"><figcaption>Previsão de temperaturas mínimas para a quarta-feira, 16 de junho.</figcaption></figure><p>No Centro-Oeste, não há previsão de temperaturas negativas, mas o frio atinge valores de até 9°C com as mínimas no centro-sul do Mato Grosso do Sul.</p><h2>O que esperar dos próximos dias?</h2><p>No restante da semana, a massa de ar frio vai se deslocando para o oceano, o que diminui o frio no interior e mantém nas paradas do leste da Região Sul e do Sudeste, <strong>com até um incremento, reduzindo em 1 a 2°C as temperaturas</strong>.</p><p>Isso é bastante nítido na quinta-feira (18), com aumento do frio no em áreas do leste do Sul, como de Santa Catarina e de Curitiba, onde as mínimas podem chegar aos 7°C. Nas regiões de Serra e Planalto do Sul, o frio perde intensidade, <strong>mas ainda pode-se registrar temperaturas negativas de -3°C a -1°C</strong>.</p><p>No Sudeste as temperaturas diminuem de 1 a 2°C no leste da região. Já no Mato Grosso do Sul, as temperaturas aumentam nessa magnitude.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-avanca-pelo-centro-sul-e-traz-sequencia-de-temperaturas-negativas-veja-onde-1781456535407.jpg" data-image="cr60d2868cav" alt="frente fria" title="frente fria"><figcaption>Previsão de chuva e pressão para o fim início da tarde da sexta-feira, 19 de junho. </figcaption></figure><p><strong>Na sexta-feira (19)</strong>, o frio continua, com menor intensidade e o potencial de temperaturas negativas diminui bastante, não havendo previsibilidade para essa condição. Além disso,<strong> é neste dia que há a chegada de uma outra frente fria</strong> que atua de forma mais continental em comparação no seu avanço pela Região Sul e, não, através de um processo de formação.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-avanca-pelo-centro-sul-e-traz-sequencia-de-temperaturas-negativas-veja-onde.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Matéria escura pode estar escondida ao redor dos maiores buracos negros do Universo]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/materia-escura-pode-estar-escondida-ao-redor-dos-maiores-buracos-negros-do-universo.html</link><pubDate>Sun, 14 Jun 2026 14:39:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Pesquisadores usaram ecos de luz para rastrear estruturas invisíveis ao redor de buracos negros supermassivos.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/materia-escura-pode-estar-escondida-ao-redor-dos-maiores-buracos-negros-do-universo-1781378122246.png" data-image="3msrhlblfxf0" alt="Pesquisadores usam ecos de luz ao redor de buracos negros supermassivos para investigar como a matéria escura se distribui e interage gravitacionalmente nessas regiões extremas. Crédito: NASA" title="Pesquisadores usam ecos de luz ao redor de buracos negros supermassivos para investigar como a matéria escura se distribui e interage gravitacionalmente nessas regiões extremas. Crédito: NASA"><figcaption>Pesquisadores usam ecos de luz ao redor de buracos negros supermassivos para investigar como a matéria escura se distribui e interage gravitacionalmente nessas regiões extremas. Crédito: NASA</figcaption></figure><p>Os buracos negros supermassivos são os maiores tipos de buracos negros conhecidos, possuindo massas que variam de milhões a bilhões de vezes a massa do Sol. Eles são encontrados nos centros da maioria das galáxias massivas. <strong>Esses objetos exercem forte influência gravitacional sobre as regiões centrais das galáxias e afetam sua evolução.</strong> Quando estão ativos, podem se alimentar de grandes quantidades de matéria e liberar enormes quantidades de energia na forma de radiação, ventos e jatos relativísticos. </p><p>As observações astronômicas indicam que as galáxias estão imersas em halos de matéria escura. <strong>Esses halos contêm a maior parte da massa das galáxias e explicam a dinâmica orbital das estrelas e a formação de estruturas cósmicas.</strong> Há décadas, pesquisadores sugerem que a gravidade dos buracos negros supermassivos poderia influenciar a distribuição da matéria escura em suas proximidades. Alguns modelos preveem que partículas de matéria escura podem se concentrar ao redor desses objetos.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="763469" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/misterio-dos-buracos-negros-pode-estar-proximo-da-solucao-apos-descoberta-recente.html" title="Mistério dos buracos negros pode estar próximo da solução após descoberta recente">Mistério dos buracos negros pode estar próximo da solução após descoberta recente</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/misterio-dos-buracos-negros-pode-estar-proximo-da-solucao-apos-descoberta-recente.html" title="Mistério dos buracos negros pode estar próximo da solução após descoberta recente"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/misterio-dos-buracos-negros-pode-estar-proximo-da-solucao-apos-descoberta-recente-1775939315303_320.png" alt="Mistério dos buracos negros pode estar próximo da solução após descoberta recente"></a></article></aside><p>Para entender como buracos negros supermassivos podem interagir com matéria escura, pesquisadores usaram uma técnica conhecida como mapeamento por ecos de luz para investigar essa possibilidade. <strong>O método analisa atrasos temporais na propagação da luz vinda de regiões próximas ao buraco negro, permitindo reconstruir a distribuição da matéria ao redor do objeto. </strong>Os pesquisadores sugerem que esses ecos podem conter assinaturas indiretas da presença de matéria escura concentrada nas regiões centrais das galáxias.</p><h2>Buracos negros supermassivos</h2><p>Os buracos negros supermassivos são objetos com massas que variam de milhões a bilhões de vezes a massa do Sol, localizados nos centros da maioria das galáxias conhecidas. <strong>Sua gravidade domina a dinâmica das regiões centrais galácticas, influenciando a movimentação de estrelas, gás e poeira. </strong>Observações mostram que existe uma correlação entre a massa desses buracos negros e características do bojo estelar das galáxias hospedeiras. </p><div class="texto-destacado">A hipótese é que a evolução do buraco negro e da galáxia ocorre de forma conjunta ao longo do tempo.</div><p>Quando estão ativos, os buracos negros supermassivos liberam enormes quantidades de energia por meio da acreção de matéria. <strong>Parte dessa energia é transferida ao meio interestelar na forma de radiação, ventos e jatos. </strong>Esse mecanismo, chamado de feedback, pode aquecer gás das regiões centrais da galáxia, reduzindo a quantidade de material disponível para formar novas estrelas.O buraco negro atua como um regulador da evolução da galáxia, controlando a distribuição de matéria e a taxa de nascimento de estrelas. </p><h2>Buracos negros engolem matéria escura</h2><p>Quando pensamos em buracos negros consumindo matéria, normalmente nos referimos à matéria visível. <strong>Ela interage entre si por meio de forças eletromagnéticas, gerando atrito e colisões que permitem a perda de energia e momento angular. </strong>Como consequência, a matéria forma discos de acreção e gradualmente espirala em direção ao buraco negro. A matéria escura, por outro lado, só interage através da gravidade. Ou seja, ela não possui mecanismos para dissipar energia, migrar para órbitas cada vez menores e ser acretada.</p><p>Os modelos teóricos indicam que a matéria escura tende a permanecer distribuída em halos gravitacionais ao redor das galáxias, incluindo as regiões onde estão os buracos negros supermassivos. <strong>Como suas partículas não sofrem atrito nem colisões frequentes, elas não formam discos de acreção.</strong> Isso significa que a gravidade do buraco negro influencia sua distribuição, mas não necessariamente provoca uma captura eficiente do material. </p><h2>Como encontrar matéria escura?</h2><p>Para entender como buracos negros acretam matéria escura e como é a interação entre o campo gravitacional e a distribuição de matéria escura, pesquisadores usaram uma técnica conhecida como mapeamento por reverberação. <strong>Quando matéria cai em direção ao buraco negro, ela libera um pulso de energia na forma de radiação. </strong>Essa emissão se propaga para regiões mais externas até atingir nuvens de gás que absorvem e reemitem. Os astrônomos observam um sinal inicial seguido por um segundo sinal atrasado, conhecido como eco de luz. Esse atraso permite determinar a distância entre o gás e o buraco negro. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/materia-escura-pode-estar-escondida-ao-redor-dos-maiores-buracos-negros-do-universo-1781378884747.png" data-image="w5kat0vj79bi" alt="Diferentemente do gás e da poeira, a matéria escura não perde energia por atrito nem forma discos de acreção, permanecendo em órbitas gravitacionais ao redor dos buracos negros." title="Diferentemente do gás e da poeira, a matéria escura não perde energia por atrito nem forma discos de acreção, permanecendo em órbitas gravitacionais ao redor dos buracos negros."><figcaption>Diferentemente do gás e da poeira, a matéria escura não perde energia por atrito nem forma discos de acreção, permanecendo em órbitas gravitacionais ao redor dos buracos negros.</figcaption></figure><p>O novo estudo sugere que essa informação também pode ser usada para investigar a presença de matéria escura nas proximidades dos buracos negros supermassivos. <strong>O sinal luminoso original contém informações sobre as propriedades do gás localizado próximo ao centro galáctico.</strong> Já o eco fornece dados complementares sobre regiões mais distantes. Ao combinar as medições, os pesquisadores podem estimar a quantidade total de massa e, caso essa massa exceda a massa medida da matéria visível, a diferença pode indicar a presença de matéria escura.</p><h2>Observações recentes</h2><p>Para testar, os pesquisadores aplicaram o método de mapeamento por ecos de luz a uma amostra de 14 galáxias contendo buracos negros supermassivos ativos. <strong>A análise comparou a distribuição de massa inferida a partir dos sinais luminosos com a quantidade de matéria visível esperada nas regiões centrais desses sistemas.</strong> Em cinco das galáxias estudadas, os resultados mostraram que a massa parecia aumentar com a distância de forma mais rápida do que poderia ser explicado apenas pelo buraco negro.</p><p>Esse comportamento sugere a existência de uma componente adicional contribuindo para a gravidade observada. Segundo os autores, uma das possíveis interpretações é a presença de concentrações de matéria escura próximas ao centro galáctico. <strong>Caso essa hipótese seja confirmada, ela representaria uma nova evidência de que a matéria escura pode se acumular ao redor de buracos negros supermassivos.</strong> Apesar dos resultados promissores, os pesquisadores ressaltam que o estudo ainda não constitui uma detecção definitiva de matéria escura. </p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em>Sharma et al. 2026<a href="https://journals.aps.org/prd/abstract/10.1103/llpr-gnmh" target="_blank"> Novel method to trace the dark matter density profile around supermassive black holes with AGN reverberation mapping </a>Physical Review D</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/materia-escura-pode-estar-escondida-ao-redor-dos-maiores-buracos-negros-do-universo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Roberta Duarte]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Este país da América do Sul está a caminho de se tornar o principal destino de ecoturismo do mundo]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/este-pais-da-america-do-sul-esta-a-caminho-de-se-tornar-o-principal-destino-de-ecoturismo-do-mundo.html</link><pubDate>Sun, 14 Jun 2026 12:37:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Este país sul-americano possui florestas tropicais e montanhas nevadas, abrangendo desde desertos a pradarias tropicais. E, como se não bastasse, é o lar de 10% das espécies de plantas e animais do mundo.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/quel-est-ce-pays-d-amerique-du-sud-en-passe-de-devenir-le-lieu-privilegie-de-l-ecotourisme-1779896091760.jpeg" data-image="znt7eao14tue"><figcaption>Um Gaturamo-de-bico-grosso pousado em uma flor tropical de cores vibrantes na Colômbia.</figcaption></figure><p>Graças à sua excepcional biodiversidade, a <strong>Colômbia </strong>utiliza seu patrimônio natural para atrair viajantes. Em 2025, o país recebeu mais de 6,4 milhões de turistas estrangeiros. Sua proximidade com a linha do Equador proporciona uma <strong>imensa variedade de paisagens</strong>. Uma pequena variação de altitude é suficiente para ir das ensolaradas areias caribenhas às <strong>colinas verdejantes</strong> pontilhadas de plantações de café na Região Cafeeira.<em></em></p><p>Além de Bogotá, a terceira capital mais alta do mundo, estendem-se picos nevados, lagos de altitude e a vegetação singular e austera do páramo (planícies de altitude). A partir daí, a paisagem desce abruptamente de volta ao nível do mar, à medida que os Andes dão lugar aos Llanos: uma vasta extensão de <strong>pastagens tropicais</strong> compartilhada com a Venezuela.</p><div class="texto-destacado">Na Zona Cafeeira: a região cafeeira da Colômbia, declarada Patrimônio Mundial da UNESCO, as florestas de Risaralda ressoam com o canto de cerca de 850 espécies de pássaros.<br></div><p>Dessas espécies, 310 são encontradas especificamente em Pereira, capital do departamento de Risaralda, cidade que abriga 44% da população de aves do país. No geral,<strong> a Colômbia funciona como santuário para 20% das espécies de aves do mundo</strong>.</p><h2>Um país megadiverso com vastas extensões naturais</h2><p>E com razão. Localizado entre o Mar do Caribe e o Oceano Pacífico, e moldado por uma topografia espetacular, o país possui uma configuração natural que lhe valeu o título de<strong> terceira nação mais megadiversa do mundo</strong>, segundo a ONG <em>Conservation International</em>, ficando atrás apenas do Brasil e da Indonésia.</p><div class="texto-destacado">Na verdade, dois terços do vasto território colombiano permanecem intactos, livres de qualquer presença ou assentamento humano.</div><p>Desde a assinatura do acordo de paz em 2016, que pôs fim a 60 anos de guerra civil, a <strong>Colômbia vem avançando de forma constante para se tornar um dos principais países para ecoturismo</strong>. Os<strong> 55 parques nacionais </strong>do país, inacessíveis durante as décadas de conflito, agora abrem suas portas para turistas locais e internacionais.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="ca" dir="ltr">Parque Nacional Natural Tayrona, Magdalena, Colombia. <a href="https://t.co/NOssHU1Y4I">pic.twitter.com/NOssHU1Y4I</a></p>— Colombia En Fotos (@ViajandoPorCol) <a href="https://x.com/ViajandoPorCol/status/1340087931470491650?ref_src=twsrc%5Etfw">December 19, 2020</a></blockquote></figure><p>O <strong>Parque Nacional Tayrona</strong>, uma verdadeira joia da Colômbia que se estende das praias caribenhas às úmidas florestas de montanha, é o epicentro dessa abordagem inovadora ao turismo. Onças-pintadas percorrem o litoral arenoso, próximo a uma floresta tropical seca: uma das paisagens tropicais mais ameaçadas do mundo.</p><h2>Caminhadas, passeios a cavalo ou caiaque</h2><p>O Parque Nacional Tayrona também abriga o povo indígena Kogi, que reverencia a natureza e cujos locais sagrados incluem a Cidade Perdida. Os viajantes podem embarcar em uma trilha guiada de quatro dias para chegar a este antigo assentamento, localizado no coração da<strong> floresta tropical </strong>e construído nas terras altas das montanhas pelos Kogi séculos antes dos conquistadores espanhóis transformarem seu mundo.</p><p>Os bangalôs de palha na <strong>Praia Cañaveral </strong>servem como uma excelente base para explorar as outras maravilhas do parque, seja a cavalo, a pé ou de caiaque.</p><p><strong> </strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/quel-est-ce-pays-d-amerique-du-sud-en-passe-de-devenir-le-lieu-privilegie-de-l-ecotourisme-1779896662075.jpeg" data-image="uku76z02uxdt"><figcaption>Vista da copa de uma Cecropia peltata em silhueta contra um céu nublado, em uma floresta nativa na cordilheira oriental dos Andes, na região central da Colômbia.</figcaption></figure><p>O<strong> Parque Nacional Natural Los Nevados</strong>, por sua vez, é o terceiro parque nacional mais visitado da Colômbia. Ele engloba a<strong> Reserva Yarumo Blanco</strong>, nomeada em homenagem à árvore de folhas prateadas que é emblemática das florestas tropicais das Américas.</p><p>A partir do final da década de 1980, o governo adquiriu terras de agricultores — principalmente pecuaristas — dentro da Reserva Yarumo Blanco para reflorestar a área com bambu e outras espécies nativas. Ao longo de cerca de quarenta anos, a floresta tropical recuperou o terreno.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="730184" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/capital-do-ecoturismo-esse-destino-mineiro-encanta-quem-procura-aventura-e-natureza.html" title="“Capital do Ecoturismo”: esse destino mineiro encanta quem procura aventura e natureza">“Capital do Ecoturismo”: esse destino mineiro encanta quem procura aventura e natureza</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/capital-do-ecoturismo-esse-destino-mineiro-encanta-quem-procura-aventura-e-natureza.html" title="“Capital do Ecoturismo”: esse destino mineiro encanta quem procura aventura e natureza"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/capital-do-ecoturismo-esse-destino-mineiro-encanta-quem-procura-aventura-e-natureza-1758230261482_320.jpg" alt="“Capital do Ecoturismo”: esse destino mineiro encanta quem procura aventura e natureza"></a></article></aside><p>As árvores agora ultrapassam facilmente os 20 metros de altura, e a vida selvagem — incluindo uma espécie de bugio sul-americano (<em>Alouatta seniculus</em>) — retornou para fazer do local seu lar.</p><p>Desde 2022, a Associação Yarumo Blanco guia turistas até a <strong>Cachoeira Los Frailes, uma queda d'água de 70 metros</strong>. É uma trilha fácil, ideal para descobrir as maravilhas naturais deste recanto pouco conhecido da Colômbia.<em><br></em></p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://www.nationalgeographic.fr/environnement/la-colombie-ce-paradis-terrestre-de-la-biodiversite" target="_blank" rel="nofollow">Colombie: cette région qui mise sur sa biodiversité pour attirer les voyageurs</a>. 26 de maio, 2026. <em>Florian De Paola.</em></em></p><p><em>"<a href="https://www.nationalgeographic.fr/environnement/la-colombie-ce-paradis-terrestre-de-la-biodiversite" title="https://www.nationalgeographic.fr/environnement/la-colombie-ce-paradis-terrestre-de-la-biodiversite" target="_blank">La Colombie, ce paradis terrestre de la biodiversité, Costas Christ</a>"</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/este-pais-da-america-do-sul-esta-a-caminho-de-se-tornar-o-principal-destino-de-ecoturismo-do-mundo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O passado secreto do Eufrates: o rio que nasceu de duas correntes que desaguavam em um mar Mediterrâneo desértico]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/o-passado-secreto-do-eufrates-o-rio-que-nasceu-de-duas-correntes-que-desaguavam-num-mar-mediterraneo-desertico.html</link><pubDate>Sun, 14 Jun 2026 10:13:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Dos desertos de sal ao crescente fértil: a longa viagem milenar do rio Eufrates. Saiba mais aqui!</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-passado-secreto-do-eufrates-o-rio-que-nasceu-de-duas-correntes-que-desaguavam-num-mar-mediterraneo-desertico-1780994547654.png" data-image="2oiakqgnyhpr"><figcaption>Inicialmente, as águas do rio corriam para o Mar Mediterrâneo, numa época em que este era um enorme deserto salgado.</figcaption></figure><p>O mistério geológico que envolvia a formação e a evolução do rio Eufrates, um dos cursos de água mais emblemáticos da história humana. A investigação revelou que este <strong>grande rio da Mesopotâmia nasceu da fusão de dois antigos sistemas fluviais independentes</strong>, impulsionada por uma combinação de forças tectônicas e dinâmicas climáticas ocorridas há milhões de anos. </p><h2>Os dois "rios" precursores</h2><p>De acordo com a reconstrução geológica obtida, há cerca de 5,4 milhões de anos o Eufrates não existia como o rio único e contínuo que conhecemos hoje. </p><div class="texto-destacado">No seu lugar operavam dois sistemas fluviais totalmente distintos na região que hoje abrange a Turquia e a Síria: o Paleo-Karasu (situado mais a norte) e o Paleo-Murat (posicionado mais a sul). </div><p>Surpreendentemente, as simulações em computador e os dados geológicos indicam que estes dois proto-rios<strong> transportavam um volume colossal de água doce e sedimentos</strong>, cujo total combinado superava o caudal atual dos rios Nilo, Tigre e do próprio Eufrates moderno juntos.</p><h2>A foz num mar Mediterrâneo desértico</h2><p>Uma das descobertas mais surpreendentes do estudo prende-se com o destino inicial de todas estas águas. Em vez de correrem em direção ao Golfo Pérsico, como fazem na atualidade, o Paleo-Karasu e o Paleo-Murat desaguavam na bacia do Mar Mediterrâneo Oriental.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-passado-secreto-do-eufrates-o-rio-que-nasceu-de-duas-correntes-que-desaguavam-num-mar-mediterraneo-desertico-1780994723600.png" data-image="yvx7457uma59"><figcaption>O formato atual do Eufrates nasceu do "choque" de quatro placas tectônicas, que alteraram o relevo da Turquia e Síria.</figcaption></figure><p>Esse período coincidiu com a famosa "Crise de Salinidade do Messiniano", uma <strong>época geológica em que o Mediterrâneo ficou temporariamente isolado do Oceano Atlântico devido a bloqueios tectônicos e evaporou quase por completo,</strong> transformando-se num gigantesco deserto de sal. Os dois rios ancestrais desempenharam, assim, um papel fundamental ao descarregar volumes massivos de sedimentos sobre estas espessas camadas salinas. </p><h2>A força da tectônica de placas e a fusão </h2><p>A transição para a configuração atual do rio começou a desenhar-se devido à intensa atividade tectônica na região de colisão de quatro placas tectônicas na região, incluindo falhas ativas na cordilheira de Taurus. </p><div class="texto-destacado">Há cerca de 3,6 milhões de anos, a elevação progressiva do terreno e os sismos alteraram o relevo, forçando o Paleo-Murat a desviar o seu curso para sul e sudeste, afastando-o do Mediterrâneo.</div><p>Cerca de 800 mil anos depois (há aproximadamente 2,8 milhões de anos), o Paleo-Karasu sofreu um redirecionamento semelhante. Livres da antiga bacia, as duas correntes convergiram e uniram-se numa única e interligada rede hidrográfica. </p><h2>A consolidação do crescente fértil </h2><p>Este longo processo de reorganização culminou na consolidação definitiva do rio Eufrates há cerca de 1,6 milhões de anos. A partir dessa altura, o rio passou a <strong>correr ao longo de cerca de 2.800 quilômetros em direção à Placa Arábica, estabelecendo a rota que hoje atravessa a Turquia, a Síria e o Iraque</strong> até desaguar no Golfo Pérsico.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-passado-secreto-do-eufrates-o-rio-que-nasceu-de-duas-correntes-que-desaguavam-num-mar-mediterraneo-desertico-1780994917298.png" data-image="fxkuti9rk28e"><figcaption>O Eufrates estabilizou o seu curso há 1,6 milhões de anos, preparando o terreno para o futuro berço da humanidade.</figcaption></figure><p>Para reconstruir este cenário de longo prazo, analisou-se mapas geológicos terrestres e utilizou-se dados de reflexão sísmica de alta resolução para examinar os sedimentos enterrados no subsolo profunda, cruzando-os com modelos digitais de transporte sedimentar. </p><p>Este avanço científico<strong> preenche uma lacuna histórica substancial e demonstra como as dinâmicas profundas da Terra esculpiram a paisagem </strong>que, muito mais tarde, serviria de base ao desenvolvimento do Crescente Fértil e das primeiras grandes civilizações humanas.</p><h3><em>Referências da notícia:</em></h3><p><a href="https://www.nationalgeographic.com/environment/article/euphrates-origin" target="blank"><em>https://www.nationalgeographic.com/environment/article/euphrates-origin</em></a></p><p><a href="https://www.nationalgeographic.com/environment/article/euphrates-origin"><em></em></a><em><a href="https://www.agenciasinc.es/Noticias/El-rio-Eufrates-pudo-originarse-por-la-union-de-dos-antiguos-sistemas-fluviales" target="blank">https://www.agenciasinc.es/Noticias/El-rio-Eufrates-pudo-originarse-por-la-union-de-dos-antiguos-sistemas-fluviales</a></em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/o-passado-secreto-do-eufrates-o-rio-que-nasceu-de-duas-correntes-que-desaguavam-num-mar-mediterraneo-desertico.html</guid><dc:creator><![CDATA[Carlos Alves]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Como utilizar borras de café para enriquecer o solo do jardim e das plantas em vasos]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/como-utilizar-borras-de-cafe-para-enriquecer-o-solo-do-jardim-e-das-plantas-em-vasos.html</link><pubDate>Sun, 14 Jun 2026 09:03:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>A verdade sobre a utilização de borras de café para enriquecer o solo e cuidar dos nossos oásis verdes, tanto no interior como no exterior.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/como-utilizar-borras-de-cafe-para-enriquecer-o-solo-do-jardim-e-das-plantas-em-vasos-1781096433809.jpg" data-image="7f75hlgkty4t"><figcaption>Os grãos de café podem ser adicionados ao solo com moderação. Veja aqui como fazê-lo e quais são os benefícios. Crédito: Pixabay</figcaption></figure><p>Acabaste de fazer o teu café, depois de teres desfrutado do seu aroma sumptuoso, e agora, sentindo-te revigorado e pronto para o dia, arrumas tudo como parte do teu ritual.</p><p>Mas espera! Não deites fora esses grãos de café! O que a princípio é considerado lixo torna-se outra fonte de renovação na sua manhã, mas não apenas para si, mas também para o seu jardim e plantas de interior. <strong>Guarde esses grãos de café usados à parte e à mão até ter explorado conosco, neste artigo, como pode aproveitá-los</strong>.</p><h2>A moderação é fundamental</h2><p><a href="https://horticulture.oregonstate.edu/users/linda-brewer" target="_blank">Linda Brewer</a>, investigadora sénior e especialista em solos na Universidade Estadual do Oregon, deu conselhos úteis aos jardineiros através de uma coleção dedicada de dicas e truques de jardinagem para enriquecer as suas plantas e protegê-las de animais como lesmas e caracóis. Numa notícia em particular, Brewer aconselha que <strong>os grãos de café devem ser usados com moderação, adicionando a dose certa ao solo para enriquecer a sua estrutura </strong>e não sobrecarregar as plantas nem impedir a drenagem adequada.</p><p>Ao contrário do que muitos possam acreditar ou ter ouvido, os grãos de café não baixam o pH do solo para enriquecer plantas que gostam de ácido (ericáceas), como mirtilos, rododendros, batatas, camélias e amoras.<strong> O pH dos grãos de café, na verdade, desce para um valor mais baixo (cerca de 6,5 a 6,8) após a preparação</strong>.</p><h2>Qual é a principal vantagem de adicionar borras de café?</h2><p>Embora as borras de café contribuam com um pouco de <strong>azoto para o solo</strong> (cerca de 1 a 2%), essa quantidade não é, por si só, significativa, pelo que se recomenda a adição de outros nutrientes através de aparas de relva, farinha de soja, farinha de alfafa, farinha de sangue ou estrume compostado. O café também fornece elementos essenciais como<strong> fósforo, manganês, potássio, cálcio, magnésio, ferro e cobre</strong>, embora, mais uma vez, em pequenas quantidades.</p><p>O principal benefício de adicionar café ao solo das suas plantas é <strong>a melhoria da estrutura do solo e da sua capacidade de retenção de água</strong>. Os micróbios alimentam-se dos grãos de café e libertam subprodutos químicos que se ligam às partículas do solo. As partículas ligadas acumulam-se para formar agregados que facilitam a drenagem.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/JLUvaBIMDOw/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=JLUvaBIMDOw" id="JLUvaBIMDOw"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>Ao adicionar borras de café usadas ao solo (seja no exterior ou no interior, no caso de plantas de interior), menos é realmente mais. Brewer recomenda incorporar cerca de <strong>1,25 cm de borras no solo, chegando a uma profundidade de 10 cm à medida que avança</strong>. Se quiser fazer um composto rico e com infusão de café, pode guardar os grãos em recipientes selados até estar pronto para os incorporar. Comece por misturar uma parte de grãos de café com três partes de folhas e uma parte de aparas de relva fresca, em volume.</p><p>Revire a pilha de composto semanalmente e monitorize os níveis de umidade. <strong>O ideal é obter uma mistura de composto com apenas 20% de borras de café</strong>; qualquer percentagem superior será tóxica para as suas plantas, afirma Brewer.</p><p>Se adicionar borras diretamente ao solo, <strong>evite plântulas e solo recém-semeado</strong>, pois sabe-se que o café possui substâncias bioquímicas que podem suprimir o crescimento e o desenvolvimento de outras plantas (o que, no contexto certo, é uma tática de sobrevivência útil).</p><h2>Repulsão de pragas</h2><p>Os grãos de café são um excelente complemento para o solo devido ao seu aroma, e <strong>reutilizar o café desta forma é uma ótima maneira de promover práticas sustentáveis</strong> que podem ajudar o nosso planeta.</p><p>Voltando ao solo e aos animais que vivem nele e à sua superfície,<strong> adicionar grãos de café pode ajudar a afastar as pragas</strong>. Os gatos não gostam de cafeína, o que pode impedir que o gatinho travesso do vizinho revire os seus canteiros e deixe uma surpresa indesejada.</p><p>Brewer aconselha a utilização de uma mistura para regar o solo (de 1 a 2%) composta por uma parte de água e duas partes de café (preparado para maior potência) para proteger as suas plantas de lesmas e caracóis. Para uma pulverização foliar, pode adicionar nove partes de água a uma parte de café acabado de fazer.<strong> Aplique o café diluído nas folhas e deixe atuar durante alguns dias enquanto o tempo estiver quente</strong>. Se não se observar queimaduras nas folhas ou outro tipo de danos, pode continuar a pulverizar.</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><a href="https://extension.oregonstate.edu/news/coffee-grounds-boost-soil-health-help-control-slugs" target="_blank"><em>Oregon State University News, Coffee grounds boost soil health — and help control slugs</em></a></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/como-utilizar-borras-de-cafe-para-enriquecer-o-solo-do-jardim-e-das-plantas-em-vasos.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O seu gato costuma passar tempo no jardim? Estas plantas podem representar um risco para a saúde dele]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/o-seu-gato-costuma-passar-tempo-no-jardim-estas-plantas-podem-representar-um-risco-para-a-saude-dele.html</link><pubDate>Sat, 13 Jun 2026 22:53:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Nem todas as plantas que embelezam o seu jardim são seguras para os gatos. O seu hábito natural de explorar e mordiscar plantas é uma das razões pelas quais certas espécies constituem motivo de preocupação para os veterinários. Descubra quais as plantas que poderá querer remover do seu jardim para ajudar a manter o seu animal de estimação em segurança.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/does-your-cat-spend-time-in-the-garden-these-plants-could-pose-a-risk-to-its-health-1780804093600.jpg" data-image="d3x9oy9s588k" alt="funny red cat poops on a garden bed, domestic cats in nature concept By Iryna_B" title="funny red cat poops on a garden bed, domestic cats in nature concept By Iryna_B"><figcaption>Poucas coisas escapam à atenção de um gato. A sua curiosidade leva-os frequentemente a explorar, cheirar e, por vezes, roer plantas.</figcaption></figure><p>Os gatos são animais naturalmente curiosos. Poucas coisas escapam à atenção de um gato; eles exploram, cheiram e, muitas vezes, mordiscam plantas durante as suas aventuras diárias. <strong>O problema surge quando o jardim contém espécies que podem causar intoxicação</strong>.</p><p>Muitas plantas apreciadas pela sua beleza e facilidade de cultivo podem causar desde <strong>perturbações digestivas até intoxicações graves nos gatos</strong>. Na verdade, várias das plantas mais frequentemente associadas a estes casos estão também entre as escolhas mais populares para jardins ornamentais.</p><h2>Estas são algumas das plantas que deve evitar se tiver gatos em casa</h2><p><strong>Nem todas as plantas são seguras para os felinos</strong>. Algumas contêm compostos tóxicos que podem afetar vários órgãos, mesmo após uma exposição mínima. Estas são algumas das espécies que mais preocupam os veterinários e os especialistas em animais de estimação.</p><h4><strong>Lírios</strong></h4><p>Mencione lírios a praticamente qualquer veterinário e é provável que os identifiquem como um dos maiores perigos para os gatos. O que torna os lírios particularmente preocupantes é que <strong>o risco não se limita a uma parte específica da planta</strong>.</p><div class="texto-destacado"><strong>As folhas, o pólen e até mesmo a água em que as flores estiveram de molho podem ser prejudiciais para os gatos</strong>. A ingestão de quantidades mesmo pequenas pode causar insuficiência renal aguda, o que pode ser fatal.</div><p>Devido à gravidade dos seus efeitos, muitos veterinários recomendam<strong> evitar completamente os lírios em casas ou jardins onde vivem gatos</strong>.</p><h4><strong>Crisântemos</strong></h4><p>Os crisântemos dão cor ao jardim durante grande parte do ano, mas contêm substâncias que <strong>podem causar intoxicação nos gatos</strong>.</p><p>Os sintomas mais comuns incluem <strong>vômitos, diarreia, salivação excessiva, perda de coordenação e dificuldade em andar</strong>. Embora os casos graves sejam menos comuns, a exposição pode causar desconforto suficiente para exigir cuidados veterinários.</p><h4>Narcisos</h4><p>Muitas pessoas plantam narcisos devido à sua floração precoce, sem se aperceberem de que contêm <strong>licorina, uma substância tóxica para os gatos</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/does-your-cat-spend-time-in-the-garden-these-plants-could-pose-a-risk-to-its-health-1780855171725.jpg" data-image="l5ovormw8q1u" alt="The spring with its daffodil plants By Brigita" title="The spring with its daffodil plants By Brigita"><figcaption>A maior concentração desta toxina encontra-se nos bolbos, embora o resto da planta também possa representar um risco para os gatos.</figcaption></figure><p><strong>A ingestão pode causar vômitos, diarreia, dores abdominais e letargia</strong>. Mesmo uma pequena dentada num bolbo pode expor um gato a uma quantidade significativa deste composto tóxico.</p><h4><strong>Tulipas</strong></h4><p>As tulipas são conhecidas pelas suas flores coloridas e pela sua popularidade em jardins ornamentais. No entanto, <strong>também contêm compostos tóxicos</strong> que podem afetar os animais de estimação.</p><p>O envenenamento pode causar <strong>irritação oral, salivação excessiva, vômitos e diarreia</strong>. Exposições mais significativas também podem levar a complicações cardíacas ou hepáticas, tornando as tulipas uma planta que é melhor evitar em áreas frequentadas por gatos.</p><h4>Aloendro</h4><p>O aloendro é uma planta de jardim comum graças às suas flores abundantes e facilidade de cultivo. No entanto, é também considerada<strong> uma das plantas ornamentais mais tóxicas para os gatos</strong>.</p><p>A ingestão pode causar salivação excessiva, dores abdominais, letargia, cólicas e anomalias cardíacas graves. <strong>Em casos graves, o envenenamento pode ser fatal</strong>, razão pela qual muitos especialistas recomendam substituí-lo por alternativas mais seguras quando há animais de estimação por perto.</p><h2>O que deve fazer se o seu gato comer uma destas plantas?</h2><p>Apesar de tomar precauções,<strong> os acidentes podem acontecer</strong>. Um gato pode mordiscar uma planta no jardim de um vizinho, durante um passeio ou mesmo numa área que não imaginava que representasse um risco.</p><p>Se suspeitar que o seu animal de estimação ingeriu alguma destas espécies, <strong>o mais importante é agir rapidamente</strong>. Remova qualquer material vegetal que ainda possa estar na boca do seu gato e contacte imediatamente o seu veterinário ou um centro de controlo de intoxicações em animais de estimação.</p><div class="texto-destacado">Se possível, identifique a planta ou tire uma fotografia para ajudar no diagnóstico e tratamento.</div><p>Embora o seu primeiro instinto possa ser ajudar o seu gato em casa, algumas medidas podem não ter o efeito pretendido.<strong> Os casos envolvendo lírios ou aloendros tendem a ser particularmente graves</strong>, especialmente durante as primeiras horas após a exposição.</p><p>É por isso que é sempre necessária uma <strong>avaliação veterinária</strong> para compreender o que aconteceu, avaliar as possíveis consequências e determinar o procedimento adequado em casos graves. </p><h3><em>Referência da notícia:</em></h3><p><em><a href="https://www.usatoday.com/story/pets-animals/cat/health/2026/06/03/common-garden-plants-toxic-to-cats/90281386007/" target="_blank">Planting a garden? Skip these plants toxic to cats. </a> June 3, 2026. Amy DeYoung </em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/o-seu-gato-costuma-passar-tempo-no-jardim-estas-plantas-podem-representar-um-risco-para-a-saude-dele.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Astrofísicos brasileiros encontram uma das explosões mais isoladas já registradas no Universo]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/astrofisicos-brasileiros-encontram-uma-das-explosoes-mais-isoladas-ja-registradas-no-universo.html</link><pubDate>Sat, 13 Jun 2026 21:27:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>A explosão encontrada por brasileiros ocorreu a cerca de 130 mil anos-luz da galáxia hospedeira, uma distância comparável ao diâmetro da Via Láctea.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/astrofisicos-brasileiros-encontram-uma-das-explosoes-mais-isoladas-ja-registradas-no-universo-1781376993263.png" data-image="2326stxzh5a1" alt="Astrofísicos brasileiros estudaram a kilonova GRB 230307A, uma explosão observada muito longe de sua galáxia hospedeira e que desafia os modelos atuais. Crédito: NASA" title="Astrofísicos brasileiros estudaram a kilonova GRB 230307A, uma explosão observada muito longe de sua galáxia hospedeira e que desafia os modelos atuais. Crédito: NASA"><figcaption>Astrofísicos brasileiros estudaram a kilonova GRB 230307A, uma explosão observada muito longe de sua galáxia hospedeira e que desafia os modelos atuais. Crédito: NASA</figcaption></figure><p>Kilonovas são explosões extremamente energéticas produzidas pela fusão de dois objetos compactos. <strong>Esses objetos compactos são, geralmente, duas estrelas de nêutrons ou uma estrela de nêutrons e um buraco negro.</strong> Esses sistemas binários perdem energia na forma de ondas gravitacionais ao longo de milhões ou bilhões de anos, fazendo com que suas órbitas se encolham gradualmente. Quando esses objetos colidem, a matéria é ejetada a velocidades relativísticas para o espaço. </p><p>Essa matéria aquecida produz um brilho observável em diferentes comprimentos de onda. <strong>Essa energia liberada por uma kilonova é consequência das condições extremas presentes durante a fusão</strong>. As estrelas de nêutrons são objetos muito densos, contendo massas comparáveis à do Sol comprimidas em apenas algumas dezenas de quilômetros de diâmetro. Quando esses corpos colidem, parte da massa é convertida em energia e uma intensa emissão de radiação é produzida. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="580594" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/kilonovas-conheca-as-colisoes-de-estrelas-de-neutrons-que-podem-destruir-um-planeta.html" title="Kilonovas: conheça as colisões de estrelas de nêutrons que podem destruir um planeta!">Kilonovas: conheça as colisões de estrelas de nêutrons que podem destruir um planeta!</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/kilonovas-conheca-as-colisoes-de-estrelas-de-neutrons-que-podem-destruir-um-planeta.html" title="Kilonovas: conheça as colisões de estrelas de nêutrons que podem destruir um planeta!"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/kilonovas-as-colisoes-de-estrelas-de-neutrons-que-podem-destruir-um-planeta-1699139651709_320.png" alt="Kilonovas: conheça as colisões de estrelas de nêutrons que podem destruir um planeta!"></a></article></aside><p>Um novo estudo realizado por astrônomos brasileiros chamou a atenção dos astrônomos não apenas pela observação de uma kilonova, mas pelo local onde ela ocorreu. <strong>O evento foi detectado a cerca de 130 mil anos-luz de sua galáxia hospedeira, uma distância comparável ao diâmetro do disco da Via Láctea. </strong>A área apresenta baixa densidade de estrelas, o que torna difícil explicar como o sistema binário responsável pela explosão chegou até lá. Agora os pesquisadores buscam entender como um evento tão energético ocorreu em uma região tão isolada do espaço.</p><h2>Kilonovas</h2><p><strong>As kilonovas são explosões produzidas pela fusão de duas estrelas de nêutrons ou, em alguns casos, de uma estrela de nêutrons com um buraco negro. </strong>Esses sistemas binários orbitam um ao outro durante milhões ou bilhões de anos enquanto perdem energia na forma de ondas gravitacionais. Com o tempo, as órbitas encolhem até que os dois objetos colidem de maneira energética. A fusão libera uma enorme quantidade de energia e ejeta matéria a velocidades que podem atingir uma fração da velocidade da luz. </p><div class="texto-destacado">Além de serem raras, as kilonovas estão entre os eventos mais energéticos conhecidos do Universo. </div><p>As kilonovas também desempenham um papel na origem de muitos dos elementos químicos mais pesados encontrados na natureza. <strong>Durante a colisão, grandes quantidades de nêutrons são liberadas, criando condições ideais para um mecanismo de nucleossíntese que forma núcleos atômicos pesados.</strong> Elementos como ouro, platina, urânio e outros metais raros podem ser produzidos nesse ambiente extremo. Após a explosão, esse material é disperso pelo espaço interestelar e passa a integrar futuras gerações de estrelas.</p><h2>GRB 230307A </h2><p>Em março de 2023, astrônomos registraram o evento GRB 230307A, um dos flashes de raios gama mais brilhantes já observados. A explosão liberou, em poucos minutos, uma quantidade de energia comparável à emitida pelo Sol durante toda a sua existência. Análises indicaram que o fenômeno foi provavelmente uma kilonova produzida pela fusão de duas estrelas de nêutrons. Observações posteriores realizadas pelo telescópio James Webb confirmaram que se tratava de uma fusão de estrelas de nêutrons.</p><p>No entanto, o que mais chamou a atenção nessa descoberta foi a localização da kilonova. <strong>O evento ocorreu a aproximadamente 130 mil anos-luz da galáxia hospedeira, uma distância maior que o próprio diâmetro do disco estelar da galáxia.</strong> Isso se tornou um mistério porque sistemas binários de estrelas de nêutrons normalmente se formam em regiões ricas em estrelas. A análise da estrutura e da dinâmica da galáxia não encontrou evidências de interações recentes que pudessem explicar a posição da explosão.</p><h2>Como ela foi parar lá?</h2><p>Para explicar a posição extremamente distante da kilonova GRB 230307A, os pesquisadores investigaram a possibilidade de que o sistema tivesse se formado em um aglomerado globular. <strong>Esses aglomerados são concentrações densas de estrelas que orbitam as regiões externas das galáxias.</strong> Como a explosão ocorreu muito além do disco estelar da galáxia hospedeira, essa hipótese parecia natural. No entanto, observações do James Webb não encontraram evidência de um aglomerado globular na posição da kilonova. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/astrofisicos-brasileiros-encontram-uma-das-explosoes-mais-isoladas-ja-registradas-no-universo-1781377121582.png" data-image="gd6rxrf402s8" alt="Novas hipóteses tentam explicar como o sistema de estrelas de nêutrons percorreu uma distância tão grande antes de produzir a kilonova. Crédito: Bom et al. 2026" title="Novas hipóteses tentam explicar como o sistema de estrelas de nêutrons percorreu uma distância tão grande antes de produzir a kilonova. Crédito: Bom et al. 2026"><figcaption>Novas hipóteses tentam explicar como o sistema de estrelas de nêutrons percorreu uma distância tão grande antes de produzir a kilonova. Crédito: Bom et al. 2026</figcaption></figure><p>A segunda hipótese considera que o sistema binário de estrelas de nêutrons tenha sido ejetado da galáxia após as explosões de supernova que deram origem às duas estrelas de nêutrons. <strong>Quando uma estrela massiva explode, assimetrias na explosão podem acelerar a estrela de nêutrons recém-formada a centenas de quilômetros por segundo. </strong>Embora esse cenário seja fisicamente plausível, ele também é raro. Usando modelos da galáxia hospedeira e sistemas binários simulados, os pesquisadores encontraram que apenas cerca de 0,1% dos casos reproduziam as condições observadas. </p><h2>CBPF</h2><p><strong>O trabalho foi realizado por pesquisadores do Centro Brasileiro de Pesquisas em Física (CBPF) que têm desempenhado um papel importante na pesquisa de fenômenos astrofísicos extremos, incluindo o estudo de kilonovas. </strong>A instituição reúne pesquisadores especializados em astrofísica teórica, observacional e em análise de grandes conjuntos de dados astronômicos. Como resultado, a instituição consolidou sua presença em projetos científicos de relevância internacional.</p><p>Um ponto que chama a atenção é a participação do CBPF em estudos envolvendo o telescópio James Webb. <strong>Atualmente, o James Webb é um dos telescópios mais relevantes dentro da Astronomia quando se fala de observações detalhadas no infravermelho. </strong>O James Webb oferece sensibilidade para investigar kilonovas, permitindo analisar a composição química do material ejetado e identificar elementos pesados produzidos durante a fusão de estrelas de nêutrons. </p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em>Bom et al. 2026 <a href="https://iopscience.iop.org/article/10.3847/2041-8213/ae4fbe" target="_blank">Probing the Origin of the Kilonova Candidate GRB 230307A: Analysis of Host Galaxy and Offset</a> The Astrophysical Journal Letters</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/astrofisicos-brasileiros-encontram-uma-das-explosoes-mais-isoladas-ja-registradas-no-universo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Roberta Duarte]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Água subterrânea no Brasil: estudo aponta perda em aquíferos estratégicos sob seca e uso intensivo]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/agua-subterranea-no-brasil-estudo-aponta-perda-em-aquiferos-estrategicos-sob-seca-e-uso-intensivo.html</link><pubDate>Sat, 13 Jun 2026 20:03:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Estudo reconstrói 21 anos de água subterrânea no Brasil e mostra perdas em aquíferos estratégicos, com maior pressão em áreas afetadas por seca, irrigação, mineração e mudanças no uso da terra em regiões agrícolas e urbanas vulneráveis.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/agua-subterranea-no-brasil-estudo-aponta-perda-em-aquiferos-estrategicos-sob-seca-e-uso-intensivo-1781270761487.jpg" data-image="i70a4yy3v5jr" alt="Brasil, estudo, água subterránea" title="Brasil, estudo, água subterránea"><figcaption>Estudo aponta perda de água subterrânea em aquíferos estratégicos do Brasil, especialmente em áreas sob seca, irrigação e mudanças no uso da terra.</figcaption></figure><p>A água subterrânea brasileira acendeu um alerta climático e agrícola. Um novo <strong>estudo reconstruiu duas décadas de comportamento dos aquíferos no país e encontrou perda persistente de armazenamento</strong> em áreas do Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Brasil central, especialmente onde seca, irrigação e mudança no uso da terra atuam juntas.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>O tema importa agora porque<strong> a água que não aparece no mapa do tempo sustenta cidades, lavouras, mineração e abastecimento </strong>em milhares de municípios. Mesmo com grandes reservas hídricas, o Brasil já convive com crises de água, estiagens prolongadas e maior dependência de aquíferos para manter produção agrícola e segurança hídrica.</p><h2>Recarga depende da chuva e muda muito pelo país </h2><p>O estudo estimou que <strong>a recarga média da água subterrânea no Brasil foi de 223 milímetros por ano entre 2002 e 2023 nas zonas de afloramento dos aquíferos</strong>. Isso representa cerca de 12% da chuva média anual nessas áreas e equivale a aproximadamente 1900 quilômetros cúbicos de água por ano entrando naturalmente nos sistemas subterrâneos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/agua-subterranea-no-brasil-estudo-aponta-perda-em-aquiferos-estrategicos-sob-seca-e-uso-intensivo-1781270984251.jpg" data-image="mmy3qiqjge0i" alt="acuíferos, mapa, brasil, recarga" title="acuíferos, mapa, brasil, recarga"><figcaption>A recarga média dos aquíferos brasileiros foi estimada em 223 mm por ano, cerca de 12% da chuva média nas áreas analisadas.</figcaption></figure><p>Essa recarga, porém, não é uniforme. <strong>No mapa, a Amazônia aparece com grande variabilidade, especialmente perto de Manaus, onde rios e aquíferos se conectam com força</strong>. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>No verão, a faixa de umidade ligada à Zona de Convergência do Atlântico Sul ajuda a alimentar o subsolo do Centro-Sul. <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>No inverno, a redução da chuva, o escoamento subterrâneo e a evapotranspiração maior diminuem o armazenamento em grande parte do Brasil central.</p><h2>Aquíferos do Centro e do Nordeste já mostram perdas </h2><p><strong>O levantamento identificou anos com recarga nula ou muito baixa em sistemas importantes, como Urucuia, Bauru-Caiuá, Serra Geral</strong>, área de afloramento do Guarani, Pantanal e Serra Grande. Em termos simples, isso significa que, em determinados anos hidrológicos, a água retirada ou perdida não foi recomposta pela chuva de forma suficiente.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/agua-subterranea-no-brasil-estudo-aponta-perda-em-aquiferos-estrategicos-sob-seca-e-uso-intensivo-1781271115614.jpg" data-image="sqsawcqfhia4" alt="água, armazenamento, nordeste, acuífero" title="água, armazenamento, nordeste, acuífero"><figcaption>Em áreas agrícolas e urbanas, a combinação de estiagens prolongadas e uso intensivo da água pode reduzir a recuperação natural dos aquíferos.</figcaption></figure><p>As perdas mais preocupantes aparecem em áreas do São Francisco, Paraná, Atlântico Sudeste e Atlântico Leste, além de trechos do Nordeste e do Brasil central. <strong>No mapa de tendência, essas áreas surgem como manchas de declínio em meio a regiões mais estáveis ou até com ganho de armazenamento </strong>na Amazônia. Os principais pontos de atenção são:</p><ul> <li><strong>maior pressão em áreas agrícolas irrigadas;</strong></li> <li><strong>estiagens prolongadas reduzindo a reposição natural;</strong></li> <li>avanço de mudanças no uso da terra em áreas de recarga;</li> <li>risco de bombeamento acima da capacidade de recuperação do aquífero.</li> </ul><h2>El Niño, irrigação e mineração aumentam o risco </h2><p><strong>O El Niño de 2015/2016 marcou uma virada importante no comportamento de vários aquíferos.</strong> Após esse período, regiões que tinham tendência neutra ou levemente positiva passaram a mostrar queda no armazenamento subterrâneo. </p><div class="texto-destacado">La Niña pode favorecer chuva em áreas costeiras do Sul e Sudeste, mas solos e aquíferos muito saturados também aumentam o escoamento superficial, alagamentos e deslizamentos em episódios de chuva intensa.</div><p>Para o campo, o recado é direto: <strong>aquífero não deve ser tratado como reserva infinita.</strong> Em regiões de irrigação, abastecimento urbano ou mineração, a combinação de calor, menor chuva e bombeamento contínuo pode reduzir a margem de segurança nos próximos anos. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="773408" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/agora-e-oficial-noaa-declara-a-formacao-do-el-nino.html" title="Agora é oficial: NOAA declara a formação do El Niño">Agora é oficial: NOAA declara a formação do El Niño</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/agora-e-oficial-noaa-declara-a-formacao-do-el-nino.html" title="Agora é oficial: NOAA declara a formação do El Niño"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/agora-e-oficial-noaa-declara-a-formacao-do-el-nino-1781188337037_320.png" alt="Agora é oficial: NOAA declara a formação do El Niño"></a></article></aside><p><strong>Acompanhar a precipitação prevista, a duração dos veranicos e a recuperação da umidade no solo ajuda produtores</strong> e gestores a planejar captação, plantio e irrigação com menos risco.</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em><a href="https://www.science.org/doi/10.1126/sciadv.aee0266" target="_blank">Two decades of human-­ and climate-­ induced groundwater storage shifts in Brazil. </a>3 de junho, 2026. Getirana, A., et. al.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/agua-subterranea-no-brasil-estudo-aponta-perda-em-aquiferos-estrategicos-sob-seca-e-uso-intensivo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Experimento internacional investigará impacto do aumento de CO₂ na Amazônia]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/experimento-internacional-investigara-impacto-do-aumento-de-co-na-amazonia.html</link><pubDate>Sat, 13 Jun 2026 18:54:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Projeto AmazonFace acompanhará durante dez anos áreas preservadas da floresta amazônica para compreender como o aumento do dióxido de carbono pode alterar crescimento, biodiversidade, nutrientes e dinâmica ecológica.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/experimento-internacional-investigara-impacto-do-aumento-de-co-na-amazonia-1781365425811.jpg" data-image="yv1lv7aq1aan" alt="Anéis em torno das seis parcelas da floresta amazônica em que serão feitas as pesquisas do AmazonFace sobre os efeitos de uma atmosfera enriquecida com CO2 Dado Galdieri / AmazonFace" title="Anéis em torno das seis parcelas da floresta amazônica em que serão feitas as pesquisas do AmazonFace sobre os efeitos de uma atmosfera enriquecida com CO2 Dado Galdieri / AmazonFace"><figcaption>Anéis em torno das seis parcelas da floresta amazônica em que serão feitas as pesquisas do AmazonFace sobre os efeitos de uma atmosfera enriquecida com CO2. Crédito: Dado Galdieri / AmazonFace</figcaption></figure><p>A maior floresta tropical do planeta será palco de <strong>um experimento científico sem precedentes. </strong>O programa AmazonFace iniciará a fase principal de uma pesquisa internacional que pretende revelar <strong>como a Amazônia reage a uma atmosfera com concentração de dióxido de carbono (CO₂) 50% superior aos níveis atuais.</strong> O estudo acompanhará, ao longo de uma década, seis parcelas de floresta preservada na reserva ZF2, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), localizada a cerca de 70 quilômetros de Manaus.</p><p>A iniciativa busca responder a uma questão central para o futuro do clima global: de que forma o aumento do principal gás responsável pelo aquecimento do planeta<strong> afetará o funcionamento da floresta amazônica.</strong> O CO₂ é um dos elementos fundamentais da fotossíntese, processo pelo qual as plantas produzem energia para crescer e sobreviver.</p><p>Os testes finais da estrutura experimental começam em junho, e <strong>as medições contínuas devem ser iniciadas em agosto. </strong>A expectativa dos pesquisadores é que os resultados ajudem a compreender se a floresta poderá absorver mais carbono da atmosfera ou se enfrentará limitações impostas pela disponibilidade de nutrientes e pelas mudanças climáticas.</p><h2>Tecnologia inédita em floresta tropical</h2><p>O <strong>AmazonFace</strong> utiliza a tecnologia conhecida como Free-Air CO₂ Enrichment (Face), criada nos Estados Unidos na década de 1990. Embora já tenha sido aplicada em diferentes tipos de vegetação de regiões temperadas, esta será a primeira vez que o método será empregado em uma floresta tropical.</p><div class="texto-destacado">Cada uma das seis parcelas experimentais é cercada por um anel de 30 metros de diâmetro, composto por 16 torres de 35 metros de altura. Três dessas áreas receberão ar enriquecido com CO₂ durante o dia, elevando a concentração do gás de 420 para 620 partes por milhão, valor que poderá ser alcançado pela atmosfera terrestre nas próximas décadas.</div><p>As outras três parcelas funcionarão como grupo de controle, mantendo os níveis atuais de dióxido de carbono. Como os anéis estão instalados em ambientes praticamente idênticos e separados por apenas 90 metros, os cientistas poderão comparar diretamente os efeitos do aumento do CO₂ sobre a vegetação.</p><h2>Monitoramento detalhado da floresta</h2><p>O experimento reúne uma ampla rede de equipamentos capazes de registrar temperatura, direção dos ventos, concentração de gases atmosféricos, atividade fotossintética das folhas, dinâmica das raízes e disponibilidade de nutrientes no solo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/experimento-internacional-investigara-impacto-do-aumento-de-co-na-amazonia-1781365531644.jpg" data-image="fsmmc4s4cgu7" alt="Visão da parte interna de um anel João M. Rosa / AmazonFace" title="Visão da parte interna de um anel João M. Rosa / AmazonFace"><figcaption>Visão da parte interna de um anel. Crédito: João M. Rosa / AmazonFace</figcaption></figure><p>Dentro de cada parcela existem entre 50 e 70 árvores adultas, além de vegetação de menor porte. Ao todo,<strong> os seis anéis abrigam cerca de 400 espécies vegetais diferentes</strong>, refletindo a extraordinária biodiversidade amazônica.</p><p>Segundo os pesquisadores, uma das principais metas é<strong> identificar quais espécies serão favorecidas e quais poderão enfrentar dificuldades em um ambiente mais rico em CO₂</strong>. O acompanhamento da biomassa também permitirá verificar se as árvores aumentarão seu crescimento e sua capacidade de armazenar carbono.</p><h2>Primeiros resultados e investimento milionário</h2><p>Estudos preliminares realizados entre 2019 e 2022 em câmaras experimentais menores já indicaram mudanças importantes. Pesquisadores observaram que <strong>plantas do sub-bosque desenvolveram raízes mais eficientes </strong>na absorção de fósforo, nutriente considerado limitante para o crescimento vegetal na Amazônia.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="772273" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/estudo-revela-que-solo-do-cerrado-armazena-ate-8-vezes-mais-carbono-que-a-amazonia.html" title="Estudo revela que solo do Cerrado armazena até 8 vezes mais carbono que a Amazônia">Estudo revela que solo do Cerrado armazena até 8 vezes mais carbono que a Amazônia</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/estudo-revela-que-solo-do-cerrado-armazena-ate-8-vezes-mais-carbono-que-a-amazonia.html" title="Estudo revela que solo do Cerrado armazena até 8 vezes mais carbono que a Amazônia"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/areas-umidas-do-cerrado-concentram-carbono-milenar-e-superam-amazonia-em-densidade-por-hectare-1780588444683_320.jpg" alt="Estudo revela que solo do Cerrado armazena até 8 vezes mais carbono que a Amazônia"></a></article></aside><p>Os resultados sugerem que a vegetação pode adaptar suas estratégias para aproveitar melhor os recursos disponíveis quando exposta a concentrações elevadas de dióxido de carbono. No entanto, os cientistas destacam que ainda não é possível prever os efeitos sobre todo o ecossistema amazônico.</p><p>Até o momento, o AmazonFace recebeu investimentos de aproximadamente R$ 80 milhões, provenientes de instituições brasileiras e do serviço meteorológico do Reino Unido. O custo total previsto<strong> para os próximos dez anos é de R$ 260 milhões</strong>, com recursos já garantidos para os cinco primeiros anos de operação.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em>Revista Fapesp. <a href="https://revistapesquisa.fapesp.br/experimento-internacional-vai-estudar-como-a-amazonia-reage-a-ambiente-rico-em-dioxido-de-carbono/" title="Experimento internacional vai estudar como a Amazônia reage a ambiente rico em dióxido de carbono">Experimento internacional vai estudar como a Amazônia reage a ambiente rico em dióxido de carbono.</a> 2026</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/experimento-internacional-investigara-impacto-do-aumento-de-co-na-amazonia.html</guid><dc:creator><![CDATA[João Cunha]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Vídeo: Inundações severas e rios de granizo alagam ruas em cidades de Saitama, Japão]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/video-inundacoes-severas-e-rios-de-granizo-alagam-ruas-em-cidades-de-saitama-japao.html</link><pubDate>Sat, 13 Jun 2026 17:23:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Verdadeiros rios de água e gelo foram algumas das consequências das fortes tempestades que atingiram cidades no leste do Japão. Granizo cobriu as ruas alagadas.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaezf2m"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaezf2m.jpg" id="xaezf2m"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>As cidades de Hannō e Iruma, na província de Saitama, <strong>na região centro-oeste do Japão, foram atingidas por fortes tempestades</strong> no dia 12 de junho.</p><p>Uma grande quantidade de granizo cobriu as ruas já alagadas, resultado das fortes chuvas.<strong> Ventos fortes também atingiram a região.</strong> As cidades afetadas estão localizadas a cerca de 40 km a noroeste de Tóquio.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">Hanno city experienced heavy rain and hail today... <a href="https://t.co/5sDI3cQbXx">pic.twitter.com/5sDI3cQbXx</a></p>— CMNS_Media (@1SanatanSatya) <a href="https://x.com/1SanatanSatya/status/2065310500649603348?ref_src=twsrc%5Etfw">June 12, 2026</a></blockquote></figure><p>Embora as imagens não mostrem granizo de tamanho gigantesco, a quantidade extraordinária registrada causou problemas nessas cidades.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/tfgK-370Kgs/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=tfgK-370Kgs" id="tfgK-370Kgs"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>Imagens divulgadas pela mídia local mostram a grande quantidade de <strong>granizo que se acumulou após as tempestades</strong>, chegando a mais de<strong> 6 cm em algumas áreas</strong>.</p><div class="texto-destacado">Como se forma o granizo?<br><br>O granizo se forma quando correntes ascendentes dentro de nuvens de tempestade mantêm minúsculos cristais de gelo em suspensão. À medida que essas correntes sobem, a água da chuva adere à superfície dos cristais e congela ao ser elevada para grandes altitudes dentro da nuvem. Quanto mais tempo o granizo permanecer dentro da nuvem, mais esse processo se repete e maiores serão as pedras de granizo quando atingirem o solo.</div><p>A chuva forte e a incrível quantidade de granizo não foram as únicas consequências dessas tempestades: o vento também desempenhou um papel importante. <strong>Rajadas intensas de vento impulsionaram a chuva e o granizo</strong>, como mostram as imagens compartilhadas por veículos de imprensa japoneses.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/mPiSIPOQqOM/sddefault.jpg" alt="youtube video id=mPiSIPOQqOM" id="mPiSIPOQqOM"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>Uma reportagem da TV Asahi destacou a formação de verdadeiros "rios de granizo" em algumas áreas de Saitama, observando que as fortes chuvas ocorreram pouco depois do meio-dia na cidade de Hanno. <strong>A reportagem também enfatizou que a precipitação totalizou 31,5 mm em uma hora</strong>, o maior acumulado em uma hora registrado até o momento neste ano.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771516" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/canhoes-anti-granizo-nao-funcionam-e-sao-um-desperdicio-de-dinheiro-entenda-o-porque.html" title="Canhões anti granizo não funcionam e são um desperdício de dinheiro; entenda o porquê">Canhões anti granizo não funcionam e são um desperdício de dinheiro; entenda o porquê</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/canhoes-anti-granizo-nao-funcionam-e-sao-um-desperdicio-de-dinheiro-entenda-o-porque.html" title="Canhões anti granizo não funcionam e são um desperdício de dinheiro; entenda o porquê"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/canhoes-anti-granizo-nao-funcionam-e-sao-um-desperdicio-de-dinheiro-entenda-o-porque-1780171348179_320.jpg" alt="Canhões anti granizo não funcionam e são um desperdício de dinheiro; entenda o porquê"></a></article></aside><p>As tempestades rapidamente desencadearam grandes quantidades de granizo, que cobriram as ruas de branco antes de serem lavadas pela chuva. As tempestades se desenvolveram rapidamente e o alerta permaneceu em vigor durante toda a tarde e até o período da noite da sexta-feira, 12 de junho.</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em>- Fuji News Network. <a href="https://www.fnn.jp/articles/-/1059546" target="_blank">今夜もまだ「ゲリラ雷雨」警戒　あすも山沿い中心に不安定　関東各地でひょう、冠水被害も</a> (Se mantiene vigilancia ante tormentas severas en la región montañosa; granizo e inundaciones en diversas partes de Kantō). En japonés.</em></p><p><em>- TV Asahi. <a href="https://news.tv-asahi.co.jp/news_society/articles/900192770.html" target="_blank">東京でゲリラ雷雨発生“天気急変”　埼玉では「雹の川」現る</a> (Repentinas tormentas eléctricas azotan Tokio, provocando cambios bruscos en el clima; en Saitama aparece un "río de granizo"). En japonés.<br></em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/video-inundacoes-severas-e-rios-de-granizo-alagam-ruas-em-cidades-de-saitama-japao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O futuro da exploração espacial da NASA: cronograma e desafios das próximas missões Artemis]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/o-futuro-da-exploracao-espacial-da-nasa-cronograma-e-desafios-das-proximas-missoes-artemis.html</link><pubDate>Sat, 13 Jun 2026 14:34:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>O programa Artemis da NASA define o rumo. Com as missões Artemis III e IV agora planeadas para o período entre 2027 e 2028, a exploração lunar enfrenta novos prazos e desafios tecnológicos complexos, incluindo o desenvolvimento de módulos de aterragem comerciais pela SpaceX e pela Blue Origin, e a introdução de novos fatos espaciais.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/il-futuro-dell-esplorazione-spaziale-della-nasa-calendario-e-sfide-delle-prossime-missioni-artemis-iii-e-iv-1780998553257.png" data-image="ymqmhka9hubm"><figcaption>A Axiom Space já iniciou a produção do fato espacial AxEMU, cujas camadas exteriores de proteção foram desenvolvidas em colaboração com a etiqueta italiana Prada. Trata-se de um fato de última geração concebido para astronautas que trabalham na superfície lunar. Fonte da imagem: Cortesia da Axiom Space e da Prada.</figcaption></figure><p>Após o sucesso da missão Artemis II em abril deste ano, que marcou o regresso da humanidade à órbita lunar pela primeira vez em mais de 50 anos, a NASA parecia ter estabelecido um <strong>roteiro claro para futuras missões rumo à próxima alunagem</strong>.</p><p>Mas apenas alguns meses depois, os <strong>planos mudaram rapidamente</strong> – e nem sempre para melhor. A NASA está mais uma vez a rever a sua estratégia para ultrapassar as dificuldades técnicas e os obstáculos de engenharia que ainda a separam da superfície lunar. As agências governamentais e os parceiros comerciais envolvidos no projeto continuam a enfrentar uma longa lista de desafios logísticos e técnicos.</p><p>Além disso, a NASA deverá <strong>anunciar em breve os nomes dos quatro astronautas selecionados para a missão Artemis III</strong>. O anúncio proporcionará também uma oportunidade para partilhar mais informações sobre o progresso do programa e a composição futura da tripulação.</p><h2>Uma nova direção para o programa Artemis III e o adiamento da alunissagem</h2><p>O desenvolvimento mais significativo, confirmado pelos representantes da agência, diz respeito à Artemis III, cujo<strong> lançamento está agora oficialmente agendado para o final de 2027</strong>. Devido a atrasos no desenvolvimento dos sistemas de aterragem lunar, que seriam fornecidos por parceiros do setor privado, a missão sofreu alterações substanciais. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/il-futuro-dell-esplorazione-spaziale-della-nasa-calendario-e-sfide-delle-prossime-missioni-artemis-iii-e-iv-1780998687886.jpg" data-image="bbhmrwoo6vhl"><figcaption>O sistema de aterragem humana (HLS) Starship da SpaceX continua a ser submetido a uma série de testes de voo na sua versão mais recente, a Starship V3. Fonte da imagem: SpaceX.</figcaption></figure><p>Está agora confirmado que <strong>não haverá mais tentativas de aterrar a Artemis III na Lua</strong>. Em vez disso, a tripulação permanecerá em órbita baixa da Terra, a uma altitude de aproximadamente 463 quilómetros, a bordo da nave Orion, que será lançada pelo poderoso foguetão SLS (Space Launch System) da NASA, semelhante ao da Estação Espacial Internacional.</p><p>A <strong>missão concentra-se exclusivamente em testes funcionais e acoplamento em órbita</strong> com protótipos comerciais de módulos de aterrissagem lunar desenvolvidos pela SpaceX e pela Blue Origin. Os astronautas irão <strong>avaliar os sistemas de propulsão, os sistemas de suporte de vida e as tecnologias de comunicação</strong>, otimizando tudo para a próxima missão lunar.</p><p>Caso esta fase de testes seja bem-sucedida, a NASA prosseguirá com o lançamento da Artemis IV no final de 2028. <strong>Esta será a primeira missão em mais de cinco décadas a enviar astronautas de volta à superfície lunar</strong>.</p><h2>Desafios para a SpaceX e a Blue Origin</h2><p>O <strong>adiamento da alunagem está intimamente ligado aos sistemas de aterrissagem tripulados contratados pelas empresas privadas</strong>. O Starship HLS (<em>Human Landing System</em>) da SpaceX continua a ser submetido a uma série de testes de voo na sua versão mais recente, a Starship V3.</p><p>Antes que o módulo de aterrissagem possa ser aprovado para uso tripulado e participar nos testes orbitais previstos para 2027, a empresa de Elon Musk precisa <strong>provar que o veículo é absolutamente confiável e capaz de reabastecer com combustível criogênico em órbita</strong> – um requisito crucial para futuros voos à Lua.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/il-futuro-dell-esplorazione-spaziale-della-nasa-calendario-e-sfide-delle-prossime-missioni-artemis-iii-e-iv-1780999119570.png" data-image="v4czf5sb5gxj"><figcaption>Ilustração artística do módulo lunar da Blue Origin, concebido para transportar equipamento como veículos exploradores necessários para missões na superfície lunar. Fonte da imagem: Blue Origin.</figcaption></figure><p>A situação na Blue Origin deteriorou-se significativamente nas últimas semanas. Após a <strong>grave falha no teste estático do foguete New Glenn</strong>, em 28 de maio, que resultou numa explosão e danos severos no Complexo de Lançamento 36 no Cabo Canaveral, <strong>a NASA enfrenta agora desafios logísticos adicionais</strong>. A empresa de Jeff Bezos não possui atualmente instalações de lançamento alternativas e, por isso, está impossibilitada de continuar os testes do foguete New Glenn.</p><p>Nos últimos dias, a liderança da NASA indicou que é <strong>necessário encontrar veículos de lançamento alternativos</strong> para que o módulo de aterrissagem Blue Moon da Blue Origin, na sua configuração Mark 2, possa cumprir os prazos do programa e participar nos testes de acoplamento orbital previstos para 2027. Ironicamente, o foguete que poderá ajudar a Blue Origin a cumprir o seu contrato com a NASA pode acabar por ser fornecido pela sua concorrente, a SpaceX.</p><h2>Fatos espaciais do século 21: o programa AxEMU</h2><p>Embora os sistemas de lançamento e aterrissagem continuem enfrentando desafios técnicos complexos, <strong>o desenvolvimento de fatos espaciais está progredindo rapidamente</strong>.</p><p>A Axiom Space já iniciou a produção do AxEMU, um fato espacial de última geração feito para astronautas que trabalham na superfície lunar. Desenvolvido em colaboração com a marca italiana <em>Prada </em>para as camadas exteriores de proteção e com a <em>Oakley </em>para o sistema de viseira de alta resolução, o fato passou com sucesso os testes técnicos da NASA.<strong> </strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/il-futuro-dell-esplorazione-spaziale-della-nasa-calendario-e-sfide-delle-prossime-missioni-artemis-iii-e-iv-1780999199817.png" data-image="pi9vp3f60dtz"><figcaption>Foram apresentados os fatos espaciais desenvolvidos pela Axiom Space em colaboração com a Prada. Fonte da imagem: Cortesia da Axiom Space e da Prada.</figcaption></figure><p>O <strong>sistema já concluiu mais de 850 horas de testes</strong> de pressão tripulados em instalações de simulação no solo. Os detalhes operacionais ainda estão sendo refinados, e a empresa confirmou os planos para testar o hardware em 2027, como parte das atividades dentro dos módulos de aterrissagem lunar em órbita, antes da aterrissagem lunar planejada para o ano seguinte.</p><h2>A caminho de Artemis IV: ciência e cooperação internacional</h2><p>Enquanto a Artemis III se concentrará em testar a infraestrutura de voo e os sistemas de acoplamento em órbita terrestre, a Artemis IV dará cada vez mais prioridade à pesquisa científica na Lua e à colaboração internacional. Para a missão de 2028, a Agência Espacial Europeia (ESA) e a <em>Airbus Defence and Space</em> estão trabalhando na <strong>conclusão dos módulos de serviço que irão fornecer suporte de vida aos astronautas</strong>. </p><p>Além disso, a NASA já selecionou os <strong>primeiros instrumentos científicos a serem implantados na superfície lunar</strong>. Entre eles está o DUSTER, um sensor feito para analisar as condições ambientais na Lua — incluindo poeira e plasma — junto ao polo sul. Esta região apresenta flutuações extremas de temperatura, que variam entre os 120°C sob luz solar direta e os -200°C em áreas permanentemente sombreadas.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/o-futuro-da-exploracao-espacial-da-nasa-cronograma-e-desafios-das-proximas-missoes-artemis.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Geleiras colossais, vida selvagem e paisagens extremas: por dentro do maior parque nacional do mundo]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/geleiras-colossais-vida-selvagem-e-paisagens-extremas-por-dentro-do-maior-parque-nacional-do-mundo.html</link><pubDate>Sat, 13 Jun 2026 12:06:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Ursos polares, bois-almiscarados, fiordes gelados e montanhas esculpidas pelo gelo fazem parte da paisagem deste vasto parque nacional. Descubra como sua imensidão e notável estado de conservação o tornaram uma das áreas naturais mais singulares do mundo.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/colossal-glaciers-arctic-wildlife-and-extreme-landscapes-inside-the-world-s-largest-national-park-1781111517925.jpg" data-image="dlihcqnb549s"><figcaption>O nordeste da Groenlândia abriga o maior parque nacional do mundo, com uma área de quase um milhão de quilômetros quadrados.</figcaption></figure><p>Uma vasta extensão de gelo, tundra e montanhas cobre o nordeste da <strong>Groenlândia</strong>. É lá que se encontra o <strong>maior parque nacional do mundo</strong>. Abrangendo <strong>quase um milhão de quilômetros quadrados</strong>, sua dimensão é difícil de compreender, mesmo em um lugar tão imenso quanto a Groenlândia.</p><p>Longe de cidades e estradas, a paisagem muda muito pouco de um ano para o outro. Grandes áreas deste <strong>canto remoto do planeta</strong> permanecem praticamente como eram séculos atrás.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>O parque protege montanhas, geleiras, fiordes e extensas paisagens de tundra que preservaram grande parte de suas características originais.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Aqueles que chegam até aqui encontram uma<strong> região selvagem moldada pelo gelo, pelo vento </strong>e pelos ritmos sazonais do Ártico, muito diferente das transformações vivenciadas por muitas outras regiões do mundo.</p><h2><strong>Uma paisagem moldada pelo gelo</strong></h2><p>A paisagem está em constante mudança, alternando entre<strong> vastos campos de gelo, montanhas escarpadas, fiordes profundos e extensas planícies de tundra</strong>. Em toda a região, picos de granito, vales esculpidos por geleiras ancestrais e amplas extensões de tundra se estendem por quilômetros praticamente sem interrupção.</p><p>Quando a <strong>neve derrete e as temperaturas sobem</strong>, partes do terreno perdem sua aparência branca e revelam um mosaico de cores que variam do verde ao marrom.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Essa transformação quebra a uniformidade do gelo e muda completamente a aparência da paisagem.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Os <strong>fiordes </strong>estão entre as características marcantes da região. Essas <strong>enseadas profundas, esculpidas por antigas geleiras</strong>, cortam o litoral e criam paisagens espetaculares cercadas por<strong> montanhas íngremes e icebergs flutuantes</strong>.</p><p>Algumas geleiras se estendem até a costa e terminam perto dos fiordes. Essas formações estão entre os elementos mais icônicos da paisagem da região.</p><h2><strong>A vida selvagem do nordeste da Groenlândia</strong></h2><p>O frio, o gelo e os longos invernos não impediram que diversas espécies prosperassem aqui. Os <strong>ursos polares </strong>estão entre os animais mais reconhecíveis da região e ocupam o topo da cadeia alimentar do Ártico.</p><p>Os <strong>bois-almiscarados</strong> são outro dos habitantes mais peculiares da área. Esses mamíferos de aparência pré-histórica percorrem as planícies da tundra e suportam temperaturas extremamente baixas graças à sua pelagem espessa.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/colossal-glaciers-arctic-wildlife-and-extreme-landscapes-inside-the-world-s-largest-national-park-1781111630776.jpg" data-image="gtvtb7yt6mdx"><figcaption>Em algumas partes da região, é comum ver bois-almiscarados atravessando paisagens abertas.</figcaption></figure><p>As águas costeiras abrigam diversas espécies de <strong>focas</strong> árticas que dependem do gelo marinho para descansar, reproduzir e se alimentar. Dependendo da época do ano, os visitantes também podem avistar <strong>morsas </strong>e várias espécies de <strong>baleias </strong>migrando pelos fiordes e mares da região.</p><div class="texto-destacado">A observação da vida selvagem varia bastante dependendo da localização e da época do ano. Os animais estão presentes, mas não são encontrados em todos os cantos do parque.</div><p>Os <strong>avistamentos podem ser esporádicos e dependem da estação do ano</strong>, das condições do gelo e da localização. Os ursos polares são vistos com mais frequência em áreas de gelo marinho, onde passam grande parte do tempo em busca de alimento.</p><h2><strong>Coisas importantes a saber antes de planejar uma visita</strong></h2><p>Este <strong>não é um destino de fácil acesso</strong>, fator que contribuiu para preservar seu caráter selvagem ao longo dos séculos. Muitas visitas são feitas por via marítima, a bordo de <strong>embarcações de expedição que percorrem o litoral </strong>e os fiordes desta região isolada da Groenlândia.</p><div class="texto-destacado">As condições meteorológicas nesta região podem mudar rapidamente. Nevoeiro, condições do mar e a presença de gelo afetam frequentemente os planos de viagem e os cronogramas das expedições.</div><p>Outro fator crucial é a proteção do ecossistema. O<strong> isolamento desta região contribuiu para a preservação de ecossistemas</strong> relativamente intocados, o que explica as precauções tomadas em cada expedição e desembarque.</p><p>A <strong>conservação </strong>desta região selvagem do Ártico depende, em grande medida, da minimização do impacto humano, por menor que ele possa parecer.</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em><a href="https://www.travelandleisure.com/northeast-greenland-national-park-guide-11986632" target="_blank">The World’s Largest National Park Is 100 Times Bigger Than Yellowstone—and It Has Glaciers, Polar Bears, and Fjord Views.</a> 1 de junho, 2026. Staff Author.<br> </em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/geleiras-colossais-vida-selvagem-e-paisagens-extremas-por-dentro-do-maior-parque-nacional-do-mundo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frio e umidade no Centro-Sul: veja quais lavouras podem sentir mais a virada do fim de semana]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/frio-e-umidade-no-centro-sul-veja-quais-lavouras-podem-sentir-mais-a-virada-do-fim-de-semana.html</link><pubDate>Sat, 13 Jun 2026 10:07:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Frio e umidade avançam pelo Centro-Sul neste fim de semana, com impacto sobre lavouras de milho, feijão, trigo e hortaliças; o ar polar ganha força no domingo e aumenta o risco de geada no início da semana.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-e-umidade-no-centro-sul-veja-quais-lavouras-podem-sentir-mais-a-virada-do-fim-de-semana-1781273086358.jpg" data-image="x7gb38flnf7y" alt="Frente, sul, sudeste, ar polar" title="Frente, sul, sudeste, ar polar"><figcaption>Temperaturas mais baixas avançam pelo Sul e alcançam parte do Centro-Sul na manhã de segunda-feira, com ar polar atuando após a passagem da frente fria.</figcaption></figure><p>O fim de semana terá uma virada importante no Centro-Sul do Brasil, com <strong>chuva em parte do Sudeste, instabilidade no Mato Grosso do Sul e avanço de ar polar pelo Sul</strong>. A combinação de umidade, queda de temperatura e risco de geada muda o ambiente para lavouras em fases decisivas.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>O frio mais forte não chega todo de uma vez. <strong>Ele começa a ser sentido entre sábado e domingo, mas deve ganhar intensidade no início da próxima semana</strong>, especialmente no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul e áreas de maior altitude do Sudeste. Para o campo, o alerta é simples: <strong>o problema não é apenas o frio, mas a sequência de chuva, solo úmido, baixa radiação</strong> e madrugadas geladas.</p><h2>Ar polar avança após a chuva e muda o mapa do Centro-Sul </h2><p>A frente fria ainda mantém instabilidade em parte do Centro-Sul no fim de semana, <strong>com chuva mais relevante sobre São Paulo, sul de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul</strong>. No mapa, a faixa de maior atenção aparece entre o centro-sul do país e a borda do Sudeste, onde a umidade avança antes da entrada mais forte do ar frio.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-e-umidade-no-centro-sul-veja-quais-lavouras-podem-sentir-mais-a-virada-do-fim-de-semana-1781274212506.jpg" data-image="d1tpacgsxklk" alt="Ar polar, frio, sudeste, sul, trigo" title="Ar polar, frio, sudeste, sul, trigo"><figcaption>A massa de ar polar deixa temperaturas abaixo da média em grande parte do Centro-Sul, com destaque para o Sul, Mato Grosso do Sul, São Paulo e áreas do Sudeste.</figcaption></figure><p>Depois da chuva, a massa de ar polar ganha espaço e empurra as temperaturas para baixo. <strong>No Sul, o tempo tende a firmar em várias áreas, mas com madrugadas cada vez mais frias</strong>. Nas serras gaúcha e catarinense, há possibilidade de marcas negativas no começo da semana, enquanto áreas do Paraná, sul de São Paulo e Mato Grosso do Sul devem sentir queda acentuada nas mínimas.</p><h2>Milho, feijão e trigo sentem riscos diferentes </h2><p>O milho segunda safra é a cultura que mais exige atenção no recorte nacional. A colheita ainda está no começo em várias áreas, e parte das lavouras segue em maturação ou enchimento de grãos. No Paraná, onde a segunda safra tem peso importante, <strong>o risco aumenta porque muitas áreas ainda não estão protegidas pela colheita e podem sentir variações térmicas fortes.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-e-umidade-no-centro-sul-veja-quais-lavouras-podem-sentir-mais-a-virada-do-fim-de-semana-1781274372262.jpg" data-image="2nb49r9cp4ht" alt="chuva, acumulada, anomalia, frio" title="chuva, acumulada, anomalia, frio"><figcaption>A chuva acumulada até segunda-feira mantém áreas de atenção entre Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais e parte do Sul, onde o solo úmido pode atrasar colheita e manejo das lavouras.</figcaption></figure><p>O feijão sofre mais com umidade alta, atraso de colheita e perda de qualidade, enquanto o trigo tem uma leitura mais regional. <strong>O frio moderado não é necessariamente ruim para lavouras jovens</strong>, mas chuva frequente e solo encharcado podem interromper a semeadura, dificultar a emergência e atrasar operações no campo.</p><p>Os principais pontos de atenção são:</p><ul> <li><strong>milho segunda safra no Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo, especialmente em áreas ainda em enchimento de grãos;</strong></li> <li>feijão em colheita ou maturação, com risco de perda de qualidade sob chuva e alta umidade;</li> <li><strong>trigo recém-semeado no Sul, com atenção para excesso de umidade no solo;</strong></li> <li>hortaliças em áreas serranas e cinturões verdes, sensíveis a frio, pouca insolação e doenças fúngicas.</li> </ul><h2>Próximos dias pedem manejo atento no campo </h2><p><strong>A janela mais crítica começa no domingo e se estende pelo início da semana, quando o frio ganha força após a passagem da frente fria</strong>. Em áreas de baixada, vales e encostas protegidas do vento, o risco de geada costuma ser maior, porque o ar frio se acumula durante a madrugada. Mesmo onde não houver geada, temperaturas baixas reduzem o metabolismo das plantas e atrasam a secagem natural do solo e dos grãos.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="772461" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/plantio-do-trigo-passa-de-40-no-pais-mas-instabilidade-acende-alerta-no-rs.html" title="Plantio do trigo passa de 40% no país, mas instabilidade acende alerta no RS">Plantio do trigo passa de 40% no país, mas instabilidade acende alerta no RS</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/plantio-do-trigo-passa-de-40-no-pais-mas-instabilidade-acende-alerta-no-rs.html" title="Plantio do trigo passa de 40% no país, mas instabilidade acende alerta no RS"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/corrida-do-trigo-no-sul-tempo-firme-acelera-plantio-e-pais-ja-passa-de-40-da-area-semeada-1780669958292_320.jpg" alt="Plantio do trigo passa de 40% no país, mas instabilidade acende alerta no RS"></a></article></aside><p>O ponto central será acompanhar a combinação entre temperatura mínima, umidade do solo e estágio da lavoura. C<strong>olheitas devem avançar onde houver janela seca</strong>, mas áreas com solo pesado ou lavouras ainda verdes exigem cautela.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/frio-e-umidade-no-centro-sul-veja-quais-lavouras-podem-sentir-mais-a-virada-do-fim-de-semana.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Plantas resistentes ao sol: 6 opções fáceis de cuidar e que são perfeitas para plantar em vaso ]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/plantas-resistentes-ao-sol-6-opcoes-faceis-de-cuidar-e-que-sao-perfeitas-para-plantar-em-vaso.html</link><pubDate>Sat, 13 Jun 2026 09:03:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Plantas resistentes ao sol pleno para vasos que toleram o calor intenso e a luz direta por várias horas sem queimar. Veja aqui 6 opções delas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/plantas-resistentes-ao-sol-6-opcoes-faceis-de-cuidar-e-que-sao-perfeitas-para-plantar-em-vaso-1781286257387.jpg" data-image="gqxbskhw3kl5"><figcaption>Planta Rosa do Deserto (<em>Adenium obesum</em>). Crédito: Mayura Posrisoong/Shutterstock.</figcaption></figure><p>As<strong> plantas ideais para ambientes secos e ensolarados</strong> desenvolveram mecanismos naturais para sobrevivência ao longo do tempo, mas exigem cuidados específicos. E se você está procurando uma para cultivar em ambientes com bastante sol, então este artigo é para você.</p><p>Elas <strong>podem ser plantadas tanto no jardim quanto em vasos</strong> e são perfeitas para decorar terraços e varandas. <strong>Veja aqui 6 espécies delas</strong>, além dos cuidados que elas demandam.</p><h2>6 plantas resistentes ao sol</h2><p>Escolher <strong>plantas adequadas que possam prosperar sob o sol </strong>é fundamental para garantir que seu jardim se mantenha sempre bonito e saudável. Veja nossas 6 sugestões de plantas:</p><h3>Rosa do Deserto (<em>Adenium obesum</em>) </h3><p>A Rosa do Deserto é uma<strong> planta escultural que adora sol direto e calor</strong>. É uma <strong>espécie rústica</strong>, de origem africana, que precisa de pelo menos 6 horas de sol por dia para produzir<strong> belas flores</strong>. É excelente para vasos do tipo bacia em sua fase adulta. </p><p>É uma espécie de vida perene que pode atingir até os 4 metros de altura. Tem um <strong>tronco engrossado</strong> na base chamado <strong>caudex</strong>, que<strong> funciona como uma caixa d'água natural</strong>, permitindo que a planta sobreviva a longas secas. </p><h3>Coroa-de-Cristo (<em>Euphorbia milii</em>)</h3><p>É uma planta <strong>ornamental </strong>que se destaca pela variedade de cores e pela <strong>durabilidade</strong>. <strong>Resistente </strong>e com floração abundante o ano todo. Ela fica linda em vasos e jardineiras, mas exige cuidado com os espinhos ao longo do caule.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/plantas-resistentes-ao-sol-6-opcoes-faceis-de-cuidar-e-que-sao-perfeitas-para-plantar-em-vaso-1781286435800.jpg" data-image="n8h8d6akar5j"><figcaption>A planta Coroa-de-Cristo (<em>Euphorbia milii</em>).</figcaption></figure><p>Ela possui um<strong> caule suculento, que armazena água e nutrientes</strong>, o que permite que sobreviva em condições de seca. Além de resistente, ela exige pouca manutenção.</p><h3>Espada-de-São-Jorge (<em>Sansevieria trifasciata</em>)</h3><p>Esta é uma planta clássica, quase indestrutível e <strong>se adapta muito bem tanto à meia-sombra quanto ao sol pleno</strong>. Porém, é necessário que o ambiente em que ela esteja receba bastante claridade. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771059" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/3-plantas-de-crescimento-rapido-para-cobrir-seu-jardim-em-tempo-recorde-e-sem-gastar-muito.html" title="3 plantas de crescimento rápido para cobrir seu jardim em tempo recorde e sem gastar muito">3 plantas de crescimento rápido para cobrir seu jardim em tempo recorde e sem gastar muito</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/3-plantas-de-crescimento-rapido-para-cobrir-seu-jardim-em-tempo-recorde-e-sem-gastar-muito.html" title="3 plantas de crescimento rápido para cobrir seu jardim em tempo recorde e sem gastar muito"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/3-plantas-de-crecimiento-ultrarrapido-para-cubrir-tu-jardin-en-tiempo-record-y-sin-gastar-mucho-dinero-1779348876783_320.png" alt="3 plantas de crescimento rápido para cobrir seu jardim em tempo recorde e sem gastar muito"></a></article></aside><p>Além de gostar de luz solar direta, ela aguenta temperaturas mais baixas e <strong>não exige regas constantes</strong>, sendo indicada até para os iniciantes em jardinagem.</p><h3>Suculentas</h3><p>Suculentas como <strong>agave </strong>e <strong>yucca </strong>(Yucca L.)<strong> </strong>têm grande porte, são ideais para vasos e trazem um visual moderno, estruturado e <strong>exigem pouca manutenção</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/plantas-resistentes-ao-sol-6-opcoes-faceis-de-cuidar-e-que-sao-perfeitas-para-plantar-em-vaso-1781286680121.jpg" data-image="n3ga96ilnlbo"><figcaption>A suculenta <em>Agave angustifolia</em>, ou Piteira-do-caribe. Crédito: David E Mead.</figcaption></figure><p>Elas são <strong>resistentes</strong> e <strong>toleram sol forte e calor</strong>; no entanto, elas não resistem a temperaturas baixas, sendo indicadas somente para lugares que contam com sol praticamente o ano todo. </p><h3>Beldroega (<em>Portulaca oleracea</em>)</h3><p>Uma planta que abre suas flores apenas nas manhãs ensolaradas, por algumas horas. É <strong>ótima para vasos suspensos ou muros</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/plantas-resistentes-ao-sol-6-opcoes-faceis-de-cuidar-e-que-sao-perfeitas-para-plantar-em-vaso-1781286886033.jpg" data-image="6qarjf0dko3w"><figcaption>A planta Beldroega (<em>Portulaca oleracea</em>).</figcaption></figure><p>É uma espécie herbácea prostrada e rasteira, de caule liso e avermelhado, e além de ornamental, <strong>é considerada uma PANC</strong> (Planta Alimentícia Não Convencional).</p><p>Ela <strong>prospera sob várias condições</strong>: solos pobres, calor, seca e sol escaldante, porém, <strong>não tolera geadas</strong>, mas é resistente ao frio.</p><h3>Clúsia (<em>Clusia fluminensis</em>)</h3><p>É uma planta de <strong>folhas brilhantes, rígidas e arredondadas</strong>, muito <strong>resistente </strong>e que se desenvolve muito bem em vasos grandes. É nativa do Brasil, famosa por sua extrema rusticidade e facilidade de cultivo. </p><p>Ela <strong>gosta muito de verão, e fica exuberante sob o forte calor e luz solar</strong>. E ainda <strong>tolera secas moderadas</strong>, pois suas folhas grossas ajudam a reter água. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/plantas-resistentes-ao-sol-6-opcoes-faceis-de-cuidar-e-que-sao-perfeitas-para-plantar-em-vaso-1781287105672.jpg" data-image="sjedjhp1oyb6"><figcaption>A planta Clúsia (<em>Clusia fluminense</em>). Crédito: Karyn T e Miriam Delao.</figcaption></figure><p>Durante o período mais quente do ano, a Clúsia <strong>produz pequenas e delicadas flores brancas</strong>. </p><h2>Alguns cuidados importantes com plantas no sol</h2><p>Para garantir que as suas <strong>plantas prosperem</strong>, o cultivo em vasos requer atenção redobrada para alguns detalhes, os quais:</p><ul><li><strong>Drenagem</strong>: Como elas ficam expostas à chuva e à rega, o <strong>vaso deve ter excelente escoamento</strong>. Use pedriscos, argila expandida no fundo e uma manta de drenagem para que a água não fique acumulada, evitando o apodrecimento das raízes.</li><li><strong>Rega</strong>: Por estarem sob sol forte, a água evapora rapidamente. <strong>Verifique a umidade da terra </strong>com um palito ou até mesmo o dedo antes de regar. Em dias quentes, a rega pode ser diária, enquanto no inverno o intervalo deve ser maior.</li><li><strong>Substrato</strong>: Use uma<strong> terra rica em matéria orgânica, mas que seja leve e arenosa</strong>. A maioria das plantas de sol pleno não suporta solos pesados e compactados.</li></ul><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://jardinagem.casaefesta.com/plantas-resistentes-ao-sol-para-vasos/" target="_blank">14 Plantas resistentes ao sol perfeitas para vasos externos</a>. 19 de agosto, 2025. Isabella Moretti.</em></p><p><em><a href="https://www.petz.com.br/blog/plantas-resistentes-ao-sol-para-jardim/" target="_blank">Conheça 10 plantas resistentes ao sol para jardim</a>. 8 de outubro, 2025. Blog Petz.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/plantas-resistentes-ao-sol-6-opcoes-faceis-de-cuidar-e-que-sao-perfeitas-para-plantar-em-vaso.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Efeito El Niño? Previsão mostra semanas consecutivas de chuva no Sul]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/efeito-el-nino-previsao-mostra-semanas-consecutivas-de-chuva-no-sul.html</link><pubDate>Fri, 12 Jun 2026 22:15:59 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>El Niño já está ativo, mas a sequência de semanas chuvosas no Sul do Brasil envolve interação de fenômenos de diversas escalas. A resposta ao aquecimento do Pacífico equatorial central deve iniciar entre o fim de junho e início de julho, entenda.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/efeito-el-nino-previsao-mostra-semanas-consecutivas-de-chuva-no-sul-1781301834823.png" data-image="blq8j9igv6gg" alt="O padrão de chuvas relacionado ao El Niño começa a aparecer nos campos previstos para o mês de julho." title="O padrão de chuvas relacionado ao El Niño começa a aparecer nos campos previstos para o mês de julho."><figcaption>O padrão de chuvas relacionado ao El Niño começa a aparecer nos campos previstos para o mês de julho.</figcaption></figure><p><br><strong>O El Niño já está oficialmente </strong><strong>estabelecido</strong> no Oceano Pacífico, após o recente anúncio da NOAA. Ao mesmo tempo, a previsão indica que as <strong>próximas semanas</strong> serão<strong> chuvosas na Região Sul</strong> do Brasil. Nesse contexto, é inevitável a pergunta: esses já são os efeitos do El Niño? </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>A resposta é mais complexa. A<strong> chuva no Sul do Brasil</strong> resulta da <strong>interação</strong> entre <strong>diferentes mecanismos</strong> atmosféricos que atuam em <strong>escalas distintas.</strong> Nas próximas semanas, a <strong>dinâmica extratropical</strong>, marcada pela passagem de frentes frias e ciclones, deve continuar desempenhando papel importante. </p><p>No entanto, há <strong>sinais</strong> de que o<strong> acoplamento</strong> entre o <strong>aquecimento do Pacífico</strong> e a <strong>atmosfera</strong> se fortaleça gradualmente a partir do<strong> fim de junho</strong>, criando um ambiente cada vez mais favorável ao padrão mais chuvoso tipicamente associado ao El Niño. Confira os detalhes.</p><h2>Chuvas acima da média no Sul</h2><p>A <strong>previsão </strong>de anomalia semanal de chuva do modelo ECMWF indica que as próximas semanas serão de <strong>chuvas acima da média no Sul</strong> do Brasil. Até o fim de junho, fatores de <strong>escala extratropical</strong>, como a atuação de<strong> frentes frias</strong> e <strong>ciclones</strong>, devem desempenhar papel importante. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/efeito-el-nino-previsao-mostra-semanas-consecutivas-de-chuva-no-sul-1781301865626.png" data-image="3j2b3xjnq551" alt="Previsão de anomalia semanal de chuva segundo o ECMWF. Créditos: Elaborado por Meteored/Fonte: ECMWF." title="Previsão de anomalia semanal de chuva segundo o ECMWF. Créditos: Elaborado por Meteored/Fonte: ECMWF."><figcaption>Previsão de anomalia semanal de chuva segundo o ECMWF. Créditos: Elaborado por Meteored/Fonte: ECMWF. </figcaption></figure><p>A <strong>Oscilação Antártica (AAO)</strong>, também conhecida como Modo Anular Sul, tem previsão de atingir um pico em sua fase positiva até meados do mês e, posteriormente,<strong> migrar em direção à fase negativa</strong>. Essa transição pode <strong>favorecer</strong> a passagem mais frequente de <strong>sistemas transientes</strong> pelo Sul do Brasil, como <strong>frentes frias</strong> e <strong>ciclones</strong> <strong>extratropicais</strong>, contribuindo para a manutenção das chuvas na região.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/efeito-el-nino-previsao-mostra-semanas-consecutivas-de-chuva-no-sul-1781301922084.png" data-image="anuxndn6lysl" alt="Previsão da Oscilação Antártica. Créditos: CPC/NOAA." title="Previsão da Oscilação Antártica. Créditos: CPC/NOAA."><figcaption>Previsão da Oscilação Antártica. Créditos: CPC/NOAA.</figcaption></figure><p>Ao mesmo tempo, há<strong> indícios de que a atmosfera comece a responder</strong> de forma mais consistente<strong> ao aquecimento</strong> observado no <strong>Pacífico tropical </strong>entre o<strong> fim de junho e o início de julho</strong>. </p><div class="texto-destacado">Um dos sinais desse processo é o fortalecimento da atividade convectiva sobre o Pacífico central e leste, consistente com o estabelecimento do acoplamento entre o oceano e a atmosfera associado ao El Niño.</div><p>As previsões indicam a possibilidade de um<strong> novo pulso da Oscilação Madden-Julian (MJO)</strong> sobre o<strong> Pacífico oeste </strong>no<strong> final de junho</strong>, o que poderia reforçar os ventos de oeste na região equatorial, <strong>desintensificando os ventos alísios</strong> e favorecendo o <strong>fortalecimento</strong> do <strong>aquecimento</strong> na região do <strong>Niño 3.4</strong>. </p><p>A MJO é o principal modo de variabilidade intrassazonal nos trópicos, e caracteriza-se por uma região de convecção intensa que se desloca de oeste para leste ao redor do globo em períodos de 30 a 60 dias.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/efeito-el-nino-previsao-mostra-semanas-consecutivas-de-chuva-no-sul-1781301945754.png" data-image="xbqo8d2mtl1r" alt="Previsão de anomalias da velocidade potencial em 200 hPa na faixa equatorial sugere uma intensificação da resposta atmosférica sobre o Pacífico equatorial. Adaptada de NCICS/Carl Schreck." title="Previsão de anomalias da velocidade potencial em 200 hPa na faixa equatorial sugere uma intensificação da resposta atmosférica sobre o Pacífico equatorial. Adaptada de NCICS/Carl Schreck."><figcaption>Previsão de anomalias da velocidade potencial em 200 hPa na faixa equatorial sugere uma intensificação da resposta atmosférica sobre o Pacífico equatorial. Adaptada de NCICS/Carl Schreck.</figcaption></figure><p>Embora seja difícil atribuir a sequência de semanas chuvosas no Sul exclusivamente ao<strong> El Niño</strong>, os<strong> sinais</strong> atuais <strong>sugerem</strong> que sua <strong>influência</strong> pode se tornar mais evidente ao longo de <strong>julho</strong>, atuando em conjunto com outros mecanismos de variabilidade climática.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/efeito-el-nino-previsao-mostra-semanas-consecutivas-de-chuva-no-sul.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria causa contraste de 30°C no Brasil; veja onde as temperaturas mudam]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-causa-contraste-de-30-c-no-brasil-veja-onde-as-temperaturas-mudam.html</link><pubDate>Fri, 12 Jun 2026 21:03:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma intensa massa de ar polar provocará uma onda de frio com geadas e temperaturas abaixo da média no centro-sul do país, enquanto áreas do Norte e Nordeste enfrentam calor acima do normal. Isso gera um contraste térmico gigantesco entre as regiões brasileiras.</p><ul><li>Mais informações: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-avanca-sobre-o-centro-sul-veja-onde-o-frio-aumenta-e-onde-ha-risco-de-geada.html" target="_blank">Ar polar avança sobre o Centro-Sul: veja onde o frio aumenta e onde há risco de geada</a></li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaf0j7u"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaf0j7u.jpg" id="xaf0j7u"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Ao longo deste final de semana, uma <strong>massa de ar polar</strong> avançará pela <strong>região Sul</strong> do país, fazendo as temperaturas caírem de maneira profunda na região. Ao longo da semana que vem, a massa de ar frio será capaz de levar o frio também para <strong>parte das regiões Sudeste e Centro-Oeste</strong> do Brasil.</p><div class="texto-destacado">Essa massa de ar polar avança pelo Brasil após a formação de um ciclone na altura da região Sul, e deve trazer frio intenso ao longo da semana que vem para todo o centro-sul do Brasil, originando uma onda de frio no Sul do país.</div><p>Previsões indicam que o <strong>frio permanecerá intenso por pelo menos uma semana</strong>, como é possível observar na imagem abaixo. O sistema ocasionará a formação de uma onda de frio, já que as temperaturas permanecerão <strong>5°C abaixo da média por um período longo de vários dias</strong>, especialmente no Rio Grande do Sul.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-causa-contraste-de-30-c-no-brasil-veja-onde-as-temperaturas-mudam-1781294854750.jpg" data-image="76635j6hxyi0" alt="Previsão de anomalias de temperatura entre os dias 15 e 22 de Junho (modelo ECMWF)." title="Previsão de anomalias de temperatura entre os dias 15 e 22 de Junho (modelo ECMWF)."><figcaption>Previsão de anomalias de temperatura entre os dias 15 e 22 de Junho (modelo ECMWF) mostra uma anomalia negativa intensa no Sul e uma anomalia positiva intensa ao Norte.</figcaption></figure><p>No entanto, como é possível constatar na imagem acima, uma parte do país permanecerá fora do alcance da massa de ar frio. Em estados do Nordeste, Centro-Oeste e Norte do país, predomina uma <strong>anomalia positiva</strong> de temperaturas. Em outras palavras, um calor mais intenso do que o normal para essa época.</p><h2>Contraste de até 30°C será registrado no Brasil </h2><p>Com isso, o resultado é um<strong> grande contraste de temperaturas entre diferentes regiões do país</strong>: Enquanto os estados da Região Sul (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná), Mato Grosso do Sul e São Paulo registram um frio mais intenso do que o normal, o restante do país registrará um calor intenso.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-causa-contraste-de-30-c-no-brasil-veja-onde-as-temperaturas-mudam-1781294893082.jpg" data-image="7q8jyosl1i7o" alt="Previsão de temperaturas mínimas ao longo da madrugada de terça-feira." title="Previsão de temperaturas mínimas ao longo da madrugada de terça-feira."><figcaption>Previsão de temperaturas mínimas ao longo da madrugada de terça-feira mostra que grande parte dos municípios do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina registrarão 0°C ou menos.</figcaption></figure><p>Como podemos notar na imagem acima, diversos municípios do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina registrarão <strong>temperaturas mínimas de 0°C</strong>, sendo que as mínimas podem, em algumas localidades, <strong>chegar a até -5°C</strong>. </p><p>Neste mesmo dia, durante a tarde, alguns municípios ao norte, entre o Mato Grosso, norte de Goiás, Tocantins, oeste da Bahia e Piauí podem registrar <strong>temperaturas máximas de até 40°C</strong>, como é possível notar na imagem abaixo. Isso indica um possível contraste de até <strong>45°C</strong> entre as mínimas e máximas brasileiras <strong>em um único dia</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-causa-contraste-de-30-c-no-brasil-veja-onde-as-temperaturas-mudam-1781294970396.jpg" data-image="usdwrqqy5gia" alt="Previsão de temperaturas máximas ao longo da tarde de terça-feira." title="Previsão de temperaturas máximas ao longo da tarde de terça-feira."><figcaption>Previsão de temperaturas máximas ao longo da tarde de terça-feira mostra que diversos municípios do centro-norte do país registrarão máximas altíssimas, de até 40°C, semana que vem.</figcaption></figure><p>Mas mesmo analisando um único horário, o contraste entre as temperaturas brasileiras será <strong>imenso</strong>. Na <strong>tarde de terça-feira</strong>, alguns modelos meteorológicos indicam que municípios do Sul e do Sudeste registrarão<strong> temperaturas baixíssimas de até 10°C</strong>, ao mesmo tempo que municípios do Norte estarão registrando<strong> até 40°C</strong>.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Isso sinaliza, no mesmo horário, um <strong>contraste gigantesco de temperaturas</strong> dentro do território brasileiro, que pode chegar a uma <strong>diferença de até 30°C</strong> entre o Sul e o Norte do país. Esse contraste pode ser observado na imagem abaixo. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-causa-contraste-de-30-c-no-brasil-veja-onde-as-temperaturas-mudam-1781295014969.jpg" data-image="zpogdrez3u1z" alt="Previsão de temperaturas na tarde da próxima terça-feira na região Sul e no centro-norte do país." title="Previsão de temperaturas na tarde da próxima terça-feira na região Sul e no centro-norte do país."><figcaption>Previsão de temperaturas na tarde da próxima terça-feira na região Sul e no centro-norte mostra valores desde 10°C até 40°C, o que sinaliza um contraste térmico de até 30°C no país.</figcaption></figure><p>Tamanha variação nas temperaturas pode ocasionar <strong>transtornos e imprevistos </strong>em diversas regiões do país. Por isso, não deixe de acompanhar as previsões de <strong>temperatura máxima e mínima específicas para o seu município</strong>, disponíveis no portal. Assim você evita ser pego de surpresa pelo calor e pelo frio.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-causa-contraste-de-30-c-no-brasil-veja-onde-as-temperaturas-mudam.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item></channel></rss>