<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0"><channel><title>Tempo.com - Meteored</title><link>https://www.tempo.com</link><description>Notícias do tempo - Confira as principais notícias sobre a meteorologia e previsão do tempo. Todas as informações são realizadas pelos nossos especialistas em meteorologia.</description><language>pt</language><lastBuildDate>Wed, 17 Jun 2026 16:00:24 +0000</lastBuildDate><pubDate>Wed, 17 Jun 2026 16:00:24 +0000</pubDate><atom:link href="https://www.tempo.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[ Copyright 2026 Meteored ]]></copyright><image><url>https://www.tempo.com/imagenes/logo_rss.png</url><title>Tempo.com - Meteored</title><link>https://www.tempo.com</link><width>144</width><height>144</height></image><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>6</sy:updateFrequency><item><title><![CDATA[Sul e Sudeste podem registrar a menor temperatura de 2026 ainda nesta semana; veja onde]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/sul-e-sudeste-podem-registrar-a-menor-temperatura-de-2026-ainda-nesta-semana-veja-onde.html</link><pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:29:01 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Massa de ar frio atua sobre a Regiões Sul e Sudeste do Brasil nesta semana. Termômetros podem registrar temperaturas mínimas mais baixas desde o início de 2026</p><ul><li>Veja também: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-congelante-avanca-pelo-sul-e-sudeste-veja-ate-quando-as-temperaturas-continuam-caindo.html" target="_blank">Frio congelante avança pelo Sul e Sudeste; veja até quando as temperaturas continuam caindo</a><ul></ul></li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xagdt1m"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xagdt1m.jpg" id="xagdt1m"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Na manhã desta quarta (17), <strong>Porto Alegre/RS, registrou a menor temperatura de 2026</strong>, de acordo com os dados das estações automáticas do <strong><a href="https://mapas.inmet.gov.br/" target="_blank"><em>Instituto Nacional de Meteorologia </em>(INMET)</a></strong>. No Jardim Botânico,<strong> o termômetro marcou 5,5°C</strong>. Na Serra Catarinense e Gaúcha, mais um dia com temperaturas negativas, São Joaquim/SC registrou mínima inferior a <strong>-4°C.</strong></p><p>Nos próximos dias <strong>teremos a continuação da massa de ar frio sobre os estados do Sul e Sudeste do Brasil</strong>. As temperaturas vão permanecer baixas até o final da semana, que é quando o <strong>ar polar perde força e os termômetros registram um leve aumento</strong>, tanto no amanhecer quanto no período da tarde.</p><p><strong>Algumas capitais podem registrar as menores temperaturas de 2026 nesta semana,</strong> confira como fica a previsão para os próximos dias.</p><h2>Sul sob alerta para geadas nesta semana</h2><p>A quarta-feira (17) amanheceu gelada em diversos pontos do país. Contudo, a massa de ar frio ainda atua e, desta forma, temos a <strong>possibilidade de novos recordes de temperaturas mínimas</strong> na madrugada e amanhecer desta quinta-feira (18).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/sul-e-sudeste-podem-registrar-a-menor-temperatura-de-2026-ainda-nesta-semana-veja-onde-1781704267269.jpg" data-image="k5b8ldo3hrao" alt="Anomalia em 850 hPa." title="Anomalia em 850 hPa."><figcaption>Massa de ar polar perde intensidade sobre o oeste da Região Sul. Contudo, ar frio continua atuando sobre o centro-leste da Região.</figcaption></figure><p>O frio <strong>persiste</strong> sobre o Rio Grande do Sul, mas agora <strong>concentrado</strong> <strong>no centro-leste</strong> do estado. Nesta quinta (18), previsão de temperaturas entre <strong>0°C</strong> (Serra Gaúcha) e<strong> 7°C</strong>. Em Porto Alegre/RS, <strong>a mínima pode chegar a 5°C</strong>. Há <strong>alerta para geada </strong>nas áreas de maior altitude.</p><p><strong>O risco de geada também é válido para Santa Catarina</strong> e o extremo <strong>sul do Paraná.</strong> Em grande parte do estado catarinense, temperaturas entre <strong>3°C e 6°C</strong> e na superfície valores ainda menores, o que também ocorre no sul do Paraná. Na região da Serra Catarinense, <strong>a quinta-feira (18) tem previsão de mínimas abaixo de 0°C pelo terceiro dia consecutivo.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/sul-e-sudeste-podem-registrar-a-menor-temperatura-de-2026-ainda-nesta-semana-veja-onde-1781704336603.jpg" data-image="gg8phy5az9dm" alt="Temperatura mínima." title="Temperatura mínima."><figcaption>Mínima prevista para a manhã desta quinta-feira (18). Há possibilidade do amanhecer ser o mais frio de 2026.</figcaption></figure><p>Na porção oeste da Região Sul do Brasil, <strong>temperaturas mais elevadas durante o amanhecer</strong>, mínimas entre <strong>8°C e 12°C.</strong> Com a chegada da sexta-feira (19), o ar frio perde força sobre o Rio Grande do Sul e as mínimas voltam a subir.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões do tempo diretamente no seu celular através do nosso novo canal do WhatsApp. <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank"><strong>Clique aqui para nos seguir e ative as notificações! </strong></a></div><p>O frio vai permanecer em áreas da região central catarinense e centro-sul do Paraná, mas também <strong>não será intenso</strong>. Com as temperaturas variando entre <strong>6°C e 8°C.</strong></p><h2>Frio recorde de 2026 deve atingir SP e MG nesta sexta</h2><p>A capital paulista tem previsão de mínima de 10°C, podendo ser ainda menor nesta quinta (18). <strong>O frio mais intenso estará concentrado nas áreas próximas à Serra da Mantiqueira,</strong> no Vale do Paraíba, termômetros entre <strong>8°C e 10°C</strong> e menores que<strong> 6°C</strong> em Campos do Jordão/SP. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/sul-e-sudeste-podem-registrar-a-menor-temperatura-de-2026-ainda-nesta-semana-veja-onde-1781704473021.jpg" data-image="1gsvhqilduja" alt="Ar frio ganha força nesta sexta (19)." title="Ar frio ganha força nesta sexta (19)."><figcaption>Pulso de ar frio chega ao leste do Sudeste e deixa temperatura baixas nesta quinta (18) e sexta-feira (19).</figcaption></figure><p>O que também está previsto para o Sul de Minas, que tem <strong>possibilidade de geadas fracas nesta quinta (18).</strong> Até mesmo a região central de Minas terá temperaturas baixas, em <strong>Belo Horizonte/MG, previsão de 12°C, e potencial para ser o dia mais frio do ano.</strong></p><div class="texto-destacado">No estado fluminense, a Região Serrana será a mais fria do estado, com os termômetros próximos a 8°C em Nova Friburgo/RJ.</div><p>Na sexta-feira (19), <strong>pulsos de ar frio chegam ao Sudeste</strong>, o que aumenta as chances de quebra de <strong>recordes</strong> deste ano. <strong>Em São Paulo/SP, a previsão é de amanhecer com temperatura na casa dos 9°C</strong> e em alguns pontos alcançar 7°C. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/sul-e-sudeste-podem-registrar-a-menor-temperatura-de-2026-ainda-nesta-semana-veja-onde-1781704398367.jpg" data-image="vvkeyorpsvkm" alt="Temperatura mínima." title="Temperatura mínima."><figcaption>Mínima prevista para esta sexta-feira (19). O modelo ECMWF prevê temperaturas próxima de 3°C na Serra da Mantiqueira.</figcaption></figure><p>Em Minas Gerais, <strong>a região sul do estado será a mais fria, com termômetros entre 3°C e 8°C</strong>. A capital mineira tem previsão de 12°C. Frio também no Triângulo e Alto Paranaíba.<strong> No Rio de Janeiro</strong>, a mínima varia, nas <strong>áreas serranas, termômetros abaixo dos 10°C</strong>, enquanto que nas <strong>cidades mais baixas,</strong> temperaturas entre <strong>13°C e 17°C.</strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00"></a></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/sul-e-sudeste-podem-registrar-a-menor-temperatura-de-2026-ainda-nesta-semana-veja-onde.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA["Lagarto de Noronha": espécie exclusiva do arquipélago revela adaptações únicas ao isolamento insular]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/lagarto-de-noronha-especie-exclusiva-do-arquipelago-revela-adaptacoes-unicas-ao-isolamento-insular.html</link><pubDate>Wed, 17 Jun 2026 12:45:34 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Encontrado apenas em Fernando de Noronha, o Trachylepis atlantica desenvolveu hábitos alimentares, comportamentos e estratégias reprodutivas singulares, resultado de milhares de anos de evolução em ambiente isolado.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/lagarto-de-noronha-especie-exclusiva-do-arquipelago-revela-adaptacoes-unicas-ao-isolamento-insular-1781550384110.jpg" data-image="p9nssauyrsun" alt="O arquipélago de Fernando de Noronha, localizado a cerca de 350 km da costa brasileira, abriga uma espécie de réptil exclusiva: o lagarto de Noronha (Trachylepis atlantica)" title="O arquipélago de Fernando de Noronha, localizado a cerca de 350 km da costa brasileira, abriga uma espécie de réptil exclusiva: o lagarto de Noronha (Trachylepis atlantica)"><figcaption>O arquipélago de Fernando de Noronha, localizado a cerca de 350 km da costa brasileira, abriga uma espécie de réptil exclusiva: o lagarto de Noronha (Trachylepis atlantica). Crédito: Reprodução CNN Brasil</figcaption></figure><p>O arquipélago de<strong> Fernando de Noronha</strong>, situado a <strong>cerca de 350 quilômetros da costa brasileira</strong>, abriga uma espécie de réptil que não existe em nenhum outro lugar do planeta. Conhecido popularmente como lagarto de Noronha, o <em>Trachylepis atlantica</em> é um exemplo notável de como o isolamento geográfico pode influenciar a evolução de uma espécie.</p><p>Presente em diferentes áreas das ilhas, o animal tornou-se um dos vertebrados mais característicos do arquipélago. Ao longo dos anos, pesquisas científicas vêm revelando aspectos <strong>curiosos de sua biologia e comportamento</strong>, evidenciando adaptações desenvolvidas para sobreviver em um ambiente com recursos limitados e poucas possibilidades de dispersão.</p><p>Os estudos apontam que o lagarto passou por <strong>mudanças significativas em relação a espécies aparentadas encontradas no continente</strong>. Essas transformações envolvem desde a alimentação até as estratégias de reprodução, características frequentemente associadas ao fenômeno conhecido como evolução insular.</p><h2>Adaptações moldadas pela vida na ilha</h2><p>Uma das características mais marcantes do <em>Trachylepis atlantica</em> está relacionada aos seus hábitos diários. <strong>Diferentemente de muitos répteis, a espécie apresenta atividade ao longo de praticamente todo o dia</strong>, desde o amanhecer até o anoitecer, com maior intensidade entre o meio-dia e o início da tarde.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="743367" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/30-000-fosseis-descobertos-num-antigo-ecossistema-de-repteis-marinhos-numa-ilha-do-artico.html" title="30.000 fósseis descobertos em um antigo ecossistema de répteis marinhos numa ilha do Ártico">30.000 fósseis descobertos em um antigo ecossistema de répteis marinhos numa ilha do Ártico</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/30-000-fosseis-descobertos-num-antigo-ecossistema-de-repteis-marinhos-numa-ilha-do-artico.html" title="30.000 fósseis descobertos em um antigo ecossistema de répteis marinhos numa ilha do Ártico"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/30-000-fossils-discovered-from-ancient-marine-reptile-ecosystem-on-arctic-island-1765192825295_320.jpg" alt="30.000 fósseis descobertos em um antigo ecossistema de répteis marinhos numa ilha do Ártico"></a></article></aside><p>O lagarto é encontrado principalmente em áreas rochosas, onde busca abrigo e alimento. Sua presença é comum em diferentes pontos do arquipélago, tornando-o um dos animais mais facilmente observados por moradores e visitantes.</p><p>A alimentação também chama a atenção dos pesquisadores. Embora répteis semelhantes sejam predominantemente insetívoros, <strong>o lagarto de Noronha desenvolveu uma dieta considerada incomum</strong>, composta por uma combinação de recursos vegetais e animais.</p><h2>Dieta diversificada garante sobrevivência</h2><p>De acordo com levantamentos científicos,<strong> cerca de 77% do volume alimentar consumido pela espécie é formado por material vegetal</strong>. Frutos, folhas e outros recursos disponíveis na vegetação local representam a maior parte da dieta.</p><div class="texto-destacado">O restante da alimentação é complementado por <strong>pequenos invertebrados, especialmente formigas e larvas de insetos</strong>. Essa combinação faz do lagarto um animal essencialmente onívoro, característica relativamente rara entre espécies próximas.</div><p>Especialistas acreditam que essa adaptação seja resultado direto das limitações impostas pelo ambiente insular. Com menor disponibilidade de presas em comparação ao continente, o réptil passou a explorar diferentes fontes de alimento para garantir sua sobrevivência ao longo das gerações.</p><h2>Reprodução e desafios para conservação</h2><p>As adaptações do lagarto de Noronha também se refletem em sua reprodução. A espécie apresenta o que os cientistas classificam como<strong> “síndrome da ilha”</strong>, conjunto de características frequentemente observado em animais que evoluíram em ambientes isolados.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="764867" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/a-linguagem-secreta-dos-gigantes-baleias-cachalote-revelam-sistema-de-comunicacao-complexo.html" title="A linguagem secreta dos gigantes: baleias-cachalote revelam sistema de comunicação complexo">A linguagem secreta dos gigantes: baleias-cachalote revelam sistema de comunicação complexo</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/a-linguagem-secreta-dos-gigantes-baleias-cachalote-revelam-sistema-de-comunicacao-complexo.html" title="A linguagem secreta dos gigantes: baleias-cachalote revelam sistema de comunicação complexo"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/a-linguagem-secreta-dos-gigantes-baleias-cachalote-revelam-sistema-de-comunicacao-complexo-1776699424044_320.jpg" alt="A linguagem secreta dos gigantes: baleias-cachalote revelam sistema de comunicação complexo"></a></article></aside><p>A reprodução ocorre de forma sazonal, concentrando-se principalmente durante a estação seca. Nesse período, as fêmeas produzem menos filhotes do que espécies aparentadas do continente. Em contrapartida, os descendentes tendem a ser proporcionalmente maiores em relação ao tamanho corporal da mãe.</p><p>Apesar de ser considerado abundante em Fernando de Noronha, o <em>Trachylepis atlantica</em> enfrenta <strong>ameaças crescentes. </strong>Avaliações regionais recentes apontam que a espécie já apresenta sinais de vulnerabilidade, especialmente devido à presença de predadores invasores e às mudanças ambientais. Segundo especialistas, a baixa frequência reprodutiva pode dificultar a recuperação populacional diante desses desafios, reforçando a importância do monitoramento e das ações de conservação para garantir a sobrevivência de uma das espécies mais emblemáticas do arquipélago brasileiro.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em>CNN Brasil.<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/ciencia/lagarto-de-noronha-veja-especie-que-so-existe-em-arquipelago-brasileiro/?shem=dsdf,sharefoc,agadiscoversdl,,sh/x/discover/m1/4" target="_blank"> "Lagarto de Noronha": veja espécie que só existe em arquipélago brasileiro</a><strong>. </strong>2026</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/lagarto-de-noronha-especie-exclusiva-do-arquipelago-revela-adaptacoes-unicas-ao-isolamento-insular.html</guid><dc:creator><![CDATA[João Cunha]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Cientistas identificam fonte de um misterioso objeto emissor de ondas de rádio na Via Láctea]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/cientistas-identificam-fonte-de-um-misterioso-objeto-emissor-de-ondas-de-radio-na-via-lactea.html</link><pubDate>Wed, 17 Jun 2026 10:17:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Durante décadas, certos sinais de rádio periódicos intrigaram os astrônomos. Hoje sabemos que alguns deles têm origem em anãs brancas que roubam matéria de estrelas companheiras, gerando emissões estranhas e extremas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/un-objeto-extremo-de-la-via-lactea-lleva-anos-emitiendo-potentes-senales-de-radio-y-acaban-de-descubrir-su-origen-1781364827373.jpeg" data-image="x31c2xlchylc"><figcaption>Os sistemas binários geralmente estão conectados não apenas gravitacionalmente, mas também magneticamente.</figcaption></figure><p>Recentemente, uma equipe de pesquisadores descobriu um <strong>objeto </strong>que batizaram de <strong>ASKAP J1745-5051</strong>, um sistema que chamou a atenção dos cientistas por <strong>emitir rajadas de ondas de rádio e raios-X intermitentemente</strong>, ligando e desligando com uma pontualidade surpreendente.</p><p>Em vários artigos anteriores, falamos sobre objetos compactos<strong> </strong>no universo, como anãs brancas ou estrelas de nêutrons, e como eles podem causar um dos <strong>fenômenos </strong>mais extraordinários: os<strong> pulsares ou magnetars</strong>.</p><div class="texto-destacado">Esses "faróis" cósmicos são geralmente bem caracterizados em termos de seu tempo de pulsação, atingindo centenas de rotações por segundo, alcançando uma precisão que beira a perfeição, sendo considerados os relógios mais precisos do Universo.</div><p>Ao encontrarem sinais periódicos que não correspondiam a esse tipo de objeto, visto que os tempos de pulso eram muito maiores, decidiram denominá-los "<strong>transientes de rádio de longo período</strong>" ("LPTs"), já que também tendem a desaparecer por vários ciclos e depois reaparecer como se nada tivesse acontecido.</p><p>Após um estudo mais aprofundado do objeto em questão, descobriram que não se tratava de uma única estrela, mas sim de um "sistema binário":<strong> um par estelar composto por uma anã branca e uma estrela companheira muito menor e mais fria</strong>, conhecida como anã vermelha, algo que, ironicamente, os levou na direção correta.</p><h2>Uma dança estelar extrema</h2><p><strong>Anãs brancas normalmente explodem como supernovas do tipo Ia quando estão em um sistema binário com uma estrela "normal"</strong>, absorvendo seu material e preenchendo seu lóbulo de Roche com mais de 1,4 massas solares. O problema surge quando elas não explodem, mas simplesmente emitem radiação periodicamente.</p><p>No caso do sistema <strong>ASKAP J1745-5051</strong>, <strong>sua “dança cósmica” é muito acelerada</strong>, orbitando um ao redor do outro e completando uma revolução inteira em apenas uma hora e 22 minutos (1,36 horas), o que corresponde ao movimento orbital do sistema.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/un-objeto-extremo-de-la-via-lactea-lleva-anos-emitiendo-potentes-senales-de-radio-y-acaban-de-descubrir-su-origen-1781365044344.jpeg" data-image="c9ec4l0o05dm"><figcaption>Espectros da emissão de rádio de ASKAP J1745-5051. Cada pulso corresponde a uma explosão que se repete a cada 84 minutos. Imagem: Rose, <em>et al</em>. (2026).</figcaption></figure><p>Devido à extrema proximidade, a intensa gravidade da anã branca está constantemente atraindo matéria de sua pequena companheira. Esses tipos de pares, onde<strong> uma estrela "rouba" matéria da outra</strong> sob a influência de forças magnéticas muito fortes, são conhecidos em astronomia como <strong>"variáveis cataclísmicas magnéticas"</strong>.</p><p>Modelos indicam que o campo magnético da anã branca canaliza o plasma para regiões específicas, onde partículas relativísticas geram radiação de rádio coerente, conhecida como ciclotron. O resultado é um pulso regular, intenso e surpreendentemente estável, visível a vastas distâncias galácticas. Seu súbito desaparecimento, no entanto, permaneceu um mistério.</p><h3>O motor por trás dos pulsos de energia</h3><p>A radiação que detectamos aqui na Terra é produzida pela interação violenta entre as duas estrelas. O material (plasma) que a anã branca rouba da anã vermelha viaja e é canalizado através de poderosas linhas de campo magnético invisíveis, preenchendo gradualmente o<strong> lóbulo de Roche</strong>.</p><p>Entretanto, quando a <strong>anã vermelha</strong> atravessa o poderoso escudo magnético de sua companheira, ela age como um <strong>gigantesco gerador elétrico </strong>que acelera os elétrons desse material a velocidades próximas à da luz, <strong>liberando energia na forma de pulsos de rádio ou raios-X</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/un-objeto-extremo-de-la-via-lactea-lleva-anos-emitiendo-potentes-senales-de-radio-y-acaban-de-descubrir-su-origen-1781365218752.jpeg" data-image="m9f822xmx57n"><figcaption>Conjunto de antenas ASKAP no deserto australiano. Crédito: CSIRO.</figcaption></figure><p>Ao ultrapassar um certo limiar, a pressão de degenerescência eletrônica colapsa e desencadeia uma reação termonuclear descontrolada, resultando em uma <strong>supernova do tipo Ia, uma explosão tão brilhante que pode ofuscar uma galáxia inteira</strong>. No entanto, isso nem sempre acontece.</p><p>Às vezes, a intensidade da radiação é modulada porque, em vez de preencher o lóbulo de Roche, o plasma é desviado pelas linhas do campo magnético. Quando o sistema rompe temporariamente sua conexão magnética, ele parece se desligar por várias horas, explicando o fenômeno que observamos na Terra.</p><h3>A solução para um mistério astronômico</h3><p>Essa descoberta ajuda os cientistas a <strong>desvendar o enigma dos transientes de baixa potência (LPTs) </strong>e a compreender melhor como rajadas de energia são geradas a partir de interações magnéticas extremas. Reconhecer anãs brancas em acreção como fontes de transientes de rádio redefine o panorama da <strong>radioastronomia</strong>.</p><p>Até então, pouco se sabia sobre o que exatamente gerava essas rajadas, e a descoberta de <strong>ASKAP J1745-5051</strong> é fundamental porque demonstra, com evidências convincentes, que pelo menos alguns desses sinais enigmáticos provêm de sistemas binários onde <strong>uma anã branca se alimenta "magneticamente" de sua companheira</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771178" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/astronomos-criam-nova-arvore-genealogica-da-via-lactea-o-cataclismo-que-poderia-ter-apagado-seu-passado.html" title="Astrônomos criam nova árvore genealógica da Via Láctea: o cataclismo que poderia ter apagado seu passado">Astrônomos criam nova árvore genealógica da Via Láctea: o cataclismo que poderia ter apagado seu passado</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/astronomos-criam-nova-arvore-genealogica-da-via-lactea-o-cataclismo-que-poderia-ter-apagado-seu-passado.html" title="Astrônomos criam nova árvore genealógica da Via Láctea: o cataclismo que poderia ter apagado seu passado"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/astronomi-creano-un-nuovo-albero-genealogico-della-via-lattea-il-cataclisma-che-poteva-cancellarne-il-passato-1779355422181_320.jpeg" alt="Astrônomos criam nova árvore genealógica da Via Láctea: o cataclismo que poderia ter apagado seu passado"></a></article></aside><p>Sinais que pareciam ser simples pulsos revelam-se como sistemas onde gravidade, magnetismo e tempo atuam em conjunto nos eventos mais violentos do Universo. A combinação de <strong>radiotelescópios, monitoramento contínuo e observações de raios-X</strong> será essencial para identificar sistemas semelhantes.</p><p>Embora <strong>nem todos os eventos transitórios de longo período tenham a mesma origem</strong>, esta descoberta nos ajudará a reinterpretar detecções passadas e a orientar buscas futuras com critérios observacionais mais precisos, nos quais cada uma contribuirá com peças para o quebra-cabeça da evolução estelar de objetos compactos.</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em><a href="https://www.nature.com/articles/s41550-026-02882-x?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="nofollow">Periodic radio and X-ray emission from an accreting white dwarf binary</a>. 1 de junho, 2026. Rose, et al.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/cientistas-identificam-fonte-de-um-misterioso-objeto-emissor-de-ondas-de-radio-na-via-lactea.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Os novos guardiões dos estádios: cães robôs chegam à Copa do Mundo de 2026]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/os-novos-guardioes-dos-estadios-caes-robos-chegam-a-copa-do-mundo-de.html</link><pubDate>Wed, 17 Jun 2026 09:03:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Estádios da Copa do Mundo contam com cães robôs para auxiliar em tarefas de segurança e prevenção. A inovação está gerando entusiasmo, mas também levantando questões sobre vigilância, proteção de dados e confiança pública.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/los-nuevos-guardianes-de-los-estadios-los-perros-robot-llegan-al-mundial-de-futbol-1781626059428.jpg" data-image="6febzrq5x7sa"><figcaption>A autonomia dessas máquinas se limita a se movimentar em seu ambiente, manter o equilíbrio, evitar obstáculos ou seguir rotas predefinidas.</figcaption></figure><p>A imagem de um <strong>cão robô</strong> patrulhando a área ao redor de um estádio de futebol pode parecer algo saído de um filme de ficção científica. No entanto, é uma realidade durante a <strong>Copa do Mundo de 2026</strong>, onde essas máquinas estão se tornando parte das medidas de segurança em alguns locais do torneio.</p><p>Em <strong>Guadalupe</strong>, <strong>no estado mexicano de Nuevo León</strong>, as autoridades implantaram quatro unidades K9-X para reforçar a estratégia de vigilância nas proximidades do Estádio Monterrey, um dos estádios que sediarão jogos da Copa do Mundo. Equipados com câmeras, visão noturna e sistemas de alerta por voz, esses robôs são projetados para <strong>auxiliar no monitoramento, prevenção e resposta inicial a incidentes</strong>.</p><p>A novidade, porém, vai muito além do impacto visual. Sua presença reacende um debate cada vez mais relevante: <strong>trata-se de uma ferramenta destinada a melhorar a segurança ou de um novo passo rumo a uma vigilância cada vez mais invasiva?</strong></p><h2>Muito mais do que um "robô policial"</h2><p>Embora a ideia de um robô patrulhando um estádio possa causar preocupação, especialistas esclarecem que esses dispositivos estão longe de atuar como agentes autônomos capazes de tomar decisões por conta própria.</p><div class="texto-destacado">Na prática, a autonomia dessas máquinas se limita a se movimentar pelo ambiente, manter o equilíbrio, evitar obstáculos ou seguir rotas predefinidas. Decisões críticas continuam dependendo de operadores humanos, que monitoram constantemente seu funcionamento.</div><p>Seu verdadeiro valor está em servir como plataformas móveis equipadas com sensores e sistemas de comunicação. Isso lhes permite <strong>inspecionar áreas bloqueadas, aproximar-se de objetos suspeitos</strong> e transmitir imagens em tempo real antes da intervenção de equipes de segurança, bombeiros ou serviços médicos.</p><p>Além disso, sua capacidade de percorrer grandes espaços rapidamente possibilita detectar congestionamentos, alertar sobre possíveis gargalos e auxiliar no gerenciamento do fluxo de pessoas durante grandes eventos.</p><h2>Segurança sim, vigilância indiscriminada não</h2><p>Um dos pontos centrais do debate gira em torno do tipo de informação que esses sistemas coletam. A diferença entre monitorar condições de segurança e vigiar indivíduos é fundamental para<strong> definir os limites aceitáveis dessa tecnologia</strong>.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/q3Ww91btxZM/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=q3Ww91btxZM" id="q3Ww91btxZM"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>Nos Estados Unidos, por exemplo, circularam rumores afirmando que os robôs <em>Spot</em>, desenvolvidos pela <em>Boston Dynamics</em> para algumas operações relacionadas à Copa do Mundo, realizariam reconhecimento facial. A própria empresa negou essas alegações, explicando que seus robôs são projetados para inspeções perimetrais e detecção de objetos ou materiais potencialmente perigosos, sem capacidade de identificação facial.</p><p>Especialistas defendem que a robótica que<strong> respeita a privacidade </strong>deve se concentrar na detecção de situações de risco, como entradas congestionadas, saídas obstruídas ou pacotes abandonados, sem a necessidade de identificar individualmente cada pessoa presente.</p><h2>Experiências passadas e desafios para o futuro</h2><p>Existem precedentes que demonstram como esse tipo de tecnologia pode ser utilizado respeitando os critérios de proteção de dados. Em <strong>Singapura</strong>, durante um teste realizado em <strong>2020</strong>, um cão robô auxiliou no controle do distanciamento social em um parque público, estimando o número de visitantes sem coletar informações pessoais.</p><p>Os <strong>Jogos Olímpicos de Paris de 2024</strong> também ofereceram um exemplo interessante. Lá, sistemas de inteligência artificial foram autorizados a detectar multidões, incêndios e objetos abandonados, enquanto o reconhecimento facial permaneceu expressamente proibido.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/los-nuevos-guardianes-de-los-estadios-los-perros-robot-llegan-al-mundial-de-futbol-1781626147607.jpg" data-image="moy32s5l1ekx"><figcaption>As autoridades adicionaram quatro unidades K9-X para reforçar a estratégia de vigilância nas proximidades do Estádio de Monterrey.</figcaption></figure><p>Para que essas ferramentas mantenham a confiança pública, especialistas consideram essencial o <strong>estabelecimento de regras claras</strong>. Os organizadores devem explicar as funções dos robôs, quem gerencia os dados coletados, por quanto tempo eles são armazenados e quais mecanismos existem para corrigir possíveis erros ou abusos.</p><p>Eles também alertam que tecnologias como reconhecimento facial ou leitura automática de placas de veículos não devem ser implementadas posteriormente sem um debate público transparente e controles adequados.</p><h2>Um equilíbrio que marcará o futuro</h2><p>O desafio para a Copa do Mundo de 2026 não é simplesmente <strong>demonstrar que cães-robôs podem contribuir para a melhoria da segurança em grandes eventos</strong>. O verdadeiro teste será se é possível integrar tecnologias autônomas respeitando a privacidade, a dignidade e os direitos humanos.</p><p>O sucesso dessas iniciativas dependerá menos da sofisticação dos robôs em si do que de como eles são utilizados. Se puderem se tornar ferramentas a serviço do público, com supervisão humana e limites bem definidos, poderão inaugurar uma nova era na gestão de grandes aglomerações sem comprometer a confiança pública.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/os-novos-guardioes-dos-estadios-caes-robos-chegam-a-copa-do-mundo-de.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Onde fica a 'Suíça brasileira', a cidade mais alta do país escondida no interior de SP]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/onde-fica-a-suica-brasileira-a-cidade-mais-alta-do-pais-escondida-no-interior-de-sp.html</link><pubDate>Tue, 16 Jun 2026 22:13:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Conhecida como a "Suíça Brasileira" devido ao seu clima frio e arquitetura europeia, a cidade que fica a cerca de 1.628 metros acima do nível do mar tem grande destaque no turismo nacional. Descubra qual é.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/onde-fica-a-suica-brasileira-a-cidade-mais-alta-do-pais-escondida-no-interior-de-sp-1781637304534.jpg" data-image="ih2y0v1hnznx"><figcaption>Esta cidade se destaca pelo clima serrano e pela arquitetura de suas construções no estilo suíço, além do grande número de pontos turísticos. Crédito: Blog Viagens e Caminhos.</figcaption></figure><p>Algumas cidades brasileiras costumam ser chamadas de “Suíça Brasileira” devido ao seu clima e conjunto arquitetônico, como é o caso de Monte Verde em Minas Gerais e de Nova Friburgo no Rio de Janeiro. </p><p>Porém, esta cidade localizada na Serra da Mantiqueira, interior de São Paulo, a 1.628 metros de altitude, é <strong>a principal e mais famosa "Suíça Brasileira"</strong>, destacando-se pelo <strong>clima frio</strong>,<strong> arquitetura europeia</strong> (estilo enxaimel), e alta gastronomia, sendo um forte destino de inverno no país.</p><h2>Que cidade é esta?</h2><p>Trata-se de <strong>Campos do Jordão</strong>, famosa por seus<strong> festivais de inverno</strong>, fondues, cervejarias artesanais e chocolates.</p><div class="texto-destacado">Campos do Jordão é a cidade mais alta do Brasil. Sua área urbana está a uma altitude média de 1.628 metros acima do nível do mar.</div><p>Esta encantadora “Suíça Brasileira” <strong>é um dos destinos turísticos de inverno mais procurados do interior de São Paulo</strong>, com paisagens deslumbrantes, clima frio e arquitetura de estilo suíço.</p><h2>Os principais atrativos da cidade</h2><p>Campos do Jordão oferece diversos atrativos para toda a família. No centro turístico da cidade, a chamada<strong> Vila Capivari</strong>, é onde se concentra a maioria dos <strong>restaurantes e bares, além de cafés e lojinhas de chocolates e artesanatos</strong>. À noite, a região fica muito animada, com músicas ao vivo.</p><p>Ali pertinho do centro está o Parque do Capivari, aos pés do<strong> Morro do Elefante</strong>, que oferece atrações como a subida de <strong>teleférico </strong>até o Morro, um trenó de montanha e uma<strong> roda-gigante </strong>com vista panorâmica. Além disso, o parque conta com um lago com pedalinhos e lojinhas que ficam no entorno. </p><p>Ainda em Capivari, tem-se o <strong>Iceland</strong>, uma experiência divertida em um bar totalmente feito de gelo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/onde-fica-a-suica-brasileira-a-cidade-mais-alta-do-pais-escondida-no-interior-de-sp-1781637186104.jpg" data-image="7gnn7aklcgeq"><figcaption>O Horto Florestal, em Campos do Jordão (SP). Crédito: Instagram Sindepat.</figcaption></figure><p>Para quem curte natureza, no <strong>ecoturismo </strong>as atrações incluem o <strong>Parque Amantikir</strong>, que reúne mais de 700 espécies de plantas dispostas em diferentes jardins inspirados em diversos países. Por exemplo: há um jardim só com espécies de suculentas e cactos, um jardim japonês, outro completamente colorido, além de um interessante <strong>labirinto</strong>, e muito mais!</p><p>Inclui-se também o <strong>Horto Florestal</strong> (ou Parque Estadual de Campos do Jordão), um local perfeito para quem ama caminhadas, trilhas na Mata Atlântica e arvorismo. E é onde fica o famoso <strong>Restaurante Dona Chica</strong>. </p><p>E ainda o <strong>Parque Tarundu</strong>, um espaço de lazer enorme que oferece mais de 30 atividades (algumas pagas à parte), com opções tanto para crianças, quanto para adultos, como por exemplo: tirolesa, passeios a cavalo, boia cross, balonismo, pista de patinação no gelo indoor, arco e flecha e paintball. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/onde-fica-a-suica-brasileira-a-cidade-mais-alta-do-pais-escondida-no-interior-de-sp-1781637197973.jpg" data-image="m2hpn03egehf"><figcaption>Galeria cheia de lojinhas bem no centro da Vila Capivari, em Campos do Jordão (SP). Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>Não deixe de conhecer também o <strong>Museu Felícia Leirner</strong>, um museu a céu aberto em meio à natureza que reúne boa parte do acervo da escultora polonesa de mesmo nome. As obras expostas são feitas de bronze, cimento branco e granito.</p><p>O<strong> Pico do Itapeva </strong>é outro ponto turístico, oferecendo uma vista espetacular da Serra da Mantiqueira a mais de 2.000 metros de altitude. E o <strong>Palácio Boa Vista</strong>, uma residência oficial de inverno do governador, que conta com um acervo valioso de arte e oferece visitas guiadas.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://revistaoeste.com/oestegeral/2026/06/12/a-cidade-mais-alta-do-brasil-fica-na-mantiqueira-a-1-628-metros-de-altitude-no-interior-de-sp-e-e-chamada-de-suica-brasileira/" target="_blank">A cidade mais alta do Brasil fica na Mantiqueira, a 1.628 metros de altitude, no interior de SP, e é chamada de “Suíça Brasileira”</a>. 12 de junho, 2026. Redação Revista Oeste.</em></p><p><em><a href="https://www.civitatis.com/blog/pt-br/o-que-fazer-campos-do-jordao/?srsltid=AfmBOoqYOXyT4IsVqvWq50Rso8b1EwpKKB02G18o-QbcS7_ZzXYWYVhM" target="_blank">O que fazer em Campos do Jordão: 12 planos na Suíça brasileira</a>. 1 de abril, 2026. João Paulo Carvalho.</em></p><p><em><a href="https://saopaulosecreto.com/campos-do-jordao-o-que-fazer-suica-brasileira-sao-paulo/" target="_blank">Apenas 2h de SP: “Suíça brasileira” esconde obras raras de Tarsila do Amaral, festival de inverno e maior museu de cera da América Latina</a>. 15 de junho, 2026. Mariana Prates.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/onde-fica-a-suica-brasileira-a-cidade-mais-alta-do-pais-escondida-no-interior-de-sp.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria trará mais frio, chuva e tempestades já no fim desta semana em 4 regiões; confira]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-trara-mais-frio-chuva-e-tempestades-ja-no-fim-desta-semana-em-4-regioes-confira.html</link><pubDate>Tue, 16 Jun 2026 20:46:01 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma nova frente fria, acompanhada de uma forte massa de ar polar deve provocar chuva forte, queda acentuada das temperaturas e risco de geadas no Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, marcando o início do inverno com condições típicas da estação.</p><ul><li>Mais informações: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-e-ar-polar-dividem-o-sudeste-com-chuva-sol-e-frio-veja-a-previsao.html" target="_blank">Frente fria e ar polar dividem o Sudeste com chuva, sol e frio</a></li></ul><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-trara-mais-frio-chuva-e-tempestades-ja-no-fim-desta-semana-em-4-regioes-confira-1781632608445.jpg" data-image="rapyxs95yo0n" alt="Previsão de nebulosidade e chuva na sexta-feira durante a tarde." title="Previsão de nebulosidade e chuva na sexta-feira durante a tarde."><figcaption>Previsão de nebulosidade e chuva na sexta-feira durante a tarde mostra a frente fria chegando ao Rio Grande do Sul, com tempestades fortes que podem ocasionar transtornos.</figcaption></figure><p>Nos últimos dias, o Brasil foi afetado por uma frente fria e uma massa de ar polar que trouxeram muita <strong>chuva</strong>, <strong>nebulosidade</strong> e <strong>frio severo</strong> para o país. Essa massa de ar frio, inclusive, continuará agindo sobre o Sul e o Sudeste ao longo dos próximos dias,<strong> mantendo o clima frio</strong> sobre a região e ocasionando <strong>geadas </strong>pontuais. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Já há data para a formação de um novo ciclone e sua frente fria associada, que trarão ainda mais chuvas intensas e frio para o país já a partir desta sexta-feira (19).<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Ao longo da <strong>sexta-feira (19)</strong>, uma <strong>nova frente fria avançará pelo Brasil</strong>, trazendo chuvas que se espalham pelo país ao longo do dia. As pancadas atingem desde o Rio Grande do Sul, passando por Santa Catarina e Paraná, até o Mato Grosso do Sul e São Paulo no final do dia.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-trara-mais-frio-chuva-e-tempestades-ja-no-fim-desta-semana-em-4-regioes-confira-1781632650418.jpg" data-image="wqlj8ouechfo" alt="Previsão de nebulosidade e chuva no sábado (esquerda) e domingo (direita) durante a tarde." title="Previsão de nebulosidade e chuva no sábado (esquerda) e domingo (direita) durante a tarde."><figcaption>Previsão de nebulosidade e chuva no sábado (esquerda) e domingo (direita) durante a tarde ilustram o deslocamento das chuvas ocasionadas pela frente fria ao longo do final de semana.</figcaption></figure><p>O sistema ainda será capaz de ocasionar <strong>chuvas fortes</strong> no extremo leste do Paraná e em São Paulo ao longo do sábado (20), <strong>capazes de causar transtornos</strong> na região de Curitiba e da capital paulista. No domingo (21), o sistema ainda será capaz de causar <strong>pancadas pontuais e isoladas</strong> de chuva entre o Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, já se dissipando.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Os <strong>acumulados mais altos </strong>serão registrados sobre a região Sul, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro, onde os volumes de chuva podem chegar a até <strong>50 mm totais</strong> e as rajadas de vento a<strong> 60 km/h</strong>. Há risco de cortes no fornecimento de energia elétrica, pequenos estragos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-trara-mais-frio-chuva-e-tempestades-ja-no-fim-desta-semana-em-4-regioes-confira-1781632692637.jpg" data-image="ulbiszf67yon" alt="Previsão de acumulados de chuva totais até o final do domingo." title="Previsão de acumulados de chuva totais até o final do domingo."><figcaption>Previsão de acumulados de chuva totais até o final do domingo mostram que alguns municípios do Sul, Sudeste e Centro-Oeste podem registrar volumes de chuva de até 50 mm totais.</figcaption></figure><p>Além da chuva, o sistema ainda trará <strong>mais frio para o país</strong>, ajudando a manter as temperaturas abaixo da média no centro-sul brasileiro.</p><h2>Chuvas vêm acompanhadas de massa de ar polar</h2><p>Conforme a massa de ar polar atual distancia, deslocando-se em direção ao oceano Atlântico, uma <strong>nova massa de ar frio começa a avançar pelo país</strong> já na sexta-feira (19), logo após a passagem das chuvas causadas pela frente fria. Essa situação pode ser observada na imagem abaixo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-trara-mais-frio-chuva-e-tempestades-ja-no-fim-desta-semana-em-4-regioes-confira-1781632727327.jpg" data-image="8a6lnhp7fz2k" alt="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa." title="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa."><figcaption>Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa mostram o avanço de uma massa de ar frio sobre a região Sul, ocasionando uma nova queda expressiva das temperaturas.</figcaption></figure><p>Entre o sábado (20) e o domingo (21), essa massa de ar frio fará as <strong>temperaturas caírem de maneira perceptível</strong> sobre o Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Isso traz risco de novas ocorrências de GEADA generalizada no RS, SC e PR ao longo do final de semana, além de frio intenso no MS e no oeste de SP.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Graças à essa situação, no domingo durante a madrugada e a manhã, as temperaturas atingirão <strong>patamares abaixo dos 10°C</strong>, chegando a <strong>até 0°C</strong> em diversos municípios da região Sul, com possibilidade de novas ocorrências de <strong>geada generalizada</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-trara-mais-frio-chuva-e-tempestades-ja-no-fim-desta-semana-em-4-regioes-confira-1781632830660.jpg" data-image="715s8kj98myh" alt="Previsão de temperaturas mínimas no centro-sul do Brasil durante a madrugada do domingo." title="Previsão de temperaturas mínimas no centro-sul do Brasil durante a madrugada do domingo."><figcaption>Previsão de temperaturas mínimas no centro-sul do Brasil durante a madrugada do domingo mostra que grande parte da região registrará temperaturas abaixo dos 10°C, chegando a até 0°C.</figcaption></figure><p>No <strong>domingo (21)</strong>, inicia-se oficialmente o <strong>inverno de 2026</strong>, que começará já com um <strong>clima típico da estação</strong> devido ao avanço dessa massa de ar polar. No entanto, agora que o fenômeno <strong>El Niño</strong> já está <strong>oficialmente estabelecido</strong> no Oceano Pacífico, vale notar que ele pode contribuir para que o Inverno se mostre uma estação mais quente sobre o Brasil do que o Outono.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-trara-mais-frio-chuva-e-tempestades-ja-no-fim-desta-semana-em-4-regioes-confira.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Segunda quinzena de junho: frio se espalha pelo país e chuvas continuam acima da média]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/segunda-quinzena-de-junho-frio-se-espalha-pelo-pais-e-chuvas-continuam-acima-da-media.html</link><pubDate>Tue, 16 Jun 2026 19:57:29 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A atuação de novas frentes frias deve manter as chuvas acima da média em parte do Brasil e reforçar o frio no Centro-Sul até o fim de junho. Este padrão se refere a uma combinação de fenômenos atmosféricos de diferentes escalas.</p><ul><li>Mais informações:<a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-avanca-e-traz-virada-no-tempo-em-9-estados-de-4-regioes-confira.html"> Frente fria avança e traz virada no tempo em 9 estados de 4 regiões; confira</a> </li></ul><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/segunda-quinzena-de-junho-frio-se-espalha-pelo-pais-e-chuvas-continuam-acima-da-media-1781621531546.png" data-image="rfabhx4fn1rw" alt="A previsão indica que o padrão de chuva e temperatura da primeira quinzena de junho deve se manter até o fim do mês." title="A previsão indica que o padrão de chuva e temperatura da primeira quinzena de junho deve se manter até o fim do mês."><figcaption>A previsão indica que o padrão de chuva e temperatura da primeira quinzena de junho deve se manter até o fim do mês.</figcaption></figure><p>A <strong>primeira metade de junho </strong>foi<strong> chuvas acim</strong><strong>a da média </strong>no <strong>Brasil Central</strong>, especialmente entre o norte do Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Goiás, o que é considerado <strong>atípico</strong>, já que nesta região predominam condições secas nesta época. Já as <strong>temperaturas</strong> <strong>máximas</strong> ficaram <strong>abaixo da média</strong>, com os maiores desvios entre as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, até 2°C abaixo da média.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/segunda-quinzena-de-junho-frio-se-espalha-pelo-pais-e-chuvas-continuam-acima-da-media-1781621551913.png" data-image="8g32ocnn9aoz" alt="Anomalia de precipitação (mm, à esquerda) e de temperatura máxima (°C, à direita) entre 1 e 15 de junho de 2026. Créditos: CPTEC/INPE." title="Anomalia de precipitação (mm, à esquerda) e de temperatura máxima (°C, à direita) entre 1 e 15 de junho de 2026. Créditos: CPTEC/INPE."><figcaption>Anomalia de precipitação (mm, à esquerda) e de temperatura máxima (°C, à direita) entre 1 e 15 de junho de 2026. Créditos: CPTEC/INPE.</figcaption></figure><p>O ECMWF, modelo de confiança da Meteored, indica que<strong> este padrão deve continuar </strong>ao longo da <strong>segunda quinzena do mês</strong>, com frentes frias organizando chuvas acima da média no Brasil Central e entradas de massa de ar frio derrubando as temperaturas no Centro-Sul. Confira os detalhes.</p><h2>Chuva e frio no Centro-Sul</h2><p>A <strong>previsão</strong> de anomalia semanal de chuva do modelo ECMWF mostra que tanto a semana entre <strong>15 e 22 de junho</strong> quanto a última semana do mês, entre<strong> 22 e 29,</strong> serão de <strong>chuvas acima da média</strong> na porção que abrange o<strong> Brasil Central</strong>.</p><p>Entre<strong> 15 e 22 de junho</strong>, as chuvas serão l<strong>igeiramente acima da média</strong>, com até 10 mm de desvio entre as regiões Sudeste, Centro-Oeste, Norte e interior do Nordeste. Na <strong>faixa leste do Sudeste, em São Paulo e no oeste da Amazônia</strong>, os <strong>desvios</strong> podem ser <strong>maiores</strong>, entre 10 mm e 30 mm.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/segunda-quinzena-de-junho-frio-se-espalha-pelo-pais-e-chuvas-continuam-acima-da-media-1781621594245.png" data-image="ag14n274jsl8" alt="Previsão de anomalia de temperatura na segunda quinzena de junho, segundo o ECMWF. Créditos: Elaborado por Meteored/Fonte: ECMWF." title="Previsão de anomalia de temperatura na segunda quinzena de junho, segundo o ECMWF. Créditos: Elaborado por Meteored/Fonte: ECMWF."><figcaption>Previsão de anomalia de chuva na segunda quinzena de junho, segundo o ECMWF. Créditos: Elaborado por Meteored/Fonte: ECMWF.</figcaption></figure><p>Na<strong> última semana</strong> do mês a tendência é que as <strong>chuvas</strong> sejam <strong>mais intensas</strong>, especialmente entre o<strong> Mato Grosso do Sul, norte do Paraná e São Paulo</strong>, com desvios entre 30 mm e<strong> 60 mm.</strong></p><p>As <strong>temperaturas</strong>, por sua vez, tendem a ficar até <strong>3°C abaixo da média </strong>na região Sul, oeste de São Paulo e Mato Grosso do Sul na semana entre <strong>15 e 22 de junho</strong>, enquanto na metade norte do país, temperaturas acima da média devem predominar. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/segunda-quinzena-de-junho-frio-se-espalha-pelo-pais-e-chuvas-continuam-acima-da-media-1781621635983.png" data-image="fg7zigp0hms8" alt="Previsão de anomalia de temperatura na segunda quinzena de junho, segundo o ECMWF. Créditos: Elaborado por Meteored/Fonte: ECMWF." title="Previsão de anomalia de temperatura na segunda quinzena de junho, segundo o ECMWF. Créditos: Elaborado por Meteored/Fonte: ECMWF."><figcaption>Previsão de anomalia de temperatura na segunda quinzena de junho, segundo o ECMWF. Créditos: Elaborado por Meteored/Fonte: ECMWF.</figcaption></figure><p>A <strong>última semana de junho</strong> deve ser marcada pela entrada de uma <strong>massa de ar polar muito intensa</strong>, capaz de alcançar o sul da região Norte, em mais um episódio de <strong>friagem</strong>. </p><p>As <strong>temperaturas</strong> devem ser entre <strong>3°C e 6°C abaixo da média </strong>no oeste das regiões Sul e Centro-Oeste, e até 3°C abaixo da média na metade sul do Sudeste e em Goiás, enquanto a faixa norte do país continua com temperaturas acima da média.</p><h2>Padrões de grande escala</h2><p>O cenário de <strong>chuvas acima da média </strong>na segunda quinzena de junho é <strong>consistente</strong> com a <strong>atuação</strong> simultânea de <strong>fenômenos</strong> atmosféricos em <strong>diferentes escalas</strong>. Entre eles, destacam-se a <strong>Oscilação Antártica (AAO)</strong>, que influencia a trajetória de ciclones e frentes frias no sul da América do Sul; a <strong>Oscilação Madden-Julian (MJO)</strong>, principal modo de variabilidade intrassazonal nos trópicos; e o atual aquecimento do Pacífico equatorial associado ao El Niño.</p><p>A <strong>AAO</strong> deve atingir um pico em fase positiva ao longo desta metade do mês e, posteriormente, apresentar tendência em direção à neutralidade ou à fase negativa. Essa <strong>mudança de sinal</strong> (derivada negativa) costuma<strong> favorecer o avanço</strong> de <strong>sistemas frontais</strong> sobre o centro-sul do continente, mesmo antes de a oscilação atingir valores negativos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/segunda-quinzena-de-junho-frio-se-espalha-pelo-pais-e-chuvas-continuam-acima-da-media-1781621706247.png" data-image="gx7asd8orwif" alt="Observação e previsão de fase da AAO. Créditos: CPC/NOAA." title="Observação e previsão de fase da AAO. Créditos: CPC/NOAA."><figcaption>Observação e previsão de fase da AAO. Créditos: CPC/NOAA.</figcaption></figure><p>Já a <strong>MJO</strong> tem previsão de estar ativa sobre o <strong>Pacífico oeste</strong> no <strong>final de junho.</strong> Esse padrão pode <strong>reforçar a atividade convectiva</strong> sobre os trópicos e contribuir para o <strong>enfraquecimento dos ventos alísios</strong>, favorecendo a manutenção do <strong>aquecimento</strong> no <strong>Pacífico equatorial</strong> e o <strong>acoplamento</strong> do aquecimento relacionado ao El Niño com a resposta <strong>atmosférica</strong>. </p><p>Além disso, a depender de sua intensidade e fase, a MJO pode <strong>favorecer a convecção </strong>em<strong> </strong><strong>áreas de instabilidade</strong> entre partes das regiões Norte, Centro-Oeste e Sudeste do Brasil.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/segunda-quinzena-de-junho-frio-se-espalha-pelo-pais-e-chuvas-continuam-acima-da-media-1781621725923.png" data-image="6wja7jxqsmdf" alt="Previsão de novo pulso da MJO (seta preta, à esquerda), reforço da convecção na região do Niño 3.4 (destacado em vermelho, no centro) e efeito da MJO na fase 8 entre maio-setembro. Créditos: Adaptado de NCICS (esquerda e centro) e adaptado do CPC/NOAA (direita)." title="Previsão de novo pulso da MJO (seta preta, à esquerda), reforço da convecção na região do Niño 3.4 (destacado em vermelho, no centro) e efeito da MJO na fase 8 entre maio-setembro. Créditos: Adaptado de NCICS (esquerda e centro) e adaptado do CPC/NOAA (direita)."><figcaption>Previsão de novo pulso da MJO (seta preta, à esquerda), reforço da convecção na região do Niño 3.4 (destacado em vermelho, no centro) e efeito da MJO na fase 8 entre maio-setembro. Créditos: Adaptado de NCICS (esquerda e centro) e adaptado do CPC/NOAA (direita).</figcaption></figure><p>Em conjunto, esses sinais indicam um ambiente atmosférico favorável à manutenção do padrão observado na primeira metade de junho: maior frequência de chuva sobre áreas do Brasil Central e sucessivas incursões de ar frio sobre o Centro-Sul do país.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/segunda-quinzena-de-junho-frio-se-espalha-pelo-pais-e-chuvas-continuam-acima-da-media.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frio rigoroso em SP, MG, RJ e no ES com temperaturas abaixo dos 10°C e risco de geadas]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-rigoroso-em-sp-mg-rj-e-no-es-com-temperaturas-abaixo-dos-10-c-e-risco-de-geadas.html</link><pubDate>Tue, 16 Jun 2026 18:42:48 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Massa de ar frio faz as temperaturas despencarem em boa parte da Região Sudeste nos próximos dias, deixando as mínimas abaixo dos 10°C e com risco de geada em áreas de SP, MG e RJ.</p><ul><li>Mais previsão: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-congelante-avanca-pelo-sul-e-sudeste-veja-ate-quando-as-temperaturas-continuam-caindo.html">Frio congelante avança pelo Sul e Sudeste; veja até quando as temperaturas continuam caindo</a></li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xag61gy"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xag61gy.jpg" id="xag61gy"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Uma<strong> massa de ar frio de origem polar</strong> está derrubando as temperaturas na <strong>Região Sudeste </strong>do Brasil, especialmente entre as madrugadas e manhãs, com <strong>mínimas ficando abaixo dos 10°C</strong> em áreas dos quatro estados da região.</p><p>Além disso, há <strong>risco de formação de geada</strong> em localidades entre o <strong>sul de Minas Gerais</strong> e áreas de divisa com <strong>São Paulo </strong>e o <strong>Rio de Janeiro</strong>, além da Região Serrana do Rio.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p>A sensação de frio vai predominar em grande parte do dia, especialmente no <strong>leste de São Paulo, no sul/sudeste de Minas Gerais</strong> e em áreas do centro do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, onde as temperaturas não sobem muito durante a tarde, com <strong>máximas ficando abaixo dos 17°C</strong>.</p><p>Acompanhe a seguir mais detalhes da previsão do tempo.</p><h2>Frio intenso atinge boa parte do Sudeste nos próximos dias</h2><p>A <strong>massa de ar de origem polar ganha força</strong> sobre a Região <strong>Sudeste </strong>do Brasil a partir de amanhã, quarta-feira (17), e deve atuar pelo menos até a sexta-feira (19). No fim de semana, as temperaturas mínimas começam a subir gradualmente, mas ainda teremos sensação de frio em algumas áreas paulistas e mineiras.</p><div class="texto-destacado">Frio abaixo de 10°C nos próximos dias no sul e leste de São Paulo, sul de Minas Gerais, na Região Serrana do Rio e na central-sul do Espírito Santo, com risco de geadas no sul mineiro e áreas de divisa próximas.</div><p>A <strong>quarta-feira (16)</strong> terá temperaturas <strong>mínimas </strong>abaixo dos 15°C em grande parte dos estados do Sudeste. Os menores valores previstos ficarão entre <strong>7°C e 8°C</strong> em áreas do<strong> leste e do sul de São Paulo</strong>, e<strong> abaixo dos 6°C no extremo sul de Minas Gerais</strong>. Há risco de<strong> formação de geada nesta região mineira</strong>.</p><p>As temperaturas <strong>máximas não sobem muito</strong> em parte dos estados, ficando <strong>entre 15°C e 17°C no leste paulista e sul mineiro</strong> e de <strong>12°C a 16°C na Região Serrana do Rio</strong>.</p><p>Nas <strong>capitais</strong>, as mínimas e máximas de quarta-feira (17) serão: São Paulo: 10°C/19°C; Rio de Janeiro: 19°C/21°C; Belo Horizonte: 13°C/23°C; Vitória: 20°C/24°C.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-rigoroso-em-sp-mg-rj-e-no-es-com-temperaturas-abaixo-dos-10-c-e-risco-de-geadas-1781625358568.jpg" data-image="gd8q5kciel7j"><figcaption>Previsão da temperatura máxima do ar (em °C) para a quarta-feira (17), segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Na <strong>quinta-feira (18)</strong> o <strong>ar frio avança</strong> sobre mais áreas do Sudeste<strong> e se intensifica</strong>.</p><p>As temperaturas <strong>mínimas </strong>ficam abaixo dos 13°C em grande parte dos quatro estados da região, mas caindo entre<strong> 6°C-8°C</strong> na<strong> Região Metropolitana de São Paulo</strong> e <strong>Vale do Paraíba</strong>, e no <strong>sul e Região Serrana do Rio </strong>de Janeiro.</p><p>O <strong>sul de Minas Gerais e áreas próximas de divisa</strong> com os estados paulista e fluminense terão mínimas abaixo dos 6°C, podendo chegar<strong> perto de 0°C</strong>, e novamente há<strong> risco de formação de geada</strong> nestas áreas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-rigoroso-em-sp-mg-rj-e-no-es-com-temperaturas-abaixo-dos-10-c-e-risco-de-geadas-1781625549337.jpg" data-image="2elzeo199xsu"><figcaption>Previsão da temperatura mínima do ar (em °C) para a quinta-feira (18), segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p><strong>Frio</strong> também está previsto para localidades do <strong>centro-sul do Espírito Santo</strong>, com <strong>mínimas entre 9°C e 11°C</strong> e <strong>máximas de 15°C a 17°C</strong>.</p><p>Na capital Rio de Janeiro, mínima de 17°C e máxima de 21°C. Em Belo Horizonte as temperaturas variarão de 12°C a 21°C e em Vitória de 18°C a 24°C.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>A capital paulista pode registrar a menor temperatura do ano até então nesta quinta-feira (18). Até o momento, a cidade registrou 9,4°C no Mirante de Santana, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), e na quinta (18) a previsão está indicando uma temperatura mínima entre 8°C e 9°C.<br><svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Na<strong> sexta-feira (19) </strong><strong>ainda fará frio pela manhã</strong>, com temperaturas mínimas caindo para os<strong> 6°C-9°C</strong> no leste de São Paulo, sul de Minas Gerais e Região Serrana do Rio. </p><p><strong>Já as máximas começam a subir gradualmente</strong>, e valores mais elevados, em torno dos<strong> 20°C ou mais</strong>, já podem ser registrados durante a tarde <strong>em boa parte dos quatro estados</strong>, com exceção de localidades do sul mineiro que ainda podem marcar entre 15°C-17°C.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-rigoroso-em-sp-mg-rj-e-no-es-com-temperaturas-abaixo-dos-10-c-e-risco-de-geadas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Chuva forte no RJ provoca caos no trânsito e alagamentos em vários bairros; veja imagens]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/chuva-forte-no-rj-provoca-caos-no-transito-e-alagamentos-em-varios-bairros-veja-imagens.html</link><pubDate>Tue, 16 Jun 2026 17:46:45 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Equipes operacionais da Defesa Civil Estadual e do Corpo de Bombeiros seguem mobilizadas com o suporte de drones e aeronaves para monitorar as encostas do Rio de Janeiro após os estragos causados pelas chuvas. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-forte-no-rj-provoca-caos-no-transito-e-alagamentos-em-varios-bairros-veja-imagens-1781623533894.jpg" data-image="cpmfbjty4ovn" alt="Um deslizamento de terra interditou a Estrada da Gávea, na Rocinha. Foto: Reprodução" title="Um deslizamento de terra interditou a Estrada da Gávea, na Rocinha. Foto: Reprodução"><figcaption>Um deslizamento de terra interditou a Estrada da Gávea, na Rocinha. Foto: Reprodução </figcaption></figure><p><strong>O município do Rio de Janeiro amanheceu sob alerta máximo nesta terça-feira (16)</strong>. Após o temporal que atingiu a capital fluminense, o Centro Estadual de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (<a href="https://www.gov.br/cemaden/pt-br" target="_blank">CEMADEN</a>) classificou como alto o risco de novos deslizamentos e transtornos hidrológicos na região.</p><p>A previsão meteorológica aponta a permanência de céu encoberto, <strong>com possibilidade de chuva fraca a moderada a qualquer momento</strong>. Diante desse cenário instável, as autoridades mantêm equipes operacionais de prontidão, utilizando drones e aeronaves para monitorar as áreas de encosta da capital fluminense.</p><h2>Impactos da tempestade e deslizamento na Rocinha</h2><p>O reflexo mais grave da precipitação ocorreu na Estrada da Gávea, principal via de acesso à Rocinha, na Zona Sul. <strong>Um bloco de terra e pedras deslizou na noite de segunda-feira (15)</strong>, bloqueando a pista na altura da Rua Portão Vermelho, em um ponto elevado da comunidade.</p><p><strong>O deslizamento atingiu veículos, comércios e uma igreja local, além de arrastar automóveis</strong> com a força da enxurrada. Apesar da gravidade do incidente e dos danos materiais, o Corpo de Bombeiros informou que não houve registro de feridos.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">Um forte temporal atingiu a Rocinha na tarde e noite desta segunda-feira, provocando um grande deslizamento de terra, enxurradas intensas e rastro de destruição na comunidade da Zona Sul do Rio de Janeiro.<br>A estação pluviométrica da favela registrou o maior índice de chuva de</p>— Josias Lima (@PrJopelim203) <a href="https://x.com/PrJopelim203/status/2066703160572284939?ref_src=twsrc%5Etfw">June 16, 2026</a></blockquote></figure><p>A obstrução prejudicou significativamente a mobilidade interna da comunidade nesta terça-feira. Moradores enfrentaram dificuldades de deslocamento, uma vez que <strong>a circulação de vans, motocicletas e ônibus ficou paralisada</strong> devido ao acúmulo de detritos espalhados pela via.</p><p>De acordo com o monitoramento estadual, <strong>a Rocinha acumulou 64,6 mm de chuva em apenas quatro horas</strong>. Esse volume foi influenciado diretamente por precipitações intensas observadas sobre o Maciço da Tijuca, elevando os índices pluviométricos e saturando rapidamente o solo.</p><h2>Alagamentos e paralisação nos transportes da capital</h2><p>Os transtornos da tempestade se espalharam por diversos bairros da Zona Sul e do Centro do Rio de Janeiro.<strong> Vias importantes de Botafogo, Lapa e Santa Teresa registraram pontos crônicos de alagamento</strong>, o que gerou bolsões de água e travou o fluxo de veículos.</p><p><strong>O tráfego sofreu retenções na Rua Professor Abelardo Lobo, na Lagoa, e na Rua Humaitá</strong>, junto ao acesso do Túnel Rebouças. Problema semelhante afetou a circulação na Rua Jardim Botânico, perto do Parque Lage, onde os condutores precisaram redobrar a atenção.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-forte-no-rj-provoca-caos-no-transito-e-alagamentos-em-varios-bairros-veja-imagens-1781624055426.jpg" data-image="gh5iz27ro6dr" alt="Bairros da Zona Sul e do Centro do Rio sofreram com alagamentos e paralisações nas linhas do VLT. Foto: Eduardo Pierre/g1" title="Bairros da Zona Sul e do Centro do Rio sofreram com alagamentos e paralisações nas linhas do VLT. Foto: Eduardo Pierre/g1"><figcaption>Bairros da Zona Sul e do Centro do Rio sofreram com alagamentos e paralisações nas linhas do VLT. Foto: Eduardo Pierre/g1</figcaption></figure><p>O sistema de transporte por trilhos sofreu impactos diretos com a força das águas. <strong>A concessionária do Veículo Leve sobre Trilhos precisou suspender a operação da linha 4</strong>, que faz o trajeto entre o Terminal Gentileza e a Praça XV.</p><p>Outros trajetos urbanos operaram com atrasos significativos durante o período crítico. <strong>A linha 2 do VLT registrou intervalos de até uma hora entre as composições</strong>, enquanto as linhas 1 e 3 mantiveram intervalos de dez e doze minutos.</p><h2>Índices pluviométricos registrados nas estações</h2><p>O Sistema Alerta Rio detalhou que a fase mais intensa da tempestade ocorreu no final da tarde de segunda-feira. Entre 16h30 e 16h45, a estação instalada em Laranjeiras computou o acumulado mais expressivo do momento,<strong> atingindo a marca de 8,4 mm</strong>.</p><p>No mesmo intervalo de quinze minutos, os técnicos identificaram chuva forte nas estações da<strong> Rocinha, com 7,6 mm, e de Santa Teresa, com 6,4 mm</strong>. Essas pancadas concentradas foram determinantes para acumular água nas superfícies pavimentadas da cidade.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="774020" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/temporal-com-granizo-em-goiania-alaga-ruas-e-arrasta-moto-de-entregador-veja-imagens.html" title="Temporal com granizo em Goiânia alaga ruas e arrasta moto de entregador; veja imagens ">Temporal com granizo em Goiânia alaga ruas e arrasta moto de entregador; veja imagens </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/temporal-com-granizo-em-goiania-alaga-ruas-e-arrasta-moto-de-entregador-veja-imagens.html" title="Temporal com granizo em Goiânia alaga ruas e arrasta moto de entregador; veja imagens "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/temporal-com-granizo-em-goiania-alaga-ruas-e-arrasta-moto-de-entregador-1781544059395_320.jpg" alt="Temporal com granizo em Goiânia alaga ruas e arrasta moto de entregador; veja imagens "></a></article></aside><p>Paralelamente, a rede de medição apontou índices de chuva moderada em outras áreas urbanas. A estação da Urca computou <strong>5,2 mm</strong> e o Jardim Botânico marcou <strong>4,2 mm</strong>, seguidos por Sepetiba com<strong> 3,6 mm</strong> e Santa Cruz com <strong>2,6 mm</strong>.</p><p>Por fim, os registros oficiais fecharam o monitoramento indicando volumes de <strong>2,4 mm na Grota Funda e 2,0 mm na Tijuca</strong>. O monitoramento contínuo segue ativo para orientar a população sobre rotas alternativas e procedimentos seguros caso novas instabilidades atinjam a região.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2026/06/15/chuva-causa-transtornos-em-varios-bairros-do-rio.ghtml" target="_blank">Chuva causa transtornos em vários bairros do Rio, e barranco desliza na Rocinha</a>. 15 de junho, 2026.</em></p><p><em><a href="https://diariodorio.com/chuva-forte-provoca-alagamentos-e-bolsoes-dagua-em-bairros-do-rio/" target="_blank">Chuva forte provoca alagamentos e bolsões d'água em bairros do Rio</a>. 15 de junho, 2026.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/chuva-forte-no-rj-provoca-caos-no-transito-e-alagamentos-em-varios-bairros-veja-imagens.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frio congelante avança pelo Sul e Sudeste; veja até quando as temperaturas continuam caindo]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-congelante-avanca-pelo-sul-e-sudeste-veja-ate-quando-as-temperaturas-continuam-caindo.html</link><pubDate>Tue, 16 Jun 2026 14:41:50 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Frio congelante será destaque nos próximos dias no Sul e Sudeste do Brasil. A massa de ar polar segue atuando sobre o país, fazendo as temperaturas caírem e aumentando os riscos de geadas.</p><ul><li>Veja também: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-traz-frio-intenso-e-ameaca-pastagens-no-centro-sul-veja-previsao.html" target="_blank">Ar polar traz frio intenso e ameaça pastagens no Centro-Sul; veja previsão</a> </li></ul><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-congelante-avanca-pelo-sul-e-sudeste-veja-ate-quando-as-temperaturas-continuam-caindo-1781619604416.jpg" data-image="bgkh3mje6eol" alt="Frio avança e mantém alertas de geadas até quinta-feira (18)." title="Frio avança e mantém alertas de geadas até quinta-feira (18)."><figcaption>Frio avança e mantém alertas de geadas até quinta-feira (18). Foto: Adobe Stock.</figcaption></figure><p><strong>O frio continuará atuando sobre o Brasil até, pelo menos, o final desta semana. </strong>A massa de ar polar avança pelo Sul e chega ao Sudeste diminuindo ainda mais as temperaturas mínimas e não deixa que as máximas subam durante a tarde.</p><p>A presença de uma frente fria estacionária ainda provoca chuvas nesta terça-feira (16), contudo, a tendência é de que o sistema se afaste. Assim, <strong>o ar frio se desloca do Sul do país e alcança estados do Sudeste.</strong> Confira a previsão para os próximos dias e veja até quando os termômetros permanecem baixos.</p><h2>Frio mantém alerta para geadas</h2><p><strong>Os alertas para geadas continuam sobre o Sul do Brasil </strong>para esta quarta (17) e quinta-feira (18). Mesmo com a diminuição da intensidade do ar frio sobre a Região, <strong>as temperaturas vão permanecer baixas</strong> e, em muitas áreas, <strong>abaixo dos 5°C. </strong>Em especial as áreas da Serra Gaúcha e Catarinense que possuem maior altitude.</p><p>Nesta quarta-feira (17), <strong>o ar frio se espalha e afeta os 3 estados. </strong>No Rio Grande do Sul, há <strong>alerta para geadas generalizadas</strong>, uma vez que o modelo europeu ECMWF <strong>indica temperaturas abaixo dos 5°C</strong>, limiar em que já se torna possível a ocorrência deste evento.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-congelante-avanca-pelo-sul-e-sudeste-veja-ate-quando-as-temperaturas-continuam-caindo-1781619674717.jpg" data-image="kzlhkwb0y4w6" alt="Mínima Prevista para esta quarta-feira (17)." title="Mínima Prevista para esta quarta-feira (17)."><figcaption>Mapa de temperatura mínima prevista para esta quarta-feira (18), segundo o modelo ECMWF.</figcaption></figure><p>Entre a Serra Gaúcha e Catarinense, a temperatura pode ser ainda menor e, novamente, alcançar valores negativos. Nesta manhã, <strong>Vacaria/RS registrou -2,5°C</strong> e -<strong>2,2°C em São Francisco de Paula/RS.</strong> E a previsão para esta quarta-feira (17) é de <strong>temperaturas na casa de -1°C</strong> em áreas próximas a São Joaquim/SC e Urubici/SC.</p><p>No restante de Santa Catarina, também há riscos de geadas, mas as possibilidades são menores. As temperaturas variam entre <strong>4°C e 6°C</strong>. Sobre o sul do Paraná, o dia começa com temperaturas entre <strong>4°C e 7°C.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-congelante-avanca-pelo-sul-e-sudeste-veja-ate-quando-as-temperaturas-continuam-caindo-1781620412275.jpg" data-image="g0t8jzce575x" alt="Anomalia." title="Anomalia."><figcaption>Anomalia de temperatura em 850 hPa para o meio dia desta quarta-feira (17) mostra a atuação da massa de ar polar sobre o centro-sul do Brasil.</figcaption></figure><p><strong>A massa de ar frio ganha força sobre o Sudeste nas próximas horas.</strong> O estado de São Paulo será o primeiro a ter registro de diminuição nas temperaturas. No sul paulista, temperaturas entre <strong>7°C e 9°C</strong>, já no leste do estado, incluindo a capital São Paulo/SP, mínima prevista em <strong>10°C.</strong> <strong>O sul de Minas terá mínima abaixo dos 8°C</strong>, nas áreas próximas à Serra da Mantiqueira.</p><h2>Quinta-feira com chances de recorde de frio</h2><p>O cenário começa a mudar na quinta-feira (18) com a aproximação de uma nova frente fria. Com isso, <strong>o ar polar avança com mais força para áreas do Sudeste.</strong> No sul ainda haverá pontos com temperaturas abaixo dos 10°C, que ficarão concentradas no centro-leste da região. <strong>As chances de geadas se mantêm na Serra Catarinense e Gaúcha.</strong></p><figure class="video-dailymotion"><div id="player-xag5wxi"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xag5wxi.jpg" id="xag5wxi"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>No Sudeste, <strong>a capital paulista tem chances de registrar uma das menores temperaturas do ano</strong>. Até o momento, as estações automáticas do <strong><em>Instituto Nacional de Meteorologia (INMET)</em></strong> registrou 9,4°C no Mirante de Santana e 7,2°C em Interlagos. Nesta quinta-feira (18), <strong>a previsão indica que os termômetros podem chegar a casa dos 9°C</strong> e até mesmo inferiores a isso. </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões do tempo diretamente no seu celular através do nosso novo canal do WhatsApp. <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank"><strong>Clique aqui para nos seguir e ative as notificações! </strong></a></div><p>Frio que também está previsto para o <strong>Vale do Paraíba e Região Serrana do Rio de Janeiro,</strong> com temperaturas entre <strong>6°C e 10°C</strong>. Há possibilidade de <strong>geada no sul de Minas Gerais.</strong> Nos municípios de maior altitude a mínima prevista fica abaixo dos <strong>5°C.</strong></p><p>Cidades do Sudeste <strong>podem quebrar recordes de temperatura</strong> nesta quinta (18). Já na sexta-feira (19), o amanhecer volta a registrar <strong>aumento nas temperaturas mínimas em relação à quarta (17) e quinta-feira (18).</strong></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-congelante-avanca-pelo-sul-e-sudeste-veja-ate-quando-as-temperaturas-continuam-caindo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ar polar traz frio intenso e ameaça pastagens no Centro-Sul; veja previsão]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-traz-frio-intenso-e-ameaca-pastagens-no-centro-sul-veja-previsao.html</link><pubDate>Tue, 16 Jun 2026 12:03:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Ar polar derruba temperaturas no Centro-Sul no início da semana, aumenta o risco de geada no Sul e exige atenção com pastagens, pecuária leiteira e manejo do gado nos próximos dias de frio persistente em áreas rurais</p><ul><li>Veja também: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-ganha-forca-no-centro-sul-e-inmet-coloca-333-municipios-sob-alerta-de-geada.html" target="_blank">Frio ganha força no Centro-Sul e INMET coloca 333 municípios sob alerta de geada.</a></li></ul><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-traz-frio-intenso-e-ameaca-pastagens-no-centro-sul-veja-previsao-1781554150468.jpg" data-image="6adj2p30e2os" alt="geada, frio, frio polar, sudeste, sul" title="geada, frio, frio polar, sudeste, sul"><figcaption>Ar polar avança pelo Centro-Sul e aumenta o risco de geada, com impacto direto sobre pastagens e manejo do rebanho nos próximos dias.</figcaption></figure><p>Uma massa de ar polar ganha força no Centro-Sul do Brasil neste início de semana e deve manter o frio intenso entre segunda e terça-feira. O maior risco de geada se concentra no Sul, mas <strong>a queda de temperatura também alcança Mato Grosso do Sul, São Paulo e sul de Minas.</strong></p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</strong></div><p>Para a agropecuária, o ponto de atenção são as pastagens. <strong>O frio forte reduz o crescimento do capim, queima folhas em áreas sujeitas à geada e aumenta a exigência energética do rebanho.</strong> Em propriedades de leite e corte, a combinação de noites geladas, vento e umidade pode exigir ajustes rápidos no manejo, antes que a oferta de forragem diminua nos piquetes. <strong>O efeito pode aparecer por alguns dias, mesmo após a elevação das temperaturas máximas.</strong></p><h2><strong>Geada no Sul concentra maior risco para o pasto </strong></h2><p>O frio mais intenso deve atuar sobre Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, especialmente em áreas de serra, planalto e baixadas. <strong>Na Serra Gaúcha, no Planalto Sul catarinense, no Meio-Oeste de Santa Catarina e no centro-sul do Paraná</strong>, as mínimas podem ficar próximas ou abaixo de 0°C, com formação de geada ao amanhecer, sobretudo em pontos abertos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-traz-frio-intenso-e-ameaca-pastagens-no-centro-sul-veja-previsao-1781554340475.jpg" data-image="3qsfo7o4h6da" alt="frio, anomalia, risco, geada" title="frio, anomalia, risco, geada"><figcaption>Temperaturas baixas se espalham pelo Sul na manhã de terça-feira (16), reforçando o risco de geada em áreas de pastagem e a atenção ao manejo do rebanho.</figcaption></figure><p>A geada não afeta todas as pastagens da mesma forma. <strong>Capins tropicais, como braquiárias e mombaça, costumam sentir mais a queda brusca de temperatura</strong>, enquanto pastagens de inverno toleram melhor o frio, mas também podem perder massa verde quando há geadas fortes ou repetidas. O efeito visual aparece nas folhas queimadas, mas <strong>o problema principal é a redução temporária da oferta de forragem e a demora para a rebrota.</strong></p><h2><strong>Frio avança para MS, SP e sul de Minas </strong></h2><p>Depois de atingir o Sul com mais força, <strong>o ar polar se espalha pelo Centro-Sul e muda a sensação térmica em áreas de Mato Grosso do Sul, São Paulo e sul de Minas Gerais</strong>. Nesses estados, o risco de geada ampla é menor que no Sul, mas o frio úmido e a menor insolação também reduzem o ritmo de crescimento das pastagens.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-traz-frio-intenso-e-ameaca-pastagens-no-centro-sul-veja-previsao-1781554551983.jpg" data-image="li2tjvmm28dc" alt="sudeste, sul, frio" title="sudeste, sul, frio"><figcaption>Temperaturas abaixo da média persistem entre Sul, Sudeste e Centro-Oeste na quarta-feira (17), prolongando o frio e mantendo a atenção sobre pastagens e manejo do gado.</figcaption></figure><p>Nas áreas de pecuária, o produtor deve observar principalmente a disponibilidade de pasto nos piquetes mais expostos, o conforto dos animais jovens e a necessidade de reforço alimentar. A atenção deve ser maior em:</p><ul> <li><strong>baixadas, onde o ar frio se acumula durante a madrugada;</strong></li> <li><strong>pastagens recém-rebaixadas ou com pouca cobertura;</strong></li> <li>propriedades leiteiras com bezerros e vacas em produção;</li> <li>áreas com vento, umidade e sensação térmica mais baixa.</li> </ul><h2>Manejo do rebanho exige atenção nos próximos dias </h2><p>O impacto do ar polar sobre a pecuária não se resume à temperatura mínima. <strong>Quando o animal enfrenta frio, vento e pasto de menor qualidade, ele gasta mais energia para manter a temperatura corporal</strong>. Isso pode reduzir ganho de peso, afetar bezerros e pressionar sistemas leiteiros, principalmente onde a alimentação depende fortemente do pasto disponível.</p><p>Nos próximos dias, a recomendação é acompanhar a evolução do frio e e<strong>vitar decisões baseadas apenas na temperatura da tarde, que pode mascarar madrugadas muito geladas</strong>. Abrigo contra vento, oferta de volumoso, suplementação e manejo cuidadoso dos piquetes ajudam a reduzir perdas.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-traz-frio-intenso-e-ameaca-pastagens-no-centro-sul-veja-previsao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Por que estão ocorrendo ondas de calor marinhas em todo o planeta?]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/por-que-estao-ocorrendo-ondas-de-calor-marinhas-em-todo-o-planeta.html</link><pubDate>Tue, 16 Jun 2026 10:16:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Corais branqueados, oceanos superaquecidos, aumento acelerado do nível do mar… As ondas de calor marinhas estão se multiplicando a uma taxa sem precedentes. Por que o oceano está acumulando tanto calor? Quais são as consequências para o planeta e para as nossas sociedades?</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/pourquoi-les-canicules-marines-explosent-elles-partout-sur-la-planete-rechauffement-climatique-1781443615709.jpeg" data-image="23a19fjg8y1j"><figcaption>A observação das ondas de calor marinhas permite interpretar um dos sinais mais claros da evolução do oceano e do sistema climático como um todo.</figcaption></figure><p>Quando falamos sobre <strong>aquecimento global</strong>, as imagens que geralmente nos vêm à mente são as de ondas de calor nos continentes, inundações, secas ou até incêndios. Mas você sabia que grande parte desse fenômeno ocorre nos <strong>oceanos</strong>?</p><h2>O oceano na linha de frente</h2><br>Cientistas estão observando um <strong>aumento drástico nas ondas de calor marinhas</strong>, períodos em que as temperaturas da água permanecem anormalmente altas por vários dias ou semanas. De acordo com o relatório Indicadores de Mudanças Climáticas Globais (IGCC) de 2026, o número anual de dias com ondas de calor marinhas mais que triplicou entre 1991 e 2025.<br><br>Um <strong>recorde de 65 dias de ondas de calor marinhas foi registrado em 2025</strong>. Entre 2016 e 2025, os pesquisadores registraram uma média de 58 dias por ano, contra 36 na década anterior, representando um aumento de 60%. Esses números ilustram o aquecimento acelerado de todo o sistema climático.<h2>Por que tanto calor se acumula nos oceanos?</h2><p>Na verdade, deveríamos estar falando sobre o desequilíbrio energético da Terra. Todos os dias, nosso planeta recebe energia do Sol. Normalmente, parte dessa energia é irradiada de volta para o espaço. Mas o<strong> acúmulo de gases de efeito estufa</strong> (GEEs) age como uma camada adicional, retendo ainda mais calor. Como resultado, a Terra agora recebe mais energia do que irradia.</p><p>Esse excedente não fica apenas na atmosfera. Uma <strong>grande parte é absorvida pelo oceano, que se tornou o principal reservatório de calor</strong> do planeta. Cientistas observaram que esse desequilíbrio energético dobrou desde os anos 2000 e aumentou em mais 40% em apenas sete anos.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="755213" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/como-os-satelites-e-os-oceanos-confirmam-a-origem-humana-do-aquecimento-global.html" title="Como os satélites e os oceanos confirmam a origem humana do aquecimento global?">Como os satélites e os oceanos confirmam a origem humana do aquecimento global?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/como-os-satelites-e-os-oceanos-confirmam-a-origem-humana-do-aquecimento-global.html" title="Como os satélites e os oceanos confirmam a origem humana do aquecimento global?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/comment-les-satellites-et-les-oceans-confirment-ils-l-origine-humaine-du-rechauffement-changement-climatique-1770297069400_320.jpeg" alt="Como os satélites e os oceanos confirmam a origem humana do aquecimento global?"></a></article></aside><p>Esse acúmulo de energia contribui diretamente para o aquecimento acelerado observado nos últimos anos. As <strong>temperaturas globais estão aumentando a uma taxa de aproximadamente 0,27°C por década</strong>, em comparação com 0,18°C por década nos últimos cinquenta anos. Nos últimos dez anos, o aquecimento médio causado pelas atividades humanas atingiu +1,26°C em comparação com a era pré-industrial.</p><p>Pesquisadores do IGCC estimam ainda que, em 2026, a temperatura estará em torno de +1,39°C, após 2024 ter se tornado o primeiro ano a ultrapassar temporariamente o limite simbólico de 1,5°C.</p><h2>Quando o oceano aquece, todo o planeta sofre as consequências</h2><p>O <strong>oceano é frequentemente apresentado como o grande regulador do clima</strong>. Ele cobre mais de 70% da superfície da Terra, alimenta bilhões de pessoas, sustenta o comércio global e absorve parte do dióxido de carbono emitido pelas atividades humanas. O problema é que essa função protetora tem seus limites.</p><div class="texto-destacado">Ondas de calor marinhas enfraquecem os recifes de coral, interrompem as cadeias alimentares, deslocam certas espécies e desestabilizam ecossistemas marinhos inteiros. Os cientistas também estão preocupados com uma possível diminuição da capacidade do oceano de absorver CO₂, o que agravaria ainda mais o aquecimento global.</div><p>As consequências também afetam diretamente as sociedades humanas. O <strong>nível médio do mar </strong>está agora quase 23 centímetros acima do nível de 1901, em comparação com 20,2 centímetros em 2018. Entre 2006 e 2025, a subida ocorreu a uma taxa sem precedentes de 3,7 milímetros por ano.</p><p>O Barômetro <em>Starfish </em>2026 destaca o aumento acentuado dos danos econômicos causados por tempestades e inundações costeiras em todo o mundo. Ao mesmo tempo, 37,7% dos estoques pesqueiros globais estão atualmente sobre-explorados e 1.677 espécies marinhas estão ameaçadas de extinção.</p><h2>Ainda há motivos para ter esperança?</h2><p>A entrada em vigor do<strong> Tratado do Alto Mar em janeiro de 2026</strong>, a proibição de certos subsídios prejudiciais à pesca e a expansão das áreas marinhas protegidas para mais de 10% dos oceanos do mundo testemunham uma mobilização crescente.</p><p>Os cientistas nos lembram que<strong> ainda há espaço para agir</strong>. O orçamento de carbono necessário para manter uma probabilidade de 50% de limitar o aquecimento a 1,7°C permanece em torno de 500 bilhões de toneladas de CO₂, o equivalente a cerca de doze anos de emissões na taxa atual.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p>Lévy, M. (2026, 8 juin). <em><a href="https://theconversation.com/le-climat-a-son-objectif-de-1-5-c-quen-est-il-de-locean-un-barometre-pour-changer-de-regard-280640" target="_blank">Le climat a son objectif de 1,5 °C, qu’en est-il de l’océan ? Un baromètre pour changer de regard.</a></em> The Conversation.</p><p>Lucchese, V. (2026, 11 juin). <em><a href="https://reporterre.net/Canicules-marines-temperatures-niveau-des-mers-les-indicateurs-climatiques-s-emballent" target="_blank">Canicules marines, températures, niveau des mers : les indicateurs climatiques s’emballent.</a></em> Reporterre.<em></em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/por-que-estao-ocorrendo-ondas-de-calor-marinhas-em-todo-o-planeta.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Satélites da NASA ajudam a monitorar o estresse nutricional nos oceanos: o caso de eventos El Niño]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/satelites-da-nasa-ajudam-a-monitorar-o-estresse-nutricional-nos-oceanos-o-caso-de-eventos-el-nino.html</link><pubDate>Tue, 16 Jun 2026 09:06:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Um estudo recente revelou que o estresse nutricional nos oceanos do mundo está fortemente correlacionado com as estações do ano e com os principais ciclos climáticos, como El Niño e La Niña, entre outros.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/estres-nutricional-oceanos-el-nino-1781410644644.png" data-image="48mz7z091qle"><figcaption>Um mapa-múndi plano mostra regiões oceânicas coloridas de vermelho para indicar níveis elevados de estresse no plâncton causados pela escassez de nutrientes. O aquecimento das águas reduz a ressurgência e causa estresse em microrganismos marinhos devido à disponibilidade limitada de nutrientes vitais. A cor vermelha indica as regiões que sofrem o maior estresse relacionado a nutrientes. Crédito: Kel Elkins/NASA Scientific Visualization Studio.</figcaption></figure><p>Um novo estudo que combina observações de satélite da NASA, pesquisa oceanográfica e testes genéticos de microorganismos marinhos encontrou evidências de que <strong>o aquecimento das águas oceânicas pode estar limitando a disponibilidade de nutrientes em grande parte do oceano global</strong>.</p><p>Os pesquisadores relatam que esse <strong>estresse nutricional</strong> afeta organismos marinhos microscópicos e pode influenciar os ecossistemas marinhos ao longo do tempo.</p><h2>Nutrientes marinhos em mares cada vez mais quentes</h2><p>A pesquisa, publicada em 5 de junho de 2026 na revista <em>Science Advances</em>, analisou a<strong> condição do</strong> <strong>fitoplâncton</strong>, que forma a base das cadeias alimentares oceânicas. Em vez de medir diretamente nutrientes como nitrogênio, ferro e fósforo, os pesquisadores inferiram o estresse rastreando <strong>mudanças sutis na proporção de carbono para clorofila no fitoplâncton</strong>, <strong>observadas do espaço</strong>. Quando os níveis de clorofila diminuem em relação ao carbono, como visto nos dados de satélite, é um sinal de que o plâncton está sob estresse.</p><p>"À medida que nossos oceanos continuam mudando, a capacidade de observar e monitorar as condições oceânicas por meio de observações contínuas e de alta qualidade por sensoriamento remoto torna-se mais importante do que nunca", disse Laura Lorenzoni, cientista do Programa de Biologia Oceânica e Biogeoquímica da NASA, na sede da agência em Washington. "Isso é crucial porque as<strong> comunidades de plâncton formam a base da cadeia alimentar marinha</strong> da qual dependem importantes atividades econômicas".</p><p>A equipe de pesquisadores combinou duas décadas de <strong>dados do sensor MODIS</strong> (<em>Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer</em>) <strong>do satélite Aqua da NASA</strong> com <strong>amostras de plâncton</strong> coletadas durante cruzeiros de pesquisa ao redor do mundo. Essa abordagem vinculou observações de satélite em larga escala com marcadores genéticos encontrados em <em>Prochlorococcus</em>, um micróbio marinho minúsculo, porém abundante, que exibe sinais de estresse nutricional em seu DNA. O resultado é um <strong>mapa global que revela onde o fitoplâncton prospera e onde enfrenta dificuldades</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/estres-nutricional-oceanos-el-nino-1781410661305.gif" data-image="io5jj424dudd"><figcaption>Clorofila oceânica observada pelo instrumento MODIS (<em>Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer</em>) da NASA entre 2014 e 2016. Crédito: Marit Jentoft-Nilsen/Centro de Voos Espaciais Goddard da NASA.</figcaption></figure><p>A evidência mais clara de<strong> estresse nutricional no plâncton</strong> surgiu nos<strong> giros subtropicais</strong>, vastas regiões relativamente calmas dos oceanos Atlântico, Pacífico e Índico. Nessas áreas, uma camada de água superficial quente retarda o movimento da água mais fria que sobe das profundezas do oceano.</p><p>"Quando a superfície do oceano aquece, cria-se uma situação muito estável na qual uma camada de água de baixa densidade fica sobre uma camada mais fria e densa", explicou Adam Martiny, autor principal do estudo e oceanógrafo da Universidade da Califórnia, em Irvine. "Você provavelmente já experimentou isso se alguma vez esteve em um lago durante o verão: a água está muito quente na superfície e muito fria em profundidade quando você coloca os pés nela", disse.</p><div class="texto-destacado">Essa estratificação bloqueia o fluxo ascendente de água rica em nutrientes, limitando a disponibilidade de nutrientes na superfície do oceano, que são essenciais para o plâncton.</div><p>No <strong>Pacífico Sul</strong>, uma das regiões mais pobres em nutrientes do mundo, uma camada de água superficial quente contribuiu para a escassez de nitrogênio e ferro, criando o <strong>estresse nutricional mais severo </strong>identificado pela equipe.</p><p>No entanto, os pesquisadores se surpreenderam ao descobrir que algumas áreas do <strong>Atlântico Norte </strong>apresentaram menos estresse nutricional do que o esperado. Embora tenham sido detectados sinais de deficiência de fósforo, o impacto sobre os microrganismos foi relativamente <strong>leve</strong>.</p><p>Essa diferença pode refletir a biologia dos próprios organismos. O fitoplâncton pode compensar parcialmente a escassez de fósforo reciclando-o de forma mais eficiente ou substituindo moléculas ricas em fósforo dentro de suas células. A escassez de nitrogênio é mais difícil de superar, pois o nitrogênio é crucial para as proteínas e para a maquinaria celular necessária para a fotossíntese e a absorção de nutrientes.</p><div class="texto-destacado">O estudo constatou que o estresse nutricional está fortemente correlacionado com as estações do ano e com os principais ciclos climáticos, como o El Niño e a Oscilação Decadal do Pacífico, que contribuem para o aquecimento das águas em todo o Oceano Pacífico.<br></div><p>Durante os eventos de<strong> La Niña</strong>, que resfriam as águas em grande parte do Pacífico, uma ressurgência mais intensa traz <strong>mais nutrientes para as águas superficiais e reduz o estresse</strong> em algumas regiões. No entanto, sobreposta a esses ciclos plurianuais, observou-se uma tendência de longo prazo.</p><p>Entre 2002 e 2021, as temperaturas médias da superfície do mar aumentaram em quase 90% da área oceânica analisada no estudo. Durante o mesmo período, o estresse por deficiência de nutrientes geralmente se intensificou, corroborando a hipótese de longa data de que os <strong>oceanos em aquecimento se tornam cada vez mais estratificados e menos capazes de repor os nutrientes </strong>da superfície.</p><p>Contudo, em muitas regiões pobres em nutrientes do Hemisfério Sul, os pesquisadores encontraram evidências de que o estresse por deficiência de nutrientes não aumentou tanto quanto o esperado, apesar do aquecimento significativo. Eles suspeitam que os micróbios capazes de capturar nitrogênio da atmosfera possam compensar parcialmente os efeitos da redução da mistura de nutrientes.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="773054" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/el-nino-vai-muito-alem-das-enchentes-entenda-os-possiveis-impactos-no-brasil.html" title="Reação em cadeia: entenda os possíveis impactos do Super El Niño no Brasil">Reação em cadeia: entenda os possíveis impactos do Super El Niño no Brasil</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/el-nino-vai-muito-alem-das-enchentes-entenda-os-possiveis-impactos-no-brasil.html" title="Reação em cadeia: entenda os possíveis impactos do Super El Niño no Brasil"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-nino-vai-muito-alem-das-enchentes-entenda-os-possiveis-impactos-no-brasil-1781016260202_320.png" alt="Reação em cadeia: entenda os possíveis impactos do Super El Niño no Brasil"></a></article></aside><p>Essa descoberta sugere que os <strong>ecossistemas marinhos podem possuir uma capacidade maior de adaptação ao aquecimento global </strong>do que alguns modelos preveem. Ela também destaca a complexidade de prever como a biologia oceânica responderá ao aquecimento contínuo.</p><p>"Temos duas ferramentas realmente poderosas", disse Michael Behrenfeld, coautor do estudo e bioquímico da Universidade Estadual do Oregon, em Corvallis. Essas ferramentas incluem observações por satélite e estudos celulares. "Ambas geram enormes conjuntos de dados, mas, de certa forma, são opostas. Temos dados extremamente detalhados sobre o fitoplâncton microscópico... e, ao mesmo tempo, temos cobertura global por satélite".</p><p>Ao combinar <strong>satélites que monitoram todo o oceano </strong>com pistas genéticas encontradas no plâncton microscópico, os pesquisadores afirmam estar desenvolvendo uma nova maneira de rastrear as respostas biológicas às mudanças nas condições ambientais quase em tempo real.</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em><a href="https://www.science.org/doi/10.1126/sciadv.aed8089" target="_blank">Genomic-to-space measurements reveal large-scale ocean nutrient stress</a>. 5 d ejunho, 2026. <em>Martiny, et al.</em></em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/satelites-da-nasa-ajudam-a-monitorar-o-estresse-nutricional-nos-oceanos-o-caso-de-eventos-el-nino.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Eleita uma das mais bonitas do mundo, vila no Pará esconde fenômeno raro de rios que não se misturam]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/eleita-uma-das-mais-bonitas-do-mundo-vila-no-para-esconde-fenomeno-raro-de-rios-que-nao-se-misturam.html</link><pubDate>Mon, 15 Jun 2026 23:04:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Vila balneária localizada no município de Santarém, no Pará, às margens do Rio Tapajós, é palco de belos cenários naturais, como o fenômeno de rios que correm lado a lado sem se misturar.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/eleita-uma-das-mais-bonitas-do-mundo-vila-no-para-esconde-fenomeno-raro-de-rios-que-nao-se-misturam-1781552646183.jpg" data-image="7858kl5zx93j"><figcaption>O ‘Encontro das Águas’, fenômeno que acontece entre dois rios diferentes em Alter do Chão, no Pará. Imagem aérea da região da Ponta Negra, que divide os rios. Crédito: Portal da Copa/Wikimedia Commons.</figcaption></figure><p><strong>Alter do Chão </strong>é uma vila balneária localizada no <strong>município de Santarém, no Pará</strong>, às margens do Rio Tapajós. Fica a cerca de 1.300 km da capital Belém, em plena Amazônia paraense. </p><p>Este lugar abriga lindas praias de água doce e paisagens dignas dos mais espetaculares <strong>cenários amazônicos</strong>.</p><div class="texto-destacado">Alter do Chão foi eleita a praia de água doce mais bonita do Brasil em 2009 pelo jornal britânico <em>The Guardian</em>.</div><p>E é por lá que ocorre o <strong>famoso fenômeno de rios que correm lado a lado sem se misturar</strong>. Entenda melhor abaixo.</p><h2>Que rios são esses e por que eles não se misturam?</h2><p>Alter do Chão é um belo destino turístico para conhecer, oferecendo passeios que levam a praias, rios, lagoas, florestas, comunidades ribeirinhas, igapós, igarapés, florestas e canais, que juntos dão o tom da beleza da região. </p><p>E um dos seus<strong> principais atrativos</strong> é o fenômeno de dois rios diferentes que correm lado a lado, mas sem as suas águas se misturarem. É o chamado <strong>‘<em>Encontro das Águas</em>’</strong>.</p><p>Os rios Tapajós e Amazonas <strong>correm lado a lado por cerca de 6 a 11 km sem se misturar</strong>, e é possível observar com clareza a separação entre os dois, com o primeiro tendo águas azuis-esverdeadas e o segundo águas barrentas de cor marrom.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/eleita-uma-das-mais-bonitas-do-mundo-vila-no-para-esconde-fenomeno-raro-de-rios-que-nao-se-misturam-1781552658936.jpg" data-image="xcvrmb3spv3z"><figcaption>Encontro dos rios Tapajós e Amazonas em Santarém (PA). Crédito: Reprodução/Belém Metrópole da Amazônia.</figcaption></figure><p>O <strong>fenômeno acontece na altura da orla de Santarém</strong> e pode ser visto diretamente da orla <strong>(centro da cidade) </strong>ou através de passeios de barco/lancha operados que levam os turistas até a linha de divisão exata.</p><p>Os rios não se misturam, pelo menos, não logo de início, <strong>devido às diferenças de temperatura, densidade e velocidade</strong>. </p><p>O <strong>Tapajós </strong>tem <strong>águas mais frias</strong>, em média de 26ºC a 28ºC, e <strong>não tem muito sedimento</strong> para ser arrastado, por isso ele é límpido e transparente. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="647476" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/as-aguas-dos-oceanos-pacifico-e-atlantico-realmente-se-misturam-ou-nao.html" title="As águas dos oceanos Pacífico e Atlântico realmente se misturam ou não?">As águas dos oceanos Pacífico e Atlântico realmente se misturam ou não?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/as-aguas-dos-oceanos-pacifico-e-atlantico-realmente-se-misturam-ou-nao.html" title="As águas dos oceanos Pacífico e Atlântico realmente se misturam ou não?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/las-aguas-de-los-oceanos-pacifico-y-atlantico-efectivamente-se-mezclan-o-no-1709902610608_320.jpg" alt="As águas dos oceanos Pacífico e Atlântico realmente se misturam ou não?"></a></article></aside><p>Já o <strong>Rio Amazonas</strong> tem <strong>águas mais quentes</strong>, variando de 28ºC a 32ºC, e<strong> carrega águas barrentas e sedimentos</strong> como argila e areia vindos dos Andes, por isso tem coloração mais barrenta e é mais denso que o Tapajós.</p><p>E um detalhe: esse<strong> fenômeno é melhor observado durante a vazante dos rios no verão Amazônico</strong>. É neste período que também surgem as ‘praias’ do Tapajós, quando o nível das águas baixa e as areias acumuladas nas suas margens ficam expostas, formando as praias fluviais.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://www.tupi.fm/entretenimento/a-vila-onde-dois-rios-se-encontram-sem-se-misturar-e-criam-2-paraisos-diferentes-eleito-um-dos-mais-bonitos-do-planeta/" target="_blank">A vila onde dois rios se encontram sem se misturar e criam 2 paraísos diferentes eleito um dos mais bonitos do planeta</a>. 13 de junho, 2026. Maura Pereira.</em></p><p><em><a href="https://aventurasnahistoria.com.br/noticias/reportagem/encontro-das-aguas-por-que-o-rio-tapajos-e-o-amazonas-nao-se-misturam.phtml" target="_blank">Encontro das Águas: por que o Rio Tapajós e o Amazonas não se misturam?</a> 16 de agosto, 2022. Éric Moreira.</em></p><p><em><a href="https://portalamazonia.com/amazonia/encontros-das-aguas-saiba-em-que-locais-ocorre-o-fenomeno-na-amazonia/" target="_blank">Encontros das águas: saiba em que locais ocorre o fenômeno na Amazônia</a>. 7 de março, 2022. Karina Pinheiro.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/eleita-uma-das-mais-bonitas-do-mundo-vila-no-para-esconde-fenomeno-raro-de-rios-que-nao-se-misturam.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Sol aparece em São Paulo e frio aumenta, mas nova frente fria já tem data para chegar]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/sol-aparece-em-sao-paulo-e-frio-aumenta-mas-nova-frente-fria-ja-tem-data-para-chegar.html</link><pubDate>Mon, 15 Jun 2026 21:47:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Esta semana será de tempo mais firme, com sol entre algumas nuvens e frio em parte do estado de São Paulo, inclusive na capital paulista. Porém, uma nova frente fria vai trazer a chuva de volta para a região e capital. </p><ul><li>Mais previsão: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-avanca-e-traz-virada-no-tempo-em-9-estados-de-4-regioes-confira.html" target="_blank">Frente fria avança e traz virada no tempo em 9 estados de 4 regiões; confira</a></li></ul><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/sol-aparece-em-sao-paulo-e-frio-aumenta-mas-nova-frente-fria-ja-tem-data-para-chegar-1781540109682.jpg" data-image="hbsybt0xb514"><figcaption>Tempo fica firme e sol volta a aparecer em São Paulo capital nos próximos dias. Mas no fim de semana uma nova frente fria chega à região levando chuvas.</figcaption></figure><p>Esta <strong>semana começou com</strong> <strong>tempo fechado, muitas nuvens e chuvas moderadas</strong> em boa parte do estado de <strong>São Paulo</strong>, inclusive na capital paulista, além de temperaturas baixas especialmente na faixa leste do estado. E essas condições devem se manter até amanhã, terça-feira (16).</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p><strong>A partir da quarta-feira (17) o tempo fica firme</strong>, com predomínio de Sol e sensação de frio em todo o estado, inclusive na capital paulista. Contudo, no próximo<strong> fim de semana uma nova frente fria vai avançar</strong> pela região trazendo de volta as<strong> chuvas e temporais</strong>.</p><p>Acompanhe a seguir mais detalhes da previsão do tempo.</p><h2>Tempo firme e retorno do sol na capital paulista</h2><p>Na<strong> terça-feira (16)</strong> a faixa leste do estado de São Paulo ainda terá chuva fraca, mas nas demais áreas o sol já aparece e pouca chuva (ou nenhuma) é esperada. </p><p>Na <strong>capital paulista</strong>, a terça (16) ainda deve começar com <strong>garoa ou chuviscos</strong>, mas que diminuem no decorrer do dia. O céu permanece com <strong>muita nebulosidade</strong> e as temperaturas não sobem muito, com <strong>máxima de 19°C</strong>. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/sol-aparece-em-sao-paulo-e-frio-aumenta-mas-nova-frente-fria-ja-tem-data-para-chegar-1781540215454.jpg" data-image="oh2rnzh3fjf0"><figcaption>A previsão é de tempo firme, com sol aparecendo mais nos próximos dias desta semana no estado de São Paulo e na capital.</figcaption></figure><p><strong>A partir da quarta-feira (17)</strong>, o <strong>sol predomina entre algumas nuvens</strong> em todo o estado de São Paulo, inclusive na capital, e <strong>não há previsão de chuvas</strong>. Na sexta-feira (19) a nebulosidade aumenta em toda a região, mas ainda não chove.</p><div class="texto-destacado">Esta semana terá tempo firme, com sol entre algumas nuvens na capital paulista, além de frio. Temperaturas mínimas em torno de 11°C e as máximas de 19°C.</div><p>Além disso, uma <strong>massa de ar de origem polar começa a ingressar</strong> em São Paulo nos próximos dias, fazendo as temperaturas caírem em toda a região. A <strong>sensação de frio vai predominar em grande parte do dia</strong>, mas especialmente durante as manhãs e na faixa leste do estado.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/sol-aparece-em-sao-paulo-e-frio-aumenta-mas-nova-frente-fria-ja-tem-data-para-chegar-1781540592130.png" data-image="xmyne8ju9xly"><figcaption>Previsão das temperaturas mínima à esquerda e máxima à direita para quinta-feira (18), segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>As temperaturas <strong>mínimas </strong>ficam abaixo dos 13°C em grande parte do estado nos próximos dias, e o dia mais frio será a <strong>quinta-feira (18)</strong>, quando elas ficam em torno dos<strong> 7°C-8°C em pontos do leste, centro e do norte</strong>, próximo à divisa com Minas Gerais.</p><p>Já as temperaturas <strong>máximas </strong>não sobem muito à tarde, ficando <strong>abaixo dos 20°C</strong> em grande parte do território paulista, com os menores valores variando <strong>entre 12°C e 15°C em áreas do leste e do sul </strong>do estado.</p><p>A <strong>capital São Paulo</strong> terá frio, com <strong>mínimas entre 10°C-11°C</strong> nesta semana e <strong>máximas de 19°C-20°C</strong>.</p><h2>Nova frente fria chega no fim de semana em SP</h2><p>Um<strong> novo sistema frontal</strong> vai se formar e mudar o tempo em São Paulo no próximo <strong>sábado (20)</strong>, trazendo novamente as <strong>chuvas e temporais</strong> para grande parte do estado, incluindo a <strong>capital</strong>.</p><div class="texto-destacado">Pancadas de chuva retornam à capital paulista entre a manhã e a tarde do próximo sábado (20).</div><p>Contudo, a <strong>tendência </strong>até o momento é de que <strong>a frente fria passe rapidamente sobre o estado</strong>, já estando afastada da região no final do sábado.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/sol-aparece-em-sao-paulo-e-frio-aumenta-mas-nova-frente-fria-ja-tem-data-para-chegar-1781543343685.jpg" data-image="z0jx4fpmrqos"><figcaption>Nova frente fria vai trazer as chuvas de volta à São Paulo capital entre a manhã e a tarde do próximo sábado (20).</figcaption></figure><p>Mas durante a madrugada e ao longo da<strong> manhã</strong> já <strong>chove de forma moderada</strong> na porção sul e leste de São Paulo, com risco de<strong> pancadas mais fortes e temporais isolados</strong> em áreas do<strong> leste</strong>. </p><p>Ao longo da <strong>tarde </strong>o sistema avança e atinge também demais áreas do centro e do norte do estado. E o <strong>potencial para temporais diminui</strong>.</p><p>Na <strong>capital paulista</strong>, a previsão é de um sábado (20) com<strong> pancadas de chuva e céu nublado de manhã</strong>, e sol entre nuvens com <strong>chuva fraca à tarde</strong>. À noite, o tempo tende a ficar firme. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/sol-aparece-em-sao-paulo-e-frio-aumenta-mas-nova-frente-fria-ja-tem-data-para-chegar.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria e ar polar dividem o Sudeste com chuva, sol e frio; veja a previsão]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-e-ar-polar-dividem-o-sudeste-com-chuva-sol-e-frio-veja-a-previsao.html</link><pubDate>Mon, 15 Jun 2026 20:30:54 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma frente fria e uma massa de ar polar vão manter o tempo instável no Sudeste, com chuva forte, risco de temporais, frio e geadas em parte de São Paulo, Rio de Janeiro e sul de Minas Gerais, enquanto o restante da região segue com calor intenso e tempo seco. </p><ul><li>Mais informações: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-avanca-e-traz-virada-no-tempo-em-9-estados-de-4-regioes-confira.html" target="_blank">Frente fria avança e traz virada no tempo em 9 estados</a></li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xafvou6"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xafvou6.jpg" id="xafvou6"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>A semana começou com <strong>chuvas e frio em parte da região Sudeste</strong>, como resultado da atuação de uma <strong>frente fria</strong> sobre São Paulo, Rio de Janeiro eo Espírito Santo. As chuvas trazem um pequeno risco de cortes no fornecimento de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos.</p><div class="texto-destacado">Nesta segunda-feira (15), o <a href="https://portal.inmet.gov.br/" target="_blank">INMET</a> emitiu um aviso de perigo potencial para o Rio de Janeiro, Vale do Paraíba paulista, sul de Minas Gerais e sul do Espírito Santo devido à possibilidade de tempestades. Na terça-feira (16), o aviso se expande para o leste de Minas, norte do Rio de Janeiro e todo o Espírito Santo.</div><p>Ao longo dos próximos dias, o sistema se desloca em direção Norte, <strong>causando chuvas em outras regiões</strong>, como é possível observar no vídeo acima. Há risco de pancadas de até <strong>50 mm</strong> por dia, ventos intensos de até <strong>60 km/h</strong>, e não se descarta a possibilidade de <strong>queda de granizo</strong>. No entanto, o sistema não foi capaz de fazer o tempo mudar em todos os municípios.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-e-ar-polar-dividem-o-sudeste-com-chuva-sol-e-frio-veja-a-previsao-1781543176127.jpg" data-image="lyokqi56rlfr" alt="Previsão de acumulados totais de chuva até o final da sexta-feira." title="Previsão de acumulados totais de chuva até o final da sexta-feira."><figcaption>Previsão de acumulados totais de chuva até o final da sexta-feira mostra quais regiões serão mais afetadas pela chuva essa semana, e quais registrarão tempo mais firme e seco.</figcaption></figure><p>É possível observar essa situação na imagem acima, que ilustra a possibilidade de <strong>acumulados de até 50 mm</strong> em São Paulo, Rio de Janeiro (<em>especialmente região litorânea</em>), Espírito Santo e extremo leste de Minas Gerais ao longo da semana, enquanto outra região - que inclui o Alto paranaíba, Noroeste e Norte de Minas Gerais - permanece com previsão de <strong>pouquíssima chuva</strong> nos próximos dias, e predomínio de <strong>tempo seco e ensolarado</strong>.</p><h2>Temperaturas também dividem o Sudeste</h2><p>Ao longo dos próximos dias, uma <strong>massa de ar polar </strong>também avançará pelo Sudeste, fazendo as temperaturas caírem de maneira expressiva em São Paulo, Minas Gerais (especialmente o Sul mineiro) e Rio de Janeiro. Na quinta-feira (18), grande parte de São Paulo estará registrando <strong>temperaturas mínimas abaixo dos 10°C</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-e-ar-polar-dividem-o-sudeste-com-chuva-sol-e-frio-veja-a-previsao-1781543209283.jpg" data-image="g5obznbv67hy" alt="Previsão de temperaturas mínimas na quinta-feira entre a madrugada e a manhã." title="Previsão de temperaturas mínimas na quinta-feira entre a madrugada e a manhã."><figcaption>Previsão de temperaturas mínimas na quinta-feira entre a madrugada e a manhã mostra que há risco de formação de geada em boa parte do Sudeste, especialmente no Sul de Minas.</figcaption></figure><p>Não se descarta a <strong>possibilidade de </strong><strong>geadas pontuais</strong> em algumas regiões de maior altitude, especialmente nos arredores da Serra da Mantiqueira e em municípios paulistas como Campos de Jordão, além da Serra Fluminense e do Alto Caparaó.</p><p>Enquanto isso, a região de Minas Gerais menos afetada pelas chuvas - especialmente o Norte e Noroeste do Estado - continuará registrando <strong>temperaturas altas</strong> ao longo de toda a semana, com possibilidade de<strong> máximas de até 35°C</strong> durante a tarde, como é possível observar na imagem abaixo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-e-ar-polar-dividem-o-sudeste-com-chuva-sol-e-frio-veja-a-previsao-1781543240059.jpg" data-image="f3crvgw5qkug" alt="Previsão de temperaturas máximas na quarta-feira durante a tarde." title="Previsão de temperaturas máximas na quarta-feira durante a tarde."><figcaption>Previsão de temperaturas máximas na quarta-feira durante a tarde mostra valores de até 35°C no Norte de Minas Gerais, região pouco afetada pelas chuvas e pelo frio nos próximos dias.</figcaption></figure><p>Isso traz, efetivamente, uma “<em>divisão meteorológica</em>” para a região Sudeste: Enquanto São Paulo, Rio de Janeiro e sul de Minas Gerais registram<strong> tempo frio e chuvoso</strong>, com temperaturas mínimas de até <strong>4°C</strong> e <strong>50 mm</strong> de chuva, outras regiões como o norte de Minas Gerais registram tempo predominantemente <strong>firme, seco e quente</strong>, com pouca chuva e temperaturas máximas de <strong>até 35°C</strong>.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Tamanho contraste nas temperaturas e na chuva pode ocasionar transtornos e imprevistos em diversos municípios. Por isso, não ainda deixe de acompanhar as <strong>previsões de chuva e temperatura máxima e mínima específicas para o seu município</strong>. Assim você evita ser pego de surpresa pelo mau tempo.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-e-ar-polar-dividem-o-sudeste-com-chuva-sol-e-frio-veja-a-previsao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frio ganha força no Centro-Sul e INMET coloca 333 municípios sob alerta de geada]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-ganha-forca-no-centro-sul-e-inmet-coloca-333-municipios-sob-alerta-de-geada.html</link><pubDate>Mon, 15 Jun 2026 19:13:52 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Ar frio ganha força sobre áreas do Centro-Sul do Brasil e provoca nova queda nas temperaturas o que deixa 333 cidades em risco para ocorrência de geadas nesta terça-feira.</p><ul><li>Veja também: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-avanca-por-4-regioes-do-brasil-e-muda-o-tempo-saiba-quando-e-os-estados-atingidos.html" target="_blank">Frente fria avança por 4 regiões do Brasil e muda o tempo; saiba quando e os estados atingidos</a></li></ul><ul></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xafwg4i"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xafwg4i.jpg" id="xafwg4i"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p><strong>O ar frio presente em parte do Brasil ganha força nas próximas horas</strong> e, por isso, o amanhecer de terça-feira (16) terá temperaturas baixas sobre o Centro-Sul do país. O aumento na atuação do ar polar ocorre porque o sistema de baixa pressão se afasta em direção ao mar, <strong>permitindo que a circulação atmosférica injete o ar frio sobre o continente.</strong></p><p>Com o céu limpo na retaguarda desse sistema, a perda de calor pela superfície se intensifica durante a noite e a madrugada. Por conta disso, <strong>o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu um aviso de perigo potencial de geada </strong>abrangendo<strong> 333 municípios</strong>. Essas cidades estão concentradas na Serra Gaúcha e Catarinense, centro e sul do Rio Grande do Sul.</p><h2>Ar polar avança e deixa temperaturas negativas</h2><p>A terça-feira (16) será gelada em diversos municípios do Brasil, em especial no Rio Grande do Sul, onde a previsão mostra <strong>chances das temperaturas ficarem abaixo de 0°C. </strong>O avanço do ar polar traz novas quedas nos termômetros do Centro-Sul do Brasil,<strong> impulsionado pelo sistema que parte em direção ao Oceano.</strong></p><p>Não será apenas na Região Sul em que as temperaturas vão ficar baixas, <strong>Centro-Oeste e parte do Sudeste também</strong>. Todo esse processo começou após a passagem de uma frente fria, que trouxe em sua retaguarda a presença de ar polar que agora se espalha pelo continente.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-ganha-forca-no-centro-sul-e-inmet-coloca-333-municipios-sob-alerta-de-geada-1781529830908.jpg" data-image="f7qqzdharf7z" alt="Anomalia de temperatura em 850 hPa." title="Anomalia de temperatura em 850 hPa."><figcaption>Previsão é de que o ar frio avance para outras áreas do Centro-Sul do Brasil, deixando o amahecer frio em vários estados.</figcaption></figure><p>As baixas temperaturas deixam cidades do Rio Grande do Sul e Santa Catarina com alertas para geadas, e o <strong>modelo ECMWF mostra valores muito baixos </strong>e até mesmo inferiores a 0°C. Na Serra Gaúcha,<strong> a mínima pode chegar a -4°C,</strong> após ajustes na previsão. <strong>O risco também vale para a Serra Catarinense,</strong> com marcas entre -1°C e 4°C.</p><p>No restante do Rio Grande do Sul, o risco de geada também é alto, uma vez que em todo o estado<strong> o amanhecer conta com temperaturas entre 2°C e 4°C</strong>. A previsão mostra ainda que <strong>áreas do centro e oeste de Santa Catarina e Sudoeste do Paraná</strong> se encontram na lista de temperaturas baixas e mínimas inferiores aos 5°C.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-ganha-forca-no-centro-sul-e-inmet-coloca-333-municipios-sob-alerta-de-geada-1781529887094.jpg" data-image="ak2emhx6lte2" alt="Temperatura mínima." title="Temperatura mínima."><figcaption>Temperatura mínima prevista para o amanhecer desta terça-feira (16). O mapa mostra valores inferiores a 0°C na Serra Gaúcha, nas demais regiões do RS, temperaturas inferiores a 5°C e risco de geadas.</figcaption></figure><p>Em<strong> áreas de maior altitude da porção central de Santa Catarina</strong> a projeção é de temperaturas próximas a<strong> 0°C e até mesmo negativas. </strong>No restante do Paraná, o ar frio atua, mas as temperaturas não diminuem tanto, ficando entre <strong>8°C e 14°C.</strong></p><p>Ar frio que alcança o Centro-Oeste, o amanhecer será com temperaturas amenas em parte dos dois estados. Na porção sul-mato-grossense temperaturas entre <strong>8°C (sul do estado) e 16°C (centro-leste do estado). </strong>Mato Grosso e Goiás amanhecem com marcas entre<strong> 17°C e 21°C.</strong></p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões do tempo diretamente no seu celular através do nosso novo canal do WhatsApp. <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank"><strong>Clique aqui para nos seguir e ative as notificações!</strong></a> </div><p>No Sudeste do Brasil,<strong> São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro serão influenciados pelo ar frio</strong> que avança também pela costa do Brasil. Não há risco de geadas nesses estados, mas as temperaturas ficam baixas durante a manhã. Em pontos altos da Serra da Mantiqueira<strong>, o índice fica abaixo de 10°C</strong>. Nas demais áreas da Região, <strong>termômetros entre 11°C e 18°C.</strong></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-ganha-forca-no-centro-sul-e-inmet-coloca-333-municipios-sob-alerta-de-geada.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Temporal com granizo em Goiânia alaga ruas e arrasta moto de entregador; veja imagens ]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/temporal-com-granizo-em-goiania-alaga-ruas-e-arrasta-moto-de-entregador-veja-imagens.html</link><pubDate>Mon, 15 Jun 2026 17:52:57 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Moradores de bairros como o Jardim Balneário Meia Ponte enfrentaram prejuízos no início da semana, após pedras de gelo acumuladas destruírem a vegetação e perfurarem telhados inteiros<sup></sup><sup></sup><sup></sup><sup></sup>.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/temporal-com-granizo-em-goiania-alaga-ruas-e-arrasta-moto-de-entregador-1781544059395.jpg" data-image="ca9lkidj5zvw" alt="Em meio ao temporal que surpreendeu a população no domingo, o forro de gesso de uma unidade médica cedeu. Foto: Reprodução/ cedida ao Mais Goiás" title="Em meio ao temporal que surpreendeu a população no domingo, o forro de gesso de uma unidade médica cedeu. Foto: Reprodução/ cedida ao Mais Goiás"><figcaption>Em meio ao temporal que surpreendeu a população no domingo, o forro de gesso de uma unidade médica cedeu. Foto: Reprodução/ cedida ao Mais Goiás</figcaption></figure><p><strong>Chuva com rajadas de vento, relâmpagos e queda de granizo</strong> <strong>atingiram a região da Grande Goiânia</strong> na noite deste domingo (14). O temporal surpreendeu os moradores da capital goiana e causou diversos estragos e alagamentos em diferentes partes da cidade.</p><p>Diante da gravidade da situação, o prefeito Sandro Mabel utilizou as redes sociais para emitir um alerta<strong> e pedir que a população evitasse sair de casa de forma desnecessária</strong>. O chefe do executivo municipal destacou que os dados técnicos sobre o volume exato da precipitação em milímetros estavam instáveis no radar meteorológico local.</p><h2>Impactos urbanos e estragos nas regiões da capital</h2><p>Muitos moradores registraram a forte queda de granizo em pontos específicos da capital, como no Residencial Barravento, situado na região noroeste. Da mesma forma, no bairro Jardim Balneário Meia Ponte, um residente <strong>recolheu pedras de gelo acumuladas na palma da mão e relatou danos visíveis</strong> causados diretamente à vegetação e às plantas do seu quintal.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">Pensa no estrago que a chuva de ontem a noite causou em Goiânia ...<br>O jornal local tá mostrando os estragos já tem 40 minutos <a href="https://t.co/z0XPAgc9VC">pic.twitter.com/z0XPAgc9VC</a></p>— (Kabulozo) (@Kabulozocensura) <a href="https://x.com/Kabulozocensura/status/2066485096941564410?ref_src=twsrc%5Etfw">June 15, 2026</a></blockquote></figure><p>Além disso, a força da tempestade provocou sérios alagamentos em vias de grande movimentação urbana. Na Avenida Ipanema, localizada no Jardim Atlântico e perto do Parque Cascavel, <strong>a força da enxurrada barrenta derrubou e arrastou a motocicleta de um trabalhador</strong> que atua em aplicativos de delivery.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/temporal-com-granizo-em-goiania-alaga-ruas-e-arrasta-moto-de-entregador-1781544643493.jpg" data-image="5ahu921scm2e" alt="Motocicleta de entregador por aplicativo foi arrastada pela enxurrada na Avenida Ipanema. Foto: Reprodução" title="Motocicleta de entregador por aplicativo foi arrastada pela enxurrada na Avenida Ipanema. Foto: Reprodução"><figcaption>Motocicleta de entregador por aplicativo foi arrastada pela enxurrada na Avenida Ipanema. Foto: Reprodução</figcaption></figure><p>Outro ponto que sofreu com os impactos do temporal foi o Setor Universitário, especificamente nas proximidades do Hospital Araújo Jorge. No local, <strong>árvores de grande porte balançaram violentamente com as fortes rajadas de vento</strong>, enquanto a intensidade da chuva reduziu drasticamente a visibilidade dos motoristas que trafegavam na região.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="pt" dir="ltr">Uma forte chuva surpreendeu moradores de Goiânia na noite deste domingo (14), quebrando o padrão de tempo seco que costuma predominar nesta época do ano em Goiás.<br><br>A tempestade veio acompanhada de ventania, intensa incidência de raios e trovões, assustando moradores em diferentes <a href="https://t.co/7aZH4ATFiH">pic.twitter.com/7aZH4ATFiH</a></p>— Portal 6 (@portal6noticias) <a href="https://x.com/portal6noticias/status/2066331037312122909?ref_src=twsrc%5Etfw">June 15, 2026</a></blockquote></figure><p>Houve também registros de danos estruturais no interior de unidades médicas da capital durante o temporal. <strong>O forro de gesso da Santa Casa de Misericórdia de Goiânia cedeu e a água acabou por atingir alguns leitos ocupados</strong>, provocando desespero em um paciente internado que testemunhou as placas desabando em cima das acomodações naquele momento.</p><h2>Análise meteorológica do fenômeno em período de estiagem</h2><p>De acordo com o Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas de Goiás, o <a href="https://goias.gov.br/meioambiente/cimehgo/" target="_blank">Cimehgo</a>, <strong>a ocorrência desse tipo de tempestade com granizo é considerada atípica</strong>. O mês de junho é historicamente conhecido por marcar o início do período de estiagem e seca em todo o território goiano.</p><p>O órgão também informou que <strong>a capital não registrava um volume expressivo de chuva em junho há exatamente uma década</strong>. O especialista ressaltou que, embora o cenário atual chame a atenção, no ano anterior houve um registro isolado de <strong>6,1 mm</strong> de chuva no dia 24 de junho.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="773566" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/forte-chuva-com-granizo-e-nevoeiro-deixa-municipios-de-ms-em-alerta.html" title="Forte chuva com granizo e nevoeiro deixa municípios de MS em alerta">Forte chuva com granizo e nevoeiro deixa municípios de MS em alerta</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/forte-chuva-com-granizo-e-nevoeiro-deixa-municipios-de-ms-em-alerta.html" title="Forte chuva com granizo e nevoeiro deixa municípios de MS em alerta"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/tempestade-de-chuva-e-granizo-deixa-municipios-de-ms-em-alerta-1781273039150_320.jpg" alt="Forte chuva com granizo e nevoeiro deixa municípios de MS em alerta"></a></article></aside><p><strong>O fenômeno foi provocado pelo deslocamento de uma frente fria vinda da região Sudeste do país</strong>. A passagem desse sistema específico pelo norte do estado de São Paulo empurrou uma densa cobertura de nuvens carregadas diretamente para o território do estado de Goiás.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2026/06/14/chuva-com-rajadas-de-vento-e-granizo-atinge-grande-goiania-video.ghtml" target="_blank">Chuva com rajadas de vento e granizo atinge Grande Goiânia; vídeo.</a> 14 de junho, 2026.</em></p><p><em><a href="https://www.maisgoias.com.br/cidades/goiania/temporal-com-granizo-e-ventos-fortes-causa-estragos-em-goiania-videos-mostra-moto-sendo-arrastada/" target="_blank">Temporal com granizo e ventos fortes causa estragos em Goiânia; vídeo mostra moto sendo arrastada.</a> 15 de junho, 2026. </em></p><p><em><a href="https://www.maisgoias.com.br/cidades/goiania/chuva-de-granizo-destroi-telhado-de-morador-de-goiania-olha-o-prejuizo/" target="_blank">Chuva de granizo destrói telhado de morador de Goiânia: 'olha o prejuízo'.</a> 14 de junho, 2026. </em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/temporal-com-granizo-em-goiania-alaga-ruas-e-arrasta-moto-de-entregador-veja-imagens.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria avança e traz virada no tempo em 9 estados de 4 regiões; confira]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-avanca-e-traz-virada-no-tempo-em-9-estados-de-4-regioes-confira.html</link><pubDate>Mon, 15 Jun 2026 14:36:07 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A partir de sexta-feira (19) uma nova frente fria está prevista cruzar o Centro-Sul do Brasil, deixando alerta de tempestades e trazendo reforço do frio.</p><ul><li>Mais informações: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/efeito-el-nino-previsao-mostra-semanas-consecutivas-de-chuva-no-sul.html#:~:text=Efeito%20El%20Ni%C3%B1o%3F-,Previs%C3%A3o%20mostra%20semanas%20consecutivas%20de%20chuva%20no%20Sul,e%20in%C3%ADcio%20de%20julho%2C%20entenda" target="_blank">Efeito El Niño? Previsão mostra semanas consecutivas de chuva no Sul </a></li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xafulr2"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xafulr2.jpg" id="xafulr2"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>A <strong>segunda quinzena de junho</strong> começa com uma mudança importante no tempo em quatro regiões do Brasil. Uma<strong> nova frente fria</strong> avança pelo país entre <strong>quinta (18) e sexta-feira (19)</strong>, levando <strong>chuva</strong> para áreas do Sul, Centro-Oeste, Norte e Sudeste. Há alerta de <strong>tempestades</strong>, com possibilidade de <strong>granizo</strong> e chuvas intensas. </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões do tempo diretamente no seu celular através do nosso novo canal do WhatsApp. <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank"><strong>Clique aqui para nos seguir e ative as notificações!</strong></a></div><p>Além da instabilidade, o sistema também favorece <strong>nova queda nas temperaturas</strong> em parte dessas regiões. Veja quais estados serão atingidos e os impactos previstos para os próximos dias.</p><h2>Alerta de tempestades</h2><p>As <strong>chuvas</strong> relacionadas ao avanço da frente fria devem <strong>começar</strong> entre a <strong>noite de quinta (18) </strong>e <strong>madrugada</strong> de <strong>sexta-feira (19)</strong> sobre o <strong>Rio Grande do Sul</strong>, com intensidade moderada a forte.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-avanca-e-traz-virada-no-tempo-em-9-estados-de-4-regioes-confira-1781532573439.png" data-image="xxtzrf0nwfg9" alt="Previsão de chuva para a madrugada de sexta-feira (19), segundo o ECMWF." title="Previsão de chuva para a madrugada de sexta-feira (19), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de chuva para a madrugada de sexta-feira (19), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>Entre a madrugada e a manhã de sexta-feira (19), as <strong>chuvas avançam </strong>em direção à <strong>metade leste do Rio Grande do Sul</strong>, onde serão irregulares, mas também sobre a porção <strong>oeste</strong> de <strong>Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Rondônia.</strong></p><p>Há <strong>alerta para tempestades</strong> entre o <strong>Paraná</strong>, <strong>Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Rondônia</strong>, com possibilidade de formação de <strong>granizo</strong>, <strong>chuvas intensas</strong> e rajadas de vento, deixando a população e as autoridades em alerta.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-avanca-e-traz-virada-no-tempo-em-9-estados-de-4-regioes-confira-1781532624823.png" data-image="9apkefqs1sdj" alt="Previsão de tempestades para sexta-feira (19), segundo o ECMWF." title="Previsão de tempestades para sexta-feira (19), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de tempestades para sexta-feira (19), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>Os <strong>sistemas mais intensos</strong> estão previstos ocorrer na<strong> fronteira oeste do Mato Grosso do Sul</strong>, embora todos os estados citados anteriormente estejam em alerta para possibilidade de tempo severo. <strong>Até o final do dia</strong>, <strong>tempestades</strong> estão previstas alcançarem o <strong>interior de São Paulo e o Triângulo Mineiro</strong>, embora com menor intensidade.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-avanca-e-traz-virada-no-tempo-em-9-estados-de-4-regioes-confira-1781532673228.png" data-image="j37pcrni8427" alt="Previsão de chuva para sábado (20), segundo o ECMWF." title="Previsão de chuva para sábado (20), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de chuva para sábado (20), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p><strong>Entre sexta (19) e sábado (20)</strong>, as <strong>chuvas</strong> associadas à frente fria <strong>avançam</strong> sobre a <strong>metade leste</strong> de <strong>Santa Catarina e Paraná</strong>, alcançando também <strong>São Paulo, Rio de Janeiro e sul de Minas Gerais</strong>. No litoral sul de São Paulo as chuvas podem ser mais intensas e com formação de tempestades.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-avanca-e-traz-virada-no-tempo-em-9-estados-de-4-regioes-confira-1781532713468.png" data-image="1vvmw7ib27qy" alt="Previsão de chuva acumulada até a noite de sábado (20), segundo o ECMWF." title="Previsão de chuva acumulada até a noite de sábado (20), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de chuva acumulada até a noite de sábado (20), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>A <strong>precipitação</strong>, no entanto, será <strong>irregular</strong>. Até a noite de <strong>sábado (20)</strong>, os <strong>acumulados</strong> máximos previstos são da ordem de <strong>40 mm </strong>na<strong> fronteira oeste</strong> do país, principalmente no <strong>Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso</strong>. </p><p>Entre São Paulo e Rio de Janeiro, os acumulados podem ficar entre 50 mm e 70 mm, mas a maior parte se deve às chuvas do início da semana, e não à frente fria que atuará a partir de sexta (20).</p><h2>Reforço no frio: queda nas temperaturas</h2><p>Na sequência desta frente fria, uma<strong> massa de ar polar </strong>chega na sua retaguarda trazendo um reforço para o frio, que vem predominando no <strong>centro-sul</strong> do país neste início de inverno.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-avanca-e-traz-virada-no-tempo-em-9-estados-de-4-regioes-confira-1781532734095.png" data-image="mlspvxrfaumo" alt="Previsão de temperatura para a madrugada de terça-feira (23), segundo o ECMWF." title="Previsão de temperatura para a madrugada de terça-feira (23), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de temperatura para a madrugada de terça-feira (23), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>O <strong>ar frio intenso</strong> avança sobre a <strong>região Sul</strong>, parte do <strong>Centro-Oeste e Sudeste</strong> a partir de sábado (20). Na <strong>terça-feira (23)</strong>, temperaturas entre <strong>0°C e 5°C</strong> devem predominar nos <strong>três estados do Sul e no sul do Mato Grosso do Sul</strong>, enquanto valores abaixo de 15°C estão previstos para o centro-sul. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-avanca-e-traz-virada-no-tempo-em-9-estados-de-4-regioes-confira.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[James Webb detecta sinais do que podem ser as primeiras estrelas de buraco negro do Universo]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/james-webb-detecta-sinais-do-que-podem-ser-as-primeiras-estrelas-de-buraco-negro-do-universo.html</link><pubDate>Mon, 15 Jun 2026 12:08:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>O resultado encontrado fortalece a ideia de que buracos negros muito massivos surgiram muito cedo na história cósmica.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/james-webb-detecta-sinais-do-que-podem-ser-as-primeiras-estrelas-de-buraco-negro-do-universo-1781477833352.png" data-image="zwv2u1m1tepc" alt="A NASA destacou que as novas observações do James Webb representam a evidência mais forte já encontrada para a existência das chamadas black hole stars. Crédito: NASA" title="A NASA destacou que as novas observações do James Webb representam a evidência mais forte já encontrada para a existência das chamadas black hole stars. Crédito: NASA"><figcaption>A NASA destacou que as novas observações do James Webb representam a evidência mais forte já encontrada para a existência das chamadas black hole stars. Crédito: NASA</figcaption></figure><p>Um dos maiores mistérios da Astronomia é compreender a relação entre o surgimento das primeiras galáxias e dos primeiros buracos negros supermassivos. <strong>Observações mostram que já existiam buracos negros muito massivos quando o Universo tinha menos de um bilhão de anos de idade. </strong>Explicar como esses objetos cresceram tão rapidamente é um problema em aberto da Astronomia. Uma das questões centrais é determinar se as galáxias ou os buracos negros que se formaram primeiro.</p><p>Com o lançamento do James Webb, várias evidências têm surgido para encontrar a resposta para esse mistério. <strong>Entre essas descobertas estão os chamados <em>little red dots </em>que são objetos avermelhados encontrados pelo James Webb no Universo extremamente jovem.</strong> Uma das hipóteses sugere que eles sejam exemplos de <em>black hole stars</em> ou estrelas de buraco negro. Nesse cenário, um buraco negro em crescimento está envolvido por uma densa camada de gás parcialmente ionizado. A radiação produzida pela acreção causa o brilho observado.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771517" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/novo-mapa-cosmico-do-james-webb-mostra-como-o-universo-se-formou.html" title="Novo mapa cósmico do James Webb mostra como o Universo se formou">Novo mapa cósmico do James Webb mostra como o Universo se formou</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/novo-mapa-cosmico-do-james-webb-mostra-como-o-universo-se-formou.html" title="Novo mapa cósmico do James Webb mostra como o Universo se formou"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/universo-nos-seus-primeiros-bilhoes-de-anos-ganha-novo-mapa-cosmico-pelo-jwst-1780172080359_320.png" alt="Novo mapa cósmico do James Webb mostra como o Universo se formou"></a></article></aside><p>Nesta semana, a NASA divulgou novos resultados obtidos com o James Webb que fornecem a evidência mais forte até agora para esse cenário. <strong>A análise do objeto GLIMPSE-17775 revelou assinaturas espectrais compatíveis com um buraco negro supermassivo descrito pelo modelo de<em> black hole star.</em></strong> Se futuras observações confirmarem esses resultados, a descoberta poderá indicar que alguns buracos negros supermassivos surgiram antes das galáxias. </p><h2>Little Red Dots</h2><p>Os<em> little red dots</em> são uma população de objetos compactos e avermelhados descoberta pelo telescópio James Webb durante suas observações do Universo jovem. <strong>Eles são observados quando o Universo tinha apenas algumas centenas de milhões de anos de idade, um período relacionado com a formação das primeiras galáxias e buracos negros</strong>. Apesar de aparecerem como pequenos pontos de luz, eles têm um brilho muito alto para seu tamanho. </p><div class="texto-destacado">As cores avermelhadas indicam a presença de grandes quantidades de gás, poeira ou processos físicos capazes de modificar a radiação emitida pelo objeto central.</div><p>A principal dificuldade é explicar simultaneamente seu brilho intenso, tamanho e abundância no Universo jovem. Alguns modelos sugerem que os <em>little red dots</em> podem abrigar buracos negros supermassivos em rápido crescimento. <strong>Outros cenários propõem que eles são galáxias jovens passando por episódios de formação estelar. </strong>No entanto, diversas observações recentes têm favorecido a hipótese de que pelo menos parte desses objetos esteja associada a buracos negros em estágios iniciais de evolução. </p><h2>O que veio primeiro?</h2><p><strong>Um dos problemas mais importantes da Astrofísica é determinar a ordem de formação entre galáxias e buracos negros supermassivos. </strong>Durante décadas, o cenário mais aceito foi que as primeiras galáxias se formaram a partir do colapso de nuvens de gás e matéria escura, enquanto os buracos negros surgiram posteriormente e cresceram gradualmente. No entanto, a descoberta de buracos negros extremamente massivos em épocas muito próximas ao Big Bang criou um problema para essa explicação. </p><p>Responder essa questão foi uma das principais motivações científicas para a construção do telescópio James Webb. O telescópio foi projetado para observar o Universo jovem em comprimentos de onda infravermelhos, enxergando objetos formados apenas algumas centenas de milhões de anos após o Big Bang. <strong>Algumas dessas observações sugerem que buracos negros massivos já existiam antes que muitas galáxias atingissem estágios avançados de evolução. </strong></p><h2>Black Hole Stars</h2><p>As chamadas <em>black hole stars</em>, ou estrelas de buraco negro, são objetos hipotéticos nos quais um buraco negro em rápido crescimento permanece envolto por uma densa camada de gás. <strong>Diferentemente de um núcleo galáctico ativo, grande parte da radiação produzida próximo ao buraco negro é absorvida e reprocessada por esse gás antes de escapar para o espaço. </strong>Esse cenário tem sido proposto para explicar parte dos little red dots descobertos pelo James Webb. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/james-webb-detecta-sinais-do-que-podem-ser-as-primeiras-estrelas-de-buraco-negro-do-universo-1781477717297.png" data-image="wop9wa2iydui" alt="Se confirmadas, as estrelas de buraco negro podem ajudar a responder uma das maiores perguntas da cosmologia: o que surgiu primeiro, os buracos negros supermassivos ou as galáxias? Crédito: Kokorev et al. 2026" title="Se confirmadas, as estrelas de buraco negro podem ajudar a responder uma das maiores perguntas da cosmologia: o que surgiu primeiro, os buracos negros supermassivos ou as galáxias? Crédito: Kokorev et al. 2026"><figcaption>Se confirmadas, as estrelas de buraco negro podem ajudar a responder uma das maiores perguntas da cosmologia: o que surgiu primeiro, os buracos negros supermassivos ou as galáxias? Crédito: Kokorev et al. 2026</figcaption></figure><p>Uma das evidências mais fortes para esse cenário veio do objeto GLIMPSE-17775, um <em>little red dot </em>observado pelo James Webb. O objeto está localizado quando o Universo tinha aproximadamente 1,8 bilhão de anos.<strong> A análise revelou mais de 40 linhas espectrais, tornando este o espectro mais detalhado já obtido para um <em>little red dot</em>. </strong>As características observadas são compatíveis com um buraco negro envolto por um casulo denso de gás que modifica a radiação emitida pela acreção. Os resultados representam a evidência mais forte já encontrada para o modelo de<em> black hole stars.</em></p><h2>Finalmente uma resposta</h2><p><strong>Se objetos como GLIMPSE-17775 realmente representarem buracos negros envolvidos por casulos de gás, eles podem revelar uma fase inicial de crescimento extremamente eficiente. </strong>Nesse cenário, alguns buracos negros poderiam ter surgido antes da formação de galáxias e atuado como núcleos gravitacionais capazes de atrair matéria ao seu redor. As primeiras galáxias seriam então construídas em torno desses objetos massivos, e não o contrário. </p><p><strong>Essa possibilidade muda a ideia de que os buracos negros cresceram apenas após o estabelecimento das primeiras galáxias. </strong>Essa interpretação ajuda a explicar tanto o brilho dos little red dots quanto suas características espectrais. Se confirmada, os little red dots poderão representar a formação dos primeiros buracos negros supermassivos. Por causa disso, esses objetos se tornaram uma das descobertas mais importantes do James Webb.</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em>Kokorev et al. 2026 <a href="https://iopscience.iop.org/article/10.3847/1538-4357/ae4ed7" target="_blank">The Deepest GLIMPSE of a Dense Gas Cocoon Enshrouding a Little Red Dot </a>The Astrophysical Journal</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/james-webb-detecta-sinais-do-que-podem-ser-as-primeiras-estrelas-de-buraco-negro-do-universo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Roberta Duarte]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Sem eletricidade, sem vizinhos e sem saída fácil: a aldeia fantasma que intriga Portugal]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/sem-eletricidade-sem-vizinhos-e-sem-saida-facil-a-aldeia-fantasma-que-intriga-portugal.html</link><pubDate>Mon, 15 Jun 2026 10:08:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Escondida na Serra da Freita, Drave está abandonada há quase duas décadas e continua a atrair aventureiros. Há quem diga que é “um dos lugares mais míticos de Portugal”.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/sem-eletricidade-sem-vizinhos-e-sem-saida-facil-a-aldeia-fantasma-que-intriga-portugal-1779359499056.jpg" data-image="0nuxqgxk8k6s" alt="Drave" title="Drave"><figcaption>Sem estradas, luz ou habitantes há quase 20 anos. Foto ilustrativa: Unsplash</figcaption></figure><p>Não tem estradas, eletricidade, água canalizada, saneamento, gás, nem correio. A rede de telemóvel pode ser escassa. E o acesso? Nada facilitado. Situada no concelho de Arouca, <strong>Drave</strong> é muitas vezes referida como a aldeia mais isolada de Portugal, e percebemos o motivo.</p><p>Nesta aldeia <strong>não há quem viva há quase duas décadas</strong>. Não há ruído de carros, nem vizinhos, nem qualquer sinal de vida moderna. “Só ruínas, silêncio e vestígios de uma comunidade que um dia ali floresceu”, lê-se no ‘Idealista’.</p><h2>Uma aldeia desabitada há quase 20 anos</h2><p>Esta não é uma aldeia “pouco habitada”. Em vez disso, poderá dizer-se mesmo que é um <strong>lugar completamente vazio</strong>. Um onde “o tempo parece ter parado e onde o único som é o da natureza a ocupar o espaço deixado pelo ser humano.” Ainda assim, há quem garanta tratar-se de “<strong>um dos lugares mais míticos de Portugal</strong>”.</p><p>“Drave foi habitada até ao início deste século, mas só em 1993 é que o telefone chegou ali, como pudemos ler numa placa afixada na igreja de Drave. <strong>Hoje Drave não tem qualquer habitante permanente</strong>. No entanto, o seu carácter, a sua localização, e a mística de Drave fazem com que esta aldeia não tivesse ficado esquecida e são cada vez mais aqueles que visitam Drave e se deixam encantar por ela. Talvez a vida esteja lentamente a voltar a Drave”, nota o blogue ‘Viajar entre Viagens’.</p><h2>Como chegar a Drave?</h2><p>Escondida no coração da Serra da Freita, no concelho de Arouca, a aldeia de Drave é um lugar fantasma, <strong>desabitado desde 2009</strong>. Sem estradas acessíveis, eletricidade ou serviços básicos, só é possível chegar por <strong>trilhos de montanha</strong>. </p><div class="texto-destacado">Feitas as contas, aliás, é preciso fazer uma caminhada de quatro quilómetros em trilhos. No final, contudo, as vistas recompensam os mais aventureiros. </div><p>“Se a aldeia de xisto é mágica, o percurso pedestre para lá chegar não lhe fica atrás. O trilho de acesso à aldeia de Drave arranca da vizinha aldeia de Regoufe e tem aproximadamente 4 km de extensão (8 km ida e volta)”, informam os autores do blogue ‘Vaga Mundos’.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/sem-eletricidade-sem-vizinhos-e-sem-saida-facil-a-aldeia-fantasma-que-intriga-portugal-1779359158546.jpg" data-image="ak3g6ia85w9u" alt="Drave" title="Drave"><figcaption>Já conhece a a aldeia fantasma escondida nas montanhas de Arouca? Foto: Wikimedia // João Nuno Brochado</figcaption></figure><p>“E, acredite, que chegar a Drave depois desta caminhada é algo verdadeiramente mágico. É difícil descrever o que se sente ao observar pela primeira vez o casario de xisto da aldeia, pontilhado pela branquinha capela, e ao escutar o barulho das cristalinas águas da ribeira de Palhais.”</p><div class="texto-destacado"> “O esforço é recompensado com um cenário impressionante – mas também com uma sensação desconcertante: a de estar num lugar que já não pertence a este tempo.” </div><p>Sim, porque, apesar da ausência total de habitantes ou de infraestruturas modernas, ainda é possível encontrar alguns vestígios da vida que a aldeia teve em tempo. <strong>As casas de xisto</strong> em diferentes estados de ruína são alguns deles.</p><p>Há também "uma pequena capela que continua preservada"; alguns "elementos tradicionais como as pias de pedra, muros, lagares e espigueiros"; sem esquecer "os trilhos e vistas incríveis sobre o vale", acrescenta o ‘Idealista’.</p><h2>Como uma aldeia inteira se tornou um lugar fantasma?</h2><p>Não se deixe enganar. Esta aldeia não se tornou um lugar fantasma de um dia para o outro. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="[object Object]" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><span class="encabezado"><h5 class="titular s"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/foi-um-dos-destinos-de-ferias-mais-populares-de-espanha-hoje-e-uma-cidade-fantasma.html" title="Foi um dos destinos de férias mais populares de Espanha. Hoje, é uma cidade fantasma">Foi um dos destinos de férias mais populares de Espanha. Hoje, é uma cidade fantasma</a></h5></span><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/foi-um-dos-destinos-de-ferias-mais-populares-de-espanha-hoje-e-uma-cidade-fantasma.html" title="Foi um dos destinos de férias mais populares de Espanha. Hoje, é uma cidade fantasma"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/foi-um-dos-destinos-de-ferias-mais-populares-de-espanha-hoje-e-uma-cidade-fantasma-1767023742036_320.jpg" alt="Foi um dos destinos de férias mais populares de Espanha. Hoje, é uma cidade fantasma"></a></article></aside><p>Tal como muitas outras aldeias do interior, <strong>Drave foi perdendo população gradualmente</strong>. Os jovens emigraram, os mais velhos foram falecendo, e as condições de vida tornaram-se insustentáveis.</p><div class="texto-destacado">O acesso extremamente difícil, a ausência de infraestruturas modernas e o desinteresse político e institucional ao longo de décadas são alguns dos principais motivos que levaram ao abandono da aldeia. </div><p>Ainda assim, pode-se dizer que Drave não foi totalmente esquecida. “Escuteiros de várias regiões utilizam a aldeia como campo de atividades e têm ajudado a manter algumas estruturas em pé.”</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/sem-eletricidade-sem-vizinhos-e-sem-saida-facil-a-aldeia-fantasma-que-intriga-portugal.html</guid><dc:creator><![CDATA[Rita Caeiro]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Alerta: as temperaturas médias estão subindo a uma taxa sem precedentes em todo o mundo!]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/alerta-as-temperaturas-medias-estao-subindo-a-uma-taxa-sem-precedentes-em-todo-o-mundo.html</link><pubDate>Mon, 15 Jun 2026 09:02:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Segundo análises feitas por um grupo de 73 cientistas encarregados de atualizar dados e indicadores-chave sobre a evolução do clima da Terra, o planeta está aquecendo cada vez mais rápido.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/alerte-les-temperatures-moyennes-augmentent-a-un-rythme-sans-precedent-dans-le-monde-1781359151450.jpeg" data-image="xst1mqi1wz6v" alt="aquecimento global" title="aquecimento global"><figcaption>Entre 2016 e 2025, a temperatura aumentou 1,24°C em comparação com a era pré-industrial!</figcaption></figure><p>Após a atualização de indicadores-chave sobre mudanças climáticas entre dois relatórios do IPCC, um consórcio de mais de <strong>70 cientistas de todo o mundo destacou uma notável aceleração do aquecimento global</strong> nos últimos anos.</p><h2>"Um ritmo sem precedentes"</h2><p>Entre dois relatórios do <em>Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas</em> (IPCC), é necessário atualizar dados e indicadores-chave das mudanças climáticas globais. De fato, entre o último relatório do IPCC, publicado em 2021-2022, e o presente, <strong>o clima global continuou a evoluir e, sobretudo, a aquecer</strong>.</p><p>Assim, <strong>73 cientistas analisaram a evolução do clima global entre 2016 e 2025 e descobriram que o nosso planeta aqueceu 1,24°C</strong> em comparação com a era pré-industrial (1850-1900) durante esse período. Este valor é significativamente superior ao registado na década de 2010-2019, quando o mesmo aquecimento atingiu 1,07°C.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">The world has warmed by around 1.4C since 1850. <br><br>It took 148 years for the first half of that warming to occur, and just 27 years for the second half! <a href="https://t.co/HatT8ZQtF9">pic.twitter.com/HatT8ZQtF9</a></p>— Zeke Hausfather (@hausfath) <a href="https://x.com/hausfath/status/2065566751966843183?ref_src=twsrc%5Etfw">June 12, 2026</a></blockquote></figure><p><strong>Essa observação não é tão surpreendente.</strong> Durante a década de 2016 a 2025, foram registrados nove dos dez anos mais quentes já registrados globalmente, com 2024 liderando a lista, seguido por 2023 e, finalmente, 2025.</p><p>De acordo com um estudo publicado em 11 de junho por 73 cientistas na revista Earth System Science Data, agora está claro que a taxa de aquecimento global está se acelerando. Segundo o relatório, <strong>o aumento da temperatura atingiu uma média de +0,27°C na última década</strong>, uma taxa que os cientistas descrevem como "sem precedentes".</p><h2>Atividades humanas responsáveis</h2><p>O estudo em questão demonstra também que quase todo o aquecimento observado na última década é causado por atividades humanas, particularmente a queima de combustíveis fósseis em diversos setores de atividade, mas também em nosso cotidiano ou pela <strong>crescente destruição dos principais sumidouros naturais de carbono </strong>em todo o mundo.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="fr" dir="ltr">Le réchauffement dû aux activités humaines a augmenté de 0,27°C depuis 2015 pour atteindre 1,37°C jusqu'en 2025 <a href="https://t.co/S6UwmdxbdQ">https://t.co/S6UwmdxbdQ</a> <a href="https://t.co/HLY4toIgmc">pic.twitter.com/HLY4toIgmc</a></p>— Mystere Météo (@MystereMeteo) <a href="https://x.com/MystereMeteo/status/2065140821372920211?ref_src=twsrc%5Etfw">June 11, 2026</a></blockquote></figure><p>Por exemplo, aproximadamente 17% da floresta amazônica original foi desmatada desde o início da colonização moderna e da expansão agrícola em larga escala. É importante notar também que as emissões de gases de efeito estufa atingiram um novo recorde global em 2024. <strong>As emissões médias anuais foram de 54,6 GtCO2eq, em comparação com 53,5 GtCO2eq</strong> no último relatório do IPCC.</p><p>Consequentemente, o limiar simbólico de +1,5°C, estabelecido como meta a não ser ultrapassada no Acordo de Paris de 2015, está se aproximando inexoravelmente e deverá ser ultrapassado em breve. Em 2024,<strong> esse limiar foi ultrapassado pela primeira vez em um único ano</strong> e, no ritmo atual, a melhor estimativa disponível prevê que ele será atingido de forma sustentável até 2030, sendo posteriormente ultrapassado em maior ou menor grau, dependendo do cenário.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="676816" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/estudo-revela-ondas-de-calor-marinhas-no-atlantico-sul-entenda-os-impactos-e-causas.html" title="Estudo revela ondas de calor marinhas no Atlântico Sul: entenda os impactos e causas">Estudo revela ondas de calor marinhas no Atlântico Sul: entenda os impactos e causas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/estudo-revela-ondas-de-calor-marinhas-no-atlantico-sul-entenda-os-impactos-e-causas.html" title="Estudo revela ondas de calor marinhas no Atlântico Sul: entenda os impactos e causas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/estudo-revela-ondas-de-calor-marinhas-no-atlantico-sul-entenda-os-impactos-e-causas-1727979498567_320.jpg" alt="Estudo revela ondas de calor marinhas no Atlântico Sul: entenda os impactos e causas"></a></article></aside><p>Além das temperaturas do ar, as temperaturas da água do mar e dos oceanos também são motivo de preocupação. <strong>O relatório destaca um aumento significativo no número de ondas de calor marinhas</strong> em todo o mundo nos últimos anos, atingindo uma média de 58 dias entre 2015 e 2016, em comparação com aproximadamente 36 dias entre 2007 e 2016. Além disso, em meados de junho de 2026, as temperaturas médias globais dos oceanos atingiram novos recordes para essa época do ano.</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em><a href="https://www.franceinfo.fr/environnement/crise-climatique/la-planete-se-rechauffe-a-un-rythme-sans-precedent-de-0-27-c-par-decennie-du-seul-fait-des-activites-humaines-alerte-un-rapport_8050112.html" target="_blank">La planète se réchauffe à "un rythme sans précédent" de 0,27°C par décennie, du seul fait des activités humaines</a></em>, alerte un rapport, FranceInfo, 11/06/2026</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/alerta-as-temperaturas-medias-estao-subindo-a-uma-taxa-sem-precedentes-em-todo-o-mundo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Inteligência artificial ajuda cientistas a simular colisões de estrelas de nêutrons com precisão]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/inteligencia-artificial-ajuda-cientistas-a-simular-colisoes-de-estrelas-de-neutrons-com-precisao.html</link><pubDate>Mon, 15 Jun 2026 00:03:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>A técnica combina inteligência artificial e física nuclear para compreender melhor a origem cósmica de elementos como ouro, platina e urânio.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/inteligencia-artificial-ajuda-cientistas-a-simular-colisoes-de-estrelas-de-neutrons-com-precisao-1781477463597.png" data-image="weaj75jeq7c0" alt="Um novo modelo de inteligência artificial consegue reproduzir o aquecimento gerado pelo processo-r, acelerando simulações de colisões de estrelas de nêutrons sem perder precisão física." title="Um novo modelo de inteligência artificial consegue reproduzir o aquecimento gerado pelo processo-r, acelerando simulações de colisões de estrelas de nêutrons sem perder precisão física."><figcaption>Um novo modelo de inteligência artificial consegue reproduzir o aquecimento gerado pelo processo-r, acelerando simulações de colisões de estrelas de nêutrons sem perder precisão física.</figcaption></figure><p>As colisões de estrelas de nêutrons estão entre os eventos mais energéticos do Universo e são responsáveis pela produção de elementos químicos pesados. Quando duas estrelas de nêutrons se fundem, quantidades de matéria rica em nêutrons são ejetadas para o espaço a velocidades próximas à da luz. <strong>Nesse ambiente ocorre o processo-r, um mecanismo de nucleossíntese responsável pela formação rápida de núcleos atômicos pesados.</strong> É por meio desse processo que elementos como ouro, platina e urânio são produzidos.</p><p>Compreender em detalhes o que acontece durante essas colisões exige simulações numéricas. <strong>Os modelos precisam descrever a hidrodinâmica da matéria ejetada, a física nuclear responsável pela formação dos elementos e os efeitos relativísticos. </strong>Isso resulta em cálculos computacionais complexos, envolvendo milhares de reações nucleares. Em muitos casos, uma única simulação pode durar dias ou semanas de processamento em supercomputadores. Essa limitação dificulta estudar diferentes condições iniciais e parâmetros físicos. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="755482" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/ondas-gravitacionais-podem-guardar-memoria-da-fusao-de-estrelas-de-neutrons-que-as-criaram.html" title="Ondas gravitacionais podem guardar memória da fusão de estrelas de nêutrons que as criaram">Ondas gravitacionais podem guardar memória da fusão de estrelas de nêutrons que as criaram</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/ondas-gravitacionais-podem-guardar-memoria-da-fusao-de-estrelas-de-neutrons-que-as-criaram.html" title="Ondas gravitacionais podem guardar memória da fusão de estrelas de nêutrons que as criaram"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ondas-gravitacionais-podem-guardar-memoria-da-fusao-de-estrelas-de-neutrons-que-as-criaram-1771787361830_320.png" alt="Ondas gravitacionais podem guardar memória da fusão de estrelas de nêutrons que as criaram"></a></article></aside><p>Para resolver esse problema, um novo estudo propõe usar inteligência artificial (IA) para superar parte dessas limitações. <strong>Os pesquisadores desenvolveram um modelo capaz de reproduzir o aquecimento gerado pelo processo-r dentro das simulações hidrodinâmicas. </strong>Em vez de calcular diretamente todas as reações nucleares a cada etapa da simulação, a rede neural aprende a estimar seus efeitos de forma mais eficiente. A abordagem permite estudar um número maior de simulações e explorar diferentes parâmetros físicos.</p><h2>Colisão de estrelas de nêutrons</h2><p>As colisões de estrelas de nêutrons ocorrem quando dois desses objetos compactos perdem energia orbital por meio da emissão de ondas gravitacionais e acabam se fundindo. <strong>Durante a colisão, matéria é ejetada para o espaço em condições extremas de temperatura, densidade e energia. </strong>A fusão também produz uma explosão conhecida como kilonova que está associada com emissões eletromagnéticas e ondas gravitacionais. </p><div class="texto-destacado">Uma das consequências mais importantes dessas fusões é a produção de elementos químicos pesados por meio do chamado processo-r ou processo de captura rápida de nêutrons. </div><p><strong>No processo-r, núcleos atômicos absorvem grandes quantidades de nêutrons em intervalos curtos antes de sofrerem decaimentos radioativos.</strong> Esse processo permite a formação de elementos como ouro, platina e urânio. A quantidade de elementos sintetizados depende de diversos fatores como a quantidade de massa ejetada, sua composição química e as condições físicas durante a expansão do material. Além disso, milhares de reações nucleares ocorrem simultaneamente enquanto a matéria esfria e evolui. </p><h2>Problema de simulações numéricas</h2><p>Para entender esses processos, astrônomos e físicos usam simulações numéricas que descrevem a Física do fenômeno. <strong>Durante a fusão, ocorrem simultaneamente fenômenos relacionados à relatividade geral, hidrodinâmica, física nuclear e transporte de radiação.</strong> A interação entre essas diferentes áreas da Física produz um sistema complexo, cuja evolução precisa ser calculada passo a passo por modelos computacionais. As simulações permitem reconstruir esses processos e comparar previsões teóricas com as observações.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/inteligencia-artificial-ajuda-cientistas-a-simular-colisoes-de-estrelas-de-neutrons-com-precisao-1781477485736.png" data-image="gw0x5xxlyzyt" alt="Com a redução do custo computacional, os pesquisadores podem testar um número muito maior de parâmetros e cenários para entender melhor as kilonovas e a formação de elementos pesados. Crédito: Just et al. 2026" title="Com a redução do custo computacional, os pesquisadores podem testar um número muito maior de parâmetros e cenários para entender melhor as kilonovas e a formação de elementos pesados. Crédito: Just et al. 2026"><figcaption>Com a redução do custo computacional, os pesquisadores podem testar um número muito maior de parâmetros e cenários para entender melhor as kilonovas e a formação de elementos pesados. Crédito: Just et al. 2026</figcaption></figure><p>No entanto, realizar essas simulações é uma tarefa computacionalmente muito exigente. <strong>Os modelos precisam acompanhar a evolução de bilhões de elementos enquanto resolvem equações que descrevem a dinâmica da matéria e da gravidade. </strong>Em muitos casos, também é necessário incluir milhares de reações nucleares responsáveis pela formação dos elementos pesados produzidos durante a colisão. Dependendo da resolução e da complexidade do modelo, uma única simulação pode consumir dias ou até semanas.</p><h2>Simulação com IA</h2><p>Um novo estudo propõe usar IA para resolver esse problema e acelerar uma das etapas mais custosas das simulações de colisões de estrelas de nêutrons. <strong>O método, chamado RHINE, emprega redes neurais para modelar a energia liberada durante o processo-r.</strong> Os pesquisadores treinaram a rede neural usando um conjunto de cálculos de referência produzidos com redes completas de reações nucleares. Durante essa etapa, o sistema aprende a relação entre as condições físicas da matéria e a energia liberada pelo processo-r. </p><p><strong>Após o treinamento, a rede neural pode ser incorporada diretamente às simulações hidrodinâmicas para estimar as taxas de aquecimento de forma muito mais rápida. </strong>Em vez de resolver milhares de reações nucleares a cada passo temporal, a IA fornece aproximações com um custo computacional menor. Isso permite executar um número maior de simulações e explorar diferentes cenários físicos em menos tempo. Como resultado, os pesquisadores conseguem investigar como variam as propriedades das kilonovas e da matéria ejetada em colisões de estrelas de nêutrons. </p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em>Just et al. 2026 <a href="https://journals.aps.org/prd/abstract/10.1103/gl2l-7f3g">r-process heating implementation in hydrodynamic simulations with neural networks</a> Physical Review D</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/inteligencia-artificial-ajuda-cientistas-a-simular-colisoes-de-estrelas-de-neutrons-com-precisao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Roberta Duarte]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria avança por 4 regiões do Brasil e muda o tempo; saiba quando e os estados atingidos]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-avanca-por-4-regioes-do-brasil-e-muda-o-tempo-saiba-quando-e-os-estados-atingidos.html</link><pubDate>Sun, 14 Jun 2026 22:35:59 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma nova frente fria chega e vai avançar por boa parte do Brasil mais para o fim da semana. O sistema vai provocar mudanças no Sul, Sudeste, Centro-Oeste e no Norte.</p><ul><li>Mais previsão: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-avanca-pelo-centro-sul-e-traz-sequencia-de-temperaturas-negativas-veja-onde.html">Ar polar avança pelo Centro-Sul e traz sequência de temperaturas negativas; veja onde </a></li></ul><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-avanca-por-4-regioes-do-brasil-e-muda-o-tempo-saiba-quando-e-os-estados-atingidos-1781476194335.jpg" data-image="fr8fynfzvnp8" alt="frente fria" title="frente fria"><figcaption>Uma nova frente fria chega e vai avançar por boa parte do Brasil. O sistema vai provocar mudanças no Sul, Sudeste, Centro-Oeste e no Norte.</figcaption></figure><p>Uma nova frente está prevista para chegar e avançar pelo Brasil no fim desta semana, logo depois do avanço de uma forte massa de ar polar. </p><p>Este sistema frontal<strong> promete ter grande amplitude de avanço e provocar mudança</strong> no Sul, Sudeste, no Centro-Oeste e até na Região Norte, levando potencial de chuvas intensas e tempestades.</p><h2>Quando a mudança do tempo começa?</h2><p>Na quinta-feira (18), <strong>o processo de formação da frente fria começa entre o norte e o oeste da Argentina</strong>, com as instabilidades se deslocando em direção ao Sul do Brasil no período da noite, o que pode provocar as primeiras chuvas de até forte intensidade na fronteira oeste do Rio Grande do Sul. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-avanca-por-4-regioes-do-brasil-e-muda-o-tempo-saiba-quando-e-os-estados-atingidos-1781475672849.jpg" data-image="wiw5wkv3w3bo" alt="frente fria" title="frente fria"><figcaption>Previsão de chuva e pressão para a tarde da quinta-feira, 18 de junho.</figcaption></figure><p>A frente fria se forma completamente na madrugada da sexta-feira (19) e já avança pelo Paraguai e <strong>chegando e provocando mudança do tempo em parte das regiões de fronteira do Brasil no início da manhã</strong>. Assim, há alerta de chuvas intensas e de tempestades no noroeste do Rio Grande do Sul, no extremo oeste de Santa Catarina, do Paraná e do Mato Grosso do Sul.</p><p>Devido a este avanço, o tempo também muda em praticamente todo o Rio Grande do Sul, com chuvas de fraca a moderada intensidade no Oeste, Sul, região Central, Norte e região metropolitana de Porto Alegre. <strong>Atenção para essas regiões é para o risco de rajadas de vento intensas na madrugada</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-avanca-por-4-regioes-do-brasil-e-muda-o-tempo-saiba-quando-e-os-estados-atingidos-1781475721320.jpg" data-image="2m9hz0uhddnk" alt="frente fria Brasil" title="frente fria Brasil"><figcaption>Previsão de chuva e pressão para a madrugada da sexta-feira, 19 de junho.</figcaption></figure><p><strong>Ao longo da sexta-feira (19)</strong>, a frente fria avança e perde intensidade, no entanto, há mudanças no tempo em todo o estado de Santa Catarina, no oeste ainda no período da manhã e, no norte e leste, a partir do fim da tarde. <strong>Há risco de tempestade e de chuvas intensas somente para as áreas do oeste</strong>.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões do tempo diretamente no seu celular através do nosso novo canal do WhatsApp. <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank"><strong>Clique aqui para nos seguir e ative as notificações!</strong></a> </div><p>No Paraná, <strong>a frente fria traz chuvas intensas e risco de tempestades</strong> em todo o oeste do estado no período da manhã. As instabilidades perdem intensidade no restante do dia e a frente fria muda o tempo através do aumento da nebulosidade e da ocorrência de chuva fraca no norte e no leste a partir do fim da tarde.</p><p><strong>O maior destaque fica para a mudança do tempo no Centro-Oeste</strong>, que é mais intensa. O deslocamento da frente fria pode formar <strong>um arco de linha de instabilidades</strong>, ou seja, um arco de tempestades provocado pelo contraste entre a frente fria e o ar quente no centro-norte do Brasil.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-avanca-por-4-regioes-do-brasil-e-muda-o-tempo-saiba-quando-e-os-estados-atingidos-1781475849681.jpg" data-image="n6kao8ummck8" alt="raios frente fria" title="raios frente fria"><figcaption>Previsão de densidade de raios para a tarde da sexta-feira, 19 de junho. Realce da linha de instabilidade entre o Mato Grosso e Rondônia.</figcaption></figure><p>Assim, <strong>há alerta de tempestades no período da manhã</strong> no oeste e centro-sul do Mato Grosso do Sul e no sudoeste do Mato Grosso. No período da tarde, os alertas ficam para o centro-norte, norte e leste do Mato Grosso do Sul, para o sul e todo o oeste do Mato Grosso. No fim do dia, a linha de instabilidade ganha intensidade no norte do Mato Grosso do Sul e atinge o sul de Rondônia.</p><p>No Sudeste, a frente fria chega por volta do meio da tarde no oeste do estado, <strong>trazendo potencial de chuvas na forma de pancadas</strong> somente no oeste do estado de São Paulo. No fim do período as instabilidades atingem o norte e noroeste e o extremo oeste da do Triângulo Mineiro, com potencial de tempestades pontuais. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-avanca-por-4-regioes-do-brasil-e-muda-o-tempo-saiba-quando-e-os-estados-atingidos-1781475926336.jpg" data-image="rpkt0vhp2az4" alt="frente fria" title="frente fria"><figcaption>Previsão de chuva, nebulosidade e pressão para noite da sexta-feira, 19 de junho.</figcaption></figure><p>No período da noite, <strong>a frente fria já está enfraquecida e provoca mais aumento da nebulosidade do que chuva</strong>, com maior potencial de chuva de fraca a moderada intensidade no estado de São Paulo e no oeste do Triângulo Mineiro.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-avanca-por-4-regioes-do-brasil-e-muda-o-tempo-saiba-quando-e-os-estados-atingidos.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Este oásis tropical escondido é um dos mais belos locais para nadar em águas abertas. Onde fica?]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/este-oasis-tropical-escondido-e-um-dos-mais-belos-locais-para-nadar-em-aguas-abertas-onde-fica.html</link><pubDate>Sun, 14 Jun 2026 20:02:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Dê o grande salto e deixe-se seduzir pelas sensações únicas de um mergulho em águas abertas e pelo relaxamento de uma sessão de sauna num cenário pitoresco, a poucos passos de Londres.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/cette-oasis-tropicale-cachee-est-l-un-des-plus-beaux-spots-de-baignade-en-eau-libre-ou-se-trouve-t-il-1781001603985.jpg" data-image="aefykgh5t7ja" alt="Laissez-vous séduire par les sensations uniques de la baignade en eau libre" title="Laissez-vous séduire par les sensations uniques de la baignade en eau libre"><figcaption>Deixe-se seduzir pelas sensações únicas de um mergulho em águas abertas. Crédito: Divers Cove</figcaption></figure><p><strong>Existe um local pouco conhecido, aninhado no coração das magníficas paisagens de Surrey</strong>, que oferece aos amantes da natureza uma experiência imersiva que combina banhos no lago e sessões de terapia de contraste, conhecidas pelos seus efeitos estimulantes e revigorantes.</p><p>Poderá também participar numa sessão de ioga relaxante, pontuada por banhos, momentos de descontração e diversas atividades de bem-estar, antes de concluir o dia com uma prática de ioga ainda mais tranquilizante. <strong>Visite Divers Cove (North Park Lane, Godstone, Surrey)</strong> para se conceder uma pausa de relaxamento, desconexão e recarga de energias.</p><h2>Descubra a natação em águas abertas</h2><p><strong>Descubra os benefícios revitalizantes da natação em águas frias nos arredores de Londres</strong>. A Divers Cove oferece sessões de iniciação à natação em águas frias, bem como programas de treino de quatro semanas centrados no crawl e/ou no aperfeiçoamento técnico para nadadores mais experientes.</p><p>Neste reservatório de 7,3 acres (cerca de 3 hectares), <strong>a temperatura da água pode atingir os 25 °C no final do verão</strong>. Sob o sol, as águas turquesa convidam imediatamente à evasão e proporcionam uma verdadeira sensação de férias.</p><p>Apesar destas temperaturas agradáveis,<strong> recomenda-se sempre realizar um aquecimento suave antes de mergulhar em águas abertas, para dar tempo ao corpo de se adaptar gradualmente à mudança de temperatura</strong>. Além disso, quando a água desce abaixo dos 16 °C, o uso de um fato de mergulho torna-se obrigatório. Este pode ser trazido pelos visitantes, alugado no local ou comprado.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/50i-vQPwPRQ/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=50i-vQPwPRQ" id="50i-vQPwPRQ"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>Para nadar em águas abertas em Divers Cove, <strong>é necessário usar uma touca de banho de cor viva, para garantir uma boa visibilidade na água, bem como um colete salva-vidas</strong>. Este equipamento pode ser trazido pelos visitantes ou alugado e comprado no local.</p><p>Os visitantes e os membros também podem desfrutar de deliciosas pizzas artesanais, ideais para se aquecerem após um mergulho em águas frias. Aqueles que desejam simplesmente desfrutar da tranquilidade do local também poderão apreciar <strong>a atmosfera pacífica do lago e dos bosques circundantes antes de saírem de uma sauna noturna bem quente</strong>.</p><h2>Banhos, sauna e ioga</h2><p>Para os amantes de banhos em águas abertas e de ioga, é difícil imaginar uma combinação melhor para recarregar completamente as energias. A professora de ioga Anna Rooke organiza, ao longo do verão, <strong>retiros de meio dia especialmente concebidos para promover o bem-estar do corpo e da mente</strong>.</p><p>No programa: sessões de ioga yin relaxante, práticas de ioga nidra particularmente calmantes, banhos ou imersões em água fria, sessões de sauna e iguarias energizantes. <strong>Uma experiência pensada para revitalizar o corpo, acalmar a mente e recuperar uma verdadeira sensação de bem-estar</strong>.</p><p><strong>As vagas para os retiros de verão que combinam natação em águas abertas e ioga com Anna Rooke estão, neste momento, esgotadas</strong>.<strong> </strong>No entanto, recomendamos que fique atento a eventuais novos retiros que possam vir a ser anunciados em breve.</p><p>Entretanto, <strong>deixe-se seduzir pela experiência única do Divers Cove</strong>. Dê o grande salto e ofereça ao seu corpo e à sua mente um momento tão estimulante quanto revigorante. Quem sabe? <strong>Esta experiência pode muito bem fazer com que queira voltar vezes sem conta</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/este-oasis-tropical-escondido-e-um-dos-mais-belos-locais-para-nadar-em-aguas-abertas-onde-fica.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item></channel></rss>