<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0"><channel><title>Meteored Brasil</title><link>https://www.tempo.com</link><description>Notícias do tempo - Confira as principais notícias sobre a meteorologia e previsão do tempo. Todas as informações são realizadas pelos nossos especialistas em meteorologia.</description><language>pt</language><lastBuildDate>Sun, 27 Sep 2026 20:20:13 +0000</lastBuildDate><pubDate>Sun, 27 Sep 2026 20:20:13 +0000</pubDate><atom:link href="https://www.tempo.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[ Copyright 2026 Meteored ]]></copyright><image><url>https://www.tempo.com/imagenes/logo_rss.png</url><title>Meteored Brasil</title><link>https://www.tempo.com</link><width>144</width><height>144</height></image><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>6</sy:updateFrequency><item><title><![CDATA[O planeta vermelho não é assim tão vermelho: as misteriosas rochas roxas encontradas em Marte que deixam a NASA perplexa]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/o-planeta-vermelho-nao-e-assim-tao-vermelho-as-misteriosas-rochas-roxas-encontradas-em-marte-que-deixam-a-nasa-perplexa.html</link><pubDate>Sun, 27 Sep 2026 19:02:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Novas imagens de Marte mostram uma região polar onde os tons avermelhados se misturam com os violetas, rosados e azuis, revelando a diversidade de materiais e processos que moldaram a sua superfície.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-planeta-rojo-no-es-tan-rojo-las-misteriosas-rocas-purpuras-halladas-en-marte-que-desconciertan-a-la-nasa-1790108561910.jpg" data-image="9u9pzsowjizk" alt="La imagen muestra Thyles Rupes desde una perspectiva directamente desde arriba. Se encuentra por encima de algunos cráteres y por debajo de otros, estando los más antiguos debajo de él." title="La imagen muestra Thyles Rupes desde una perspectiva directamente desde arriba. Se encuentra por encima de algunos cráteres y por debajo de otros, estando los más antiguos debajo de él."><figcaption>A imagem mostra Thyles Rupes numa perspetiva diretamente de cima. Encontra-se acima de algumas crateras e abaixo de outras, estando as mais antigas por baixo dele. Crédito: ESA/DLR/FU Berlin.</figcaption></figure><p><strong>O vermelho é, sem dúvida, a cor que define Marte</strong>. O óxido de ferro presente no pó e nas rochas da sua superfície é responsável pelos tons característicos de vermelho, ocre e castanho que deram ao planeta a sua famosa alcunha: o Planeta Vermelho.</p><div class="texto-destacado">No entanto, novas imagens da sua região polar sul revelam um panorama bastante mais colorido. Ali surgem chamativos redemoinhos de tons rosados, púrpuras e vermelhos em torno de uma formação geológica conhecida como Thyles Rupes, uma impressionante escarpa de gelo cujas falésias ultrapassam o quilómetro de altura.</div><p>O termo <em>rupes</em> significa <strong>"falésia"</strong> em latim, enquanto Thyles faz referência a uma <strong>terra mítica do extremo norte </strong>mencionada na Antiguidade.</p><h2>Uma paisagem formada por materiais muito diferentes</h2><p>A variedade cromática observada nesta zona <strong>não se deve a um único material</strong>. Cada tonalidade tem uma origem diferente e permite compreender melhor a história geológica de Marte.</p><p>Os <strong>setores mais escuros </strong>estão relacionados com materiais vulcânicos ricos em minerais como a olivina e o piroxeno. Ambos também são abundantes no manto terrestre. A <strong>olivina</strong> é composto por magnésio, ferro e silicatos, enquanto os <strong>piroxenos</strong> formam um grupo de minerais de silicato, com silício e oxigênio em abundância, muito comuns nas camadas superiores do manto da Terra.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-planeta-rojo-no-es-tan-rojo-las-misteriosas-rocas-purpuras-halladas-en-marte-que-desconciertan-a-la-nasa-1790108653899.jpg" data-image="3eehvdepzba8" alt="Este mapa topográfico de la región muestra la altura de Thyles Rupes, que supera el 1 km. Crédito: ESA/DLR/FU Berlin" title="Este mapa topográfico de la región muestra la altura de Thyles Rupes, que supera el 1 km. Crédito: ESA/DLR/FU Berlin"><figcaption> Este mapa topográfico da região mostra a altitude de Thyles Rupes, que ultrapassa 1 km. Crédito: ESA/DLR/FU Berlin.</figcaption></figure><p>Em contrapartida, <strong>as áreas de cor azul pálida</strong>, como as que se podem observar no interior do cratera, estão cobertas por dióxido de carbono congelado. Perto do polo sul marciano, este gelo pode persistir mesmo durante a primavera, época em que a imagem foi captada.</p><p>Uma das manchas claras que aparece na parte inferior esquerda também corresponde à região da calota polar sul. O núcleo permanente desta calota não chega a desaparecer, embora sobre ele<strong> se forme uma camada sazonal de gelo de dióxido de carbono</strong> que aumenta e diminui ao longo do ano marciano.</p><h2>Por que é que Marte aparece com uma cor violeta?</h2><p>A tonalidade púrpura característica que domina grande parte da imagem é o resultado de uma<strong> combinação de poeira e geada</strong>. Mas há um pormenor interessante: a paisagem não tem necessariamente o mesmo aspecto ao longo do dia.</p><div class="texto-destacado"><strong>A iluminação suave das primeiras horas da manhã, o pó em suspensão na atmosfera, a geada que cobre o solo e as zonas onde o gelo e as partículas de pó se misturam geram, em conjunto, essa aparência violácea.</strong></div><p>As imagens, portanto, não só mostram quais os materiais presentes na superfície marciana, mas também <strong>como as condições de iluminação e os ciclos diários podem alterar a percepção </strong>dessa paisagem. </p><h2>Dunas diferentes das de outras regiões de Marte</h2><p>A imagem permite também observar diferentes<strong> estruturas de areia</strong>. Os padrões de vento desta região são complexos e fazem com que não surjam as dunas finamente esculpidas que podem ser encontradas noutras partes do planeta.</p><p>É até possível distinguir as chamadas <strong>cristas barchanóides</strong>, estruturas em forma de arco semelhantes às dunas barchanas presentes nos desertos terrestres. Estas formações possuem duas extremidades ou «chifres» orientados na direção para onde sopra o vento.</p><h2>A origem de uma gigantesca falésia marciana</h2><p>Thyles Rupes estende-se por centenas de quilómetros e a sua origem é igualmente notável. A formação apresenta certas semelhanças com as grandes estruturas montanhosas terrestres, embora <strong>Marte não tenha </strong><strong>placas tectônicas ativas</strong> como a que caracteriza o nosso planeta.</p><p>A Terra continua a formar montanhas devido ao movimento das suas placas tectónicas. <strong>Marte, por outro lado, é um planeta com uma única placa</strong>, com uma crosta rígida e sem tectónica ativa.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="[object Object]" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><span class="encabezado"><h5 class="titular s"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/rajadas-de-vento-de-150-km-h-e-tempestades-de-poeira-a-nivel-global-e-assim-que-se-manifesta-o-clima-extremo-de-marte.html" title="Rajadas de vento de 150 km/h e tempestades de poeira a nível global: é assim que se manifesta o clima extremo de Marte">Rajadas de vento de 150 km/h e tempestades de poeira a nível global: é assim que se manifesta o clima extremo de Marte</a></h5></span><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/rajadas-de-vento-de-150-km-h-e-tempestades-de-poeira-a-nivel-global-e-assim-que-se-manifesta-o-clima-extremo-de-marte.html" title="Rajadas de vento de 150 km/h e tempestades de poeira a nível global: é assim que se manifesta o clima extremo de Marte"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/la-atmosfera-de-marte-y-su-meteorologia-1786343253900_320.jpg" alt="Rajadas de vento de 150 km/h e tempestades de poeira a nível global: é assim que se manifesta o clima extremo de Marte"></a></article></aside><p>Por isso, os investigadores consideram que Thyles Rupes se formou provavelmente quando o interior do planeta se encontrava em processo de arrefecimento. À medida que a crosta se contraía, determinadas zonas foram empurradas para cima, <strong>dando origem a esta enorme escarpa</strong>.</p><p>Nas últimas décadas, missões orbitais como a<strong> Mars Express</strong>, da Agência Espacial Europeia, e o <strong>Mars Reconnaissance Orbiter</strong>, da NASA, permitiram observar, com um nível de detalhe sem precedentes, inúmeras regiões de Marte.</p><p>Embora o planeta já não apresente a intensa atividade geológica que caracteriza a Terra, a sua superfície conserva os vestígios de processos ocorridos há milhares de milhões de anos. Cada nova imagem ajuda, assim, a <strong>reconstruir o seu passado</strong> e, ao mesmo tempo, permite compreender melhor as <strong>diferenças entre os mundos rochosos do sistema solar</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/o-planeta-vermelho-nao-e-assim-tao-vermelho-as-misteriosas-rochas-roxas-encontradas-em-marte-que-deixam-a-nasa-perplexa.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Em 1984, a NASA enviou 3.301 abelhas para o espaço para realizar uma experiência incomum]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/em-1984-a-nasa-enviou-3301-abelhas-para-o-espaco-para-realizar-uma-experiencia-invulgar.html</link><pubDate>Sun, 27 Sep 2026 17:26:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Uma experiência realizada por estudantes colocou milhares de abelhas dentro de um vaivém espacial para responder a uma pergunta que parecia quase absurda. O que descobriram após sete dias em órbita ainda surpreende os cientistas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/en-1984-la-nasa-mando-3-301-abejas-al-espacio-para-realizar-un-insolito-experimento-1789813339648.jpg" data-image="af75ua7wgm71" alt="nasa" title="nasa"><figcaption>Embora os primeiros dias tenham sido um pouco caóticos, as abelhas adaptaram-se rapidamente. (Imagem gerada por IA)</figcaption></figure><p>Em abril de 1984, enquanto o vaivém espacial Challenger se preparava para realizar a primeira reparação de um satélite na história da exploração espacial, transportava a bordo uma carga muito menos comum do que os habituais instrumentos científicos: uma colônia de cerca de <strong>3.301 abelhas melíferas</strong>, encerradas num módulo concebido especialmente para o voo.</p><div class="texto-destacado">Não era o objetivo principal da missão STS-41-C, mas sim uma experiência patrocinada por estudantes que procurava responder a uma questão muito específica: será que as abelhas conseguem construir um favo sem a ajuda da gravidade?</div><p>Na Terra, as abelhas <strong>utilizam a gravidade como ponto de referência </strong>constante: orientam as células hexagonais dos seus favos para baixo e até a utilizam para comunicarem entre si. Quando uma abelha coletora encontra alimento, regressa à colmeia e executa a famosa "dança das abelhas", um movimento em forma de oito em que o ângulo em relação à vertical do favo indica a direção do sol, e a duração do movimento marca a distância até ao alimento. Retirar essas abelhas do campo gravitacional terrestre equivalia a apagar-lhes, de um dia para o outro, grande parte do seu <strong>sistema de navegação</strong>.</p><p>Os primeiros dias <strong>foram caóticos</strong>. De acordo com o relatório oficial da NASA, as abelhas tentavam voar como de costume e acabavam por se chocar contra as paredes do recinto, incapazes de manter uma trajetória reta sem o sinal gravitacional a que estavam habituadas. Mas a adaptação ocorreu mais rapidamente do que o esperado. Com o passar dos dias, começaram a mover-se de um lado para o outro sem se chocarem e até a flutuar dentro do seu habitat com relativa naturalidade.</p><h2>Um favo quase idêntico ao da Terra</h2><p>O mais impressionante não foi o fato de terem aprendido a movimentar-se, mas sim de terem retomado o seu trabalho habitual. Durante os sete dias que durou a missão, a colónia construiu cerca de <strong>200 centímetros quadrados de favo</strong>, e a análise posterior determinou que a estrutura era praticamente igual à que fabricam na Terra, com a mesma geometria hexagonal de sempre. Além disso, a rainha chegou a pôr cerca de 35 ovos durante a viagem, embora nenhum deles tenha eclodido após o regresso.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">The honey bee waggle dance communicates information about resource location from a foraging worker to nestmates.<br><br>New research in Science shows that this complex dance is in part learned by young bees as they observe more experienced bees. <a href="https://t.co/UFIhTF1Z1N">https://t.co/UFIhTF1Z1N</a> <a href="https://t.co/dQWWzWh2jH">pic.twitter.com/dQWWzWh2jH</a></p>— Science Magazine (@ScienceMagazine) <a href="https://x.com/ScienceMagazine/status/1634266394563862528?ref_src=twsrc%5Etfw">March 10, 2023</a></blockquote></figure><p>Este resultado sugere que o comportamento social e construtivo de uma colônia <strong>não depende tanto da gravidade </strong>como se pensava, mas sim de uma série de instintos que persistem mesmo quando as condições ambientais mudam completamente. Para quem alguma vez se questionou até que ponto os animais estão «programados» pelo seu ambiente, esta experiência é um bom exemplo de que certos comportamentos coletivos são mais resistentes do que parecem.</p><h2>Parte de uma tradição espacial pouco conhecida</h2><p>As abelhas de 1984 não foram os primeiros insetos a viajar para o espaço. As moscas-da-fruta tinham sido os primeiros animais enviados para fora da atmosfera, já em 1947, e, ao longo dos anos, a lista passou a incluir <strong>bichos-da-seda, formigas, aranhas e borboletas</strong>, cada um destinado a responder a uma questão biológica específica: as aranhas para estudar como tecem as suas teias sem gravidade, as formigas para analisar o movimento coletivo, as moscas para investigação genética e sobre radiação.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="786697" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/ameaca-climatica-aos-polinizadores-por-que-o-derretimento-de-geleiras-esta-aumentando-doencas-em-abelhas.html" title="Ameaça climática aos polinizadores: por que o derretimento de geleiras está aumentando doenças em abelhas">Ameaça climática aos polinizadores: por que o derretimento de geleiras está aumentando doenças em abelhas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/ameaca-climatica-aos-polinizadores-por-que-o-derretimento-de-geleiras-esta-aumentando-doencas-em-abelhas.html" title="Ameaça climática aos polinizadores: por que o derretimento de geleiras está aumentando doenças em abelhas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/amenaza-climatica-para-los-polinizadores-por-que-el-derretimiento-glaciar-incrementa-enfermedades-en-las-abejas-1788025113022_320.jpeg" alt="Ameaça climática aos polinizadores: por que o derretimento de geleiras está aumentando doenças em abelhas"></a></article></aside><p>A escolha de insetos, em vez de animais maiores, tem uma razão prática: são organismos<strong> compactos, baratos de transportar e muito bem estudados</strong> na Terra, o que permite comparar com precisão o seu comportamento normal com o que acontece em microgravidade. O módulo onde as abelhas viajaram, construído pela Honeywell, acabou por ser doado ao Museu Nacional do Ar e do Espaço do Smithsonian, e o mesmo projeto foi reutilizado no ano seguinte para outra experiência com estudantes, desta vez com moscas domésticas.</p><h2>O porquê desta experiência continuar a ser relevante</h2><p>Com o olhar voltado para missões espaciais cada vez mais longas, compreender como se comportam os sistemas biológicos complexos — não apenas organismos individuais, mas <strong>c</strong><strong>olônias inteiras com divisão de tarefas </strong>— na ausência de gravidade continua a ser um tema de real interesse para a ciência espacial.</p><div class="texto-destacado"><strong>Estudos posteriores sobre a orientação dos favos revelaram, de facto, que as abelhas são capazes de construir células em orientações verticais, horizontais e intermédias, tanto na Terra como em gravidade zero, o que relativiza um pouco a surpresa inicial do experimento, embora não diminua o mérito da descoberta de 1984.</strong></div><p>Para qualquer pessoa interessada no futuro da exploração espacial, este tipo de testes — modestos, quase curiosos do ponto de vista atual — faz parte da compreensão de que formas de vida terrestres poderiam ser sustentadas, e de que forma, nas viagens de longa duração que a humanidade ainda tem pela frente.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/em-1984-a-nasa-enviou-3301-abelhas-para-o-espaco-para-realizar-uma-experiencia-invulgar.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Cidades do RS registram chuva de granizo do tamanho de uma mão; veja imagens ]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/cidades-do-rs-registram-chuva-de-granizo-do-tamanho-de-uma-mao-veja-imagens.html</link><pubDate>Sun, 27 Sep 2026 15:22:11 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Avisos emitidos pelo INMET e pela Defesa Civil detalharam a formação de áreas de baixa pressão, que impulsionaram o ar quente e úmido responsável pelos temporais no interior do estado.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/cidades-do-rs-registram-chuva-de-granizo-do-tamanho-da-mao-veja-imagens-1790520650051.jpg" data-image="fxdeoqc5dqdk" alt="Granizo registrado por moradores de Santiago, no RS, após forte temporal. Foto: Reprodução/ Redes Sociais" title="Granizo registrado por moradores de Santiago, no RS, após forte temporal. Foto: Reprodução/ Redes Sociais"><figcaption>Granizo registrado por moradores de Santiago, no RS, após forte temporal. Foto: Reprodução/ Redes Sociais</figcaption></figure><p>Municípios do <strong>interior gaúcho</strong> enfrentaram momentos de tensão com a passagem de fortes tempestades de granizo na noite deste sábado (26). <strong>Moradores registraram pedras de gelo de dimensões incomuns</strong>, que cobriram o solo e geraram estragos em diversas propriedades.</p><p>O avanço da instabilidade <strong>atingiu com força a Região Central e a Fronteira Oeste do estado</strong>. Diante do cenário de destruição estrutural e alagamentos, equipes municipais e a Defesa Civil Estadual iniciaram mobilizações emergenciais para prestar socorro às comunidades afetadas.</p><h2>Estragos e pedras de gelo de grandes proporções em Santiago</h2><p>Em <strong>Santiago</strong>, na Região Central, a tempestade causou destruição generalizada em vários pontos do perímetro urbano. Moradores documentaram <strong>pedras de granizo com tamanho similar ao da palma da mão</strong>, cuja intensidade acumulada deixou o chão totalmente coberto de branco.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">Santiago/RS<br>26/09/2026<br><br>Muito Granizo ️ <a href="https://t.co/BMhO3237oJ">pic.twitter.com/BMhO3237oJ</a></p>— TEMPO OESTE (@TempoOeste) <a href="https://x.com/TempoOeste/status/2104030072868880394?ref_src=twsrc%5Etfw">September 27, 2026</a></blockquote></figure><p>Segundo os relatos da população local, <strong>o fenômeno devastou grande parte da cidade e danificou coberturas</strong>. A Defesa Civil do Rio Grande do Sul emitiu um aviso emergencial para Santiago e cidades vizinhas, válido até o fim do sábado, alertando para alto risco de novos destelhamentos.</p><h2>Interior de Alegrete registra casas alagadas e danos</h2><p>Na mesma noite, <strong>a precipitação atingiu em cheio localidades da zona rural de Alegrete, a exemplo de Passo Novo</strong>, situada a cerca de 20 quilômetros da sede do município. Além de Passo Novo, as comunidades de São João e Cerro do Tigre também notificaram a queda intensa de pedras de gelo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/cidades-do-rs-registram-chuva-de-granizo-do-tamanho-da-mao-veja-imagens-1790520774459.jpg" data-image="d80xb0dr2dpx" alt="Temporais de granizo provocaram danos em telhados no município de Alegrete, RS. Foto: Reprodução/ Redes Sociais" title="Temporais de granizo provocaram danos em telhados no município de Alegrete, RS. Foto: Reprodução/ Redes Sociais"><figcaption>Temporais de granizo provocaram danos em telhados no município de Alegrete, RS. Foto: Reprodução/ Redes Sociais</figcaption></figure><p>Moradores dessas regiões relataram<strong> pedras com dimensões comparáveis a ovos, resultando em perfurações de telhados</strong> e inundações em residências. Em razão dos danos imediatos, o coordenador da Defesa Civil de Alegrete, Adão Roberto Rodrigues, deslocou equipes até as localidades para acompanhar o socorro às famílias.</p><h2>Dinâmica atmosférica e municípios atingidos na fronteira</h2><p> O quadro de instabilidade climática começou a ingressar no território gaúcho ainda durante a tarde de sábado pela Fronteira Oeste. <strong>As primeiras ocorrências envolveram tempestades com granizo no município de Barra do Quaraí</strong>, seguidas pela chegada de um temporal expressivo em Uruguaiana no início da noite.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">mlk tá simplesmente acabando o Rio Grande do Sul <a href="https://t.co/ZeVtlEWQ69">pic.twitter.com/ZeVtlEWQ69</a></p>— dev juninho (@devjuninho) <a href="https://x.com/devjuninho/status/2104001063745429871?ref_src=twsrc%5Etfw">September 27, 2026</a></blockquote></figure><p>De acordo com o <strong>Instituto Nacional de Meteorologia</strong> (<a href="https://portal.inmet.gov.br/" target="_blank">INMET</a>), a instabilidade foi impulsionada por<strong> </strong>uma área de baixa pressão entre o norte da Argentina e o Paraguai. Esse sistema<strong> favoreceu o transporte contínuo de ar quente e úmido</strong>, encontrando o avanço marítimo de uma frente fria no Sul do país.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="790697" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-e-frente-fria-mantem-o-risco-de-tempestades-severas-e-granizo-no-inicio-da-semana.html" title="Ciclone e frente fria mantém o risco de tempestades severas e granizo no início da semana">Ciclone e frente fria mantém o risco de tempestades severas e granizo no início da semana</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-e-frente-fria-mantem-o-risco-de-tempestades-severas-e-granizo-no-inicio-da-semana.html" title="Ciclone e frente fria mantém o risco de tempestades severas e granizo no início da semana"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-e-frente-fria-mantem-o-risco-de-tempestades-severas-e-granizo-no-inicio-da-semana-1790517468399_320.jpg" alt="Ciclone e frente fria mantém o risco de tempestades severas e granizo no início da semana"></a></article></aside><p>A combinação desses fatores meteorológicos<strong> i</strong><strong>ntensificou a formação de nuvens convectivas de grande porte</strong>. Com a continuidade dos fluxos de vento e umidade, os órgãos técnicos mantêm o monitoramento sobre as áreas atingidas para calcular os prejuízos estruturais.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referências da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Ana%20Clara%20Machado%2C%20St%C3%AAv%C3%A3o%20Limana" data-year="2026" data-title="Temporais%20com%20granizo%20causam%20estragos%20na%20cidade%20de%20Santiago%2C%20no%20RS" data-url="https%3A%2F%2Fwww.cnnbrasil.com.br%2Fnacional%2Fsul%2Frs%2Ftemporais-com-granizo-causam-estragos-na-cidade-de-santiago-no-rs">Ana Clara Machado, Stêvão Limana. (2026). <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/sul/rs/temporais-com-granizo-causam-estragos-na-cidade-de-santiago-no-rs" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Temporais com granizo causam estragos na cidade de Santiago, no RS</a>.</cite><br><cite data-author="Flaviane%20Antolini" data-year="2026" data-title="Pedras%20de%20granizo%20de%20grandes%20propor%C3%A7%C3%B5es%20provocam%20estragos%20e%20alagam%20casas%20no%20Passo%20Novo" data-url="https%3A%2F%2Fwww.alegretetudo.com.br%2Fpedras-de-granizo-de-grandes-proporcoes-provocam-estragos-e-alagam-casas-no-passo-novo%2F%3Ffbclid%3DIwY2xjawUlNzNleHRuA2FlbQIxMQBwZG9mBXNydGMGYXBwX2lkEDIyMjAzOTE3ODgyMDA4OTIAAR6xWn4RY84gZMlO7ivkIZG6_T8DmfZRxraoCnYJLOGHfGOgytUXXgrCAOHL9w_aem_I8bY39PsRt8NWxpjGdkzrQ%23goog_rewarded">Flaviane Antolini. (2026). <a href="https://www.alegretetudo.com.br/pedras-de-granizo-de-grandes-proporcoes-provocam-estragos-e-alagam-casas-no-passo-novo/?fbclid=IwY2xjawUlNzNleHRuA2FlbQIxMQBwZG9mBXNydGMGYXBwX2lkEDIyMjAzOTE3ODgyMDA4OTIAAR6xWn4RY84gZMlO7ivkIZG6_T8DmfZRxraoCnYJLOGHfGOgytUXXgrCAOHL9w_aem_I8bY39PsRt8NWxpjGdkzrQ#goog_rewarded" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Pedras de granizo de grandes proporções provocam estragos e alagam casas no Passo Novo</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/cidades-do-rs-registram-chuva-de-granizo-do-tamanho-de-uma-mao-veja-imagens.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ciclone e frente fria mantém o risco de tempestades severas e granizo no início da semana]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-e-frente-fria-mantem-o-risco-de-tempestades-severas-e-granizo-no-inicio-da-semana.html</link><pubDate>Sun, 27 Sep 2026 13:58:19 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A formação de um ciclone e de uma frente fria mantém os riscos e tempestades severas para o Rio Grande do Sul e passa a incluir os demais estados da Região Sul, o Mato Grosso do Sul e São Paulo no início da semana.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xbdjwta"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xbdjwta.jpg" id="xbdjwta"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O processo de <strong>formação de um ciclone extratropical e de sua frente fria</strong> já provocaram <strong>chuvas intensas e queda de granizo excepcional</strong> no estado do Rio Grande do Sul. Esse risco de eventos severos continua no território gaúcho e passa a incluir os estados de Santa Catarina, do Paraná, de São Paulo e do Mato Grosso do Sul no início da semana.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p><strong>Neste domingo (27)</strong>, o tempo instável continua sobre o Rio Grande do Sul, com potencial de <strong>tempestades severas, com queda de granizo durante o restante do dia</strong>, núcleos mais intensos ganhando força a partir da tarde na metade sul do estado, porção sul do Norte e da Serra.</p><h2>Segunda-feira: elevado potencial de tempestades severas</h2><p><strong>Já na madrugada de segunda-feira (28)</strong>, as instabilidades ganham intensidade e se espalham pelo Rio Grande do Sul.<strong> Alerta para o risco de tempestades severas, chuvas intensas e elevado potencial para queda de granizo</strong> em praticamente todo o território gaúcho. A exceção fica para as áreas do Norte.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-e-frente-fria-mantem-o-risco-de-tempestades-severas-e-granizo-no-inicio-da-semana-1790516595029.jpg" data-image="gmslxyxh6i0z" alt="tempestades e granizo" title="tempestades e granizo"><figcaption>Previsão de chuva e nebulosidade para a madrugada da segunda-feira, 28 de setembro.</figcaption></figure><p>No entanto,<strong> no período da manhã, as chuvas na forma de tempestades</strong> atingem todo o Rio Grande do Sul. <strong>Risco de tempo severo</strong> se mantém, <strong>com queda de granizo</strong>, principalmente para o Sul, Campanha e todo o leste do estado.</p><p><strong>Mais para o fim da manhã e início da tarde</strong>, as instabilidades passam a atuar e deixar alerta para o sul, região central e oeste de Santa Catarina e para o extremo sul e sudeste do Paraná, ainda mantendo as chuvas intensas e trovoadas sobre o Rio Grande do Sul.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-e-frente-fria-mantem-o-risco-de-tempestades-severas-e-granizo-no-inicio-da-semana-1790516666545.jpg" data-image="i0dwhhf5x9qs" alt="tempestades severas" title="tempestades severas"><figcaption>Previsão de chuva e nebulosidade para o fim da manhã da segunda-feira, 28 de setembro.</figcaption></figure><p><strong>No decorrer da tarde, as instabilidades se espalham e dispersam</strong> mais sobre a Região Sul. No entanto, ainda <strong>há alertas de tempestades e de chuvas intensas</strong>, sobre a metade norte do Rio Grande do Sul, sobre o meio-oeste, sul e leste de Santa Catarina, sobre o sul, sudoeste e leste do Paraná. O estado do Mato Grosso do Sul, já pode registrar chuva pontualmente forte.</p><p><strong>No período da noite</strong><strong>, as instabilidades perdem força e atuam de forma ainda mais pontual</strong>, com pancadas de chuva e trovoadas atingindo o centro-norte e leste do Rio Grande do Sul, todas as regiões de Santa Catarina, o leste, sul, oeste e noroeste do Paraná. </p><figure class="video-dailymotion"><div id="player-xbdjyrm"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xbdjyrm.jpg" id="xbdjyrm"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p><strong>No Mato Grosso do Sul, não há potencial de chuva</strong>. Já no estado de <strong>São Paulo, potencial de pancadas de chuva forte e trovoadas</strong> na porção Central e Norte do estado.</p><h2>Terça-feira: nova onda de tempestades severas atinge o Sul e inclui o MS e SP</h2><p>Na terça-feira (29) inicia de fato a formação do ciclone extratropical e da sua frente fria associada.</p><p><strong>Na madrugada, alerta elevado de tempestades severas, chuvas intensas e queda de granizo</strong>, já na madrugada em todo o Rio Grande do Sul, mantendo o alerta para o período da manhã.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-e-frente-fria-mantem-o-risco-de-tempestades-severas-e-granizo-no-inicio-da-semana-1790517014975.jpg" data-image="l4rl42a3b8t0"><figcaption>Previsão de chuva e nebulosidade para a madrugada da terça-feira, 29 de setembro.</figcaption></figure><p>Ainda <strong>no período da manhã</strong>, uma nova mudança do tempo atinge o estado de Santa Catarina, com <strong>alerta de tempestades </strong>para todas as regiões, atingindo o norte do estado por volta do fim do período. No Paraná, o alerta de tempestades abrange o oeste, sudoeste e o sul do estado.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-e-frente-fria-mantem-o-risco-de-tempestades-severas-e-granizo-no-inicio-da-semana-1790517051802.jpg" data-image="si6isxgyc3iv" alt="ciclone e tempestades" title="ciclone e tempestades"><figcaption>Previsão de chuva, nebulosidade e pressão para a manhã da terça-feira, 29 de setembro.</figcaption></figure><p><strong>No período da tarde</strong>, as chuvas reduzem no Rio Grande do Sul, mas ainda há potencial de eventos de moderada a forte intensidade para todo o leste, nordeste e norte do estado. <strong>Já em Santa Catarina e no Paraná, há alerta de chuvas intensas, tempestades e queda de granizo</strong> em todas as regiões.</p><p>Além dos estados do Sul, <strong>Mato Grosso do Sul e o estado de São Paulo, podem registrar a formação de instabilidades pontuais </strong>e pancadas de chuva forte a partir do meio da tarde no centro-sul sul-mato-grossense, no sul e leste paulistas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-e-frente-fria-mantem-o-risco-de-tempestades-severas-e-granizo-no-inicio-da-semana-1790517088371.jpg" data-image="bqosvo6v6ktx" alt="previsão do tempo" title="previsão do tempo"><figcaption>Previsão de chuva, nebulosidade e pressão para a tarde da terça-feira, 29 de setembro.</figcaption></figure><p><strong>No período da noite</strong>, o ciclone está formado e atuando na costa próximo do Rio Grande do Sul e do Uruguai. <strong>Não há potencial de intensas rajadas de ventos promovidas pelo sistema.</strong></p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="790140" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-de-inverno-ainda-sera-persistente-o-meteorologista-matheus-manente-nos-traz-a-tendencia-das-temperaturas.html" title="'Frio de inverno ainda será persistente': o meteorologista Matheus Manente nos traz a tendência das temperaturas">"Frio de inverno ainda será persistente": o meteorologista Matheus Manente nos traz a tendência das temperaturas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-de-inverno-ainda-sera-persistente-o-meteorologista-matheus-manente-nos-traz-a-tendencia-das-temperaturas.html" title="'Frio de inverno ainda será persistente': o meteorologista Matheus Manente nos traz a tendência das temperaturas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/frio-de-inverno-ainda-sera-persistente-o-meteorologista-matheus-manente-nos-traz-a-tendencia-das-temperaturas-1790176892762_320.jpg" alt="'Frio de inverno ainda será persistente': o meteorologista Matheus Manente nos traz a tendência das temperaturas"></a></article></aside><p><strong>Já a frente fria em formação atua entre o Paraná, o Mato Grosso do Sul e São Paulo</strong>. Assim, há <strong>alertas de chuvas intensas e de tempestades, com granizo</strong> no oeste, norte e noroeste do Paraná, no centro-sul e oeste do Mato Grosso do Sul, no centro, norte, leste e sul de São Paulo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-e-frente-fria-mantem-o-risco-de-tempestades-severas-e-granizo-no-inicio-da-semana-1790517111555.jpg" data-image="dj1zuqbgeem4" alt="ciclone e frente fria" title="ciclone e frente fria"><figcaption>Previsão de chuva, nebulosidade e pressão para a noite da terça-feira, 29 de setembro.</figcaption></figure><p><strong>No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, não há mais alertas</strong> de tempo severo, mas a chuva ainda pode ocorrer com fraca a moderada intensidade no sul e todo o leste gaúcho e no meio-oeste catarinense.</p><h2>Tendência ainda é chuva na semana</h2><p><strong>Na quarta-feira (30) ainda há previsão de chuva forte e trovoadas </strong>sobre Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul. <strong>Na quinta-feira (1º)</strong>, a atuação da <strong>frente fria fica restrita à Região Sudeste e ao Centro-Oeste</strong>, com risco de tempestades mais pontuais e eventual queda de granizo. A Região Sul, segue com tempo firme devido a presença de uma massa de ar frio. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-e-frente-fria-mantem-o-risco-de-tempestades-severas-e-granizo-no-inicio-da-semana.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Massa negativa pode existir? Cientistas investigam uma possibilidade prevista pela Física]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/massa-negativa-pode-existir-cientistas-investigam-uma-possibilidade-prevista-pela-fisica.html</link><pubDate>Sun, 27 Sep 2026 12:25:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>A possibilidade de objetos com massa negativa, uma ideia considerada impossível pela Física, voltou a ser investigada em um novo estudo teórico. Pesquisadores mostraram que, em determinados modelos, a massa negativa não necessariamente produz inconsistências com as leis conhecidas. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/massa-negativa-pode-existir-cientistas-investigam-uma-possibilidade-prevista-pela-fisica-1790431567646.png" data-image="swt92juia06p" alt="Novo estudo teórico investiga se objetos de massa negativa poderiam existir sem necessariamente violar as leis conhecidas da Física. Crédito: NASA" title="Novo estudo teórico investiga se objetos de massa negativa poderiam existir sem necessariamente violar as leis conhecidas da Física. Crédito: NASA"><figcaption>Novo estudo teórico investiga se objetos de massa negativa poderiam existir sem necessariamente violar as leis conhecidas da Física. Crédito: NASA</figcaption></figure><p>Desde o começo, aprendemos a tratar a massa como uma grandeza positiva: corpos possuem massa inercial e gravitacional com valores positivos. A hipótese de massa negativa aparece como uma ideia impossível, na qual a massa teria sinal oposto. <strong>Agora, alguns pesquisadores voltam a questionar se a massa negativa é realmente proibida.</strong></p><p>Em um novo trabalho teórico, os autores mostram que determinados modelos com objetos de massa negativa podem ser matematicamente consistentes. Isso levanta uma questão experimental: <strong>caso esses objetos sejam fisicamente possíveis, existiriam formas de observar sua presença?</strong></p><p><strong>A existência de massa negativa representaria uma mudança profunda na nossa descrição da matéria, da gravidade e da dinâmica dos corpos. </strong>No entanto, os resultados atuais permanecem no campo hipotético: não há evidência experimental estabelecida de objetos com massa negativa. </p><h2>Massa negativa </h2><p><strong>A massa negativa não é considerada impossível simplesmente porque a Física proíbe matematicamente um valor menor que zero. </strong>O problema é que, nas teorias testadas experimentalmente, a massa aparece como uma grandeza positiva nas partículas e objetos conhecidos. </p><div class="texto-destacado">Na Mecânica Clássica, por exemplo, a relação de Newton faria um corpo com massa inercial negativa acelerar em direção oposta à força aplicada.</div><p><strong>Na Relatividade Geral, a situação é ainda mais restritiva: densidades de energia e massa negativas podem gerar comportamentos gravitacionais incomuns.</strong> Embora algumas soluções matemáticas permitam valores efetivamente negativos em contextos específicos, não existe evidência experimental de um objeto macroscópico com massa negativa.</p><h2>Como ela poderia existir?</h2><p>Uma possibilidade discutida parte da própria origem da massa na Física moderna: ela está relacionada à energia dos campos e das interações entre partículas. <strong>Em prótons, por exemplo, a maior parte da massa não vem das massas dos quarks, mas da energia associada aos glúons e ao confinamento da força forte. </strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/massa-negativa-pode-existir-cientistas-investigam-uma-possibilidade-prevista-pela-fisica-1790431523396.png" data-image="ebnkaqhyhsxb" alt="Se existissem, objetos de massa negativa poderiam alterar a dinâmica de colisões entre buracos negros e estrelas de nêutrons, deixando assinaturas gravitacionais incomuns. Crédito: NASA" title="Se existissem, objetos de massa negativa poderiam alterar a dinâmica de colisões entre buracos negros e estrelas de nêutrons, deixando assinaturas gravitacionais incomuns. Crédito: NASA"><figcaption>Se existissem, objetos de massa negativa poderiam alterar a dinâmica de colisões entre buracos negros e estrelas de nêutrons, deixando assinaturas gravitacionais incomuns. Crédito: NASA</figcaption></figure><p>Como massa e energia são relacionadas, os autores investigam se determinadas configurações de energia <strong>poderiam produzir um comportamento equivalente ao de uma massa negativa. </strong>O modelo considera uma massa positiva imersa em um meio semelhante à energia escura, mas com uma constante cosmológica negativa.</p><h2>Observando objetos de massa negativa</h2><p>Observar diretamente um objeto de massa negativa seria extremamente difícil porque, nos modelos analisados, <strong>sua densidade de energia precisaria atingir valores da ordem de 10¹⁸ kg/m³</strong>. Isso é cerca de 200 trilhões de vezes a densidade média da Terra, tornando improvável uma detecção direta. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="789952" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/a-agua-desloca-o-centro-de-massa-da-terra-os-cientistas-detetaram-um-movimento-invisivel-do-nosso-planeta.html" title="A água desloca o centro de massa da Terra: os cientistas detetaram um movimento invisível do nosso planeta">A água desloca o centro de massa da Terra: os cientistas detetaram um movimento invisível do nosso planeta</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/a-agua-desloca-o-centro-de-massa-da-terra-os-cientistas-detetaram-um-movimento-invisivel-do-nosso-planeta.html" title="A água desloca o centro de massa da Terra: os cientistas detetaram um movimento invisível do nosso planeta"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-agua-mueve-el-centro-de-masa-de-la-tierra-los-cientificos-detectaron-un-movimiento-invisible-de-nuestro-planeta-1790002022783_320.png" alt="A água desloca o centro de massa da Terra: os cientistas detetaram um movimento invisível do nosso planeta"></a></article></aside><p>Por isso, os pesquisadores sugerem procurar efeitos gravitacionais indiretos. Um objeto de massa negativa em movimento em direção a uma massa positiva poderia reduzir parte de seu campo gravitacional.<strong> Esses objetos também poderiam alterar a estrutura de jatos relativísticos</strong> ou deixar assinaturas em colisões entre estrelas de nêutrons e buracos negros.</p><h2>Gravidade modificada</h2><p>Outra possibilidade investigada pelos autores envolve teorias de gravidade modificada, nas quais a Relatividade Geral é complementada por campos escalares adicionais.Em determinadas condições, <strong>a dinâmica desses campos poderia gerar regiões com propriedades equivalentes às de objetos de massa negativa.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/massa-negativa-pode-existir-cientistas-investigam-uma-possibilidade-prevista-pela-fisica-1790431614647.png" data-image="h5ceb8y4l91n" alt="Uma possível forma de procurar esses objetos seria observar como eles desviariam a luz: em vez de atraí-la, a massa negativa poderia produzir uma deflexão gravitacional repulsiva. Crédito: NASA" title="Uma possível forma de procurar esses objetos seria observar como eles desviariam a luz: em vez de atraí-la, a massa negativa poderia produzir uma deflexão gravitacional repulsiva. Crédito: NASA"><figcaption>Uma possível forma de procurar esses objetos seria observar como eles desviariam a luz: em vez de atraí-la, a massa negativa poderia produzir uma deflexão gravitacional repulsiva. Crédito: NASA</figcaption></figure><p><strong>Nesses modelos, a geometria do espaço-tempo ao redor do objeto poderia produzir efeitos gravitacionais diferentes dos previstos pela Relatividade Geral convencional. </strong>A luz, por exemplo, poderia sofrer uma deflexão repulsiva, afastando-se da região de massa negativa em vez de ser desviada em direção à concentração de massa. </p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Nojiri%20and%20Odintsov" data-year="2026" data-title="May%20negative%20mass%20objects%20exist%20in%20the%20sky%3F" data-url="https%3A%2F%2Fwww.sciencedirect.com%2Fscience%2Farticle%2Fabs%2Fpii%2FS2212686426001536%3Fvia%253Dihub">Nojiri and Odintsov. (2026). <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S2212686426001536?via%3Dihub" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">May negative mass objects exist in the sky?</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/massa-negativa-pode-existir-cientistas-investigam-uma-possibilidade-prevista-pela-fisica.html</guid><dc:creator><![CDATA[Roberta Duarte]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Conheça cinco das aranhas mais perigosas do mundo e os efeitos de seus venenos]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/conheca-cinco-das-aranhas-mais-perigosas-do-mundo-e-os-efeitos-de-seus-venenos.html</link><pubDate>Sun, 27 Sep 2026 10:09:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Da aranha-marrom à teia-de-funil australiana, algumas espécies possuem venenos capazes de provocar necrose, alterações neurológicas e problemas respiratórios, exigindo atendimento médico rápido em casos graves de picada.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/conheca-cinco-das-aranhas-mais-perigosas-do-mundo-e-os-efeitos-de-seus-venenos-1790341052653.jpg" data-image="fe4aelyzkmxz" alt="A aranha-marrom tem três pares de olhos – o que a distingue de outras espécies de aranhas domésticas." title="A aranha-marrom tem três pares de olhos – o que a distingue de outras espécies de aranhas domésticas."><figcaption>A aranha-marrom tem três pares de olhos – o que a distingue de outras espécies de aranhas domésticas. Crédito: Johnathan Coddignton</figcaption></figure><p>Pequenas e discretas ou grandes e defensivas, algumas aranhas possuem <strong>venenos capazes de provocar quadros graves em seres humanos.</strong> Espécies encontradas na América do Sul, América do Norte, Ásia e Oceania estão entre as consideradas mais perigosas devido aos efeitos que suas toxinas podem causar no organismo.</p><p>Entre elas está a <strong>aranha-marrom ou aranha-violinista (</strong><em><strong>Loxosceles laeta</strong></em><strong>)</strong>, comum na América do Sul. Pequena, com cerca de 8 a 12 milímetros, ela costuma procurar locais secos e escuros e pode aparecer dentro de residências. Seu veneno tem propriedades necrosantes e hemolíticas, podendo provocar lesões na pele, destruição de glóbulos vermelhos e, em casos graves, insuficiência renal.</p><p>Outra espécie sul-americana é a <strong>aranha-armadeira (</strong><em><strong>Phoneutria nigriventer</strong></em><strong>)</strong>, também conhecida como aranha-bananeira. Encontrada em países como Brasil, Paraguai, Uruguai e Argentina, pode chegar a 4,8 centímetros. Quando ameaçada, assume uma postura defensiva característica, levantando as patas dianteiras.</p><h2>Da armadeira à viúva-negra</h2><p>A picada da armadeira é dolorosa e seu veneno pode provocar<strong> aumento da pressão arterial, febre, vômitos, sudorese e dificuldades respiratórias.</strong> Casos extremos sem tratamento podem evoluir para complicações graves.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/conheca-cinco-das-aranhas-mais-perigosas-do-mundo-e-os-efeitos-de-seus-venenos-1790341313780.jpg" data-image="1w1k678mn83z" alt="A aranha-armadeira ou aranha-bananeira é grande em relação às outras aranhas venenosas, pode chegar a 4,8 cm, e é muito presente em países da América do Sul, como Brasil, Paraguai, Uruguai e norte da Argentina." title="A aranha-armadeira ou aranha-bananeira é grande em relação às outras aranhas venenosas, pode chegar a 4,8 cm, e é muito presente em países da América do Sul, como Brasil, Paraguai, Uruguai e norte da Argentina."><figcaption>A aranha-armadeira ou aranha-bananeira é grande em relação às outras aranhas venenosas, pode chegar a 4,8 cm, e é muito presente em países da América do Sul, como Brasil, Paraguai, Uruguai e norte da Argentina. Crédito: João P. Burini</figcaption></figure><p>Mais conhecida internacionalmente, a <strong>viúva-negra (</strong><em><strong>Latrodectus mactans</strong></em><strong>)</strong> ocorre em diferentes regiões das Américas e também na Índia. As fêmeas são as mais perigosas e podem atingir cerca de 2,5 centímetros.</p><p>O veneno da espécie é uma neurotoxina. Após a picada, a dor pode se espalhar pelo corpo e ser acompanhada por cãibras e dores musculares intensas, náuseas e dificuldades respiratórias. Crianças pequenas e idosos estão entre os grupos que exigem maior atenção diante de possíveis complicações.</p><h2>Duas espécies perigosas da Austrália</h2><p>Também pertencente ao gênero <em>Latrodectus</em>, a <strong>aranha-das-costas-vermelhas (</strong><em><strong>Latrodectus hasselti</strong></em><strong>)</strong> é nativa da Austrália, embora já tenha sido registrada em outros países. As fêmeas são tipicamente pretas, com uma faixa vermelha característica sobre o abdômen.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/conheca-cinco-das-aranhas-mais-perigosas-do-mundo-e-os-efeitos-de-seus-venenos-1790342198170.jpg" data-image="9vb468uqmo49" alt="Originária da Austrália, a aranha-das-costas-vermelhas (Latrodectus hasselti) também está presente em outros países como Nova Zelândia, Belgica e Japão." title="Originária da Austrália, a aranha-das-costas-vermelhas (Latrodectus hasselti) também está presente em outros países como Nova Zelândia, Belgica e Japão."><figcaption>Originária da Austrália, a aranha-das-costas-vermelhas (Latrodectus hasselti) também está presente em outros países como Nova Zelândia, Belgica e Japão. Crédito: Laurence Grayson</figcaption></figure><p>Seu veneno contém neurotoxinas que podem provocar dor, sudorese, aceleração dos batimentos cardíacos e inchaço dos gânglios linfáticos. A espécie não é considerada especialmente agressiva, mas as fêmeas podem morder quando se sentem ameaçadas ou estão protegendo seus ovos.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="753473" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/seda-de-aranha-a-cola-molecular-que-pode-mudar-os-materiais-do-futuro.html" title="Seda de aranha: a “cola molecular” que pode mudar os materiais do futuro">Seda de aranha: a “cola molecular” que pode mudar os materiais do futuro</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/seda-de-aranha-a-cola-molecular-que-pode-mudar-os-materiais-do-futuro.html" title="Seda de aranha: a “cola molecular” que pode mudar os materiais do futuro"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/seda-de-aranha-a-cola-molecular-que-pode-mudar-os-materiais-do-futuro-1770692899650_320.jpg" alt="Seda de aranha: a “cola molecular” que pode mudar os materiais do futuro"></a></article></aside><p>A Austrália também abriga a <strong>aranha-teia-de-funil (</strong><em><strong>Atrax robustus</strong></em><strong>)</strong>, apontada entre as espécies de maior risco. De coloração preto-azulada brilhante, ela possui grandes presas, comportamento defensivo e pode morder repetidamente.</p><h2>Veneno pode atingir o sistema nervoso</h2><p>O veneno da teia-de-funil contém peptídeos conhecidos como delta-hexatoxinas, que interferem no funcionamento do sistema nervoso. Sem tratamento adequado, uma picada pode provocar complicações graves e potencialmente fatais.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/conheca-cinco-das-aranhas-mais-perigosas-do-mundo-e-os-efeitos-de-seus-venenos-1790342330296.jpg" data-image="ezfxzudo09u1" alt="Considerada uma das aranhas mais venenosas e mortais do mundo, a aranha-teia-de-funil (Atrax robustus) é nativa da Austrália e só é encontrada por lá." title="Considerada uma das aranhas mais venenosas e mortais do mundo, a aranha-teia-de-funil (Atrax robustus) é nativa da Austrália e só é encontrada por lá."><figcaption>Considerada uma das aranhas mais venenosas e mortais do mundo, a aranha-teia-de-funil (Atrax robustus) é nativa da Austrália e só é encontrada por lá. Crédito: Andrew Orme</figcaption></figure><p>Apesar da fama desses animais, a gravidade de uma picada depende de fatores como espécie, quantidade de veneno inoculada e condições da pessoa atingida. Diante de uma suspeita de picada por aranha venenosa, a orientação apresentada pelas fontes consultadas pela <em>National Geographic</em> é procurar atendimento médico.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="National%20Geographic" data-year="2026" data-title="Aranhas%20mortais%3A%20as%205%20esp%C3%A9cies%20mais%20perigosas%20desses%20aracn%C3%ADdeos%20do%20mundo" data-url="https%3A%2F%2Fwww.nationalgeographicbrasil.com%2Fanimais%2F2025%2F02%2Faranhas-mortais-as-5-especies-mais-perigosas-desses-aracnideos-do-mundo">National Geographic. (2026). <a href="https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2025/02/aranhas-mortais-as-5-especies-mais-perigosas-desses-aracnideos-do-mundo" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Aranhas mortais: as 5 espécies mais perigosas desses aracnídeos do mundo</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/conheca-cinco-das-aranhas-mais-perigosas-do-mundo-e-os-efeitos-de-seus-venenos.html</guid><dc:creator><![CDATA[João Cunha]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A "Pompeia" dos Andes: uma erupção gigantesca soterrou toda uma paisagem]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/a-pompeia-dos-andes-uma-erupcao-gigantesca-soterrou-toda-uma-paisagem.html</link><pubDate>Sun, 27 Sep 2026 08:33:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Uma gigantesca erupção vulcânica no Chile proporcionou aos cientistas uma visão rara dos antigos Andes, revelando pistas sobre a forma como as montanhas se formaram e se transformaram ao longo de milhões de anos.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/the-pompeii-of-the-andes-giant-eruption-buried-an-entire-landscape-1790183495364.jpg" data-image="dvpr9h7lebls" alt="landscape" title="landscape"><figcaption>Depósitos de ignimbrito de Cardones, esculpidos pelo rio Lluta, no norte do Chile. Crédito: Frances J. Cooper.</figcaption></figure><p>Um novo estudo publicado na revista <em>Science Advances</em> revela que uma <strong>gigantesca erupção vulcânica agiu como o Vesúvio em toda uma paisagem</strong>, <strong>soterrando tudo o que se encontrava por baixo </strong>e preservando terrenos que, de outra forma, teriam sido perdidos devido à erosão.</p><p>Os investigadores estudaram <strong>a rocha vulcânica que entrou em erupção na caldeira de Lauca, no norte do Chile, há 21,9 milhões de anos</strong>. A rocha, denominada ignimbrita, cobre uma área seis vezes maior do que Santiago, a capital do Chile, e pode atingir até um quilômetro de profundidade.</p><h2>Utilizar modelos para mapear paisagens ocultas</h2><p>A equipe simulou centenas de paisagens possíveis, utilizando modelos que mostram como os rios moldam as cadeias montanhosas, para verificar quais delas se poderiam assemelhar à paisagem enterrada sob as rochas. Descobriram que apenas paisagens de relevo relativamente baixo – semelhantes a encostas suaves no sopé das montanhas – teriam sido possíveis. Consideram que<strong> esta parte dos Andes se formou lentamente, a um ritmo de cerca de 2,5 cm a cada 100 anos</strong>.</p><p>Se as rochas tivessem sido empurradas para cima mais rapidamente, a paisagem poderia ter desenvolvido encostas mais íngremes, que não caberiam por baixo dos depósitos vulcânicos.</p><p>As descobertas apoiam <strong>a teoria de que os Andes cresceram lentamente ao longo de dezenas de milhões de anos</strong>. Este processo é lento quando comparado com muitas partes de cadeias montanhosas ativas que se elevam rapidamente, como certas zonas dos Himalaias.</p><p>O Dr. Byron Adams, do Departamento de Ciências da Terra da UCL, afirmou:<strong> "Esta paisagem foi soterrada por uma erupção vulcânica gigantesca — um pouco como Pompeia, mas numa escala muito maior</strong>. Em vez de cobrir uma cidade, misturas quentes de cinzas vulcânicas, fragmentos de rocha e gás varreram toda uma paisagem, engolindo o terreno por baixo delas.</p><div class="texto-destacado">"Pompeia mostra como as erupções vulcânicas podem congelar um momento na história da humanidade. <strong>Este estudo demonstra que erupções muito maiores também podem congelar momentos na história da Terra</strong>, soterrando paisagens inteiras sob depósitos vulcânicos e preservando pistas sobre como as montanhas estavam a ser formadas antes da erupção.</div><p>"Não podemos escavar para ver a paisagem soterrada, mas podemos usar a forma da camada vulcânica e o que sabemos sobre como os rios moldam as montanhas para inferir o que está escondido por baixo dela."</p><h2>Rocha vulcânica que revela registos geológicos do tempo</h2><p>Os investigadores observaram que a sua estimativa do levantamento correspondia a estudos anteriores sobre os minerais presentes na rocha, que registam as variações de temperatura ao longo dos últimos 50 milhões de anos. Essas variações de temperatura refletem o arrefecimento da rocha à medida que esta se desloca para cima através da crosta terrestre.</p><p>O Dr. Adams acrescentou: "Esta abordagem oferece-nos uma nova forma de olhar para o passado da história da Terra. Os métodos atuais para estimar a velocidade a que as montanhas se formam baseiam-se em “relógios” químicos presentes na rocha, mas estes limitam-se a momentos específicos no tempo.<strong> O nosso método permite estimar a elevação da rocha ao longo de um período muito mais extenso</strong>.</p><p>"Neste caso, estimamos que <strong>teriam sido necessários milhões de anos para formar a paisagem suave que inferimos ter existido antes da erupção</strong>.</p><p>"Existe um debate sobre se os Andes cresceram lenta e constantemente ao longo de 40 ou 50 milhões de anos ou se se elevaram de forma extremamente lenta e, posteriormente, surgiram mais recentemente, nos últimos seis a 10 milhões de anos. <strong>As nossas descobertas, que abrangem uma grande parte do meio dessa história, apoiam a hipótese de um crescimento lento, mas constante</strong>."</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781491" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/estudo-da-usp-revela-que-milho-sustentou-grandes-aldeias-pre-coloniais-no-cerrado.html" title="Estudo da USP revela que milho sustentou grandes aldeias pré-coloniais no Cerrado">Estudo da USP revela que milho sustentou grandes aldeias pré-coloniais no Cerrado</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/estudo-da-usp-revela-que-milho-sustentou-grandes-aldeias-pre-coloniais-no-cerrado.html" title="Estudo da USP revela que milho sustentou grandes aldeias pré-coloniais no Cerrado"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/estudo-da-usp-revela-que-milho-sustentou-grandes-aldeias-pre-coloniais-no-cerrado-1785522400959_320.jpg" alt="Estudo da USP revela que milho sustentou grandes aldeias pré-coloniais no Cerrado"></a></article></aside><p>A Dra. Frances Cooper, também do Departamento de Ciências da Terra da UCL, afirmou: "Temos vindo a trabalhar nesta zona dos Andes há muitos anos para compreender como se formaram as montanhas.<strong> Os Andes têm uma grande influência no clima regional e global, pelo que reconstruir a sua história é importante para compreender as alterações climáticas a longo prazo</strong>.</p><p>"O que é particularmente entusiasmante neste estudo é que nos proporciona uma nova forma de reconstituir essa história.<strong> A mesma abordagem poderia ser aplicada a depósitos vulcânicos noutros locais do mundo</strong>, ajudando-nos a reconstruir paisagens enterradas há milhões de anos."</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Byron%20A.%20Adams%2C%20Frances%20J.%20Cooper%2C%20Clementine%20Walsh%2C%20and%20Katharine%20V.%20Cashman" data-year="2026" data-title="Landscapes%20buried%20beneath%20large-volume%20ignimbrites%20reveal%20preeruptive%20uplift%20rates" data-url="https%3A%2F%2Fwww.science.org%2Fdoi%2F10.1126%2Fsciadv.aee5374">Byron A. Adams, Frances J. Cooper, Clementine Walsh, and Katharine V. Cashman. (2026). <a href="https://www.science.org/doi/10.1126/sciadv.aee5374" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Landscapes buried beneath large-volume ignimbrites reveal preeruptive uplift rates</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/a-pompeia-dos-andes-uma-erupcao-gigantesca-soterrou-toda-uma-paisagem.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Um geólogo descobriu no Google Earth uma cratera de meteorito com 260 metros no interior da Austrália]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/um-geologo-descobriu-no-google-earth-uma-cratera-de-meteorito-com-260-metros-no-interior-da-australia.html</link><pubDate>Sat, 26 Sep 2026 23:18:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Uma imagem do Google Earth permitiu a um pesquisador descobrir a cratera causada pelo impacto de um meteorito na Austrália, o que foi finalmente confirmado por pesquisas geológicas posteriores.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/un-geologo-descubre-en-google-earth-un-crater-de-meteorito-de-260-metros-en-el-interior-de-australia-1790328482081.png" data-image="pup5bc2bshu6"><figcaption>Imagem da cratera no Google Earth.</figcaption></figure><p>O que parecia ser uma curiosa forma circular no meio da Austrália acabou por ser <strong>a marca de um impacto de um meteorito</strong>. E foi descoberta pelo geólogo Arthur Hickman, do Geological Survey of Western Australia.</p><p>A forma chamou rapidamente a atenção do especialista porque tinha <strong>cerca de 260 metros de diâmetro, uma borda elevada e um fundo relativamente plano</strong>, características compatíveis com uma cratera de impacto, mas ainda era necessário realizar uma pesquisa exaustiva.</p><p>E foi assim, com a pesquisa geológica subsequente, os trabalhos de campo e, sobretudo,<strong> uma perfuração realizada vários anos depois, que se conseguiu confirmar que a origem deste local foi um meteorito</strong>.</p><h2>Uma forma perfeita escondida no deserto australiano</h2><p><strong>A cratera situa-se aproximadamente a 36 quilômetros a norte de Newman</strong>, na cordilheira de Ophthalmia, na região de Pilbara, uma região formada por rochas extremamente antigas, pertencentes ao chamado cratão de Pilbara.</p><p>O seu diâmetro médio é de aproximadamente 260 metros, com <strong>uma borda que se eleva cerca de 30 metros acima do fundo relativamente plano da estrutura</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/un-geologo-descubre-en-google-earth-un-crater-de-meteorito-de-260-metros-en-el-interior-de-australia-1790327961365.jpeg" data-image="oz1sgh24n39o"><figcaption>Região de Pilbara, Austrália.</figcaption></figure><p>O caso Hickman é um bom exemplo de como as imagens obtidas por satélite podem mudar <strong>a forma de investigar a superfície terrestre</strong>.</p><p>Antes da existência de ferramentas como o Google Earth, localizar uma estrutura circular com apenas algumas centenas de metros numa região tão extensa <strong>teria exigido percorrer grandes áreas de terreno ou dispor de informação geológica e fotografias aéreas muito detalhadas</strong>.</p><h2>Uma perfuração de quase 65 metros atravessou a cratera</h2><p>Em 2012, o Geological Survey of Western Australia realizou <strong>uma campanha de perfuração científica em colaboração com a empresa mineira Atlas Iron</strong>, que já operava na zona.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="782718" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/seca-do-mar-morto-gera-crateras-com-agua-doce-e-lembra-profecia-biblica.html" title="Seca do Mar Morto gera crateras com água doce e lembra profecia bíblica">Seca do Mar Morto gera crateras com água doce e lembra profecia bíblica</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/seca-do-mar-morto-gera-crateras-com-agua-doce-e-lembra-profecia-biblica.html" title="Seca do Mar Morto gera crateras com água doce e lembra profecia bíblica"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/seca-do-mar-morto-gera-crateras-com-agua-doce-e-lembra-profecia-biblica-1786213581075_320.jpg" alt="Seca do Mar Morto gera crateras com água doce e lembra profecia bíblica"></a></article></aside><p>Os investigadores realizaram <strong>uma perfuração vertical até quase 65 metros de profundidade</strong> no centro da estrutura, o que permitiu reconstruir parte da história desta cratera.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr"> Un equipo de investigadores ha descubierto el cráter de impacto más antiguo de la Tierra -hasta el momento- en el cratón de Pilbara (Australia), formado hace unos 3500 millones de años, cuando nuestro planeta era un lugar muy diferente. <a href="https://t.co/np0P8Zd8UK">pic.twitter.com/np0P8Zd8UK</a></p>— Un geólogo en apuros ️ (@geologoenapuros) <a href="https://x.com/geologoenapuros/status/1897706387913768966?ref_src=twsrc%5Etfw">March 6, 2025</a></blockquote></figure><p> Os primeiros 48,4 metros eram constituídos praticamente por sedimentos que se tinham acumulado após o impacto e, logo abaixo destes, <strong>apareciam as rochas originais do terreno, mas intensamente fraturadas pelo evento</strong>. </p><p>E quanto mais fundo se perfurava, mais perto estavam os investigadores<strong> das rochas que tinham sofrido diretamente as consequências do impacto</strong>, pelo que a informação era mais fiável e de maior qualidade.</p><h3>O ferro do meteorito deixou a sua assinatura química</h3><p>Os investigadores analisaram materiais provenientes destas perfurações na zona da cratera, encontrando <strong>concentrações elevadas de níquel e elementos do grupo da platina, entre os quais o irídio e o paládio</strong>.</p><p>Além disso, a elevada concentração de níquel apontava para <strong>um meteorito de ferro</strong>.</p><h2>Um meteorito com até 10 metros de diâmetro</h2><p>Os cálculos efetuados pelos investigadores indicam que o objeto que escavou <strong>a cratera pode ter tido cerca de 10 metros de diâmetro</strong>.</p><p>Este valor pode parecer pequeno, mas um objeto com essas dimensões, a viajar a velocidades incalculáveis, <strong>liberta uma enorme quantidade de energia ao colidir com o solo</strong>.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">New <a href="https://x.com/hashtag/CurtinResearch?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#CurtinResearch</a> has uncovered the worlds oldest meteorite crater in <a href="https://x.com/hashtag/WesternAustralia?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#WesternAustralia</a>s <a href="https://x.com/hashtag/Pilbara?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Pilbara</a> region 3.5 billion years old! Led by Professors Tim Johnson and Chris Kirkland, this find could reshape Earths history. <a href="https://x.com/hashtag/EarthScience?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#EarthScience</a> <a href="https://x.com/hashtag/MeteoriteImpact?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#MeteoriteImpact</a> <a href="https://t.co/raH8X9Q6sw">pic.twitter.com/raH8X9Q6sw</a></p>— Curtin Media (@CurtinMedia) <a href="https://x.com/CurtinMedia/status/1899630879791882521?ref_src=twsrc%5Etfw">March 12, 2025</a></blockquote></figure><p>O resultado foi uma depressão que, tal como já foi referido, tinha aproximadamente <strong>260 metros de diâmetro e um desnível de até 30 metros na sua borda</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/um-geologo-descobriu-no-google-earth-uma-cratera-de-meteorito-com-260-metros-no-interior-da-australia.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O cérebro de uma mosca foi mapeado por completo, revelando milhões de conexões]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/o-cerebro-de-uma-mosca-foi-mapeado-por-completo-revelando-milhoes-de-conexoes.html</link><pubDate>Sat, 26 Sep 2026 21:46:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Cientistas conseguiram mapear pela primeira vez toda a rede de conexões neurais do cérebro e do sistema nervoso central de uma mosca. O mapa revelou como diferentes grupos de neurônios se organizam em funções e comportamentos específicos.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-cerebro-de-uma-mosca-foi-mapeado-por-completo-revelando-milhoes-de-conexoes-1790431370627.png" data-image="nw1kgwqi2lil" alt="Pesquisadores da Google Research ajudaram a criar um mapa completo do cérebro e sistema nervoso de uma mosca-da-fruta macho, reconstruindo milhares de neurônios e suas conexões. Crédito: Google" title="Pesquisadores da Google Research ajudaram a criar um mapa completo do cérebro e sistema nervoso de uma mosca-da-fruta macho, reconstruindo milhares de neurônios e suas conexões. Crédito: Google"><figcaption>Pesquisadores da Google Research ajudaram a criar um mapa completo do cérebro e sistema nervoso de uma mosca-da-fruta macho, reconstruindo milhares de neurônios e suas conexões. Crédito: Google</figcaption></figure><p>A conectômica é o estudo da organização das conexões entre neurônios, produzindo um mapa do sistema nervoso em escala sináptica. Em setembro de 2026, pesquisadores do <em>Google Research</em> publicaram <strong>o conectoma completo do sistema nervoso central de uma mosca-da-fruta macho, com mais de 166 mil neurônios e milhões de conexões.</strong></p><p><strong>A importância da conectômica para a inteligência artificial (IA) está em permitir estudar o cérebro como uma rede computacional real.</strong> Ao reconstruir essas redes, pesquisadores podem investigar princípios de organização que dão origem à percepção, ao aprendizado e ao comportamento, oferecendo referências para modelos de IA.</p><p>No futuro, esses mapas também podem ajudar a entender como redes neurais biológicas realizam computações que os modelos artificiais tentam reproduzir de maneira simplificada. <strong>A ideia é identificar os princípios de conectividade, dinâmica e processamento que podem ser implementados computacionalmente. </strong></p><h2>Por que uma mosca?</h2><p><strong>A <em>Drosophila melanogaster</em> foi escolhida porque é um dos organismos-modelo mais importantes da biologia, especialmente em genética e neurociência. </strong>Seu ciclo de vida curto e sistema nervoso compacto permitem estudar relações entre circuitos neurais e comportamento com muito mais facilidade do que em animais maiores. </p><div class="texto-destacado">Além disso, a espécie já possui décadas de dados genéticos e experimentais acumulados, tornando seus circuitos particularmente valiosos para estudos de larga escala.</div><p>Mapear o cérebro humano, com cerca de 86 bilhões de neurônios, ainda está muito além da capacidade atual de reconstrução em escala sináptica. Por isso, <strong>pesquisadores utilizam organismos menores para desenvolver métodos de microscopia, reconstrução e análise computacional.</strong></p><h2>Conectômica</h2><p>A conectômica começa com a fragmentação do cérebro em milhões de cortes extremamente finos, seguida pela obtenção de imagens de cada seção por microscopia eletrônica. <strong>Modelos de IA processam essas imagens bidimensionais e as combinam para reconstruir em 3D a forma dos neurônios e suas conexões sinápticas.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-cerebro-de-uma-mosca-foi-mapeado-por-completo-revelando-milhoes-de-conexoes-1790431318718.png" data-image="gx0vdnzs5u0s" alt="O novo mapa se junta ao conectoma da mosca-da-fruta fêmea, permitindo comparar como os circuitos neurais se organizam e variam entre os sexos. Crédito: Google" title="O novo mapa se junta ao conectoma da mosca-da-fruta fêmea, permitindo comparar como os circuitos neurais se organizam e variam entre os sexos. Crédito: Google"><figcaption>O novo mapa se junta ao conectoma da mosca-da-fruta fêmea, permitindo comparar como os circuitos neurais se organizam e variam entre os sexos. Crédito: Google</figcaption></figure><p>O processo ainda exige validação humana, principalmente para corrigir erros e identificar diferentes tipos de neurônios. <strong>Sistemas mais recentes, como o PATHFINDER, usam dados sintéticos e técnicas de IA para aumentar a velocidade e a precisão dessas reconstruções.</strong> Projetos de conectômica podem passar de mapas de pequenos circuitos para maiores.</p><h2>Descobertas</h2><p>O conectoma da mosca-da-fruta já está sendo usado para investigar como circuitos neurais processam informações visuais, estímulos gustativos e comportamentos sociais. <strong>Três estudos publicados junto ao mapa completo analisaram essas funções em escala de circuitos.</strong></p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="736111" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/google-deu-mais-um-salto-na-tecnologia-e-conseguiu-realizar-experimento-quantico.html" title="Google deu mais um salto na tecnologia e conseguiu realizar experimento quântico">Google deu mais um salto na tecnologia e conseguiu realizar experimento quântico</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/google-deu-mais-um-salto-na-tecnologia-e-conseguiu-realizar-experimento-quantico.html" title="Google deu mais um salto na tecnologia e conseguiu realizar experimento quântico"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/google-deu-mais-um-salto-na-tecnologia-e-conseguiu-realizar-experimento-quantico-1761520899428_320.jpg" alt="Google deu mais um salto na tecnologia e conseguiu realizar experimento quântico"></a></article></aside><p>As mesmas técnicas de reconstrução e análise podem ser aplicadas a organismos mais complexos. <strong>No longo prazo, esse conhecimento pode contribuir para compreender alterações dos circuitos neurais associadas a doenças neurodegenerativas </strong>e transtornos neurológicos, além de orientar novas estratégias de diagnóstico e reparo cerebral.</p><h2>Próximo passo: peixes</h2><p><strong>O próximo passo da conectômica é avançar para vertebrados, cujos sistemas nervosos possuem medula espinhal. </strong>Um estudo recente mapeou parte do cérebro posterior do peixe-elefante, responsável pelo processamento de sinais, e combinou o conectoma com dados funcionais para investigar o aprendizado. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-cerebro-de-uma-mosca-foi-mapeado-por-completo-revelando-milhoes-de-conexoes-1790431265691.png" data-image="53zygv4q42o2" alt="O próximo passo é avançar para vertebrados, como o peixe-zebra, para mapear redes neurais mais próximas da organização do cérebro humano. Crédito: Google" title="O próximo passo é avançar para vertebrados, como o peixe-zebra, para mapear redes neurais mais próximas da organização do cérebro humano. Crédito: Google"><figcaption>O próximo passo é avançar para vertebrados, como o peixe-zebra, para mapear redes neurais mais próximas da organização do cérebro humano. Crédito: Google</figcaption></figure><p><strong>O peixe-zebra é outro modelo estratégico porque suas larvas possuem cérebros pequenos o suficiente para serem mapeados integralmente com as técnicas atuais. </strong>Pesquisadores estão construindo um conectoma de todo o cérebro da larva, combinando informações sobre estrutura, tipos moleculares de neurônios e atividade neural. </p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Google%20Research" data-year="2026" data-title="A%20connectomics%20milestone%3A%20Mapping%20the%20complete%20male%20fruit%20fly%20brain" data-url="https%3A%2F%2Fresearch.google%2Fblog%2Fa-connectomics-milestone-mapping-the-complete-male-fruit-fly-brain%2F">Google Research. (2026). <a href="https://research.google/blog/a-connectomics-milestone-mapping-the-complete-male-fruit-fly-brain/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">A connectomics milestone: Mapping the complete male fruit fly brain</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/o-cerebro-de-uma-mosca-foi-mapeado-por-completo-revelando-milhoes-de-conexoes.html</guid><dc:creator><![CDATA[Roberta Duarte]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A duração da época de degelo no Ártico estabilizou nos últimos anos, apesar do rápido aquecimento]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/a-duracao-da-epoca-de-degelo-no-artico-estabilizou-nos-ultimos-anos-apesar-do-rapido-aquecimento.html</link><pubDate>Sat, 26 Sep 2026 20:03:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Há décadas que o gelo marinho do Ártico tem vindo a derreter mais cedo na primavera e a congelar mais tarde no outono, mas esta tendência mudou recentemente. Por que razão isto está a acontecer, quando as regiões do Ártico estão a aquecer mais rapidamente do que o resto do mundo?</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/duracion-de-la-temporada-de-deshielo-artico-estabilizado-1790090010343.png" data-image="nyeft5otbujp"><figcaption>Desde o início dos registos por satélite, a época de derretimento no Ártico tem-se prolongado na maioria das décadas, especialmente durante a década de 2000 (à esquerda). Desde 2010 (à direita), a época de derretimento parece ter-se estabilizado. Imagens de Michala Garrison com base em dados de Boisvert, L., et al.</figcaption></figure><p>Embora a época de derretimento do gelo marinho se tenha prolongado drasticamente durante a maior parte da era dos satélites, <strong>a tendência estabilizou-se inesperadamente por volta de 2010</strong>.</p><p>Durante décadas, o gelo marinho do Ártico tem derretido mais cedo na primavera e congelado mais tarde no outono, prolongando a época de derretimento e contribuindo para uma perda generalizada de gelo. Um novo estudo liderado pela NASA concluiu que, embora <strong>a época de derretimento no Ártico se tenha prolongado drasticamente desde o início dos registos por satélite</strong>, essa tendência estabilizou-se inesperadamente por volta de 2010.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/duracion-de-la-temporada-de-deshielo-artico-estabilizado-1790090025321.gif" data-image="vjzncl02lei8"><figcaption>Tal como acima, mas apresentado como uma sequência de décadas destacadas no recorte. Imagens de Michala Garrison, com base em dados de Boisvert, L., et al.</figcaption></figure><p>De acordo com o estudo, a época de derretimento no Ártico é agora cerca de 40 dias mais longa do que era em 1979. <strong>A maior parte deste aumento ocorreu antes de 2010</strong>. Desde então, a duração média da época de derretimento tem-se mantido relativamente estável, apesar das grandes flutuações de ano para ano.</p><h2>Resultados do estudo da NASA</h2><p>Os pesquisadores analisaram <strong>observações por satélite realizadas entre 1979 e 2023 para determinar quando o gelo marinho começa a derreter</strong> em cada primavera e quando volta a congelar em cada outono. Concluíram que esta alteração se deveu principalmente ao facto de o gelo marinho congelar mais tarde no ano, em vez de derreter mais cedo na primavera.</p><p>“Anteriormente, havia mais gelo plurianual que não derretia todos os verões," explicou Linette Boisvert, coautora do estudo e investigadora especializada em gelo no Centro de Voos Espaciais Goddard da NASA. <strong>"Agora que o gelo está mais fino e há menos, a variabilidade é muito maior."</strong> No entanto, em média, o declínio na espessura e extensão do gelo marinho que ocorreu durante a década de 2000 parece ter cessado, por enquanto.</p><p>Para compreender o motivo, a equipa analisou as alterações no balanço energético do Ártico: a diferença líquida entre o calor proveniente do Sol, da atmosfera e do oceano e a radiação infravermelha reemitida para o espaço.</p><p><strong>Durante o período de rápida perda de gelo na década de 2000, a redução da cobertura de gelo expôs águas oceânicas mais escuras, que absorveram mais luz solar</strong>. Esta energia solar adicional atrasou o congelamento e contribuiu para prolongar a época de derretimento.</p><p><strong>No mapa à esquerda, as áreas mais vermelhas assinalam as regiões onde a época de derretimento aumentou mais rapidamente durante essa década, em até cinco dias por ano</strong>. Grande parte do gelo ártico atual é mais jovem e mais fino do que o gelo plurianual que outrora se estendia mais amplamente pelo Oceano Ártico, tornando-o mais vulnerável a variações na cobertura de nuvens, tempestades e ventos.</p><p>Desde 2010, as alterações na cobertura de nuvens reduziram a quantidade de luz solar que atinge algumas áreas do Oceano Ártico. Isto fez com que a época de derretimento variasse de ano para ano, mantendo-se, no entanto, relativamente estável a longo prazo. <strong>O mapa à direita reflete esta mudança, com tons mais claros de azul e vermelho a indicarem taxas de variação mais moderadas durante essa década</strong>.</p><p>Estas conclusões não sugerem que as alterações no clima da Terra tenham deixado de afetar o Ártico.</p><div class="texto-destacado"><strong>A região continua a aquecer quase quatro vezes mais depressa do que a média global, e o gelo marinho remanescente é consideravelmente mais fino do que era há várias décadas.</strong></div><p>Em vez disso, o estudo sugere que o Ártico possa ter entrado numa nova fase, na qual os padrões meteorológicos anuais têm uma influência maior na época de derretimento do que tinham anteriormente.</p><p><strong>"A duração da época de derretimento depende muito mais de efeitos atmosféricos,"</strong> afirmou Boisvert. "Estes parecem desempenhar um papel mais importante porque o gelo está frequentemente mais fino e mais vulnerável desde o início."</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="[object Object]" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><span class="encabezado"><h5 class="titular s"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/cientistas-descobrem-fabrica-de-nuvens-natural-no-artico-que-nao-aparecia-em-modelos-climaticos.html" title="Cientistas descobrem “fábrica de nuvens” natural no Ártico que não aparecia em modelos climáticos">Cientistas descobrem “fábrica de nuvens” natural no Ártico que não aparecia em modelos climáticos</a></h5></span><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/cientistas-descobrem-fabrica-de-nuvens-natural-no-artico-que-nao-aparecia-em-modelos-climaticos.html" title="Cientistas descobrem “fábrica de nuvens” natural no Ártico que não aparecia em modelos climáticos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/uk-scientists-discover-a-natural-arctic-cloud-factory-missing-from-climate-models-1787704334813_320.png" alt="Cientistas descobrem “fábrica de nuvens” natural no Ártico que não aparecia em modelos climáticos"></a></article></aside><p><strong>Os pesquisadores alertam que a aparente estabilização poderá ser temporária</strong>. A norte da Groenlândia e do Arquipélago Ártico Canadiano, persiste ainda uma espessa camada de gelo ártico ao longo de todo o ano. O afinamento contínuo do gelo nestas regiões poderá desencadear outro período de rápida perda de gelo marinho, com o potencial de prolongar ainda mais a época de derretimento.</p><p>Por enquanto, <strong>o estudo destaca a importância de continuar as observações por satélite do gelo marinho ártico e do balanço energético que controla o seu crescimento e derretimento</strong>. Resta determinar se a recente estabilização representa uma mudança duradoura na época de derretimento ou uma pausa antes de outro período de mudanças rápidas.</p><p>Imagens do <em>NASA Earth Observatory</em>, produzidas por Michala Garrison, utilizando dados de <em>Boisvert, L., et al. (2026)</em>. Artigo de James Riordon/Equipa de Notícias de Ciências da Terra da NASA. </p><p>Fonte:<a href="https://science.nasa.gov/" target="_blank"> </a><strong><a href="https://science.nasa.gov/" target="_blank">NASA</a> </strong></p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Boisvert%2C%20L.%2C%20Parker%2C%20C.%2C%20Valkonen%2C%20E.%20et%20al" data-year="" data-title="A%20recent%20stabilization%20in%20the%20lengthening%20of%20the%20Arctic%20sea%20ice%20melt%20season%20into%20a%20highly%20variable%20regime.%20Commun%20Earth%20Environ" data-url="https%3A%2F%2Fwww.nature.com%2Farticles%2Fs43247-026-03534-8">Boisvert, L., Parker, C., Valkonen, E. et al. <a href="https://www.nature.com/articles/s43247-026-03534-8" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">A recent stabilization in the lengthening of the Arctic sea ice melt season into a highly variable regime. Commun Earth Environ</a>.</cite></p></section><p><a href="https://doi.org/10.1038/s43247-026-03534-8"></a></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/a-duracao-da-epoca-de-degelo-no-artico-estabilizou-nos-ultimos-anos-apesar-do-rapido-aquecimento.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Titanossauros criavam “incubadoras naturais” para proteger seus ovos]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/itanossauros-criavam-incubadoras-naturais-para-proteger-seus-ovos.html</link><pubDate>Sat, 26 Sep 2026 18:46:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Fósseis encontrados no sul da Argentina indicam que alguns dos maiores dinossauros da história conseguiam se reproduzir em altas latitudes usando ninhos que mantinham seus ovos aquecidos.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/itanossauros-criavam-incubadoras-naturais-para-proteger-seus-ovos-1790262000212.jpg" data-image="zf6b950fxiry" alt="Uma ninhada de ovos fossilizados de titanossauro. • Darla Zelenitsky" title="Uma ninhada de ovos fossilizados de titanossauro. • Darla Zelenitsky"><figcaption>Uma ninhada de ovos fossilizados de titanossauro. Crédito: Darla Zelenitsky</figcaption></figure><p>Alguns dos maiores animais que já caminharam pela Terra conseguiam se reproduzir muito longe do equador. Fragmentos de<strong> ovos de titanossauros encontrados no sul da Argentina</strong> indicam que esses gigantes provavelmente desenvolveram uma <strong>estratégia para manter seus ovos aquecidos </strong>mesmo em regiões com menor incidência de luz solar.</p><p>A descoberta foi feita a partir de <strong>255 fragmentos de cascas encontrados na Formação Chorrillo</strong>, cerca de 322 quilômetros ao norte do Estreito de Magalhães. Os fósseis têm aproximadamente 68 milhões de anos e estavam em uma região que, no período, ficava entre 55 e 60 graus de latitude sul.</p><p>Segundo estudo publicado na revista <em>Royal Society Open Science</em>, trata-se do ambiente de nidificação de saurópodes localizado na maior latitude já conhecido e da evidência confirmada mais ao sul de ovos de dinossauros. A descoberta mostra que os<strong> titanossauros </strong>não apenas circulavam por altas latitudes, mas também conseguiam <strong>completar ali pelo menos parte de seu ciclo reprodutivo.</strong></p><h2>Vegetação pode ter funcionado como incubadora</h2><p>Diferentemente das aves atuais, os enormes titanossauros <strong>provavelmente não se sentavam sobre os ovos para chocá-los</strong>. Além do comportamento ser considerado improvável pelos pesquisadores, o peso desses animais tornaria essa estratégia inviável.</p><div class="texto-destacado">A hipótese apresentada pelo estudo é que eles construíam grandes ninhos em forma de montículos, usando solo e vegetação. À medida que o material vegetal se decompunha, liberava calor suficiente para auxiliar na incubação dos ovos, funcionando como uma espécie de incubadora natural.</div><p>As cascas encontradas também eram bastante porosas. Se permanecessem expostas ao ar livre, <strong>os ovos poderiam perder água e secar, comprometendo os embriões</strong>. Enterrá-los em areia, solo ou vegetação ajudaria a manter a umidade necessária ao desenvolvimento.</p><h2>Gigantes nasciam com poucos quilos</h2><p>A descoberta também <strong>amplia o conhecimento sobre a capacidade de adaptação dos titanossauros. </strong>Até então, pesquisadores consideravam a possibilidade de esses animais visitarem regiões de altas latitudes apenas durante períodos mais quentes e depois migrarem para áreas próximas ao equador.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/itanossauros-criavam-incubadoras-naturais-para-proteger-seus-ovos-1790262150887.jpg" data-image="a08dgejtbp1z" alt="Segundo Darla Zelenitsky, paleontóloga e professora associada da Universidade de Calgary, em Alberta, ainda existem alguns mistérios em relação a esse assunto (Google Gemini/Imagem Gerada por IA)" title="Segundo Darla Zelenitsky, paleontóloga e professora associada da Universidade de Calgary, em Alberta, ainda existem alguns mistérios em relação a esse assunto (Google Gemini/Imagem Gerada por IA)"><figcaption>Segundo Darla Zelenitsky, paleontóloga e professora associada da Universidade de Calgary, em Alberta, ainda existem alguns mistérios em relação a esse assunto. Crédito: Google Gemini/Imagem Gerada por IA</figcaption></figure><p>Os novos fósseis indicam que eles poderiam permanecer nessas regiões durante todo o ano ou, pelo menos, tempo suficiente para se reproduzir. Os titanossauros estão entre os <strong>maiores dinossauros conhecidos</strong>, com alguns indivíduos estimados em até 75 toneladas.</p><p>Apesar das dimensões impressionantes dos adultos,<strong> seus ovos eram relativamente pequenos. </strong>Segundo os pesquisadores, poderiam comportar cerca de quatro litros, enquanto os filhotes teriam aproximadamente quatro quilos ao nascer.</p><h2>Ninhos podiam ocupar grandes áreas</h2><p>Ainda não foi possível determinar exatamente qual espécie produziu os ovos. Dentes encontrados na mesma região, porém, pertencem a <strong>colossossaurianos</strong>, grupo que inclui alguns dos maiores titanossauros conhecidos.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779288" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/jurassic-park-errou-estudo-revela-que-filhotes-de-t-rex-eram-do-tamanho-de-gatos.html" title="Jurassic Park errou: estudo revela que filhotes de T. rex eram do tamanho de gatos">Jurassic Park errou: estudo revela que filhotes de T. rex eram do tamanho de gatos</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/jurassic-park-errou-estudo-revela-que-filhotes-de-t-rex-eram-do-tamanho-de-gatos.html" title="Jurassic Park errou: estudo revela que filhotes de T. rex eram do tamanho de gatos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/jurassic-park-errou-estudo-revela-que-filhotes-de-t-rex-eram-do-tamanho-de-gatos-1784405176989_320.jpg" alt="Jurassic Park errou: estudo revela que filhotes de T. rex eram do tamanho de gatos"></a></article></aside><p>Os ninhos também não seriam pequenos. A paleontóloga Darla Zelenitsky, uma das responsáveis pelo estudo, estima <strong>estruturas formadas por montes de terra e vegetação</strong> aproximadamente do tamanho de uma mesa de piquenique, com os ovos enterrados em seu interior.</p><p>Caso esses animais nidificassem coletivamente, as estruturas poderiam transformar significativamente a paisagem. Para os pesquisadores, os fósseis revelam <strong>uma nova dimensão da capacidade de adaptação dos gigantes do Cretáceo</strong>, que encontraram maneiras de garantir sua reprodução mesmo em ambientes distantes das regiões tropicais.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="CNN%20Brasil" data-year="2026" data-title="Titanossauros%20se%20reproduziam%20em%20altas%20latitudes%20com%20estrat%C3%A9gia%20inteligente" data-url="https%3A%2F%2Fwww.cnnbrasil.com.br%2Fcuriosidades%2Ftitanossauros-se-reproduziam-em-altas-latitudes-com-estrategia-inteligente%2F%3Fshem%3Ddsdf%2Csharefoc%2Cagadiscoversdl%2C%2Csh%2Fx%2Fdiscover%2Fm1%2F4">CNN Brasil. (2026). <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/curiosidades/titanossauros-se-reproduziam-em-altas-latitudes-com-estrategia-inteligente/?shem=dsdf,sharefoc,agadiscoversdl,,sh/x/discover/m1/4" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Titanossauros se reproduziam em altas latitudes com estratégia inteligente</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/itanossauros-criavam-incubadoras-naturais-para-proteger-seus-ovos.html</guid><dc:creator><![CDATA[João Cunha]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Assim é viver e trabalhar a 4.000 m acima do nível do mar: “Aqui as doenças nem sequer chegam”]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/assim-e-viver-e-trabalhar-a-4-000-m-acima-do-nivel-do-mar-aqui-as-doencas-nem-sequer-chegam.html</link><pubDate>Sat, 26 Sep 2026 17:12:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>A 4.000 metros de altitude, Juanito cuida de 150 ovelhas no Equador, enquanto trabalhadores de uma mina na Argentina enfrentam turnos na mesma altitude.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/asi-es-vivir-y-trabajar-a-4-000-metros-sobre-el-nivel-del-mar-aqui-ni-siquiera-llegan-las-enfermedades-1790159819788.jpg" data-image="px34jv9y09af"><figcaption>Juanito, de 71 anos, cuida de cerca de 150 ovelhas nos páramos do Equador, onde vive com parte de sua família a 4.000 metros de altitude. Imagem: @josueyeli/Youtube</figcaption></figure><p>A vida em locais situados <strong>acima de 4.000 metros de altitude</strong> tem pouco em comum com a que se desenvolve em altitudes menores. Nos <em>páramos </em>do <strong>Equador</strong>, Juanito mantém um vínculo com a terra há 71 anos e continua cuidando de cerca de 150 ovelhas. Por outro lado, na <strong>Cordilheira de San Juan</strong>, os trabalhadores da mina Veladero, na <strong>Argentina</strong>, permanecem 15 dias na montanha antes de passar outros 15 em casa.</p><p>São duas formas de viver nas alturas e duas rotinas completamente distintas. Uma está ligada a uma família indígena que vive há gerações no mesmo ambiente; a outra depende de um sistema de turnos que permite manter a atividade de mineração em funcionamento dia e noite. Em ambos os casos, o <strong>corpo e os hábitos precisam se adaptar</strong> a milhares de metros acima do nível do mar.</p><h2>Viver a 4.000 metros junto a um rebanho</h2><p>Juanito vive nas <strong>terras altas do Equador</strong> com parte de sua família. Ele pertence à cultura indígena Panzaleo e nasceu no mesmo lugar que seus pais. Continua vivendo lá aos 71 anos, sem cogitar abandonar uma atividade que conhece desde criança. “Aqui vivemos tranquilos. Somos felizes com a tranquilidade”, explica.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/8tUuYhYap-Q/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=8tUuYhYap-Q" id="8tUuYhYap-Q"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>Sua jornada começa quando ele abre o curral e conduz os animais para as áreas de pastagem. O trajeto pode levar 40 minutos ou até mais. A atividade se repete dia após dia e faz parte de uma tradição familiar. “Meu pai e minha mãe também nasceram aqui. Por isso não fomos embora”, conta.</p><p>A moradia também não se parece com uma casa convencional. A família vive em <strong>cabanas feitas de barro e palha</strong>, aquece-se com lenha e dorme sobre colchões de palha cobertos por várias mantas. Também cultiva e colhe alimentos, embora, ocasionalmente, vá à cidade para comprar produtos e vender parte do que produz.</p><h2>Uma rotina marcada pelo frio e pelo isolamento</h2><p>Para Juanito, viver longe das cidades tem uma vantagem relacionada à tranquilidade. Ele tem seis filhos e seis netos — alguns ainda ao seu lado — e considera que ter permanecido ali permitiu manter um estilo de vida familiar que conhece desde sempre. “Graças a Deus, vivemos com tranquilidade, e <strong>as doenças não chegam aqui</strong>”, afirma.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/asi-es-vivir-y-trabajar-a-4-000-metros-sobre-el-nivel-del-mar-aqui-ni-siquiera-llegan-las-enfermedades-1790159973906.jpg" data-image="srw1ra9kxgji"><figcaption>Juanito mantém uma vida ligada ao pastoreio nos páramos equatorianos, onde acompanha seu rebanho todos os dias a mais de 4.000 metros de altitude. Imagem: @josueyeli/YouTube</figcaption></figure><p>O trabalho com as ovelhas não ocupa todos os momentos do dia. Durante os deslocamentos com o rebanho, o pastor costuma levar uma flauta andina e tocar enquanto caminha. Sua relação com o instrumento chega a inspirar uma de suas brincadeiras: “ela gosta mais de mim do que a minha mulher”.</p><p>A vida de Juanito tornou-se conhecida por um público mais amplo depois que Josué e Elie, do canal do YouTube “<em>Ecuador y sus paisajes</em>”, conviveram por três dias com ele e sua família. Essa estadia permitiu mostrar as tarefas cotidianas, o cuidado com os animais e as condições de vida nos <em>páramos</em>. Após mais de sete décadas no local, Juanito resume seu dia a dia assim: “Somos felizes aqui com a tranquilidade e trabalhamos com as 150 ovelhinhas”.</p><h2>Viver a 4.000 metros durante 15 dias seguidos</h2><p>A milhares de quilômetros de distância, a altitude também condiciona a rotina de quem trabalha na<strong> mina Veladero</strong>, situada a mais de 4.000 metros na <strong>Cordilheira de San Juan</strong>, a <strong>oeste da província argentina de San Juan</strong>. O complexo se prepara para completar 20 anos de operação ininterrupta e funciona em regime de revezamento.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/asi-es-vivir-y-trabajar-a-4-000-metros-sobre-el-nivel-del-mar-aqui-ni-siquiera-llegan-las-enfermedades-1790159493041.jpg" data-image="jn2qi6ckqpru"><figcaption>A mina Veladero opera a mais de 4.000 metros de altitude, com equipes organizadas em turnos diurnos e noturnos. Imagem: tiempodesanjuan.com</figcaption></figure><p>Os funcionários permanecem <strong>15 dias na montanha</strong> e, depois, dispõem de outros 15 de descanso. O primeiro dia é geralmente destinado à aclimatação, devido aos efeitos que a subida pode provocar. Superada essa fase inicial de adaptação, a atividade prossegue dividida entre turnos diurnos e noturnos.</p><p>Na área de extração, operam 52 caminhões que mantêm a atividade de forma contínua. Cada veículo chega a realizar cerca de 600 viagens por turno. A equipe que opera essas máquinas é composta majoritariamente por mulheres, em uma atividade que, durante décadas, teve predominância masculina.</p><h2>Dormir, comer e trabalhar de acordo com o turno</h2><p>A rotina diária muda completamente quando chega o turno da noite. Quem trabalha nesse horário almoça entre as 17h e as 19h, enquanto o jantar é servido entre a meia-noite e as 3h da manhã. <strong>O horário de trabalho determina boa parte dos hábitos enquanto permanecem na mina</strong>.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">9 de Julio | Día de la Independencia Argentina<br><br>Desde el corazón de la cordillera, teñida de celeste y blanco, nuestro homenaje hoy es trabajar con alegría y el compromiso de cada minero y minera para fortalecer al país ️<a href="https://x.com/hashtag/Veladero?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Veladero</a> <a href="https://x.com/hashtag/Miner%C3%ADa?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Minería</a> <a href="https://x.com/hashtag/D%C3%ADaDelaindependencia?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#DíaDelaindependencia</a> <a href="https://t.co/UqawfFuS24">pic.twitter.com/UqawfFuS24</a></p>— Veladero (@MinaVeladero) <a href="https://x.com/MinaVeladero/status/1545770964818006018?ref_src=twsrc%5Etfw">July 9, 2022</a></blockquote></figure><p>A extração também não pode parar. De fato, manter a atividade permite preservar a estabilidade estrutural da jazida e prevenir problemas como desabamentos ou inundações. Por esse motivo, as equipes são distribuídas entre os turnos diurnos e noturnos.</p><p>O retorno para casa é parte essencial desse sistema. “Nossos cérebros estão programados para trabalhar apenas 14 dias. Já no 15º dia, queremos descer, ver nossas famílias, retomar nossas vidas. Mas somos gratos; esta mina mudou nossas vidas”, comentaram os trabalhadores de Veladero ao veículo de comunicação argentino “<em>Tiempo de San Juan</em>”.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="775489" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/distrito-mineiro-a-mais-de-1-500-metros-de-altitude-ganha-destaque-seu-charme-europeu-e-reconhecido-mundialmente.html" title="Distrito mineiro a mais de 1.500 metros de altitude ganha destaque: seu 'charme europeu' é reconhecido mundialmente">Distrito mineiro a mais de 1.500 metros de altitude ganha destaque: seu 'charme europeu' é reconhecido mundialmente</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/distrito-mineiro-a-mais-de-1-500-metros-de-altitude-ganha-destaque-seu-charme-europeu-e-reconhecido-mundialmente.html" title="Distrito mineiro a mais de 1.500 metros de altitude ganha destaque: seu 'charme europeu' é reconhecido mundialmente"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/distrito-mineiro-a-mais-de-1-500-metros-de-altitude-ganha-destaque-seu-charme-europeu-e-reconhecido-mundialmente-1782332475838_320.jpg" alt="Distrito mineiro a mais de 1.500 metros de altitude ganha destaque: seu 'charme europeu' é reconhecido mundialmente"></a></article></aside><p>Dois <strong>modos de vida</strong> a mais de 4.000 metros de altitude, separados por milhares de quilômetros e por trabalhos muito distintos, mas condicionados, em ambos os casos, pela mesma altitude.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/assim-e-viver-e-trabalhar-a-4-000-m-acima-do-nivel-do-mar-aqui-as-doencas-nem-sequer-chegam.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A planta perfeita para o verão: trepadeira dá sombra, perfume e transforma qualquer varanda]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/a-planta-perfeita-para-o-verao-trepadeira-da-sombra-perfume-e-transforma-qualquer-varanda.html</link><pubDate>Sat, 26 Sep 2026 14:16:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Conheça aqui uma planta trepadeira ótima para o verão, pois ela deixa sua casa mais fresca com a sombra que proporciona, além de mais florida e perfumada, e não exige muitos cuidados.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-planta-perfeita-para-o-verao-trepadeira-da-sombra-perfume-e-transforma-qualquer-varanda-1790362341402.jpg" data-image="ccnn5tf3by5o"><figcaption>De flores azuladas, roxas ou brancas, esta planta se destaca na paisagem e serve de cobertura para pergolados, por exemplo.</figcaption></figure><p>O verão logo estará aí, e neste calor ter a <strong>varanda </strong>ou outra área externa da casa com <strong>sombra e ar fresco </strong>seria muito bom, não é mesmo? Pois saiba que uma planta trepadeira muito vistosa pode proporcionar isso sozinha.</p><p>Além de criar uma sombra natural, esta <strong>planta </strong>ainda <strong>perfuma e embeleza o espaço</strong>. Descubra abaixo de que planta estamos falando.</p><h2>A planta que traz perfume e ar fresco à varanda de casa</h2><p>Estamos falando da<strong> glicínia (<em>Wisteria</em>)</strong>, uma planta trepadeira clássica e elegante, famosa por suas<strong> flores delicadas e perfumadas em cachos pendentes </strong>que formam cascatas impressionantes em tons de lilás, roxo, azul ou branco.</p><p>Ela cresce vigorosamente, cobrindo estruturas com um volume de folhas capaz de criar sombra natural e ajudar a controlar o calor ao redor. É uma <strong>ótima opção de cobertura para pergolados, arcos, muros e cercas</strong>. </p><div class="texto-destacado">Uma curiosidade: a palavra "glicínia" vem do grego <em>glukús</em>, que significa "doçura" ou "ternura", por causa do perfume de suas flores, representando o amor e a beleza efêmera. </div><p>Mas suas flores costumam aparecer com maior intensidade na primavera, criando um efeito ornamental bastante marcante.</p><p>As <strong>espécies</strong> mais comuns são a <em>Wisteria sinensis</em>, de origem chinesa e com cachos menores, porém em grande quantidade, e a <em>Wisteria floribunda</em>, nativa do Japão e com cachos mais longos e exuberantes.</p><h2>Como cultivar a glicínia</h2><p>De crescimento lento, a glicínia pode levar anos para se tornar adulta e iniciar o florescimento; mas é muito longeva e pode viver até 100 anos. </p><p>A glicínia deve ser plantada em<strong> solo bem drenado, fértil</strong> e rico em matéria orgânica. Ah, e um detalhe: como seus ramos podem ficar pesados, ela não é indicada para estruturas frágeis. É importante<strong> oferecer suportes robustos e resistentes</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-planta-perfeita-para-o-verao-trepadeira-da-sombra-perfume-e-transforma-qualquer-varanda-1790362388933.jpg" data-image="o2yw8nf2ctgr"><figcaption>Com os cuidados corretos, a glicínia vai encher seu ambiente de perfume e sombra.</figcaption></figure><p>Ela <strong>pode atingir mais de 10 a 15 metros de comprimento</strong>, exigindo podas regulares de contenção e formação. </p><p>Além disso, ela prefere<strong> locais com luz solar direta</strong>, já que floresce melhor quando recebe algumas horas de sol direto por dia. A luz direta estimula seu crescimento e ajuda os cachos a terem cor e perfume mais intensos. Ela pode tolerar sombra parcial, mas a luz solar direta é preferível.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-planta-perfeita-para-o-verao-trepadeira-da-sombra-perfume-e-transforma-qualquer-varanda-1790362419447.jpg" data-image="0b4e8x5wcphz"><figcaption>A glicínia tem longos cachos pendentes (de 15 a 30 cm) que florescem na primavera, exalando um perfume adocicado marcante.</figcaption></figure><p>Quanto à adubação, aconselha-se aplicar fertilizantes balanceados na primavera para promover um crescimento saudável. As <strong>podas devem ser feitas regularmente</strong> (no final do inverno ou início da primavera é ideal) para controlar o crescimento e moldar a planta, e incentivar a formação de flores. Aliás, ela <strong>atinge a floração no período da primavera</strong>.</p><p>As <strong>regas </strong>devem ser <strong>regulares e moderadas</strong>, mantendo o solo uniformemente úmido, principalmente durante o estabelecimento da planta; mas<strong> evitando o encharcamento</strong>. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="787945" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/o-jardim-de-vo-esta-de-volta-veja-6-flores-para-entrar-na-tendencia-que-esta-em-alta-no-exterior.html" title="O “Jardim de vó” está de volta; veja 6 flores para entrar na tendência que está em alta no exterior">O “Jardim de vó” está de volta; veja 6 flores para entrar na tendência que está em alta no exterior</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/o-jardim-de-vo-esta-de-volta-veja-6-flores-para-entrar-na-tendencia-que-esta-em-alta-no-exterior.html" title="O “Jardim de vó” está de volta; veja 6 flores para entrar na tendência que está em alta no exterior"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/o-jardim-de-vo-esta-de-volta-veja-6-flores-para-entrar-na-tendencia-que-esta-em-alta-no-exterior-1788987182457_320.jpg" alt="O “Jardim de vó” está de volta; veja 6 flores para entrar na tendência que está em alta no exterior"></a></article></aside><p>Esta planta ainda <strong>atrai polinizadores</strong> como abelhas e borboletas, deixando o ambiente mais vivo durante a estação.</p><p>Ah, é importante destacar que esta é uma <strong>planta tóxica</strong> e deve ficar longe do alcance de crianças pequenas e de animais de estimação, para evitar que eles ingerem ela.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Reda%C3%A7%C3%A3o%20Oeste" data-year="2025" data-title="A%20trepadeira%20que%20transforma%20varandas%20no%20ver%C3%A3o%20e%20ainda%20cria%20uma%20sombra%20natural%20perfumada" data-url="https%3A%2F%2Frevistaoeste.com%2Foestegeral%2F2025%2F12%2F03%2Fa-trepadeira-que-transforma-varandas-no-verao-e-ainda-cria-uma-sombra-natural-perfumada%2F">Redação Oeste. (2025). <a href="https://revistaoeste.com/oestegeral/2025/12/03/a-trepadeira-que-transforma-varandas-no-verao-e-ainda-cria-uma-sombra-natural-perfumada/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">A trepadeira que transforma varandas no verão e ainda cria uma sombra natural perfumada</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/a-planta-perfeita-para-o-verao-trepadeira-da-sombra-perfume-e-transforma-qualquer-varanda.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA["Camada de ozônio está se recuperando, mas seu buraco atingiu o pico antes do previsto em 2026", afirma OMM]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/camada-de-ozonio-esta-se-recuperando-mas-seu-buraco-atingiu-o-pico-antes-do-previsto-em-2026-afirma-omm.html</link><pubDate>Sat, 26 Sep 2026 12:13:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Dados animadores sobre a camada de ozônio: o seu buraco continua diminuindo, o que indica uma recuperação progressiva da camada protetora da Terra. Aqui estão as últimas medições oficiais e os dados que continuam preocupantes.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/rapporto-wmo-strato-di-ozono-in-costante-ripresa-2025-ma-a-settembre-2026-il-massimo-del-buco-e-in-anticipo-1790277973692.jpg" data-image="7m4d2mju67t5"><figcaption>Por ocasião do Dia Internacional de Preservação da Camada de Ozônio, celebrado anualmente em 16 de setembro, a OMM (Organização Meteorológica Mundial) publicou seu Boletim do Ozônio de 2025. O relatório, que analisou o ciclo do ozônio na Antártida para 2025, apontou que o buraco do ano passado foi um dos "menos graves" dos últimos 20 anos.</figcaption></figure><p><strong>Nos últimos anos, a camada de ozônio tem apresentado sinais constantes de melhora</strong>. Em 2024 e 2025, a quantidade total de ozônio superou a média em vastas áreas do hemisfério sul. Essa tendência positiva está relacionada ao aumento da atividade das ondas planetárias, o que favoreceu o transporte de ozônio em direção aos polos.</p><p>Por outro lado, <strong>entre 2022 e 2023, foram registradas anomalias negativas devido à redução da circulação atmosférica</strong> e aos efeitos da erupção vulcânica de Hunga Tonga. No entanto, a longo prazo, o esgotamento da camada de ozônio — observado da década de 1960 até a de 1990 — foi interrompido graças à proibição de substâncias nocivas estabelecida pelo Protocolo de Montreal, dando início a uma fase de recuperação lenta, porém progressiva, a partir do ano 2000.</p><h2>O buraco na camada de ozônio na Antártica em 2025</h2><p>Por ocasião do Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio, celebrado anualmente em 16 de setembro, a OMM (Organização Meteorológica Mundial) apresentou seu Boletim do Ozônio de 2025. O relatório, que analisou o ciclo do ozônio na Antártica em 2025, indicou que <strong>o buraco do ano passado foi um dos "menos graves" dos últimos 20 anos</strong>.</p><p>De fato, de modo geral, o buraco na camada de ozônio de 2025 <strong>situou-se entre o quarto e o quinto menos intensos desde o início das observações</strong> sistemáticas, em 1992.</p><div class="texto-destacado">O déficit máximo anual de massa de ozônio (DMO) foi de 36,7 milhões de toneladas em 29 de setembro de 2025. Isso representa uma redução de mais de 25% em relação à média histórica de 1990-2010 (50,1 milhões de toneladas), o que constitui uma melhoria significativa.</div><p>Essa<strong> menor extensão e "intensidade" do buraco</strong> também ocorreram graças aos episódios de aquecimento estratosférico que, em meados de setembro do ano passado, desaceleraram a destruição da camada de ozônio, desmantelando prematuramente o vórtice polar antártico em outubro.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/rapporto-wmo-strato-di-ozono-in-costante-ripresa-2025-ma-a-settembre-2026-il-massimo-del-buco-e-in-anticipo-1790278022076.jpg" data-image="b474gnrwd56s"><figcaption>O déficit máximo anual de massa de ozônio (DMO) foi de 36,7 milhões de toneladas em 29 de setembro de 2025. Isso representa uma redução de mais de 25% em relação à média histórica do período 1990-2010 (50,1 milhões de toneladas), o que constitui uma melhoria significativa.</figcaption></figure><p>Lembremos, de fato, que a reação pela qual as moléculas de ozônio se dissociam dos clorofluorcarbonetos (CFC) é favorecida por temperaturas estratosféricas muito baixas.</p><h2>Setembro de 2026: Contrariando a tendência, mas há uma razão<br></h2><p>O Serviço de Monitoramento da Atmosfera Copernicus (CAMS) detectou que o <strong>buraco</strong> na camada de ozônio da Antártica atingiu seu <strong>pico </strong>de <strong>extensão anual</strong> um pouco <strong>antes do habitual </strong>— em 12 de setembro de 2026 —, em consonância com o que já havia sido observado em 2025.</p><p>No entanto, <strong>diferentemente do ano anterior, em 2026 a extensão manteve-se acima da média</strong>, cerca de 5 milhões de km² acima da média para esse período. Além disso, o rápido desenvolvimento do buraco na camada de ozônio em 2026 coincidiu com uma queda acentuada da temperatura estratosférica a cerca de 20 km acima do Polo Sul. Portanto, as condições foram particularmente favoráveis ao seu desenvolvimento.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="778465" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/o-buraco-na-camada-de-ozonio-comecou-a-se-formar-quase-30-anos-antes-de-ser-descoberto.html" title="O buraco na camada de ozônio começou a se formar quase 30 anos antes de ser descoberto">O buraco na camada de ozônio começou a se formar quase 30 anos antes de ser descoberto</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/o-buraco-na-camada-de-ozonio-comecou-a-se-formar-quase-30-anos-antes-de-ser-descoberto.html" title="O buraco na camada de ozônio começou a se formar quase 30 anos antes de ser descoberto"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-agujero-de-ozono-empezo-a-gestarse-casi-30-anos-antes-de-ser-descubierto-1783845544179_320.jpg" alt="O buraco na camada de ozônio começou a se formar quase 30 anos antes de ser descoberto"></a></article></aside><p>Na prática, 2025 e 2026 representam duas situações distintas — embora com desfechos opostos — que ocorrem em um contexto que, de modo geral, tende a melhorar as condições da camada de ozônio atmosférica da Terra.</p><h2>Um século de medições e o aumento da radiação UV na Europa</h2><p>Em <strong>2026</strong>, as <strong>medições de ozônio</strong> em Arosa e Davos, na Suíça, <strong>completaram um século</strong>: 100 anos de observação contínua, o que a torna a base de dados mais extensa do mundo, essencial para estimar a espessura da camada de ozônio e os níveis de referência anteriores à era dos CFCs.</p><p>Essa continuidade de dados nos permitiu monitorar o declínio e a posterior recuperação: o nível médio de ozônio nas latitudes médias do Hemisfério Norte (35°N-60°N) é 2% inferior à média do período de 1964 a 1980.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/rapporto-wmo-strato-di-ozono-in-costante-ripresa-2025-ma-a-settembre-2026-il-massimo-del-buco-e-in-anticipo-1790278113319.jpg" data-image="lsdbpmtzuy9x"><figcaption>O menor tamanho e a menor intensidade do buraco na camada de ozônio de 2025 também se deveram a eventos de aquecimento estratosférico que, em meados de setembro do ano anterior, desaceleraram o esgotamento da camada de ozônio, desmantelando prematuramente o vórtice polar antártico em outubro. Esse fenômeno é diametralmente oposto àquele que, em setembro de 2026, provocou um pico na extensão do buraco na camada de ozônio, apesar de uma melhoria geral do clima.</figcaption></figure><p>Apesar da recuperação da camada de ozônio, observa-se em muitas regiões um aumento na dose anual de radiação UV e um incremento nos dias com índice UV elevado, especialmente na primavera e no início do verão.</p><p>Na <strong>Europa</strong>, as doses anuais de radiação UV aumentaram até 20% desde 1995. Esse fenômeno deve-se, em 80%, à redução da nebulosidade e, em 20%, à diminuição das concentrações de aerossóis.</p><h2>O sucesso da Emenda de Kigali ao longo de uma década</h2><p>A proteção da camada de ozônio tem suas raízes no histórico Protocolo de Montreal, assinado em 1987 e que entrou em vigor em 1989, para proibir as substâncias químicas responsáveis pelo buraco na camada de ozônio. Esse marco regulatório foi complementado em <strong>2016 </strong>pela <strong>Emenda de Kigali</strong>, criada para abordar outro problema relacionado: a <strong>propagação de hidrofluorcarbonetos (HFCs)</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="765608" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/mit-descobre-substancia-quimica-chave-que-pode-atrasar-a-recuperacao-da-camada-de-ozonio-em-7-anos.html" title="MIT descobre substância química chave que pode atrasar a recuperação da camada de ozônio em 7 anos">MIT descobre substância química chave que pode atrasar a recuperação da camada de ozônio em 7 anos</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/mit-descobre-substancia-quimica-chave-que-pode-atrasar-a-recuperacao-da-camada-de-ozonio-em-7-anos.html" title="MIT descobre substância química chave que pode atrasar a recuperação da camada de ozônio em 7 anos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/mit-finds-key-chemical-that-could-delay-ozone-layer-recovery-by-seven-years-1776798891228_320.jpg" alt="MIT descobre substância química chave que pode atrasar a recuperação da camada de ozônio em 7 anos"></a></article></aside><p>Embora não danifiquem diretamente a camada de ozônio, os <strong>HFCs são gases de efeito estufa muito potentes</strong>, utilizados em sistemas de refrigeração e ar-condicionado.</p><p>Essa <strong>emenda</strong> tem como <strong>objetivo </strong><strong>reduzir o uso de HFCs em mais de 80% nas próximas décadas </strong>— um marco fundamental que, se totalmente implementado, permitirá evitar um aquecimento de até 0,5 °C até o ano de 2100, combinando a proteção do escudo atmosférico com o combate às mudanças climáticas.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="WMO%20-%20World%20Meteorological%20Organization" data-year="" data-title="State%20of%20the%20ozone%20layer%20in%202025" data-url="https%3A%2F%2Fmcusercontent.com%2F618614864060486033e4590d6%2Ffiles%2Fcf466640-16e4-9c41-eda9-b68259051858%2FOzone_and_UV_Bulletin_4_en.pdf%3Ffbclid%3DIwY2xjawUeL_NwZG9mBWV4dG4DYWVtAjEwAGJyaWQRMW1manAwZ0tobG1US0tDeGNzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEeFH7Nw-vjXP0mh6rM7ebK6Lfi1r_39_gMsGKoZOdiKjBHouuwWd0UfwuTKnY_aem_v0HOfFZ8gdDRFSU9kQ71SQ">WMO - World Meteorological Organization. <a href="https://mcusercontent.com/618614864060486033e4590d6/files/cf466640-16e4-9c41-eda9-b68259051858/Ozone_and_UV_Bulletin_4_en.pdf?fbclid=IwY2xjawUeL_NwZG9mBWV4dG4DYWVtAjEwAGJyaWQRMW1manAwZ0tobG1US0tDeGNzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEeFH7Nw-vjXP0mh6rM7ebK6Lfi1r_39_gMsGKoZOdiKjBHouuwWd0UfwuTKnY_aem_v0HOfFZ8gdDRFSU9kQ71SQ" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">State of the ozone layer in 2025</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/camada-de-ozonio-esta-se-recuperando-mas-seu-buraco-atingiu-o-pico-antes-do-previsto-em-2026-afirma-omm.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A Terra cruza uma nova linha vermelha: sete dos nove limites planetários já foram ultrapassados]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/a-terra-cruza-uma-nova-linha-vermelha-sete-dos-nove-limites-planetarios-ja-foram-ultrapassados.html</link><pubDate>Sat, 26 Sep 2026 10:22:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Um novo relatório científico alerta que sete dos nove limites que regulam a estabilidade do planeta já foram ultrapassados e que todos eles continuam a se afastar ainda mais da zona considerada segura.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-tierra-cruza-una-nueva-linea-roja-ya-son-7-de-9-los-limites-planetarios-superados-1790179338588.png" data-image="jm6ab1f9bo9e"><figcaption>O conceito de limites planetários visa estabelecer um espaço de operação seguro para a humanidade.</figcaption></figure><p>A Terra acaba de passar por mais um "check-up de saúde", e os resultados da análise estão, mais uma vez, acendendo um sinal de alerta. O <em>Planetary Health Check 2026 </em>(Avaliação da Saúde Planetária 2026), elaborado por mais de 60 cientistas, conclui que<strong> 7 dos 9 limites planetários já foram ultrapassados</strong> e que todos eles <strong>continuam apresentando deterioração</strong>.</p><p>O relatório foi apresentado no dia 21 de setembro pelo Laboratório de Ciência dos Limites Planetários do Instituto Potsdam de Pesquisa sobre o Impacto Climático (PIK) e fornece uma<strong> atualização anual</strong> sobre a situação dos principais processos que mantêm a estabilidade do sistema terrestre.</p><h2><strong>O que são limites planetários?</strong></h2><p>O conceito de limites planetários visa estabelecer um espaço de operação seguro para a humanidade. Não se trata de nove fronteiras físicas que, uma vez ultrapassadas, desencadeiam automaticamente um desastre, mas sim de <strong>indicadores </strong>que permitem avaliar em que medida a capacidade da Terra de manter condições relativamente estáveis está sendo alterada.</p><p>Os nove processos analisados são: <strong>mudanças climáticas</strong>, integridade da biosfera, mudanças no uso da terra, alterações na água doce, fluxos biogeoquímicos, novas entidades — como produtos químicos e plásticos —, acidificação dos oceanos, depleção da camada de ozônio estratosférico e carga de aerossóis atmosféricos.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/LnpEiDq4HBE/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=LnpEiDq4HBE" id="LnpEiDq4HBE"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>De acordo com a nova avaliação, <strong>sete deles estão fora do espaço considerado seguro</strong>: mudanças climáticas, integridade da biosfera, mudanças no uso da terra, alterações na água doce, fluxos biogeoquímicos, novas entidades e acidificação dos oceanos.</p><h2>Sete limites ultrapassados, e a situação só piora</h2><p>Uma das constatações mais marcantes do relatório é que os sete limites já ultrapassados atingiram seus níveis mais elevados de deterioração registrados. A <strong>acidificação dos oceanos tornou-se o mais recente</strong> dos nove processos a ultrapassar seu limite, o que ocorreu em 2025.</p><div class="texto-destacado">Nem todos apresentam o mesmo nível de risco. O relatório distingue entre diferentes graus de afastamento do espaço operacional seguro. Quanto mais estas margens forem ultrapassadas, maior será a incerteza e maior será o risco de mudanças profundas e difíceis de reverter em certos sistemas terrestres.</div><p>Os outros dois limites apresentam uma situação diferente. O<strong> ozônio estratosférico </strong>e a carga global de aerossóis permanecem dentro do espaço operacional seguro, embora pesquisadores alertem para a existência de problemas regionais relacionados aos aerossóis e para a desaceleração da recuperação do ozônio.</p><h2>Um planeta onde tudo está conectado</h2><p>A importância desses limites está não apenas em quantos deles foram ultrapassados, mas também no fato de que não operam de forma independente.</p><p>O <strong>clima, os oceanos, os ecossistemas, a água doce e os solos fazem todos parte do mesmo sistema</strong>. Alterar um desses componentes pode aumentar a pressão sobre os outros e desencadear efeitos em cascata. Por essa razão, os cientistas consideram que o desvio simultâneo em relação a vários limites aumenta o risco de mudanças persistentes e potencialmente irreversíveis.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-tierra-cruza-una-nueva-linea-roja-ya-son-7-de-9-los-limites-planetarios-superados-1790179642724.jpg" data-image="5k1psvyw2vo0"><figcaption>O relatório distingue entre diferentes graus de afastamento do espaço operacional seguro.</figcaption></figure><p>O relatório também aborda uma questão particularmente relevante: os <strong>sumidouros naturais de carbono</strong>. Florestas, solos e outros ecossistemas absorvem uma parcela significativa do dióxido de carbono emitido por atividades humanas, mas ondas de calor, secas, incêndios florestais e a degradação ambiental podem reduzir essa capacidade.</p><p>Isso significa que <strong>alguns ecossistemas poderiam perder parte de seu papel como amortecedores das mudanças climáticas</strong> justamente quando são mais necessários.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="767728" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/amazonia-perto-do-limite-estudo-aponta-que-desmatamento-pode-antecipar-risco-climatico.html" title="Amazônia perto do limite: estudo aponta que desmatamento pode antecipar risco climático">Amazônia perto do limite: estudo aponta que desmatamento pode antecipar risco climático</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/amazonia-perto-do-limite-estudo-aponta-que-desmatamento-pode-antecipar-risco-climatico.html" title="Amazônia perto do limite: estudo aponta que desmatamento pode antecipar risco climático"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/amazonia-perto-do-limite-estudo-aponta-que-desmatamento-pode-antecipar-risco-climatico-1778595932274_320.jpg" alt="Amazônia perto do limite: estudo aponta que desmatamento pode antecipar risco climático"></a></article></aside><p>A situação, no entanto, não significa que um ponto de não retorno global já tenha sido ultrapassado. Os próprios pesquisadores enfatizam que os limites planetários são indicadores de risco crescente, e não interruptores que desencadeiam um colapso imediato.</p><p>A recuperação da camada de ozônio demonstra, de fato, que as tendências ambientais podem ser alteradas quando medidas coordenadas são implementadas. O novo relatório oferece, portanto, um<strong> panorama preocupante do estado do planeta</strong>, mas também uma ferramenta para mensurar onde estão os maiores riscos e como eles evoluem ao longo do tempo.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Planetary%20Boundaries%20Science%20Lab" data-year="2026" data-title="Planetary%20Health%20Check%202026" data-url="https%3A%2F%2Fwww.planetaryhealthcheck.org%2F">Planetary Boundaries Science Lab. (2026). <a href="https://www.planetaryhealthcheck.org/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Planetary Health Check 2026</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/a-terra-cruza-uma-nova-linha-vermelha-sete-dos-nove-limites-planetarios-ja-foram-ultrapassados.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Arroz no RS: nova chuva pode encurtar a janela de semeadura no fim de setembro]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/arroz-no-rsl-nova-chuva-pode-encurtar-a-janela-de-semeadura-no-fim-de-setembro.html</link><pubDate>Sat, 26 Sep 2026 08:12:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>A semeadura do arroz irrigado avança no Rio Grande do Sul, mas tempestades podem reduzir o acesso aos campos entre domingo e terça. Antes de mobilizar máquinas, produtores precisam conferir chuva, drenagem e umidade em cada talhão.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/arroz-no-rsl-nova-chuva-pode-encurtar-a-janela-de-semeadura-no-fim-de-setembro-1790367354818.jpg" data-image="utnebaxec4ok" alt="arroz, RS, semeadura" title="arroz, RS, semeadura"><figcaption>A previsão de chuva ajuda a identificar onde a semeadura do arroz pode avançar antes da próxima rodada de instabilidade.</figcaption></figure><p>A semeadura do arroz irrigado no Rio Grande do Sul enfrenta uma janela instável entre sexta (25) e terça (29). A previsão indica<strong> mais de 100 mm em pontos da fronteira uruguaia no domingo</strong>. A área pretendida para o arroz soma 861,8 mil hectares. Fronteira Oeste, Campanha e Zona Sul exigem atenção; soja e milho também dependem do solo.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>A decisão é onde as máquinas podem trabalhar sem compactar o terreno. <strong>Uma tarde sem chuva não garante acesso aos quadros.</strong> Em Uruguaiana, Bagé e Pelotas, drenagem e umidade do talhão precisam orientar preparo e plantio. O avanço só faz sentido onde a superfície sustenta equipamentos e os canais retiram a água.</p><h2>Sexta e sábado: pausa de chuva varia entre as regiões arrozeiras </h2><p>O <em>Instituto Nacional de Meteorologia</em> (<a href="https://portal.inmet.gov.br/noticias/previs%C3%A3o-para-sexta-feira-25-e-s%C3%A1bado-26" target="_blank">INMET</a>) prevê <strong>pancadas de chuva e trovoadas no sul e sudeste do Rio Grande do Sul na tarde de sexta-feira (25)</strong>. No sábado (26), a chuva pode se espalhar para o centro, oeste e sul do estado. </p><p>Uruguaiana e São Borja, na Fronteira Oeste, devem monitorar o volume de chuva acumulado. Já Bagé, na Campanha, e Pelotas, na Zona Sul, podem ter condições climáticas diferentes.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/arroz-no-rsl-nova-chuva-pode-encurtar-a-janela-de-semeadura-no-fim-de-setembro-1790367652899.jpg" data-image="tzhrun2af19s" alt="arroz, chuva, pancadas" title="arroz, chuva, pancadas"><figcaption>Previsão de chuva para sábado (26), às 16h, com maior probabilidade entre Uruguaiana e Rivera.</figcaption></figure><p>O arroz está em pré-semeadura ou implantação inicial. <strong>Solo encharcado dificulta nivelamento, contato da semente e circulação de equipamentos.</strong> </p><p>A <em>Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul</em> (<a href="https://www.revistacultivar.com.br/noticias/rs-safra-2026-27-culturas-de-verao-avancam" target="_blank">Emater</a>/RS) informa que 68% da área projetada de milho foi implantada, com lavouras em germinação, emergência e desenvolvimento inicial. Assim, a mesma pancada que interrompe o arroz pode exigir inspeção de erosão no milho.</p><h2>Domingo a terça: chuva forte pode interromper o avanço do plantio </h2><p>A previsão indica temporais no Rio Grande do Sul no domingo (27), com intensificação na segunda (28) e terça (29). <strong>Os volumes previstos superam 100 mm em pontos da fronteira uruguaia </strong>no domingo e se aproximam de 200 mm na metade sul até terça. São projeções localizadas.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg> A previsão indica chuva no sul já no sábado e possível frente fria a partir de terça.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Na Campanha, Fronteira Oeste e Zona Sul, o risco imediato é perder acesso aos quadros. Chuva intensa após a semeadura pode deslocar sementes e favorecer erosão; antes, paralisa preparo e máquinas. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/arroz-no-rsl-nova-chuva-pode-encurtar-a-janela-de-semeadura-no-fim-de-setembro-1790368529607.jpg" data-image="vp0jyegu6h0m" alt="chuva, acumulado, arroz" title="chuva, acumulado, arroz"><figcaption>Previsão de chuva acumulada até segunda-feira (28), às 18h.</figcaption></figure><p>O <em>Instituto Rio Grandense do Arroz</em> (IRGA) recomenda <strong>aproveitar períodos secos e alerta que uma primavera úmida reduz essas janelas</strong>. A resposta depende do relevo e da gleba.</p><ul><li><strong>Na Fronteira Oeste, antes de 27/9, verificar umidade e resistência do solo ao tráfego evita confundir ausência de chuva com condição de semeadura.</strong></li><li>Na Campanha, se a chuva forte de 28 e 29/9 se confirmar, manter saídas de água desobstruídas pode preservar o acesso seguinte.</li><li>Na Zona Sul, após as pancadas, conferir sulcos e emergência nas áreas semeadas ajuda a localizar falhas sem presumir perda generalizada.</li></ul><h2>Depois da frente, a decisão volta ao talhão </h2><p>O IRGA situa a semeadura entre setembro e outubro. <strong>Chuva de 27 a 29 de setembro pode atrasar operações</strong>, sem comprometer automaticamente a época de implantação. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Em Uruguaiana, Bagé e Pelotas, talhões drenados podem voltar antes dos que acumularem água. <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p><br>Retomar máquinas exige solo que suporte o tráfego sem marcas profundas. <strong>Onde o arroz emergiu, cabe observar estande, erosão e água parada</strong> antes de considerar correções. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="790462" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/calor-de-ate-40-c-antecede-frente-fria-e-intensa-mudanca-do-tempo-em-sp-veja-o-alerta.html" title="Calor de até 40°C antecede frente fria e intensa mudança do tempo em SP; veja o alerta">Calor de até 40°C antecede frente fria e intensa mudança do tempo em SP; veja o alerta</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/calor-de-ate-40-c-antecede-frente-fria-e-intensa-mudanca-do-tempo-em-sp-veja-o-alerta.html" title="Calor de até 40°C antecede frente fria e intensa mudança do tempo em SP; veja o alerta"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/calor-de-ate-40-c-antecede-frente-fria-e-intensa-mudanca-do-tempo-em-sp-veja-o-alerta-1790348215564_320.png" alt="Calor de até 40°C antecede frente fria e intensa mudança do tempo em SP; veja o alerta"></a></article></aside><p>Na soja em rotação e no milho inicial, a avaliação segue cada fase. Adubação e herbicidas exigem orientação agronômica local. Até 1º de outubro, a frente e os volumes previstos podem mudar.</p><ul> </ul>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/arroz-no-rsl-nova-chuva-pode-encurtar-a-janela-de-semeadura-no-fim-de-setembro.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A atmosfera da Terra atingiu um recorde de vapor d'água: por que isso preocupa os cientistas]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/a-atmosfera-da-terra-atingiu-um-recorde-de-vapor-d-agua-por-que-isso-preocupa-os-cientistas.html</link><pubDate>Fri, 25 Sep 2026 23:22:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>A atmosfera terrestre registrou, em agosto, a maior quantidade de vapor d'água de toda a série disponível. O aquecimento global e o El Niño aparecem como fatores-chave por trás desse novo recorde.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-atmosfera-de-la-tierra-alcanzo-un-record-de-vapor-de-agua-por-que-preocupa-a-los-cientificos-1789929001794.jpg" data-image="s6fcjrdj77kq"><figcaption>O índice de água precipitável representa a quantidade total de vapor contida em uma coluna de ar.</figcaption></figure><p>A<strong> atmosfera da Terra</strong> acaba de atingir um <strong>recorde </strong>que, à primeira vista, pode passar despercebido, mas que tem implicações importantes para o clima. Durante o mês de <strong>agosto</strong>, a quantidade média de<strong> vapor d'água presente na atmosfera</strong> chegou a 27,35 quilogramas por metro quadrado (kg/m²), o valor mais alto desde o início da série de dados, em 1979.</p><p>O registro foi identificado a partir de dados do Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus (C3S) e supera em 0,04 kg/m² o recorde anterior, estabelecido em julho de 2024. Embora a diferença pareça pequena, ela representa cerca de<strong> 20 trilhões de litros adicionais de água</strong> distribuídos na atmosfera em escala planetária.</p><h2><strong>O que significa ter mais vapor de água na atmosfera?</strong></h2><p>O dado <strong>não significa que haja uma massa gigantesca de água suspensa sobre nossas cabeças</strong>, prestes a cair. Trata-se de uma medida conhecida como água precipitável: a quantidade total de vapor contida em uma coluna de ar que se estende da superfície até as camadas superiores da atmosfera.</p><div class="texto-destacado"><strong>O vapor d'água é uma peça fundamental do sistema climático. Faz parte do ciclo da água e é indispensável para a formação de nuvens e precipitações. Mas também desempenha outro papel: é um potente gás de efeito estufa.</strong></div><p>E aqui surge uma das chaves para o novo recorde.<strong> O ar mais quente pode conter mais umidade</strong>. Segundo Julien Nicolas, cientista sênior do C3S, para cada grau Celsius de aquecimento, o ar pode reter aproximadamente 7% a mais de vapor d'água.</p><p>Por isso, o aumento da temperatura global favorece uma atmosfera com maior capacidade de armazenar umidade. Por sua vez, <strong>essa umidade adicional pode modificar a intensidade de alguns fenômenos meteorológicos</strong>.</p><h2><strong>Mais umidade disponível para as tempestades</strong></h2><p>O problema não é simplesmente haver mais água no ar. Quando o vapor d'água sobe, esfria e se condensa para formar gotas dentro das nuvens, ele libera calor. Essa energia pode <strong>alimentar sistemas de tempestades e contribuir para que algumas precipitações sejam mais intensas</strong>.</p><p> Uma <strong>atmosfera mais úmida</strong>, portanto, dispõe de maior quantidade de combustível para determinados <strong>eventos de chuva extrema</strong>, especialmente quando coincidem outros ingredientes favoráveis à convecção e à formação de tempestades. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-atmosfera-de-la-tierra-alcanzo-un-record-de-vapor-de-agua-por-que-preocupa-a-los-cientificos-1789929065307.jpg" data-image="np8j29vssn7s"><figcaption>Média de água precipitável durante o período 1991-2020. A média global é de aproximadamente 24 mm.</figcaption></figure><p>O efeito também pode ser observado nos <strong>ciclones tropicais</strong>, onde a abundante umidade disponível pode favorecer precipitações mais intensas e fornecer energia adicional ao sistema.</p><p>Os cientistas alertam, no entanto, que <strong>o recorde global de vapor d'água não implica que todos os locais do planeta passarão automaticamente por mais chuvas extremas</strong>. A resposta depende da circulação atmosférica e das condições regionais.</p><h2><strong>O El Niño também entra em cena</strong></h2><p>As <strong>temperaturas excepcionalmente elevadas dos oceanos tropicais</strong> foram outro ingrediente importante. O oceano é a principal fonte de vapor d'água para a atmosfera e, quando sua superfície está mais quente, a evaporação aumenta.</p><p>Em agosto, as temperaturas do Pacífico tropical estavam particularmente elevadas, em um contexto de fortalecimento do<strong> El Niño</strong>. O <em>Copernicus </em>aponta que essas condições provavelmente contribuíram para o recorde de umidade atmosférica.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="586213" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/descobrem-um-fenomeno-surpreendente-que-revoluciona-o-que-sabiamos-sobre-a-evaporacao-da-agua.html" title="Descobrem um fenômeno surpreendente que revoluciona o que sabíamos sobre a evaporação da água">Descobrem um fenômeno surpreendente que revoluciona o que sabíamos sobre a evaporação da água</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/descobrem-um-fenomeno-surpreendente-que-revoluciona-o-que-sabiamos-sobre-a-evaporacao-da-agua.html" title="Descobrem um fenômeno surpreendente que revoluciona o que sabíamos sobre a evaporação da água"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/descubren-un-fenomeno-sorprendente-que-revoluciona-lo-que-sabiamos-sobre-la-evaporacion-del-agua-1699746644907_320.jpg" alt="Descobrem um fenômeno surpreendente que revoluciona o que sabíamos sobre a evaporação da água"></a></article></aside><p>O dado ganha ainda mais relevância porque agosto de 2026 também figurou entre os meses mais quentes já registrados. Para o <em>Copernicus</em>, foi o agosto mais quente de sua série de dados ERA5, com uma temperatura média global de 16,96°C, além de ter empatado com julho de 2023 como o mês mais quente de todo o calendário.</p><p>O recorde de vapor d'água é, em suma, mais um sinal de como<strong> temperatura, oceanos e umidade estão estreitamente conectados</strong>. E mostra que as mudanças no clima global não se manifestam apenas no termômetro: elas também estão alterando um dos componentes fundamentais da atmosfera.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/a-atmosfera-da-terra-atingiu-um-recorde-de-vapor-d-agua-por-que-isso-preocupa-os-cientistas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Temporal com granizo atinge o Norte de MG e causa estragos em vários municípios ]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/temporal-com-granizo-atinge-o-norte-de-mg-e-causa-estragos-em-varios-municipios.html</link><pubDate>Fri, 25 Sep 2026 21:37:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>O destelhamento quase completo do hospital municipal de Berilo mobilizou a cidade do Vale do Jequitinhonha após rajadas de vento atingirem cerca de 180 imóveis da região<sup></sup>. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/temporal-atinge-o-norte-de-mg-e-causa-estragos-em-varios-municipios-1790368743897.jpg" data-image="cnyndqyucbho" alt="Hospital de Berilo após fortes chuvas que atingiram o Norte de Minas Gerais. Foto: Redes Sociais" title="Hospital de Berilo após fortes chuvas que atingiram o Norte de Minas Gerais. Foto: Redes Sociais"><figcaption>Hospital de Berilo após fortes chuvas que atingiram o Norte de Minas Gerais. Foto: Redes Sociais</figcaption></figure><p><strong>Temporais acompanhados de rajadas de vento e granizo deixaram um rastro de destruição em municípios do Norte de Minas</strong> e do Vale do Jequitinhonha. As ocorrências foram registradas a partir da noite de quinta-feira (24), atingindo residências, vias públicas e prédios municipais.</p><p>Entre as localidades mais afetadas estão <strong>Janaúba, Capitão Enéas, Porteirinha, Berilo e Catuti</strong>. Equipes da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros foram mobilizadas para prestar socorro aos atingidos, liberar rodovias bloqueadas e mapear a extensão dos prejuízos materiais.</p><h2>Alagamentos e destruição no Norte de Minas</h2><p><strong>Em Janaúba, uma precipitação de cerca de 35 minutos foi suficiente para inundar vias </strong>da área central e de bairros como Cerâmica e São Gonçalo. Na comunidade de Jataí, os pluviômetros marcaram em torno de <strong>40 mm</strong>. Próximo ao trevo da Avenida Ecológica, a força da enxurrada arrastou parcialmente um automóvel para um canal de drenagem, mas o condutor conseguiu escapar a tempo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/temporal-atinge-o-norte-de-mg-e-causa-estragos-em-varios-municipios-1790368595144.jpg" data-image="l6tk79v9chau" alt="Árvore cai sobre carro em Minas Gerais. Foto: Redes Sociais" title="Árvore cai sobre carro em Minas Gerais. Foto: Redes Sociais"><figcaption>Árvore cai sobre carro em Minas Gerais. Foto: Redes Sociais</figcaption></figure><p>A situação também foi severa em Capitão Enéas, <strong>onde um vendaval com granizo durou aproximadamente uma hora e somou 22 mm de chuva</strong>. O temporal causou a interrupção no fornecimento de energia elétrica por três horas e <strong>danificou ao menos 12 imóveis</strong> em áreas como Morada do Parque, Centro e Manoel Vaqueiro. Na comunidade de Malhada Real, uma casa desabou totalmente, obrigando uma família com quatro crianças a buscar abrigo provisório.</p><p><strong>Já no município de Porteirinha, a tempestade perdurou por 40 minutos com intensa atividade elétrica</strong>. A queda de árvores na rodovia MGC-122 interrompeu a circulação de veículos entre o município e Janaúba até a intervenção do Corpo de Bombeiros. O abastecimento de energia ficou suspenso por uma hora na cidade, provocando o cancelamento de uma atividade pública na Praça Odilon Coelho.</p><h2>Vendaval causa danos severos em Berilo</h2><p>No Vale do Jequitinhonha, <strong>o município de Berilo enfrentou fortes rajadas de vento na noite de quarta-feira</strong>, gerando danos estruturais expressivos. O hospital municipal ficou praticamente <strong>todo destelhado</strong> e o mercado público também teve coberturas arrancadas com a violência das rajadas.</p><p>Conforme levantamentos preliminares, aproximadamente <strong>180 imóveis, incluindo residências e galpões comerciais, sofreram avarias</strong> em coberturas e beirais. A força do deslocamento de ar chegou a arremessar a tampa de uma caixa-d'água diretamente contra a área externa de um posto da prefeitura.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="790459" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/calor-de-47-c-e-temporais-marcam-o-ultimo-fim-de-semana-de-setembro-veja-a-previsao.html" title="Calor de 47°C e temporais marcam o último fim de semana de setembro; veja a previsão">Calor de 47°C e temporais marcam o último fim de semana de setembro; veja a previsão</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/calor-de-47-c-e-temporais-marcam-o-ultimo-fim-de-semana-de-setembro-veja-a-previsao.html" title="Calor de 47°C e temporais marcam o último fim de semana de setembro; veja a previsão"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/calor-de-47-c-e-temporais-marcam-o-ultimo-fim-de-semana-de-setembro-veja-a-previsao-1790349079994_320.jpg" alt="Calor de 47°C e temporais marcam o último fim de semana de setembro; veja a previsão"></a></article></aside><p>Diante do cenário de destruição,<strong> moradores locais se mobilizaram durante a manhã seguinte para realizar consertos e reparos</strong> emergenciais em telhados. Paralelamente, agentes da Defesa Civil deram continuidade às vistorias técnicas e ao levantamento formal de prejuízos para prestar assistência às famílias desabrigadas.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Michelly%20Oda%2C%20Daniel%20Cristian" data-year="2026" data-title="Temporal%20provoca%20alagamentos%2C%20destelhamentos%20e%20queda%20de%20%C3%A1rvores%20no%20Norte%20de%20MG" data-url="https%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Fgoogle%2Famp%2Fmg%2Fgrande-minas%2Fnoticia%2F2026%2F09%2F25%2Ftemporal-provoca-alagamentos-destelhamentos-e-queda-de-arvores-no-norte-de-mg.ghtml">Michelly Oda, Daniel Cristian. (2026). <a href="https://g1.globo.com/google/amp/mg/grande-minas/noticia/2026/09/25/temporal-provoca-alagamentos-destelhamentos-e-queda-de-arvores-no-norte-de-mg.ghtml" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Temporal provoca alagamentos, destelhamentos e queda de árvores no Norte de MG</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/temporal-com-granizo-atinge-o-norte-de-mg-e-causa-estragos-em-varios-municipios.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Calor de até 40°C antecede frente fria e intensa mudança do tempo em SP; veja o alerta]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/calor-de-ate-40-c-antecede-frente-fria-e-intensa-mudanca-do-tempo-em-sp-veja-o-alerta.html</link><pubDate>Fri, 25 Sep 2026 20:17:48 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Nos próximos dias as temperaturas se elevam em São Paulo, chegando em torno dos 40°C no oeste do estado, antecedendo uma forte virada no tempo em meados da próxima semana.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xbd1a2u"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xbd1a2u.jpg" id="xbd1a2u"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>A partir desta sexta-feira (25) as <strong>temperaturas vão se elevar gradualmente</strong> no estado de <strong>São Paulo</strong>, trazendo de volta o calor para toda a região.</p><p>As <strong>máximas </strong>passam facilmente dos 30°C nos próximos dias, com o calor mais intenso sendo sentido no<strong> oeste do estado</strong>, onde elas chegam<strong> em torno dos 40°C</strong> no início da próxima semana. Atenção também à<strong> baixa umidade do ar</strong> no centro-oeste do estado nos próximos dias.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p><strong>Este calor todo antecede uma intensa mudança no tempo</strong> em meados da próxima semana, com a aproximação de uma nova frente fria que vai trazer <strong>riscos de tempo mais severo</strong> na região.</p><p>Acompanhe a seguir mais detalhes da previsão do tempo.</p><h2>Calor intenso retorna a SP nos próximos dias</h2><p><strong>A partir de hoje (25) as temperaturas se elevam gradualmente</strong> sobre o estado de São Paulo, inclusive na capital, trazendo de volta calor de mais de 30°C para várias localidades.</p><p>O <strong>calor mais intenso </strong>deve ser sentido no <strong>oeste/noroeste</strong> do estado, e especialmente no início da<strong> próxima semana</strong> devido à uma condição pré-frontal, ou seja, antes da chegada de uma nova frente fria na região.</p><p>Neste fim de semana, as temperaturas <strong>máximas </strong>passam facilmente dos 30°C em praticamente todo o estado de São Paulo, e podem atingir os<strong> 35°C/36°C no norte/noroeste no sábado (26)</strong> e os <strong>37°C/38°C no noroeste no domingo (27)</strong>. Na capital paulista, máximas previstas de 30°C e 28°C no sábado e no domingo, respectivamente.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-de-ate-40-c-antecede-frente-fria-e-intensa-mudanca-do-tempo-em-sp-veja-o-alerta-1790353744397.jpg" data-image="t8cxdlhkbu8i"><figcaption>Previsão da temperatura máxima do ar (°C) para a terça-feira (29).</figcaption></figure><p>No<strong> início da próxima semana</strong>, entre segunda (28) e terça-feira (29), o <strong>calor ganha mais intensidade </strong>ainda devido à condição pré-frontal.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="790291" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-quente-traz-primeiro-episodio-de-calor-intenso-da-primavera-com-ate-45-c-confira.html" title="Ar quente traz primeiro episódio de calor intenso da primavera com até 45°C; confira">Ar quente traz primeiro episódio de calor intenso da primavera com até 45°C; confira</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-quente-traz-primeiro-episodio-de-calor-intenso-da-primavera-com-ate-45-c-confira.html" title="Ar quente traz primeiro episódio de calor intenso da primavera com até 45°C; confira"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ar-quente-traz-primeiro-episodio-de-calor-intenso-da-primavera-com-ate-45-c-confira-1790265026896_320.jpg" alt="Ar quente traz primeiro episódio de calor intenso da primavera com até 45°C; confira"></a></article></aside><p>Nestes dois dias, as temperaturas <strong>máximas </strong>passam dos 32°C na maior parte do estado, e chegam em torno dos<strong> 40°C</strong> em áreas do <strong>norte </strong>e do <strong>noroeste</strong>, nas sub-<strong>regiões de São José do Rio Preto e de Barretos</strong>.</p><p>Na <strong>capital </strong>paulista, a máxima chegará aos<strong> 35°C</strong> na terça-feira (29).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-de-ate-40-c-antecede-frente-fria-e-intensa-mudanca-do-tempo-em-sp-veja-o-alerta-1790352786090.jpg" data-image="44jnkjtrus83"><figcaption>Previsão da umidade relativa do ar (em %) para a terça-feira (29) às 15h.</figcaption></figure><p>Além do calor, a<strong> umidade relativa do ar </strong>também deve ficar baixa entre este fim de semana e o início da próxima semana em grande parte de São Paulo, atingindo <strong>níveis críticos abaixo dos 30%</strong> e chegando em torno dos <strong>13% no noroeste</strong> do estado durante as tardes, especialmente entre a segunda (28) e a terça-feira (29).</p><p>Então, <strong>atenção</strong>, pois esse<strong> tempo seco </strong>pode trazer<strong> vários problemas para a saúde</strong>, especialmente para a população mais vulnerável, como o ressecamento das mucosas, irritação nos olhos, pele seca e aumento do risco de infecções respiratórias. </p><h2>Forte mudança no tempo em SP na próxima semana</h2><p>O mês de <strong>setembro vai acabar </strong>com uma mudança significativa no tempo em São Paulo. Entre a próxima terça (29) e a quarta-feira (30) a aproximação de uma<strong> frente fria</strong> vai aumentar as<strong> condições para tempo severo</strong> em boa parte do estado.</p><p>Na <strong>terça-feira (29)</strong> há alerta para <strong>chuvas moderadas a fortes e temporais </strong>durante a <strong>noite </strong>em áreas do <strong>sul do estado</strong>, próximo à divisa com o Paraná, condições que podem ser localmente severas e vir acompanhadas também por <strong>queda de granizo e fortes ventos</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-de-ate-40-c-antecede-frente-fria-e-intensa-mudanca-do-tempo-em-sp-veja-o-alerta-1790352124496.png" data-image="0i8fi7lzeej6"><figcaption>Previsão de rajadas de vento (km/h) para a terça-feira (29) às 21h à esquerda e para quarta-feira (30) às 18h à direita, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p><strong>Durante o dia</strong>, são esperadas <strong>rajadas de vento</strong> entre 50 e 60 km/h em diversas localidades do estado, mas à noite elas se intensificam na metade centro-sul e chegam perto dos <strong>90 km/h na região central</strong>, mas <strong>pontualmente podem até ultrapassar os 100 km/h</strong>.</p><p>Na<strong> quarta-feira (30) </strong>as instabilidades retornam com força a partir da<strong> tarde</strong>, com riscos de <strong>fortes</strong> <strong>temporais</strong>, com muitas descargas elétricas, <strong>chuva intensa</strong>, chance de queda de<strong> granizo</strong> e fortes rajadas de vento, principalmente na porção <strong>centro-sul</strong> do estado, <strong>inclusive na capital </strong>paulista.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-de-ate-40-c-antecede-frente-fria-e-intensa-mudanca-do-tempo-em-sp-veja-o-alerta-1790352146027.png" data-image="zyt8d502i6f5"><figcaption>Previsões de chuva (mm) à esquerda e de densidade de raios à direita ambas para a quarta-feira (30) às 18h, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>As<strong> rajadas de vento </strong>neste dia vão variar<strong> entre 60 e 80 km/h</strong> em boa parte do estado (com exceção do leste), mas<strong> pontualmente podem ultrapassar</strong> este valor.</p><p>E atenção, há <strong>potencial </strong>para <strong>transtornos</strong>, como destelhamentos, queda de galhos de árvores e de outras estruturas e enxurradas.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/calor-de-ate-40-c-antecede-frente-fria-e-intensa-mudanca-do-tempo-em-sp-veja-o-alerta.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Nova onda de tempestades vai atingir 5 estados no Centro-Sul; confira o alerta]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/nova-onda-de-tempestades-vai-atingir-5-estados-no-centro-sul-confira-o-alerta.html</link><pubDate>Fri, 25 Sep 2026 19:15:04 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Um ciclone extratropical se forma na terça-feira (29), impulsionando uma frente fria que provocará tempestades e chuvas volumosas em grande parte do centro-sul do Brasil. Os acumulados podem ultrapassar 200 mm, com granizo e rajadas de vento de até 100 km/h.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xbd18ua"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xbd18ua.jpg" id="xbd18ua"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Entre o domingo (27) e a segunda-feira (28), uma <strong>frente fria</strong> será capaz de ocasionar <strong>chuvas expressivas</strong> sobre o Rio Grande do Sul, com tempestades que trazem condições de tempo severo e acumulados de até <strong>150 mm</strong> para o estado gaúcho. No entanto, ao longo dos dias seguintes, um sistema ainda mais intenso se formará sobre a região.</p><div class="texto-destacado">Ao longo da terça-feira (29), um segundo sistema começará a se formar: Um ciclone extratropical, com centro na altura do Uruguai e do Rio Grande do Sul. O sistema vai se aprofundar e impulsionar uma frente fria pela região Sul, Sudeste e Centro-Oeste.</div><p>Ao total, os acumulados podem <strong>ultrapassar facilmente os 200 mm</strong> de chuva entre o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Isso ocasionará <strong>grandes transtornos</strong> para a população da região Sul, como transbordamentos de rios, alagamentos e deslizamentos de terra.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/nova-onda-de-tempestades-vai-atingir-5-estados-no-centro-sul-confira-o-alerta-1790348242489.jpg" data-image="bmujvp1j90y6" alt="Previsão de acumulados totais de chuva até a madrugada de quinta-feira." title="Previsão de acumulados totais de chuva até a madrugada de quinta-feira."><figcaption>Previsão de acumulados totais de chuva até a madrugada de quinta-feira mostra que os acumulados totais podem chegar a 220 mm no RS e a 150 mm no PR, causando transtornos.</figcaption></figure><p>Além disso, as tempestades trazem possibilidade de eventos de tempo severo, como <strong>queda de granizo</strong> e <strong>rajadas fortes de vento</strong> que podem chegar a <strong>100 km/h</strong>. Isso traz riscos de corte no fornecimento de energia elétrica, estragos em plantações, quedas de árvores e também de objetos altos, além de danos em casas e carros.</p><h2>Sistema avança a partir de terça-feira</h2><p>Todos os estados da região Sul - Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná - serão atingidos pelas tempestades na <strong>terça-feira (29)</strong>, assim como o Sul do Mato Grosso do Sul. Ao longo deste dia, são esperadas <strong>tempestades severas</strong> sobre estes Estados.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>O <em>Instituto Nacional de Meteorologia</em> (<a href="https://portal.inmet.gov.br/" target="_blank">INMET</a>) já emitiu<strong> avisos de perigo devido às tempestades para os três estados da região Sul</strong> entre os dias 27 e 28 de Setembro. Neste período, as tempestades serão mais intensas sobre esses estados e há maiores riscos de transtornos para a população</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/nova-onda-de-tempestades-vai-atingir-5-estados-no-centro-sul-confira-o-alerta-1790348213985.jpg" data-image="rfv2ctu69gjl" alt="Previsão de pressão, nebulosidade e chuva ao longo da terça-feira." title="Previsão de pressão, nebulosidade e chuva ao longo da terça-feira."><figcaption>Previsão de pressão, nebulosidade e chuva ao longo da terça-feira mostra a evolução do ciclone e o avanço de sua frente fria associada pela região Sul ao longo do dia, causando tempestades.</figcaption></figure><p>Depois disso, na <strong>quarta-feira (30)</strong>, o sistema terá avançando para norte, atingindo com maior intensidade o Paraná, o restante do Mato Grosso do Sul e boa parte do estado de São Paulo. A circulação de umidade e ventos organizada pelo sistema também causará <strong>pancadas de chuva</strong> sobre o oeste do Mato Grosso e o sul de Goiás.</p><p>Ao longo dos dias seguintes (<em>que também serão os primeiros dias de Outubro</em>), o sistema também será capaz de causar <strong>tempestades e chuva</strong> sobre boa parte de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, embora com <strong>acumulados menos volumosos</strong> do que os registrados sobre a região Sul.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="789976" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/como-sera-o-clima-na-primavera-com-super-el-nino.html" title="Como será o clima na primavera com Super El Niño">Como será o clima na primavera com Super El Niño</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/como-sera-o-clima-na-primavera-com-super-el-nino.html" title="Como será o clima na primavera com Super El Niño"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/como-sera-o-clima-na-primavera-com-super-el-nino-1790100118893_320.jpg" alt="Como será o clima na primavera com Super El Niño"></a></article></aside><p>Em parte, essas as chuvas intensas e a ocorrência de tempo severo sobre os estados da região Sul (<em>que já registraram numerosos tornados, eventos de granizo severo, enchentes e alagamentos ao longo dos últimos meses</em>) são <strong>fenômenos impulsionados pelo forte El Niño que está se desenvolvendo</strong> - um fenômeno climático capaz de influenciar o regime de chuvas e as temperaturas sobre o Brasil.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/nova-onda-de-tempestades-vai-atingir-5-estados-no-centro-sul-confira-o-alerta.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Chuvas superiores a 200 mm e onda de tempestades deixam o RS sob alerta; saiba o que esperar]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-superiores-a-200-mm-e-onda-de-tempestades-deixam-o-rs-sob-alerta-saiba-o-que-esperar.html</link><pubDate>Fri, 25 Sep 2026 18:30:23 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma onda de tempestades relacionada à formação de um ciclone extratropical entre o Rio Grande do Sul e o Uruguai deixa o estado gaúcho em alerta para chuvas extremas a partir de domingo (27).</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-superiores-a-200-mm-e-onda-de-tempestades-deixam-o-rs-sob-alerta-saiba-o-que-esperar-1790352993191.png" data-image="9f8thdfbiveh" alt="Previsão de formação de ciclone (representado pela letra L) na fronteira do Rio Grande do Sul com Uruguai nesta terça-feira (29) com suporte de rio atmosférico (escala de cores), segundo o ECMWF." title="Previsão de formação de ciclone (representado pela letra L) na fronteira do Rio Grande do Sul com Uruguai nesta terça-feira (29) com suporte de rio atmosférico (escala de cores), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de formação de ciclone (representado pela letra L) na fronteira do Rio Grande do Sul com Uruguai nesta terça-feira (29) com suporte de rio atmosférico (escala de cores), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>O <strong>Rio Grande do Sul</strong> está em a<strong>lerta</strong> para <strong>elevados volumes de chuva </strong>entre <strong>domingo (27) e terça-feira (30)</strong>. Segundo o modelo ECMWF, de confiança da Meteored os acumulados podem <strong>ultrapassar</strong> <strong>200 mm</strong> em algumas áreas. </p><p>A atuação do <strong>jato de baixos níveis</strong> (JBN) irá transportar muito <strong>calor</strong> e <strong>umidade</strong> da região Amazônica em direção ao Sul do Brasil, <strong>alimentando tempestades</strong> <strong>intensas</strong> com <strong>chuvas potencialmente extremas</strong>. Embora o ciclone esteja previsto se consolidar na terça-feira (30), as tempestades iniciam ainda antes, durante seu processo de formação. Confira os detalhes.</p><h2>Alerta de tempestades intensas </h2><p>Embora o mês de <strong>setembro</strong> tenha sido de <strong>chuvas abaixo da média</strong> sobre grande parte do<strong> Rio Grande do Sul </strong>até agora, a <strong>reta final </strong>do mês será de <strong>transtornos</strong> relacionados tanto às <strong>tempestades</strong> <strong>severas</strong> quanto às<strong> chuvas volumosas</strong>.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso<strong> </strong><strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Um <strong>cavado</strong> (área alongada de baixa pressão atmosférica) em superfície deverá se estender do norte da Argentina ao Rio Grande do Sul durante o fim de semana, favorecendo o transporte de ar quente e úmido para o estado. O sistema pode representar o<strong> estágio inicial da frente quente </strong>associada ao ciclone extratropical que está previsto se consolidar entre o Rio Grande do Sul e o Uruguai na terça-feira (29).</p><p><strong>Tempestades intensas </strong>devem ocorrer <strong>desde o sábado (27)</strong> na <strong>metade oeste </strong>do estado, mas<strong> se i</strong><strong>ntensificam</strong> <strong>entre domingo (28) e terça-feira (30) </strong>em todo o território gaúcho. As <strong>tempestades</strong> podem ser <strong>organizadas</strong> na forma de <strong>supercélulas</strong>, com potencial para <strong>granizo</strong> e <strong>extremos de vento </strong>(como microexplosões, downbursts e tornados isolados).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-superiores-a-200-mm-e-onda-de-tempestades-deixam-o-rs-sob-alerta-saiba-o-que-esperar-1790353099441.png" data-image="skoba61fd099" alt="Previsão de tempestades para sábado (26, esquerda) e domingo (27, direita), segundo o ECMWF." title="Previsão de tempestades para sábado (26, esquerda) e domingo (27, direita), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de tempestades para sábado (26, esquerda) e domingo (27, direita), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>No<strong> sábado (26)</strong> os <strong>sistemas</strong> devem ficar mais <strong>restritos</strong> à <strong>metade oeste</strong> do estado, enquanto no<strong> domingo (27)</strong>, <strong>condições favoráveis </strong>à formação de tempestades ao longo de <strong>todo o dia </strong>estarão presentes em toda a<strong> metade sul </strong>do estado, mas também no <strong>Oeste e Noroest</strong><strong>e.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-superiores-a-200-mm-e-onda-de-tempestades-deixam-o-rs-sob-alerta-saiba-o-que-esperar-1790353159273.png" data-image="hlwerqp4l936" alt="Previsão de tempestades para segunda-feira (28, esquerda) e terça-feira (29, direita), segundo o ECMWF." title="Previsão de tempestades para segunda-feira (28, esquerda) e terça-feira (29, direita), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de tempestades para segunda-feira (28, esquerda) e terça-feira (29, direita), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>Na<strong> segunda-feira (28)</strong> as <strong>tempestades</strong> se intensificam e estão previstas ocorrer <strong>sobre todo o território gaúcho</strong>, incluindo a <strong>Região Metropolitana de Porto Alegre.</strong> </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="790335" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-frente-fria-e-tempestades-encerram-setembro-com-alertas-para-rs-sc-e-o-pr.html" title="Ciclone, frente fria e tempestades encerram setembro com alertas para RS, SC e o PR">Ciclone, frente fria e tempestades encerram setembro com alertas para RS, SC e o PR</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-frente-fria-e-tempestades-encerram-setembro-com-alertas-para-rs-sc-e-o-pr.html" title="Ciclone, frente fria e tempestades encerram setembro com alertas para RS, SC e o PR"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-frente-fria-e-tempestades-encerram-setembro-com-alertas-para-rs-sc-e-o-pr-1790289836861_320.png" alt="Ciclone, frente fria e tempestades encerram setembro com alertas para RS, SC e o PR"></a></article></aside><p>Na<strong> terça-feira (29)</strong>, quando o ciclone e a frente fria se consolidarem, novas <strong>tempestades vão cruzar o estado </strong>de sul para norte. As tempestades têm elevado potencial de severidade, devendo ocorrer na forma de <strong>vendavais</strong> <strong>com granizo</strong>, causando transtornos e riscos à população.</p><h2>Alerta de chuvas extremas</h2><p><strong>Diversos modelos </strong>meteorológicos<strong> estão convergindo</strong> para um cenário de <strong>chuvas extremas</strong> sobre o<strong> Rio Grande do Sul</strong> durante o evento discutido acima. O ECMWF, de confiança da Meteored, alerta para chuvas ‘incomuns a extremas’ para três dias seguidos sobre o estado a partir de domingo (27). </p><p>Isso pode ser visto através do<strong> índice de previsão extrema</strong> (EFI) abaixo, que<strong> ressalta áreas</strong> onde a <strong>chuva diária</strong> provavelmente <strong>vai ultrapassar </strong>o <strong>limiar</strong> estatístico considerado <strong>extremo</strong> (quantil 99). </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-superiores-a-200-mm-e-onda-de-tempestades-deixam-o-rs-sob-alerta-saiba-o-que-esperar-1790353280218.png" data-image="nvvomd2sorgq" alt="EFI do ECMWF para precipitação neste domingo (27, esquerda), segunda (28, centro) e terça-feira (29, direita). Créditos: Meteored/ECMWF." title="EFI do ECMWF para precipitação neste domingo (27, esquerda), segunda (28, centro) e terça-feira (29, direita). Créditos: Meteored/ECMWF."><figcaption>EFI do ECMWF para precipitação neste domingo (27, esquerda), segunda (28, centro) e terça-feira (29, direita). Créditos: Meteored/ECMWF.</figcaption></figure><p>No<strong> Rio Grande do Sul</strong>, os <strong>limiares extremos</strong> estão entre<strong> 60 e 80 mm</strong> por dia nesta época. De fato, a <strong>previsão</strong> <strong>indica</strong> que os acumulados diários podem ultrapassar <strong>100 mm em 24 horas</strong> em uma ampla área na metade sul do estado, mas principalmente na fronteira com o Uruguai, tanto no domingo quanto na segunda-feira.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-superiores-a-200-mm-e-onda-de-tempestades-deixam-o-rs-sob-alerta-saiba-o-que-esperar-1790353295902.jpg" data-image="f14ls7xu2xz5" alt="Previsão de chuva acumulada até o final da terça-feira (29), segundo o ECMWF." title="Previsão de chuva acumulada até o final da terça-feira (29), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de chuva acumulada até o final da terça-feira (29), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>Os <strong>maiores acumulados previstos</strong> pelo ECMWF <strong>até</strong> o final de<strong> terça-feira (29)</strong> podem ultrapassar<strong> 200 mm</strong> na região da <strong>Campanha Gaúcha</strong>, podendo se estender também em áreas do<strong> Oeste e Centro</strong> do estado, sendo que uma<strong> ampla áre</strong><strong>a</strong> do Rio Grande do Sul está sob alerta para volumes entre <strong>100 e 160 mm. </strong></p><div class="texto-destacado">É importante ressaltar que eventos extremos são desafiadores para os modelos meteorológicos. Existe um conjunto de modelos convergindo para o cenário de chuvas extremas sobre o estado gaúcho, mas tanto o acumulado final quanto a posição dos máximos apresentada aqui pode varias. </div><p>É <strong>necessário</strong> <strong>continuar</strong> <strong>monitorando</strong> a <strong>evolução</strong> da previsão nos próximos dias, enquanto o <strong>Estado</strong> e a <strong>população</strong> devem estar em <strong>alerta</strong> para agir em <strong>situações</strong> <strong>de emergência</strong>. É fundamental evitar áreas abertas durante as tempestades e jamais atravessar áreas alagadas, a pé ou de carro, além de acompanhar os avisos da Defesa Civil. Em caso de emergência, acionar a Defesa Civil (199) ou o Corpo de Bombeiros (193).</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-superiores-a-200-mm-e-onda-de-tempestades-deixam-o-rs-sob-alerta-saiba-o-que-esperar.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Calor de 47°C e temporais marcam o último fim de semana de setembro; veja a previsão]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/calor-de-47-c-e-temporais-marcam-o-ultimo-fim-de-semana-de-setembro-veja-a-previsao.html</link><pubDate>Fri, 25 Sep 2026 17:11:50 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O Brasil irá enfrentar dias com temperaturas muito altas após um período em que o ar frio atuou em boa parte do país. Há alertas para calor de 47°C, além de riscos de tempestades em áreas pontuais.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xbd0y3m"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xbd0y3m.jpg" id="xbd0y3m"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O último final de semana de setembro será marcado por <strong>temperaturas </strong>extremamente <strong>elevadas </strong>em grande parte do país. Em áreas do <strong>Brasil Central</strong>, a expectativa é de que a temperatura máxima supere com facilidade os <strong>44°C</strong>. Por outro lado, o retorno de <strong>instabilidades </strong>traz a ameaça de <strong>temporais</strong>, acendendo o sinal de <strong>alerta</strong> em estados que vinham registrando tempo firme.</p><div class="texto-destacado"> <strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p>Confira a seguir como fica o tempo em todas as regiões do Brasil neste final de mês e saiba quais áreas estão sob risco de tempestades e calor extremo.</p><h2>Região Sul: Alerta de temporais e calor de até 34°C</h2><p>Uma virada no tempo é esperada em áreas da Região Sul do Brasil, especialmente no <strong>Rio Grande do Sul</strong>. Após dias de tempo seco e estável, a nebulosidade aumenta no decorrer da manhã de <strong>sábado (26)</strong>, com chance das primeiras pancadas de chuva de fraca intensidade no final do período.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-de-47-c-e-temporais-marcam-o-ultimo-fim-de-semana-de-setembro-veja-a-previsao-1790347171438.jpg" data-image="o4yw9yvtd4ns" alt="Chuva e densidade de raios" title="Chuva e densidade de raios"><figcaption>Previsão de precipitação e densidade de raios mostrando áreas com maiores chances de temporais neste domingo (27).</figcaption></figure><p>Durante a tarde, as chuvas ganham força sobre o <strong>sudoeste gaúcho</strong> e se intensificam à noite. A precipitação forte persiste até o final do <strong>domingo (27)</strong>, com <strong>alto risco de temporais</strong> acompanhados de <strong>descargas elétricas, rajadas de vento e queda de granizo</strong>. Os alertas concentram-se na <strong>Campanha Gaúcha</strong>, além de setores da <strong>Região Central e leste do estado</strong>.</p><p>No <strong>Paraná</strong> e em <strong>Santa Catarina</strong>, o cenário é oposto ao gaúcho. Haverá variação de nuvens sem previsão de chuvas significativas, exceto por garoa pontual no litoral catarinense. O destaque nesses dois estados serão as temperaturas muito acima da média: na tarde de sábado (26), os registros ficam <strong>até 10°C acima do padrão</strong>, com máximas <strong>entre 28°C e 32°C</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-de-47-c-e-temporais-marcam-o-ultimo-fim-de-semana-de-setembro-veja-a-previsao-1790347221802.jpg" data-image="pzbr2hvvkexl" alt="Máxima Sul." title="Máxima Sul."><figcaption>Temperatura máxima prevista para o Sul do Brasil neste sábado (26).</figcaption></figure><p>No domingo (27), o calor ameniza no leste catarinense e paranaense, mas segue intenso na faixa que vai do <strong>noroeste do Rio Grande do Sul ao noroeste do Paraná</strong>, com termômetros variando <strong>entre 29°C e 34°C</strong>.</p><h2>Região Sudeste: Máximas de 40°C marcam o fim de semana</h2><p>O final de semana contará com calor excepcional sobre o oeste da Região Sudeste. O acúmulo de ar quente na região faz os termômetros dispararem. Neste <strong>sábado (26)</strong>, o leste de São Paulo, grande parte de Minas Gerais, o Rio de Janeiro e o Espírito Santo registram máximas <strong>entre 27°C e 34°C</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-de-47-c-e-temporais-marcam-o-ultimo-fim-de-semana-de-setembro-veja-a-previsao-1790348304756.jpg" data-image="08k4x0hv9kum" alt="Anomalia de temperatura" title="Anomalia de temperatura"><figcaption>Anomalia de temperatura mostra temperaturas superiores aos 5°C acima da média climatológica.</figcaption></figure><p>No <strong>domingo (27)</strong>, o calor ganha força e a temperatura fica <strong>mais de 5°C acima da média</strong> em praticamente todo o Sudeste, superando os <strong>30°C na maioria dos municípios</strong>.</p><p>O grande destaque do final de semana fica concentrado no <strong>Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e noroeste de São Paulo</strong>. Nessas áreas, o calor será intenso, com máximas girando <strong>entre 36°C e 40°C</strong> tanto no sábado (26) quanto no domingo (27), situação que aciona alertas para riscos à saúde.</p><h2>Região Centro-Oeste: Máxima dispara e pode chegar aos 47°C</h2><p>O Centro-Oeste registrará temperaturas excepcionalmente altas. Neste final de semana, a previsão indica que os termômetros sobem de forma acentuada nos três estados da região, com destaque para <strong>Mato Grosso e Mato Grosso do Sul</strong>.</p><p>Neste <strong>sábado (26)</strong>, as máximas ficam <strong>entre 36°C e 40°C</strong> em todo o Centro-Oeste. Contudo, no <strong>sul de Mato Grosso</strong> e no <strong>noroeste e oeste de Mato Grosso do Sul</strong>, as temperaturas ultrapassam os <strong>40°C</strong>, podendo atingir <strong>45°C em Corumbá (MS) e Cáceres (MT),</strong> marcas <strong>mais de 10°C acima da média histórica</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-de-47-c-e-temporais-marcam-o-ultimo-fim-de-semana-de-setembro-veja-a-previsao-1790348096636.jpg" data-image="pnj4nogln21s" alt="Máxima Centro-Oeste" title="Máxima Centro-Oeste"><figcaption>O sábado (26) terá temperaturas na casa dos 45°C, mas a previsão de domingo (27) indica que os termômetros podem marcar os 47°C no MS e MT.</figcaption></figure><p>No <strong>domingo (27)</strong>, o cenário se intensifica. Em <strong>Goiás</strong>, os termômetros variam <strong>entre 37°C e 41°C</strong>. No <strong>Mato Grosso</strong>, a máxima supera os <strong>40°C</strong> em quase todo o território, alcançando <strong>46°C na porção sul</strong>. Em <strong>Mato Grosso do Sul</strong>, o calor será extremo, com a máxima em <strong>Corumbá (MS)</strong> e arredores podendo atingir incríveis <strong>47°C</strong>.</p><h2>Região Norte: Calor de 43°C e pancadas de chuva</h2><p>O calor é generalizado no Norte do Brasil neste <strong>sábado (26)</strong> e <strong>domingo (27)</strong>. As máximas chegam aos <strong>42°C em Rondônia</strong> e <strong>40°C no Acre e no Amazonas</strong>. No <strong>Pará</strong>, os valores variam <strong>entre 38°C e 41°C</strong>, enquanto a <strong>região central do Tocantins</strong> pode registrar <strong>43°C</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="790291" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-quente-traz-primeiro-episodio-de-calor-intenso-da-primavera-com-ate-45-c-confira.html" title="Ar quente traz primeiro episódio de calor intenso da primavera com até 45°C; confira">Ar quente traz primeiro episódio de calor intenso da primavera com até 45°C; confira</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-quente-traz-primeiro-episodio-de-calor-intenso-da-primavera-com-ate-45-c-confira.html" title="Ar quente traz primeiro episódio de calor intenso da primavera com até 45°C; confira"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ar-quente-traz-primeiro-episodio-de-calor-intenso-da-primavera-com-ate-45-c-confira-1790265026896_320.jpg" alt="Ar quente traz primeiro episódio de calor intenso da primavera com até 45°C; confira"></a></article></aside><p>Em paralelo ao calor, há previsão de pancadas de chuva isoladas. As áreas afetadas por chuva moderada a forte variam pouco ao longo do final de semana: o <strong>noroeste do Amazonas</strong> será o setor mais atingido. Municípios do <strong>Pará, Rondônia e Acre</strong> também têm previsão de precipitação, mas em baixos volumes.</p><h2>Região Nordeste: Chuva leve no litoral e calor no interior</h2><p>O Nordeste registrará pancadas de chuva de fraca intensidade em pontos do litoral, principalmente entre <strong>Pernambuco e o Rio Grande do Norte</strong>, além de volumes acumulados entre 20 e 30 mm em áreas pontuais do sul do Maranhão até o final de domingo (27).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-de-47-c-e-temporais-marcam-o-ultimo-fim-de-semana-de-setembro-veja-a-previsao-1790347967661.jpg" data-image="elty1d2osftl" alt="Temepratura e chuva acumulada" title="Temepratura e chuva acumulada"><figcaption>Temperatura prevista para a tarde de domingo (27, esquerda) e chuva acumulada esperada até o final da noite de domingo (27, direita).</figcaption></figure><p>Já no interior nordestino, o calor intenso é o principal destaque. No <strong>Maranhão</strong>, os termômetros superam os <strong>38°C</strong>, podendo alcançar <strong>42°C em Caxias (MA)</strong>. As máximas ficam <strong>próximas de 40°C no oeste da Bahia</strong>, enquanto nas demais áreas do interior variam <strong>entre 36°C e 38°C</strong>. O único alívio térmico ocorre na faixa litorânea, onde as máximas ficam <strong>entre 28°C e 31°C</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/calor-de-47-c-e-temporais-marcam-o-ultimo-fim-de-semana-de-setembro-veja-a-previsao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O que acontece quando hackers conseguem enganar o GPS? Noruega faz testes no Ártico]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/o-que-acontece-quando-hackers-conseguem-enganar-o-gps-noruega-faz-testes-no-artico.html</link><pubDate>Fri, 25 Sep 2026 14:07:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Evento realizado anualmente na Noruega reúne especialistas para simular interferências em sinais de satélite e descobrir como proteger redes elétricas, telecomunicações, transportes e outras infraestruturas essenciais contra ataques.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-que-acontece-quando-hackers-conseguem-enganar-o-gps-noruega-faz-testes-no-artico-1790260526793.jpg" data-image="cmiaom5pvzdj" alt="O ponto de encontro dos hackers é Andøya, na Noruega" title="O ponto de encontro dos hackers é Andøya, na Noruega"><figcaption>O ponto de encontro dos hackers é Andøya, na Noruega. Crédito: Getty Images</figcaption></figure><p>Em uma <strong>ilha remota da Noruega</strong>, cerca de 300 quilômetros ao norte do Círculo Polar Ártico, engenheiros, físicos e especialistas em tecnologia se reúnem todos os anos para<strong> colocar à prova sistemas dos quais depende grande parte da sociedade moderna.</strong> Chamado <strong>Jammertest</strong>, o evento simula ataques contra sinais de navegação por satélite para identificar vulnerabilidades e desenvolver formas de proteção.</p><p>Embora sistemas como o<strong> GPS sejam mais conhecidos por indicar localização e orientar deslocamentos</strong>, eles também fornecem sinais de tempo extremamente precisos. Essa sincronização é utilizada por redes elétricas, telecomunicações, mercados financeiros e sistemas de transporte, entre outras infraestruturas.</p><p>A dependência cria uma vulnerabilidade: os sinais enviados pelos satélites são relativamente fracos e podem sofrer <strong>interferências provocadas por transmissões mais potentes.</strong> Segundo a reportagem da BBC Future, episódios desse tipo aumentaram nos últimos anos, levando países como a Noruega a buscar maneiras de tornar suas infraestruturas mais resistentes.</p><h2>Hackers simulam ataques contra GPS</h2><p>Realizado no vilarejo de Bleik, na ilha de Andøya, o Jammertest funciona de maneira semelhante a uma competição de <strong>hacking ético.</strong> Especialistas tentam encontrar vulnerabilidades para que governos, pesquisadores e empresas possam compreender os riscos e aprimorar seus sistemas.</p><div class="texto-destacado">Os testes se concentram principalmente em dois tipos de interferência. O primeiro é o <em>jamming</em>, no qual sinais são saturados até que o serviço fique indisponível. O segundo é o <em>spoofing</em>, técnica capaz de enviar informações falsas de localização e horário aos receptores.</div><p>Em um dos experimentos realizados em 2024, sinais manipulados fizeram os <strong>sistemas de um helicóptero de resgate e de um pequeno avião registrarem trajetórias diferentes</strong> das rotas realmente percorridas. Em outro teste, a localização indicada por um receptor foi gradualmente deslocada em direção ao mar, embora o equipamento permanecesse em terra.</p><h2>Alternativas buscam reduzir dependência dos satélites</h2><p>Ataques prolongados poderiam <strong>afetar mais do que sistemas de navegação.</strong> Sem a referência temporal fornecida pelos satélites, redes digitais poderiam perder gradualmente a sincronização, dependendo da existência e da capacidade de sistemas terrestres de backup.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-que-acontece-quando-hackers-conseguem-enganar-o-gps-noruega-faz-testes-no-artico-1790260659292.jpg" data-image="ykdinzrb4wuh" alt="Atualmente, todo tipo de sistema depende da tecnologia GPS" title="Atualmente, todo tipo de sistema depende da tecnologia GPS"><figcaption>Atualmente, todo tipo de sistema depende da tecnologia GPS. Crédito: Getty Images</figcaption></figure><p>Uma das alternativas testadas é o<strong> White Rabbit</strong>, sistema desenvolvido no CERN, na Suíça, que utiliza fibra óptica e relógios de referência para oferecer sincronização com precisão inferior a um nanossegundo. Tecnologias desse tipo podem reduzir a dependência direta dos satélites e são mais difíceis de manipular.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="767877" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/existe-um-gps-da-idade-do-bronze-eis-o-disco-de-nebra-e-o-seu-mapa-celeste-com-3600-anos.html" title="Existe um 'GPS' da Idade do Bronze: eis o disco de Nebra e o seu mapa celeste com 3600 anos">Existe um "GPS" da Idade do Bronze: eis o disco de Nebra e o seu mapa celeste com 3600 anos</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/existe-um-gps-da-idade-do-bronze-eis-o-disco-de-nebra-e-o-seu-mapa-celeste-com-3600-anos.html" title="Existe um 'GPS' da Idade do Bronze: eis o disco de Nebra e o seu mapa celeste com 3600 anos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/il-gps-dell-eta-del-bronzo-esiste-il-disco-di-nebra-e-la-sua-mappa-del-cielo-risalente-a-3-600-anni-fa-1777016761194_320.png" alt="Existe um 'GPS' da Idade do Bronze: eis o disco de Nebra e o seu mapa celeste com 3600 anos"></a></article></aside><p>Especialistas, porém, avaliam que <strong>nenhuma tecnologia isolada consegue substituir todas as funções dos sistemas globais de navegação por satélite</strong>. Por isso, a estratégia passa pela combinação de diferentes soluções e pela criação de sistemas redundantes. Em Andøya, os ataques simulados ajudam justamente a descobrir onde estão as fragilidades antes que interferências reais possam explorá-las.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="BBC%20Brasil" data-year="2026" data-title="A%20remota%20ilha%20onde%20hackers%20se%20preparam%20para%20nos%20defender%20de%20uma%20guerra%20invis%C3%ADvel" data-url="https%3A%2F%2Fwww.bbc.com%2Fportuguese%2Farticles%2Fcke87p208rg9o%3Fshem%3Ddsdf%2Csharefoc%2Cagadiscoversdl%2C%2Csh%2Fx%2Fdiscover%2Fm1%2F4">BBC Brasil. (2026). <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cke87p208rg9o?shem=dsdf,sharefoc,agadiscoversdl,,sh/x/discover/m1/4" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">A remota ilha onde hackers se preparam para nos defender de uma guerra invisível</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/o-que-acontece-quando-hackers-conseguem-enganar-o-gps-noruega-faz-testes-no-artico.html</guid><dc:creator><![CDATA[João Cunha]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Reciclar 97% do lixo: a lição da Coreia do Sul que Nova York tenta copiar]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/reciclar-97-do-lixo-a-licao-da-coreia-do-sul-que-nova-york-tenta-copiar.html</link><pubDate>Fri, 25 Sep 2026 12:07:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>A Coreia do Sul conseguiu transformar um grave problema de resíduos alimentares em um modelo de economia circular. Agora, Nova York tenta seguir seus passos com a separação obrigatória de restos de comida, compostagem e sistemas que buscam reduzir o desperdício.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/del-97-al-vertedero-al-reciclaje-total-la-leccion-de-corea-del-sur-sobre-basura-que-nueva-york-intenta-copiar-1790118448070.jpg" data-image="0f2ly1k9j925"><figcaption>Lixo nas ruas de Nova York.</figcaption></figure><p>A <strong>Coreia do Sul</strong> conseguiu transformar radicalmente a <strong>gestão de resíduos alimentares</strong>. Em apenas três décadas, o país passou de enviar a imensa maioria de suas sobras de comida para aterros sanitários a <strong>reciclar quase 97%</strong>. Nova York agora observa esse modelo enquanto tenta mudar a forma como seus milhões de habitantes lidam com o lixo orgânico.</p><p>A transformação sul-coreana não aconteceu da noite para o dia. Foi o resultado de uma combinação de proibições,<strong> coleta seletiva, tarifas vinculadas à quantidade de resíduos e grandes investimentos em infraestrutura de tratamento</strong>. Assim foi a trajetória do país rumo à reciclagem de quase a totalidade dos resíduos alimentares.</p><h2>Como a Coreia do Sul conseguiu mudar sua gestão de resíduos</h2><p>O <strong>ponto de partida</strong> foi a <strong>crise dos aterros sanitários</strong> que o país sofreu durante as <strong>últimas décadas</strong> do século XX. O rápido crescimento urbano aumentou drasticamente a geração de resíduos e pressionou as instalações disponíveis.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/del-97-al-vertedero-al-reciclaje-total-la-leccion-de-corea-del-sur-sobre-basura-que-nueva-york-intenta-copiar-1790118193507.jpg" data-image="i1gmsh6rt2tn"><figcaption>Contêiner de separação de resíduos para reciclagem na cidade de Seul, capital da Coreia do Sul.</figcaption></figure><p>Em <strong>1995</strong>, o governo introduziu um<strong> sistema de pagamento por uso </strong>baseado no volume de resíduos. Dois anos depois, a separação de resíduos alimentares tornou-se obrigatória e, em <strong>2005</strong>, a Coreia do Sul <strong>proibiu o descarte direto de restos de comida em aterros sanitários</strong>. Posteriormente, as regulamentações sobre o tratamento de líquidos gerados por esses resíduos também foram reforçadas.</p><p>O resultado é significativo.<strong> A taxa de reciclagem de resíduos alimentares subiu de 2,6% em 1996 para quase 97% em 2023</strong>, de acordo com dados compilados pela BBC Future. Os alimentos coletados separadamente são transformados em composto, ração animal, biogás e outros produtos, evitando que uma parcela significativa da matéria orgânica acabe enterrada e gere metano durante a decomposição.</p><h2>O papel dos contêineres inteligentes</h2><p>Um dos elementos mais marcantes do sistema sul-coreano são os contêineres inteligentes com tecnologia RFID. O<strong> usuário deposita seu lixo, o sistema o pesa e a quantidade é vinculada à sua residência</strong>.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">️ El contenedor marrón es muy importante para la recogida selectiva. Aquí, información sobre él <a href="https://x.com/hashtag/sostenibilidad?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#sostenibilidad</a> <a href="https://x.com/hashtag/medioambiente?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#medioambiente</a> <a href="https://t.co/bBRjAlem9b">pic.twitter.com/bBRjAlem9b</a></p>— Concejalía de Sostenibilidad y Agenda 2030 CR (@MedioAmbienteCR) <a href="https://x.com/MedioAmbienteCR/status/1459067484548612100?ref_src=twsrc%5Etfw">November 12, 2021</a></blockquote></figure><p>Este sistema introduz um princípio simples: <strong>quem gera mais lixo paga mais</strong>. A possibilidade de ver o peso e o custo do lixo também pode mudar os hábitos domésticos.</p><p>Em<strong> 2025, havia mais de 151 mil lixeiras inteligentes na Coreia do Sul</strong>, atendendo a mais de 8,6 milhões de residências. No entanto, a redução do desperdício de alimentos não depende apenas da tecnologia. O modelo sul-coreano se baseia há anos em uma infraestrutura e regulamentações específicas que tornaram a separação de restos de comida uma rotina diária.</p><h2>Nova York espera repetir a fórmula</h2><p>Seguindo o modelo da Coreia do Sul, a cidade de Nova York começou a implementar sua própria revolução no gerenciamento de resíduos orgânicos. A <strong>coleta seletiva para compostagem </strong>agora está disponível para todos os moradores da cidade, e a <strong>separação de restos de comida, papel usado e resíduos vegetais é obrigatória</strong>.</p><p>A meta é especialmente ambiciosa porque a cidade gera quantidades enormes de lixo, dos quais aproximadamente 36% são resíduos orgânicos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/del-97-al-vertedero-al-reciclaje-total-la-leccion-de-corea-del-sur-sobre-basura-que-nueva-york-intenta-copiar-1790118862714.jpg" data-image="azrts9pgc5ui"><figcaption>A cidade de Nova York está trabalhando para tornar a separação de resíduos orgânicos um hábito nas residências.</figcaption></figure><p>Até o momento, o programa já começou a produzir<strong> resultados visíveis</strong>. Em 2025, o Departamento de Saneamento gerenciou cerca de 140 mil toneladas de resíduos orgânicos residenciais, aproximadamente 9% das 1,5 milhão de toneladas geradas anualmente pelas residências, segundo dados coletados pela <em>BBC Future</em>.</p><p>Os<strong> resíduos coletados </strong>são <strong>enviados para instalações</strong> onde podem ser <strong>transformados em composto ou energia renovável</strong>. Em alguns casos, os resíduos são processados juntamente com lodo de esgoto para a produção de biogás. A cidade também conta com centenas de contêineres inteligentes para facilitar a coleta de resíduos orgânicos 24 horas por dia.</p><h3>O maior desafio: mudar os hábitos</h3><br>Por enquanto, <strong>Nova York ainda está longe dos números da Coreia do Sul</strong>. A participação e o cumprimento das normas continuam sendo alguns dos principais desafios, demonstrando que a reciclagem de resíduos alimentares em larga escala exige muito mais do que simplesmente colocar lixeiras nas ruas: <strong>requer infraestrutura, legislação, fiscalização e, principalmente, engajamento cidadão</strong>.<aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="756387" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/reciclagem-de-lixo-eletronico-por-que-e-tao-importante-e-quais-progressos-foram-alcancados.html" title="Reciclagem de lixo eletrônico: por que é tão importante e quais progressos foram alcançados?">Reciclagem de lixo eletrônico: por que é tão importante e quais progressos foram alcançados?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/reciclagem-de-lixo-eletronico-por-que-e-tao-importante-e-quais-progressos-foram-alcancados.html" title="Reciclagem de lixo eletrônico: por que é tão importante e quais progressos foram alcançados?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ricilaggio-dei-rifiuti-elettronici-perche-e-cosi-importante-e-quali-progressi-sono-stati-fatti-1770920106423_320.jpg" alt="Reciclagem de lixo eletrônico: por que é tão importante e quais progressos foram alcançados?"></a></article></aside><p>De qualquer forma, o fato animador é que os restos de comida gerados nas grandes cidades não precisam acabar em aterros sanitários se forem devidamente separados em casa e houver um sistema para coletá-los e processá-los.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Soo%20Min%2C%20K" data-year="2026" data-title="New%20York%20has%20a%20food%20waste%20problem.%20South%20Korea%20has%20already%20solved%20it" data-url="https%3A%2F%2Fwww.bbc.com%2Ffuture%2Farticle%2F20260916-new-york-has-a-food-waste-problem-south-korea-has-already-solved-it">Soo Min, K. (2026). <a href="https://www.bbc.com/future/article/20260916-new-york-has-a-food-waste-problem-south-korea-has-already-solved-it" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">New York has a food waste problem. South Korea has already solved it</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/reciclar-97-do-lixo-a-licao-da-coreia-do-sul-que-nova-york-tenta-copiar.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ar quente traz primeiro episódio de calor intenso da primavera com até 45°C; confira]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-quente-traz-primeiro-episodio-de-calor-intenso-da-primavera-com-ate-45-c-confira.html</link><pubDate>Fri, 25 Sep 2026 10:12:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Após o frio recente no Centro-Sul, uma massa de ar quente eleva as máximas até terça-feira (29). O calor avança por Sudeste, Centro-Oeste, Norte e interior do Nordeste, podendo alcançar 45°C em Mato Grosso na segunda-feira (28).</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-quente-traz-primeiro-episodio-de-calor-intenso-da-primavera-com-ate-45-c-confira-1790265026896.jpg" data-image="d69114i8620j" alt="calor intenso, primavera, Mato Grosso" title="calor intenso, primavera, Mato Grosso"><figcaption>Previsão de anomalia de temperatura para terça-feira (29), às 15h.</figcaption></figure><p>O frio perde força no Centro-Sul a partir de sexta-feira (25). Uma massa de ar quente eleva as temperaturas até terça (29), com destaque para Mato Grosso do Sul, Goiás, norte do Paraná, oeste de São Paulo e Minas Gerais. <strong>Em Mato Grosso, a previsão para cidades do sudoeste e do Pantanal chega a 45°C </strong>no início da próxima semana.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>O aquecimento também alcança os estados do Norte e o interior do Nordeste. <strong>A subida será mais perceptível à tarde:</strong> parte do Sul ainda terá manhãs frias na sexta, enquanto as máximas avançam gradualmente pelo interior do país.</p><h2>Sexta-feira marca o retorno do calor ao Centro-Sul </h2><p>Na quinta-feira (24), o ar frio ainda limita as máximas em parte do Sul e do Sudeste. São Paulo tem previsão de 19°C à tarde, e Curitiba pode chegar a 20°C. Com o afastamento desse ar, <strong>as temperaturas sobem na sexta: a capital paulista pode atingir 27°C,</strong> enquanto Cuiabá tem previsão de 40°C.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-quente-traz-primeiro-episodio-de-calor-intenso-da-primavera-com-ate-45-c-confira-1790265369138.jpg" data-image="98gihirlzp85" alt="calor intenso, primavera, centro sul" title="calor intenso, primavera, centro sul"><figcaption>Previsão de temperatura para domingo (27), às 15h.</figcaption></figure><p>A diferença entre manhã e tarde também será grande no Sul. <strong>Curitiba pode registrar 10°C ao amanhecer de sexta e alcançar 25°C mais tarde</strong>. No Norte e no interior nordestino, o calor já se destaca: Manaus e Palmas têm previsão de 38°C na quinta, e Teresina pode chegar a 39°C na quinta e na sexta.</p><h2>Interior esquenta mais no fim de semana </h2><p>No sábado (26), as maiores temperaturas se concentram longe do litoral. O noroeste de São Paulo e o Triângulo Mineiro podem registrar 35°C a 36°C à tarde; o noroeste do Paraná pode alcançar 32°C. Na capital paulista, a máxima prevista é de 30°C.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-quente-traz-primeiro-episodio-de-calor-intenso-da-primavera-com-ate-45-c-confira-1790265460385.jpg" data-image="9dkzqfhm8lq9" alt="calor, interior, centro sul, norte" title="calor, interior, centro sul, norte"><figcaption>Previsão de temperatura para domingo (27), às 15h.</figcaption></figure><p>No domingo (27), o oeste paulista e o Triângulo Mineiro podem chegar a 37°C. Em Mato Grosso, <strong>Cáceres tem previsão de 45°C</strong>, valor localizado que não se estende a todo o estado. A distribuição do calor terá diferenças importantes:</p><ul> <li><strong>Mato Grosso do Sul e Goiás:</strong> tardes mais quentes, com variação onde ocorrerem pancadas de chuva.</li> <li><strong>São Paulo, Minas Gerais e norte do Paraná:</strong> calor mais forte no interior; o leste paulista pode ter uma tarde mais amena no domingo.</li> <li><strong>Norte e interior do Nordeste:</strong> temperaturas elevadas persistem, sobretudo nas áreas que permanecerem sem chuva.</li> </ul><h2>Calor persiste até terça-feira </h2><p><strong>Na segunda (28), Cáceres e Poconé, em Mato Grosso, podem alcançar 45°C</strong>. A previsão também mantém máximas acima de 35°C no noroeste de São Paulo e no Triângulo Mineiro, com possibilidade de chegar a 39°C. No oeste de Santa Catarina e do Paraná, os valores podem variar entre 29°C e 32°C.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-quente-traz-primeiro-episodio-de-calor-intenso-da-primavera-com-ate-45-c-confira-1790265577211.jpg" data-image="7cmnnqpxz5u3" alt="calor intenso, triangulo mineiro" title="calor intenso, triangulo mineiro"><figcaption>Previsão de temperatura para segunda (28), às 15h.</figcaption></figure><p>Na terça-feira (29), o ar quente ainda atua em grande parte do Centro-Norte, embora nuvens e pancadas possam interromper a subida da temperatura em alguns locais. Os 45°C são uma <strong>máxima prevista para cidades específicas</strong>, não uma anomalia de temperatura nem uma marca esperada para toda a região.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="790177" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/nova-frente-fria-e-ciclone-ja-tem-data-para-atingir-o-brasil-saiba-o-que-esperar-e-quando.html" title="Nova frente fria e ciclone já têm data para atingir o Brasil; saiba o que esperar e quando">Nova frente fria e ciclone já têm data para atingir o Brasil; saiba o que esperar e quando</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/nova-frente-fria-e-ciclone-ja-tem-data-para-atingir-o-brasil-saiba-o-que-esperar-e-quando.html" title="Nova frente fria e ciclone já têm data para atingir o Brasil; saiba o que esperar e quando"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/nova-frente-fria-e-ciclone-ja-tem-data-para-atingir-o-brasil-saiba-o-que-esperar-e-quando-1790199565021_320.png" alt="Nova frente fria e ciclone já têm data para atingir o Brasil; saiba o que esperar e quando"></a></article></aside><p>Na transição para outubro, as condições do tempo começam a mudar. <strong>A chuva deve retornar primeiro ao Rio Grande do Sul e pode avançar </strong>pelo restante do Sul até terça-feira. Uma frente fria tende a alcançar outras áreas do Centro-Sul na virada do mês, reduzindo o calor onde houver mais nuvens e chuva. O Norte e o interior do Nordeste ainda poderão permanecer quentes.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-quente-traz-primeiro-episodio-de-calor-intenso-da-primavera-com-ate-45-c-confira.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item></channel></rss>