<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0"><channel><title>Tempo.com - Meteored</title><link>https://www.tempo.com</link><description>Notícias do tempo - Confira as principais notícias sobre a meteorologia e previsão do tempo. Todas as informações são realizadas pelos nossos especialistas em meteorologia.</description><language>pt</language><lastBuildDate>Sat, 13 Jun 2026 23:00:19 +0000</lastBuildDate><pubDate>Sat, 13 Jun 2026 23:00:19 +0000</pubDate><atom:link href="https://www.tempo.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[ Copyright 2026 Meteored ]]></copyright><image><url>https://www.tempo.com/imagenes/logo_rss.png</url><title>Tempo.com - Meteored</title><link>https://www.tempo.com</link><width>144</width><height>144</height></image><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>6</sy:updateFrequency><item><title><![CDATA[Astrofísicos brasileiros encontram uma das explosões mais isoladas já registradas no Universo]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/astrofisicos-brasileiros-encontram-uma-das-explosoes-mais-isoladas-ja-registradas-no-universo.html</link><pubDate>Sat, 13 Jun 2026 21:27:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>A explosão encontrada por brasileiros ocorreu a cerca de 130 mil anos-luz da galáxia hospedeira, uma distância comparável ao diâmetro da Via Láctea.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/astrofisicos-brasileiros-encontram-uma-das-explosoes-mais-isoladas-ja-registradas-no-universo-1781376993263.png" data-image="2326stxzh5a1" alt="Astrofísicos brasileiros estudaram a kilonova GRB 230307A, uma explosão observada muito longe de sua galáxia hospedeira e que desafia os modelos atuais. Crédito: NASA" title="Astrofísicos brasileiros estudaram a kilonova GRB 230307A, uma explosão observada muito longe de sua galáxia hospedeira e que desafia os modelos atuais. Crédito: NASA"><figcaption>Astrofísicos brasileiros estudaram a kilonova GRB 230307A, uma explosão observada muito longe de sua galáxia hospedeira e que desafia os modelos atuais. Crédito: NASA</figcaption></figure><p>Kilonovas são explosões extremamente energéticas produzidas pela fusão de dois objetos compactos. <strong>Esses objetos compactos são, geralmente, duas estrelas de nêutrons ou uma estrela de nêutrons e um buraco negro.</strong> Esses sistemas binários perdem energia na forma de ondas gravitacionais ao longo de milhões ou bilhões de anos, fazendo com que suas órbitas se encolham gradualmente. Quando esses objetos colidem, a matéria é ejetada a velocidades relativísticas para o espaço. </p><p>Essa matéria aquecida produz um brilho observável em diferentes comprimentos de onda. <strong>Essa energia liberada por uma kilonova é consequência das condições extremas presentes durante a fusão</strong>. As estrelas de nêutrons são objetos muito densos, contendo massas comparáveis à do Sol comprimidas em apenas algumas dezenas de quilômetros de diâmetro. Quando esses corpos colidem, parte da massa é convertida em energia e uma intensa emissão de radiação é produzida. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="580594" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/kilonovas-conheca-as-colisoes-de-estrelas-de-neutrons-que-podem-destruir-um-planeta.html" title="Kilonovas: conheça as colisões de estrelas de nêutrons que podem destruir um planeta!">Kilonovas: conheça as colisões de estrelas de nêutrons que podem destruir um planeta!</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/kilonovas-conheca-as-colisoes-de-estrelas-de-neutrons-que-podem-destruir-um-planeta.html" title="Kilonovas: conheça as colisões de estrelas de nêutrons que podem destruir um planeta!"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/kilonovas-as-colisoes-de-estrelas-de-neutrons-que-podem-destruir-um-planeta-1699139651709_320.png" alt="Kilonovas: conheça as colisões de estrelas de nêutrons que podem destruir um planeta!"></a></article></aside><p>Um novo estudo realizado por astrônomos brasileiros chamou a atenção dos astrônomos não apenas pela observação de uma kilonova, mas pelo local onde ela ocorreu. <strong>O evento foi detectado a cerca de 130 mil anos-luz de sua galáxia hospedeira, uma distância comparável ao diâmetro do disco da Via Láctea. </strong>A área apresenta baixa densidade de estrelas, o que torna difícil explicar como o sistema binário responsável pela explosão chegou até lá. Agora os pesquisadores buscam entender como um evento tão energético ocorreu em uma região tão isolada do espaço.</p><h2>Kilonovas</h2><p><strong>As kilonovas são explosões produzidas pela fusão de duas estrelas de nêutrons ou, em alguns casos, de uma estrela de nêutrons com um buraco negro. </strong>Esses sistemas binários orbitam um ao outro durante milhões ou bilhões de anos enquanto perdem energia na forma de ondas gravitacionais. Com o tempo, as órbitas encolhem até que os dois objetos colidem de maneira energética. A fusão libera uma enorme quantidade de energia e ejeta matéria a velocidades que podem atingir uma fração da velocidade da luz. </p><div class="texto-destacado">Além de serem raras, as kilonovas estão entre os eventos mais energéticos conhecidos do Universo. </div><p>As kilonovas também desempenham um papel na origem de muitos dos elementos químicos mais pesados encontrados na natureza. <strong>Durante a colisão, grandes quantidades de nêutrons são liberadas, criando condições ideais para um mecanismo de nucleossíntese que forma núcleos atômicos pesados.</strong> Elementos como ouro, platina, urânio e outros metais raros podem ser produzidos nesse ambiente extremo. Após a explosão, esse material é disperso pelo espaço interestelar e passa a integrar futuras gerações de estrelas.</p><h2>GRB 230307A </h2><p>Em março de 2023, astrônomos registraram o evento GRB 230307A, um dos flashes de raios gama mais brilhantes já observados. A explosão liberou, em poucos minutos, uma quantidade de energia comparável à emitida pelo Sol durante toda a sua existência. Análises indicaram que o fenômeno foi provavelmente uma kilonova produzida pela fusão de duas estrelas de nêutrons. Observações posteriores realizadas pelo telescópio James Webb confirmaram que se tratava de uma fusão de estrelas de nêutrons.</p><p>No entanto, o que mais chamou a atenção nessa descoberta foi a localização da kilonova. <strong>O evento ocorreu a aproximadamente 130 mil anos-luz da galáxia hospedeira, uma distância maior que o próprio diâmetro do disco estelar da galáxia.</strong> Isso se tornou um mistério porque sistemas binários de estrelas de nêutrons normalmente se formam em regiões ricas em estrelas. A análise da estrutura e da dinâmica da galáxia não encontrou evidências de interações recentes que pudessem explicar a posição da explosão.</p><h2>Como ela foi parar lá?</h2><p>Para explicar a posição extremamente distante da kilonova GRB 230307A, os pesquisadores investigaram a possibilidade de que o sistema tivesse se formado em um aglomerado globular. <strong>Esses aglomerados são concentrações densas de estrelas que orbitam as regiões externas das galáxias.</strong> Como a explosão ocorreu muito além do disco estelar da galáxia hospedeira, essa hipótese parecia natural. No entanto, observações do James Webb não encontraram evidência de um aglomerado globular na posição da kilonova. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/astrofisicos-brasileiros-encontram-uma-das-explosoes-mais-isoladas-ja-registradas-no-universo-1781377121582.png" data-image="gd6rxrf402s8" alt="Novas hipóteses tentam explicar como o sistema de estrelas de nêutrons percorreu uma distância tão grande antes de produzir a kilonova. Crédito: Bom et al. 2026" title="Novas hipóteses tentam explicar como o sistema de estrelas de nêutrons percorreu uma distância tão grande antes de produzir a kilonova. Crédito: Bom et al. 2026"><figcaption>Novas hipóteses tentam explicar como o sistema de estrelas de nêutrons percorreu uma distância tão grande antes de produzir a kilonova. Crédito: Bom et al. 2026</figcaption></figure><p>A segunda hipótese considera que o sistema binário de estrelas de nêutrons tenha sido ejetado da galáxia após as explosões de supernova que deram origem às duas estrelas de nêutrons. <strong>Quando uma estrela massiva explode, assimetrias na explosão podem acelerar a estrela de nêutrons recém-formada a centenas de quilômetros por segundo. </strong>Embora esse cenário seja fisicamente plausível, ele também é raro. Usando modelos da galáxia hospedeira e sistemas binários simulados, os pesquisadores encontraram que apenas cerca de 0,1% dos casos reproduziam as condições observadas. </p><h2>CBPF</h2><p><strong>O trabalho foi realizado por pesquisadores do Centro Brasileiro de Pesquisas em Física (CBPF) que têm desempenhado um papel importante na pesquisa de fenômenos astrofísicos extremos, incluindo o estudo de kilonovas. </strong>A instituição reúne pesquisadores especializados em astrofísica teórica, observacional e em análise de grandes conjuntos de dados astronômicos. Como resultado, a instituição consolidou sua presença em projetos científicos de relevância internacional.</p><p>Um ponto que chama a atenção é a participação do CBPF em estudos envolvendo o telescópio James Webb. <strong>Atualmente, o James Webb é um dos telescópios mais relevantes dentro da Astronomia quando se fala de observações detalhadas no infravermelho. </strong>O James Webb oferece sensibilidade para investigar kilonovas, permitindo analisar a composição química do material ejetado e identificar elementos pesados produzidos durante a fusão de estrelas de nêutrons. </p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em>Bom et al. 2026 <a href="https://iopscience.iop.org/article/10.3847/2041-8213/ae4fbe" target="_blank">Probing the Origin of the Kilonova Candidate GRB 230307A: Analysis of Host Galaxy and Offset</a> The Astrophysical Journal Letters</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/astrofisicos-brasileiros-encontram-uma-das-explosoes-mais-isoladas-ja-registradas-no-universo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Roberta Duarte]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Água subterrânea no Brasil: estudo aponta perda em aquíferos estratégicos sob seca e uso intensivo]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/agua-subterranea-no-brasil-estudo-aponta-perda-em-aquiferos-estrategicos-sob-seca-e-uso-intensivo.html</link><pubDate>Sat, 13 Jun 2026 20:03:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Estudo reconstrói 21 anos de água subterrânea no Brasil e mostra perdas em aquíferos estratégicos, com maior pressão em áreas afetadas por seca, irrigação, mineração e mudanças no uso da terra em regiões agrícolas e urbanas vulneráveis.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/agua-subterranea-no-brasil-estudo-aponta-perda-em-aquiferos-estrategicos-sob-seca-e-uso-intensivo-1781270761487.jpg" data-image="i70a4yy3v5jr" alt="Brasil, estudo, água subterránea" title="Brasil, estudo, água subterránea"><figcaption>Estudo aponta perda de água subterrânea em aquíferos estratégicos do Brasil, especialmente em áreas sob seca, irrigação e mudanças no uso da terra.</figcaption></figure><p>A água subterrânea brasileira acendeu um alerta climático e agrícola. Um novo <strong>estudo reconstruiu duas décadas de comportamento dos aquíferos no país e encontrou perda persistente de armazenamento</strong> em áreas do Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Brasil central, especialmente onde seca, irrigação e mudança no uso da terra atuam juntas.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>O tema importa agora porque<strong> a água que não aparece no mapa do tempo sustenta cidades, lavouras, mineração e abastecimento </strong>em milhares de municípios. Mesmo com grandes reservas hídricas, o Brasil já convive com crises de água, estiagens prolongadas e maior dependência de aquíferos para manter produção agrícola e segurança hídrica.</p><h2>Recarga depende da chuva e muda muito pelo país </h2><p>O estudo estimou que <strong>a recarga média da água subterrânea no Brasil foi de 223 milímetros por ano entre 2002 e 2023 nas zonas de afloramento dos aquíferos</strong>. Isso representa cerca de 12% da chuva média anual nessas áreas e equivale a aproximadamente 1900 quilômetros cúbicos de água por ano entrando naturalmente nos sistemas subterrâneos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/agua-subterranea-no-brasil-estudo-aponta-perda-em-aquiferos-estrategicos-sob-seca-e-uso-intensivo-1781270984251.jpg" data-image="mmy3qiqjge0i" alt="acuíferos, mapa, brasil, recarga" title="acuíferos, mapa, brasil, recarga"><figcaption>A recarga média dos aquíferos brasileiros foi estimada em 223 mm por ano, cerca de 12% da chuva média nas áreas analisadas.</figcaption></figure><p>Essa recarga, porém, não é uniforme. <strong>No mapa, a Amazônia aparece com grande variabilidade, especialmente perto de Manaus, onde rios e aquíferos se conectam com força</strong>. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>No verão, a faixa de umidade ligada à Zona de Convergência do Atlântico Sul ajuda a alimentar o subsolo do Centro-Sul. <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>No inverno, a redução da chuva, o escoamento subterrâneo e a evapotranspiração maior diminuem o armazenamento em grande parte do Brasil central.</p><h2>Aquíferos do Centro e do Nordeste já mostram perdas </h2><p><strong>O levantamento identificou anos com recarga nula ou muito baixa em sistemas importantes, como Urucuia, Bauru-Caiuá, Serra Geral</strong>, área de afloramento do Guarani, Pantanal e Serra Grande. Em termos simples, isso significa que, em determinados anos hidrológicos, a água retirada ou perdida não foi recomposta pela chuva de forma suficiente.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/agua-subterranea-no-brasil-estudo-aponta-perda-em-aquiferos-estrategicos-sob-seca-e-uso-intensivo-1781271115614.jpg" data-image="sqsawcqfhia4" alt="água, armazenamento, nordeste, acuífero" title="água, armazenamento, nordeste, acuífero"><figcaption>Em áreas agrícolas e urbanas, a combinação de estiagens prolongadas e uso intensivo da água pode reduzir a recuperação natural dos aquíferos.</figcaption></figure><p>As perdas mais preocupantes aparecem em áreas do São Francisco, Paraná, Atlântico Sudeste e Atlântico Leste, além de trechos do Nordeste e do Brasil central. <strong>No mapa de tendência, essas áreas surgem como manchas de declínio em meio a regiões mais estáveis ou até com ganho de armazenamento </strong>na Amazônia. Os principais pontos de atenção são:</p><ul> <li><strong>maior pressão em áreas agrícolas irrigadas;</strong></li> <li><strong>estiagens prolongadas reduzindo a reposição natural;</strong></li> <li>avanço de mudanças no uso da terra em áreas de recarga;</li> <li>risco de bombeamento acima da capacidade de recuperação do aquífero.</li> </ul><h2>El Niño, irrigação e mineração aumentam o risco </h2><p><strong>O El Niño de 2015/2016 marcou uma virada importante no comportamento de vários aquíferos.</strong> Após esse período, regiões que tinham tendência neutra ou levemente positiva passaram a mostrar queda no armazenamento subterrâneo. </p><div class="texto-destacado">La Niña pode favorecer chuva em áreas costeiras do Sul e Sudeste, mas solos e aquíferos muito saturados também aumentam o escoamento superficial, alagamentos e deslizamentos em episódios de chuva intensa.</div><p>Para o campo, o recado é direto: <strong>aquífero não deve ser tratado como reserva infinita.</strong> Em regiões de irrigação, abastecimento urbano ou mineração, a combinação de calor, menor chuva e bombeamento contínuo pode reduzir a margem de segurança nos próximos anos. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="773408" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/agora-e-oficial-noaa-declara-a-formacao-do-el-nino.html" title="Agora é oficial: NOAA declara a formação do El Niño">Agora é oficial: NOAA declara a formação do El Niño</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/agora-e-oficial-noaa-declara-a-formacao-do-el-nino.html" title="Agora é oficial: NOAA declara a formação do El Niño"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/agora-e-oficial-noaa-declara-a-formacao-do-el-nino-1781188337037_320.png" alt="Agora é oficial: NOAA declara a formação do El Niño"></a></article></aside><p><strong>Acompanhar a precipitação prevista, a duração dos veranicos e a recuperação da umidade no solo ajuda produtores</strong> e gestores a planejar captação, plantio e irrigação com menos risco.</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em><a href="https://www.science.org/doi/10.1126/sciadv.aee0266" target="_blank">Two decades of human-­ and climate-­ induced groundwater storage shifts in Brazil. </a>3 de junho, 2026. Getirana, A., et. al.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/agua-subterranea-no-brasil-estudo-aponta-perda-em-aquiferos-estrategicos-sob-seca-e-uso-intensivo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Experimento internacional investigará impacto do aumento de CO₂ na Amazônia]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/experimento-internacional-investigara-impacto-do-aumento-de-co-na-amazonia.html</link><pubDate>Sat, 13 Jun 2026 18:54:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Projeto AmazonFace acompanhará durante dez anos áreas preservadas da floresta amazônica para compreender como o aumento do dióxido de carbono pode alterar crescimento, biodiversidade, nutrientes e dinâmica ecológica.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/experimento-internacional-investigara-impacto-do-aumento-de-co-na-amazonia-1781365425811.jpg" data-image="yv1lv7aq1aan" alt="Anéis em torno das seis parcelas da floresta amazônica em que serão feitas as pesquisas do AmazonFace sobre os efeitos de uma atmosfera enriquecida com CO2 Dado Galdieri / AmazonFace" title="Anéis em torno das seis parcelas da floresta amazônica em que serão feitas as pesquisas do AmazonFace sobre os efeitos de uma atmosfera enriquecida com CO2 Dado Galdieri / AmazonFace"><figcaption>Anéis em torno das seis parcelas da floresta amazônica em que serão feitas as pesquisas do AmazonFace sobre os efeitos de uma atmosfera enriquecida com CO2. Crédito: Dado Galdieri / AmazonFace</figcaption></figure><p>A maior floresta tropical do planeta será palco de <strong>um experimento científico sem precedentes. </strong>O programa AmazonFace iniciará a fase principal de uma pesquisa internacional que pretende revelar <strong>como a Amazônia reage a uma atmosfera com concentração de dióxido de carbono (CO₂) 50% superior aos níveis atuais.</strong> O estudo acompanhará, ao longo de uma década, seis parcelas de floresta preservada na reserva ZF2, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), localizada a cerca de 70 quilômetros de Manaus.</p><p>A iniciativa busca responder a uma questão central para o futuro do clima global: de que forma o aumento do principal gás responsável pelo aquecimento do planeta<strong> afetará o funcionamento da floresta amazônica.</strong> O CO₂ é um dos elementos fundamentais da fotossíntese, processo pelo qual as plantas produzem energia para crescer e sobreviver.</p><p>Os testes finais da estrutura experimental começam em junho, e <strong>as medições contínuas devem ser iniciadas em agosto. </strong>A expectativa dos pesquisadores é que os resultados ajudem a compreender se a floresta poderá absorver mais carbono da atmosfera ou se enfrentará limitações impostas pela disponibilidade de nutrientes e pelas mudanças climáticas.</p><h2>Tecnologia inédita em floresta tropical</h2><p>O <strong>AmazonFace</strong> utiliza a tecnologia conhecida como Free-Air CO₂ Enrichment (Face), criada nos Estados Unidos na década de 1990. Embora já tenha sido aplicada em diferentes tipos de vegetação de regiões temperadas, esta será a primeira vez que o método será empregado em uma floresta tropical.</p><div class="texto-destacado">Cada uma das seis parcelas experimentais é cercada por um anel de 30 metros de diâmetro, composto por 16 torres de 35 metros de altura. Três dessas áreas receberão ar enriquecido com CO₂ durante o dia, elevando a concentração do gás de 420 para 620 partes por milhão, valor que poderá ser alcançado pela atmosfera terrestre nas próximas décadas.</div><p>As outras três parcelas funcionarão como grupo de controle, mantendo os níveis atuais de dióxido de carbono. Como os anéis estão instalados em ambientes praticamente idênticos e separados por apenas 90 metros, os cientistas poderão comparar diretamente os efeitos do aumento do CO₂ sobre a vegetação.</p><h2>Monitoramento detalhado da floresta</h2><p>O experimento reúne uma ampla rede de equipamentos capazes de registrar temperatura, direção dos ventos, concentração de gases atmosféricos, atividade fotossintética das folhas, dinâmica das raízes e disponibilidade de nutrientes no solo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/experimento-internacional-investigara-impacto-do-aumento-de-co-na-amazonia-1781365531644.jpg" data-image="fsmmc4s4cgu7" alt="Visão da parte interna de um anel João M. Rosa / AmazonFace" title="Visão da parte interna de um anel João M. Rosa / AmazonFace"><figcaption>Visão da parte interna de um anel. Crédito: João M. Rosa / AmazonFace</figcaption></figure><p>Dentro de cada parcela existem entre 50 e 70 árvores adultas, além de vegetação de menor porte. Ao todo,<strong> os seis anéis abrigam cerca de 400 espécies vegetais diferentes</strong>, refletindo a extraordinária biodiversidade amazônica.</p><p>Segundo os pesquisadores, uma das principais metas é<strong> identificar quais espécies serão favorecidas e quais poderão enfrentar dificuldades em um ambiente mais rico em CO₂</strong>. O acompanhamento da biomassa também permitirá verificar se as árvores aumentarão seu crescimento e sua capacidade de armazenar carbono.</p><h2>Primeiros resultados e investimento milionário</h2><p>Estudos preliminares realizados entre 2019 e 2022 em câmaras experimentais menores já indicaram mudanças importantes. Pesquisadores observaram que <strong>plantas do sub-bosque desenvolveram raízes mais eficientes </strong>na absorção de fósforo, nutriente considerado limitante para o crescimento vegetal na Amazônia.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="772273" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/estudo-revela-que-solo-do-cerrado-armazena-ate-8-vezes-mais-carbono-que-a-amazonia.html" title="Estudo revela que solo do Cerrado armazena até 8 vezes mais carbono que a Amazônia">Estudo revela que solo do Cerrado armazena até 8 vezes mais carbono que a Amazônia</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/estudo-revela-que-solo-do-cerrado-armazena-ate-8-vezes-mais-carbono-que-a-amazonia.html" title="Estudo revela que solo do Cerrado armazena até 8 vezes mais carbono que a Amazônia"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/areas-umidas-do-cerrado-concentram-carbono-milenar-e-superam-amazonia-em-densidade-por-hectare-1780588444683_320.jpg" alt="Estudo revela que solo do Cerrado armazena até 8 vezes mais carbono que a Amazônia"></a></article></aside><p>Os resultados sugerem que a vegetação pode adaptar suas estratégias para aproveitar melhor os recursos disponíveis quando exposta a concentrações elevadas de dióxido de carbono. No entanto, os cientistas destacam que ainda não é possível prever os efeitos sobre todo o ecossistema amazônico.</p><p>Até o momento, o AmazonFace recebeu investimentos de aproximadamente R$ 80 milhões, provenientes de instituições brasileiras e do serviço meteorológico do Reino Unido. O custo total previsto<strong> para os próximos dez anos é de R$ 260 milhões</strong>, com recursos já garantidos para os cinco primeiros anos de operação.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em>Revista Fapesp. <a href="https://revistapesquisa.fapesp.br/experimento-internacional-vai-estudar-como-a-amazonia-reage-a-ambiente-rico-em-dioxido-de-carbono/" title="Experimento internacional vai estudar como a Amazônia reage a ambiente rico em dióxido de carbono">Experimento internacional vai estudar como a Amazônia reage a ambiente rico em dióxido de carbono.</a> 2026</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/experimento-internacional-investigara-impacto-do-aumento-de-co-na-amazonia.html</guid><dc:creator><![CDATA[João Cunha]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Vídeo: Inundações severas e rios de granizo alagam ruas em cidades de Saitama, Japão]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/video-inundacoes-severas-e-rios-de-granizo-alagam-ruas-em-cidades-de-saitama-japao.html</link><pubDate>Sat, 13 Jun 2026 17:23:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Verdadeiros rios de água e gelo foram algumas das consequências das fortes tempestades que atingiram cidades no leste do Japão. Granizo cobriu as ruas alagadas.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaezf2m"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaezf2m.jpg" id="xaezf2m"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>As cidades de Hannō e Iruma, na província de Saitama, <strong>na região centro-oeste do Japão, foram atingidas por fortes tempestades</strong> no dia 12 de junho.</p><p>Uma grande quantidade de granizo cobriu as ruas já alagadas, resultado das fortes chuvas.<strong> Ventos fortes também atingiram a região.</strong> As cidades afetadas estão localizadas a cerca de 40 km a noroeste de Tóquio.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">Hanno city experienced heavy rain and hail today... <a href="https://t.co/5sDI3cQbXx">pic.twitter.com/5sDI3cQbXx</a></p>— CMNS_Media (@1SanatanSatya) <a href="https://x.com/1SanatanSatya/status/2065310500649603348?ref_src=twsrc%5Etfw">June 12, 2026</a></blockquote></figure><p>Embora as imagens não mostrem granizo de tamanho gigantesco, a quantidade extraordinária registrada causou problemas nessas cidades.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/tfgK-370Kgs/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=tfgK-370Kgs" id="tfgK-370Kgs"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>Imagens divulgadas pela mídia local mostram a grande quantidade de <strong>granizo que se acumulou após as tempestades</strong>, chegando a mais de<strong> 6 cm em algumas áreas</strong>.</p><div class="texto-destacado">Como se forma o granizo?<br><br>O granizo se forma quando correntes ascendentes dentro de nuvens de tempestade mantêm minúsculos cristais de gelo em suspensão. À medida que essas correntes sobem, a água da chuva adere à superfície dos cristais e congela ao ser elevada para grandes altitudes dentro da nuvem. Quanto mais tempo o granizo permanecer dentro da nuvem, mais esse processo se repete e maiores serão as pedras de granizo quando atingirem o solo.</div><p>A chuva forte e a incrível quantidade de granizo não foram as únicas consequências dessas tempestades: o vento também desempenhou um papel importante. <strong>Rajadas intensas de vento impulsionaram a chuva e o granizo</strong>, como mostram as imagens compartilhadas por veículos de imprensa japoneses.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/mPiSIPOQqOM/sddefault.jpg" alt="youtube video id=mPiSIPOQqOM" id="mPiSIPOQqOM"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>Uma reportagem da TV Asahi destacou a formação de verdadeiros "rios de granizo" em algumas áreas de Saitama, observando que as fortes chuvas ocorreram pouco depois do meio-dia na cidade de Hanno. <strong>A reportagem também enfatizou que a precipitação totalizou 31,5 mm em uma hora</strong>, o maior acumulado em uma hora registrado até o momento neste ano.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771516" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/canhoes-anti-granizo-nao-funcionam-e-sao-um-desperdicio-de-dinheiro-entenda-o-porque.html" title="Canhões anti granizo não funcionam e são um desperdício de dinheiro; entenda o porquê">Canhões anti granizo não funcionam e são um desperdício de dinheiro; entenda o porquê</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/canhoes-anti-granizo-nao-funcionam-e-sao-um-desperdicio-de-dinheiro-entenda-o-porque.html" title="Canhões anti granizo não funcionam e são um desperdício de dinheiro; entenda o porquê"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/canhoes-anti-granizo-nao-funcionam-e-sao-um-desperdicio-de-dinheiro-entenda-o-porque-1780171348179_320.jpg" alt="Canhões anti granizo não funcionam e são um desperdício de dinheiro; entenda o porquê"></a></article></aside><p>As tempestades rapidamente desencadearam grandes quantidades de granizo, que cobriram as ruas de branco antes de serem lavadas pela chuva. As tempestades se desenvolveram rapidamente e o alerta permaneceu em vigor durante toda a tarde e até o período da noite da sexta-feira, 12 de junho.</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em>- Fuji News Network. <a href="https://www.fnn.jp/articles/-/1059546" target="_blank">今夜もまだ「ゲリラ雷雨」警戒　あすも山沿い中心に不安定　関東各地でひょう、冠水被害も</a> (Se mantiene vigilancia ante tormentas severas en la región montañosa; granizo e inundaciones en diversas partes de Kantō). En japonés.</em></p><p><em>- TV Asahi. <a href="https://news.tv-asahi.co.jp/news_society/articles/900192770.html" target="_blank">東京でゲリラ雷雨発生“天気急変”　埼玉では「雹の川」現る</a> (Repentinas tormentas eléctricas azotan Tokio, provocando cambios bruscos en el clima; en Saitama aparece un "río de granizo"). En japonés.<br></em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/video-inundacoes-severas-e-rios-de-granizo-alagam-ruas-em-cidades-de-saitama-japao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O futuro da exploração espacial da NASA: cronograma e desafios das próximas missões Artemis]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/o-futuro-da-exploracao-espacial-da-nasa-cronograma-e-desafios-das-proximas-missoes-artemis.html</link><pubDate>Sat, 13 Jun 2026 14:34:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>O programa Artemis da NASA define o rumo. Com as missões Artemis III e IV agora planeadas para o período entre 2027 e 2028, a exploração lunar enfrenta novos prazos e desafios tecnológicos complexos, incluindo o desenvolvimento de módulos de aterragem comerciais pela SpaceX e pela Blue Origin, e a introdução de novos fatos espaciais.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/il-futuro-dell-esplorazione-spaziale-della-nasa-calendario-e-sfide-delle-prossime-missioni-artemis-iii-e-iv-1780998553257.png" data-image="ymqmhka9hubm"><figcaption>A Axiom Space já iniciou a produção do fato espacial AxEMU, cujas camadas exteriores de proteção foram desenvolvidas em colaboração com a etiqueta italiana Prada. Trata-se de um fato de última geração concebido para astronautas que trabalham na superfície lunar. Fonte da imagem: Cortesia da Axiom Space e da Prada.</figcaption></figure><p>Após o sucesso da missão Artemis II em abril deste ano, que marcou o regresso da humanidade à órbita lunar pela primeira vez em mais de 50 anos, a NASA parecia ter estabelecido um <strong>roteiro claro para futuras missões rumo à próxima alunagem</strong>.</p><p>Mas apenas alguns meses depois, os <strong>planos mudaram rapidamente</strong> – e nem sempre para melhor. A NASA está mais uma vez a rever a sua estratégia para ultrapassar as dificuldades técnicas e os obstáculos de engenharia que ainda a separam da superfície lunar. As agências governamentais e os parceiros comerciais envolvidos no projeto continuam a enfrentar uma longa lista de desafios logísticos e técnicos.</p><p>Além disso, a NASA deverá <strong>anunciar em breve os nomes dos quatro astronautas selecionados para a missão Artemis III</strong>. O anúncio proporcionará também uma oportunidade para partilhar mais informações sobre o progresso do programa e a composição futura da tripulação.</p><h2>Uma nova direção para o programa Artemis III e o adiamento da alunissagem</h2><p>O desenvolvimento mais significativo, confirmado pelos representantes da agência, diz respeito à Artemis III, cujo<strong> lançamento está agora oficialmente agendado para o final de 2027</strong>. Devido a atrasos no desenvolvimento dos sistemas de aterragem lunar, que seriam fornecidos por parceiros do setor privado, a missão sofreu alterações substanciais. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/il-futuro-dell-esplorazione-spaziale-della-nasa-calendario-e-sfide-delle-prossime-missioni-artemis-iii-e-iv-1780998687886.jpg" data-image="bbhmrwoo6vhl"><figcaption>O sistema de aterragem humana (HLS) Starship da SpaceX continua a ser submetido a uma série de testes de voo na sua versão mais recente, a Starship V3. Fonte da imagem: SpaceX.</figcaption></figure><p>Está agora confirmado que <strong>não haverá mais tentativas de aterrar a Artemis III na Lua</strong>. Em vez disso, a tripulação permanecerá em órbita baixa da Terra, a uma altitude de aproximadamente 463 quilómetros, a bordo da nave Orion, que será lançada pelo poderoso foguetão SLS (Space Launch System) da NASA, semelhante ao da Estação Espacial Internacional.</p><p>A <strong>missão concentra-se exclusivamente em testes funcionais e acoplamento em órbita</strong> com protótipos comerciais de módulos de aterrissagem lunar desenvolvidos pela SpaceX e pela Blue Origin. Os astronautas irão <strong>avaliar os sistemas de propulsão, os sistemas de suporte de vida e as tecnologias de comunicação</strong>, otimizando tudo para a próxima missão lunar.</p><p>Caso esta fase de testes seja bem-sucedida, a NASA prosseguirá com o lançamento da Artemis IV no final de 2028. <strong>Esta será a primeira missão em mais de cinco décadas a enviar astronautas de volta à superfície lunar</strong>.</p><h2>Desafios para a SpaceX e a Blue Origin</h2><p>O <strong>adiamento da alunagem está intimamente ligado aos sistemas de aterrissagem tripulados contratados pelas empresas privadas</strong>. O Starship HLS (<em>Human Landing System</em>) da SpaceX continua a ser submetido a uma série de testes de voo na sua versão mais recente, a Starship V3.</p><p>Antes que o módulo de aterrissagem possa ser aprovado para uso tripulado e participar nos testes orbitais previstos para 2027, a empresa de Elon Musk precisa <strong>provar que o veículo é absolutamente confiável e capaz de reabastecer com combustível criogênico em órbita</strong> – um requisito crucial para futuros voos à Lua.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/il-futuro-dell-esplorazione-spaziale-della-nasa-calendario-e-sfide-delle-prossime-missioni-artemis-iii-e-iv-1780999119570.png" data-image="v4czf5sb5gxj"><figcaption>Ilustração artística do módulo lunar da Blue Origin, concebido para transportar equipamento como veículos exploradores necessários para missões na superfície lunar. Fonte da imagem: Blue Origin.</figcaption></figure><p>A situação na Blue Origin deteriorou-se significativamente nas últimas semanas. Após a <strong>grave falha no teste estático do foguete New Glenn</strong>, em 28 de maio, que resultou numa explosão e danos severos no Complexo de Lançamento 36 no Cabo Canaveral, <strong>a NASA enfrenta agora desafios logísticos adicionais</strong>. A empresa de Jeff Bezos não possui atualmente instalações de lançamento alternativas e, por isso, está impossibilitada de continuar os testes do foguete New Glenn.</p><p>Nos últimos dias, a liderança da NASA indicou que é <strong>necessário encontrar veículos de lançamento alternativos</strong> para que o módulo de aterrissagem Blue Moon da Blue Origin, na sua configuração Mark 2, possa cumprir os prazos do programa e participar nos testes de acoplamento orbital previstos para 2027. Ironicamente, o foguete que poderá ajudar a Blue Origin a cumprir o seu contrato com a NASA pode acabar por ser fornecido pela sua concorrente, a SpaceX.</p><h2>Fatos espaciais do século 21: o programa AxEMU</h2><p>Embora os sistemas de lançamento e aterrissagem continuem enfrentando desafios técnicos complexos, <strong>o desenvolvimento de fatos espaciais está progredindo rapidamente</strong>.</p><p>A Axiom Space já iniciou a produção do AxEMU, um fato espacial de última geração feito para astronautas que trabalham na superfície lunar. Desenvolvido em colaboração com a marca italiana <em>Prada </em>para as camadas exteriores de proteção e com a <em>Oakley </em>para o sistema de viseira de alta resolução, o fato passou com sucesso os testes técnicos da NASA.<strong> </strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/il-futuro-dell-esplorazione-spaziale-della-nasa-calendario-e-sfide-delle-prossime-missioni-artemis-iii-e-iv-1780999199817.png" data-image="pi9vp3f60dtz"><figcaption>Foram apresentados os fatos espaciais desenvolvidos pela Axiom Space em colaboração com a Prada. Fonte da imagem: Cortesia da Axiom Space e da Prada.</figcaption></figure><p>O <strong>sistema já concluiu mais de 850 horas de testes</strong> de pressão tripulados em instalações de simulação no solo. Os detalhes operacionais ainda estão sendo refinados, e a empresa confirmou os planos para testar o hardware em 2027, como parte das atividades dentro dos módulos de aterrissagem lunar em órbita, antes da aterrissagem lunar planejada para o ano seguinte.</p><h2>A caminho de Artemis IV: ciência e cooperação internacional</h2><p>Enquanto a Artemis III se concentrará em testar a infraestrutura de voo e os sistemas de acoplamento em órbita terrestre, a Artemis IV dará cada vez mais prioridade à pesquisa científica na Lua e à colaboração internacional. Para a missão de 2028, a Agência Espacial Europeia (ESA) e a <em>Airbus Defence and Space</em> estão trabalhando na <strong>conclusão dos módulos de serviço que irão fornecer suporte de vida aos astronautas</strong>. </p><p>Além disso, a NASA já selecionou os <strong>primeiros instrumentos científicos a serem implantados na superfície lunar</strong>. Entre eles está o DUSTER, um sensor feito para analisar as condições ambientais na Lua — incluindo poeira e plasma — junto ao polo sul. Esta região apresenta flutuações extremas de temperatura, que variam entre os 120°C sob luz solar direta e os -200°C em áreas permanentemente sombreadas.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/o-futuro-da-exploracao-espacial-da-nasa-cronograma-e-desafios-das-proximas-missoes-artemis.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Geleiras colossais, vida selvagem e paisagens extremas: por dentro do maior parque nacional do mundo]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/geleiras-colossais-vida-selvagem-e-paisagens-extremas-por-dentro-do-maior-parque-nacional-do-mundo.html</link><pubDate>Sat, 13 Jun 2026 12:06:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Ursos polares, bois-almiscarados, fiordes gelados e montanhas esculpidas pelo gelo fazem parte da paisagem deste vasto parque nacional. Descubra como sua imensidão e notável estado de conservação o tornaram uma das áreas naturais mais singulares do mundo.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/colossal-glaciers-arctic-wildlife-and-extreme-landscapes-inside-the-world-s-largest-national-park-1781111517925.jpg" data-image="dlihcqnb549s"><figcaption>O nordeste da Groenlândia abriga o maior parque nacional do mundo, com uma área de quase um milhão de quilômetros quadrados.</figcaption></figure><p>Uma vasta extensão de gelo, tundra e montanhas cobre o nordeste da <strong>Groenlândia</strong>. É lá que se encontra o <strong>maior parque nacional do mundo</strong>. Abrangendo <strong>quase um milhão de quilômetros quadrados</strong>, sua dimensão é difícil de compreender, mesmo em um lugar tão imenso quanto a Groenlândia.</p><p>Longe de cidades e estradas, a paisagem muda muito pouco de um ano para o outro. Grandes áreas deste <strong>canto remoto do planeta</strong> permanecem praticamente como eram séculos atrás.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>O parque protege montanhas, geleiras, fiordes e extensas paisagens de tundra que preservaram grande parte de suas características originais.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Aqueles que chegam até aqui encontram uma<strong> região selvagem moldada pelo gelo, pelo vento </strong>e pelos ritmos sazonais do Ártico, muito diferente das transformações vivenciadas por muitas outras regiões do mundo.</p><h2><strong>Uma paisagem moldada pelo gelo</strong></h2><p>A paisagem está em constante mudança, alternando entre<strong> vastos campos de gelo, montanhas escarpadas, fiordes profundos e extensas planícies de tundra</strong>. Em toda a região, picos de granito, vales esculpidos por geleiras ancestrais e amplas extensões de tundra se estendem por quilômetros praticamente sem interrupção.</p><p>Quando a <strong>neve derrete e as temperaturas sobem</strong>, partes do terreno perdem sua aparência branca e revelam um mosaico de cores que variam do verde ao marrom.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Essa transformação quebra a uniformidade do gelo e muda completamente a aparência da paisagem.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Os <strong>fiordes </strong>estão entre as características marcantes da região. Essas <strong>enseadas profundas, esculpidas por antigas geleiras</strong>, cortam o litoral e criam paisagens espetaculares cercadas por<strong> montanhas íngremes e icebergs flutuantes</strong>.</p><p>Algumas geleiras se estendem até a costa e terminam perto dos fiordes. Essas formações estão entre os elementos mais icônicos da paisagem da região.</p><h2><strong>A vida selvagem do nordeste da Groenlândia</strong></h2><p>O frio, o gelo e os longos invernos não impediram que diversas espécies prosperassem aqui. Os <strong>ursos polares </strong>estão entre os animais mais reconhecíveis da região e ocupam o topo da cadeia alimentar do Ártico.</p><p>Os <strong>bois-almiscarados</strong> são outro dos habitantes mais peculiares da área. Esses mamíferos de aparência pré-histórica percorrem as planícies da tundra e suportam temperaturas extremamente baixas graças à sua pelagem espessa.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/colossal-glaciers-arctic-wildlife-and-extreme-landscapes-inside-the-world-s-largest-national-park-1781111630776.jpg" data-image="gtvtb7yt6mdx"><figcaption>Em algumas partes da região, é comum ver bois-almiscarados atravessando paisagens abertas.</figcaption></figure><p>As águas costeiras abrigam diversas espécies de <strong>focas</strong> árticas que dependem do gelo marinho para descansar, reproduzir e se alimentar. Dependendo da época do ano, os visitantes também podem avistar <strong>morsas </strong>e várias espécies de <strong>baleias </strong>migrando pelos fiordes e mares da região.</p><div class="texto-destacado">A observação da vida selvagem varia bastante dependendo da localização e da época do ano. Os animais estão presentes, mas não são encontrados em todos os cantos do parque.</div><p>Os <strong>avistamentos podem ser esporádicos e dependem da estação do ano</strong>, das condições do gelo e da localização. Os ursos polares são vistos com mais frequência em áreas de gelo marinho, onde passam grande parte do tempo em busca de alimento.</p><h2><strong>Coisas importantes a saber antes de planejar uma visita</strong></h2><p>Este <strong>não é um destino de fácil acesso</strong>, fator que contribuiu para preservar seu caráter selvagem ao longo dos séculos. Muitas visitas são feitas por via marítima, a bordo de <strong>embarcações de expedição que percorrem o litoral </strong>e os fiordes desta região isolada da Groenlândia.</p><div class="texto-destacado">As condições meteorológicas nesta região podem mudar rapidamente. Nevoeiro, condições do mar e a presença de gelo afetam frequentemente os planos de viagem e os cronogramas das expedições.</div><p>Outro fator crucial é a proteção do ecossistema. O<strong> isolamento desta região contribuiu para a preservação de ecossistemas</strong> relativamente intocados, o que explica as precauções tomadas em cada expedição e desembarque.</p><p>A <strong>conservação </strong>desta região selvagem do Ártico depende, em grande medida, da minimização do impacto humano, por menor que ele possa parecer.</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em><a href="https://www.travelandleisure.com/northeast-greenland-national-park-guide-11986632" target="_blank">The World’s Largest National Park Is 100 Times Bigger Than Yellowstone—and It Has Glaciers, Polar Bears, and Fjord Views.</a> 1 de junho, 2026. Staff Author.<br> </em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/geleiras-colossais-vida-selvagem-e-paisagens-extremas-por-dentro-do-maior-parque-nacional-do-mundo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frio e umidade no Centro-Sul: veja quais lavouras podem sentir mais a virada do fim de semana]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/frio-e-umidade-no-centro-sul-veja-quais-lavouras-podem-sentir-mais-a-virada-do-fim-de-semana.html</link><pubDate>Sat, 13 Jun 2026 10:07:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Frio e umidade avançam pelo Centro-Sul neste fim de semana, com impacto sobre lavouras de milho, feijão, trigo e hortaliças; o ar polar ganha força no domingo e aumenta o risco de geada no início da semana.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-e-umidade-no-centro-sul-veja-quais-lavouras-podem-sentir-mais-a-virada-do-fim-de-semana-1781273086358.jpg" data-image="x7gb38flnf7y" alt="Frente, sul, sudeste, ar polar" title="Frente, sul, sudeste, ar polar"><figcaption>Temperaturas mais baixas avançam pelo Sul e alcançam parte do Centro-Sul na manhã de segunda-feira, com ar polar atuando após a passagem da frente fria.</figcaption></figure><p>O fim de semana terá uma virada importante no Centro-Sul do Brasil, com <strong>chuva em parte do Sudeste, instabilidade no Mato Grosso do Sul e avanço de ar polar pelo Sul</strong>. A combinação de umidade, queda de temperatura e risco de geada muda o ambiente para lavouras em fases decisivas.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>O frio mais forte não chega todo de uma vez. <strong>Ele começa a ser sentido entre sábado e domingo, mas deve ganhar intensidade no início da próxima semana</strong>, especialmente no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul e áreas de maior altitude do Sudeste. Para o campo, o alerta é simples: <strong>o problema não é apenas o frio, mas a sequência de chuva, solo úmido, baixa radiação</strong> e madrugadas geladas.</p><h2>Ar polar avança após a chuva e muda o mapa do Centro-Sul </h2><p>A frente fria ainda mantém instabilidade em parte do Centro-Sul no fim de semana, <strong>com chuva mais relevante sobre São Paulo, sul de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul</strong>. No mapa, a faixa de maior atenção aparece entre o centro-sul do país e a borda do Sudeste, onde a umidade avança antes da entrada mais forte do ar frio.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-e-umidade-no-centro-sul-veja-quais-lavouras-podem-sentir-mais-a-virada-do-fim-de-semana-1781274212506.jpg" data-image="d1tpacgsxklk" alt="Ar polar, frio, sudeste, sul, trigo" title="Ar polar, frio, sudeste, sul, trigo"><figcaption>A massa de ar polar deixa temperaturas abaixo da média em grande parte do Centro-Sul, com destaque para o Sul, Mato Grosso do Sul, São Paulo e áreas do Sudeste.</figcaption></figure><p>Depois da chuva, a massa de ar polar ganha espaço e empurra as temperaturas para baixo. <strong>No Sul, o tempo tende a firmar em várias áreas, mas com madrugadas cada vez mais frias</strong>. Nas serras gaúcha e catarinense, há possibilidade de marcas negativas no começo da semana, enquanto áreas do Paraná, sul de São Paulo e Mato Grosso do Sul devem sentir queda acentuada nas mínimas.</p><h2>Milho, feijão e trigo sentem riscos diferentes </h2><p>O milho segunda safra é a cultura que mais exige atenção no recorte nacional. A colheita ainda está no começo em várias áreas, e parte das lavouras segue em maturação ou enchimento de grãos. No Paraná, onde a segunda safra tem peso importante, <strong>o risco aumenta porque muitas áreas ainda não estão protegidas pela colheita e podem sentir variações térmicas fortes.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-e-umidade-no-centro-sul-veja-quais-lavouras-podem-sentir-mais-a-virada-do-fim-de-semana-1781274372262.jpg" data-image="2nb49r9cp4ht" alt="chuva, acumulada, anomalia, frio" title="chuva, acumulada, anomalia, frio"><figcaption>A chuva acumulada até segunda-feira mantém áreas de atenção entre Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais e parte do Sul, onde o solo úmido pode atrasar colheita e manejo das lavouras.</figcaption></figure><p>O feijão sofre mais com umidade alta, atraso de colheita e perda de qualidade, enquanto o trigo tem uma leitura mais regional. <strong>O frio moderado não é necessariamente ruim para lavouras jovens</strong>, mas chuva frequente e solo encharcado podem interromper a semeadura, dificultar a emergência e atrasar operações no campo.</p><p>Os principais pontos de atenção são:</p><ul> <li><strong>milho segunda safra no Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo, especialmente em áreas ainda em enchimento de grãos;</strong></li> <li>feijão em colheita ou maturação, com risco de perda de qualidade sob chuva e alta umidade;</li> <li><strong>trigo recém-semeado no Sul, com atenção para excesso de umidade no solo;</strong></li> <li>hortaliças em áreas serranas e cinturões verdes, sensíveis a frio, pouca insolação e doenças fúngicas.</li> </ul><h2>Próximos dias pedem manejo atento no campo </h2><p><strong>A janela mais crítica começa no domingo e se estende pelo início da semana, quando o frio ganha força após a passagem da frente fria</strong>. Em áreas de baixada, vales e encostas protegidas do vento, o risco de geada costuma ser maior, porque o ar frio se acumula durante a madrugada. Mesmo onde não houver geada, temperaturas baixas reduzem o metabolismo das plantas e atrasam a secagem natural do solo e dos grãos.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="772461" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/plantio-do-trigo-passa-de-40-no-pais-mas-instabilidade-acende-alerta-no-rs.html" title="Plantio do trigo passa de 40% no país, mas instabilidade acende alerta no RS">Plantio do trigo passa de 40% no país, mas instabilidade acende alerta no RS</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/plantio-do-trigo-passa-de-40-no-pais-mas-instabilidade-acende-alerta-no-rs.html" title="Plantio do trigo passa de 40% no país, mas instabilidade acende alerta no RS"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/corrida-do-trigo-no-sul-tempo-firme-acelera-plantio-e-pais-ja-passa-de-40-da-area-semeada-1780669958292_320.jpg" alt="Plantio do trigo passa de 40% no país, mas instabilidade acende alerta no RS"></a></article></aside><p>O ponto central será acompanhar a combinação entre temperatura mínima, umidade do solo e estágio da lavoura. C<strong>olheitas devem avançar onde houver janela seca</strong>, mas áreas com solo pesado ou lavouras ainda verdes exigem cautela.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/frio-e-umidade-no-centro-sul-veja-quais-lavouras-podem-sentir-mais-a-virada-do-fim-de-semana.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Plantas resistentes ao sol: 6 opções fáceis de cuidar e que são perfeitas para plantar em vaso ]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/plantas-resistentes-ao-sol-6-opcoes-faceis-de-cuidar-e-que-sao-perfeitas-para-plantar-em-vaso.html</link><pubDate>Sat, 13 Jun 2026 09:03:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Plantas resistentes ao sol pleno para vasos que toleram o calor intenso e a luz direta por várias horas sem queimar. Veja aqui 6 opções delas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/plantas-resistentes-ao-sol-6-opcoes-faceis-de-cuidar-e-que-sao-perfeitas-para-plantar-em-vaso-1781286257387.jpg" data-image="gqxbskhw3kl5"><figcaption>Planta Rosa do Deserto (<em>Adenium obesum</em>). Crédito: Mayura Posrisoong/Shutterstock.</figcaption></figure><p>As<strong> plantas ideais para ambientes secos e ensolarados</strong> desenvolveram mecanismos naturais para sobrevivência ao longo do tempo, mas exigem cuidados específicos. E se você está procurando uma para cultivar em ambientes com bastante sol, então este artigo é para você.</p><p>Elas <strong>podem ser plantadas tanto no jardim quanto em vasos</strong> e são perfeitas para decorar terraços e varandas. <strong>Veja aqui 6 espécies delas</strong>, além dos cuidados que elas demandam.</p><h2>6 plantas resistentes ao sol</h2><p>Escolher <strong>plantas adequadas que possam prosperar sob o sol </strong>é fundamental para garantir que seu jardim se mantenha sempre bonito e saudável. Veja nossas 6 sugestões de plantas:</p><h3>Rosa do Deserto (<em>Adenium obesum</em>) </h3><p>A Rosa do Deserto é uma<strong> planta escultural que adora sol direto e calor</strong>. É uma <strong>espécie rústica</strong>, de origem africana, que precisa de pelo menos 6 horas de sol por dia para produzir<strong> belas flores</strong>. É excelente para vasos do tipo bacia em sua fase adulta. </p><p>É uma espécie de vida perene que pode atingir até os 4 metros de altura. Tem um <strong>tronco engrossado</strong> na base chamado <strong>caudex</strong>, que<strong> funciona como uma caixa d'água natural</strong>, permitindo que a planta sobreviva a longas secas. </p><h3>Coroa-de-Cristo (<em>Euphorbia milii</em>)</h3><p>É uma planta <strong>ornamental </strong>que se destaca pela variedade de cores e pela <strong>durabilidade</strong>. <strong>Resistente </strong>e com floração abundante o ano todo. Ela fica linda em vasos e jardineiras, mas exige cuidado com os espinhos ao longo do caule.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/plantas-resistentes-ao-sol-6-opcoes-faceis-de-cuidar-e-que-sao-perfeitas-para-plantar-em-vaso-1781286435800.jpg" data-image="n8h8d6akar5j"><figcaption>A planta Coroa-de-Cristo (<em>Euphorbia milii</em>).</figcaption></figure><p>Ela possui um<strong> caule suculento, que armazena água e nutrientes</strong>, o que permite que sobreviva em condições de seca. Além de resistente, ela exige pouca manutenção.</p><h3>Espada-de-São-Jorge (<em>Sansevieria trifasciata</em>)</h3><p>Esta é uma planta clássica, quase indestrutível e <strong>se adapta muito bem tanto à meia-sombra quanto ao sol pleno</strong>. Porém, é necessário que o ambiente em que ela esteja receba bastante claridade. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771059" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/3-plantas-de-crescimento-rapido-para-cobrir-seu-jardim-em-tempo-recorde-e-sem-gastar-muito.html" title="3 plantas de crescimento rápido para cobrir seu jardim em tempo recorde e sem gastar muito">3 plantas de crescimento rápido para cobrir seu jardim em tempo recorde e sem gastar muito</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/3-plantas-de-crescimento-rapido-para-cobrir-seu-jardim-em-tempo-recorde-e-sem-gastar-muito.html" title="3 plantas de crescimento rápido para cobrir seu jardim em tempo recorde e sem gastar muito"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/3-plantas-de-crecimiento-ultrarrapido-para-cubrir-tu-jardin-en-tiempo-record-y-sin-gastar-mucho-dinero-1779348876783_320.png" alt="3 plantas de crescimento rápido para cobrir seu jardim em tempo recorde e sem gastar muito"></a></article></aside><p>Além de gostar de luz solar direta, ela aguenta temperaturas mais baixas e <strong>não exige regas constantes</strong>, sendo indicada até para os iniciantes em jardinagem.</p><h3>Suculentas</h3><p>Suculentas como <strong>agave </strong>e <strong>yucca </strong>(Yucca L.)<strong> </strong>têm grande porte, são ideais para vasos e trazem um visual moderno, estruturado e <strong>exigem pouca manutenção</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/plantas-resistentes-ao-sol-6-opcoes-faceis-de-cuidar-e-que-sao-perfeitas-para-plantar-em-vaso-1781286680121.jpg" data-image="n3ga96ilnlbo"><figcaption>A suculenta <em>Agave angustifolia</em>, ou Piteira-do-caribe. Crédito: David E Mead.</figcaption></figure><p>Elas são <strong>resistentes</strong> e <strong>toleram sol forte e calor</strong>; no entanto, elas não resistem a temperaturas baixas, sendo indicadas somente para lugares que contam com sol praticamente o ano todo. </p><h3>Beldroega (<em>Portulaca oleracea</em>)</h3><p>Uma planta que abre suas flores apenas nas manhãs ensolaradas, por algumas horas. É <strong>ótima para vasos suspensos ou muros</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/plantas-resistentes-ao-sol-6-opcoes-faceis-de-cuidar-e-que-sao-perfeitas-para-plantar-em-vaso-1781286886033.jpg" data-image="6qarjf0dko3w"><figcaption>A planta Beldroega (<em>Portulaca oleracea</em>).</figcaption></figure><p>É uma espécie herbácea prostrada e rasteira, de caule liso e avermelhado, e além de ornamental, <strong>é considerada uma PANC</strong> (Planta Alimentícia Não Convencional).</p><p>Ela <strong>prospera sob várias condições</strong>: solos pobres, calor, seca e sol escaldante, porém, <strong>não tolera geadas</strong>, mas é resistente ao frio.</p><h3>Clúsia (<em>Clusia fluminensis</em>)</h3><p>É uma planta de <strong>folhas brilhantes, rígidas e arredondadas</strong>, muito <strong>resistente </strong>e que se desenvolve muito bem em vasos grandes. É nativa do Brasil, famosa por sua extrema rusticidade e facilidade de cultivo. </p><p>Ela <strong>gosta muito de verão, e fica exuberante sob o forte calor e luz solar</strong>. E ainda <strong>tolera secas moderadas</strong>, pois suas folhas grossas ajudam a reter água. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/plantas-resistentes-ao-sol-6-opcoes-faceis-de-cuidar-e-que-sao-perfeitas-para-plantar-em-vaso-1781287105672.jpg" data-image="sjedjhp1oyb6"><figcaption>A planta Clúsia (<em>Clusia fluminense</em>). Crédito: Karyn T e Miriam Delao.</figcaption></figure><p>Durante o período mais quente do ano, a Clúsia <strong>produz pequenas e delicadas flores brancas</strong>. </p><h2>Alguns cuidados importantes com plantas no sol</h2><p>Para garantir que as suas <strong>plantas prosperem</strong>, o cultivo em vasos requer atenção redobrada para alguns detalhes, os quais:</p><ul><li><strong>Drenagem</strong>: Como elas ficam expostas à chuva e à rega, o <strong>vaso deve ter excelente escoamento</strong>. Use pedriscos, argila expandida no fundo e uma manta de drenagem para que a água não fique acumulada, evitando o apodrecimento das raízes.</li><li><strong>Rega</strong>: Por estarem sob sol forte, a água evapora rapidamente. <strong>Verifique a umidade da terra </strong>com um palito ou até mesmo o dedo antes de regar. Em dias quentes, a rega pode ser diária, enquanto no inverno o intervalo deve ser maior.</li><li><strong>Substrato</strong>: Use uma<strong> terra rica em matéria orgânica, mas que seja leve e arenosa</strong>. A maioria das plantas de sol pleno não suporta solos pesados e compactados.</li></ul><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://jardinagem.casaefesta.com/plantas-resistentes-ao-sol-para-vasos/" target="_blank">14 Plantas resistentes ao sol perfeitas para vasos externos</a>. 19 de agosto, 2025. Isabella Moretti.</em></p><p><em><a href="https://www.petz.com.br/blog/plantas-resistentes-ao-sol-para-jardim/" target="_blank">Conheça 10 plantas resistentes ao sol para jardim</a>. 8 de outubro, 2025. Blog Petz.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/plantas-resistentes-ao-sol-6-opcoes-faceis-de-cuidar-e-que-sao-perfeitas-para-plantar-em-vaso.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Efeito El Niño? Previsão mostra semanas consecutivas de chuva no Sul]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/efeito-el-nino-previsao-mostra-semanas-consecutivas-de-chuva-no-sul.html</link><pubDate>Fri, 12 Jun 2026 22:15:59 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>El Niño já está ativo, mas a sequência de semanas chuvosas no Sul do Brasil envolve interação de fenômenos de diversas escalas. A resposta ao aquecimento do Pacífico equatorial central deve iniciar entre o fim de junho e início de julho, entenda.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/efeito-el-nino-previsao-mostra-semanas-consecutivas-de-chuva-no-sul-1781301834823.png" data-image="blq8j9igv6gg" alt="O padrão de chuvas relacionado ao El Niño começa a aparecer nos campos previstos para o mês de julho." title="O padrão de chuvas relacionado ao El Niño começa a aparecer nos campos previstos para o mês de julho."><figcaption>O padrão de chuvas relacionado ao El Niño começa a aparecer nos campos previstos para o mês de julho.</figcaption></figure><p><br><strong>O El Niño já está oficialmente </strong><strong>estabelecido</strong> no Oceano Pacífico, após o recente anúncio da NOAA. Ao mesmo tempo, a previsão indica que as <strong>próximas semanas</strong> serão<strong> chuvosas na Região Sul</strong> do Brasil. Nesse contexto, é inevitável a pergunta: esses já são os efeitos do El Niño? </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>A resposta é mais complexa. A<strong> chuva no Sul do Brasil</strong> resulta da <strong>interação</strong> entre <strong>diferentes mecanismos</strong> atmosféricos que atuam em <strong>escalas distintas.</strong> Nas próximas semanas, a <strong>dinâmica extratropical</strong>, marcada pela passagem de frentes frias e ciclones, deve continuar desempenhando papel importante. </p><p>No entanto, há <strong>sinais</strong> de que o<strong> acoplamento</strong> entre o <strong>aquecimento do Pacífico</strong> e a <strong>atmosfera</strong> se fortaleça gradualmente a partir do<strong> fim de junho</strong>, criando um ambiente cada vez mais favorável ao padrão mais chuvoso tipicamente associado ao El Niño. Confira os detalhes.</p><h2>Chuvas acima da média no Sul</h2><p>A <strong>previsão </strong>de anomalia semanal de chuva do modelo ECMWF indica que as próximas semanas serão de <strong>chuvas acima da média no Sul</strong> do Brasil. Até o fim de junho, fatores de <strong>escala extratropical</strong>, como a atuação de<strong> frentes frias</strong> e <strong>ciclones</strong>, devem desempenhar papel importante. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/efeito-el-nino-previsao-mostra-semanas-consecutivas-de-chuva-no-sul-1781301865626.png" data-image="3j2b3xjnq551" alt="Previsão de anomalia semanal de chuva segundo o ECMWF. Créditos: Elaborado por Meteored/Fonte: ECMWF." title="Previsão de anomalia semanal de chuva segundo o ECMWF. Créditos: Elaborado por Meteored/Fonte: ECMWF."><figcaption>Previsão de anomalia semanal de chuva segundo o ECMWF. Créditos: Elaborado por Meteored/Fonte: ECMWF. </figcaption></figure><p>A <strong>Oscilação Antártica (AAO)</strong>, também conhecida como Modo Anular Sul, tem previsão de atingir um pico em sua fase positiva até meados do mês e, posteriormente,<strong> migrar em direção à fase negativa</strong>. Essa transição pode <strong>favorecer</strong> a passagem mais frequente de <strong>sistemas transientes</strong> pelo Sul do Brasil, como <strong>frentes frias</strong> e <strong>ciclones</strong> <strong>extratropicais</strong>, contribuindo para a manutenção das chuvas na região.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/efeito-el-nino-previsao-mostra-semanas-consecutivas-de-chuva-no-sul-1781301922084.png" data-image="anuxndn6lysl" alt="Previsão da Oscilação Antártica. Créditos: CPC/NOAA." title="Previsão da Oscilação Antártica. Créditos: CPC/NOAA."><figcaption>Previsão da Oscilação Antártica. Créditos: CPC/NOAA.</figcaption></figure><p>Ao mesmo tempo, há<strong> indícios de que a atmosfera comece a responder</strong> de forma mais consistente<strong> ao aquecimento</strong> observado no <strong>Pacífico tropical </strong>entre o<strong> fim de junho e o início de julho</strong>. </p><div class="texto-destacado">Um dos sinais desse processo é o fortalecimento da atividade convectiva sobre o Pacífico central e leste, consistente com o estabelecimento do acoplamento entre o oceano e a atmosfera associado ao El Niño.</div><p>As previsões indicam a possibilidade de um<strong> novo pulso da Oscilação Madden-Julian (MJO)</strong> sobre o<strong> Pacífico oeste </strong>no<strong> final de junho</strong>, o que poderia reforçar os ventos de oeste na região equatorial, <strong>desintensificando os ventos alísios</strong> e favorecendo o <strong>fortalecimento</strong> do <strong>aquecimento</strong> na região do <strong>Niño 3.4</strong>. </p><p>A MJO é o principal modo de variabilidade intrassazonal nos trópicos, e caracteriza-se por uma região de convecção intensa que se desloca de oeste para leste ao redor do globo em períodos de 30 a 60 dias.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/efeito-el-nino-previsao-mostra-semanas-consecutivas-de-chuva-no-sul-1781301945754.png" data-image="xbqo8d2mtl1r" alt="Previsão de anomalias da velocidade potencial em 200 hPa na faixa equatorial sugere uma intensificação da resposta atmosférica sobre o Pacífico equatorial. Adaptada de NCICS/Carl Schreck." title="Previsão de anomalias da velocidade potencial em 200 hPa na faixa equatorial sugere uma intensificação da resposta atmosférica sobre o Pacífico equatorial. Adaptada de NCICS/Carl Schreck."><figcaption>Previsão de anomalias da velocidade potencial em 200 hPa na faixa equatorial sugere uma intensificação da resposta atmosférica sobre o Pacífico equatorial. Adaptada de NCICS/Carl Schreck.</figcaption></figure><p>Embora seja difícil atribuir a sequência de semanas chuvosas no Sul exclusivamente ao<strong> El Niño</strong>, os<strong> sinais</strong> atuais <strong>sugerem</strong> que sua <strong>influência</strong> pode se tornar mais evidente ao longo de <strong>julho</strong>, atuando em conjunto com outros mecanismos de variabilidade climática.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/efeito-el-nino-previsao-mostra-semanas-consecutivas-de-chuva-no-sul.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria causa contraste de 30°C no Brasil; veja onde as temperaturas mudam]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-causa-contraste-de-30-c-no-brasil-veja-onde-as-temperaturas-mudam.html</link><pubDate>Fri, 12 Jun 2026 21:03:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma intensa massa de ar polar provocará uma onda de frio com geadas e temperaturas abaixo da média no centro-sul do país, enquanto áreas do Norte e Nordeste enfrentam calor acima do normal. Isso gera um contraste térmico gigantesco entre as regiões brasileiras.</p><ul><li>Mais informações: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-avanca-sobre-o-centro-sul-veja-onde-o-frio-aumenta-e-onde-ha-risco-de-geada.html" target="_blank">Ar polar avança sobre o Centro-Sul: veja onde o frio aumenta e onde há risco de geada</a></li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaf0j7u"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaf0j7u.jpg" id="xaf0j7u"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Ao longo deste final de semana, uma <strong>massa de ar polar</strong> avançará pela <strong>região Sul</strong> do país, fazendo as temperaturas caírem de maneira profunda na região. Ao longo da semana que vem, a massa de ar frio será capaz de levar o frio também para <strong>parte das regiões Sudeste e Centro-Oeste</strong> do Brasil.</p><div class="texto-destacado">Essa massa de ar polar avança pelo Brasil após a formação de um ciclone na altura da região Sul, e deve trazer frio intenso ao longo da semana que vem para todo o centro-sul do Brasil, originando uma onda de frio no Sul do país.</div><p>Previsões indicam que o <strong>frio permanecerá intenso por pelo menos uma semana</strong>, como é possível observar na imagem abaixo. O sistema ocasionará a formação de uma onda de frio, já que as temperaturas permanecerão <strong>5°C abaixo da média por um período longo de vários dias</strong>, especialmente no Rio Grande do Sul.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-causa-contraste-de-30-c-no-brasil-veja-onde-as-temperaturas-mudam-1781294854750.jpg" data-image="76635j6hxyi0" alt="Previsão de anomalias de temperatura entre os dias 15 e 22 de Junho (modelo ECMWF)." title="Previsão de anomalias de temperatura entre os dias 15 e 22 de Junho (modelo ECMWF)."><figcaption>Previsão de anomalias de temperatura entre os dias 15 e 22 de Junho (modelo ECMWF) mostra uma anomalia negativa intensa no Sul e uma anomalia positiva intensa ao Norte.</figcaption></figure><p>No entanto, como é possível constatar na imagem acima, uma parte do país permanecerá fora do alcance da massa de ar frio. Em estados do Nordeste, Centro-Oeste e Norte do país, predomina uma <strong>anomalia positiva</strong> de temperaturas. Em outras palavras, um calor mais intenso do que o normal para essa época.</p><h2>Contraste de até 30°C será registrado no Brasil </h2><p>Com isso, o resultado é um<strong> grande contraste de temperaturas entre diferentes regiões do país</strong>: Enquanto os estados da Região Sul (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná), Mato Grosso do Sul e São Paulo registram um frio mais intenso do que o normal, o restante do país registrará um calor intenso.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-causa-contraste-de-30-c-no-brasil-veja-onde-as-temperaturas-mudam-1781294893082.jpg" data-image="7q8jyosl1i7o" alt="Previsão de temperaturas mínimas ao longo da madrugada de terça-feira." title="Previsão de temperaturas mínimas ao longo da madrugada de terça-feira."><figcaption>Previsão de temperaturas mínimas ao longo da madrugada de terça-feira mostra que grande parte dos municípios do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina registrarão 0°C ou menos.</figcaption></figure><p>Como podemos notar na imagem acima, diversos municípios do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina registrarão <strong>temperaturas mínimas de 0°C</strong>, sendo que as mínimas podem, em algumas localidades, <strong>chegar a até -5°C</strong>. </p><p>Neste mesmo dia, durante a tarde, alguns municípios ao norte, entre o Mato Grosso, norte de Goiás, Tocantins, oeste da Bahia e Piauí podem registrar <strong>temperaturas máximas de até 40°C</strong>, como é possível notar na imagem abaixo. Isso indica um possível contraste de até <strong>45°C</strong> entre as mínimas e máximas brasileiras <strong>em um único dia</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-causa-contraste-de-30-c-no-brasil-veja-onde-as-temperaturas-mudam-1781294970396.jpg" data-image="usdwrqqy5gia" alt="Previsão de temperaturas máximas ao longo da tarde de terça-feira." title="Previsão de temperaturas máximas ao longo da tarde de terça-feira."><figcaption>Previsão de temperaturas máximas ao longo da tarde de terça-feira mostra que diversos municípios do centro-norte do país registrarão máximas altíssimas, de até 40°C, semana que vem.</figcaption></figure><p>Mas mesmo analisando um único horário, o contraste entre as temperaturas brasileiras será <strong>imenso</strong>. Na <strong>tarde de terça-feira</strong>, alguns modelos meteorológicos indicam que municípios do Sul e do Sudeste registrarão<strong> temperaturas baixíssimas de até 10°C</strong>, ao mesmo tempo que municípios do Norte estarão registrando<strong> até 40°C</strong>.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Isso sinaliza, no mesmo horário, um <strong>contraste gigantesco de temperaturas</strong> dentro do território brasileiro, que pode chegar a uma <strong>diferença de até 30°C</strong> entre o Sul e o Norte do país. Esse contraste pode ser observado na imagem abaixo. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-causa-contraste-de-30-c-no-brasil-veja-onde-as-temperaturas-mudam-1781295014969.jpg" data-image="zpogdrez3u1z" alt="Previsão de temperaturas na tarde da próxima terça-feira na região Sul e no centro-norte do país." title="Previsão de temperaturas na tarde da próxima terça-feira na região Sul e no centro-norte do país."><figcaption>Previsão de temperaturas na tarde da próxima terça-feira na região Sul e no centro-norte mostra valores desde 10°C até 40°C, o que sinaliza um contraste térmico de até 30°C no país.</figcaption></figure><p>Tamanha variação nas temperaturas pode ocasionar <strong>transtornos e imprevistos </strong>em diversas regiões do país. Por isso, não deixe de acompanhar as previsões de <strong>temperatura máxima e mínima específicas para o seu município</strong>, disponíveis no portal. Assim você evita ser pego de surpresa pelo calor e pelo frio.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-causa-contraste-de-30-c-no-brasil-veja-onde-as-temperaturas-mudam.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ciclone se afasta e tempo firma no Sul, mas chuva já tem data para voltar; veja quando]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-se-afasta-e-tempo-firma-no-sul-mas-chuva-ja-tem-data-para-voltar-veja-quando.html</link><pubDate>Fri, 12 Jun 2026 19:34:04 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Já neste sábado (13) o ciclone se afasta do continente e o tempo volta a ficar firme com sol entre nuvens no Sul do Brasil nos próximos dias. Porém, a chuva retorna à região no fim da próxima semana.</p><ul><li>Mais previsão: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-traz-temperaturas-de-ate-5-c-negativos-e-geada-generalizada-veja-a-previsao.html" target="_blank">Ar polar traz temperaturas de até 5°C negativos e geada generalizada; veja a previsão</a></li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaeyrd2"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaeyrd2.jpg" id="xaeyrd2"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O ciclone que hoje provocou chuvas na <strong>Região Sul do Brasil </strong>vai se afastar em direção ao oceano a partir deste sábado (13), e um sistema de <strong>alta pressão atmosférica</strong> entra em cena garantindo <strong>tempo firme e sol entre algumas nuvens nos próximos dias</strong> na região.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p>Contudo, <strong>a chuva já tem data para retornar </strong>ao Sul do país. Um <strong>novo ciclone </strong>deve se formar ao longo da próxima <strong>quinta-feira (18)</strong> e vai deixar o <strong>tempo instável nos três estados</strong> da região até a sexta-feira (19).</p><p>Acompanhe a seguir mais detalhes da previsão do tempo.</p><h2>Tempo firme nos próximos dias no Sul do Brasil</h2><p>Neste <strong>sábado (13) </strong>o ciclone que provocou chuvas no Sul do Brasil já se afasta para alto mar, deixando de influenciar o tempo na região. Com isso, o<strong> tempo volta a ficar firme, com predomínio de céu claro durante a tarde</strong> e maior nebulosidade no período da manhã.</p><div class="texto-destacado">Os próximos dias serão de tempo firme e céu claro ou com algumas nuvens na Região Sul do Brasil, mas um novo ciclone se forma e traz de volta a chuva a partir da quinta-feira (18).</div><p>No <strong>domingo (14)</strong> uma<strong> área de alta pressão atmosférica</strong> começa a atuar sobre a região Sul, <strong>mantendo o tempo estável</strong> em grande parte do território.</p><p>Contudo, devido à maior nebulosidade, podem ocorrer chuviscos/chuva fraca em áreas do Sul, Costa Doce, Região Metropolitana de Porto Alegre, Litoral e Serra gaúcha. Além disso, ao longo do dia também podem ocorrer<strong> chuvas isoladas no Paraná</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-se-afasta-e-tempo-firma-no-sul-mas-chuva-ja-tem-data-para-voltar-veja-quando-1781277548006.jpg" data-image="c8f3xk0u7r6o"><figcaption>A Região Sul do Brasil terá tempo firme, com céu variando de claro a com algumas nuvens em todo o seu território nos próximos dias.</figcaption></figure><p>Na <strong>primeira metade da próxima semana</strong>, o <strong>tempo segue firme</strong> em praticamente toda a Região Sul, com céu claro ao longo dos dias especialmente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.</p><p>O estado do <strong>Paraná </strong>terá maior cobertura de nuvens, e ainda podem ocorrer <strong>chuvas fracas e isoladas na segunda-feira (15)</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-se-afasta-e-tempo-firma-no-sul-mas-chuva-ja-tem-data-para-voltar-veja-quando-1781277566229.jpg" data-image="yj8kvyhup10f"><figcaption>Baixíssima probabilidade de chuvas na Região Sul do Brasil na próxima semana; apenas alguma chuva fraca e isolada pode ser registrada no Paraná.</figcaption></figure><p>Na terça (16) e na quarta (17) as condições de tempo estável permanecem, mas a<strong> nebulosidade começa a aumentar em toda a região na quarta-feira (17)</strong>.</p><p>E junto com o tempo firme, a <strong>alta pressão impulsiona uma nova massa de ar polar</strong> para a Região Sul, fazendo as temperaturas despencar na próxima semana, com mínimas abaixo dos 10°C e até <strong>abaixo de 0°C em algumas áreas </strong>gaúchas e catarinenses, e com risco de formação<strong> </strong>de <strong>geada</strong> <strong>generalizada </strong>nos três estados.</p><h2>Nova mudança no tempo na próxima quinta-feira</h2><p>Ao longo da <strong>quinta-feira (18)</strong> teremos um<strong> processo de formação de um novo ciclone</strong> (ciclogênese) ocorrendo entre a Argentina, o Paraguai e o Sul do Brasil, o que vai trazer o <strong>retorno das chuvas e dos temporais</strong> para os três estados da região.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-se-afasta-e-tempo-firma-no-sul-mas-chuva-ja-tem-data-para-voltar-veja-quando-1781277817002.jpg" data-image="umyudrivd80n"><figcaption>Um processo de formação de ciclone (ciclogênese) vai ocorrer na próxima quinta-feira (18), formando chuvas inicialmente na parte oeste do Sul do Brasil ao longo do dia.</figcaption></figure><p>Já <strong>desde a manhã</strong>, o seu desenvolvimento vai formar <strong>áreas de instabilidades na parte oeste da Região Sul</strong>, como podemos observar no mapa acima, e ao longo do dia vai espalhar as chuvas sobre todo o Rio Grande do Sul e em parte de Santa Catarina e do Paraná.</p><p><strong>Até o final da noite </strong>de quinta-feira (18) <strong>o sistema já deve estar formado</strong> sobre o Sul do país.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-se-afasta-e-tempo-firma-no-sul-mas-chuva-ja-tem-data-para-voltar-veja-quando-1781277926195.jpg" data-image="f7yios3c1ndp"><figcaption>Na noite de quinta-feira (18) o ciclone já deve estar formado sobre o Sul do Brasil, e vai manter o tempo instável na região até a sexta-feira (19).</figcaption></figure><p>A <strong>tendência</strong>, até o momento, indica que o <strong>ciclone e sua frente fria</strong> vão <strong>continuar afetando o tempo</strong> na Região Sul na <strong>sexta-feira (19)</strong>.</p><p>Porém, as <strong>chuvas passam a se concentrar mais</strong> nos estados de<strong> Santa Catarina e do Paraná</strong>. No estado gaúcho, são esperadas chuvas fracas e o tempo tende a ficar mais firme a partir da tarde.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-se-afasta-e-tempo-firma-no-sul-mas-chuva-ja-tem-data-para-voltar-veja-quando.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Forte chuva com granizo e nevoeiro deixa municípios de MS em alerta]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/forte-chuva-com-granizo-e-nevoeiro-deixa-municipios-de-ms-em-alerta.html</link><pubDate>Fri, 12 Jun 2026 18:15:19 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Rodovias e perímetros urbanos no sul de Mato Grosso do Sul sofreram com a redução de visibilidade e quedas de granizo causadas pela chegada de uma nova frente fria. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/tempestade-de-chuva-e-granizo-deixa-municipios-de-ms-em-alerta-1781273039150.jpg" data-image="mzxksxy2ld1u" alt="Cidades de Mato Grosso do Sul registraram queda de granizo e ventanias na noite de quinta-feira e Campo Grande amanheceu coberta por nevoeiro. Foto: Direto das Ruas/ Campo Grande News" title="Cidades de Mato Grosso do Sul registraram queda de granizo e ventanias na noite de quinta-feira e Campo Grande amanheceu coberta por nevoeiro. Foto: Direto das Ruas/ Campo Grande News"> <figcaption>Cidades de Mato Grosso do Sul registraram queda de granizo e ventanias na noite de quinta-feira e Campo Grande amanheceu coberta por nevoeiro. Foto: Direto das Ruas/ Campo Grande News</figcaption></figure><p><strong>O avanço de um sistema de forte instabilidade em Mato Grosso do Sul acionou alertas meteorológicos</strong> e mobilizou a atuação governamental em diferentes municípios do estado. O Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima aponta que as condições adversas devem persistir ao longo do fim de semana.</p><p>A capital, Campo Grande,<strong> amanheceu nesta sexta-feira (12), coberta por um espesso nevoeiro</strong> que alterou a paisagem local. De acordo com a concessionária Aena, a falta de visibilidade horizontal forçou o Aeroporto Internacional a operar com o auxílio de instrumentos desde as primeiras horas da manhã.</p><h2>Formação de ciclone traz granizo e temporais no Sul</h2><p>Enquanto o centro do estado lida com a forte neblina, uma frente fria associada a um ciclone extratropical vindo do Sul do país começou a atingir a faixa de fronteira ainda na noite da última quinta-feira (11). O fenômeno <strong>provocou</strong> <strong>tempestades acompanhadas de descargas elétricas e rajadas intensas de vento</strong>.</p><div class="texto-destacado">Motoristas que trafegavam pela rodovia BR-163 registraram a queda de granizo e o acúmulo de gelo na pista. Em imagens capturadas no trecho situado entre Mundo Novo e Eldorado, condutores de veículos de carga relataram a preocupação com a segurança e sinalizaram que a visibilidade na pista caiu drasticamente.</div><p><strong>Na área urbana de Iguatemi, moradores registraram pedras de gelo acumuladas pelas calçadas</strong> devido à precipitação concentrada no início da noite. No entanto, relatórios preliminares enviados às equipes de socorro indicaram que o episódio não provocou estragos ou danos estruturais graves no município.</p><p>Já no município vizinho de Ponta Porã, a instabilidade climática chegou de forma diferente,<strong> trazendo um céu completamente encoberto e ventania</strong>, mas sem queda de granizo na região central. O Instituto Nacional de Meteorologia (<a href="https://portal.inmet.gov.br/" target="_blank">INMET</a>) emitiu um aviso de perigo para a região de fronteira, prevendo que acumulados de chuva ultrapassem 40 mm nas próximas horas.</p><h2>Situação de emergência decretada em Ivinhema</h2><p>Paralelamente às novas frentes de chuva, o Governo de Mato Grosso do Sul publicou oficialmente na quinta-feira (11)<strong>, o decreto de situação de emergência para o município de Ivinhema</strong>. A medida emergencial responde aos prejuízos graves acumulados no local após uma forte precipitação de granizo ocorrida em 16 de maio.</p><p>O temporal anterior <strong>danificou diversas residências e causou prejuízos financeiros</strong> nas zonas urbana e rural. Com o novo parecer, que possui prazo de validade estipulado para 180 dias, o governo estadual chancela o decreto municipal emitido pela prefeitura da cidade no dia 19 de maio.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="773408" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/agora-e-oficial-noaa-declara-a-formacao-do-el-nino.html" title="Agora é oficial: NOAA declara a formação do El Niño">Agora é oficial: NOAA declara a formação do El Niño</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/agora-e-oficial-noaa-declara-a-formacao-do-el-nino.html" title="Agora é oficial: NOAA declara a formação do El Niño"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/agora-e-oficial-noaa-declara-a-formacao-do-el-nino-1781188337037_320.png" alt="Agora é oficial: NOAA declara a formação do El Niño"></a></article></aside><p>A determinação, baseada nas análises técnicas da Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil, <strong>autoriza o poder público a agilizar os serviços de suporte</strong>. Assim, os órgãos estaduais atuarão de forma conjunta, permitindo a contratação rápida de obras de reconstrução sem processos de licitação.</p><p>Ademais, <strong>os agentes da Defesa Civil ganham respaldo legal para adentrar em propriedades particulares</strong> que ofereçam risco imediato aos moradores. Em situações extremas de salvamento, imóveis privados poderão ser utilizados de forma temporária pelo poder público, assegurando posterior indenização aos donos se houver avarias.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://www.campograndenews.com.br/meio-ambiente/campo-grande-tem-nevoeiro-e-chuva-ganha-forca-no-fim-de-semana-em-ms" target="_blank">Campo Grande tem nevoeiro e chuva ganha força no fim de semana em MS</a>. 12 de junho, 2026. </em></p><p><em><a href="https://www.campograndenews.com.br/meio-ambiente/chuva-com-granizo-atinge-cidades-do-sul-e-frente-fria-avanca-em-ms" target="_blank">Chuva com granizo atinge cidades do sul e frente fria avança em MS</a>. 11 de junho, 2026. </em></p><p><em><a href="https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2026/06/11/apos-tempestade-de-granizo-governo-de-ms-decreta-situacao-de-emergencia-em-ivinhema.ghtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-bar-mobile&utm_campaign=materias" target="_blank">Após tempestade de granizo, governo de MS decreta situação de emergência em Ivinhema</a>. 11 de junho, 2026. </em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/forte-chuva-com-granizo-e-nevoeiro-deixa-municipios-de-ms-em-alerta.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Temporais no Paraná causam alagamentos e rompem adutora na capital; veja imagens ]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/temporais-no-parana-causam-alagamentos-e-rompem-adutora-na-capital-veja-imagens.html</link><pubDate>Fri, 12 Jun 2026 17:02:58 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>O vazamento provocado pela quebra de uma tubulação de saneamento invadiu ao menos cinco propriedades residenciais em Curitiba, gerando sérios transtornos para os moradores afetados na região. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/temporais-no-parana-causam-alagamentos-e-rompem-adutora-na-capital-veja-imagens-1781280365437.jpg" data-image="nb1riduv5rtp" alt="Defesa Civil isola áreas de risco no interior do Paraná e Sanepar trabalha para conter vazamento que inundou casas na Cidade Industrial de Curitiba. Foto: Defesa Civil de Iporã" title="Defesa Civil isola áreas de risco no interior do Paraná e Sanepar trabalha para conter vazamento que inundou casas na Cidade Industrial de Curitiba. Foto: Defesa Civil de Iporã"><figcaption>Defesa Civil isola áreas de risco no interior do Paraná e Sanepar trabalha para conter vazamento que inundou casas na Cidade Industrial de Curitiba. Foto: Defesa Civil de Iporã</figcaption></figure><p><strong>A forte precipitação que atingiu o estado do Paraná entre a quinta-feira (11) e a sexta-feira (12)</strong> provocou sérios transtornos em diferentes municípios. Cidades do interior e a própria capital paranaense registraram danos estruturais e alagamentos graves em diversas localidades.</p><p>No município de Iporã, localizado na região noroeste, <strong>o volume de água resultou em ruas tomadas pela enxurrada</strong> e sérios danos ao asfalto. Paralelamente, Curitiba enfrentou problemas operacionais complexos que foram agravados pelo rompimento de uma rede de distribuição local.</p><h2>Danos estruturais e desalojados no noroeste do estado</h2><p>O município de Iporã concentrou uma parte expressiva dos impactos causados pelas tempestades no interior. De acordo com dados do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (<a href="https://www.simepar.br/" target="_blank">SIMEPAR</a>), <strong>a estação de monitoramento mais próxima registrou 47.4 mm de precipitação</strong> na quinta-feira.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">El Nino causa chuvas torrenciais em SC e PR. Avisei que isso iria acontecer.<br>Registros feitos na quinta-feira em iporã e umuarama. <a href="https://t.co/km8ibMDpUx">pic.twitter.com/km8ibMDpUx</a></p> Estefanus Virtus Imperii ️ (@Paxbrasilis) <a href="https://x.com/Paxbrasilis/status/2065378069406257376?ref_src=twsrc%5Etfw">June 12, 2026</a></blockquote></figure><p><strong>A força da água destruiu o pavimento em vias urbanas e causou a queda de estruturas públicas</strong> na cidade. Diante do cenário de perigo, a Defesa Civil isolou pontos críticos com risco iminente de acidentes para proteger os moradores.</p><p>O órgão governamental informou que vias importantes, como <strong>a Avenida Duque de Caxias e a Rua XV de Novembro, foram severamente atingidas</strong>. Na manhã de sexta-feira, equipes de socorro retiraram sete adultos e uma criança de residências inundadas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/temporais-no-parana-causam-alagamentos-e-rompem-adutora-na-capital-veja-imagens-1781280308216.jpg" data-image="sjwdjkcc47qb" alt="Avenida Duque de Caxias, em Iporã. — Foto: Defesa Civil de Iporã" title="Avenida Duque de Caxias, em Iporã. — Foto: Defesa Civil de Iporã"><figcaption>Avenida Duque de Caxias, em Iporã. — Foto: Defesa Civil de Iporã</figcaption></figure><p>Até o momento da última atualização do relatório, as autoridades locais não haviam divulgado o balanço final de todos os prejuízos materiais. <strong>Os desalojados foram transferidos para locais totalmente seguros</strong> até que a situação seja normalizada na região.</p><h2>Rompimento de adutora inunda imóveis em Curitiba</h2><p>Na capital paranaense, <strong>o acumulado de chuva atingiu a marca de 12.2 mm até o início da manhã de sexta-feira</strong>. Contudo, o principal problema na cidade ocorreu devido a uma falha grave na infraestrutura de saneamento básico local.</p><p>A Companhia de Saneamento do Paraná (<a href="https://www.sanepar.com.br/" target="_blank">SANEPAR</a>) <strong>confirmou o rompimento de uma adutora de 250 milímetros de diâmetro</strong>. O incidente liberou um grande fluxo de água que avançou rapidamente sobre vias públicas e áreas residenciais vizinhas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="772465" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/chuvas-em-salvador-interditam-vias-e-suspendem-travessias-veja-imagens.html" title="Chuvas intensas em Salvador interditam vias e suspendem travessias; veja imagens ">Chuvas intensas em Salvador interditam vias e suspendem travessias; veja imagens </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/chuvas-em-salvador-interditam-vias-e-suspendem-travessias-veja-imagens.html" title="Chuvas intensas em Salvador interditam vias e suspendem travessias; veja imagens "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-em-salvador-interditam-vias-e-suspendem-travessias-veja-imagens-1780671077288_320.jpg" alt="Chuvas intensas em Salvador interditam vias e suspendem travessias; veja imagens "></a></article></aside><p><strong>O vazamento de água invadiu pelo menos cinco imóveis residenciais</strong>. As propriedades afetadas ficam localizadas no perímetro urbano do bairro Cidade Industrial de Curitiba (CIC).</p><p>Como consequência direta dos reparos necessários na tubulação, <strong>o abastecimento de água potável foi interrompido no CIC e no Capão Raso</strong>. A concessionária responsável trabalha no local e estabeleceu o fim de sexta-feira como prazo definitivo para a conclusão dos serviços de manutenção.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2026/06/12/chuva-forte-ipora-adutora-curitiba.ghtml" target="_blank">Chuva forte no Paraná causa alagamento em ruas e casas; tubulação rompe em Curitiba e água invade imóveis</a>. 12 de junho, 2026. </em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/temporais-no-parana-causam-alagamentos-e-rompem-adutora-na-capital-veja-imagens.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ar polar traz temperaturas de até 5°C negativos e geada generalizada; veja a previsão]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-traz-temperaturas-de-ate-5-c-negativos-e-geada-generalizada-veja-a-previsao.html</link><pubDate>Fri, 12 Jun 2026 14:40:27 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Ar frio avança pelo Centro-Sul do Brasil e provoca queda nas temperaturas, termômetros podem chegar até 5°C negativos nos próximos dias. Há aumento no risco de geadas generalizadas.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaexvqu"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaexvqu.jpg" id="xaexvqu"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>De acordo com o modelo ECMWF, <strong>nos próximos dias teremos o avanço de uma massa de ar frio</strong> pelo<strong> Centro-Sul</strong> do Brasil que vai provocar<strong> queda acentuada </strong>nas temperaturas. O <strong>ar polar chega ao país a partir de domingo (14) </strong>e terá na terça-feira (16) seu pico de maior intensidade, deixando as temperaturas negativas em áreas de maior altitude.</p><h2>Ar frio chega ao Brasil neste domingo</h2><p>Após a passagem da frente fria e o afastamento do ciclone extratropical, <strong>o Centro-Sul do Brasil contará com a chegada da massa de ar polar</strong> que fará com que as temperaturas diminuam. No domingo (14), o amanhecer será mais frio em comparação com o sábado (13),<strong> a primeira região afetada será o Sul do país.</strong></p><p>Nas primeiras horas da manhã <strong>há risco de geadas nas áreas da Serra Catarinense e Gaúcha</strong>, norte do Rio Grande do Sul e sul do Paraná, áreas que devem registrar mínima entre <strong>4°C e 7°C</strong>. As temperaturas podem ser ainda menores, pois próximo a superfície a temperatura é mais baixa.</p><p>Sobre as outras áreas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, a temperatura fica um pouco mais elevada e com<strong> baixas chances de geadas.</strong> O amanhecer será com temperaturas na casa dos <strong>9°C.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-traz-temperaturas-de-ate-5-c-negativos-e-geada-generalizada-veja-a-previsao-1781271588823.jpg" data-image="qkvfj1adkpk1" alt="Temperatura mínima prevista para a manhã de domingo (14)." title="Temperatura mínima prevista para a manhã de domingo (14)."><figcaption>Temperatura mínima prevista para a manhã de domingo (14).</figcaption></figure><h2>Frio ganha força e se espalha na segunda-feira</h2><p>Na segunda-feira (15), <strong>o ar frio avança para outras áreas do Brasil,</strong> e chega com maior intensidade ao leste do Sudeste e oeste e sul do Centro-Oeste. Sobre o leste de São Paulo, as temperaturas variam entre <strong>13°C e 16°C</strong> enquanto que no estado sul-mato-grossense, o dia começa com mínima de <strong>16°C a 18°C.</strong></p><p><strong>O Sul do Brasil,</strong> que já teve temperaturas baixas no domingo (14), deve registrar <strong>mínimas ainda menores na segunda-feira (15).</strong> Desta vez, há riscos mais elevados de geadas espalhadas pela Região. No sul do Rio Grande do Sul, <strong>temperaturas inferiores aos 5°C, </strong>o que também é esperado para a Serra Gaúcha e Catarinense.</p><p>Em Santa Catarina, <strong>o frio se espalha pelo estado e as temperaturas variam entre 5°C e 7°C </strong>sobre o oeste catarinense. Sobre o Paraná, o frio será mais forte no sul do estado com temperaturas próximas dos 5°C.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-traz-temperaturas-de-ate-5-c-negativos-e-geada-generalizada-veja-a-previsao-1781271519545.jpg" data-image="oldjsq4g9ky9" alt="Anomalia de temperatura em 850 hPa." title="Anomalia de temperatura em 850 hPa."><figcaption>Anomalia de temperatura mostra a atuação do ar frio sobre áreas do Centro-Sul do Brasil.</figcaption></figure><h2>Riscos de geadas generalizadas na terça-feira</h2><p><strong>A terça-feira (16) será gelada sobre o centro-sul do Brasil. </strong>O modelo ECMWF mostra que o ar frio ganha força sobre os estados da região Sul, Sudeste e Centro-Oeste <strong>atingindo 9 estados: </strong>Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="773410" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-muda-o-tempo-no-sudeste-veja-onde-tem-chuva-de-100-mm-e-frio-abaixo-de-10-c.html" title="Frente fria muda o tempo no Sudeste: Veja onde tem chuva de 100 mm e frio abaixo de 10°C">Frente fria muda o tempo no Sudeste: Veja onde tem chuva de 100 mm e frio abaixo de 10°C</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-muda-o-tempo-no-sudeste-veja-onde-tem-chuva-de-100-mm-e-frio-abaixo-de-10-c.html" title="Frente fria muda o tempo no Sudeste: Veja onde tem chuva de 100 mm e frio abaixo de 10°C"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-muda-o-tempo-no-sudeste-veja-onde-tem-chuva-de-100-mm-e-frio-abaixo-de-10-c-1781188573663_320.jpg" alt="Frente fria muda o tempo no Sudeste: Veja onde tem chuva de 100 mm e frio abaixo de 10°C"></a></article></aside><p><strong>O risco de geadas será elevado sobre o Rio Grande do Sul, </strong>em todo o estado gaúcho os termômetros ficam próximos ou até mesmo inferiores aos <strong>5°C</strong>. Nem mesmo a capital<strong> Porto Alegre/RS</strong> irá escapar das baixas temperaturas, com mínima de 6°C.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões do tempo diretamente no seu celular através do nosso novo canal do WhatsApp. <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank"><strong>Clique aqui para nos seguir e ative as notificações!</strong></a> </div><p>A divisa com Santa Catarina também será gelada, principalmente na área de Serra. Nesta região, <strong>a previsão indica mínima de 0°C </strong>e que próximas a superfícies<strong> podem chegar a -5°C</strong>, ou seja, uma terça-feira (16) com temperaturas negativas. Frio também no restante do estado <strong>com previsão de geada generalizada</strong> e mínima entre 2°C e 6°C na faixa centro-oeste catarinense.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-traz-temperaturas-de-ate-5-c-negativos-e-geada-generalizada-veja-a-previsao-1781271646435.jpg" data-image="8ipy9ct9av93" alt="Temperatura mínima prevista para a manhã de terça-feira (16)." title="Temperatura mínima prevista para a manhã de terça-feira (16)."><figcaption>Temperatura mínima prevista para a manhã de terça-feira (16).</figcaption></figure><p> Áreas pontuais do<strong> sudoeste do Paraná</strong> também devem registrar geadas, uma vez que as <strong>mínimas se aproximam de 5°C. </strong>Sobre o Centro-Oeste, o sul do Mato Grosso do Sul tem previsão de amanhecer com temperatura entre <strong>11°C e 13°C</strong>. Entre os estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, o dia amanhece frio com temperaturas entre <strong>11°C e 15°C.</strong> </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-traz-temperaturas-de-ate-5-c-negativos-e-geada-generalizada-veja-a-previsao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Milhares de pepinos-do-mar cor-de-rosa cobrem as praias da Tailândia: o vídeo do fenômeno que intriga os cientistas]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/milhares-de-pepinos-do-mar-cor-de-rosa-cobrem-as-praias-da-tailandia-o-video-do-fenomeno-que-intriga-os-cientistas.html</link><pubDate>Fri, 12 Jun 2026 12:03:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Os equinodermos apareceram encalhados em várias praias de Mae Ramphueng, onde tingiram a costa de um tom de rosa impressionante. As autoridades estão a investigar este fenômeno incomum, enquanto os cientistas apontam as chuvas e as correntes oceânicas como possíveis causas.</p><figure id="first-video" class="video youtube-short"><img src="https://img.youtube.com/vi/-ff1_iCodbk/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=-ff1_iCodbk" id="-ff1_iCodbk"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>Um <strong>fenômeno natural raro transformou Mae Ramphueng</strong>, um trecho de 12 quilómetros de costa na província de Rayong, no Golfo da Tailândia, num espetáculo notável.</p><p><strong>Milhares de pepinos-do-mar rosados e verrugosos —<em> Cercodemas anceps</em> — foram levados pela maré até à costa</strong>, surpreendendo residentes e turistas, que rapidamente partilharam imagens deste acontecimento invulgar nas redes sociais e nos meios de comunicação social.</p><p>Na sequência do incidente, o Ministério dos Recursos Naturais e do Ambiente da Tailândia solicitou uma investigação urgente sobre o fenômeno. O objetivo é <strong>determinar o que causou a chegada em massa destes equinodermos</strong>, uma situação considerada altamente invulgar na região.</p><div class="texto-destacado">Os <strong>holotúrios</strong>, vulgarmente conhecidos como <strong>pepinos-do-mar</strong>, são <strong>animais invertebrados</strong> pertencentes ao grupo dos <strong>equinodermos</strong>, a mesma família das estrelas-do-mar e dos ouriços-do-mar, e vivem normalmente no fundo do mar.</div><p>Embora ainda não haja uma explicação definitiva, os especialistas estão a considerar <strong>várias hipóteses relacionadas com as condições meteorológicas e oceanográficas</strong> registadas nos últimos dias.</p><h2>As chuvas intensas e as correntes marítimas estão entre as principais teorias</h2><p><strong>Os pepinos-do-mar vivem no fundo do oceano</strong>, o que torna invulgar encontrá-los em tão grande número na praia, um fenômeno que chamou a atenção de pesquisadores e autoridades ambientais.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">RAYONG 6 June 2026, Millions of pink sea cucumbers have washed up along a beach in Thailand's eastern province of Rayong in a rare natural phenomenon that has attracted widespread attention from tourists and marine experts.<br><br>Large numbers of the marine animals were found <a href="https://t.co/sGdGQ6EoGT">pic.twitter.com/sGdGQ6EoGT</a></p>— Khaosod English (@KhaosodEnglish) <a href="https://x.com/KhaosodEnglish/status/2063177181304660062?ref_src=twsrc%5Etfw">June 6, 2026</a></blockquote></figure><p>De acordo com as primeiras avaliações, <strong>as chuvas intensas registadas recentemente e as alterações nas correntes marítimas podem ter afastado estes animais do seu habitat habitual</strong>, levando-os para a costa.</p><p>As tempestades alteram frequentemente a dinâmica oceânica, gerando ondas e movimentos de água capazes de transportar organismos marinhos para zonas pouco profundas. <strong>Se estas condições coincidirem com marés favoráveis</strong>, o resultado pode ser<strong> uma acumulação em massa de espécies nas praias</strong>.</p><p>Os especialistas estão também a analisar se <strong>outros fatores ambientais</strong>, tais como alterações na temperatura da água ou variações na salinidade causadas pela chuva, poderão ter contribuído para este deslocamento coletivo.</p><h2>Um papel importante no ecossistema marinho</h2><p>Embora a sua aparência possa parecer invulgar para muitas pessoas, os pepinos-do-mar desempenham um papel essencial no oceano. Ao consumirem sedimentos e matéria orgânica, <strong>reciclam nutrientes e ajudam a manter o fundo do mar saudável, atuando como "limpadores" naturais</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/miles-de-pepinos-de-mar-rosados-cubren-las-playas-de-tailandia-y-desconciertan-a-cientificos-y-autoridades-1781115657578.jpg" data-image="3pfwdilpxsnn"><figcaption>Exemplar de Cercodemas anceps, vulgarmente conhecido como pepino-do-mar rosa verrugoso.</figcaption></figure><p><strong>Em muitos países asiáticos, algumas espécies têm também um valor comercial e culinário significativo</strong>, o que tem levado a uma pressão considerável sobre as suas populações em determinadas regiões.</p><p>Por este motivo, os especialistas salientam que estes animais fazem parte de um ecossistema delicado e <strong>recomendam que não sejam manuseados nem removidos sem a supervisão das autoridades competentes</strong>, especialmente durante eventos extraordinários como o que está atualmente a afetar a costa de Mae Ramphueng.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/milhares-de-pepinos-do-mar-cor-de-rosa-cobrem-as-praias-da-tailandia-o-video-do-fenomeno-que-intriga-os-cientistas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Projetos aprovados na Câmara ameaçam o Pantanal e preocupam ambientalistas]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/projetos-aprovados-na-camara-ameacam-o-pantanal-e-preocupam-ambientalistas.html</link><pubDate>Fri, 12 Jun 2026 10:13:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Especialistas alertam que novas medidas regulatórias diminuem a autonomia técnica de órgãos federais e abrem espaço para o avanço do desmatamento ilegal em biomas frágeis. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/projetos-aprovados-na-camara-ameacam-o-pantanal-e-preocupam-ambientalistas-1781193154247.jpg" data-image="901gv8adc2jl" alt="Novas medidas aprovadas pelos deputados federais criam insegurança jurídica e ameaçam as áreas úmidas do Pantanal. Foto: Adobe Stock" title="Novas medidas aprovadas pelos deputados federais criam insegurança jurídica e ameaçam as áreas úmidas do Pantanal. Foto: Adobe Stock"><figcaption>Novas medidas aprovadas pelos deputados federais criam insegurança jurídica e ameaçam as áreas úmidas do Pantanal. Foto: Adobe Stock</figcaption></figure><p><strong>A aprovação de três projetos de lei pela Câmara dos Deputados gerou alerta entre especialistas</strong> em conservação ambiental. As propostas alteram mecanismos de proteção e fiscalização, impactando diretamente o Pantanal e o Cerrado.</p><p>Embora nenhum dos textos trate especificamente sobre o território pantaneiro, <strong>as mudanças afetam as estruturas nacionais de controle</strong>. Diante disso, analistas apontam riscos para a preservação da vegetação nativa e para a autonomia de órgãos federais.</p><h2>Impactos no Código Florestal e na vegetação nativa</h2><p>O primeiro projeto que desperta preocupação é o <strong>PL 364/2019, que modifica o Código Florestal brasileiro</strong>. A proposta flexibiliza a regularização de áreas ocupadas em diferentes biomas do país.</p><p>Com a mudança, formações não florestais, como <strong>campos e áreas alagáveis, podem ser classificadas como consolidadas</strong>. Isso dispensa a comprovação de que houve conversão da vegetação nativa para o uso rural.</p><div class="texto-destacado">Entidades de conservação avaliam que a medida atinge diretamente as paisagens predominantes da região. Apesar de Mato Grosso do Sul possuir uma legislação estadual específica para o Pantanal (Lei nº 6.160/2023), que restringe danos locais, o cenário nacional preocupa.</div><p>Existe um alerta iminente para a vulnerabilidade nas zonas de transição entre os biomas. A redução do piso de proteção federal <strong>cria um ambiente favorável para novos avanços e degradações </strong>sobre áreas naturais.</p><h2>Restrições na fiscalização por satélite e novos fluxos de decisão</h2><p>Outro ponto crítico é o <strong>PL 2.564/2025, que proíbe embargos administrativos baseados apenas em monitoramento remoto</strong>. A nova regra exige a notificação prévia do responsável antes de qualquer punição cautelar.</p><p>Para defensores da causa ambiental, essa alteração <strong>prejudica severamente a fiscalização de locais isolados</strong>. A tecnologia de sensoriamento é considerada fundamental para dar respostas rápidas a crimes ecológicos.</p><div class="texto-destacado">A retirada da possibilidade de embargo cautelar com base nesses dados reduz a capacidade de reação diante de desmatamentos e queimadas ilegais. Sem os registros de satélite para restringir as infrações, o cenário torna-se um estímulo para a destruição de territórios complexos.</div><p>Por fim, o PL 5.900/2025 determina que normas sobre espécies usadas em atividades produtivas passem por análise do órgão federal da agricultura. Na prática, a medida<strong> reduz a independência técnica de instituições como Ibama, ICMBio, Ministério do Meio Ambiente e Conama</strong>.</p><h2>Consequências para os recursos hídricos e para o Cerrado</h2><p>Os analistas relembram que as <strong>propostas votadas entre março e maio também ameaçam o Cerrado sul-mato-grossense</strong>. Esse bioma já perdeu grande parte de sua cobertura original para a expansão agropecuária.</p><p>A aprovação definitiva no Senado pode <strong>facilitar a degradação dos 25% restantes da vegetação nativa</strong> do Cerrado no estado. O problema se torna mais grave em um período marcado por secas prolongadas e extremos climáticos.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="769023" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/o-mini-pantanal-paulista-no-rio-tiete-que-surgiu-de-uma-barragem-e-tem-area-maior-que-paris.html" title="O mini pantanal paulista no rio Tietê que surgiu de uma barragem e tem área maior que Paris">O mini pantanal paulista no rio Tietê que surgiu de uma barragem e tem área maior que Paris</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/o-mini-pantanal-paulista-no-rio-tiete-que-surgiu-de-uma-barragem-e-tem-area-maior-que-paris.html" title="O mini pantanal paulista no rio Tietê que surgiu de uma barragem e tem área maior que Paris"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/o-mini-pantanal-paulista-no-rio-tiete-que-surgiu-de-uma-barragem-e-tem-area-maior-que-paris-1778870906331_320.jpg" alt="O mini pantanal paulista no rio Tietê que surgiu de uma barragem e tem área maior que Paris"></a></article></aside><p>O desmatamento nessa região <strong>afeta diretamente o abastecimento de rios e nascentes</strong> que sustentam a economia nacional. A escassez de água resulta em energia mais cara e prejuízos diretos na produção de alimentos.</p><p>A tramitação dessas propostas é apontada como um retrocesso em relação aos avanços obtidos nas últimas décadas. Trata-se de um momento de <strong>forte pressão sobre o patamar mínimo de proteção ambiental, social e econômica</strong> construído no país.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://www.campograndenews.com.br/meio-ambiente/ambientalistas-veem-ameaca-ao-pantanal-em-pacote-aprovado-pela-camara" target="_blank">Ambientalistas veem ameaça ao Pantanal em pacote aprovado pela Câmara.</a> 10 de junho, 2026. </em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/projetos-aprovados-na-camara-ameacam-o-pantanal-e-preocupam-ambientalistas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Este é o impressionante trem-bala submarino que a China construirá sob a água: ele viajará a 250 km/h]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/este-e-o-impressionante-trem-bala-submarino-que-a-china-construira-sob-a-agua-ele-viajara-a-250-km-h.html</link><pubDate>Fri, 12 Jun 2026 09:04:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>A China está avançando com um dos projetos ferroviários mais ambiciosos do mundo: um trem-bala submarino que cruzará o Mar de Bohai, conectará economias e reduzirá o tempo de viagem.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/asi-es-el-impresionante-tren-bala-submarino-que-china-construira-bajo-el-mar-viajara-a-250-km-h-1781102273292.png" data-image="wbcg3i6bbq3b"><figcaption>O Túnel do Estreito de Bohau será inaugurado em 2035 e atingirá velocidades de 250 km/h. Foto: imagem ilustrativa.</figcaption></figure><p><strong>China </strong>e inovação sempre pareceram ser sinônimos. Prova disso é o <strong>revolucionário e impressionante trem-bala subaquático, que deverá atingir velocidades de 250 km/h</strong> e <strong>cruzar o Mar de Bohai em apenas 40 minutos</strong>, conforme anunciado no país asiático.</p><p>O '<strong>Túnel do Estreito de Bohai' </strong>é o nome deste ambicioso e surpreendente projeto de trem subaquático que poderá <strong>conectar dois centros estratégicos, Dalian e Yantai</strong>, em menos de uma hora.</p><p>Atualmente, essas duas cidades só podem ser conectadas por longas viagens que incluem travessias de balsa e podem levar até 10 horas.</p><h2>Por que este trem subaquático será revolucionário</h2><p>Num contexto global em que as principais cidades continuam expandindo suas redes ferroviárias de superfície, a visão da China representa um paradigma completamente disruptivo.</p><p>O <strong>projeto de infraestrutura </strong>proposto pelo gigante asiático <strong>tornou-se um dos mais surpreendentes das últimas décadas</strong>, não só por se tratar de um trem subaquático, mas também pela velocidade a que irá operar.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/asi-es-el-impresionante-tren-bala-submarino-que-china-construira-bajo-el-mar-viajara-a-250-km-h-1781102345698.png" data-image="6k0fe6pizyuw"><figcaption>Atravessando o Mar de Bohai, o trem-bala submarino chinês ligará Daian a Yantai (mais de 120 km) em apenas 40 minutos. Foto: X/@akech_andrew</figcaption></figure><p>Assim, os <strong>123 quilômetros que separam as duas principais cidades em território chinês </strong>— através do mar — <strong>poderão ser percorridos em apenas 40 minutos</strong>. Esta será uma excelente oportunidade para o comércio e as conexões de mercadorias, bem como para o turismo e o transporte de passageiros.</p><h2>A revolução em forma de túnel subaquático</h2><p>A ligação atual entre Dalian e Yantai — duas cidades localizadas em penínsulas — pode levar de 6 a 10 horas. Por terra, por exemplo, envolve inúmeros desvios — evitáveis — em estradas e rodovias.</p><p>É por isso que <strong>a construção do Túnel do Estreito de Bohai está destinada a ser revolucionária</strong>, encontrando finalmente uma solução para esse gargalo logístico histórico.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/asi-es-el-impresionante-tren-bala-submarino-que-china-construira-bajo-el-mar-viajara-a-250-km-h-1781102442641.png" data-image="czc9jxq9wen9"><figcaption>A construção do túnel subaquático e a extensão da linha ferroviária de alta velocidade na China custarão entre 32 e 43 bilhões de dólares. Foto: imagem ilustrativa.</figcaption></figure><p>O projeto envolve um<strong> investimento multimilionário estimado entre 32 e 43 bilhões de dólares</strong>. Valores tão expressivos demonstram claramente a imensa complexidade do projeto.</p><p>De fato, a <strong>espinha dorsal do projeto</strong> será a<strong> construção de um túnel subaquático gigantesco</strong>, que exigirá a maior parte do tempo e dos recursos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/asi-es-el-impresionante-tren-bala-submarino-que-china-construira-bajo-el-mar-viajara-a-250-km-h-1781102524471.png" data-image="dl4hi89bt4sr"><figcaption>O túnel terá três faixas: duas para trens e uma para controle e manobras de evacuação. Foto: Cortesia de X/@akech_andrew</figcaption></figure><p>Isso ocorre porque os engenheiros terão que trabalhar — e garantir a segurança ferroviária — em <strong>um ambiente geológico complexo, onde falhas sísmicas, grandes profundidades e condições exigentes convergem</strong>.</p><p>Nesse sentido, os planos preliminares incluem sistemas de ventilação de última geração, sensores de detecção de vazamentos em tempo real, monitoramento estrutural contínuo e centros de controle remoto. Além disso, <strong>protocolos específicos de evacuação e resgate foram desenvolvidos</strong>.</p><h2>Assim será o novo trem-bala submarino chinês</h2><p>Embora a previsão seja de que o trem-bala submarino chinês só<strong> entre em operação em 2035</strong>, todos os detalhes do projeto já foram confirmados. O planejamento já está em andamento.</p><p>O <strong>sistema completo será composto por três túneis paralelos</strong>: dois para trens de alta velocidade e um terceiro central para manutenção, evacuação e operações de emergência.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/asi-es-el-impresionante-tren-bala-submarino-que-china-construira-bajo-el-mar-viajara-a-250-km-h-1781102649457.png" data-image="yzwvmaltwosj"><figcaption>A linha será integrada à rede ferroviária, portanto os passageiros não precisarão trocar de trem durante suas viagens. Foto: Cortesia de X/@estratsferaok (imagem ilustrativa)</figcaption></figure><p>A intenção é que essa nova linha seja totalmente integrada à extensa rede ferroviária de alta velocidade da China, a maior do mundo. Dessa forma, os passageiros poderão continuar sua viagem sem precisar trocar de trem.</p><h2>Um sistema inteligente para antecipar problemas</h2><p>Dentre os muitos aspectos inovadores do projeto do trem-bala submarino da China, destaca-se a<strong> incorporação de ferramentas de manutenção preditiva</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/asi-es-el-impresionante-tren-bala-submarino-que-china-construira-bajo-el-mar-viajara-a-250-km-h-1781102772568.png" data-image="t1zlf7vxy4ng"><figcaption>O projeto irá gerar milhares de empregos durante a sua construção e impulsionará as economias locais. Foto: Cortesia de @NextMetropoli (imagem ilustrativa)</figcaption></figure><p>Por meio de <strong>sensores distribuídos ao longo do túnel e sistemas de análise de dados em tempo real, desgastes, deformações ou anomalias</strong> podem ser detectados antes que se tornem problemas operacionais.</p><p>Além de melhorar a conectividade entre regiões (não apenas entre as duas cidades mencionadas, mas em todo o país),<strong> o projeto gerará milhares de empregos durante sua construção</strong>. Também impulsionará as economias locais e consolidará novos corredores logísticos.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/este-e-o-impressionante-trem-bala-submarino-que-a-china-construira-sob-a-agua-ele-viajara-a-250-km-h.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O “culpado oculto” que faz subir o nível do mar: nem tudo é degelo, o oceano também está se expandindo]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/o-culpado-oculto-que-faz-subir-o-nivel-do-mar-nem-tudo-e-degelo-o-oceano-tambem-esta-se-expandindo.html</link><pubDate>Thu, 11 Jun 2026 22:34:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>A elevação do nível do mar não se deve apenas ao derretimento do gelo. A expansão térmica do oceano, impulsionada pelo calor acumulado, também eleva lentamente a superfície do mar e ameaça litorais, cidades portuárias, zonas úmidas e infraestrutura em todo o mundo.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-culpable-oculto-que-hace-subir-el-nivel-del-mar-no-todo-es-deshielo-el-oceano-tambien-se-esta-expandiendo-1781195010745.png" data-image="j7yv37oha0pc"><figcaption>As áreas costeiras baixas são especialmente vulneráveis à elevação do nível do mar. Embora o derretimento do gelo seja uma das principais causas, a expansão térmica do oceano também contribui para que a água ocupe mais espaço e avance lentamente ao longo da linha costeira.</figcaption></figure><p>Quando pensamos na <strong>elevação do nível do mar</strong>, a imagem que quase imediatamente nos vem à mente é a de uma geleira derretendo ou de enormes blocos de gelo caindo no oceano. E sim, <strong>o derretimento do gelo é uma parte fundamental do problema</strong>. Mas <strong>existe outro fator, menos visível, oculto sob a superfície: o próprio oceano está aquecendo</strong> e, à medida que isso acontece, ocupa mais espaço.</p><div class="texto-destacado">O que é expansão térmica?<br>É o aumento de volume que um corpo sofre quando aquecido. No caso do oceano, isso ocorre porque a água absorve calor, suas moléculas se movem mais e se separam ligeiramente, fazendo com que a mesma quantidade de água ocupe mais espaço.<br></div><p>Esse fenômeno se chama<strong> expansão térmica</strong>. Parece um termo técnico, mas a ideia é simples: quando a água é aquecida, suas moléculas se movem mais, se separam ligeiramente e o volume aumenta. Em uma panela ou um copo, isso pode parecer insignificante; <strong>em um vasto oceano, o efeito se torna enorme</strong>.</p><h2>O nível do mar também sobe porque a água "infla"</h2><p>A <strong>expansão térmica é um dos principais fatores que impulsionam a elevação do nível do mar</strong>. À medida que a Terra acumula calor, os oceanos atuam como uma esponja térmica gigante: absorvem grande parte desse excesso de energia e a armazenam em suas camadas superficiais e profundas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-culpable-oculto-que-hace-subir-el-nivel-del-mar-no-todo-es-deshielo-el-oceano-tambien-se-esta-expandiendo-1781193874709.png" data-image="wyrbt3ddvj2o"><figcaption>A expansão térmica ocorre quando o oceano absorve calor e suas moléculas se espalham ligeiramente, fazendo com que a água ocupe um volume maior. Esse processo contribui para a elevação do nível do mar, mesmo sem a adição de nova água proveniente do derretimento do gelo. Crédito: NASA Science.</figcaption></figure><p>O problema é que <strong>esse calor não desaparece. Preso no oceano, ele aquece a água e a faz expandir</strong>. Não é que água nova apareça, mas sim que a água existente ocupe mais espaço. É por isso que o nível do mar pode subir mesmo sem imaginarmos um bloco de gelo derretendo diante dos nossos olhos.</p><p>A NASA explica que <strong>mais de 90% do calor retido pelos gases de efeito estufa foi absorvido pelos oceanos</strong>. Essa absorção eleva a temperatura da água e contribui diretamente para a elevação do nível global do mar.</p><h2>Então, o degelo não importa?</h2><p><strong>Sim, isso importa, e muito</strong>. A elevação do nível do mar se explica principalmente por dois processos: o derretimento do gelo terrestre — como geleiras e as calotas polares da Groenlândia e da Antártida — e a expansão térmica do oceano.</p><p>A principal <strong>diferença está na origem da água</strong>. Quando <strong>o gelo em terra derrete, essa água flui para o mar e aumenta seu volume</strong>. Em contrapartida, quando o gelo marinho flutuante derrete, como parte do gelo do Ártico, seu impacto direto no nível do mar é menor, porque esse gelo já estava deslocando água.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-culpable-oculto-que-hace-subir-el-nivel-del-mar-no-todo-es-deshielo-el-oceano-tambien-se-esta-expandiendo-1781192548701.png" data-image="dqig13o329tu"> <figcaption>O gráfico mostra como a elevação do nível do mar observada por satélites desde 1993 é explicada principalmente por dois fatores: a água adicionada pelo derretimento de geleiras e calotas polares e a expansão térmica do oceano. Crédito: NOAA Climate.gov, adaptado de State of the Climate em 2018.</figcaption></figure><p>Mas <strong>a expansão térmica tem uma característica única: é silenciosa e global</strong>. Nem sempre produz imagens dramáticas, mas progride em escala planetária e pode amplificar os impactos em litorais, cidades portuárias, zonas úmidas e áreas baixas.</p><h2>Um problema com efeitos diferentes em cada costa</h2><p><strong>O nível do mar não sobe na mesma proporção em todos os lugares</strong>. Além do aquecimento dos oceanos e do derretimento do gelo, fatores como correntes oceânicas, ventos, mudanças na gravidade da Terra, subsidência (quando o solo afunda) e movimentos tectônicos também desempenham um papel importante.</p><p>Isso significa que duas <strong>cidades costeiras</strong> podem vivenciar realidades muito diferentes.<strong> Algumas podem apresentar uma elevação mais rápida</strong> devido à subsidência do solo; outras podem experimentar variações devido a mudanças nas correntes oceânicas ou no formato da linha costeira.</p><div class="texto-destacado">No Chile, com milhares de quilômetros de litoral, compreender esses processos é fundamental para pensar no planejamento costeiro, na infraestrutura portuária, nas tempestades, na erosão e no futuro das comunidades localizadas à beira-mar.</div><p>A expansão térmica demonstra que <strong>o oceano não apenas recebe calor das mudanças climáticas, como também o armazena</strong>. À medida que aquece, a água ocupa mais espaço e eleva lentamente o nível do mar, deixando um sinal silencioso, persistente e difícil de ignorar.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em>NOAA. <a href="https://www.climate.gov/news-features/understanding-climate/climate-change-global-sea-level" target="_blank">Climate Change: Global Sea Level</a></em></p><p><em>NASA. <a href="https://sealevel.nasa.gov/understanding-sea-level/global-sea-level/thermal-expansion/" target="_blank">Understanding Sea Level.</a></em></p><p><em>WHOI. <a href="https://www.whoi.edu/ocean-learning-hub/ocean-topics/climate-weather/sea-level-rise/" target="_blank">Sea Level Rise.</a></em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/o-culpado-oculto-que-faz-subir-o-nivel-do-mar-nem-tudo-e-degelo-o-oceano-tambem-esta-se-expandindo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Como é a plataforma de vidro suspensa a 360 metros na Serra Gaúcha que dá vista para uma cascata de 131 m]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/como-e-a-plataforma-de-vidro-suspensa-a-360-metros-na-serra-gaucha-que-da-vista-para-uma-cascata-de-131-m.html</link><pubDate>Thu, 11 Jun 2026 20:46:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>A plataforma de vidro suspensa é um dos atrativos de Canela, uma cidade turística do Rio Grande do Sul, que oferece uma bela vista panorâmica do deslumbrante Vale da Ferradura, incluindo a de uma queda d'água imponente.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/como-e-a-plataforma-de-vidro-suspensa-a-360-metros-na-serra-gaucha-que-da-vista-para-uma-cascata-de-131-m-1781203644521.jpg" data-image="mb1igg80dpsz"><figcaption>Plataforma suspensa de vidro que fica a 360 metros de altura em Canela, no Rio Grande do Sul. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p><strong>Canela </strong>é uma <strong>cidade turística na Serra Gaúcha</strong>, perto da famosíssima Gramado, e que igualmente esbanja charme e oferece várias atrações naturais exuberantes e inúmeros parques temáticos. É um dos destinos turísticos mais charmosos do Brasil.</p><p>Entre seus principais atrativos está uma<strong> plataforma de vidro suspensa a mais de 300 metros de altura que oferece uma bela vista panorâmica do Vale da</strong>, inclusive a de uma queda d'água impressionante. Saiba mais do que se trata abaixo.</p><h2>Como funciona este atrativo</h2><p>A plataforma de vidro é a ‘<strong><em>Skyglass Canela</em></strong>’, que <strong>tem duas atrações simultâneas</strong>: <strong>um mirante de vidro sobre o penhasco e um brinquedo que fica abaixo dela, dependurado</strong> a 360 metros de altura sobre o rio Caí, que ganhou o nome de “Abusado”.</p><p><strong>Este brinquedo é para quem gosta de aventura e adrenalina</strong>. As cadeiras são fixadas ao “piso” da plataforma pela parte de cima, então os pés ficam “livres”, sem nenhum apoio. Esse formato te faz ter a sensação de estar flutuando sobre o vale.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/como-e-a-plataforma-de-vidro-suspensa-a-360-metros-na-serra-gaucha-que-da-vista-para-uma-cascata-de-131-m-1781203663774.jpg" data-image="3qsp0bqw0ok7"><figcaption>O “Abusado”, um monotrilho com cadeiras suspensas que desliza abaixo da plataforma de vidro em Canela (RS). Crédito: Blog Passagem Comprada.</figcaption></figure><p>A <strong>plataforma de vidro avança 35 metros para dentro de um cânion, sobre o Vale da Ferradura</strong>, tornando-se a mais longa plataforma do mundo deste tipo. No local <strong>há também uma área verde e ajardinada, além do Memorial do Ferro de Passar</strong>. Este memorial é um espaço que abriga um acervo de mais de 300 peças raras que contam a história e a evolução desse utensílio doméstico. </p><div class="texto-destacado">O <em>Skyglass Canela</em> é a primeira plataforma de vidro da América Latina e uma das maiores do mundo.</div><p>A <strong>plataforma oferece uma vista 360 graus da região, inclusive da Cascata do Caracol</strong>, uma queda d’água de 131 metros de altura cercada por mata fechada. Ela fica localizada dentro do Parque do Caracol, e é <strong>o principal cartão postal de Canela</strong>.</p><p>O Skyglass Canela foi inaugurado em dezembro de 2020, e oferece também infraestrutura com lojas e opções gastronômicas, além de<strong> uma área de araucárias com mirante e deck para o pôr do sol</strong>. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/como-e-a-plataforma-de-vidro-suspensa-a-360-metros-na-serra-gaucha-que-da-vista-para-uma-cascata-de-131-m-1781203674480.jpg" data-image="53zcz29es4s8"><figcaption>Deck com mesinhas na plataforma Skyglass em Canela (RS). Crédito: Blog Viagens e Menus.</figcaption></figure><p>A sua <strong>estrutura é muito segura</strong>. Além da qualidade do material utilizado, a plataforma foi construída para suportar até 260 pessoas, mas o limite máximo permitido pelo Skyglass são 130 pessoas, ou seja, metade da capacidade, não comprometendo de forma alguma a estrutura.</p><p>A <strong>atração fica a cerca de 13 quilômetros do centro de Canela</strong> e abre todos os dias, das 9h às 18h. Os <strong>ingressos de entrada</strong> você pode comprar no site oficial, <strong>clicando <a href="https://lojaskyglasscanela.com.br/produto/lista?_gl=1*ukalxb*_gcl_au*MTEyMjA0NTgzNy4xNzgxMjAyMzAx*_ga*ODI0MjM2NDk0LjE3ODEyMDIzMDE.*_ga_3BF6JXLWL8*czE3ODEyMDIzMDAkbzEkZzAkdDE3ODEyMDIzMDAkajYwJGwwJGgxMzk4MjQyMjA5" target="_blank">aqui</a></strong>.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://oantagonista.com.br/ladooa/turismo/a-cascata-de-131-metros-e-a-plataforma-de-vidro-suspensa-a-360-metros-o-que-ver-na-capital-dos-parques-tematicos-da-serra-gaucha/" target="_blank">A cascata de 131 metros e a plataforma de vidro suspensa a 360 metros: o que ver na capital dos parques temáticos da Serra Gaúcha</a>. 06 de junho, 2026. Redação O Antagonista.</em></p><p><em><a href="https://www.melhoresdestinos.com.br/skyglass-canela-gramado.html" target="_blank">Skyglass Canela – quanto custa e como é o passeio na plataforma de vidro perto de Gramado</a>. 14 de agosto, 2024. Bruna Scirea.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/como-e-a-plataforma-de-vidro-suspensa-a-360-metros-na-serra-gaucha-que-da-vista-para-uma-cascata-de-131-m.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria muda o tempo no Sudeste: Veja onde tem chuva de 100 mm e frio abaixo de 10°C]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-muda-o-tempo-no-sudeste-veja-onde-tem-chuva-de-100-mm-e-frio-abaixo-de-10-c.html</link><pubDate>Thu, 11 Jun 2026 19:26:16 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Ciclone e frente fria aumentam as pancadas de chuva no Sudeste do Brasil a partir de amanhã (12). Os próximos dias também terão uma queda nas temperaturas em parte da região.</p><ul><li>Mais previsão: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/alerta-de-ciclone-no-dia-dos-namorados-chuva-intensa-e-tempestades-ameacam-3-regioes-do-brasil.html" target="_blank">Alerta de ciclone no Dia dos Namorados: Chuva intensa e tempestades ameaçam 3 regiões do Brasil</a></li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaekxiq"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaekxiq.jpg" id="xaekxiq"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Nesta <strong>sexta-feira (12)</strong> teremos o <strong>processo de formação de um novo ciclone</strong> próximo à costa da Região Sul do Brasil. O sistema meteorológico e sua frente fria vão <strong>aumentar as chuvas no Sudeste </strong>ao longo dia,<strong> bem como o risco de temporais isolados</strong>.</p><p>São esperadas ainda<strong> rajadas de vento moderadas a fortes em São Paulo</strong>, com velocidades chegando aos <strong>70 km/h no leste do estado</strong>, na região Metropolitana de Sorocaba.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p>E<strong> nos próximos dias áreas de instabilidade vão continuar atuando </strong>em parte do Sudeste, deixando nuvens carregadas e pancadas pontualmente intensas. Até o início da próxima semana são esperados <strong>volumes em torno dos 100 mm em áreas de São Paulo</strong>.</p><p>Além disso,<strong> as temperaturas vão diminuir mais ainda</strong> em parte do Sudeste, com <strong>mínimas ficando abaixo dos 10°C </strong>em áreas serranas.</p><p>Acompanhe<strong> </strong>a seguir mais detalhes da previsão do tempo.</p><h2>Chuva e acumulados de 100 mm no Sudeste nos próximos dias</h2><p>No <strong>Dia dos Namorados (12)</strong>, a <strong>manhã </strong>já começa com<strong> pancadas de chuva intensa</strong> em áreas do<strong> oeste, sul e centro de São Paulo </strong>e chuvas mais fracas no sul de Minas Gerais.</p><div class="texto-destacado">Até o início da próxima semana são esperadas fortes pancadas de chuva em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, com volumes chegando aos 100 mm no oeste paulista até a terça-feira (16).</div><p>Ao longo da <strong>tarde</strong>, <strong>chuvas moderadas se espalham </strong>por todo o território paulista, pelo Rio de Janeiro e o centro-sul de Minas Gerais, inclusive nas capitais, e com pancadas pontuais fortes no estado mineiro.</p><p>Há risco de <strong>temporais isolados </strong>ao longo da manhã e tarde nestas áreas de <strong>São Paulo</strong> e de <strong>Minas Gerais</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-muda-o-tempo-no-sudeste-veja-onde-tem-chuva-de-100-mm-e-frio-abaixo-de-10-c-1781192493396.jpg" data-image="5645rple6rf9"><figcaption>Previsão da probabilidade de precipitação (%) para a sexta-feira (12) às 14h, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>No <strong>fim de semana</strong>, as <strong>instabilidades continuam atuando</strong> e pelas manhãs já são esperadas <strong>fortes pancadas de chuva</strong> no oeste paulista. Entre as tardes e início das noites, essas pancadas também atingem áreas do centro e do norte de São Paulo e o centro-sul de Minas Gerais. No Rio de Janeiro, as chuvas devem ocorrer com fraca a moderada intensidade ao longo dos dias.</p><p>O <strong>risco para fortes temporais aumenta</strong> no <strong>oeste, norte e noroeste de São Paulo</strong>, no <strong>centro-sul de Minas Gerais</strong> e na <strong>divisa do Rio de Janeiro com o estado mineiro</strong>, especialmente nas regiões de Araçatuba, Presidente Prudente, Triângulo Mineiro e Juiz de Fora. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-muda-o-tempo-no-sudeste-veja-onde-tem-chuva-de-100-mm-e-frio-abaixo-de-10-c-1781191795559.jpg" data-image="bozpfyojxrl3"><figcaption>Previsão de densidade de raios para o sábado (13) às 16h, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Na próxima semana, a<strong> segunda-feira (15)</strong> ainda terá condições para <strong>fortes pancadas de chuva </strong>desde a madrugada e <strong>ao longo da manhã </strong>no<strong> centro e norte de São Paulo</strong>, enquanto o leste paulista terá chuvas fracas a moderadas.</p><p><strong>Ao longo da tarde</strong>, a previsão é de<strong> chuvas moderadas </strong>no sul e no leste de Minas Gerais, no Rio de Janeiro, no Espírito Santo e no leste de São Paulo. Ainda podem ocorrer <strong>temporais isolados </strong>no norte paulista, no leste mineiro e no norte fluminense.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-muda-o-tempo-no-sudeste-veja-onde-tem-chuva-de-100-mm-e-frio-abaixo-de-10-c-1781192156755.jpg" data-image="8gnr86vb6bb9"><figcaption>Previsão de precipitação (em mm) e nebulosidade para segunda-feira (15) às 18h, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Contudo, a <strong>tendência</strong> da previsão para a<strong> terça-feira (16) </strong>é de uma <strong>redução das instabilidades</strong>, com chuvas fracas e pontuais ocorrendo no leste de São Paulo, em Minas Gerais, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo; e <strong>não há risco de temporais</strong>.</p><p>Os<strong> volumes de chuva nos próximos 5 dias</strong> (entre hoje (11) e terça-feira (16)) serão baixos em algumas áreas e mais significativos em outras, como podemos observar no mapa abaixo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-muda-o-tempo-no-sudeste-veja-onde-tem-chuva-de-100-mm-e-frio-abaixo-de-10-c-1781190797938.jpg" data-image="8wepe1vdvd3h"><figcaption>Previsão do acumulado de precipitação (em mm) para 5 dias, de hoje (11) até a noite (21h) de terça-feira (16), segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Então, os acumulados até a noite de terça-feira (16) vão variar <strong>entre 30 e 60 mm em grande parte dos estados</strong>, mas podendo pontualmente chegar aos<strong> 70 mm em áreas centrais do Rio de Janeiro</strong> e aos <strong>100 mm no oeste de São Paulo</strong>, como por exemplo, em Andradina (SP): 104 mm.</p><h2>Temperaturas novamente diminuem em parte do Sudeste</h2><p>No<strong> início da próxima semana</strong>, uma <strong>nova massa de ar polar vai ingressar </strong>no Sudeste, diminuindo as temperaturas em parte da região.</p><p>O <strong>frio se acentua, especialmente durante a manhã</strong>, em grande parte de São Paulo e de Minas Gerais e no centro-sul do Rio de Janeiro, onde as temperaturas <strong>mínimas não passam dos 16°C</strong>, e <strong>podendo até ficar logo abaixo dos 10°C</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-muda-o-tempo-no-sudeste-veja-onde-tem-chuva-de-100-mm-e-frio-abaixo-de-10-c-1781195867473.jpg" data-image="7esqpxzppvlh"><figcaption>Previsão de temperatura mínima do ar (em °C) para a manhã de terça-feira (16), segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Este é o caso da <strong>terça-feira (16)</strong>, quando as <strong>mínimas </strong>podem chegar aos<strong> 9°C</strong> no sul de São Paulo, no sul de Minas Gerais em áreas de divisa com São Paulo e aos<strong> 8°C na Região Serrana do Rio </strong>de Janeiro.</p><p>Já as <strong>máximas </strong>não sobem muito, ficando mais amenas em localidades do leste de São Paulo e do sul e leste de Minas Gerais, onde <strong>vão marcar de 14°C a 16°C</strong>, e nas áreas mais altas da <strong>Região Serrana do Rio onde elas vão variar entre 10°C e 12°C</strong> à tarde.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-muda-o-tempo-no-sudeste-veja-onde-tem-chuva-de-100-mm-e-frio-abaixo-de-10-c.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ar polar avança sobre o Centro-Sul: veja onde o frio aumenta e onde há risco de geada]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-avanca-sobre-o-centro-sul-veja-onde-o-frio-aumenta-e-onde-ha-risco-de-geada.html</link><pubDate>Thu, 11 Jun 2026 18:25:51 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma massa de ar polar avançará pelo Brasil a partir de sábado (13), provocando uma onda de frio no centro-sul do país, com queda acentuada das temperaturas e risco de geadas abrangentes na região Sul.</p><ul><li>Mais informações: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/nova-massa-de-ar-polar-avanca-e-derruba-temperaturas-no-fim-de-semana-veja-onde.html" target="_blank">Nova massa de ar polar avança e derruba temperaturas no fim de semana</a></li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaem1vu"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaem1vu.jpg" id="xaem1vu"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Uma <strong>intensa massa de ar frio</strong> atuou sobre o centro-sul do Brasil nos últimos dias, trazendo madrugadas muito frias para diversas cidades do Sul e do Sudeste. Vários municípios do Sul e Sudeste registraram <strong>temperaturas mínimas abaixo dos 5°C</strong> esta semana, com geadas pontuais.</p><p>Agora, os modelos meteorológicos indicam a chegada de uma <strong>nova massa de ar polar</strong>, que avançará pelo país <strong>a partir do sábado (13)</strong>. O sistema provocará uma nova queda das temperaturas e dará início a uma onda de frio duradoura, com potencial para geadas e <strong>temperaturas abaixo de de 0°C</strong> em algumas regiões.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>No sábado (13), o resfriamento já será percebido em <strong>toda a Região Sul</strong>, com diversas cidades voltando a registrar <strong>mínimas abaixo dos 10°C</strong>. No domingo (14), o frio ganha intensidade, especialmente em Santa Catarina e no Paraná. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-avanca-sobre-o-centro-sul-veja-onde-o-frio-aumenta-e-onde-ha-risco-de-geada-1781195709126.jpg" data-image="c4f1rwng7qse" alt="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa no domingo durante a manhã" title="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa no domingo durante a manhã"><figcaption>Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa no domingo durante a manhã mostra a massa de ar frio avançando por boa parte do centro-sul do Brasil já no próprio domingo.</figcaption></figure><p>Em outras palavras, essa nova massa de ar frio já começará a trazer efeitos notáveis ao Brasil ao longo do domingo (14), fazendo com que as temperaturas caiam de forma expressiva durante este final de semana. No entanto, <strong>o auge do frio se dará ao longo da semana que vem</strong>. </p><h2>Queda das temperaturas se intensifica até terça</h2><p>Na segunda-feira (15), e na terça-feira (16), o frio se intensifica na região Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste (especialmente Mato Grosso do Sul). Mas o grande destaque fica para o <strong>Rio Grande do Sul</strong>, onde as temperaturas podem <strong>chegar aos 0°C em grande parte do território</strong>, como é possível observar na imagem abaixo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-avanca-sobre-o-centro-sul-veja-onde-o-frio-aumenta-e-onde-ha-risco-de-geada-1781195739404.jpg" data-image="fgntbk0y5v7u" alt="Previsão de temperaturas mínimas na terça-feira durante a madrugada." title="Previsão de temperaturas mínimas na terça-feira durante a madrugada."><figcaption>Previsão de temperaturas mínimas na terça-feira durante a madrugada mostra que os termômetros em grande parte do Rio Grande do Sul chegarão a 0°C, formando geadas abrangentes.</figcaption></figure><p>Não se descarta a possibilidade de <strong>temperaturas ainda menores em alguns municípios</strong>, atingindo valores negativos especialmente em áreas mais suscetíveis ao resfriamento, como as <strong>regiões serranas</strong> do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Isso favorece a ocorrência de GEADAS fortes e abrangentes, especialmente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Além das geadas, haverá ainda condições para formação de <strong>precipitação invernal </strong>- como <strong>chuva congelada</strong> e <strong>chuva congelante</strong> - no domingo (14), quando haverá condições para formação de precipitação ao mesmo tempo que as temperaturas na atmosfera atingem níveis muito baixos, especialmente no sul do Rio Grande do Sul.</p><h2>Onda de frio pode durar vários dias</h2><p>A chegada dessa massa de ar polar marcará o <strong>início de uma onda de frio mais ampla</strong>, que deve persistir durante <strong>mais de cinco dias </strong>e ser reforçada por novas massas de ar polar nos últimos dias do outono. Em algumas áreas, as temperaturas poderão permanecer até<strong> 5°C abaixo da média</strong> por vários dias consecutivos, caracterizando uma onda de frio intensa no Sul do Brasil.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-avanca-sobre-o-centro-sul-veja-onde-o-frio-aumenta-e-onde-ha-risco-de-geada-1781195823866.jpg" data-image="yrfd1h5zktau" alt="Previsão de anomalias de temperatura entre os dias 15 e 22 de Junho." title="Previsão de anomalias de temperatura entre os dias 15 e 22 de Junho."><figcaption>Previsão de anomalias de temperatura entre os dias 15 e 22 de Junho mostra que uma massa de ar polar manterá as temperaturas muito abaixo da média ao longo da semana que vem.</figcaption></figure><p>Por isso, para <strong>não ser pego de surpresa pelo frio</strong> ao longo da semana que vem, não deixe de acompanhar as <strong>previsões de temperatura máxima e mínima específicas para o seu município</strong>, disponíveis aqui no portal da Meteored.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-avanca-sobre-o-centro-sul-veja-onde-o-frio-aumenta-e-onde-ha-risco-de-geada.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Agora é oficial: NOAA declara a formação do El Niño]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/agora-e-oficial-noaa-declara-a-formacao-do-el-nino.html</link><pubDate>Thu, 11 Jun 2026 14:56:27 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>A mudança no status da NOAA não representa uma virada repentina nas condições do Pacífico, mas sim a formalização de um processo que vinha se desenhando ao longo dos últimos meses. </p><ul><li>Mais informações: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/temperatura-na-regiao-do-el-nino-da-novo-salto-e-os-primeiros-efeitos-podem-comecar-em-julho.html">Temperatura na região do El Niño dá novo salto e os primeiros efeitos podem começar em julho </a></li></ul><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/agora-e-oficial-noaa-declara-a-formacao-do-el-nino-1781188337037.png" data-image="9n2sp77sa7wb" alt="Anomalia diária de temperatura da superfície do mar no dia 9 de junho de 2026 mostra um intenso aquecimento no Oceano Pacífico Equatorial. Créditos: NASA Overview." title="Anomalia diária de temperatura da superfície do mar no dia 9 de junho de 2026 mostra um intenso aquecimento no Oceano Pacífico Equatorial. Créditos: NASA Overview."><figcaption>Anomalia diária de temperatura da superfície do mar no dia 9 de junho de 2026 mostra um intenso aquecimento no Oceano Pacífico Equatorial. Créditos: NASA Overview.</figcaption></figure><p><strong>A NOAA</strong> (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos) <strong>declarou oficialmente</strong> o retorno do<strong> El Niño </strong>no Pacífico equatorial em sua atualização mensal sobre o fenômeno, divulgada nesta <strong>quinta-feira (11). </strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/agora-e-oficial-noaa-declara-a-formacao-do-el-nino-1781187983211.png" data-image="wy8d25sdzbgt" alt="Discussão diagnóstica do El Niño Oscilação-Sul atualizada nesta quinta-feira (11) pela NOAA." title="Discussão diagnóstica do El Niño Oscilação-Sul atualizada nesta quinta-feira (11) pela NOAA."><figcaption>Discussão diagnóstica do El Niño Oscilação-Sul atualizada nesta quinta-feira (11) pela NOAA.</figcaption></figure><p><strong>O novo relatório</strong>, conhecido como ENSO <em>Diagnostic Discussion</em><strong> elevou o status</strong> do sistema de alerta para "El Niño <em>Advisory</em>", que significa <strong>“Aviso de El Niño”</strong>, indicando que as condições oceânicas e atmosféricas características do fenômeno já estão estabelecidas. Confira os detalhes.</p><h2>O que diz a Discussão Diagnóstica na NOAA?</h2><p>Segundo a Discussão Diagnóstica do El Niño Oscilação-Sul (ENSO), divulgada pelo Centro de Previsão Climática (CPC) da NOAA nesta quinta-feira (11), as <strong>condições de El Niño se estabeleceram no último mês</strong> e <strong>devem se intensificar </strong>ao longo dos próximos meses, persistindo durante o inverno do Hemisfério Norte (2026-2027) - verão no Hemisfério Sul.</p><p>O <strong>r</strong><strong>elatório destaca </strong>que o <strong>Pacífico equatorial</strong> apresentou <strong>aquecimento</strong> acima da média em sua porção central e oriental, com o índice <strong>Niño 3.4</strong> atingindo <strong>+0,7°C</strong> na última semana. O aquecimento foi ainda mais expressivo próximo à costa da América do Sul, onde o índice<strong> Niño 1+2</strong> alcançou <strong>+2,1°C</strong> - categoria "muito forte".</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/agora-e-oficial-noaa-declara-a-formacao-do-el-nino-1781188534108.png" data-image="194k8n1j02hk" alt="Evolução das anomalias relativas de TSM nas regiões de monitoramento (esquerda), anomalias relativas de TSM na semana centrada em 3 de junho (direita, superior) e anomalias de TSM na camada subsuperficial (direita, embaixo). Créditos: CPC/NOAA." title="Evolução das anomalias relativas de TSM nas regiões de monitoramento (esquerda), anomalias relativas de TSM na semana centrada em 3 de junho (direita, superior) e anomalias de TSM na camada subsuperficial (direita, embaixo). Créditos: CPC/NOAA."><figcaption>Evolução das anomalias relativas de TSM nas regiões de monitoramento (esquerda), anomalias relativas de TSM na semana centrada em 3 de junho (direita, superior) e anomalias de TSM na camada subsuperficial (direita, embaixo). Créditos: CPC/NOAA.</figcaption></figure><p>Além do oceano mais quente, a<strong> NOAA observou</strong> <strong>sinais</strong> claros da <strong>resposta da atmosfera </strong>ao aquecimento do Pacífico,<strong> elemento essencial para a declaração</strong> oficial do fenômeno. Entre eles, destacam-se a presença de <strong>anomalias de ventos</strong> <strong>de oeste</strong> em baixos níveis, anomalias de ventos de leste em altos níveis, <strong>aumento</strong> da <strong>atividade convectiva</strong> sobre o <strong>Pacífico</strong> <strong>equatorial</strong> <strong>central</strong> e valores negativos dos índices da Oscilação Sul (SOI). O documento afirma que:</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Em conjunto, o sistema oceano-atmosfera acoplado refletiu o início das condições de El Niño.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>As <strong>projeções </strong>também <strong>aumentaram</strong> a <strong>probabilidade de fortalecimento </strong>do fenômeno nos próximos meses. De acordo com a média dos modelos do conjunto NMME (<em>North American Multi-Model Ensemble</em>), o El Niño deve atingir seu<strong> pico</strong> entre o <strong>fim de 2026 </strong>e o <strong>início de 2027</strong>. A NOAA estima <strong>63% de chance</strong> de que o evento se torne <strong>muito forte</strong> entre novembro e janeiro, o que o colocaria entre os mais intensos desde o início dos registros modernos, em 1950.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/agora-e-oficial-noaa-declara-a-formacao-do-el-nino-1781188558294.png" data-image="oe8dsiyso3jj" alt="Probabilidade de intensidade do El Niño, considerando anomalias relativas de TSM. Créditos: CPC/NOAA." title="Probabilidade de intensidade do El Niño, considerando anomalias relativas de TSM. Créditos: CPC/NOAA."><figcaption>Probabilidade de intensidade do El Niño, considerando anomalias relativas de TSM. Créditos: CPC/NOAA.</figcaption></figure><p>Apesar disso, a agência ressalta que <strong>mesmo episódios muito intensos</strong> <strong>não produzem os mesmos impactos em todas as regiões</strong> do planeta. Eventos mais fortes tendem a aumentar a probabilidade de determinados padrões climáticos, mas não garantem que eles ocorrerão em todos os locais afetados pelo fenômeno.</p><h2>Como a NOAA declara El Niño?</h2><p>Um <strong>evento El Niño é declarado</strong> oficialmente pela NOAA quando as <strong>anomalias de um mês</strong> alcançam <strong>+0,5°C</strong> na região de monitoramento conhecida como Niño 3.4, no Pacífico equatorial central, somado à <strong>confiança de persistência</strong> do aquecimento nos próximos meses e à<strong> resposta atmosférica</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/agora-e-oficial-noaa-declara-a-formacao-do-el-nino-1781188573333.png" data-image="bsh51hpp4suf" alt="O fluxograma da NOAA mostra os critérios usados para caracterizar as condições de El Niño no Pacífico tropical. Créditos: CPC/NOAA." title="O fluxograma da NOAA mostra os critérios usados para caracterizar as condições de El Niño no Pacífico tropical. Créditos: CPC/NOAA."><figcaption>O fluxograma da NOAA mostra os critérios usados para caracterizar as condições de El Niño no Pacífico tropical. Créditos: CPC/NOAA.</figcaption></figure><p><strong>Tecnicamente</strong>, segundo os dados a própria NOAA, a<strong> anomalia relativa mensal</strong> de <strong>maio</strong> de 2026 ficou em<strong> 0,49°C</strong>, apenas 1 décimo abaixo do valor oficial. Isso se deve a uma correção que foi realizada na anomalia da semana centrada em 13 de maio, onde o valor inicialmente divulgado de +0,5°C foi rebaixado para +0,4°C nas semanas posteriores, após revisão dos cálculos.</p><p>Porém, independente deste pequeno detalhe, <strong>pela metodologia tradicional</strong>, que utiliza anomalias absolutas em vez de relativas e foi amplamente utilizada por décadas até o início deste ano, as condições já estão presentes desde meados de abril, sendo que a anomalia do mês de <strong>maio</strong> ficou em<strong> +0,94°C</strong> - já em <strong>categoria</strong> de um <strong>evento moderado</strong>.</p><p>Assim, a <strong>mudança no status</strong> da NOAA não representa uma virada repentina nas condições do Pacífico, mas sim a <strong>formalização de um processo</strong> que já vinha se desenhando ao longo dos últimos meses.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/agora-e-oficial-noaa-declara-a-formacao-do-el-nino.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Alerta de ciclone no Dia dos Namorados: chuva intensa e tempestades ameaçam 3 regiões do Brasil]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/alerta-de-ciclone-no-dia-dos-namorados-chuva-intensa-e-tempestades-ameacam-3-regioes-do-brasil.html</link><pubDate>Thu, 11 Jun 2026 13:56:14 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A sexta-feira terá a atuação do ciclone que aumenta os riscos de chuvas intensas e de tempestades espalhadas pelo Brasil. O Dia dos Namorados será de alerta em 3 regiões.</p><ul><li>Veja também: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/alerta-de-tempestades-chuvas-aumentam-no-brasil-e-deixam-10-estados-em-risco.html" target="_blank">Alerta de tempestades: chuvas aumentam no Brasil e deixam 10 estados em risco</a></li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaek52q"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaek52q.jpg" id="xaek52q"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p><strong>O Dia dos Namorados terá a atuação de ciclone sobre costa da Região Sul.</strong> A baixa pressão terá associada a ele uma frente fria que avança pelo Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil. Desta forma, <strong>as instabilidades aumentam e deixa o as 3 regiões sob riscos de chuva intensa e tempestades.</strong></p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank"><strong>novo canal de Whatsapp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p><strong>Os dias de estabilidade deram uma trégua e mudanças no tempo foram registradas em áreas do Sul e Sudeste</strong> do Brasil no decorrer da tarde de ontem (10) e desta quinta-feira (11). A<strong> quinta (11) amanheceu com tempo fechado e com chuvas</strong> sobre áreas do estado de São Paulo, Minas Gerais e extremo sul do Rio de Janeiro.</p><h2>Ciclone deixa Dia dos Namorados em risco</h2><p>Amanhã (12), é Dia dos Namorados e a previsão é que o tempo não vai colaborar com o céu claro e um belo dia de praia. <strong>O modelo europeu ECMWF, prevê a consolidação de um ciclone extratropical</strong> sobre a Região Sul do Brasil. O sistema terá a presença de uma frente fria que <strong>avança rapidamente </strong>sobre outras áreas do país.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/alerta-de-ciclone-no-dia-dos-namorados-chuva-intensa-e-tempestades-ameacam-3-regioes-do-brasil-1781185365388.jpg" data-image="frmvjsxyfo2u" alt="Mapa de precipitação" title="Mapa de precipitação"><figcaption>Chuva e nebulosidade prevista para a manhã desta sexta-feira (12) sobre a Região Sul, Centro-Oeste e Sudeste.</figcaption></figure><p>Logo pela madrugada, <strong>há previsão de chuva intensa sobre o leste do Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e do Paraná</strong>, além do s<strong>ul do Mato Grosso do Sul.</strong> Estas chuvas podem vir acompanhadas de <strong>descargas elétricas, rajadas de vento</strong> e queda de <strong>granizo</strong>, deixando estas áreas em <strong>alerta</strong>.</p><p>Pela manhã,<strong> a frente fria continua atuando sobre estados da Região Sul</strong>, Mato Grosso do Sul e chega aos estados de São Paulo, Minas Gerais e Goiás. No <strong>Sul</strong> do Brasil, <strong>as chuvas permanecem intensas </strong>o que acende o<strong> alerta </strong>para transtornos como <strong>alagamentos, fortes enxurradas e elevação dos níveis dos rios.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/alerta-de-ciclone-no-dia-dos-namorados-chuva-intensa-e-tempestades-ameacam-3-regioes-do-brasil-1781185517121.jpg" data-image="r23amsjhym7o" alt="Rios atmosféricos." title="Rios atmosféricos."><figcaption>Rios atmosféricos atuando sobre boa parte do centro-sul do Brasil.</figcaption></figure><p>A previsão mostra maiores chances de tempestades sobre o leste de Santa Catarina, na Região do Vale do Itajaí, no Paraná, área centro-leste e divisa com São Paulo.</p><p>Enquanto isso, <strong>São Paulo tem previsão de pancadas de chuva</strong> com intensidade moderada e<strong> risco de tempestade em áreas pontuais</strong> da porção sul do estado, onde as chuvas serão intensas e com trovoadas. Em <strong>Minas Gerais, chuva leve e moderada</strong> no Triângulo Mineiro e sul do estado. O que também é previsto para o sul de Goiás.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/alerta-de-ciclone-no-dia-dos-namorados-chuva-intensa-e-tempestades-ameacam-3-regioes-do-brasil-1781185461533.jpg" data-image="4ao7xh7fw9q1" alt="Probabilidade de precipitação." title="Probabilidade de precipitação."><figcaption>O mapa mostra a probabilidade de precipitação para a tarde desta sexta (12). áreas em vermelho são destaque por conta das grandes chances.</figcaption></figure><p>Na tarde de sexta-feira (12), <strong>o centro do ciclone estará próximo ao litoral de Santa Catarina.</strong> Com a convergência de umidade para áreas próximas, há o <strong>risco de chuvas intensas e tempestades</strong> em boa parte do estado e também no nordeste do Rio Grande do Sul. Sobre o Paraná a previsão é de <strong>chuvas mais leves,</strong> no entanto, não são descartadas pancadas de chuvas intensas no estado.</p><p>A esta altura <strong>a frente fria estará atuando sobre o Sudeste e Centro-Oeste</strong> do Brasil. O modelo de confiança da Meteored | <a href="http://tempo.com">Tempo.com</a> mostra que <strong>há chances de chuvas intensas e temporais</strong> sobre o Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, Sul e Sudoeste de Minas Gerais, sul de Goiás e sudeste do Mato Grosso.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/alerta-de-ciclone-no-dia-dos-namorados-chuva-intensa-e-tempestades-ameacam-3-regioes-do-brasil-1781185562647.jpg" data-image="i9hw9wyh1y0o" alt="Precipitação." title="Precipitação."><figcaption>Mapa de precipitação para a noite de sexta-feira (12), de acordo com o modelo ECMWF.</figcaption></figure><p><strong>As chuvas continuam ao longo da noite de Dia dos Namorados</strong> afetando os estados de Minas Gerais, Goiás e agora, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Os <strong>alertas para tempestades e chuvas intensas se mantêm</strong>. Por outro lado, após a passagem da frente fria <strong>o tempo volta a ficar estável </strong>em áreas da Região Sul, São Paulo e Mato Grosso do Sul.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/alerta-de-ciclone-no-dia-dos-namorados-chuva-intensa-e-tempestades-ameacam-3-regioes-do-brasil.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Como o milho safrinha atingiu 17 milhões de hectares sem derrubar a floresta]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/como-o-milho-safrinha-atingiu-17-milhoes-de-hectares-sem-derrubar-a-floresta.html</link><pubDate>Thu, 11 Jun 2026 12:22:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Estudo nacional mostra que o milho segunda safra ocupa 17,1 milhões de hectares no Brasil e avançou menos sobre vegetação natural na última década, reforçando o debate sobre etanol, carbono e intensificação agrícola em áreas já abertas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/milho-segunda-safra-avanco-sobre-vegetacao-natural-cai-e-reforca-debate-do-etanol-no-brasil-1781102646670.jpg" data-image="vgvjzjvc8sip" alt="Milho, segunda safra, safrinha" title="Milho, segunda safra, safrinha"><figcaption>Áreas de milho segunda safra se concentram no Centro-Oeste, especialmente em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, formando o principal cinturão produtor do país.</figcaption></figure><p>O milho segunda safra entrou no centro do debate sobre clima, uso da terra e bioenergia no Brasil. Um estudo nacional publicado na npj Sustainable Agriculture mapeou <strong>17,1 milhões de hectares cultivados em 2023 e mostrou que a expansão recente avançou menos sobre vegetação natural</strong>, especialmente na última década.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p><strong>A cultura já sustenta grande parte da produção brasileira de grãos e abastece uma fatia crescente do etanol de milho</strong>. Em um país onde agricultura, energia e mudança de uso da terra pesam nas emissões, <strong>entender onde o milho avança virou questão estratégica no campo para produtores,</strong> indústria e políticas climáticas. </p><h2>Cerrado concentra a maior área de milho segunda safra </h2><p>O mapa do estudo mostra um cinturão bem definido no Centro-Oeste, com forte presença em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás.<strong> Mato Grosso sozinho respondeu por cerca de 44% da área nacional mapeada em 2023</strong>, enquanto Mato Grosso do Sul e Goiás formam outros polos importantes. É nessa faixa que o calendário agrícola permite, em muitos municípios, colher a soja e semear o milho ainda dentro da janela útil.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/milho-segunda-safra-avanco-sobre-vegetacao-natural-cai-e-reforca-debate-do-etanol-no-brasil-1781102929901.jpg" data-image="4zlzvwst7497" alt="milho, safrinha, segunda safra, cerrado" title="milho, safrinha, segunda safra, cerrado"><figcaption>A expansão recente do milho segunda safra ocorreu principalmente sobre áreas já abertas, como pastagens e lavouras consolidadas, com menor avanço sobre vegetação natural.</figcaption></figure><p><strong>A leitura espacial também revela a força do Cerrado, que concentrou 53,9% da área nacional de milho segunda safra</strong>. A Amazônia aparece com 28,4% e a Mata Atlântica com 17,6%. No mapa, a cultura se espalha como uma faixa agrícola do centro do país em direção ao oeste e ao sul, acompanhando áreas consolidadas de soja.<strong> Essa distribuição mostra que a discussão não é apenas produtiva: ela passa por biomas sensíveis</strong>, logística de grãos e pressão por rastreabilidade.</p><h2>Expansão recente ocorreu mais em áreas já abertas </h2><p>O ponto mais forte do levantamento é a mudança no perfil da expansão. Entre 2003 e 2023, <strong>cerca de 13% da área atual de milho segunda safra estava associada à conversão de vegetação natural</strong>. No recorte mais recente, de 2013 a 2023, essa participação caiu para 3,6%, indicando menor pressão direta sobre áreas naturais.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/milho-segunda-safra-avanco-sobre-vegetacao-natural-cai-e-reforca-debate-do-etanol-no-brasil-1781103026176.jpg" data-image="3a159cwwuzec" alt="Solo, milho, nature, safrinha" title="Solo, milho, nature, safrinha"><figcaption>Práticas de manejo do solo, como maior cobertura vegetal e sistemas de dupla safra, ajudam a compensar parte das emissões associadas à mudança de uso da terra.</figcaption></figure><p>A maior parte da expansão recente ocorreu sobre pastagens, <strong>lavouras anuais já existentes e áreas de soja em cultivo único</strong>, onde o milho passou a entrar como segunda cultura no mesmo ano agrícola. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Na prática, isso significa mais produção na mesma área, embora o resultado dependa de controle do desmatamento, fiscalização territorial e bom manejo do solo.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Pontos de atenção para o agro:</p><ul> <li><strong>avanço sobre pastagens degradadas, com potencial de recuperação produtiva;</strong></li> <li>maior uso do sistema soja–milho, que intensifica áreas já abertas;</li> <li>menor participação recente da conversão de vegetação natural;</li> <li><strong>necessidade de monitoramento em regiões de fronteira agrícola.</strong></li> </ul><h2>Carbono do solo reduz emissões, mas não elimina riscos </h2><p><strong>O estudo estimou emissões líquidas por mudança direta de uso da terra entre 0,6 e 0,9 tonelada de CO₂ por hectare ao ano</strong> para o milho segunda safra. Ao mesmo tempo, práticas de manejo do solo compensaram parte desse saldo, com acúmulo estimado entre 0,1 e 0,2 tonelada de CO₂ por hectare ao ano. </p><div class="texto-destacado">A compensação não zera o impacto, mas mostra que o manejo pode mudar o balanço final, sobretudo em áreas bem conduzidas e monitoradas.</div><p><strong>Esse ganho está ligado à sucessão soja–milho, ao maior retorno de palhada ao solo e a práticas como plantio direto</strong>. Para o etanol, o balanço combinado ficou entre 2,3 e 5,3 gramas de CO₂ por megajoule no período de 2003 a 2023, caindo para 0,3 a 1,5 no recorte de 2013 a 2023. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="769877" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/fruta-nativa-da-america-do-sul-milho-roxo-rompe-fronteiras-e-ganha-espaco-na-amazonia.html" title="Fruta nativa da América do Sul, milho roxo rompe fronteiras e ganha espaço na Amazônia">Fruta nativa da América do Sul, milho roxo rompe fronteiras e ganha espaço na Amazônia</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/fruta-nativa-da-america-do-sul-milho-roxo-rompe-fronteiras-e-ganha-espaco-na-amazonia.html" title="Fruta nativa da América do Sul, milho roxo rompe fronteiras e ganha espaço na Amazônia"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/fruta-nativa-da-america-do-sul-milho-roxo-rompe-fronteiras-e-ganha-espaco-na-amazonia-1779306888340_320.jpg" alt="Fruta nativa da América do Sul, milho roxo rompe fronteiras e ganha espaço na Amazônia"></a></article></aside><p>O resultado fortalece o argumento climático do etanol de milho segunda safra, mas não dispensa cautela:<strong> médias nacionais escondem diferenças regionais, produtividade baixa aumenta emissões por litro produzido </strong>e a expansão futura ainda precisa ser monitorada. </p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em><a href="https://doi.org/10.1038/s44264-026-00153-w" target="_blank">Land-use change, soil management, and net CO<sub>2</sub> balance of second-crop corn in Brazil</a>. 9 de junho, 2026. Garofalo, D.F.T., Novaes, R.M.L., de Aguiar, D.A. et al. </em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/como-o-milho-safrinha-atingiu-17-milhoes-de-hectares-sem-derrubar-a-floresta.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Peixe que desafia a evolução sobrevive há 100 mil anos sem machos]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/peixe-que-desafia-a-evolucao-sobrevive-ha-100-mil-anos-sem-machos.html</link><pubDate>Thu, 11 Jun 2026 10:23:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Espécie exclusivamente feminina intriga cientistas ao manter diversidade genética e escapar das previsões evolutivas tradicionais, revelando mecanismos alternativos de sobrevivência e adaptação ao longo de milhares de anos.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/peixe-que-desafia-a-evolucao-sobrevive-ha-100-mil-anos-sem-machos-1781103140859.jpg" data-image="van5p2pxrhr0" alt="Molinésia-amazona. Seu nome não vem da floresta sul-americana, mas da tribo de mulheres guerreiras da mitologia grega. Crédito: Manfred Schartl" title="Molinésia-amazona. Seu nome não vem da floresta sul-americana, mas da tribo de mulheres guerreiras da mitologia grega. Crédito: Manfred Schartl"><figcaption>Molinésia-amazona. Seu nome não vem da floresta sul-americana, mas da tribo de mulheres guerreiras da mitologia grega. Crédito: Manfred Schartl</figcaption></figure><p>Nos rios do México e do sul do Texas, uma <strong>pequena espécie de peixe desafia conceitos fundamentais da biologia evolutiva</strong>. Trata-se da molinésia-amazona, um animal composto exclusivamente por fêmeas e que <strong>sobrevive há cerca de 100 mil anos sem a participação genética de machos.</strong></p><p>Habitando águas quentes e de fluxo lento, esses peixes vivem em cardumes formados apenas por indivíduos femininos. Apesar disso, ainda interagem com machos de espécies próximas durante o processo reprodutivo, mas de forma bastante peculiar.</p><p>Nesse mecanismo, conhecido como<strong> ginogênese</strong>, o esperma do macho serve apenas para ativar o desenvolvimento dos ovos. O material genético masculino é descartado, e os filhotes gerados são clones da mãe, perpetuando uma linhagem inteiramente feminina.</p><h2>Um desafio à teoria evolutiva</h2><p>Segundo a teoria clássica da evolução, <strong>espécies que se reproduzem de forma assexuada tendem a desaparecer rapidamente.</strong> Isso ocorre porque, sem a troca genética proporcionada pelo sexo, mutações prejudiciais se acumulam ao longo do tempo.</p><p>Esse processo, chamado de<strong> “catraca de Müller”</strong>, prevê uma degradação gradual do genoma, levando à extinção. Ainda assim, a molinésia-amazona parece contrariar essa lógica ao manter uma população estável por milênios.</p><p>A existência prolongada dessa espécie levanta <strong>questionamentos importantes sobre os limites da evolução</strong> e sugere que há mecanismos alternativos capazes de preservar a saúde genética mesmo sem reprodução sexuada.</p><h2>Por que o sexo é predominante</h2><p>Na maioria das espécies, a reprodução sexuada predomina por oferecer <strong>vantagens significativas</strong>. A recombinação genética, mistura do DNA de dois indivíduos, aumenta a diversidade e melhora as chances de adaptação ao ambiente.</p><div class="texto-destacado">Além disso, esse processo ajuda a eliminar mutações nocivas, funcionando como uma espécie de “filtro” genético. Sem ele, organismos clonais tenderiam a acumular erros irreversíveis ao longo das gerações.</div><p>Ainda assim, <strong>algumas espécies assexuadas desafiam essa regra</strong>. Cientistas acreditam que elas desenvolveram estratégias próprias para lidar com mutações, o que permite sua sobrevivência por longos períodos.</p><h2>O segredo da sobrevivência</h2><p>Pesquisas recentes indicam que a <strong>molinésia-amazona utiliza um mecanismo chamado conversão genética para manter seu genoma saudável</strong>. Esse processo funciona como um sistema de “copia e cola”, no qual trechos de DNA são corrigidos usando outras partes como modelo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/peixe-que-desafia-a-evolucao-sobrevive-ha-100-mil-anos-sem-machos-1781103594355.jpg" data-image="tito1emvdjut" alt="Já foram observados tubarões se reproduzindo por partenogênese em cativeiro, mas sua reprodução é sexual quando estão em liberdade" title="Já foram observados tubarões se reproduzindo por partenogênese em cativeiro, mas sua reprodução é sexual quando estão em liberdade"><figcaption>Já foram observados tubarões se reproduzindo por partenogênese em cativeiro, mas sua reprodução é sexual quando estão em liberdade. Crédito: Getty Images</figcaption></figure><p>Diferente da recombinação sexual, essa técnica ocorre dentro do próprio organismo e pode <strong>reparar danos genéticos de forma eficiente</strong>. Estudos mostram que esse mecanismo atua com maior intensidade nessa espécie do que em outros animais.</p><p>Além disso, a origem híbrida da molinésia-amazona, resultado do cruzamento entre duas espécies diferentes, forneceu uma base genética diversa desde o início, o que pode ter sido crucial para sua longevidade.</p><h2>Implicações para a ciência</h2><p>A descoberta desses mecanismos <strong>amplia o entendimento sobre como a vida pode persistir em condições consideradas desfavoráveis.</strong> Ela também sugere que a reprodução sexuada não é a única estratégia viável para manter a estabilidade genética.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="760851" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/cientistas-da-universidade-de-york-criam-sensores-que-imitam-passaros-para-revolucionar-a-navegacao.html" title="Cientistas da Universidade de York criam sensores que imitam pássaros para revolucionar a navegação">Cientistas da Universidade de York criam sensores que imitam pássaros para revolucionar a navegação</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/cientistas-da-universidade-de-york-criam-sensores-que-imitam-passaros-para-revolucionar-a-navegacao.html" title="Cientistas da Universidade de York criam sensores que imitam pássaros para revolucionar a navegação"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/cientificos-britanicos-desarrollan-sensores-que-imitan-a-las-aves-para-revolucionar-la-navegacion-sin-gps-1774537871640_320.jpeg" alt="Cientistas da Universidade de York criam sensores que imitam pássaros para revolucionar a navegação"></a></article></aside><p>Os resultados têm<strong> implicações que vão além da biologia evolutiva.</strong> Compreender como organismos lidam com mutações pode contribuir para pesquisas sobre doenças humanas, como o câncer, que está diretamente ligado a alterações genéticas.</p><p>Embora ainda existam muitas perguntas sem resposta, <strong>a molinésia-amazona demonstra que a evolução pode seguir caminhos inesperados. </strong>E, ao que tudo indica, a vida encontra maneiras surpreendentes de continuar, mesmo quando desafia as regras estabelecidas.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em>BBC Brasil. <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8e80k7xxr3o" target="_blank">A espécie de peixe que vive sem machos há 100 mil anos</a>. 2026</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/peixe-que-desafia-a-evolucao-sobrevive-ha-100-mil-anos-sem-machos.html</guid><dc:creator><![CDATA[João Cunha]]></dc:creator></item></channel></rss>