<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0"><channel><title>Meteored Brasil</title><link>https://www.tempo.com</link><description>Notícias do tempo - Confira as principais notícias sobre a meteorologia e previsão do tempo. Todas as informações são realizadas pelos nossos especialistas em meteorologia.</description><language>pt</language><lastBuildDate>Tue, 07 Jul 2026 21:00:15 +0000</lastBuildDate><pubDate>Tue, 07 Jul 2026 21:00:15 +0000</pubDate><atom:link href="https://www.tempo.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[ Copyright 2026 Meteored ]]></copyright><image><url>https://www.tempo.com/imagenes/logo_rss.png</url><title>Meteored Brasil</title><link>https://www.tempo.com</link><width>144</width><height>144</height></image><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>6</sy:updateFrequency><item><title><![CDATA[Sol ganha força e Sudeste terá tardes de até 30°C e grande amplitude térmica; confira a previsão]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/sol-ganha-forca-e-sudeste-tera-tardes-de-ate-30-c-e-grande-amplitude-termica-confira-a-previsao.html</link><pubDate>Tue, 07 Jul 2026 20:59:30 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Tempo firme, com sol e temperaturas em elevação no Sudeste do Brasil nos próximos dias. As manhãs ainda devem ser frias, mas as tardes ficam agradáveis. No fim de semana, as máximas podem ficar em torno dos 30°C em algumas áreas.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xamgum6"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xamgum6.jpg" id="xamgum6"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Após a passagem da atual frente fria pelo litoral da<strong> Região Sudeste</strong> do Brasil entre esta terça (7) e a quarta-feira (8), uma massa de ar polar passa a atuar sobre a região, estabelecendo<strong> tempo firme e sol nos próximos dias</strong>, com <strong>temperaturas mais baixas durante o amanhecer e tardes agradáveis </strong>na maior parte das áreas. </p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p>E mesmo com o friozinho nas primeiras horas do dia, o predomínio do sol ao longo do dia vai favorecer a <strong>elevação gradual das temperaturas durante as tardes</strong>.</p><p>Assim, teremos uma <strong>grande amplitude térmica</strong>, especialmente no estado de São Paulo, com temperaturas mínimas em torno dos 10°C ou até abaixo disso e máximas na casa dos 30°C no fim de semana.</p><p>Acompanhe a seguir mais detalhes da previsão do tempo.</p><h2>Tempo firme, sol e temperaturas em elevação nos próximos dias</h2><p>As<strong> manhãs ainda seguem frias </strong>ao longo desta semana em boa parte do Sudeste e há possibilidade de <strong>formação de nevoeiros isolados</strong> em alguns dias, especialmente no centro-sul e leste de São Paulo, incluindo a capital paulista.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777487" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/massa-de-ar-frio-afasta-a-chuva-e-garante-tardes-geladas-em-6-estados-veja-a-previsao.html" title="Massa de ar frio afasta a chuva e garante tardes geladas em 6 estados; veja a previsão">Massa de ar frio afasta a chuva e garante tardes geladas em 6 estados; veja a previsão</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/massa-de-ar-frio-afasta-a-chuva-e-garante-tardes-geladas-em-6-estados-veja-a-previsao.html" title="Massa de ar frio afasta a chuva e garante tardes geladas em 6 estados; veja a previsão"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/massa-de-ar-frio-afasta-a-chuva-e-garante-tardes-geladas-em-6-estados-veja-a-previsao-1783427415958_320.jpg" alt="Massa de ar frio afasta a chuva e garante tardes geladas em 6 estados; veja a previsão"></a></article></aside><p>As <strong>mínimas não passam dos 16°C </strong>em São Paulo, em grande parte do Rio de Janeiro e do Espírito Santo e no centro-sul de Minas Gerais e podem ficar entre 7°C-8°C em áreas de divisa do sul mineiro com o estado de São Paulo e no sul paulista.</p><p>Contudo, <strong>o frio mais intenso deve ser registrado na quinta-feira (9)</strong>, onde as mínimas podem localmente cair para os<strong> 5°C no sul de São Paulo e de Minas Gerais</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/sol-ganha-forca-e-sudeste-tera-tardes-de-ate-30-c-e-grande-amplitude-termica-confira-a-previsao-1783446653255.jpg" data-image="uhy3sagu5my2"><figcaption>Previsão da temperatura mínima do ar (em °C) para quinta-feira (9), segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Na segunda metade desta semana, mais especificamente<strong> a partir da quinta-feira (9), as temperaturas começam a se elevar </strong>no Sudeste, com máximas acima dos 22°C em praticamente toda a região.</p><div class="texto-destacado">As manhãs seguem frias e as tardes terão temperaturas em elevação no Sudeste nos próximos dias, o que deixa uma grande amplitude térmica, especialmente em São Paulo, onde as máximas vão ficar em torno dos 30 °C.</div><p>Nas tardes, as temperaturas <strong>máximas </strong>vão variar<strong> entre 22°C e 27°C</strong> em várias localidades do Rio de Janeiro, do Espírito Santo, e nas porções leste de São Paulo e de Minas Gerais.</p><p>Contudo, na parte <strong>oeste de São Paulo e de Minas Gerais</strong>, incluindo o Triângulo Mineiro, o aquecimento será mais acentuado, com <strong>máximas entre 28°C e 31°C</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/sol-ganha-forca-e-sudeste-tera-tardes-de-ate-30-c-e-grande-amplitude-termica-confira-a-previsao-1783448161846.jpg" data-image="wnmhzo7j95b5"><figcaption>Previsão da temperatura máxima do ar (em °C) para o sábado (11), segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>E atenção: no <strong>sábado (11)</strong>, devido à <strong>condição pré-frontal</strong>, o <strong>calor aumentará</strong> um pouco mais, principalmente no<strong> oeste e interior paulista e no oeste, noroeste e Triângulo mineiros</strong>, onde as temperaturas máximas ficarão<strong> entre 30°C e 33°C</strong>.</p><p>Com a passagem da nova frente fria no domingo (12), as temperaturas voltam a diminuir no leste de São Paulo e sul do Rio de Janeiro e a sensação de friozinho retorna.</p><p>Nas <strong>capitais</strong>, as temperaturas <strong>máximas </strong>para quinta-feira (9), sexta-feira (10) e o sábado (11) serão, respectivamente:<strong> 24°C/26°C/27°C em São Paulo</strong>; 22°C/26°C/24°C no Rio de Janeiro; 25°C/27°C/28°C em Belo Horizonte; 24°C/28°C/29°C em Vitória.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/sol-ganha-forca-e-sudeste-tera-tardes-de-ate-30-c-e-grande-amplitude-termica-confira-a-previsao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Tremor de terra de magnitude 3,0 atinge o litoral de Maricá, no RJ ]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/tremor-de-terra-de-magnitude-3-0-atinge-o-litoral-de-marica-no-rj.html</link><pubDate>Tue, 07 Jul 2026 19:57:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Sem causar reflexos em terra firme ou alertas para a população local, a atividade geotectônica na margem oceânica fluminense ganhou um novo registro técnico analisado detalhadamente por sismólogos de redes colaborativas. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/tremor-de-terra-de-magnitude-3-0-atinge-o-litoral-de-marica-no-rj-1783435486137.jpg" data-image="nxmphbveddtk" alt="Pequeno terremoto na costa de Maricá é monitorado por especialistas. Foto: Reprodução/ O Dia" title="Pequeno terremoto na costa de Maricá é monitorado por especialistas. Foto: Reprodução/ O Dia"><figcaption>Pequeno terremoto na costa de Maricá é monitorado por especialistas. Foto: Reprodução/ O Dia</figcaption></figure><p><strong>O litoral do estado do Rio de Janeiro registrou recentemente um abalo sísmico de magnitude 3,0</strong> na escala Richter, localizado em pleno oceano Atlântico. O fenômeno ocorreu a uma distância calculada de aproximadamente 60 quilômetros do município de Maricá, sendo logo classificado pelas autoridades técnicas como um evento de baixa intensidade.</p><p>A monitoração permanente do evento apontou que <strong>o tremor aconteceu no final da tarde do último sábado (4), precisamente às 17h59</strong>. Os dados técnicos recolhidos confirmam em definitivo que o abalo se caracterizou como um sismo raso, situando-se numa profundidade estimada entre zero e dez quilômetros da superfície marítima.</p><h2>Características da atividade sísmica na região sudeste</h2><p>Embora este tipo de evento possa causar alguma surpresa ou preocupação na população local,<strong> os cientistas indicam que movimentos desta natureza são perfeitamente habituais</strong>. A Rede Sismográfica Brasileira esclareceu prontamente que não existem registros ou relatos de cidadãos que tenham sentido as vibrações decorrentes deste abalo em terra firme.</p><p>Profissionais do Observatório Nacional esclareceram que<strong> o Brasil registra pequenos tremores de terra com certa frequência</strong>, especialmente devido às tensões tectônicas que atuam na crosta terrestre. Normalmente, esses abalos têm baixa magnitude e não chegam a ser sentidos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tremor-de-terra-de-magnitude-3-0-atinge-o-litoral-de-marica-no-rj-1783435888765.jpg" data-image="dlhbjlahoddu" alt="O Centro de Sismologia da USP registrou um sismo de baixa intensidade no oceano Atlântico. Foto: Reprodução/ TV Globo" title="O Centro de Sismologia da USP registrou um sismo de baixa intensidade no oceano Atlântico. Foto: Reprodução/ TV Globo"><figcaption>O Centro de Sismologia da USP registrou um sismo de baixa intensidade no oceano Atlântico. Foto: Reprodução/ TV Globo</figcaption></figure><p>Adicionalmente, a margem sudeste do território brasileiro é qualificada cientificamente como a principal zona de falhas geológicas offshore localizadas ao longo de todo o país. <strong>Este enquadramento tectônico justifica plenamente a manifestação regular de pequenos abalos</strong> que, de forma geral, passam completamente despercebidos sem causar quaisquer danos materiais ou humanos.</p><p>O histórico recente recolhido na região demonstra uma clara concentração dessas movimentações num espaço de tempo curto, evidenciando uma atividade geotectônica contínua e natural. Entre os dias 26 e 30 de junho,<strong> o litoral fluminense já tinha contabilizado nove pequenos abalos</strong> sísmicos concentrados especificamente na proximidade geográfica da cidade de Saquarema.</p><h2>Histórico recente e rede de monitoramento nacional</h2><p>Dentre esses incidentes anteriores reportados na região de Saquarema, <strong>o abalo de maior intensidade atingiu a marca de 2,5 na escala</strong> de medição de tremores. Somando-se a este panorama, há pouco mais de um mês, especificamente no dia 21 de maio, ocorreu outro sismo de <strong>magnitude 3,3</strong> no próprio litoral de Maricá.</p><p>A análise comparativa serve para contextualizar de forma clara o real impacto desses episódios face a catástrofes de grandes proporções verificadas no plano internacional. Para estabelecer este paralelo direto, os terremotos devastadores que provocaram cerca de três mil vítimas mortais na Venezuela no final de junho <strong>atingiram magnitudes substanciais de 7,2 e 7,5</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="776849" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/o-ceu-se-tinge-de-vermelho-em-caracas-apos-o-terremoto-duplo-meteorologistas-explicam-o-estranho-fenomeno.html" title="O céu se tinge de vermelho em Caracas após o terremoto duplo: meteorologistas explicam o estranho fenômeno">O céu se tinge de vermelho em Caracas após o terremoto duplo: meteorologistas explicam o estranho fenômeno</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/o-ceu-se-tinge-de-vermelho-em-caracas-apos-o-terremoto-duplo-meteorologistas-explicam-o-estranho-fenomeno.html" title="O céu se tinge de vermelho em Caracas após o terremoto duplo: meteorologistas explicam o estranho fenômeno"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-cielo-se-tine-de-rojo-en-caracas-tras-el-doble-terremoto-la-explicacion-cientifica-al-impactante-fenomeno-1782941853504_320.jpg" alt="O céu se tinge de vermelho em Caracas após o terremoto duplo: meteorologistas explicam o estranho fenômeno"></a></article></aside><p>A responsabilidade central pela vigilância sismológica contínua em todo o território brasileiro cabe a uma rede colaborativa <strong>composta por quatro prestigiadas instituições públicas de ensino e pesquisa</strong>. Esta estrutura operacional integra a Universidade de São Paulo, a Universidade de Brasília, a Universidade Federal do Rio Grande do Norte e o conceituado Observatório Nacional.</p><p>O registro específico deste último abalo ocorrido no mar de Maricá foi efetuado através dos modernos equipamentos científicos geridos pelo <a href="https://www.moho.iag.usp.br/" target="_blank">Centro de Sismologia da USP</a>. Contudo, os especialistas integrados nesta vasta rede de monitoramento enfatizam que atualmente é de todo impossível prever com exatidão <strong>como o comportamento futuro da atividade sísmica regional vai evoluir</strong>.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Bruno%20de%20Freitas%20Moura" data-year="2026" data-title="Maric%C3%A1%2C%20no%20litoral%20do%20Rio%2C%20registra%20tremor%20de%20terra%20de%20magnitude%203.0" data-url="https%3A%2F%2Fagenciabrasil.ebc.com.br%2Fmeio-ambiente%2Fnoticia%2F2026-07%2Fmarica-no-litoral-do-rio-registra-tremor-de-terra-de-magnitude-30">Bruno de Freitas Moura. (2026). <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-07/marica-no-litoral-do-rio-registra-tremor-de-terra-de-magnitude-30" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Maricá, no litoral do Rio, registra tremor de terra de magnitude 3.0</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/tremor-de-terra-de-magnitude-3-0-atinge-o-litoral-de-marica-no-rj.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ciclogênese e frente fria acendem alerta para intensa mudança do tempo no Centro-Sul; confira]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-e-ciclogenese-acendem-alerta-para-intensa-mudanca-do-tempo-no-centro-sul-confira.html</link><pubDate>Tue, 07 Jul 2026 18:15:36 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O processo de formação de um ciclone e sua frente fria vão provocar uma mudança significativa no tempo no Centro-Sul entre sexta-feira (10) e o fim de semana. Há risco de tempestades intensas com granizo, ventos fortes na faixa leste do país e chuvas intensas em diversos estados.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xameufi"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xameufi.jpg" id="xameufi"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>A semana iniciou com céu encoberto e chuvas fracas sobre o Centro-Sul do Brasil, devido à passagem de uma frente fria rasa, com pouco conteúdo de umidade. Apesar da previsão de sol nos próximos dias, uma<strong> nova virada no tempo </strong>está prevista a partir de <strong>sexta-feira (10</strong>), com início do processo da formação de um novo <strong>ciclone </strong>(ciclogênese). </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>A<strong> diminuição da pressão atmosférica</strong> sobre a região Sul e a atuação de um<strong> rio atmosférico </strong>aumenta o risco de <strong>tempestades intensas</strong>, formação de <strong>granizo</strong> e <strong>chuvas intensas</strong>. À medida que a frente fria avança em direção ao Sudeste durante o fim de semana, a instabilidade também se espalha para outras áreas do Centro-Sul, elevando o potencial para tempestades. Confira os detalhes.</p><h2>Alerta de tempestades</h2><p>As <strong>instabilidades</strong> <strong>começam</strong> ainda na tarde de <strong>sexta-feira (10)</strong>, no oeste da região Sul, mas ainda de forma isolada. Ao longo do<strong> sábado (11)</strong>, no entanto, as tempestades <strong>ganham força,</strong> especialmente entre o oeste do <strong>Paraná e Mato Grosso do Sul. </strong></p><p>Nestas áreas, a <strong>elevada taxa de raios </strong>prevista somada a outros indicadores, sinaliza o <strong>risco</strong> de formação de <strong>granizo</strong> e também para <strong>chuvas intensas</strong>. Tempestades menos intensas também estão previstas para o nordeste do Rio Grande do Sul ao longo do dia.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-e-ciclogenese-acendem-alerta-para-intensa-mudanca-do-tempo-no-centro-sul-confira-1783424935916.png" data-image="dm83w3oduw4p" alt="Previsão de tempestades para sábado (11), segundo o ECMWF." title="Previsão de tempestades para sábado (11), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de tempestades para sábado (11), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>No<strong> domingo (12)</strong>, a chuva e as tempestades perdem intensidade sobre a região Sul, enquanto a <strong>frente fria avança </strong>em direção aos estados do Centro-Oeste e do Sudeste. O <strong>alerta de tempestades</strong> e de risco de <strong>granizo</strong> continua vigente ao longo do deslocamento da frente, deixando em alerta principalmente o <strong>oeste do Mato Grosso do Sul, mas também parte do Paraná, Goiás, São Paulo e Minas Gerais</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-e-ciclogenese-acendem-alerta-para-intensa-mudanca-do-tempo-no-centro-sul-confira-1783424953469.png" data-image="wxuyljq9qc5m" alt="Previsão de tempestades para domingo (12), segundo o ECMWF." title="Previsão de tempestades para domingo (12), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de tempestades para domingo (12), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>As chuvas serão irregulares no Centro-Sul, principalmente sobre o<strong> </strong>território<strong> </strong>gaúcho.<strong> Na região das tempestades</strong>, no entanto, estão previstas <strong>chuvas</strong> de intensidade moderada a forte, com acumulados diários que <strong>podem causar</strong> <strong>transtornos </strong>como alagamentos e enxurradas repentinas.</p><h2>Alerta de chuvas intensas</h2><p>O <strong>ciclone extratropical</strong> está previsto para se formar na<strong> costa da região Sul</strong> entre a noite de sábado (11) e a madrugada do domingo (12), e deixa<strong> alerta de rajadas intensas de vento </strong>ao longo do fim de semana. </p><p>Essas rajadas serão mais intensas na<strong> faixa leste entre Sul e Sudeste</strong> a partir do domingo (12), podendo se aproximar ou ultrapassar<strong> 70 km/h.</strong> Em áreas urbanizadas, ventos desta magnitude são suficientes para causar danos em estruturas vulneráveis, além de deixar o <strong>mar agitado.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-e-ciclogenese-acendem-alerta-para-intensa-mudanca-do-tempo-no-centro-sul-confira-1783425274801.png" data-image="x2tr9n36xi3f" alt="Previsão de rajadas de vento no domingo (12), segundo o ECMWF." title="Previsão de rajadas de vento no domingo (12), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de rajadas de vento no domingo (12), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>Além disso, a <strong>pressão baixa </strong>associada ao ciclone<strong> canaliza</strong> uma enorme quantidade de <strong>vapor d’água</strong> da <strong>região Amazônica</strong> em direção ao seu centro, na forma de um rio atmosférico. </p><p>A injeção de <strong>umidade</strong> (e <strong>calor</strong>) das latitudes tropicais auxilia na <strong>intensificação</strong> da <strong>instabilidade</strong> atmosférica, favorecendo não somente as tempestades como também chuvas intensas. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-e-ciclogenese-acendem-alerta-para-intensa-mudanca-do-tempo-no-centro-sul-confira-1783425303823.png" data-image="2s8w4o80oez1" alt="Previsão de rio atmosférico para sábado (11), segundo o ECMWF." title="Previsão de rio atmosférico para sábado (11), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de rio atmosférico para sábado (11), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>O<strong> índice de previsão extrema </strong>(EFI) do modelo ECMWF para a <strong>precipitação</strong> começa a dar um<strong> </strong>sinal de<strong> alerta </strong>para o volume de <strong>chuva</strong> previsto par<strong>a sábado (11) </strong>sobre a região <strong>Sul</strong>, especialmente entre o norte do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e o Sul do Paraná.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-e-ciclogenese-acendem-alerta-para-intensa-mudanca-do-tempo-no-centro-sul-confira-1783425340794.png" data-image="kjkk1n0g8uvl" alt="EFI do modelo ECMWF para a precipitação neste sábado (11). Créditos: ECMWF." title="EFI do modelo ECMWF para a precipitação neste sábado (11). Créditos: ECMWF."><figcaption>EFI do modelo ECMWF para a precipitação neste sábado (11). Créditos: ECMWF.</figcaption></figure><p>Este índice não informa o quanto vai chover, mas sim qual a probabilidade da chuva diária ultrapassar o limiar estatístico considerado extremo para determinada região e época do ano. </p><p><strong>Quanto mais próximo de 1 o índice, maiores as chances de um evento incomum.</strong> No caso do sábado (11), o EFI alerta para um acumulado diário superior a 50 mm, o que é suficiente para causar alagamentos em áreas de risco.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-e-ciclogenese-acendem-alerta-para-intensa-mudanca-do-tempo-no-centro-sul-confira-1783425362250.png" data-image="akc1ecvze5ym" alt="Previsão de chuva acumulada até o final de domingo (12), segundo o ECMWF." title="Previsão de chuva acumulada até o final de domingo (12), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de chuva acumulada até o final de domingo (12), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>A rodada mais atualizada do modelo ECMWF, de confiança da Meteored, indica que as <strong>chuvas do fim de semana </strong>podem se aproximar ou ultrapassar <strong>100 m</strong><strong>m</strong> entre o Rio Grande do Sul e o Paraná, e ultrapassar 60 mm tanto nos estados do Sul quanto no Mato Grosso do Sul. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777322" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/duas-frentes-frias-avancam-pelo-brasil-nesta-semana-veja-os-dias-da-virada-no-tempo.html" title="Duas frentes frias avançam pelo Brasil nesta semana; veja os dias da virada no tempo">Duas frentes frias avançam pelo Brasil nesta semana; veja os dias da virada no tempo</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/duas-frentes-frias-avancam-pelo-brasil-nesta-semana-veja-os-dias-da-virada-no-tempo.html" title="Duas frentes frias avançam pelo Brasil nesta semana; veja os dias da virada no tempo"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/duas-frentes-frias-avancam-pelo-brasil-nesta-semana-veja-os-dias-da-virada-no-tempo-1783337286616_320.png" alt="Duas frentes frias avançam pelo Brasil nesta semana; veja os dias da virada no tempo"></a></article></aside><p><strong>É necessário continuar monitorando a evolução </strong>desse sistema ao longo da semana, já que <strong>ajustes</strong> na intensidade e na distribuição das chuvas ainda<strong> podem ocorrer. </strong></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-e-ciclogenese-acendem-alerta-para-intensa-mudanca-do-tempo-no-centro-sul-confira.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Massa de ar frio afasta a chuva e garante tardes geladas em 6 estados; veja a previsão]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/massa-de-ar-frio-afasta-a-chuva-e-garante-tardes-geladas-em-6-estados-veja-a-previsao.html</link><pubDate>Tue, 07 Jul 2026 13:31:01 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>As tardes serão geladas em 6 estados do Brasil nesta quarta-feira. A frente fria se afasta e dá lugar a massa de ar frio que promove temperaturas baixas durante todo o dia.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xamf1tq"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xamf1tq.jpg" id="xamf1tq"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Uma frente fria se encontrava próximo a áreas do Sul e Sudeste do Brasil. O <strong>sistema provocou o aumento da presença de nuvens</strong> em partes da Região, com as chuvas focadas mais no leste dessas áreas. E isto muda nas próximas horas com o<strong> afastamento da frente fria.</strong></p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões do tempo diretamente no seu celular através do nosso novo canal do WhatsApp. <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">Clique aqui para nos seguir e ative as notificações! </a></div><p>Em seu lugar chega uma <strong>massa de ar frio</strong> que avança pelo Brasil desde segunda-feira (6). Já no amanhecer desta terça (7), os termômetros registraram <strong>temperaturas negativas na Serra Gaúcha e Catarinense</strong> e em algumas outras cidades do Rio Grande do Sul. Confira como fica o tempo para esta quarta-feira (8).</p><h2>Frente fria dá lugar a ar polar e tempo muda</h2><p>A frente fria se afasta em direção ao interior do oceano Atlântico e dá lugar à <strong>massa de ar polar</strong> que muda o tempo em partes do <strong>Sul e Sudeste</strong>. O sistema frontal deixou o tempo nublado e com muitas nuvens no leste do Sul e Sudeste e dará lugar ao <strong>tempo firme</strong> no restante de terça (7) e durante toda a quarta-feira (8).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/massa-de-ar-frio-afasta-a-chuva-e-garante-tardes-geladas-em-6-estados-veja-a-previsao-1783426866153.jpg" data-image="lsnhf0kt4mtr" alt="Nebulosidade." title="Nebulosidade."><figcaption>O modelo ECMWF prevê poucas nuvens atuando no Centro-Sul do Brasil nesta quarta-feira (8). Imagem mostra tempo limpo e firme.</figcaption></figure><p>Desde a tarde desta terça-feira (7), o tempo já se mostra diferente em relação aos dias anteriores. <strong>O sol predomina no Sul do Brasil,</strong> mas as temperaturas não disparam devido a presença de<strong> ar seco e frio.</strong> Os termômetros não superam os <strong>15°C </strong>no Rio Grande do Sul,<strong> 17°C</strong> em Santa Catarina e os <strong>19°C</strong> no Paraná (com exceção do norte do estado).</p><div class="texto-destacado">A tarde também será fria no sul do Mato Grosso do Sul e leste de São Paulo, com temperaturas na casa dos 20°C e em algumas localidades não chegando a este valor.</div><p>Com o avanço da massa de ar polar, <strong>o tempo fica limpo e as temperaturas despencam</strong> ao longo da noite e madrugada. O amanhecer de quarta (8) terá <strong>temperaturas negativas</strong> em áreas do Sul do Brasil e chances de <strong>geadas </strong>espalhadas pela Região, além do sul do Mato Grosso do Sul e extremo sul de São Paulo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/massa-de-ar-frio-afasta-a-chuva-e-garante-tardes-geladas-em-6-estados-veja-a-previsao-1783427047857.jpg" data-image="rv4jgnurpe3v" alt="Mínima." title="Mínima."><figcaption>Temepratura mínima prevista para esta quarta-feira (8).</figcaption></figure><p>A massa de ar frio também atinge outros estados como <strong>Minas Gerais e Rio de Janeiro</strong>, deixando o amanhecer frio, com os termômetros variando entre <strong>6°C</strong> (Serra da Mantiqueira) <strong>e 12°C</strong> nas áreas mais ao sul dos estados.</p><p><strong>O período da tarde será gelado</strong> em boa parte do Centro-Sul do Brasil nesta quarta-feira (8). O Rio Grande do Sul, Santa Catarina e o Paraná terão máximas inferiores aos <strong>20°C</strong>, com uma sutil exceção no noroeste paranaense, que pode chegar aos <strong>22°C.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/massa-de-ar-frio-afasta-a-chuva-e-garante-tardes-geladas-em-6-estados-veja-a-previsao-1783427075095.jpg" data-image="vkiwmzaf020o" alt="Máxima." title="Máxima."><figcaption>Temperatura máxima prevista para a tarde desta quarta-feira (8), de acordo com o modelo ECMWF.</figcaption></figure><p>A mudança no tempo deixará o<strong> céu aberto e com pouquíssimas nuvens</strong>, um sinal clássico da presença do ar frio e seco. Mesmo com o sol brilhando, os termômetros devem oscilar entre apenas <strong>18°C e 20°C</strong> de temperatura máxima no <strong>leste de São Paulo, no sul de Minas Gerais e em áreas do Rio de Janeiro.</strong></p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777339" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/massa-de-ar-frio-avanca-pelo-centro-sul-e-traz-marcas-de-ate-6-c-veja-a-previsao.html" title="Massa de ar frio avança pelo Centro-Sul e traz marcas de até -6°C; veja a previsão">Massa de ar frio avança pelo Centro-Sul e traz marcas de até -6°C; veja a previsão</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/massa-de-ar-frio-avanca-pelo-centro-sul-e-traz-marcas-de-ate-6-c-veja-a-previsao.html" title="Massa de ar frio avança pelo Centro-Sul e traz marcas de até -6°C; veja a previsão"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/massa-de-ar-frio-avanca-pelo-centro-sul-e-traz-marcas-de-ate-6-c-veja-a-previsao-1783343371208_320.jpg" alt="Massa de ar frio avança pelo Centro-Sul e traz marcas de até -6°C; veja a previsão"></a></article></aside><p>O amanhecer permanecerá bastante frio sobre o Sul do país na quinta-feira (9), ainda com <strong>risco de geadas pontuais,</strong> já que as mínimas variam entre <strong>2°C e 8°C</strong> na região. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/massa-de-ar-frio-afasta-a-chuva-e-garante-tardes-geladas-em-6-estados-veja-a-previsao-1783426814482.jpg" data-image="yiwpzta2v5tw" alt="Anomalia de temperatura em superfície." title="Anomalia de temperatura em superfície."><figcaption>Previsão mostra que ar frio ainda estará presente nas camadas mais baixas da atmosfera deixando o amanhecer gelado em áreas do Centro-Sul do Brasil.</figcaption></figure><p>Já no <strong>Sudeste</strong>, o frio se intensifica na madrugada de quinta, com os termômetros caindo <strong>abaixo dos 10°C</strong> no leste paulista, no sul mineiro e também na Região Serrana fluminense.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/massa-de-ar-frio-afasta-a-chuva-e-garante-tardes-geladas-em-6-estados-veja-a-previsao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[As algas não são plantas: fatos surpreendentes sobre a vida aquática que precisa de saber]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/as-algas-nao-sao-plantas-factos-surpreendentes-sobre-a-vida-aquatica-que-precisa-de-saber.html</link><pubDate>Tue, 07 Jul 2026 12:08:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Desde plantas carnívoras subaquáticas até algas gigantes que, na verdade, nem sequer são plantas, os cientistas afirmam que a flora aquática está repleta de surpresas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/seaweeds-aren-t-plants-seven-surprising-facts-about-aquatic-life-1783270730480.jpg" data-image="ejqm0phrsa7q" alt="Underwater view of a group of seabed with green seagrass." title="Underwater view of a group of seabed with green seagrass."><figcaption>Vista subaquática de uma zona do fundo do mar coberta de ervas marinhas verdes.</figcaption></figure><p>Quando a maioria das pessoas pensa em plantas, imagina florestas, jardins ou campos de flores silvestres. Mas, sob a superfície dos lagos, rios e oceanos, existe um <strong>mundo fascinante de vida aquática</strong> que desafia muitas das nossas suposições sobre o reino vegetal.</p><h2>As algas marinhas não são plantas</h2><p><strong>Um dos maiores equívocos é pensar que as algas marinhas são plantas</strong>. Embora realizem fotossíntese e se assemelhem às plantas terrestres, as algas marinhas pertencem, na verdade, a vários grupos diferentes de algas que evoluíram separadamente das plantas verdadeiras.</p><p>Ao contrário das plantas, <strong>não têm raízes, caules, folhas, flores nem sementes</strong>. As algas castanhas incluem as gigantescas florestas de kelp, as algas vermelhas são utilizadas para produzir alimentos como o nori e as algas verdes incluem espécies como a alface-do-mar.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/seaweeds-aren-t-plants-seven-surprising-facts-about-aquatic-life-1783270629761.jpg" data-image="wcbbwu7ime33"><figcaption>As algas marinhas e outras algas que absorvem a luz solar debaixo de água.</figcaption></figure><p>Os cientistas descobriram também que as plantas regressaram aos ambientes aquáticos inúmeras vezes ao longo da evolução. Depois de as plantas terem colonizado a terra pela primeira vez há cerca de 500 milhões de anos, vários grupos evoluíram, de forma independente, de volta para habitats de água doce e marinhos.</p><div class="texto-destacado"><strong>Os pesquisadores estimam que esta transição tenha ocorrido mais de 100 vezes, dando origem a espécies aquáticas que vão desde os nenúfares até à lentilha-d'água e às ervas marinhas.</strong></div><p>A vida subaquática impulsionou algumas adaptações notáveis. <strong>Certas plantas aquáticas reduziram as suas raízes de forma tão drástica que estas quase não existem</strong>. A Wolffia, vulgarmente conhecida como "watermeal" (alga aquática), é a menor planta com flores do mundo e não possui raízes. Em vez disso, flutua livremente na superfície da água e absorve nutrientes diretamente da água circundante.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/seaweeds-aren-t-plants-seven-surprising-facts-about-aquatic-life-1783270938244.jpg" data-image="o3exd8902e4q"><figcaption>Algas aquáticas ("watermeal") em vários tons de verde a cobrir um lago.</figcaption></figure><p>Outras plantas aquáticas evoluíram para se tornarem predadores altamente eficientes. As utriculárias, por exemplo, são <strong>plantas carnívoras equipadas com minúsculas armadilhas subaquáticas capazes de capturar presas microscópicas numa fração de segundo</strong>.</p><div class="texto-destacado">Estas armadilhas rápidas permitem que as plantas obtenham nutrientes em águas onde os minerais essenciais são escassos.</div><p><strong>A reprodução também sofreu alterações drásticas sob a superfície da água</strong>. Enquanto muitas plantas terrestres dependem de insetos ou do vento para transportar o pólen, algumas plantas aquáticas recorrem, em vez disso, às correntes de água. Ao longo de milhões de anos, certas espécies marinhas chegaram mesmo a perder os genes responsáveis pela produção de aromas florais, uma vez que, debaixo de água, já não é necessário atrair polinizadores.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771056" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/algas-podem-ajudar-a-remover-microplasticos-da-agua-potavel-dizem-cientistas.html" title="Algas podem ajudar a remover microplásticos da água potável, dizem cientistas">Algas podem ajudar a remover microplásticos da água potável, dizem cientistas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/algas-podem-ajudar-a-remover-microplasticos-da-agua-potavel-dizem-cientistas.html" title="Algas podem ajudar a remover microplásticos da água potável, dizem cientistas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/algae-could-help-remove-microplastics-from-drinking-water-scientists-say-1779459603645_320.png" alt="Algas podem ajudar a remover microplásticos da água potável, dizem cientistas"></a></article></aside><p>Os cientistas também descobriram plantas aquáticas a prosperar em locais onde antes se pensava ser impossível a fotossíntese. Foram <strong>descobertos alguns musgos aquáticos a crescer a quase 140 metros abaixo da superfície em lagos excecionalmente límpidos</strong>, onde apenas pequenas quantidades de luz solar penetram. Estas descobertas demonstram a incrível adaptabilidade da vida aquática.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Para além da sua biologia fascinante, as plantas aquáticas desempenham um papel fundamental na proteção do planeta.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p><strong>Os prados de ervas marinhas, as florestas de mangais e outros ecossistemas costeiros armazenam enormes quantidades de carbono</strong>, tanto nos seus tecidos como nos sedimentos subjacentes. Este "carbono azul" pode permanecer retido durante séculos ou mesmo milhares de anos, tornando estes ecossistemas em alguns dos sumidouros naturais de carbono mais eficazes da Terra e em<strong> valiosos aliados na luta contra as mudanças climáticas</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/as-algas-nao-sao-plantas-factos-surpreendentes-sobre-a-vida-aquatica-que-precisa-de-saber.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Astrônomos alertam: "O espaço está se esgotando, milhões de satélites ameaçam apagar as estrelas"]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/astronomos-alertam-o-espaco-esta-se-esgotando-milhoes-de-satelites-ameacam-apagar-as-estrelas.html</link><pubDate>Tue, 07 Jul 2026 10:24:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Um estudo internacional alerta que os planos para lançar milhões de satélites podem comprometer seriamente a observação do universo e alterar para sempre a qualidade do céu noturno.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/los-astronomos-advierten-el-espacio-se-queda-sin-espacio-millones-de-satelites-amenazan-con-apagar-las-estrellas-1783258355034.jpg" data-image="2n6rkqe7vqfa"><figcaption>Atualmente, os pedidos da SpaceX e da Reflect Orbital estão sendo avaliados pela Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC).</figcaption></figure><p>O número de <strong>satélites orbitando a Terra</strong> não parou de crescer nos últimos anos. Desde 2019, o número cresceu de alguns milhares para <strong>mais de 14.000</strong>, impulsionado principalmente pela implantação de grandes constelações destinadas a melhorar as telecomunicações globais. Contudo, o que hoje parece ser uma expansão acelerada pode ser apenas o começo.</p><p>Um novo <strong>estudo </strong>do Observatório Europeu do Sul (ESO), aceito para publicação na revista<em> Astronomy & Astrophysics</em>, alerta que as propostas atualmente em cima da mesa contemplam o <strong>lançamento de mais de 1,7 milhões de novos satélites</strong>.</p><div class="texto-destacado">Caso se concretize, o impacto na astronomia será de uma magnitude sem precedentes.</div><p>A pesquisa conclui que, para manter a capacidade de observação dos telescópios modernos,<strong> o número de satélites visíveis deve ser mantido abaixo de 100.000</strong>, desde que sejam também suficientemente tênues para passarem despercebidos a olho nu.</p><h2>Um céu cada vez mais brilhante dificulta exploração do Universo</h2><p>Este estudo é o primeiro a avaliar de forma abrangente como <strong>as mega-constelações alteram o brilho natural do céu noturno</strong>. Até agora, grande parte da preocupação se concentrava nos rastros de luz deixados pelos satélites ao cruzarem o campo de visão dos telescópios. No entanto, o problema é muito mais amplo.</p><p>A<strong> luz solar refletida por essas espaçonaves aumenta o brilho de fundo do céu, reduzindo o contraste necessário para detectar objetos extremamente tênue</strong>s, como galáxias muito distantes, exoplanetas semelhantes à Terra ou asteroides potencialmente perigosos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/los-astronomos-advierten-el-espacio-se-queda-sin-espacio-millones-de-satelites-amenazan-con-apagar-las-estrellas-1783258415574.jpg" data-image="iseva6wfa6f5"><figcaption>Centenas de satélites cruzam o céu sobre o Deserto do Atacama (Chile) durante uma exposição de uma hora. Crédito: F. Kamphues, ESO/M. Kornmesser</figcaption></figure><p>“<strong>Até agora, conseguimos continuar trabalhando, mas a situação está piorando</strong>”, afirma Olivier Hainaut, astrônomo do ESO e autor principal do estudo. Embora reconheça que algumas empresas, incluindo a <em>SpaceX</em>, tomaram medidas para reduzir o brilho de seus satélites, ele acredita que a quantidade planejada para os projetos atuais excede em muito o que a astronomia pode tolerar.</p><p>Simulações realizadas pela equipe indicam uma situação preocupante. Uma exposição de duas horas com o <em>Very Large Telescope</em> (VLT) do ESO poderia registrar dezenas de rastros de satélites em uma única imagem, resultando em perdas de até 28% do campo observado. Em telescópios de campo amplo, como o Observatório Vera C. Rubin, muitas imagens poderiam se tornar inutilizáveis por várias horas a cada noite.</p><p>Os pesquisadores apontam que os <strong>satélites </strong>iluminados pelo Sol são muito mais brilhantes do que os objetos astronômicos estudados. Quando um deles cruza a área observada, deixa um rastro luminoso que <strong>obscurece as informações correspondentes ao objeto atrás dele</strong>.</p><h2>Satélites com espelhos: um projeto que traz preocupação</h2><p>Dentre todos os projetos analisados, um em particular gerou considerável preocupação na comunidade científica. Trata-se da <em>Reflect Orbital</em>, uma empresa que propõe implantar uma constelação de satélites equipados com <strong>espelhos capazes de refletir a luz solar de volta para a Terra à noite</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="769472" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/a-atmosfera-superior-esta-ficando-cada-vez-mais-poluida-por-lancamentos-de-satelites.html" title="A atmosfera superior está ficando cada vez mais poluída por lançamentos de satélites">A atmosfera superior está ficando cada vez mais poluída por lançamentos de satélites</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/a-atmosfera-superior-esta-ficando-cada-vez-mais-poluida-por-lancamentos-de-satelites.html" title="A atmosfera superior está ficando cada vez mais poluída por lançamentos de satélites"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/the-upper-atmosphere-is-seeing-an-increased-amount-of-pollution-from-satellite-launches-according-to-a-new-study-1778877633634_320.jpg" alt="A atmosfera superior está ficando cada vez mais poluída por lançamentos de satélites"></a></article></aside><p>A empresa planeja lançar um satélite de teste ainda este ano e atingir uma frota de 50.000 unidades até 2035. De acordo com os cálculos do estudo, <strong>esses seriam os satélites mais brilhantes já colocados em órbita</strong>.</p><p><strong>Dentro do feixe refletido, um desses satélites poderia parecer até quatro vezes mais brilhante que a Lua cheia</strong>. Mesmo fora dessa área de iluminação direta, seu brilho seria comparável ao de Vênus e suficiente para aumentar o brilho geral do céu noturno de três a quatro vezes. Nessas condições, um único feixe poderia comprometer certas observações científicas e, com toda a constelação em operação, um grande número de imagens se tornaria inutilizável para pesquisa.</p><h2>Um limite para proteger a astronomia e o meio ambiente</h2><p>Os autores argumentam que ainda é possível reduzir esses impactos estabelecendo limites para o crescimento das mega-constelações. Sua proposta é que o <strong>número de satélites visíveis não ultrapasse 100.000</strong> e que todos eles <strong>tenham um brilho abaixo da magnitude visual 7</strong>, para que permaneçam invisíveis ao olho humano.</p><p>"Não é um número absoluto; pessoalmente, eu preferiria 50.000", reconhece Hainaut. Mesmo assim, ele acredita que um máximo de 100.000 produziria perdas comparáveis às já causadas por outras limitações técnicas comuns na observação astronômica.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/los-astronomos-advierten-el-espacio-se-queda-sin-espacio-millones-de-satelites-amenazan-con-apagar-las-estrellas-1783258399722.jpg" data-image="onp4rtj4l9g1"><figcaption>O aumento no número de lançamentos e subsequentes reentradas de milhares de satélites também teria consequências para a qualidade do ar, os ecossistemas e os ritmos biológicos.</figcaption></figure><p>Atualmente, os pedidos da <em>SpaceX </em>e da <em>Reflect Orbital </em>estão sendo avaliados pela Comissão Federal de Comunicações (FCC) dos EUA. O Observatório Europeu do Sul (ESO), juntamente com a Sociedade Real de Astronomia e a União Astronômica Internacional, já apresentou objeções formais, apoiadas pelos resultados desta pesquisa.</p><p>Para Betty Kioko, responsável pela coordenação da resposta do observatório europeu, a situação é clara: "<strong>Para a astronomia óptica, isso representa uma ameaça existencial</strong>".</p><p>Os pesquisadores também apontam que o problema vai além da astronomia. O aumento no número de lançamentos e a subsequente reentrada de milhares de satélites também teriam <strong>consequências para a qualidade do ar, os ecossistemas e os ritmos biológicos</strong>, abrindo um debate que envolve tanto o desenvolvimento tecnológico quanto a preservação do céu noturno.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Olivier%20R.%20Hainaut" data-year="2026" data-title="Large%20or%20bright%20satellite%20constellations%3A%20Effects%20on%20observations%2C%20including%20on%20the%20background%20sky%20brightness" data-url="https%3A%2F%2Farxiv.org%2Fabs%2F2604.09427">Olivier R. Hainaut. (2026). <a href="https://arxiv.org/abs/2604.09427" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Large or bright satellite constellations: Effects on observations, including on the background sky brightness</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/astronomos-alertam-o-espaco-esta-se-esgotando-milhoes-de-satelites-ameacam-apagar-as-estrelas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Segunda frente fria da semana avança a partir de sexta-feira; confira a nova mudança do tempo]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/segunda-frente-fria-da-semana-avanca-a-partir-de-sexta-feira-confira-a-nova-mudanca-do-tempo.html</link><pubDate>Tue, 07 Jul 2026 08:23:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma nova frente fria acompanhada por uma intensa massa de ar polar deve avançar pelo Brasil a partir de sexta-feira (10), trazendo chuva forte, temporais e queda das temperaturas no Sul, além de manter o frio intenso e o risco de geadas na próxima semana.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xam3sli"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xam3sli.jpg" id="xam3sli"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Nos últimos dias, <strong>uma frente fria já atuou sobre o país junto a uma massa de ar frio.</strong> O sistema ocasionou chuvas e faz as temperaturas caírem em grande parte do centro-sul do país, mas já deixou de atuar sobre a região Sul, onde nesta terça-feira (7) a tendência é de <strong>tempo predominantemente aberto, firme e seco.</strong> </p><div class="texto-destacado">No entanto, de acordo com as últimas previsões meteorológicas, já existe previsão de uma segunda frente fria avançando pelo Brasil ao longo da sexta-feira (10), trazendo novamente nebulosidade e chuvas fortes para todos os estados da região Sul.</div><p>Isso significa que, após uma semana com dias de céu aberto e tempo seco (<em>como é possível observar no vídeo acima</em>), o sistema <strong>voltará a formar chuvas sobre a região Sul nesta próxima sexta-feira (10)</strong>. Nuvens e pancadas de chuva se formarão nos três estados do Sul (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná) ao longo do dia.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/segunda-frente-fria-da-semana-avanca-a-partir-de-sexta-feira-confira-a-nova-mudanca-do-tempo-1783356561904.jpg" data-image="jwnky8705epc" alt="Previsão de nebulosidade e chuva às 12h, 18h e 24h da próxima sexta-feira." title="Previsão de nebulosidade e chuva às 12h, 18h e 24h da próxima sexta-feira."><figcaption>Previsão de nebulosidade e chuva às 12h, 18h e 24h da próxima sexta-feira mostram o início da formação de um sistema ocasionando chuvas sobre os três estados da região Sul.</figcaption></figure><p>A <strong>intensidade das tempestades</strong> pode ainda <strong>aumentar ao longo do final de semana</strong>. Previsões indicam que, ao longo do sábado, a pressão na região cairá de maneira considerável sobre a região Sul, intensificando as chuvas sobre uma região que compreende os três estados (<em>com exceção do sudoeste gaúcho</em>).</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>A intensificação da frente e as tempestades trazem r<strong>iscos mais altos de transtornos para a população</strong>, como cortes no fornecimento de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos, pequenos deslizamentos e descargas elétricas (raios) especialmente ao longo do<strong> sábado (11).</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/segunda-frente-fria-da-semana-avanca-a-partir-de-sexta-feira-confira-a-nova-mudanca-do-tempo-1783356609704.jpg" data-image="1mkv2ruhk470" alt="Previsão de nebulosidade e chuva no sábado (11) durante a noite." title="Previsão de nebulosidade e chuva no sábado (11) durante a noite."><figcaption>Previsão de nebulosidade e chuva no sábado (11) durante a noite mostram as tempestades se intensificando sobre a região Sul, podendo ocasionar transtornos para a população.</figcaption></figure><p>Em parte, a incidência e formação de ciclones e frentes frias com maior frequência no mês de Julho é um reflexo de uma <strong>mudança no comportamento do índice da Oscilação Antártica</strong>, que está começando a cair de valores positivos em direção a valores negativos. </p><div class="texto-destacado">A Oscilação Antártica é um índice capaz de traçar panoramas climáticos para o centro-sul do país com previsibilidade de cerca de duas semanas. Tendências e/ou valores negativos tendem a favorecer a atuação de sistemas de precipitação no Sul do país, como ciclones e frentes frias.</div><p>Na prática, <strong>valores negativos</strong> tendem a indicar uma <strong>atuação mais frequente de sistemas transientes</strong> sobre o Sul do país - como ciclones e frentes frias de duração mais curta e avanço mais rápido, capazes de causar tempestades severas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/segunda-frente-fria-da-semana-avanca-a-partir-de-sexta-feira-confira-a-nova-mudanca-do-tempo-1783356643658.jpg" data-image="4qa9pkbp9kut" alt="Mapa de condição registrada e previsão da Oscilação Antártica." title="Mapa de condição registrada e previsão da Oscilação Antártica."><figcaption>Mapa de condição registrada (linha cheia preta) e previsão (linhas vermelhas e média em linha tracejada) da Oscilação Antártica ao longo das primeiras semanas de Julho de 2026.</figcaption></figure><p>O sistema virá acompanhado ainda de uma <strong>massa de ar polar muito intensa</strong>, que avançará pelo Brasil ao longo do final de semana, fazendo as temperaturas caírem na região Sul a partir do domingo (12). O sistema <strong>manterá o frio intenso sobre o Sul do país ao longo da semana que vem</strong>, e pode afetar também estados do Sudeste e do Centro-Oeste.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777339" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/massa-de-ar-frio-avanca-pelo-centro-sul-e-traz-marcas-de-ate-6-c-veja-a-previsao.html" title="Massa de ar frio avança pelo Centro-Sul e traz marcas de até -6°C; veja a previsão">Massa de ar frio avança pelo Centro-Sul e traz marcas de até -6°C; veja a previsão</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/massa-de-ar-frio-avanca-pelo-centro-sul-e-traz-marcas-de-ate-6-c-veja-a-previsao.html" title="Massa de ar frio avança pelo Centro-Sul e traz marcas de até -6°C; veja a previsão"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/massa-de-ar-frio-avanca-pelo-centro-sul-e-traz-marcas-de-ate-6-c-veja-a-previsao-1783343371208_320.jpg" alt="Massa de ar frio avança pelo Centro-Sul e traz marcas de até -6°C; veja a previsão"></a></article></aside><p>Embora os modelos não indiquem a formação de temperaturas negativas nas regiões serranas no Sul, ainda assim haverá <strong>risco de temperaturas muito baixas e novas geadas.</strong> O frio atingirá um pico de intensidade entre a terça-feira (14) e a quarta-feira (15) da semana que vem.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/segunda-frente-fria-da-semana-avanca-a-partir-de-sexta-feira-confira-a-nova-mudanca-do-tempo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[7 vilas brasileiras disputam título de melhores destinos rurais do mundo (selo da ONU); veja a lista]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/7-vilas-brasileiras-disputam-titulo-de-melhores-destinos-rurais-do-mundo-selo-da-onu-veja-a-lista.html</link><pubDate>Mon, 06 Jul 2026 23:32:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>As sete vilas brasileiras concorrem a selo internacional da ONU Turismo que reconhece destinos comprometidos com a preservação da cultura, da natureza e das tradições. Descubra aqui quais são elas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/7-vilas-brasileiras-disputam-titulo-de-melhores-destinos-rurais-do-mundo-selo-da-onu-veja-a-lista-1783362571334.jpg" data-image="0ch03gqmsrek"><figcaption>Com ruas de pedrinhas, paisagens deslumbrantes e casas coloridas, o vilarejo de Conceição de Ibitipoca, em Minas Gerais, reúne atrações para quem busca tanto uma boa aventura quanto um tempo de descanso. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p><strong>Sete comunidades rurais</strong> <strong>brasileiras </strong>de cinco estados (Minas Gerais, São Paulo, Bahia, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) estão <strong>disputando o selo internacional "<em>Best Tourism Villages</em>"</strong> (ou “<strong>Melhores Vilas Turísticas do Mundo</strong>”) concedido pela ONU Turismo. </p><p>Este prêmio reconhece destinos que <strong>preservam o patrimônio cultural e natural</strong>, <strong>promovem o turismo sustentável</strong> e que fortalecem o desenvolvimento das comunidades locais. </p><p>As sete localidades brasileiras concorrem com outras 261 vilas de diferentes países, e o <strong>resultado será anunciado em dezembro</strong> em um evento em Buenos Aires, na Argentina. </p><p>Conheça abaixo quais são essas vilas brasileiras.</p><h2>As 7 vilas brasileiras que disputam título da ONU</h2><p>O prêmio foi criado em 2021 e para participar, as localidades devem ter até 15 mil habitantes e <strong>preservar atividades tradicionais, como agricultura, pesca, pecuária ou silvicultura, e manter valores culturais e modos de vida comunitários</strong>.</p><p>As sete localidades brasileiras são:</p><h3>Conceição de Ibitipoca (MG)</h3><p>Conceição de Ibitipoca é um<strong> charmoso distrito de Lima Duarte</strong>, em Minas Gerais. Famoso pelo <strong>ecoturismo</strong>, abriga o Parque Estadual do Ibitipoca, que é o grande destaque da região, com trilhas em meio à natureza, grutas, piscinas naturais e cachoeiras de águas escuras, sendo o pico da Janela do Céu o seu principal cartão-postal. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="774071" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/eleita-uma-das-mais-bonitas-do-mundo-vila-no-para-esconde-fenomeno-raro-de-rios-que-nao-se-misturam.html" title="Eleita uma das mais bonitas do mundo, vila no Pará esconde fenômeno raro de rios que não se misturam">Eleita uma das mais bonitas do mundo, vila no Pará esconde fenômeno raro de rios que não se misturam</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/eleita-uma-das-mais-bonitas-do-mundo-vila-no-para-esconde-fenomeno-raro-de-rios-que-nao-se-misturam.html" title="Eleita uma das mais bonitas do mundo, vila no Pará esconde fenômeno raro de rios que não se misturam"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/eleita-uma-das-mais-bonitas-do-mundo-vila-no-para-esconde-fenomeno-raro-de-rios-que-nao-se-misturam-1781552658936_320.jpg" alt="Eleita uma das mais bonitas do mundo, vila no Pará esconde fenômeno raro de rios que não se misturam"></a></article></aside><p>A vila é muito elogiada por sua <strong>culinária afetiva mineira</strong> e possui uma rede hoteleira bem desenvolvida e charmosa. </p><h3>Araçá, em Porto Belo (SC)</h3><p>A Vila do Araçá, em Porto Belo, Santa Catarina, começou como um local de <strong>tradição pesqueira</strong>, de famílias que tiravam o próprio sustento do mar. A pesca artesanal é destaque e se tornou tradição, preservada pela comunidade.</p><p>Na Vila do Araçá moram <strong>pescadores artesãos, que fazem redes e outros instrumentos de trabalho na orla</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/7-vilas-brasileiras-disputam-titulo-de-melhores-destinos-rurais-do-mundo-selo-da-onu-veja-a-lista-1783362619956.jpg" data-image="t0rkorngqyug"><figcaption>Araçá, uma pequena comunidade pesqueira com poucas ruas ao sul de Porto Belo, em Santa Catarina. Na foto, a praia de Araçá. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>As suas belas paisagens contam com mar azul e muitos barcos locais. É um refúgio da natureza, com costões de pedra e vegetação preservada.</p><h3>Delfinópolis (MG)</h3><p>Delfinópolis é um<strong> refúgio preservado de ecoturismo</strong> no sudoeste de Minas Gerais, famoso por suas diversas cachoeiras.</p><p>É uma das portas de entrada para o Parque Nacional da Serra da Canastra, atraindo visitantes em busca de trilhas, rios cristalinos e<strong> autêntica culinária mineira</strong> com a produção do tradicional<strong> Queijo Canastra, o qual é reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial pelo IPHAN </strong>(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).</p><h3>Holambra (SP)</h3><p>Holambra, em São Paulo, conhecida como a "<strong>Cidade das Flores</strong>", é a maior produtora de flores e plantas ornamentais do Brasil.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/7-vilas-brasileiras-disputam-titulo-de-melhores-destinos-rurais-do-mundo-selo-da-onu-veja-a-lista-1783364304421.jpg" data-image="s58hlampqnqz"><figcaption>Holambra combina a forte herança da imigração holandesa com arquitetura charmosa, gastronomia típica e vastos campos floridos. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>Foi <strong>fundada por imigrantes holandeses e preserva influências dos Países Baixos na arquitetura, na gastronomia e nas manifestações culturais</strong>.</p><p>As três atrações principais que ocorrem por lá são a Expoflora (maior festa de flores da América Latina), o Moinho Povos Unidos e os campos de flores e girassóis.</p><h3>Lençóis (BA)</h3><p>Lençóis é um município baiano localizado na <strong>Chapada Diamantina</strong>, famosa por seu <strong>casario histórico do século 19</strong>. É a principal porta de entrada e base turística da região.</p><p>O <strong>centro histórico, com ruas de pedra e sobrados conservados</strong>, preserva marcas do período de exploração de diamantes da época.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/7-vilas-brasileiras-disputam-titulo-de-melhores-destinos-rurais-do-mundo-selo-da-onu-veja-a-lista-1783364718212.jpg" data-image="tv8eaowdso07"><figcaption>Lençóis é tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e oferece belo roteiro arquitetônico pelos casarios do século 19. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>A charmosa cidade destaca-se por sua excelente infraestrutura hoteleira, ricas <strong>heranças do ciclo do diamante</strong> e proximidade com as atrações naturais mais impressionantes da região, como o Morro do Pai Inácio, o Poço do Diabo e a Cachoeira do Mosquito.</p><h3>São José do Barreiro (SP)</h3><p>São José do Barreiro é uma <strong>estância turística no Vale do Paraíba</strong>, em São Paulo, famosa por abrigar a parte alta do Parque Nacional da Serra da Bocaina. tem cerca de 3.800 habitantes e é o ponto de partida para a clássica Trilha do Ouro e para o Pico do Tira Chapéu.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/7-vilas-brasileiras-disputam-titulo-de-melhores-destinos-rurais-do-mundo-selo-da-onu-veja-a-lista-1783364964595.jpg" data-image="92se0t07c80d"><figcaption>Cercado por montanhas, o município de São José do Barreiro reúne atrativos ligados à natureza e à história do interior paulista. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>A região<strong> preserva fazendas históricas da época do Ciclo do Café</strong>, sendo algumas construídas na década de 1830, como a Fazenda Catadupa. O município conta com opções de hotéis fazenda e <strong>culinária típica</strong>. </p><h3>Vila Flores (RS)</h3><p>Vila Flores é um município da <strong>Serra Gaúcha</strong> com pouco mais de 3.500 habitantes. Conhecida como <strong>a "Terra da Fé, Pão e Vinho"</strong>, a cidade é famosa pelo seu turismo de bem-estar. </p><p>As suas <strong>tradições tem herança dos imigrantes italianos </strong>e reúne turismo rural, gastronomia típica, artesanato e manifestações culturais presentes no cotidiano. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/7-vilas-brasileiras-disputam-titulo-de-melhores-destinos-rurais-do-mundo-selo-da-onu-veja-a-lista-1783363551294.jpg" data-image="4xhu0v4esasu"><figcaption>Casa Fiori, uma construção típica de imigrantes italianos do início do século passado, mais precisamente de 1913. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>A vila abriga empreendimentos gastronômicos em<strong> casarões históricos</strong> e espaços dedicados ao artesanato local. Um exemplo é a Casa Fiori, com receitas familiares e pães assados em forno.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Muradi%2C%20A" data-year="2026" data-title="Sete%20vilas%20do%20Brasil%20disputam%20selo%20de%20reconhecimento%20da%20ONU" data-url="https%3A%2F%2Fbpmoney.com.br%2Fbrasil%2Fsete-vilas-do-brasil-disputam-selo-de-reconhecimento-da-onu%2F">Muradi, A. (2026). <a href="https://bpmoney.com.br/brasil/sete-vilas-do-brasil-disputam-selo-de-reconhecimento-da-onu/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Sete vilas do Brasil disputam selo de reconhecimento da ONU</a>.</cite><br><cite data-author="Carrilho%2C%20C" data-year="2026" data-title="7%20vilas%20brasileiras%20disputam%20t%C3%ADtulo%20de%20melhores%20destinos%20rurais%20do%20mundo" data-url="https%3A%2F%2Fviagemeturismo.abril.com.br%2Fbrasil%2F7-vilas-brasileiras-disputam-titulo-de-melhores-destinos-rurais-do-mundo%2F">Carrilho, C. (2026). <a href="https://viagemeturismo.abril.com.br/brasil/7-vilas-brasileiras-disputam-titulo-de-melhores-destinos-rurais-do-mundo/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">7 vilas brasileiras disputam título de melhores destinos rurais do mundo</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/7-vilas-brasileiras-disputam-titulo-de-melhores-destinos-rurais-do-mundo-selo-da-onu-veja-a-lista.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Como o calor extremo e a mudança climática estão transformando a Copa do Mundo com partidas mais lentas]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/como-o-calor-extremo-e-a-mudanca-climatica-estao-transformando-a-copa-do-mundo-com-partidas-mais-lentas.html</link><pubDate>Mon, 06 Jul 2026 21:22:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Com o início das oitavas de final deste evento esportivo mundial, as altas temperaturas tornaram-se um perigo para os jogadores de futebol, representando um risco que varia entre as cidades-sede.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/como-el-calor-extremo-y-el-cambio-climatico-estan-transformando-el-mundial-de-futbol-2026-con-partidos-mas-lentos-1783136711359.png" data-image="kjmq24bb514d" alt="copa do mundo, futebol, bola" title="copa do mundo, futebol, bola"><figcaption>As condições ambientais em constante mudança afetam nossas atividades diárias e, às vezes, podem nos dar um belo susto.</figcaption></figure><p>Nesta <strong>Copa do Mundo 2026</strong>, <strong>uma em cada quatro partidas foi disputada sob condições de calor perigosas</strong>. Nessas circunstâncias, os jogadores percorrem distâncias menores e sofrem um desgaste físico significativamente maior.</p><p>O <em>World Weather Attribution</em> (WWA) estimou que pelo menos 26 das 104 partidas ocorreriam em condições nas quais o <strong>estresse térmico </strong>representa um risco real para os atletas, com base nos limites estabelecidos pelo sindicato global dos jogadores.</p><div class="texto-destacado"><p>Diante dessas condições extremas, especialistas recomendam adiar a partida. O problema não reside apenas na temperatura do ar, mas em uma medida que leva em conta a umidade, o calor, a radiação solar e o vento.</p></div><p>A previsão indicava que a <strong>temperatura de bulbo úmido</strong> poderia atingir 28°C durante pelo menos cinco das partidas. Vale ressaltar que a temperatura de bulbo úmido não é o mesmo que a temperatura do ar; trata-se, na verdade, de uma medida que leva em consideração a umidade, o calor, a radiação solar e o vento.</p><p>As <strong>condições meteorológicas são analisadas para calcular o estresse térmico real sobre o corpo</strong>. Por exemplo, uma temperatura do ar de 40°C com 30% de umidade corresponde a uma temperatura de bulbo úmido global de aproximadamente 26 graus — condições nas quais o desempenho físico começa a cair.</p><h2>O risco não é o mesmo em todas as sedes do Mundial</h2><p>Segundo o estudo da WWA, cidades do interior e do sul dos EUA, juntamente com as três cidades-sede mexicanas, são as mais vulneráveis. Os <strong>estádios da Filadélfia, de Miami e de Kansas City apresentam alta probabilidade de atingir níveis perigosos</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/como-el-calor-extremo-y-el-cambio-climatico-estan-transformando-el-mundial-de-futbol-2026-con-partidos-mas-lentos-1783136735710.png" data-image="8y6b2mflhi19" alt="copa do mundo, mundial" title="copa do mundo, mundial"><figcaption>Várias cidades-sede da Copa do Mundo, como Miami, apresentaram fatores de risco à saúde.</figcaption></figure><p>Observou-se também que locais tradicionalmente mais frios, como Vancouver e Toronto, poderiam enfrentar ondas de calor extremas. Em 2021, um evento climático semelhante fez com que as temperaturas do ar atingissem 49,6°C, resultando em mais de 600 mortes.</p><p>Antes do início da Copa do Mundo, estimava-se que quase metade das partidas de futebol apresentava 50% de probabilidade de ocorrer sob condições de calor capazes de afetar o desempenho dos jogadores.<strong> Das 104 partidas, 97 foram identificadas como tendo maior probabilidade de sofrer restrições </strong>devido às mudanças climáticas.</p><h3>Um alerta antes do Mundial de Clubes de 2025</h3><p>Estudo realizado durante <strong>o Mundial de Clubes de 2025 analisou 57 partidas, resultando em 1.070 observações</strong>. O estudo revelou que a temperatura do bulbo úmido ultrapassou os 28 graus em 31 partidas, indicando que os jogadores de futebol estavam expostos a um risco extremo de doenças relacionadas ao calor.</p><div class="texto-destacado">Em condições de calor extremo, o desempenho do jogador é diretamente afetado, o que modifica as táticas de jogo e representa mais do que apenas um desconforto ambiental.</div><p>Em partidas de futebol profissional, especialmente nos níveis mais altos, os <strong>jogadores têm acesso a bolsas de gelo, pausas para hidratação e equipes de apoio médico</strong>. Por outro lado, os torcedores são os que têm menos proteção, já que apenas três estádios possuem ar-condicionado.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/como-el-calor-extremo-y-el-cambio-climatico-estan-transformando-el-mundial-de-futbol-2026-con-partidos-mas-lentos-1783136817791.png" data-image="uy8w0qydej3b"><figcaption>Condições cada vez mais extremas podem pôr em risco a prática amadora deste esporte.</figcaption></figure><p>Mesmo com ar condicionado ou ventilação, o perigo permanece. Filas de acesso, estacionamentos, áreas destinadas a torcedores e comemorações ao ar livre expõem as pessoas a<strong> condições de calor perigosas</strong> por muito mais tempo do que os jogadores.</p><h2>Condições futuras perigosas</h2><p>A projeção para 2050 é ainda mais alarmante. Espera-se que quatorze das dezesseis cidades-sede da Copa do Mundo enfrentem calor extremo, o que sem dúvida será muito mais perigoso do que as condições atuais, a menos que <strong>medidas de adaptação adequadas sejam implementadas</strong>.</p><p>Jogadores que utilizam campos de futebol rurais, sem sombra, drenagem, água, refrigeração ou ventilação artificial, estão muito mais expostos do que os atletas que competem na Copa do Mundo.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="774253" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/os-novos-guardioes-dos-estadios-caes-robos-chegam-a-copa-do-mundo-de.html" title="Os novos guardiões dos estádios: cães robôs chegam à Copa do Mundo de 2026">Os novos guardiões dos estádios: cães robôs chegam à Copa do Mundo de 2026</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/os-novos-guardioes-dos-estadios-caes-robos-chegam-a-copa-do-mundo-de.html" title="Os novos guardiões dos estádios: cães robôs chegam à Copa do Mundo de 2026"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/los-nuevos-guardianes-de-los-estadios-los-perros-robot-llegan-al-mundial-de-futbol-1781626059428_320.jpg" alt="Os novos guardiões dos estádios: cães robôs chegam à Copa do Mundo de 2026"></a></article></aside><p>Em resposta a essa situação, o Secretário Executivo da ONU para Mudanças Climáticas emitiu um alerta sobre os atuais hábitos de consumo de combustíveis fósseis. “<strong>O planeta está aquecendo</strong> após mais de um século de uso desse tipo de energia”, explicou. “Isso retém o calor na atmosfera, e agora estamos sentindo isso em todos os lugares”, disse.</p><p>Ele concluiu fazendo um apelo aos torcedores: “O esporte é a força unificadora mais poderosa do mundo. Se os amantes do futebol unirem suas vozes para protegê-lo do calor extremo, isso marcará uma virada. Não se trata apenas de salvar o esporte; trata-se de proteger o mundo do qual ele depende, o mundo do qual todos nós dependemos”.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Garc%C3%ADa%2C%20M" data-year="2026" data-title="Calor%20extremo%2C%20pausas%20para%20hidratarse%20y%20partidos%20m%C3%A1s%20lentos%3A%20as%C3%AD%20cambia%20el%20cambio%20clim%C3%A1tico%20el%20Mundial%202026" data-url="https%3A%2F%2Fnews.un.org%2Fes%2Fstory%2F2026%2F06%2F1541552">García, M. (2026). <a href="https://news.un.org/es/story/2026/06/1541552" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Calor extremo, pausas para hidratarse y partidos más lentos: así cambia el cambio climático el Mundial 2026</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/como-o-calor-extremo-e-a-mudanca-climatica-estao-transformando-a-copa-do-mundo-com-partidas-mais-lentas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Fenômeno luminoso faz mar brilhar na cor azul em praia do Ceará ]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/fenomeno-luminoso-faz-mar-brilhar-na-cor-azul-em-praia-do-ceara.html</link><pubDate>Mon, 06 Jul 2026 20:00:46 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>O aumento repentino de matéria orgânica e o aquecimento das águas favoreceram a floração de microalgas dinoflageladas que iluminaram as praias escuras do leste do Ceará nesta semana. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/fenomeno-luminoso-faz-mar-brilhar-em-tom-azul-em-praia-do-ceara-1783362176794.jpg" data-image="zmlswabk2bel" alt="Moradores da praia de Requenguela flagram águas brilhantes durante a noite. Foto: Thiago Tavares (@thiagoicapui)" title="Moradores da praia de Requenguela flagram águas brilhantes durante a noite. Foto: Thiago Tavares (@thiagoicapui)"><figcaption>Moradores da praia de Requenguela flagram águas brilhantes durante a noite. Foto: Thiago Tavares (@thiagoicapui)</figcaption></figure><p>A pacata praia de Requenguela, situada em Icapuí, no litoral leste do Ceará, foi palco de um impressionante espetáculo natural recentemente. Durante o período noturno,<strong> as águas calmas da região apresentaram um intenso brilho em tom azul</strong> neon que surpreendeu moradores e visitantes.</p><p>O registro em vídeo foi capturado pela estudante Estrela Guadalupe da Silva, de 20 anos, que trafegava pelo local e decidiu compartilhar as imagens na internet. A gravação rapidamente viralizou nas plataformas digitais, reacendendo debates sobre <strong>o evento que pescadores antigos chamam tradicionalmente de "fogo no mar".</strong></p><h2>A ciência por trás do brilho azul</h2><p>De acordo com estudos, <strong>essa iluminação subaquática é classificada como bioluminescência</strong>, caracterizada pela capacidade de seres vivos emitirem luz própria. No ambiente oceânico, a manifestação visual decorre da aglomeração massiva de microrganismos unicelulares microscópicos, majoritariamente dinoflagelados que compõem o fitoplâncton.</p><p>A espécie <em>Noctiluca scintillans</em> é apontada por cientistas como uma das principais responsáveis por criar esse efeito de céu estrelado no oceano. <strong>O brilho fluorescente resulta de um processo químico de oxidação intracelular</strong> que ocorre quando a proteína luciferina entra em contato direto com o oxigênio.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/fenomeno-luminoso-faz-mar-brilhar-em-tom-azul-em-praia-do-ceara-1783362544144.jpg" data-image="kmrtionj3iwt" alt="A espécie Noctiluca scintillans e outras microalgas são responsáveis por colorir o oceano de azul fluorescente. Foto: Thiago Tavares (@thiagoicapui)" title="A espécie Noctiluca scintillans e outras microalgas são responsáveis por colorir o oceano de azul fluorescente. Foto: Thiago Tavares (@thiagoicapui)"><figcaption>A espécie Noctiluca scintillans e outras microalgas são responsáveis por colorir o oceano de azul fluorescente. Foto: Thiago Tavares (@thiagoicapui)</figcaption></figure><p><strong>Essa reação é impulsionada e acelerada pela enzima luciferase, que atua como catalisadora biológica</strong> para liberar energia na forma de fótons de luz visível. Trata-se de uma emissão biológica de luz fria, o que significa que o processo químico gera luminosidade sem propagar calor pelo meio ambiente.</p><p>Para que o brilho seja percebido humanamente, <strong>os organismos dependem de um gatilho mecânico externo</strong> que quebre a calmaria da água. Este estímulo físico costuma ser provocado pelo impacto natural das ondas, por passos firmes na areia úmida ou por objetos arremessados no mar.</p><h2>Impactos ambientais e turismo em ascensão</h2><p>Pesquisadores explicam que<strong> os dinoflagelados são invisíveis a olho nu e necessitam estar em alta concentração</strong> para que a luz seja detectada. Esse aumento populacional repentino, conhecido como floração, ocorre com maior frequência durante as estações quentes, impulsionado pela grande oferta de matéria orgânica na costa.</p><p>Apesar do forte apelo visual que encanta entusiastas da fotografia, <strong>a multiplicação desmedida desses organismos acende alertas ecológicos</strong> nas comunidades litorâneas. Concentrações excessivas de microalgas podem bloquear a luz solar direta e diminuir drasticamente os níveis de oxigênio disponíveis na água, prejudicando a fauna.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/fenomeno-luminoso-faz-mar-brilhar-em-tom-azul-em-praia-do-ceara-1783362818725.jpg" data-image="n7qu3jou1h0x" alt="Brilho azul fluorescente visto em praias do Nordeste serve como mecanismo de defesa para microrganismos marinhos. Imagem: Ilustração" title="Brilho azul fluorescente visto em praias do Nordeste serve como mecanismo de defesa para microrganismos marinhos. Imagem: Ilustração"><figcaption>Brilho azul fluorescente visto em praias do Nordeste serve como mecanismo de defesa para microrganismos marinhos. Imagem: Ilustração</figcaption></figure><p>Análises preliminares indicam que o contato com os microrganismos de Icapuí <strong>não apresenta toxicidade aparente e não oferece riscos imediatos à saúde </strong>dos banhistas. No entanto, institutos de ciências do mar recomendam cautela aos visitantes, visto que a espécie exata atuante na praia ainda não foi laboratorialmente identificada.</p><p>A repercussão do acontecimento transformou a rotina da cidade cearense, <strong>que conta com pouco mais de 20 mil habitantes segundo dados demográficos</strong>. O fluxo intensificado de turistas em busca do mar brilhante gerou atritos pontuais com a comunidade pesqueira tradicional da Praia de Requenguela.</p><h2>Preservação e registros ao longo dos anos</h2><p>Moradores nativos relatam que o aparecimento do fenômeno na região é antigo, com registros informais que remontam a várias décadas atrás. <strong>P</strong><strong>rofissionais do documentam a bioluminescência local desde 2008</strong>, tendo obtido as primeiras imagens nítidas em 2022 por meio de longa exposição fotográfica.</p><p>Trabalhadores do mar relatam descontentamento com o comportamento de alguns visitantes que frequentam a praia durante a madrugada. O hábito de arremessar pedras constantemente para forçar o brilho da água <strong>atrapalha a atividade pesqueira noturna e danifica o manuseio das redes de arrasto</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="775635" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/fenomeno-raro-no-rio-da-prata-transforma-paisagem-durante-frio-em-ms.html" title="Fenômeno raro no Rio da Prata transforma paisagem durante frio em MS">Fenômeno raro no Rio da Prata transforma paisagem durante frio em MS</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/fenomeno-raro-no-rio-da-prata-transforma-paisagem-durante-frio-em-ms.html" title="Fenômeno raro no Rio da Prata transforma paisagem durante frio em MS"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/fenomeno-no-rio-da-prata-transforma-paisagem-com-frio-em-ms-1782404379033_320.jpg" alt="Fenômeno raro no Rio da Prata transforma paisagem durante frio em MS"></a></article></aside><p>Especialistas reforçam a necessidade de conscientização ambiental para que a <strong>atividade turística ocorra de maneira sustentável e sem degradar o habitat</strong>. Manifestações semelhantes de bioluminescência marinha ocorrem de forma intermitente em outros pontos do litoral brasileiro, como na Ilha do Mel e na Ilha do Cardoso.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Gabriela%20Feitosa" data-year="2026" data-title="Estudante%20mostra%20mar%20'brilhando'%20em%20praia%20do%20Cear%C3%A1%20e%20cena%20impressiona" data-url="https%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Fce%2Fceara%2Fnoticia%2F2026%2F07%2F05%2Festudante-flagra-fenomeno-raro-que-faz-agua-do-mar-brilhar-em-azul-video.ghtml">Gabriela Feitosa. (2026). <a href="https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/2026/07/05/estudante-flagra-fenomeno-raro-que-faz-agua-do-mar-brilhar-em-azul-video.ghtml" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Estudante mostra mar 'brilhando' em praia do Ceará e cena impressiona</a>.</cite><br><cite data-author="Cassandra%20Trentin" data-year="2023" data-title="Mar%20Bioluminescente" data-url="https%3A%2F%2Fwww3.unicentro.br%2Fpetfisica%2F2023%2F11%2F28%2Fmar-bioluminescente%2F">Cassandra Trentin. (2023). <a href="https://www3.unicentro.br/petfisica/2023/11/28/mar-bioluminescente/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Mar Bioluminescente</a>.</cite><br><cite data-author="Juliana%20De%20Lucca" data-year="2024" data-title="Noctiluca%3A%20o%20brilho%20%E2%80%98estrelado%E2%80%99%20do%20mar" data-url="https%3A%2F%2Fwww.bioicos.org.br%2Fpost%2Fnoctiluca-o-brilho-estrelado-do-mar">Juliana De Lucca. (2024). <a href="https://www.bioicos.org.br/post/noctiluca-o-brilho-estrelado-do-mar" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Noctiluca: o brilho ‘estrelado’ do mar</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/fenomeno-luminoso-faz-mar-brilhar-na-cor-azul-em-praia-do-ceara.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Nova frente fria muda o tempo no Sudeste; confira os estados atingidos pela mudança]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/nova-frente-fria-muda-o-tempo-no-sudeste-confira-os-estados-atingidos-pela-mudanca.html</link><pubDate>Mon, 06 Jul 2026 18:36:20 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma nova frente fria vai trazer uma mudança no tempo no Sudeste do Brasil nesta terça-feira (7). O sistema vai atuar de forma mais costeira, aumentando as chuvas no leste da região. Saiba mais aqui.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xam24ui"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xam24ui.jpg" id="xam24ui"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Uma nova<strong> frente fria </strong>está atuando sobre a Região Sul do Brasil nesta segunda-feira (6), associada a um ciclone que se formou ontem (5) no Oceano Atlântico, a leste da costa do Uruguai.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p>O sistema meteorológico vai avançar para o<strong> Sudeste </strong>do país nesta <strong>terça-feira (7)</strong>, atuando de <strong>forma mais costeira</strong> e provocando uma <strong>mudança no tempo</strong> principalmente nos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro.</p><p>Acompanhe a seguir mais detalhes da previsão do tempo.</p><h2>Frente fria costeira aumenta as chuvas no leste do Sudeste</h2><p>Essa <strong>frente fria vai atuar de forma mais costeira</strong> pelo Sudeste do país ao longo desta terça-feira (7) e sua passagem será rápida. Na quarta (8) ela já estará afastada da região e o tempo volta a ter uma breve trégua em praticamente todo o território.</p><p>Na <strong>terça-feira (7) </strong>de <strong>manhã</strong> o céu fica com muita nebulosidade e já <strong>chove de forma fraca e pontual </strong>em áreas do<strong> litoral sul</strong> e do<strong> leste de São Paulo</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/nova-frente-fria-muda-o-tempo-no-sudeste-confira-os-estados-atingidos-pela-mudanca-1783353956376.png" data-image="f6audbjqsxcy"><figcaption>Previsão de precipitação (em mm) e nebulosidade para terça-feira (7) às 14h à esquerda e para às 21h à direita, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Ao longo da <strong>tarde</strong>, a previsão é de<strong> muitas nuvens</strong> com algumas aberturas de sol, <strong>pancadas de chuva </strong>em toda a <strong>faixa leste paulista </strong>e chuvas mais fracas e isoladas em áreas do centro do estado. Essas chuvas também atingem o estado do<strong> Rio de Janeiro</strong>, com possibilidade de pancadas isoladas.</p><p>À <strong>noite</strong>, as instabilidades ficam mais concentradas no <strong>Litoral Norte de São Paulo</strong> e no <strong>centro-sul do Rio de Janeiro</strong>, e ainda podem ocorrer<strong> pancadas moderadas</strong> nestas áreas do território fluminense.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777322" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/duas-frentes-frias-avancam-pelo-brasil-nesta-semana-veja-os-dias-da-virada-no-tempo.html" title="Duas frentes frias avançam pelo Brasil nesta semana; veja os dias da virada no tempo">Duas frentes frias avançam pelo Brasil nesta semana; veja os dias da virada no tempo</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/duas-frentes-frias-avancam-pelo-brasil-nesta-semana-veja-os-dias-da-virada-no-tempo.html" title="Duas frentes frias avançam pelo Brasil nesta semana; veja os dias da virada no tempo"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/duas-frentes-frias-avancam-pelo-brasil-nesta-semana-veja-os-dias-da-virada-no-tempo-1783337286616_320.png" alt="Duas frentes frias avançam pelo Brasil nesta semana; veja os dias da virada no tempo"></a></article></aside><p>Além disso, entre o<strong> fim da noite e a madrugada de quarta-feira (8)</strong> podem ocorrer <strong>chuviscos no sul do Espírito Santo</strong>. </p><p>Na <strong>capital paulista</strong>, a terça-feira (7) será de sol com muitas nuvens e chance de pancadas de chuva à tarde e à noite. Na <strong>capital fluminense</strong>, céu parcialmente nublado e chuva fraca entre a tarde e a noite.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/nova-frente-fria-muda-o-tempo-no-sudeste-confira-os-estados-atingidos-pela-mudanca-1783354295938.jpg" data-image="7eoiz31np1qs"><figcaption>Previsão da probabilidade de precipitação (%) para quarta-feira (8) às 13h, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Na <strong>quarta-feira (8)</strong> a<strong> circulação marítima</strong> ainda pode aumentar a nebulosidade e provocar <strong>chuvas fracas e isoladas ou chuviscos</strong> nos estados do <strong>Rio de Janeiro</strong> e do <strong>Espírito Santo </strong>entre a manhã e a tarde.</p><p>Sendo assim, na <strong>capital fluminense </strong>o céu fica nublado e há possibilidade de chuva fraca durante a manhã. Mas na <strong>capital capixaba</strong>, sol com algumas nuvens e não chove.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Frente fria traz aumento da nebulosidade e pancadas de chuva ao leste de SP e centro-sul do RJ. No início da próxima semana, outra frente fria vai avançar pelo Sudeste formando chuva forte e temporais.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Nos <strong>estados de São Paulo e de Minas Gerais o tempo fica firme, com céu limpo e predomínio de sol</strong>. Algumas nuvens apenas em alguns momentos do dia no norte paulista e sul mineiro. Possibilidade de <strong>névoa ao amanhecer na capital paulista</strong>.</p><p>Após esta quarta (8), o tempo volta a ficar estável em praticamente todo o Sudeste, porém por um curto período. Já neste fim de semana, uma <strong>nova frente fria</strong> deve se formar e avançar pela região <strong>entre o domingo (12) e a terça-feira (14) </strong>levando <strong>chuva forte e temporais</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/nova-frente-fria-muda-o-tempo-no-sudeste-confira-os-estados-atingidos-pela-mudanca.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O ar condicionado tornou-se uma questão política na Europa: a onda de calor que mudou o debate]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/o-ar-condicionado-tornou-se-uma-questao-politica-na-europa-a-onda-de-calor-que-mudou-o-debate.html</link><pubDate>Mon, 06 Jul 2026 17:01:37 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Uma onda de calor histórica, com mais de 1.300 mortes registradas pela Organização Mundial da Saúde desde 21 de junho, trouxe à tona no debate público europeu uma questão que parecia resolvida: é necessário instalar mais aparelhos de ar condicionado?</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-aire-acondicionado-se-volvio-tema-politico-en-europa-la-ola-de-calor-que-cambio-el-debate-1783239402108.jpg" data-image="mnlkar03yp8o" alt="debate sobre ar condicionado" title="debate sobre ar condicionado"><figcaption>O debate sobre o uso de ar condicionado em grande parte da Europa tornou-se uma questão política em decorrência das ondas de calor cada vez mais intensas. No sul, a Espanha é um dos países mais bem preparados para lidar com o calor.</figcaption></figure><p>Na Europa, mais de 1.300 pessoas morreram em pouco mais de uma semana devido ao calor extremo. O Diretor-Geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, informou que, desde 21 de junho,<strong> foram registradas mais de 1.300 mortes adicionais ligadas às altas temperaturas no continente</strong> e que 150 milhões de pessoas estão atualmente vivendo em condições de calor extremo, segundo o jornal La Nación. Somente na França, as autoridades de saúde registraram quase 1.000 mortes a mais do que o esperado desde 24 de junho, a maioria delas entre pessoas com mais de 65 anos.</p><div class="texto-destacado"><p>Com mais de 1.300 mortes associadas ao calor extremo e milhões de pessoas expostas a temperaturas recordes, a Europa enfrenta um debate sem precedentes: como expandir os sistemas de refrigeração para salvar vidas sem agravar as mudanças climáticas.</p></div><p>Nesse contexto, uma questão resolvida há décadas em outras partes do mundo ressurge na agenda europeia: o ar condicionado. Segundo dados da Agência Internacional de Energia citados pela Euronews, <strong>apenas entre 19% e 20% dos lares europeus possuem esse sistema, bem abaixo dos estimados 90% para os Estados Unidos ou o Japão</strong>. Um dos países europeus mais bem preparados para lidar com o calor é a Espanha, onde é evidente que o ar condicionado salva vidas.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/su0DBiIgkYU/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=su0DBiIgkYU" id="su0DBiIgkYU"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>O que chama a atenção não é apenas a diferença em si, mas o fato de que a discussão sobre como eliminá-la, ou mesmo se vale a pena eliminá-la, deixou de ser uma questão técnica ou uma decisão individual, <strong>tornando-se um grande debate político, com posições opostas até mesmo dentro da mesma esfera ideológica</strong>. Com as casas incapazes de manter temperaturas internas abaixo de 35°C, esse debate continua a se intensificar.</p><h2><strong>Um conjunto habitacional que nunca foi projetado para o calor</strong></h2><p>A baixa penetração do ar condicionado na Europa não é apenas uma questão cultural: tem uma explicação estrutural. De acordo com um relatório de 2020 apoiado pelo Ministério da Transição Ecológica da França, apenas um quarto dos lares franceses possui ar condicionado. No Reino Unido, a proporção é ainda menor, em torno de 14%, segundo dados do The Guardian divulgados pela Radio-Canada.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="fr" dir="ltr">Cette animation est saisissante. Elle montre, en seulement quelques secondes, l'accélération spectaculaire de la fréquence des vagues de chaleur au cours des 126 dernières années en France.<br><br>Au cours des 10 dernières années (20172026), la France a connu 18 vagues de chaleur. À <a href="https://t.co/YJCwaaC8bJ">pic.twitter.com/YJCwaaC8bJ</a></p>— Dr. Serge Zaka (Dr. Zarge) (@SergeZaka) <a href="https://x.com/SergeZaka/status/2072741058216165747?ref_src=twsrc%5Etfw">July 2, 2026</a></blockquote></figure><p>Grande parte do parque habitacional europeu foi construído para reter calor durante o inverno, e <strong>não para dissipá-lo durante os verões cada vez mais extremos</strong>. Julien Hans, diretor de pesquisa e inovação do Centro Científico e Técnico da Construção (CSTB) da França, explicou à Euronews que aproximadamente metade das casas do país não está adaptada para suportar temperaturas tão altas quanto as registradas este ano.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-aire-acondicionado-se-volvio-tema-politico-en-europa-la-ola-de-calor-que-cambio-el-debate-1783239468409.jpg" data-image="wczoqob9ua8j" alt="Calor e saúde" title="Calor e saúde"><figcaption>(A) Média anual de horas de risco por pessoa para estresse térmico relacionado à atividade física (atividades de intensidade moderada) por sub-região europeia por hora do dia para três períodos (1990–2000, 2001–11 e 2012–22). (B) Variação na taxa de mortalidade relacionada ao calor, expressa como o número de mortes por 100.000 habitantes entre 2003–12 e 2013–22 para homens e (C) para mulheres.</figcaption></figure><p>Essa discrepância entre as mudanças climáticas e as construções existentes explica, em parte, o aumento nas buscas online: segundo dados do Google Trends citados pela Euronews, <strong>as pesquisas sobre a instalação de ar-condicionado em residências aumentaram 130% na França</strong> desde o início da elevação das temperaturas, um salto que se repetiu, com intensidade variável, em outros países europeus. Analistas do Boston Consulting Group, também citados pela Euronews, projetam que o número de unidades instaladas na União Europeia poderá ultrapassar 275 milhões até 2050, mais que o dobro do número registrado em 2019.</p><h2><strong>Da resistência ambiental à promessa eleitoral</strong></h2><p>Na França, onde as eleições presidenciais serão realizadas em 2027, o ar-condicionado tornou-se um símbolo político. A líder da extrema-direita, Marine Le Pen, reiterou sua promessa de uma "<strong>grande modernização do sistema de ar-condicionado</strong>" para todo o país, enquanto o líder da esquerda radical, Jean-Luc Mélenchon, adotou a posição oposta, chamando-o de "uma falsa solução que agrava o problema" e exigindo, em vez disso, melhores políticas de isolamento térmico para edifícios, segundo a Euronews.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/JROpU6ni2RE/sddefault.jpg" alt="youtube video id=JROpU6ni2RE" id="JROpU6ni2RE"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>A novidade é que esse mesmo debate começou a circular dentro do movimento ambientalista, tradicionalmente relutante em adotar o ar-condicionado devido ao seu impacto ambiental. Marine Tondelier, candidata nas primárias da Esquerda Unida para 2027, <strong>reconheceu a necessidade urgente de climatizar espaços públicos </strong>como escolas e hospitais, conforme noticiado pelo jornal La Tercera. A congressista Sandrine Rousseau, do mesmo movimento, admitiu algo semelhante em uma entrevista na televisão.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777079" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/onde-fica-e-o-que-fazer-em-cabo-verde-o-arquipelago-que-fez-furor-na-primeira-qualificacao-para-um-mundial-de-futebol.html" title="Onde fica e o que fazer em Cabo Verde: o arquipélago que deu o que falar na Copa do Mundo">Onde fica e o que fazer em Cabo Verde: o arquipélago que deu o que falar na Copa do Mundo</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/onde-fica-e-o-que-fazer-em-cabo-verde-o-arquipelago-que-fez-furor-na-primeira-qualificacao-para-um-mundial-de-futebol.html" title="Onde fica e o que fazer em Cabo Verde: o arquipélago que deu o que falar na Copa do Mundo"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/donde-queda-y-que-hacer-en-cabo-verde-archipielago-furor-primera-clasificacion-mundial-de-futbol-1782148318524_320.jpg" alt="Onde fica e o que fazer em Cabo Verde: o arquipélago que deu o que falar na Copa do Mundo"></a></article></aside><p>A nível da UE, a Comissão Europeia tem evitado, até agora, tomar uma posição definitiva. A sua principal porta-voz, Paula Pinho, <strong>descreveu a onda de calor como "sem precedentes" e não descartou a possibilidade de o uso de ar condicionado</strong> ser debatido a nível político, embora tenha salientado que a sua instalação depende de cada Estado-membro e das decisões individuais dos consumidores, conforme noticiado pelo ElNacional.cat. Uma nota para concluir: grande parte da Europa enfrenta atualmente outra onda de calor extrema, e o debate ameaça tornar-se recorrente.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/o-ar-condicionado-tornou-se-uma-questao-politica-na-europa-a-onda-de-calor-que-mudou-o-debate.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Massa de ar frio avança pelo Centro-Sul e traz marcas de até -6°C; veja a previsão]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/massa-de-ar-frio-avanca-pelo-centro-sul-e-traz-marcas-de-ate-6-c-veja-a-previsao.html</link><pubDate>Mon, 06 Jul 2026 13:25:46 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O avanço da massa de ar frio sobre o Centro-Sul mantém as temperaturas baixas na região. O amanhecer terá temperaturas negativas e podem alcançar a marca de -6°C.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xam1yr2"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xam1yr2.jpg" id="xam1yr2"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>A semana começa com <strong>o avanço de uma massa de ar frio</strong> sobre os estados do Centro-Sul do Brasil. Nos próximos dias, <strong>o ar polar ganha reforço</strong>, um novo pulso, e deixa as manhãs desta terça (7) e quarta-feira (8) com <strong>temperaturas negativas</strong> sobre as áreas de Serra Gaúcha e Catarinense.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões do tempo diretamente no seu celular através do nosso novo canal do WhatsApp.<strong> <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00">Clique aqui para nos seguir e ative as notificações! </a></strong></div><p>A previsão para os próximos dias, além de trazer as informações do avanço da massa de ar frio,<strong> mantém o alerta para geadas</strong> em regiões que <strong>já foram afetadas pelo evento</strong> na última semana, o que gera <strong>preocupação </strong>aos produtores rurais. Confira a previsão do tempo para os próximos dias.</p><h2>Temperaturas negativas e riscos de geadas no Centro-Sul</h2><p>O modelo europeu ECMWF mostra que a <strong>massa de ar polar</strong> avança pelo Centro-Sul do país no decorrer desta segunda-feira (6). Com isso, todos os <strong>estados da Região Sul</strong>, além de <strong>São Paulo, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso</strong>, vão registrar quedas nos termômetros.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/massa-de-ar-frio-avanca-pelo-centro-sul-e-traz-marcas-de-ate-6-c-veja-a-previsao-1783343551539.jpg" data-image="04u4vbozcc6a" alt="Ar polar." title="Ar polar."><figcaption>A anomalia de temperatura em 850 hPa mostra o ar polar se deslocando sobre o Brasil na noite desta segunda (6).</figcaption></figure><p>O frio começa a se intensificar a partir da tarde de hoje (6). Já na terça-feira (7), o ar polar aumenta as chances de <strong>marcas negativas nas áreas de serra</strong>, onde os termômetros podem registrar até<strong> -4°C</strong>. </p><p>No restante da Região Sul, o frio prevalece e<strong> há risco de geadas generalizadas</strong> no Rio Grande do Sul e no oeste de Santa Catarina.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/massa-de-ar-frio-avanca-pelo-centro-sul-e-traz-marcas-de-ate-6-c-veja-a-previsao-1783343493695.jpg" data-image="n8tch4e54ft2" alt="Temperatura mínima para terça (7)." title="Temperatura mínima para terça (7)."><figcaption>Mínima prevista para esta terça-feira (7). O modelo mostra marcas negativas sobre a Serra Catarinense e temperaturas baixas no restante do Sul do Brasil.</figcaption></figure><p>Também na terça-feira (7), o <strong>Sudeste </strong>e o <strong>Centro-Oeste</strong> começam a sentir os efeitos do sistema. As <strong>temperaturas mínimas</strong> diminuem e ficam inferiores aos <strong>15°C</strong> no estado de São Paulo. No Centro-Oeste, o Mato Grosso do Sul amanhece com os termômetros próximos dos <strong>13°C</strong>, enquanto o sul de Mato Grosso deve registrar marcas na casa dos <strong>17°C.</strong></p><h2>Novo pulso de ar polar intensifica o frio na quarta-feira</h2><p>Na quarta-feira (8), <strong>a chegada de um novo pulso de ar frio</strong> promete um amanhecer ainda mais gelado na Região Sul. O modelo <strong>ECMWF </strong>indica que áreas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná terão<strong> temperaturas abaixo dos 5°C</strong> de forma generalizada, o que eleva consideravelmente as chances de geada ampla.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/massa-de-ar-frio-avanca-pelo-centro-sul-e-traz-marcas-de-ate-6-c-veja-a-previsao-1783343371208.jpg" data-image="i4ghd9wdhstw" alt="Anomalia de temperatura em superfície." title="Anomalia de temperatura em superfície."><figcaption>Anomalia de temperatura em superfície mostra temperaturas abaixo da média em grande parte do Centro-Sul do Brasil.</figcaption></figure><p>Ainda na quarta (8), <strong>as marcas negativas devem se espalhar</strong> por mais pontos do Centro-Sul. Na região da Serra Gaúcha e Catarinense, os termômetros podem marcar até<strong> -6°C</strong>, enquanto na divisa entre Santa Catarina e o sul do Paraná as marcas ficam próximas a <strong>-2°C.</strong></p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777237" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/pulso-de-ar-frio-atinge-o-brasil-nesta-semana-e-traz-dias-gelados-em-pelo-menos-8-estados.html" title="Pulso de ar frio atinge o Brasil nesta semana e traz dias gelados em pelo menos 8 estados">Pulso de ar frio atinge o Brasil nesta semana e traz dias gelados em pelo menos 8 estados</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/pulso-de-ar-frio-atinge-o-brasil-nesta-semana-e-traz-dias-gelados-em-pelo-menos-8-estados.html" title="Pulso de ar frio atinge o Brasil nesta semana e traz dias gelados em pelo menos 8 estados"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/pulso-de-ar-frio-atinge-o-brasil-nesta-semana-e-promete-dias-gelados-em-pelo-menos-8-estados-1783274397906_320.jpg" alt="Pulso de ar frio atinge o Brasil nesta semana e traz dias gelados em pelo menos 8 estados"></a></article></aside><p>O frio também deixará marcas sobre o<strong> Mato Grosso do Sul e São Paulo</strong>. No sul sul-mato-grossense, o amanhecer terá <strong>termômetros abaixo de 9°C,</strong> com risco de <strong>geada</strong> perto da divisa com o <strong>Paraná</strong>. Em solo paulista, as chances do fenômeno são menores, mas existem. As temperaturas variam entre<strong> 6°C</strong> (no sul do estado) e <strong>14°C</strong> (no noroeste paulista).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/massa-de-ar-frio-avanca-pelo-centro-sul-e-traz-marcas-de-ate-6-c-veja-a-previsao-1783343446281.jpg" data-image="heq7jq41qsx2" alt="Temperatura mínima quarta-feira (8)." title="Temperatura mínima quarta-feira (8)."><figcaption>Previsão da temperatura mínima para a quarta-feira (8). O mapa mostra valores negativas espalhados por RS,SC e PR.</figcaption></figure><p>Por fim, o Sul de <strong>Minas Gerais</strong>, o Triângulo Mineiro, grande parte do<strong> Rio de Janeiro</strong> e o sul de <strong>Goiás </strong>também vão registrar <strong>queda nas temperaturas</strong> durante o amanhecer desta quarta-feira (8), <strong>contudo de maneira menos intensa </strong>em comparação às demais áreas afetadas.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/massa-de-ar-frio-avanca-pelo-centro-sul-e-traz-marcas-de-ate-6-c-veja-a-previsao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Duas frentes frias avançam pelo Brasil nesta semana; veja os dias da virada no tempo]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/duas-frentes-frias-avancam-pelo-brasil-nesta-semana-veja-os-dias-da-virada-no-tempo.html</link><pubDate>Mon, 06 Jul 2026 11:57:13 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Duas frentes frias devem mudar o tempo no Brasil nesta semana. A primeira atua entre segunda (6) e quarta-feira (8), enquanto a segunda chega entre sexta-feira (10) e o fim de semana.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xam1g3m"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xam1g3m.jpg" id="xam1g3m"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p><strong>Duas frentes frias</strong> devem atuar no Brasil <strong>ao longo desta semana</strong>. A <strong>primeira</strong> está associada a um ciclone extratropical que se formou no último domingo (5), no Oceano Atlântico, a leste da costa uruguaia. Este sistema deve <strong>influenciar o tempo </strong><strong>até quarta-feira (8) </strong>na faixa leste do país, porém, com chuvas fracas. </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões do tempo diretamente no seu celular através do nosso novo canal do WhatsApp.<strong> <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">Clique aqui para nos seguir e ative as notificações!</a></strong></div><p>A <strong>segunda</strong> deve se formar no <strong>próximo fim de semana</strong>, embora as instabilidades associadas ao seu desenvolvimento já comecem a atuar sobre a região Sul a partir de sexta-feira (10). São esperadas <strong>tempestades</strong> e<strong> chuvas volumosas</strong>. Confira os detalhes.</p><h2>Primeira virada no tempo</h2><p>A <strong>primeira virada </strong>no tempo ocorre ainda nesta<strong> segunda-feira (6)</strong>, principalmente entre os estados de <strong>Santa Catarina e Paraná</strong>, onde as probabilidades de chuva aumentam até à tarde. O <strong>nordeste</strong> e parte da faixa <strong>leste</strong> do <strong>Rio Grande do Sul</strong> também deve ter chuva ao longo do dia. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/duas-frentes-frias-avancam-pelo-brasil-nesta-semana-veja-os-dias-da-virada-no-tempo-1783336946862.png" data-image="shtvo1qa8d6x" alt="Previsão de probabilidade de chuva (escala de cores) para a tarde de segunda-feira (6), segundo o ECMWF." title="Previsão de probabilidade de chuva (escala de cores) para a tarde de segunda-feira (6), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de probabilidade de chuva (escala de cores) para a tarde de segunda-feira (6), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>A partir de <strong>terça-feira (7)</strong>, a frente fria<strong> avança em direção ao litoral do Sudeste</strong>, deixando o tempo encoberto e com chances de chuva entre São Paulo, Rio de Janeiro e o Espírito Santo até quarta-feira (8).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/duas-frentes-frias-avancam-pelo-brasil-nesta-semana-veja-os-dias-da-virada-no-tempo-1783336962371.png" data-image="fx6uv1r3h7lw" alt="Previsão de volume acumulado de chuva até o final de quarta-feira (8), segundo o ECMWF." title="Previsão de volume acumulado de chuva até o final de quarta-feira (8), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de volume acumulado de chuva até o final de quarta-feira (8), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>A <strong>intensidade </strong>das chuvas da primeira frente fria será entre<strong> fraca e moderada</strong>, com as chuvas mais intensas ocorrendo na faixa leste. <strong>Até o final de quarta-feira</strong><strong> (8)</strong>, os maiores volumes podem se aproximar ou ultrapassar <strong>20 mm</strong> na Região Metropolitana de Porto Alegre (RS), metade norte do litoral de Santa Catarina, litoral sul de São Paulo e do Rio de Janeiro.</p><h2>Segunda virada no tempo</h2><p><strong>A partir de sexta-feira (10)</strong>, áreas de <strong>instabilidade</strong> começam a se espalhar pela porção <strong>oeste</strong> da <strong>região Sul </strong>devido à formação de um novo ciclone extratropical. No <strong>sábado (11)</strong>, essas instabilidades ganham força sobre os três estados da região, aumentando o <strong>risco de tempestades</strong> e de<strong> chuva forte</strong>, especialmente no <strong>oeste do Paraná e de Santa Catarina</strong>, onde os acumulados diários podem ultrapassar<strong> 50 mm</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/duas-frentes-frias-avancam-pelo-brasil-nesta-semana-veja-os-dias-da-virada-no-tempo-1783336977300.png" data-image="fyg396xxn5oz" alt="Previsão de tempestades para sábado (11), segundo o ECMWF." title="Previsão de tempestades para sábado (11), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de tempestades para sábado (11), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>No <strong>domingo (12)</strong>, a chuva perde intensidade sobre a região Sul, enquanto a <strong>frente</strong> fria<strong> avança </strong>em direção aos estados do<strong> Centro-Oeste e do Sudeste</strong>, podendo alcançar o litoral sul do Nordeste até quarta-feira (15).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/duas-frentes-frias-avancam-pelo-brasil-nesta-semana-veja-os-dias-da-virada-no-tempo-1783336994718.png" data-image="ribq8vjlero2" alt="Previsão de chuva acumulada até o final de terça-feira (14), segundo o ECMWF." title="Previsão de chuva acumulada até o final de terça-feira (14), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de chuva acumulada até o final de terça-feira (14), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>As <strong>chuvas</strong> associadas à segunda frente fria devem ser <strong>mais volumosas,</strong> principalmente no<strong> oeste de Santa Catarina e do Paraná</strong>. Os <strong>acumulados</strong> entre sexta-feira (10) e o final de terça-feira (14) podem variar entre <strong>50 e 75 mm</strong> nessas áreas. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777222" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-traz-nova-mudanca-no-tempo-em-7-estados-do-centro-sul-veja-a-previsao.html" title="Frente fria traz nova mudança no tempo em 7 estados do Centro-Sul; veja a previsão">Frente fria traz nova mudança no tempo em 7 estados do Centro-Sul; veja a previsão</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-traz-nova-mudanca-no-tempo-em-7-estados-do-centro-sul-veja-a-previsao.html" title="Frente fria traz nova mudança no tempo em 7 estados do Centro-Sul; veja a previsão"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-nova-mudanca-no-tempo-em-7-estados-do-centro-sul-veja-a-previsao-1783266450299_320.jpg" alt="Frente fria traz nova mudança no tempo em 7 estados do Centro-Sul; veja a previsão"></a></article></aside><p>Apesar de a tendência indicar a atuação desse sistema, sua <strong>posição</strong> e <strong>intensidade</strong> <strong>ainda podem sofrer ajustes </strong>nos próximos dias, o que pode alterar a distribuição e os volumes de chuva previstos. Assim, é <strong>necessário</strong> <strong>continuar</strong> <strong>monitorando</strong> a <strong>evolução</strong> desse sistema ao longo da semana, já que ajustes na intensidade e na distribuição das chuvas ainda podem ocorrer.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/duas-frentes-frias-avancam-pelo-brasil-nesta-semana-veja-os-dias-da-virada-no-tempo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Bavi se intensificou para um supertufão de categoria 5 e espera-se que o "monstro" tropical triplique de tamanho]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/bavi-se-intensificou-para-um-supertufao-de-categoria-5-e-espera-se-que-o-monstro-tropical-triplique-de-tamanho.html</link><pubDate>Mon, 06 Jul 2026 10:07:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Grande parte da comunidade científica meteorológica está monitorando de perto um "monstro" tropical, Bavi, que está se formando no Pacífico por vários motivos. Um deles é que sua pressão mínima prevista pode se aproximar da do supertufão Tip, que atingiu 871 hPa e é o atual recorde mundial.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/bavi-supertifon-categoria-5-monstruo-1783142504714.jpg" data-image="vx904bpvwldx" alt="tufão" title="tufão"><figcaption>Imagem infravermelha de Bavi, perto de Guam e das Ilhas Marianas, em 4 de julho de 2026, às 00:00 UTC. Imagem cedida pelo JWTC.</figcaption></figure><p>Bavi é o terceiro ciclone tropical de categoria 5 de 2026. Em, 3 de julho, <strong>já apresentava ventos de 260 km/h</strong>, segundo o Centro Conjunto de Alerta de Tufões (JTWC), e intensificou-se rapidamente em 120 km/h em 24 horas e 160 km/h em 36 horas. Bavi<strong> ultrapassou em muito o limite para a definição oficial de intensificação rápida</strong>, que estabelece um aumento de 56 km/h na velocidade do vento em 24 horas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/bavi-supertifon-categoria-5-monstruo-1783143085567.png" data-image="fyj4fjpb9pnq" alt="Bavi" title="Bavi"><figcaption>Evolução da intensidade do tufão Bavi, segundo dados do JTWC, até a categoria 5 e sua rápida intensificação em 3 de julho. Fonte: SSEC-WISC</figcaption></figure><h3>Um monstro tropical potencialmente destrutivo</h3><p>O ambiente por onde Bavi está se deslocando é propício à intensificação: águas quentes (29-30 ºC) e cisalhamento do vento muito baixo, o que significa que Bavi <strong>pode permanecer na categoria 5 por ainda mais tempo</strong>. Bavi desenvolveu um olho bem definido em imagens de satélite.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/bavi-supertifon-categoria-5-monstruo-1783142532775.gif" data-image="99t1gbpenqof"><figcaption>Secuencia de imágenes de Bavi para el 4 de julio de 2026. Fuente: JWTC</figcaption></figure><p>As previsões do JTWC indicavam que o tufão Bavi atingiria sua intensidade máxima, com ventos de 282 km/h, no domingo, 5 de julho, antes de enfraquecer ligeiramente para a categoria 4.</p><p>As Ilhas Marianas do Norte estão em sua trajetória e, ao atingir a costa, o JTWC prevê que Bavi <strong>será um furacão de categoria 5 com ventos de 270 km/h</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/bavi-supertifon-categoria-5-monstruo-1783142559922.gif" data-image="b2bmx4kevosx"></figure><p>O modelo do ECMWF mostrou que Bavi poderia atingir rajadas de vento de 306 a 314 km/h com uma pressão central de 873 hPa, apenas 4 milibares abaixo do recorde mundial de pressão mais baixa já registrada, detido pelo supertufão Tip, com 871 hPa. Novas atualizações do ECMWF limitam a pressão mínima de Bavi a valores na faixa de 885 a 900 hPa, embora alguns cenários a reduzam ainda mais.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777218" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/modelo-da-noaa-amplia-escala-de-seus-graficos-apos-prever-el-nino-acima-de-4-c.html" title=" Modelo da NOAA amplia escala de seus gráficos após prever El Niño acima de 4°C"> Modelo da NOAA amplia escala de seus gráficos após prever El Niño acima de 4°C</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/modelo-da-noaa-amplia-escala-de-seus-graficos-apos-prever-el-nino-acima-de-4-c.html" title=" Modelo da NOAA amplia escala de seus gráficos após prever El Niño acima de 4°C"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/modelo-da-noaa-amplia-escala-de-seus-graficos-apos-prever-el-nino-acima-de-4-c-1783260614005_320.png" alt=" Modelo da NOAA amplia escala de seus gráficos após prever El Niño acima de 4°C"></a></article></aside><p><strong>Bavi já é um ciclone intenso que pode aumentar de tamanho à medida que se intensifica </strong>em seu caminho para Guam e as Ilhas Marianas, potencialmente triplicando seu tamanho atual a caminho de Taiwan.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/bavi-supertifon-categoria-5-monstruo-1783143050739.png" data-image="uxlaflbd1rzb"></figure><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/bavi-supertifon-categoria-5-monstruo-1783143061775.png" data-image="guk9zt74s0cc" alt="Bavi" title="Bavi"><figcaption>Aumento no tamanho da tempestade tropical Bavi de acordo com os campos de pressão e vento a 10 m, em nós e escala de cores, para: acima, 4 de julho às 00:00 UTC, e abaixo, 9 de julho de 2026 às 00:00 UTC, de acordo com o modelo ECMWF. Fonte: Tropicaltidbits</figcaption></figure><p><br>Em seguida, as trajetórias de Bavi mostram que ele poderá se dirigir para Taiwan e China na sexta-feira, 10 de julho.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/bavi-supertifon-categoria-5-monstruo-1783142575716.png" data-image="xzbrpi7lbuta" alt="Bavi" title="Bavi"><figcaption>Probabilidade de encontrar o centro de Bavi num raio de 150 km, de acordo com diferentes cenários de evolução e para os próximos dias. Fonte: Tomer Burg</figcaption></figure><p>Bavi manteve sua intensidade significativa como tufão até atingir a costa da Ásia.</p><p>Entretanto, o Atlântico não apresenta sinais de atividade tropical significativa nos próximos 7 dias.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/bavi-se-intensificou-para-um-supertufao-de-categoria-5-e-espera-se-que-o-monstro-tropical-triplique-de-tamanho.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O que nos revelam os anéis das árvores sobre as mudanças climáticas na Amazônia?]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/o-que-nos-revelam-os-aneis-das-arvores-sobre-as-alteracoes-climaticas-na-amazonia.html</link><pubDate>Mon, 06 Jul 2026 08:22:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Será que as mudanças climáticas são realmente a causa dos fenômenos meteorológicos extremos? Será que nunca tinham ocorrido antes? Os cientistas recorreram aos anéis de crescimento das árvores amazónicas para descobrir a resposta.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/what-do-tree-rings-tell-us-about-climate-change-in-the-amazon-1779894931110.jpg" data-image="l01iic5wg4vi" alt="Anillos de crecimiento de los árboles" title="Anillos de crecimiento de los árboles"><figcaption>O estudo dos anéis de crescimento das árvores pode fornecer-nos pistas fundamentais sobre o clima do passado.</figcaption></figure><p>Sente o calor do verão? O inverno foi demasiado frio e chuvoso? O impacto das mudanças climáticas provocadas pelo homem faz-se sentir neste preciso momento nas nossas casas. <strong>Já não se trata apenas de um fenómeno meteorológico extremo, mas de um clima extremo que se repete com mais frequência do que nunca</strong>. Mas não apenas nas grandes cidades do mundo; até mesmo as zonas mais verdes do planeta, como a Amazónia, estão a sofrer as consequências das mudanças climáticas.</p><p>Cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas Amazônicas (INPA) do Brasil, juntamente com investigadores de universidades do Reino Unido, tentaram compreender este impacto <strong>examinando os anéis de crescimento das árvores da floresta</strong>.</p><h2> Primeiro, desmistificando o mito</h2><p>Talvez te lembres de ter lido nos teus livros escolares que os anéis de crescimento são observados em árvores de zonas temperadas, onde as árvores param de crescer no inverno e as temperaturas sazonais são muito previsíveis. <strong>Seguindo esta lógica, a dendrocronologia — o estudo das árvores através dos seus anéis de crescimento — não deveria funcionar nos trópicos</strong>.</p><div class="texto-destacado">No entanto, as investigações demonstraram que <strong>as árvores tropicais também enfrentam desafios sazonais, como a escassez de água ou inundações extremas</strong>, que interrompem o seu crescimento, o que torna os anéis de crescimento uma ferramenta valiosa para estudar as árvores também nos trópicos.</div><p>Bruno Cintra, biólogo da Universidade de Birmingham, juntamente com Jochen Schöngart, investigador do INPA, <strong>utilizaram a dendrocronologia para estudar as árvores </strong>da floresta amazônica e descobriram que a situação é semelhante à do Reino Unido.</p><h2> A bacia amazônica estará a secar? </h2><p>As recentes secas dos anos de 2023 e 2024, quando os níveis de água desceram para o seu nível mais baixo num século e as temperaturas dispararam, provocando a morte de golfinhos de rio,<strong> levaram os cientistas a questionarem-se se a Amazônia estaria realmente a secar</strong>.</p><p>Utilizando amostras de anéis de crescimento de diferentes árvores, os investigadores descobriram que a sazonalidade das precipitações sofreu variações extremas nas últimas quatro décadas. <strong>O ciclo hidrológico da região foi significativamente alterado, com estações chuvosas mais intensas e estações secas mais severas</strong>.</p><p>Os investigadores descobriram que a Amazônia não está a secar em geral. Pelo contrário, <strong>as precipitações durante a estação chuvosa aumentaram entre 15% e 22% desde a década de 1980</strong>. No entanto, diminuíram até 13,5% durante a estação seca.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="715693" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/aneis-de-arvore-revelam-amazonia-vive-um-ciclo-hidrologico-mais-extremo-chuvas-intensas-e-secas-severas-se-aproximam.html" title="Anéis de árvore revelam: Amazônia vive um ciclo hidrológico mais extremo; chuvas intensas e secas severas se aproximam">Anéis de árvore revelam: Amazônia vive um ciclo hidrológico mais extremo; chuvas intensas e secas severas se aproximam</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/aneis-de-arvore-revelam-amazonia-vive-um-ciclo-hidrologico-mais-extremo-chuvas-intensas-e-secas-severas-se-aproximam.html" title="Anéis de árvore revelam: Amazônia vive um ciclo hidrológico mais extremo; chuvas intensas e secas severas se aproximam"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/aneis-de-arvore-revelam-amazonia-vive-um-ciclo-hidrologico-mais-extremo-chuvas-intensas-e-secas-severas-se-aproximam-1750203821737_320.jpg" alt="Anéis de árvore revelam: Amazônia vive um ciclo hidrológico mais extremo; chuvas intensas e secas severas se aproximam"></a></article></aside><p>Embora a região amazônica tenha sofrido secas em 2024, 2023 e 2010, também <strong>foi assolada por quatro inundações intensas em 2022, 2021, 2012 e 2009</strong>. Enquanto a Amazônia do Norte tem registado uma estação chuvosa mais intensa, a Amazônia do Sul tem tido uma estação seca mais prolongada, enquanto a Amazônia Central enfrenta simultaneamente os extremos de ambas.</p><p>Quando os pesquisadores analisaram amostras datadas de há 256 anos, descobriram um período de 18 anos durante o qual a bacia nordeste do Amazonas sofreu secas extremas. Atualmente, esta região apresenta um aumento das precipitações. Por conseguinte, <strong>os extremos de seca e inundações observados nas últimas décadas são sem precedentes</strong>.</p><p>Para os cientistas, é difícil determinar qual destes fenômenos corresponde à variabilidade sazonal e qual à alteração climática antropogênica. As temperaturas extremas no sul da Amazónia estão associadas a temperaturas mais elevadas da superfície oceânica, principalmente no Atlântico tropical setentrional, que sofreu desflorestação em grande escala, degradação florestal, fragmentação e até incêndios florestais. No entanto, <strong>estes sistemas são mecanismos complexos e não é possível apontar uma única causa</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="776158" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/as-fazendas-na-amazonia-que-desafiam-a-agricultura-moderna-e-reforcam-conservacao-da-floresta.html" title="As 'fazendas' na Amazônia que desafiam a agricultura moderna e reforçam conservação da floresta">As 'fazendas' na Amazônia que desafiam a agricultura moderna e reforçam conservação da floresta</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/as-fazendas-na-amazonia-que-desafiam-a-agricultura-moderna-e-reforcam-conservacao-da-floresta.html" title="As 'fazendas' na Amazônia que desafiam a agricultura moderna e reforçam conservação da floresta"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/as-fazendas-na-amazonia-que-desafiam-a-agricultura-moderna-e-reforcam-conservacao-da-floresta-1782680920449_320.jpg" alt="As 'fazendas' na Amazônia que desafiam a agricultura moderna e reforçam conservação da floresta"></a></article></aside><p>No entanto, a prova de que estamos a assistir a fenômenos meteorológicos extremos está à vista e é registada todos os anos nas nossas árvores. <strong>Será que as gerações futuras se perguntarão por que razão não fizemos qualquer esforço para travar as mudanças climáticas?</strong></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/o-que-nos-revelam-os-aneis-das-arvores-sobre-as-alteracoes-climaticas-na-amazonia.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Vídeo viral: é filmada uma erupção freatomagmática no vulcão Taal, nas Filipinas]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/video-viral-e-filmada-uma-erupcao-freatomagmatica-no-vulcao-taal-nas-filipinas.html</link><pubDate>Sun, 05 Jul 2026 22:53:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Quando o magma incandescente entra em contacto com água subterrânea ou marinha, desencadeia-se uma erupção freatomagmática. O vapor que se forma instantaneamente gera explosões violentas que lançam enormes colunas de cinza. Leia o relatório completo aqui.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xajximq"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xajximq.jpg" id="xajximq"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>No passado dia 30 de junho de 2026, registou-se uma erupção freatomagmática do vulcão Taal. De acordo com relatórios do <em>Instituto Filipino de Vulcanologia e Sismologia</em> (PHIVOLCS), <strong>foram registados pelo menos dois eventos nesse dia na cratera principal da ilha do vulcão Taal</strong>, situada na província de Batangas, <strong>a cerca de 50-70 km a sul de Manila</strong>.</p><p><strong>O primeiro ocorreu por volta das 7:13 </strong>e durou aproximadamente quatro minutos, enquanto <strong>o segundo, mais notável, ocorreu às 14:34</strong> e prolongou-se por quatro minutos e meio.</p><p>As erupções<strong> geraram cinzas e colunas ricas em vapor que atingiram até 1.200 metros de altura acima da cratera antes de se deslocarem para sudoeste</strong>. Os meios de comunicação locais explicaram que as observações se basearam em dados sísmicos, infrasónicos e de câmaras de vigilância, captando a intensidade visual do evento.</p><h2>O que é uma erupção freatomagmática?</h2><p>A particularidade deste tipo de erupção reside na interação violenta entre o magma e a água. Ao contrário das erupções efusivas ou puramente explosivas, neste caso <strong>o magma ascendente entra em contacto com o lago da cratera ou com a água subterrânea, gerando vapor a alta pressão que fragmenta violentamente a rocha e o magma</strong>, produzindo cinzas finas e intensas colunas de vapor.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/video-viral-registran-una-erupcion-freatomagmatica-en-el-volcan-taal-filipinas-1783166543328.jpeg" data-image="4w2iicjycftc" alt="Una erupción freatomagmática es una violenta explosión volcánica que ocurre cuando el magma ardiente entra en contacto directo con agua subterránea o superficial, como lagos u océanos." title="Una erupción freatomagmática es una violenta explosión volcánica que ocurre cuando el magma ardiente entra en contacto directo con agua subterránea o superficial, como lagos u océanos."><figcaption>Uma erupção freatomagmática é uma explosão vulcânica violenta que ocorre quando o magma incandescente entra em contacto direto com água subterrânea ou superficial, como lagos ou oceanos.</figcaption></figure><p>Este tipo de erupções é capaz de gerar <strong>ondas expansivas do tipo tsunami no lago da cratera</strong>, tal como se observou neste caso, embora confinadas ao lago, sem causar danos externos.</p><h2>Sem vítimas até ao momento</h2><p>Não foram registadas vítimas, destruição de infraestruturas nem evacuações em massa; <strong>o PHIVOLCS manteve o Nível de Alerta 1</strong>, indicando um baixo nível de preocupação, mas alertando para possíveis quedas de cinzas de menor intensidade e má qualidade do ar devido a emissões de gás na ilha do vulcão. As cinzas dispersaram-se principalmente para sudoeste, sem afetar significativamente as áreas povoadas próximas.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">Summary of 24-Hour Observation of Active Volcanoes<br>Date: July 03, 2026<a href="https://x.com/hashtag/MayonVolcano?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#MayonVolcano</a><a href="https://x.com/hashtag/KanlaonVolcano?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#KanlaonVolcano</a><a href="https://x.com/hashtag/TaalVolcano?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#TaalVolcano</a><a href="https://x.com/hashtag/BulusanVolcano?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#BulusanVolcano</a><br><br>Source: PHIVOLCS-DOST<a href="https://x.com/hashtag/CivilDefensePH?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#CivilDefensePH</a><a href="https://x.com/hashtag/ServingTheNation?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#ServingTheNation</a><a href="https://x.com/hashtag/ProtectingThePeople?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#ProtectingThePeople</a><a href="https://x.com/hashtag/BawatSegundoMahalaga?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#BawatSegundoMahalaga</a><a href="https://x.com/hashtag/LigtasAngBayanKungHandaAngMamamayan?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#LigtasAngBayanKungHandaAngMamamayan</a> <a href="https://t.co/5AUv8Zj7Bw">pic.twitter.com/5AUv8Zj7Bw</a></p>— Civil Defense PH (@civildefensePH) <a href="https://x.com/civildefensePH/status/2072821239480205812?ref_src=twsrc%5Etfw">July 2, 2026</a></blockquote></figure><p>Os meios de comunicação locais das Filipinas salientaram a proibição de acesso, <strong>a ilha do vulcão Taal (TVI) continua a ser uma zona de perigo permanente</strong>.</p><p>É proibida a entrada, a navegação no lago Taal e os voos nas proximidades, uma vez que persiste o risco de <strong>erupções repentinas de vapor ou freatomagmáticas, sismos vulcânicos e acumulação de gases tóxicos</strong>.</p><h2>Atividade vulcânica recorrente na região </h2><p>Este evento faz parte de uma sequência recorrente no Taal durante o mês de junho de 2026. <strong>Trata-se do quarto ou quinto evento freatomagmático, tendo-se registado episódios anteriores nos dias 4, 5 e 6 de junho, de duração mais curta</strong>. O vulcão tem apresentado emissões de <strong>dióxido de enxofre</strong> (881 toneladas em 24 horas) e colunas de vapor, mas sem escalada significativa.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">LOOK: A minor phreatomagmatic eruption occurred at the Taal Volcano Main Crater at 2:34 PM today, 30 June 2026 that lasted four and a half minutes based on seismic, infrasound and visual observations. The event consisted of three pulses that produced jets of dark gray ash and <a href="https://t.co/KSjsjbalzM">pic.twitter.com/KSjsjbalzM</a></p>— PHIVOLCS-DOST (@phivolcs_dost) <a href="https://x.com/phivolcs_dost/status/2071853129667408173?ref_src=twsrc%5Etfw">June 30, 2026</a></blockquote></figure><p>A localização única do Taal, no interior de um lago situado numa caldeira, amplifica a sua natureza <em>freatomagmática</em>. O contacto constante com a água torna até mesmo as erupções menores espetaculares do ponto de vista visual, como as ondas no lago e as colunas de vapor e cinzas que geraram imagens que se tornaram virais. No entanto, isto também <strong>aumenta o potencial de perigos hidrovulcânicos no futuro</strong>.</p><div class="texto-destacado"><strong>O PHIVOLCS continua a monitorizar a situação para detetar quaisquer sinais de escalada.</strong></div><p>As autoridades e os cientistas locais recomendam vigilância contínua. Embora não tenha havido danos significativos desta vez, <strong>o Taal continua em estado de anormalidade sob o Alerta 1</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="765545" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/a-toda-a-velocidade-turistas-fogem-de-uma-erupcao-inesperada-num-dos-vulcoes-mais-ativos-da-guatemala.html" title="A toda a velocidade: turistas fogem de uma erupção inesperada num dos vulcões mais ativos da Guatemala">A toda a velocidade: turistas fogem de uma erupção inesperada num dos vulcões mais ativos da Guatemala</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/a-toda-a-velocidade-turistas-fogem-de-uma-erupcao-inesperada-num-dos-vulcoes-mais-ativos-da-guatemala.html" title="A toda a velocidade: turistas fogem de uma erupção inesperada num dos vulcões mais ativos da Guatemala"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/a-gran-velocidad-turistas-huyen-de-sorprendente-erupcion-de-uno-de-los-volcanes-mas-activos-de-guatemala-1776783479317_320.png" alt="A toda a velocidade: turistas fogem de uma erupção inesperada num dos vulcões mais ativos da Guatemala"></a></article></aside><p>Os residentes das comunidades ribeirinhas devem estar preparados, uma vez que erupções de maior magnitude no passado (como a de 2020) provocaram a evacuação de milhares de pessoas e causaram prejuízos na agricultura.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/video-viral-e-filmada-uma-erupcao-freatomagmatica-no-vulcao-taal-nas-filipinas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[ Modelo da NOAA amplia escala de seus gráficos após prever El Niño acima de 4°C]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/modelo-da-noaa-amplia-escala-de-seus-graficos-apos-prever-el-nino-acima-de-4-c.html</link><pubDate>Sun, 05 Jul 2026 21:16:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>As projeções mais recentes do CFSv2 levaram um dos principais gráficos utilizados para monitorar o El Niño a ampliar sua escala de 4°C para 5°C. A mudança acompanha o aumento sucessivo das previsões do modelo e chama atenção para um possível evento de intensidade excepcional.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/modelo-da-noaa-amplia-escala-de-seus-graficos-apos-prever-el-nino-acima-de-4-c-1783260614005.png" data-image="qgdemv41h684" alt="As anomalias previstas pelo CFSv2/NOAA para outubro de 2026 (pico do evento) já alcançam o limite superior da escala de cores do mapa. Créditos: CPC/NOAA." title="As anomalias previstas pelo CFSv2/NOAA para outubro de 2026 (pico do evento) já alcançam o limite superior da escala de cores do mapa. Créditos: CPC/NOAA."><figcaption>As anomalias previstas pelo CFSv2/NOAA para outubro de 2026 (pico do evento) já alcançam o limite superior da escala de cores do mapa. Créditos: CPC/NOAA.</figcaption></figure><p>As <strong>novas projeções</strong> para o<strong> El Niño</strong> estão <strong>desafiando</strong> até mesmo os <strong>limites</strong> dos <strong>gráficos tradicionais </strong>da NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos). Na <strong>atualização</strong> mais recente do modelo climático <strong>CFSv2</strong>, um dos principais produtos utilizados para acompanhar a evolução das anomalias de temperatura da superfície do mar (TSM) na região Niño 3.4, teve sua <strong>escala ampliada de 4°C para 5°C</strong>. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/modelo-da-noaa-amplia-escala-de-seus-graficos-apos-prever-el-nino-acima-de-4-c-1783260647683.png" data-image="txsc7mg6pokf" alt="Previsão de anomalias absolutas de TSM na região do Niño 3.4 iniciada com condições observadas entre 24 de junho e 3 de julho de 2026. Créditos: CPC/NOAA." title="Previsão de anomalias absolutas de TSM na região do Niño 3.4 iniciada com condições observadas entre 24 de junho e 3 de julho de 2026. Créditos: CPC/NOAA."><figcaption>Previsão de anomalias absolutas de TSM na região do Niño 3.4 iniciada com condições observadas entre 24 de junho e 3 de julho de 2026. Créditos: CPC/NOAA.</figcaption></figure><p><br>A mudança acompanha o <strong>aumento gradual das previsões </strong>do modelo nos últimos meses e permite representar adequadamente anomalias que passaram a exceder o limite anteriormente utilizado.</p><div class="texto-destacado">Embora a alteração tenha chamado atenção, ela não significa, por si só, que um El Niño dessa magnitude irá necessariamente se confirmar. </div><p>O CFSv2 é apenas um dos diversos modelos utilizados para monitorar o fenômeno e suas projeções devem sempre ser interpretadas em conjunto com outras ferramentas. Além disso, a própria NOAA ressalta que essas simulações não representam a previsão sazonal oficial do Centro de Previsão Climática (CPC), sendo apenas um dos elementos considerados na elaboração dos prognósticos climáticos. <strong>A seguir, entenda o que mudou e como interpretar essas projeções.</strong></p><h2>Gráficos clássicos ficaram pequenos para as previsões do El Niño 2026/27</h2><p><strong>Desde abril</strong>, os <strong>gráficos</strong> clássicos do CFSv2 <strong>vêm passando </strong>por sucessivas <strong>ampliações</strong> em sua <strong>escala</strong>. Na atualização de <strong>abril</strong>, o eixo vertical permitia representar anomalias de até <strong>3°C</strong> na região Niño 3.4. Em <strong>maio</strong>, o limite passou para<strong> 4°C</strong>, permanecendo assim durante junho. </p><p>No entanto, as previsões continuaram aumentando e <strong>alguns membros</strong> do <em>ensemble</em> (conjunto de previsões) <strong>passaram a atingir</strong><strong> o teto da escala,</strong> dificultando a visualização completa das maiores anomalias.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/modelo-da-noaa-amplia-escala-de-seus-graficos-apos-prever-el-nino-acima-de-4-c-1783260798391.png" data-image="noh3n3xwivwp" alt="Evolução da visualização das previsões do modelo CFSv2 com sucessivos aumentos de escala. Créditos: Elaborado por Meteored/Fonte: CFSv2." title="Evolução da visualização das previsões do modelo CFSv2 com sucessivos aumentos de escala. Créditos: Elaborado por Meteored/Fonte: CFSv2."><figcaption>Evolução do limite superior das previsões do modelo CFSv2 entre abril ecom sucessivos aumentos de escala. Créditos: Elaborado por Meteored/Fonte: CFSv2.</figcaption></figure><p>Na <strong>atualização</strong> mais recente divulgada em <strong>julho</strong>, iniciada com condições observadas entre 24 de junho e 3 de julho, o<strong> limite superior </strong>foi novamente <strong>ampliado</strong>, desta vez para <strong>5°C</strong>, permitindo representar integralmente as previsões mais elevadas produzidas pelo modelo. </p><h2>As previsões do CFSv2 não são a previsão oficial da NOAA</h2><p>Apesar de chamar atenção pelas anomalias extremamente elevadas, o CFSv2 não representa, isoladamente, a previsão oficial da NOAA para o El Niño. </p><div class="texto-destacado">O próprio CPC destaca em sua página que os produtos do CFSv2 não correspondem ao prognóstico sazonal oficial, mas constituem apenas um dos diversos insumos utilizados na elaboração das perspectivas climáticas divulgadas pelo órgão. </div><p><strong>Cada modelo climático</strong> possui <strong>diferentes</strong> <strong>formas</strong> de<strong> representar a interação entre oceano e atmosfera</strong>, além de <strong>vieses</strong> e <strong>limitações</strong> próprias. Por esse motivo, a avaliação da evolução do ENSO deve considerar o conjunto de modelos disponíveis, e não apenas uma única simulação.</p><p>Além disso, o CPC disponibiliza uma segunda família de produtos, denominada Additional CFSv2 SST Forecasts, que aplica correções estatísticas às previsões originais do modelo.</p><h2>Correções estatísticas reduzem a intensidade das previsões</h2><p>Nos<strong> produtos adicionais</strong>, o CPC oferece <strong>versões corrigidas das previsões</strong> do índice Niño 3.4, identificadas como <em>“PDF correction e PDF + Spread correctio</em>n”. A primeira correção (<em>PDF correction</em>) ajusta a distribuição estatística das previsões para <strong>reduzir os vieses sistemáticos </strong>do modelo em relação às observações históricas. Já a segunda <em>(PDF + Spread correction</em>) aplica um <strong>ajuste</strong> adicional à <strong>dispersão do ensemble</strong>, tornando a variabilidade entre os membros mais consistente com os erros observados nas previsões passadas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/modelo-da-noaa-amplia-escala-de-seus-graficos-apos-prever-el-nino-acima-de-4-c-1783260861160.png" data-image="1fgwx547vwen" alt="Previsão de anomalias absolutas de TSM na região do Niño 3.4 iniciada com condições observadas entre 24 de junho e 3 de julho de 2026, após correções estatísticas. Créditos: CPC/NOAA." title="Previsão de anomalias absolutas de TSM na região do Niño 3.4 iniciada com condições observadas entre 24 de junho e 3 de julho de 2026, após correções estatísticas. Créditos: CPC/NOAA."><figcaption>Previsão de anomalias absolutas de TSM na região do Niño 3.4 iniciada com condições observadas entre 24 de junho e 3 de julho de 2026, após correções estatísticas. Créditos: CPC/NOAA.</figcaption></figure><p><br>Como consequência, as <strong>projeções médias tornam-se mais conservadoras</strong>. Enquanto os gráficos clássicos do CFSv2 apresentam membros do ensemble alcançando valores superiores a 4°C, as<strong> versões corrigidas</strong> indicam <strong>anomalias</strong> próximas de<strong> 3°C </strong>para o pico do evento - o que ainda é um valor muito elevado.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="775094" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/el-nino-pode-ser-historico-nova-previsao-indica-aquecimento-acima-de-2-5-c-no-pacifico.html" title="El Niño pode ser histórico: nova previsão indica aquecimento acima de 2,5°C no Pacífico">El Niño pode ser histórico: nova previsão indica aquecimento acima de 2,5°C no Pacífico</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/el-nino-pode-ser-historico-nova-previsao-indica-aquecimento-acima-de-2-5-c-no-pacifico.html" title="El Niño pode ser histórico: nova previsão indica aquecimento acima de 2,5°C no Pacífico"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-nino-pode-ser-historico-nova-previsao-indica-aquecimento-acima-de-2-5-c-no-pacifico-1782154814200_320.png" alt="El Niño pode ser histórico: nova previsão indica aquecimento acima de 2,5°C no Pacífico"></a></article></aside><p>Isso não significa que uma das previsões esteja "certa" e a outra "errada", mas evidencia como o pós-processamento estatístico busca compensar tendências conhecidas do modelo.</p><h2>Afinal, o que esperar do Super El Niño em 2026/2027?</h2><p>Embora um <strong>único model</strong><strong>o</strong> <strong>não</strong> seja <strong>suficiente</strong> para definir a intensidade do fenômeno, o<strong> CFSv2 não está sozinho</strong> ao indicar um El Niño excepcionalmente intenso. As previsões mais recentes do <strong>ECMWF</strong>, iniciadas em <strong>julho</strong>, também mostram parte dos membros do ensemble alcançando anomalias próximas ou superiores a <strong>4°C</strong> na região Niño 3.4 durante o pico do evento, reforçando que esse cenário não é exclusivo de um único sistema de previsão.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/modelo-da-noaa-amplia-escala-de-seus-graficos-apos-prever-el-nino-acima-de-4-c-1783261781578.png" data-image="uts6yr66u3sw" alt="prev" title="prev"><figcaption>Previsão anomalia de TSM para a região do Niño 3.4 do modelo ECMWF iniciada em julho. Créditos: ECMWF.</figcaption></figure><p>Por outro lado, ao analisar o<strong> conjunto dos principais modelos climáticos</strong>, o<strong> sinal </strong>mais<strong> robusto</strong> é que o <strong>El Niño deverá superar com folga o limiar de um evento muito forte.</strong></p><p>A evolução das previsões multimodelo indica que as anomalias na região Niño 3.4 devem ultrapassar <strong>2°C</strong>, podendo superar <strong>2,5°C</strong>, o que coloca o fenômeno entre os mais intensos já observados, caso as projeções se confirmem.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/modelo-da-noaa-amplia-escala-de-seus-graficos-apos-prever-el-nino-acima-de-4-c.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Pulso de ar frio atinge o Brasil nesta semana e traz dias gelados em pelo menos 8 estados]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/pulso-de-ar-frio-atinge-o-brasil-nesta-semana-e-traz-dias-gelados-em-pelo-menos-8-estados.html</link><pubDate>Sun, 05 Jul 2026 19:06:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Um novo ar frio chega ao Brasil nesta semana, baixando mais as temperaturas em boa parte do centro-sul. Ao menos oito estados terão máximas abaixo dos 20°C, proporcionando dias gelados.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xalo2ya"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xalo2ya.jpg" id="xalo2ya"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O ar frio já começa a atuar no início da semana,<strong> com impacto já nas primeiras horas da segunda-feira (6)</strong> no Rio Grande do Sul e chegando ao Centro-Oeste e Sudeste na terça-feira (7). Assim, os estados que vão sentir mais o frio são: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo.</p><h2>Quando será o pico do frio?</h2><p>O pico do frio será diferente para cada região e estado. Nos estados do Sul, o dia mais frio será na terça-feira (7), quando o ar polar centraliza o seu núcleo sobre a Região.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões do tempo diretamente no seu celular através do nosso novo canal do WhatsApp.<strong> <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">Clique aqui para nos seguir e ative as notificações!</a></strong> </div><p><strong>Na segunda-feira (6)</strong>, devido ao avanço da massa de ar frio, as mínimas ocorrem no fim da noite no Rio Grande do Sul, no sul, centro e oeste de Santa Catarina, no sul e oeste do Paraná. <strong>As temperaturas atingem os 4°C no Sul gaúcho e ficam em torno dos 10°C nas regiões catarinenses</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/pulso-de-ar-frio-atinge-o-brasil-nesta-semana-e-promete-dias-gelados-em-pelo-menos-8-estados-1783273918627.jpg" data-image="wtgpg6d9qruo" alt="ar polar" title="ar polar"><figcaption>Temperaturas prevista para a noite da segunda-feira, 6 de julho.</figcaption></figure><p><strong>Na terça-feira (7)</strong>, acontece o mesmo processo, mas agora para boa parte do Sul, com exceção da metade sul do Rio Grande do Sul. A presença da massa de ar frio afasta a nebulosidade em praticamente toda a Região, o que favorece a perda radiativa a partir do fim da tarde. Coincidindo com o avanço da massa de ar frio, o frio aumenta no período da noite, <strong>com mínimas próximas de 0°C</strong> nas regiões de Serra do Rio Grande do Sul e Santa Catarina e de Planalto. </p><p><strong>Além das mínimas, as máximas não serão elevadas e ficam bem abaixo dos 20°C</strong> em todo o Rio Grande do Sul, boa parte de Santa Catarina e do Paraná, com valores que não passam dos 15°C no meio da tarde.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/pulso-de-ar-frio-atinge-o-brasil-nesta-semana-e-promete-dias-gelados-em-pelo-menos-8-estados-1783274046324.jpg" data-image="kuakbjmdcfi5" alt="ar polar" title="ar polar"><figcaption>Temperaturas mínimas prevista para a quarta-feira, 8 de julho.</figcaption></figure><p><strong>No Mato Grosso do Sul</strong>, o frio chega no sul do estado, com temperaturas que variam de 14 a 20°C. Frio mais intenso é previsto somente para o leste de São Paulo, onde as mínimas ficam em 12°C e as temperaturas não passam dos 20°C.</p><p><strong>No Sudeste, o pico do frio acontece na quarta-feira (8)</strong>, com máximas em torno dos 20°C no centro e leste de São Paulo, no sul e sudeste de Minas Gerais, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo. As mínimas ficam abaixo dos 15°C até a porção central de Minas Gerais, com valores em 17°C nas áreas litorâneas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/pulso-de-ar-frio-atinge-o-brasil-nesta-semana-e-promete-dias-gelados-em-pelo-menos-8-estados-1783274097414.png" data-image="5u8j2ryevzpn" alt="frio congelante" title="frio congelante"><figcaption>Temperaturas máximas prevista para a quarta-feira, 8 de julho.</figcaption></figure><p>Na Região Sul e no Mato Grosso do Sul, o frio continua, com máximas próximas dos 20°C, mas ainda com 1 a 4°C abaixo. <strong>Já as mínimas atingem valores próximos dos 0°C</strong> em toda a metade norte do Rio Grande do Sul, sul, centro e oeste de Santa Catarina até o sul do Paraná, <strong>com potencial de valores bastante negativos de até -6°C.</strong></p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777222" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-traz-nova-mudanca-no-tempo-em-7-estados-do-centro-sul-veja-a-previsao.html" title="Frente fria traz nova mudança no tempo em 7 estados do Centro-Sul; veja a previsão">Frente fria traz nova mudança no tempo em 7 estados do Centro-Sul; veja a previsão</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-traz-nova-mudanca-no-tempo-em-7-estados-do-centro-sul-veja-a-previsao.html" title="Frente fria traz nova mudança no tempo em 7 estados do Centro-Sul; veja a previsão"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-nova-mudanca-no-tempo-em-7-estados-do-centro-sul-veja-a-previsao-1783266450299_320.jpg" alt="Frente fria traz nova mudança no tempo em 7 estados do Centro-Sul; veja a previsão"></a></article></aside><p>No restante da semana, o frio continua, mas perdendo intensidade. De qualquer forma, ainda serão dias bastante frios, <strong>com máximas de no máximo 20°C</strong> em todo a Região Sul, e leste do Sudeste. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/pulso-de-ar-frio-atinge-o-brasil-nesta-semana-e-traz-dias-gelados-em-pelo-menos-8-estados.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Brasil x Noruega: onda de calor, umidade e risco de temporais em New Jersey]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/brasil-x-noruega-tera-calor-umidade-e-risco-de-temporais-em-new-jersey.html</link><pubDate>Sun, 05 Jul 2026 17:18:14 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Brasil e Noruega se enfrentam neste domingo em East Rutherford, sob calor úmido e risco de temporais. Para torcedores brasileiros nos EUA, planejamento, hidratação e atenção aos alertas serão tão importantes quanto chegar cedo ao estádio local.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/brasil-x-noruega-tera-calor-umidade-e-risco-de-temporais-em-new-jersey-1783205273788.jpg" data-image="hvhnk0lvs97c" alt="MetLife, FIFA, copa do mundo" title="MetLife, FIFA, copa do mundo"><figcaption>Torcedores que forem ao New York/New Jersey Stadium (Metlife) neste domingo devem se preparar para calor úmido, risco de pancadas de chuva e possíveis temporais antes e durante a partida entre Brasil e Noruega.</figcaption></figure><p>A Seleção Brasileira entra em campo neste domingo, 5 de julho, contra a Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo, no New York/New Jersey Stadium, em East Rutherford, no estado de New Jersey. A<strong> partida começa às 16h no horário local, 17h em Brasília, em uma região que passou por calor intenso</strong> nos últimos dias e ainda terá um cenário de atenção para torcedores: tempo abafado, chance de pancadas de chuva e risco de temporais no período da tarde.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</strong></div><p>O jogo não será marcado pelo calor extremo do pico da onda de calor que atingiu parte do leste dos Estados Unidos no fim de semana. Mesmo assim, a combinação entre temperatura perto de 30°C, umidade elevada, filas, deslocamentos, concreto quente e <strong>possibilidade de chuva forte pode criar desconforto e exigir planejamento</strong> de quem vai ao estádio ou acompanha eventos ao ar livre na região de Nova York e New Jersey.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/brasil-x-noruega-tera-calor-umidade-e-risco-de-temporais-em-new-jersey-1783208181021.jpg" data-image="sj7mm67ch231" alt="calor, temperatura, jogo, copa do mundo" title="calor, temperatura, jogo, copa do mundo"><figcaption>Temperaturas elevadas no início da tarde de domingo (5) em New Jersey e na região de Nova York reforçam a necessidade de hidratação, chegada antecipada e atenção ao risco de temporais antes do jogo entre Brasil e Noruega.</figcaption></figure><p>Segundo a previsão do Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos, o NWS, <strong>a máxima prevista para East Rutherford neste domingo (5) fica próxima de 30°C.</strong> O ponto de atenção é o avanço da instabilidade: há chance de pancadas e trovoadas entre o fim da manhã e o começo da tarde, com chuva mais provável depois das 14h no horário local. Ou seja, justamente na janela em que muitos torcedores estarão chegando ao estádio.</p><h2>O calor diminui, mas o desconforto continua </h2><p>O alerta de calor extremo que atingiu East Rutherford no sábado tinha validade até a noite, mas isso não significa que o domingo será totalmente confortável. Em eventos esportivos com grande público, <strong>o risco não depende apenas da temperatura medida à sombra. </strong></p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>A exposição ao sol, o tempo em filas, a caminhada até o estádio, o uso de transporte público lotado e a pouca ventilação em áreas de espera aumentam o estresse térmico.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Para o torcedor brasileiro, acostumado a pensar apenas em “quantos graus vai fazer”, o dado mais importante é o conjunto da situação. <strong>Uma tarde com 29°C ou 30°C pode parecer moderada no Brasil</strong>, mas se torna mais problemática quando há umidade alta, multidão e longos períodos sem sombra. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/brasil-x-noruega-tera-calor-umidade-e-risco-de-temporais-em-new-jersey-1783208350218.jpg" data-image="e6ql1tz7lko0" alt="umidade, calor, indice" title="umidade, calor, indice"><figcaption>A umidade elevada prevista para a tarde de domingo em New Jersey aumenta a sensação de abafamento e favorece pancadas de chuva e temporais no período de chegada dos torcedores ao estádio.</figcaption></figure><p>O índice de calor, que combina temperatura e umidade, ajuda a explicar por que o corpo sente mais dificuldade para se resfriar em ambientes abafados.</p><h2>Temporais podem afetar a chegada ao estádio </h2><p>Além do calor, a chuva entra como fator operacional para quem estará em New Jersey. A previsão indica pancadas e possíveis trovoadas no período da tarde, com maior probabilidade após as 14h locais. <strong>Como o jogo começa às 16h, a instabilidade pode coincidir com o deslocamento</strong>, a entrada no estádio e a circulação de torcedores no entorno.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/brasil-x-noruega-tera-calor-umidade-e-risco-de-temporais-em-new-jersey-1783208469308.jpg" data-image="okx7nymvqo3q" alt="chuva, probabilidade, temperatura, tempo" title="chuva, probabilidade, temperatura, tempo"><figcaption>A probabilidade de chuva aumenta no fim da tarde e início da noite de domingo em New Jersey, podendo afetar a saída do estádio e o retorno dos torcedores após Brasil x Noruega.</figcaption></figure><p>A recomendação é simples: sair com antecedência, acompanhar alertas no celular, evitar permanecer em áreas abertas se houver trovões e levar uma capa de chuva leve. <strong>Guarda-chuvas nem sempre são permitidos ou práticos em grandes eventos,</strong> enquanto capas ocupam pouco espaço e reduzem o desconforto durante deslocamentos.</p><h2>Checklist para brasileiros que vão ao jogo </h2><p>Quem vai acompanhar Brasil x Noruega no estádio deve tratar o clima como parte do planejamento. A tarde será abafada, com umidade elevada e possibilidade de pancadas de chuva, então a preparação começa antes da chegada ao New York/New Jersey Stadium.</p><ul> <li><strong>Saia com antecedência:</strong> chuva e temporais podem coincidir com o período de chegada ao estádio.</li> <li><strong>Leve água ou programe paradas para hidratação:</strong> filas, caminhada e calor úmido aumentam o desconforto.</li> <li><strong>Use roupas leves e calçados confortáveis:</strong> o deslocamento entre transporte, entrada e arquibancada pode ser longo.</li> <li><strong>Não esqueça boné, óculos escuros e protetor solar:</strong> mesmo com nuvens, o tempo pode ter aberturas de sol.</li> <li><strong>Prefira capa de chuva leve:</strong> é mais prática do que guarda-chuva em grandes eventos.</li> <li><strong>Acompanhe os alertas no celular:</strong> em caso de trovões, evite áreas abertas e siga as orientações da organização.</li> <li><strong>Combine pontos de encontro:</strong> a saída pode ficar mais lenta se houver chuva após o jogo.</li> <li><strong>Localize água, banheiros, áreas cobertas e acessos:</strong> isso evita deslocamentos desnecessários no meio da multidão.</li> </ul><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771416" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/como-as-mudancas-climaticas-afetarao-a-copa-do-mundo-fifa-de.html" title="Como as mudanças climáticas afetarão a Copa do Mundo FIFA de 2026?">Como as mudanças climáticas afetarão a Copa do Mundo FIFA de 2026?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/como-as-mudancas-climaticas-afetarao-a-copa-do-mundo-fifa-de.html" title="Como as mudanças climáticas afetarão a Copa do Mundo FIFA de 2026?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/how-will-climate-change-affect-the-fifa-world-cup-1779806921106_320.jpg" alt="Como as mudanças climáticas afetarão a Copa do Mundo FIFA de 2026?"></a></article></aside><p>O clima não deve impedir a festa brasileira, mas muda a forma de viver o jogo. Neste domingo, o adversário principal será a Noruega; fora de campo, <strong>o torcedor precisa lidar com calor úmido, possibilidade de temporais </strong>e a logística de uma das regiões mais movimentadas dos Estados Unidos.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/brasil-x-noruega-tera-calor-umidade-e-risco-de-temporais-em-new-jersey.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria traz nova mudança no tempo em 7 estados do Centro-Sul; veja a previsão]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-traz-nova-mudanca-no-tempo-em-7-estados-do-centro-sul-veja-a-previsao.html</link><pubDate>Sun, 05 Jul 2026 16:13:44 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Nova frente fria avança pelo Centro-Sul e muda o tempo em sete estados a partir do início da semana. O sistema frontal traz chuvas de fraca a moderada intensidade, sem alertas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-nova-mudanca-no-tempo-em-7-estados-do-centro-sul-veja-a-previsao-1783266450299.jpg" data-image="hubiji7emu13" alt="frente fria" title="frente fria"><figcaption>Nova frente fria avança pelo Centro-Sul e muda o tempo em sete estados a partir do início da semana. </figcaption></figure><p><strong>Uma frente fria passa a atuar no Centro-Sul do Brasil já nesta segunda-feira (6)</strong>, mudando o tempo primeiramente nos três estados da Região Sul e parte do Mato Grosso do Sul, e depois avançando de forma costeira pelo Sudeste afetando São Paulo, o Rio de Janeiro e o Espírito Santo.</p><p>Na sua retaguarda, uma nova massa de ar frio traz nova queda nas temperaturas e garante o tempo mais firme em todo o Centro-Sul no restante da semana.</p><h2>Virada do tempo: quando o tempo muda em cada estado?</h2><p><strong>A formação do ciclone extratropical e da sua frente fria começa neste domingo (5)</strong>, com a formação de uma região de cavado sobre o Rio Grande do Sul, que provoca a primeira mudança, <strong>trazendo aumento da nebulosidade </strong>no noroeste, centro e sul do estado, <strong>com chance de chuva fraca e pontual,</strong> que chega à região de Porto Alegre e áreas do leste e da serra no período da noite.</p><p><strong>Na segunda-feira (6)</strong>, o ciclone está se formando no oceano, mas não traz riscos de ventos intensos no interior e na costa do Sul do Brasil. Enquanto isso, a frente fria atua entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões do tempo diretamente no seu celular através do nosso novo canal do WhatsApp.<strong> <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">Clique aqui para nos seguir e ative as notificações!</a></strong> </div><p>Assim, <strong>o</strong><strong> dia fica nublado em todo o Rio Grande do Sul e em Santa Catarina</strong>, com possibilidade de chuva fraca ao longo do dia, alternando com período de melhoria no nordeste e leste gaúchos e no meio-oeste catarinense.</p><p><strong>O destaque fica para o período da tarde</strong>, quando as instabilidades ganham intensidade nas demais regiões de Santa Catarina e <strong>podem provocar chuvas de até moderada intensidade.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-nova-mudanca-no-tempo-em-7-estados-do-centro-sul-veja-a-previsao-1783266954775.jpg" data-image="jkmy3xaz0fdm" alt="previsão do tempo" title="previsão do tempo"><figcaption>Previsão de chuva, nebulosidade e pressão para a tarde da segunda-feira, 6 de julho.</figcaption></figure><p><strong>No estado do Paraná</strong>, o tempo muda já a partir da manhã no sudoeste e oeste do estado, com tempo fechado e chuva fraca. No decorrer do dia, <strong>passa a chover no sul e nas localidades do leste com moderada intensidade.</strong></p><p>Ao mesmo tempo, a nebulosidade aumenta no sul e oeste do Mato Grosso do Sul, com baixo potencial de chuva no estado.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="776839" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-terao-comportamento-diferente-na-primeira-quinzena-de-julho-veja-mudanca.html" title="Chuvas terão comportamento diferente na primeira quinzena de julho; veja a mudança">Chuvas terão comportamento diferente na primeira quinzena de julho; veja a mudança</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-terao-comportamento-diferente-na-primeira-quinzena-de-julho-veja-mudanca.html" title="Chuvas terão comportamento diferente na primeira quinzena de julho; veja a mudança"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-terao-comportamento-diferente-na-primeira-quinzena-de-julho-veja-mudanca-1783021251354_320.png" alt="Chuvas terão comportamento diferente na primeira quinzena de julho; veja a mudança"></a></article></aside><p><strong>Na terça-feira (7)</strong>, a frente fria continua avançando, mas de forma costeira. O sistema frontal ainda influencia a Região Sul no período da manhã, <strong>com chuvas de fraca a moderada intensidade</strong> no norte de Santa Catarina e no leste do Paraná.</p><p><strong>No período da tarde a mudança atinge o Sudeste</strong>. A nebulosidade aumenta no centro e leste de São Paulo, com c<strong>huvas pontuais ou chuviscos</strong> na porção central paulista e <strong>chuvas mais abrangentes</strong>, mas de fraca intensidade no leste, incluindo a região metropolitana da capital. No Rio de Janeiro, o tempo muda mais para o fim da tarde e, também, com chuvas de fraca intensidade. <strong>As chuvas continuam ao longo da noite, sem proporcionarem riscos.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-nova-mudanca-no-tempo-em-7-estados-do-centro-sul-veja-a-previsao-1783267075211.jpg" data-image="3dkjcmfcpuzg" alt="frente fria" title="frente fria"><figcaption>Previsão de chuva, nebulosidade e pressão para o início da tarde da terça-feira, 7 de julho.</figcaption></figure><p>Enquanto isso, <strong>o tempo firme predomina nos estados do Sul, no Mato Grosso do Sul e no interior da Região Sudeste</strong>, devido à atuação da massa de ar frio.</p><p><strong>Na quarta-feira (8)</strong>, a frente fria avança rapidamente e se afasta para o oceano. Mesmo assim, <strong>é o suficiente para deixar o tempo nublado no Espírito Santo</strong>. No leste de São Paulo e no Rio de Janeiro, o tempo segue nublado e com chuva fraca, mas por influência da massa de ar frio que, por se tratar de uma anticiclone (alta pressão) <strong>favorece a circulação dos ventos oceânicos que transportam umidade</strong> para essas áreas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-nova-mudanca-no-tempo-em-7-estados-do-centro-sul-veja-a-previsao-1783267319960.jpg" data-image="f9jool6x5bru" alt="frente fria ar frio" title="frente fria ar frio"><figcaption>Previsão de chuva, nebulosidade e pressão para a manhã da quarta-feira, 8 de julho.</figcaption></figure><p>Já o interior do Sudeste, o Mato Grosso do Sul e a Região Sul seguem com tempo firme e sem potencial para chuva.</p><p>No restante da semana o tempo fica firme em todo o Sudeste, Centro-Oeste e boa parte da Região Sul. <strong>Somente na sexta-feira (10)</strong><strong> que novas instabilidades mudam o tempo no Rio Grande do Sul</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-traz-nova-mudanca-no-tempo-em-7-estados-do-centro-sul-veja-a-previsao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Uma galáxia distante pode ter sido flagrada no momento em que começou a morrer]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/uma-galaxia-distante-pode-ter-sido-flagrada-no-momento-em-que-comecou-a-morrer.html</link><pubDate>Sun, 05 Jul 2026 14:05:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>O estudo revela uma galáxia que pode estar interrompendo a formação de estrelas apenas 1,4 bilhão de anos após o Big Bang.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/uma-galaxia-distante-pode-ter-sido-flagrada-no-momento-em-que-comecou-a-morrer-1783209107988.png" data-image="hzan4w05gcx6" alt="Uma galáxia foi observada perdendo gás e formando uma longa cauda atrás de si. Sem esse combustível, ela começa a interromper a formação de novas estrelas. Crédito: ALMA" title="Uma galáxia foi observada perdendo gás e formando uma longa cauda atrás de si. Sem esse combustível, ela começa a interromper a formação de novas estrelas. Crédito: ALMA"><figcaption>Uma galáxia foi observada perdendo gás e formando uma longa cauda atrás de si. Sem esse combustível, ela começa a interromper a formação de novas estrelas. Crédito: ALMA</figcaption></figure><p>As galáxias evoluem ao longo de bilhões de anos convertendo o gás interestelar em novas estrelas.<strong> À medida que esse reservatório de gás é consumido ou removido, a taxa de formação estelar diminui até praticamente cessar.</strong> Sem o nascimento de novas estrelas, as estrelas já formadas envelhecem e chegam ao fim de seus ciclos de vida. </p><p><strong>Durante os primeiros bilhões de anos após o Big Bang, espera-se que a maioria das galáxias apresentasse intensa formação estelar.</strong> Essa época corresponde a um dos períodos mais ativos, quando novas estrelas eram produzidas em altas taxas e as galáxias cresciam rapidamente. </p><p>No entanto, o<strong>s pesquisadores encontraram evidências de uma galáxia observada apenas cerca de 1,4 bilhão de anos após o Big Bang que parece estar iniciando seu processo de extinção.</strong> As observações indicam que ela está perdendo ou já perdeu grande parte do gás responsável pela formação de novas estrelas.</p><h2>Como uma galáxia morre?</h2><p><strong>A morte de uma galáxia não ocorre de forma súbita, mas por um processo gradual no qual ela deixa de formar novas estrelas.</strong> Isso acontece quando o gás frio é consumido, expelido ou aquecido a temperaturas que impedem seu colapso gravitacional. Sem esse reservatório de gás, a taxa de formação estelar diminui continuamente até praticamente cessar. </p><div class="texto-destacado">Esse fenômeno em que a taxa de formação diminui até cessar é conhecido como quenching e representa uma das etapas da evolução galáctica.</div><p><strong>Após interromper a formação de estrelas, a galáxia passa a ser dominada por populações estelares antigas. </strong>Com o passar de bilhões de anos, as estrelas começam a morrer e, como não surgem novas estrelas jovens e quentes, a luminosidade da galáxia torna-se mais avermelhada e mais fraca.</p><h2>A galáxia jovem que já chegou ao fim </h2><p>Com isso, astrônomos encontraram a galáxia C26 que faz parte de uma estrutura que possui dezenas de galáxias chamada SPT2349–56. <strong>Essa estrutura foi encontrada em um período de cerca de 1,4 bilhões de anos após o Big Bang</strong>. C26 apresenta uma morfologia composta por um núcleo e uma longa cauda.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/uma-galaxia-distante-pode-ter-sido-flagrada-no-momento-em-que-comecou-a-morrer-1783209135581.png" data-image="gmniea3galzy" alt="Mesmo no Universo jovem, essa galáxia já parece estar encerrando sua formação estelar, algo considerado incomum pelos astrônomos. Crédito: Zhou et al." title="Mesmo no Universo jovem, essa galáxia já parece estar encerrando sua formação estelar, algo considerado incomum pelos astrônomos. Crédito: Zhou et al."><figcaption>Mesmo no Universo jovem, essa galáxia já parece estar encerrando sua formação estelar, algo considerado incomum pelos astrônomos. Crédito: Zhou et al. </figcaption></figure><p>Os resultados mostraram que a taxa de formação de estrelas da galáxia é menor do que a esperada para uma galáxia tão jovem. <strong>Os pesquisadores encontraram que parte do gás frio da C26 está na extensa cauda, onde permanece difuso e com baixa densidade</strong>, tornando-se pouco eficiente para formar novas estrelas. </p><h2>O que aconteceu? </h2><p>Esse comportamento sugere que a C26 pode representar um raro exemplo de galáxia que iniciou o processo de extinção cedo. <strong>As evidências indicam que a principal responsável pela perda de gás da C26 é a remoção por pressão dinâmica. </strong>Esse processo ocorre quando uma galáxia atravessa gás quente e difuso presente entre as galáxias de um aglomerado.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="711925" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/galaxia-e-encontrada-na-borda-do-universo-que-observamos-entenda-o-que-o-jwst-encontrou.html" title="Galáxia é encontrada na borda do Universo que observamos! Entenda o que o JWST encontrou">Galáxia é encontrada na borda do Universo que observamos! Entenda o que o JWST encontrou</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/galaxia-e-encontrada-na-borda-do-universo-que-observamos-entenda-o-que-o-jwst-encontrou.html" title="Galáxia é encontrada na borda do Universo que observamos! Entenda o que o JWST encontrou"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/galaxia-e-encontrada-na-borda-do-universo-que-observamos-entenda-o-que-o-jwst-encontrou-1748043163760_320.png" alt="Galáxia é encontrada na borda do Universo que observamos! Entenda o que o JWST encontrou"></a></article></aside><p>Com isso, o gás quente remove o gás frio da galáxia, formando a cauda característica observada. <strong>A perda desse gás priva a galáxia do gás que é necessário para formar novas estrelas, iniciando o processo de <em>quenching</em>. </strong>Isso sugere que a C26 pode representar um estágio intermediário de uma galáxia.</p><h2>O vale verde das galáxias </h2><p>Curiosamente, a própria Via Láctea parece estar em um processo intermediário conhecido como <em>Green Valley</em>.<strong> É uma região de transição entre sistemas com intensa formação estelar e galáxias praticamente inativas. </strong>As galáxias do <em>Green Valley</em> estão em um processo gradual de redução dessa atividade. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/uma-galaxia-distante-pode-ter-sido-flagrada-no-momento-em-que-comecou-a-morrer-1783209176898.png" data-image="ivh2hra5uurv" alt="Casos como esse são extremamente raros no Universo primitivo e podem ajudar a entender como algumas galáxias morreram tão cedo. Crédito: Zhou et al." title="Casos como esse são extremamente raros no Universo primitivo e podem ajudar a entender como algumas galáxias morreram tão cedo. Crédito: Zhou et al."><figcaption>Casos como esse são extremamente raros no Universo primitivo e podem ajudar a entender como algumas galáxias morreram tão cedo. Crédito: Zhou et al.</figcaption></figure><p><strong>A Via Láctea é frequentemente apontada como uma candidata a integrar o Green Valley, embora sua classificação exata ainda seja objeto de debate.</strong> As estimativas atuais indicam que sua taxa de formação estelar é inferior à observada em galáxias espirais mais ativas de massa semelhante. </p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Zhou%20et%20al" data-year="2026" data-title="An%20extreme%20ram-pressure%20stripping%20event%20in%20a%20protocluster%20at%20redshift%204.3" data-url="https%3A%2F%2Farxiv.org%2Fpdf%2F2606.18229">Zhou et al. (2026). <a href="https://arxiv.org/pdf/2606.18229" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">An extreme ram-pressure stripping event in a protocluster at redshift 4.3</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/uma-galaxia-distante-pode-ter-sido-flagrada-no-momento-em-que-comecou-a-morrer.html</guid><dc:creator><![CDATA[Roberta Duarte]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[7 plantas trepadeiras ideais para dar altura, cor e um toque de elegância ao seu jardim]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/7-plantas-trepadeiras-ideais-para-dar-altura-cor-e-um-toque-de-elegancia-ao-seu-jardim.html</link><pubDate>Sun, 05 Jul 2026 12:19:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Além de embelezarem o ambiente, estas espécies ajudam a regular a temperatura e a criar espaços mais frescos, tanto ao ar livre como dentro de casa.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/7-trepadoras-ideales-para-sumar-altura-color-y-un-toque-de-elegancia-sin-danar-paredes-ni-estructuras-1777848355944.jpg" data-image="7z09jmzskp5t" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Paredes que respiram: as plantas trepadeiras transformam superfícies duras em paisagens vivas.</figcaption></figure><p><strong>Há algo de encantador nas plantas trepadeiras</strong>: numa questão de meses, uma parede nua pode tornar-se um pano de fundo verde, uma pérgula pode transformar-se num refúgio colorido e um canto esquecido pode começar a atrair abelhas, borboletas e atenções.</p><p>Crescem em busca de luz e, ao longo do caminho, trazem frescura e um toque mais vibrante ao jardim. Além disso, <strong>funcionam como isolante natural e ajudam a moderar as temperaturas</strong> tanto no exterior como no interior da casa.</p><p>As<strong> espécies que se seguem destacam-se pela sua floração e folhagem abundante</strong>, tornando-as ideais para revitalizar o jardim, acrescentar altura e criar recantos mais frescos e protegidos.</p><h2>1- Madressilva (<em>Lonicera spp</em>., escolha variedades não invasoras)</h2><p>A madressilva combina fragrância, flores delicadas e grande adaptabilidade, crescendo bem em zonas temperadas e úmidas. As suas flores, geralmente brancas ou amareladas, <strong>atraem abelhas e outros polinizadores</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/7-trepadoras-ideales-para-sumar-altura-color-y-un-toque-de-elegancia-sin-danar-paredes-ni-estructuras-1777848571660.jpg" data-image="7pcqgx0qy9dz" alt="Plantas" title="Plantas"><figcaption>Flores perfumadas e delicadas que atraem os polinizadores e dão vida às vedações e pérgulas.</figcaption></figure><p><strong>Cresce muito rapidamente, por isso é melhor orientá-la desde o início</strong>. Necessita de sol ou sombra parcial e regas regulares. A poda deve ser feita após a floração para evitar que fique fora de controlo.</p><p>Algumas variedades podem tornar-se invasoras, por isso é importante escolher cultivares adequadas ou mantê-las sob controlo.</p><h2>2- Cipó-de-trombeta (<em>Campsis radicans</em> ou espécies semelhantes)</h2><p><strong>Se a ideia é atrair colibris, esta é uma ótima opção</strong>. A trombeta-trepadora possui flores em forma de trombeta em cores vibrantes como o laranja ou o vermelho.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/7-trepadoras-ideales-para-sumar-altura-color-y-un-toque-de-elegancia-sin-danar-paredes-ni-estructuras-1777849360280.jpg" data-image="yb8k2l5rpwip" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>As suas vistosas flores em forma de trombeta são um íman para os colibris.</figcaption></figure><p><strong>Cresce rápida e vigorosamente</strong>, por isso precisa de estruturas robustas. Adapta-se bem a<strong> diferentes tipos de solo e tolera o calor</strong>. Prefere sol pleno. A poda de inverno ajuda a controlar o seu vigor.</p><p>Sem controlo, pode espalhar-se mais do que o desejado, por isso é melhor plantá-la num local onde tenha espaço suficiente para se desenvolver.</p><h2>3- Hortênsia trepadora (<em>Hydrangea petiolaris</em>)</h2><p>Não é a opção mais comum, mas <strong>em zonas frias e úmidas pode desenvolver-se muito bem</strong>. Ao contrário de outras trepadeiras, tolera muito bem a sombra e cresce lentamente, sendo ideal para quem procura algo mais controlado.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/7-trepadoras-ideales-para-sumar-altura-color-y-un-toque-de-elegancia-sin-danar-paredes-ni-estructuras-1777848800789.jpg" data-image="he0uza9y5txx" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Ideal para paredes sombreadas: cresce lentamente, mas cobre as superfícies com elegância e flores delicadas.</figcaption></figure><p><strong>Fixa-se em paredes ou troncos</strong> sem os danificar. As suas flores brancas aparecem no verão.</p><p><strong>Requer solo rico em matéria orgânica e rega regular</strong>. A poda é mínima e apenas necessária para manutenção. É um investimento a longo prazo: leva tempo a ser estabelecido, mas depois recompensa com elegância.</p><h2>4- Clematite (<em>Clematis spp</em>.)</h2><p><strong>Se procura flores vistosas, a clematite é imbatível</strong>. Existem variedades adaptáveis a climas temperados, com flores grandes em tons de roxo, branco ou rosa.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/7-trepadoras-ideales-para-sumar-altura-color-y-un-toque-de-elegancia-sin-danar-paredes-ni-estructuras-1777848874461.jpg" data-image="d99nvmjx5913" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Flores deslumbrantes e cores variadas para embelezar as estruturas com um toque ornamental.</figcaption></figure><p><strong>Prefere a base à sombra e as flores ao sol</strong>. O seu crescimento é moderado. Necessita de suporte e de solo bem drenado. A poda varia consoante a variedade, mas é geralmente feita para estimular novas florações e evitar que os ramos se enrolem.</p><h2>5- Trepadeira-da-Virgínia (<em>Parthenocissus quinquefolia</em>)</h2><p><strong>Não possui flores espetaculares, mas a sua folhagem compensa</strong>. No outono, as suas folhas ficam vermelho-escuras e transformam qualquer parede.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/7-trepadoras-ideales-para-sumar-altura-color-y-un-toque-de-elegancia-sin-danar-paredes-ni-estructuras-1777848945035.jpg" data-image="8xrc2rcy95oa" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>No outono, as suas folhas vermelhas transformam qualquer parede num espetáculo natural. Crédito da imagem: Joseeljardinero</figcaption></figure><p>Cresce rapidamente e fixa-se sozinha graças a pequenas gavinhas. <strong>É resistente e tolera diferentes tipos de solo e condições</strong>. É ideal para cobrir grandes superfícies.</p><p><strong>A poda é feita para controlar a sua propagação, geralmente no inverno</strong>. É uma planta de baixa manutenção e muito eficaz para criar sombra e isolamento térmico.</p><h2>6- Jasmim-estrela (<em>Trachelospermum jasminoides</em>)</h2><p>É uma das preferidas, e com razão. <strong>O jasmim-estrela adapta-se muito bem a climas temperados</strong>. Possui folhas verde-brilhantes durante todo o ano e flores brancas muito perfumadas na primavera e no verão.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/7-trepadoras-ideales-para-sumar-altura-color-y-un-toque-de-elegancia-sin-danar-paredes-ni-estructuras-1777849091417.jpg" data-image="43eucqnqn3d7" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Fragrância e folhagem perene: uma trepadeira clássica para adicionar verde durante todo o ano.</figcaption></figure><p>Não está entre as plantas de crescimento mais rápido, mas também não demora uma eternidade. <strong>Necessita de sol ou sombra parcial </strong>e de uma estrutura de suporte, como uma cerca, arame ou pérgula, pois <strong>não se agarra sozinha</strong>.</p><p>A<strong> poda é feita após a floração</strong> para manter a forma e controlar o tamanho da planta. Com o tempo, pode tornar-se densa e perfeita para criar privacidade.</p><h2>7- Buganvília</h2><p>Poucas plantas oferecem tanta cor com tão pouco. <strong>a buganvília é ideal para climas quentes e secos</strong>. As suas "flores" são, na realidade, brácteas de cores vibrantes: fúcsia, laranja, branco ou violeta.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/7-trepadoras-ideales-para-sumar-altura-color-y-un-toque-de-elegancia-sin-danar-paredes-ni-estructuras-1777849323540.jpg" data-image="q8hpttbw1ail" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Uma explosão de cores em climas quentes, com brácteas vibrantes que iluminam paredes e pérgolas.</figcaption></figure><p><strong>Cresce rapidamente se receber sol e boa drenagem</strong>. Tolera melhor a seca do que o excesso de água. Pode ser cultivada como trepadeira ou deixada como arbusto.</p><p><strong>A poda é fundamental para estimular a floração e controlar a forma da planta</strong>; é feita no final do inverno. Cuidado com os espinhos: não é uma planta muito agradável ao toque.</p><p>Dica prática: <strong>se a parede tiver fissuras, reboco solto ou umidade, é melhor repará-la antes de adicionar uma planta trepadora</strong>. As plantas não criam o problema, mas podem aproveitar estes pontos fracos e agravá-los com o tempo.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="767143" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/efeito-cascata-7-plantas-trepadeiras-para-transformar-sua-varanda-em-um-jardim-de-capa-de-revista.html" title="Efeito cascata: 7 plantas trepadeiras para transformar sua varanda em um jardim de capa de revista">Efeito cascata: 7 plantas trepadeiras para transformar sua varanda em um jardim de capa de revista</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/efeito-cascata-7-plantas-trepadeiras-para-transformar-sua-varanda-em-um-jardim-de-capa-de-revista.html" title="Efeito cascata: 7 plantas trepadeiras para transformar sua varanda em um jardim de capa de revista"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/efecto-cascada-7-plantas-colgantes-para-transformar-tu-balcon-en-un-jardin-de-revista-1777329310892_320.jpg" alt="Efeito cascata: 7 plantas trepadeiras para transformar sua varanda em um jardim de capa de revista"></a></article></aside><p><strong>As plantas trepadeiras são uma forma simples de transformar um jardim sem grandes obras</strong>. Quando bem escolhidas e podadas regularmente, podem cobrir paredes, proporcionar sombra e criar privacidade sem causar problemas. Crescem, adaptam-se e, com pouca manutenção, mudam completamente a forma como um espaço exterior é vivenciado.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/7-plantas-trepadeiras-ideais-para-dar-altura-cor-e-um-toque-de-elegancia-ao-seu-jardim.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Por que os mosquitos picam mais umas pessoas que outras: os segredos do animal mais letal do mundo]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/porque-os-mosquitos-picam-mais-algumas-pessoas-do-que-outras-assim-e-o-sistema-sensorial-do-animal-mais-letal-do-mundo.html</link><pubDate>Sun, 05 Jul 2026 09:07:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Há uma série de fatores que explicam como é que os mosquitos localizam as pessoas e por que razão algumas sofrem muito mais picadas: analisamos o que diz a ciência.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/por-que-los-mosquitos-suelen-picar-mas-a-unas-personas-que-a-otras-1782901538130.jpeg" data-image="hm1gk1b9mchf" alt="Mosquitos picando a una persona" title="Mosquitos picando a una persona"><figcaption>As picadas de mosquito dependem de uma combinação de odor corporal, CO₂, calor e características individuais.</figcaption></figure><p>Todos os verões, os mosquitos voltam a ser um dos insetos mais incómodos. No entanto, o seu impacto vai muito além dos incómodos habituais.<strong> São os animais que causam mais mortes entre os seres humanos devido à transmissão de doenças</strong>. Só a malária causa mais de 600 000 mortes por ano, um número muito superior às cerca de 100 000 mortes atribuídas a picadas de cobra.</p><p>Nos últimos anos, vários estudos permitiram compreender com maior detalhe como estes insetos localizam as suas vítimas. Esse conhecimento também ajuda a responder a uma pergunta frequente: por que razão algumas pessoas sofrem muito mais picadas do que outras. <strong>A explicação está relacionada com vários estímulos que o mosquito analisa antes de se alimentar</strong>.</p><h2>Mosquitos e picadas: por que precisam de sangue</h2><p>Das mais de 3 700 espécies de mosquitos identificadas, <strong>apenas cerca de 200 picam os seres humanos</strong>. Isto representa cerca de 6% do total. A maioria aproveita qualquer fonte de sangue disponível, enquanto apenas algumas espécies demonstram uma preferência clara pelas pessoas.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">MOSQUITOS<br>Mosquito Love. Por qué los mosquitos pican más a unas personas que a otras<br>vía <a href="https://x.com/pictoline?ref_src=twsrc%5Etfw">@pictoline</a><a href="https://x.com/hashtag/PictolineCiencia?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#PictolineCiencia</a> <a href="https://t.co/ROdImyfmwp">pic.twitter.com/ROdImyfmwp</a></p>— El Jardín de Charles (@CRCiencia) <a href="https://x.com/CRCiencia/status/1652713672857522177?ref_src=twsrc%5Etfw">April 30, 2023</a></blockquote></figure><p><strong>As responsáveis pelas picadas são as fêmeas fecundadas</strong>. O sangue não faz parte da sua alimentação diária, mas fornece as proteínas necessárias para a produção dos ovos. Os machos, pelo contrário, sobrevivem alimentando-se de seivos vegetais e nunca picam.</p><p>Entre os grupos com maior importância sanitária destacam-se as espécies <strong><em>Culex</em></strong>, <strong><em>Aedes </em>e<em> Anopheles</em></strong>. O mosquito comum pertence ao primeiro grupo, enquanto o mosquito-tigre e o <em>Aedes aegypti</em> transmitem doenças como a dengue, o zika, a febre amarela e o chikungunya. Os <em>Anopheles</em> são os principais transmissores da malária.</p><h2>Como é que os mosquitos encontram as pessoas</h2><p><strong>O primeiro indício que os mosquitos detetam é o dióxido de carbono</strong> que expelimos ao respirar. Através de recetores situados nos palpos maxilares, conseguem detetar pequenas variações deste gás, mesmo quando a diferença mal chega aos 0,01%. Algumas investigações estimam que esse alcance se situe entre os 10 e os 50 metros.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/por-que-los-mosquitos-suelen-picar-mas-a-unas-personas-que-a-otras-1782901597166.jpeg" data-image="dlgtkabgphh0" alt="Un mosquito picando" title="Un mosquito picando"><figcaption>O sistema sensorial dos mosquitos explica por que razão algumas pessoas são alvo de muito mais picadas do que outras durante o verão.</figcaption></figure><p>Mas o CO₂, por si só, não é suficiente para localizar uma pessoa. <strong>Os mosquitos também utilizam a visão, o calor e outros estímulos para descartar fontes que não lhes interessam</strong>, como o CO₂ expelido pelos veículos a combustão ou o fumo das chaminés. É esse conjunto total de sinais que orienta o seu voo até ao possível hospedeiro.</p><p>À medida que se aproximam, o odor corporal ganha importância. <strong>A pele liberta mais de 500 compostos voláteis diferentes e os mosquitos reconhecem vários deles</strong>. A menos de 20 centímetros, também percepcionam o calor e a humidade da pele, enquanto que, a cerca de três centímetros, verificam o alvo através dos receptores nas suas patas antes de picarem.</p><h2>O odor corporal faz a diferença</h2><p>Cada pessoa possui uma combinação de odores que lhe é própria. Essa "assinatura" química depende, em grande parte, da microbiota da pele e da genética. Até mesmo diferentes zonas do corpo apresentam aromas distintos. Um exemplo conhecido é <strong>o interesse de alguns mosquitos pelo odor dos pés</strong>.</p><p>A influência genética é importante. Alguns estudos indicam que<strong> até 85% da atratividade para os mosquitos poderá estar relacionada com a hereditariedade</strong>. Entre os compostos que parecem aumentar essa atratividade destaca-se o ácido láctico, que o organismo elimina através da pele.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="759750" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/por-que-picadas-de-escorpiao-estao-cada-vez-mais-comuns-nas-cidades-brasileiras-o-butantan-explica.html" title="Por que picadas de escorpião estão cada vez mais comuns nas cidades brasileiras; o Butantan explica">Por que picadas de escorpião estão cada vez mais comuns nas cidades brasileiras; o Butantan explica</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/por-que-picadas-de-escorpiao-estao-cada-vez-mais-comuns-nas-cidades-brasileiras-o-butantan-explica.html" title="Por que picadas de escorpião estão cada vez mais comuns nas cidades brasileiras; o Butantan explica"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/por-que-picadas-de-escorpiao-estao-cada-vez-mais-comuns-nas-cidades-brasileiras-o-butantan-explica-1773949447324_320.jpg" alt="Por que picadas de escorpião estão cada vez mais comuns nas cidades brasileiras; o Butantan explica"></a></article></aside><p>Existem também investigações sobre o grupo sanguíneo. <strong>Vários resultados sugerem uma preferência por pessoas com o grupo 0</strong>, embora as conclusões continuem a ser contraditórias. Por conseguinte, esse possível efeito continua a ser objeto de estudo.</p><h2>Atividade física, gravidez e cerveja: os fatores que aumentam as picadas</h2><p>O exercício altera vários dos estímulos utilizados pelos mosquitos. <strong>Ao praticar desporto, aumenta-se a produção de dióxido de carbono</strong><strong>, a temperatura corporal e a transpiração</strong>, três sinais que facilitam a localização do hospedeiro.</p><p><strong>As mulheres grávidas também costumam sofrer mais picadas</strong>. De acordo com os dados disponíveis, durante a gravidez, elas exalam mais 21% de CO₂, uma circunstância que coincide com um aumento do número de picadas registadas por estes insetos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/por-que-los-mosquitos-suelen-picar-mas-a-unas-personas-que-a-otras-1782901663594.jpeg" data-image="5yc8k8ke7626" alt="Mujer a la que le ha picado un mosquito" title="Mujer a la que le ha picado un mosquito"><figcaption>Das mais de 3 700 espécies de mosquitos conhecidas, apenas cerca de 200 se alimentam de sangue humano. A maioria recorre a outros animais como fonte habitual de alimento.</figcaption></figure><p>Alguns hábitos também parecem estar associados a uma maior atração. Um estudo realizado durante um festival na Holanda observou que<strong> as pessoas que tinham consumido cerveja eram 44% mais atraentes para os mosquitos</strong>.</p><p><strong>O mesmo estudo apontou um aumento de 35% entre os consumidores de canábis e de 46% entre aqueles que tinham dormido acompanhados na noite anterior</strong>. Os investigadores reconhecem que ainda se desconhece o mecanismo responsável por estas diferenças e consideram que ainda há muito a investigar sobre a influência dos hábitos e do odor corporal.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Jaleesa%20Houle%201%2C%20Austin%20Lopez%201%2C%20Floris%20van%20Breugel" data-year="" data-title="Wind%20history%20shapes%20olfactory%20search%20response%20in%20free%20flying%20Drosophila%20melanogaster" data-url="https%3A%2F%2Fpmc.ncbi.nlm.nih.gov%2Farticles%2FPMC13081916%2F">Jaleesa Houle 1, Austin Lopez 1, Floris van Breugel. <a href="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC13081916/" target="_blank">Wind history shapes olfactory search response in free flying Drosophila melanogaster</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/porque-os-mosquitos-picam-mais-algumas-pessoas-do-que-outras-assim-e-o-sistema-sensorial-do-animal-mais-letal-do-mundo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O que o mundo come: nova base global revela o peso das dietas na saúde e no planeta]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/o-que-o-mundo-come-nova-base-global-revela-o-peso-das-dietas-na-saude-e-no-planeta.html</link><pubDate>Sun, 05 Jul 2026 08:57:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Estudo publicado na <em>Nature Food</em> apresenta uma nova base global de dietas que combina dados da FAO, pesquisas alimentares e estimativas energéticas para avaliar impactos na saúde, no ambiente e na economia.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-que-o-mundo-come-nova-base-global-revela-o-peso-das-dietas-na-saude-e-no-planeta-1783202639541.jpg" data-image="uvkimt8feuu8" alt="alimentos, estudo, nature" title="alimentos, estudo, nature"><figcaption>A forma como a população se alimenta influencia a saúde pública, o uso da terra, os recursos naturais e o custo das dietas.</figcaption></figure><p>Medir o que as pessoas comem parece uma tarefa simples, <strong>mas é uma das questões mais difíceis quando o assunto é saúde pública</strong>, clima e segurança alimentar. Uma nova base global tenta reduzir essa incerteza ao combinar diferentes fontes de informação sobre consumo, disponibilidade de alimentos e necessidades energéticas da população.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</strong></div><p>O estudo foi desenvolvido por Marco Springmann, pesquisador associado à University College London e à University of Oxford, e publicado na revista <em>Nature Food</em>. A base recebeu o nome de <strong>Global Dietary Database for Impact Assessments</strong>, ou <strong>GDD-IA</strong>, e reúne estimativas de ingestão alimentar para 43 grupos de alimentos, por país, idade, sexo e residência urbana ou rural, entre 1990 e 2020. </p><h2>Por que é tão difícil saber o que o mundo realmente come? </h2><p>Muitos estudos globais usam dados de disponibilidade alimentar, como os balanços da FAO.<strong> Eles mostram quanto alimento existe em um país</strong>, considerando produção, importações, exportações e outros usos. O problema é que esses números não representam exatamente o que as pessoas comem. Parte dos alimentos se perde no transporte, no varejo ou dentro das casas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-que-o-mundo-come-nova-base-global-revela-o-peso-das-dietas-na-saude-e-no-planeta-1783202860573.jpg" data-image="ci6jc7dvm85o" alt="desperdiço, alimento, disponível" title="desperdiço, alimento, disponível"><figcaption>Disponibilidade alimentar não é o mesmo que consumo real, pois parte dos alimentos se perde ou é desperdiçada antes de chegar ao prato.</figcaption></figure><p>Outra fonte comum são as pesquisas alimentares, nas quais as pessoas relatam o que consumiram. <strong>Elas ajudam a entender diferenças entre grupos sociais</strong>, mas também têm falhas conhecidas: erro de memória, dificuldade em estimar porções e tendência a declarar uma dieta mais “saudável” ou socialmente aceita do que a real.</p><h2>Uma base que junta várias peças </h2><p>A GDD-IA tenta equilibrar essas limitações. Primeiro, usa dados de disponibilidade alimentar da FAO. Depois, desconta estimativas de desperdício no varejo e nos domicílios. Em seguida, <strong>ajusta o total consumido com base em estimativas de ingestão energética </strong>derivadas de peso, altura e atividade física.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-que-o-mundo-come-nova-base-global-revela-o-peso-das-dietas-na-saude-e-no-planeta-1783203185921.jpg" data-image="qndcha2tcdsg" alt="dados, dieta, países, nature" title="dados, dieta, países, nature"><figcaption>A nova base combina disponibilidade de alimentos, pesquisas de consumo e estimativas energéticas para produzir valores mais plausíveis.</figcaption></figure><p>Esse ajuste é importante porque evita valores biologicamente improváveis. S<strong>e uma </strong>base indica que uma população consome calorias demais ou de menos em relação ao seu perfil físico e nível de atividade, isso pode distorcer avaliações sobre saúde, emissões, uso da terra e custo alimentar.</p><p>A nova base pode ser usada para:</p><ul> <li><strong>estimar riscos de doenças associados à dieta;</strong></li> <li>calcular impactos ambientais ligados ao consumo de alimentos;</li> <li><strong>comparar dietas entre países e grupos sociais;</strong></li> <li>avaliar o custo de diferentes padrões alimentares;</li> <li>apoiar estudos sobre segurança alimentar e sustentabilidade.</li> </ul><h2>O que os dados mostram sobre a dieta global? </h2><p>Segundo o estudo, <strong>em 2020 a dieta média global incluía grande participação de grãos, açúcar, vegetais e óleos vegetais</strong>. A ingestão energética média estimada ficou próxima de 2.173 quilocalorias por pessoa por dia, com diferenças importantes entre regiões, faixas etárias, sexo e áreas urbanas ou rurais.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-que-o-mundo-come-nova-base-global-revela-o-peso-das-dietas-na-saude-e-no-planeta-1783203338543.jpg" data-image="yqiujrpd8z41" alt="Comida, dados, base" title="Comida, dados, base"><figcaption>Em 2020, a dieta média global ainda era fortemente baseada em grãos, açúcar, óleos vegetais e vegetais.</figcaption></figure><p>Entre 2010 e 2020, <strong>o consumo global aumentou para vários grupos alimentares, como nozes e sementes</strong>, aves, ovos, peixes, frutas, leguminosas e óleos. Já açúcar e carne vermelha apresentaram leve queda. Em países de baixa renda, os aumentos foram mais amplos, refletindo mudanças no acesso a alimentos e na transição alimentar.</p><h2>Por que isso importa para saúde, clima e economia? </h2><p><strong>A principal contribuição da GDD-IA é permitir avaliações mais realistas.</strong> O estudo mostra que a escolha da base de dados muda os resultados sobre mortes atribuíveis à dieta, uso de terras agrícolas e custo das dietas. Ou seja, uma estimativa ruim de consumo pode levar a diagnósticos equivocados.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="745776" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/2025-no-podio-do-calor-global-o-recado-do-copernicus-que-chega-na-comida.html" title="2025 no pódio do calor global: o recado do Copernicus que chega na comida">2025 no pódio do calor global: o recado do Copernicus que chega na comida</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/2025-no-podio-do-calor-global-o-recado-do-copernicus-que-chega-na-comida.html" title="2025 no pódio do calor global: o recado do Copernicus que chega na comida"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/2025-no-podio-do-calor-global-o-recado-do-copernicus-que-chega-na-comida-1766695672190_320.jpg" alt="2025 no pódio do calor global: o recado do Copernicus que chega na comida"></a></article></aside><p>A base ainda tem limitações. Os dados de desperdício alimentar precisam de atualização, e a produção de subsistência pode ser subestimada em alguns países. <strong>Mesmo assim, a proposta avança ao tratar a alimentação como um tema integrado</strong>: o que chega ao prato também pesa na saúde, no ambiente e na economia.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Springmann%2C%20M" data-year="2026" data-title="Global%20dietary%20estimates%20for%20conducting%20health%2C%20environmental%20and%20economic%20impact%20assessments" data-url="https%3A%2F%2Fdoi.org%2F10.1038%2Fs43016-026-01388-z">Springmann, M. (2026). <a href="https://doi.org/10.1038/s43016-026-01388-z" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Global dietary estimates for conducting health, environmental and economic impact assessments</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/o-que-o-mundo-come-nova-base-global-revela-o-peso-das-dietas-na-saude-e-no-planeta.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item></channel></rss>