<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0"><channel><title>Meteored Brasil</title><link>https://www.tempo.com</link><description>Notícias do tempo - Confira as principais notícias sobre a meteorologia e previsão do tempo. Todas as informações são realizadas pelos nossos especialistas em meteorologia.</description><language>pt</language><lastBuildDate>Thu, 17 Sep 2026 20:10:11 +0000</lastBuildDate><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 20:10:11 +0000</pubDate><atom:link href="https://www.tempo.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[ Copyright 2026 Meteored ]]></copyright><image><url>https://www.tempo.com/imagenes/logo_rss.png</url><title>Meteored Brasil</title><link>https://www.tempo.com</link><width>144</width><height>144</height></image><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>6</sy:updateFrequency><item><title><![CDATA[Chuvas volumosas com frio atípico vão continuar por mais 30 dias; confira a previsão ]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-volumosas-com-frio-atipico-vao-continuar-por-mais-30-dias-confira-a-previsao.html</link><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 19:16:49 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O frio e as chuvas volumosas continuarão durante o início da Primavera. Nos próximos dias, o ar frio ainda avança pelo Sudeste e até mesmo Nordeste, e as previsões indicam o retorno do frio e das chuvas volumosas no fim de setembro, prolongando o padrão atípico sobre o Brasil.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xb91tca"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xb91tca.jpg" id="xb91tca"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Duas massas de ar frio atuaram sobre o Brasil em menos de uma semana, <strong>mantendo o centro-sul sob temperaturas abaixo do normal</strong> nos últimos dias. Ao longo desta semana, diversos municípios do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul registraram <strong>temperaturas inferiores a 2°C</strong>, com ocorrência de <strong>geadas</strong>. </p><p>O frio ainda deve continuar nos próximos dias, <strong>avançando pelo Sudeste</strong> e chegando até a <strong>Bahia e alguns estados do Nordeste</strong>, deixando as temperaturas mais amenas também nessa região do país. É possível observar a movimentação da massa de ar frio no vídeo acima.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-volumosas-com-frio-atipico-vao-continuar-por-mais-30-dias-confira-a-previsao-1789662430285.jpg" data-image="bldam42d1gkd" alt="Acumulados totais de chuva registrados pelo INMET nos últimos 30 dias." title="Acumulados totais de chuva registrados pelo INMET nos últimos 30 dias."><figcaption>Acumulados totais de chuva registrados pelo INMET nos últimos 30 dias mostram que as chuvas foram particularmente volumosas entre estados do Sul e do Sudeste, causando transtornos.</figcaption></figure><p>Além disso, as <strong>frentes frias</strong> que avançaram pelo país também causaram <strong>grandes volumes de chuva</strong>, muito maiores do que o normal no centro-sul do Brasil, com acumulados significativamente altos entre São Paulo, Paraná e Santa Catarina. É possível observar essa situação na imagem acima.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso<a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank"> novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Agora, previsões indicam que, na próxima semana,<strong> o calor voltará a ganhar força em grande parte do Brasil.</strong> A mudança está relacionada, em parte, a uma alteração de fase no fenômeno chamado Oscilação Antártica - que vai dificultar o avanço de novas massas de ar polar. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-volumosas-com-frio-atipico-vao-continuar-por-mais-30-dias-confira-a-previsao-1789662477997.jpg" data-image="ow7gt6zcpcsl" alt="Previsão de anomalias de temperatura entre os dias 21 e 28 de Setembro." title="Previsão de anomalias de temperatura entre os dias 21 e 28 de Setembro."><figcaption>Previsão de anomalias de temperatura entre os dias 21 e 28 de Setembro mostra que o calor vai voltar a predominar sobre o Brasil, com temperaturas muito altas no centro-norte do país.</figcaption></figure><p>No entanto, <strong>previsões já indicam um retorno do frio e das chuvas no final do mês de Setembro</strong>, fazendo com que o clima volte a se mostrar frio e chuvoso. Esse comportamento pode fazer com que as chuvas volumosas e o frio atípico continuem presentes no sul do país<strong> até meados de Outubro</strong>, atingindo portanto um período de 30 dias ou mais.</p><h2>Clima frio e chuvoso pode marcar início da primavera</h2><p>Previsões de anomalias de temperatura entre os dias 28 de Setembro e 12 de Outubro mostram que <strong>massas de ar frio voltarão a avançar pelos três estados da região Sul</strong> (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná) e também pelos estados de São Paulo e do Mato Grosso do Sul. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-volumosas-com-frio-atipico-vao-continuar-por-mais-30-dias-confira-a-previsao-1789662512855.jpg" data-image="u9mr5dnp1oea" alt="Previsão de anomalias de temperatura entre os dias 28/09 a 05/10 (esquerda) e 05/10 a 12/10 (direita)." title="Previsão de anomalias de temperatura entre os dias 28/09 a 05/10 (esquerda) e 05/10 a 12/10 (direita)."><figcaption>Previsão de anomalias de temperatura entre os dias 28/09 a 05/10 (esquerda) e 05/10 a 12/10 (direita) mostram um retorno gradual do frio para o sul do país, com novas massas de ar frio.</figcaption></figure><p> Isso ocorre junto à <strong>formação de novos ciclones extratropicais e suas frentes frias associadas</strong>, que vão também dar continuidade ao <strong>clima chuvoso </strong>especialmente sobre a região Sul, onde os maiores acumulados de chuva serão registrados. As <strong>chuvas volumosas</strong> também afetarão boa parte do Centro-Oeste e do Sudeste do Brasil, como é possível observar na imagem abaixo. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-volumosas-com-frio-atipico-vao-continuar-por-mais-30-dias-confira-a-previsao-1789662573819.jpg" data-image="v6jwjcz7tvpa" alt="Previsão de anomalias de chuva entre os dias 28/09 a 05/10 (esquerda) e 05/10 a 12/10 (direita)." title="Previsão de anomalias de chuva entre os dias 28/09 a 05/10 (esquerda) e 05/10 a 12/10 (direita)."><figcaption>Previsão de anomalias de chuva entre os dias 28/09 a 05/10 (esquerda) e 05/10 a 12/10 (direita) mostram que chuvas volumosas continuarão sendo registradas entre o Sul, Sudeste e Centro-Oeste.</figcaption></figure><p>Isso significa que o <strong>início da Primavera</strong>, que ocorre no dia 22 de Setembro, será marcado por um <strong>clima bastante chuvosos e frio no centro-sul do Brasil,</strong> dando continuidade ao padrão que foi registrado ao longo das últimas semanas no país. No entanto, essa massa de ar frio já não será tão intensa quanto as que atuaram sobre o país nas últimas semanas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="789043" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-atipico-no-centro-sul-contrasta-com-calor-de-mais-de-40-c-no-centro-norte-veja-a-previsao-das-temperaturas.html" title="Frio atípico no Centro-Sul contrasta com calor de mais de 40°C no Centro-Norte; veja a previsão das temperaturas">Frio atípico no Centro-Sul contrasta com calor de mais de 40°C no Centro-Norte; veja a previsão das temperaturas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-atipico-no-centro-sul-contrasta-com-calor-de-mais-de-40-c-no-centro-norte-veja-a-previsao-das-temperaturas.html" title="Frio atípico no Centro-Sul contrasta com calor de mais de 40°C no Centro-Norte; veja a previsão das temperaturas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/frio-atipico-no-centro-sul-contrasta-com-calor-de-mais-de-40-c-no-centro-norte-veja-a-previsao-das-temperaturas-1789570742176_320.jpg" alt="Frio atípico no Centro-Sul contrasta com calor de mais de 40°C no Centro-Norte; veja a previsão das temperaturas"></a></article></aside><p>Vale notar, ainda, que <strong>a tendência a partir de Outubro é de uma mudança do padrão climático</strong>. O calor deve voltar, gradualmente, a ganhar força em grande parte do Brasil. As previsões indicam, num geral, que a Primavera e o Verão devem ser marcados por t<strong>emperaturas elevadas e chuvas volumosas</strong>, em grande parte devido à influência do forte El Niño que está se formando no Oceano Pacífico equatorial.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-volumosas-com-frio-atipico-vao-continuar-por-mais-30-dias-confira-a-previsao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ciclogênese deixa em alerta o RS, SC e o PR para chuvas intensas e volumes de 100 mm em 24h]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclogenese-deixa-em-alerta-o-rs-sc-e-o-pr-para-chuvas-intensas-e-volumes-de-100-mm-em-24h.html</link><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 18:11:50 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A formação de um novo ciclone provoca mudanças no tempo sobre a Região Sul a partir desta sexta-feira (18). Há alerta para tempestades, riscos de granizo e acumulados que podem superar os 100 mm em 24 horas.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xb8yiqa"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xb8yiqa.jpg" id="xb8yiqa"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O processo de formação de um ciclone (ciclogênese) provoca mudanças no tempo sobre o <strong>Rio Grande do Sul</strong>, <strong>Santa Catarina</strong> e <strong>Paraná</strong>. A expectativa é de que as chuvas retornem ao Sul do país no decorrer desta <strong>sexta-feira (18)</strong>, disparando alertas para chuvas intensas, tempestades pontuais e <strong>acumulados que podem alcançar 100 mm em 24 horas</strong>.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p>Diversos municípios sulistas serão afetados pela instabilidade. Acompanhe a seguir a previsão do tempo detalhada e o avanço dos alertas na região.</p><h2>Virada no tempo é esperada no Sul do Brasil</h2><p>Ao final da <strong>sexta-feira (18)</strong>, um cavado (área alongada de baixa pressão) começa a se aprofundar e ganhar força, elevando o potencial de precipitação. A primeira área afetada deverá ser o <strong>noroeste do Rio Grande do Sul</strong>, com pancadas de intensidade fraca a moderada.</p><p>As chuvas continuam durante a <strong>madrugada de sábado (19)</strong>, ganhando intensidade, elevando os acumulados e se espalhando por outras regiões gaúchas, além de alcançar <strong>Santa Catarina</strong> e o <strong>Paraná</strong>. O modelo <em><strong>ECMWF</strong> </em>indica riscos de chuvas intensas e tempestades.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclogenese-deixa-em-alerta-o-rs-sc-e-o-pr-para-chuvas-intensas-e-volumes-de-100-mm-em-24h-1789650851302.jpg" data-image="jer2m0peh9g1" alt="Precipitação para sabado (19)." title="Precipitação para sabado (19)."><figcaption>Precipitação prevista para o final da manhã de sábado (19), de acordo com o modelo ECMWF.</figcaption></figure><p>No decorrer da manhã de sábado (19), o cenário permanece o mesmo, com chuvas intensas no <strong>centro</strong>, <strong>oeste</strong>, <strong>norte</strong> e <strong>noroeste gaúcho</strong>, <strong>meio-oeste catarinense</strong> e <strong>sudoeste paranaense</strong>.</p><p>À tarde, o sistema avança e as chuvas afetam todo o território de <strong>Santa Catarina</strong>, além do <strong>sudoeste do Paraná</strong>. A faixa <strong>norte e central paranaense</strong> também tem previsão de chuvas moderadas a fortes.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclogenese-deixa-em-alerta-o-rs-sc-e-o-pr-para-chuvas-intensas-e-volumes-de-100-mm-em-24h-1789650691036.jpg" data-image="qz9fkcrf7j83" alt="Probabilidade de chuva." title="Probabilidade de chuva."><figcaption>Mapa mostra as chances de chuva sobre a Região Sul na tarde de sábado (19).</figcaption></figure><p>No <strong>Rio Grande do Sul</strong>, oa situação é mais preocupante por conta da persistência das instabilidades desde o início do dia. Alertas para grandes volumes serão válidos para a faixa entre <strong>Santa Maria (RS)</strong>, <strong>Cruz Alta <strong> (RS)</strong> </strong>, <strong>Santa Rosa <strong> (RS)</strong> </strong> e <strong>Caxias do Sul <strong> (RS)</strong> </strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="789039" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-ainda-vao-atingir-o-norte-centro-oeste-e-o-sudeste-veja-os-estados-com-previsao.html" title="Chuvas ainda vão atingir o Norte, Centro-Oeste e o Sudeste; veja os estados com previsão">Chuvas ainda vão atingir o Norte, Centro-Oeste e o Sudeste; veja os estados com previsão</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-ainda-vao-atingir-o-norte-centro-oeste-e-o-sudeste-veja-os-estados-com-previsao.html" title="Chuvas ainda vão atingir o Norte, Centro-Oeste e o Sudeste; veja os estados com previsão"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-ainda-vao-atingir-o-norte-centro-oeste-e-o-sudeste-veja-os-estados-com-previsao-1789570608652_320.jpg" alt="Chuvas ainda vão atingir o Norte, Centro-Oeste e o Sudeste; veja os estados com previsão"></a></article></aside><p>Com a chegada da noite de sábado (19), as chuvas mais fortes se deslocam em direção a <strong>Porto Alegre <strong>(RS)</strong> </strong> e <strong>Região Metropolitana</strong>. Além disso, o <strong>leste de Santa Catarina</strong> (região de <strong>Itajaí</strong>) e áreas do <strong>sudoeste, noroeste e porção central do Paraná</strong> devem ficar em atenção por conta da possibilidade de <strong>tempestades com risco de granizo</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclogenese-deixa-em-alerta-o-rs-sc-e-o-pr-para-chuvas-intensas-e-volumes-de-100-mm-em-24h-1789650395493.jpg" data-image="4a7pz5t5wkfg" alt="Acumulado de chuva em 24 horas sobre o Sul do Brasil." title="Acumulado de chuva em 24 horas sobre o Sul do Brasil."><figcaption>Acumulado de chuva no Sul na madrugada de sábado (19), às 01h (esquerda), e o volume total previsto até a madrugada de domingo (20), às 01h (direita).</figcaption></figure><p>Até o início da <strong>madrugada de domingo (20)</strong>, o <strong>acumulado de chuva pode superar 100 mm em 24 horas</strong>. Os alertas de acumulados críticos são válidos para o <strong>centro</strong>, <strong>noroeste</strong> e <strong>oeste do Rio Grande do Sul</strong>. Nos demais estados os acumulados serão menores, mas ainda sim capazes de provocar transtornos se ocorrerem em um curto período.</p><p>As chuvas continuam ao longo das primeiras horas do <strong>domingo (20)</strong>, com alertas de tempestades válidos para o <strong>interior paranaense</strong>. Ao final da manhã e no decorrer da tarde, as instabilidades perdem força e o sol pode reaparecer no <strong>Rio Grande do Sul</strong> e em áreas de <strong>Santa Catarina</strong>. No <strong>Paraná</strong>, pancadas moderadas a fortes persistem no <strong>norte do estado</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclogenese-deixa-em-alerta-o-rs-sc-e-o-pr-para-chuvas-intensas-e-volumes-de-100-mm-em-24h-1789650593296.jpg" data-image="oexj0lm61g1f" alt="Rios Atmosféricos." title="Rios Atmosféricos."><figcaption>Intenso fluxo de umidade permite o suporte a nuvens carregadas no Sul do Brasil no início da próxima semana.</figcaption></figure><p>O ciclone estará totalmente consolidado no decorrer da tarde de domingo (20) e terá uma <strong>frente fria associada</strong> que continuará provocando chuvas no Paraná e em outros estados do Brasil, afetando trechos do <strong>Sudeste</strong> e do <strong>Centro-Oeste</strong>.</p><p>A tendência para o começo da semana é de manutenção das chuvas sobre o <strong>Paraná</strong>, <strong>Santa Catarina</strong> e <strong>norte do Rio Grande do Sul</strong>. O intenso fluxo de umidade associado à frente fria permitirá a permanência de nuvens carregadas, tornando as <strong>precipitações mais duradouras</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclogenese-deixa-em-alerta-o-rs-sc-e-o-pr-para-chuvas-intensas-e-volumes-de-100-mm-em-24h.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Chuva e ventos de 84 km/h causam estragos e deixam desabrigados no DF; veja imagens]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/chuva-e-ventos-de-84-km-h-causam-estragos-e-deixam-desabrigados-no-df-veja-imagens.html</link><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 14:02:13 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Quedas de eucaliptos de grande porte atingiram residências e a rede elétrica de alta tensão, fazendo com que bombeiros interditrassem construções inabitáveis enquanto a concessionária de energia duplicava o efetivo em campo.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-e-ventos-de-84-km-h-causam-estragos-e-deixam-desabrigados-no-df-1789650199585.jpg" data-image="p0g67ldv7psl" alt="Casas foram danificadas após tempestade em Planaltina, no DF. Foto: TV Globo" title="Casas foram danificadas após tempestade em Planaltina, no DF. Foto: TV Globo"><figcaption>Casas foram danificadas após tempestade em Planaltina, no DF. Foto: TV Globo</figcaption></figure><p><strong>Um forte temporal acompanhado de vendavais e queda de granizo</strong> atingiu diversas regiões do Distrito Federal no final da tarde de quarta-feira (16). As precipitações provocaram <strong>destelhamentos de imóveis residenciais e comerciais, quedas de árvores e postes</strong>, além de interrupções no fornecimento de energia elétrica.</p><p>Apesar do impacto estrutural em vários pontos da capital, não houve registro de feridos até o momento. Contudo, os danos materiais forçaram a retirada de famílias de suas residências, <strong>resultando em pelo menos 11 pessoas acolhidas em instalações públicas</strong>.</p><h2>Danos estruturais em Arapoanga, Planaltina e Samambaia</h2><p><strong>Em Arapoanga, as rajadas arrancaram telhas inteiras e derrubaram muros</strong>, com registros de postes caídos na rodovia DF-130. As áreas mais atingidas incluíram o assentamento Terra Nova e as localidades de Favelinha e Nossa Senhora de Fátima, onde <strong>moradores precisaram deixar seus lares</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-e-ventos-de-84-km-h-causam-estragos-e-deixam-desabrigados-no-df-1789650338827.jpg" data-image="w4htmww5s1xr" alt="Parede de oficina desabou sobre carros. Foto: Reprodução / @plannewss" title="Parede de oficina desabou sobre carros. Foto: Reprodução / @plannewss"><figcaption>Parede de oficina desabou sobre carros. Foto: Reprodução / @plannewss</figcaption></figure><p>O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (<a href="https://www.cbm.df.gov.br/" target="_blank">CBMDF</a>) atendeu <strong>ocorrências envolvendo eucaliptos de grande porte que tombaram sobre imóveis</strong> e sobre a fiação de alta tensão. Segundo os bombeiros, uma das construções sofreu danos severos e ficou inabitável, mantendo-se o risco de queda de outras árvores próximas.</p><p><strong>Em Planaltina, a tempestade destelhou estabelecimentos comerciais e derrubou paredes de uma oficina mecânica</strong>, cobrindo veículos de escombros. Um comerciante local descreveu a situação após ter a loja inundada: "Fomos surpreendidos, entrou muita água. Tivemos danos e prejuízos. Nosso atendente está bem. Danos a gente recupera".</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">Ruas de Planaltina, do Arapoanga e do Vale do Amanhecer amanheceram a tarde de quarta-feira (16/9) cobertas de branco, depois de uma forte chuva de granizo atingir a região.<a href="https://t.co/H3SKh3RbNB">https://t.co/H3SKh3RbNB</a> <a href="https://t.co/HDDgHVcMYP">pic.twitter.com/HDDgHVcMYP</a></p>— Acorda DF (@acorda_df) <a href="https://x.com/acorda_df/status/2100549530462601310?ref_src=twsrc%5Etfw">September 17, 2026</a></blockquote></figure><p><strong>A região de Samambaia também enfrentou momentos de tensão decorrentes da força dos ventos e do granizo</strong> acumulado. Além de coberturas danificadas, uma árvore de grande porte foi arrancada pela raiz, caindo na via pública e quase atingindo residências e cabos de energia.</p><h2>Intensidade dos ventos e atuação dos órgãos públicos</h2><p>De acordo com medições realizadas pelo <strong>Instituto Nacional de Meteorologia</strong> (<a href="https://portal.inmet.gov.br/" target="_blank">INMET</a>), a estação do Gama registrou ventos que alcançaram a velocidade de <strong>84,24 km/h</strong>. Em Planaltina, as rajadas chegaram a <strong>35,3 km/h</strong>, seguidas por registros no Paranoá com<strong> 33,5 km/h</strong>, Brazlândia com <strong>27,72 km/h</strong> e Plano Piloto com <strong>27,33 km/h</strong>.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">Nós pessoas do DF não conhecemos chuva, mas quando chove é assim: <br><br>Sim, isso é gelo. <a href="https://t.co/OLSLvAmmA2">pic.twitter.com/OLSLvAmmA2</a></p>— Nalê:D (@nalerda27) <a href="https://x.com/nalerda27/status/2100326553666424899?ref_src=twsrc%5Etfw">September 16, 2026</a></blockquote></figure><p>O volume de chuva acumulado na estação meteorológica do Gama atingiu a marca de <strong>24,8 mm</strong> durante o episódio. Planaltina contabilizou <strong>11,6 mm</strong> de precipitação, enquanto a medição em Brazlândia somou<strong> 8,2 mm</strong>.</p><p>Para conter os impactos do temporal, uma força-tarefa mobilizou equipes da Defesa Civil, administrações regionais e da <strong>Companhia Urbanizadora da Nova Capital</strong> (<a href="https://www.novacap.df.gov.br/" target="_blank">NOVACAP</a>). A concessionária Neoenergia dobrou o efetivo operacional de eletricistas para <strong>reconstruir os trechos danificados da rede</strong> e normalizar gradativamente o abastecimento.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="789039" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-ainda-vao-atingir-o-norte-centro-oeste-e-o-sudeste-veja-os-estados-com-previsao.html" title="Chuvas ainda vão atingir o Norte, Centro-Oeste e o Sudeste; veja os estados com previsão">Chuvas ainda vão atingir o Norte, Centro-Oeste e o Sudeste; veja os estados com previsão</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-ainda-vao-atingir-o-norte-centro-oeste-e-o-sudeste-veja-os-estados-com-previsao.html" title="Chuvas ainda vão atingir o Norte, Centro-Oeste e o Sudeste; veja os estados com previsão"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-ainda-vao-atingir-o-norte-centro-oeste-e-o-sudeste-veja-os-estados-com-previsao-1789570608652_320.jpg" alt="Chuvas ainda vão atingir o Norte, Centro-Oeste e o Sudeste; veja os estados com previsão"></a></article></aside><p>As famílias desabrigadas foram cadastradas para ter acesso ao auxílio reconstrução da <strong>Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal</strong> (<a href="https://www.sedes.df.gov.br/" target="_blank">SEDES</a>). Avaliações técnicas da Defesa Civil continuam sendo realizadas nos locais afetados para <strong>identificar estruturas comprometidas </strong>e definir quais imóveis poderão ser recuperados.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Adriana%20Izel%2C%20Larice%20de%20Paula%20e%20Luisa%20Rany" data-year="2026" data-title="Temporal%20com%20ventania%20causa%20estragos%20em%20Arapoanga%2C%20Planaltina%20e%20Samambaia" data-url="https%3A%2F%2Fwww.metropoles.com%2Fdistrito-federal%2Ftemporal-com-ventania-causa-estragos-em-arapoanga-planaltina-e-samambaia">Adriana Izel, Larice de Paula e Luisa Rany. (2026). <a href="https://www.metropoles.com/distrito-federal/temporal-com-ventania-causa-estragos-em-arapoanga-planaltina-e-samambaia" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Temporal com ventania causa estragos em Arapoanga, Planaltina e Samambaia</a>.</cite><br><cite data-author="Felipe%20Machado" data-year="2026" data-title="Rajadas%20de%20vento%20durante%20temporal%20no%20DF%20chegaram%20a%2084%2C4%20km%2Fh%2C%20diz%20Inmet" data-url="https%3A%2F%2Fwww.metropoles.com%2Fdistrito-federal%2Frajadas-de-vento-durante-temporal-no-df-chegaram-a-844-km-h-diz-inmet">Felipe Machado. (2026). <a href="https://www.metropoles.com/distrito-federal/rajadas-de-vento-durante-temporal-no-df-chegaram-a-844-km-h-diz-inmet" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Rajadas de vento durante temporal no DF chegaram a 84,4 km/h, diz Inmet</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/chuva-e-ventos-de-84-km-h-causam-estragos-e-deixam-desabrigados-no-df-veja-imagens.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Praia de mais de 200 km no RS reúne navio encalhado, missão da Nasa e histórias de naufrágios]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/praia-de-mais-de-200-km-no-rs-reune-navio-encalhado-missao-da-nasa-e-historias-de-naufragios.html</link><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 13:07:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Localizada no extremo sul do Brasil, Praia do Cassino chama atenção pela extensão de sua faixa de areia e guarda episódios envolvendo naufrágios, foguetes, turismo, ciência e ultramaratonas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/praia-de-mais-de-200-km-no-rs-reune-navio-encalhado-missao-da-nasa-e-historias-de-naufragios-1789491534239.jpg" data-image="0f1m96fvm0x6" alt="Com mais de 200 quilômetros de extensão, a Praia do Cassino reúne naufrágios históricos, testes da Nasa e controvérsia sobre registro de recorde" title="Com mais de 200 quilômetros de extensão, a Praia do Cassino reúne naufrágios históricos, testes da Nasa e controvérsia sobre registro de recorde"><figcaption>Com mais de 200 quilômetros de extensão, a Praia do Cassino reúne naufrágios históricos, testes da Nasa e controvérsia sobre registro de recorde. Crédito: Montagem CNN Brasil</figcaption></figure><p>Uma faixa praticamente contínua de areia que se estende por <strong>mais de 200 quilômetros no litoral do Rio Grande do Sul</strong> guarda histórias que vão muito além do turismo. A <strong>Praia do Cassino</strong>, no município de Rio Grande, reúne naufrágios, experimentos científicos e até uma missão realizada pela Nasa na década de 1960.</p><p>Conhecida como <strong>uma das praias mais extensas do planeta</strong>, a região acompanha parte do litoral sul brasileiro em direção à fronteira com o Uruguai. A dimensão da faixa de areia ajudou a transformar o local em<strong> atração turística </strong>e também criou condições para<strong> atividades esportivas e científicas pouco convencionais.</strong></p><p>Por muitos anos, circulou a informação de que a <strong>Praia do Cassino teria entrado para o Guinness Book em 1994 </strong>como a maior praia do mundo. Não há, porém, registro desse reconhecimento nas edições oficiais da publicação. A plataforma especializada em geografia World Atlas atribui ao local <strong>o título de maior extensão contínua de areia do planeta.</strong></p><h2>Naufrágios fazem parte da paisagem</h2><p>A história da navegação na região ajuda a explicar outra característica da praia: os vestígios de<strong> embarcações que naufragaram ou encalharam</strong> em suas proximidades. Há registros de pelo menos<strong> 53 acidentes marítimos ocorridos</strong> entre 1776 e 2004 ao longo desse trecho do litoral gaúcho.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/praia-de-mais-de-200-km-no-rs-reune-navio-encalhado-missao-da-nasa-e-historias-de-naufragios-1789492343821.jpg" data-image="mhu4asbott9b" alt="Praia do Cassino: o mito do Guinness Book e os segredos da maior faixa de areia do planeta • Reprodução • @praiadocassino_rs" title="Praia do Cassino: o mito do Guinness Book e os segredos da maior faixa de areia do planeta • Reprodução • @praiadocassino_rs"><figcaption>Praia do Cassino: o mito do Guinness Book e os segredos da maior faixa de areia do planeta. Crédito: @praiadocassino_rs</figcaption></figure><p>Um dos casos mais conhecidos é o do Altair, cargueiro de origem grega que encalhou durante uma tempestade em 1976. Parte da embarcação permanece visível na faixa de areia e, com o passar das décadas, transformou-se em um dos pontos turísticos mais conhecidos da Praia do Cassino.</p><p>Outra história remonta <strong>ao fim do século 19</strong>. Em 1897, o<strong> navio Sarita</strong> teria sido encalhado propositalmente pelo comandante Cosmo Marasciulo. O objetivo seria receber uma indenização do seguro da embarcação, episódio que passou a integrar o conjunto de histórias e curiosidades marítimas associadas à região.</p><h2>Praia virou base para missão da Nasa</h2><p>A extensa faixa de areia também teve papel na pesquisa espacial. Em 1966, a Praia do Cassino serviu como<strong> base para uma operação que contou com a participação da Nasa</strong> e teve como objetivo estudar um eclipse solar. Ao todo, <strong>14 foguetes foram lançados </strong>durante a missão científica.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/praia-de-mais-de-200-km-no-rs-reune-navio-encalhado-missao-da-nasa-e-historias-de-naufragios-1789492145275.jpg" data-image="3eq1rbq551ku" alt="Campo de lançamentos da praia de Cassino na cidade de Rio Grande (RS). • INPE" title="Campo de lançamentos da praia de Cassino na cidade de Rio Grande (RS). • INPE"><figcaption> Campo de lançamentos da praia de Cassino na cidade de Rio Grande (RS). Crédito: INPE</figcaption></figure><p>A operação aproveitou as características geográficas da região para a realização dos experimentos. O episódio<strong> inseriu o litoral de Rio Grande em um capítulo pouco conhecido da história da exploração espacial </strong>e da cooperação científica internacional realizada em território brasileiro.</p><p>Décadas depois, a ligação do local com atividades científicas permanece entre as curiosidades que atraem visitantes. O <strong>histórico de lançamentos de foguetes </strong>se soma aos naufrágios e à dimensão da praia como elementos que diferenciam o destino de outras áreas do litoral do país.</p><h2>Extensão desafia atletas</h2><p>Os mais de 200 quilômetros de areia também servem de cenário para <strong>competições esportivas de resistência.</strong> Entre elas está a Cassino Ultra Race, ultramaratona que explora as grandes distâncias e as condições naturais da região.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="733816" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/ponto-mais-oriental-do-brasil-e-arquipelago-vulcanico-isolado-e-estrategico-no-atlantico-sul.html" title="Ponto mais oriental do Brasil é arquipélago vulcânico isolado e estratégico no Atlântico Sul">Ponto mais oriental do Brasil é arquipélago vulcânico isolado e estratégico no Atlântico Sul</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/ponto-mais-oriental-do-brasil-e-arquipelago-vulcanico-isolado-e-estrategico-no-atlantico-sul.html" title="Ponto mais oriental do Brasil é arquipélago vulcânico isolado e estratégico no Atlântico Sul"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ponto-mais-oriental-do-brasil-e-arquipelago-vulcanico-isolado-e-estrategico-no-atlantico-sul-1760220803261_320.jpg" alt="Ponto mais oriental do Brasil é arquipélago vulcânico isolado e estratégico no Atlântico Sul"></a></article></aside><p>A competição possui <strong>modalidades que podem chegar a 460 quilômetros</strong>, impondo aos participantes desafios como vento, variações de temperatura, umidade e longos percursos pela areia. As características que ajudaram a tornar a praia conhecida internacionalmente também funcionam, nesse caso, como obstáculos naturais aos atletas.</p><p>Entre recordes geográficos controversos, restos de embarcações, lançamentos de foguetes e provas de resistência, a Praia do Cassino reúne <strong>diferentes capítulos da história do extremo sul brasileiro</strong>. Mais do que sua extensão, são essas histórias espalhadas pela faixa de areia que ajudam a explicar a singularidade do destino.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="CNN%20Brasil" data-year="2026" data-title="Com%20mais%20de%20200%20km%2C%20a%20%22maior%20praia%20do%20mundo%22%20fica%20no%20RS%20e%20re%C3%BAne%20navio%20grego%20encalhado%20e%20miss%C3%A3o%20da%20Nasa" data-url="https%3A%2F%2Fwww.cnnbrasil.com.br%2Fcuriosidades%2Fcom-mais-de-200-km-a-maior-praia-do-mundo-fica-no-rs-e-reune-navio-grego-encalhado-e-missao-da-nasa%2F%3Fgaa_at%3Dla%26gaa_n%3DAXbw80QudNAonxd5DUDhgw2RAkG3ZyqRuC394BHOz_KHSPSf8WC0gwTrUn9wqs_xLpo%253D%26gaa_ts%3D6aa6ab3a%26utm_source%3Dnewsshowcase%26utm_medium%3Ddiscover%26utm_campaign%3DCCwqGQgwKhAIACoHCAowrIaYCzCTsK8DMLC3_QIw0ciCBg%26utm_content%3Dbullets%26gaa_sig%3DywniBLaLrnJLt0yZtB2TGVtli6zomBsbUOFaG61mNUDkek_7IYDDWooMvFhNB2ZFRvbxo8cgqWhV_vO1AQgqvg%253D%253D">CNN Brasil. (2026). <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/curiosidades/com-mais-de-200-km-a-maior-praia-do-mundo-fica-no-rs-e-reune-navio-grego-encalhado-e-missao-da-nasa/?gaa_at=la&gaa_n=AXbw80QudNAonxd5DUDhgw2RAkG3ZyqRuC394BHOz_KHSPSf8WC0gwTrUn9wqs_xLpo%3D&gaa_ts=6aa6ab3a&utm_source=newsshowcase&utm_medium=discover&utm_campaign=CCwqGQgwKhAIACoHCAowrIaYCzCTsK8DMLC3_QIw0ciCBg&utm_content=bullets&gaa_sig=ywniBLaLrnJLt0yZtB2TGVtli6zomBsbUOFaG61mNUDkek_7IYDDWooMvFhNB2ZFRvbxo8cgqWhV_vO1AQgqvg%3D%3D" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Com mais de 200 km, a "maior praia do mundo" fica no RS e reúne navio grego encalhado e missão da Nasa</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/praia-de-mais-de-200-km-no-rs-reune-navio-encalhado-missao-da-nasa-e-historias-de-naufragios.html</guid><dc:creator><![CDATA[João Cunha]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Fumaça de incêndios dispara a poluição do ar na Indonésia a níveis perigosos]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/fumaca-de-incendios-dispara-a-poluicao-do-ar-na-indonesia-a-niveis-perigosos.html</link><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 12:03:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Uma densa nuvem de fumaça cobre vastas áreas de Kalimantan Central, onde os incêndios florestais tornaram o ar insalubre e obrigaram milhares de pessoas a enfrentar uma emergência ambiental e sanitária.</p><figure id="first-video" class="video youtube-short"><img src="https://img.youtube.com/vi/pOgaxgY4HxI/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=pOgaxgY4HxI" id="pOgaxgY4HxI"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>O céu desapareceu sob uma espessa camada de fumaça em <strong>Kalimantan Central</strong>, na<strong> ilha indonésia de Bornéu</strong>. Os <strong>incêndios florestais</strong> e em áreas de turfa que afetam diversas regiões da Indonésia estão provocando um<strong> grave episódio de poluição atmosférica</strong>, com níveis de qualidade do ar considerados perigosos e uma visibilidade drasticamente reduzida.</p><p>Em Palangka Raya, capital de Kalimantan Central, a combinação de <strong>fumaça</strong>, cinzas e partículas provenientes dos incêndios <strong>cobriu estradas, edifícios e infraestruturas</strong>. As imagens mostram uma paisagem praticamente ocultada pela névoa, na qual mal se conseguem distinguir elementos situados a poucas centenas de metros de distância.</p><h2>Risco grave para pessoas com doenças respiratórias</h2><p><strong>A situação não é nova na região</strong>, mas a intensidade atingida este ano acendeu todos os alertas e levou as autoridades sanitárias indonésias a insistir nos riscos associados à exposição à fumaça dos incêndios.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">Escenas aterradoras de los incendios forestales y de tierras acercándose a las casas de los residentes en el pueblo de Batalas, en la región de Tabín / Kalimatan del Sur , Indonesia <a href="https://t.co/WE6rSsuZsc">pic.twitter.com/WE6rSsuZsc</a></p>— Alertageo (@alertarojanot) <a href="https://x.com/alertarojanot/status/2098874042082091362?ref_src=twsrc%5Etfw">September 12, 2026</a></blockquote></figure><p>O problema afeta especialmente as <strong>partículas finas em suspensão no ar</strong>, capazes de penetrar profundamente no sistema respiratório. As conhecidas como PM10 têm diâmetro inferior a 10 mícrons, enquanto as PM2,5 não ultrapassam 2,5 mícrons e podem <strong>penetrar muito mais profundamente no aparelho respiratório</strong>.</p><p>A fumaça dos incêndios contém altas concentrações dessas partículas, além de outros poluentes; por isso, respirar esse ar pode provocar irritação nos olhos e na garganta, tosse e dificuldade para respirar, <strong>agravar doenças respiratórias e cardiovasculares</strong>, além de representar um risco significativo para crianças e idosos.</p><h2>El Niño, por trás dos incêndios</h2><p>Por trás dessa situação, há uma temporada de incêndios especialmente intensa. O fenômeno <strong>El Niño</strong>, que favorece temperaturas elevadas e condições mais secas, <strong>contribuiu para tornar a vegetação e as turfeiras mais vulneráveis ao fogo</strong>. Além disso, os incêndios podem permanecer ativos abaixo da superfície por longos períodos, dificultando sua extinção.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr"> Se reporta una densa niebla en Kuala Lumpur, Malasia, proveniente de los incendios forestales activos en Indonesia. <a href="https://t.co/tGi4bEXHTA">pic.twitter.com/tGi4bEXHTA</a></p>— Global News ESP (@GlobalNewsESP) <a href="https://x.com/GlobalNewsESP/status/2099829808750272745?ref_src=twsrc%5Etfw">September 15, 2026</a></blockquote></figure><p>Os dados disponíveis refletem a magnitude da <strong>emergência</strong>. Entre janeiro e julho, os incêndios haviam afetado cerca de 202.000 hectares na Indonésia, enquanto estimativas posteriores indicavam um forte aumento durante o mês de agosto, especialmente em Kalimantan e Sumatra.</p><p>As emissões decorrentes dos incêndios chegaram a representar mais de um terço das emissões globais associadas ao fogo durante a <strong>primeira semana de setembro</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="784914" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/nem-raios-nem-azar-ciencia-revela-que-o-ser-humano-provoca-ate-97-dos-incendios-florestais.html" title="Nem raios, nem azar: ciência revela que o ser humano provoca até 97% dos incêndios florestais">Nem raios, nem azar: ciência revela que o ser humano provoca até 97% dos incêndios florestais</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/nem-raios-nem-azar-ciencia-revela-que-o-ser-humano-provoca-ate-97-dos-incendios-florestais.html" title="Nem raios, nem azar: ciência revela que o ser humano provoca até 97% dos incêndios florestais"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ni-rayos-ni-azar-la-ciencia-revela-que-el-ser-humano-provoca-hasta-el-97-de-los-incendios-forestales-1787259307314_320.png" alt="Nem raios, nem azar: ciência revela que o ser humano provoca até 97% dos incêndios florestais"></a></article></aside><p><strong>A fumaça também não permanece dentro das fronteiras da Indonésia.</strong> A névoa proveniente de Kalimantan e Sumatra deslocou-se para outros territórios do Sudeste Asiático, afetando a Malásia, Cingapura, Brunei e até mesmo áreas das Filipinas. Em algumas regiões da parte malaia de Bornéu, foram registrados níveis perigosos de poluição e um aumento nos problemas respiratórios.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/fumaca-de-incendios-dispara-a-poluicao-do-ar-na-indonesia-a-niveis-perigosos.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[As 6 atividades humanas que podem causar terremotos, segundo o Instituto de Geociências espanhol]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/as-6-atividades-humanas-que-podem-causar-terremotos-segundo-o-instituto-de-geociencias-espanhol.html</link><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 10:04:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Nem sempre os terremotos têm origem natural. Determinadas atividades humanas também podem alterar o equilíbrio das falhas e desencadear sismicidade induzida. O Instituto de Geociências do CSIC explica seis processos capazes de modificar as condições do subsolo terrestre.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/las-6-actividades-humanas-que-pueden-causar-terremotos-segun-el-instituto-de-geociencias-espanol-csic-ucm-1789523903663.jpg" data-image="lga6ak638xpm"><figcaption>O Instituto de Geociências da Espanha explicou quais são as atividades humanas que podem provocar terremotos.</figcaption></figure><p>Costumamos associar os terremotos ao movimento das placas tectônicas e à liberação repentina de energia acumulada nas falhas geológicas. Esse é o mecanismo responsável pela imensa maioria dos grandes terremotos que ocorrem no planeta. Mas existe outra possibilidade, menos conhecida: a <strong>atividade humana também pode modificar as condições do subsolo e desencadear terremotos</strong>.</p><p>É o que os especialistas chamam de<strong> sismicidade induzida</strong>. Isso não significa que o ser humano possa provocar um terremoto do zero em qualquer lugar, mas sim que determinadas intervenções podem alterar as pressões, tensões ou condições físicas de uma área que já apresenta estruturas geológicas suscetíveis a movimentos.</p><h2>As atividades humanas que podem gerar terremotos</h2><p>O Instituto de Geociências da Espanha (IGEO), um centro vinculado à Agência Estatal do Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC) e à Universidade Complutense de Madri, destacou essa relação por meio de seus canais de divulgação.</p><p>Entre os <strong>processos antrópicos relacionados à sismicidade induzida</strong>, a própria pesquisa identifica a exploração de aquíferos e reservatórios geológicos, a construção de reservatórios e determinadas atividades de mineração.</p><h3><strong>Construção e enchimento de grandes reservatórios</strong></h3><p>Uma das formas mais conhecidas de sismicidade induzida pelo ser humano está relacionada às grandes <strong>barragens/represas</strong>.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr"> ¿Sabías que algunas actividades humanas pueden provocar terremotos?<br><br>Se conoce como sismicidad inducida a los terremotos relacionados con actividades humanas que modifican los esfuerzos o la presión de fluidos en el subsuelo.<a href="https://x.com/hashtag/sismicidad?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#sismicidad</a> <a href="https://x.com/hashtag/sismicidadinducida?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#sismicidadinducida</a> <a href="https://t.co/k1MtIiuXI8">pic.twitter.com/k1MtIiuXI8</a></p>— IGEO (CSIC-UCM) (@IGeociencias) <a href="https://x.com/IGeociencias/status/2097957984449990701?ref_src=twsrc%5Etfw">September 10, 2026</a></blockquote></figure><p>Quando um reservatório começa a encher, milhões de toneladas de água exercem um peso adicional sobre o terreno. Além disso, a água pode infiltrar-se por meio de fraturas e modificar a<strong> pressão dos fluidos no subsolo</strong>. Em determinadas condições, essas mudanças podem alterar o equilíbrio de uma falha e favorecer a ocorrência de um movimento.</p><p>O fenômeno é cientificamente documentado e faz parte dos riscos que o IGEO considera ao estudar grandes infraestruturas hidráulicas.</p><h3><strong>Extração de petróleo e gás</strong></h3><p>A extração de hidrocarbonetos também pode modificar as condições mecânicas do subsolo. Ao retirar grandes quantidades de petróleo ou gás de um reservatório, ocorrem<strong> mudanças de pressão que podem afetar as rochas e as falhas próximas</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/las-6-actividades-humanas-que-pueden-causar-terremotos-segun-el-instituto-de-geociencias-espanol-csic-ucm-1789535000169.jpg" data-image="j7ih9dia6n0y"><figcaption>A extração de gás e petróleo é outra das atividades humanas que pode provocar terremotos.</figcaption></figure><p>Esta seção também inclui o chamado <em><strong>fracking </strong></em>(ou fraturamento hidráulico), uma técnica para extrair gás natural e petróleo do subsolo mediante a injeção, sob alta pressão, de água, areia e produtos químicos em rochas compactas.</p><p>O IGEO inclui expressamente os reservatórios de gás e petróleo entre os sistemas geológicos nos quais podem ocorrer fenômenos como subsidência e sismicidade induzida.</p><h3><strong>Injeção de fluidos sob o </strong><strong>solo</strong></h3><p>O processo inverso também pode provocar movimentos sísmicos. A<strong> injeção de água, gás, CO₂ ou outros fluidos sob pressão em formações profundas</strong> altera a pressão dos poros das rochas.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">El Proyecto Castor no solo causó más de 500 terremotos y mucho miedo, sino también un enorme coste económico. En 2014, el gobierno español suspendió el proyecto, indemnizando a la empresa concesionaria con 1.350 millones de euros. <br><br>¿Lo más sorprendente? Este coste fue <a href="https://t.co/HdUXEBcu19">pic.twitter.com/HdUXEBcu19</a></p>— NextGenTechnology (@NextGenTechX) <a href="https://x.com/NextGenTechX/status/1831653086114320493?ref_src=twsrc%5Etfw">September 5, 2024</a></blockquote></figure><p>Se o<strong> fluido atingir uma falha já submetida a tensões</strong>, pode reduzir o atrito que mantém suas superfícies travadas e favorecer um deslocamento.</p><p>Um dos exemplos espanhóis mais conhecidos foi o projeto Castor, relacionado ao armazenamento subterrâneo de gás ao longo da costa de Castellón e Tarragona. A injeção de gás foi acompanhada, em 2013, por uma intensa sequência sísmica, que posteriormente foi objeto de vários estudos científicos.</p><h3><strong>Explorações mineiras e pedreiras</strong></h3><p>A mineração <strong>modifica diretamente o equilíbrio do terreno</strong>. A escavação de grandes volumes de rocha, a construção de galerias, a remoção de materiais ou as alterações no nível das águas subterrâneas podem modificar as tensões existentes.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/las-6-actividades-humanas-que-pueden-causar-terremotos-segun-el-instituto-de-geociencias-espanol-csic-ucm-1789523743150.jpg" data-image="r3g3qlyi4knk"><figcaption>A atividade de mineração pode alterar as tensões existentes no subsolo e provocar terremotos.</figcaption></figure><p>O resultado pode ser a <strong>ocorrência de pequenos terremotos ou movimentos do terreno</strong>. O risco depende das características geológicas de cada exploração e da relação entre as escavações e as estruturas tectônicas existentes.</p><h3><strong>Extração intensiva de águas subterrâneas</strong></h3><p>A <strong>extração de grandes quantidades de água de aquíferos</strong> também não é uma atividade sismicamente neutra. A redução da pressão da água em certas formações pode levar a alterações no estado de tensão das rochas e a fenômenos de deformação.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/las-6-actividades-humanas-que-pueden-causar-terremotos-segun-el-instituto-de-geociencias-espanol-csic-ucm-1789535433131.jpg" data-image="1bh23k0gmao2"><figcaption>Portanto, o IGME-CSIC inclui especificamente a exploração de aquíferos entre os processos causados por terremotos que podem estar relacionados à subsidência e à sismicidade induzida.</figcaption></figure><p>Portanto, o IGME-CSIC inclui especificamente a exploração de aquíferos entre os processos causados pelo homem que podem estar relacionados à subsidência e à sismicidade induzida.</p><h3><strong>Energia geotérmica</strong></h3><p>A energia geotérmica aproveita o <strong>calor do interior da Terra </strong>através da circulação de fluidos em grandes profundidades. Em alguns sistemas, é necessário injetar água para estimular a circulação através das rochas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="770539" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/por-que-a-piramide-egipcia-de-queops-tao-longeva-resistiu-ao-teste-do-tempo-especialmente-aos-terremotos.html" title="Por que a pirâmide egípcia de Quéops, tão longeva, resistiu ao teste do tempo, especialmente aos terremotos?">Por que a pirâmide egípcia de Quéops, tão longeva, resistiu ao teste do tempo, especialmente aos terremotos?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/por-que-a-piramide-egipcia-de-queops-tao-longeva-resistiu-ao-teste-do-tempo-especialmente-aos-terremotos.html" title="Por que a pirâmide egípcia de Quéops, tão longeva, resistiu ao teste do tempo, especialmente aos terremotos?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/piramide-keops-terremotos-1779600023920_320.jpg" alt="Por que a pirâmide egípcia de Quéops, tão longeva, resistiu ao teste do tempo, especialmente aos terremotos?"></a></article></aside><p>Essa variação de pressão pode gerar uma <strong>pequena atividade sísmica</strong>, especialmente em certos projetos geotérmicos profundos. Esse fenômeno não significa que a energia geotérmica necessariamente cause terremotos perigosos, mas sim que certas técnicas devem ser projetadas e monitoradas levando em consideração a sismicidade induzida.</p><h2>A maioria não são terremotos de grande magnitude</h2><p>A existência desses mecanismos requer um esclarecimento importante: o fato de a atividade humana poder induzir sismicidade não significa que ela causará um terremoto destrutivo. <strong>A magnitude e as consequências dependem de outros fatores</strong> como profundidade, geometria da falha, tensões acumuladas e vulnerabilidade da área.</p><div class="texto-destacado">A grande maioria dos terremotos no planeta ainda tem origem natural, relacionada à atividade tectônica. A Defesa Civil lembra que os maiores terremotos ocorrem principalmente nas bordas das principais placas tectônicas, embora também possam ocorrer dentro delas.</div><p>A importância do estudo da sismicidade induzida está, portanto, na<strong> antecipação de riscos</strong>. Compreender como certas atividades modificam o subsolo permite um melhor projeto de infraestrutura, o estabelecimento de sistemas de monitoramento sísmico e a detecção de mudanças antes que se tornem um problema grave.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Foulger%2C%20G.%20R.%2C%20Wilson%2C%20M.%20P.%2C%20Gluyas%2C%20J.%20G.%2C%20Julian%2C%20B.%20R.%20%26%20Davies%2C%20R.%20J" data-year="2018" data-title="Global%20review%20of%20human-induced%20earthquakes" data-url="https%3A%2F%2Fdoi.org%2F10.1016%2Fj.earscirev.2017.07.008">Foulger, G. R., Wilson, M. P., Gluyas, J. G., Julian, B. R. & Davies, R. J. (2018). <a href="https://doi.org/10.1016/j.earscirev.2017.07.008" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Global review of human-induced earthquakes</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/as-6-atividades-humanas-que-podem-causar-terremotos-segundo-o-instituto-de-geociencias-espanhol.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Este museu em MG mistura arte e natureza e é um dos maiores a céu aberto do mundo; veja onde fica]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/este-museu-em-mg-mistura-arte-e-natureza-e-e-um-dos-maiores-a-ceu-aberto-do-mundo-veja-onde-fica.html</link><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 23:57:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Neste museu localizado em Minas Gerais você pode contemplar a arte em meio à natureza exuberante. Inclusive, ele é um dos maiores museus a céu aberto do mundo, com uma área de visitação de 140 hectares. Descubra que lugar é este.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/este-museu-em-mg-mistura-arte-e-natureza-e-e-um-dos-maiores-a-ceu-aberto-do-mundo-veja-onde-fica-1789583875045.jpg" data-image="5z76mrasa74b"><figcaption>Vista aérea do museu, o Instituto Inhotim, em Brumadinho (MG). Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>Já pensou em curtir<strong> arte contemporânea em meio à natureza exuberante</strong>, em um jardim botânico? Isto é possível no<strong> Instituto Inhotim</strong>, localizado em <strong>Brumadinho</strong>, no estado de<strong> Minas Gerais</strong>, a cerca de 60 km da capital Belo Horizonte. Aliás, o Inhotim é a sede de um dos mais importantes acervos de arte contemporânea do país.</p><p>Este espaço atrai atenção internacional, pois combina de forma única um amplo <strong>acervo de obras de artistas renomados com um gigantesco jardim botânico de 140 hectares</strong>.</p><div class="texto-destacado">O Inhotim é um vasto jardim botânico que abriga plantas de várias partes do mundo, com mais de 4 mil espécies botânicas dispersas nos seus diferentes jardins temáticos.</div><p>O Instituto Inhotim<strong> é um dos maiores museus a céu aberto do mundo</strong>, com <strong>área total de cerca de 786 hectares</strong> (equivalente a 140 campos de futebol), tendo como área de preservação cerca de 440 hectares.</p><h2>Um pouco da sua história</h2><p>O espaço foi<strong> criado em 2002</strong> pelo empresário mineiro Bernardo de Mello, sob o nome de “Instituto Cultural Inhotim”, com o objetivo de concentrar a produção e exposição de obras de arte. Contudo, ele <strong>só foi aberto ao público em 2006</strong>.</p><p>Pouco tempo depois, ele<strong> recebeu dois importantes reconhecimentos</strong>: foi reconhecido como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) pelo Governo de Minas Gerais em 2008; e reconhecido como Jardim Botânico pela Comissão Nacional de Jardins Botânicos em 2010.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/este-museu-em-mg-mistura-arte-e-natureza-e-e-um-dos-maiores-a-ceu-aberto-do-mundo-veja-onde-fica-1789584842108.jpg" data-image="i11sb69oqm6a"><figcaption>O jardim de Inhotim tem a maior coleção em número de espécies de plantas vivas entre os jardins botânicos brasileiros. Crédito: Viviane Ponti/Getty Images.</figcaption></figure><p>O jardim botânico do local fortalece a <strong>missão de conservação e educação</strong>. Seus laboratórios dedicam-se ao mapeamento e preservação de espécies típicas da Mata Atlântica e do Cerrado, incentivando a educação ambiental e conscientizando o público sobre práticas sustentáveis.</p><h2>Os principais atrativos do Museu</h2><p>Além das <strong>obras fixas</strong>, o espaço abriga obras e<strong> exposições itinerantes</strong>, fazendo com que cada visita seja única e com novidades. O número de obras e artistas no Instituto impressiona: são cerca de 1.860 obras presentes de mais de 280 artistas diferentes de 43 países.</p><div class="texto-destacado">O museu conta com um total de 24 galerias, sendo quatro delas para exposições temporárias e outras 20 para exposições permanentes.</div><p>Algumas das<strong> principais obras </strong>para conhecer no Museu são: </p><ul><li><strong>Galeria Praça</strong>: é o primeiro espaço a ser visitado, já que fica próximo da recepção. Abriga 3 obras fixas: a ‘Forty Part Motet’, de Janet Cardiff, uma instalação sonora em 40 canais cantada pelo coro da catedral de Salisbury; a “Abre a porta”, que são murais com representações de um cortejo religioso de matriz africana; e a obra “Rodoviária de Brumadinho”, com murais do terminal rodoviário da cidade. Elas são de autoria dos artistas John Ahearn e Rigoberto Torres.</li></ul><ul><li><strong>”True Rouge”</strong>: uma instalação do artista Rouge, conhecida pela predominância do tom vermelho. A obra reúne diversos recipientes suspensos, em posições irregulares, como: redes, recipientes de vidro, esponja, bolas de sinuca e outros objetos. Dentro de cada peça de vidro há um líquido vermelho que, dependendo da inclinação, derrama sobre outros recipientes. </li></ul><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/este-museu-em-mg-mistura-arte-e-natureza-e-e-um-dos-maiores-a-ceu-aberto-do-mundo-veja-onde-fica-1789584195593.jpg" data-image="msjx1h5kbk26"><figcaption>A Galeria True Rouge do Instituto Inhotim, em Brumadinho (MG). Crédito: Gabriel de Andrade Fernandes/Flickr.</figcaption></figure><ul></ul><ul><li><strong>“Sonic Pavilion”</strong>: também conhecida como “Som da Terra”, é uma obra do artista Doug Aitken. Trata-se de um pavilhão construído em aço e vidro e com um poço tubular de mais de 200 metros de profundidade com equipamentos de amplificação sonora lá dentro, que captam os sons da terra e os transmitem em tempo real e dão a sensação de ouvir os sons das profundezas da terra.</li></ul><ul><li><strong>”Invenção da Cor, Penetrável Magic Square #5”</strong>: uma obra do artista Hélio Oiticica composta por nove paredes de alvenaria coloridas. Trata-se de uma obra póstuma do artista e que foi feita em 1977 a partir das instruções deixadas por Hélio Oiticica em textos, plantas, maquetes e amostras.</li></ul><p>No <strong>jardim botânico</strong>, há <strong>espécies nativas do Cerrado e da Mata Atlântica</strong>, como o ipê-felpudo e o pequi vinagreiro. Ah, e também tem várias espécies botânicas raras, como a orquídea<em> Catasetum x inhotimensis</em>, a extinta palmeira-azul, e a famosa "Flor Cadáver" (<em>Amorphophallus titanum</em>).</p><h2>Algumas informações importantes</h2><p>Para visitar o Instituto, você deve <strong>adquirir os ingressos online</strong> com antecedência no site do <em>Sympla</em>, que é o canal oficial para ingressos, ou <strong>comprar na bilheteria</strong> do parque, localizada na Recepção.</p><p>Há opção de <strong>aluguel de transporte interno para se locomover dentro do Instituto</strong>. São duas opções: carrinhos elétricos que percorrem rotas predeterminadas pelo parque, ou carrinho elétrico exclusivo pode ser contratado por um período determinado de 3 horas de visitação.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/este-museu-em-mg-mistura-arte-e-natureza-e-e-um-dos-maiores-a-ceu-aberto-do-mundo-veja-onde-fica-1789584481622.jpg" data-image="covn25xut434"><figcaption>A obra 'Invenção da cor, penetrável Magic Square #5, De Luxe' (1977), uma instalação monumental a céu aberto à beira do lago central, formada por nove paredes coloridas de alvenaria que criam uma estrutura de labirinto. Crédito: Otávio Nogueira.</figcaption></figure><p><strong>Há pontos de alimentação</strong> espalhados pelo museu, mas você pode levar seu próprio lanche e fazer um piquenique, mas em locais já definidos para isso. Detalhe: <strong>não é permitido consumir alimentos e bebidas dentro das galerias</strong>, próximo às obras que ficam nos jardins e nem nos pontos de embarque e desembarque dos carrinhos.</p><p><strong>Não é permitido entrar com animais domésticos</strong>, não é permitido tocar as obras de arte e <strong>nem falar ao telefone celular nas galerias</strong>.</p><h2>Como chegar</h2><p>É possível chegar até o Instituto de <strong>carro</strong>, pela<strong> BR-381</strong> (passando por Mário Campos) ou pela <strong>BR-040 </strong>(passando por Piedade do Paraopeba). O <strong>estacionamento </strong>é<strong> gratuito.</strong></p><p>De <strong>ônibus</strong>, há ônibus da Cia Coordenadas saindo da Rodoviária de Belo Horizonte às 8h15. Também tem a opção de ir com<strong> transfer autorizado</strong>, saindo do bairro Savassi, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="768544" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/museu-brasileiro-tem-a-terceira-maior-colecao-de-mamiferos-da-america-do-sul.html" title="Museu na Amazônia tem a terceira maior coleção de mamíferos da América do Sul">Museu na Amazônia tem a terceira maior coleção de mamíferos da América do Sul</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/museu-brasileiro-tem-a-terceira-maior-colecao-de-mamiferos-da-america-do-sul.html" title="Museu na Amazônia tem a terceira maior coleção de mamíferos da América do Sul"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/museu-brasileiro-tem-a-terceira-maior-colecao-de-mamiferos-da-america-do-sul-1778616031305_320.jpg" alt="Museu na Amazônia tem a terceira maior coleção de mamíferos da América do Sul"></a></article></aside><p>Para <strong>mais informações</strong> sobre o acesso, compra de ingressos e outras informações importantes, acesse o site oficial do Instituto clicando <a href="https://www.inhotim.org.br/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Mansur%2C%20R" data-year="2026" data-title="Inhotim%3A%20como%20%C3%A9%20o%20%C3%BAnico%20destino%20brasileiro%20na%20lista%20do%20NYT%20de%20lugares%20para%20conhecer%20em%202026%3B%20saiba%20como%20visitar" data-url="https%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Fmg%2Fminas-gerais%2Fnoticia%2F2026%2F01%2F07%2Finhotim-como-e-o-unico-destino-brasileiro-na-lista-do-nyt-de-lugares-para-conhecer-em-2026-saiba-como-visitar.ghtml">Mansur, R. (2026). <a href="https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/2026/01/07/inhotim-como-e-o-unico-destino-brasileiro-na-lista-do-nyt-de-lugares-para-conhecer-em-2026-saiba-como-visitar.ghtml" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Inhotim: como é o único destino brasileiro na lista do NYT de lugares para conhecer em 2026; saiba como visitar</a>.</cite><br><cite data-author="Queir%C3%B3s%2C%20A" data-year="2026" data-title="Inhotim%20chega%20aos%2020%20anos%20com%20obra%20itinerante%20e%20reabertura%20de%20espa%C3%A7os%2C%20ap%C3%B3s%20per%C3%ADodo%20turbulento" data-url="https%3A%2F%2Fwww.estadao.com.br%2Fcultura%2Fartes%2Finhotim-chega-aos-20-anos-com-obra-itinerante-e-reabertura-de-espacos-apos-periodo-turbulento%2F">Queirós, A. (2026). <a href="https://www.estadao.com.br/cultura/artes/inhotim-chega-aos-20-anos-com-obra-itinerante-e-reabertura-de-espacos-apos-periodo-turbulento/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Inhotim chega aos 20 anos com obra itinerante e reabertura de espaços, após período turbulento</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/este-museu-em-mg-mistura-arte-e-natureza-e-e-um-dos-maiores-a-ceu-aberto-do-mundo-veja-onde-fica.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Chuvas ainda vão atingir o Norte, Centro-Oeste e o Sudeste; veja os estados com previsão]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-ainda-vao-atingir-o-norte-centro-oeste-e-o-sudeste-veja-os-estados-com-previsao.html</link><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 21:39:50 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Até o final do mês de setembro chuvas estão sendo previstas para o Sudeste, Centro-Oeste e Norte do Brasil. A grande presença de umidade disponível na atmosfera, associada às temperaturas mais elevadas permitem a formação de nuvens carregadas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-ainda-vao-atingir-o-norte-centro-oeste-e-o-sudeste-veja-os-estados-com-previsao-1789570845009.jpg" data-image="dw4naeovvdzh" alt="Merge" title="Merge"><figcaption>Anomalia de precipitação para o mês de agosto (esquerda) e nos primeiros quinze dias de setembro (direita) neste ano de 2026. Fonte: INPE.</figcaption></figure><p>Em comparação com o mês de agosto, os primeiros quinze dias de setembro se mostraram mais úmidos em áreas do Norte, Centro-Oeste e Sudeste do Brasil. Até o final do mês, o modelo <em>ECMWF</em><strong><em> </em>indica novos episódios de chuva</strong>, afetando diretamente estados do <strong>Sudeste, Centro-Oeste e Norte do Brasil</strong>, mantendo o padrão atípico para o período.</p><p>A <strong>influência do El Niño</strong> fortalece o canal de umidade (jatos de baixos níveis) vindo do Norte da América do Sul em direção ao Sul e Sudeste. No entanto, o sistema encontra-se anômalo e deslocado para maiores latitudes, favorecendo o <strong>aumento de instabilidades sobre o Centro-Oeste</strong>.</p><h2>Semana termina com chuvas no Norte, Centro-Oeste e Sudeste</h2><p>Na <strong>madrugada desta quinta-feira (17)</strong>, pancadas de chuva pontuais estão previstas para o <strong>Espírito Santo</strong>, <strong>Rio de Janeiro</strong> e <strong>leste de Minas Gerais</strong>. No Centro-Oeste, <strong>Goiás</strong> e <strong>Mato Grosso</strong> possuem previsão, mas as chances são baixas. No entanto, o <strong>oeste do Amazonas</strong> terá tempo fechado e risco de chuvas mais intensas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-ainda-vao-atingir-o-norte-centro-oeste-e-o-sudeste-veja-os-estados-com-previsao-1789570763328.jpg" data-image="d8jmpoupkj99" alt="Precipitação." title="Precipitação."><figcaption>Mapa de precipitação prevista para a tarde de quinta-feira (17).</figcaption></figure><p>Durante boa parte do dia, o tempo ficará estável, mas ainda haverá presença de nuvens. Ao final da tarde, a combinação entre umidade e calor fornecerá energia para o desenvolvimento de nuvens carregadas na faixa entre o <strong>oeste do Amazonas</strong>, <strong>Acre</strong>, <strong>Rondônia</strong>, <strong>Mato Grosso</strong>, <strong>Goiás</strong> e os <strong>quatro estados do Sudeste</strong>. Nos estados do Norte, há <strong>risco de temporais com trovoadas</strong>.</p><p>No decorrer da <strong>sexta-feira (18)</strong>, o cenário muda: a frente fria avança e promove <strong>pancadas de chuva no leste da Bahia</strong>. Enquanto isso, a umidade sobre o interior do país diminui, reduzindo as chances de precipitação na maior parte das regiões.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-ainda-vao-atingir-o-norte-centro-oeste-e-o-sudeste-veja-os-estados-com-previsao-1789570796162.jpg" data-image="s3wk32id3ujj" alt="chuva" title="chuva"><figcaption>Mapa de precipitação prevista para a tarde de sábado (19). A previsão apresenta o retorno das chuvas ao MS.</figcaption></figure><p>Apenas áreas do <strong>leste do Sudeste</strong> (por conta da circulação atmosférica), o <strong>oeste da Região Norte</strong> (pela influência da Floresta Amazônica) e a <strong>divisa entre Mato Grosso do Sul e Mato Grosso</strong> mantêm previsão de pancadas de chuva à tarde.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p>A <strong>formação de um cavado</strong> no decorrer de <strong>sábado (19)</strong> faz as chuvas retornarem ao <strong>Mato Grosso do Sul</strong>, com <strong>risco de tempestades e chuvas intensas</strong>. No <strong>domingo (20)</strong>, o sistema perde força, restando pancadas leves entre o <strong>oeste de Mato Grosso</strong> e o <strong>centro-sul de Mato Grosso do Sul</strong>.</p><h2>Chuvas pontuais continuam até o final do mês</h2><p>Para a semana entre <strong>21 e 28 de setembro</strong>, o modelo <em><strong>ECMWF</strong> </em>indica que áreas do Sudeste e Centro-Oeste estarão mais úmidas em relação à climatologia. A atenção deve ser dobrada na faixa que abrange o <strong>sul do Mato Grosso do Sul</strong>, <strong>leste de São Paulo</strong>, <strong>sul e leste de Minas Gerais</strong> e o <strong>estado do Rio de Janeiro</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-ainda-vao-atingir-o-norte-centro-oeste-e-o-sudeste-veja-os-estados-com-previsao-1789570608652.jpg" data-image="x09585qmi0ry" alt="ECMWF CHARTS." title="ECMWF CHARTS."><figcaption>Anomalia semanal (21 a 28 de setembro) de precipitação. Fonte: ECMWF Charts.</figcaption></figure><p>Para o mesmo período, a projeção sinaliza que parte de <strong>Mato Grosso</strong> e <strong>Goiás</strong> terá uma semana mais seca. Apesar da previsão de pancadas, os volumes não serão suficientes para atingir a média climatológica, indicando <strong>precipitação irregular no norte mato-grossense e noroeste goiano</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="788875" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/clima-de-inverno-3-massas-de-ar-frio-ainda-vao-atingir-o-brasil-ate-o-fim-de-setembro.html" title="Clima de inverno: 3 massas de ar frio ainda vão atingir o Brasil até o fim de setembro">Clima de inverno: 3 massas de ar frio ainda vão atingir o Brasil até o fim de setembro</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/clima-de-inverno-3-massas-de-ar-frio-ainda-vao-atingir-o-brasil-ate-o-fim-de-setembro.html" title="Clima de inverno: 3 massas de ar frio ainda vão atingir o Brasil até o fim de setembro"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/clima-de-inverno-3-massas-de-ar-frio-ainda-vao-atingir-o-brasil-ate-o-fim-de-setembro-1789493827281_320.jpg" alt="Clima de inverno: 3 massas de ar frio ainda vão atingir o Brasil até o fim de setembro"></a></article></aside><p>Os acumulados de chuva para os próximos 10 dias mostram que, no Sudeste, a expectativa é de <strong>volumes superiores a 75 mm</strong>, afetando principalmente o <strong>eixo Rio-São Paulo</strong>, <strong>leste de Minas Gerais</strong> e o <strong>sul do Mato Grosso do Sul</strong>. Sobre o <strong>Mato Grosso</strong>, os maiores acumulados concentram-se no oeste do estado, <strong>acima de 25 mm</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-ainda-vao-atingir-o-norte-centro-oeste-e-o-sudeste-veja-os-estados-com-previsao-1789570495501.jpg" data-image="8nj9jtds34xh" alt="Precipitação acumulada" title="Precipitação acumulada"><figcaption>Mapa de precipitação acumulada para os próximos 10 dias, de acordo com o modelo ECMWF.</figcaption></figure><p>No restante do Centro-Oeste e Sudeste, os volumes de chuva serão menores e distribuídos de forma irregular, com acumulados previstos <strong>inferiores a 20 mm</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-ainda-vao-atingir-o-norte-centro-oeste-e-o-sudeste-veja-os-estados-com-previsao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[SP, RJ e MG vão ser atingidos por três frentes frias até o fim do mês; confira]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/sp-rj-e-mg-vao-ser-atingidos-por-tres-frentes-frias-ate-o-fim-do-mes-confira.html</link><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 20:20:02 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Três novas frentes frias devem se formar e avançar por Sãoo Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro até o fim de setembro, sendo que duas atuarão de forma mais costeira, no leste do Sudeste. Veja aqui os detalhes.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xb8k9d6"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xb8k9d6.jpg" id="xb8k9d6"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Os próximos dias seguirão com tempo mais firme e pouca nebulosidade nos estados de<strong> São Paulo</strong>, <strong>Minas Gerais</strong> e <strong>Rio de Janeiro</strong>. Porém, até o final do mês de setembro<strong> três novas frentes frias </strong>devem se formar e avançar para estas áreas, aumentando as condições para<strong> chuvas e temporais</strong>.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>O primeiro sistema frontal chegará no próximo<strong> domingo (20)</strong>, o segundo na <strong>quarta-feira (23)</strong> e o terceiro lá pelo dia <strong>27 de setembro</strong>. Estes dois últimos atuarão de forma mais costeira, formando chuvas mais desorganizadas e em forma de pancadas no leste da região.</p><p>Acompanhe a seguir mais detalhes da previsão do tempo.</p><h2>A primeira frente fria</h2><p>O primeiro sistema estará associado ao processo de formação de um ciclone ao longo do domingo (20) na costa entre o sul do Rio Grande do Sul e o Uruguai.</p><p>A frente fria vai favorecer a formação de instabilidades em São Paulo, em Minas Gerais e no Rio de Janeiro <strong>entre o domingo (20) e a segunda-feira (21)</strong>, mas <strong>o estado mais afetado será São Paulo</strong>. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/sp-rj-e-mg-vao-ser-atingidos-por-tres-frentes-frias-ate-o-fim-do-mes-confira-1789579718852.png" data-image="ado8vmjzfu1h"><figcaption>Previsão de chuva (mm) e nebulosidade para domingo (20) às 18h à esquerda e segunda-feira (21) às 21h à direita, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Contudo, já na <strong>noite do sábado (19)</strong> <strong>áreas de instabilidade</strong> podem se formar no <strong>sul de São Paulo</strong>, em áreas de divisa com o Paraná, devido ao processo de formação do ciclone.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="789042" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/novo-ciclone-e-frente-fria-ja-tem-data-para-chegar-e-deixam-7-estados-em-alerta-confira.html" title="Novo ciclone e frente fria já têm data para chegar e deixam 7 estados em alerta; confira">Novo ciclone e frente fria já têm data para chegar e deixam 7 estados em alerta; confira</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/novo-ciclone-e-frente-fria-ja-tem-data-para-chegar-e-deixam-7-estados-em-alerta-confira.html" title="Novo ciclone e frente fria já têm data para chegar e deixam 7 estados em alerta; confira"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/novo-ciclone-e-frente-fria-ja-tem-data-para-chegar-e-deixam-7-estados-em-alerta-confira-1789569995565_320.png" alt="Novo ciclone e frente fria já têm data para chegar e deixam 7 estados em alerta; confira"></a></article></aside><p>No<strong> domingo (20)</strong> pela manhã as chuvas com riscos de trovoadas isoladas se concentram na metade sul e no leste de <strong>São Paulo</strong>. Durante a <strong>tarde</strong>, elas ganham força e são esperadas <strong>chuvas moderadas a pontualmente intensas</strong> e com riscos de <strong>fortes temporais </strong>em todo o território paulista. </p><p>À <strong>noite</strong>, ainda chove em diversas áreas paulistas mas as<strong> chuvas também alcançam o sul de Minas Gerais e do Rio de Janeiro</strong>. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/sp-rj-e-mg-vao-ser-atingidos-por-tres-frentes-frias-ate-o-fim-do-mes-confira-1789580241828.png" data-image="nr0imeu8zzaz"><figcaption>Previsão de densidade de raios para domingo (20) às 18h à esquerda e segunda-feira (21) às 18h à direita, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Na <strong>segunda-feira (21)</strong> a frente fria já se afasta mais do continente mas ainda pode favorecer a ocorrência de <strong>chuvas fortes em São Paulo</strong> e de fracas a moderadas no centro-sul do Rio de Janeiro, no Triângulo Mineiro e sul de Minas Gerais.</p><p>Ainda haverá riscos de <strong>fortes temporais</strong> em<strong> São Paulo</strong>, especialmente durante a tarde, e<strong> temporais isolados no Triângulo Mineiro e no sul fluminense</strong>.</p><h2>A segunda frente fria</h2><p>O segundo sistema vai se formar ao longo da terça-feira (22) no Sul do Brasil e vai <strong>avançar de forma mais costeira para o Sudeste</strong>, ao longo da <strong>quarta-feira (23)</strong>, aumentando as condições para chuvas em São Paulo e no Rio de Janeiro, mas também vai conseguir formar instabilidades no sul de Minas Gerais e Zona da Mata mineira.</p><p>Contudo, já na <strong>noite de terça-feira (22)</strong> a aproximação do sistema vai provocar <strong>pancadas de chuvas e riscos de temporais </strong>no<strong> sul e leste</strong> de <strong>São Paulo</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/sp-rj-e-mg-vao-ser-atingidos-por-tres-frentes-frias-ate-o-fim-do-mes-confira-1789580647859.jpg" data-image="b9apa0kd3fem"><figcaption>A tendência indica que a segunda frente fria vai atuar mais no leste do Sudeste, ao longo da próxima quarta-feira, dia 23 de setembro.</figcaption></figure><p>Na madrugada de<strong> quarta (23) </strong>o sistema frontal já trará condições para <strong>fortes pancadas de chuva </strong>e <strong>temporais</strong> à metade <strong>leste de São Paulo</strong>, ao<strong> sul fluminense</strong> e ao <strong>sul de Minas Gerais e Zona da Mata</strong> mineira.</p><p><strong>Ao longo do dia a frente fria avançará rapidamente para o oceano</strong>, se afastando da região. Durante a tarde ainda terá condições para chuva forte e temporais nestas áreas citadas, mas <strong>à noite a tendência é de que as instabilidades reduzam</strong>.</p><h2>A terceira frente fria</h2><p>A <strong>tendência </strong>da previsão indica que o terceiro sistema frontal deve atuar no Sudeste mais pro fim do mês, lá por volta do dia<strong> 27 de setembro</strong>, e também pode ter uma <strong>atuação mais costeira</strong>, mudando o tempo no leste da região.</p><p>Contudo, é importante <strong>seguir acompanhando aqui as atualizações do tempo</strong> nos próximos dias, já que o período está um pouco longe e essas condições podem mudar.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/sp-rj-e-mg-vao-ser-atingidos-por-tres-frentes-frias-ate-o-fim-do-mes-confira.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frio atípico no Centro-Sul contrasta com calor de mais de 40°C no Centro-Norte; veja a previsão das temperaturas]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-atipico-no-centro-sul-contrasta-com-calor-de-mais-de-40-c-no-centro-norte-veja-a-previsao-das-temperaturas.html</link><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 19:14:56 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O frio predomina em grande parte do centro-sul do Brasil após a passagem de duas massas de ar frio. Ainda há risco de temperaturas próximas dos 0°C e ocorrência de geadas. Enquanto isso, as regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste enfrentam calor acima dos 40°C.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-atipico-no-centro-sul-contrasta-com-calor-de-mais-de-40-c-no-centro-norte-veja-a-previsao-das-temperaturas-1789570742176.jpg" data-image="xyx948uxwzhl" alt="Fotografia de geada (esquerda) e onda de calor em cidade (direita)." title="Fotografia de geada (esquerda) e onda de calor em cidade (direita)."><figcaption>Contraste térmico no Brasil: Frio intenso próximo dos 0°C e geadas no Sul contrastam com temperaturas acima dos 40°C no Norte, Centro-Oeste e Nordeste ao longo da semana.</figcaption></figure><p>Com a atuação de <strong>duas massas de ar frio num período menor do que uma semana</strong>, o centro-sul está passando por um período mais frio do que o normal para estas últimas semanas de inverno, e previsões indicam que esta semana continuará fria.</p><div class="texto-destacado">Nesta madrugada de quarta-feira (16), diversos municípios do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul registraram temperaturas inferiores a 2°C com registros de geada. Isso inclui Rancho Queimado (1,9°C), Nonoai (1,6°C) e General Carneiro (0,8°C). Alguns municípios podem ter registrado valores ainda menores.</div><p>Ao longo dos próximos dias, ainda há previsão de <strong>temperaturas muito baixas na região Sul</strong>, com possibilidade de <strong>geadas localizadas</strong>; e também de um resfriamento sobre a região Sudeste, onde a massa de ar frio passará a atuar com maior intensidade.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-atipico-no-centro-sul-contrasta-com-calor-de-mais-de-40-c-no-centro-norte-veja-a-previsao-das-temperaturas-1789570816422.jpg" data-image="ibd0i4mkjlli" alt="Previsão de temperaturas mínimas no centro-sul do Brasil nesta quinta-feira." title="Previsão de temperaturas mínimas no centro-sul do Brasil nesta quinta-feira."><figcaption>Previsão de temperaturas mínimas no centro-sul do Brasil nesta quinta-feira mostra que ainda haverá risco de geadas localizadas no Sul, e uma queda das temperaturas no Sudeste.</figcaption></figure><p>Além desta massa de ar frio fazer as temperaturas caírem em todo o Sudeste - incluindo o norte de Minas Gerais e o Espírito Santo - ela também <strong>será capaz de avançar até o Nordeste</strong>, trazendo <strong>temperaturas mais amenas</strong> especialmente para a Bahia a partir de sexta-feira (18).</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso<a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank"> novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Apesar deste episódio pontual, a atuação da massa de ar frio sobre o Nordeste não deve trazer frio extremo para a região nem causar quedas bruscas de temperaturas. Ainda assim, alguns municípios no Sul da Bahia podem registrar <strong>quedas de até 8°C nas temperaturas máximas</strong> durante o final de semana.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-atipico-no-centro-sul-contrasta-com-calor-de-mais-de-40-c-no-centro-norte-veja-a-previsao-das-temperaturas-1789570868318.jpg" data-image="kc7jefem6ubq" alt="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa no final da Sexta-feira." title="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa no final da Sexta-feira."><figcaption>Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa mostra uma massa de ar frio atuando sobre grande parte do Sudeste e também sobre o Nordeste, fazendo as temperaturas caírem.</figcaption></figure><p>Isso contrasta com as <strong>altas temperaturas</strong> que estão sendo registradas em outras regiões do país, onde as massas de ar frio não chegaram a atuar.</p><h2>Brasil registra contraste térmico de 40°C</h2><p>Enquanto um frio significativo continua atingindo boa parte do centro-sul do país, as regiões mais ao norte registram <strong>temperaturas muito mais altas do que o normal</strong>. Diversos municípios do Centro-Oeste, Norte e Nordeste tem registrado <strong>temperaturas máximas acima dos 40°C.</strong></p><div class="texto-destacado">Nesta última terça-feira (15) durante a tarde, diversos municípios registraram temperaturas acima dos 40°C, como Goiás (GO - 40,8°C), Araguaçu (TO - 40,4°C) e Novo Santo Antônio (MT - 40,2°C). Alguns municípios podem ter atingido máximas ainda maiores.</div><p>Isso sinaliza um <strong>contraste térmico de pelo menos 39°C entre as mínimas e as máximas brasileiras</strong> num período inferior a um dia, sinalizando uma grande diferença entre o clima registrado no Sul do país e nas regiões mais próximas do Equador.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-atipico-no-centro-sul-contrasta-com-calor-de-mais-de-40-c-no-centro-norte-veja-a-previsao-das-temperaturas-1789570910120.jpg" data-image="98qvbs41jrts" alt="Previsão de temperaturas máximas nesta quinta-feira." title="Previsão de temperaturas máximas nesta quinta-feira."><figcaption>Previsão de temperaturas máximas nesta quinta-feira sinaliza que diversos estados do centro-norte do Brasil continuarão registrando temperaturas altíssimas, valores acima dos 40°C.</figcaption></figure><p>Previsões climáticas indicam ainda que <strong>o calor voltará a se consolidar a partir da semana que vem sobre o Brasil</strong>. Isso é resultado, em parte, da mudança de fase da <em>Oscilação Antártica</em> - fenômeno que passa a dificultar o desprendimento de massas de ar polar da região da Antártida. </p><p>Com isso, passam a predominar <strong>massas de ar mais quente sobre o país</strong>, como é possível observar na imagem abaixo. Temperaturas acima da média voltarão a ser registradas<strong> inclusive na região Sul</strong>, a mais afetada pelas massas de ar frio.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-atipico-no-centro-sul-contrasta-com-calor-de-mais-de-40-c-no-centro-norte-veja-a-previsao-das-temperaturas-1789570982884.jpg" data-image="nn79gj8vzq2s" alt="Previsão de anomalias de temperatura entre os dias dias 21 e 28 de Setembro." title="Previsão de anomalias de temperatura entre os dias dias 21 e 28 de Setembro."><figcaption>Previsão de anomalias de temperatura entre os dias dias 21 e 28 de Setembro mostra que as temperaturas em praticamente todo o Brasil, inclusive na região Sul, voltam a ficar mais quentes.</figcaption></figure><p>Vale notar que previsões ainda indicam o <strong>possível avanço de uma nova massa de ar frio no final da semana que vem</strong>, o que pode causar novamente um episódio de frio pronunciado sobre o Sul e o Sudeste do país. Ainda assim, <strong>não</strong> são esperadas temperaturas extremas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="788875" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/clima-de-inverno-3-massas-de-ar-frio-ainda-vao-atingir-o-brasil-ate-o-fim-de-setembro.html" title="Clima de inverno: 3 massas de ar frio ainda vão atingir o Brasil até o fim de setembro">Clima de inverno: 3 massas de ar frio ainda vão atingir o Brasil até o fim de setembro</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/clima-de-inverno-3-massas-de-ar-frio-ainda-vao-atingir-o-brasil-ate-o-fim-de-setembro.html" title="Clima de inverno: 3 massas de ar frio ainda vão atingir o Brasil até o fim de setembro"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/clima-de-inverno-3-massas-de-ar-frio-ainda-vao-atingir-o-brasil-ate-o-fim-de-setembro-1789493827281_320.jpg" alt="Clima de inverno: 3 massas de ar frio ainda vão atingir o Brasil até o fim de setembro"></a></article></aside><p>Com isso, mesmo que a Primavera se inicie com a possível atuação de uma massa de ar frio, o cenário climático volta a indicar a vinda de uma <strong>primavera e um verão muito quentes</strong> - resultado, em parte, da atuação do <strong>El Niño muito forte</strong> que está se formando no Oceano Pacífico equatorial.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-atipico-no-centro-sul-contrasta-com-calor-de-mais-de-40-c-no-centro-norte-veja-a-previsao-das-temperaturas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Novo ciclone e frente fria já têm data para chegar e deixam 7 estados em alerta; confira]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/novo-ciclone-e-frente-fria-ja-tem-data-para-chegar-e-deixam-7-estados-em-alerta-confira.html</link><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 17:38:15 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma nova onda de tempestades severas com chuvas intensas está prevista afetar o Centro-Sul do Brasil a partir do fim de semana. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/novo-ciclone-e-frente-fria-ja-tem-data-para-chegar-e-deixam-7-estados-em-alerta-confira-1789569995565.png" data-image="d1m2kmga8cb3" alt="Há risco de granizo e rajadas intensas de vento e elevados volumes de chuva nos próximos dias." title="Há risco de granizo e rajadas intensas de vento e elevados volumes de chuva nos próximos dias."><figcaption>Há risco de granizo e rajadas intensas de vento e elevados volumes de chuva nos próximos dias. </figcaption></figure><p>O processo de <strong>formação de um novo ciclone extratropical no Sul do Brasil </strong>neste <strong>fim de semana</strong> e sua frente fria associada deixam <strong>alertas</strong> para <strong>tempestades</strong> com <strong>chuvas volumosas</strong> principalmente sobre o Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo. Confira os detalhes.</p><h2>Chuvas incomuns</h2><p>Entre<strong> sábado (19) e o domingo (20)</strong> o <strong>volume diário de precipitaçã</strong><strong>o</strong> pode ser <strong>‘incomum’</strong>, conforme indica o índice de previsão extrema (EFI) do modelo ECMWF, de confiança da Meteored. </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Este índice compara o volume diário previsto com a climatologia de previsões do modelo para determinada área, ressaltando regiões onde o valor provavelmente vai ultrapassar o limiar estatístico considerado extremo (quantil 99).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/novo-ciclone-e-frente-fria-ja-tem-data-para-chegar-e-deixam-7-estados-em-alerta-confira-1789570033648.png" data-image="dqkaj0p6b8ts" alt="EFI do ECMWF para precipitação neste sábado (18, esquerda) e domingo (19, direita). Créditos: Meteored/ECMWF." title="EFI do ECMWF para precipitação neste sábado (18, esquerda) e domingo (19, direita). Créditos: Meteored/ECMWF."><figcaption>EFI do ECMWF para precipitação neste sábado (18, esquerda) e domingo (19, direita). Créditos: Meteored/ECMWF.</figcaption></figure><p>No <strong>sábado (19)</strong> a área em <strong>alerta para chuvas volumosas </strong>fica entre o <strong>norte do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e sul do Mato Grosso do Sul</strong>, mas com os maiores volumes diários sendo previstos para para o <strong>oeste</strong> <strong>da região Sul</strong>, se aproximando ou ultrapassando<strong> 90 mm</strong>, elevando o<strong> risco de transtornos.</strong></p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="788693" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/mudanca-do-tempo-traz-chuvas-intensas-para-o-estados-do-sul-sp-e-o-ms.html" title="Mudança do tempo traz chuvas intensas para o estados do Sul, SP e o MS">Mudança do tempo traz chuvas intensas para o estados do Sul, SP e o MS</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/mudanca-do-tempo-traz-chuvas-intensas-para-o-estados-do-sul-sp-e-o-ms.html" title="Mudança do tempo traz chuvas intensas para o estados do Sul, SP e o MS"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/mudanca-do-tempo-traz-chuvas-intensas-para-o-estados-do-sul-sp-e-o-ms-1789399634195_320.png" alt="Mudança do tempo traz chuvas intensas para o estados do Sul, SP e o MS"></a></article></aside><p>Já no <strong>domingo (20) </strong>a área de alerta está entre o <strong>Paraná e suas vizinhanças</strong>, incluindo a faixa leste de Santa Catarina, sul e litoral de São Paulo. No Paraná, novos acumulados diários entre <strong>50 e 60 mm</strong> podem se espalhar pelo estado. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/novo-ciclone-e-frente-fria-ja-tem-data-para-chegar-e-deixam-7-estados-em-alerta-confira-1789570195963.png" data-image="gp4zi9cyw8hs" alt="Previsão de chuva acumulada até a noite de segunda-feira (21), segundo o ECMWF." title="Previsão de chuva acumulada até a noite de segunda-feira (21), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de chuva acumulada até a noite de segunda-feira (21), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>A <strong>chuva </strong>está <strong>prevista continuar </strong>ao longo do <strong>início da próxima</strong> semana e até o final de <strong>segunda-feira (21)</strong> os maiores acumulados, em torno de <strong>130 mm</strong>, estão previstos para a metade oeste do Paraná, oeste de Santa Catarina e noroeste do Rio Grande do Sul.</p><h2>Onda de tempestades</h2><p>Uma<strong> onda de tempestades </strong>está prevista para <strong>iniciar</strong> a partir de <strong>sábado (19)</strong>, e se estender <strong>até a próxima semana</strong>, quando novos sistemas meteorológicos começam a se organizar. </p><p>No <strong>sábado (19)</strong> há previsão de<strong> t</strong><strong>empestades intensas</strong> principalmente na <strong>fronteira oeste</strong>, entre o <strong>norte do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Su</strong><strong>l</strong>, embora também tenha previsão de tempestades em <strong>São Paulo</strong> (principalmente no interior), <strong>Mato Grosso</strong> e sul de <strong>Goiás</strong>. Em todas as áreas de tempestades há<strong> potencial para ocorrência de granizo</strong>, com risco mais elevado sobre o Mato Grosso do Sul e Paraná.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/novo-ciclone-e-frente-fria-ja-tem-data-para-chegar-e-deixam-7-estados-em-alerta-confira-1789570215891.png" data-image="k7k8q14inlmd" alt="Previsão de tempestades para sábado (19), segundo o ECMWF." title="Previsão de tempestades para sábado (19), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de tempestades para sábado (19), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>No <strong>domingo (20)</strong>, todos os estados da <strong>região Sul, Mato Grosso do Sul e São Paulo</strong> estão em alerta para novas tempestades. O <strong>maior potencial de severidade</strong> está previsto entre o<strong> Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo</strong> a partir da tarde, mas não se descarta a ocorrência de granizo nos demais estados em alerta. Na <strong>segunda-feira (21) as tempestades voltam a se intensificar.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/novo-ciclone-e-frente-fria-ja-tem-data-para-chegar-e-deixam-7-estados-em-alerta-confira-1789570232652.png" data-image="z5ql3nsvamav" alt="Previsão de tempestades intensas para segunda-feira (21), segundo o ECMWF." title="Previsão de tempestades intensas para segunda-feira (21), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de tempestades intensas para segunda-feira (21), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>Na <strong>primeira parte da segunda-feira (21) </strong>as <strong>tempestades</strong><strong> mais intensas</strong> devem se concentrar na<strong> fronteira oeste entre o norte do Rio Grande do Sul e o Paraná</strong>. </p><div class="texto-destacado">Porém, ao longo do dia os sistemas ganham força sobre uma ampla área do país deixando em alerta tambeḿ o Mato Grosso do Sul, São Paulo (incluindo a região metropolitana), Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso. </div><p>As tempestades serão intensas, com<strong> muitos raios</strong>,<strong> risco elevado de granizo</strong>, <strong>chuvas pontualmente intensas </strong>e <strong>rajadas de vento</strong> e devem continuar até, pelo menos, quarta-feira (23), devido a continuidade de formação de sistemas sobre o centro-sul do país. A<strong> população e as autoridades devem estar em alerta</strong> para riscos e transtornos.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/novo-ciclone-e-frente-fria-ja-tem-data-para-chegar-e-deixam-7-estados-em-alerta-confira.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[“Os topos das montanhas estão ficando verdes”: o que a expansão da flora nas altitudes revela sobre o clima]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/os-topos-das-montanhas-estao-a-ficar-verdes-o-que-a-expansao-da-flora-nas-altitudes-revela-sobre-o-clima.html</link><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 14:39:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Um estudo da Universidade de Viena confirma que as espécies que vivem em altitudes mais baixas podem agora sobreviver em altitudes mais elevadas — onde antes existiam apenas plantas nativas típicas do clima da região — devido ao aquecimento global.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/las-cimas-de-las-montanas-se-estan-volviendo-verdes-lo-que-la-expansion-de-la-flora-en-las-alturas-dice-del-clima-1789291931169.png" data-image="ba0xlbjkrxy6"><figcaption>O aquecimento global provoca o deslocamento das espécies vegetais para altitudes mais elevadas.</figcaption></figure><p>Os <strong>topos das montanhas estão se tornando mais verdes</strong> devido à quantidade de espécies vegetais que neles crescem. Um estudo recente da Universidade de Viena, publicado na revista <em>Science</em>, aponta que este <strong>aparente aumento da biodiversidade</strong> — observado ao longo de 20 anos nas montanhas europeias — esconde, no entanto, uma onda crescente de extinções de espécies locais.</p><h2>As plantas procuram as temperaturas mais baixas dos cumes</h2><p>O<strong> aumento das temperaturas </strong>faz com que as plantas das montanhas<strong> </strong>alterem as suas áreas de distribuição para se adaptarem. Como resultado, nas últimas décadas, as zonas de montanha a maiores altitudes têm recebido espécies vegetais que antes não se encontravam nestas cotas. À medida que o planeta aquece, as<strong> espécies de altitudes mais baixas</strong> <strong>se expandem</strong> para as encostas de <strong>montanhas mais altas</strong> em busca de<strong> temperaturas mais amenas</strong>. </p><p>Aparentemente, isto representa um aumento da riqueza vegetal, mas não é algo positivo, uma vez que <strong>pode mascarar o declínio de espécies vegetais nativas de grandes altitudes</strong> — as quais, segundo estudos anteriores, são as mais vulneráveis ao aquecimento. </p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">European mountain summits may be gaining plant species as the climate warms, but that apparent boost in biodiversity is masking a growing wave of local extinctions, according to a 2-decade survey of European mountain summit plant communities.<br><br>Learn more in Science: <a href="https://t.co/LqGVrDjaAA">pic.twitter.com/LqGVrDjaAA</a></p>— Science Magazine (@ScienceMagazine) <a href="https://x.com/ScienceMagazine/status/2098092416217518418?ref_src=twsrc%5Etfw">September 10, 2026</a></blockquote></figure><p>Os autores do estudo salientam que as <strong>espécies vegetais expostas a um aquecimento mais intenso sofreram as maiores perdas</strong>, e isso pode provocar uma diminuição da sua proliferação. A redução da cobertura vegetal em áreas expostas a temperaturas mais elevadas pode ser um sinal de alerta precoce de futuras extinções alpinas. </p><h2>O desaparecimento de espécies locais é mais frequente nas zonas de montanha</h2><p>O estudo utilizou dados da rede GLORIA (<em>Global Research and Observation Initiative in Alpine Environments</em>) e analisou as <strong>comunidades vegetais de 62 cumes distribuídas por 16 regiões da Europa</strong> entre 2001 e 2022.</p><p>Os especialistas procuraram espécies que tivessem desaparecido entre um estudo e outro, e <strong>examinaram se estas perdas locais de espécies estavam associadas ao aquecimento</strong>, a quedas anteriores na abundância destas plantas ou ao fato de uma espécie já se encontrar próxima do limite superior da sua faixa de altitude habitual para o seu habitat.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="778294" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/as-plantas-da-amazonia-que-voce-conhece-estao-prestes-a-sumir-por-causa-do-clima.html" title="As plantas da Amazônia que você conhece estão prestes a sumir por causa do clima">As plantas da Amazônia que você conhece estão prestes a sumir por causa do clima</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/as-plantas-da-amazonia-que-voce-conhece-estao-prestes-a-sumir-por-causa-do-clima.html" title="As plantas da Amazônia que você conhece estão prestes a sumir por causa do clima"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/as-plantas-da-amazonia-que-voce-conhece-estao-prestes-a-sumir-por-causa-do-clima-1783952266434_320.jpg" alt="As plantas da Amazônia que você conhece estão prestes a sumir por causa do clima"></a></article></aside><p>Eles verificaram que <strong>as extinções locais de espécies aumentavam com o tempo e eram mais frequentes nas regiões montanhosas</strong> onde o aquecimento era mais intenso.</p><p>Os dados confirmam que as espécies tiveram <strong>maior probabilidade de desaparecer dos cumes que sofreram um aquecimento mais intenso nos últimos anos</strong>. As espécies mostravam-se mais vulneráveis perto dos limites inferiores das faixas de altitude que habitualmente ocupavam, devido às temperaturas mais elevadas, bem como em comunidades que passaram por uma maior termofilização — isto é, onde crescia um número maior de espécies adaptadas ao calor.</p><h2>As espécies alpinas perdem espaço</h2><p>Os autores do estudo declaram que, embora os deslocamentos para altitudes mais elevadas aumentem a riqueza de espécies locais nos cumes das montanhas, estes aumentos ocorrem à custa da<strong> perda de espécies que habitam altitudes mais elevadas</strong>. </p><p>Além disso, eles detectaram que as diminuições na abundância de espécies ocorreram pouco antes de muitas extinções locais, sugerindo que <strong>a redução da cobertura vegetal poderia constituir um claro sinal de alerta precoce de perdas vegetais iminentes</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/las-cimas-de-las-montanas-se-estan-volviendo-verdes-lo-que-la-expansion-de-la-flora-en-las-alturas-dice-del-clima-1789292133136.png" data-image="on8zuk2hdpl8"><figcaption>Vegetação que antes se encontrava em altitudes médias pode agora ser encontrada nos cumes, devido ao aumento das temperaturas.</figcaption></figure><p>As alterações observadas estão diretamente associadas ao degelo dos glaciares e indicam que <strong>já não restam sistemas naturais que não sejam modificados pelo aquecimento global</strong>. De qualquer modo, a definição de extinção local refere-se ao desaparecimento de espécies em parcelas de amostragem. E as parcelas de amostragem representam uma área reduzida da extensão total dos habitats alpinos. </p><p>No entanto, os resultados do estudo mostram <strong>tendências de declínio das espécies alpinas mais sensíveis às mudanças climáticas</strong>, revelando uma nova evidência das alterações na biodiversidade associadas à crise climática.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Johannes%20Wessely%20et%20al." data-year="2026" data-title="Rising%20plant%20extinction%20rates%20on%20European%20mountain%20summits.%20Science393%2C1021-1026" data-url="https%3A%2F%2Fwww.science.org%2Fdoi%2F10.1126%2Fscience.aed2974">Johannes Wessely et al.. (2026). <a href="https://www.science.org/doi/10.1126/science.aed2974" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Rising plant extinction rates on European mountain summits. Science393,1021-1026</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/os-topos-das-montanhas-estao-a-ficar-verdes-o-que-a-expansao-da-flora-nas-altitudes-revela-sobre-o-clima.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Temporal com granizo causa alagamentos e destelhamentos em MG e no RJ; veja imagens]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/temporal-com-granizo-causa-alagamentos-e-destelhamentos-em-mg-e-no-rj-veja-imagens.html</link><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 13:28:06 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>A queda de pedras de gelo danificou coberturas metálicas de comércios e destelhou dezenas de residências, levando os órgãos de socorro a disponibilizarem números telefônicos para o atendimento emergencial das famílias atingidas. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/temporal-com-granizo-causa-alagamentos-e-destelhamentos-em-mg-e-no-rj-veja-imagens-1789560640828.jpg" data-image="kwdvah7ka0uw" alt="Cobertura da Escola de Sargento das Armas caiu após temporal em Três Corações. Foto: Reprodução/ Redes Sociais" title="Cobertura da Escola de Sargento das Armas caiu após temporal em Três Corações. Foto: Reprodução/ Redes Sociais"><figcaption>Cobertura da Escola de Sargento das Armas caiu após temporal em Três Corações. Foto: Reprodução/ Redes Sociais</figcaption></figure><p>Fortes temporais atingiram municípios de Minas Gerais e do Rio de Janeiro na tarde de terça-feira (15). As tempestades provocaram <strong>quedas de granizo, destelhamentos, inundações de vias públicas e falta de energia elétrica</strong> em diversas localidades.</p><p>Em diferentes regiões,<strong> equipes de emergência foram acionadas para atender moradores</strong> e monitorar áreas vulneráveis. Enquanto algumas áreas registraram apenas o acúmulo visual do gelo, outros pontos enfrentaram prejuízos estruturais expressivos e bloqueios no trânsito.</p><h2>Alagamentos e falta de energia no Triângulo Mineiro</h2><p><strong>Em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, a tempestade causou pontos de alagamento</strong> e deixou diversos bairros sem energia. O alerta sonoro da Avenida Rondon Pacheco foi ativado após o sistema de drenagem atingir a marca de <strong>80%</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/temporal-com-granizo-causa-alagamentos-e-destelhamentos-em-mg-e-no-rj-veja-imagens-1789560469106.jpg" data-image="u8r6w1d3atc3" alt="A passagem de temporais com granizo deixa bairros sem luz e aciona alarmes de transbordamento em cidades de Minas Gerais. Foto: Reprodução/ Redes Sociais" title="A passagem de temporais com granizo deixa bairros sem luz e aciona alarmes de transbordamento em cidades de Minas Gerais. Foto: Reprodução/ Redes Sociais"><figcaption>A passagem de temporais com granizo deixa bairros sem luz e aciona alarmes de transbordamento em cidades de Minas Gerais. Foto: Reprodução/ Redes Sociais </figcaption></figure><p>De acordo com a <strong>Defesa Civil</strong> do município, as medições apontaram os maiores índices pluviométricos no setor Norte, com <strong>34,6 mm</strong> no bairro Roosevelt. Na sequência, a estação UBSF Bom Jesus, no Centro, registrou <strong>31,6 mm</strong>, enquanto o Centro Administrativo somou <strong>30,8 mm</strong>.</p><div class="texto-destacado">A força dos ventos também causou transtornos significativos aos moradores de Uberlândia. O pico de rajada atingiu 58,62 km/h na região da Prefeitura, acompanhado por 50,24 km/h na DMAE Sucupira e 49,51 km/h na Defesa Civil do bairro Martins.</div><p><strong>A interrupção do fornecimento elétrico afetou os bairros Jardim das Palmeiras, Tibery, Custódio Pereira e Jardim Holanda</strong>, além de atingir o terminal rodoviário. O Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil reforçaram a recomendação de distanciamento de árvores e redes de alta tensão.</p><h2>Danos estruturais provocados por granizo no Sul de Minas</h2><p>No Sul de Minas, o granizo atingiu ao menos nove cidades, incluindo <strong>Varginha, Três Corações, Carmo de Minas e São Lourenço</strong>. Também registraram o fenômeno os municípios de Três Pontas, Campos Gerais, Elói Mendes, Paraguaçu e São Tomé das Letras.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="pt" dir="ltr">️ Ruas ficam cobertas de gelo após fortes tempestades de granizo em MG <a href="https://t.co/Ysxs99VAf4">pic.twitter.com/Ysxs99VAf4</a></p>— Metrópoles (@Metropoles) <a href="https://x.com/Metropoles/status/2099905061728014411?ref_src=twsrc%5Etfw">September 15, 2026</a></blockquote></figure><p>Em Varginha, o granizo <strong>danificou a cobertura metálica de um posto no bairro São Geraldo e o teto de uma academia</strong>. O Instituto Nacional de Meteorologia (<a href="https://portal.inmet.gov.br/" target="_blank">INMET</a>) registrou um volume pluviométrico concentrado de <strong>22,6 mm</strong> em apenas uma hora.</p><p><strong>Já em Três Corações, o temporal durou cerca de meia hora a partir das 16h</strong>, deixando vias alagadas e casas destelhadas. Quedas de árvores bloquearam o acesso à <strong>Escola de Sargento das Armas</strong>, cujas dependências sofreram avarias em telhados próximos ao auditório.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="788856" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/nova-frente-fria-ja-tem-data-para-chegar-a-sp-e-ao-rj-saiba-quando.html" title="Nova frente fria já tem data para chegar à SP e ao RJ; saiba quando">Nova frente fria já tem data para chegar à SP e ao RJ; saiba quando</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/nova-frente-fria-ja-tem-data-para-chegar-a-sp-e-ao-rj-saiba-quando.html" title="Nova frente fria já tem data para chegar à SP e ao RJ; saiba quando"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/nova-frente-fria-ja-tem-data-para-chegar-a-sp-e-ao-rj-saiba-quando-1789485321232_320.jpg" alt="Nova frente fria já tem data para chegar à SP e ao RJ; saiba quando"></a></article></aside><p>A Companhia Energética de Minas Gerais atendeu ocorrências em múltiplos bairros na cidade, <strong>como Jardim Califórnia e Jardim Europa</strong>. A Defesa Civil local disponibilizou atendimento aos desabrigados e proprietários de imóveis atingidos pelo WhatsApp <strong>(35) 98861-3145</strong>.</p><h2>Acúmulo de gelo chama a atenção no interior fluminense</h2><p>No estado do Rio de Janeiro, <strong>a precipitação de pedras de gelo atingiu o distrito de Visconde de Mauá, em Resende</strong>. O temporal surpreendeu moradores e turistas no período da tarde, alterando repentinamente a paisagem da região turística.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">Temporal de granizo, agora em Itaipava, Petrópolis RJ. <a href="https://t.co/xUvQGhlsFr">pic.twitter.com/xUvQGhlsFr</a></p>— MArc Kevinho. (@MPz1963) <a href="https://x.com/MPz1963/status/2100024227155804562?ref_src=twsrc%5Etfw">September 16, 2026</a></blockquote></figure><p>A quantidade expressiva de pedras acumuladas <strong>cobriu o gramado de áreas verdes e formou uma camada totalmente branca sobre a vegetação</strong>. Registros em vídeo feitos por moradores e visitantes ganharam repercussão ao registrar o impacto visual do fenômeno.</p><p>A Defesa Civil de Resende contabilizou um índice pluviométrico de <strong>16 mm concentrados durante a passagem da tempestade pelo distrito</strong>. Apesar da densa camada de gelo e da intensidade da chuva, a prefeitura informou que não houve chamados graves ou vítimas.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="g1%20Tri%C3%A2ngulo" data-year="2026" data-title="Chuva%20alaga%20ruas%20e%20aciona%20alerta%20da%20Rondon%20Pacheco%20em%20Uberl%C3%A2ndia%3B%20quedas%20de%20energia%20foram%20registradas." data-url="https%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Fmg%2Ftriangulo-mineiro%2Fnoticia%2F2026%2F09%2F15%2Fchuva-alaga-ruas-e-aciona-alerta-da-rondon-pacheco-em-uberlandia-quedas-de-energia-foram-registradas.ghtml">g1 Triângulo. (2026). <a href="https://g1.globo.com/mg/triangulo-mineiro/noticia/2026/09/15/chuva-alaga-ruas-e-aciona-alerta-da-rondon-pacheco-em-uberlandia-quedas-de-energia-foram-registradas.ghtml" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Chuva alaga ruas e aciona alerta da Rondon Pacheco em Uberlândia; quedas de energia foram registradas.</a>.</cite><br><cite data-author="Thiago%20Gomes%2C%20Jorge%20Pereira%2C%20Vitor%20de%20Oliveira" data-year="2026" data-title="Chuva%20de%20granizo%20cria%20'tapete%20de%20gelo'%20no%20interior%20do%20RJ" data-url="https%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Frj%2Fsul-do-rio-costa-verde%2Fnoticia%2F2026%2F09%2F15%2Fvideo-chuva-de-granizo-cria-tapete-de-gelo-no-interior-do-rj.ghtml">Thiago Gomes, Jorge Pereira, Vitor de Oliveira. (2026). <a href="https://g1.globo.com/rj/sul-do-rio-costa-verde/noticia/2026/09/15/video-chuva-de-granizo-cria-tapete-de-gelo-no-interior-do-rj.ghtml" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Chuva de granizo cria 'tapete de gelo' no interior do RJ</a>.</cite><br><cite data-author="g1%20Sul%20de%20Minas" data-year="2026" data-title="Chuva%20de%20granizo%20no%20Sul%20de%20Minas%20atinge%209%20cidades%20e%20causa%20danos" data-url="https%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Fmg%2Fsul-de-minas%2Fnoticia%2F2026%2F09%2F15%2Fchuva-granizo.ghtml">g1 Sul de Minas. (2026). <a href="https://g1.globo.com/mg/sul-de-minas/noticia/2026/09/15/chuva-granizo.ghtml" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Chuva de granizo no Sul de Minas atinge 9 cidades e causa danos</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/temporal-com-granizo-causa-alagamentos-e-destelhamentos-em-mg-e-no-rj-veja-imagens.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Desmatamento recua 19% no Cerrado, mas avança 12% na Amazônia em agosto]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/desmatamento-recua-19-no-cerrado-mas-avanca-12-na-amazonia-em-agosto.html</link><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 10:03:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Dados do Inpe mostram redução dos alertas no Cerrado e avanço na Floresta Amazônica; governo cria áreas prioritárias para proteger regiões responsáveis pela recarga dos aquíferos e rios brasileiros.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/desmatamento-recua-19-no-cerrado-mas-avanca-12-na-amazonia-em-agosto-1789406264386.jpg" data-image="tjss528e627p" alt="Dados do Inpe mostram redução dos alertas de perda de vegetação no bioma no mês do Dia do Cerrado. Crédito: Marcelo Brandão" title="Dados do Inpe mostram redução dos alertas de perda de vegetação no bioma no mês do Dia do Cerrado. Crédito: Marcelo Brandão"><figcaption>Dados do Inpe mostram redução dos alertas de perda de vegetação no bioma no mês do Dia do Cerrado. Crédito: Marcelo Brandão</figcaption></figure><p>Os <strong>alertas de desmatamento</strong> apresentaram trajetórias opostas em dois dos maiores biomas brasileiros em agosto. Enquanto<strong> o Cerrado registrou queda de 19% na área </strong>sob alerta, <strong>a Amazônia teve aumento de 12% </strong>em comparação com o mesmo mês de 2025.</p><p>No<strong> Cerrado</strong>, <strong>238 km² de vegetação nativa ficaram sob alerta de desmatamento</strong> em agosto deste ano, contra 294 km² no mesmo período do ano passado. Na <strong>Amazônia</strong>, por outro lado, <strong>a área passou de 319 km² para 358 km².</strong> Somados, os dois biomas registraram 596 km² sob alerta no mês.</p><p>Os números são do sistema <strong>Deter, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe)</strong>, utilizado para identificar rapidamente alterações na cobertura vegetal e orientar operações de fiscalização. Os dados oficiais anuais de desmatamento são calculados por outro sistema do instituto, o Prodes, que utiliza metodologia mais precisa.</p><h2>Período seco favorece desmatamento</h2><p>Os meses de <strong>julho, agosto e setembro</strong> historicamente concentram parte <strong>significativa do desmatamento na Amazônia</strong>. A redução das chuvas durante esse período facilita a retirada da vegetação e, ao mesmo tempo, diminui a presença de nuvens, permitindo melhores condições para a observação da superfície por satélites.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/desmatamento-recua-19-no-cerrado-mas-avanca-12-na-amazonia-em-agosto-1789406466326.jpg" data-image="6sne3tdc4ddg" alt="Área sob alerta de desmate em ambas as regiões no último mês chega a 596 km²" title="Área sob alerta de desmate em ambas as regiões no último mês chega a 596 km²"><figcaption>Área sob alerta de desmate em ambas as regiões no último mês chega a 596 km². Crédito: Divulgação ICL Notícias</figcaption></figure><p><strong>No Cerrado, a dinâmica é semelhante</strong>, embora a estação seca geralmente seja mais longa e comece antes, por volta de maio. Por causa dessas características climáticas, o Inpe considera como temporada anual de monitoramento do desmatamento o período entre 1º de agosto e 31 de julho do ano seguinte.</p><p>Apesar do aumento observado na Amazônia em agosto, os dados recentes mostram uma tendência positiva quando analisado um intervalo maior. <strong>Entre agosto de 2025 e julho de 2026, a floresta registrou a menor área sob alerta de desmatamento </strong>de toda a série histórica do Deter, iniciada em 2015.</p><h2>Cerrado ganha proteção para áreas de recarga hídrica</h2><p>A divulgação dos números coincidiu com o <strong>Dia do Cerrado </strong>e com a criação de um novo mecanismo voltado à conservação do bioma. O Ministério do Meio Ambiente instituiu as<strong> Áreas Prioritárias de Recarga Hídrica no Bioma Cerrado (APRHIC)</strong>, que deverão orientar ações de preservação e restauração.</p><div class="texto-destacado">A iniciativa busca ampliar a proteção de regiões responsáveis pela infiltração da água no solo e pelo abastecimento dos aquíferos. Até então, a legislação ambiental concentrava medidas de proteção principalmente em nascentes e margens de rios, sem um instrumento específico para priorizar as áreas de recarga subterrânea.</div><p>A importância ultrapassa as fronteiras do próprio Cerrado. <strong>O bioma abriga nascentes de oito das 12 grandes regiões hidrográficas brasileiras</strong> e desempenha papel estratégico no abastecimento de rios. Cerca de 94% da água que alimenta o Rio São Francisco, por exemplo, tem origem no Cerrado.</p><h2>Vegetação ajuda a manter rios e aquíferos</h2><p>As raízes profundas características da vegetação nativa permitem que <strong>a água das chuvas penetre no solo e abasteça reservatórios subterrâneos.</strong> Com a retirada dessa cobertura, o processo de infiltração é prejudicado, o que pode afetar aquíferos e reduzir a disponibilidade de água nos rios durante períodos de estiagem.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="786051" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/cidade-no-cerrado-brasileiro-reune-cachoeiras-grutas-e-vestigios-humanos-de-mais-de-11-mil-anos.html" title="Cidade no Cerrado Brasileiro reúne cachoeiras, grutas e vestígios humanos de mais de 11 mil anos">Cidade no Cerrado Brasileiro reúne cachoeiras, grutas e vestígios humanos de mais de 11 mil anos</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/cidade-no-cerrado-brasileiro-reune-cachoeiras-grutas-e-vestigios-humanos-de-mais-de-11-mil-anos.html" title="Cidade no Cerrado Brasileiro reúne cachoeiras, grutas e vestígios humanos de mais de 11 mil anos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/cidade-no-cerrado-brasileiro-reune-cachoeiras-grutas-e-vestigios-humanos-de-mais-de-11-mil-anos-1787951604602_320.jpg" alt="Cidade no Cerrado Brasileiro reúne cachoeiras, grutas e vestígios humanos de mais de 11 mil anos"></a></article></aside><p>Estudos que subsidiaram a criação das áreas prioritárias apontam que <strong>51,2% da extensão do Cerrado exerce papel relevante para a recarga hídrica. </strong>O mapeamento poderá ser utilizado pelo poder público para direcionar investimentos em conservação e avaliar pedidos de autorização para retirada da vegetação.</p><p>O governo também regulamento<strong>u modalidades de pagamento por serviços ambientais</strong>, mecanismo que permite recompensar proprietários pela conservação da vegetação nativa. As medidas buscam associar proteção ambiental, planejamento territorial e incentivos econômicos diante da pressão histórica sobre o Cerrado e a Amazônia.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Folha%20de%20S%C3%A3o%20Paulo" data-year="2026" data-title="Desmatamento%20cai%2019%25%20no%20cerrado%20e%20sobe%2012%25%20na%20Amaz%C3%B4nia%20em%20agosto" data-url="https%3A%2F%2Fwww1.folha.uol.com.br%2Fambiente%2F2026%2F09%2Fdesmatamento-cai-19-no-cerrado-e-sobe-12-na-amazonia-em-agosto.shtml%3Fshem%3Ddsdf%2Csharefoc%2Cagadiscoversdl%2C%2Csh%2Fx%2Fdiscover%2Fm1%2F4">Folha de São Paulo. (2026). <a href="https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2026/09/desmatamento-cai-19-no-cerrado-e-sobe-12-na-amazonia-em-agosto.shtml?shem=dsdf,sharefoc,agadiscoversdl,,sh/x/discover/m1/4" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Desmatamento cai 19% no cerrado e sobe 12% na Amazônia em agosto</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/desmatamento-recua-19-no-cerrado-mas-avanca-12-na-amazonia-em-agosto.html</guid><dc:creator><![CDATA[João Cunha]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Plantio antecipado de soja: chuva de 60 mm ameaça operações no RS]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/plantio-antecipado-de-soja-chuva-de-60-mm-ameaca-operacoes-no-rs.html</link><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 08:28:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>O frio perde força antes da volta da chuva ao Rio Grande do Sul. Para antecipar a soja, produtores precisam avaliar o aquecimento do solo e o risco de encharcamento entre esta quinta-feira e a próxima segunda-feira.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/plantio-antecipado-de-soja-chuva-de-60-mm-ameaca-operacoes-no-rs-1789494085451.jpg" data-image="8uw3yyiumvrt" alt="soja, milho, RS, rio grande sul, gaucho" title="soja, milho, RS, rio grande sul, gaucho"><figcaption>Frio e a chuva forte reduzem a janela para antecipar o plantio.</figcaption></figure><p>O plantio antecipado de soja no Rio Grande do Sul (RS) encontra uma <strong>sequência arriscada entre 15 e 21 de setembro: frio com geada</strong>, aquecimento e retorno da chuva forte. Enquanto soja em semeadura e milho em desenvolvimento exigem atenção, Uruguaiana, São Borja e Alegrete podem receber cerca de 60 mm na segunda-feira, 21.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p><strong>A semeadura desde 15 de setembro depende de autorização estadual e plano de manejo </strong>da ferrugem asiática. Essas áreas ficam fora do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), sem cobertura do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) para perdas. No campo, a questão imediata é outra: haverá solo aquecido e drenado para transformar a antecipação em emergência uniforme?</p><h2>Quarta-feira terá geada; quinta inicia aquecimento no oeste </h2><p><strong>Nesta quarta-feira, 16, a massa de ar frio favorece geada no norte gaúcho e na Serra</strong>, com possibilidade também no centro e sul estadual. Nas serras, temperaturas próximas de 0°C podem produzir geada moderada. A previsão semanal indica mínimas de 5 a 10°C em grande parte da Região Sul, com valores inferiores a 3°C nas áreas mais elevadas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/plantio-antecipado-de-soja-chuva-de-60-mm-ameaca-operacoes-no-rs-1789493512889.jpg" data-image="0tan6uqabvqc" alt="temperatura, geada" title="temperatura, geada"><figcaption>Previsão de temperatura (°C), quarta-feira (16), às 6h.</figcaption></figure><p>O oeste gaúcho aparece fora da área prevista de geada na quarta. <strong>A partir de quinta-feira, 17</strong>, as máximas sobem gradualmente e podem alcançar cerca de 28°C no extremo oeste. Para propriedades de Uruguaiana, São Borja e Alegrete, a mudança pede nova avaliação do solo antes do plantio. Uma tarde quente, porém, não assegura aquecimento suficiente na profundidade da semente após madrugadas frias.</p><h2>Chuva ganha força no sábado e mantém risco até segunda </h2><p>Na sexta-feira, 18, um cavado, área alongada de baixa pressão, começa a reorganizar a instabilidade sobre o Sul. <strong>Inicialmente, a chuva se concentra em Santa Catarina e no Paraná</strong>. No sábado, 19, a previsão amplia a chuva forte para o norte gaúcho, com volumes diários que podem ultrapassar 60 a 80 mm na faixa entre os três estados. Esses máximos não devem ser atribuídos indistintamente aos municípios produtores.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/plantio-antecipado-de-soja-chuva-de-60-mm-ameaca-operacoes-no-rs-1789493720932.jpg" data-image="lv2sixc9ursb" alt="chuva. acumulado" title="chuva. acumulado"><figcaption>Previsão de chuva acumulada (mm), sábado (19), às 21h.</figcaption></figure><p>A previsão indica chuva intensa em Pelotas e na região da Lagoa dos Patos entre sábado, 19, e domingo, 20. <strong>Na segunda-feira, 21, os acumulados podem chegar a cerca de 60 mm</strong> nas proximidades de Uruguaiana, São Borja e Alegrete.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Há concordância sobre a volta da instabilidade, mas diferenças na posição dos maiores volumes.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Para a soja recém-semeada, o risco aumenta onde a água se acumula: o encharcamento reduz a disponibilidade de oxigênio, prejudicando o estabelecimento das plantas.</p><h2>Entre 17 e 18, avaliar a oportunidade sem antecipar toda a área </h2><p>Quinta e sexta-feira, 17 e 18, oferecem uma oportunidade potencial de trabalho antes da piora prevista para o fim de semana, condicionada à umidade e à temperatura do solo. <strong>Em Santa Rosa, São Borja e Alegrete, a referência agronômica para semear soja é de 20 a 30°C no solo</strong>, com 25°C favorecendo emergência rápida. Abaixo de 20°C, a germinação e a emergência ficam prejudicadas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="788836" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-frio-avanca-mais-nas-proximas-24-horas-com-temperaturas-abaixo-0-c-no-centro-sul.html" title="Ar frio avança mais nas próximas 24 horas com temperaturas abaixo 0°C no Centro-Sul">Ar frio avança mais nas próximas 24 horas com temperaturas abaixo 0°C no Centro-Sul</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-frio-avanca-mais-nas-proximas-24-horas-com-temperaturas-abaixo-0-c-no-centro-sul.html" title="Ar frio avança mais nas próximas 24 horas com temperaturas abaixo 0°C no Centro-Sul"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ar-frio-avanca-mais-nas-proximas-24-horas-com-temperaturas-abaixo-0-c-no-centro-sul-1789472988822_320.jpg" alt="Ar frio avança mais nas próximas 24 horas com temperaturas abaixo 0°C no Centro-Sul"></a></article></aside><p>A chuva pode recompor umidade onde houver deficiência, mas também interromper operações em terrenos mal drenados. Após pancadas intensas, observar encharcamento e crostas superficiais antes de decidir novas semeaduras. <strong>O risco persiste no dia 21; por isso, escalonar o trabalho conforme as condições</strong> locais é mais prudente que assumir uma janela contínua.</p><ul> <li>Em Santa Rosa, verificar se o solo alcança 20 °C antes de aproveitar a melhora de 17 e 18.</li> <li>Em Pelotas, considerar a chuva de 19 e 20 ao avaliar drenagem e trânsito de máquinas.</li> <li>Em Alegrete e São Borja, os cerca de 60 mm previstos para 21 exigem reavaliar áreas sujeitas a encharcamento.</li> </ul>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/plantio-antecipado-de-soja-chuva-de-60-mm-ameaca-operacoes-no-rs.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A Corrente do Golfo está se intensificando; o que isso significa para os receios de um colapso da AMOC?]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/a-corrente-do-golfo-esta-se-intensificando-o-que-isso-significa-para-os-receios-de-um-colapso-da-amoc.html</link><pubDate>Tue, 15 Sep 2026 23:03:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Segundo novas observações por satélite, a Corrente do Golfo tem se fortalecido; mas será que isso põe em dúvida os alertas sobre um enfraquecimento do sistema de circulação do Atlântico, ou as duas mudanças não estão relacionadas?</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/gulf-stream-is-strengthening-so-what-does-this-mean-for-fears-of-an-amoc-collapse-1789385044132.png" data-image="raee1tgb91d0"><figcaption>A Corrente do Golfo está se intensificando; o que isso significa para os receios de um colapso da AMOC?</figcaption></figure><p>Uma nova pesquisa via satélite revelou que<strong> a Corrente do Golfo se fortaleceu rapidamente entre 2014 e 2023</strong>, o que levanta questões sobre o significado dessa descoberta para as preocupações com o futuro da <strong>Circulação Meridional de Revolvimento do Atlântico (AMOC</strong>, na sigla em inglês).</p><p>À primeira vista, os resultados podem parecer contradizer os alertas de que a AMOC poderia enfraquecer com o aquecimento global. No entanto, a Corrente do Golfo e a AMOC não são a mesma coisa, e as pesquisas mais recentes não indicam que o sistema de circulação geral esteja se fortalecendo.</p><h2>A Corrente do Golfo e a AMOC estão conectadas, mas não são a mesma coisa</h2><p>A <strong>Corrente do Golfo</strong> é uma poderosa <strong>corrente oceânica </strong>que <strong>transporta água quente para o norte a partir dos trópicos</strong>, levando calor através do Atlântico em direção à Europa.</p><p>Ela é uma parte importante da <strong>AMOC, um sistema muito mais extenso de correntes oceânicas</strong> que transportam água superficial quente para o norte e devolvem água mais fria e densa para o sul, em maiores profundidades.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/gulf-stream-is-strengthening-so-what-does-this-mean-for-fears-of-an-amoc-collapse-1789385067035.png" data-image="4v1x7x2qesfq"><figcaption>A Corrente do Golfo é uma poderosa corrente oceânica que leva água quente para o norte a partir dos trópicos, transportando calor através do Atlântico em direção à Europa.</figcaption></figure><p> Portanto, <strong>a Corrente do Golfo pode sofrer alterações sem que toda a AMOC responda exatamente da mesma maneira</strong>.</p><p>O novo estudo utilizou mais de três décadas de observações por satélite para examinar as mudanças na<strong> Corrente do Golfo</strong>. Os pesquisadores constataram um período prolongado de menor intensidade entre 2005 e 2014, seguido por uma <strong>rápida intensificação a partir de 2014</strong>.</p><div class="texto-destacado">É importante destacar que alertam que esse fortalecimento observado não pode ser interpretado diretamente como um fortalecimento da AMOC.</div><p>As diferentes partes da circulação atlântica são influenciadas por fatores distintos, o que significa que um componente pode se intensificar enquanto o sistema, de modo geral, se comporta de maneira diferente.</p><h2>A AMOC poderia enfraquecer ainda mais?</h2><p><strong>Sim</strong>. As novas descobertas não eliminam as preocupações sobre o enfraquecimento a longo prazo da AMOC.</p><p>A AMOC é influenciada por mudanças na temperatura, salinidade e densidade da água do mar. À medida que o planeta aquece, o aumento da entrada de água doce no Atlântico Norte e as mudanças nas temperaturas oceânicas podem afetar a circulação.</p><p>Os modelos climáticos geralmente projetam que a<strong> AMOC enfraquecerá ao longo do século XXI</strong>, à medida que as concentrações de gases de efeito estufa aumentam. No entanto, os cientistas continuam estudando a rapidez com que isso poderia ocorrer e a magnitude da mudança final.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="785015" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/um-enfraquecimento-do-sistema-de-correntes-do-oceano-atlantico-a-amoc-podera-acelerar-o-aquecimento-global.html" title="Um enfraquecimento do sistema de correntes do Oceano Atlântico, a AMOC, poderá acelerar o aquecimento global">Um enfraquecimento do sistema de correntes do Oceano Atlântico, a AMOC, poderá acelerar o aquecimento global</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/um-enfraquecimento-do-sistema-de-correntes-do-oceano-atlantico-a-amoc-podera-acelerar-o-aquecimento-global.html" title="Um enfraquecimento do sistema de correntes do Oceano Atlântico, a AMOC, poderá acelerar o aquecimento global"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/un-debilitamiento-amoc-acelerar-el-calentamiento-global-1787033783062_320.jpg" alt="Um enfraquecimento do sistema de correntes do Oceano Atlântico, a AMOC, poderá acelerar o aquecimento global"></a></article></aside><p>Um colapso total e abrupto é um cenário muito mais extremo do que um enfraquecimento gradual, e <strong>ainda existe uma incerteza considerável sobre como exatamente o sistema reagirá</strong>.</p><p>Para a Europa, isso é importante porque a AMOC ajuda a transportar calor para o Atlântico Norte, o que contribui para o clima relativamente ameno observado na Grã-Bretanha e na Europa Ocidental.</p><div class="texto-destacado">Um enfraquecimento significativo poderia alterar as temperaturas, os padrões de precipitação e a circulação atmosférica na região.</div><p>Portanto, as descobertas mais recentes sobre a Corrente do Golfo não significam que tenham desaparecido os receios de um enfraquecimento da AMOC, nem demonstram que um colapso esteja se aproximando. Em contrapartida, elas oferecem aos cientistas uma nova e valiosa observação sobre como uma parte importante da circulação atlântica mudou.</p><p>A mensagem principal é que<strong> uma Corrente do Golfo mais forte e uma AMOC potencialmente enfraquecida não são necessariamente contraditórias</strong>. A Corrente do Golfo é um componente de um sistema muito mais amplo e complexo, e compreender como esses componentes interagem continua sendo uma área importante de pesquisa climática.</p><br>Por enquanto, os novos dados de satélite acrescentam mais uma peça ao quebra-cabeça, em vez de fornecerem uma resposta definitiva sobre o futuro da AMOC.<br><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Shenfu%20Dong%2C%20et%20al" data-year="2026" data-title="Rapid%20Surface%20Intensification%20of%20the%20Gulf%20Stream%20Since%202014" data-url="https%3A%2F%2Fagupubs.onlinelibrary.wiley.com%2Fdoi%2F10.1029%2F2026GL122338">Shenfu Dong, et al. (2026). <a href="https://agupubs.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1029/2026GL122338" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Rapid Surface Intensification of the Gulf Stream Since 2014</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/a-corrente-do-golfo-esta-se-intensificando-o-que-isso-significa-para-os-receios-de-um-colapso-da-amoc.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[São Paulo esconde 5 destinos secretos de ecoturismo imperdíveis; veja onde ficam]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/sao-paulo-esconde-5-destinos-secretos-de-ecoturismo-imperdiveis-veja-onde-ficam.html</link><pubDate>Tue, 15 Sep 2026 21:32:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>A capital paulista ‘esconde’ cinco lugares de ecoturismo, com muita vida selvagem, verde e trilhas para desbravar, tudo isto sem sair da cidade. Veja aqui que destinos são estes.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/sao-paulo-esconde-5-destinos-secretos-de-ecoturismo-imperdiveis-veja-onde-ficam-1789489784693.jpg" data-image="o6jlkc7acgvy"><figcaption>Ilha de Bororé, no Parque Natural Municipal Bororé, em São Paulo (SP). Crédito: Daniel Deák/SPTuris.</figcaption></figure><p>Você mora na <strong>capital paulista</strong> e quer arrumar algum passeio divertido para fazer com a família? Pois então saiba que não é preciso ir muito longe para aproveitar <strong>lugares incríveis em meio a natureza</strong> e com muitas atividades divertidas.</p><p>A cidade de São Paulo tem alguns <strong>destinos “escondidos” de ecoturismo</strong>, que oferecem contato com a natureza e muita diversão para toda a família. Descubra abaixo cinco destes lugares.</p><h2>Cinco destinos de ecoturismo na capital paulista</h2><p>Esses locais contam com atividades não apenas para o público infantil, como também para os adultos, e <strong>alguns ainda são pouco conhecidos</strong> pelos moradores da capital. Veja abaixo.</p><h3>Parques Naturais Municipais</h3><p>Os principais Parques Naturais Municipais da cidade são: o Itaim, Varginha, Jaceguava e Bororé, <strong>todos administrados pela prefeitura e com entrada gratuita</strong>.</p><div class="texto-destacado">O Itaim fica em Parelheiros, no extremo sul da capital, e é o maior Parque Natural Municipal de São Paulo, com cerca de 470 hectares. Entre os seus atrativos estão a Trilha do Tatu, Trilha do Ribeirão Itaim e o Bosque do Silêncio.</div><p>O <strong>Varginha</strong>, também na região de Parelheiros, é uma boa opção para quem busca trilhas, biodiversidade e contato com a Mata Atlântica. O <strong>Jaceguava</strong>, também no sul da capital, oferece contato com a natureza, atividades de educação ambiental e oportunidades de observação da fauna e da flora.</p><p>O <strong>Bororé </strong>é uma opção interessante para quem procura uma São Paulo mais rural e pouco conhecida. Fica na Ilha do Bororé, em uma península da Represa Billings, no sul da capital. Combina Mata Atlântica, áreas rurais, trilhas e paisagens da represa; e a Trilha do Aventureiro, a Trilha do Lago e o píer são alguns dos seus atrativos. </p><h3>Parque Estadual da Serra do Mar - Núcleo Curucutu</h3><p>O Parque Estadual da Serra do Mar é a maior área de proteção integral do litoral brasileiro. Vai da divisa de São Paulo com o Rio de Janeiro até Itariri, no sul do estado paulista, cobrindo toda a região serrana. Ele é dividido por núcleos, e <strong>o núcleo que abrange a capital paulista é o Curucutu</strong>, entre a região metropolitana da Baixada Santista e a Grande São Paulo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/sao-paulo-esconde-5-destinos-secretos-de-ecoturismo-imperdiveis-veja-onde-ficam-1789489816004.jpg" data-image="iy65myqvsajf"><figcaption>A Trilha do Mirante Curucutu leva a um mirante que oferece uma rara vista do oceano em plena cidade de São Paulo. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>É uma ótima opção para incluir em uma lista de atrativos naturais próximos ou dentro da capital paulista. Fica na região de <strong>Parelheiros </strong>e se destaca pelas <strong>paisagens serranas</strong> e pelo clima mais frio e úmido em comparação com outras áreas da cidade.</p><p>Entre as atividades estão<strong> trilhas</strong>, como a do Mirante e a da Bica, <strong>observação da natureza </strong>e<strong> educação ambiental</strong>. A entrada é gratuita, porém é necessário fazer agendamento.</p><h3>Recanto Paraíso</h3><p>O Recanto Paraíso é um ponto turístico no Polo de Ecoturismo de São Paulo<strong> para quem gosta de cavalos e de natureza</strong>. Fica em <strong>Parelheiros</strong>, no sul da capital.</p><p>Aqui é possível fazer <strong>passeios a cavalo</strong> ou jumento por <strong>trilhas da Mata Atlântica</strong>, e o visitante aprende toda a rotina dos animais, as etapas da selagem, os nomes dos equipamentos, e também realiza a montaria.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/sao-paulo-esconde-5-destinos-secretos-de-ecoturismo-imperdiveis-veja-onde-ficam-1789489836517.jpg" data-image="jlxdb244epba"><figcaption>Cavalgada em meio à mata mais fechada no Recanto Paraíso em São Paulo (SP). Crédito: Daniel Deák/SPTuris.</figcaption></figure><p>A cavalgada externa pode passar por área rural e até trechos com mata mais fechada para os mais experientes. É necessário agendamento.</p><h3>The Roça Park</h3><p>O <em>The Roça Park</em> é <strong>um espaço de turismo rural e agroecologia </strong>no Extremo Sul da capital paulista, em Parelheiros, oferecendo vivência rural e educação ambiental.</p><p>Com a opção de ‘<em>day use</em>’, você pode usufruir de toda a estrutura do local, com <strong>fazendinha de animais</strong>, balanço, redário e <strong>trilhas</strong>. E ainda conhecer a produção orgânica do local e fazer um <strong>passeio de trator</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/sao-paulo-esconde-5-destinos-secretos-de-ecoturismo-imperdiveis-veja-onde-ficam-1789489857210.jpg" data-image="9wkagab6b61u"><figcaption>Passeio de trator no The Roça Park. Crédito: Daniel Deák/SPTuris.</figcaption></figure><p>O local tem <strong>restaurante</strong> com café colonial e almoço self-service. É permitida a entrada de pets. Além disso, tem-se uma trilha de caminhada leve pela mata, que chega até a beira da Represa Billings. A entrada é paga e necessita agendamento prévio.</p><h3>Estância e Parque Ecológico das Águas</h3><p>O parque fica<strong> na região de Colônia, zona sul </strong>da capital paulista. Possui diversas <strong>nascentes e lagos</strong>, e é um importante corredor verde para animais, já que faz parte da Área de Proteção Ambiental (APA) Capivari- Monos.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777692" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/tesouros-escondidos-7-parques-nacionais-no-brasil-que-ainda-sao-pouco-conhecidos.html" title="Tesouros escondidos: 7 parques nacionais no Brasil que ainda são pouco conhecidos">Tesouros escondidos: 7 parques nacionais no Brasil que ainda são pouco conhecidos</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/tesouros-escondidos-7-parques-nacionais-no-brasil-que-ainda-sao-pouco-conhecidos.html" title="Tesouros escondidos: 7 parques nacionais no Brasil que ainda são pouco conhecidos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/tesouros-escondidos-7-parques-nacionais-no-brasil-que-ainda-sao-pouco-conhecidos-1783533356596_320.jpg" alt="Tesouros escondidos: 7 parques nacionais no Brasil que ainda são pouco conhecidos"></a></article></aside><p>Entre as principais atrações estão: o piscilago, uma piscina natural; <strong>trilhas </strong>pela área de mata e nascentes; <strong>caiaques</strong>, <strong><em>stand up paddle</em></strong> e <strong>pedalinhos</strong>; passeio de bote e trampolim aquático; <strong>tirolesa</strong>; <strong>pesca esportiva</strong>; fazendinha e interação com animais; atividades de educação ambiental; <strong>circuito Kids</strong> de Aventura e parquinho; entre outros. Todas as atividades são dirigidas e supervisionadas por instrutores capacitados.</p><p>O local é <strong><em>Pet friendly</em></strong>, tem estacionamento, <strong>restaurante </strong>e opção de ‘<strong><em>Day Use</em></strong>’. É necessário agendamento.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Diniz%2C%20M" data-year="2025" data-title="7%20lugares%20escondidos%20de%20ecoturismo%20na%20capital%20paulista" data-url="https%3A%2F%2Fcatracalivre.com.br%2Fviagem-livre%2F7-lugares-escondidos-ecoturismo-sp%2F">Diniz, M. (2025). <a href="https://catracalivre.com.br/viagem-livre/7-lugares-escondidos-ecoturismo-sp/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">7 lugares escondidos de ecoturismo na capital paulista</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/sao-paulo-esconde-5-destinos-secretos-de-ecoturismo-imperdiveis-veja-onde-ficam.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Nova frente fria já tem data para chegar à SP e ao RJ; saiba quando]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/nova-frente-fria-ja-tem-data-para-chegar-a-sp-e-ao-rj-saiba-quando.html</link><pubDate>Tue, 15 Sep 2026 20:10:42 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>As chuvas dão uma trégua nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro nesta semana, mas será breve. Uma nova frente fria vai trazer chuva forte e trovoadas novamente para todo o território. Veja quando.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/nova-frente-fria-ja-tem-data-para-chegar-a-sp-e-ao-rj-saiba-quando-1789485321232.jpg" data-image="lmzvuw37vgwd"><figcaption>Nova frente fria vai trazer mais chuvas para os estados de São Paulo e Rio de Janeiro nos próximos dias.</figcaption></figure><p>Áreas de instabilidade continuam provocando pancadas de chuva e trovoadas nos estados de<strong> São Paulo</strong> e <strong>Rio de Janeiro</strong> entre esta terça (15) e a manhã de quarta-feira (16). Mas nos<strong> próximos dias</strong> desta semana, as <strong>chuvas reduzem</strong>, dando uma<strong> breve trégua no tempo</strong>.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Contudo, as <strong>chuvas fortes e os temporais já têm data para retornar</strong> a ambos os estados. Ao longo do próximo<strong> domingo (20)</strong> o processo de formação de um novo ciclone e de uma<strong> frente fria</strong> vai deixar o tempo instável em todo o território.</p><p>Acompanhe a seguir mais detalhes da previsão do tempo.</p><h2>Chuvas reduzem mas nova frente fria já tem data para voltar a SP e RJ</h2><p>Entre hoje (15) e a manhã desta quarta-feira (15) ainda há riscos de pancadas de chuva e trovoadas no interior e leste de São Paulo e no Rio de Janeiro, porém, <strong>a partir da tarde de quarta (15) </strong>as <strong>chuvas já reduzem bastante</strong> em ambos os estados, dando uma breve trégua no tempo.</p><p>Ainda assim, na<strong> faixa litorânea de São Paulo e no Rio de Janeiro</strong> ainda haverá bastante nebulosidade e chance de <strong>chuvas fracas isoladas ou chuviscos </strong>nos próximos dias. O sol até pode aparecer em alguns momentos do dia, mas o predomínio é de céu mais fechado mesmo, e friozinho.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/nova-frente-fria-ja-tem-data-para-chegar-a-sp-e-ao-rj-saiba-quando-1789487138350.jpg" data-image="kdx1bdzfcced"><figcaption>Previsão de chuva (mm) e nebulosidade para o domingo (20) às 18h, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Na segunda metade desta semana, a<strong> capital paulista</strong> terá tempo estável com céu parcialmente nublado, em alguns momentos do dia com o sol aparecendo. A <strong>capital fluminense</strong> terá chuvas com trovoadas nesta quarta (16) e céu nublado com pequena chance de chuva fraca nesta quinta (17) e sexta-feira (18).</p><p>Porém, uma<strong> nova frente fria</strong> vai se formar e <strong>aumentar as condições para chuva forte e temporais</strong> ao longo do próximo<strong> domingo (20)</strong>, inicialmente no estado de São Paulo, e depois no início da próxima semana também no Rio de Janeiro.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/nova-frente-fria-ja-tem-data-para-chegar-a-sp-e-ao-rj-saiba-quando-1789487188052.jpg" data-image="29lw5ofy9o2v"><figcaption>Previsão de densidade de raios para o domingo (20) às 18h, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Pela <strong>manhã </strong>do <strong>domingo (2)</strong> já deve <strong>chover de forma moderada </strong>e com<strong> trovoadas</strong> em áreas do <strong>sul de São Paulo</strong>.</p><p>Ao longo da <strong>tarde</strong>,<strong> </strong>as instabilidades ganham força e se espalham também para as demais áreas paulistas, sendo esperadas <strong>chuvas moderadas a pontualmente intensas</strong> e com risco de <strong>temporais</strong>. À noite, ainda há riscos de temporais mas mais para o norte do estado.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="788836" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-frio-avanca-mais-nas-proximas-24-horas-com-temperaturas-abaixo-0-c-no-centro-sul.html" title="Ar frio avança mais nas próximas 24 horas com temperaturas abaixo 0°C no Centro-Sul">Ar frio avança mais nas próximas 24 horas com temperaturas abaixo 0°C no Centro-Sul</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-frio-avanca-mais-nas-proximas-24-horas-com-temperaturas-abaixo-0-c-no-centro-sul.html" title="Ar frio avança mais nas próximas 24 horas com temperaturas abaixo 0°C no Centro-Sul"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ar-frio-avanca-mais-nas-proximas-24-horas-com-temperaturas-abaixo-0-c-no-centro-sul-1789472988822_320.jpg" alt="Ar frio avança mais nas próximas 24 horas com temperaturas abaixo 0°C no Centro-Sul"></a></article></aside><p>A previsão para a <strong>capital paulista</strong> no domingo (20) é de chuvas fracas e contínuas durante o dia, com céu parcialmente encoberto.</p><p> E a <strong>tendência</strong> mostra que no<strong> início da próxima semana</strong> a frente fria também vai levar chuvas fortes e riscos de temporais ao estado do Rio de Janeiro, e ainda ser reforçada por um<strong> novo sistema frontal</strong>. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/nova-frente-fria-ja-tem-data-para-chegar-a-sp-e-ao-rj-saiba-quando-1789487214093.jpg" data-image="ymi5s8taj5qc"><figcaption>Tendência da previsão indica que no início da próxima semana as chuvas e temporais continuarão atuando em São Paulo e no Rio de Janeiro.</figcaption></figure><p>Na <strong>segunda-feira (21)</strong>, até o momento, a previsão indica que ainda haverá chances de<strong> temporais </strong>em todo o estado de<strong> São Paulo</strong> e no <strong>sul do Rio de Janeiro</strong>, inclusive nas <strong>capitais</strong>. </p><p><strong>A partir da terça-feira (22)</strong>, um <strong>segundo sistema frontal </strong>deve se formar próximo à costa da Região Sul e avançar para o Sudeste,<strong> reforçando as chuvas</strong> nestes estados.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/nova-frente-fria-ja-tem-data-para-chegar-a-sp-e-ao-rj-saiba-quando.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Clima de inverno: 3 massas de ar frio ainda vão atingir o Brasil até o fim de setembro]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/clima-de-inverno-3-massas-de-ar-frio-ainda-vao-atingir-o-brasil-ate-o-fim-de-setembro.html</link><pubDate>Tue, 15 Sep 2026 19:01:32 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O frio intenso continua avançando pelo Brasil nesta semana, com a chegada de uma segunda massa de ar polar que afeta o Sul, Sudeste, Centro-Oeste e até parte do Nordeste. Depois disso, uma terceira massa de ar frio pode chegar ao país entre os dias 22 e 23 de setembro.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xb83bfa"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xb83bfa.jpg" id="xb83bfa"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Uma <strong>frente fria</strong> está avançando pelo Brasil esta semana, provocando chuvas sobre vários estados do Brasil. Na retaguarda do sistema, uma <strong>forte massa de ar polar</strong> está derrubando as temperaturas no Sul, Sudeste e Centro-Oeste e mantendo o frio intenso em grande parte do centro-sul do país. Essa massa de ar frio já influencia o tempo em estados como:</p><ul><li><strong>Região Sul:</strong> Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná;</li><li><strong>Região Sudeste:</strong> São Paulo, Rio de Janeiro, parte de Minas Gerais;</li><li><strong>Região Centro-Oeste:</strong> Mato Grosso do Sul, Goiás (sul) e Mato Grosso (sul);</li><li><strong>Região Norte:</strong> Rondônia e Acre, embora com menor intensidade.</li></ul><p>Previsões indicam que o frio não deve perder força tão cedo. Uma<strong> segunda massa de ar polar</strong> já está avançando em direção ao Brasil e vai começar a atuar no país <strong>a partir de quarta-feira (16)</strong>. O novo sistema se junta à massa de ar frio que já está sobre o território brasileiro e reforça as baixas temperaturas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/clima-de-inverno-3-massas-de-ar-frio-ainda-vao-atingir-o-brasil-ate-o-fim-de-setembro-1789493509065.jpg" data-image="jciribxwcgh6" alt="Previsão de temperaturas mínimas na quarta-feira." title="Previsão de temperaturas mínimas na quarta-feira."><figcaption>Previsão de temperaturas mínimas na quarta-feira mostra que há possibilidade de temperaturas negativas na região da Serra Catarinense, com formação de geadas fortes na área.</figcaption></figure><p>A chegada dessa segunda massa de ar frio já fará as temperaturas mínimas caírem de maneira pronunciada na região Sul ao longo desta quarta-feira durante a madrugada e a manhã, <strong>quando há previsão de temperaturas negativas</strong> na região da Serra Gaúcha e especialmente da Serra Catarinense.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Essa segunda massa de ar polar atuará principalmente nos municípios mais próximos do Litoral no Sul e no Sudeste, mantendo as temperaturas frias nessas regiões.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Ao longo da semana, o sistema avançará gradualmente para o norte, enquanto perde intensidade sobre o Sul e São Paulo e passa a influenciar com maior força Minas Gerais, o norte do Rio de Janeiro, o Espírito Santo e até mesmo a <strong>Bahia</strong>, <strong>levando frio para parte da região Nordeste</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/clima-de-inverno-3-massas-de-ar-frio-ainda-vao-atingir-o-brasil-ate-o-fim-de-setembro-1789493568464.jpg" data-image="6zknm6uj1z4z" alt="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa no final do sábado." title="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa no final do sábado."><figcaption>Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa no final do sábado mostra a massa de ar frio sobre parte do Sudeste e também Bahia, fazendo as temperaturas caírem no estado nordestino.</figcaption></figure><p>Em Vitória da Conquista, no sul da Bahia, por exemplo, a previsão indica queda da máxima de<strong> 29°C</strong>, registrada no domingo (13), para <strong>até 21°C</strong> no sábado (19). Isso representa uma <strong>redução de aproximadamente 8°C</strong> nas temperaturas máximas durante a atuação do sistema sobre a região.</p><h2>Terceira massa de ar frio atuará em Setembro</h2><p>A partir da próxima <strong>segunda-feira (21)</strong>, essas massas de ar frio deixarão de atuar sobre o país e praticamente todo o Brasil <strong>voltará a ser afetado por uma grande massa de ar quente</strong>, que fará as temperaturas retornarem para patamares acima da média, inclusive na região Sul.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso<a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank"> novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Em parte, isso ocorre devido à uma <strong>variação da Oscilação Antártica</strong>, que retorna a uma <strong>fase positiva</strong>. Na prática, esse fenômeno dificulta o desprendimento de massas de ar polar da Antártida, o que resulta em menos frio e também uma formação menos frequente de ciclones extratropicais e frentes frias sobre o Brasil.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/clima-de-inverno-3-massas-de-ar-frio-ainda-vao-atingir-o-brasil-ate-o-fim-de-setembro-1789493605506.jpg" data-image="i5opkdwn796d" alt="Previsão de temperaturas mínimas no dia 24 de Setembro." title="Previsão de temperaturas mínimas no dia 24 de Setembro."><figcaption>Previsão de temperaturas mínimas no dia 24 de Setembro mostra uma nova queda das temperaturas significativa entre o Sul e o Sudeste, resultado de uma terceira massa de ar frio.</figcaption></figure><p>Mesmo assim, entre os dias <strong>22 e 23 de Setembro</strong>, previsões indicam a possibilidade de que uma <strong>nova massa de ar frio</strong> avance pelo Brasil, voltando a trazer temperaturas mínimas <strong>abaixo dos 10°C</strong> para o Sul e para o Sudeste.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="788697" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/massa-de-ar-frio-avanca-e-afeta-4-regioes-nos-proximos-dias-saiba-o-que-esperar.html" title="Massa de ar frio avança e afeta 4 regiões nos próximos dias; saiba o que esperar">Massa de ar frio avança e afeta 4 regiões nos próximos dias; saiba o que esperar</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/massa-de-ar-frio-avanca-e-afeta-4-regioes-nos-proximos-dias-saiba-o-que-esperar.html" title="Massa de ar frio avança e afeta 4 regiões nos próximos dias; saiba o que esperar"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/massa-de-ar-frio-avanca-e-afeta-4-regioes-nos-proximos-dias-saiba-o-que-esperar-1789403072573_320.jpg" alt="Massa de ar frio avança e afeta 4 regiões nos próximos dias; saiba o que esperar"></a></article></aside><p>Embora sua atuação seja mais restrita e menos intensa do que a das massas de ar frio anteriores, sua atuação ajudará a<strong> prolongar a sensação de inverno durante boa parte de Setembro</strong>, mantendo o centro-sul do Brasil sob temperaturas mais baixas do que o normal ao longo do final do inverno e até mesmo durante o início da primavera.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/clima-de-inverno-3-massas-de-ar-frio-ainda-vao-atingir-o-brasil-ate-o-fim-de-setembro.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Chuvas provocam queda de barreira e trem descarrila no litoral de SP; veja imagens]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/chuvas-provocam-queda-de-barreira-e-trem-descarrila-no-litoral-de-sp-veja-imagens.html</link><pubDate>Tue, 15 Sep 2026 17:35:56 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>A Prefeitura de São Vicente informou que nenhum órgão municipal precisou ser acionado para atender a ocorrência, enquanto os serviços no trecho ferroviário ficaram concentrados nas equipes responsáveis pela operação. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-provocam-queda-de-barreira-e-trem-descarrila-no-litoral-de-sp-1789485505885.jpg" data-image="y0e0olrprcds" alt="Trem que passava por Paraitinga descarrilou após queda de barreira e seis vagões tombaram. Foto: Reprodução" title="Trem que passava por Paraitinga descarrilou após queda de barreira e seis vagões tombaram. Foto: Reprodução"><figcaption>Trem que passava por Paraitinga descarrilou após queda de barreira e seis vagões tombaram. Foto: Reprodução</figcaption></figure><p><strong>Um trem descarrilou e seis vagões tombaram em São Vicente, no litoral de São Paulo</strong>, na manhã de segunda-feira (14). O acidente ocorreu depois que uma barreira caiu sobre a ferrovia durante as fortes chuvas que atingiram a região.</p><p>Apesar do impacto sobre a composição, ninguém ficou ferido. Segundo a concessionária Rumo, responsável pelo trecho ferroviário, <strong>equipes técnicas foram mobilizadas para atuar no local </strong>e trabalhar na retomada das operações.</p><h2>Acidente ocorreu durante a madrugada em São Vicente</h2><p><strong>O descarrilamento aconteceu por volta das 5h, enquanto o trem passava pela região de Paraitinga</strong>, em São Vicente. De acordo com a Rumo, a queda da barreira que atingiu o trecho ferroviário ocorreu em decorrência das fortes chuvas registradas no litoral paulista.</p><div class="texto-destacado">Com a ocorrência, seis vagões saíram dos trilhos e tombaram. Imagens registradas mostram parte da composição caída às margens da ferrovia, em uma área cercada por vegetação.</div><p>Embora o acidente tenha provocado o tombamento dos vagões, <strong>não houve registro de pessoas feridas</strong>. A concessionária informou que mobilizou suas equipes técnicas para atender a ocorrência e realizar os trabalhos necessários no trecho afetado.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="pt" dir="ltr">️ Temporal no litoral de São Paulo causa queda de barreira e tombamento de trem em São Vicente: <a href="https://t.co/kfVGfZkbGd">https://t.co/kfVGfZkbGd</a> <br><br>A queda de uma barreira sobre a via provocou o tombamento de seis vagões de carga por volta das 5h <a href="https://t.co/8Fz5G4XBCY">pic.twitter.com/8Fz5G4XBCY</a></p>— Jornal A Tribuna (@atribunasantos) <a href="https://x.com/atribunasantos/status/2099869784691089743?ref_src=twsrc%5Etfw">September 15, 2026</a></blockquote></figure><p>Até a última atualização da reportagem, <strong>os profissionais permaneciam no local trabalhando para restabelecer as operações</strong> ferroviárias. A Rumo, no entanto, não informou naquele momento um horário para a conclusão dos serviços.</p><h2>Prefeitura de São Vicente não foi acionada</h2><p>A Prefeitura de São Vicente também se manifestou sobre o descarrilamento. Em nota, <strong>a administração municipal informou que nenhum órgão do município havia sido acionado</strong> para prestar atendimento relacionado à ocorrência.</p><p>Dessa forma, os trabalhos ficaram sob responsabilidade das equipes da concessionária que administra o trecho. <strong>A atuação se concentrou na área ferroviária onde ocorreu a queda da barreira</strong> e o posterior descarrilamento da composição.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="788694" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/tempo-nublado-frio-e-chuva-continuam-em-parte-de-sp-e-no-rj-veja-a-previsao.html" title="Tempo nublado, frio e chuva continuam em parte de SP e no RJ; veja a previsão">Tempo nublado, frio e chuva continuam em parte de SP e no RJ; veja a previsão</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/tempo-nublado-frio-e-chuva-continuam-em-parte-de-sp-e-no-rj-veja-a-previsao.html" title="Tempo nublado, frio e chuva continuam em parte de SP e no RJ; veja a previsão"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/tempo-nublado-frio-e-chuva-continuam-em-parte-de-sp-e-no-rj-veja-a-previsao-1789400601403_320.jpg" alt="Tempo nublado, frio e chuva continuam em parte de SP e no RJ; veja a previsão"></a></article></aside><p>Apesar da dimensão do acidente, não houve vítimas.<strong> As imagens registradas após a ocorrência mostram os equipamentos fora dos trilhos</strong> e espalhados ao longo da área próxima à ferrovia.</p><h2>Equipes trabalham para retomar operações na ferrovia</h2><p>Após o descarrilamento, equipes técnicas foram encaminhadas ao ponto atingido para realizar os trabalhos necessários e permitir a retomada das operações no trecho. <strong>Até a última atualização divulgada, os serviços continuavam em andamento</strong>.</p><p>A concessionária não detalhou, naquele momento, a extensão dos danos provocados pela ocorrência <strong>nem informou quanto tempo seria necessário para normalizar </strong>completamente a circulação ferroviária.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="788836" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-frio-avanca-mais-nas-proximas-24-horas-com-temperaturas-abaixo-0-c-no-centro-sul.html" title="Ar frio avança mais nas próximas 24 horas com temperaturas abaixo 0°C no Centro-Sul">Ar frio avança mais nas próximas 24 horas com temperaturas abaixo 0°C no Centro-Sul</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-frio-avanca-mais-nas-proximas-24-horas-com-temperaturas-abaixo-0-c-no-centro-sul.html" title="Ar frio avança mais nas próximas 24 horas com temperaturas abaixo 0°C no Centro-Sul"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ar-frio-avanca-mais-nas-proximas-24-horas-com-temperaturas-abaixo-0-c-no-centro-sul-1789472988822_320.jpg" alt="Ar frio avança mais nas próximas 24 horas com temperaturas abaixo 0°C no Centro-Sul"></a></article></aside><p>Também não foram divulgadas informações adicionais sobre os vagões que tombaram <strong>ou eventuais impactos causados à carga transportada</strong>. A confirmação apresentada pela empresa se limitou à causa do acidente, à ausência de feridos e à mobilização das equipes.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="g1%20Santos" data-year="2026" data-title="Trem%20descarrila%20e%20seis%20vag%C3%B5es%20tombam%20ap%C3%B3s%20queda%20de%20barreira%20no%20litoral%20de%20SP" data-url="https%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Fsp%2Fsantos-regiao%2Fnoticia%2F2026%2F09%2F14%2Ftrem-descarrila-e-seis-vagoes-tombam-apos-queda-de-barreira-no-litoral-de-sp-video.ghtml">g1 Santos. (2026). <a href="https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2026/09/14/trem-descarrila-e-seis-vagoes-tombam-apos-queda-de-barreira-no-litoral-de-sp-video.ghtml" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Trem descarrila e seis vagões tombam após queda de barreira no litoral de SP</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/chuvas-provocam-queda-de-barreira-e-trem-descarrila-no-litoral-de-sp-veja-imagens.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ar frio avança mais nas próximas 24 horas com temperaturas abaixo 0°C no Centro-Sul]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-frio-avanca-mais-nas-proximas-24-horas-com-temperaturas-abaixo-0-c-no-centro-sul.html</link><pubDate>Tue, 15 Sep 2026 13:46:28 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Após a passagem da frente fria, uma massa de ar polar avança pelo Centro-Sul do Brasil nas próximas horas. O ar frio provocará queda nas temperaturas, com marcas caindo abaixo de 0°C e risco de geadas.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xb7ykfy"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xb7ykfy.jpg" id="xb7ykfy"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>A <strong>frente fria</strong> avançou e, em sua retaguarda, trouxe uma <strong>massa de ar frio forte</strong> que faz as temperaturas caírem nas próximas 24 horas sobre o <strong>Centro-Sul do Brasil</strong>. O modelo ECMWF indica marcas <strong>abaixo de 0°C na Serra Catarinense</strong> e temperaturas negativas ou próximas de zero em pontos da <strong>Região Sul</strong> na manhã desta <strong>quarta (16), quinta (17) e sexta-feira (18)</strong>.</p><p>Diversos estados serão afetados pelo ar polar. Acompanhe a previsão do tempo detalhada para o Centro-Sul do Brasil.</p><h2>Temperaturas abaixo de 0°C nesta quarta-feira</h2><p>O frio se instaura na <strong>madrugada de quarta-feira (16)</strong>. A maior parte da <strong>Região Sul</strong> terá o tempo limpo; desta maneira, a perda de calor pela superfície será maior e as temperaturas despencam ao longo das horas. Mais uma vez, o frio será mais intenso nas <strong>áreas com maior altitude</strong>.</p><p>O amanhecer de <strong>quarta-feira (16)</strong> será com temperaturas <strong>inferiores aos 10°C</strong> em grande parte do <strong>território gaúcho</strong>, com exceção do litoral do estado. Nas <strong>áreas de serra</strong>, os termômetros ficam na casa de <strong>1°C</strong>. O frio será intenso em <strong>Santa Catarina</strong>: na porção meio-oeste, as mínimas ficam <strong>abaixo de 5°C</strong>, o que aumenta o <strong>potencial para geadas</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-frio-avanca-mais-nas-proximas-24-horas-com-temperaturas-abaixo-0-c-no-centro-sul-1789472508757.jpg" data-image="4jdg0b88bpxk" alt="Temperatura mínima de quarta-feira." title="Temperatura mínima de quarta-feira."><figcaption>O mapa mostra a previsão da temperatura mínima para as primeiras horas desta quarta-feira (16), termômetros abaixo de 0°C na Serra Catarinense.</figcaption></figure><p>Na <strong>Serra Catarinense</strong>, o frio é de inverno, com as temperaturas podendo atingir <strong>-3°C nos picos</strong> próximos a <strong>São Joaquim (SC)</strong> e <strong>Urubici (SC)</strong>. Temperatura <strong>próxima de 0°C</strong> perto da divisa com o <strong>Paraná</strong>, em cidades no entorno de <strong>Caçador (SC)</strong>. Por falar em Paraná, no <strong>sudoeste do estado</strong>, há <strong>riscos de geada leve</strong> nas proximidades de <strong>General Carneiro (PR)</strong>, <strong>Bituruna (PR)</strong> e <strong>Cruz Machado (PR)</strong>.</p><div class="texto-destacado"> <strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p>No restante do <strong>estado paranaense</strong>, as mínimas ficam <strong>acima dos 10°C</strong>, sem chances para a presença de geadas. Áreas do <strong>Mato Grosso do Sul</strong> terão amanhecer frio com temperaturas <strong>abaixo dos 15°C</strong> em inúmeras cidades do estado, o mesmo acontecendo em <strong>São Paulo</strong>, no <strong>sul de Minas Gerais</strong> e na <strong>área serrana do Rio de Janeiro</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-frio-avanca-mais-nas-proximas-24-horas-com-temperaturas-abaixo-0-c-no-centro-sul-1789472450479.jpg" data-image="15yh7aljag8v" alt="Temperatura máxima." title="Temperatura máxima."><figcaption>Temperatura máxima prevista para a tarde desta quarta-feira (16). Frio se mantém em áreas do leste do Sul e Sudeste.</figcaption></figure><p>Na <strong>tarde de quarta-feira (16)</strong>, a temperatura irá subir na maioria dessas regiões; contudo, entre o <strong>extremo sul do Rio Grande do Sul</strong> e o <strong>leste de São Paulo</strong>, o <strong>ar frio continuará atuando</strong>. Nessa faixa, as temperaturas variam entre <strong>14°C e 20°C</strong>. Frio também nas capitais: <strong>Porto Alegre (RS)</strong> tem máxima de <strong>17°C</strong>, e marca <strong>19°C</strong> em <strong>Curitiba (PR)</strong>, <strong>Florianópolis (SC)</strong> e <strong>São Paulo (SP)</strong>.</p><h2>Frio continua no amanhecer de quinta e sexta-feira</h2><p>A <strong>massa de ar frio</strong> continua atuando sobre o <strong>Sul</strong>, <strong>Sudeste</strong> e <strong>Centro-Oeste</strong> nesta <strong>quinta (17)</strong> e <strong>sexta-feira (18)</strong>. Contudo, o ar polar será mais sentido durante as manhãs, uma vez que à tarde as temperaturas sobem.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="788694" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/tempo-nublado-frio-e-chuva-continuam-em-parte-de-sp-e-no-rj-veja-a-previsao.html" title="Tempo nublado, frio e chuva continuam em parte de SP e no RJ; veja a previsão">Tempo nublado, frio e chuva continuam em parte de SP e no RJ; veja a previsão</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/tempo-nublado-frio-e-chuva-continuam-em-parte-de-sp-e-no-rj-veja-a-previsao.html" title="Tempo nublado, frio e chuva continuam em parte de SP e no RJ; veja a previsão"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/tempo-nublado-frio-e-chuva-continuam-em-parte-de-sp-e-no-rj-veja-a-previsao-1789400601403_320.jpg" alt="Tempo nublado, frio e chuva continuam em parte de SP e no RJ; veja a previsão"></a></article></aside><p>Na <strong>quinta-feira (17)</strong>, o centro-leste do <strong>Rio Grande do Sul</strong> e de <strong>Santa Catarina</strong> se mantém com temperaturas <strong>abaixo dos 10°C</strong>. Nas áreas de serra, termômetros <strong>próximos de 2°C</strong>. Enquanto isso, na <strong>sexta-feira (18)</strong>, o frio ficará mais restrito às <strong>áreas de maior altitude</strong>, com termômetros entre <strong>3</strong><strong>°C e 9°C</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-frio-avanca-mais-nas-proximas-24-horas-com-temperaturas-abaixo-0-c-no-centro-sul-1789472405798.jpg" data-image="o1mmernzxcum" alt="Temperatura mínima sexta-feira." title="Temperatura mínima sexta-feira."><figcaption>Mínima prevista para o amanhecer de sexta-feira (18). Ar polar segue atuando no Centro-Sul, contudo com menor intensidade.</figcaption></figure><p>Com exceção do sudeste do <strong>Paraná</strong>, o friozinho também estará presente no <strong>sul do Mato Grosso do Sul</strong> e em boa parte do <strong>Sudeste</strong> tanto na quinta (17) quanto na sexta-feira (18). As temperaturas variam entre <strong>15°C e 18°C</strong> no estado sul-mato-grossense e ficam <strong>abaixo dos 15°C</strong> em boa parte do Sudeste do país durante as primeiras horas das manhãs.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-frio-avanca-mais-nas-proximas-24-horas-com-temperaturas-abaixo-0-c-no-centro-sul.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Sol pode ter engolido um planeta? Astrônomos procuram pistas escondidas em seu interior]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/sol-pode-ter-engolido-um-planeta-astronomos-procuram-pistas-escondidas-em-seu-interior.html</link><pubDate>Tue, 15 Sep 2026 12:23:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>O Sol pode ter engolido uma super-Terra nos primeiros estágios de sua história. Um novo estudo sugere que esse evento teria deixado marcas detectáveis no interior da estrela. Se confirmadas, essas pistas poderiam revelar que um planeta foi incorporado pelo Sol bilhões de anos atrás.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/sol-pode-ter-engolido-um-planeta-astronomos-procuram-pistas-escondidas-em-seu-interior-1789322149594.png" data-image="izkujkz9v5il" alt="O Sol pode ter engolido uma super-Terra quando o Sistema Solar ainda era jovem. O planeta teria sido incorporado à estrela durante seus primeiros milhões de anos." title="O Sol pode ter engolido uma super-Terra quando o Sistema Solar ainda era jovem. O planeta teria sido incorporado à estrela durante seus primeiros milhões de anos."><figcaption>O Sol pode ter engolido uma super-Terra quando o Sistema Solar ainda era jovem. O planeta teria sido incorporado à estrela durante seus primeiros milhões de anos.</figcaption></figure><p><strong>O Sistema Solar se formou há cerca de 4,6 bilhões de anos a partir do colapso gravitacional de uma nuvem de gás e poeira.</strong> Nos primeiros milhões de anos, esse ambiente era extremamente caótico, com planetesimais e protoplanetas colidindo, migrando e trocando energia e momento angular.</p><p><strong>Uma das hipóteses é que, nesse caos, o Sol tenha engolido um planeta rochoso de tamanho semelhante ao de uma super-Terra durante essa fase inicial.</strong> Forças gravitacionais e interações com o disco protoplanetário poderiam ter reduzido sua órbita até que ele fosse destruído e incorporado à estrela. </p><p><strong>Um novo estudo propõe procurar possíveis “impressões digitais” dentro do Sol que teriam sido deixadas pelo planeta no processo de colisão.</strong> A ideia é identificar alterações na composição ou na estrutura da estrela que sejam compatíveis com a incorporação de material planetário. </p><h2>Caos no interior do Sistema Solar</h2><p>Nos primeiros milhões de anos após a formação do Sistema Solar, o ambiente era muito mais dinâmico e instável do que é atualmente. <strong>O disco protoplanetário continha inúmeros corpos interagindo gravitacionalmente</strong>, com colisões e mudanças de órbita ocorrendo com frequência. </p><div class="texto-destacado">Interações gravitacionais podiam lançar objetos para outras regiões do sistema ou fazê-los colidir com planetas e até com o próprio Sol.</div><p>Um dos exemplos mais importantes é a hipótese do grande impacto entre a Terra e Theia, um protoplaneta aproximadamente do tamanho de Marte.<strong> O choque teria ocorrido há cerca de 4,5 bilhões de anos e ejetado uma grande quantidade de material para a órbita terrestre.</strong> Esse material teria se agregado posteriormente, formando a Lua. </p><h2>Encontrando digitais</h2><p>Outra hipótese é que o Sol tenha engolido um planeta que teria o tamanho de uma super-Terra. <strong>Pesquisadores investigam a possibilidade de isso tenha deixado uma assinatura no interior do Sol atual.</strong> A equipe modelou a evolução solar e comparou os resultados com observações da estrutura interna da estrela. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/sol-pode-ter-engolido-um-planeta-astronomos-procuram-pistas-escondidas-em-seu-interior-1789322131416.png" data-image="2kzy2tonmnvj" alt="Mesmo desaparecido há bilhões de anos, o planeta pode ter deixado “digitais” no interior do Sol. Alterações químicas e estruturais poderiam revelar que esse evento realmente aconteceu. Crédito: NASA" title="Mesmo desaparecido há bilhões de anos, o planeta pode ter deixado “digitais” no interior do Sol. Alterações químicas e estruturais poderiam revelar que esse evento realmente aconteceu. Crédito: NASA"><figcaption>Mesmo desaparecido há bilhões de anos, o planeta pode ter deixado “digitais” no interior do Sol. Alterações químicas e estruturais poderiam revelar que esse evento realmente aconteceu. Crédito: NASA</figcaption></figure><p><strong>Os modelos indicam que uma super-Terra poderia ter deixado uma assinatura química nas camadas profundas do Sol. </strong>Essa alteração ajudaria a explicar algumas discrepâncias persistentes entre os modelos solares padrão e as observações. Entre as possíveis pistas está a baixa abundância de lítio observada no Sol.</p><h2>Engolindo uma super-Terra</h2><p>Os modelos desenvolvidos pelos pesquisadores apontam que o planeta incorporado pelo Sol provavelmente seria uma super-Terra, com massa entre cinco e dez vezes a da Terra. <strong>A equipe usou o código de evolução estelar MESA, simulando diferentes históricos de acreção e comparando os resultados.</strong></p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="783849" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/ia-encontra-sinais-de-erupcoes-solares-horas-antes-de-elas-surgirem.html" title="IA encontra sinais de erupções solares horas antes de elas surgirem">IA encontra sinais de erupções solares horas antes de elas surgirem</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/ia-encontra-sinais-de-erupcoes-solares-horas-antes-de-elas-surgirem.html" title="IA encontra sinais de erupções solares horas antes de elas surgirem"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ia-encontra-sinais-de-erupcoes-solares-horas-antes-de-elas-surgirem-1786813352224_320.png" alt="IA encontra sinais de erupções solares horas antes de elas surgirem"></a></article></aside><p>O cenário com uma super-Terra nessa faixa de massa apresentou a melhor concordância com diferentes propriedades do Sol. <strong>Se essas características previstas pelos modelos forem identificadas</strong>, elas poderiam fornecer uma forte evidência de que uma super-Terra foi incorporada ao Sol bilhões de anos atrás.</p><h2>Qual é a probabilidade?</h2><p>A possibilidade de o Sol ter engolido uma super-Terra está ligada à dinâmica do Sistema Solar durante sua formação. <strong>É plausível que planetas rochosos tenham se formado em regiões mais internas que a órbita atual de Mercúrio.</strong> Colisões e interações gravitacionais poderiam favorecer o crescimento de corpos com várias vezes a massa da Terra. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/sol-pode-ter-engolido-um-planeta-astronomos-procuram-pistas-escondidas-em-seu-interior-1789322105467.png" data-image="ev0iypjug05r" alt="Uma super-Terra é um planeta com massa maior que a da Terra, mas menor que a dos gigantes gasosos. Esses mundos podem ser rochosos e ter algumas vezes a massa terrestre. Crédito: NASA" title="Uma super-Terra é um planeta com massa maior que a da Terra, mas menor que a dos gigantes gasosos. Esses mundos podem ser rochosos e ter algumas vezes a massa terrestre. Crédito: NASA"><figcaption>Uma super-Terra é um planeta com massa maior que a da Terra, mas menor que a dos gigantes gasosos. Esses mundos podem ser rochosos e ter algumas vezes a massa terrestre. Crédito: NASA</figcaption></figure><p>Alguns desses objetos poderiam perder estabilidade orbital e migrar para dentro, terminando incorporados à estrela. <strong>Estrelas jovens são cercadas por discos protoplanetários nos quais o material pode ser transferido entre o disco e a própria estrela. </strong>Embora não exista uma probabilidade determinada para o evento, o cenário é possível.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Silva%20et%20al" data-year="2026" data-title="A%20solution%20to%20the%20paradox%20of%20youth%20in%20the%20Galactic%20centre" data-url="https%3A%2F%2Fwww.aanda.org%2Farticles%2Faa%2Ffull_html%2F2026%2F08%2Faa60648-26%2Faa60648-26.html">Silva et al. (2026). <a href="https://www.aanda.org/articles/aa/full_html/2026/08/aa60648-26/aa60648-26.html" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">A solution to the paradox of youth in the Galactic centre</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/sol-pode-ter-engolido-um-planeta-astronomos-procuram-pistas-escondidas-em-seu-interior.html</guid><dc:creator><![CDATA[Roberta Duarte]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Após comer, devemos esperar para entrar na água? O mito que a ciência continua tentando derrubar]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/apos-comer-devemos-esperar-para-entrar-na-agua-o-mito-que-a-ciencia-continua-tentando-derrubar.html</link><pubDate>Tue, 15 Sep 2026 10:03:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>A recomendação é repetida há gerações. No entanto, os especialistas apontam que o principal risco não está relacionado à digestão, mas sim a uma reação do organismo à água fria.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/hay-que-esperar-despues-de-comer-para-meterse-al-agua-el-mito-que-la-ciencia-sigue-intentando-desterrar-1780758671283.jpg" data-image="beglwv6r5ghx" alt="nadar" title="nadar"><figcaption>O "choque térmico" durante a digestão: é mito ou realidade?</figcaption></figure><p>Embora o inverno já tenha chegado ao Hemisfério Sul, <strong>uma velha discussão voltou a ganhar espaço na mídia internacional </strong>a partir de uma série de alertas sobre acidentes ocorridos em águas abertas durante as primeiras ondas de calor no Hemisfério Norte.</p><p>A pergunta é conhecida por qualquer pessoa que já tenha passado uma tarde em uma piscina, praia ou rio: <strong>é realmente preciso esperar uma hora depois de comer para entrar na água?</strong></p><div class="texto-destacado"><strong>A crença está tão enraizada que muitas pessoas a consideram uma verdade indiscutível. Durante décadas, pais, avós e professores de natação repetiram a mesma recomendação: sair da água para almoçar e esperar um tempo prudente antes de voltar a nadar.</strong></div><p>No entanto, as evidências científicas atuais indicam que o problema não é exatamente o que se acreditou durante anos.</p><h3>O famoso "choque da digestão"</h3><p>A explicação tradicional sustentava que entrar na água logo após comer <strong>poderia interromper a digestão e provocar tonturas, perda de consciência ou até mesmo afogamento</strong>.</p><p>A teoria baseava-se em uma observação real: durante a digestão, o organismo aumenta o fluxo sanguíneo para o aparelho digestivo a fim de processar os alimentos. A partir dessa ideia, consolidou-se a crença de que o contato com a água poderia gerar uma alteração brusca capaz de afetar esse processo.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="679312" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/o-que-realmente-significa-dormir-bem-a-ciencia-desmascara-mitos-sobre-o-descanso-perfeito.html" title="O que realmente significa dormir bem? A ciência desmascara mitos sobre o descanso perfeito">O que realmente significa dormir bem? A ciência desmascara mitos sobre o descanso perfeito</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/o-que-realmente-significa-dormir-bem-a-ciencia-desmascara-mitos-sobre-o-descanso-perfeito.html" title="O que realmente significa dormir bem? A ciência desmascara mitos sobre o descanso perfeito"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/que-significa-realmente-dormir-bien-la-ciencia-desmiente-mitos-sobre-el-descanso-perfecto-1728902001959_320.jpg" alt="O que realmente significa dormir bem? A ciência desmascara mitos sobre o descanso perfeito"></a></article></aside><p>Com o tempo, estudos médicos começaram a mostrar que a relação não era tão direta. <strong>Comer antes de nadar não representa, por si só, um risco significativo para uma pessoa saudável</strong>. De fato, milhões de pessoas entram na água após uma refeição sem sofrer qualquer consequência, além de uma possível sensação de peso caso a refeição tenha sido farta.</p><p>Isso não significa que não existam acidentes relacionados ao mergulho. <strong>O que acontece é que eles geralmente decorrem de outro mecanismo</strong>.</p><h2>O que é a hidrocussão e por que ela preocupa os especialistas</h2><p>O fenômeno que realmente concentra a atenção médica é conhecido como <strong>hidrocussão</strong>, síndrome de imersão ou choque térmico por água fria. Trata-se de uma resposta fisiológica que pode ocorrer <strong>quando uma pessoa entra repentinamente em água consideravelmente mais fria do que a temperatura do seu corpo</strong>. A reação é quase instantânea.</p><div class="texto-destacado"><strong>O organismo reage com uma inspiração involuntária e profunda, acompanhada de arquejos, sensação de falta de ar e uma perda momentânea do controle da respiração. Ao mesmo tempo, a frequência cardíaca acelera e a pressão arterial aumenta.</strong></div><p>Em determinadas circunstâncias, especialmente em pessoas com problemas cardiovasculares preexistentes, esse estresse súbito pode desencadear complicações graves. No entanto, mesmo em indivíduos jovens e saudáveis, o choque térmico <strong>pode provocar desorientação, pânico e dificuldades para nadar</strong>, fatores que aumentam o risco de afogamento.</p><p>Por essa razão, os especialistas consideram que <strong>a temperatura da água é um fator muito mais importante </strong>do que o tempo decorrido desde a última refeição.</p><h2>Um risco que aumenta quando o ar está muito quente</h2><p>A hidrocussão costuma receber mais atenção<strong> durante episódios de calor intenso</strong>. À primeira vista, isso pode parecer contraditório. No entanto, as altas temperaturas do ar geralmente geram uma falsa sensação de segurança.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/hay-que-esperar-despues-de-comer-para-meterse-al-agua-el-mito-que-la-ciencia-sigue-intentando-desterrar-1780758892292.jpg" data-image="p73ch0pwny9h" alt="hidrocussão" title="hidrocussão"><figcaption>Desde o início do verão, 12 pessoas morreram no Reino Unido por hidrocussão.</figcaption></figure><p>Enquanto a temperatura do ar pode ultrapassar facilmente os 30°C, a água de lagos, rios, pedreiras ou até mesmo do mar reage muito mais lentamente às mudanças atmosféricas e pode permanecer vários graus mais fria. É precisamente essa diferença térmica que pode desencadear a reação fisiológica.</p><p>Durante ondas de calor recentes registradas na Europa, equipes de resgate aquático alertaram para um aumento de acidentes relacionados a <strong>mergulhos repentinos em águas abertas</strong>. A preocupação surgiu porque muitas pessoas buscavam se refrescar sem levar em conta que a temperatura da água continuava baixa, apesar do calor do ambiente.</p><h2>Como reduzir o risco ao entrar na água</h2><p>A principal recomendação é evitar mudanças bruscas de temperatura. Os especialistas aconselham<strong> entrar na água de maneira gradual e lenta, permitindo que o corpo se adapte progressivamente</strong>. Molhar primeiro as pernas, os braços, o tronco e a nuca ajuda a reduzir o impacto fisiológico inicial.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="707716" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/alimentos-para-comer-antes-de-dormir-sete-opcoes-que-melhoram-a-digestao-e-o-sono.html" title="Alimentos para comer antes de dormir: sete opções que melhoram a digestão e o sono">Alimentos para comer antes de dormir: sete opções que melhoram a digestão e o sono</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/alimentos-para-comer-antes-de-dormir-sete-opcoes-que-melhoram-a-digestao-e-o-sono.html" title="Alimentos para comer antes de dormir: sete opções que melhoram a digestão e o sono"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/alimentos-para-comer-antes-de-dormir-sete-opcoes-que-melhoram-a-digestao-e-o-sono-1745603432023_320.jpg" alt="Alimentos para comer antes de dormir: sete opções que melhoram a digestão e o sono"></a></article></aside><p>Também é importante <strong>prestar atenção a qualquer sensação de tontura, dificuldade para respirar ou perda de controle corporal</strong> durante os primeiros segundos do mergulho. Caso sinta algum desses sintomas, a recomendação é tentar manter a calma e boiar.</p><p>A <em>Royal National Lifeboat Institution</em>, organização britânica especializada em resgate aquático, recomenda inclinar a cabeça para trás, manter as orelhas submersas e concentrar-se em retomar uma respiração lenta e regular. Assim que a respiração se estabiliza, fica mais fácil recuperar o controle dos movimentos.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Lally%2C%20K" data-year="2026" data-title="Cold%20water%20shock%20explained%20and%20how%20to%20keep%20yourself%20safe" data-url="https%3A%2F%2Fwww.mirror.co.uk%2Fnews%2Fuk-news%2Fcold-water-shock-explained-how-37225143">Lally, K. (2026). <a href="https://www.mirror.co.uk/news/uk-news/cold-water-shock-explained-how-37225143" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Cold water shock explained and how to keep yourself safe</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/apos-comer-devemos-esperar-para-entrar-na-agua-o-mito-que-a-ciencia-continua-tentando-derrubar.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O segredo das maiores árvores do mundo para sobreviver às piores secas]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/o-segredo-das-maiores-arvores-do-mundo-para-sobreviver-as-piores-secas.html</link><pubDate>Tue, 15 Sep 2026 08:11:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Como uma árvore com mais de 70 metros de altura consegue transportar água até as suas folhas durante uma seca? Alguns desses gigantes da floresta guardam segredos notáveis que os ajudam a sobreviver.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-secreto-de-los-arboles-mas-grandes-del-mundo-para-sobrevivir-a-las-peores-sequias-1789086526300.png" data-image="iioh7ao4uifg"><figcaption>Algumas árvores crescem mais de 70 metros de altura e ainda assim conseguem transportar água desde as raízes até a copa.</figcaption></figure><p>Imagine uma árvore com mais de 70 metros de altura — aproximadamente a altura de um prédio de 20 andares — feita inteiramente de madeira, folhas e raízes. Algumas <strong>árvores gigantes de florestas tropicais sobrevivem há séculos</strong>, resistindo a tempestades, calor extremo e secas.</p><p>No entanto, ter<strong> esse tamanho traz um grande desafio</strong>: todos os dias, elas precisam transportar água do solo até as folhas, situadas dezenas de metros acima das raízes. E, quando a seca chega, essa tarefa se torna ainda mais difícil.</p><p>A água não sobe pelo tronco como se houvesse uma bomba escondida entre as raízes; ela se desloca por meio de vasos chamados xilema. Imagine como se fosse beber água usando um canudo extremamente longo: quanto maior a distância, mais difícil fica manter o sistema funcionando corretamente, especialmente quando o solo seca.</p><div class="texto-destacado">Durante anos, os cientistas acreditaram que as árvores grandes estavam em grande desvantagem durante as secas.</div><p>Um estudo de 2015 constatou que<strong> as árvores maiores tendem a sofrer mais durante as secas</strong>. Em 65% dos casos analisados, árvores altas corriam maior risco de morrer. A explicação era bastante simples: quanto mais alta a árvore, mais difícil é transportar água das raízes para as folhas.</p><p><strong>Quando há pouca água no solo, torna-se mais difícil para a árvore transportá-la das raízes para as folhas</strong>. Durante esse processo, podem se formar bolhas de ar no interior do xilema. Essas bolhas podem bloquear o fluxo, tal como um cano entupido, fazendo com que menos água chegue às folhas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-secreto-de-los-arboles-mas-grandes-del-mundo-para-sobrevivir-a-las-peores-sequias-1789086541355.png" data-image="sn3jx7pinlev"><figcaption>A seca extrema pode levar até mesmo as árvores mais resilientes aos limites de sua capacidade de obter água.</figcaption></figure><p>O interessante é que<strong> nem todas as árvores são afetadas da mesma maneira</strong>. Em florestas das Américas, da África e da Ásia, pesquisadores encontraram árvores gigantes que lidam melhor com a seca.</p><p>O segredo não parece estar apenas no seu tamanho, mas também na sua <strong>estrutura </strong>e na forma como ajustam o transporte e a conservação de água.</p><h2>Como as árvores gigantes sobrevivem à seca</h2><p>Durante o evento de <strong>El Niño de 2015–2016</strong>, muitas florestas tropicais da <strong>América do Sul</strong> foram duramente atingidas pelo calor e pela <strong>escassez de chuvas</strong>. O que surpreendeu foi que algumas florestas, já habituadas a estações secas, também foram severamente afetadas.</p><p>Algumas árvores gigantes possuem estratégias engenhosas para gerenciar o uso da água. Nas florestas do Sudeste Asiático, certas espécies ultrapassam os 70 metros de altura e conseguem manter o fluxo de água até as folhas sem levar seu sistema hidráulico ao limite de ruptura.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-secreto-de-los-arboles-mas-grandes-del-mundo-para-sobrevivir-a-las-peores-sequias-1789086558818.png" data-image="zjw5tnfyhbck"><figcaption>As folhas possuem minúsculas "válvulas" que ajudam as árvores a conservar água quando as condições se tornam difíceis.</figcaption></figure><p>As <strong>folhas </strong>também desempenham um papel importante. Elas possuem poros minúsculos chamados estômatos, que funcionam como pequenas válvulas. Quando a água se torna escassa, a árvore pode fechá-los para reduzir a perda de umidade.</p><p>O problema é que as árvores também precisam manter esses poros abertos para a fotossíntese. Sobreviver a uma seca torna-se, portanto, um ato de equilíbrio entre conservar água e continuar produzindo energia.</p><h3>O tamanho não explica tudo</h3><p>Um estudo publicado na revista <em>Nature</em> em 2026 revelou algo ainda mais interessante. Após analisar 290 árvores de 18 espécies em Porto Rico, pesquisadores descobriram que <strong>árvores da mesma espécie podiam reagir de forma diferente à seca, dependendo de onde viviam</strong>.</p><div class="texto-destacado">Árvores que crescem em áreas mais secas desenvolveram características que as ajudaram a suportar melhor a escassez de água.</div><p>Isso significa que identificar apenas a espécie da árvore não é suficiente. Fatores como <strong>tipo de solo, clima, pluviosidade </strong>e as condições ambientais vivenciadas durante o crescimento<strong> também precisam ser considerados</strong>.</p><p>Como resultado, <strong>duas árvores da mesma espécie podem reagir de maneiras muito diferentes à seca</strong>. Uma pode começar a sofrer rapidamente, enquanto a outra consegue resistir por muito mais tempo.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="778672" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/o-escudo-termico-do-planeta-como-floresta-antiga-sobrevive-a-secas-extremas-em-comparacao-com-arvores-jovens.html" title="O escudo térmico do planeta: como floresta antiga sobrevive a secas extremas em comparação com árvores jovens">O escudo térmico do planeta: como floresta antiga sobrevive a secas extremas em comparação com árvores jovens</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/o-escudo-termico-do-planeta-como-floresta-antiga-sobrevive-a-secas-extremas-em-comparacao-com-arvores-jovens.html" title="O escudo térmico do planeta: como floresta antiga sobrevive a secas extremas em comparação com árvores jovens"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-escudo-termico-de-planeta-asi-sobrevive-un-bosque-antiguo-a-las-sequias-extremas-frente-a-los-arboles-nuevos-1784031331931_320.jpeg" alt="O escudo térmico do planeta: como floresta antiga sobrevive a secas extremas em comparação com árvores jovens"></a></article></aside><p>Algo semelhante ocorre em <strong>jardins </strong>e <strong>plantações</strong>. Uma planta com raízes saudáveis, que cresceu em condições adequadas, pode estar mais bem preparada para suportar períodos de seca do que uma que se desenvolveu em condições precárias.</p><p>A conclusão principal é que a vulnerabilidade de árvores gigantes à seca não é determinada apenas pelo tamanho. Sua <strong>resiliência </strong>depende de como transportam e conservam a água, de sua espécie e do ambiente em que se desenvolveram.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Amy%20C.%20Bennett%2C%20Nathan%20G.%20McDowell%2C%20Craig%20D.%20Allen%20%26%20Kristina%20J.%20Anderson-Teixeira" data-year="2015" data-title="Larger%20trees%20suffer%20most%20during%20drought%20in%20forests%20worldwide" data-url="https%3A%2F%2Fwww.nature.com%2Farticles%2Fnplants2015139">Amy C. Bennett, Nathan G. McDowell, Craig D. Allen & Kristina J. Anderson-Teixeira. (2015). <a href="https://www.nature.com/articles/nplants2015139" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Larger trees suffer most during drought in forests worldwide</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/o-segredo-das-maiores-arvores-do-mundo-para-sobreviver-as-piores-secas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Estudo prevê que a Terra ultrapassará os 2°C acima dos níveis da era pré-industrial na primavera de 2027]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/estudo-preve-que-a-terra-ultrapassara-os-2-c-acima-dos-niveis-da-era-pre-industrial-na-primavera-de.html</link><pubDate>Tue, 15 Sep 2026 01:02:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Um novo estudo projeta um salto inédito nas temperaturas globais para os próximos meses, em meio a um fenômeno climático que já bate recordes. Estes são os dados por trás de um alerta que envolve todo o planeta.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/un-estudio-preve-que-la-tierra-superara-los-2-c-sobre-la-era-preindustrial-en-la-primavera-de-1789127980754.jpg" data-image="gs1sfseo7cqh" alt="el niño" title="el niño"><figcaption>Segundo as projeções, a anomalia da temperatura média global da superfície permanecerá próxima de +1,9°C acima dos níveis pré-industriais entre janeiro e maio de 2027.</figcaption></figure><p>O <strong>El Niño</strong> de 2026-2027 vem quebrando padrões antes mesmo de atingir seu pico. Isso é confirmado por um estudo recente que utilizou um modelo estatístico baseado em regressão Ridge — denominado TESR — para quantificar <strong>quanto da elevação da temperatura global registrada se deve ao fenômeno</strong> oceânico e quanto à tendência de aquecimento de fundo que afeta o planeta há décadas.</p><p>O resultado não deixa muita margem para tranquilidade. Segundo as projeções, a <strong>anomalia da temperatura média global </strong>da superfície permanecerá <strong>próxima de +1,9°C acima dos níveis pré-industriais</strong> <strong>entre </strong>j<strong>aneiro e maio de 2027</strong>, com um pico médio de +1,91°C em março — justamente quando se espera que a influência do El Niño sobre o clima global atinja seu ponto máximo.</p><div class="texto-destacado">O fato de o estudo calcular uma probabilidade real de atingir esses 2°C — ainda que por algumas semanas — não significa que o planeta já tenha entrado em uma zona de catástrofe permanente, mas serve como uma prévia do que poderia se tornar habitual caso o aquecimento de base siga seu curso. Para qualquer pessoa, isso se traduz em verões e invernos com picos de calor mais frequentes e intensos do que o corpo e a infraestrutura urbana estão acostumados a tolerar.</div><p>Há algo ainda mais notável: o modelo estima uma <strong>probabilidade entre 23% e 24%</strong> de que o planeta <strong>ultrapasse</strong>, ainda que temporariamente, <strong>o limite de +2,0 °C</strong> durante a primavera boreal de 2027 (outono no Hemisfério Sul). E, se for feito um ajuste considerando a tendência histórica do modelo de subestimar os picos mais extremos, essa probabilidade sobe para uma faixa entre 45% e 60%.</p><p>Em outras palavras, a chance de a Terra cruzar — nem que seja por algumas poucas semanas — uma barreira que até pouco tempo parecia distante já não é uma raridade estatística.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">With 8 months of the year now in, and greater certainty in El Nino forecasts for the remainder of the year, it is now looking like 2026 is likely (~75% chance) to be the warmest year on record in ERA5. <a href="https://t.co/4xPsg9f6K9">pic.twitter.com/4xPsg9f6K9</a></p>— Zeke Hausfather (@hausfath) <a href="https://x.com/hausfath/status/2095192296291496133?ref_src=twsrc%5Etfw">September 2, 2026</a></blockquote></figure><p>Por outro lado, há uma <strong>probabilidade muito alta</strong> de que o<strong> limite de +1,5°C</strong> estabelecido pelo Acordo de Paris<strong> seja ultrapassado por vários meses consecutivos</strong>. Isso coloca 2027 na disputa pelo título de ano mais quente desde o início dos registros instrumentais, com uma anomalia que pode variar entre +1,57°C e +1,92°C, dependendo da trajetória que o El Niño venha a seguir.</p><p>Os próprios autores recomendam cautela: <strong>a intensidade projetada para este El Niño supera a faixa histórica utilizada para treinar o modelo</strong>; portanto, os resultados devem ser interpretados como experimentais, e não como uma previsão climática definitiva. Ainda assim, o fenômeno já está firmemente estabelecido, e tudo indica que continuará ganhando força.</p><h2>Um oceano que não para</h2><p>As previsões da Organização Meteorológica Mundial (OMM) apontam uma <strong>probabilidade de quase 100%</strong> de que o<strong> El Niño</strong> permaneça <strong>ativo </strong>até <strong>fevereiro de 2027</strong>.</p><p>O<strong> índice Niño 3.4</strong>, que mede as anomalias de temperatura no Pacífico equatorial centro-oriental, passou de uma média de +1,5°C entre maio e julho de 2026 para valores semanais entre +2,2°C e +2,6°C em meados de agosto. Abaixo da superfície, o calor é ainda mais extremo. Em algumas áreas do oceano, as temperaturas subsuperficiais superaram a média em mais de 8°C durante os meses de julho e agosto.</p><div class="texto-destacado"><strong>O Pacífico funciona como uma espécie de motor que redistribui calor e umidade por toda a atmosfera do planeta; portanto, quando ele se aquece de forma tão acentuada, seus efeitos não se restringem a essa região: eles modificam padrões de chuva e temperatura em continentes inteiros. Para a Argentina, um El Niño intenso costuma resultar em verões mais chuvosos do que o habitual no centro e no litoral do país — algo que convém ter em mente para a temporada que se aproxima.</strong></div><p>O secretário-geral da ONU, António Guterres, foi contundente ao alertar que o planeta atravessa um território inexplorado, com <strong>temperaturas do mar que não param de subir </strong>e um mundo cada vez mais exposto a fenômenos extremos.</p><h2>O mês mais quente e também o mais úmido</h2><p>Enquanto o estudo projeta o que está por vir, os dados atuais já revelam uma tendência preocupante. <strong>Agosto de 2026 foi o mês de agosto mais quente já registrado </strong>na série de dados Copernicus/ECMWF ERA5, ficando 1,65°C acima dos níveis da era pré-industrial e superando com folga o recorde anterior, de agosto de 2024.</p><p>No entanto, há um dado que costuma passar despercebido, mas que vale a pena considerar: aquele mesmo mês de agosto foi também o mais úmido já registrado em escala global. À medida que a atmosfera aquece, ela retém mais vapor d'água; esse vapor, por sua vez, atua como um <strong>gás de efeito estufa</strong> adicional, retroalimentando o próprio aquecimento.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="788621" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/super-el-nino-entra-na-categoria-muito-forte-ao-alcancar-2-c.html" title="Super El Niño entra na categoria “muito forte” ao alcançar +2°C">Super El Niño entra na categoria “muito forte” ao alcançar +2°C</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/super-el-nino-entra-na-categoria-muito-forte-ao-alcancar-2-c.html" title="Super El Niño entra na categoria “muito forte” ao alcançar +2°C"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/super-el-nino-entra-na-categoria-muito-forte-ao-alcancar-2-c-1789386525748_320.png" alt="Super El Niño entra na categoria “muito forte” ao alcançar +2°C"></a></article></aside><p>Durante o mês de agosto, 17% da superfície do planeta registrou <strong>precipitações </strong>mensais situadas na faixa dos 10% mais elevados da série histórica iniciada em 1940 — a maior abrangência de chuvas extremas para esse mês em toda a série.</p><p>Essa combinação de calor e umidade antecipa um final de ano potencialmente muito tempestuoso em boa parte dos Estados Unidos, da Europa, do leste da Ásia e também da América do Sul. Mais umidade na atmosfera não garante automaticamente mais chuva em todos os locais, mas aumenta as probabilidades de que, quando chover, a chuva ocorra com intensidade fora do comum. Para as próximas temporadas, essa é, talvez, a variável que convém acompanhar mais de perto.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Baptiste%20Boussemart" data-year="" data-title="Quantifying%20the%20impact%20of%20a%20projected%20Record-Breaking%202026%E2%80%932027%20El%20Ni%C3%B1o%20on%20Global%20Temperatures%20using%20a%20Statistical%20Model" data-url="https%3A%2F%2Fegusphere.copernicus.org%2Fpreprints%2F2026%2Fegusphere-2026-5348%2F">Baptiste Boussemart. <a href="https://egusphere.copernicus.org/preprints/2026/egusphere-2026-5348/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Quantifying the impact of a projected Record-Breaking 2026–2027 El Niño on Global Temperatures using a Statistical Model</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/estudo-preve-que-a-terra-ultrapassara-os-2-c-acima-dos-niveis-da-era-pre-industrial-na-primavera-de.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item></channel></rss>