<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0"><channel><title>Meteored Brasil</title><link>https://www.tempo.com</link><description>Notícias do tempo - Confira as principais notícias sobre a meteorologia e previsão do tempo. Todas as informações são realizadas pelos nossos especialistas em meteorologia.</description><language>pt</language><lastBuildDate>Fri, 21 Aug 2026 20:20:19 +0000</lastBuildDate><pubDate>Fri, 21 Aug 2026 20:20:19 +0000</pubDate><atom:link href="https://www.tempo.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[ Copyright 2026 Meteored ]]></copyright><image><url>https://www.tempo.com/imagenes/logo_rss.png</url><title>Meteored Brasil</title><link>https://www.tempo.com</link><width>144</width><height>144</height></image><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>6</sy:updateFrequency><item><title><![CDATA[Ar polar baixa as temperaturas em SP e capital vai enfrentar dias de inverno úmido; confira]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-baixa-as-temperaturas-em-sp-e-capital-vai-enfrentar-dias-de-inverno-umido-confira.html</link><pubDate>Fri, 21 Aug 2026 19:29:11 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Nos próximos dias teremos uma queda das temperaturas em São Paulo, especialmente no leste do estado, devido à passagem de uma massa de ar frio de origem polar.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xazmmye"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xazmmye.jpg" id="xazmmye"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Entre este fim de semana e meados da próxima semana, uma<strong> massa de ar frio de origem polar </strong>atuará sobre o estado de <strong>São Paulo</strong> provocando uma queda das temperaturas, que será sentida especialmente nas máximas no leste do estado, dando um alívio ao calor das últimas semanas na região.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>As temperaturas<strong> mínimas </strong>também ficam<strong> mais baixas no leste</strong> do estado, e devem cair para a casa dos <strong>10°C</strong> em pontos do sul e do Vale do Paraíba.</p><p>Além disso, a<strong> faixa litorânea</strong>, incluindo a <strong>capital </strong>paulista, terá um aumento de nebulosidade no<strong> início da próxima semana </strong>e pode registrar <strong>chuvas fracas</strong>.</p><p>Acompanhe a seguir os detalhes da previsão do tempo.</p><h2>Frio de inverno retorna à SP nos próximos dias</h2><p><strong>A partir deste fim de semana </strong>a <strong>massa de ar frio</strong> chega ao estado de São Paulo, diminuindo as temperaturas especialmente no leste da região e durante as tardes, quando elas ficam mais amenas.</p><p>O frio se espalha e fica mais intenso na primeira metade da próxima semana, ou seja, entre a segunda (24) e a terça-feira (25). Mas essa <strong>queda nas temperaturas será breve</strong>, pois já na quarta-feira (26) o calor retorna a todo o território.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-baixa-as-temperaturas-em-sp-e-capital-vai-enfrentar-dias-de-inverno-umido-confira-1787327664866.jpg" data-image="88xw3whrfj95"><figcaption>Massa de ar frio de origem polar derrubará as temperaturas em praticamente todo o estado de São Paulo entre este fim de semana e a primeira metade da semana que vem.</figcaption></figure><p>No mapa acima podemos observar a atuação da massa de ar frio sobre o estado paulista, que vai derrubar as temperaturas em superfície em praticamente todo o território.</p><p>No<strong> sábado (22) </strong>e no<strong> domingo (23)</strong> as temperaturas <strong>mínimas </strong>variam<strong> entre 11°C e 16°C</strong> em todo o estado de São Paulo, podendo cair para os <strong>10°C em áreas elevadas do Vale do Paraíba e em áreas do sul</strong>, na sub-região de Sorocaba.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-baixa-as-temperaturas-em-sp-e-capital-vai-enfrentar-dias-de-inverno-umido-confira-1787328462797.jpg" data-image="qaw5ru3aeeyc"><figcaption>Previsão da temperatura mínima do ar (°C) para o domingo (23).</figcaption></figure><p>Já as temperaturas <strong>máximas </strong>no fim de semana vão ficar mais amenas no <strong>leste </strong>do estado, onde <strong>não passam dos 25°C</strong> e podem<strong> pontualmente cair para os 16°C</strong>. As áreas norte, noroeste e oeste seguem com calor de até 32°C.</p><div class="texto-destacado">O frio retorna a São Paulo entre este fim de semana e o início da próxima, com mínimas de 10°C em pontos do sul e do Vale do Paraíba e máximas abaixo dos 23°C no leste do estado.</div><p>Contudo, na<strong> primeira metade da semana que vem</strong> o <strong>frio se espalha</strong> mais pelo leste do estado e seu sinal será observado especialmente nas <strong>máximas, que terão valores mais baixos </strong>do que as do fim de semana.</p><p>As temperaturas <strong>mínimas </strong>seguirão oscilando <strong>entre 11°C e 17°C</strong> em praticamente todo o território na segunda (24) e na terça-feira (25), mas podendo cair para os <strong>10°C em localidades do sul paulista e do Vale do Paraíba</strong>. Alguns pontos do oeste terão mínimas entre 18°C e 19°C.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-baixa-as-temperaturas-em-sp-e-capital-vai-enfrentar-dias-de-inverno-umido-confira-1787328481719.jpg" data-image="csuc2uk1ef3c"><figcaption>Previsão da temperatura máxima do ar (°C) para segunda-feira (24).</figcaption></figure><p>Porém, as <strong>máximas </strong>vão ficar mais baixas em uma ampla faixa do leste do estado (mapa acima), variando de<strong> 13°C a 23°C</strong>, mas podendo pontualmente chegar aos <strong>11°C/12°C em localidades do sul</strong>, na Região de Sorocaba.</p><p>Na <strong>quarta-feira (26)</strong> as <strong>temperaturas já se elevam </strong>e o<strong> calor retorna a todo o estado</strong>, com máximas entre 24°C e 35°C em praticamente todo o território.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="784893" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-ganha-forca-e-frio-de-inverno-atinge-o-centro-sul-por-varios-dias-veja-a-previsao.html" title="Ar polar ganha força e frio de inverno atinge o Centro-Sul por vários dias; veja a previsão">Ar polar ganha força e frio de inverno atinge o Centro-Sul por vários dias; veja a previsão</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-ganha-forca-e-frio-de-inverno-atinge-o-centro-sul-por-varios-dias-veja-a-previsao.html" title="Ar polar ganha força e frio de inverno atinge o Centro-Sul por vários dias; veja a previsão"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-ganha-forca-e-frio-de-inverno-atinge-o-centro-sul-por-varios-dias-veja-a-previsao-1787317275505_320.jpg" alt="Ar polar ganha força e frio de inverno atinge o Centro-Sul por vários dias; veja a previsão"></a></article></aside><p>A <strong>capital </strong>paulista terá <strong>mínimas entre 12°C e 13°C</strong>; e máximas de 24°C no fim de semana e de 19°C no início da próxima semana.</p><p>Além disso,<strong> chuvas fracas</strong> podem ocorrer entre a <strong>segunda (24) e a terça-feira (25)</strong> em toda a <strong>faixa litorânea </strong>de São Paulo, inclusive na <strong>capital paulista</strong>, devido à circulação marítima que traz a umidade do mar para o continente.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-baixa-as-temperaturas-em-sp-e-capital-vai-enfrentar-dias-de-inverno-umido-confira-1787328501446.jpg" data-image="r8uxgcrog1db"><figcaption>Previsão de precipitação (em mm) e nebulosidade para segunda-feira (24) às 13h, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>As demais áreas do estado devem permanecer com tempo firme, calor e umidade relativa do ar baixa.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-baixa-as-temperaturas-em-sp-e-capital-vai-enfrentar-dias-de-inverno-umido-confira.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Gangorra térmica: frio de inverno já tem data para acabar e dará lugar ao calor intenso]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/gangorra-termica-frio-de-inverno-ja-tem-data-para-acabar-e-dara-lugar-ao-calor-intenso.html</link><pubDate>Fri, 21 Aug 2026 18:14:49 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Após dias com temperaturas de inverno no Centro-Sul do Brasil, uma mudança de padrão está prevista para a próxima semana. O calor que vem dominando a metade norte do país irá se expandir e afetar as 5 regiões do Brasil, com temperaturas acima de 40°C em uma área ampla.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xazmobe"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xazmobe.jpg" id="xazmobe"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O<strong> frio de inverno</strong> que começou a ingressar no Sul do Brasil na última quinta-feira (20)<strong> já tem data para acabar.</strong> Enquanto a temperatura no centro-sul do país nos próximos dias será baixa, com mínimas abaixo de zero e tardes frias no Sul e faixa leste do Sudeste, <strong>o calor deve voltar a predominar em todo o país</strong> já na primeira metade da próxima semana. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/gangorra-termica-frio-de-inverno-ja-tem-data-para-acabar-e-dara-lugar-ao-calor-intenso-1787323733647.png" data-image="5fmn3hyvv6gk" alt="Previsão de anomalia de temperatura mínima para segunda-feira (24), segundo o ECMWF, destacando 14°C abaixo da média no Rio Grande do Sul." title="Previsão de anomalia de temperatura mínima para segunda-feira (24), segundo o ECMWF, destacando 14°C abaixo da média no Rio Grande do Sul."><figcaption>Previsão de anomalia de temperatura mínima para segunda-feira (24), segundo o ECMWF, destacando 14°C abaixo da média no Rio Grande do Sul.</figcaption></figure><p><strong>Até segunda-feira (24) as máximas serão frias</strong> principalmente no Rio Grande do Sul, faixa leste de Santa Catarina, Paraná e também do Sudeste, com máximas abaixo de 18°C no geral. Na<strong> terça-feira (26) as máximas já começam a esquentar</strong> em boa parte da região Sul, especialmente no oeste, mas é <strong>a partir de quarta (27)</strong> que <strong>o calor ganha força nas 5 regiões</strong> do país, se intensificando até o fim das semana. Confira os detalhes.</p><h2>Temperaturas disparam a partir de quarta</h2><p>Na <strong>quarta-feira (27) </strong>as temperaturas <strong>máximas</strong> <strong>disparam</strong> em todo o país, levando a sensação de frio embora, pelo menos na parte da tarde. O <strong>amanhecer ainda será frio</strong>, com mínimas abaixo de 10°C em áreas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, <strong>mas à tarde </strong>as temperaturas<strong> </strong>se aproximam ou ultrapassam os <strong>30°C </strong>em diversas áreas do Sul. </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso<strong> </strong><strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Os<strong> maiores valores previstos</strong>, no entanto, estão sobre o<strong> Centro-Oeste, Norte e Nordeste</strong> do país, onde há previsão que os termômetros<strong> ultrapassem 40°C</strong>. Essas regiões já vêm registrando temperaturas elevadas e próximas a 40°C nos últimos dias, e as temperaturas estão previstas para se manter altas por um longo período, se intensificando ainda mais na reta final de agosto.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/gangorra-termica-frio-de-inverno-ja-tem-data-para-acabar-e-dara-lugar-ao-calor-intenso-1787323766840.png" data-image="ng23io89u8ph" alt="Previsão de temperatura máxima para quarta-feira (27), segundo o ECMWF." title="Previsão de temperatura máxima para quarta-feira (27), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de temperatura máxima para quarta-feira (27), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>Na <strong>s</strong><strong>egunda metade da semana o calor aumenta</strong> ainda mais, e o modelo GFS prevê que temperaturas <strong>máximas ultrapassando 44°C</strong> no<strong> Mato Grosso</strong> já a partir de quinta-feira (28). </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="784893" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-ganha-forca-e-frio-de-inverno-atinge-o-centro-sul-por-varios-dias-veja-a-previsao.html" title="Ar polar ganha força e frio de inverno atinge o Centro-Sul por vários dias; veja a previsão">Ar polar ganha força e frio de inverno atinge o Centro-Sul por vários dias; veja a previsão</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-ganha-forca-e-frio-de-inverno-atinge-o-centro-sul-por-varios-dias-veja-a-previsao.html" title="Ar polar ganha força e frio de inverno atinge o Centro-Sul por vários dias; veja a previsão"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-ganha-forca-e-frio-de-inverno-atinge-o-centro-sul-por-varios-dias-veja-a-previsao-1787317275505_320.jpg" alt="Ar polar ganha força e frio de inverno atinge o Centro-Sul por vários dias; veja a previsão"></a></article></aside><p>Na <strong>sexta-feira (29) </strong>a <strong>área</strong> <strong>com temperaturas entre 40°C e 44°C se espalha</strong> sobre uma área ainda maior, abrangendo o <strong>Centro-Oeste, Norte e Nordeste. </strong>A área com previsão de temperaturas acima de 44°C também se expande no oeste do Mato Grosso. Embora no imaginário popular seja ‘comum’ fazer calor nessas áreas, as <strong>temperaturas</strong> previstas para o final do mês são <strong>acima da média</strong>, <strong>mesmo considerando a climatologia de cada região. </strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/gangorra-termica-frio-de-inverno-ja-tem-data-para-acabar-e-dara-lugar-ao-calor-intenso-1787323785931.png" data-image="uzqx9b30w0ei" alt="Previsão de temperatura máxima para sexta-feira (29), segundo o GFS." title="Previsão de temperatura máxima para sexta-feira (29), segundo o GFS."><figcaption>Previsão de temperatura máxima para sexta-feira (29), segundo o GFS.</figcaption></figure><p>Além das temperaturas elevadas, estão previstos<strong> níveis críticos de umidade relativa do ar</strong>, trazendo um<strong> clima desértico</strong> para uma grande área do Brasil. Essa <strong>combinação é perigosa</strong> para a <strong>saúde</strong> quanto para o <strong>meio ambiente</strong>, aumentando o <strong>risco de doenças cardiorrespiratórias e incêndios</strong>. </p><p>É importante <strong>evitar exposição ao sol </strong>e <strong>exercícios físicos</strong> nos<strong> horários mais quentes</strong> do dia, incluindo passeios com os <em>pets</em>, <strong>ingerir bastante água</strong> e, sempre que possível, umidificar os ambientes.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/gangorra-termica-frio-de-inverno-ja-tem-data-para-acabar-e-dara-lugar-ao-calor-intenso.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ar polar ganha força e frio de inverno atinge o Centro-Sul por vários dias; veja a previsão]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-ganha-forca-e-frio-de-inverno-atinge-o-centro-sul-por-varios-dias-veja-a-previsao.html</link><pubDate>Fri, 21 Aug 2026 14:02:31 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Após o avanço de uma frente fria, uma massa de ar polar segue ganhando espaço e intensidade sobre o Brasil e trará o frio de inverno para o Centro-Sul do país pelos próximos dias.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xazm1oa"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xazm1oa.jpg" id="xazm1oa"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>A frente fria associada ao ciclone extratropical avançou pelas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste nas últimas horas, provocando mudanças no tempo em diversos estados. Na retaguarda desse sistema, o avanço de uma <strong>massa de ar polar</strong> ganha força e traz de volta o frio de inverno.</p><p>O sistema causará uma queda nas temperaturas, além de <strong>risco de geada e termômetros chegando a marcas negativas</strong> no Sul. No Sudeste e Centro-Oeste, a massa de ar frio alivia o calor intenso registrado nos últimos dias. Veja a previsão com mais detalhes.</p><ul></ul><h2>Frio de inverno retorna com avanço de ar polar</h2><p>A massa de ar frio afeta primeiro a Região Sul. Já na tarde desta <strong>sexta-feira (21)</strong>, as temperaturas máximas não ultrapassam os <strong>19°C</strong> no Rio Grande do Sul, no meio-oeste de Santa Catarina e em áreas do sudoeste do Paraná. O oeste paulista e o centro-sul de Mato Grosso do Sul também registram queda nos termômetros.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-ganha-forca-e-frio-de-inverno-atinge-o-centro-sul-por-varios-dias-veja-a-previsao-1787317310848.jpg" data-image="ljbbjq536nfh" alt="Anomalia de temperatura em 850 hPa." title="Anomalia de temperatura em 850 hPa."><figcaption>A previsão mostra o avanço do ar polar sobre áreas do Centro-Sul do país na tarde deste sábado (22), mantendo as temperaturas máximas inferiores aos 20°C no Sul do país.</figcaption></figure><p>O amanhecer de <strong>sábado (22)</strong> será marcado por temperaturas geladas em todo o Rio Grande do Sul, na maior parte de Santa Catarina e na metade sul do Paraná. Nessa faixa, os termômetros ficam <strong>abaixo dos 8°C</strong>, com destaque para o território gaúcho, que pode registrar mínimas <strong>inferiores a 5°C</strong> e risco de geada.</p><p>Durante a tarde de sábado (22), o frio se concentra entre o Rio Grande do Sul e o sudoeste paranaense, onde as máximas não superam os <strong>15°C</strong>. No Sudeste, o ar frio começa a avançar pelo leste de São Paulo e pelo Rio de Janeiro, deixando as temperaturas na casa dos <strong>23°C</strong>.</p><h2>Pico do frio traz geadas e temperaturas de até -6°C </h2><p>No <strong>domingo (23)</strong> e na <strong>segunda-feira (24)</strong>, o ar polar atinge o seu pico de intensidade sobre o Centro-Sul. Serão os dias mais frios da semana no Sul, em São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. A combinação entre a massa fria e o céu aberto favorece uma forte perda de calor durante as madrugadas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-ganha-forca-e-frio-de-inverno-atinge-o-centro-sul-por-varios-dias-veja-a-previsao-1787317216255.jpg" data-image="2ytlx463o5jo" alt="Temperatura mínima." title="Temperatura mínima."><figcaption>Temperatura mínima prevista para o amanhecer de domingo (23) e segunda-feira (24) no Centro-Sul do Brasil.</figcaption></figure><p>Na Região Sul, há <strong>alerta para geada generalizada</strong> e marcas negativas nas serras Gaúcha e Catarinense, que podem chegar até <strong>-6°C</strong> no domingo (23) e na segunda (24). Áreas do norte do Rio Grande do Sul e o centro de Santa Catarina também podem registrar temperaturas abaixo de zero. No restante da região e no sul do Paraná, as mínimas previstas <strong>abaixo de 6°C</strong>.</p><div class="texto-destacado"> <strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p>No restante do Paraná e no Sudeste, as madrugadas também serão geladas. Os termômetros variam entre <strong>5°C e 14°C</strong> na faixa que abrange São Paulo, o sul de Minas Gerais e o Rio de Janeiro. No Centro-Oeste, a variação fica entre <strong>9°C e 17°C</strong> no sul de Mato Grosso do Sul e em Goiás.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-ganha-forca-e-frio-de-inverno-atinge-o-centro-sul-por-varios-dias-veja-a-previsao-1787317511892.jpg" data-image="o79jsj2989lj" alt="Temperatura máxima." title="Temperatura máxima."><figcaption>Máxima prevista para a tarde de segunda-feira (24).</figcaption></figure><p>Com a presença do ar polar, as tardes de domingo (23) e segunda-feira (24) terão <strong>temperaturas amenas.</strong> Nesses dois dias, as <strong>máximas </strong>não ultrapassam os <strong>17°C</strong> no Rio Grande do Sul e no leste catarinense, mantendo o tempo ameno no sul paranaense e no leste do Sudeste, onde os termômetros não superam os <strong>24°C</strong>.</p><p>A partir de <strong>terça-feira (25)</strong>, a massa polar começa a perder força, embora continue concentrada sobre o Sul do país. As mínimas ainda ficam <strong>abaixo dos 10°C</strong> em grande parte da região, mas as máximas sobem paulatinamente, oscilando entre <strong>16°C e 23°C</strong>. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="784741" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-derruba-as-temperaturas-e-traz-frio-por-varios-dias-ao-centro-sul.html" title="Ar polar derruba as temperaturas e traz frio por vários dias ao Centro-Sul">Ar polar derruba as temperaturas e traz frio por vários dias ao Centro-Sul</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-derruba-as-temperaturas-e-traz-frio-por-varios-dias-ao-centro-sul.html" title="Ar polar derruba as temperaturas e traz frio por vários dias ao Centro-Sul"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-derruba-as-temperaturas-e-traz-frio-por-varios-dias-no-centro-sul-1787260954439_320.jpg" alt="Ar polar derruba as temperaturas e traz frio por vários dias ao Centro-Sul"></a></article></aside><p>No restante do Centro-Sul, as temperaturas voltam a subir gradativamente, com mínimas na casa dos <strong>15°C</strong> e máximas que voltam a ultrapassar os <strong>27°C</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-ganha-forca-e-frio-de-inverno-atinge-o-centro-sul-por-varios-dias-veja-a-previsao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A apenas 1h de SP, 'cidade dos exageros' reúne orelhão gigante e rochas de Era Glacial; conheça ]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/a-apenas-1h-de-sp-cidade-dos-exageros-reune-orelhao-gigante-e-rochas-de-era-glacial-conheca.html</link><pubDate>Fri, 21 Aug 2026 12:03:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Cidade a cerca de 100 km da capital paulista é famosa por ter objetos gigantes em praças, sendo conhecida nacionalmente como a "Cidade dos Exageros”. E ela ainda guarda importantes registros geológicos de uma antiga era glacial.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-apenas-1h-de-sp-cidade-dos-exageros-reune-orelhao-gigante-e-rochas-de-era-glacial-conheca-1787259842910.jpg" data-image="oj2csc3fgz60"><figcaption>Orelhão gigante de 7 metros de altura na Praça da “Cidade dos Exageros”, interior de São Paulo. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>Uma cidade no <strong>interior de São Paulo</strong> é conhecida nacionalmente como a "<strong>Cidade dos Exageros</strong>" devido aos monumentos gigantescos em praças, como um <strong>orelhão de 7 metros de altura</strong> (imagem acima).</p><p>Além disso, ela guarda <strong>importantes registros geológicos de uma antiga era glacial ocorrida há cerca de 280 milhões de anos</strong>, quando existia um <strong>lago glacial</strong> com icebergs na região. </p><p>Trata-se da cidade de <strong>Itu</strong>, que fica a cerca de<strong> 100 km da capital </strong>paulista e faz parte da Região Metropolitana de Sorocaba. Descubra abaixo que registros geológicos são esses e quais atrativos a cidade oferece.</p><h2>Os atrativos de Itu</h2><p>A cidade abriga uma <strong>antiga pedreira com paredões sedimentares</strong> expondo rochas da era glacial de<strong> 280 milhões de anos</strong>, formados por geleiras. Essa <strong>pedreira era o fundo de um lago glacial que tinha icebergs</strong>.</p><p>Essa <strong>pedreira fica no Parque Geológico do Varvito</strong>, atualmente uma unidade de conservação. E por que o nome Varvito? Este nome é utilizado pelos geólogos para denominar um tipo de rocha sedimentar única, formada pela sucessão repetitiva de lâminas ou camadas, cada uma delas depositada durante o intervalo de um ano. </p><div class="texto-destacado">O Parque Geológico do Varvito de Itu é considerado o mais importante sítio de rochas varvito da América do Sul. </div><p>Cada <strong>par de listras </strong>que aparece nos <strong>paredões da pedreira</strong> corresponde a um ano inteiro, semelhante aos anéis de um tronco de árvore que marcam a idade da planta.</p><p><strong>No verão, o gelo derretia</strong> e a água carregava areia para dentro do lago, formando uma faixa clara e mais grossa.<strong> No inverno, com a superfície congelada</strong>, só a poeira mais fina descia devagar até o fundo, deixando uma faixa escura e estreita.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-apenas-1h-de-sp-cidade-dos-exageros-reune-orelhao-gigante-e-rochas-de-era-glacial-conheca-1787259814912.jpg" data-image="rsgdurvc186m"><figcaption>Vista do Parque Geológico do Varvito, em Itu (SP). Crédito: Vinicius Lopes.</figcaption></figure><p>Além disso, Itu é conhecida como a "Cidade dos Exageros" por ter<strong> objetos gigantes expostos em praças</strong>. Tudo devido a uma piada de TV que foi transformada em identidade turística em 1960 por um humorista da cidade conhecido como Simplício.</p><p>A <strong>Praça dos Exageros</strong> abriga <strong>objetos, ferramentas e animais em tamanhos gigantes</strong>, além do boneco do personagem Simplício.</p><p>A <strong>Praça Padre Miguel (Matriz)</strong> abriga o<strong> famoso orelhão e o semáforo em proporções exageradas</strong>. Ao redor desta praça há lojinhas que vendem souvenires de tamanho exagerado e uma lanchonete.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-apenas-1h-de-sp-cidade-dos-exageros-reune-orelhao-gigante-e-rochas-de-era-glacial-conheca-1787259657618.jpg" data-image="bw7mt8mwdd18"><figcaption>A pedreira com paredões rochosos de 280 milhões de anos no Parque Geológico do Varvito, em Itu (SP). Crédito: Webysther Nunes/Wikimedia Commons.</figcaption></figure><p>Além disso, outros pontos turísticos que a cidade oferece são o<strong> Parque Maeda</strong>, um complexo turístico e de pesca com jardins, teleférico, piscinas com toboágua, passeio a cavalo, de trenzinho e teleférico; e o <strong>Bar do Alemão</strong>, o restaurante mais tradicional da cidade e famoso pelo seu consagrado filé à parmegiana.</p><p>Não deixe de conhecer também o<strong> Museu Republicano Convenção de Itu</strong>, um casarão onde ocorreu em 18 de abril de 1873 a Convenção de Itu, movimento criador do partido republicano paulista que impulsionou a Proclamação da República, em 1889.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-apenas-1h-de-sp-cidade-dos-exageros-reune-orelhao-gigante-e-rochas-de-era-glacial-conheca-1787259614401.jpg" data-image="xi3sfx9vocyy"><figcaption>A Praça da Independência, ou Largo do Carmo, possui lindas palmeiras que desembocam na Igreja do Carmo. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>Outro local a conhecer é a <strong>Praça da Independência, ou Largo do Carmo</strong>, que fica no centro histórico de Itu. O local é famoso por sua alameda de <strong>palmeiras imperiais</strong>, casarões do século 19 e pela imponente<strong> Igreja de Nossa Senhora do Carmo</strong>. Nos finais de semana ocorrem feirinhas artesanais e gastronômicas, além de eventos.</p><p>A<strong> Igreja Matriz de Nossa Senhora da Candelária</strong> também é outro atrativo. Ela foi inaugurada em 1780 e reúne um dos acervos barrocos e rococós mais expressivos do estado.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="770255" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/nem-carros-nem-asfalto-a-cidade-incomum-onde-as-ruas-sao-limpas-pela-mare-duas-vezes-ao-dia.html" title="Nem carros, nem asfalto: a cidade incomum onde as ruas são 'limpas' pela maré duas vezes ao dia">Nem carros, nem asfalto: a cidade incomum onde as ruas são "limpas" pela maré duas vezes ao dia</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/nem-carros-nem-asfalto-a-cidade-incomum-onde-as-ruas-sao-limpas-pela-mare-duas-vezes-ao-dia.html" title="Nem carros, nem asfalto: a cidade incomum onde as ruas são 'limpas' pela maré duas vezes ao dia"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/nem-carros-nem-asfalto-a-cidade-incomum-onde-as-ruas-sao-limpas-pela-mare-duas-vezes-ao-dia-1779484907830_320.jpg" alt="Nem carros, nem asfalto: a cidade incomum onde as ruas são 'limpas' pela maré duas vezes ao dia"></a></article></aside><p>E por fim, mas não menos importante, nossa dica é a <strong>Fábrica de Arte Marcos Amaro (Fama Museu)</strong>, que ocupa 25 mil metros quadrados de uma antiga fábrica têxtil de 1911 e reúne cerca de 2 mil obras de arte moderna e contemporânea.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Pereira%2C%20M" data-year="2026" data-title="Orelh%C3%A3o%20de%20sete%20metros%20e%20rochas%20de%20280%20milh%C3%B5es%20de%20anos%2C%20essa%20%C3%A9%20uma%20das%20cidades%20mais%20fotografadas%20do%20interior%20paulista" data-url="https%3A%2F%2Fwww.tupi.fm%2Fentretenimento%2Forelhao-de-sete-metros-e-rochas-de-280-milhoes-de-anos-essa-e-uma-das-cidades-mais-fotografadas-do-interior-paulista%2F">Pereira, M. (2026). <a href="https://www.tupi.fm/entretenimento/orelhao-de-sete-metros-e-rochas-de-280-milhoes-de-anos-essa-e-uma-das-cidades-mais-fotografadas-do-interior-paulista/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Orelhão de sete metros e rochas de 280 milhões de anos, essa é uma das cidades mais fotografadas do interior paulista</a>.</cite><br><cite data-author="Dalla%20Vecchia%2C%20C" data-year="2024" data-title="O%20que%20fazer%20em%20Itu%20em%20um%20bate-volta%20de%20S%C3%A3o%20Paulo" data-url="https%3A%2F%2Fviagemeturismo.abril.com.br%2Fbrasil%2Fo-que-fazer-em-itu-em-um-bate-e-volta-de-sao-paulo%2F">Dalla Vecchia, C. (2024). <a href="https://viagemeturismo.abril.com.br/brasil/o-que-fazer-em-itu-em-um-bate-e-volta-de-sao-paulo/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">O que fazer em Itu em um bate-volta de São Paulo</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/a-apenas-1h-de-sp-cidade-dos-exageros-reune-orelhao-gigante-e-rochas-de-era-glacial-conheca.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Uma nuvem branca na sua varanda: um guia para cuidar da delicada planta véu de noiva]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/uma-nuvem-branca-na-sua-varanda-um-guia-para-cuidar-da-delicada-planta-veu-de-noiva.html</link><pubDate>Fri, 21 Aug 2026 10:12:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Suas pequenas flores podem cobrir a varanda como uma nuvem branca, mas, para mantê-las belas, precisamos entender como essa planta reage ao sol, à água e à poda.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/una-nube-blanca-en-tu-balcon-guia-para-cuidar-la-delicada-planta-velo-de-novia-1785808382458.png" data-image="5187jncrp2ui"><figcaption>O nome *<em>Gypsophila</em>* deriva de palavras gregas que remetem ao gesso, refletindo a preferência dessas plantas por solos calcários.</figcaption></figure><p>A <strong>véu-de-noiva</strong><em>,</em> conhecida também como <strong>mosquitinho </strong>no Brasil, é uma planta capaz de transformar completamente a sua coleção, pois, vista de longe, <strong>assemelha-se a uma nuvem branca flutuando sobre o vaso</strong>. Neste artigo, focaremos especificamente na <em><strong>Gypsophila paniculata</strong></em> — uma espécie perene da família <em>Caryophyllaceae </em>—, uma vez que esse mesmo nome popular é utilizado para outras plantas.</p><p><strong>Embora possa parecer delicada, não é difícil cuidar dela</strong>, desde que receba luz solar suficiente e conte com uma boa drenagem. Na verdade, o problema mais comum com essa planta não é a falta de atenção, mas sim o excesso de água ao redor das raízes.</p><div class="texto-destacado">O excesso de umidade enfraquece os caules e causa apodrecimento. Portanto, regar em excesso pode ser mais prejudicial do que esperar um pouco antes de regar.</div><p>Algumas variedades formam touceiras grandes e muito ramificadas, enquanto outras <strong>cultivares, mais compactas, são mais adequadas para o cultivo em vasos</strong>. Uma boa circulação de ar é essencial para manter as hastes firmes e as flores limpas.</p><p>O efeito semelhante a uma nuvem é obtido graças à <strong>floração abundante</strong> e à <strong>estrutura ramificada</strong>. A luminosidade estimula a produção de flores, ao passo que a remoção das flores murchas mantém a planta com um aspecto organizado e pode favorecer o surgimento de novos botões.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">En casa siempre hay flores <br>Gypsophila paniculata. <br>Así de bien se conservan después de tiempo. <a href="https://t.co/4wvHY3JxZI">pic.twitter.com/4wvHY3JxZI</a></p>— Isabel Redondo (@isatielmes) <a href="https://x.com/isatielmes/status/2012554575853531259?ref_src=twsrc%5Etfw">January 17, 2026</a></blockquote></figure><p>A poda deve ser leve e realizada no momento certo, evitando cortes drásticos. A rega também não pode seguir um cronograma único e padronizado; a temperatura, o vento, o material do vaso e o substrato influenciam a velocidade com que o solo seca. No entanto, sem dúvida, aprender a <strong>verificar a umidade do solo é o aspecto mais importante dos cuidados</strong>.</p><h2>Luz, vaso e rega: a base para uma planta exuberante</h2><p>Para se desenvolver bem, a véu-de-noiva precisa de <strong>pelo menos seis horas de luz solar direta por dia</strong>. Em regiões de calor intenso, ela tolera certa sombra à tarde, mas o excesso de sombra resulta em caules fracos e menos flores.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/una-nube-blanca-en-tu-balcon-guia-para-cuidar-la-delicada-planta-velo-de-novia-1785808422463.png" data-image="756m0ba54gto"><figcaption>Suas hastes florais podem ser usadas frescas ou secas e são muito valorizadas como complemento em arranjos e buquês.</figcaption></figure><p>Esta planta requer um <strong>vaso fundo com vários orifícios de drenagem</strong>, pois desenvolve uma raiz pivotante carnuda que não tolera bem o manuseio. Portanto, evite replantios frequentes depois que ela estiver estabelecida.</p><p>O <strong>substrato de cultivo deve ser leve e poroso</strong>. Você pode misturar um substrato padrão para vasos com perlita, rocha vulcânica fina ou areia grossa, adicionando uma quantidade moderada de composto orgânico bem curtido. No entanto, evite colocar pedras no fundo do vaso para substituir os orifícios de drenagem; a presença dos próprios furos e um substrato bem aerado são muito mais importantes.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777885" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/alem-das-orquideas-5-flores-exoticas-para-cultivar-em-casa-e-impressionar-as-visitas.html" title="Além das orquídeas: 5 flores exóticas para cultivar em casa e impressionar as visitas">Além das orquídeas: 5 flores exóticas para cultivar em casa e impressionar as visitas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/alem-das-orquideas-5-flores-exoticas-para-cultivar-em-casa-e-impressionar-as-visitas.html" title="Além das orquídeas: 5 flores exóticas para cultivar em casa e impressionar as visitas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/alem-das-orquideas-5-flores-exoticas-para-cultivar-em-casa-e-impressionar-as-visitas-1783624770706_320.jpg" alt="Além das orquídeas: 5 flores exóticas para cultivar em casa e impressionar as visitas"></a></article></aside><p>Durante a primavera e o verão, verifique o vaso duas ou três vezes por semana, mas regue apenas quando os três ou quatro centímetros superficiais do solo estiverem secos. Reduza a frequência no outono e evite manter o substrato encharcado durante o inverno.</p><h3>Poda, nutrição e cuidados</h3><p>Para manter a planta saudável e florida,<strong> remova as flores murchas cortando logo acima de um ramo saudável</strong>. Isso evita que a planta gaste toda a sua energia na produção de sementes e pode estimular uma nova florada.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/una-nube-blanca-en-tu-balcon-guia-para-cuidar-la-delicada-planta-velo-de-novia-1785808438523.png" data-image="0ztny3j2tpof"><figcaption>Suas flores atraem borboletas, trazendo movimento e biodiversidade a jardins e varandas.</figcaption></figure><p>Após o período principal de floração, faça uma poda leve nos caules longos, pendentes ou desordenados para manter um formato arredondado e arejado. Lembre-se de sempre utilizar tesouras limpas para evitar danificar a planta.</p><p>Durante a estação de crescimento, <strong>aplique um fertilizante equilibrado e diluído a cada quatro ou seis semanas</strong>. O excesso de nitrogênio resulta em folhagem abundante e floração mais pobre; portanto, é melhor evitar a fertilização excessiva.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">Gypsophila paniculata, the baby's breath, common gypsophila or panicled baby's-breath, is a species of flowering plant in the familyCaryophyllaceae, native to central and eastern Europe. It is an herbaceous perennialgrowing to 1.2 m (4 ft) tall and wide, <a href="https://t.co/FwKGtn3vS1">pic.twitter.com/FwKGtn3vS1</a></p>— Hiromi Universe (@OnigiriAction1) <a href="https://x.com/OnigiriAction1/status/1792750714231681393?ref_src=twsrc%5Etfw">May 21, 2024</a></blockquote></figure><p>A <strong>má ventilação e o excesso de umidade podem favorecer o surgimento de fungos e da podridão do caule</strong>. Durante o inverno, proteja o vaso de chuvas prolongadas e geadas intensas, pois as raízes ficam mais vulneráveis quando cultivadas em recipientes.</p><p>Para manter a planta viçosa, certifique-se de que ela receba bastante luz solar, seja cultivada em um vaso profundo com solo de boa drenagem e receba água na medida certa. Seguindo esses cuidados básicos, a planta produzirá novos brotos e manterá seu aspecto de nuvem branca, sem exigir manutenção complexa.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/uma-nuvem-branca-na-sua-varanda-um-guia-para-cuidar-da-delicada-planta-veu-de-noiva.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Você consegue sentir o cheiro da chuva antes dela cair? Eis a ciência por trás disso]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/voce-consegue-sentir-o-cheiro-da-chuva-antes-dela-cair-eis-a-ciencia-por-tras-disso.html</link><pubDate>Fri, 21 Aug 2026 08:25:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Esse fenômeno pode frequentemente preceder a chegada de uma pancada de chuva ou de uma tempestade mais intensa, particularmente quando as primeiras gotas caem sobre um solo ressecado.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/si-puo-sentire-l-odore-della-pioggia-prima-che-cade-ecco-la-spiegazione-della-scienza-1785493538327.jpg" data-image="2klj10lq9d46"><figcaption>Por razões puramente físicas, o petricor pode ser detectado antes da chegada da chuva. Quando o ar começa a ficar saturado de água, a tensão superficial tende a diminuir, estimulando a liberação de compostos voláteis.</figcaption></figure><p><strong>Petricor </strong>é o nome que se dá ao <strong>cheiro liberado pelo solo quando chove após um longo período de seca</strong>. Esse aroma, que percebemos assim que caem as primeiras gotas de chuva,<strong> provém de uma mistura de compostos voláteis retidos no solo e liberados pela água</strong>.</p><p>Quando a primeira gota de chuva atinge um<strong> solo poroso</strong>, o impacto comprime o ar retido nos poros e forma<strong> minúsculas bolhas</strong>. Essas bolhas sobem à superfície e <strong>estouram</strong>,<strong> lançando no ar aerossóis que contêm geosmina e óleos vegetais</strong>.</p><p>O fenômeno foi filmado em câmera lenta por pesquisadores do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) em 2015. <strong>Cada gota de chuva gera centenas de aerossóis que se elevam até 10 cm no ar</strong>, o suficiente para chegar ao nosso nariz.</p><h2><strong>Os principais responsáveis por trás deste cheiro</strong></h2><p><strong>Na origem do petricor está a geosmina, produzida por bactérias</strong> filamentosas do gênero <em>Streptomyces </em>(actinomicetos). Esses microrganismos vivem no solo e, ao morrerem ou se desidratarem, liberam geosmina, uma molécula de álcool com <strong>um odor "terroso" que remete ao solo molhado</strong>.</p><div class="texto-destacado">Além da geosmina, há também óleos vegetais. De fato, durante períodos de seca, plantas e arbustos secretam óleos cerosos para se protegerem da desidratação. Esses óleos se acumulam nas rochas e no solo.</div><p>Por fim, <strong>antes da chuva</strong>, raios ou correntes descendentes rompem as moléculas de oxigênio (O₂), separando-as em átomos livres que se recombinam para formar ozônio. O <strong>ozônio tem um cheiro metálico e "elétrico"</strong>, semelhante ao de uma fotocopiadora.</p><h2><strong>O petricor pode ser detectado antes da chegada da chuva?</strong></h2><p>Por razões puramente físicas, <strong>o petricor pode ser detectado antes da chegada da chuva</strong>. À medida que o ar começa a ficar saturado de umidade, a tensão superficial tende a diminuir, favorecendo a liberação de compostos voláteis.</p><p>Além disso, correntes descendentes ao redor de nuvens carregadas de chuva tendem a empurrar o ar úmido para baixo, transportando consigo o ozônio e os primeiros aerossóis elevados por gotas de chuva distantes.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/si-puo-sentire-l-odore-della-pioggia-prima-che-cade-ecco-la-spiegazione-della-scienza-1785493581567.jpg" data-image="eavn6ybxkfrd"><figcaption>Na origem do petricor está a geosmina, produzida por bactérias filamentosas do gênero <em>Streptomyces </em>(actinomicetos). Esses microrganismos vivem no solo e, ao morrerem ou se desidratarem, liberam geosmina, uma molécula de álcool com um odor "terroso" que remete ao solo molhado.</figcaption></figure><p>Isso significa que,<strong> de 10 a 30 minutos antes da chuva, o nariz humano consegue detectar esses sinais precursores</strong>. É um sinal que nossos ancestrais caçadores-coletores utilizavam para antecipar a chegada de tempestades e encontrar abrigo seguro.</p><h2><strong>O petricor é mais perceptível em certas áreas?</strong></h2><p>Sim, existem áreas onde é mais fácil sentir o cheiro de petricor do que em outras. <strong>As áreas mais propícias são aquelas caracterizadas por solos ricos em argila</strong>, que contêm grandes quantidades de actinomicetos — abrangendo desde zonas rurais e florestas até o asfalto das cidades.</p><p>Após longos períodos de seca, quando gotas de chuva quentes umedecem o solo — como ocorre durante uma tempestade de verão —, o petricor pode ser detectado a quilômetros de distância.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="716005" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/estudo-da-universidade-da-florida-o-que-torna-um-cheiro-ruim.html" title="Estudo da Universidade da Flórida: O que torna um cheiro ruim?">Estudo da Universidade da Flórida: O que torna um cheiro ruim?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/estudo-da-universidade-da-florida-o-que-torna-um-cheiro-ruim.html" title="Estudo da Universidade da Flórida: O que torna um cheiro ruim?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/estudio-de-la-universidad-de-florida-que-hace-que-un-olor-sea-malo-1750343960491_320.png" alt="Estudo da Universidade da Flórida: O que torna um cheiro ruim?"></a></article></aside><p>Camelos do deserto conseguem detectar o petricor a quilômetros de distância para encontrar água. Na Austrália, os povos aborígenes chamam esse cheiro de <em>maban</em>, associando-o a mitos de criação.</p><p>Da próxima vez que sentir esse aroma inconfundível, lembre-se de que você está inalando uma mensagem química que levou milhões de anos para se formar. Afinal, nossa querida Terra respira, regenera-se e nos avisa gentilmente que os céus estão prestes a se abrir.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/voce-consegue-sentir-o-cheiro-da-chuva-antes-dela-cair-eis-a-ciencia-por-tras-disso.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ar polar derruba as temperaturas e traz frio por vários dias ao Centro-Sul]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-derruba-as-temperaturas-e-traz-frio-por-varios-dias-ao-centro-sul.html</link><pubDate>Thu, 20 Aug 2026 23:11:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma intensa massa de ar polar avança pelo Brasil a partir desta sexta-feira (21), derrubando as temperaturas no Sul, Sudeste e em parte do Centro-Oeste. O frio será especialmente intenso no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, onde as mínimas podem chegar a -7°C e provocar geadas fortes e abrangentes já neste final de semana.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xazdzqe"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xazdzqe.jpg" id="xazdzqe"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Ao longo desta quinta-feira (20), um <strong>ciclone extratropical </strong>se formou sobre a região Sul e a sua <strong>frente fria</strong> associada atuou sobre a região Sul, causando <strong>pancadas de chuva</strong> com os maiores acumulados sobre o Rio Grande do Sul e pancadas moderadas de chuva atingindo também o Paraná e Santa Catarina. </p><div class="texto-destacado">Já nesta quinta-feira, esse ciclone e sua frente fria associada impulsionam uma massa de ar frio pela região Sul, e a partir desta sexta-feira (21), uma segunda massa de ar polar ainda mais intensa começa a avançar pelo país, afetando também estados do Sudeste e Centro-Oeste.</div><p>Já ao longo desta noite e da madrugada de sexta (21), o sistema provocará uma <strong>queda significativa nas temperaturas</strong> no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e sul do Mato Grosso do Sul. As mínimas no MS chegam a valores perto dos <strong>10°C</strong>, enquanto na região Sul chegam a valores inferiores, de até <strong>4°C</strong> na região serrana de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, o que pode ocasionar <strong>geadas pontuais</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-derruba-as-temperaturas-e-traz-frio-por-varios-dias-no-centro-sul-1787260820218.jpg" data-image="oc7jztiu1gn3" alt="Previsão de temperaturas mínimas na sexta-feira." title="Previsão de temperaturas mínimas na sexta-feira."><figcaption>Previsão de temperaturas mínimas na sexta-feira mostra que alguns pontos da Serra Gaúcha e da Serra Catarinense já podem registrar geadas pontuais durante esta noite, com 4°C ou menos.</figcaption></figure><p>Ao longo do sábado (22) e do domingo (23), as temperaturas caem ainda mais sobre a região Sul. Durante a madrugada e a manhã do domingo (23), previsões indicam que haverá condições para formação de <strong>geadas mais fortes e generalizadas</strong> sobre todo o Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, com temperaturas negativas de até <strong>-7°C sobre a serra catarinense</strong>.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p>Ao longo do final de semana, a massa de ar frio avança sobre <strong>parte do Centro-Oeste</strong>, fazendo as temperaturas se tornarem mais amenas também no extremo sul de Goiás e do Mato Grosso. Ainda assim, vale notar que <strong>não</strong> há previsão de uma queda muito brusca nem temperaturas extremas nessas regiões.</p><h2>Frio atinge Sul, Centro-Oeste e também Sudeste</h2><p>Além das temperaturas extremamente baixas no Sul, a massa de ar frio atuará de maneira significativa sobre a <strong>Região Sudeste</strong>. Durante o final de semana, o ar frio chegará a estados como São Paulo, Rio de Janeiro, sul de Minas Gerais e sul do Espírito Santo, <strong>fazendo as temperaturas caírem</strong> também nessas regiões.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-derruba-as-temperaturas-e-traz-frio-por-varios-dias-no-centro-sul-1787260865523.jpg" data-image="dcybtgsyhhyx" alt="Previsão de temperaturas mínimas no domingo." title="Previsão de temperaturas mínimas no domingo."><figcaption>Previsão de temperaturas mínimas no domingo mostra temperaturas negativas na região serrana de RS e SC e uma queda significativa de temperaturas na região Sudeste e Centro-Oeste.</figcaption></figure><p>Isso trará um clima típico de inverno de volta a estes estados durante alguns dias. No sábado (22) e no domingo (23), as <strong>temperaturas mínimas atingem valores </strong><strong>abaixo de 10°C</strong> em áreas específicas do Sudeste, especialmente no Vale do Paraíba, no leste de São Paulo, na Serra da Mantiqueira e em partes do sul de Minas Gerais e do Rio de Janeiro.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Além disso, temperaturas se tornarão mais amenas também no extremo sul de Goiás e do Mato Grosso, embora não haja previsão de uma queda muito brusca nessas regiões. <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Essas condições também <strong>se mantém ao longo da segunda-feira (24)</strong> - sendo que, ao longo da madruga da e da manhã, <strong>temperaturas negativas</strong> podem novamente se formar na Serra Catarinense e se espalhar em direção à Serra Gaúcha, onde o frio se intensifica.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-derruba-as-temperaturas-e-traz-frio-por-varios-dias-no-centro-sul-1787260907446.jpg" data-image="mmw3sh36b6qf" alt="Previsão de temperaturas mínimas na segunda-feira." title="Previsão de temperaturas mínimas na segunda-feira."><figcaption>Previsão de temperaturas mínimas na segunda-feira mostra que haverá novamente possibilidade de temperaturas negativas e geadas fortes e abrangentes nas serras do RS e de SC.</figcaption></figure><p>Embora o risco de geadas seja consideravelmente menor no Sudeste, não se descarta a possibilidade de formação de <strong>geadas pontuais nas áreas mais frias</strong> e de maior altitude de São Paulo e Minas Gerais, especialmente durante a madrugada e o início da manhã do domingo.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="784683" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-muda-o-tempo-em-sp-e-no-rj-vendaval-chuva-e-frio-de-inverno-veja-a-previsao.html" title="Frente fria muda o tempo em SP e no RJ: vendaval, chuva e frio de inverno; veja a previsão">Frente fria muda o tempo em SP e no RJ: vendaval, chuva e frio de inverno; veja a previsão</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-muda-o-tempo-em-sp-e-no-rj-vendaval-chuva-e-frio-de-inverno-veja-a-previsao.html" title="Frente fria muda o tempo em SP e no RJ: vendaval, chuva e frio de inverno; veja a previsão"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-muda-o-tempo-em-sp-e-no-rj-vendaval-chuva-e-frio-de-inverno-veja-a-previsao-1787239041121_320.jpg" alt="Frente fria muda o tempo em SP e no RJ: vendaval, chuva e frio de inverno; veja a previsão"></a></article></aside><p><strong>As temperaturas voltam a subir a partir da terça-feira (25)</strong>, quando não há mais risco de ocorrência de temperaturas negativas e a probabilidade de geadas cai significativamente em toda a região Sul. Em paralelo, as temperaturas no Sudeste e no Centro-Oeste também <strong>voltam a subir para patamares mais elevados</strong>. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-derruba-as-temperaturas-e-traz-frio-por-varios-dias-ao-centro-sul.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Norte do Chile registrou chuvas históricas: deslizamento de lama deixa parte de Tocopilla soterrada]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/norte-do-chile-registrou-chuvas-historicas-deslizamento-de-lama-deixa-parte-de-tocopilla-soterrada.html</link><pubDate>Thu, 20 Aug 2026 22:03:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Embora a chuva tenha diminuído e até parado em alguns momentos, um forte fluxo de água, rochas e lama desceu pelas encostas de Tocopilla. Felizmente, medidas de mitigação evitaram vítimas fatais.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaz4eky"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaz4eky.jpg" id="xaz4eky"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p><strong>Tempestades severas </strong>no<strong> norte do Chile</strong>, provocadas pela passagem de uma depressão isolada em altitude — denominada "DANA" pelo Serviço Nacional de Meteorologia e Hidrologia do Peru (SENAMHI) — causaram danos significativos devido às <strong>chuvas históricas</strong> que atingiram a região.</p><p>O deserto quente mais árido do planeta registrou — em apenas dois dias — <strong>mais de 37,1 mm de chuva em Tocopilla</strong>, 33,4 mm em Taltal, 20,8 mm em El Salvador e 20,8 mm em Putre, além de mais de 10 mm nas estações meteorológicas dos aeroportos de Arica, Iquique e Antofagasta, segundo dados oficiais da Direção Meteorológica do Chile.</p><p>Além disso, as estações de Arica e Iquique estabeleceram novos recordes de precipitação acumulada máxima em 24 horas, totalizando 8,6 mm em Arica, em 17 de agosto, e 6,6 mm em Iquique, em 18 de agosto — volumes que representam mais de sete vezes a precipitação anual desta última região.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">Aluvión en <a href="https://x.com/hashtag/Tocopilla?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Tocopilla</a> favor ayudar a la gente de población pacífico norte <a href="https://x.com/Carabdechile?ref_src=twsrc%5Etfw">@Carabdechile</a> <a href="https://t.co/d0sgQIZVCn">pic.twitter.com/d0sgQIZVCn</a></p>— JM (@JoosePerez) <a href="https://x.com/JoosePerez/status/2089756510914056664?ref_src=twsrc%5Etfw">August 18, 2026</a></blockquote></figure><p>Chuvas históricas no norte provocaram<strong> inundações em diversas áreas</strong>; a ativação de ravinas e os eventos de movimentação de massa foram os fenômenos mais marcantes, dado o fluxo impressionante de material pelas ruas de cidades como Tocopilla.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">URGENTE Nos llegan más videos del aluvión que está afectando la comuna de Tocopilla, región de Antofagasta. <br><br>Se reportan decenas de vehículos dañados, viviendas afectadas y personas heridas. <br><br>Video compartido por la comunidad de RedGeoChile, desde las calles Sucre con <a href="https://t.co/4y2aPAM60c">pic.twitter.com/4y2aPAM60c</a></p>— Red Geocientífica de Chile (@RedGeoChile) <a href="https://x.com/RedGeoChile/status/2089767166916657339?ref_src=twsrc%5Etfw">August 18, 2026</a></blockquote></figure><p>O <strong>deslizamento de lama em Tocopilla</strong> foi o mais significativo de todos. Apesar das imagens chocantes, as medidas de mitigação implementadas após o deslizamento destrutivo e fatal que atingiu essa cidade em 5 de agosto de 2015 conseguiram canalizar o fluxo de lama, rochas e água que descia das ravinas da região; o fluxo foi desacelerado em bacias de sedimentação antes de prosseguir pelas ruas da cidade.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/qJcBxSHDPW8/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=qJcBxSHDPW8" id="qJcBxSHDPW8"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>Felizmente, <strong>não houve registro de vítimas fatais</strong> durante o deslizamento em Tocopilla, ocorrida na tarde da última terça-feira (18). O Serviço Nacional de Prevenção e Resposta a Desastres (SENAPRED) informou que o episódio de chuvas que atingiu o norte do Chile afetou 810 pessoas e deixou<strong> 1.152 desabrigadas</strong>, 276 casas com danos graves e quase 1.000 casas com danos leves.</p><h2>Os solos do norte não suportam as chuvas</h2><p>Ao contrário das áreas do centro do Chile — onde chuvas frontais de 10 a 30 mm não geram o mesmo impacto que a precipitação observada no norte —, o <strong>tipo de solo e as características das chuvas</strong> associadas a baixas segregadas (depressões isoladas em altitude) foram os <strong>fatores que desencadearam os deslizamentos </strong>de lama.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="qme" dir="ltr"><a href="https://x.com/hashtag/Tocopilla?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Tocopilla</a> <a href="https://x.com/hashtag/Aluvion?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Aluvion</a> <a href="https://t.co/nmG3l3uYy0">pic.twitter.com/nmG3l3uYy0</a></p>— Neomarinero (@Neomarinero) <a href="https://x.com/Neomarinero/status/2089825024312324402?ref_src=twsrc%5Etfw">August 18, 2026</a></blockquote></figure><p>Os <strong>solos nus e com escassa vegetação</strong> da região norte apresentam baixa capacidade de infiltração sob certas condições, o que significa que uma parcela significativa da água pode escoar para as ravinas.</p><p>A <strong>baixa segregada — um sistema de núcleo frio ou depressão isolada de altos níveis</strong> (conhecida em espanhol como DANA) — gera chuvas convectivas e aguaceiros intensos, capazes de liberar grandes volumes de precipitação das nuvens em um curto intervalo de tempo. As enxurradas resultantes percorrem ravinas que raramente apresentam fluxo de água; quando isso ocorre, é geralmente durante o verão, impulsionado pelas chuvas sazonais que alcançam as áreas do interior.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">URGENTE ️ Se registra aluvión en el sector Tres Marías, comuna de Tocopilla.<br><br>Actualizaremos...<br><br> Video compartido por la comunidad de RedGeoChile. <a href="https://t.co/0XYtot2XAp">pic.twitter.com/0XYtot2XAp</a></p>— Red Geocientífica de Chile (@RedGeoChile) <a href="https://x.com/RedGeoChile/status/2089752446654411140?ref_src=twsrc%5Etfw">August 18, 2026</a></blockquote></figure><p>O<strong> relevo</strong> do norte foi outro fator que determinou a forma como a chuva caía. A enorme barreira formada pela cadeia de montanhas costeira — que se erguia abruptamente a quase 2.000 metros — era um ponto focal onde se desencadeavam as chuvas mais intensas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781310" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/cidades-cada-vez-mais-quentes-10-infraestruturas-verdes-para-mitigar-o-efeito-de-ilha-de-calor-urbana.html" title="Cidades cada vez mais quentes: 10 infraestruturas verdes para mitigar o efeito de ilha de calor urbana">Cidades cada vez mais quentes: 10 infraestruturas verdes para mitigar o efeito de ilha de calor urbana</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/cidades-cada-vez-mais-quentes-10-infraestruturas-verdes-para-mitigar-o-efeito-de-ilha-de-calor-urbana.html" title="Cidades cada vez mais quentes: 10 infraestruturas verdes para mitigar o efeito de ilha de calor urbana"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/citta-sempre-piu-calde-le-10-infrastrutture-verdi-indispensabili-per-mitigare-l-isola-di-calore-urbana-1785151514601_320.jpeg" alt="Cidades cada vez mais quentes: 10 infraestruturas verdes para mitigar o efeito de ilha de calor urbana"></a></article></aside><p>Toda a precipitação ocorrida nas áreas do interior somou-se à chuva que havia caído nas proximidades da cidade — a qual, na verdade, já havia cessado várias horas antes de o deslizamento de lama atingir o local. A <strong>inclinação do terreno acelerou o fluxo, que arrastou veículos em seu caminho e deixou parte da cidade soterrada</strong> sob uma camada de terra, areia e pedras que, a julgar pelas imagens divulgadas pela imprensa local, ultrapassava um metro de espessura.</p><p>As operações de limpeza continuam na área mais atingida da cidade de Tocopilla.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="MeteoChile" data-year="" data-title="Precipitaciones%20norte%20de%20Chile%20-%2016%20al%2018%20de%20agosto" data-url="https%3A%2F%2Fx.com%2Fmeteochile_dmc%2Fstatus%2F2090200017219043711%2Fphoto%2F2">MeteoChile. <a href="https://x.com/meteochile_dmc/status/2090200017219043711/photo/2" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Precipitaciones norte de Chile - 16 al 18 de agosto</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/norte-do-chile-registrou-chuvas-historicas-deslizamento-de-lama-deixa-parte-de-tocopilla-soterrada.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria muda o tempo em SP e no RJ: vendaval, chuva e frio de inverno; veja a previsão]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-muda-o-tempo-em-sp-e-no-rj-vendaval-chuva-e-frio-de-inverno-veja-a-previsao.html</link><pubDate>Thu, 20 Aug 2026 20:49:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma frente fria oceânica favorecerá pancadas de chuva entre esta sexta (21) e o sábado (22) para parte de São Paulo e o Rio de Janeiro, além de rajadas de vento e uma queda das temperaturas.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xazbvfq"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xazbvfq.jpg" id="xazbvfq"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Entre esta <strong>sexta-feira (21) </strong>e o <strong>sábado (22)</strong> uma <strong>frente fria oceânica </strong>atuará de forma mais costeira na Região Sudeste do Brasil, aumentando as condições para <strong>pancadas de chuva</strong> e, especialmente, <strong>vendavais</strong> em parte de <strong>São Paulo</strong> e no <strong>Rio de Janeiro</strong>.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>O sistema levará chuvas a algumas áreas da Baixada Santista, Litoral Norte e Vale do Paraíba e, principalmente, ao centro-sul do Rio de Janeiro, além de <strong>rajadas de vento que podem superar os 70 km/h</strong> e de uma posterior <strong>queda das temperaturas</strong>.</p><p>Acompanhe a seguir os detalhes da previsão do tempo.</p><h2>Chuva e vendavais em SP e RJ entre amanhã e sábado</h2><p>A <strong>frente fria</strong> associada ao ciclone extratropical que se formou hoje (20) entre o Sul do Brasil, Uruguai e Argentina vai se aproximar do Sudeste brasileiro entre amanhã (21) e o sábado (22), mas ela terá <strong>atuação mais oceânica</strong> e não trará grandes problemas à região em relação às chuvas.</p><p>As<strong> principais mudanças</strong> em relação à ela serão a virada dos ventos e a posterior queda das temperaturas nos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro.</p><p><strong>Não há previsão de chuva forte e generalizada</strong> nestes estados, como geralmente costumamos observar durante a atuação desses sistemas. Mas ele vai aumentar as condições para<strong> pancadas de chuva isoladas e vendavais</strong>, especialmente no estado fluminense.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-muda-o-tempo-em-sp-e-no-rj-vendaval-chuva-e-frio-de-inverno-veja-a-previsao-1787243322551.png" data-image="ks9faj4v19ec"><figcaption>Previsão de precipitação (em mm) e nebulosidade para sexta-feira (21) às 17h à esquerda e às 23h à direita, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Em <strong>São Paulo</strong>, o sistema pode provocar <strong>chuvas fracas </strong>ou até<strong> alguma pancada isolada mais forte</strong> ao longo da <strong>sexta (21) </strong>em áreas da <strong>Baixada Santista, Litoral Norte e Vale do Paraíba</strong>.</p><p>Além disso, o sistema também provocará uma mudança dos ventos. Ao longo da <strong>sexta-feira (21) </strong>podem ocorrer <strong>vendavais de 50 a 60 km/h em áreas do leste</strong> <strong>paulista</strong> e<strong> pontualmente se aproximar dos 70 km/h no litoral norte</strong>. Atenção também ao mar agitado próximo à costa. Atenção também para o <strong>levantamento de poeira e redução da visibilidade</strong> devido à ventania e ao ar muito seco no estado paulista.</p><p>A <strong>capital </strong>paulista tem previsão de tempo firme, com sol entre nuvens e rajadas em torno dos 42 km/h na sexta-feira (21).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-muda-o-tempo-em-sp-e-no-rj-vendaval-chuva-e-frio-de-inverno-veja-a-previsao-1787243694036.png" data-image="yq0wc6jf48fo"><figcaption>Previsão de rajadas de vento (km/h) para a sexta-feira (21) às 14h à esquerda e às 17h à direita, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>No <strong>Rio de Janeiro</strong>, a frente fria provocará pancadas de<strong> chuva moderadas a pontualmente fortes e risco de temporais isolados</strong> entre a <strong>noite de sexta (21) e madrugada de sábado (22)</strong> em áreas da Região Metropolitana, do Centro, Baixadas e em parte do Norte. </p><p> O sistema também trará fortes vendavais a este estado na sexta-feira (21), especialmente no período da tarde. São esperadas<strong> rajadas entre 50 e 75 km/h</strong> na <strong>Região Metropolitana, Baixadas e Norte fluminenses</strong>, incluindo a faixa litorânea, mas<strong> pontualmente elas podem superar este valor</strong>. O mar fica agitado próximo à costa. </p><div class="texto-destacado">Vendavais entre 50 e 70 km/h no leste de São Paulo e no Rio de Janeiro nesta sexta-feira (21), mas pontualmente podendo superar este valor, especialmente na faixa litorânea.</div><p> A <strong>capital </strong>fluminense terá condições para chuva fraca durante a noite e vendavais em torno dos <strong>60 km/h durante a tarde</strong>. </p><p>Atenção aos <strong>transtornos </strong>que esses <strong>vendavais </strong>podem trazer, como queda de galhos, de estruturas e cortes no fornecimento de energia, além de riscos à nevegação e à pesca na costa.</p><h2>Queda das temperaturas a partir do fim de semana</h2><p>A partir deste fim de semana as <strong>temperaturas terão uma breve queda</strong> no leste de São Paulo e em áreas do centro-sul do Rio de Janeiro.</p><p>No sábado (22) e domingo (23) as <strong>máximas </strong>já ficam mais amenas durante as tardes em áreas do <strong>leste paulista</strong> e do <strong>sul e Região Serrana do Rio</strong>, onde vão variar entre <strong>16°C e 20°C</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="784658" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-e-frente-fria-mantem-alertas-de-vendavais-para-o-sul-e-o-sudeste-confira-o-alerta.html" title="Ciclone e frente fria mantêm alertas de vendavais para o Sul e o Sudeste; confira o alerta">Ciclone e frente fria mantêm alertas de vendavais para o Sul e o Sudeste; confira o alerta</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-e-frente-fria-mantem-alertas-de-vendavais-para-o-sul-e-o-sudeste-confira-o-alerta.html" title="Ciclone e frente fria mantêm alertas de vendavais para o Sul e o Sudeste; confira o alerta"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-e-frente-fria-mantem-alertas-de-vendavais-para-o-sul-e-o-sudeste-confira-o-alerta-1787226420555_320.jpg" alt="Ciclone e frente fria mantêm alertas de vendavais para o Sul e o Sudeste; confira o alerta"></a></article></aside><p>Mas no início da próxima semana, o frio se espalha um pouco mais e as temperaturas máximas despencam mais um pouco nestas áreas, chegando <strong>pontualmente em torno dos 12°C a 14°C</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-muda-o-tempo-em-sp-e-no-rj-vendaval-chuva-e-frio-de-inverno-veja-a-previsao-1787245232025.jpg" data-image="8o32v3pmsy4e"><figcaption>Previsão da temperatura mínima do ar (°C) para o domingo (23).</figcaption></figure><p>E fará frio pela manhã nos próximos dias. As temperaturas <strong>mínimas </strong>(mapa acima) vão variar<strong> entre 10°C e 17°C em São Paulo</strong>, mas podendo cair para os <strong>8°C em pontos elevados do Vale do Paraíba</strong>. </p><p>Já no <strong>Rio de Janeiro</strong>, as <strong>mínimas </strong>vão ficar<strong> entre 10°C e 20°C</strong>, mas também podendo chegar aos <strong>8°C em pontos do sul e da Região Serrana</strong>.</p><p>Na capital paulista, mínima de 13°C<strong> </strong>e máxima de 20°C; e a capital fluminense com mínima de 19°C e máxima de 22°C no início da próxima semana.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-muda-o-tempo-em-sp-e-no-rj-vendaval-chuva-e-frio-de-inverno-veja-a-previsao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Chuvas intensas no RS causam alagamentos, bloqueios e deixam desabrigados]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/chuvas-intensas-no-rs-causam-alagamentos-bloqueios-e-deixam-desabrigados.html</link><pubDate>Thu, 20 Aug 2026 19:21:06 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Estabelecimentos comerciais de produtos importados na fronteira uruguaia precisaram fechar as portas ou instalar barreiras com sacos de areia para evitar que a água invadisse os prédios durante a cheia. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-intensas-no-rs-causam-alagamentos-bloqueios-e-deixam-desabrigados-1787252216656.jpg" data-image="uikaoljxfvgi" alt="Chuvas provocaram a cheia do Rio Jaguarão, no Uruguai — Foto: Imagens cedidas/ Gustavo Echevengua" title="Chuvas provocaram a cheia do Rio Jaguarão, no Uruguai — Foto: Imagens cedidas/ Gustavo Echevengua"><figcaption>Chuvas provocaram a cheia do Rio Jaguarão, no Uruguai — Foto: Imagens cedidas/ Gustavo Echevengua</figcaption></figure><p>O excesso de chuva continua a provocar transtornos significativos em diversos municípios da região sul do Rio Grande do Sul. Na manhã desta quinta-feira (20), <strong>Bagé registrou o bloqueio de vias urbanas e rurais, incluindo a Estrada de Arvorezinha</strong> e acessos a pontes locais.</p><p>A Estação de Tratamento de Água (ETA) de Bagé <strong>acumulou 225,9 mm de precipitação nos primeiros 20 dias do mês</strong>. Com as três barragens locais cheias, a prefeitura atendeu 406 pedidos de distribuição de lonas para cobrir destelhamentos provocados pelos temporais recentes.</p><h2>Interdições em Bagé e mobilização municipal</h2><p>Além do bloqueio na Estrada de Arvorezinha, <strong>as pontes da rua Ernesto Médici, no bairro Getúlio Vargas, e do Passo do 11 ficaram totalmente sem acesso</strong>. O pontilhão do bairro Álvaro Laranjeira também foi afetado pelo acúmulo de água.</p><p>Na Avenida Portugal, <strong>a circulação de veículos precisou ser normalizada após a remoção de uma árvore caída</strong>. Uma frente de trabalho coordenada pela Defesa Civil reuniu diversas secretarias, incluindo Meio Ambiente, Infraestrutura e Desenvolvimento Rural, para amenizar os estragos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-intensas-no-rs-causam-alagamentos-bloqueios-e-deixam-desabrigados-1787251646783.jpg" data-image="xrpq5df6gzlq" alt="Alagamentos no bairro Getúlio Vargas, em Bagé. Foto: Reprodução/ Prefeitura de Bagé" title="Alagamentos no bairro Getúlio Vargas, em Bagé. Foto: Reprodução/ Prefeitura de Bagé"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-204033">Alagamentos no bairro Getúlio Vargas, em Bagé. Foto: Reprodução/ Prefeitura de Bagé</figcaption></figure><p>A maior parte dos chamados para assistência emergencial partiu de moradores residentes na zona leste do município. <strong>As equipes municipais continuam monitorando as áreas mais vulneráveis</strong> e atuando na desobstrução de pontos críticos da infraestrutura urbana e rural.</p><h2>Volumes históricos e impacto de ciclone em Pelotas</h2><p>Em Pelotas, <strong>a precipitação atingiu a marca de 421 mm entre 12 de julho e 20 de agosto de 2026</strong>. Esse volume representa quase o dobro da média climatológica para o bimestre, que costuma somar 229 mm de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (<a href="https://portal.inmet.gov.br/" target="_blank">INMET</a>).</p><p>Os dados da estação da Defesa Civil estadual, no Arroio Pelotas, mostram que choveu em 30 dos últimos 40 dias. O período mais crítico registrou acumulado de <strong>84 mm no dia 16 de agosto, seguido por 53 mm no dia 18 e 47 mm no dia 6 de agosto</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-intensas-no-rs-causam-alagamentos-bloqueios-e-deixam-desabrigados-1787251968421.jpg" data-image="3w9qbllw4dcq" alt="A passagem recente de um ciclone extratropical agravou os impactos das precipitações constantes em Pelotas. Foto: Gabriel de Bem / Agencia RBS" title="A passagem recente de um ciclone extratropical agravou os impactos das precipitações constantes em Pelotas. Foto: Gabriel de Bem / Agencia RBS"><figcaption>A passagem recente de um ciclone extratropical agravou os impactos das precipitações constantes em Pelotas. Foto: Gabriel de Bem / Agencia RBS</figcaption></figure><p>Nessa mesma data, <strong>a passagem de um ciclone extratropical gerou rajadas de vento de 66 km/h</strong> sobre o município. O vendaval destelhou imóveis e provocou interrupções no fornecimento de energia elétrica para milhares de moradores locais.</p><h2>Transbordamento do Rio Jaguarão e impactos na fronteira</h2><p>Na fronteira entre o Brasil e o Uruguai, <strong>a cheia do Rio Jaguarão alcançou 4,90 metros na noite de quarta-feira (19)</strong>, superando a cota de transbordamento de 4,50 metros. Cerca de 40 famílias foram desalojadas no município gaúcho e levadas para um abrigo temporário no ginásio municipal.</p><p>A elevação do leito forçou <strong>a suspensão das aulas nas 25 escolas da rede municipal de Jaguarão</strong>, atingindo mais de 2.000 estudantes. Nas residências ribeirinhas, famílias precisaram erguer móveis e bens para diminuir perdas materiais diante da cheia repentina.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="784658" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-e-frente-fria-mantem-alertas-de-vendavais-para-o-sul-e-o-sudeste-confira-o-alerta.html" title="Ciclone e frente fria mantêm alertas de vendavais para o Sul e o Sudeste; confira o alerta">Ciclone e frente fria mantêm alertas de vendavais para o Sul e o Sudeste; confira o alerta</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-e-frente-fria-mantem-alertas-de-vendavais-para-o-sul-e-o-sudeste-confira-o-alerta.html" title="Ciclone e frente fria mantêm alertas de vendavais para o Sul e o Sudeste; confira o alerta"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-e-frente-fria-mantem-alertas-de-vendavais-para-o-sul-e-o-sudeste-confira-o-alerta-1787226420555_320.jpg" alt="Ciclone e frente fria mantêm alertas de vendavais para o Sul e o Sudeste; confira o alerta"></a></article></aside><p>Na vizinha Rio Branco, no Uruguai, <strong>o transbordamento alcançou ruas e o centro comercial de free shops</strong>, restringindo a circulação ao tráfego de moradores e funcionários locais. Lojas fecharam as portas, enquanto lojistas usaram barreiras de sacos de areia para evitar prejuízos maiores. </p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Ang%C3%A9lica%20Silveira" data-year="2026" data-title="Chuva%20causa%20interdi%C3%A7%C3%B5es%20de%20ruas%20Bag%C3%A9" data-url="https%3A%2F%2Fwww.correiodopovo.com.br%2Fnot%25C3%25ADcias%2Fcidades%2Fchuva-causa-interdicoes-de-ruas-bage-1.1740740">Angélica Silveira. (2026). <a href="https://www.correiodopovo.com.br/not%C3%ADcias/cidades/chuva-causa-interdicoes-de-ruas-bage-1.1740740" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Chuva causa interdições de ruas Bagé</a>.</cite><br><cite data-author="Douglas%20Dutra" data-year="2026" data-title="Com%20chuva%20em%2030%20dos%20%C3%BAltimos%2040%20dias%2C%20volume%20chega%20a%20421%20mil%C3%ADmetros%20em%20Pelotas" data-url="https%3A%2F%2Fgauchazh.clicrbs.com.br%2Fzona-sul%2Fgeral%2Fnoticia%2F2026%2F08%2Fcom-chuva-em-30-dos-ultimos-40-dias-volume-chega-a-421-milimetros-em-pelotas-cmt1ns33b001g01ijyb0zjitc.html">Douglas Dutra. (2026). <a href="https://gauchazh.clicrbs.com.br/zona-sul/geral/noticia/2026/08/com-chuva-em-30-dos-ultimos-40-dias-volume-chega-a-421-milimetros-em-pelotas-cmt1ns33b001g01ijyb0zjitc.html" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Com chuva em 30 dos últimos 40 dias, volume chega a 421 milímetros em Pelotas</a>.</cite><br><cite data-author="St%C3%A9fane%20Costa%2C%20Madu%20Brito%2C%20RBS%20TV%20e%20g1%20RS" data-year="2026" data-title="Cheia%20de%20rio%20no%20RS%20tira%20fam%C3%ADlias%20de%20casa%20e%20fecha%20com%C3%A9rcio%20de%20free%20shops%20na%20fronteira%20com%20o%20Uruguai" data-url="https%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Frs%2Frio-grande-do-sul%2Fnoticia%2F2026%2F08%2F19%2Fcheia-rio-rs-tira-familias-casa-fecha-comercio-free-shops-fronteira-uruguai.ghtml">Stéfane Costa, Madu Brito, RBS TV e g1 RS. (2026). <a href="https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2026/08/19/cheia-rio-rs-tira-familias-casa-fecha-comercio-free-shops-fronteira-uruguai.ghtml" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Cheia de rio no RS tira famílias de casa e fecha comércio de free shops na fronteira com o Uruguai</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/chuvas-intensas-no-rs-causam-alagamentos-bloqueios-e-deixam-desabrigados.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Após frio de inverno, bolha de ar quente atinge as 5 regiões do Brasil]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/apos-frio-de-inverno-bolha-de-ar-quente-atinge-as-5-regioes-do-brasil.html</link><pubDate>Thu, 20 Aug 2026 18:42:14 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma mudança de padrão está prevista para a próxima semana, após o episódio de frio trazido pelo sistema frontal dos próximos dias. Uma bolha de calor deve elevar as temperaturas acima de 40°C em uma ampla área do Brasil, podendo ultrapassar 44°C em algumas localidades.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xazc3t2"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xazc3t2.jpg" id="xazc3t2"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p><strong>Temperaturas</strong> acima da média e <strong>excepcionalmente</strong> <strong>elevadas</strong> devem se expandir pelo Brasil na<strong> próxima semana.</strong> A metade norte do país vem enfrentando temperaturas elevadas, previstas para persistirem por um período prolongado. A partir de <strong>quarta-feira (26) </strong>essa <strong>bolha de ar quente se expande</strong>, com previsão de afetar as <strong>5 regiões</strong> do Brasil e se intensificar até o fim da semana. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/apos-frio-de-inverno-bolha-de-ar-quente-atinge-as-5-regioes-do-brasil-1787241813513.png" data-image="gck5ncbm8867" alt="calor" title="calor"><figcaption>Previsão de anomalia semanal de temperatura entre 24 e 23 de agosto segundo o ECMWF. Créditos: ECMWF.</figcaption></figure><p>Essa mudança de padrão se reflete também na previsão de anomalia semanal de temperatura do modelo ECMWF para a semana entre 24 e 31 de agosto. O modelo prevê temperaturas entre 1°C e 3°C acima da média predominando sobre praticamente todo o país, sendo que na área central do país as anomalias podem ser entre 3°C e 6°C acima da média. Confira os detalhes.</p><h2>Mudança de padrão à vista</h2><p>Enquanto o Centro-sul do Brasil se prepara para enfrentar condições meteorológicas de um ciclone extratropical e suas respectivas frente fria e massa de ar frio, na próxima semana o quadro muda. Na<strong> terça-feira (25) </strong>as máximas devem ser entre <strong>14°C e 22°C</strong> na região Sul e faixa leste do Sudeste, <strong>mas na quarta (26) </strong>os<strong> termômetros sobem em todo o país. </strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/apos-frio-de-inverno-bolha-de-ar-quente-atinge-as-5-regioes-do-brasil-1787241969270.png" data-image="o49wxcj7nj0a" alt="Previsão de temperatura máxima para terça-feira (25), segundo o GFS." title="Previsão de temperatura máxima para terça-feira (25), segundo o GFS."><figcaption>Previsão de temperatura máxima para terça-feira (25), segundo o GFS.</figcaption></figure><p>O <strong>calor</strong> está previsto alcançar as<strong> 5 regiões </strong>do Brasil com temperaturas máximas acima de 30°C. As <strong>maiores temperaturas</strong> estão previstas para o <strong>Centro-Oeste</strong>, com máximas que podem<strong> ultrapassar 44°C </strong>no oeste do Mato Grosso do Sul, segundo o modelo GFS.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="784544" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-frio-traz-queda-brusca-das-temperaturas-de-ate-7-c-veja-para-onde-o-frio-de-inverno-retorna.html" title="Ar frio traz queda brusca das temperaturas para até -7°C; veja para onde o frio de inverno retorna">Ar frio traz queda brusca das temperaturas para até -7°C; veja para onde o frio de inverno retorna</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-frio-traz-queda-brusca-das-temperaturas-de-ate-7-c-veja-para-onde-o-frio-de-inverno-retorna.html" title="Ar frio traz queda brusca das temperaturas para até -7°C; veja para onde o frio de inverno retorna"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ar-frio-traz-queda-brusca-das-temperaturas-de-ate-7-c-veja-para-onde-o-frio-de-inverno-retorna-1787157066274_320.jpg" alt="Ar frio traz queda brusca das temperaturas para até -7°C; veja para onde o frio de inverno retorna"></a></article></aside><p>Temperaturas entre<strong> 40°C e 44°C</strong> estão previstas sobre uma <strong>ampla área</strong> neste mesmo dia, abrangendo o<strong> Centro-Oeste, Norte e Nordeste</strong>, enquanto na faixa oeste do <strong>Sudeste</strong> as temperaturas devem se <strong>aproximar de 40°C</strong>. Na região <strong>Sul</strong> as maiores temperaturas podem alcançar <strong>35°C</strong>, principalmente no oeste. Este padrão deve se manter até o final de agosto quando, na virada do mês uma nova frente fria está prevista.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/apos-frio-de-inverno-bolha-de-ar-quente-atinge-as-5-regioes-do-brasil-1787241983583.png" data-image="eh4w3ut69n9e" alt="Previsão de temperatura máxima para quarta-feira (26), segundo o GFS." title="Previsão de temperatura máxima para quarta-feira (26), segundo o GFS."><figcaption>Previsão de temperatura máxima para quarta-feira (26), segundo o GFS.</figcaption></figure><p>As <strong>temperaturas elevadas</strong> estão previstas ocorrer simultaneamente com <strong>níveis muito baixos de umidade relativa do ar</strong>, trazendo uma combinação ‘desértica’ e perigosa tanto para a saúde quanto para o meio ambiente. </p><p>A <strong>combinação</strong> de calor e baixa umidade do ar <strong>favorece</strong> o aumento de <strong>doenças cardiorrespiratórias e o risco de queimadas</strong>. É importante evitar exposição ao sol e exercícios físicos nos horários mais quentes do dia, incluindo passeios com os pets, ingerir bastante água e, sempre que possível, umidificar os ambientes.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/apos-frio-de-inverno-bolha-de-ar-quente-atinge-as-5-regioes-do-brasil.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ciclone atinge o Sul do Brasil: rajadas de 100 km/h colocam silos e aviários em alerta]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-atinge-o-sul-do-brasil-rajadas-de-100-km-h-colocam-silos-e-aviarios-em-alerta.html</link><pubDate>Thu, 20 Aug 2026 17:45:31 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Um ciclone deve produzir rajadas acima de 70 km/h no Sul, com picos próximos de 100 km/h, ameaçando silos, aviários, estufas, energia e operações rurais entre quinta e sexta-feira, antes da entrada do ar frio.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xazboli"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xazboli.jpg" id="xazboli"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p><strong>Um ciclone extratropical deve se formar sobre o Rio Grande do Sul na quinta-feira</strong>, 20 de agosto. As rajadas superarão 70 km/h em áreas gaúchas, catarinenses e paranaenses, com picos próximos de 100 km/h entre as serras Gaúcha e Catarinense na madrugada de sexta-feira, 21. O evento alcança tabaco em transplantio e hortaliças protegidas entre Pelotas, Chapecó e o sudoeste do Paraná.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p><strong>O vento restringe pulverizações, pivôs e máquinas, enquanto coberturas de estufas</strong>, aviários, galpões e silos ficam expostas. A chuva pode superar 50 mm/dia no sul gaúcho, comprometendo acessos e energia usada em ventilação, aquecimento e abastecimento de água. O intervalo mais crítico começa na tarde de quinta e atravessa a madrugada de sexta-feira.</p><h2>Ciclone concentra vento mais forte entre RS e SC </h2><p>Na madrugada de quinta-feira, tempestades avançam pelo oeste de Santa Catarina e pelo Rio Grande do Sul. Rajadas acima de 50 km/h atingem RS, SC, PR e o sul de Mato Grosso do Sul; nas serras gaúcha e catarinense, superam 70 km/h até a noite. <strong>Na madrugada de sexta, valores localizados próximos de 100 km/h alcançam o nordeste gaúcho </strong>e o sudeste catarinense. Esses patamares equivalem, respectivamente, a 19,4 e 27,8 metros por segundo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-atinge-o-sul-do-brasil-rajadas-de-100-km-h-colocam-silos-e-aviarios-em-alerta-1787237662559.jpg" data-image="9d9mwf3qsclw" alt="vento, rajadas, Sul, sudeste" title="vento, rajadas, Sul, sudeste"><figcaption>Previsão de rajadas para sexta-feira (21), às 6h, indica vento de 60 a 80 km/h no litoral do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.</figcaption></figure><p>No Vale do Rio Pardo, litoral catarinense e oeste paranaense, há tabaco em viveiros ou recém-transplantado. <strong>O vento pode rasgar plástico e deslocar bandejas. </strong>Em Caxias do Sul, Florianópolis e Curitiba, estufas mal fixadas expõem alface, tomate e outras hortaliças em crescimento ou colheita.</p><h2>Chuva de 50 mm amplia o risco operacional nas propriedades </h2><p>No extremo sul gaúcho, <strong>a precipitação pode passar de 50 mm em 24 horas</strong> na quinta e superar 110 mm até sexta. Cada 50 mm representa 50 litros de água por metro quadrado. Campanha, Pelotas, Jaguarão e Rio Grande entram no período com solos úmidos e rios elevados. Acessos encharcados podem atrasar ração, leite, aves e insumos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-atinge-o-sul-do-brasil-rajadas-de-100-km-h-colocam-silos-e-aviarios-em-alerta-1787237828323.jpg" data-image="ud2mbazwdchm" alt="chuva, acumulada, anomalia" title="chuva, acumulada, anomalia"><figcaption>Previsão de chuva acumulada (mm) até sexta-feira (21), às 18h.</figcaption></figure><p><strong>Em aviários e instalações de suínos, falhas elétricas interrompem ventilação, bombeamento e água</strong>. Em silos e armazéns de Santa Maria, Passo Fundo e Chapecó, chuva com vento favorece infiltração por calhas, telhas ou portas. Rajadas de 70 km/h tornam insegura qualquer inspeção em altura. Estoques devem permanecer fechados e elevados, sem bloquear drenagens ou rotas de emergência.</p><ul> <li><strong>Sul do RS:</strong> mais de 50 mm/dia pode bloquear estradas; antecipar ração e combustível reduz deslocamentos.</li> <li><strong>Serras Gaúcha e Catarinense:</strong> acima de 70 km/h, revisar telhas, lonas e laterais antes de quinta.</li> <li><strong>Oeste de SC e PR:</strong> acima de 50 km/h, suspender pulverização e drones por deriva e perda de controle.</li> <li><strong>Litoral Sul:</strong> perto de 100 km/h, manter pessoas longe de árvores e coberturas danificadas.</li> </ul><h2>Janela de manejo fecha nesta quinta (20) e melhora no fim de semana </h2><p>A faixa favorável à pulverização é muito inferior: referências técnicas indicam 3,2 a 6,5 km/h, enquanto valores acima de 9,5 a 10 km/h elevam a deriva. Com rajadas de 50 a 100 km/h entre RS, SC e PR, <strong>aplicações, drones e manutenção de telhados devem ser suspensos</strong>, seguindo rótulo, fabricante e avaliação local.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="784658" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-e-frente-fria-mantem-alertas-de-vendavais-para-o-sul-e-o-sudeste-confira-o-alerta.html" title="Ciclone e frente fria mantêm alertas de vendavais para o Sul e o Sudeste; confira o alerta">Ciclone e frente fria mantêm alertas de vendavais para o Sul e o Sudeste; confira o alerta</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-e-frente-fria-mantem-alertas-de-vendavais-para-o-sul-e-o-sudeste-confira-o-alerta.html" title="Ciclone e frente fria mantêm alertas de vendavais para o Sul e o Sudeste; confira o alerta"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-e-frente-fria-mantem-alertas-de-vendavais-para-o-sul-e-o-sudeste-confira-o-alerta-1787226420555_320.jpg" alt="Ciclone e frente fria mantêm alertas de vendavais para o Sul e o Sudeste; confira o alerta"></a></article></aside><p><strong>O ciclone se afasta na sexta, mas o litoral gaúcho e catarinense ainda pode ter rajadas no sábado, </strong>22. Depois, o ar polar reduz as mínimas para 4°C nas serras e pode gerar valores negativos na segunda, 24. Geradores, cortinas de aviários e aquecimento devem ser testados; pulverização, adubação e máquinas só retornam após vistoria em Pelotas, Lages e Cascavel.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-atinge-o-sul-do-brasil-rajadas-de-100-km-h-colocam-silos-e-aviarios-em-alerta.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Tem mais de 3700 anos e ainda produz azeitonas: a história da oliveira mais antiga de Portugal]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/tem-mais-de-3700-anos-e-ainda-produz-azeitonas-a-historia-da-oliveira-mais-antiga-de-portugal.html</link><pubDate>Thu, 20 Aug 2026 16:11:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Há árvores que prosperam por décadas ou séculos. E depois há as oliveiras milenares, autênticas cápsulas vivas do tempo, capazes de testemunhar a passagem de civilizações inteiras e de continuar a produzir azeitona. Conheça a que já terá superado os 3700 anos em Portugal.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/tem-mais-de-3-700-anos-e-ainda-produz-azeitonas-a-historia-da-oliveira-mais-antiga-de-portugal-1787143695958.jpg" data-image="a9r3vmo3pdvw"><figcaption>Oliveira do Peso, Herdade do Peso - Vidigueira. Imagem: © Nuno Fox, Expresso (2023).</figcaption></figure><p><strong>Em Portugal contam-se centenas de oliveiras com mais de dois mil anos de existência</strong>. Algumas já terão mesmo ultrapassado os três mil anos. A idade estimada destas oliveiras tem sido estimada através de um método científico desenvolvido por investigadores da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), que transforma características do tronco numa espécie de relógio biológico.</p><p>Durante bastante tempo a mais famosa foi a <strong>Oliveira do Mouchão, em Abrantes</strong>. Em 2018 a UTAD calculava a sua idade em torno dos <strong>3350 anos, tendo sido contemporânea dos Fenícios, Celtiberos e Romanos</strong> e sobrevivido a invasões, migrações e profundas transformações da paisagem. Mesmo após milhares de anos de intempéries, esta célebre oliveira continuava a produzir azeitona em 2022.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tem-mais-de-3-700-anos-e-ainda-produz-azeitonas-a-historia-da-oliveira-mais-antiga-de-portugal-1787143863651.jpg" data-image="s8m9jle74302"><figcaption>Oliveira do Mouchão, em Abrantes. Imagem: © João Pinheiro, Wikimedia Commons.</figcaption></figure><p>Entretanto surgiu uma candidata mais antiga. <strong>Na Herdade do Peso, na Vidigueira, vive a Oliveira do Peso, cuja idade foi estimada em mais de 3700 anos</strong> de acordo com o reconhecimento realizado em 2021. Esta oliveira chegou a ser candidata ao concurso Árvore Portuguesa do Ano 2024, tendo ficado em terceiro lugar.</p><p>Segundo um comunicado da referida propriedade, a sua importância vai além de um único exemplar dado que, aquela que é <strong>a “oliveira milenar mais antiga da Herdade do Peso”</strong>, situa-se numa planície onde está “um conjunto de oliveiras cuja soma de idades ultrapassa os 7000 anos de idade”.</p><h2>Eis como os pesquisadores calcularam a idade de uma árvore milenar</h2><p>O método desenvolvido pela UTAD e já patenteado baseia-se num modelo matemático que relaciona <strong>a idade provável da árvore com características como o diâmetro, a altura e o perímetro do tronco</strong>. Em colaboração com a empresa Oliveiras Milenares, este método tem permitido estudar vários exemplares em Portugal e no estrangeiro, tendo permitido identificar a idade de outras oliveiras extraordinárias.</p><p>São casos disso <strong>a oliveira de Santa Iria de Azóia (idade estimada em cerca de 2850 anos) ou a de Monsaraz (idade estimada em cerca de 2450 anos)</strong>. Refira-se ainda a existência de outras oliveiras milenares espalhadas por todo o país, sobretudo a sul do rio Mondego, embora também existam casos a norte: Estremoz, Montemor-o-Novo, Lagoa, Beja, Vilamoura, Évora e no Parque de Serralves (Porto).</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="753581" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/o-santuario-vivo-das-oliveiras-milenares-do-planeta-sabe-onde-e.html" title="O santuário vivo das oliveiras milenares do planeta. Sabe onde é?">O santuário vivo das oliveiras milenares do planeta. Sabe onde é?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/o-santuario-vivo-das-oliveiras-milenares-do-planeta-sabe-onde-e.html" title="O santuário vivo das oliveiras milenares do planeta. Sabe onde é?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/o-santuario-vivo-das-oliveiras-milenares-do-planeta-sabe-onde-e-1770734151152_320.png" alt="O santuário vivo das oliveiras milenares do planeta. Sabe onde é?"></a></article></aside><p><strong>A UTAD revelou ter sido convidada também a aplicar este método de investigação científica além-fronteiras</strong>, tendo estudado oliveiras em Espanha e França, incluindo exemplares em Bordéus, Girona, Málaga e na ilha de Menorca. Neste último território insular espanhol foi certificada uma árvore com mais de 2300 anos.</p><h2>O segredo da longevidade das oliveiras </h2><p>Segundo <strong>José Luís Louzada, investigador na UTAD</strong>, a mesma instituição de ensino onde foi desenvolvido o método científico que sustenta a datação destas árvores, uma das principais razões é a extraordinária capacidade de rejuvenescimento da oliveira.</p><p>Assim, um <strong>“pedaço de tronco, por mais velho que esteja, tem a capacidade de voltar a rebentar”</strong>, fazendo com que seja possível a árvore continuar “a produzir azeitona”. Entre outros fatores, este cientista atribui a longevidade ao facto de ser uma espécie <strong>“muito bem adaptada ao nosso clima mediterrâneo”</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tem-mais-de-3-700-anos-e-ainda-produz-azeitonas-a-historia-da-oliveira-mais-antiga-de-portugal-1787144139359.jpg" data-image="prwe60a1v5po"><figcaption>Bem adaptada ao clima mediterrâneo, a oliveira combina resistência e capacidade de regeneração de uma forma excecional. </figcaption></figure><p>No nosso país<strong> estas oliveiras localizam-se "especialmente a sul do Mondego" e podem, "em teoria", viver "uma eternidade</strong>, ultrapassando a idade das inúmeras gerações que passem pelo mesmo território".</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Ema%20Gil%20Pires" data-year="2026" data-title="Portugal%20guarda%20centenas%20de%20oliveiras%20milenares%20%E2%80%94%20e%20uma%20pode%20ter%20mais%20de%203700%20anos" data-url="https%3A%2F%2Fpt.euronews.com%2F2026%2F08%2F17%2Fportugal-guarda-centenas-de-oliveiras-milenares-e-uma-pode-ter-mais-de-3700-anos">Ema Gil Pires. (2026). <a href="https://pt.euronews.com/2026/08/17/portugal-guarda-centenas-de-oliveiras-milenares-e-uma-pode-ter-mais-de-3700-anos" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Portugal guarda centenas de oliveiras milenares — e uma pode ter mais de 3700 anos</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/tem-mais-de-3700-anos-e-ainda-produz-azeitonas-a-historia-da-oliveira-mais-antiga-de-portugal.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ciclone e frente fria mantêm alertas de vendavais para o Sul e o Sudeste; confira o alerta]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-e-frente-fria-mantem-alertas-de-vendavais-para-o-sul-e-o-sudeste-confira-o-alerta.html</link><pubDate>Thu, 20 Aug 2026 13:30:26 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A presença de um ciclone extratropical e de sua frente fria associada vai colocar diversos estados em alerta nos próximos dias. Além do retorno das chuvas, há alto risco de vendavais com potencial para provocar transtornos nas regiões Sul e Sudeste.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xazap9i"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xazap9i.jpg" id="xazap9i"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Um<strong> ciclone extratropical </strong>formou-se sobre o Rio Grande do Sul nesta quinta-feira (20). O sistema conta com uma frente fria associada que provocará <strong>mudanças no tempo</strong> em áreas do Sul e do Sudeste do Brasil. Além do aumento da nebulosidade e do avanço das chuvas, os <strong>fortes ventos exigem atenção</strong> redobrada hoje (20) e nos próximos dias em vários estados:</p><ul><li>Rio Grande do Sul</li><li>Santa Catarina</li><li>Paraná</li><li>São Paulo</li><li>Rio de Janeiro</li><li>Minas Gerais</li></ul><p>As <strong>diferenças de pressão atmosférica e de temperatura </strong>desempenham um papel fundamental na <strong>intensificação das rajadas</strong>. A diferença de temperatura observada nos últimos dias intensifica os ventos, enquanto o centro de baixa pressão do ciclone atrai massas de ar de regiões com maior pressão, resultando nas <strong>ventanias</strong>.</p><h2>Rajadas de vento intensas que superam os 90 km/h</h2><p>A previsão do modelo <em>ECMWF</em> mostra que, já na manhã desta <strong>quinta-feira (20)</strong>, as<strong> rajadas de vento </strong>ganham força sobre o <strong>Sul do Brasil</strong>. Os municípios da Serra Gaúcha e Catarinense entram em estado de atenção, pois os ventos superam a marca dos <strong>50 km/h</strong> antes do final da manhã e, nos pontos mais elevados, ultrapassam os <strong>65 km/h</strong>.</p><p>Nos demais municípios do Rio Grande do Sul e no meio-oeste de Santa Catarina, também é preciso cautela. Nessas áreas, as rajadas variam entre <strong>33 km/h e 50 km/h</strong> com potencial para provocar queda de galhos e de árvores.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-e-frente-fria-mantem-alertas-de-vendavais-para-o-sul-e-o-sudeste-confira-o-alerta-1787225897405.jpg" data-image="zkqj5359fa2j" alt="Rajadas de vento, manhã." title="Rajadas de vento, manhã."><figcaption>Rajadas de vento previstas para o final da manhã de hoje (20).</figcaption></figure><p><strong>A intensidade do vento aumenta durante a tarde</strong> e passa a afetar outras faixas da Região Sul. O <strong>Paraná</strong> tem previsão de rajadas mais fortes, principalmente no centro-sul e leste do estado, variando entre <strong>41 km/h e 69 km/h</strong>.</p><p>Ainda na tarde de quinta (20), os ventos superam os <strong>60 km/h</strong> no centro de Santa Catarina. Nas áreas de serra dos dois estados, as rajadas alcançam os <strong>70 km/h</strong>. Nas demais cidades gaúchas, incluindo <strong>Porto Alegre</strong>, a variação fica entre <strong>40 km/h e 56 km/h</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-e-frente-fria-mantem-alertas-de-vendavais-para-o-sul-e-o-sudeste-confira-o-alerta-1787225935840.jpg" data-image="rkuv4f5kfb16" alt="Rajadas de vento, noite." title="Rajadas de vento, noite."><figcaption>Ventos ganham intensidade durante a noite e podem superar os 90 km/h nas áreas serranas, de acordo com o modelo ECMWF.</figcaption></figure><p>No decorrer da noite desta quinta-feira (20),<strong> a ventania perde força</strong> no oeste do Sul, mas se intensifica nos pontos mais altos. O alerta principal retorna para as áreas serranas, onde as rajadas podem <strong>superar os 90 km/h</strong>.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a>.</strong> Siga-nos e ative as notificações! </div><p>Com a chegada da <strong>sexta-feira (21)</strong> e o <strong>afastamento do ciclone e da frente fria</strong> em direção ao oceano, a tendência é de <strong>enfraquecimento </strong>gradual <strong>dos ventos</strong> no Sul. Contudo, a cautela deve ser mantida, pois pontos isolados ainda podem registrar <strong>rajadas moderadas a fortes</strong> entre a madrugada e o início da noite.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-e-frente-fria-mantem-alertas-de-vendavais-para-o-sul-e-o-sudeste-confira-o-alerta-1787225980729.jpg" data-image="01bhi4qt6p85" alt="Rajadas de vento no Sudeste do Brasil." title="Rajadas de vento no Sudeste do Brasil."><figcaption>No Sudeste, o cenário é um pouco mais tranquilo. Contudo, a faixa litorânea terá rajadas que podem superar os 60 km/h no decorrer desta sexta-feira (21).</figcaption></figure><p>À medida que a frente fria avança pela costa e o ciclone se desloca para o Atlântico, a ventania passa a impactar o Sudeste afetando os estados de <strong>São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro</strong>.</p><p>Ao longo da manhã de <strong>sexta-feira (21)</strong>, os ventos tem fraca intensidade na maior parte do Sudeste, com exceção do litoral. Nos municípios litorâneos paulistas e fluminenses, as rajadas podem <strong>superar os 60 km/h</strong>, gerando transtornos nas faixas costeiras.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="784585" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/calor-de-mais-de-40-c-continua-e-alerta-de-baixa-umidade-atinge-12-estados.html" title="Calor de mais de 40°C continua e alerta de baixa umidade atinge 12 estados">Calor de mais de 40°C continua e alerta de baixa umidade atinge 12 estados</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/calor-de-mais-de-40-c-continua-e-alerta-de-baixa-umidade-atinge-12-estados.html" title="Calor de mais de 40°C continua e alerta de baixa umidade atinge 12 estados"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/calor-de-mais-de-40-c-continua-e-alerta-de-baixa-umidade-atinge-12-estados-1787188039136_320.jpg" alt="Calor de mais de 40°C continua e alerta de baixa umidade atinge 12 estados"></a></article></aside><p>Durante a tarde de sexta (21), os ventos avançam para o interior, atingindo o <strong>Vale do Paraíba</strong>, em São Paulo, o <strong>sul de Minas Gerais</strong>, o <strong>Triângulo Mineiro</strong> e todo o estado do <strong>Rio de Janeiro</strong>, com rajadas que podem superar os <strong>50 km/h</strong>.</p><p>Por fim, a sequência de dias secos deixou o solo bastante seco. Essa combinação associado com a ventania pode provocar a formação de <strong>nuvens de poeira</strong> no Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e no interior de São Paulo, exigindo atenção.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-e-frente-fria-mantem-alertas-de-vendavais-para-o-sul-e-o-sudeste-confira-o-alerta.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Nova pista sobre a matéria escura pode revelar uma força desconhecida no Universo]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/nova-pista-sobre-a-materia-escura-pode-revelar-uma-forca-desconhecida-no-universo.html</link><pubDate>Thu, 20 Aug 2026 12:06:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Um novo estudo sugere que a matéria escura pode estar sob a ação de uma outra força além da gravidade. Essa interação hipotética atuaria exclusivamente entre partículas da matéria escura, influenciando a forma como elas se agrupam.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/nova-pista-sobre-a-materia-escura-pode-revelar-uma-forca-desconhecida-no-universo-1786910951035.png" data-image="vbsjtbhwt8wu" alt="A matéria escura pode esconder uma força adicional que ainda desconhecemos, além da gravidade. Crédito: NASA" title="A matéria escura pode esconder uma força adicional que ainda desconhecemos, além da gravidade. Crédito: NASA"><figcaption>A matéria escura pode esconder uma força adicional que ainda desconhecemos, além da gravidade. Crédito: NASA</figcaption></figure><p>A matéria escura é uma componente não luminosa do Universo cuja existência é inferida por seus efeitos gravitacionais sobre estrelas, galáxias e grandes estruturas cósmicas. <strong>Até onde sabemos, não há evidência confirmada de que ela interaja com a matéria comum por outras forças além da gravidade. </strong></p><p><strong>Os efeitos da matéria escura podem ser observados em diferentes escalas, desde a dinâmica de galáxias até aglomerados de galáxias e a estrutura em larga escala do Universo.</strong> Sua distribuição gravitacional influencia a formação de filamentos e vazios que compõem a chamada rede cósmica. </p><p>Pesquisadores propõem a possibilidade de uma interação que atuaria entre partículas de matéria escura, sem necessariamente afetar diretamente a matéria visível. <strong>Essa força adicional poderia modificar a forma como os halos de matéria escura se agrupam e evoluem ao longo do tempo cósmico. </strong></p><h2>Matéria escura</h2><p>A matéria escura é uma componente não luminosa do Universo cuja presença é inferida por seus efeitos gravitacionais. <strong>Ela não emite, absorve ou reflete radiação eletromagnética de forma detectável</strong>, mas sua gravidade influencia o movimento de estrelas, galáxias e aglomerados. </p><div class="texto-destacado">Modelos cosmológicos indicam que a matéria escura constitui a maior parte da matéria do Universo e desempenha papel na formação das estruturas cósmicas.</div><p>Apesar de sua importância, ainda não sabemos qual partícula ou conjunto de partículas compõe a matéria escura. O modelo mais usado assume que ela interage por meio da gravidade, mas <strong>diferentes hipóteses permitem a existência de interações adicionais dentro do chamado setor escuro. </strong></p><h2>O problema dos aglomerados</h2><p>O modelo cosmológico padrão reproduz com grande precisão diversas propriedades do Universo, <strong>mas algumas observações indicam possíveis discrepâncias na evolução da estrutura em larga escala</strong>. Uma delas está relacionada ao grau de aglomeração da matéria escura. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/nova-pista-sobre-a-materia-escura-pode-revelar-uma-forca-desconhecida-no-universo-1786911157531.png" data-image="ru0fdq7nuj1x" alt="Essa interação poderia influenciar como a matéria escura se aglomera e ajuda a formar a rede cósmica do Universo. Crédito: NASA" title="Essa interação poderia influenciar como a matéria escura se aglomera e ajuda a formar a rede cósmica do Universo. Crédito: NASA"><figcaption>Essa interação poderia influenciar como a matéria escura se aglomera e ajuda a formar a rede cósmica do Universo. Crédito: NASA</figcaption></figure><p>Alguns levantamentos sugerem que a matéria pode estar mais concentrada em épocas recentes do que o modelo padrão prevê. <strong>Essa diferença pode indicar que a gravidade não seja o único mecanismo responsável pela dinâmica do setor escuro. </strong></p><h2>Força escura</h2><p>Uma hipótese propõe a existência de uma interação adicional entre partículas de matéria escura. A chamada força escura é uma interação atrativa semelhante à gravidade.<strong> Intuitivamente, seria esperado que essa força acelerasse o crescimento de estruturas cósmicas. </strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/nova-pista-sobre-a-materia-escura-pode-revelar-uma-forca-desconhecida-no-universo-1786911287943.png" data-image="ke4tx8hbiq2e" alt="Mesmo que a força escura não exista, ainda precisamos explicar algumas discrepâncias sobre como a matéria está distribuída pelo cosmos. Crédito: Vera Rubin Observatory" title="Mesmo que a força escura não exista, ainda precisamos explicar algumas discrepâncias sobre como a matéria está distribuída pelo cosmos. Crédito: Vera Rubin Observatory"><figcaption>Mesmo que a força escura não exista, ainda precisamos explicar algumas discrepâncias sobre como a matéria está distribuída pelo cosmos. Crédito: Vera Rubin Observatory</figcaption></figure><p>Apesar das simulações indicarem que a força realmente aumenta a atração entre partículas, <strong>ela também pode fazer com que sua massa efetiva diminua à medida que o Universo evolui. </strong>Essa redução altera a densidade de matéria escura e suprime o crescimento das estruturas. </p><h2>O que falta para compreender o Universo? </h2><p><strong>A hipótese de uma interação escura adicional ainda não foi descartada, mas os resultados mostram que seus efeitos podem ser mais sutis do que o esperado.</strong> Para determinar se essa interação existe, será necessário confrontar diferentes modelos com observações de galáxias e aglomerados.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780947" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/a-hipotese-que-volta-a-ganhar-forca-entre-cientistas-materia-escura-seria-composta-por-buracos-negros-primordiais.html" title="A hipótese que volta a ganhar força entre cientistas: matéria escura seria composta por buracos negros primordiais">A hipótese que volta a ganhar força entre cientistas: matéria escura seria composta por buracos negros primordiais</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/a-hipotese-que-volta-a-ganhar-forca-entre-cientistas-materia-escura-seria-composta-por-buracos-negros-primordiais.html" title="A hipótese que volta a ganhar força entre cientistas: matéria escura seria composta por buracos negros primordiais"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/la-hipotesis-que-vuelve-a-ganar-fuerza-entre-los-cientificos-la-materia-oscura-podrian-ser-agujeros-negros-primordiales-1784332076050_320.jpg" alt="A hipótese que volta a ganhar força entre cientistas: matéria escura seria composta por buracos negros primordiais"></a></article></aside><p><strong>Uma descrição mais completa também precisa considerar a energia escura, responsável pela expansão acelerada do Universo</strong>, além de possíveis componentes físicos ainda desconhecidos. Essas diferentes componentes podem estar acopladas de maneiras que alteram tanto a expansão cósmica quanto o crescimento das estruturas. </p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Bottaro%20et%20al" data-year="2026" data-title="Unveiling%20Dark%20Forces%20with%20Measurements%20of%20the%20Large%20Scale%20Structure%20of%20the%20Universe" data-url="https%3A%2F%2Fjournals.aps.org%2Fprl%2Fabstract%2F10.1103%2FPhysRevLett.132.201002">Bottaro et al. (2026). <a href="https://journals.aps.org/prl/abstract/10.1103/PhysRevLett.132.201002" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Unveiling Dark Forces with Measurements of the Large Scale Structure of the Universe</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/nova-pista-sobre-a-materia-escura-pode-revelar-uma-forca-desconhecida-no-universo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Roberta Duarte]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Clima, poluição, recursos: 50 anos depois, o modelo do MIT segue surpreendentemente atual]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/clima-poluicao-recursos-50-anos-depois-o-modelo-do-mit-segue-surpreendentemente-atual.html</link><pubDate>Thu, 20 Aug 2026 10:06:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Em 1972, pesquisadores do MIT exploraram um futuro no qual o crescimento esbarraria nos limites físicos do planeta. 50 anos depois, dados globais parecem seguir várias dessas trajetórias. Seria isso mera coincidência ou um alerta que permanece válido?</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/climat-pollution-ressources-50-ans-apres-le-modele-du-mit-reste-etonnamment-actuel-effondrement-1786885136608.jpeg" data-image="wsmlhc0ge645" alt="geleiras" title="geleiras"><figcaption>O que o modelo do MIT não havia previsto, mas permitira explorar: as possíveis consequências do crescimento ao confrontar os limites físicos do planeta.</figcaption></figure><p>Quando o <em><em>The Limits to Growth</em></em> foi publicado, as mudanças climáticas ainda não ocupavam o lugar que ocupam hoje. A questão colocada pelos pesquisadores era mais ampla: <strong>será possível o crescimento econômico ilimitado em um mundo com recursos limitados?</strong><strong> </strong></p><h2>O problema ainda não era o clima</h2><p>Para tentar responder a essa pergunta, a equipe de Dennis e Donella Meadows, Jørgen Randers e William Behrens, utiliza o <em><strong>World3</strong></em>, um<strong> modelo </strong>de dinâmica de sistemas inspirado no trabalho de Jay Forrester no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts). Esse modelo interliga cinco conjuntos principais: <strong>população, produção industrial, agricultura, recursos naturais não renováveis e poluição</strong>.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="fr" dir="ltr">Publié en 1972, le « rapport Meadows » démontre quune croissance infinie dans un monde aux ressources limitées nest pas tenable. Mais malgré sa médiatisation et son succès en librairie, ce texte na jamais été pris au sérieux par les décideurs politiques.</p>— Charles de Ch️rdin (@de_chardin) <a href="https://x.com/de_chardin/status/2081659258718875695?ref_src=twsrc%5Etfw">July 27, 2026</a></blockquote></figure><p>Este princípio é fundamental para compreender o que se segue:<strong> tudo está interligado. Estes elementos não funcionam de forma independente</strong>. O aumento da produção leva a um maior consumo de recursos; a escassez de recursos pode, por sua vez, prejudicar a economia; a produção agrícola depende de recursos e poluição; a degradação ambiental afeta, em última instância, o bem-estar.</p><p>Portanto, o World3 centra-se menos na previsão de uma data do que em mostrar <strong>como um sistema complexo pode evoluir quando várias tendências se reforçam ou se contradizem</strong>. Trabalhos subsequentes reiteram explicitamente que o modelo não foi desenvolvido para gerar previsões detalhadas.</p><h2>O destino não está predeterminado</h2><p>Entre os <strong>cenários </strong>atualizados do World3 estudados por Gaya Branderhorst Herrington estão BAU, BAU2, CT e SW. Eles não apresentam todos a mesma história. O cenário BAU, que representa a manutenção do status quo, estende as tendências históricas sem mudanças significativas. Na análise de Gaya Branderhorst, isso implica uma estagnação no crescimento do bem-estar por volta de 2020, seguida por um declínio a partir de 2030.</p><p>O cenário BAU2 pressupõe o dobro dos recursos naturais do cenário BAU. O problema, então, muda:<strong> o declínio é causado pela poluição, um cenário que inclui, notavelmente, o CO₂ e, portanto, as mudanças climáticas</strong>.</p><div class="texto-destacado"><p>O World3 não afirmou: "A humanidade entrará em colapso em 2040".<br><br>Ele explorou diversos futuros possíveis e mostrou como diferentes decisões poderiam alterar a trajetória do sistema.</p></div><p>CT, sigla para <em>Comprehensive Technology</em>, baseia-se no desenvolvimento e na adoção de tecnologias excepcionalmente rápidas. Essa trajetória evita o colapso, mas eventualmente entra em declínio devido ao aumento dos custos da tecnologia. Por fim, SW, “<em>Stabilized World</em>”, combina tecnologia com uma transformação das prioridades sociais para estabilizar a população e o bem-estar.</p><h2>Mas os dados reais destacam o modelo</h2><p>Em 2020, Branderhorst comparou esses cenários com dados disponíveis até 2019 em 10 variáveis: população, fertilidade, mortalidade, produção industrial e produção de alimentos per capita, serviços, recursos não renováveis, poluição, bem-estar humano e pegada ecológica.</p><p>A comparação utiliza diversas medidas estatísticas, incluindo a diferença entre os valores observados e simulados, a diferença entre suas <strong>taxas de variação e o NRMSD (Desvio Quadrático Médio Normalizado)</strong>, um indicador que mede o quanto os valores de um modelo se desviam dos valores observados, normalizando o erro para permitir a comparação do desempenho entre diferentes séries.</p><div class="texto-destacado">O resultado é notável: todos os quatro cenários permanecem bastante próximos dos dados reais. Mas quando as trajetórias começam a divergir, BAU2 e CT são os que melhor se ajustam às observações; SW, a trajetória de longo prazo, é a que apresenta o maior desvio.</div><p>Isso ainda não nos diz se o futuro reserva um declínio acentuado ou mais moderado. De fato, em 2019, os cenários BAU2 e CT ainda não haviam divergido o suficiente para uma separação definitiva; mais alguns anos de dados poderiam mudar o resultado.</p><h2>O verdadeiro aviso: o tempo passa</h2><p>Já em 1972, pesquisadores demonstraram que<strong> adiar medidas de estabilização reduzia a margem de erro</strong>. Em seu modelo, o adiamento de políticas de 1975 para 2000 aumentou o consumo de recursos de forma tão drástica que o atraso de 25 anos representou um consumo comparável ao do cenário de 125 anos em que as ações começaram em 1975.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="767750" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/que-tipo-de-modelo-meteorologico-e-mais-eficaz-para-prever-eventos-meteorologicos-extremos.html" title="Que tipo de modelo meteorológico é mais eficaz para prever eventos meteorológicos extremos?">Que tipo de modelo meteorológico é mais eficaz para prever eventos meteorológicos extremos?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/que-tipo-de-modelo-meteorologico-e-mais-eficaz-para-prever-eventos-meteorologicos-extremos.html" title="Que tipo de modelo meteorológico é mais eficaz para prever eventos meteorológicos extremos?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/what-type-of-weather-model-is-better-at-predicting-extreme-weather-events-a-new-study-has-the-answer-1778027509424_320.jpg" alt="Que tipo de modelo meteorológico é mais eficaz para prever eventos meteorológicos extremos?"></a></article></aside><p>Portanto, a mensagem não é "o MIT previu nosso colapso". É mais interessante: <strong>nossas decisões alteram trajetórias possíveis, mas o tempo perdido reduz gradualmente o número de opções disponíveis</strong>.</p><p>O estudo de Branderhorst deixa uma porta aberta: embora a trajetória sustentável para a água doce ainda esteja longe do que observamos, não é tarde demais para mudar o rumo.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Gaya%20Branderhorst" data-year="2020" data-title="pdate%20to%20Limits%20to%20Growth%3A%20Comparing%20the%20World3%20Model%20With%20Empirical%20Data" data-url="https%3A%2F%2Fdash.harvard.edu%2Fserver%2Fapi%2Fcore%2Fbitstreams%2Fc5a728c0-e735-4bcf-bee8-b80ca370dbaf%2Fcontent">Gaya Branderhorst. (2020). <a href="https://dash.harvard.edu/server/api/core/bitstreams/c5a728c0-e735-4bcf-bee8-b80ca370dbaf/content" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">pdate to Limits to Growth: Comparing the World3 Model With Empirical Data</a>.</cite><br><cite data-author="Sandro%20Faes" data-year="2021" data-title="En%201972%2C%20un%20mod%C3%A8le%20du%20MIT%20a%20pr%C3%A9dit%20l%E2%80%99effondrement%20de%20notre%20civilisation%20pour%202040%2C%20et%20jusqu%E2%80%99ici%20il%20ne%20s%E2%80%99est%20(presque)%20pas%20tromp%C3%A9" data-url="https%3A%2F%2Fwww.rtbf.be%2Farticle%2Fen-1972-un-modele-du-mit-a-predit-l-effondrement-de-notre-civilisation-pour-2040-et-jusqu-ici-il-ne-s-est-presque-pas-trompe-10814350">Sandro Faes. (2021). <a href="https://www.rtbf.be/article/en-1972-un-modele-du-mit-a-predit-l-effondrement-de-notre-civilisation-pour-2040-et-jusqu-ici-il-ne-s-est-presque-pas-trompe-10814350" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">En 1972, un modèle du MIT a prédit l’effondrement de notre civilisation pour 2040, et jusqu’ici il ne s’est (presque) pas trompé</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/clima-poluicao-recursos-50-anos-depois-o-modelo-do-mit-segue-surpreendentemente-atual.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Calor de mais de 40°C continua e alerta de baixa umidade atinge 12 estados]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/calor-de-mais-de-40-c-continua-e-alerta-de-baixa-umidade-atinge-12-estados.html</link><pubDate>Thu, 20 Aug 2026 08:11:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O ar extremamente seco e as altas temperaturas continuam espalhando alertas por boa parte do Brasil nesta quinta-feira. As máximas superam os 40°C no país, enquanto 12 estados permanecem sob alerta devido aos baixos índices de umidade relativa do ar.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-de-mais-de-40-c-continua-e-alerta-de-baixa-umidade-atinge-12-estados-1787188039136.jpg" data-image="dbjl7jfkwrad" alt="Capa." title="Capa."><figcaption>Máximas superam os 40°C nesta quinta-feira (20). Foto: Adobe Stock.</figcaption></figure><p>Enquanto o Sul do Brasil enfrenta um período de chuvas e elevado índice de umidade, o restante do país sofre com os efeitos opostos. <strong>Temperaturas acima dos 40°C</strong> vêm sendo registradas no Centro-Oeste, Norte e Nordeste, acompanhadas por índices de umidade do ar que inferiores aos <strong>20%</strong>. </p><p>Esse cenário crítico deve persistir nos próximos dias, mantendo <strong>12 estados em alerta</strong>:</p><ul><li>São Paulo</li><li>Minas Gerais</li><li>Rio de Janeiro</li><li>Mato Grosso do Sul</li><li>Goiás</li><li>Mato Grosso</li><li>Maranhão</li><li>Piauí</li><li>Bahia</li><li>Tocantins</li><li>Pará</li><li>Amazonas</li></ul><p>Dentre os estados acima, Bahia, Maranhão e Piauí estão sob <strong>alerta amarelo</strong> de perigo potencial para baixa umidade, enquanto os demais se encontram sob <strong>alerta laranja</strong> do<strong><em> Instituto Nacional de Meteorologia (INMET)</em></strong>. A seguir, confira os detalhes da previsão do tempo.</p><h2>Temperaturas superam os 40°C em vários pontos do Brasil</h2><p>A previsão para esta <strong>quinta-feira (20)</strong> aponta que os valores de temperatura e umidade relativa do ar em diversas localidades podem ser comparados aos de <strong>desertos</strong>. Por conta disso, múltiplos alertas de<strong> calor e ar seco</strong> seguem vigentes sobre o Brasil Central.</p><p>Durante a manhã, os termômetros sobem rapidamente. O modelo <em>ECMWF</em> indica que, ao amanhecer, as temperaturas variam entre <strong>14°C e 22°C</strong> no <strong>Sudeste</strong>, enquanto no Centro-Oeste e no Norte do país as mínimas previstas ficam acima dos <strong>20°C,</strong> com pontos isolados do Amazonas e de Tocantins marcando <strong>27°C</strong> já no início do dia.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-de-mais-de-40-c-continua-e-alerta-de-baixa-umidade-atinge-12-estados-1787187638374.jpg" data-image="i4bhhzotx0yg" alt="Temperatura." title="Temperatura."><figcaption>Temperatura prevista para a manhã desta quinta-feira (20).</figcaption></figure><p>Por volta do meio-dia, a previsão indica marcas <strong>acima dos 30°C</strong> em áreas do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, superando os <strong>32°C</strong> no oeste paulista e no Triângulo Mineiro. No leste de Mato Grosso do Sul e em grande parte de Goiás, os termômetros ficam próximos dos <strong>34°C</strong>. O grande destaque vai para o noroeste de Mato Grosso, onde as temperaturas oscilam entre <strong>35°C e 38°C</strong>.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a>.</strong> Siga-nos e ative as notificações! </div><p>Na Região Norte, os termômetros ultrapassam os <strong>39°C</strong> no Tocantins até o final da manhã, atingindo a marca dos <strong>40°C</strong> na região de Araguaína. Outras áreas do sul do Amazonas e do Pará registram valores <strong>acima dos 38°C</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-de-mais-de-40-c-continua-e-alerta-de-baixa-umidade-atinge-12-estados-1787187576524.jpg" data-image="i1whhqhg31sg" alt="Temperatura máxima." title="Temperatura máxima."><figcaption>Máximas superam os 40°C em áreas do Centro-Oeste e Norte do Brasil.</figcaption></figure><p>No período mais quente da tarde, o calor se intensifica. No Sudeste, as máximas chegam a <strong>34°C</strong> na porção oeste, variando entre <strong>29°C e 33°C</strong> nas demais localidades. O Centro-Oeste volta as atenções para o norte e leste de Mato Grosso, além do noroeste goiano, onde os picos térmicos <strong>ultrapassam os 41°C</strong>.</p><p>Por fim, a Região Norte deve registrar os valores mais extremos do país nesta quinta-feira (20), o sul do Amazonas e do Pará, e o Tocantins podem alcançar a <strong>casa dos 43°C</strong>, destacando o calor persistente que atinge a região.</p><h2>Umidade relativa do ar inferior a 10%</h2><p>Além do calor intenso de <strong>43°C</strong>, a queda na umidade relativa do ar é outro fator crítico em boa parte do país. No Sudeste, a previsão aponta teores <strong>abaixo dos 15%</strong> no norte e noroeste de São Paulo e em grande parte de Minas Gerais. Nas demais áreas de São Paulo e do Rio de Janeiro, a umidade fica entre <strong>20% e 30%</strong>, mantendo toda a região em alerta.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="784523" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/intensa-virada-do-tempo-atinge-o-sul-com-ciclone-temporais-ventos-e-frio-confira.html" title="Intensa virada do tempo atinge o Sul com ciclone, temporais, ventos e frio; confira">Intensa virada do tempo atinge o Sul com ciclone, temporais, ventos e frio; confira</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/intensa-virada-do-tempo-atinge-o-sul-com-ciclone-temporais-ventos-e-frio-confira.html" title="Intensa virada do tempo atinge o Sul com ciclone, temporais, ventos e frio; confira"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/intensa-virada-do-tempo-atinge-o-sul-com-ciclone-temporais-ventos-e-frio-confira-1787147937599_320.jpg" alt="Intensa virada do tempo atinge o Sul com ciclone, temporais, ventos e frio; confira"></a></article></aside><p>Os alertas se estendem para o Centro-Oeste, onde a situação é ainda pior. Na faixa entre o noroeste, norte e leste de Mato Grosso e em Goiás, a umidade cai para <strong>níveis inferiores a 15%</strong>, podendo atingir <strong>índices críticos de 9%</strong> em pontos isolados do leste mato-grossense.</p><p>No Nordeste, o padrão de tempo seco se consolida nesta quinta-feira (20), com a umidade permanecendo <strong>abaixo dos 20%</strong> no oeste da Bahia, áreas do Piauí e do Maranhão. No interior dos demais estados nordestinos, os valores variam entre <strong>20% e 25%</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-de-mais-de-40-c-continua-e-alerta-de-baixa-umidade-atinge-12-estados-1787187539531.jpg" data-image="yuikh0bb3ngl" alt="Umidade do ar." title="Umidade do ar."><figcaption>Umidade relativa do ar atinge níveis críticos nesta quinta-feira (20).</figcaption></figure><p>A combinação de temperaturas elevadas e ar extremamente seco também preocupa a Região Norte devido ao <strong>alto risco para queimadas</strong>. O teor de umidade do ar na região oscila entre <strong>12% e 25%</strong>, deixando áreas do Amazonas e do Pará sob constante vigilância.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/calor-de-mais-de-40-c-continua-e-alerta-de-baixa-umidade-atinge-12-estados.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Super El Niño: nova previsão aponta evento excepcional com anomalia superior a 3,4°C]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/super-el-nino-nova-previsao-aponta-evento-excepcional-com-anomalia-superior-a-3-4-c.html</link><pubDate>Wed, 19 Aug 2026 22:38:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A atualização da pluma de modelos climáticos do El Niño divulgada na tarde desta quarta-feira (19) reforça a expectativa de um dos eventos mais intensos da história, com anomalias se aproximando de 3,5°C durante o pico do evento.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/super-el-nino-nova-previsao-aponta-evento-excepcional-com-anomalia-superior-a-3-4-c-1787174595191.png" data-image="fndocse87ebt" alt="anomalai" title="anomalai"><figcaption>A anomalia de temperatura da superfície do mar observada no último dia 18/08/2026 supera 5°C em uma ampla área do centro-leste do Pacífico. Créditos: Meteored/Adaptado de NOAA Coral Reef.</figcaption></figure><p>A <strong>mais recente pluma de previsões para o El Niño</strong>, um dos principais produtos utilizados mundialmente para acompanhar a evolução e antecipar a intensidade do El Niño-Oscilação Sul (ENOS), foi<strong> atualizada na tarde desta quarta-feira (19)</strong>. O novo conjunto de previsões reforça um cenário que vem ganhando força nas últimas atualizações: o <strong>El Niño de 2026/2027 poderá atingir uma intensidade excepcional</strong>, com anomalias de temperatura se aproximando de<strong> 3,5°C </strong>no Oceano Pacífico equatorial central no pico do evento.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso<strong> </strong><strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>A <strong>pluma reúne previsões de diferentes modelos climáticos </strong>e permite acompanhar a<strong> possível evolução</strong> das temperaturas da superfície do mar nos próximos meses. Nesta <strong>nova atualização</strong>, a maior parte dos modelos aponta para uma<strong> intensificação do aquecimento até outubro</strong>, onde valores próximos a <strong>3,5°C</strong> estão <strong>previstos</strong> <strong>se manter </strong><strong>até</strong> o trimestre de<strong> novembro-janeiro</strong>. Se confirmado, o evento<strong> poderá entrar para a história</strong> como o<strong> El Niño mais intenso já observado.</strong> Confira os detalhes.</p><h2>Pico do evento pode alcançar 3,5°C</h2><p>Enquanto a <strong>previsão </strong>divulgada em <strong>julho</strong> indicava um pico próximo de<strong> 3,1°C</strong>, a <strong>atualização</strong> divulgada no final da tarde <strong>desta quarta-feira (19) </strong><strong>elevou</strong> esse valor <strong>para quase 3,5°C</strong>, considerando a média dos modelos dinâmicos, representada pela linha rosa espessa no gráfico abaixo. Uma linha vermelha foi adicionada no nível de 3,5°C para destacar o patamar excepcional alcançado pela previsão.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/super-el-nino-nova-previsao-aponta-evento-excepcional-com-anomalia-superior-a-3-4-c-1787174381070.png" data-image="itsp7i65t259" alt="Previsão de anomalia relativa de TSM no Niño 3.4 iniciada em agosto, destacando o valor máximo previsto na linha vermelha. Créditos: Elaborado por Meteored/Adaptado de IRI." title="Previsão de anomalia relativa de TSM no Niño 3.4 iniciada em agosto, destacando o valor máximo previsto na linha vermelha. Créditos: Elaborado por Meteored/Adaptado de IRI."><figcaption>Previsão de anomalia relativa de TSM no Niño 3.4 iniciada em agosto, destacando o valor máximo previsto na linha vermelha. Créditos: Elaborado por Meteored/Adaptado de IRI.</figcaption></figure><p>Os<strong> modelos dinâmicos</strong> são <strong>baseados</strong> em <strong>equações</strong> que representam os <strong>processos físicos</strong> da atmosfera e do oceano e<strong> simulam diretamente </strong>a <strong>evolução</strong> do sistema climático. Já os <strong>modelos estatísticos</strong> utilizam <strong>relações</strong> identificadas a partir do <strong>comportamento passado</strong> do clima para estimar a evolução futura. </p><p>Para a previsão do ENOS, os <strong>modelos dinâmicos apresentam</strong>, em geral,<strong> melhor desempenho</strong>, razão pela qual esta análise dá maior peso a esse conjunto de previsões. Ainda assim, os <strong>modelos estatísticos também apontam para </strong>um evento excepcional, com a média das previsões indicando um <strong>pico</strong> próximo de <strong>3°C.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/super-el-nino-nova-previsao-aponta-evento-excepcional-com-anomalia-superior-a-3-4-c-1787174392587.png" data-image="h59j9gsmp69l" alt="Previsão de anomalia relativa de TSM no Niño 3.4 iniciada em julho, destacando o valor máximo ligeiramente superior a 3°C previsto na linha vermelha. Créditos: Elaborado por Meteored/Adaptado de IRI." title="Previsão de anomalia relativa de TSM no Niño 3.4 iniciada em julho, destacando o valor máximo ligeiramente superior a 3°C previsto na linha vermelha. Créditos: Elaborado por Meteored/Adaptado de IRI."><figcaption>Previsão de anomalia relativa de TSM no Niño 3.4 iniciada em julho para fins de comparação, destacando o valor máximo ligeiramente superior a 3°C previsto na linha vermelha. Créditos: Elaborado por Meteored/Adaptado de IRI.</figcaption></figure><p>Outro ponto importante é que, desde o final de 2025, a <strong>pluma de modelos do IRI </strong><strong>deixou de incluir</strong> as previsões do modelo do <strong>Centro Europeu de Previsões Meteorológicas de Médio Prazo (ECMWF), um dos principais sistemas de previsão climática do mundo</strong>. A atualização divulgada pelo ECMWF no início de agosto também indicou valores máximos da ordem de 3,5°C. Portanto, caso essa previsão fosse incorporada à média apresentada pelo IRI, o pico previsto poderia ser ainda maior.</p><h2>Nova média reúne todos os modelos e reforça cenário acima de 3°C</h2><p><strong>A atualização desta quarta-feira (19)</strong> também <strong>apresenta</strong> uma<strong> mudança</strong> importante na forma de<strong> visualização das previsões</strong>. Além das médias separadas entre modelos dinâmicos e estatísticos, o <strong>gráfico passa a destacar,</strong> por meio da <strong>linha azul espessa</strong>, a<strong> média de todos os modelos disponíveis</strong>. Essa combinação fornece uma visão mais ampla do conjunto das previsões e reduz a dependência de um único tipo de modelo.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="783057" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/super-el-nino-alcancara-intensidade-muito-forte-em-breve-e-noaa-aumenta-escala-para-8-c.html" title="Super El Niño prestes a alcançar intensidade muito forte e NOAA aumenta escala para 8°C">Super El Niño prestes a alcançar intensidade muito forte e NOAA aumenta escala para 8°C</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/super-el-nino-alcancara-intensidade-muito-forte-em-breve-e-noaa-aumenta-escala-para-8-c.html" title="Super El Niño prestes a alcançar intensidade muito forte e NOAA aumenta escala para 8°C"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/super-el-nino-alcancara-intensidade-muito-forte-em-breve-e-noaa-aumenta-escala-para-8-c-1786405094530_320.png" alt="Super El Niño prestes a alcançar intensidade muito forte e NOAA aumenta escala para 8°C"></a></article></aside><p>Quando considerada essa<strong> média geral</strong>, o cenário também aponta para um<strong> pico superior a 3°C</strong>. Se essa previsão se confirmar, o <strong>El Niño de 2026/2027</strong> <strong>ultrapassará</strong> com folga <strong>o maior valor </strong>de<strong> Índice Niño Oceânico (ONI) </strong>registrado na série apresentada pela NOAA, de<strong> +2,6°C</strong> no trimestre novembro-dezembro-janeiro de <strong>2015</strong><strong>/201</strong><strong>6</strong>, tornando o evento <strong>potencialmente</strong> o <strong>mais intenso já observado </strong>em termos desse índice.</p><h2>Temperatura do Niño 3.4 bate recorde há 80 dias consecutivos</h2><p><strong>Os sinais de um El Niño excepcional</strong>, no entanto,<strong> não aparecem apenas nas previsões </strong>para os próximos meses. A <strong>temperatura da superfície do mar</strong> na região de monitoramento do fenômeno conhecida como Niño 3.4 já <strong>apresenta um comportamento sem precedentes. </strong></p><p>O <strong>gráfico</strong> do <em>Climate Reanalyzer</em>, elaborado com dados do conjunto NOAA Optimum Interpolation Sea Surface Temperature (OISST), mostra a <strong>evolução diária das temperaturas</strong> na região entre 5°N e 5°S e 120°W e 170°W, onde o El Niño é monitorado. A<strong> curva vermelha</strong> <strong>representa 2026</strong>, enquanto as linhas cinzas mostram os demais anos da série histórica.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/super-el-nino-nova-previsao-aponta-evento-excepcional-com-anomalia-superior-a-3-4-c-1787174407220.png" data-image="bkwd3eao3amw" alt="Temperatura da superfície do mar diária observada na região do Niño 3.4, destaca aquecimento recorde desde junho de 2026 (linha vermelha). Créditos: Climate Reanalyzer." title="Temperatura da superfície do mar diária observada na região do Niño 3.4, destaca aquecimento recorde desde junho de 2026 (linha vermelha). Créditos: Climate Reanalyzer."><figcaption>Temperatura da superfície do mar diária observada na região do Niño 3.4, destaca aquecimento recorde desde junho de 2026 (linha vermelha). Créditos: Climate Reanalyzer.</figcaption></figure><p><strong>A partir do início de junho</strong>, a <strong>temperatura</strong> do <strong>Niño 3.4 </strong>passou a se manter <strong>continuamente acima dos valores registrados</strong> nos mesmos períodos dos <strong>anos anteriores</strong>. Considerando os dados desde 1982, são cerca de <strong>80 dias consecutivos</strong> em que a região permanece em<strong> níveis recordes</strong> para a época do ano. </p><p>O cenário é ainda mais expressivo porque, enquanto a <strong>climatologia</strong> e a maioria dos anos anteriores apresentam temperaturas próximas ou<strong> abaixo de 28°C</strong> durante o inverno do Hemisfério Sul, a<strong> temperatura em 2026 </strong>permanece acima deste valor desde abril, com os dados preliminares mais recentes <strong>chegando perto de 29,5°C.</strong></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/super-el-nino-nova-previsao-aponta-evento-excepcional-com-anomalia-superior-a-3-4-c.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Paredões de até 50 m e águas cristalinas: veja como conhecer os Cânions de Xingó no São Francisco]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/paredoes-de-ate-50-m-e-aguas-cristalinas-veja-como-conhecer-os-canions-de-xingo-no-sao-francisco.html</link><pubDate>Wed, 19 Aug 2026 21:33:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Os Cânions do Xingó ficam no Rio São Francisco, na divisa entre Sergipe e Alagoas. Seus paredões rochosos possuem até 50 metros de altura e águas verdes profundas. É um dos locais turísticos mais procurados do Sertão Nordestino.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/paredoes-de-ate-50-m-e-aguas-cristalinas-veja-como-conhecer-os-canions-de-xingo-no-sao-francisco-1787167923854.jpg" data-image="buzo6s8wbhwj"><figcaption>Os Cânions do Xingó são um dos lugares turísticos mais procurados de Sergipe. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>Em pleno<strong> Sertão Nordestino</strong> se localiza um lugar incrível, cheio de belezas naturais, com paredões rochosos e águas verdes profundas. Estamos falando dos <strong>Cânions de Xingó</strong>, um conjunto de formações rochosas de cor avermelhada, com cerca de<strong> 65 quilômetros de extensão</strong> e paredes que chegam até 50 metros de altura.</p><p>O Cânion é <strong>cortado pelo Rio São Francisco</strong>, que fica na <strong>divisa </strong>entre os estados de <strong>Sergipe </strong>(Canindé de São Francisco) e <strong>Alagoas </strong>(Piranhas).</p><div class="texto-destacado">O nome '<em>Xingó' </em>significa “águas que correm entre pedras”.</div><p>Aliás, uma curiosidade sobre ele: <strong>o Cânion do Xingó é o 5º maior cânion navegável do mundo</strong>.</p><p>A construção da Usina Hidroelétrica do Xingó, no meio do rio São Francisco, começou em 1987 e foi finalizada em 1994. E com o represamento das águas do rio o Cânion acabou se formando. </p><h2>Como chegar aos Cânions e o que fazer por lá</h2><p>A <strong>maioria dos turistas sai de Aracaju ou de Maceió</strong> em viagens de van ou ônibus que duram cerca de 4 horas até o <strong>destino final, que é Canindé de São Francisco</strong>, de onde partem os passeios. Mas também é possível ir de carro particular até o município.</p><p>A principal atividade oferecida são os <strong>passeios de catamarã </strong>ou de lancha particular nas águas do Cânion. O passeio tem início no complexo do Restaurante Karranca’s, em Canindé de São Francisco (Sergipe). Ele fica no lago da barragem de Xingó, 2 km acima da usina.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/paredoes-de-ate-50-m-e-aguas-cristalinas-veja-como-conhecer-os-canions-de-xingo-no-sao-francisco-1787167863821.jpg" data-image="2y90bhg9bbxk"><figcaption>Interior da Gruta do Talhado no Cânion do Xingó. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>O <strong>trajeto navega pelo lago</strong> formado pela Usina Hidrelétrica de Xingó e inclui <strong>parada de 1 hora para banho no rio</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="782239" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/a-cidade-brasileira-que-esconde-o-8-maior-canion-do-mundo-e-que-poucos-conhecem-descubra-onde-fica.html" title="A cidade brasileira que esconde o 8º maior cânion do mundo e que poucos conhecem; descubra onde fica ">A cidade brasileira que esconde o 8º maior cânion do mundo e que poucos conhecem; descubra onde fica </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/a-cidade-brasileira-que-esconde-o-8-maior-canion-do-mundo-e-que-poucos-conhecem-descubra-onde-fica.html" title="A cidade brasileira que esconde o 8º maior cânion do mundo e que poucos conhecem; descubra onde fica "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/a-cidade-brasileira-que-esconde-o-8-maior-canion-do-mundo-e-que-poucos-conhecem-descubra-onde-fica-1785960699827_320.jpg" alt="A cidade brasileira que esconde o 8º maior cânion do mundo e que poucos conhecem; descubra onde fica "></a></article></aside><p> Os <strong>catamarãs percorrem o lago e o leito do rio por 14 km</strong> e depois adentram um braço do rio por mais 3 km até chegar ao Cânion do Xingó. O passeio dura cerca de 3 horas no total. No barco são vendidos lanches, sorvetes e bebidas.</p><p>No <strong>ponto final do trajeto</strong>, o catamarã estaciona em uma <strong>plataforma </strong><strong>flutuante </strong>chamada de <strong>Porto de Brogodó</strong>, construída em uma das reentrâncias do cânion.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/paredoes-de-ate-50-m-e-aguas-cristalinas-veja-como-conhecer-os-canions-de-xingo-no-sao-francisco-1787167844199.jpg" data-image="bzftszhwzxw5"><figcaption>Imagem aérea do Porto de Brogodó no Cânion do Xingó, com áreas de banho para os turistas. Crédito: Elen Oliveira.</figcaption></figure><p>No local, os turistas podem fazer um <strong>passeio de canoa até a Gruta do Talhado</strong> e nadar em uma área específica, adentrando uma área estreita do cânion.</p><p>Mas há ainda duas atrações do destino que você não pode deixar de conhecer se for visitar a região. A própria Usina Hidrelétrica de Xingó, é claro, e a <strong>Prainha de Canindé de São Francisco</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/paredoes-de-ate-50-m-e-aguas-cristalinas-veja-como-conhecer-os-canions-de-xingo-no-sao-francisco-1787167716007.jpg" data-image="8jhy19gp6bif"><figcaption>Prainha de Canindé de São Francisco, com vista para o rio e os vertedouros da Usina de Xingó. Crédito: Blog Vida Sem Paredes.</figcaption></figure><p>É possível <strong>visitar a Usina Hidrelétrica do Xingó através de um tour guiado </strong>que deve ser agendado com antecedência e a saída é do Centro de Recepção de Visitantes, acompanhado de um guia credenciado. </p><p>E próximo à Usina de Xingó há uma <strong>prainha em um remanso do rio</strong>, ótimo lugar para se refrescar.</p><p>Algumas <strong>dicas</strong>: não esqueça de levar roupa de banho, protetor solar, óculos de sol, chapéu e <strong>dinheiro em espécie</strong> para os opcionais de barco (lanches, bebidas e passeio de barco à Gruta).</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Knaak%2C%20L" data-year="2026" data-title="C%C3%A2nion%20de%20Xing%C3%B3%3A%20como%20visitar%20o%20desfiladeiro%20entre%20Sergipe%20e%20Alagoas" data-url="https%3A%2F%2Fviagemeturismo.abril.com.br%2Fbrasil%2Fcanion-de-xingo-como-visitar-o-desfiladeiro-entre-sergipe-e-alagoas%2F">Knaak, L. (2026). <a href="https://viagemeturismo.abril.com.br/brasil/canion-de-xingo-como-visitar-o-desfiladeiro-entre-sergipe-e-alagoas/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Cânion de Xingó: como visitar o desfiladeiro entre Sergipe e Alagoas</a>.</cite><br><cite data-author="Prandi%2C%20J" data-year="2026" data-title="C%C3%A2nion%20do%20Xing%C3%B3%20%E2%80%93%20Canind%C3%A9%20de%20S%C3%A3o%20Francisco" data-url="https%3A%2F%2Fwww.viagensecaminhos.com%2Fcanion-do-xingo%2F">Prandi, J. (2026). <a href="https://www.viagensecaminhos.com/canion-do-xingo/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Cânion do Xingó – Canindé de São Francisco</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/paredoes-de-ate-50-m-e-aguas-cristalinas-veja-como-conhecer-os-canions-de-xingo-no-sao-francisco.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Austrália enfrenta crise de extinção enquanto tenta proteger espécies ameaçadas]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/australia-enfrenta-crise-de-extincao-enquanto-tenta-proteger-especies-ameacadas.html</link><pubDate>Wed, 19 Aug 2026 20:26:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>País concentra espécies únicas, mas enfrenta perda acelerada de biodiversidade provocada por destruição de habitats, espécies invasoras, doenças, mudanças climáticas e falta de recursos.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/australia-enfrenta-crise-de-extincao-enquanto-tenta-proteger-especies-ameacadas-1787076547434.jpg" data-image="edmbdwvedg17" alt="A Austrália tem algumas das espécies mais raras do mundo, como a tartaruga-do-rio-Mary, vista na fotografia, mas está perdendo esses animais em ritmo alarmante" title="A Austrália tem algumas das espécies mais raras do mundo, como a tartaruga-do-rio-Mary, vista na fotografia, mas está perdendo esses animais em ritmo alarmante"><figcaption>A Austrália tem algumas das espécies mais raras do mundo, como a tartaruga-do-rio-Mary, vista na fotografia, mas está perdendo esses animais em ritmo alarmante. Crédito: Christopher Van Wyk</figcaption></figure><p>A <strong>Austrália</strong>, conhecida pela fauna e flora únicas, enfrenta uma<strong> grave crise de biodiversidade. </strong>Mais de 80% das espécies do país não são encontradas em nenhum outro lugar do mundo, mas o território também registra<strong> um dos maiores índices de extinção de mamíferos do planeta</strong>. Estimativas indicam que cerca de quatro espécies desaparecem a cada década.</p><p>No sudoeste do país, a floresta de Dryandra é <strong>um dos últimos refúgios do numbat, </strong>um pequeno marsupial de aparência semelhante à mistura de esquilo e tamanduá. A espécie, que já ocupou grandes áreas do sul australiano, chegou a ter menos de 50 indivíduos na região na década de 1980.</p><p>Hoje, porém, o cenário é de recuperação. O monitoramento realizado anualmente por pesquisadores e voluntários acompanha a população e<strong> contribui para estratégias de conservação. </strong>Com cerca de 3 mil animais em todo o país, o numbat deixou recentemente a lista internacional de espécies ameaçadas e passou a ser classificado como quase ameaçado.</p><h2>Pressões sobre a biodiversidade</h2><p>A recuperação, entretanto, contrasta com o quadro geral. A <strong>destruição de habitats para agricultura, mineração e exploração madeireira</strong> reduz e fragmenta áreas naturais. Espécies introduzidas, como raposas, gatos ferais, coelhos e sapos-cururus, também exercem forte pressão sobre a fauna nativa.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/australia-enfrenta-crise-de-extincao-enquanto-tenta-proteger-especies-ameacadas-1787076713248.jpg" data-image="do0zm9hy6bvk" alt="A floresta de Dryandra é um dos poucos lugares onde ainda é possível encontrar numbats vivendo na natureza" title="A floresta de Dryandra é um dos poucos lugares onde ainda é possível encontrar numbats vivendo na natureza"><figcaption>A floresta de Dryandra é um dos poucos lugares onde ainda é possível encontrar numbats vivendo na natureza. Crédito: Sharon Jones</figcaption></figure><p>Os gatos ferais, por exemplo, são estimados como responsáveis pela<strong> morte de cerca de 3 bilhões de animais por ano</strong>. Doenças também ameaçam espécies importantes: a clamídia afeta coalas, enquanto o fungo quitrídio já contribuiu para a extinção de sete espécies de sapos.</p><p>As <strong>mudanças climáticas</strong> ampliam os riscos. Ondas de calor, incêndios, enchentes e alterações nos habitats afetam diretamente a sobrevivência de diferentes animais. Os incêndios do chamado “Verão Negro”, entre 2019 e 2020, mataram cerca de 3 bilhões de animais, enquanto eventos extremos posteriores atingiram áreas tão extensas que seus impactos sobre a fauna ainda são difíceis de dimensionar.</p><h2>Conservação ainda enfrenta obstáculos</h2><p>Apesar de iniciativas de reprodução, recuperação de habitats e controle de predadores, os esforços não acompanham a velocidade da degradação ambiental. Muitas espécies dependem de reservas cercadas e de manejo intensivo, enquanto projetos de conservação enfrentam limitações financeiras e operacionais.</p><div class="texto-destacado">A situação também preocupa porque a perda de biodiversidade afeta atividades econômicas e sociais. Produção de alimentos, turismo e construção civil dependem dos serviços prestados pelos ecossistemas. Cientistas alertam ainda para possíveis impactos sobre pesquisas em medicina, agricultura e adaptação às mudanças climáticas.</div><p>A Austrália possui oficialmente <strong>67 espécies declaradas extintas</strong>, mas pesquisadores estimam que pelo menos 100 plantas e animais já tenham desaparecido. O número real pode ser ainda maior. Embora o ritmo registrado de extinções permaneça próximo de quatro espécies por década, cresce rapidamente a quantidade de espécies ameaçadas.</p><h2>Distância entre metas e realidade</h2><p>O governo australiano estabeleceu como objetivo <strong>interromper e reverter a perda de biodiversidade até 2030.</strong> Desde 2022, também ampliou investimentos em energia renovável e adotou medidas voltadas à proteção de espécies criticamente ameaçadas. Uma reforma das leis ambientais foi apresentada como a mais importante em uma geração.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/australia-enfrenta-crise-de-extincao-enquanto-tenta-proteger-especies-ameacadas-1787076824757.jpg" data-image="mwpqbbclpj2u" alt="A cacatua-negra-de-Carnaby é outra espécie que luta para sobreviver no sudoeste da Austrália" title="A cacatua-negra-de-Carnaby é outra espécie que luta para sobreviver no sudoeste da Austrália"><figcaption>A cacatua-negra-de-Carnaby é outra espécie que luta para sobreviver no sudoeste da Austrália. Crédito: Sharon Jones</figcaption></figure><p>Especialistas, contudo, avaliam que leis e metas não serão suficientes sem recursos e disposição política para aplicá-las. O governo federal investe<strong> cerca de A$ 700 milhões por ano na proteção da natureza</strong>, enquanto conservacionistas calculam que seriam necessários aproximadamente A$ 33 bilhões anuais.</p><p>Além da falta de financiamento, <strong>interesses econômicos dificultam decisões ambientais</strong>. A economia australiana depende fortemente da exploração de recursos naturais, enquanto setores como mineração e agricultura recebem subsídios significativos. Para pesquisadores, esse desequilíbrio reduz a capacidade de enfrentar as causas da perda de biodiversidade.</p><h2>Numbat mostra que recuperação é possível</h2><p>A trajetória do numbat demonstra, ao mesmo tempo, os limites e as possibilidades da conservação. Em Dryandra, <strong>a população aumentou cerca de dez vezes desde os anos 1980</strong>, graças ao monitoramento, ao controle de predadores e à reprodução em cativeiro.</p><p>Durante uma expedição recente, pesquisadores chegaram a registrar oito animais, incluindo filhotes. <strong>O resultado foi considerado um dos melhores dos últimos anos. </strong>Ainda assim, os especialistas evitam tratar a recuperação como uma vitória definitiva.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781253" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/queda-de-77-no-numero-de-oncas-pintadas-femeas-acende-alerta-para-conservacao-na-amazonia.html" title="Queda de 77% no número de onças-pintadas fêmeas acende alerta para conservação na Amazônia">Queda de 77% no número de onças-pintadas fêmeas acende alerta para conservação na Amazônia</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/queda-de-77-no-numero-de-oncas-pintadas-femeas-acende-alerta-para-conservacao-na-amazonia.html" title="Queda de 77% no número de onças-pintadas fêmeas acende alerta para conservação na Amazônia"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/queda-de-77-no-numero-de-oncas-pintadas-femeas-acende-alerta-para-conservacao-na-amazonia-1785418098371_320.jpg" alt="Queda de 77% no número de onças-pintadas fêmeas acende alerta para conservação na Amazônia"></a></article></aside><p>A história de outras espécies mostra o risco de retrocessos. O <strong>woylie, ou bettong-de-cauda-de-escova</strong>, chegou a apresentar recuperação suficiente para deixar a lista de espécies ameaçadas, mas voltou a ser incluído dez anos depois, em situação ainda pior. Para os conservacionistas, o exemplo reforça que recuperar uma espécie não significa que ela esteja definitivamente a salvo.</p><p>A experiência australiana evidencia, assim, um desafio global: <strong>proteger espécies exige ações contínuas, recursos e decisões capazes de enfrentar as causas da degradação ambiental. </strong>No caso do numbat, cada novo nascimento representa esperança, mas também um lembrete de que a conservação precisa continuar.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="BBC%20Brasil" data-year="2026" data-title="Como%20a%20Austr%C3%A1lia%2C%20conhecida%20por%20sua%20fauna%20exuberante%2C%20tornou-se%20o%20epicentro%20das%20extin%C3%A7%C3%B5es%20no%20planeta" data-url="https%3A%2F%2Fwww.bbc.com%2Fportuguese%2Farticles%2Fc9d8ndz4ezpo">BBC Brasil. (2026). <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9d8ndz4ezpo" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Como a Austrália, conhecida por sua fauna exuberante, tornou-se o epicentro das extinções no planeta</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/australia-enfrenta-crise-de-extincao-enquanto-tenta-proteger-especies-ameacadas.html</guid><dc:creator><![CDATA[João Cunha]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria provoca mudança brusca no Sudeste com ventania e chuva forte; confira o alerta]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-provoca-mudanca-brusca-no-sudeste-com-ventania-e-chuva-forte-confira-o-alerta.html</link><pubDate>Wed, 19 Aug 2026 19:11:19 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma frente fria oceânica atuará de forma costeira no Sudeste do Brasil entre esta sexta-feira (21) e o sábado (22), favorecendo pancadas de chuva em parte de São Paulo e no Rio de Janeiro, além de rajadas de vento.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaz2r5a"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaz2r5a.jpg" id="xaz2r5a"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Entre esta sexta-feira (21) e o sábado (22) uma <strong>frente fria oceânica</strong> atuará de forma mais costeira na Região Sudeste do Brasil, aumentando as condições para <strong>pancadas de chuva e vendavais </strong>em parte de <strong>São Paulo</strong> e no <strong>Rio de Janeiro</strong>.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>O sistema levará chuvas a algumas áreas do nordeste/Litoral Norte de São Paulo e, principalmente, ao Rio de Janeiro, além de<strong> rajadas de vento</strong> <strong>entre 50 e 70 km/h</strong>, mas que podem pontualmente ultrapassar este valor.</p><p>Acompanhe a seguir os detalhes da previsão do tempo.</p><h2>Chuvas e vendavais em SP e RJ nos próximos dias</h2><p>Um <strong>ciclone extratropical</strong> vai se formar ao longo desta <strong>quinta-feira (20)</strong> <strong>entre o Rio Grande do Sul e o Uruguai</strong>, mas rapidamente ele se deslocará para alto-mar na altura da costa gaúcha.</p><p>A <strong>sua frente fria associada</strong> se aproximará do Sudeste brasileiro entre a sexta-feira (21) e o sábado (22), mas ela<strong> terá atuação mais oceânica </strong>e não trará grandes problemas à região em relação às chuvas.</p><p>Ela influenciará os estados de <strong>São Paulo</strong> e do <strong>Rio de Janeiro </strong>ao aumentar as condições para <strong>pancadas de chuva isoladas e vendavais</strong>, especialmente no estado fluminense.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-provoca-mudanca-brusca-no-sudeste-com-ventania-e-chuva-forte-1787152706894.png" data-image="nbyefldimmrd"><figcaption>Previsão de precipitação (em mm) e nebulosidade para sexta-feira (21) às 18h à esquerda e às 23h à direita, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Em <strong>São Paulo</strong>, o sistema <strong>não trará chuva generalizada</strong>, como geralmente costumamos observar com outras frentes frias. A atmosfera segue bastante seca no estado e desfavorável para a formação de instabilidades.</p><p>Ainda assim, <strong>entre meados da tarde e a noite de sexta-feira (21)</strong> o sistema pode trazer <strong>chuvas fracas a moderadas </strong>na região do <strong>Vale do Paraíba/Litoral Norte</strong> em São Paulo, e até alguma pancada isolada mais forte.</p><div class="texto-destacado">Entre a noite de sexta-feira (21) e madrugada do sábado (22) esperam-se chuvas fracas a moderadas no Vale do Paraíba (SP) e pancadas de chuva forte com risco de temporais isolados no centro-sul do Rio de Janeiro.</div><p>Além disso, o sistema frontal provocará uma<strong> </strong>mudança dos ventos. Ao longo da<strong> sexta-feira (21) </strong>as <strong>rajadas de vento</strong> variam <strong>entre 50 e 60 km/h </strong>e podem pontualmente se aproximar dos 70 km/h em áreas do <strong>centro-leste</strong> do <strong>estado paulista</strong>.</p><p>A <strong>capital </strong>paulista tem previsão de<strong> </strong>tempo firme, com sol entre nuvens e rajadas em torno dos 42 km/h na sexta-feira (21).</p><p><strong>Atenção para o levantamento de poeira no interior do estado </strong>devido à ventania e ao ar muito seco. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-provoca-mudanca-brusca-no-sudeste-com-ventania-e-chuva-forte-1787153716779.png" data-image="r4ozhbri0wvp"><figcaption>Previsão de rajadas de vento (km/h) para a sexta-feira (21) às 14h à esquerda e às 17h à direita, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>No <strong>Rio de Janeiro</strong>, a frente fria provocará <strong>chuvas moderadas a pontualmente intensas</strong> entre a<strong> </strong>noite de sexta-feira (21) e a madrugada do sábado (22) no <strong>centro-sul </strong>do estado, e com <strong>risco de temporais isolados</strong>.</p><p>Durante o dia do sábado (22) a frente fria já se afasta do estado e as instabilidades reduzem, mas ainda podem ocorrer alguns chuviscos isolados.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="784523" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/intensa-virada-do-tempo-atinge-o-sul-com-ciclone-temporais-ventos-e-frio-confira.html" title="Intensa virada do tempo atinge o Sul com ciclone, temporais, ventos e frio; confira">Intensa virada do tempo atinge o Sul com ciclone, temporais, ventos e frio; confira</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/intensa-virada-do-tempo-atinge-o-sul-com-ciclone-temporais-ventos-e-frio-confira.html" title="Intensa virada do tempo atinge o Sul com ciclone, temporais, ventos e frio; confira"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/intensa-virada-do-tempo-atinge-o-sul-com-ciclone-temporais-ventos-e-frio-confira-1787147937599_320.jpg" alt="Intensa virada do tempo atinge o Sul com ciclone, temporais, ventos e frio; confira"></a></article></aside><p>Além disso, o sistema também trará risco de <strong>fortes vendavais</strong> no Rio de Janeiro na <strong>sexta-feira (21)</strong>, especialmente no período da tarde. São esperadas rajadas <strong>entre 50 e 70 km/h</strong>, mas pontualmente elas podem <strong>ultrapassar este valor em áreas da Região Metropolitana, da Baixada e do Norte fluminenses</strong>.</p><p>Na <strong>capital </strong>Rio de Janeiro, são esperadas chuvas fracas na noite de sexta (21) e rajadas de quase 60 km/h durante a tarde.</p><p>Atenção aos <strong>transtornos </strong>que esses vendavais podem trazer, como <strong>queda de galhos, de estruturas e cortes no fornecimento de energia</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-provoca-mudanca-brusca-no-sudeste-com-ventania-e-chuva-forte-confira-o-alerta.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ar frio traz queda brusca das temperaturas para até -7°C; veja para onde o frio de inverno retorna]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-frio-traz-queda-brusca-das-temperaturas-de-ate-7-c-veja-para-onde-o-frio-de-inverno-retorna.html</link><pubDate>Wed, 19 Aug 2026 18:03:29 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Um ciclone extratropical vai se formar sobre o Sul do Brasil nesta quinta-feira (20) e, após provocar tempestades severas, impulsionará uma intensa massa de ar polar em direção ao Brasil, derrubando as temperaturas e trazendo risco de geadas fortes e temperaturas negativas de até -7°C.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaz3bze"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaz3bze.jpg" id="xaz3bze"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Ao longo desta quinta-feira (20), um <strong>ciclone extratropical</strong> vai se formar entre o Rio Grande do Sul e o Uruguai, provocando uma mudança significativa no tempo sobre o Sul do Brasil. O sistema poderá causar tempestades, chuva volumosa e rajadas fortes de vento, além de impulsionar o avanço de <strong>duas massas de ar frio </strong>pelo centro-sul do país.</p><div class="texto-destacado">Entre quinta-feira (20) e sexta-feira (21), os maiores impactos do sistema serão registrados na Região Sul. Há previsão de acumulados superiores a 100 mm totais de chuva no Rio Grande do Sul, além de tempestades com granizo e rajadas fortes de vento que podem chegar a 100 km/h.</div><p>Os <strong>ventos fortes</strong> também poderão atingir Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro, embora os impactos variem de acordo com a região. No entanto, o grande destaque fica para a<strong>s massas de ar frio que avançam pelo país</strong> após a passagem da chuva.</p><h2>Massa de ar polar começa a avançar pelo Sul</h2><p>Ainda na quinta-feira (20), uma primeira massa de ar frio avançará pela Região Sul. O sistema provocará uma <strong>queda significativa nas temperaturas</strong> no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e sul do Mato Grosso do Sul.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-frio-traz-queda-brusca-das-temperaturas-de-ate-7-c-veja-para-onde-o-frio-de-inverno-retorna-1787156950660.jpg" data-image="alh1b0nl2zcy" alt="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa e temperatura mínima na sexta." title="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa e temperatura mínima na sexta."><figcaption>Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa e temperatura mínima na sexta mostram o avanço da primeira massa de ar frio, fazendo as temperaturas caírem e causando geadas leves.</figcaption></figure><p>Como é possível observar na imagem acima, na madrugada e manhã de sexta-feira (21), o frio já será significativo em áreas de maior altitude. As <strong>temperaturas mínimas poderão chegar perto dos 4°C</strong> na Serra Gaúcha e na Serra Catarinense, criando condições para a formação de <strong>geadas pontuais</strong> em diversos municípios.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>No entanto, a partir da <strong>sexta-feira</strong>, uma <strong>segunda massa de ar polar, bem mais intensa</strong>, será impulsionada em direção ao país. O sistema fará as temperaturas caírem ainda mais ao longo do final de semana, entre sábado (22), domingo (23) e segunda-feira (24) - quando há risco de <strong>temperaturas negativas no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-frio-traz-queda-brusca-das-temperaturas-de-ate-7-c-veja-para-onde-o-frio-de-inverno-retorna-1787156990229.jpg" data-image="d2tr52zlxli5" alt="Previsão de temperaturas mínimas no domingo (esquerda) e na segunda-feira (direita)." title="Previsão de temperaturas mínimas no domingo (esquerda) e na segunda-feira (direita)."><figcaption>Previsão de temperaturas mínimas no domingo (esquerda) e na segunda-feira (direita) mostra temperaturas mínimas que chegam a valores negativos (cores esbranquiçadas) de até -7°C.</figcaption></figure><p>Na serra gaúcha e na serra catarinense, as temperaturas mínimas podem chegar até valores por volta dos <strong>-7°C</strong>, o que ocasionará um <strong>frio severo</strong> e a formação de <strong>geadas fortes</strong> em diversos municípios da região. Além das regiões serranas, outros municípios do RS e de SC também podem registrar <strong>geadas pontuais</strong>.</p><h2>Frio aumenta no fim de semana no Sudeste</h2><p>Vale notar, ainda, que o ar frio não ficará restrito à Região Sul. Ao longo do final de semana, <strong>a massa de ar polar também será capaz de </strong><strong>avançar em direção ao Sudeste</strong>, provocando uma queda significativa das temperaturas em São Paulo, Rio de Janeiro, sul de Minas Gerais e sul do Espírito Santo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-frio-traz-queda-brusca-das-temperaturas-de-ate-7-c-veja-para-onde-o-frio-de-inverno-retorna-1787157023076.jpg" data-image="wbyfk0wnck2h" alt="Previsão de temperaturas mínimas no Sudeste no domingo." title="Previsão de temperaturas mínimas no Sudeste no domingo."><figcaption>Previsão de temperaturas mínimas no Sudeste no domingo mostram mínimas abaixo dos 15°C em várias cidades. No Sul de MG e no Vale do Paraíba, os valores serão ainda menores.</figcaption></figure><p>Isso trará um clima típico de inverno de volta a estes estados. Durante o sábado (22) e o domingo (23), <strong>as temperaturas mínimas poderão ficar</strong> <strong>abaixo de 10°C</strong> em áreas específicas do Sudeste, especialmente no Vale do Paraíba, no leste de São Paulo, na Serra da Mantiqueira e em partes do sul de Minas Gerais e do Rio de Janeiro.</p><p>Embora o risco de geadas seja consideravelmente menor no Sudeste, não se descarta a possibilidade de formação de <strong>geadas pontuais nas áreas mais frias e de maior altitude de São Paulo e Minas Gerais</strong>, especialmente durante a madrugada e o início da manhã do domingo.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="784523" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/intensa-virada-do-tempo-atinge-o-sul-com-ciclone-temporais-ventos-e-frio-confira.html" title="Intensa virada do tempo atinge o Sul com ciclone, temporais, ventos e frio; confira">Intensa virada do tempo atinge o Sul com ciclone, temporais, ventos e frio; confira</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/intensa-virada-do-tempo-atinge-o-sul-com-ciclone-temporais-ventos-e-frio-confira.html" title="Intensa virada do tempo atinge o Sul com ciclone, temporais, ventos e frio; confira"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/intensa-virada-do-tempo-atinge-o-sul-com-ciclone-temporais-ventos-e-frio-confira-1787147937599_320.jpg" alt="Intensa virada do tempo atinge o Sul com ciclone, temporais, ventos e frio; confira"></a></article></aside><p>No fim, a combinação entre um ciclone extratropical, as tempestades causadas pelo sistema e o avanço da massa de ar polar intensa provocará uma <strong>grande mudança no tempo em todo o centro-sul do Brasil </strong>ao longo dos próximos dias, trazendo de volta um <strong>clima frio e chuvoso</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-frio-traz-queda-brusca-das-temperaturas-de-ate-7-c-veja-para-onde-o-frio-de-inverno-retorna.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Intensa virada do tempo atinge o Sul com ciclone, temporais, ventos e frio; confira]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/intensa-virada-do-tempo-atinge-o-sul-com-ciclone-temporais-ventos-e-frio-confira.html</link><pubDate>Wed, 19 Aug 2026 14:17:58 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Nos próximos dias, o tempo vai mudar de forma intensa sobre todo o Sul do Brasil. A presença de um ciclone eleva os riscos de temporais e ventos fortes, além de permitir a entrada de uma massa de ar frio que diminui as temperaturas.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaz2hq2"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaz2hq2.jpg" id="xaz2hq2"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Um <strong>ciclone extratropical</strong> irá se formar sobre o Rio Grande do Sul nas próximas horas e mudará drasticamente o tempo na Região Sul. O sistema terá uma frente fria associada que vai provocar <strong>temporais</strong> e <strong>fortes rajadas de vento</strong>. Além disso, após a passagem do sistema frontal, a incursão de uma massa de ar frio derrubará as temperaturas em todo o Sul do país.</p><div class="texto-destacado"> <strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p>A seguir, confira a previsão detalhada e os alertas para os próximos dias na sua região.</p><h2> Ciclone aumenta chances de temporais no Sul do Brasil </h2><p>Nesta <strong>quarta-feira (19)</strong>, já foi iniciado o processo de formação desse ciclone (ciclogênese). Nas camadas mais baixas da atmosfera, há o transporte de ar quente e úmido vindo do Norte, enquanto nas camadas superiores a presença de ventos intensos favorece a divergência em altos níveis.</p><p>Com esse cenário, surge uma área de baixa pressão atmosférica e, como consequência, o ar quente e úmido se eleva, dando origem a <strong>nuvens carregadas</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/intensa-virada-do-tempo-atinge-o-sul-com-ciclone-temporais-ventos-e-frio-confira-1787147937599.jpg" data-image="scjxxwnkb0j3" alt="Canal de umidade e Jatos de Altos Níveis" title="Canal de umidade e Jatos de Altos Níveis"><figcaption>Mapa mostra a presença de canal de umidade e de ventos intensos em altos níves auxiliando na manutenção do ciclone extratropical.</figcaption></figure><p>No decorrer da madrugada de <strong>quinta-feira (20)</strong>, o modelo <em>ECMWF</em> indica chances elevadas de <strong>chuvas fortes</strong> sobre o Rio Grande do Sul, afetando as faixas sudoeste, oeste e sul do estado. As precipitações podem vir acompanhadas de trovoadas e descargas elétricas.</p><p>Durante toda a manhã de quinta (20), o<strong> tempo fica fechado</strong> na Região Sul, marcando uma virada intensa do tempo em áreas de <strong>Santa Catarina e do Paraná</strong> que registraram tempo firme nos últimos dias. A frente fria associada provoca <strong>chuvas intensas e temporais</strong> do sul gaúcho ao sudoeste paranaense, mantendo toda essa faixa sob alerta.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/intensa-virada-do-tempo-atinge-o-sul-com-ciclone-temporais-ventos-e-frio-confira-1787148000061.jpg" data-image="bfgil7p4dnhl" alt="Precipitação." title="Precipitação."><figcaption>O modelo mostra que há riscos de temporais sobre o RS, SC e PR, nesta quinta-feira (20).</figcaption></figure><p>Ainda na primeira metade do dia, à medida que o ciclone avança em direção ao oceano Atlântico, os <strong>ventos se intensificam</strong> no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. As rajadas podem alcançar <strong>50 km/h</strong> em solo gaúcho e <strong>45 km/h</strong> em território catarinense.</p><p>As chuvas mais fortes persistem até meados da tarde, momento em que o ciclone e a frente fria começam a <strong>perder força</strong>, reduzindo a intensidade das precipitações em boa parte do Sul. Contudo,<strong> o céu permanece encoberto</strong> na maior parte da Região.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/intensa-virada-do-tempo-atinge-o-sul-com-ciclone-temporais-ventos-e-frio-confira-1787148085109.jpg" data-image="i4knidh0djwe" alt="Rajadas de vento." title="Rajadas de vento."><figcaption>Ventos ganham intensidade e rajadas podem chgar aos 80 km/h sobre diversos pontos da Região Sul.</figcaption></figure><p>Outro ponto crítico para a tarde e a noite de quinta-feira (20) são as <strong>ventanias</strong>. As rajadas ganham intensidade e superam facilmente os <strong>50 km/h</strong> no centro e leste gaúcho, meio-oeste catarinense e centro-sul do Paraná. O alerta principal fica para as áreas de Serra, onde o vento pode <strong>ultrapassar os 75 km/h</strong>.</p><p>Na <strong>sexta-feira (21)</strong>, o tempo começa a abrir e a nebulosidade diminui, havendo possibilidade de nevoeiro e neblina apenas durante o amanhecer. O modelo indica que os ventos continuam soprando de forma moderada a forte, com <strong>rajadas de até 60 km/h</strong> na faixa leste da Região Sul.</p><h2>Massa de ar frio avança e provoca temperaturas baixas</h2><p>A<strong> frente fria</strong> associada ao ciclone extratropical avançará rapidamente no decorrer de quinta (20) e sexta-feira (21). Na sua retaguarda, uma <strong>massa de ar frio</strong> também se desloca em direção aos estados do Sul do país, provocando <strong>quedas acentuadas nos termômetros.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/intensa-virada-do-tempo-atinge-o-sul-com-ciclone-temporais-ventos-e-frio-confira-1787147815219.jpg" data-image="wscqtwiqf9i2" alt="Ar frio." title="Ar frio."><figcaption>Massa de ar frio avança sobre o Brasil, após frente fria perder força.</figcaption></figure><p>As tardes de quinta (20) e sexta-feira (21) terão <strong>temperaturas amena</strong>s no centro-oeste do Rio Grande do Sul, na porção central de Santa Catarina e em trechos do Paraná, com máximas oscilando entre<strong> 13°C e 21°C.</strong></p><p>O amanhecer de sexta (21) já será <strong>gelado</strong>. Conforme a massa polar avança, as temperaturas mínimas ficam <strong>abaixo dos 10°C</strong> em áreas do sul do Rio Grande do Sul e na Serra Catarinense. No entanto, o frio de padrão invernal se intensificará a partir do fim de semana.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="784385" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-traz-alertas-de-temporais-e-ventos-de-ate-100-km-h-veja-as-areas-em-alerta.html" title="Ciclone traz alertas de temporais e ventos de até 100 km/h; veja as áreas em alerta">Ciclone traz alertas de temporais e ventos de até 100 km/h; veja as áreas em alerta</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-traz-alertas-de-temporais-e-ventos-de-ate-100-km-h-veja-as-areas-em-alerta.html" title="Ciclone traz alertas de temporais e ventos de até 100 km/h; veja as áreas em alerta"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-traz-alertas-de-temporais-e-ventos-de-ate-100-km-h-veja-as-areas-em-alerta-1787075450199_320.png" alt="Ciclone traz alertas de temporais e ventos de até 100 km/h; veja as áreas em alerta"></a></article></aside><p>No <strong>sábado (22)</strong>, o Rio Grande do Sul deve registrar mínimas entre <strong>1°C e 9°C</strong>, com máximas de até 16°C em grande parte do estado. Em Santa Catarina, a manhã terá marcas <strong>abaixo de 5°C</strong> na região serrana e de <strong>8°C</strong> no sul paranaense.</p><p>A previsão aponta <strong>temperaturas negativas</strong> para as madrugadas de <strong>domingo (23) e segunda-feira (24)</strong>, quando os termômetros podem atingir valores abaixo de 0°C na Serra Gaúcha e na Serra Catarinense. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/intensa-virada-do-tempo-atinge-o-sul-com-ciclone-temporais-ventos-e-frio-confira-1787147770192.jpg" data-image="yawj5z2mgo4p" alt="Temepratura." title="Temepratura."><figcaption>Mínima prevista para o amanhecer de domingo (23). Há previsão de temperaturas negativas na Serra Catarinense.</figcaption></figure><p>No restante do Sul, o frio intenso predomina com marcas <strong>inferiores a 5°C</strong> no Rio Grande do Sul, gerando <strong>risco para geadas</strong>, além de variações entre <strong>3°C e 7°C</strong> em Santa Catarina e de <strong>5°C a 11°C</strong> no Paraná.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/intensa-virada-do-tempo-atinge-o-sul-com-ciclone-temporais-ventos-e-frio-confira.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Encontram no Deserto do Atacama um aterro de roupas vindas da Europa que é visível até do espaço]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/encontram-no-deserto-do-atacama-um-aterro-de-roupas-vindas-da-europa-que-e-visivel-ate-do-espaco.html</link><pubDate>Wed, 19 Aug 2026 12:03:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Mais de 60 mil toneladas de roupas provenientes da Europa acabam amontoadas no Deserto do Atacama, perto de Alto Hospicio, no Chile, e podem ser vistas do espaço.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-vertedero-textil-de-atacama-acumula-60-000-toneladas-de-ropa-y-ya-puede-verse-desde-el-espacio-1786957064423.jpg" data-image="jb0ebwmze2e5"><figcaption>O aterro têxtil do Atacama ultrapassa 60.000 toneladas, e sua extensão é grande o suficiente para que o acúmulo possa ser distinguido até mesmo em imagens de satélite.</figcaption></figure><p>Uma<strong> enorme pilha de roupas</strong> pode ser vista perto da <strong>cidade de Alto Hospicio</strong>, no norte do <strong>Chile</strong>, e seu tamanho aumenta a cada ano. A dimensão desse acúmulo de resíduos é tamanha que o aplicativo<em> SkyFi</em> permite visualizar a área por meio de imagens de satélite. As peças chegam principalmente pelo porto de Iquique, onde são desembarcadas <strong>remessas vindas da Europa e de outras partes do mundo</strong>.</p><p>Iquique faz parte das zonas de livre comércio do Chile, o que significa que uma parcela significativa das mercadorias entra no país isenta de impostos. Os lotes são então transportados para Alto Hospicio para distribuição a outros países da América Latina. <strong>Quando certas peças não encontram comprador, ficam sem destino comercial e acabam abandonadas no deserto</strong>.</p><h2>O aterro têxtil do Atacama recebe milhares de toneladas</h2><p><strong>Mais de 60 mil toneladas de peças de vestuário chegam ao porto de Iquique todos os anos</strong>. As roupas usadas entram em uma cadeia de suprimentos destinada a distribuí-las para diversos mercados na América Latina; no entanto, uma quantidade significativa acaba ficando fora desse circuito.</p><p>Sem um responsável para arcar com os custos de remoção desses resíduos, <strong>parte das roupas acaba sendo descartada ilegalmente </strong>em áreas desérticas.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">Vista aérea de ropa usada desechada en el desierto de Atacama, en Alto Hospicio, Iquique, Chile. El basurero de ropa más grande del mundo. No nos cansamos de arruinar al planeta. Realmente somos el cáncer de la Tierra <a href="https://t.co/lddLbZ0PgR">pic.twitter.com/lddLbZ0PgR</a></p>— Juzo Calbuto (@conraro) <a href="https://x.com/conraro/status/1465436943815118850?ref_src=twsrc%5Etfw">November 29, 2021</a></blockquote></figure><p>Esforços da <strong>ONG Ekō </strong>e do coletivo chileno Desierto Vestido levaram à identificação de etiquetas de diversas marcas. Entre elas estão Old Navy, H&M, Adidas e Levi’s, bem como Zara, Hugo Boss, Under Armour, Tommy Hilfiger e Nike. A presença dessas peças ilustra a variedade das remessas que acabam se acumulando na região.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="772894" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/nivel-do-mar-sobe-mais-de-50-e-poluicao-ameaca-biodiversidade-diz-onu.html" title="Nível do mar sobe mais de 50% e poluição ameaça biodiversidade, diz ONU ">Nível do mar sobe mais de 50% e poluição ameaça biodiversidade, diz ONU </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/nivel-do-mar-sobe-mais-de-50-e-poluicao-ameaca-biodiversidade-diz-onu.html" title="Nível do mar sobe mais de 50% e poluição ameaça biodiversidade, diz ONU "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/nivel-do-mar-sobe-mais-de-50-e-poluicao-ameaca-biodiversidade-diz-onu-1780942190344_320.jpg" alt="Nível do mar sobe mais de 50% e poluição ameaça biodiversidade, diz ONU "></a></article></aside><p><strong>O problema se agrava quando os resíduos são queimados</strong>. Após os incêndios, resta uma superfície escura de tecido derretido — uma textura que Bastian Barria, fundador do Desierto Vestido, compara a óleo endurecido. Peças sintéticas, como as feitas de poliéster,<strong> podem liberar poluentes durante a combustão, afetando o solo, o ar e as águas subterrâneas</strong>.</p><h2>Roupas usadas e a queima de resíduos afetam Alto Hospicio</h2><p>Os efeitos dos incêndios também atingem os moradores das redondezas. A fumaça da queima chega a áreas habitadas, e alguns vizinhos relatam sofrer com <strong>problemas respiratórios</strong>. A preocupação concentra-se, em particular, em peças de vestuário que contêm poliéster — uma fibra derivada do petróleo que pode <strong>liberar compostos poluentes ao ser queimada</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-vertedero-textil-de-atacama-acumula-60-000-toneladas-de-ropa-y-ya-puede-verse-desde-el-espacio-1786957378620.jpg" data-image="jr31svyf31te"><figcaption>O aterro de resíduos têxteis do Atacama também gera problemas ambientais e de saúde devido à queima de peças de vestuário que contêm fibras sintéticas.</figcaption></figure><p>A cidade de Alto Hospicio fica a pouca distância do depósito de resíduos e convive com essa situação há anos. Seu prefeito, Patricio Ferreira, resume o sentimento predominante entre os moradores: "Sentimo-nos abandonados. Sentimos que nossa terra foi sacrificada. Somos o lixão do mundo, e<strong> ainda não há uma solução real para esse problema</strong>", disse ele à agência global de notícias AFP.</p><p>Ferreira também se manifestou contra a imagem que o lixão gera: "Quando se pesquisa Alto Hospicio na internet, aparecem vídeos afirmando que este é o lugar mais feio da Terra. Somos uma cidade pequena situada no norte do Chile, mas é por isso que somos conhecidos". <strong>A cidade tornou-se indissociavelmente ligada ao acúmulo de roupas</strong>.</p><h2>O Chile recebe até 180.000 toneladas de roupas usadas</h2><p>Os dados disponíveis mostram que o problema envolve mais de 60.000 toneladas de roupas descartadas. Conforme noticiado pelo <em>Infobae </em>em janeiro de 2026, <strong>Iquique recebe entre 120.000 e 180.000 toneladas de roupas usadas por ano</strong>. Esse volume faz do Chile o quarto maior importador mundial de peças de segunda mão.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-vertedero-textil-de-atacama-acumula-60-000-toneladas-de-ropa-y-ya-puede-verse-desde-el-espacio-1786957615206.jpg" data-image="3d12ocvtym30"><figcaption>A montanha de resíduos têxteis no Atacama reflete o impacto da moda rápida ('<em>fast fashion</em>') e de peças de vestuário que acabam sem saída comercial.</figcaption></figure><p>O caso também chegou aos tribunais. O Primeiro Tribunal Ambiental de Antofagasta responsabilizou o Estado chileno por omissão, apontando sua <strong>falha em prevenir ou controlar o acúmulo ilegal de resíduos em terrenos públicos em Alto Hospicio</strong> ao longo de vários anos. A sentença determinou um plano de recuperação ambiental de dez anos; no entanto, a decisão ainda não é definitiva, uma vez que o Conselho de Defesa do Estado recorreu à Suprema Corte.</p><p>A ONU situa a questão no contexto de uma crise muito mais ampla: "Os seres humanos geram mais de 2 bilhões de toneladas de resíduos anualmente em todo o mundo — quantidade suficiente para dar a volta ao planeta 25 vezes se acondicionada em contêineres de carga padrão —, poluindo a terra, o ar e a água, e afetando de forma desproporcional as comunidades mais pobres".</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/NKd0LemASxk/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=NKd0LemASxk" id="NKd0LemASxk"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>“A moda está em destaque no Dia Internacional deste ano, evidenciando o consumo impressionante de recursos e os níveis de poluição. Trata-se de uma indústria em que as tendências mudam rapidamente e as peças de roupa são frequentemente descartadas após serem usadas apenas algumas vezes. Especialistas estimam que <strong>dobrar a vida útil das roupas poderia reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 44%</strong>”, alertou a ONU.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/encontram-no-deserto-do-atacama-um-aterro-de-roupas-vindas-da-europa-que-e-visivel-ate-do-espaco.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Terremotos fortes estão realmente se tornando mais frequentes ao redor do mundo?]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/terremotos-fortes-estao-realmente-se-tornando-mais-frequentes-ao-redor-do-mundo.html</link><pubDate>Wed, 19 Aug 2026 10:11:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>A análise dos sismólogos fornece uma resposta muito clara à questão que surgiu após a série de fortes terremotos que abalaram várias partes do mundo nas últimas semanas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/i-forti-terremoti-stanno-davvero-aumentando-nel-mondo-1786827983377.jpg" data-image="px0hkuv5easa" alt="Terremoto" title="Terremoto"><figcaption>Hoje, as redes sísmicas globais registram praticamente tudo, a mídia internacional noticia o fato imediatamente e as redes sociais amplificam a resposta emocional.</figcaption></figure><p>Sempre que um <strong>terremoto </strong><strong>forte </strong>atinge uma região do mundo — como ocorreu recentemente na Venezuela, na Colômbia e na Indonésia —, a mesma pergunta inevitavelmente ressurge: <strong>a sismicidade global está aumentando?</strong> É uma preocupação compreensível, alimentada pela velocidade com que as notícias circulam e pela capacidade das redes sociais de amplificar cada evento.</p><p>No entanto, os dados científicos, quando devidamente analisados à luz do método científico, revelam uma realidade bem diferente.</p><h2><strong>Percepção e realidade</strong></h2><p>Até algumas décadas atrás, um terremoto em áreas remotas, como a Papua-Nova Guiné ou algumas ilhas da Indonésia, raramente estampava as manchetes dos jornais ocidentais. Hoje,<strong> as redes sísmicas globais registram praticamente tudo</strong>, a mídia internacional divulga a notícia imediatamente e as redes sociais amplificam a reação emocional.</p><div class="texto-destacado">A isso se soma o medo de tsunamis, ainda vivo após as tragédias de Sumatra, em 2004, e do Japão, em 2011. O resultado é uma percepção distorcida de um “aumento” na sismicidade.</div><p>Sismólogos fazem referência ao viés de recência (a tendência de atribuir maior peso a eventos recentes) e à ilusão de frequência (a sensação de que um fenômeno está se tornando mais comum simplesmente porque está sendo discutido com mais frequência). Uma<strong> análise rigorosa dos dados</strong>, no entanto, nos permite ir além das impressões.</p><h2><strong>Dados do USGS: nenhuma tendência de alta</strong></h2><p>O Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia (INGV) analisou o catálogo global do USGS (Serviço Geológico dos Estados Unidos), considerado o mais consistente e abrangente para terremotos de maior magnitude.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/i-forti-terremoti-stanno-davvero-aumentando-nel-mondo-1786828061670.jpg" data-image="b62sau0pg4kq" alt="Terremoto" title="Terremoto"><figcaption>Desde 1950, quando as redes sísmicas globais começaram a operar de forma adequada, o número médio anual de eventos com magnitude ≥ 6 tem sido de cerca de 140.</figcaption></figure><p><strong>Terremotos de magnitude 6 </strong>ou superior têm sido <strong>registrados </strong>por estações ao redor do mundo<strong> há muitas décadas</strong>.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Desde 1950, quando as redes sísmicas globais começaram a operar de forma adequada, o número médio anual de eventos com magnitude ≥ 6 tem sido de cerca de 140.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Alguns anos superam esse número (o máximo foi de 207 em 2011, fortemente influenciado pelas réplicas do grande terremoto ocorrido no Japão em 11 de março), enquanto outros permanecem abaixo dele (como no período de 1973 a 1982). <strong>De modo geral, a tendência é essencialmente estável. Não há uma tendência clara de aumento ou de diminuição</strong>.</p><p>Para terremotos ainda mais intensos (magnitude ≥ 7), a média anual é de cerca de 13,9 eventos. Também aqui, as flutuações são consideráveis.</p><p>Esse número varia de apenas 6 a 7 eventos em alguns anos (1986, 1989, 2017) para 20 a 22 em outros (1995, 2010, 2011). Tais variações situam-se dentro da variabilidade estatística normal.</p><h2><strong>O que vai acontecer em 2026?</strong></h2><p>Até o dia 15 de agosto de 2026, ocorreram 89 terremotos de magnitude ≥ 6. Uma projeção linear até o final do ano (sem garantia de que a taxa permanecerá constante) indicaria cerca de<strong> 133 eventos, um número ligeiramente abaixo da média histórica</strong>. Quanto às magnitudes ≥ 7, registraram-se 11 eventos; projetando-se esse dado para o final do ano, o total provavelmente chegaria a 16 ou 17 — um número acima da média, porém distante dos máximos históricos e em linha com o registrado em 2025 (16 eventos).</p><p>Sempre que um terremoto forte atinge uma região do mundo — como ocorreu recentemente na Venezuela, na Colômbia e na Indonésia —, a mesma pergunta inevitavelmente ressurge: <strong>a sismicidade global está aumentando? </strong>É uma preocupação compreensível, alimentada pela velocidade com que as notícias circulam e pela capacidade das redes sociais de amplificar cada evento.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/i-forti-terremoti-stanno-davvero-aumentando-nel-mondo-1786828117399.jpg"><figcaption>Vale lembrar que os terremotos não seguem ciclos precisos. Períodos de maior atividade alternam-se naturalmente com períodos de maior calmaria. As variações observadas situam-se dentro das flutuações em torno da média de longo prazo.</figcaption></figure><p>Mas os dados científicos, quando devidamente analisados com o uso do método científico, nos contam uma história muito diferente.</p><p>Vale lembrar que<strong> os terremotos não seguem ciclos precisos</strong>. Períodos de maior atividade alternam-se naturalmente com períodos de maior calmaria. As variações observadas situam-se dentro das flutuações em torno da média de longo prazo. Portanto, <strong>não há um aumento significativo na sismicidade de maior energia em escala global</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781642" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/cabos-de-fibra-optica-e-ia-a-inovacao-que-nos-permitiria-saber-em-segundos-a-intensidade-de-um-terremoto.html" title="Cabos de fibra óptica e IA: a inovação que nos permitiria saber em segundos a intensidade de um terremoto">Cabos de fibra óptica e IA: a inovação que nos permitiria saber em segundos a intensidade de um terremoto</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/cabos-de-fibra-optica-e-ia-a-inovacao-que-nos-permitiria-saber-em-segundos-a-intensidade-de-um-terremoto.html" title="Cabos de fibra óptica e IA: a inovação que nos permitiria saber em segundos a intensidade de um terremoto"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/cables-de-fibra-optica-e-ia-el-avance-que-permitiria-saber-en-segundos-cuan-fuerte-sera-un-terremoto-1785423016756_320.jpg" alt="Cabos de fibra óptica e IA: a inovação que nos permitiria saber em segundos a intensidade de um terremoto"></a></article></aside><p><strong>O que realmente aumentou foi a nossa capacidade de registrar, divulgar e discutir esses eventos</strong>. A disseminação de notícias em tempo real e a busca por cliques fáceis contribuem para criar uma imagem distorcida da realidade geológica do planeta. Os dados, no entanto, permanecem claros.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/terremotos-fortes-estao-realmente-se-tornando-mais-frequentes-ao-redor-do-mundo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item></channel></rss>