<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0"><channel><title>Meteored Brasil</title><link>https://www.tempo.com</link><description>Notícias do tempo - Confira as principais notícias sobre a meteorologia e previsão do tempo. Todas as informações são realizadas pelos nossos especialistas em meteorologia.</description><language>pt</language><lastBuildDate>Wed, 15 Apr 2026 20:10:27 +0000</lastBuildDate><pubDate>Wed, 15 Apr 2026 20:10:27 +0000</pubDate><atom:link href="https://www.tempo.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[ Copyright 2026 Meteored ]]></copyright><image><url>https://www.tempo.com/imagenes/logo_rss.png</url><title>Meteored Brasil</title><link>https://www.tempo.com</link><width>144</width><height>144</height></image><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>6</sy:updateFrequency><item><title><![CDATA[Dois ciclones afetam o Brasil nesta quinta-feira (16), saiba o que esperar]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/dois-ciclones-afetam-o-brasil-nesta-quinta-feira-16-saiba-o-que-esperar.html</link><pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:36:33 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A atuação de dois ciclones no Atlântico Sul afetam o Brasil nesta quinta-feira. Sobre o Sul do país um dos sistemas aumenta as chuvas na região enquanto que o outro auxilia no transporte de ar frio para o continente.</p><ul><li>Veja também: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/zcit-traz-alerta-de-mais-de-100-mm-de-chuva-em-6-estados-brasileiros.html" target="_blank">ZCIT traz alerta de mais de 100 mm de chuva em 6 estados brasileiros</a></li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xa5lak2"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xa5lak2.jpg" id="xa5lak2"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Ao ouvir a palavra <strong>“ciclone”</strong>, muitas pessoas entram em <strong>alerta</strong>, devido à <strong>percepção negativa</strong> associada ao termo. No entanto, nem todo <strong>ciclone</strong> está relacionado a <strong>chuvas intensas</strong> ou <strong>tempestades severas</strong>.</p><p>Vale lembrar que <strong>ciclones</strong> são <strong>sistemas de baixa pressão atmosférica</strong> que ocorrem em diferentes <strong>escalas e intensidades</strong>, podendo variar desde sistemas <strong>fracos</strong> até eventos mais <strong>organizados</strong>.</p><div class="texto-destacado">Em muitos casos, sua atuação está associada ao aumento da nebulosidade e a mudanças na direção e intensidade dos ventos, sem necessariamente provocar tempo extremo.</div><p>Para esta <strong>quinta-feira (15)</strong>, a presença de um <strong>ciclone</strong> entre a <strong>Argentina</strong> e o <strong>Uruguai</strong> afeta o <strong>tempo no Rio Grande do Sul</strong>, enquanto outro sistema, localizado no <strong>oceano Atlântico</strong>, contribui para o <strong>transporte de ar frio</strong> para o interior do continente. Veja a seguir como esses sistemas atuam.</p><h2>Ciclone 1: tempo fica fechado no sul do Brasil</h2><p>O processo de formação de um <strong>ciclone</strong> entre a <strong>Argentina</strong>, <strong>Paraguai</strong> e <strong>Uruguai</strong> teve início nesta <strong>terça-feira (14)</strong> e será <strong>consolidado ao longo desta quarta-feira (15)</strong>. O sistema se originou a partir do <strong>aprofundamento de uma baixa pressão</strong> nessa mesma região, que se intensificou e seguirá em direção ao <strong>oceano Atlântico</strong> nos próximos dias.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/dois-ciclones-afetam-o-brasil-nesta-quinta-feira-16-saiba-o-que-esperar-1776263088914.jpg" data-image="gnmliqulzr0i" alt="Previsão de nebulosidade e chuva para a tarde desta quinta-feira (16)." title="Previsão de nebulosidade e chuva para a tarde desta quinta-feira (16)."><figcaption>Previsão de nebulosidade e chuva para a tarde desta quinta-feira (16).</figcaption></figure><p>Até lá, nesta <strong>quinta-feira (16)</strong>, a <strong>baixa pressão</strong> deixará o <strong>tempo instável</strong> sobre o <strong>Sul do Brasil</strong>, especialmente no <strong>Rio Grande do Sul</strong>. A <strong>madrugada</strong> e o <strong>amanhecer</strong> serão marcados por <strong>tempo fechado</strong> em boa parte da região, com previsão de <strong>pancadas de chuva</strong> com intensidade <strong>moderada a forte</strong>.</p><div class="texto-destacado">Para esta quinta-feira (16), com a intensidade das chuvas sendo fracas, e as rajadas de vendo moderadas não há riscos de transtornos. </div><p>A grande maioria dos <strong>municípios com previsão de chuva</strong> durante a <strong>manhã</strong> está localizada no <strong>Rio Grande do Sul</strong>, enquanto os demais se concentram no <strong>oeste de Santa Catarina</strong> e <strong>sudoeste do Paraná</strong>. O <strong>corredor de umidade</strong> associado ao ciclone atua sobre essa área, favorecendo a <strong>rápida formação de nuvens</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/dois-ciclones-afetam-o-brasil-nesta-quinta-feira-16-saiba-o-que-esperar-1776263099688.jpg" data-image="x0qh24q0qjkp" alt="Previsão de água precipitável e pressão a nível médio do mar para a tarde desta quinta-feira (16)." title="Previsão de água precipitável e pressão a nível médio do mar para a tarde desta quinta-feira (16)."><figcaption>Previsão de água precipitável e pressão a nível médio do mar para a tarde desta quinta-feira (16).</figcaption></figure><p>Com a chegada da <strong>tarde</strong>, o <strong>canal de umidade perde força</strong> e, com isso, a tendência é de <strong>diminuição das chuvas</strong> na <strong>Região Sul</strong>. Ainda assim, em alguns pontos há previsão de <strong>chuva leve a moderada</strong>, cenário que também se repete em <strong>Mato Grosso do Sul</strong>.</p><h2>Ciclone 2: manutenção de ar frio no leste do país</h2><p>O <strong>segundo ciclone</strong> encontra-se em atuação no <strong>oceano Atlântico</strong>, bastante <strong>afastado da costa brasileira</strong>. No entanto, essa <strong>baixa pressão</strong>, com <strong>giro ciclônico</strong>, favorece a <strong>manutenção do ar frio</strong> sobre o <strong>leste do Sudeste</strong>, <strong>Sul</strong> e parte do <strong>Nordeste</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/dois-ciclones-afetam-o-brasil-nesta-quinta-feira-16-saiba-o-que-esperar-1776263167989.jpg" data-image="uxd0x7awfxtd" alt="Anomalia de temperatura em 850 hPa." title="Anomalia de temperatura em 850 hPa."><figcaption>Anomalia de temperatura em 850 hPa para a manhã desta quinta (16).</figcaption></figure><p>Diante desse cenário, a previsão para a manhã desta quinta-feira (16) indica <strong>temperaturas amenas</strong>, desde o <strong>litoral de Santa Catarina</strong> até o <strong>interior da Bahia</strong>. Os termômetros variam entre <strong>13°C e 16°C</strong> no <strong>leste da Região Sul</strong>, enquanto na <strong>Serra da Mantiqueira</strong> a mínima pode chegar a<strong> 6°C</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/dois-ciclones-afetam-o-brasil-nesta-quinta-feira-16-saiba-o-que-esperar-1776263276983.jpg" data-image="n3qfkuvcjpwd" alt="Temperatura." title="Temperatura."><figcaption>Previsão de temperatura para a manhã desta quinta-feira (16).</figcaption></figure><p>Nas demais áreas do <strong>leste de São Paulo</strong>, boa parte de <strong>Minas Gerais</strong> e na <strong>Região Serrana do Rio de Janeiro</strong>, as <strong>temperaturas mínimas</strong> ficam entre <strong>10°C e 17°C</strong>. No <strong>interior da Bahia</strong>, o <strong>ar frio</strong> também marca presença durante a manhã, com previsão entre <strong>17°C e 19°C</strong>, especialmente na região de <strong>Vitória da Conquista (BA)</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/dois-ciclones-afetam-o-brasil-nesta-quinta-feira-16-saiba-o-que-esperar.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Forte chuva em Teresina, no PI, alaga avenidas e causa infiltrações no teto de escola]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/forte-chuva-em-teresina-no-pi-alaga-avenidas-e-causa-infiltracoes-no-teto-de-escola.html</link><pubDate>Wed, 15 Apr 2026 18:32:17 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Após uma tempestade de 48 mm, a infraestrutura de Teresina apresentou falhas graves, com ruas submersas no bairro Satélite e infiltrações preocupantes no Ceti Firmina Sobreira. </p><figure id="first-image"> <img src="https://services.meteored.com/img/article/forte-chuva-em-teresina-no-pi-alaga-avenidas-e-causa-infiltracoes-no-teto-de-escola-1776262003186.jpg" data-image="pppmrjkuyqbw" alt="Temporal em Teresina provocou alagamentos na Zona Norte e danos em unidade de ensino. Foto: TV Clube/ Reprodução" title="Temporal em Teresina provocou alagamentos na Zona Norte e danos em unidade de ensino. Foto: TV Clube/ Reprodução"><figcaption>Temporal em Teresina provocou alagamentos na Zona Norte e danos em unidade de ensino. Foto: TV Clube/ Reprodução</figcaption></figure><p><strong>Teresina enfrentou graves transtornos após uma forte tempestade atingir diversas regiões da capital</strong> na tarde e noite da última <strong>terça-feira (14)</strong>. A precipitação intensa transformou vias públicas em rios temporários e gerou danos estruturais preocupantes em unidades de ensino da rede estadual.</p><p>O volume de água registrado pelo Centro de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais atingiu marcas expressivas em um curto intervalo de tempo. O forte temporal <strong>comprometeu a mobilidade urbana e afetou diretamente a rotina de estudantes e moradores</strong>, especialmente na Zona Norte e Leste.</p><h2>Impactos na infraestrutura urbana e mobilidade</h2><p><strong>Na Zona Leste, a Rua Branca, localizada no bairro Satélite, ficou completamente submersa</strong> pela força da enxurrada que desceu pelas vias. Segundo dados oficiais do Cemaden, o acumulado pluviométrico naquela região específica alcançou <strong>48 mm</strong> por volta das 19h de ontem.</p><div class="texto-destacado">A Avenida Poti Velho, situada na Zona Norte de Teresina, também registrou cenários críticos durante o período de maior intensidade temporal. Condutores de carros e motocicletas precisaram aguardar longos períodos para atravessar a via com o mínimo de segurança diante do volume. Alguns motoristas arriscaram a travessia mesmo com o nível da água elevado, se expondo a riscos de acidentes e possíveis danos materiais severos. </div><p>A Superintendência de Desenvolvimento Urbano (SDU) Leste afirmou que equipes técnicas realizam o monitoramento contínuo e ações preventivas na rede do bairro Satélite. Entretanto, <strong>a SDU Norte não apresentou esclarecimentos sobre os alagamentos na Avenida Poti Velho.</strong></p><h2>Danos no Ceti Firmina Sobreira e resposta oficial</h2><p><strong>O impacto da chuva também foi sentido dentro das salas de aula do Centro de Ensino de Tempo Integral (Ceti) Firmina Sobreira.</strong> Alunos da instituição registraram o exato momento em que a água atravessava o teto e atingia diretamente o mobiliário escolar.</p><p>As infiltrações severas comprometeram o ambiente de ensino, <strong>molhando cadeiras e outros itens fundamentais</strong> para o desenvolvimento das atividades pedagógicas diárias. As imagens compartilhadas mostram a intensidade das goteiras em diversos pontos da estrutura física, causando indignação na comunidade acadêmica.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="763947" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/temporal-no-rn-derruba-predio-em-assu-mas-recupera-volume-da-barragem-de-oiticica-veja-imagens.html" title="Temporal no RN derruba prédio em Assú, mas recupera volume da barragem de Oiticica; veja imagens">Temporal no RN derruba prédio em Assú, mas recupera volume da barragem de Oiticica; veja imagens</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/temporal-no-rn-derruba-predio-em-assu-mas-recupera-volume-da-barragem-de-oiticica-veja-imagens.html" title="Temporal no RN derruba prédio em Assú, mas recupera volume da barragem de Oiticica; veja imagens"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/temporal-no-rn-derruba-predio-em-assu-mas-recupera-volume-da-barragem-de-oiticica-veja-imagens-1776182842543_320.jpg" alt="Temporal no RN derruba prédio em Assú, mas recupera volume da barragem de Oiticica; veja imagens"></a></article></aside><p>Diante da gravidade da situação, <strong>a Secretaria de Educação do Piauí informou que já enviou uma equipe de manutenção predial</strong> para o local. O objetivo é realizar os reparos necessários para garantir que as aulas ocorram sem novos incidentes causados por eventos climáticos.</p><p>A Seduc esclareceu ainda que <strong>a escola havia passado por serviços de manutenção e revisão completa da cobertura em dezembro de 2025.</strong> "Uma equipe de manutenção predial foi enviada para fazer os reparos necessários na escola", afirmou a pasta em nota oficial.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://g1.globo.com/pi/piaui/noticia/2026/04/15/chuva-teresina.ghtml" target="_blank">Ruas e avenidas viram rios e escola tem infiltrações após chuva no PI.</a> 15 de abril, 2026. </em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/forte-chuva-em-teresina-no-pi-alaga-avenidas-e-causa-infiltracoes-no-teto-de-escola.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Bolha de ar quente ganha força e afeta 11 estados do Brasil com temperaturas 8°C acima da média; confira]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/bolha-de-ar-quente-ganha-forca-e-afeta-11-estados-do-brasil-com-temperaturas-8-c-acima-da-media-confira.html</link><pubDate>Wed, 15 Apr 2026 14:24:03 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma intensa bolha de ar quente se estabelece no Brasil e eleva as temperaturas de forma expressiva nos próximos dias. Temperaturas extremas e próximas a 40°C estão previstas entre o fim de semana e o feriado de Tiradentes.</p><ul><li>Mais informações: <a href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/super-el-nino-as-chuvas-extremas-de-2024-podem-se-repetir-no-rio-grande-do-sul.html" target="_blank">Super El Niño: as chuvas extremas de 2024 podem se repetir no Rio Grande do Sul? </a></li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xa5l41o"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xa5l41o.jpg" id="xa5l41o"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p><strong>Abril</strong> marca o<strong> segundo mês do outono</strong> meteorológico. Nesta estação de transição, ocorre uma<strong> gradual mudança do padrão </strong>atmosférico correspondente ao verão para características que se assemelham ao clima de inverno. Mesmo que uma mistura entre as estações faça parte da variabilidade natural do clima, o <strong>frio intenso e abrangente deve demorar para chegar </strong>em 2026.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!<br></div><p>Isso porque a <strong>segunda quinzena de abril </strong> - e, provavelmente a primeira quinzena de maio - será de <strong>temperaturas</strong> essencialmente<strong> acima da média </strong>em todo o país, mas com destaque para uma <strong>bolha de calor</strong> que começa a ganhar força no centro-leste do Brasil nos próximos dias, elevando as temperaturas em até 8°C acima da média. Confira os detalhes.</p><h2>Previsão de bolha de calor</h2><p>O modelo ECMWF fornece, diariamente, previsões atualizadas de anomalias semanais de temperatura. Na rodada mais atual, o modelo prevê que uma <strong>bolha de calor centrada entre Goiás e Minas Gerais</strong>, onde, numa pequena área, as temperaturas podem ficar entre<strong> 6°C e 10°C </strong>acima da média.</p><p>Em uma<strong> área abrangente em torno deste centro</strong>, anomalias de temperatura entre <strong>3°C e 6°C acima da média </strong>irão persistir sobre uma área que abrange desde o norte da região <strong>Sul</strong>, <strong>Centro-Oeste, </strong><strong>Sudeste e Nordeste.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/bolha-de-ar-quente-ganha-forca-e-afeta-11-estados-do-brasil-com-temperaturas-8-c-acima-da-media-confira-1776258971288.png" data-image="8z5ic5quu69z" alt="Previsão de anomalia semanal de temperatura de acordo com o ECMWF. Créditos: Elaborado por Meteored/Adaptado de ECMWF" title="Previsão de anomalia semanal de temperatura de acordo com o ECMWF. Créditos: Elaborado por Meteored/Adaptado de ECMWF"><figcaption>Previsão de anomalia semanal de temperatura de acordo com o ECMWF. Créditos: Elaborado por Meteored/Adaptado de ECMWF</figcaption></figure><p>Este padrão deve se manter, pelo menos, pelas próximas duas semanas, sendo que entre 27 de abril e 4 de maio a área com anomalias entre 3°C e 6°C abrange uma área ainda maior. Há <strong>indícios</strong> que este <strong>padrão possa se manter </strong>também ao longo de quase todo o<strong> mês de maio.</strong></p><h2>Alerta de temperaturas extremas</h2><p>O<strong> índice de previsão extrema (EFI)</strong> do modelo ECMWF para<strong> temperatura máxima</strong> indica que as temperaturas nos próximos dias serão consideradas <strong>extremas</strong> em uma ampla região do país, ou seja, raras dentro da climatologia. </p><p>O EFI se baseia em uma métrica estatística conhecida como quantil 99, e alerta para eventos incomuns ou extremos quando as temperaturas diárias previstas estão acima deste limiar. De uma forma simples, isso quer dizer que <strong>apenas 1 em cada 100 previsões alcançam os valores previstos</strong>, com base na climatologia de cada região. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/bolha-de-ar-quente-ganha-forca-e-afeta-11-estados-do-brasil-com-temperaturas-8-c-acima-da-media-confira-1776258955892.png" data-image="ctjuf5o8rv6d" alt="EFI do ECMWF para temperatura máxima entre domingo (19) e terça-feira (21). Créditos: Elaborado por Meteored/Mapas do ECMWF." title="EFI do ECMWF para temperatura máxima entre domingo (19) e terça-feira (21). Créditos: Elaborado por Meteored/Mapas do ECMWF."><figcaption>EFI do ECMWF para temperatura máxima entre domingo (19) e terça-feira (21). Créditos: Elaborado por Meteored/Mapas do ECMWF.</figcaption></figure><p>De acordo com o EFI, a <strong>bolha quente </strong>começa a se estabelecer na quarta (15), mas<strong> ganha força e abrangência</strong> a partir de <strong>sexta-feira (17)</strong>, com pico entre domingo (19) e o feriado prolongado de Tiradentes (21). </p><p>Entre estes dias, valores máximos (entre 0,8 e 1) são alcançados pelo EFI sobre uma ampla área do país, como mostrado pela escala de cores dos mapas acima, abrangendo as<strong> regiões Sul, Centro-Oeste, Sudeste e parte do Nordeste.</strong> Áreas em laranja escuro e vermelho, dentro dos contornos pretos nos mapas acima mostram que muito provavelmente um evento extremo de altas temperaturas vai ocorrer.</p><h2>Previsão de máximas próximas de 40°C</h2><p>Os<strong> estados afetados </strong>pela bolha de calor nos próximos dias incluem o <strong>Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e Bahia</strong>. A partir de sexta-feira (17) a temperaturas começam a ficar com mais de 7°C acima da média<strong> </strong>em algumas áreas.</p><p>No <strong>sábado (18)</strong>, anomalias de <strong>8°C acima da média</strong> devem representar temperaturas entre <strong>30°C e 33°C às 11h </strong>da manhã nos estados citados anteriormente. As <strong>máximas</strong>, à tarde, podem ficar entre<strong> 36°C e 38°C</strong>, especialmente em Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/bolha-de-ar-quente-ganha-forca-e-afeta-11-estados-do-brasil-com-temperaturas-8-c-acima-da-media-confira-1776259055358.png" data-image="i0cmuo62g7v5" alt="Previsão de anomalia de temperatura no sábado (18) de manhã, de acordo com o ECMWF." title="Previsão de anomalia de temperatura no sábado (18) de manhã, de acordo com o ECMWF."><figcaption>Previsão de anomalia de temperatura no sábado (18) de manhã, de acordo com o ECMWF.</figcaption></figure><p>As <strong>temperaturas</strong> continuam em <strong>elevação</strong> ao longo do domingo (19) e segunda-feira (20), com máximas acima de 35°C se espalhando sobre uma ampla área. Na véspera do feriado, <strong>segunda-feira (20)</strong>, as temperaturas previstas se aproximam de<strong> 40°C no interior de São Paulo</strong>, <strong>Triângulo Mineiro (MG), Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul</strong>, podendo ultrapassar os 37°C.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/bolha-de-ar-quente-ganha-forca-e-afeta-11-estados-do-brasil-com-temperaturas-8-c-acima-da-media-confira-1776259137791.png" data-image="kdzq5oid493y" alt="Previsão de temperatura máxima na segunda-feira (20), de acordo com o ECMWF." title="Previsão de temperatura máxima na segunda-feira (20), de acordo com o ECMWF."><figcaption>Previsão de temperatura máxima na segunda-feira (20), de acordo com o ECMWF.</figcaption></figure><p>A <strong>umidade relativa</strong> do ar está prevista ficar abaixo de 30% e, em algumas áreas, <strong>abaixo de 20%</strong>, o que, combinado com altas temperaturas, representa um grande risco à saúde. </p><div class="texto-destacado">A população e as autoridades devem ficar em alerta, especialmente devido ao favorecimento do aumento de doenças respiratórias e da possível sobrecarga nos serviços de saúde. </div><p>Recomenda-se<strong> beber bastante água</strong>, <strong>evitar exposição ao sol</strong> e <strong>exercícios físicos</strong> (incluindo passeios com os pets) nos <strong>períodos mais quentes</strong> do dia e redobrar os cuidados com<strong> grupos mais vulneráveis</strong>, como crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/bolha-de-ar-quente-ganha-forca-e-afeta-11-estados-do-brasil-com-temperaturas-8-c-acima-da-media-confira.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O curioso efeito Unruh, que gera calor no vácuo espacial a partir do nada]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/o-curioso-efeito-unruh-que-gera-calor-no-vacuo-espacial-a-partir-do-nada.html</link><pubDate>Wed, 15 Apr 2026 12:07:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>O vácuo do espaço não é tão vazio quanto parece, e um fenômeno quântico prevê que o movimento acelerado pode gerar calor onde não há nada. Aqui está a explicação.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-curioso-efecto-unruh-que-genera-calor-en-el-vacio-espacial-de-la-nada-1775038255676.jpeg" data-image="3astwgnkw9yv"><figcaption>O efeito Unruh é um dos conceitos mais fascinantes da física moderna.</figcaption></figure><p>Durante muito tempo, o <strong>vácuo </strong>foi considerado a ausência total de matéria e energia, um espaço completamente frio, silencioso e inativo, mas a física moderna vem trabalhando há décadas para desconstruir essa ideia.</p><p>Hoje, sabemos que o vácuo é um ambiente dinâmico onde ocorrem fenômenos surpreendentes, e um dos mais intrigantes é o chamado<strong> efeito Unruh</strong>, uma teoria que propõe algo quase inimaginável: <strong>o movimento pode gerar calor mesmo no vácuo mais absoluto, uma espécie de "calor fantasma"</strong>.</p><p>Esse nome vem do <strong>físico canadense William Unruh, que descreveu esse fenômeno em 1976</strong>. Ele demonstrou, do ponto de vista teórico, que um observador acelerando no vácuo perceberia uma radiação térmica inexistente para um observador em repouso.</p><h2>Um vazio que na verdade não está vazio</h2><p>No contexto da<strong> física quântica</strong>, o<strong> vácuo é preenchido por minúsculas flutuações de energia</strong> que aparecem e desaparecem constantemente.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">Un observador acelerado (v.g. uniformemente) en el espacio vacío vería una tenue radiación térmica, aunque no haya en el espacio absolutamente nada: vacío. Esto se conoce como efecto Unruh, descrito por primera vez por Fulling (1973), y más tarde por Davies (1975) y Unruh (1976). <a href="https://t.co/eqwGVOYXpS">pic.twitter.com/eqwGVOYXpS</a></p>— Gaston Giribet (@GastonGiribet) <a href="https://twitter.com/GastonGiribet/status/1741322292834017376?ref_src=twsrc%5Etfw">December 31, 2023</a></blockquote></figure><p>Esses eventos minúsculos são imperceptíveis em condições normais, mas são essenciais para entendermos como o universo funciona em sua menor escala.</p><p><strong>Essas flutuações constituem uma espécie de "ruído de fundo" quântico</strong> e, para um observador estacionário, esse ruído não se traduz em temperatura ou radiação detectáveis, mas tudo muda assim que a aceleração entra em jogo.</p><h2>Uma ideia que conecta teorias importantes</h2><p>O <strong>efeito Unruh</strong> não é um fenômeno isolado, pois está profundamente <strong>conectado a outros conceitos-chave da física moderna</strong>, como a radiação de buracos negros.</p><p>De fato, ele compartilha uma base teórica com a radiação Hawking, que descreve como os buracos negros podem emitir energia devido a efeitos quânticos em seu entorno.</p><p>Esses dois fenômenos sugerem que <strong>o vácuo possui propriedades muito mais complexas do que se pensava anteriormente</strong> e que a fronteira entre "algo" e "nada" é muito mais tênue.</p><h3>Por que é tão difícil de detectar?</h3><p>Apesar da natureza fascinante dessa teoria, <strong>o efeito Unruh é extremamente difícil de observar na prática</strong>.</p><p>Para que a temperatura gerada seja perceptível, <strong>seria necessário atingir níveis gigantescos de aceleração</strong>, muito além do que podemos alcançar com as tecnologias atuais.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">El Efecto Unruh, a veces llamado efecto Fulling-Davies-Unruh, asegura que un observador acelerado medirá una radiación de cuerpo negro allí donde un observador inercial no mediría ninguna. <br><br>O sea, lo que todos los aficionado a la ciencia ficción hemos visto mil veces. <a href="https://t.co/jvkgzrxZBA">pic.twitter.com/jvkgzrxZBA</a></p>— Gustavo J. P. Rosas. (@_Gustavo_Jose_) <a href="https://twitter.com/_Gustavo_Jose_/status/1526217155821244416?ref_src=twsrc%5Etfw">May 16, 2022</a></blockquote></figure><p>Isso significa que,<strong> por enquanto, esse efeito permanece uma previsão teórica</strong>, embora seja amplamente aceito na comunidade científica.</p><h3>Um exemplo visual desse fenômeno</h3><p>Muitas vezes, a melhor maneira de entender um efeito é por meio de um exemplo simples. Imaginemos dois astronautas no vácuo: um permanece em repouso e não percebe nada, enquanto o outro acelera continuamente. De acordo com a teoria de Unruh, este último começaria a detectar uma espécie de "banho térmico", como se o espaço tivesse uma temperatura.</p><p><strong>Não é que o vácuo realmente aqueça</strong>, mas sim que flutuações quânticas, normalmente invisíveis, se manifestem como partículas com energia para aquelas que se movem com aceleração.</p><p><strong> </strong></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/o-curioso-efeito-unruh-que-gera-calor-no-vacuo-espacial-a-partir-do-nada.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Foguete com propulsão híbrida: projeto de estudantes da USP chama atenção pela inovação]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/foguete-com-propulsao-hibrida-projeto-de-estudantes-da-usp-chama-atencao-pela-inovacao.html</link><pubDate>Wed, 15 Apr 2026 10:03:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Projeto desenvolvido na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) fez o lançamento do primeiro foguete impulsionado por um motor de propulsão híbrida. Saiba aqui os detalhes.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/foguete-com-propulsao-hibrida-projeto-de-estudantes-da-usp-chama-atencao-pela-inovacao-1776194922136.jpg" data-image="xecmwr2mynqo"><figcaption>Imagem do lançamento do foguete com motor de propulsão híbrida. Crédito: Divulgação/Projeto Jupiter.</figcaption></figure><p>Um <strong>projeto de extensão</strong> desenvolvido por alunos da <strong>Escola Politécnica (Poli) da Universidade de São Paulo (USP)</strong>, voltado para a criação de foguetes experimentais e tecnologias aeroespaciais, <strong>fez o primeiro lançamento de um foguete impulsionado por motor de propulsão híbrida</strong>.</p><p>Trata-se de <strong>um marco para o país</strong>, este <strong>tipo de</strong><strong> tecnologia ainda é pouco explorada no meio universitário</strong> brasileiro. </p><p>Acompanhe <strong>a seguir mais detalhes</strong> deste projeto inovador.</p><h2>O primeiro foguete de propulsão híbrida do país</h2><p>O <strong>Projeto Jupiter </strong>é um grupo multidisciplinar de projetos aeroespaciais da Poli-USP. Seu foco é o<strong> desenvolvimento de foguetes experimentais para competições</strong> no Brasil e também no exterior, com o objetivo de estimular o interesse pelo ramo aeroespacial.</p><p>E o projeto realizou no dia<strong> 4 de abril </strong>o<strong> primeiro lançamento do foguete <em>Elara II</em></strong>, <strong>impulsionado por um motor de propulsão híbrida</strong>. O foguete foi colocado em configuração de voo por volta das 12h e o lançamento em si ocorreu às 18h06 (horário local).</p><p>O <strong>lançamento ocorreu no campus da USP em Pirassununga</strong>, com o apoio da Academia de Força Aérea para a liberação do espaço aéreo. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>“Este marco representa um avanço relevante, uma vez que essa tecnologia ainda é pouco explorada no contexto universitário brasileiro” - disse Samuel Santos, estudante de Engenharia Mecânica da Poli, em entrevista.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>O<strong> objetivo do lançamento foi colocar em prática vários sistemas</strong>, incluindo o voo com propulsão híbrida, a validação de um sistema de frenagem aerodinâmica, a verificação do desempenho do sistema de abertura dos paraquedas, a avaliação da integridade estrutural da fuselagem e o<strong> treinamento operacional da equipe</strong>.</p><p>Segundo os pesquisadores do projeto,<strong> a etapa mais crítica do processo foi o abastecimento do tanque de oxidante</strong>, que exigiu várias intervenções e impactou diretamente o cronograma de lançamento.</p><p>O <strong>voo ficou abaixo do desempenho esperado</strong>, especialmente devido ao nível de oxidante na decolagem, que foi inferior ao planejado. O foguete acabou atingindo uma altitude menor do que a prevista, <strong>mas o sistema de recuperação foi acionado normalmente e permitiu que o foguete retornasse ao solo</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/foguete-com-propulsao-hibrida-projeto-de-estudantes-da-usp-chama-atencao-pela-inovacao-1776194878926.jpg" data-image="jvrr9fl2xlx1"><figcaption>A equipe se preparando para o lançamento do foguete. Crédito: Divulgação/Projeto Jupiter.</figcaption></figure><p>Mas <strong>qual o diferencial deste tipo de motor?</strong> Os pesquisadores do projeto explicaram na entrevista que, do ponto de vista técnico, os motores híbridos usam combustível sólido e oxidante líquido, oferecendo vantagens em relação aos motores sólidos tradicionais, como uma<strong> maior segurança operacional e maior controle do empuxo durante o voo</strong>.</p><p>O estudante Samuel ainda comentou: “O desenvolvimento e o voo desse sistema representam não apenas um marco para o grupo, mas também a <strong>consolidação de quase dez anos de pesquisa e de uma capacidade de engenharia avançada</strong> construída pelos próprios alunos”.</p><p>A equipe do projeto Jupiter atualmente está se preparando para participar do <em>International Rocket Engineering Competition</em> (IREC), no Texas (EUA), em junho deste ano, onde representará o Brasil mais uma vez no 'mundial de foguetes'.</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em><a href="https://jornal.usp.br/universidade/estudantes-lancam-primeiro-foguete-da-usp-com-motor-de-propulsao-hibrida/" target="_blank">Estudantes lançam primeiro foguete da USP com motor de propulsão híbrida</a>. 10 de abril, 2026. Jornal da USP.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/foguete-com-propulsao-hibrida-projeto-de-estudantes-da-usp-chama-atencao-pela-inovacao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O planeta mais denso conhecido: tão compacto quanto chumbo e intriga os cientistas]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/o-planeta-mais-denso-conhecido-tao-compacto-quanto-chumbo-e-intriga-os-cientistas.html</link><pubDate>Wed, 15 Apr 2026 09:03:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Um exoplaneta com densidade semelhante à do chumbo está desafiando o que sabemos sobre o universo. Sua incrível compactação intriga os cientistas e levanta novas questões: como esses mundos extremos se formam e o que eles revelam sobre a evolução planetária?</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-planeta-mas-denso-conocido-tan-compacto-como-el-plomo-y-desconcierta-a-los-cientificos-1775389602873.jpg" data-image="zk5te7ffu9ll" alt="Representação artística de K2-360 b" title="Representação artística de K2-360 b"><figcaption>K2-360 b, o exoplaneta com a maior densidade observada, poderia ter uma aparência semelhante a esta: sua composição é principalmente metálica e rochosa. (Imagem gerada por IA)</figcaption></figure><p>Na busca por mundos extremos, os cientistas encontraram <strong>planetas com densidades difíceis de imaginar</strong>. Alguns concentram quantidades enormes de massa em tamanhos relativamente pequenos, oferecendo pistas importantes sobre como esses corpos se formam e evoluem. Dentre todos eles, <strong>um se destaca em particular e capturou a atenção da comunidade científica</strong>.</p><h3>Um planeta pode ser tão denso quanto o chumbo?</h3><p>Por mais extremo que pareça, a resposta é sim. Nos últimos anos, astrônomos descobriram mundos fora do nosso sistema solar com características surpreendentes, e um dos mais impressionantes é o <strong>K2-360 b</strong>.</p><p>Este <strong>exoplaneta </strong>possui uma<strong> massa equivalente a 7,7 vezes a da Terra</strong> em um tamanho apenas 1,6 vezes maior. O resultado é impressionante: uma <strong>densidade próxima a 11 g/cm³, comparável à do chumbo</strong>. Um mundo extremamente compacto que desafia o que sabemos sobre a estrutura planetária.</p><h2>O que torna um planeta tão denso?</h2><p><strong>A resposta está na sua composição e na força da sua própria gravidade</strong>. Em planetas rochosos, materiais mais pesados — como ferro e níquel — predominam no interior, especialmente no núcleo.</p><div class="texto-destacado">Densidade planetária:<br>A densidade indica quanta massa existe dentro de um determinado volume. Em planetas, ela revela o quão compactos eles são: valores altos implicam em materiais densos e forte compressão, permitindo aos cientistas inferir sua composição interna.</div><p>Durante a formação, esses materiais mais densos afundam em direção ao centro em um processo conhecido como diferenciação, enquanto os materiais mais leves permanecem nas camadas externas. É assim que se formam <strong>núcleos altamente compactos, capazes de aumentar significativamente a densidade</strong> total do planeta.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-planeta-mas-denso-conocido-tan-compacto-como-el-plomo-y-desconcierta-a-los-cientificos-1775389553555.jpg" data-image="zcyyziccog47" alt="Representação do núcleo e do manto da Terra" title="Representação do núcleo e do manto da Terra"><figcaption>A Terra possui um alto teor de ferro e níquel em seu núcleo e é composta principalmente de rochas, o que a torna um planeta bastante denso.</figcaption></figure><p>Outro fator crucial é a gravidade.<strong> Quanto mais massivo um planeta, maior a pressão em seu interior, que comprime seus materiais e reduz seu volume</strong>. O resultado é um mundo ainda mais denso.</p><p>Em alguns casos, <strong>esses planetas extremos podem também ter perdido suas camadas externas de gases ou materiais mais leves</strong>, seja devido à intensa radiação de sua estrela ou a impactos gigantescos. O que resta é um núcleo rochoso ou metálico muito mais compacto, o que explica densidades tão elevadas.</p><h2>Outros mundos extremos que nos surpreendem</h2><p>Embora K2-360 b seja um dos mais impressionantes, não é o único. Outros exoplanetas também surpreenderam os cientistas devido à sua densidade:</p><ul> <li><strong>Kepler-10b</strong>: um dos primeiros planetas rochosos descobertos fora do sistema solar, com densidade superior à da Terra (≈ 6,5 g/cm³).</li> <li><strong>GJ 367 b</strong>: um mundo extremamente compacto, com um enorme núcleo de ferro que o torna comparável a um "<em>super-Mercúrio</em>".</li> </ul><p>Em nossa própria vizinhança cósmica, a campeã continua sendo a Terra, com uma densidade média de 5,51 g/cm³.</p><table> <thead> <tr> <th>Planeta</th> <th>Composição</th> <th>Densidade</th> </tr> </thead> <tbody> <tr> <td><strong>K2-360 b</strong></td> <td>Predominantemente rochoso, com alto teor de ferro.</td> <td>≈11 g/cm³</td> </tr> <tr> <td><strong>GJ 367 b</strong></td> <td>Predominantemente composto por ferro, com uma camada rochosa mais fina.</td> <td>≈10.2 g/cm³</td> </tr> <tr> <td><strong>Kepler-10b</strong></td> <td>Alto teor de ferro (núcleo metálico significativo) e silicatos.</td> <td>≈8.8 g/cm³</td> </tr> <tr> <td><strong>Terra</strong></td> <td>Núcleo: ferro e níquel.<br>Manto: silicatos ricos em magnésio e ferro.</td> <td>5.51 g/cm³</td> </tr> <tr> <td><strong>Mercúrio</strong></td> <td>Núcleo gigante de ferro e manto fino de silicato.</td> <td>5.43 g/cm³</td> </tr> <tr class="pie-tabla"> <td colspan="3">Comparação da composição principal e da densidade média entre exoplanetas e os planetas mais densos observados no sistema solar.</td> </tr> </tbody> </table><p>Embora Mercúrio também seja muito rico em metais, a Terra é, em média, mais densa devido à maior compressão gravitacional exercida por sua massa.</p><h2>Por que esses mundos são tão diferentes?</h2><p>Ao contrário dos gigantes gasosos — que são muito menos densos — <strong>esses planetas são essencialmente rochosos e metálicos</strong>. Sua estrutura interna, dominada por grandes núcleos de ferro, e sua história evolutiva — marcada pela perda atmosférica ou por impactos — explicam sua extrema compactação.</p><p>Essas descobertas não apenas expandem nosso conhecimento sobre planetas, mas também levantam novas questões: quantos mundos semelhantes existem? Eles são realmente raros ou mais comuns do que pensamos? Por ora, cada descoberta nos lembra de algo fundamental: <strong>o universo permanece muito mais diverso — e surpreendente — do que imaginávamos</strong>.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em>Phys.org: <a href="https://phys.org/news/2024-11-astronomers-ultra-dense-super-earth.html#google_vignette" target="_blank">Astronomers discover an ultra-dense "super-Earth" with an outer companion offering clues about its formation</a></em></p><p><em>NASA: <a href="https://www.nasa.gov/image-article/planet-kepler-10-b-orbit/" target="_blank">Planet Kepler-10 b in Orbit</a></em></p><p><em>Guinness World Records: <a href="https://www.guinnessworldrecords.com/world-records/densest-planet" target="_blank">Densest Planet</a></em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/o-planeta-mais-denso-conhecido-tao-compacto-quanto-chumbo-e-intriga-os-cientistas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ferrugem asiática avança com o clima úmido; manejo correto reduz perdas no campo]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/ferrugem-asiatica-avanca-com-o-clima-umido-manejo-correto-reduz-perdas-no-campo.html</link><pubDate>Tue, 14 Apr 2026 22:52:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>A ferrugem asiática avançou na safra 2025/2026 e elevou o alerta no campo, levando produtores a reforçar o cumprimento do calendário de semeadura e do vazio sanitário como principais estratégias para proteger a próxima safra de soja.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/ferrugem-asiatica-avanca-com-o-clima-umido-manejo-correto-reduz-perdas-no-campo-1776188007047.jpg" data-image="jd2cgs8n52eo" alt="roja, ferrugem, soja" title="roja, ferrugem, soja"><figcaption>A ferrugem asiática é uma das doenças mais agressivas da soja, capaz de se espalhar rapidamente em condições favoráveis de clima.</figcaption></figure><p>A ferrugem asiática voltou ao centro das atenções no campo e acendeu um alerta importante para a próxima safra. <strong>Dados recentes mostram aumento expressivo nos casos da doença na safra 2025/2026, especialmente em estados como Paraná e Mato Grosso do Sul,</strong> onde o avanço foi associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Alta umidade e temperaturas amenas criam o cenário ideal para a ferrugem asiática avançar rapidamente, elevando o risco de perdas expressivas na próxima safra de soja.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Diante desse cenário, <strong>a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) reforçou a importância do calendário de semeadura e do chamado vazio sanitário</strong>, períodos sem plantas vivas de soja, como principal estratégia para conter a disseminação da doença. O recado é direto: seguir essas janelas pode ser decisivo para proteger a produtividade da safra 2026/2027.</p><h2>O clima ajudou a doença a ganhar força</h2><p>O aumento dos casos de ferrugem asiática não aconteceu por acaso. <strong>Segundo a CNA, o crescimento da doença está ligado, entre outros fatores, às condições climáticas mais favoráveis ao fungo</strong>, especialmente períodos com alta umidade e temperaturas amenas, combinação ideal para a infecção e rápida disseminação nas lavouras, principalmente em áreas com histórico recente da doença e manejo inadequado.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ferrugem-asiatica-avanca-com-o-clima-umido-manejo-correto-reduz-perdas-no-campo-1776188478294.jpg" data-image="n99ng0fnyd2e" alt="Ferrugem, soja, sudeste, sul, centro" title="Ferrugem, soja, sudeste, sul, centro"><figcaption>Distribuição de ocorrências de ferrugem asiática da soja, com presença de esporos e casos confirmados em áreas produtoras do Sul e Centro-Sul do Brasil. Figura: Consórcio Antiferrugem</figcaption></figure><p>Os números ajudam a dimensionar o problema: <strong>no Paraná, os registros saltaram de 66 para 156 ocorrências em apenas uma safra,</strong> enquanto em Mato Grosso do Sul passaram de 12 para 70 casos. Esse avanço mostra como o ambiente climático pode acelerar o ciclo da doença quando não há interrupção adequada entre as safras, aumentando a pressão do fungo já no início do desenvolvimento das lavouras.</p><h2>Calendário e vazio sanitário: como quebrar o ciclo do fungo </h2><p>O conceito é simples, mas extremamente eficiente quando aplicado corretamente. <strong>O vazio sanitário consiste em um período obrigatório sem plantas de soja no campo</strong>, interrompendo o ciclo do fungo e reduzindo sua sobrevivência entre uma safra e outra.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Já o calendário de semeadura organiza o plantio em janelas específicas, evitando que lavouras em diferentes estágios coexistam por muito tempo, o que facilita a propagação da doença. <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Na prática, essas medidas funcionam como um “bloqueio biológico” para a ferrugem. Na rotina do produtor, isso se traduz em ações concretas:</p><ul> <li><strong>eliminar plantas voluntárias de soja após a colheita;</strong></li> <li>respeitar rigorosamente o período de vazio sanitário;</li> <li><strong>evitar plantios fora da janela recomendada;</strong></li> <li>monitorar constantemente a lavoura durante o ciclo;</li> <li>adotar manejo integrado com uso racional de fungicidas.</li> </ul><p>Quando essas práticas são seguidas em conjunto, a pressão da doença tende a cair de forma significativa, reduzindo perdas e custos ao longo da safra.</p><h2>O que está em jogo na próxima safra </h2><p>Mais do que uma recomendação técnica, o cumprimento dessas regras passou a ser um fator estratégico para a sustentabilidade da produção de soja no Brasil. <strong>A ferrugem asiática é considerada uma das doenças mais agressivas da cultura </strong>e, quando fora de controle, pode comprometer grandes áreas em pouco tempo.</p><p>O desafio agora é antecipar o problema. <strong>Tecnologias de monitoramento remoto, aplicativos de alerta fitossanitário e modelos climáticos têm ganhado espaço </strong>justamente por permitir uma resposta mais rápida ao risco, especialmente em regiões com histórico recente de avanço da doença.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="759338" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/soja-na-fila-da-china-insetos-residuos-e-calor-viram-novo-gargalo-nos-portos-brasileiros.html" title="Soja na fila da China: insetos, resíduos e calor viram novo gargalo nos portos brasileiros">Soja na fila da China: insetos, resíduos e calor viram novo gargalo nos portos brasileiros</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/soja-na-fila-da-china-insetos-residuos-e-calor-viram-novo-gargalo-nos-portos-brasileiros.html" title="Soja na fila da China: insetos, resíduos e calor viram novo gargalo nos portos brasileiros"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/soja-na-fila-da-china-insetos-residuos-e-calor-viram-novo-gargalo-nos-portos-brasileiros-1773751926028_320.jpg" alt="Soja na fila da China: insetos, resíduos e calor viram novo gargalo nos portos brasileiros"></a></article></aside><p>Para a safra 2026/2027, o cenário ainda depende da combinação entre clima e manejo. <strong>Mas a experiência recente deixa claro que ignorar o calendário e o vazio sanitário pode abrir espaço para perdas expressivas. </strong>No campo, prevenir continua sendo mais barato, e mais eficiente, do que remediar.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/ferrugem-asiatica-avanca-com-o-clima-umido-manejo-correto-reduz-perdas-no-campo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[ZCIT traz alerta de mais de 100 mm de chuva em 6 estados brasileiros]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/zcit-traz-alerta-de-mais-de-100-mm-de-chuva-em-6-estados-brasileiros.html</link><pubDate>Tue, 14 Apr 2026 20:01:11 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) traz nesta semana chuvas volumosas e frequentes na porção norte no Brasil, desde o norte do Amazonas até o Ceará. E há risco de temporais em várias áreas desta região.</p><ul><li>Mais notícias: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/o-que-esperar-do-frio-nesta-segunda-quinzena-de-abril.html" target="_blank">O que esperar do frio nesta segunda quinzena de abril?</a></li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xa5it0k"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xa5it0k.jpg" id="xa5it0k"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>A <strong>Zona de Convergência Intertropical (ZCIT)</strong> é uma faixa de nuvens que atua predominantemente na faixa equatorial do globo terrestre, formando instabilidades. Este é o <strong>principal sistema meteorológico causador de chuvas no Norte e Nordeste do Brasil </strong>entre os meses de fevereiro e abril.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">nosso novo canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações.</div><p>A <strong>ZCIT</strong> está em atuação nestas regiões e, <strong>juntamente com a alta umidade vinda do mar</strong>, vai manter <strong>chuvas </strong><strong>frequentes </strong><strong>e por vezes intensas, com risco de temporais </strong><strong>entre o norte do Amazonas e o litoral norte do Nordeste</strong> (até o Rio Grande do Norte) nesta semana. Os acumulados de precipitação até o fim de semana ultrapassam os <strong>100 milímetros (mm) em várias áreas</strong> dos estados.</p><p>Acompanhe<strong> a seguir mais detalhes da previsão </strong>do tempo para os próximos dias nestas regiões.</p><h2>ZCIT mantém chuvas intensas e frequentes no Norte e Nordeste</h2><p>O sistema meteorológico vai continuar mantendo as<strong> chuvas constantes e por vezes intensas ao longo desta semana na porção norte do Brasil</strong>, nas áreas que abrangem desde o norte do Amazonas até o Ceará.</p><p>O norte do <strong>Rio Grande do Norte também deve receber chuvas moderadas</strong>, podendo ser localmente intensas, <strong>mas os volumes serão menores</strong> em comparação com os outros estados.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/zcit-traz-alerta-de-mais-de-100-mm-de-chuva-em-6-estados-brasileiros-1776191657831.jpg" data-image="svm1lyx9sjv5"><figcaption>Previsão de precipitação (em mm) para quarta-feira (15) à tarde (15h), segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Entre esta quarta-feira (15) e a sexta-feira (17), as <strong>manhãs começam com chuvas isoladas de fraca a moderada intensidade</strong> em áreas do <strong>norte amazonense </strong>e na divisa com o Pará.</p><div class="texto-destacado">A Zona de Covergência Intertropical traz ao longo desta semana chuvas volumosas e frequentes na porção mais ao norte do Brasil, entre o norte do Amazonas e o litoral do Ceará.</div><p><strong>Ao longo das tardes</strong>, a ZCIT aumenta as instabilidades e são esperadas <strong>pancadas de chuva com intensidade moderada a forte e risco de temporais </strong>isolados no norte do <strong>Amazonas</strong>, centro-norte do <strong>Pará</strong>, no <strong>Amapá</strong>, no <strong>Maranhão </strong>e no norte do <strong>Piauí</strong>, do <strong>Ceará </strong>e do Rio Grande do Norte.</p><p>Durante as noites, ainda haverá condições para formação de chuvas isoladas e fracas em algumas destas áreas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/zcit-traz-alerta-de-mais-de-100-mm-de-chuva-em-6-estados-brasileiros-1776191766079.jpg" data-image="gdtteuf34f01"><figcaption>Previsão de densidade de raios para quinta-feira (16) à tarde (15h), segundo o modelo europeu ECMWF, mostrando as áreas com risco de temporais, com destaque para o norte do Brasil.</figcaption></figure><p>A tendência da previsão indica que <strong>no próximo fim de semana as chuvas continuam acontecendo</strong>, porém <strong>de forma mais abrangente </strong>nestes estados. E o risco de temporais fica, especialmente, para a região compreendida entre o litoral norte do Pará e do Ceará.</p><h2>Volumes acima dos 100 mm em várias localidades</h2><p>Como as chuvas serão frequentes, mesmo que em forma de pancadas, os <strong>acumulados entre hoje (14) e o fim do domingo (19)</strong> ficarão<strong> acima dos 100 mm</strong> em áreas do <strong>norte do Amazonas</strong>, do <strong>norte e litoral do Pará</strong> e no litoral do Maranhão, Piauí e Ceará.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/zcit-traz-alerta-de-mais-de-100-mm-de-chuva-em-6-estados-brasileiros-1776191864977.jpg" data-image="g6sy6b6u7org"><figcaption>Previsão do acumulado de precipitação (em mm) entre hoje (14) e o domingo (19) à noite (21h), segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Os <strong>volumes pontualmente podem atingir os 130 mm nestas áreas citadas</strong>. O estado do Rio Grande do Norte também terá chuvas intensas, mas os seus acumulados serão menores, chegando em torno dos 80 mm no litoral norte.</p><p>Nas <strong>capitais</strong>, os volumes registrados até o fim do domingo (19) serão de: Manaus (AM): 81 mm; Macapá (AM): 88 mm; Belém (PA): 89 mm; <strong>São Luís (MA): 103 mm</strong>; Teresina (PI): 41 mm; <strong>Fortaleza (CE): 119 mm</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/zcit-traz-alerta-de-mais-de-100-mm-de-chuva-em-6-estados-brasileiros.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Calor de até 36°C causado por ciclone: efeito fora do normal atinge o Brasil nos próximos dias]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/calor-de-ate-36-c-causado-por-ciclone-efeito-fora-do-normal-atinge-o-brasil-nos-proximos-dias.html</link><pubDate>Tue, 14 Apr 2026 19:47:30 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Com a presença de uma massa de ar quente e alta pressão e a ausência de sistemas capazes de causar nebulosidade e precipitação, as temperaturas no centro do país aumentam significativamente nos próximos dias.</p><ul><li>Mais informações:<a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-vai-afetar-o-brasil-nesta-semana-confira-os-riscos-e-os-estados-afetados.html" target="_blank"> Ciclone vai afetar o Brasil nesta semana; confira os riscos e os estados afetados</a></li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xa5irvm"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xa5irvm.jpg" id="xa5irvm"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Ao longo desta quarta-feira (15) e quinta-feira (16), um<strong> ciclone se forma no sul</strong> e causa <strong>nebulosidade intensa e chuvas significativas</strong> especialmente no Rio Grande do Sul, onde as temperaturas também tendem a cair consideravelmente.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>No entanto, o sistema não será capaz de avançar pelo Brasil, e enquanto isso, a região central do país segue sem a presença de sistemas meteorológicos que sejam capazes de causar nebulosidade, chuva ou qualquer tipo de queda das temperaturas.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Com isso, as <strong>temperaturas máximas</strong>, durante a tarde, <strong>podem aumentar de maneira significativa</strong> em regiões como o norte do Paraná, o Mato Grosso do Sul, o oeste de São Paulo, o Triângulo Mineiro, Sul de Goiás e sul do Mato Grosso, chegando a até <strong>36°C</strong> no final desta semana. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-ajuda-no-calor-de-36-c-fora-do-normal-nos-proximos-dias-em-parte-do-brasil-entenda-aqui-1776180219024.jpg" data-image="0cl76lr5eni9" alt="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa no sábado." title="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa no sábado."><figcaption>Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa mostra a presença de uma massa de ar quente sobre o Brasil central, especialmente sobre a região Sudeste, que faz as temperaturas subirem.</figcaption></figure><p>Com a ausência de sistemas chuvosos, predomina no centro do país uma região de <strong>alta pressão </strong>e uma <strong>massa de ar quente</strong>, localizada especialmente sobre a região Sudeste. Este sistema é responsável pelo <strong>aumento das temperaturas</strong>, junto à radiação solar intensa que incide sobre a região devido ao céu aberto e à ausência de nebulosidade.</p><div class="texto-destacado">Essa situação será impulsionada ainda pela presença de ciclones e suas frentes frias no sul da América do Sul, que causa um efeito de “pré-frontal” - período que antecede a chegada de uma frente fria, marcado por um aquecimento e queda de umidade, mesmo que a frente fria não consiga avançar além da região Sul.</div><p>Essa situação pode ser observada na imagem acima, e previsões indicam que o <strong>calor e o tempo seco</strong> que estão se iniciando esta semana podem ser intensos e <strong>perdurar até o final de abril</strong>.</p><h2>Clima continua quente e seco até o fim de Abril</h2><p>Isso se reflete nas previsões climáticas para a próxima semana, que indicam que <strong>o clima continuará predominantemente seco</strong> em parte das regiões Sul, Centro-Oeste e especialmente <strong>Sudeste</strong>, onde as chuvas permanecem <strong>abaixo da média em todos os estados</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-ajuda-no-calor-de-36-c-fora-do-normal-nos-proximos-dias-em-parte-do-brasil-entenda-aqui-1776180280449.jpg" data-image="k2rsy05jsby7" alt="Previsão de anomalias de chuva entre os dias 20 e 27 de Abril (ECMWF)." title="Previsão de anomalias de chuva entre os dias 20 e 27 de Abril (ECMWF)."><figcaption>Previsão de anomalias de chuva entre os dias 20 e 27 de Abril (ECMWF) mostra que o clima continuará seco no Brasil central, com destaque para o Sudeste, com chuvas muito abaixo da média.</figcaption></figure><p> Com a ausência de sistemas chuvosos que sejam capazes de avançar pelo país, <strong>as temperaturas tendem a aumentar de maneira considerável</strong> em todo o Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Previsões indicam anomalias entre <strong>3°C e 6°C acima da média</strong> ao longo da semana que vem. </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p>Isso sinaliza que estamos <strong>no início de uma possível onda de calor</strong> que pode predominar pelo menos<strong> até o final de Abril</strong>, causando um aquecimento significativo em todas as regiões mencionadas acima. A previsão pode ser observada na imagem abaixo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-ajuda-no-calor-de-36-c-fora-do-normal-nos-proximos-dias-em-parte-do-brasil-entenda-aqui-1776180447014.jpg" data-image="i1ru3qf4lbdz" alt="Previsão de anomalias de temperatura entre os dias 20 e 27 de Abril (ECMWF)." title="Previsão de anomalias de temperatura entre os dias 20 e 27 de Abril (ECMWF)."><figcaption>Previsão de anomalias de temperatura entre os dias 20 e 27 de Abril (ECMWF) mostra que o clima continuará muito quente no Sul, Sudeste e Centro-Oeste, sinalizando uma onda de calor intensa.</figcaption></figure><p>Vale notar que a redução das chuvas no Brasil central é <strong>natural</strong> para a estação de Outono, mas <strong>o calor está em patamares mais elevados do que o normal</strong>. Com a intensificação das temperaturas no Pacífico Equatorial e a formação do El Niño ao longo do ano, isso pode ser um sinal de que enfrentaremos <strong>ondas de calor intensas ao longo de 2026</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/calor-de-ate-36-c-causado-por-ciclone-efeito-fora-do-normal-atinge-o-brasil-nos-proximos-dias.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Baixa pressão muda o tempo e aumenta as chuvas em 6 estados a partir de amanhã; confira]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/baixa-pressao-muda-o-tempo-e-aumenta-as-chuvas-em-6-estados-a-partir-de-amanha-confira.html</link><pubDate>Tue, 14 Apr 2026 18:50:39 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma baixa pressão atua sobre a América do Sul nos próximos dias. O sistema se tornará um ciclone a partir desta quarta-feira e auxilia no aumento das chuvas em 6 estados brasileiros</p><ul><li>Veja também: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-vai-afetar-o-brasil-nesta-semana-confira-os-riscos-e-os-estados-afetados.html" target="_blank">Ciclone vai afetar o Brasil nesta semana; confira os riscos e os estados afetados</a></li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xa5im8w"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xa5im8w.jpg" id="xa5im8w"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Um <strong>sistema de baixa pressão</strong> atua entre a <strong>Argentina</strong> e o <strong>Paraguai</strong> ao longo desta <strong>terça-feira (14)</strong>. O sistema produz <strong>chuvas fortes</strong> nos dois países, mas a pergunta que fica é: <strong>o que isso irá influenciar sobre o território brasileiro?</strong></p><p>E a resposta é a seguinte: a <strong>baixa pressão</strong> evolui a partir desta quarta-feira (15) para um <strong>ciclone</strong> e, de forma <strong>indireta</strong>, irá <strong>aumentar as chuvas</strong> sobre alguns estados do Brasil. Isso ocorrerá porque o sistema irá intensificar o transporte de umidade em áreas próximas ao <strong>oeste da Região Sul</strong>, <strong>Centro-Oeste</strong> e também em <strong>Rondônia</strong>.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <strong><a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>.</strong> Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Consequentemente, com a <strong>convergência de umidade para estas áreas</strong> , há favorecimento na formação de <strong>nuvens carregadas</strong>, com potencial para <strong>chuvas mais fortes</strong>. A seguir, acompanhe a <strong>previsão do tempo para os próximos dias</strong>.</p><h2>Ciclone reforça presença de canal de umidade</h2><p>O <strong>maior teor de umidade</strong> sobre o <strong>oeste do Brasil</strong> fará com que a nebulosidade aumente desde a madrugada, principalmente sobre a <strong>Região Sul</strong>. No <strong>Centro-Oeste</strong>, o aumento de <strong>nuvens</strong> ocorre a partir da <strong>manhã</strong>, com a chegada de <strong>pancadas de chuva</strong> sobre o <strong>Mato Grosso do Sul</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/baixa-pressao-muda-o-tempo-e-aumenta-as-chuvas-em-6-estados-a-partir-de-amanha-confira-1776177180241.jpg" data-image="hhl8e0wbqv2h" alt="Canal de umidade." title="Canal de umidade."><figcaption>Baixa pressão aumenta intensidade de corredor de umidade no oeste do Centro-Oeste e Sul do Brasil.</figcaption></figure><p>No decorrer da tarde e se estendendo até o <strong>final da noite desta quarta-feira (15)</strong>, o <strong>ciclone</strong> seguirá se deslocando em direção ao <strong>Uruguai</strong>. No entanto, o <strong>fluxo de umidade permanece intenso e </strong>aumenta os <strong>riscos de chuvas</strong>, que podem vir acompanhadas de <strong>descargas elétricas</strong> na <strong>Campanha Gaúcha</strong>. Em Santa Catarina, previsão de chuvas moderadas no oeste do estado.</p><p>Enquanto isso, no <strong>Centro-Oeste</strong>, as chuvas afetam o <strong>oeste do Mato Grosso</strong>, com <strong>precipitação de forte intensidade</strong> e acompanhadas de <strong>descargas elétricas</strong>. O <strong>tempo fica fechado</strong> na região, e, até o <strong>início da noite</strong>, a previsão indica <strong>redução na intensidade</strong>, com ocorrência de <strong>chuva leve</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/baixa-pressao-muda-o-tempo-e-aumenta-as-chuvas-em-6-estados-a-partir-de-amanha-confira-1776177172442.jpg" data-image="40nckmk24qe1" alt="Previsão de chuva." title="Previsão de chuva."><figcaption>Chuva e nebulosidade prevista para a tarde desta quarta-feira (15).</figcaption></figure><p>O mesmo cenário está previsto para o estado de Rondônia. A presença da <strong>baixa pressão na Argentina</strong> favorece a <strong>canalização de umidade</strong> desde os estados mais ao <strong>norte do Brasil</strong>. Com o aumento da <strong>umidade</strong>, há também a formação de <strong>nuvens carregadas</strong>. As <strong>chuvas</strong> ocorrem com <strong>intensidade moderada a forte</strong>, principalmente até o <strong>início da noite</strong>.</p><h2>Baixa pressão avança em direção ao oceano</h2><p>Nesta <strong>quinta-feira (16)</strong>, ainda há previsão de <strong>chuvas de intensidade moderada a forte</strong> sobre o <strong>Rio Grande do Sul</strong>. As <strong>chuvas da manhã</strong> se concentram entre o <strong>sul</strong>, <strong>centro</strong> e <strong>noroeste do estado</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/baixa-pressao-muda-o-tempo-e-aumenta-as-chuvas-em-6-estados-a-partir-de-amanha-confira-1776177192701.jpg" data-image="tw9sz1100x4m" alt="Água precipitável para a tarde desta quinta-feira (16)." title="Água precipitável para a tarde desta quinta-feira (16)."><figcaption>Água precipitável para a tarde desta quinta-feira (16), segundo o modelo ECMWF.</figcaption></figure><p>Durante a <strong>tarde e noite</strong>, a <strong>precipitação avança</strong> e atinge municípios da Serra Gaúcha, da Região Metropolitana de Porto Alegre e da porção sul do estado. No <strong>Centro-Oeste</strong> e em <strong>Rondônia</strong>, também há previsão de <strong>chuvas</strong>, devido ao <strong>corredor de umidade</strong>. O <strong>Mato Grosso</strong> e <strong>Rondônia</strong> permanecem em <strong>atenção</strong> para <strong>chuvas intensas</strong>.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Vale reforçar que o aumento das chuvas ocorre devido ao intenso fluxo de umidade, provocado pela baixa pressão. Dessa forma, há formação e manutenção de nuvens carregadas sobre áreas do Sul do Brasil.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Ao longo de sexta-feira (17), sábado (18) e domingo (19), a <strong>baixa pressão</strong> se desloca em direção ao <strong>oceano Atlântico</strong>. Com isso, os <strong>volumes de precipitação diminuem</strong>, e o <strong>céu encoberto</strong> dá lugar ao retorno de <strong>dias mais estáveis</strong>, com maior <strong>presença de sol</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/baixa-pressao-muda-o-tempo-e-aumenta-as-chuvas-em-6-estados-a-partir-de-amanha-confira-1776177205674.jpg" data-image="rhewxumfjjqj" alt="Ciclone se afasta." title="Ciclone se afasta."><figcaption>Ciclone segue em direção ao oceano Atlântico na tarde desta sexta-feira (17) e diminui volumes de chuva sobre o Sul do Brasil.</figcaption></figure><p>Voltando para a sexta-feira (17), <strong>pancadas de chuva</strong> podem ocorrer em <strong>áreas pontuais da Região Sul</strong>, como no <strong>Paraná</strong>. No estado, as <strong>chuvas serão de fraca intensidade</strong>, com baixíssima<strong> probabilidade de transtornos</strong> para a população.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/baixa-pressao-muda-o-tempo-e-aumenta-as-chuvas-em-6-estados-a-partir-de-amanha-confira.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Temporal no RN derruba prédio em Assú, mas recupera volume da barragem de Oiticica; veja imagens]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/temporal-no-rn-derruba-predio-em-assu-mas-recupera-volume-da-barragem-de-oiticica-veja-imagens.html</link><pubDate>Tue, 14 Apr 2026 17:42:35 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Com um registro de 90 mm em apenas uma hora, o município de Assú enfrentou graves alagamentos e o colapso de uma estrutura antiga pertencente à Liga Operária local.</p><figure id="first-image"> <img src="https://services.meteored.com/img/article/temporal-no-rn-derruba-predio-em-assu-mas-recupera-volume-da-barragem-de-oiticica-veja-imagens-1776182842543.jpg" data-image="rtflgumdx0td" alt="Desabamento de prédio e alagamentos em Assú após chuva de 90 mm em cerca de uma hora — Foto: Reprodução/ G1" title="Desabamento de prédio e alagamentos em Assú após chuva de 90 mm em cerca de uma hora — Foto: Reprodução/ G1"><figcaption>Desabamento de prédio e alagamentos em Assú após chuva de 90 mm em cerca de uma hora — Foto: Reprodução/ G1</figcaption></figure><p>As chuvas que estão atingindo o Rio Grande do Norte nos últimos dias estão gerando sérias consequências para a população da região Oeste potiguar. <strong>Enquanto o município de Assú enfrentou danos estruturais e alagamentos, as reservas hídricas do estado demonstraram uma evolução</strong> considerada bastante positiva.</p><p>Na noite desta <strong>segunda-feira (13)</strong>, a força das águas provocou o <strong>desabamento de um prédio histórico</strong> e transtornos em diversas vias urbanas. Paralelamente, a Barragem de Oiticica alcançou a metade de sua capacidade total de armazenamento, trazendo esperança para o abastecimento local.</p><h2>Transtornos urbanos e desabamento em Assú</h2><p>A cidade de Assú enfrentou um volume de chuvas expressivo, totalizando cerca de <strong>90 mm</strong>, em um intervalo de pouco mais de uma hora. Essa intensidade resultou <strong>na queda de um prédio pertencente à Liga Operária,</strong> que já apresentava sinais claros de precariedade.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/temporal-no-rn-derruba-predio-em-assu-mas-recupera-volume-da-barragem-de-oiticica-veja-imagens-1776182994683.jpg" data-image="pg7fkrcb9fi1" alt="Prédio da Liga Operária que desabou em Assú estava desocupado. Foto: Reprodução" title="Prédio da Liga Operária que desabou em Assú estava desocupado. Foto: Reprodução"><figcaption>Prédio da Liga Operária que desabou em Assú estava desocupado. Foto: Reprodução</figcaption></figure><p>De acordo com a coordenação da Defesa Civil, <strong>o imóvel estava desocupado no momento do incidente e não houve feridos.</strong> "Tivemos o desabamento de um prédio da Liga Operária, prédio esse que já vinha em estado de precariedade, sem passar por manutenção".</p><p>Além desse incidente,<strong> a correnteza provocou alagamentos em ruas do centro e no bairro Parati 2000</strong>, onde moradores registraram algumas imagens. Para conter os danos, a gestão municipal mobilizou equipes e caminhões da <a href="https://www.caern.com.br/" target="_blank">CAERN</a> para a retirada das águas acumuladas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="763746" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/fortes-chuvas-em-fortaleza-causam-rompimento-de-cano-em-hospital-e-alagamentos-residenciais-veja-imagens.html" title="Fortes chuvas em Fortaleza causam rompimento de cano em hospital e alagamentos residenciais; veja imagens">Fortes chuvas em Fortaleza causam rompimento de cano em hospital e alagamentos residenciais; veja imagens</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/fortes-chuvas-em-fortaleza-causam-rompimento-de-cano-em-hospital-e-alagamentos-residenciais-veja-imagens.html" title="Fortes chuvas em Fortaleza causam rompimento de cano em hospital e alagamentos residenciais; veja imagens"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/fortes-chuvas-em-fortaleza-causam-rompimento-de-cano-em-hospital-e-alagamentos-residenciais-veja-imagens-1776093199698_320.jpg" alt="Fortes chuvas em Fortaleza causam rompimento de cano em hospital e alagamentos residenciais; veja imagens"></a></article></aside><p>O bairro já recebe atenção especial devido à recorrência desses problemas em períodos de precipitação intensa. Atualmente,<strong> uma obra emergencial está sendo realizada no local para aprimorar o sistema de drenagem </strong>e evitar novos alagamentos.</p><h2>Recuperação hídrica da barragem de Oiticica</h2><p>Em contrapartida, há um cenário mais animador para a segurança hídrica, já que <strong>a Barragem de Oiticica, localizada em Jucurutu, atingiu 50% de sua capacidade operacional.</strong> O reservatório agora acumula<strong> 370 milhões de metros cúbicos</strong> de água, de um total de 742 milhões possíveis.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">Duas boas notícias de chuvas no RN nesta segunda-feira (13).<br><br>1. Volume da Barragem Oiticica ultrapassou 50% da capacidade. Reservatório acumula 371,7 milhões m³, superando Santa Cruz do Apodi, que está com 355,2 Mi.<br><br>2. Passagem das Traíras começou a receber águas das chuvas. <a href="https://t.co/WB7KOB95OY">pic.twitter.com/WB7KOB95OY</a></p>— VicenteGurgeL (@Vicentegurgel) <a href="https://twitter.com/Vicentegurgel/status/2043830670271586513?ref_src=twsrc%5Etfw">April 13, 2026</a></blockquote></figure><p>Esse aumento representa uma mudança drástica em relação ao início de fevereiro de 2026, quando o manancial contava com apenas 15% de seu volume. Recentemente, <strong>a coluna de água subiu aproximadamente 7 metros e 60 centímetros</strong> e, somente neste ano, o reservatório já acumulou cerca de 270 milhões de metros cúbicos graças às precipitações na região.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">Espetáculo de encher os olhos! Mundão de água.<br>Barragem Oiticica, Jucurutu/RN.<br>Obras iniciadas em 2013 e concluídas em março/25 para receber águas da transposição.<br><br>Com chuvas deste ano, volume ultrapassou 300 milhões de metros cúbicos.<br>...<a href="https://t.co/lqY7mb89qS">https://t.co/lqY7mb89qS</a> <a href="https://t.co/SQlYJRp3yR">pic.twitter.com/SQlYJRp3yR</a></p>— VicenteGurgeL (@Vicentegurgel) <a href="https://twitter.com/Vicentegurgel/status/2043401499368141268?ref_src=twsrc%5Etfw">April 12, 2026</a></blockquote></figure><p>Inaugurada em março de 2025 após 12 anos de construção, <strong>a barragem beneficia 22 municípios potiguares e quase 300 mil pessoas.</strong> O empreendimento é peça fundamental na integração do Rio São Francisco e se consolida como a segunda maior reserva estadual.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2026/04/14/chuva-intensa-causa-desabamento-de-predio-e-alaga-ruas-em-assu-no-rn.ghtml" target="_blank">Chuva intensa causa desabamento de prédio e alaga ruas em Assú, no RN.</a> 14 de abril, 2026. </em></p><p><em><a href="https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2026/04/13/segunda-maior-barragem-do-rn-oiticica-chega-a-metade-da-capacidade-apos-chuvas.ghtml" target="_blank">Segunda maior barragem do RN, Oiticica chega à metade da capacidade após chuvas. </a>13 de abril, 2026.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/temporal-no-rn-derruba-predio-em-assu-mas-recupera-volume-da-barragem-de-oiticica-veja-imagens.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O que esperar do frio nesta segunda quinzena de abril?]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/o-que-esperar-do-frio-nesta-segunda-quinzena-de-abril.html</link><pubDate>Tue, 14 Apr 2026 14:21:29 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O frio intenso e abrangente ainda vai demorar a alcançar o Brasil. A previsão para a segunda quinzena de abril indica uma bolha de calor persistente e temperaturas essencialmente acima da média.</p><ul><li>Mais informações: <a href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/super-el-nino-as-chuvas-extremas-de-2024-podem-se-repetir-no-rio-grande-do-sul.html">Super El Niño: as chuvas extremas de 2024 podem se repetir no Rio Grande do Sul?</a></li></ul><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-que-esperar-do-frio-nesta-segunda-quinzena-de-abril-1776175831630.png" data-image="if302155qhjr" alt="Segunda quinzena de abril terá calor acima da média no Brasil e frio limitado. Massa de ar frio mais ampla só deve aparecer na virada do mês; confira." title="Segunda quinzena de abril terá calor acima da média no Brasil e frio limitado. Massa de ar frio mais ampla só deve aparecer na virada do mês; confira."><figcaption>Segunda quinzena de abril terá calor acima da média no Brasil e frio limitado.</figcaption></figure><p>A <strong>temperatura</strong> no Brasil entre <strong>1° e 13 de abril t</strong>em sido<strong> em torno da média</strong>, tendo sido registrado apenas um episódio de frio até então, com ocorrência de geada na Serra Catarinense. Enquanto a média das temperaturas mínimas ficou entre a média e ligeiramente acima da média na maior parte do país, as máximas tiveram o comportamento oposto, ficando<strong> </strong>ligeiramente abaixo da média. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-que-esperar-do-frio-nesta-segunda-quinzena-de-abril-1776175867215.png" data-image="i6qg15ly6uou" alt="Anomalias de temperatura mínima (esquerda) e máxima (direita) entre 1 e 13 de abril de 2026. Créditos: Adaptada de CPTEC/INPE." title="Anomalias de temperatura mínima (esquerda) e máxima (direita) entre 1 e 13 de abril de 2026. Créditos: Adaptada de CPTEC/INPE."><figcaption>Anomalias de temperatura mínima (esquerda) e máxima (direita) entre 1 e 13 de abril de 2026. Créditos: Adaptada de CPTEC/INPE.</figcaption></figure><p>Para a <strong>segunda quinzena do mês</strong>, período entre 20 de abril e 4 de maio, a previsão do modelo de confiança da Meteored, o ECMWF, indica que as <strong>temperaturas</strong> serão <strong>essencialmente</strong> <strong>acima da média</strong> em todo o país, com anomalias de até 6°C acima da média. </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do WhatsApp</a>. Siga-nos e ative as notificações.</div><p>Apenas na <strong>virada do mês</strong> há um sinal de temperaturas na média no Rio Grande do Sul, o que, nesta época, pode ser interpretado como atuação de uma <strong>massa de ar frio</strong>. Confira os detalhes.</p><h2>Bolha de calor de até 6°C acima da média</h2><p>O modelo ECMWF fornece, diariamente, previsões atualizadas de anomalias semanais de temperatura e precipitação. Na rodada mais atual, o modelo prevê que uma<strong> bolha de calor</strong> com anomalias de temperatura entre<strong> 3°C e 6°C acima da média</strong> irá <strong>persistir</strong> sobre uma área que abrange desde o <strong>norte da região Sul, metade leste do Centro-Oeste e grande parte do Sudeste. </strong></p><div class="texto-destacado">No centro desta bolha (entre o Triângulo Mineiro e o sudeste de Goiás) as anomalias podem alcançar entre 6°C e 10°C acima da média.</div><p>Este <strong>padrão</strong><strong> deve se manter</strong> pelas <strong>próximas duas semanas</strong>, sendo que entre 27 de abril e 4 de maio<strong> </strong>a área com anomalias entre 3°C e 6°C abrange uma área ainda maior. O restante do país, quase que em totalidade, também terá temperaturas entre 1°C e 3°C acima da média.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-que-esperar-do-frio-nesta-segunda-quinzena-de-abril-1776175946589.png" data-image="jbyauwwzevuu" alt="Previsão de anomalia semanal de temperatura de acordo com o ECMWF. Créditos: Elaborado por Meteored/Adaptado de ECMWF." title="Previsão de anomalia semanal de temperatura de acordo com o ECMWF. Créditos: Elaborado por Meteored/Adaptado de ECMWF."><figcaption>Previsão de anomalia semanal de temperatura de acordo com o ECMWF. Créditos: Elaborado por Meteored/Adaptado de ECMWF.</figcaption></figure><p>Na semana <strong>entre 20 e 27 de abril</strong>, as <strong>temperaturas</strong> devem ser entre a<strong> média e abaixo da média</strong> na metade sul da <strong>região</strong> <strong>Norte</strong> e no l<strong>itoral do Nordeste</strong>, enquanto na <strong>última semana </strong>de abril, temperaturas dentro da <strong>média</strong> estão previstas para a costa norte do país e metade sul do <strong>Rio Grande do Sul.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-que-esperar-do-frio-nesta-segunda-quinzena-de-abril-1776175975327.png" data-image="q3k5lalflor6" alt="Previsão de anomalia semanal de temperatura de acordo com o ECMWF. Créditos: Elaborado por Meteored/Adaptado de ECMWF." title="Previsão de anomalia semanal de temperatura de acordo com o ECMWF. Créditos: Elaborado por Meteored/Adaptado de ECMWF."><figcaption>Previsão de anomalia semanal de temperatura de acordo com o ECMWF. Créditos: Elaborado por Meteored/Adaptado de ECMWF.</figcaption></figure><p>Este padrão de temperatura está fortemente <strong>relacionado ao padrão de chuva</strong> previsto. A previsão indica <strong>persistentes anomalias negativas de precipitação</strong> sobre o <strong>centro-leste do país</strong>, abrangendo parte da região Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste, quase que em totalidade.</p><p><strong>Isso indica</strong> que uma <strong>área de alta pressão</strong> irá afetar a região, <strong>inibindo chuvas</strong>, <strong>comprimindo o ar</strong> e, consequentemente, <strong>aumentando as temperaturas</strong>. Já as temperaturas dentro/abaixo da média estão associadas com regiões onde a chuva deve ser acima da média.</p><h2>Isso quer dizer que não vai fazer frio?</h2><p>A previsão de temperaturas acima da média<strong> não necessariamente quer dizer que não teremos frio</strong> nas próximas semanas. Na verdade ela indica que, mesmo que <strong>massas de ar frio </strong>estejam previstas, elas <strong>não devem ser intensas o suficiente</strong> para afetar a média das temperaturas da semana.</p><p>Por exemplo, o<strong> mapa abaixo </strong>mostra a <strong>temperatura</strong> prevista pelo modelo ECMWF para a<strong> madrugada do dia 22 de abril</strong>. As áreas em verde indicam temperaturas entre <strong>14°C e 18°C</strong> na faixa leste das regiões Sul e Sudeste. Mas, novamente, como foi com a massa de ar frio da semana passada, a sensação de <strong>frio</strong> será mais restrita à <strong>noite</strong> e <strong>amanhecer</strong>, com as máximas se elevando à tarde.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-que-esperar-do-frio-nesta-segunda-quinzena-de-abril-1776176002614.png" data-image="8oqiemkw9o23" alt="Previsão de temperatura para a madrugada de 22 de abril, de acordo com o ECMWF." title="Previsão de temperatura para a madrugada de 22 de abril, de acordo com o ECMWF."><figcaption>Previsão de temperatura para a madrugada de 22 de abril, de acordo com o ECMWF.</figcaption></figure><p>Além disso, como mostrado no mapa de <strong>previsão de anomalias semanais </strong>de<strong> </strong>temperatura anteriormente, a semana entre<strong> 27 de abril e 4 de maio</strong> deve ter <strong>temperaturas</strong> dentro da <strong>média</strong> em grande parte do <strong>Rio Grande do Sul. </strong></p><p>Neste contexto, com base na normal climatológica (valores de referência) do mês de abril, <strong>podemos interpretar </strong>como uma <strong>entrada de ar frio associada </strong>a passagem de uma frente fria, como pode ser inferido a partir dos campos de precipitação.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/o-que-esperar-do-frio-nesta-segunda-quinzena-de-abril.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Estas são as 5 flores que melhor crescem em vasos para se desenvolverem de forma saudável]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/estas-sao-as-5-flores-que-melhor-crescem-em-vasos-para-se-desenvolverem-de-forma-saudavel.html</link><pubDate>Tue, 14 Apr 2026 12:03:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Para os entusiastas da jardinagem, cultivar flores em vasos é uma opção prática e decorativa. Descubra cinco variedades que crescem fortes e saudáveis, preenchendo qualquer espaço com cor e exigindo cuidados muito simples.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/estas-son-las-5-flores-que-crecen-mejor-en-maceta-para-desarrollarse-sanas-1776061277015.jpg" data-image="jyhsjoh6w6il" alt="flores, vasos" title="flores, vasos"><figcaption>Vasos de flores simples podem encher um pátio de vida e cor.</figcaption></figure><p><strong>Cultivar flores em vasos </strong>é uma maneira maravilhosa de aproveitar a jardinagem mesmo sem um jardim. Terraços, varandas ou até mesmo espaços internos bem iluminados podem ser transformados em pequenos jardins repletos de cor, se você escolher as espécies certas.</p><p>Nem todas as flores se adaptam igualmente bem a esse tipo de cultivo em vasos, mas<strong> algumas se destacam pela resistência, facilidade de cuidado e capacidade de prosperar em espaços pequenos</strong>. Abaixo, apresentamos cinco flores que crescem especialmente bem em vasos.</p><h2>As melhores flores para cultivar em vasos</h2><p><strong>Escolher a espécie certa é fundamental para garantir um crescimento saudável</strong> e uma floração adequada, o que determinará a beleza visual da planta. Essas variedades se destacam por sua adaptabilidade, resistência e baixa necessidade de manutenção, tornando-as opções ideais tanto para jardineiros iniciantes quanto experientes.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">A mí no me hables de días grises... ️<a href="https://twitter.com/hashtag/tormenta?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#tormenta</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/Alcal%C3%A1LaReal?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#AlcaláLaReal</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/Ja%C3%A9n?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Jaén</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/BarrioDeSanJuan?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#BarrioDeSanJuan</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/balc%C3%B3n?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#balcón</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/geranio?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#geranio</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/gitanilla?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#gitanilla</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/maceta?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#maceta</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/flores?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#flores</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/lluvia?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#lluvia</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/color?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#color</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/fotograf%C3%ADa?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#fotografía</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/Mi%C3%A9rcoles?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Miércoles</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/Abril?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Abril</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/primavera?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#primavera</a> <a href="https://t.co/mh3215mcrl">pic.twitter.com/mh3215mcrl</a></p>— Eva Mª López (@EvaM_Lopez) <a href="https://twitter.com/EvaM_Lopez/status/1519320903850602498?ref_src=twsrc%5Etfw">April 27, 2022</a></blockquote></figure><p>Antes de tomar sua decisão, é aconselhável considerar alguns fatores fundamentais, como a orientação do seu espaço, as horas de luz solar e a frequência de rega que você pode manter.</p><h3>Gerânio<br></h3><p>O gerânio é, sem dúvida, uma das plantas de vaso mais populares. Sua<strong> tolerância ao calor </strong>e floração abundante durante grande parte do ano o tornam uma escolha perfeita. Ele<strong> precisa de bastante luz solar e rega moderada</strong>, evitando o excesso de água.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="qme" dir="ltr"><a href="https://twitter.com/hashtag/Alcal%C3%A1LaReal?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#AlcaláLaReal</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/Ja%C3%A9n?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Jaén</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/BarrioDeSanJuan?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#BarrioDeSanJuan</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/Ja%C3%A9nPara%C3%ADsoInterior?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#JaénParaísoInterior</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/Andaluc%C3%ADa?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Andalucía</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/maceta?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#maceta</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/geranio?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#geranio</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/gitanilla?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#gitanilla</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/planta?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#planta</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/flor?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#flor</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/flores?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#flores</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/lluvia?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#lluvia</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/Mayo?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Mayo</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/primavera?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#primavera</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/fotograf%C3%ADa?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#fotografía</a> <a href="https://t.co/d0rXTFIt7l">pic.twitter.com/d0rXTFIt7l</a></p>— Eva Mª López (@EvaM_Lopez) <a href="https://twitter.com/EvaM_Lopez/status/1522140551096803329?ref_src=twsrc%5Etfw">May 5, 2022</a></blockquote></figure><p>Além disso, é bastante tolerante a erros, tornando-o perfeito para iniciantes.</p><h3>Petúnia</h3><p>As petúnias são famosas por suas belas flores e ampla variedade de cores. Elas prosperam em vasos, desde que recebam bastante luz solar, mas <strong>precisam de rega frequente, principalmente no verão, e preferem solo bem drenado</strong>.</p><p>São ideais para pendurar ou colocar em varandas, criando um efeito visual muito marcante.</p><h3>Begônia</h3><p>Se você procura uma planta para áreas com <strong>menos luz solar direta</strong>, a begônia é a escolha perfeita. Suas flores delicadas e folhagem resistente e rústica adicionam elegância a qualquer espaço.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/estas-son-las-5-flores-que-crecen-mejor-en-maceta-para-desarrollarse-sanas-1776061451357.jpg" data-image="1ku7a02l0jdc" alt="begônias" title="begônias"><figcaption>As begônias trazem um toque superior de cor e vida ao jardim.</figcaption></figure><p>Ela<strong> prefere ambientes úmidos</strong>, mas não encharcados, e<strong> temperaturas amenas</strong>. É perfeita para interiores bem iluminados ou terraços sombreados.</p><h3>Lavanda</h3><p>A lavanda é mundialmente conhecida por sua beleza impressionante, mas também se caracteriza por seu aroma agradável. É uma planta muito resistente que se adapta perfeitamente a vasos, desde que receba <strong>bastante luz solar</strong>.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">Lavanda trasplantada a una maceta grandecita, para que crezca mucho, mucho <a href="https://twitter.com/hashtag/huertourbano?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#huertourbano</a> <a href="https://t.co/Q2U20Mi4ky">pic.twitter.com/Q2U20Mi4ky</a></p>— EL BALCON VERDE (@ElBalconVerde) <a href="https://twitter.com/ElBalconVerde/status/721267958773858304?ref_src=twsrc%5Etfw">April 16, 2016</a></blockquote></figure><p>Ela <strong>precisa de pouca água e de solo bem drenado</strong>, pois não tolera excesso de umidade. Além disso, atrai polinizadores e sempre adiciona um toque mediterrâneo a qualquer ambiente.</p><h3>Calêndula</h3><p>A calêndula é uma<strong> flor resistente e muito fácil de cultivar</strong>, ideal para iniciantes. Ela cresce bem em vasos e floresce por longos períodos.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">Caléndula <a href="https://t.co/v8yz2qJwn6">pic.twitter.com/v8yz2qJwn6</a></p>— 彡 Ale 彡 (@Alevepe1) <a href="https://twitter.com/Alevepe1/status/2040821967620640936?ref_src=twsrc%5Etfw">April 5, 2026</a></blockquote></figure><p>Ela <strong>prefere sol ou sombra parcial e rega regular, mas não excessiva</strong>. Também possui propriedades medicinais e é útil para atrair insetos benéficos para a área circundante.</p><h2>Dicas para cultivar flores saudáveis</h2><p>Além da escolha das plantas, existem <strong>práticas básicas de cuidado </strong>que fazem toda a diferença entre uma colheita medíocre e uma repleta de vida.</p><p>Prestar atenção a aspectos como drenagem, substrato e localização sempre ajuda as flores a se desenvolverem vigorosamente e a manterem uma<strong> floração consistente e uniforme</strong>.</p><ul><li>Escolha um<strong> vaso com boa drenagem</strong>: o excesso de água é uma das principais causas de problemas.</li><li>Utilize um <strong>substrato de qualidade</strong>: rico em nutrientes e adequado ao tipo de planta.</li><li><strong>Ajuste a rega </strong><strong>de acordo com cada espécie</strong>: como regra geral, é melhor regar menos e com maior controle do que exagerar.</li><li>Colocar os vasos no lugar certo, de acordo com suas necessidades de luz, fará uma grande diferença em seu desenvolvimento.</li><li><strong>Fertilize regularmente </strong>durante o período de crescimento e floração.</li></ul><h2>Um toque de cor para qualquer espaço</h2><p>Adicionar flores em vasos para criar um pequeno jardim sempre melhora a estética da sua casa, além de proporcionar uma sensação de bem-estar e conexão com a natureza.</p><p>Com uma boa seleção de espécies e cuidados simples, <strong>qualquer canto pode ser transformado em um espaço vibrante</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="758242" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/plantas-suspensas-ideais-para-espacos-pequenos-que-transformam-completamente-o-ambiente.html" title="Plantas suspensas ideais para espaços pequenos que transformam completamente o ambiente">Plantas suspensas ideais para espaços pequenos que transformam completamente o ambiente</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/plantas-suspensas-ideais-para-espacos-pequenos-que-transformam-completamente-o-ambiente.html" title="Plantas suspensas ideais para espaços pequenos que transformam completamente o ambiente"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/plantas-colgantes-ideales-para-espacios-reducidos-que-cambian-por-completo-tu-salon-1772773331881_320.png" alt="Plantas suspensas ideais para espaços pequenos que transformam completamente o ambiente"></a></article></aside><p>Resumindo, <strong>cultivar flores em vasos é uma atividade simples e muito gratificante</strong>. Com estas cinco opções e alguns cuidados básicos, você poderá desfrutar de um ambiente mais agradável, colorido e saudável durante todo o ano.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/estas-sao-as-5-flores-que-melhor-crescem-em-vasos-para-se-desenvolverem-de-forma-saudavel.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Minas marítimas em Ormuz: a ameaça oculta que pode bloquear o comércio global e disparar a tensão naval]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/minas-maritimas-em-ormuz-a-ameaca-oculta-que-pode-bloquear-o-comercio-global-e-disparar-a-tensao-naval.html</link><pubDate>Tue, 14 Apr 2026 10:09:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>O Estreito de Ormuz volta a estar no centro do tabuleiro naval, à medida que crescem os receios relativamente às minas marítimas capazes de perturbar e prejudicar o comércio mundial.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/minas-marinas-en-ormuz-la-amenaza-oculta-que-puede-bloquear-el-comercio-mundial-y-disparar-la-tension-naval-1776072364587.jpg" data-image="cuf0ppv1epam" alt="operação de detecção de minas maritimas" title="operação de detecção de minas maritimas"><figcaption>Atualmente, estão em curso operações navais no Estreito de Ormuz para localizar e neutralizar minas marítimas que ameaçam importantes rotas comerciais globais. (Imagem gerada por IA)</figcaption></figure><p>As rotas marítimas mais movimentadas do mundo estão atualmente sob pressão. O <strong>Estreito de Ormuz</strong>, passagem vital para o transporte de petróleo e outras mercadorias, <strong>entrou em uma nova fase de vigilância reforçada após a detecção de dispositivos explosivos em suas águas</strong>. Embora o número de artefatos implantados seja limitado, sua simples presença já causa preocupação entre operadores logísticos e governos.</p><p>A ameaça é medida não apenas pelos danos diretos que esses dispositivos podem causar, mas também pelo seu impacto imediato no tráfego marítimo. <strong>Desvios de rotas, atrasos e custos adicionais são algumas das consequências</strong>. Por esse motivo, as forças armadas ativaram mecanismos de detecção e desativação para evitar um impacto maior.</p><h2>Minas marítimas: tipos e operação em áreas estratégicas</h2><p>As minas navais evoluíram consideravelmente desde as suas primeiras versões. <strong>As mais conhecidas são as minas flutuantes, ancoradas ao fundo do mar por cabos</strong>, que detonam ao entrar em contato com um navio. Estas normalmente incluem sensores físicos que reagem ao impacto direto.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">Detectar, clasificar e identificar para mantener seguras las rutas marítimas.<br>El cazaminas Tambre, durante su integración en el Grupo Naval Permanente de Medidas Contra Minas nº2 de la <a href="https://twitter.com/NATO?ref_src=twsrc%5Etfw">@NATO</a>, utiliza el sonar para localizar y, con el vehículo submarino PLUTO, confirma si se <a href="https://t.co/xw7BNP0028">pic.twitter.com/xw7BNP0028</a></p>— Estado Mayor Defensa (@EMADmde) <a href="https://twitter.com/EMADmde/status/2043041895081722257?ref_src=twsrc%5Etfw">April 11, 2026</a></blockquote></figure><p>No entanto,<strong> as minas mais sofisticadas não requerem contato</strong>. Elas operam detectando sinais gerados por navios, como o campo magnético do casco ou o som de seus motores. Esse tipo de tecnologia permite detonações direcionadas e evita explosões desnecessárias.</p><p>Existem também dispositivos colocados diretamente no fundo do mar. Alguns permanecem visíveis, enquanto outros ficam escondidos sob os sedimentos. Sua localização em águas rasas os torna um risco constante para os navios que navegam próximo ao fundo.</p><h2>Como as minas marítimas afetam o comércio mundial</h2><p>O impacto dessas armas vai muito além dos danos físicos. <strong>A simples suspeita de sua presença pode interromper rotas comerciais inteiras</strong>. Tanto as empresas de transporte marítimo quanto as seguradoras reagiram imediatamente, <strong>aumentando os custos e atrasando as operações</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/minas-marinas-en-ormuz-la-amenaza-oculta-que-puede-bloquear-el-comercio-mundial-y-disparar-la-tension-naval-1776072269593.jpg" data-image="4kx2pcvr6i5v" alt="Veículo para detectar minas marítimas" title="Veículo para detectar minas marítimas"><figcaption>A Marinha dos EUA utiliza este veículo de superfície não tripulado, que reboca um sonar subaquático, para procurar minas. Imagem: Marinha dos EUA.</figcaption></figure><p><strong>Este tipo de situação já ocorreu em conflitos anteriores</strong>, onde um pequeno número de minas foi suficiente para criar bloqueios parciais em algumas rotas essenciais para o comércio global. O resultado foi uma série de efeitos econômicos que impactaram diversos países.</p><p><strong>No caso do Estreito de Ormuz</strong>, a preocupação é ainda maior. Uma parcela significativa do fornecimento global de energia passa por essa hidrovia. Qualquer interrupção, mesmo que temporária,<strong> pode levar a aumentos de preços e tensões no mercado global</strong>.</p><h2>Detecção de minas marinhas: tecnologia e operações navais</h2><p>Localizar esses dispositivos é uma tarefa complexa. As forças armadas da maioria dos países utilizam <strong>sistemas de sonar que permitem escanear grandes áreas do fundo do mar</strong>. Esse equipamento gera imagens acústicas que ajudam a identificar objetos suspeitos.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/5k_MFruOQM8/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=5k_MFruOQM8" id="5k_MFruOQM8"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>Mas o processo não termina aí. <strong>Cada sinal detectado deve ser analisado para determinar se é uma mina ou um objeto inofensivo</strong>. Posteriormente, câmeras ou equipamentos especializados são usados para confirmar a detecção.</p><p>Nos últimos anos, os<strong> sistemas não tripulados</strong> têm se tornado cada vez mais importantes. Atualmente, veículos subaquáticos e de superfície<strong> permitem a exploração de áreas perigosas sem colocar as equipes em risco</strong>. Seu uso tornou-se um componente fundamental das operações de desminagem.</p><h3>Inteligência artificial na detecção de minas marítimas</h3><p>A <strong>incorporação de algoritmos </strong>alterou ainda mais o cenário atual. Os sistemas modernos são capazes de analisar padrões em imagens de sonar e detectar anomalias com maior precisão do que os métodos tradicionais.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="761828" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/descoberto-antigo-submarino-nuclear-sovietico-que-ainda-libera-material-radioativo-40-anos-apos-o-naufragio.html" title="Descoberto antigo submarino nuclear soviético que ainda libera material radioativo 40 anos após o naufrágio">Descoberto antigo submarino nuclear soviético que ainda libera material radioativo 40 anos após o naufrágio</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/descoberto-antigo-submarino-nuclear-sovietico-que-ainda-libera-material-radioativo-40-anos-apos-o-naufragio.html" title="Descoberto antigo submarino nuclear soviético que ainda libera material radioativo 40 anos após o naufrágio"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-submarino-nuclear-sovietico-komsomolets-aun-libera-material-radiactivo-en-el-atlantico-35-anos-despues-de-hundirse-1774847395876_320.jpg" alt="Descoberto antigo submarino nuclear soviético que ainda libera material radioativo 40 anos após o naufrágio"></a></article></aside><p>Essas<strong> ferramentas de inteligência artificial estudam aspectos como a forma, a textura e as sombras projetadas por objetos no fundo do mar</strong>. Com essas informações, elas classificam ameaças potenciais e reduzem a margem de erro.</p><p>No entanto,<strong> existem algumas limitações</strong>. Os dados necessários para treinar esses sistemas são difíceis de obter e exigem ambientes controlados. Cada operação no mundo real fornece novas informações, permitindo melhorias progressivas nas capacidades de detecção.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/minas-maritimas-em-ormuz-a-ameaca-oculta-que-pode-bloquear-o-comercio-global-e-disparar-a-tensao-naval.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Derretimento de gelo pela mudança climática ameaça a população de pinguins e lobos-marinhos na Antártica]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/derretimento-de-gelo-pela-mudanca-climatica-ameaca-a-populacao-de-pinguins-e-lobos-marinhos-na-antartica.html</link><pubDate>Tue, 14 Apr 2026 09:03:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>As mudanças climáticas estão ameaçando diversas espécies, incluindo o pinguim-imperador e o lobo-marinho antárticos. De acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), ambas as espécies estão agora classificadas como ameaçadas de extinção.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/shrinking-sea-ice-due-to-climate-change-threatens-emperor-penguin-and-antarctic-fur-seal-populations-1775849955737.jpeg" data-image="8u8dji729s8i" alt="pinguins-imperadores" title="pinguins-imperadores"><figcaption>Os pinguins-imperadores e os lobos-marinhos-antárticos são classificados como espécies ameaçadas de extinção devido às mudanças climáticas.</figcaption></figure><p>A União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) adicionou o <strong>pinguim-imperador e o lobo-marinho-antártico </strong>à sua<strong><em> Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas</em></strong>. De acordo com um relatório divulgado na última quinta-feira (9) pela UICN, as mudanças climáticas na Antártica, particularmente as <strong>alterações no gelo marinho, são a principal causa dessa ameaça</strong>.</p><p>A UICN observou que a<strong> redução na disponibilidade de alimentos </strong>já provocou um <strong>declínio de 50% na população de lobos-marinhos-antárticos desde 2000</strong>. As mudanças no gelo marinho da Antártica, impulsionadas pelo clima, devem também reduzir a população de pinguins-imperadores pela metade até a década de 2080. O relatório acrescentou que os<strong> elefantes-marinhos-do-sul também estão agora em risco de extinção</strong> devido a doenças.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">NEWS: The emperor penguin and Antarctic fur seal are now both Endangered, according to the <a href="https://twitter.com/IUCNRedList?ref_src=twsrc%5Etfw">@IUCNRedList</a>. <br><br>Learn more <a href="https://t.co/0W8ZgYXMvS">https://t.co/0W8ZgYXMvS</a> <a href="https://t.co/18w5j463ux">pic.twitter.com/18w5j463ux</a></p>— IUCN (@IUCN) <a href="https://twitter.com/IUCN/status/2042241707345924542?ref_src=twsrc%5Etfw">April 9, 2026</a></blockquote></figure><p>A Dra. Grethel Aguilar, Diretora Geral da IUCN, afirmou que o declínio do pinguim-imperador e do lobo-marinho-antártico na Lista Vermelha é um <strong>alerta </strong>sobre a realidade das mudanças climáticas.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Essas importantes descobertas devem nos impulsionar à ação em todos os setores e níveis da sociedade para enfrentar de forma decisiva as mudanças climáticas.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>A Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN é uma fonte fundamental de informações sobre o estado de conservação global de espécies animais, fúngicas e vegetais. As espécies são classificadas em nove categorias: Não Avaliada, Dados Insuficientes, Pouco Preocupante, Quase Ameaçada, Vulnerável, Em Perigo, Criticamente em Perigo, Extinta na Natureza e Extinta.</p><h2>Espécies em risco</h2><p>O <strong>pinguim-imperador</strong> foi reclassificado de 'Quase Ameaçado' para <strong>'Em Perigo' na lista de espécies ameaçadas</strong>, com base em projeções de que sua população poderá ser reduzida à metade até a década de 2080. Imagens de satélite mostram uma perda de cerca de 10% da população somente entre 2009 e 2018, o que equivale a mais de 20.000 pinguins adultos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/shrinking-sea-ice-due-to-climate-change-threatens-emperor-penguin-and-antarctic-fur-seal-populations-1775850087591.jpeg" data-image="4jsw1y8rutk5"><figcaption>As mudanças climáticas estão ameaçando diversas espécies, incluindo o pinguim-imperador e o lobo-marinho-antártico.</figcaption></figure><p>O<strong> lobo-marinho-antártico</strong> passou de 'Pouco Preocupante' para <strong>'Em Perigo' na Lista Vermelha </strong>da IUCN. Sua população diminuiu em mais de 50%, de uma estimativa de 2.187.000 indivíduos adultos em 1999 para 944.000 em 2025.</p><p>O elefante-marinho-do-sul passou de "Pouco Preocupante" para "Vulnerável", após declínios causados pela Influenza Aviária Altamente Patogênica.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>A doença afetou quatro das cinco principais subpopulações, matando mais de 90% dos filhotes recém-nascidos em algumas colônias e impactando seriamente as fêmeas adultas, que passam mais tempo nas praias do que os machos.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Existe uma crescente preocupação de que o <strong>aquecimento global aumente as mortes relacionadas a doenças entre mamíferos marinhos</strong>, especialmente em regiões polares onde as espécies tiveram exposição limitada a patógenos.</p><h2><strong>O papel das mudanças climáticas</strong></h2><p>A IUCN afirmou que<strong> a ameaça é impulsionada principalmente pelas mudanças climáticas e pelo derretimento precoce e perda do gelo marinho</strong>, que atingiu níveis recordes de baixa desde 2016. Os pinguins-imperadores dependem do gelo marinho estável, conhecido como gelo fixo, como habitat para seus filhotes e durante a muda — gelo que está preso à costa, ao fundo do oceano ou a icebergs encalhados. Portanto, se o gelo se romper muito cedo, isso pode ser fatal para a espécie, e as populações de pinguins-imperadores podem diminuir rapidamente nessas condições.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="759242" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/por-que-a-antartica-esta-ficando-verde-as-imagens-que-surpreendem-os-especialistas.html" title="Por que a Antártica está 'ficando verde': as imagens que surpreendem os especialistas">Por que a Antártica está "ficando verde": as imagens que surpreendem os especialistas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/por-que-a-antartica-esta-ficando-verde-as-imagens-que-surpreendem-os-especialistas.html" title="Por que a Antártica está 'ficando verde': as imagens que surpreendem os especialistas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/por-que-la-antartida-se-esta-volviendo-verde-las-imagenes-que-desconciertan-a-los-expertos-1773622905541_320.png" alt="Por que a Antártica está 'ficando verde': as imagens que surpreendem os especialistas"></a></article></aside><p>Ao mesmo tempo,<strong> as mudanças climáticas, juntamente com o aumento da temperatura dos oceanos e o derretimento do gelo marinho, estão se tornando uma séria ameaça para as focas</strong>. Essa mudança está empurrando o krill, uma importante fonte de alimento para as focas, para águas oceânicas mais profundas em busca de temperaturas mais frias, reduzindo a disponibilidade de alimento para elas.</p><p>O Diretor-Geral da IUCN afirmou que os países se reunirão na Reunião Consultiva do Tratado da Antártica em maio deste ano, onde essas novas descobertas serão apresentadas. O objetivo de apresentar essas avaliações na reunião será fornecer dados essenciais para fundamentar as decisões sobre este continente majestoso e suas espécies únicas de vida selvagem, acrescentou Aguilar.</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em><a href="https://iucn.org/press-release/202604/emperor-penguin-and-antarctic-fur-seal-now-endangered-due-climate-change-iucn" target="_blank">Emperor penguin and Antarctic fur seal now Endangered due to climate change – IUCN Red List</a>. 09 de abril, 2026. IUCN.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/derretimento-de-gelo-pela-mudanca-climatica-ameaca-a-populacao-de-pinguins-e-lobos-marinhos-na-antartica.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Caraíva: o destino que se tornou o sonho de todo turista, sem asfalto e com um mar cristalino]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/caraiva-o-destino-que-se-tornou-o-sonho-de-todo-turista-sem-asfalto-e-com-um-mar-cristalino.html</link><pubDate>Mon, 13 Apr 2026 23:46:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Conheça a charmosa vila de pescadores na Bahia que é famosa por suas ruas de areia, ausência de veículos motorizados, atmosfera rústica e praias de águas cristalinas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/caraiva-o-destino-que-se-tornou-o-sonho-de-todo-turista-sem-asfalto-e-com-um-mar-cristalino-1776108619567.jpg" data-image="drg4j4issbxx"><figcaption>A vila de Caraíva é marcada pela vida simples, sem veículos motorizados e ruas de areia, preservando um ambiente tranquilo. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p><strong>Caraíva</strong>, um <strong>distrito de Porto Seguro, no sul da Bahia</strong>, é uma vila encantadora com <strong>quase 500 anos de história</strong> e tem uma<strong> população pequena</strong>, de 600 a 1.000 habitantes.</p><p>É considerada por muitos a praia mais encantadora da Costa do Descobrimento, com <strong>ruas de areia</strong>, ausência de veículos (os <strong>carros não podem circular na vila</strong>) e <strong>construções rústicas</strong>.</p><p>Um detalhe interessante é a sua <strong>fiação elétrica</strong>, que quando chegou foi toda <strong>enterrada no solo</strong> para não deixar o vilarejo feio, cheio de fios. Por isso, você não vai encontrar postes pelas ruas.</p><p>Acompanhe conosco mais informações sobre o que fazer neste lugar encantador.</p><h2>O que fazer na Vila de Caraíva</h2><p><strong>Milhares de turistas visitam a região todo ano para passar as férias ou o réveillon</strong>. E a maioria deles ficam apaixonados pelo clima pacato e rústico, e sem vontade de ir embora deste paraíso banhado pelo rio Caraíva e pelo mar calmo do Oceano Atlântico.</p><p>Seus atrativos principais são as praias. A <strong>Praia da Barra é a mais movimentada</strong> na alta temporada, especialmente no fim de tarde, quando o pôr do sol vira espetáculo atraindo várias pessoas para assisti-lo. Ela<strong> fica no encontro do Rio Caraíva com o mar </strong>e conta com vários quiosques, barracas simples e espreguiçadeiras. Seu <strong>mar costuma ser calmo e sem ondas</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/caraiva-o-destino-que-se-tornou-o-sonho-de-todo-turista-sem-asfalto-e-com-um-mar-cristalino-1776108630004.jpg" data-image="495f94c92wp4"><figcaption>A praia da Barra, em Caraíva, tem o seu encanto particular: praia de um lado e o rio do outro. Crédito: Divulgação. </figcaption></figure><p>Outra opção é a <strong>Praia do Satu, tranquila e rústica</strong>. Seu acesso é mais trabalhoso, o que ajuda a mantê-la quase sempre vazia. É protegida por corais e forma piscinas naturais na maré baixa. Já a <strong>Praia de Caraíva acompanha toda a vila</strong>, com uma<strong> longa faixa de areia fofa ideal para caminhadas</strong>; o seu mar tem ondulação leve.</p><p>Entre os passeios que você pode fazer por lá estão: o<strong> passeio de Buggy, visitando a Ponta de Corumbau</strong>, um banco de areia com águas cristalinas que avança mar adentro; <strong>descer o Rio Caraíva de Bóia</strong>, apreciando a natureza; e <strong>visitar a Aldeia Pataxó Porto do Boi</strong>, uma experiência cultural com rituais, pintura corporal e trilhas guiadas por indígenas, a cerca de 6 km da vila.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/caraiva-o-destino-que-se-tornou-o-sonho-de-todo-turista-sem-asfalto-e-com-um-mar-cristalino-1776108638777.jpg" data-image="8rplhx0apx0c"><figcaption>Uma parte da longa extensão da Praia de Caraíva (Bahia). Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>Por lá você também vai conhecer o <strong>Beco da Lua, um ponto de encontro noturno</strong> com bares, música ao vivo e restaurantes, trazendo um clima bem descontraído. O <strong>forró pé de serra é tradicional na vila</strong> e anima as noites na região.</p><p><strong>Quando visitar a região?</strong> O clima tropical mantém temperaturas agradáveis o ano todo, porém, na alta temporada (réveillon/carnaval) a vila fica mais cheia e os serviços com preços mais altos.</p><p><strong>Algumas dicas importantes</strong> se você desejar ir visitar a vila: há internet, mas o sinal pode oscilar; evite a alta temporada se busca tranquilidade; <strong>leve dinheiro em espécie</strong>, pois não tem caixa eletrônico e alguns estabelecimentos não aceitam cartão; <strong>leve repelente </strong>contra insetos e protetor solar.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://www.em.com.br/emfoco/2026/04/05/sem-asfalto-com-casas-coloridas-e-praias-intocadas-com-aguas-cristalinas-como-o-caribe-o-vilarejo-baiano-que-desperta-o-desejo-de-largar-tudo-e-viver-ali/" target="_blank">Sem asfalto, com casas coloridas e praias intocadas com águas cristalinas como o Caribe: o vilarejo baiano que desperta o desejo de largar tudo e viver ali</a>. 08 de abril, 2026. Vitor Bruno.</em></p><p><em><a href="https://viagemeturismo.abril.com.br/brasil/8-passeios-fundamentais-em-caraiva-no-sul-da-bahia/?utm_campaign=mrf-twitter-viagemeturismo&mrfcid=20260207698620aa522fe658a61fa95f#google_vignette" target="_blank">8 passeios fundamentais em Caraíva, no sul da Bahia</a>. 06 de fevereiro, 2026. Cecilia Carrilho.</em></p><p><em><a href="https://www.melhoresdestinos.com.br/caraiva-bahia.html" target="_blank">Caraíva! Dicas para a sua viagem a esse paraíso no Litoral Sul da Bahia</a>. 18 de novembro, 2021. Monique Renne.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/caraiva-o-destino-que-se-tornou-o-sonho-de-todo-turista-sem-asfalto-e-com-um-mar-cristalino.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ciclone vai afetar o Brasil nesta semana; confira os riscos e os estados afetados]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-vai-afetar-o-brasil-nesta-semana-confira-os-riscos-e-os-estados-afetados.html</link><pubDate>Mon, 13 Apr 2026 22:12:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Sistema ocasionará a formação de chuvas especialmente sobre a região Sul, mudando o tempo com pancadas de chuva e tempestades que podem ser localmente fortes.</p><ul><li>Mais informações: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/aumento-das-temperaturas-e-frente-fria-definem-o-tempo-na-proxima-semana-veja-as-areas-em-destaque.html" target="_blank">Aumento das temperaturas e frente fria definem o tempo nesta semana</a></li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xa5fja0"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xa5fja0.jpg" id="xa5fja0"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Ao longo da terça-feira (14), um <strong>cavado</strong> (<em>região de baixa pressão</em>) começará a se formar entre o norte da Argentina e o Paraguai, formando <strong>tempestades localmente fortes</strong> nestes países. Esse sistema continuará se aprofundando e, ao longo da quarta-feira (15), se transformará em um<strong> ciclone</strong>.</p><div class="texto-destacado">O <em>Instituto Nacional de Meteorologia</em> (<a href="https://portal.inmet.gov.br/" target="_blank">INMET</a>) emitiu avisos de chuva para o oeste do RS, SC e PR. No RS, área que será atingida com maior intensidade, há riscos de chuva de até 100 mm por dia, ventos intensos de até 100 km/h e queda de granizo, enquanto nas demais regiões a chuva chega a 50 mm por dia.</div><p>Durante a própria <strong>quarta-feira (15)</strong>, o sistema ocasionará a formação de pancadas de chuva também no Uruguai e no <strong>oeste do Rio Grande do Sul</strong>, com possibilidade de chuvas atingirem também o oeste de Santa Catarina e do Paraná. Na <strong>quinta-feira (16)</strong>, as chuvas se espalham também pelo restante do estado gaúcho, por <strong>Santa Catarina </strong>e pelo <strong>sul e oeste do Paraná</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-vai-afetar-o-brasil-nesta-semana-confira-os-riscos-e-os-estados-afetados-1776099863750.jpg" data-image="67fqgwdrzwh9" alt="Mapa de acumulados totais de chuva até o final da semana." title="Mapa de acumulados totais de chuva até o final da semana."><figcaption>Mapa de acumulados totais de chuva até o final da semana mostra que os volumes de chuva no RS (estado mais atingido) podem chegar perto dos 100 mm, especialmente no oeste gaúcho.</figcaption></figure><p>As tempestades não serão extremas, mas ainda assim os acumulados podem chegar a <strong>valores altos </strong>em algumas cidades,<strong> trazendo risco de alagamentos </strong>especialmente no Rio Grande do Sul e no extremo oeste de Santa Catarina e do Paraná, regiões que devem ser mais atingidas pelas chuvas.</p><h2>Há risco de tempo severo em municípios gaúchos</h2><p>Além disso, previsões indicam que o ciclone causará<strong> rajadas de vento</strong> de até <strong>60 km/h</strong> no interior do RS e SC, e de até <strong>80 km/h</strong> no litoral do RS, o que pode ocasionar <strong>transtornos</strong> como movimentação de dunas de areia na orla, além de quedas de árvores e torres de transmissão, interrompendo o fornecimento de energia elétrica. </p><p>As rajadas de vento <strong>mais fortes</strong> serão registradas ao longo da <strong>quinta-feira</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-vai-afetar-o-brasil-nesta-semana-confira-os-riscos-e-os-estados-afetados-1776099907778.jpg" data-image="jlr2y8fe9v8n" alt="Previsão de rajadas de vento na quinta-feira durante a tarde." title="Previsão de rajadas de vento na quinta-feira durante a tarde."><figcaption>Previsão de rajadas de vento na quinta-feira durante a tarde mostra velocidades de até 75 km/h na região litorânea do Rio Grande do Sul, o que pode causar transtornos para a população.</figcaption></figure><p>Além disso, previsões indicam <strong>possibilidade de ocorrência de granizo</strong> neste mesmo dia, especialmente no extremo oeste do Rio Grande do Sul - em cidades próximas da divisa com a Argentina. Nesses municípios, o fenômeno pode ocasionar <strong>estragos em plantações</strong>.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Na sexta-feira (17), após a mudança no tempo ocasionada pelo ciclone, o sistema estará se afastando em direção ao oceano e <strong>o tempo voltará a ficar majoritariamente firme</strong> na região Sul, mas nebulosidade intensa e <strong>chuvas fracas </strong>ainda podem se formar localmente em algumas cidades.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="763732" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/gangorra-termica-atinge-o-sul-e-ciclone-bagunca-o-tempo-na-regiao-saiba-o-que-esperar.html" title="Gangorra térmica atinge o Sul e ciclone 'bagunça' o tempo na região; saiba o que esperar">Gangorra térmica atinge o Sul e ciclone 'bagunça' o tempo na região; saiba o que esperar</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/gangorra-termica-atinge-o-sul-e-ciclone-bagunca-o-tempo-na-regiao-saiba-o-que-esperar.html" title="Gangorra térmica atinge o Sul e ciclone 'bagunça' o tempo na região; saiba o que esperar"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/gangorra-termica-atinge-o-sul-e-ciclone-bagunca-o-tempo-na-regiao-saiba-o-que-esperar-1776087575346_320.png" alt="Gangorra térmica atinge o Sul e ciclone 'bagunça' o tempo na região; saiba o que esperar"></a></article></aside><p>Vale notar ainda que, entre a quarta-feira e a quinta-feira, o sistema também pode causar <strong>pancadas de chuva moderadas sobre o Mato Grosso do Sul</strong>, com avisos similares para a região do Pantanal e o Sudoeste do estado. Em outras palavras, o ciclone também pode causar transtornos para a população deste estado. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-vai-afetar-o-brasil-nesta-semana-confira-os-riscos-e-os-estados-afetados.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Calor de mais de 30°C e atuação de ciclone atingem o Sudeste nesta semana]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/calor-de-mais-de-30-c-e-atuacao-de-ciclone-atingem-o-sudeste-nesta-semana.html</link><pubDate>Mon, 13 Apr 2026 21:03:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Esta semana será de calor e predomínio de tempo firme no Sudeste do Brasil. Contudo, no próximo sábado, um ciclone vai contribuir para a formação de pancadas de chuva isoladas em parte da Região.</p><ul><li>Mais previsão: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/gangorra-termica-atinge-o-sul-e-ciclone-bagunca-o-tempo-na-regiao-saiba-o-que-esperar.html" target="_blank">Gangorra térmica atinge o Sul e ciclone 'bagunça' o tempo na região; saiba o que esperar</a></li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xa5fcv6"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xa5fcv6.jpg" id="xa5fcv6"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Ao longo desta semana, a atuação de uma<strong> massa de ar seco mantém o tempo firme com predomínio de Sol entre poucas nuvens</strong> na Região <strong>Sudeste</strong>. </p><p>A<strong> chuva será bem escassa</strong> nesta semana, podendo ocorrer apenas de forma fraca e mais localizada em áreas litorâneas de São Paulo e do Rio de Janeiro devido à circulação marítima.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>Contudo,<strong> no próximo sábado</strong>, um novo <strong>ciclone </strong>que estará formado sobre o oceano, entre a costa do Uruguai e do Rio Grande do Sul, vai ajudar a aumentar o escoamento de norte/nordeste e, dessa forma,<strong> contribuir para a formação de pancadas de chuva na região</strong>, especialmente nos estados paulista e carioca. Além disso, <strong>o sistema também favorece ainda mais a elevação das temperaturas</strong> no fim de semana.</p><p>Acompanhe<strong> a seguir mais detalhes da previsão</strong> do tempo para a região.</p><h2>Semana de sol e calor de mais de 30°C no Sudeste</h2><p>O decorrer desta semana que se inicia será com <strong>predomínio de dias de tempo firme, sol e calor na Região Sudeste</strong>.</p><p> Ao <strong>amanhecer</strong>, podem ocorrer <strong>nevoeiros</strong> na <strong>faixa leste de São Paulo e do Rio de Janeiro</strong> devido ao resfriamento noturno e à alta umidade do ar, mas que se dissipam ao longo do dia conforme as temperaturas se elevam. </p><div class="texto-destacado">Esta semana será de tempo firme, sol e calor no Sudeste. As máximas ficam acima dos 30°C no centro-oeste de São Paulo e no Triângulo Mineiro e oeste de Minas Gerais. Pancadas de chuva isoladas retornam à região no sábado.<br></div><p>Entre esta terça (14) e a sexta-feira (17), as condições do tempo serão semelhantes no Sudeste. <strong>Durante as manhãs, teremos céu claro ou com algumas nuvens na maior parte da região</strong>, e com maior nebulosidade no estado paulista, inclusive na capital. <strong>Durante as tardes, sol entre poucas nuvens em grande parte da região</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-de-mais-de-30-c-e-atuacao-de-ciclone-atingem-o-sudeste-nesta-semana-1776104913548.jpg" data-image="1h3ul9mknqb9"><figcaption>Previsão da probabilidade de precipitação (%) para a quinta-feira (16) à tarde (15h), segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>A previsão indica <strong>baixa probabilidade de chuva na Região Sudeste nos próximos dias</strong>. Na quinta-feira (16) à tarde<strong> </strong>podem ocorrer chuviscos/garoa<strong> </strong>na faixa leste (incluindo áreas litorâneas) do Rio de Janeiro e do Espírito Santo<strong> </strong>devido à circulação marítima.</p><p>Mas no <strong>sábado (18)</strong>, o <strong>ciclone </strong>vai influenciar as condições do tempo favorecendo a formação de <strong>pancadas de chuva isoladas</strong> nos<strong> estados de São Paulo e Rio de Janeiro</strong>, mas não há riscos de transtornos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-de-mais-de-30-c-e-atuacao-de-ciclone-atingem-o-sudeste-nesta-semana-1776105001239.jpg" data-image="xpplgo70qd05"><figcaption>Previsão de precipitação (em mm) e nebulosidade para sábado (18) à tarde (15h), segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Os <strong>amanheceres</strong> ao longo desta semana<strong> ainda serão com sensação leve de friozinho </strong>no Sudeste, especialmente no<strong> leste de São Paulo, no sul e leste de Minas Gerais e nas áreas mais elevadas do Rio de Janeiro</strong>, onde as temperaturas variam <strong>entre 14°C e 16°C</strong>, mas podendo cair para <strong>10°C na Região Serrana do Rio e no sul mineiro</strong>.</p><p>Mas também fará<strong> calor e com sensação de abafamento à tarde</strong>. As temperaturas máximas nos próximos dias ficam acima dos 30°C no centro-oeste de São Paulo e no noroeste e Triângulo Mineiros.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-de-mais-de-30-c-e-atuacao-de-ciclone-atingem-o-sudeste-nesta-semana-1776105224548.jpg" data-image="smy82qh7z2dd"><figcaption>Previsão de temperatura máxima do ar (em °C) para a sexta-feira (17) à tarde (15h), segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Na<strong> sexta-feira (17)</strong> e no<strong> sábado (18)</strong>, o <strong>calor se espalha mais</strong> pelos estados durante as tardes, com praticamente todo o território paulista, diversas áreas mineiras e cariocas e o sul do Espírito Santo marcando acima de 30°C, e alcançando o patamar de <strong>36°C no noroeste paulista</strong>.</p><p>Nas <strong>capitais</strong>, as temperaturas <strong>máximas </strong>vão subindo gradualmente ao longo dos dias, e no<strong> sábado (18) </strong>atingem os patamares de: 31°C - capital paulista; <strong>33°C - capital carioca</strong>; 30°C - Belo Horizonte; 31°C - Vitória.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/calor-de-mais-de-30-c-e-atuacao-de-ciclone-atingem-o-sudeste-nesta-semana.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Temperaturas mais altas e alertas de chuvas intensas marcam a terça-feira (14); veja a previsão]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/temperaturas-mais-altas-e-alertas-de-chuvas-intensas-marcam-a-terca-feira-14-veja-a-previsao.html</link><pubDate>Mon, 13 Apr 2026 19:50:10 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Nesta terça-feira o Brasil terá regiões com temperaturas muito altas, principalmente no centro-sul, além disso, há previsão de chuvas intensas em outras áreas do país, deixando alguns estados em alerta.</p><ul><li>Veja também: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/semana-comeca-com-frente-fria-e-ar-frio-no-centro-sul-e-alertas-de-chuva-no-norte-e-nordeste-confira.html" target="_blank">Semana começa com frente fria e ar frio no centro-sul e alertas de chuva no Norte e Nordeste; confira</a></li></ul><ul></ul><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/temperaturas-mais-altas-e-alertas-de-chuvas-intensas-marcam-a-terca-feira-14-veja-a-previsao-1776096194316.jpg" data-image="1xhk0f34xax4" alt="Temperaturas ficam elevadas, mas chuvas também marcam presença nesta terça-feira (14) sobre o Brasil." title="Temperaturas ficam elevadas, mas chuvas também marcam presença nesta terça-feira (14) sobre o Brasil."><figcaption>Temperaturas ficam elevadas, mas chuvas também marcam presença nesta terça-feira (14) sobre o Brasil. Foto: Patryck Madeira/Adobe Stock</figcaption></figure><p>O amanhecer desta segunda-feira (13) contou com <strong>temperaturas amenas</strong> em vários municípios do <strong>Brasil</strong>. De acordo com as <strong>estações automáticas do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET)</strong>, os termômetros ficaram <strong>abaixo de 10°C</strong> em cidades da Serra da Mantiqueira, como Campos do Jordão (SP) e Monte Verde (MG).</p><p>A previsão indica que, nesta <strong>terça-feira (14)</strong>, as <strong>temperaturas permanecem amenas</strong> em algumas partes do Brasil, enquanto em outras os <strong>termômetros sobem</strong>, com tendência de <strong>muito calor</strong>. As <strong>chuvas</strong> também marcam presença nesta terça-feira, e <strong>alertas permanecem vigentes</strong> devido ao <strong>risco de precipitações intensas</strong>.</p><h2>Temperaturas podem superar os 30°C</h2><p>A <strong>tarde desta terça-feira (14)</strong> terá <strong>temperaturas elevadas</strong> em boa parte do <strong>Brasil</strong>. Diferentemente do <strong>amanhecer</strong>, quando a previsão indica <strong>temperaturas amenas</strong> em áreas do <strong>leste da Região Sul</strong> e do <strong>Sudeste</strong>, por conta da presença de uma <strong>massa de ar frio</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/temperaturas-mais-altas-e-alertas-de-chuvas-intensas-marcam-a-terca-feira-14-veja-a-previsao-1776095153310.jpg" data-image="wvq63pv63kpd" alt="Ar frio segue presente sobre o leste do Sudeste na tarde desta terça-feira (14)." title="Ar frio segue presente sobre o leste do Sudeste na tarde desta terça-feira (14)."><figcaption>Ar frio segue presente sobre o leste do Sudeste na tarde desta terça-feira (14). Contudo, massa de ar quente domina Sul e Centro-Oeste.</figcaption></figure><p>No entanto, nas demais áreas dessas regiões e na maioria dos municípios do <strong>Centro-Oeste</strong>, os <strong>termômetros sobem</strong> e se aproximam da marca dos <strong>30°C</strong> durante a tarde.</p><p>Na <strong>Região Sul</strong>, a faixa que se estende desde a <strong>Região Metropolitana de Porto Alegre</strong> até o <strong>oeste de Santa Catarina</strong> tem previsão de <strong>calor</strong>, com temperaturas entre <strong>27°C e 29°C</strong>. No <strong>oeste do Paraná</strong>, a situação é semelhante; contudo, próximo à <strong>divisa com o Mato Grosso do Sul</strong>, a <strong>máxima pode chegar aos 32°C</strong>.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank"><strong>novo canal de Whatsapp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>No <strong>Centro-Oeste</strong>, os <strong>termômetros superam os 30°C com facilidade</strong>. A divisa entre Mato Grosso e Mato Grosso do Sul será a área mais quente da região nesta terça-feira (14), com <strong>máximas de até 36°C</strong>, especialmente entre <strong>Corumbá (MS)</strong> e <strong>Cuiabá (MT)</strong>. Nos demais municípios, as <strong>temperaturas variam entre 28°C e 32°C</strong>.</p><p>O <strong>Sudeste</strong> e o <strong>Nordeste</strong> ainda devem registrar <strong>temperaturas um pouco mais baixas</strong> na tarde desta terça-feira. A <strong>massa de ar frio</strong> segue perdendo força sobre o <strong>leste do Sudeste</strong> e o <strong>extremo sul da Bahia</strong>, áreas onde as <strong>máximas variam entre 21°C e 23°C</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/temperaturas-mais-altas-e-alertas-de-chuvas-intensas-marcam-a-terca-feira-14-veja-a-previsao-1776095174671.jpg" data-image="kp662miqz3jr" alt="Temperatura máxima prevista para o Brasil nesta terça (14), segundo o modelo ECMWF." title="Temperatura máxima prevista para o Brasil nesta terça (14), segundo o modelo ECMWF."><figcaption>Temperatura máxima prevista para o Brasil nesta terça (14), segundo o modelo ECMWF.</figcaption></figure><p>Por outro lado, no interior do Sudeste e no interior do Nordeste, os termômetros disparam. No <strong>oeste de São Paulo</strong>, as temperaturas variam entre <strong>29°C e 32°C</strong>, cenário semelhante ao do <strong>Triângulo Mineiro</strong>. Na <strong>porção central do Piauí</strong>, <strong>Pernambuco</strong>, <strong>Paraíba</strong>, <strong>Ceará</strong> e <strong>oeste da Bahia</strong>, as máximas variam entre 30°C e 33°C.</p><h2>Chuvas intensas deixam estados em alerta</h2><p>O <strong>calor</strong> marca presença na tarde desta <strong>terça-feira (14)</strong>, mas as <strong>chuvas</strong> também atuam no <strong>Norte</strong> e <strong>Nordeste do Brasil</strong>. Além disso, áreas pontuais do <strong>Rio Grande do Sul</strong> apresentam <strong>risco de chuvas intensas</strong> e <strong>possíveis transtornos</strong>.</p><figure class="video-dailymotion"><div id="player-xa5fboi"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xa5fboi.jpg" id="xa5fboi"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>A manhã no estado gaúcho será marcada pela <strong>presença de nuvens</strong>, deixando o <strong>tempo parcialmente nublado</strong>. Contudo, ao longo da <strong>tarde</strong>, <strong>instabilidades</strong> surgem na <strong>divisa com a Argentina e o Uruguai</strong>, favorecidas pela formação de um <strong>cavado</strong> na região.</p><p>Dessa forma, <strong>nuvens carregadas</strong> se desenvolvem, aumentando o <strong>risco de chuvas intensas</strong> e <strong>tempestades</strong>. Há também <strong>potencial para transtornos</strong> no oeste do Rio Grande do Sul, como <strong>alagamentos</strong> e <strong>transbordamentos de arroios</strong>. A faixa entre <strong>Uruguaiana (RS)</strong> e <strong>São Borja (RS)</strong> merece <strong>atenção</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/temperaturas-mais-altas-e-alertas-de-chuvas-intensas-marcam-a-terca-feira-14-veja-a-previsao-1776095644014.jpg" data-image="0ciuv6d8ebzq" alt="Chuva prevista para o Brasil nesta terça (14), segundo o modelo ECMWF." title="Chuva prevista para o Brasil nesta terça (14), segundo o modelo ECMWF."><figcaption>Chuva prevista para o Brasil nesta terça (14), segundo o modelo ECMWF.</figcaption></figure><p>No <strong>Nordeste</strong>, as <strong>chuvas mais fortes</strong> se concentram no <strong>litoral norte da região</strong>. A <strong>incursão de umidade</strong>, associada às <strong>altas temperaturas</strong>, fornece <strong>energia suficiente</strong> para a formação de <strong>nuvens carregadas</strong>, aumentando o <strong>risco de transtornos</strong> ao longo da faixa litorânea.</p><p>As <strong>chuvas</strong> também atingem o <strong>Norte</strong> e o <strong>Centro-Oeste do Brasil</strong>. A <strong>Zona de Convergência Intertropical (ZCIT)</strong>, além de influenciar o tempo no Nordeste, também provoca aumento das instabilidades no Norte, por meio do <strong>transporte de umidade</strong>, que mantém a <strong>atmosfera saturada</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/temperaturas-mais-altas-e-alertas-de-chuvas-intensas-marcam-a-terca-feira-14-veja-a-previsao-1776095213433.jpg" data-image="gzkwdfh1z2qn" alt="Água precipitável prevista para o Brasil nesta terça (14), segundo o modelo ECMWF." title="Água precipitável prevista para o Brasil nesta terça (14), segundo o modelo ECMWF."><figcaption>Água precipitável prevista para o Brasil nesta terça (14), mostra a ZCIT influenciando o litoral Norte do Nordeste e o Norte do Brasil.</figcaption></figure><p>Na tarde desta terça-feira (14), a previsão indica <strong>chuvas de intensidade moderada a forte</strong> sobre Pará, Amapá, Amazonas, Rondônia e Acre. Até mesmo o <strong>oeste de Mato Grosso</strong> deve registrar <strong>instabilidades</strong>, com chance de chuvas mais intensas.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/temperaturas-mais-altas-e-alertas-de-chuvas-intensas-marcam-a-terca-feira-14-veja-a-previsao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Fortes chuvas em Fortaleza causam rompimento de cano em hospital e alagamentos residenciais; veja imagens]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/fortes-chuvas-em-fortaleza-causam-rompimento-de-cano-em-hospital-e-alagamentos-residenciais-veja-imagens.html</link><pubDate>Mon, 13 Apr 2026 18:28:10 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Dados da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos apontam que Fortaleza teve a segunda maior chuva do estado, acumulando 86 mm em um período marcado pela forte atuação de instabilidades climáticas.</p><figure id="first-image"> <img src="https://services.meteored.com/img/article/fortes-chuvas-em-fortaleza-causam-rompimento-de-cano-em-hospital-e-alagamentos-residenciais-veja-imagens-1776093199698.jpg" data-image="mhcowppj363c" alt="Desabamento de muro sobre um carro na Aerolândia nesta segunda-feira (13). Foto: Bruno Cavalcante/ SVM" title="Desabamento de muro sobre um carro na Aerolândia nesta segunda-feira (13). Foto: Bruno Cavalcante/ SVM"><figcaption>Desabamento de muro sobre um carro na Aerolândia nesta segunda-feira (13). Foto: Bruno Cavalcante/ SVM </figcaption></figure><p><strong>Fortaleza enfrentou um início de semana marcado por fortes precipitações que resultaram em diversos transtornos</strong> para os moradores e prejuízos materiais. Entre <strong>sábado</strong><strong> (11)</strong> e a manhã desta <strong>segunda-feira (13)</strong>, a capital cearense registrou o segundo maior volume de chuvas no estado.</p><p>Os incidentes variaram desde <strong>o rompimento de tubulações em unidades de saúde até o desabamento de estruturas em áreas residenciais urbanas.</strong> De acordo com os órgãos de monitoramento, a situação mobilizou equipes da Defesa Civil e serviços de manutenção emergencial em pontos estratégicos da cidade cearense.</p><h2>Impactos na infraestrutura hospitalar e volumes registrados</h2><p>No Instituto Dr. José Frota (IJF), principal hospital de trauma de Fortaleza,<strong> a força das águas causou o rompimento de uma tubulação no corredor da UTI</strong> no último sábado (11). Imagens registradas mostraram o surgimento de uma "cascata" no teto do hospital, gerada pela sobrecarga no sistema de drenagem da estrutura devido ao temporal.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">Santa sai de um jogo debaixo de um temporal. ️<br><br>- vamos finalmente jogar numa condição normal.<br><br>Chega em Fortaleza: <a href="https://t.co/4WYSOSnyeH">pic.twitter.com/4WYSOSnyeH</a></p>— thales (@thalesrafaell1) <a href="https://twitter.com/thalesrafaell1/status/2042967193663480049?ref_src=twsrc%5Etfw">April 11, 2026</a></blockquote></figure><p>A direção do hospital informou que <strong>equipes de manutenção resolveram o vazamento prontamente e que não houve interrupção nos atendimentos</strong> ou riscos aos profissionais. Após os reparos e a limpeza técnica das áreas afetadas, a unidade de saúde continuou operando normalmente para garantir a segurança dos pacientes internados.</p><p>Em termos estatísticos, <strong>Fortaleza registrou 86 mm de chuva entre as 19h de domingo e as 7h de segunda-feira,</strong> segundo dados fornecidos pela <a href="https://www.funceme.br/" target="_blank">Funceme</a>. Esse índice colocou a capital atrás apenas de Aracati, que teve 100,6 mm, enquanto o município de Ipaumirim ocupou a terceira posição estadual com 66 mm.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/fortes-chuvas-em-fortaleza-causam-rompimento-de-cano-em-hospital-e-alagamentos-residenciais-veja-imagens-1776093654363.jpg" data-image="mayt6erv1fl3" alt="Moradores ficaram com casas alagadas em Fortaleza no último final de semana. — Foto: Bruno Cavalcante/ SVM" title="Moradores ficaram com casas alagadas em Fortaleza no último final de semana. — Foto: Bruno Cavalcante/ SVM"><figcaption>Moradores ficaram com casas alagadas em Fortaleza no último final de semana. — Foto: Bruno Cavalcante/ SVM</figcaption></figure><p>A sobrecarga nos sistemas urbanos reflete o alto volume de precipitação concentrado em um curto intervalo de tempo, desafiando a infraestrutura da capital cearense. <strong>O monitoramento pluviométrico segue rigoroso,</strong> pois os índices registrados em diversas cidades do interior também indicam um período de intensa atividade climática.</p><h2>Danos no bairro Aerolândia e relatos dos moradores</h2><p>No bairro Aerolândia, especificamente na Vila Gomes, <strong>a queda de um muro sobre um veículo estacionado assustou a vizinhança por volta das 23h de domingo.</strong> Apesar do susto e dos danos materiais causados pela queda da estrutura sobre o carro, não houve registro de pessoas feridas durante o ocorrido.</p><p>Moradores da região relataram que <strong>a água atingiu o nível da cintura em algumas ruas, invadindo diversas residências</strong> e deixando muita lama para trás. Alguns expressaram a insatisfação da comunidade com a falta de providências anteriores para evitar o desabamento da estrutura.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="762730" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/temporal-em-recife-provoca-desabamento-de-casarao-alagamentos-e-suspensao-de-aulas-veja-imagens.html" title="Temporal em Recife provoca desabamento de casarão, alagamentos e suspensão de aulas; veja imagens">Temporal em Recife provoca desabamento de casarão, alagamentos e suspensão de aulas; veja imagens</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/temporal-em-recife-provoca-desabamento-de-casarao-alagamentos-e-suspensao-de-aulas-veja-imagens.html" title="Temporal em Recife provoca desabamento de casarão, alagamentos e suspensão de aulas; veja imagens"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/temporal-no-recife-provoca-desabamento-de-casarao-alagamentos-e-suspensao-de-aulas-veja-imagens-1775572937321_320.jpg" alt="Temporal em Recife provoca desabamento de casarão, alagamentos e suspensão de aulas; veja imagens"></a></article></aside><p>Após a diminuição do nível da água, <strong>as residências da vila e arredores ficaram cobertas de lama,</strong> exigindo um esforço imediato de limpeza por parte dos moradores. A Defesa Civil de Fortaleza enviou uma equipe ao local para avaliar os danos estruturais e prestar suporte às famílias atingidas pelos alagamentos.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://www.google.com/search?q=https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/2026/04/13/muro-cai-sobre-carro-e-casas-sao-alagadas-durante-chuva-em-fortaleza.ghtml">Muro cai sobre carro e casas são alagadas durante chuva em Fortaleza.</a> 13 de abril, 2026. </em></p><p><em><a href="https://sobralonline.com.br/chuvas-fortaleza-rompimento-tubulacao-ijf/">Chuvas em Fortaleza causam rompimento de tubulação no IJF.</a> 12 de abril, 2026.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/fortes-chuvas-em-fortaleza-causam-rompimento-de-cano-em-hospital-e-alagamentos-residenciais-veja-imagens.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Gangorra térmica atinge o Sul e ciclone 'bagunça' o tempo na região; saiba o que esperar]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/gangorra-termica-atinge-o-sul-e-ciclone-bagunca-o-tempo-na-regiao-saiba-o-que-esperar.html</link><pubDate>Mon, 13 Apr 2026 14:27:53 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Ciclone traz tempestades com chuvas intensas, mas irregulares, enquanto as máximas variam mais de 10°C entre os estados.</p><ul><li>Mais informações: <a href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/super-el-nino-as-chuvas-extremas-de-2024-podem-se-repetir-no-rio-grande-do-sul.html" target="_blank">Super El Niño: as chuvas extremas de 2024 podem se repetir no Rio Grande do Sul?</a></li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xa5ezm8"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xa5ezm8.jpg" id="xa5ezm8"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>A <strong>semana</strong> terá <strong>grande variabilidade no tempo</strong> na<strong> Região Sul </strong>do Brasil, marcada por uma verdadeira <strong>“gangorra térmica” </strong>e pela atuação de um <strong>ciclone extratropical </strong>que deve intensificar a instabilidade na região. </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do WhatsApp</a>. Siga-nos e ative as notificações.</div><p>Ao longo dos próximos dias, os estados do Sul terão<strong> contrastes expressivos de temperatura</strong>, com diferenças de mais de 10°C nas máximas registradas no mesmo dia entre diferentes estados, além de <strong>alternância entre períodos de chuva</strong> e momentos de tempo firme. Confira os detalhes.</p><h2>Formação de ciclone traz chuvas irregulares</h2><p>Entre<strong> terça (14) e quarta-feira (15) </strong>uma área de baixa pressão sobre a Argentina dará origem a um <strong>ciclone extratropical</strong>. Este ciclone seguirá seu deslocamento natural para sudeste em direção ao Oceano Atlântico até sexta-feira (17), afetando o Rio Grande do Sul, especialmente a região Oeste, Campanha e Sul.</p><p>Embora pancadas de chuva estejam previstas para a região Oeste do Rio Grande do Sul já na terça (14), durante o desenvolvimento do ciclone, as <strong>chuvas serão mais intensas entre quarta (15) e quinta-feira (16)</strong>, conforme o sistema avança. A chuva, no entanto, será irregular.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/gangorra-termica-atinge-o-sul-e-ciclone-bagunca-o-tempo-na-regiao-saiba-o-que-esperar-1776087601059.png" data-image="jb1svfmcc17n" alt="Previsão de ciclone (L) e chuva (escala de cores) nesta quarta-feira (15), de acordo com o ECMWF." title="Previsão de ciclone (L) e chuva (escala de cores) nesta quarta-feira (15), de acordo com o ECMWF."><figcaption>Previsão de ciclone (L) e chuva (escala de cores) nesta quarta-feira (15), de acordo com o ECMWF.</figcaption></figure><p>Na<strong> quinta-feira (16) </strong>as <strong>chuvas</strong> alcançam também a <strong>fronteira oeste de Santa Catarina e do Paraná</strong>, enquanto avançam sobre a<strong> metade leste </strong>do <strong>Rio Grande do Sul</strong>, podendo ser <strong>intensas</strong> entre a<strong> Região Metropolitana de Porto Alegre</strong>, <strong>Serra Gaúcha</strong> e <strong>litoral sul de Santa Catarina</strong>. Na sexta-feira (17) a chance de chuva diminui em toda a região Sul, mas ainda pode chover fraco no Norte/Noroeste do Paraná.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/gangorra-termica-atinge-o-sul-e-ciclone-bagunca-o-tempo-na-regiao-saiba-o-que-esperar-1776087621426.png" data-image="5qjsskrobdhh" alt="Previsão de chuva acumulada até o final de sexta-feira (17), de acordo com o ECMWF." title="Previsão de chuva acumulada até o final de sexta-feira (17), de acordo com o ECMWF."><figcaption>Previsão de chuva acumulada até o final de sexta-feira (17), de acordo com o ECMWF.</figcaption></figure><p>A rodada atual do modelo ECMWF indica que os <strong>acumulados</strong> <strong>até</strong> o final de <strong>sexta-feira (17) </strong>podem se aproximar ou <strong>ultrapassar 80 mm no Noroeste </strong>e extremo <strong>Oeste</strong> do<strong> Rio Grande do Sul</strong>. Nas demais áreas, as precipitações devem ser abaixo de 50 mm. </p><p>Embora os valores não pareçam muito expressivos ao longo de uma semana, a forma que eles devem se distribuir importa, uma vez que os acumulados d<strong>e 80 mm </strong>previstos para o <strong>Noroeste gaúcho</strong> e também os<strong> 50 mm </strong>na região de <strong>Florianópolis (SC)</strong>, estão <strong>previstos ocorrer em períodos de 24 horas</strong>, indicando <strong>chuvas intensas</strong> e com <strong>risco de </strong><strong>transtornos</strong>, principalmente em centros urbanos. Nestas regiões, fica o<strong> alerta para tempestades</strong> intensas.</p><h2>Gangorra térmica: diferença de 15°C entre os estados</h2><p>A exemplo de segunda-feira (13), que amanheceu abaixo de 10°C na Serra Catarinense e acima de 20°C no Oeste do Rio Grande do Sul, <strong>as temperaturas devem variar muito sobre a Região Sul nesta semana</strong>. A sensação de <strong>frio</strong> deve predominar ao longo da <strong>manhã</strong>, enquanto <strong>à tarde</strong> as <strong>temperaturas</strong> se aproximam ou ultrapassam <strong>30°C </strong>principalmente sobre o Rio Grande do Sul e Noroeste do Paraná.</p><p>Entre <strong>quarta (15) e quinta-feira (16) </strong>a <strong>sensação de frio</strong> durante a manhã fica <strong>mais restrita na faixa leste</strong>, desde a Serra Gaúcha até a faixa leste da Região Sudeste, enquanto nas demais áreas as mínimas sobem.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/gangorra-termica-atinge-o-sul-e-ciclone-bagunca-o-tempo-na-regiao-saiba-o-que-esperar-1776087660733.png" data-image="vyky40w8t6wm" alt="Previsão de temperatura mínima quinta-feira (16), de acordo com o ECMWF." title="Previsão de temperatura mínima quinta-feira (16), de acordo com o ECMWF."><figcaption>Previsão de temperatura mínima quinta-feira (16), de acordo com o ECMWF.</figcaption></figure><p>A<strong> variação das temperaturas máximas</strong> na tarde de<strong> quinta-feira (16)</strong> será uma ‘gangorra’ entre os estados: enquanto o centro-leste de<strong> Santa Catarina</strong> e faixa leste do <strong>Rio Grande do Sul</strong> terão máximas entre <strong>19°C e 23°C</strong>, o <strong>Noroeste</strong> do <strong>Paraná</strong> pode registra<strong>r 34°C</strong> - uma <strong>diferença</strong><strong> de 15°C </strong>entre os estados.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/gangorra-termica-atinge-o-sul-e-ciclone-bagunca-o-tempo-na-regiao-saiba-o-que-esperar-1776087681841.png" data-image="xdbjupnp13tw" alt="Previsão de temperatura máxima nesta quinta-feira (16), de acordo com o ECMWF." title="Previsão de temperatura máxima nesta quinta-feira (16), de acordo com o ECMWF."><figcaption>Previsão de temperatura máxima nesta quinta-feira (16), de acordo com o ECMWF.</figcaption></figure><p>Na<strong> sexta-feira (17)</strong> o <strong>frio</strong> continua nas<strong> áreas serranas</strong>, e temperaturas<strong> abaixo de 20°C </strong>voltam a predominar sobre o <strong>Rio Grande do Sul, Santa Catarina e metade leste do Paraná</strong>. As temperaturas <strong>máximas</strong> <strong>devem diminuir</strong> na maior parte da região Sul, ficando abaixo de 30°C, mas algumas áreas ainda podem registrar temperaturas próximas ou acima de<strong> 30°C</strong>, como a<strong> fronteira oeste, faixa leste</strong> entre <strong>Santa Catarina </strong>e <strong>Paraná</strong> e <strong>norte</strong> do <strong>Paraná</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/gangorra-termica-atinge-o-sul-e-ciclone-bagunca-o-tempo-na-regiao-saiba-o-que-esperar.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Bolsa de ‘couro de dinossauro’ pode ultrapassar R$ 3,4 milhões e inaugura nova era da moda sustentável]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/bolsa-de-couro-de-dinossauro-pode-ultrapassar-r-3-4-milhoes-e-inaugura-nova-era-da-moda-sustentavel.html</link><pubDate>Mon, 13 Apr 2026 12:11:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Peça inovadora combina ciência, biotecnologia e moda de luxo ao utilizar colágeno reconstruído de dinossauro, levantando debates sobre sustentabilidade, viabilidade científica e o futuro dos materiais alternativos.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/bolsa-de-couro-de-dinossauro-pode-ultrapassar-r-3-4-milhoes-e-inaugura-nova-era-da-moda-sustentavel-1776025362506.jpg" data-image="hc4nh009i9vh"><figcaption>Interessados pela bolsa de luxo deverão dar lances a partir de R,4 milhões. Crédito: Divulgação VML</figcaption></figure><p>Uma <strong>bolsa feita</strong> a partir de<strong> “couro de dinossauro”</strong> está chamando atenção no mundo da moda e da ciência. O item, <strong>criado com base em colágeno reconstruído do Tiranossauro rex</strong>, pode ultrapassar R$ 3,4 milhões em leilão. A peça está em exibição no <strong>Museu Art Zoo, em Amsterdã</strong>, e representa um marco na interseção entre biotecnologia e design.</p><p>O acessório é resultado da parceria entre empresas de biotecnologia e criação, que apostam no desenvolvimento de materiais sustentáveis para o mercado de luxo. A proposta é<strong> demonstrar que é possível produzir couro sem depender do abate de animais</strong>, utilizando técnicas avançadas de engenharia genética.</p><p>Para isso, cientistas recorreram a fragmentos fossilizados de colágeno encontrados em restos de dinossauros. Com o auxílio de<strong> biologia computacional e inteligência artificial</strong>, foi possível reconstruir partes ausentes do material genético, criando uma base para o cultivo do couro em laboratório.</p><h2>Como o couro de dinossauro é produzido</h2><p>O processo envolve <strong>a síntese completa do DNA do colágeno reconstruído</strong>, que é inserido em células hospedeiras capazes de produzir o material. Essas células passam a se desenvolver em laboratório, formando uma estrutura semelhante à do couro natural.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/bolsa-de-couro-de-dinossauro-pode-ultrapassar-r-3-4-milhoes-e-inaugura-nova-era-da-moda-sustentavel-1776025604269.jpg" data-image="l39j1o4rucmv" alt="Este trecho é parte de conteúdo que pode ser compartilhado utilizando o link: https://neofeed.com.br/finde/bolsa-de-crocodilo-luxo-agora-e-o-couro-de-dinossauro-t-rex/. Não reproduza o conteúdo do Neofeed em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização." title="Este trecho é parte de conteúdo que pode ser compartilhado utilizando o link: https://neofeed.com.br/finde/bolsa-de-crocodilo-luxo-agora-e-o-couro-de-dinossauro-t-rex/. Não reproduza o conteúdo do Neofeed em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização."><figcaption>A bolsa foi inspirada em um das mais famosas espécies de dinossauros carnívoros. Crédito: Divulgação VML</figcaption></figure><p>Diferentemente dos materiais sintéticos tradicionais, que muitas vezes utilizam plástico, <strong>o couro cultivado em laboratório apresenta características mais próximas do couro convencional.</strong> Ele é descrito como durável, reparável e biodegradável, além de não exigir desmatamento ou exploração animal.</p><p>A peça exibida é única e foi desenvolvida como prova de conceito. Após o período de exposição, ela será leiloada, e os organizadores pretendem <strong>expandir o uso da tecnologia para outras marcas e produtos de luxo.</strong></p><h2>Promessas e desafios da tecnologia<br></h2><p>Pesquisadores envolvidos no projeto afirmam que essa <strong>pode ser a primeira vez que um material semelhante ao couro é desenvolvido a partir de uma espécie extinta</strong>. A iniciativa é considerada inovadora e levanta possibilidades inéditas para a indústria da moda.</p><div class="texto-destacado">Segundo os cientistas, o objetivo é criar um material sustentável e ético, mantendo qualidade comparável à do couro tradicional. A tecnologia poderia, no futuro, reduzir o impacto ambiental da indústria e oferecer alternativas mais responsáveis.</div><p>Apesar do entusiasmo, <strong>há dúvidas na comunidade científica sobre a viabilidade do projeto</strong>. Especialistas apontam que o conhecimento atual sobre o material genético de dinossauros ainda é limitado, o que pode dificultar a reprodução fiel do colágeno do Tiranossauro rex.</p><h2>Ceticismo e impacto no mercado</h2><p>Alguns pesquisadores classificam a iniciativa como ainda experimental e distante de resultados concretos em larga escala. Eles argumentam que<strong> o material final pode acabar sendo muito semelhante ao couro de animais modernos</strong>, como vacas ou galinhas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="744121" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/a-moda-do-futuro-sera-de-outro-mundo-tecidos-resistentes-a-radiacao-tingidos-com-bacterias.html" title="A moda do futuro será de outro mundo: tecidos resistentes à radiação tingidos com bactérias">A moda do futuro será de outro mundo: tecidos resistentes à radiação tingidos com bactérias</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/a-moda-do-futuro-sera-de-outro-mundo-tecidos-resistentes-a-radiacao-tingidos-com-bacterias.html" title="A moda do futuro será de outro mundo: tecidos resistentes à radiação tingidos com bactérias"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/fashion-of-the-future-will-be-out-of-this-world-bacteria-dyed-radiation-proof-fabrics-1765449524293_320.jpeg" alt="A moda do futuro será de outro mundo: tecidos resistentes à radiação tingidos com bactérias"></a></article></aside><p>Outro ponto levantado é <strong>o custo elevado da tecnologia</strong>, que deve restringir seu uso inicial a produtos de luxo. Isso levanta questionamentos sobre sua acessibilidade e impacto real no mercado global.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em>R7. <a href="https://entretenimento.r7.com/vivaavida/moda/o-que-se-sabe-sobre-a-bolsa-de-couro-de-dinossauro-que-pode-valer-mais-de-r-34-milhoes-09042026/" target="_blank">O que se sabe sobre a bolsa de couro de dinossauro que pode valer mais de R$ 3,4 milhões</a>. 2026</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/bolsa-de-couro-de-dinossauro-pode-ultrapassar-r-3-4-milhoes-e-inaugura-nova-era-da-moda-sustentavel.html</guid><dc:creator><![CDATA[João Cunha]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Um dos animais mais misteriosos e "fantasmagóricos" do mar foi fotografado em ação pela primeira vez]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/um-dos-animais-mais-misteriosos-e-fantasmagoricos-do-mar-foi-fotografado-em-acao-pela-primeira-vez.html</link><pubDate>Mon, 13 Apr 2026 10:44:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Pela primeira vez, um animal misterioso foi fotografado debaixo d'água. O fotógrafo Justin Hofman conseguiu capturá-lo após 15 temporadas na Antártica, revelando detalhes inéditos dessa espécie quase invisível.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/fotografian-por-primera-vez-a-uno-de-los-animales-mas-misteriosos-del-mar-1775702683311.png" data-image="9v415phbva0v" alt="Foca de Ross" title="Foca de Ross"><figcaption>Estas fotos recentes são as primeiras já tiradas debaixo d'água de uma foca-de-ross. Foto: Instagram @justinhofman</figcaption></figure><p>Por mais de 15 temporadas na Antártica, o <strong>fotógrafo e naturalista americano Justin Hofman </strong>perseguiu um objetivo quase impossível: obter uma imagem subaquática da<strong> foca-de-Ross, um dos mamíferos mais enigmáticos do planeta</strong>. Ele havia visto apenas dois exemplares em uma década e meia de trabalho. Mesmo assim, persistiu.</p><p>E, seguindo o ditado "a perseverança compensa", Hofman alcançou seu objetivo no<strong> final de 2025</strong>. Com sua lente ágil e precisa,<strong> ele capturou as primeiras fotografias subaquáticas dessa espécie</strong>. Esse registro <strong>viralizou e já é considerado histórico no mundo da biologia marinha</strong>.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr"> Cría de foca de Ross<br><br>Durante cientos e incluso miles de años, esta especie ha habitado las inaccesibles costas heladas. A pesar de contar con una población de aproximadamente 150,000 individuos, los científicos aún saben muy poco sobre ellas. <a href="https://t.co/0h7yPqeKMD">pic.twitter.com/0h7yPqeKMD</a></p>— jorge s (@Jor_Ser_8888) <a href="https://twitter.com/Jor_Ser_8888/status/1903671466719125882?ref_src=twsrc%5Etfw">March 23, 2025</a></blockquote></figure><p>As<strong> imagens, capturadas durante uma expedição a bordo do <em>National Geographic Resolution</em></strong>, mostram o animal nadando entre o gelo compacto do continente branco. Para os especialistas, essas fotografias representam “uma janela inesperada” para uma espécie praticamente invisível em seu habitat natural.</p><p>“<strong>É muito provável que estas sejam as primeiras fotografias subaquáticas já tiradas de uma foca-de-ross</strong>. Este animal vive tão fundo no gelo marinho da Antártida que nem sequer compreendemos completamente o seu ciclo de vida”, explicou Hofman em suas redes sociais, onde compartilhou as imagens.</p><h2><strong>Um mamífero quase "invisível"</strong></h2><p>A foca-de-Ross (<em>Ommatophoca rossii</em>) é talvez o segredo mais bem guardado do Oceano Antártico. A maioria dos cientistas que trabalham na região nunca viu uma na natureza. E, segundo Hofman, mesmo para aqueles que passam anos em expedições polares,<strong> encontrar uma é quase inteiramente uma questão de sorte</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/fotografian-por-primera-vez-a-uno-de-los-animales-mas-misteriosos-del-mar-1775702730188.png" data-image="kjvorbb69evj" alt="Foca de Ross" title="Foca de Ross"><figcaption>A foca-de-Ross vive nas profundezas do oceano, em meio ao gelo marinho da Antártida. Foto: Instagram @justinhofman</figcaption></figure><p>Este mamífero<strong> vive em áreas remotas ao sul do paralelo 60°, geralmente em áreas isoladas de gelo compacto </strong>onde o acesso humano é praticamente inexistente. Costuma ser solitário, esquivo, silencioso e capaz de submergir por longos períodos em águas extremamente frias e escuras.</p><p>De fato,<strong> até agora, a única evidência fotográfica disponível consistia em imagens tiradas no gelo, nunca debaixo d'água</strong>.</p><p>"Eu nunca pensei que fosse uma possibilidade real, porque esses animais são vistos muito raramente e geralmente são encontrados muito ao sul", reconheceu Hofman.</p><h2><strong>Assim foi o encontro histórico com a foca mais misteriosa do mundo</strong></h2><p>Durante uma viagem da expedição <em>National Geographic-Lindblad</em>, algo mudou. Hofman estava no convés quando, de repente, a misteriosa foca emergiu a poucos metros de distância. Em questão de segundos, o fotógrafo e explorador saltou para a água com seu equipamento e conseguiu o que tentava capturar há mais de 15 anos.</p><p><strong>A sequência de fotografias mostra o animal deslizando silenciosamente, rodeado por bolhas e reflexos azuis</strong>. Para o especialista, foi um momento único na vida.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/fotografian-por-primera-vez-a-uno-de-los-animales-mas-misteriosos-del-mar-1775702796638.png" data-image="9y0q3qfr3qfd" alt="Foca de Ross" title="Foca de Ross"><figcaption>Os únicos registros visuais da foca-de-Ross que se tinham eram sobre o gelo e fora do mar.</figcaption></figure><p>“Anos atrás, descobri que provavelmente <strong>não existiam imagens subaquáticas dessa espécie</strong>, então comecei a pensar no que seria necessário para obtê-las”, disse ele.</p><p>As imagens não são apenas esteticamente extraordinárias, mas também cruciais para a compreensão da biologia de uma das espécies menos estudadas da região.</p><h2>Por que essas imagens são tão valiosas?</h2><p>Especialistas científicos indicam que a foca-de-Ross pode mergulhar a quase 300 metros de profundidade e permanecer submersa por mais de 20 minutos. Esse comportamento, aliado à sua preferência por áreas remotas, torna o <strong>rastreamento ou a documentação desse animal</strong> em ação uma<strong> missão impossível. Ou "quase impossível"</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/fotografian-por-primera-vez-a-uno-de-los-animales-mas-misteriosos-del-mar-1775702823436.png" data-image="dtareij7w6qc" alt="Foca de Ross" title="Foca de Ross"><figcaption>Durante 15 anos, o fotógrafo Justin Hofman buscou a foto subaquática perfeita de Ross, a foca, até finalmente consegui-la. Foto: Instagram @justinhofman</figcaption></figure><p>Dessa forma, as fotos de Hofman nos permitem observar como a foca se move, como usa seu corpo para navegar no gelo e como interage com um ambiente de sombras, pressão extrema e temperaturas congelantes.</p><p>Até o momento, <strong>grande parte dos dados sobre a espécie provém de observações e medições isoladas no gelo</strong>, e não do ambiente onde ela passa a maior parte da vida: o oceano profundo.</p><h2>Como é a foca de Ross e o que a diferencia das outras?</h2><p>Segundo a Divisão Antártica Australiana e outras organizações polares, a foca-de-Ross possui características únicas entre as focas antárticas.</p><ul><li>É menor que a foca-leopardo e a foca-caranguejeira.</li><li>Atinge<strong> três metros de comprimento</strong> e pesa cerca de <strong>200 quilos</strong>.</li><li>Sua pelagem varia de marrom escuro a branco nas costas.</li><li>Sua barriga é de um branco prateado brilhante.</li></ul><ul><li>Possui boca pequena e dentes afiados, perfeitos para capturar presas esquivas.</li><li>Tem olhos enormes, adaptados para enxergar em profundidade e em condições de luminosidade muito baixa.</li><li><strong>Alimenta-se de lulas e peixes</strong>.</li></ul><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/fotografian-por-primera-vez-a-uno-de-los-animales-mas-misteriosos-del-mar-1775702885510.png" data-image="c1bvza0pwd5d" alt="Foca de Ross" title="Foca de Ross"><figcaption>Assim que a viu mergulhar no mar gelado, o fotógrafo pulou na água e tirou uma série de fotos subaquáticas. Foto: Instagram @justinhofman</figcaption></figure><p>Sua anatomia, com pescoço grosso e corpo esguio, parece projetada para o silêncio absoluto.</p><h3>Um "animal fantasma"</h3><p>A viralização das imagens de Hofman gerou grande entusiasmo na comunidade científica. <strong>Capturar — fotograficamente falando — a foca-de-Ross em seu habitat natural é como fotografar um fantasma marinho</strong>.</p><p>"Pensei nessa foto por anos. Mas nunca imaginei que realmente conseguiria", concluiu o fotógrafo.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/um-dos-animais-mais-misteriosos-e-fantasmagoricos-do-mar-foi-fotografado-em-acao-pela-primeira-vez.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Nova hipótese sugere que a matéria escura é composta por diferentes tipos de partículas]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/nova-hipotese-sugere-que-a-materia-escura-e-composta-por-diferentes-tipos-de-particulas.html</link><pubDate>Mon, 13 Apr 2026 09:17:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Artigo publicado no Journal of Cosmology and Astroparticle Physics sugere que matéria escura pode ser mais diversa do que se pensava.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/nova-hipotese-sugere-que-a-materia-escura-e-composta-por-diferentes-tipos-de-particulas-1775938835230.png" data-image="43w6x6ramne0" alt="Novo estudo sugere que a Matéria escura pode ser composta por múltiplos componentes que se comportam de formas distintas em galáxias anãs. Crédito: ESA" title="Novo estudo sugere que a Matéria escura pode ser composta por múltiplos componentes que se comportam de formas distintas em galáxias anãs. Crédito: ESA"><figcaption>Novo estudo sugere que a Matéria escura pode ser composta por múltiplos componentes que se comportam de formas distintas em galáxias anãs. Crédito: ESA</figcaption></figure><p>A natureza da matéria escura é um dos principais problemas em aberto da Cosmologia porque ela não é observada diretamente apenas através de seus efeitos gravitacionais. <strong>Evidências incluem curvas de rotação de galáxias, dinâmica de aglomerados e padrões na radiação cósmica de fundo.</strong> No entanto, sua natureza microscópica ainda é desconhecida, pois não interage com a radiação eletromagnética. Isso impede sua detecção direta por instrumentos tradicionais, tornando a observação dependente de métodos indiretos. </p><p>Um dos modelos mais bem-sucedidos é o da <em>cold dark matter </em>(CDM), ou matéria escura fria, que assume que a matéria escura é composta por partículas massivas e não relativísticas.<strong> O modelo CDM é consistente com observações de larga escala, como a distribuição de galáxias e os dados da radiação cósmica de fundo medidos por missões como o Planck. </strong>Além disso, simulações numéricas baseadas nesse modelo reproduzem com sucesso a estrutura filamentar do Universo. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="753216" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/um-comportamento-incomum-da-gravidade-pode-explicar-a-materia-escura.html" title="Um comportamento incomum da gravidade pode explicar a matéria escura ">Um comportamento incomum da gravidade pode explicar a matéria escura </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/um-comportamento-incomum-da-gravidade-pode-explicar-a-materia-escura.html" title="Um comportamento incomum da gravidade pode explicar a matéria escura "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/um-comportamento-incomum-da-gravidade-pode-explicar-a-materia-escura-1770584885577_320.png" alt="Um comportamento incomum da gravidade pode explicar a matéria escura "></a></article></aside><p>Apesar do sucesso do modelo CDM,<strong> há algumas discrepâncias em escalas menores, como a distribuição de matéria em galáxias anãs que sugerem possíveis limitações</strong>. Com isso, um novo estudo publicado no <em>Journal of Cosmology and Astroparticle Physics</em> propõe que a matéria escura não seja composta por um único tipo de partícula. O modelo considera múltiplos componentes com propriedades distintas, cujos comportamentos podem variar dependendo do ambiente cosmológico. </p><h2>Matéria escura fria</h2><p>A matéria escura fria (CDM) é um modelo no qual a matéria escura é composta por partículas massivas que se movem a velocidades não relativísticas, ou seja, bem menores que a velocidade da luz. <strong>Essas partículas interagem essencialmente por gravidade, não emitindo nem absorvendo radiação eletromagnética. </strong>Essa característica permite que pequenas flutuações de densidade cresçam ao longo do tempo. A dinâmica favorece a preservação de estruturas em múltiplas escalas, reproduzindo padrões observados na distribuição de matéria no Universo.</p><div class="texto-destacado">A ideia é que as flutuações de densidade no início do Universo foram responsáveis por criar halos de matéria escura que deram início ao processo de formação galáctica.</div><p><strong>Os principais observáveis associados à CDM incluem curvas de rotação de galáxias, lentes gravitacionais e anisotropias na radiação cósmica de fundo.</strong> Além disso, simulações cosmológicas baseadas nesse modelo reproduzem com sucesso a formação da rede cósmica de filamentos e vazios. Apesar de algumas discrepâncias em escalas menores, o modelo continua sendo o mais aceito por sua capacidade de explicar maior parte dos dados observacionais. </p><h2>Partículas de matéria escura </h2><p>Em diversos modelos de matéria escura, assume-se que ela é composta por partículas que podem se aniquilar quando colidem, liberando radiação de alta energia, como raios gama. <strong>Esse processo de aniquilação é uma das principais vias indiretas para sua detecção, uma vez que a matéria escura não emite luz diretamente. </strong>Observatórios como o Fermi têm identificado um excesso de emissão gama proveniente de regiões densas, como o centro da Via Láctea. </p><p>Modelos de aniquilação da matéria escura preveem diferentes regimes que dependem da seção de choque e da velocidade das partículas. <strong>Em cenários mais simples, a taxa de aniquilação é constante, implicando que sinais semelhantes deveriam ser detectáveis em outros sistemas ricos em matéria escura, como galáxias anãs. </strong>Por outro lado, em modelos onde a aniquilação depende da velocidade, as baixas velocidades das partículas em halos galácticos tornam o processo extremamente raro, o que explica a ausência de sinais em galáxias anãs.</p><h2>Nova hipótese</h2><p>Uma nova hipótese propõe que a matéria escura seja composta por mais de um tipo de partícula, em vez de uma única componente. <strong>Nesse cenário, a aniquilação não ocorre entre partículas idênticas, mas sim entre dois componentes distintos que precisam interagir entre si.</strong> Isso introduz uma dependência adicional relacionada à abundância relativa de cada tipo de partícula em diferentes ambientes. Mesmo que a probabilidade de aniquilação seja constante, a taxa efetiva de eventos passa a depender da chance de encontro entre essas duas populações. </p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/GTSy0gYi4v8/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=GTSy0gYi4v8" id="GTSy0gYi4v8"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>Como resultado, regiões com proporções semelhantes entre os componentes tenderiam a apresentar sinais mais intensos. <strong>Essa estrutura permite explicar diferenças observacionais entre sistemas como a Via Láctea e galáxias anãs. </strong>Em galáxias maiores, onde os dois tipos de partículas podem existir em proporções iguais, a taxa de aniquilação seria maior, produzindo sinais como excesso de raios gama. Por outro lado, em galáxias anãs, uma possível diferença na abundância reduziria a probabilidade e resultaria em uma emissão mais fraca, compatível com observações atuais. </p><h2>Por que é tão difícil entender a matéria escura?</h2><p><strong>A natureza da matéria escura ainda não é explicada dentro dos modelos da Física e permanece como um dos maiores mistérios. </strong>Modelos como o CDM conseguem reproduzir com sucesso algumas das observações. Porém, algumas tentativas de detecção indireta, como a busca por sinais de aniquilação em raios gama enfrentam dificuldades para concordar com a teoria. Assim, a ausência de uma observação direta dificulta a validação de qualquer modelo específico.</p><p>Além disso, novas propostas teóricas, como a possibilidade de múltiplos componentes, aumentam ainda mais a complexidade do problema. <strong>Esses modelos introduzem dependências ambientais e parâmetros adicionais, tornando as previsões mais flexíveis.</strong> Diferenças observacionais entre sistemas como a Via Láctea e galáxias anãs podem ser interpretadas de múltiplas formas, sem uma solução única evidente. Além disso, limitações instrumentais e incertezas astrofísicas contribuem para esse mistério. </p><h3><em>Referência da notícia </em></h3><p><em>Berlin et al. 2026 <a href="https://arxiv.org/abs/2504.12372" target="_blank">dSph-obic dark matter </a>Journal of Cosmology and Astroparticle Physics</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/nova-hipotese-sugere-que-a-materia-escura-e-composta-por-diferentes-tipos-de-particulas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Roberta Duarte]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Não jogue fora: 3 formas de usar espigas de milho para cuidar de suas plantas e melhorar o jardim]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/nao-jogue-fora-3-formas-de-usar-espigas-de-milho-para-cuidar-de-suas-plantas-e-melhorar-o-jardim.html</link><pubDate>Sun, 12 Apr 2026 23:57:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>O que normalmente acaba no lixo pode se tornar um recurso para melhorar o solo, cuidar das raízes e reduzir o desperdício em casa. Veja como reutilizar espigas de milho usadas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/no-lo-tires-3-formas-de-usar-el-marlo-del-choclo-para-cuidar-tus-plantas-y-mejorar-el-jardin-1775687830802.jpg" data-image="w9o36euk0aja" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Nem todas as partes da planta do milho são comestíveis, mas quase todas podem ser aproveitadas.</figcaption></figure><p>Depois de saborear um delicioso milho — cozido, grelhado ou assado — sempre sobra a mesma coisa: a sua <strong>espiga</strong>. Dura, fibrosa e sem graça… vai direto para o lixo.</p><p>Mas o que parece um desperdício sem valor pode, na verdade, ser um recurso valioso para a horta. Com um pouco de criatividade (e sem gastar nada), <strong>a espiga do milho pode ajudar a melhorar o solo, proteger as raízes e até mesmo tornar a compostagem mais eficiente</strong>.</p><p>A espiga é basicamente uma estrutura rica em celulose, um material vegetal resistente que se decompõe lentamente. Essa lentidão não é um problema; pelo contrário, é o que a torna útil. Ela age como uma espécie de esqueleto natural, <strong>fornecendo aeração e estrutura ao solo enquanto se decompõe</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/no-lo-tires-3-formas-de-usar-el-marlo-del-choclo-para-cuidar-tus-plantas-y-mejorar-el-jardin-1775687935325.jpg" data-image="a9fkp9n9hblg" alt="milho" title="milho"><figcaption>Um alimento clássico da cozinha que também pode contribuir para além do prato.</figcaption></figure><p>Então, você pode usar a espiga logo após comer o milho, ou é melhor deixá-la secar? Ambas as opções funcionam, mas não são iguais. Se usada fresca, ela ainda contém umidade e traços de açúcares, o que pode acelerar a decomposição… além de atrair insetos ou gerar odores em ambientes fechados.</p><p>Portanto, para a maioria dos usos, <strong>o ideal é deixá-la secar ao ar livre por alguns dias até que fique bem firme e leve</strong>. Essa pequena etapa melhora muito seu desempenho em vasos ou na compostagem.</p><h2>1. Base de drenagem em vasos: menos encharcamento, raízes mais saudáveis</h2><p>Uma das formas mais simples e eficazes de usar a espiga de milho é <strong>colocá-la no fundo dos vasos de flores</strong>. Cortada em pedaços, a espiga cria uma camada que <strong>impede a compactação do solo e melhora a drenagem</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/no-lo-tires-3-formas-de-usar-el-marlo-del-choclo-para-cuidar-tus-plantas-y-mejorar-el-jardin-1775688023496.jpg" data-image="2ejeip4x7pfq" alt="espiga de milho" title="espiga de milho"><figcaption>Cortada em pedaços, ajuda a arejar o solo e a evitar o excesso de umidade.</figcaption></figure><p>Isso tem um impacto direto: <strong>menor acúmulo de água e menor risco de apodrecimento das raízes</strong>. Em plantas sensíveis ao excesso de umidade — como muitas suculentas ou ervas — isso pode fazer toda a diferença entre o sucesso e o fracasso no cultivo.</p><p>Nesse caso, <strong>o ideal é usar a espiga de milho seca</strong>. Por estar desidratada, ela não adiciona umidade extra nem promove o crescimento de fungos. Além disso, dura mais tempo sem se decompor, mantendo sua integridade estrutural.</p><h2>2. Um grande aliado da compostagem: equilíbrio e aeração</h2><p>A compostagem caseira precisa de uma mistura equilibrada de materiais úmidos (restos de frutas e vegetais) e materiais secos (folhas, papelão, galhos). As espigas de milho se encaixam nessa segunda categoria: são <strong>uma fonte ideal de carbono</strong>.</p><p><strong>Cortadas em pedaços pequenos</strong>, elas não só ajudam a equilibrar a umidade, como também melhoram a circulação de ar dentro da composteira. Isso é fundamental para um<strong> processo de compostagem mais rápido e sem odor</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/no-lo-tires-3-formas-de-usar-el-marlo-del-choclo-para-cuidar-tus-plantas-y-mejorar-el-jardin-1775688196626.jpg" data-image="685xun6g6xe9" alt="compostagem, espiga de milho, resíduos" title="compostagem, espiga de milho, resíduos"><figcaption>Reutilizar resíduos orgânicos também melhora o jardim.</figcaption></figure><p>Pode ser usado fresca? Sim, mas, nesse caso, é melhor deixá-la secar ao ar livre ou secá-la previamente. Um lodo excessivamente úmido pode desequilibrar a mistura. Se não houver tempo, é aconselhável misturá-la com outros materiais secos para compensar.</p><p><strong>Uma dica prática: quanto menor o pedaço, mais rápido se decompõe</strong>. Inteiro, pode levar meses; em pedaços, o processo é significativamente acelerado.</p><h2>3. Cobertura do solo (<em>mulching</em>): menos rega e menos ervas daninhas</h2><p>Desfiada ou cortada em lâminas finas, a espiga de milho pode ser usada como <strong>cobertura morta ao redor das plantas</strong>. Essa técnica, conhecida como cobertura morta, é uma das mais eficazes — e subestimadas — na jardinagem.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/no-lo-tires-3-formas-de-usar-el-marlo-del-choclo-para-cuidar-tus-plantas-y-mejorar-el-jardin-1775688400318.jpg" data-image="esth3s6vbquf" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Rico, versátil e com um "algo a mais" que nem sempre é aproveitado.</figcaption></figure><p>Essa camada desempenha várias funções simultaneamente:<strong> retém a umidade do solo, protege as raízes do calor ou frio excessivos e impede o crescimento de ervas daninhas</strong>. Além disso, à medida que a espiga se decompõe, contribui com matéria orgânica.</p><p>Nesse caso, <strong>a espiga seca é novamente a melhor opção</strong>. É mais leve, mais fácil de manusear e menos propensa ao desenvolvimento de mofo na superfície.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="736374" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/transforme-seu-lixo-em-fertilizante-um-guia-para-fazer-composto-caseiro-nesta-primavera.html" title="Transforme seu lixo em fertilizante: um guia para fazer composto caseiro nesta primavera">Transforme seu lixo em fertilizante: um guia para fazer composto caseiro nesta primavera</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/transforme-seu-lixo-em-fertilizante-um-guia-para-fazer-composto-caseiro-nesta-primavera.html" title="Transforme seu lixo em fertilizante: um guia para fazer composto caseiro nesta primavera"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/convierte-tu-basura-en-abono-la-guia-para-hacer-composta-casera-esta-primavera-1761508650336_320.png" alt="Transforme seu lixo em fertilizante: um guia para fazer composto caseiro nesta primavera"></a></article></aside><p>Reutilizar espigas de milho reduz a quantidade de resíduos orgânicos que acabam no lixo, melhora a qualidade do solo sem o uso de insumos químicos e promove uma abordagem mais circular em casa: o que sobra volta para a terra.</p><p>E esse não é o único benefício "extra" do milho. <strong>As palhas (as folhas que envolvem a espiga) também podem ser compostadas, usadas como cobertura morta</strong> ou até mesmo como uma forma natural de amarrar plantas, substituindo barbantes de plástico ou sintéticos.</p><p>No fim das contas, trata-se de pensar duas vezes antes de jogar algo fora. Porque o que parece inútil pode ser exatamente o que seu jardim precisa.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/nao-jogue-fora-3-formas-de-usar-espigas-de-milho-para-cuidar-de-suas-plantas-e-melhorar-o-jardim.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item></channel></rss>