<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0"><channel><title>Meteored Brasil</title><link>https://www.tempo.com</link><description>Notícias do tempo - Confira as principais notícias sobre a meteorologia e previsão do tempo. Todas as informações são realizadas pelos nossos especialistas em meteorologia.</description><language>pt</language><lastBuildDate>Fri, 02 Oct 2026 21:20:18 +0000</lastBuildDate><pubDate>Fri, 02 Oct 2026 21:20:18 +0000</pubDate><atom:link href="https://www.tempo.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[ Copyright 2026 Meteored ]]></copyright><image><url>https://www.tempo.com/imagenes/logo_rss.png</url><title>Meteored Brasil</title><link>https://www.tempo.com</link><width>144</width><height>144</height></image><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>6</sy:updateFrequency><item><title><![CDATA[Frentes frias trazem chuvas intensas e temporais nas 5 regiões do Brasil; veja a previsão]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frentes-frias-trazem-chuvas-intensas-e-temporais-nas-5-regioes-do-brasil-veja-a-previsao.html</link><pubDate>Fri, 02 Oct 2026 20:33:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Tempestades continuam atingindo o centro-sul do Brasil neste fim de semana, com uma nova frente fria a partir de domingo (4). Os acumulados podem chegar a 200 mm, com risco de alagamentos, enchentes e deslizamentos de terra no Sul, Sudeste e Centro-Oeste.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xbgrwku"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xbgrwku.jpg" id="xbgrwku"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Nos últimos dias, uma <strong>frente fria</strong> esteve atuando sobre o Brasil e causando <strong>chuvas intensas</strong> sobre diversos estados do centro-sul do país. Os acumulados totais de chuva nos últimos 5 dias registrados pelas estações do <em>Instituto Nacional de Meteorologia</em> (<a href="https://portal.inmet.gov.br/" target="_blank">INMET</a>) indicaram acumulados de <strong>150 mm</strong> na região Sul e até <strong>100 mm</strong> em partes do Sudeste e do Centro-Oeste.</p><div class="texto-destacado">Ao longo deste sábado (3), chuvas intensas e tempestades causadas pelo sistema continuam atingindo parte do Centro-Oeste e especialmente do Sudeste, com possibilidade de acumulados de 50 a 100 mm, rajadas de vento moderadas, granizo e outros fenômenos.</div><p>Este sistema e as tempestades que ele causa ainda traz risco de <strong>alagamentos</strong>, <strong>transbordamentos de rios</strong> e <strong>d</strong><strong>eslizamentos em encostas</strong>, além de outros problemas como queda de galhos de árvores e cortes no fornecimento de energia elétrica, especialmente entre o Rio de Janeiro, sul do Espírito Santo e boa parte de Minas Gerais.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frentes-frias-trazem-chuvas-intensas-e-temporais-nas-5-regioes-do-brasil-veja-a-previsao-1790966691050.jpg" data-image="ggbseyw3cg7k" alt="Previsão de nebulosidade e chuva ao longo do sábado e domingo." title="Previsão de nebulosidade e chuva ao longo do sábado e domingo."><figcaption>Previsão de nebulosidade e chuva ao longo do sábado e domingo mostram o avanço de uma frente fria pela região Sul, ocasionando pancadas fortes de chuva neste final de semana.</figcaption></figure><p>Entre a tarde do sábado (3) e o domingo (4), no entanto, previsões indicam a <strong>formação de um ciclone extratropical</strong>, que impulsionará uma<strong> nova frente fria</strong> em direção ao Brasil. O avanço deste sistema já ocasionará tempestades severas sobre a região Sul neste período - especialmente no Rio Grande do Sul, como é possível observar na imagem acima.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Ao longo da tarde do domingo (4), o sistema ainda ajudará a <strong>impulsionar pancadas de chuva significativas</strong> sobre Santa Catarina, Paraná e praticamente todos os estados do Centro-Oeste e do Sudeste do Brasil, com destaque para Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal e oeste do Mato Grosso.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frentes-frias-trazem-chuvas-intensas-e-temporais-nas-5-regioes-do-brasil-veja-a-previsao-1790966739671.jpg" data-image="l0ppckr3mutr" alt="Previsão de probabilidade de chuva no domingo durante a tarde." title="Previsão de probabilidade de chuva no domingo durante a tarde."><figcaption>Previsão de probabilidade de chuva no domingo durante a tarde mostra que haverá condições para formação de pancadas de chuva sobre grande parte do Sudeste e Centro-Oeste.</figcaption></figure><p>Isso indica que o <strong>domingo de eleição pode ser particularmente chuvoso</strong> nos estados mencionados. Entre o Sudeste e o Centro-Oeste, recomenda-se aos cidadão que se dirijam ao local de votação durante a <strong>manhã</strong>, quando a possibilidade de pancadas de chuva é menor.</p><h2>Chuvas continuam ao longo da semana que vem</h2><p>Previsões indicam ainda que<strong> as chuvas serão duradouras</strong> e continuarão atingindo o centro-sul do país ao longo da segunda-feira (5), terça-feira (6) e quarta-feira (7). Os estados mais atingidos pelos temporais serão o Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e Minas Gerais, com <strong>acumulados totais que podem exceder os 200 mm</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frentes-frias-trazem-chuvas-intensas-e-temporais-nas-5-regioes-do-brasil-veja-a-previsao-1790966775794.jpg" data-image="5sdkr4wplhhi" alt="Previsão de acumulados totais de chuva até o final da quarta-feira." title="Previsão de acumulados totais de chuva até o final da quarta-feira."><figcaption>Previsão de acumulados totais de chuva até o final da quarta-feira ilustram regiões que serão mais afetadas pela chuva volumosa, incluindo RS, SM, RJ e sul de MG, com até 200 mm.</figcaption></figure><p>Especialmente entre o Rio de Janeiro e o sul de Minas Gerais, não se descarta a possibilidade de <strong>enchentes</strong>, <strong>alagamentos</strong> e <strong>deslizamentos de encostas</strong> ao longo dos próximos dias, devido à ocorrência de tempestades frequentes e intensas. Recomenda-se que moradores desta região permaneçam em alerta e tomem os devidos cuidados.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="791443" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/como-fica-o-tempo-na-eleicao-1-turno-sera-com-frente-fria-e-canal-de-umidade-saiba-onde-chove.html" title="Como fica o tempo na eleição: 1º turno será com frente fria e canal de umidade; saiba onde chove">Como fica o tempo na eleição: 1º turno será com frente fria e canal de umidade; saiba onde chove</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/como-fica-o-tempo-na-eleicao-1-turno-sera-com-frente-fria-e-canal-de-umidade-saiba-onde-chove.html" title="Como fica o tempo na eleição: 1º turno será com frente fria e canal de umidade; saiba onde chove"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/como-fica-o-tempo-na-eleicao-1-turno-sera-com-frente-fria-e-canal-de-umidade-saiba-onde-chove-1790871354856_320.jpg" alt="Como fica o tempo na eleição: 1º turno será com frente fria e canal de umidade; saiba onde chove"></a></article></aside><p>Caso tempestades atinjam o seu município, <strong>sempre evite enfrentar o mau-tempo </strong>e fique atento às <strong>recomendações</strong> para evitar enfrentar transtornos ainda maiores:</p><ul><li>Em caso de <strong>rajadas de vento</strong>, não se abrigue debaixo de árvores, pois há risco de queda de galhos. Além disso, não estacione veículos em locais próximos a torres de transmissão e placas altas, pois também há risco de quedas.</li><li>Durante uma <strong>tempestade com raios</strong>, evite abrigar-se em construções pequenas como celeiros, tendas, quiosques e locais próximos à árvores, linhas de telefone e energia elétrica. Todos estes locais atraem raios e podem se tornar fatais.</li><li>Se você <strong>estiver em casa, </strong>tente não utilizar aparelhos conectados à rede elétrica, pois eles podem conduzir a eletricidade e te ferir caso um raio atinja a região. Se possível, desligue aparelhos elétricos e o quadro geral de energia.</li><li>Não enfrente de maneira alguma a <strong>correnteza de água</strong> e <strong>áreas inundadas</strong>, pois até mesmo poucos centímetros de água são capazes de arrastar veículos, se a intensidade da correnteza for alta.</li><li>Fique atento à <strong>alterações em encostas </strong>e evite transitar em áreas de risco para não ser pego por deslizamentos de terra - que são a segunda maior causa de fatalidades após as enxurradas.</li></ul>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frentes-frias-trazem-chuvas-intensas-e-temporais-nas-5-regioes-do-brasil-veja-a-previsao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Indicador de chuvas extremas dispara e mais de 200 mm atingem o Sudeste]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/indicador-de-chuvas-extremas-dispara-e-mais-de-200-mm-atingem-o-sudeste.html</link><pubDate>Fri, 02 Oct 2026 19:27:49 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Os estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo estão sob alerta para uma sequência de dias com chuvas extremas e elevado risco de transtornos.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/indicador-de-chuvas-extremas-dispara-e-mais-de-200-mm-atingem-o-sudeste-1790965422786.png" data-image="hiez2u0xxw4b" alt="Acumulados superiores a 100 mm por dia podem causar alagamentos, inundações e enxurradas repentinas. Em caso de emergência, acione a Defesa Civil (199) ou o Corpo de Bombeiros (193)." title="Acumulados superiores a 100 mm por dia podem causar alagamentos, inundações e enxurradas repentinas. Em caso de emergência, acione a Defesa Civil (199) ou o Corpo de Bombeiros (193)."><figcaption>Acumulados superiores a 100 mm por dia podem causar alagamentos, inundações e enxurradas repentinas. Em caso de emergência, acione a Defesa Civil (199) ou o Corpo de Bombeiros (193).</figcaption></figure><p>A frente fria que atua sobre o <strong>Sudeste</strong> neste início de mês deixa um <strong>alerta</strong> para <strong>chuvas</strong> incomuns a <strong>extremas</strong> entre<strong> sexta-feira (2) e domingo (4)</strong> sobre parte do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, de acordo com o índice de previsão extrema (EFI) do modelo ECMWF, de confiança da Meteored. </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso<strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank"> novo canal do Whatsapp</a>.</strong> Siga-nos e ative as notificações!</div><p>O volume previsto pode<strong> ultrapassar 200 mm </strong>até o final de domingo (4), enquanto novo sistema frontal reforça chuvas e <strong>tempestades</strong> <strong>até quarta-feira (7).</strong> Confira os detalhes.</p><h2>Indicador de chuvas extremas dispara</h2><p>O<strong> índice de previsão extrema </strong>(EFI) para <strong>precipitação</strong> do modelo ECMWF compara a previsão diária de acumulado de chuva com a climatologia de previsões do próprio modelo, e <strong>ressalta áreas onde o volume previsto é muito diferente do normal</strong> para determinada região e época do ano, com grandes chances de exceder o limiar estatístico considerado ‘extremo’.</p><p>Os mapas abaixo mostram a previsão do EFI para <strong>sexta (2), sábado (3) </strong><strong>e domingo (4)</strong>, ressaltando na escala de cores entre amarelo e vermelho as áreas em alerta. Combinando o índice com a climatologia e os valores totais previstos, o<strong> cenário para a Região Sudeste do Brasil é preocupante</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/indicador-de-chuvas-extremas-dispara-e-mais-de-200-mm-atingem-o-sudeste-1790965403210.png" data-image="wfpstf6z1rbu" alt="EFI do modelo ECMWF para a precipitação entre sexta (2) e domingo (4). Créditos: Meteored/Com mapas do ECMWF." title="EFI do modelo ECMWF para a precipitação entre sexta (2) e domingo (4). Créditos: Meteored/Com mapas do ECMWF."><figcaption>EFI do modelo ECMWF para a precipitação entre sexta (2) e domingo (4). Créditos: Meteored/Com mapas do ECMWF.</figcaption></figure><p><br><strong>Chuvas incomuns a extremas</strong> devem ocorrer <strong>a partir desta sexta-feira (2)</strong>, com acumulados diários ultrapassando 50 mm entre a <strong>metade norte do Rio de Janeiro</strong> e Minas Gerais (<strong>Zona da Mata</strong>). </p><div class="texto-destacado">No sábado (3) a situação se agrava, uma vez que o modelo ECMWF prevê acumulados de 140 mm na metade norte do Rio de Janeiro, e mais de 100 mm entre Minas Gerais e o sul do Espírito Santo.</div><p>No <strong>domingo (4)</strong> uma linha de <strong>tempestades</strong> irá passar por <strong>São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro</strong>. As <strong>chuvas intensas</strong> estão previstas continuar e os volumes totais podem ultrapassar <strong>200 mm</strong> na <strong>metade norte do Rio de Janeiro</strong> e superar <strong>150 mm </strong>em uma <strong>área mais ampla</strong> entre Rio de Janeiro, sul do <strong>Espírito Santo e Minas Gerais</strong> (desde a Zona da Mata até a Região Metropolitana de Belo Horizonte).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/indicador-de-chuvas-extremas-dispara-e-mais-de-200-mm-atingem-o-sudeste-1790949205762.png" data-image="o83ywp8cly21" alt="Previsão de chuva acumulada até o final de domingo (4), segundo o modelo ECMWF." title="Previsão de chuva acumulada até o final de domingo (4), segundo o modelo ECMWF."><figcaption>Previsão de chuva acumulada até o final de domingo (4), segundo o modelo ECMWF.</figcaption></figure><p>As<strong> chuvas </strong>devem continuar<strong> </strong>sobre a região entre <strong>segunda (5) e quarta-feira (7)</strong>, devido a um novo sistema frontal, com novas tempestades. Até o final da <strong>quarta-feira (7) </strong>os acumulados na <strong>cidade do Rio de Janeiro</strong> podem se aproximar de<strong> 150 mm</strong>, enquanto valores <strong>acima de 200 mm</strong> <strong>se espalham</strong> sobre os três estados mencionados anteriormente.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/indicador-de-chuvas-extremas-dispara-e-mais-de-200-mm-atingem-o-sudeste-1790949303367.png" data-image="1bz517zawx3l" alt="Previsão de chuva acumulada até o final de quarta-feira (7), segundo o ECMWF." title="Previsão de chuva acumulada até o final de quarta-feira (7), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de chuva acumulada até o final de quarta-feira (7), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>As chuvas podem ocorrer na forma de <strong>tempestades </strong>em <strong>diversas áreas</strong>, e não se descarta o risco de <strong>granizo</strong>. Entre <strong>sexta-feira (2) e sábado (3) </strong>as <strong>tempestades</strong> irão se concentrar entre o <strong>norte do Rio de Janeiro, sul do Espírito Santo e Minas Gerais</strong> (Zona da Mata até Região Metropolitana de Belo Horizonte). </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="791443" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/como-fica-o-tempo-na-eleicao-1-turno-sera-com-frente-fria-e-canal-de-umidade-saiba-onde-chove.html" title="Como fica o tempo na eleição: 1º turno será com frente fria e canal de umidade; saiba onde chove">Como fica o tempo na eleição: 1º turno será com frente fria e canal de umidade; saiba onde chove</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/como-fica-o-tempo-na-eleicao-1-turno-sera-com-frente-fria-e-canal-de-umidade-saiba-onde-chove.html" title="Como fica o tempo na eleição: 1º turno será com frente fria e canal de umidade; saiba onde chove"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/como-fica-o-tempo-na-eleicao-1-turno-sera-com-frente-fria-e-canal-de-umidade-saiba-onde-chove-1790871354856_320.jpg" alt="Como fica o tempo na eleição: 1º turno será com frente fria e canal de umidade; saiba onde chove"></a></article></aside><p>A partir de <strong>domingo (4)</strong>, porém, com a organização de um novo sistema frontal, uma <strong>linha de tempestades</strong> deve cruzar o estado de <strong>São Paulo</strong>, se espalhando sobre<strong> Minas Gerai</strong><strong>s</strong> e o <strong>Rio de Janeiro </strong>até quarta-feira (7).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/indicador-de-chuvas-extremas-dispara-e-mais-de-200-mm-atingem-o-sudeste-1790949324816.png" data-image="d1f4gwha491w" alt="Previsão de tempestades para domingo (4), segundo o ECMWF." title="Previsão de tempestades para domingo (4), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de tempestades para domingo (4), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>As<strong> áreas em alerta</strong> para tempestades e chuvas extremas compreendem áreas de <strong>terreno complexo</strong> (regiões serranas) e as <strong>maiores metrópoles do Brasil</strong>, incluindo cidades<strong> densamente habitadas</strong>, solo impermeabilizado pelo concreto e um grande número de <strong>estruturas</strong> e <strong>pessoas</strong> <strong>vulneráveis</strong> além do. </p><p>Essas características <strong>aumentam o risco</strong> de transtornos, sendo áreas propícias para <strong>enxurradas</strong>, <strong>alagamentos súbito</strong>s e <strong>deslizamentos de terra</strong>, além de afetar um maior número de pessoas ao mesmo tempo.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/indicador-de-chuvas-extremas-dispara-e-mais-de-200-mm-atingem-o-sudeste.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ciclone e frente fria trazem nova onda de temporais em 5 estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-e-frente-fria-trazem-nova-onda-de-temporais-em-5-estados-do-sul-sudeste-e-centro-oeste.html</link><pubDate>Fri, 02 Oct 2026 18:18:17 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Nos próximos dias, uma frente fria associada a um ciclone extratropical avança e aumenta os riscos de temporais espalhados por 5 estados das Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xbgnbm6"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xbgnbm6.jpg" id="xbgnbm6"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O Sul do Brasil e áreas do Centro-Oeste têm registrado sol e tempo firme nas últimas horas. Contudo, o final de semana será de compromissos importantes para o brasileiro, no domingo (4) teremos as <strong>Eleições Presidenciais</strong>, e a previsão indica<strong> mudanças no tempo</strong> em áreas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, <strong>Mato Grosso do Sul</strong> e São Paulo.</p><h2>Sábado: Ciclone se forma e frente fria avança pelo país</h2><p>A manhã de sábado (3) terá a presença do <strong>sol e de algumas nuvens</strong>, deixando o tempo <strong>parcialmente nublado</strong> sobre os estados da Região Sul e em <strong>Mato Grosso do Sul</strong>. Em São Paulo, a situação é um pouco diferente, com tempo aberto no extremo oeste do estado e nuvens carregadas no restante do território. Há <strong>possibilidade de chuva </strong>na porção norte.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-e-frente-fria-trazem-nova-onda-de-temporais-em-5-estados-do-sul-sudeste-e-centro-oeste-1790951287333.jpg" data-image="4ox5xafwza09" alt="Densidade de raios" title="Densidade de raios"><figcaption>Mapa que mostra áreas com amior potencial para registrar tempestades na noite de sábado (3).</figcaption></figure><p>À medida que as horas passam, será perceptível o <strong>aumento da presença de nuvens</strong> sobre o Sul do Brasil. Isso ocorre porque um <strong>ciclone extratropical</strong> estará em processo de formação entre a Argentina, o Uruguai e o Rio Grande do Sul. Há <strong>potencial para chuvas</strong> em áreas próximas a Uruguaiana. Enquanto isso, Mato Grosso do Sul tem previsão de <strong>chuva leve e isolada</strong> na porção sul do estado.</p><p>No decorrer da tarde, as chuvas ganham intensidade por conta da convergência de ar quente e úmido. Há <strong>riscos de tempestades </strong>em quase todo o território gaúcho, a atenção deverá ser redobrada em áreas do sudoeste do estado, onde há <strong>potencial </strong>para a ocorrência de <strong>fortes rajadas de vento e queda de granizo</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-e-frente-fria-trazem-nova-onda-de-temporais-em-5-estados-do-sul-sudeste-e-centro-oeste-1790951254261.jpg" data-image="bittl6zu70x2" alt="Chuva no sábado (3) a noite." title="Chuva no sábado (3) a noite."><figcaption>Previsão de precipitação para a noite de sábado (3).</figcaption></figure><p>Enquanto isso, o sol aparece entre nuvens em boa parte de Mato Grosso do Sul e de São Paulo, que ainda tem previsão de <strong>chuvas isoladas</strong> que podem afetar a capital paulista. Com a chegada da noite, o<strong> céu fica limpo</strong> no estado sul-mato-grossense e no oeste de São Paulo.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p>Por outro lado, o <strong>ciclone extratropical</strong> se consolidará entre o Rio Grande do Sul e o Uruguai, promovendo ainda o avanço de sua frente fria. O estado gaúcho será o primeiro afetado por <strong>temporais, chuvas intensas</strong> e potencial para <strong>alagamentos e elevação no nível dos rios</strong>. Ao final da noite, o meio-oeste de Santa Catarina, o sudoeste do Paraná e o sul de Mato Grosso do Sul ficam sob <strong>alerta por conta dos temporais</strong>.</p><h2>Domingo: eleições e risco de temporais</h2><p>O domingo (4) será dia de <strong>Eleições Presidenciais no Brasil</strong>, e a previsão do tempo mostra o avanço da <strong>frente fria sobre a Região Sul</strong>. O sistema frontal também alcança o Centro-Oeste e o Sudeste, após um sábado (3) com uma pequena trégua nas instabilidades em Mato Grosso do Sul e São Paulo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-e-frente-fria-trazem-nova-onda-de-temporais-em-5-estados-do-sul-sudeste-e-centro-oeste-1790951009263.jpg" data-image="l8njheqmh9fo" alt="Probabilidade de chuva" title="Probabilidade de chuva"><figcaption>Previsão da probabilidade de chuva para a madrugada de domingo (4). Mapa mostra a grande área afetada pela frente fria.</figcaption></figure><p>Durante a madrugada, há <strong>alerta para a ocorrência de temporais</strong> na faixa entre o leste do Rio Grande do Sul, a região central de Santa Catarina e do Paraná, além do interior de Mato Grosso do Sul. Há <strong>riscos </strong>de <strong>fortes rajadas de vento, chuvas intensas e granizo</strong> em áreas pontuais.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="791559" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-intensas-e-temporais-seguem-sem-tregua-no-sul-do-brasil-por-9-dias-consecutivos.html" title="Chuvas intensas e temporais seguem sem trégua no Sul do Brasil por 9 dias consecutivos">Chuvas intensas e temporais seguem sem trégua no Sul do Brasil por 9 dias consecutivos</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-intensas-e-temporais-seguem-sem-tregua-no-sul-do-brasil-por-9-dias-consecutivos.html" title="Chuvas intensas e temporais seguem sem trégua no Sul do Brasil por 9 dias consecutivos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-intensas-e-temporais-seguem-sem-tregua-no-sul-do-brasil-por-9-dias-consecutivos-1790943236317_320.jpg" alt="Chuvas intensas e temporais seguem sem trégua no Sul do Brasil por 9 dias consecutivos"></a></article></aside><p>Nas primeiras horas da manhã, a <strong>frente fria</strong> atinge São Paulo e traz uma <strong>nova rodada de temporais</strong> sobre o estado. A atenção se volta para o sul, sudoeste e oeste paulista, onde há possibilidade de <strong>transtornos</strong>. Mato Grosso do Sul também segue em <strong>alerta para tempestades</strong>, enquanto nos estados da Região Sul a chuva diminui de intensidade, mas o tempo permanece fechado.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-e-frente-fria-trazem-nova-onda-de-temporais-em-5-estados-do-sul-sudeste-e-centro-oeste-1790950932476.jpg" data-image="1ku4aa24tmux" alt="Previsão de pressão a nível médio do mar, nebulosidade e chuva" title="Previsão de pressão a nível médio do mar, nebulosidade e chuva"><figcaption>Ciclone extratropical e sua frente fria. Sistema provoca chuvas intensas sobre 5 estados no domingo (4).</figcaption></figure><p>Uma <strong>nova mudança no tempo </strong>é esperada na tarde de domingo (4), com o sol voltando a aparecer sobre o Rio Grande do Sul. Nos demais estados do Sul do Brasil, o <strong>tempo segue carregado</strong>, com muitas nuvens e <strong>chuva de intensidade moderada</strong>, especialmente no Paraná.</p><p>Trata-se de um cenário parecido com o previsto para Mato Grosso do Sul, onde as <strong>chuvas se concentram na porção sul e oeste</strong>. Em São Paulo, o <strong>tempo fica fechado</strong>, mas as <strong>chuvas diminuem </strong>e ocorrem em áreas pontuais do noroeste paulista.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-e-frente-fria-trazem-nova-onda-de-temporais-em-5-estados-do-sul-sudeste-e-centro-oeste.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Raro ‘tornado landspout’ chama a atenção no interior do Paraná; veja imagens ]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/raro-tornado-landspout-chama-a-atencao-no-interior-do-parana-veja-imagens.html</link><pubDate>Fri, 02 Oct 2026 16:54:31 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>O surgimento repentino de um vórtice estreito na divisa municipal mobilizou técnicos e condutores que trafegavam pelas rodovias locais, revelando um processo atmosférico que se desenvolve a partir do solo.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/raro-tornado-landspout-chama-a-atencao-no-interior-do-parana-veja-imagens-1790954505974.jpg" data-image="2owoyayxyxq7" alt="Registro de um 'tornado landspout' em Ponta Grossa, no Paraná. Foto: Reprodução/ Redes Sociais" title="Registro de um 'tornado landspout' em Ponta Grossa, no Paraná. Foto: Reprodução/ Redes Sociais"><figcaption>Registro de um 'tornado landspout' em Ponta Grossa, no Paraná. Foto: Reprodução/ Redes Sociais</figcaption></figure><p><strong>Uma nuvem em formato de funil assustou moradores na divisa entre os municípios de Ponta Grossa e Carambeí</strong>, nos Campos Gerais do Paraná. O evento ocorreu por volta do meio-dia de quinta-feira (1), sem deixar feridos ou provocar estragos na região.</p><p>A passagem rápida chamou a atenção de quem transitava pelo trecho rodoviário local e registrou imagens da coluna giratória. Diante da repercussão dos vídeos, a ocorrência foi identificada como <strong>um fenômeno específico conhecido tecnicamente como tornado landspout</strong>.</p><h2>O que caracteriza o fenômeno registrado no Paraná</h2><p>O <strong>Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná</strong> (<a href="https://www.simepar.br/" target="_blank">SIMEPAR</a>) classificou o episódio como um tornado de curta duração e intensidade branda. Diferente dos modelos convencionais mais destrutivos, <strong>essa dinâmica não depende de tempestades supercelulares</strong>.</p><p>A rotação surge próxima à superfície e não a partir do topo da tempestade. Quando o ar ascendente encontra esse vórtice rasteiro, <strong>ele o estica verticalmente até alcançar a base da cobertura de nuvens</strong>.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">FORMAÇÃO DE TORNADO NO INTERIOR DO PARANÁ |<br>Reportado em 01/10/26. <a href="https://t.co/W6EQMHMSSc">pic.twitter.com/W6EQMHMSSc</a></p>— GLOBAL REPORT RODRIGO RABELO (@FordMultim83468) <a href="https://x.com/FordMultim83468/status/2105802365932642528?ref_src=twsrc%5Etfw">October 1, 2026</a></blockquote></figure><p>Uma moradora da região, que trabalha com transporte escolar, presenciou a formação enquanto seguia com o marido para buscar uma aluna. Ela relatou o impacto visual: "<strong>Aparentemente, ao vivo, parecia tocar o chão... A nuvem girava em torno de si mesma!</strong> Talvez no vídeo a gente não consiga ver isso muito bem, mas ao vivo era uma cena muito impressionante, algo que eu nunca tinha avistado antes".</p><h2>A dinâmica técnica dos tornados do tipo landspout</h2><p>Estudos meteorológicos definem o landspout como uma coluna estreita <strong>originada sob nuvens cumuliformes em desenvolvimento sem rotação prévia da nuvem-mãe</strong>. O processo decorre de zonas de convergência de ventos superficiais que concentram pequenos redemoinhos, chamados de misociclones.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/raro-tornado-landspout-chama-a-atencao-no-interior-do-parana-veja-imagens-1790954959785.jpg" data-image="e2hk9psycvka" alt="Fenômeno de vento registrado nos Campos Gerais paranaenses mobilizou especialistas do Simepar após filmagens na estrada. Foto: Reprodução/ Redes Sociais" title="Fenômeno de vento registrado nos Campos Gerais paranaenses mobilizou especialistas do Simepar após filmagens na estrada. Foto: Reprodução/ Redes Sociais"><figcaption>Fenômeno de vento registrado nos Campos Gerais paranaenses mobilizou especialistas do Simepar após filmagens na estrada. Foto: Reprodução/ Redes Sociais</figcaption></figure><p>Conforme identificado em pesquisas pioneiras, <strong>essas estruturas surgem antes da maturação completa da instabilidade</strong>. Ao contrário de tornados clássicos, eles dispensam nuvens-parede e correntes descendentes de flanco traseiro.</p><p>Por causa dessa rápida evolução em camadas baixas, esses sistemas frequentemente escapam da detecção precoce por radares meteorológicos convencionais. Sua aparência física costuma ser delgada e sinuosa, <strong>lembrando o comportamento das trombas-d'água que acontecem sobre superfícies líquidas</strong>.</p><h2>Avaliação de intensidade e a escala Fujita</h2><p>No território brasileiro, <strong>o Simepar adota a versão tradicional da Escala Fujita para determinar o grau de severidade</strong> desses fenômenos atmosféricos. A categorização baseia-se na análise minuciosa dos danos causados em construções, árvores e postes da área afetada.</p><p>A escala classifica os eventos desde F0,<strong> com rajadas entre 65 km/h e 116 km/h</strong> associadas a danos leves, até o nível extremo F5, <strong>com ventos superiores a 418 km/h</strong>. A maior parte dos episódios de landspout permanece nas categorias F0 ou F1.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="791559" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-intensas-e-temporais-seguem-sem-tregua-no-sul-do-brasil-por-9-dias-consecutivos.html" title="Chuvas intensas e temporais seguem sem trégua no Sul do Brasil por 9 dias consecutivos">Chuvas intensas e temporais seguem sem trégua no Sul do Brasil por 9 dias consecutivos</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-intensas-e-temporais-seguem-sem-tregua-no-sul-do-brasil-por-9-dias-consecutivos.html" title="Chuvas intensas e temporais seguem sem trégua no Sul do Brasil por 9 dias consecutivos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-intensas-e-temporais-seguem-sem-tregua-no-sul-do-brasil-por-9-dias-consecutivos-1790943236317_320.jpg" alt="Chuvas intensas e temporais seguem sem trégua no Sul do Brasil por 9 dias consecutivos"></a></article></aside><p>Contudo, centros como o <a href="https://www.weather.gov/" target="_blank">National Weather Service</a> alertam que <strong>turbilhões desse gênero podem atingir forças equivalentes a F2 ou F3</strong> em situações específicas. Na ocorrência paranaense, a ausência de prejuízos confirmou o porte suave e a rápida dissipação do vórtice.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Millena%20Sartori%20e%20Kadu%20Mendes" data-year="2026" data-title="Paran%C3%A1%20registra%20'tornado%20landspout'%3B%20entenda%20o%20que%20%C3%A9%20o%20fen%C3%B4meno" data-url="https%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Fpr%2Fcampos-gerais-sul%2Fnoticia%2F2026%2F10%2F02%2Fparana-registra-tornado-landspout-entenda-o-que-e-o-fenomeno.ghtml">Millena Sartori e Kadu Mendes. (2026). <a href="https://g1.globo.com/pr/campos-gerais-sul/noticia/2026/10/02/parana-registra-tornado-landspout-entenda-o-que-e-o-fenomeno.ghtml" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Paraná registra 'tornado landspout'; entenda o que é o fenômeno</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/raro-tornado-landspout-chama-a-atencao-no-interior-do-parana-veja-imagens.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Chuvas intensas e temporais seguem sem trégua no Sul do Brasil por 9 dias consecutivos]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-intensas-e-temporais-seguem-sem-tregua-no-sul-do-brasil-por-9-dias-consecutivos.html</link><pubDate>Fri, 02 Oct 2026 13:53:30 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A partir deste sábado (3), e pelo menos até meados da semana que vem, há condições para chuva forte e volumosa, temporais, vendavais e chance de granizo na Região Sul do Brasil. Veja os detalhes.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xbglfcy"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xbglfcy.jpg" id="xbglfcy"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>A <strong>Região Sul </strong>do Brasil novamente terá um período com muitas instabilidades.<strong> A partir deste sábado</strong> (3 de outubro), e pelo menos até meados da próxima semana, os três estados da região terão condições para<strong> chuva intensa e volumosa</strong> acompanhada por <strong>temporais</strong>.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Além disso, também há<strong> riscos de vendavais e de queda de granizo</strong>, e a região fica em estado de atenção para <strong>novos transtornos</strong>, como alagamentos, enxurradas, deslizamentos, destelhamentos, entre outros. Acompanhe a seguir mais detalhes da previsão do tempo para cada dia.</p><h2>Alerta de chuvas e temporais no Sul até a próxima semana</h2><p>As instabilidades já retornam para parte da região neste<strong> sábado (3)</strong> devido ao <strong>processo de formação de um novo ciclone e uma frente fria </strong>associada à ele. Veja abaixo os detalhes de como fica o tempo em cada dia até meados da semana que vem.</p><p><strong>-Sábado (3)</strong>: <strong>chuvas moderadas a intensas e temporais</strong> chegam ao <strong>Rio Grande do Sul </strong>a partir do<strong> início da tarde</strong>, pelo oeste gaúcho. Ao longo do dia, as chuvas seguem avançando para as demais áreas e até a noite devem ter atingido quase todo o estado, com exceção do nordeste e do litoral norte. Na região de Porto Alegre, a chuva deve chegar em meados da noite. Entre o <strong>final da tarde e </strong>durante<strong> a noite</strong>, as chuvas atingem também o <strong>sudoeste do Paraná</strong> e o <strong>o</strong><strong>este catarinense</strong>.</p><p>As chuvas serão volumosas e podem acumular <strong>mais de 50 mm </strong>no dia e <strong>pontualmente até em torno dos 100 mm</strong>. Há risco potencial para rajadas de<strong> vento acima de 60 km/h </strong>e pontualmente de <strong>até</strong> <strong>100 km/h</strong>, além de queda de <strong>granizo</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-intensas-e-temporais-seguem-sem-tregua-no-sul-do-brasil-por-9-dias-consecutivos-1790948043310.png" data-image="8a77gq3ej1zl"><figcaption>Previsão de chuvas (mm) e nebulosidade (tons cinzas/brancos) para sábado (3) às 18h à esquerda e segunda-feira (5) às 13h à direita, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p><strong>-Domingo (4)</strong>: as <strong>chuvas intensas</strong> e os <strong>temporais </strong>com muitos raios continuam ocorrendo entre a<strong> madrugada </strong>e o <strong>início da manhã</strong>, avançando do centro para o <strong>leste gaúcho</strong> (incluindo a região Metropolitana de Porto Alegre) e em todo o estado de <strong>Santa Catarina</strong> e do <strong>Paraná</strong>. </p><p>Há condições para<strong> fortes vendavais e queda de granizo neste período</strong>. As chuvas podem acumular em torno dos 50 mm ou pontualmente até mais do que isso, especialmente no Paraná.</p><p>A partir do fim da manhã, a frente fria já se afasta da região e o tempo volta a ficar mais firme.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-intensas-e-temporais-seguem-sem-tregua-no-sul-do-brasil-por-9-dias-consecutivos-1790948279298.png" data-image="rhkp8bh021rt"><figcaption>Previsão de densidade de raios para sábado (3) às 16h à esquerda e quarta-feira (7) às 18h à direita, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p><strong>-Segunda-feira (5)</strong>: uma área de baixa pressão traz de volta os <strong>temporais </strong>com raios, <strong>chuva pontualmente intensa</strong>, <strong>rajadas de vento</strong> e eventual queda de <strong>granizo </strong>já desde a madrugada no extremo<strong> norte do Rio Grande do Sul </strong>e no oeste de <strong>Santa Catarina</strong> e<strong> </strong>do <strong>Paraná</strong>. Ao longo da manhã e da tarde, essas condições continuam atuando, mas avançam também para o nordeste e litoral norte gaúcho e para as demais áreas catarinenses e paranaenses. À noite ainda podem ocorrer pancadas de chuva e trovoadas em Santa Catarina e no Paraná, especialmente no leste destes estados.</p><p><strong>-Terça-feira (6)</strong>: teremos uma breve trégua no tempo. Ao longo do dia as <strong>instabilidades diminuem </strong>na região, <strong>se concentrando no Paraná e nas áreas catarinenses de divisa com o Paraná</strong>. Porém, até o momento serão chuvas moderadas e sem grandes riscos de temporais.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-intensas-e-temporais-seguem-sem-tregua-no-sul-do-brasil-por-9-dias-consecutivos-1790948653565.jpg" data-image="pfhhsjr3yzcq"><figcaption>Previsão da probabilidade de precipitação (%) para segunda-feira (5) às 12h, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p><strong>-Quarta-feira (7)</strong>: as instabilidades retornam com força<strong> </strong>ao Sul do país já pela manhã, em boa parte do Rio Grande do Sul e no oeste de Santa Catarina. Ao longo da tarde, as <strong>pancadas de chuva forte </strong>e os<strong> temporais</strong> se espalham por todo o <strong>estado gaúcho</strong>, pelo <strong>centro-oeste de Santa Catarina</strong> e pelo <strong>oeste, sudoeste e centro-sul paranaense</strong>. Não se descartam vendavais e eventual queda de granizo. À noite, ainda pode chover forte no Rio Grande do Sul.</p><p>E atenção, há<strong> risco potencial para transtornos ao longo desses dias</strong>, como alagamentos, enxurradas, deslizamentos de terra devido às chuvas contínuas, destelhamentos, queda de galhos de árvores e danos na rede elétrica.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="791443" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/como-fica-o-tempo-na-eleicao-1-turno-sera-com-frente-fria-e-canal-de-umidade-saiba-onde-chove.html" title="Como fica o tempo na eleição: 1º turno será com frente fria e canal de umidade; saiba onde chove">Como fica o tempo na eleição: 1º turno será com frente fria e canal de umidade; saiba onde chove</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/como-fica-o-tempo-na-eleicao-1-turno-sera-com-frente-fria-e-canal-de-umidade-saiba-onde-chove.html" title="Como fica o tempo na eleição: 1º turno será com frente fria e canal de umidade; saiba onde chove"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/como-fica-o-tempo-na-eleicao-1-turno-sera-com-frente-fria-e-canal-de-umidade-saiba-onde-chove-1790871354856_320.jpg" alt="Como fica o tempo na eleição: 1º turno será com frente fria e canal de umidade; saiba onde chove"></a></article></aside><p>A <strong>tendência </strong>indica, até o momento, que as<strong> instabilidades</strong> devem seguir atuando sobre o Sul do Brasil <strong>até o próximo final de semana</strong>, quando teremos a formação de um <strong>novo ciclone</strong> na costa do Rio Grande do Sul <strong>entre o sábado (10) e o domingo (11)</strong>.</p><p>Mas as previsões são atualizadas diariamente e podem mudar, seja na intensidade ou em localidade, então siga acompanhando por aqui as notícias nos próximos dias.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-intensas-e-temporais-seguem-sem-tregua-no-sul-do-brasil-por-9-dias-consecutivos.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[As mudanças climáticas já estão transformando as árvores na Grã-Bretanha]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/as-mudancas-climaticas-ja-estao-transformando-as-arvores-na-gra-bretanha.html</link><pubDate>Fri, 02 Oct 2026 12:14:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Os centros de jardinagem do Reino Unido são abastecidos com árvores provenientes de um pequeno número de grandes viveiros que, por sua vez, optaram por variedades mais resistentes, capazes de suportar os rigorosos verões britânicos.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/climate-change-is-already-reshaping-trees-in-britain-1790362990319.jpg" data-image="io5uqnbswfrr"><figcaption>As árvores da Grã-Bretanha estão fadadas à renovação, uma vez que não conseguem suportar verões mais quentes.</figcaption></figure><p>Se você tem se perguntado que mudanças deve fazer em sua casa para enfrentar o próximo verão, saiba que os viveiros do <strong>Reino Unido</strong> (ou Grã-Bretanha) já começaram a <strong>cultivar espécies capazes de sobreviver em um clima mais quente e seco</strong>. Não se trata de alguns milhares de árvores, mas de milhões que são distribuídas todos os anos.</p><h2>Como as mudanças climáticas estão transformando o cultivo de árvores</h2><p>Os centros de jardinagem de todo o Reino Unido são abastecidos por grandes viveiros, como a Frank P. Matthews, localizada em Tenbury Wells, Worcestershire. Essa empresa familiar fornece milhões de árvores anualmente, mas enfrentou uma temporada de <strong>cultivo difícil </strong>devido ao forte aumento das temperaturas e à <strong>redução da disponibilidade de água</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="788713" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/o-segredo-das-maiores-arvores-do-mundo-para-sobreviver-as-piores-secas.html" title="O segredo das maiores árvores do mundo para sobreviver às piores secas">O segredo das maiores árvores do mundo para sobreviver às piores secas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/o-segredo-das-maiores-arvores-do-mundo-para-sobreviver-as-piores-secas.html" title="O segredo das maiores árvores do mundo para sobreviver às piores secas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-secreto-de-los-arboles-mas-grandes-del-mundo-para-sobrevivir-a-las-peores-sequias-1789086526300_320.png" alt="O segredo das maiores árvores do mundo para sobreviver às piores secas"></a></article></aside><p>O viveiro introduziu <strong>espécies resistentes à seca</strong>, como <em>Cercis</em>, <em>Lagerstroemia </em>e <em>Koelreuteria </em>— mais adaptadas a climas quentes — e vem retirando gradualmente aquelas espécies que não se desenvolveram bem nos últimos anos.</p><p>Além disso, o viveiro teve de modificar suas instalações,<strong> construindo grandes reservatórios para armazenar água</strong> e, assim, superar os longos períodos de seca. A empresa cultiva 2.000 espécies arbóreas diferentes e incentiva os produtores a plantar uma maior variedade de espécies, tendo em vista a Semana Nacional da Árvore, celebrada em novembro.</p><h2>Árvores resistentes à escassez de água</h2><p>O viveiro também tem trabalhado para tornar suas árvores mais resistentes à escassez de água. Isso é alcançado de forma natural por meio de um aditivo para o<strong> substrato que reduz o consumo de água em até 30%</strong>. Stephanie James, diretora-geral da Frank P. Matthews, explicou à BBC que a água não atravessa rapidamente os vasos, pois é distribuída horizontalmente.</p><p>As árvores cultivadas em recipientes são irrigadas por<strong> sistemas de gotejamento, o que minimiza o desperdício</strong> ao fornecer pequenas quantidades de água de forma regular. Isso mantém o substrato úmido e evita que a terra seque, sem a necessidade de utilizar quantidades excessivas de água.</p><p>O viveiro também cultiva árvores em suas próprias instalações utilizando água captada, sob licença, de um rio próximo. Em situações críticas, quando o nível do rio baixou, o viveiro teve de suspender a captação de água e confiar na própria resistência das árvores para a sua <strong>sobrevivência</strong>.</p><div class="texto-destacado">O viveiro identificou as espécies arbóreas incapazes de se adaptar às novas condições climáticas e incentiva os produtores a plantar espécies novas e variadas.</div><p>"A chave para mitigar as mudanças climáticas, sob a perspectiva das árvores, é plantar uma grande variedade de espécies", declarou Matthews à BBC.</p><p>O outono é a melhor época para plantar novas árvores, pois permite que as raízes tenham muito mais tempo para se adaptar antes da estação de crescimento. Além disso, recomenda-se<strong> aplicar cobertura morta nas árvores recém-plantadas</strong>, já que isso <strong>reduz a perda de água </strong>e protege o sistema radicular. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/as-mudancas-climaticas-ja-estao-transformando-as-arvores-na-gra-bretanha.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Como será o clima na primeira quinzena de outubro]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/como-sera-o-clima-na-primeira-quinzena-de-outubro.html</link><pubDate>Fri, 02 Oct 2026 09:25:13 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Os padrões de chuva e temperatura previstos para a primeira quinzena de outubro serão fortemente modulados pelo El Niño, cuja influência sobre o clima do Brasil tende a ser mais evidente entre a primavera e o início do verão.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/como-sera-o-clima-na-primeira-quinzena-de-outubro-1790891030700.png" data-image="3irtpp4rv8m1" alt="O ECMWF prevê que a temperatura da superfície do mar será acima da média em praticamente todas as regiões do globo em outubro, com grande destaque para a região do El Niño, onde uma ampla área deve ficar acima de 2°C. Créditos: ECWMF." title="O ECMWF prevê que a temperatura da superfície do mar será acima da média em praticamente todas as regiões do globo em outubro, com grande destaque para a região do El Niño, onde uma ampla área deve ficar acima de 2°C. Créditos: ECWMF."><figcaption>O ECMWF prevê que a temperatura da superfície do mar será acima da média em praticamente todas as regiões do globo em outubro, com grande destaque para a região do El Niño, onde uma ampla área deve ficar acima de 2°C. Créditos: ECWMF.</figcaption></figure><p>A <strong>primeira quinzena </strong>de outubro, o segundo mês da primavera, será de <strong>contraste</strong> <strong>térmico</strong> e de<strong> chuvas </strong>sobre o Brasil, fortemente modulado pelo<strong> El Niño</strong>. Enquanto o<strong> Centro-Sul</strong> deve ter <strong>chuvas acima da média</strong> e novos<strong> eventos extremos</strong> de precipitação, chuvas abaixo da média devem predominar entre o <strong>Norte e o Nordeste</strong>, elevando as<strong> temperaturas até 6°C acima da média</strong>. Confira os detalhes.</p><h2>Anomalias de chuva</h2><p>Na semana <strong>entre 5 e 12 de outubro</strong> estão previstas chuvas entre<strong> 60 e 90 mm acima da média</strong> em uma área que abrange desde o <strong>norte do Rio Grande do Sul até o sul do Mato Grosso do Sul, </strong>segundo o modelo ECMWF, de confiança da Meteored.</p><div class="texto-destacado">Estes valores estão relacionados principalmente a um novo ciclone extratropical e sua frente fria que começam a se formar a partir de sábado (3), estendendo uma onda de tempestades até o início da próxima semana. Os acumulados podem passar de 100 mm entre domingo (4) e segunda-feira (5) em áreas do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.</div><p>Chuvas acima da média (30 a 60 mm) também estão previstas para São Paulo, na divisa com o Paraná, e anomalias menores (10 a 30 mm) no restante do estado.</p><p>Na <strong>s</strong><strong>emana seguinte </strong>(12 a 19 de outubro), as <strong>chuvas</strong> devem permanecer <strong>acima da média</strong> entre <strong>Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e parte do Brasil Central</strong>, mas os desvios em relação à média serão menores (10 a 60 mm).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/como-sera-o-clima-na-primeira-quinzena-de-outubro-1790891044642.png" data-image="whvupg9gqy12" alt="Previsão de anomalia semanal de chuva (mm) para as semanas entre 5 e 12 de outubro (esquerda) e 12 a 19 de outubro (direita), segundo o ECMWF. Créditos: Meteored/ECMWF." title="Previsão de anomalia semanal de chuva (mm) para as semanas entre 5 e 12 de outubro (esquerda) e 12 a 19 de outubro (direita), segundo o ECMWF. Créditos: Meteored/ECMWF."><figcaption>Previsão de anomalia semanal de chuva (mm) para as semanas entre 5 e 12 de outubro (esquerda) e 12 a 19 de outubro (direita), segundo o ECMWF. Créditos: Meteored/ECMWF.</figcaption></figure><p>Em contraste, a <strong>metade norte</strong> do país apresenta<strong> tendência de chuvas abaixo do normal</strong>, apesar dos <strong>desvios</strong> <strong>não</strong> serem<strong> tão intensos</strong>. As maiores anomalias são da ordem de<strong> 30 mm abaixo da média</strong>, tanto entre 5 e 12 de outubro quanto entre 12 e 19, com <strong>persistência</strong> dessas condições principalmente entre o <strong>Amazonas, Pará e Roraima. </strong></p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso<strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank"> novo canal do Whatsapp</a>.</strong> Siga-nos e ative as notificações!<br></div><p>Entre <strong>5 e 12 de outubro</strong> a área com as maiores <strong>anomalias negativas </strong>também abrange <strong>Rondônia</strong>, <strong>Mato Grosso</strong> e parte do<strong> norte da região Sudeste</strong>, mas chuvas <strong>ligeiramente abaixo da média</strong> (10 mm) se espalham também sobre o <strong>Nordeste</strong>. Vale ressaltar que chuva abaixo da média não é sinônimo de ausência total de chuva. </p><h2>Anomalias de temperatura</h2><p>O padrão previsto para a temperatura acompanha o padrão de chuvas. Enquanto no <strong>Centro-Sul</strong> a <strong>maior nebulosidade</strong> relacionada às <strong>chuvas</strong> e a <strong>e</strong><strong>ntrada de massas de ar frio</strong> após as frentes frias tendem a deixar as <strong>temperaturas</strong> entre a <strong>média e abaixo da média</strong>, no <strong>Centro-Norte</strong> do país as temperaturas tendem a ficar <strong>elevadas</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="790946" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/como-sera-o-clima-em-outubro-com-el-nino-cada-vez-mais-forte.html" title=" Como será o clima em outubro com El Niño cada vez mais forte"> Como será o clima em outubro com El Niño cada vez mais forte</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/como-sera-o-clima-em-outubro-com-el-nino-cada-vez-mais-forte.html" title=" Como será o clima em outubro com El Niño cada vez mais forte"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/como-sera-o-clima-em-outubro-el-nino-segue-ganhando-intensidade-1790621018759_320.png" alt=" Como será o clima em outubro com El Niño cada vez mais forte"></a></article></aside><p>Os<strong> maiores desvios negativos </strong>em relação à média devem ocorrer entre<strong> 12 e 19 de outubro</strong> sobre o <strong>Mato Grosso do Sul</strong>, entre <strong>1°C e 3°C abaixo da média</strong>, enquanto no Rio Grande do Sul e partes de Santa Catarina e Paraná, os desvios previstos são da ordem de 1°C.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/como-sera-o-clima-na-primeira-quinzena-de-outubro-1790891059793.png" data-image="wqpjihcsfj5s" alt="Previsão de anomalia semanal de temperatura (°C) para as semanas entre 5 e 12 de outubro (esquerda) e 12 a 19 de outubro (direita), segundo o ECMWF. Créditos: Meteored/ECMWF." title="Previsão de anomalia semanal de temperatura (°C) para as semanas entre 5 e 12 de outubro (esquerda) e 12 a 19 de outubro (direita), segundo o ECMWF. Créditos: Meteored/ECMWF."><figcaption>Previsão de anomalia semanal de temperatura (°C) para as semanas entre 5 e 12 de outubro (esquerda) e 12 a 19 de outubro (direita), segundo o ECMWF. Créditos: Meteored/ECMWF.</figcaption></figure><p>Enquanto isso, a precipitação abaixo da média prevista para a metade norte do país faz as temperaturas subirem na <strong>maior parte do Norte, Nordeste e Sudeste, </strong>com pelo menos<strong> 1°C e 3°C acima da média. </strong>Algumas áreas podem alcançar anomalias de <strong>3°C a 6°C</strong> acima da média, como em partes do<strong> Pará, Amazonas, Roraima e norte de Minas Gerais, </strong></p><h2>O papel do El Niño</h2><p>O<strong> aquecimento </strong>anômalo do Pacífico associado ao<strong> El Niño </strong><strong>modifica </strong>os padrões de<strong> circulação</strong> <strong>atmosférica</strong> em grande escala e favorece o <strong>fortalecimento do jato subtropical</strong>, um corredor de ventos intensos em altos níveis da atmosfera. A <strong>posição</strong> e a <strong>intensidade</strong> desse <strong>jato</strong> são importantes para a organização dos sistemas meteorológicos, pois <strong>influenciam</strong> a <strong>formação</strong> e a <strong>trajetória</strong> de <strong>ciclones</strong> e <strong>frentes frias.</strong></p><p>Entre agosto e setembro o <strong>jato subtropical </strong>tem apresentado períodos de maior intensidade e uma<strong> atuação mais ao norte do que o habitual </strong>sobre a América do Sul. Esse padrão ajuda a explicar as condições de <strong>c</strong><strong>huvas abaixo da média na metade sul do Rio Grande do Sul </strong>e os <strong>recordes de precipitação em São Paulo</strong>, por exemplo.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="pt" dir="ltr">As previsões subsazonais seguem bastante consistentes na indicação de uma zona potencialmente tempestuosa sobre o país ao longo de outubro.<br><br>A razão para isso é o El Niño, que manterá o fluxo do Jato Subtropical muito ativo sobre o oceano Pacífico, mas com uma assinatura sobre a <a href="https://t.co/pFEPxBFUb6">pic.twitter.com/pFEPxBFUb6</a></p> Bruno César Capucin (@BrunoCapucin) <a href="https://x.com/BrunoCapucin/status/2104346337554665662?ref_src=twsrc%5Etfw">September 27, 2026</a></blockquote></figure><p>No <strong>Norte e Nordest</strong>e, por outro lado, as alterações na<strong> circulação atmosférica associadas ao El Niño</strong> favorecem <strong>movimentos descendentes do ar</strong>, conhecidos como subsidência. Quando o ar desce, ele tende a se aquecer e a reduzir a umidade relativa, <strong>dificultando</strong> o desenvolvimento de <strong>nuvens</strong> profundas e, consequentemente, a ocorrência de <strong>chuva</strong>. Esse mecanismo ajuda a explicar a tendência de precipitação abaixo da média e de temperaturas acima da média prevista para essas regiões discutidas anteriormente.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/como-sera-o-clima-na-primeira-quinzena-de-outubro.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Depois da Lua, dois astronautas da missão Artemis II dão início a um novo capítulo da NASA, moldando as futuras missões]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/depois-da-lua-dois-astronautas-da-missao-artemis-ii-dao-inicio-a-um-novo-capitulo-da-nasa-moldando-as-futuras-missoes.html</link><pubDate>Fri, 02 Oct 2026 08:35:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Depois de terem orbitado a Lua na missão Artemis II, Victor Glover e Reid Wiseman assumem agora funções eméritas na NASA, aproveitando a sua experiência e liderança para ajudar a orientar a próxima fase dos voos espaciais tripulados.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/after-the-moon-two-artemis-ii-astronauts-begin-a-new-nasa-chapter-shaping-future-missions-1790546236332.jpg" data-image="gqtlb6e15ejd" alt="SLS Space Rocket." title="SLS Space Rocket."><figcaption>Os astronautas da NASA Victor Glover e Reid Wiseman ajudaram a liderar a Artemis II, a primeira missão tripulada a orbitar a Lua em mais de 50 anos.</figcaption></figure><p><strong>Victor Glover </strong>e<strong> Reid Wiseman</strong> alcançaram um marco histórico ao tornarem-se a primeira tripulação a ser lançada no SLS (Space Launch System) da NASA. A missão, que os levou a contornar a Lua, marcou uma<strong> nova fase nos voos espaciais tripulados, ao enviar astronautas de volta à região lunar pela primeira vez em mais de 50 anos</strong>. A experiência adquirida nesse voo continuará a influenciar as futuras ações da NASA no que diz respeito à Lua.</p><h2>Um novo cargo após uma missão histórica</h2><p>Os astronautas da NASA <strong>Victor Glover </strong>e<strong> Reid Wiseman</strong> passam a ter o <strong>estatuto de</strong> <strong>eméritos</strong> no Centro Espacial Johnson da agência, em Houston. Esta função permite que o pessoal experiente da NASA se mantenha ligado à agência, partilhando simultaneamente os seus conhecimentos.</p><p>Neste novo capítulo, Glover e Wiseman irão utilizar a sua experiência para orientar astronautas e aconselhar as equipas da NASA que se preparam para o que se segue. <strong>A sua experiência ajudará astronautas, engenheiros, controladores de voo e equipas de missão a prepararem-se para as próximas missões Artemis</strong>.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">Following their landmark Artemis II mission earlier this year, distinguished NASA astronauts Victor Glover and Reid Wiseman are transitioning in September to emeritus status at the agencys Johnson Space Center in Houston. <a href="https://t.co/FDj3jA9fCS">https://t.co/FDj3jA9fCS</a> <a href="https://t.co/xLdMSIKcQj">pic.twitter.com/xLdMSIKcQj</a></p>— Avid Space (@LabPadre) <a href="https://x.com/LabPadre/status/2097735218274750690?ref_src=twsrc%5Etfw">September 9, 2026</a></blockquote></figure><p>Ambos os astronautas desempenharam papéis fundamentais na missão Artemis II, no início deste ano. Wiseman comandou a missão, enquanto Glover desempenhou as funções de piloto durante o voo tripulado à volta da Lua.</p><h2>A sua experiência poderá ajudar futuras missões lunares</h2><p>A importância do momento não deve ser subestimada, à medida que a NASA avança com a Artemis III e futuras missões à Lua. Dado o seu conhecimento da nave espacial Orion e dos seus sistemas,<strong> Glover</strong> poderá revelar-se especialmente útil à medida que as equipas levam a cabo os seus preparativos para as<strong> próximas fases das viagens ao espaço profundo</strong>.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>"À medida que me adapto a esta nova função, a NASA e os voos espaciais continuam a ser uma parte significativa da minha trajetória de serviço", afirmou Glover.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p><strong>Wiseman</strong> traz também anos de experiência em <strong>liderança</strong>, incluindo o seu trabalho a bordo da Estação Espacial Internacional e o seu <strong>período como</strong> <strong>astronauta-chefe</strong>. Os responsáveis da NASA afirmaram que ambos deixam um forte legado de tomada de decisões serena, dedicação ao serviço e competência operacional.</p><h2>A Artemis II contribuiu para dar início à próxima fase</h2><p><strong>Glover</strong> e <strong>Wiseman</strong> voaram na missão Artemis II juntamente com a astronauta da NASA <strong>Christina Koch</strong> e o astronauta da Agência Espacial Canadiana <strong>Jeremy Hansen</strong>. A missão levou os astronautas a<strong> contornar a Lua pela primeira vez em mais de 50 anos</strong> e contribuiu para <strong>testar a nave espacial Orion da NASA</strong> e o<strong> foguetão Space Launch System com tripulação a bordo</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="773611" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/o-futuro-da-exploracao-espacial-da-nasa-cronograma-e-desafios-das-proximas-missoes-artemis.html" title="O futuro da exploração espacial da NASA: cronograma e desafios das próximas missões Artemis">O futuro da exploração espacial da NASA: cronograma e desafios das próximas missões Artemis</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/o-futuro-da-exploracao-espacial-da-nasa-cronograma-e-desafios-das-proximas-missoes-artemis.html" title="O futuro da exploração espacial da NASA: cronograma e desafios das próximas missões Artemis"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/il-futuro-dell-esplorazione-spaziale-della-nasa-calendario-e-sfide-delle-prossime-missioni-artemis-iii-e-iv-1780998687886_320.jpg" alt="O futuro da exploração espacial da NASA: cronograma e desafios das próximas missões Artemis"></a></article></aside><p>A tripulação regressou em segurança após a missão de 10 dias, trazendo consigo <strong>lições que irão moldar os voos futuros</strong>. A NASA afirma que esse conhecimento irá apoiar a campanha Artemis em geral, à medida que a agência trabalha no sentido de enviar astronautas de volta à superfície lunar.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/depois-da-lua-dois-astronautas-da-missao-artemis-ii-dao-inicio-a-um-novo-capitulo-da-nasa-moldando-as-futuras-missoes.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Descobrem uma fenda de 75 km sob o Pacífico: uma placa tectônica está se rompendo perto do Canadá]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/descobrem-uma-fenda-de-75-km-sob-o-pacifico-uma-placa-tectonica-esta-se-rompendo-perto-do-canada.html</link><pubDate>Thu, 01 Oct 2026 22:47:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Uma enorme fratura de 75 quilômetros revela que a placa de Juan de Fuca está se fragmentando sob o Pacífico, ao largo do Canadá, enquanto a subducção de Cascadia começa a se transformar.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/descubren-una-grieta-de-75-km-bajo-el-pacifico-una-placa-tectonica-se-esta-rompiendo-frente-a-canada-1790861876744.png" data-image="i25wk947gc5o"><figcaption>Não estamos diante de uma fenda superficial de 75 km que tenha se aberto agora, mas sim diante da fraturação profunda de uma placa oceânica.</figcaption></figure><p>Sob as águas do <strong>Pacífico</strong>, ao longo da <strong>costa da Ilha de Vancouver</strong>, no <strong>Canadá</strong>, uma <strong>enorme placa tectônica está começando a se romper</strong>. Cientistas identificaram uma fratura de cerca de 75 quilômetros de extensão e puderam observar, com detalhes sem precedentes, como uma antiga estrutura tectônica está se fragmentando enquanto afunda sob a América do Norte.</p><p>A descoberta situa-se na <strong>zona de subducção de Cascadia</strong>, uma das regiões tectônicas mais importantes e estudadas do noroeste da América. Ali, a placa oceânica de Juan de Fuca e a pequena placa — ou microplaca — de Explorer deslocam-se em direção ao continente, introduzindo-se progressivamente sob a placa Norte-Americana.</p><h2>Uma placa que está se rompendo diante do Canadá</h2><p>A área onde a descoberta foi feita fica em frente à Ilha de Vancouver, na Colúmbia Britânica (Canadá), na <strong>extremidade norte da zona de subducção de Cascadia</strong>.</p><p>A situação tectônica é particularmente complexa, pois a placa de Juan de Fuca é relativamente pequena e faz parte de um sistema que também inclui as placas de Explorer e Gorda.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">Se registró en la placa Explorador. Es un fragmento de la corteza oceánica que se formó hace aproximadamente 4 millones de años, frente a la isla de Vancouver. Se hunde cada vez más lento por debajo de la placa Norteamericana, y ya está en etapas finales de su desacoplamiento. <a href="https://t.co/jBCypQ0UZX">pic.twitter.com/jBCypQ0UZX</a></p>— Enséñame de Ciencia (@EnsedeCiencia) <a href="https://x.com/EnsedeCiencia/status/2104656733180436573?ref_src=twsrc%5Etfw">September 28, 2026</a></blockquote></figure><p>Todas elas são remanescentes de uma antiga placa oceânica muito maior, conhecida como Farallón, que começou a se fragmentar há milhões de anos.</p><p>Vale lembrar que, quando uma placa oceânica perde a capacidade de afundar com facilidade, as tensões podem se acumular e acabar provocando sua <strong>fragmentação</strong>. É precisamente isso que os pesquisadores acreditam estar observando agora na extremidade norte de Cascadia.</p><h3>A fenda tem cerca de 75 quilômetros</h3><p>Um dos elementos mais notáveis do estudo é<strong> uma grande estrutura de fratura que se estende por aproximadamente 75 quilômetros</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="737174" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/a-terra-se-abrindo-cientistas-registram-pela-primeira-vez-uma-placa-tectonica-se-rompendo-sob-o-oceano.html" title="A Terra se 'abrindo': cientistas registram pela primeira vez uma placa tectônica se rompendo sob o oceano">A Terra se "abrindo": cientistas registram pela primeira vez uma placa tectônica se rompendo sob o oceano</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/a-terra-se-abrindo-cientistas-registram-pela-primeira-vez-uma-placa-tectonica-se-rompendo-sob-o-oceano.html" title="A Terra se 'abrindo': cientistas registram pela primeira vez uma placa tectônica se rompendo sob o oceano"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/a-terra-se-abrindo-cientistas-registram-pela-primeira-vez-uma-placa-tectonica-se-rompendo-sob-o-oceano-1761941010670_320.jpg" alt="A Terra se 'abrindo': cientistas registram pela primeira vez uma placa tectônica se rompendo sob o oceano"></a></article></aside><p>Não se trata de uma grande fenda aberta no fundo do oceano visível da superfície, mas sim de<strong> algo situado em profundidade</strong>, na estrutura da placa tectônica que está <strong>sendo empurrada em direção ao manto</strong>.</p><p><strong>Em algumas áreas, a fraturação está mais avançada</strong>, enquanto em outras o processo ainda se encontra em fase inicial. Os pesquisadores chegaram a identificar um deslocamento de vários quilômetros associado a uma das estruturas de fratura.</p><h2>Uma espécie de ecografia do interior da Terra</h2><p>Para descobrir o que está acontecendo abaixo do fundo do mar, os cientistas utilizaram<strong> técnicas de sísmica de reflexão</strong> durante a expedição CASIE21.</p><p>Um <strong>navio científico</strong> emitiu ondas acústicas em direção ao fundo do oceano; essas ondas penetraram no subsolo e retornaram ao encontrar diferentes camadas e estruturas geológicas.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">JUAN DE FUCA, es una pequeña placa litosférica en el NE del Océano Pacífico que subduce bajo la placa norteamericana, dando lugar a la cadena volcánica generalmente andesítica desde el norte de California hasta el sur de la Columbia Británica ️ <a href="https://t.co/kaav2vyEcn">pic.twitter.com/kaav2vyEcn</a></p>— Germán S.G. (@ingeododo) <a href="https://x.com/ingeododo/status/1574680749256605696?ref_src=twsrc%5Etfw">September 27, 2022</a></blockquote></figure><p>Os <strong>sensores </strong>instalados na <strong>popa do navio</strong> registraram os ecos e permitiram reconstruir a arquitetura das rochas situadas sob o leito marinho. No experimento, foram utilizados cabos de vários quilômetros equipados com numerosos sensores, combinando esses dados com informações sísmicas.</p><p>Dessa forma, os pesquisadores conseguiram <strong>obter imagens da estrutura da placa a dezenas de quilômetros de profundidade</strong>, resultando em uma visão muito mais detalhada de como a placa de Juan de Fuca e sua vizinha, a placa Explorer, estão se deformando.</p><h3>Por que a placa está se rompendo?</h3><p>A placa de Juan de Fuca é relativamente jovem e encontra-se em uma situação peculiar, uma vez que está sendo empurrada em direção a uma zona onde deve submergir sob a América do Norte; no entanto, existem, simultaneamente, grandes estruturas de fratura que atravessam o sistema.</p><p>Os <strong>movimentos relativos entre os diferentes blocos concentram tensões ao longo dessas falhas</strong>, o que pode favorecer a fragmentação da placa.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/descobrem-uma-fenda-de-75-km-sob-o-pacifico-uma-placa-tectonica-esta-se-rompendo-perto-do-canada.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A pequena cidade do Tocantins com dunas no Cerrado e piscinas naturais onde é impossível afundar]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/a-pequena-cidade-do-tocantins-com-dunas-no-cerrado-e-piscinas-naturais-onde-e-impossivel-afundar.html</link><pubDate>Thu, 01 Oct 2026 21:26:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Este município no estado do Tocantins reúne paisagens famosas no país, com piscinas naturais onde você não afunda, dunas douradas e cachoeiras em meio ao Cerrado. Descubra onde fica.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-pequena-cidade-do-tocantins-com-dunas-no-cerrado-e-piscinas-naturais-onde-e-impossivel-afundar-1790880587499.jpg" data-image="gng4t4r694f9"><figcaption>O Parque Estadual do Jalapão é uma grande reserva da vida do bioma Cerrado, além de ser o destino mais visitado do Tocantins por turistas vindos de todos os cantos do Brasil e também do exterior. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>Esta <strong>pequena cidade</strong> no sudeste do estado do <strong>Tocantins</strong>, com menos de 3 mil habitantes e a cerca de 300 km da capital Palmas, fica<strong> no coração do Parque Estadual do Jalapão </strong>e é cercada por atrativos como fervedouros, cachoeiras, dunas e cachoeiras.</p><p>Bem, só de falar em Jalapão, muitos já sabem do que se trata. O parque é um famoso destino turístico do Brasil que oferece aos turistas rios com água límpida, quedas d'água cristalinas e piscinas naturais de águas aquecidas, conhecidas como fervedouros, onde você consegue ficar boiando e não afunda.</p><p>Tudo isso fica no município de <strong>Mateiros</strong>, a <strong>principal base para explorar os atrativos naturais mais impressionantes do Cerrado</strong> brasileiro. Acompanhe abaixo quais os principais atrativos de Mateiros, que aliás ficam dentro do Jalapão.</p><h2>Os atrativos naturais de Mateiros/Jalapão</h2><p>Mateiros concentra integralmente o Parque Estadual do Jalapão, reunindo cenários deslumbrantes que encantam viajantes do mundo inteiro. </p><p>O Jalapão tem paisagens incríveis em meio à imensidão de<strong> 34 mil quilômetros quadrados de área preservada</strong>, tudo rodeado por veredas, chapadões e muita água.</p><p>Por lá, os mais famosos são os <strong>fervedouros</strong>,<strong> poços naturais de águas aquecidas</strong> que brotam sob forte pressão pelas camadas profundas de areia fina. Esse fenômeno hidrográfico de ressurgência <strong>impede que as pessoas afundem</strong>, proporcionando uma experiência divertida de flutuação.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-pequena-cidade-do-tocantins-com-dunas-no-cerrado-e-piscinas-naturais-onde-e-impossivel-afundar-1790880160207.jpg" data-image="e7pg1zv5sboh"><figcaption>O Fervedouro Bela Vista é considerado por muitos o mais belo do Jalapão, com um grande poço redondo de 15 metros de diâmetro e águas extremamente claras e azul esverdeado. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>Os poços mais famosos são o <strong>Fervedouro do Ceiça</strong>, que se destaca pela água extremamente cristalina, em tons azulados, cercada pelo verde da vegetação e das bananeiras; o<strong> Fervedouro Bela Vista</strong>, com cerca de 15 metros de diâmetro e é cercado pela vegetação do Cerrado, contando com uma estrutura de visitação que inclui deck de madeira, restaurante e áreas de apoio; e o <strong>Fervedouro Buritis</strong>, também com águas cristalinas, podendo apresentar tons de azul ou verde, e tem grandes buritizeiros que cercam a nascente. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-pequena-cidade-do-tocantins-com-dunas-no-cerrado-e-piscinas-naturais-onde-e-impossivel-afundar-1790880353686.jpg" data-image="7t7rhbs014mm"><figcaption>A bela Cachoeira da Formiga fica em uma propriedade particular, pertencente aos quilombolas. Por isso, a visita à atração é paga. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>Além disso, também há deliciosas quedas d’água, como a <strong>Cachoeira da Velha</strong>, onde é possível fazer rafting; a <strong>Cachoeira do Formiga</strong>, com águas verde-esmeralda e piscina natural para mergulho; e a <strong>Cachoeira do Poço Encantado</strong>, formada por duas quedas, que somam cerca de 38 metros de altura, enquanto o grande poço natural chega a aproximadamente 50 metros de diâmetro.</p><p>Um conjunto de <strong>dunas</strong>, <strong>perfeitas para assistir o pôr do sol</strong>, também encanta os visitantes. São formações naturais únicas em meio ao cerrado brasileiro, que foram formadas por areias oriundas da erosão das rochas de arenito da Serra do Espírito Santo, o que dá à paisagem uma<strong> coloração dourada espetacular</strong>. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-pequena-cidade-do-tocantins-com-dunas-no-cerrado-e-piscinas-naturais-onde-e-impossivel-afundar-1790879758239.jpg" data-image="phstgnk4bddm"><figcaption>As dunas do Jalapão são montes de areia dourada que podem chegar a até 40 metros de altura. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>Falando nela, a<strong> Serra do Espírito Santo</strong>, a mais famosa da região, oferece uma <strong>trilha até o mirante</strong>, de onde se tem uma ampla vista e bonita do Cerrado, das dunas e das formações rochosas do seu entorno. Porém, <strong>a subida é íngreme e desafiadora</strong>, com cerca de 800 metros de subida, exigindo esforço físico. Depois, o restante do trajeto é plano.</p><h3>Qual a melhor época para ir ao Jalapão?</h3><p>O Jalapão pode ser visitado durante todo o ano, mas é importante ficar atento aos períodos de chuva e de seca na região. A<strong> estação seca</strong> vai de maio a setembro, e <strong>praticamente não tem chuvas</strong>; e quanto mais perto do mês de setembro, mais seco estará o ar. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="758108" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/caribe-brasileiro-uma-das-praias-mais-belas-do-nordeste-encanta-com-piscinas-de-aguas-cristalinas.html" title="“Caribe Brasileiro”: uma das praias mais belas do Nordeste encanta com piscinas de águas cristalinas">“Caribe Brasileiro”: uma das praias mais belas do Nordeste encanta com piscinas de águas cristalinas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/caribe-brasileiro-uma-das-praias-mais-belas-do-nordeste-encanta-com-piscinas-de-aguas-cristalinas.html" title="“Caribe Brasileiro”: uma das praias mais belas do Nordeste encanta com piscinas de águas cristalinas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/caribe-brasileiro-uma-das-praias-mais-belas-do-nordeste-encanta-com-piscinas-de-aguas-cristalinas-1773083997147_320.jpg" alt="“Caribe Brasileiro”: uma das praias mais belas do Nordeste encanta com piscinas de águas cristalinas"></a></article></aside><p>Já a estação chuvosa vai de outubro a abril, e neste período as cachoeiras estão com mais água, porém o tempo chuvoso pode atrapalhar os seus passeios, a subida na trilha da Serra do Espírito Santo e o espetáculo do pôr do sol nas dunas.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referências da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Fernandes%2C%20J.%20L" data-year="2026" data-title="Dunas%2C%20fervedouros%2C%20rios%20cristalinos%20e%20cachoeiras%20em%20meio%20ao%20Cerrado%3A%20a%20pequena%20cidade%20tocantinense%20onde%20fica%20todo%20o%20Parque%20Estadual%20do%20Jalap%C3%A3o%20e%20que%20ainda%20abriga%20a%20comunidade%20conhecida%20pelo%20artesanato%20de%20capim-dourado" data-url="https%3A%2F%2Fwww.terra.com.br%2Fvida-e-estilo%2Fdunas-fervedouros-rios-cristalinos-e-cachoeiras-em-meio-ao-cerrado-a-pequena-cidade-tocantinense-onde-fica-todo-o-parque-estadual-do-jalapao-e-que-ainda-abriga-a-comunidade-conhecida-pelo-artesanato-de-capim-dourado%2C0b00175b52c1a3daf8e7dbe2c2d80058n6roxnqj.html">Fernandes, J. L. (2026). <a href="https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/dunas-fervedouros-rios-cristalinos-e-cachoeiras-em-meio-ao-cerrado-a-pequena-cidade-tocantinense-onde-fica-todo-o-parque-estadual-do-jalapao-e-que-ainda-abriga-a-comunidade-conhecida-pelo-artesanato-de-capim-dourado,0b00175b52c1a3daf8e7dbe2c2d80058n6roxnqj.html" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Dunas, fervedouros, rios cristalinos e cachoeiras em meio ao Cerrado: a pequena cidade tocantinense onde fica todo o Parque Estadual do Jalapão e que ainda abriga a comunidade conhecida pelo artesanato de capim-dourado</a>.</cite><br><cite data-author="Wenina" data-year="2025" data-title="MATEIROS%3A%20Os%20segredos%20do%20para%C3%ADso%20onde%20o%20cerrado%20se%20transforma%20em%20poesia%20com%20dunas%20douradas%20e%20fervedouros%20m%C3%A1gicos" data-url="https%3A%2F%2Ffolhadojalapao.com.br%2Fmateiros-os-segredos-do-paraiso-onde-o-cerrado-se-transforma-em-poesia-com-dunas-douradas-e-fervedouros-magicos%2F">Wenina. (2025). <a href="https://folhadojalapao.com.br/mateiros-os-segredos-do-paraiso-onde-o-cerrado-se-transforma-em-poesia-com-dunas-douradas-e-fervedouros-magicos/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">MATEIROS: Os segredos do paraíso onde o cerrado se transforma em poesia com dunas douradas e fervedouros mágicos</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/a-pequena-cidade-do-tocantins-com-dunas-no-cerrado-e-piscinas-naturais-onde-e-impossivel-afundar.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Chuvas não dão trégua e segunda frente fria já tem data marcada no Sudeste; confira a previsão]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-nao-dao-tregua-e-segunda-frente-fria-ja-tem-data-marcada-no-sudeste-confira-a-previsao.html</link><pubDate>Thu, 01 Oct 2026 20:01:49 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Áreas de instabilidade já se formam sobre o Sudeste devido à aproximação de uma frente fria. E a partir do fim de semana, um segundo sistema frontal vai avançar para a região mantendo dias chuvosos e com temporais.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xbfybhy"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xbfybhy.jpg" id="xbfybhy"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Uma frente fria já está atuando na <strong>Região</strong> <strong>Sudeste </strong>do Brasil neste momento, aumentando as condições para pancadas de chuva, temporais com raios, vendavais e até chance de queda de granizo.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso<strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank"> novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>E um<strong> segundo sistema frontal</strong> vai se formar e avançar para a região <strong>a partir deste fim de semana</strong>, mantendo as instabilidades até o início da próxima semana.</p><p>Acompanhe a seguir mais detalhes da previsão do tempo.</p><h2>Chuvas e temporais no Sudeste durante os próximos dias</h2><p><strong>Outubro </strong>está <strong>começando com uma frente fria</strong> <strong>no Sudeste</strong>, provocando pancadas de chuva pontualmente intensas e temporais em São Paulo, no Rio de Janeiro e no sul de Minas Gerais, especialmente no período da tarde.</p><p>E <strong>a chuva não dará trégua</strong>. Este primeiro sistema frontal continuará aumentando as instabilidades no Sudeste nos próximos dias, e no<strong> domingo (4) um segundo sistema frontal vai avançar para a região</strong> mantendo os dias chuvosos e com riscos de temporais. Mas acompanhe abaixo mais detalhes do tempo por dia.</p><p>Nesta <strong>sexta-feira (2)</strong>, o sistema frontal atual continuará formando chuvas moderadas a pontualmente intensas na metade norte de São Paulo, no centro-sul de Minas Gerais e do Espírito Santo e no Rio de Janeiro, e especialmente à tarde.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-nao-dao-tregua-e-segunda-frente-fria-ja-tem-data-marcada-no-sudeste-confira-a-previsao-1790866142588.png" data-image="0yl79jbzlv31"><figcaption>Previsão de densidade de raios para sábado (3) às 14h à esquerda e para o domingo (4) às 13h à direita, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>São esperados ainda<strong> temporais</strong> com muitos raios,<strong> rajadas de vento acima dos 50 km/h </strong>e chance de queda de <strong>granizo </strong>nestas áreas, mas o <strong>potencial de severidade é maior no</strong> <strong>leste mineiro</strong> (nas proximidades da Zona da Mata e Vale do Rio Doce), incluindo a<strong> região Metropolitana de Belo Horizonte</strong>, e em áreas de divisa com o <strong>Rio de Janeiro</strong> e o <strong>Espírito Santo</strong>.</p><p>No<strong> sábado (3)</strong> esta frente fria já estará mais afastada, contudo<strong> áreas de instabilidade</strong> ainda podem se formar sobre praticamente<strong> toda a região Sudeste</strong> ao longo do dia, com exceção do extremo norte mineiro. Elas ganham força e se espalham a partir da tarde, e ainda com <strong>riscos de temporais isolados, pancadas pontuais mais intensas</strong>, rajadas de vento em torno de 60 km/h e queda de granizo pontual.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-nao-dao-tregua-e-segunda-frente-fria-ja-tem-data-marcada-no-sudeste-confira-a-previsao-1790865865608.jpg" data-image="b8pykau4slbw"><figcaption>Previsão da probabilidade de precipitação (%) para sábado (3) às 16h, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p><strong>Entre a noite de sábado (3) e a madrugada do domingo (4) </strong>um <strong>novo ciclone</strong> vai se formar entre o Uruguai e o Rio Grande do Sul e rapidamente vai se deslocar para o oceano. Mas a<strong> sua frente fria irá avançar para o Sudeste</strong> já a partir da manhã.</p><p>Assim, o <strong>domingo (4) </strong>novamente terá condições de<strong> chuvas de até forte intensidade e temporais</strong> em São Paulo e no Triângulo Mineiro pela manhã. Ao longo da tarde, a frente fria mantém essas chuvas no norte de São Paulo e também no Rio de Janeiro<strong> </strong>e no centro-sul de Minas Gerais. Há riscos de rajadas<strong> </strong>entre 50 e 60 km/h<strong> </strong>e queda de<strong> </strong>granizo. Mas o <strong>potencial de severidade para temporais é maior no norte paulista e no sul mineiro</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-nao-dao-tregua-e-segunda-frente-fria-ja-tem-data-marcada-no-sudeste-confira-a-previsao-1790865912709.png" data-image="27hyjzef3n8p"><figcaption>Previsão de chuvas (mm) e nebulosidade para domingo (4) às 10h à esquerda e às 14h à direita, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Na <strong>segunda (5) e terça-feira (6)</strong>, a tendência é de que o sistema ainda favoreça <strong>chuvas moderadas e abrangentes</strong> em <strong>São Paulo</strong>, no <strong>sul do Rio de Janeiro </strong>e no <strong>centro-sul de Minas Gerais</strong>, mesmo com algumas pancadas mais fortes e trovoadas, mas com menor potencial para temporais.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="791429" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frentes-frias-nao-dao-tregua-muita-chuva-tempestades-e-frio-confira-a-previsao.html" title="Frentes frias não dão trégua: muita chuva, tempestades e frio; confira a previsão">Frentes frias não dão trégua: muita chuva, tempestades e frio; confira a previsão</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frentes-frias-nao-dao-tregua-muita-chuva-tempestades-e-frio-confira-a-previsao.html" title="Frentes frias não dão trégua: muita chuva, tempestades e frio; confira a previsão"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/frentes-frias-nao-dao-tregua-muita-chuva-tempestades-e-frio-confira-a-previsao-1790863421309_320.jpg" alt="Frentes frias não dão trégua: muita chuva, tempestades e frio; confira a previsão"></a></article></aside><p>E atenção, há<strong> risco potencial para transtornos ao longo de todos esses dias</strong> de atuação dos sistemas frontais, como alagamentos, enxurradas, deslizamentos de terra, destelhamentos, queda de galhos de árvores e danos na rede elétrica. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-nao-dao-tregua-e-segunda-frente-fria-ja-tem-data-marcada-no-sudeste-confira-a-previsao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Como fica o tempo na eleição: 1º turno será com frente fria e canal de umidade; saiba onde chove]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/como-fica-o-tempo-na-eleicao-1-turno-sera-com-frente-fria-e-canal-de-umidade-saiba-onde-chove.html</link><pubDate>Thu, 01 Oct 2026 18:54:15 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma frente fria junto a um rio atmosférico formarão chuvas intensas sobre parte do Brasil no domingo de eleição. Confira os períodos mais seguros para ir votar e evite ser pego de surpresa pelo mau tempo.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xbg0mqm"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xbg0mqm.jpg" id="xbg0mqm"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O <strong>primeiro turno das eleições de 2026</strong> ocorre neste próximo <strong>domingo</strong>, dia 4 de Outubro. A votação se inicia às <strong>8h</strong> e termina às <strong>17h</strong>, de acordo com o horário de Brasília. Ao longo do dia, cidadãos deverão se dirigir ao local de votação, procurar sua seção eleitoral e apresentar documento oficial com foto (<em>RG, CNH, etc</em>) para poderem votar. <br><br>No entanto, a questão que fica é -<strong> </strong>Será que <strong>o tempo vai colaborar</strong> e se manter firme e aberto durante a votação? Ou será que vai <strong>chover?</strong> Quais as chances de <strong>tempestades severas</strong> que possam interromper o processo? </p><div class="texto-destacado">Ao longo do domingo (4), atuará sobre o Brasil uma frente fria junto a um canal de umidade (rio atmosférico) que transporta umidade da região amazônica em direção ao centro-sul do país. Os sistemas são capazes de causar chuvas significativas em diversos estados.</div><p>Vamos conferir o que as previsões indicam para este domingo, <strong>região por região</strong>.</p><h2>Região Sul</h2><p>Embora a madrugada do domingo comece bastante chuvosa no Rio Grande do Sul, a tendência é de que, durante a <strong>manhã e a tarde</strong>, <strong>o tempo volte a ficar mais firme e seco</strong>, propiciando boas condições meteorológicas para as votações.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/como-fica-o-tempo-na-eleicao-1-turno-sera-com-frente-fria-e-canal-de-umidade-saiba-onde-chove-1790871306190.jpg" data-image="vy34hl9nygp4" alt="Previsão de nebulosidade e chuva sobre a região Sul no domingo." title="Previsão de nebulosidade e chuva sobre a região Sul no domingo."><figcaption>Previsão de nebulosidade e chuva sobre a região Sul mostra tempo muito chuvoso sobre o PR e SC ao longo do período de eleições, enquanto RS registra tempo mais firme e seco.</figcaption></figure><p>O mesmo não vale, no entanto, para o Paraná e para Santa Catarina - onde há probabilidade de <strong>ocorrência de pancadas de chuva ao longo da tarde</strong>, dificultando o processo de votação. O período mais seguro para se votar é de <strong>manhã</strong>: Embora haja probabilidade de chuva, as chances de tempestade severa são menores.</p><h2>Região Sudeste</h2><p>Há <strong>probabilidade de chuvas</strong> em grande parte da região Sudeste ao longo do domingo das eleições. Isso inclui São Paulo, oeste de Minas Gerais e o centro / sul do Rio de Janeiro. Recomenda-se votar durante a <strong>manhã</strong>, para evitar a possibilidade de tempestades mais fortes ao longo da tarde.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/como-fica-o-tempo-na-eleicao-1-turno-sera-com-frente-fria-e-canal-de-umidade-saiba-onde-chove-1790871354856.jpg" data-image="d42d13dtcrhx" alt="Previsão de probabilidade de chuvas no domingo durante a tarde mostra uma faixa de precipitação forte atingindo grande partePrevisão de probabilidade de chuvas no domingo durante a tarde." title="Previsão de probabilidade de chuvas no domingo durante a tarde mostra uma faixa de precipitação forte atingindo grande partePrevisão de probabilidade de chuvas no domingo durante a tarde."><figcaption>Previsão de probabilidade de chuvas no domingo durante a tarde mostra uma faixa de precipitação forte atingindo grande parte do Sudeste, inclusive SP, parte de MG e parte do RJ.</figcaption></figure><p>A exceção é o Espírito Santo, o norte do Rio de Janeiro e a parte norte de Minas Gerais (<em>que inclui Jequitinhonha, Vale do Mucuri e Vale do Rio Doce</em>), onde a probabilidade de chuva é menor e o<strong> tempo se mantém predominantemente firme</strong> ao longo do domingo, facilitando o processo de votação.</p><h2>Região Centro-Oeste</h2><p>No Mato Grosso do Sul, <strong>tempestades</strong> estarão se formando já durante a manhã e a chuva pode continuar durante a tarde, dificultando o processo de votação e trazendo transtornos para o Estado. Recomenda-se bastante cautela aos cidadãos ao longo do dia.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/como-fica-o-tempo-na-eleicao-1-turno-sera-com-frente-fria-e-canal-de-umidade-saiba-onde-chove-1790871399619.jpg" data-image="hb0pebqs4dzu" alt="Previsão de nebulosidade e chuva no domingo durante a manhã." title="Previsão de nebulosidade e chuva no domingo durante a manhã."><figcaption>Previsão de nebulosidade e chuva no domingo durante a manhã mostra chuvas intensas se formando sobre o Mato Grosso do Sul, porém tempo mais firme e aberto sobre Mato Grosso e Goiás.</figcaption></figure><p>No Mato Grosso, em Goiás e no Distrito Federal, a tendência é de que<strong> pancadas de chuva se formem durante a tarde</strong> em praticamente toda a sua área. Portanto, o período mais seguro para se votar é a <strong>manhã</strong> - quando o tempo ainda estará predominantemente firme e seco, como é possível observar na imagem acima.</p><h2>Região Nordeste</h2><p>Num geral, a região Nordeste será afetada <strong>apenas por chuvas fracas e localizadas</strong> ao longo do dia, com destaque para a região litorânea. Não há previsão, no entanto, de chuvas mais fortes que possam causar grandes transtornos ou interrupções no processo de votação. Isso significa que o <strong>domingo será um dia tranquilo</strong> para se votar em todos os estados nordestinos.</p><h2>Região Norte</h2><p>Num geral, o tempo permanecerá firme em toda a região Norte <strong>durante a manhã</strong>, o que indica que este período do dia é o mais recomendado para se dirigir ao local de votação em todas as capitais e cidades menores da região.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/como-fica-o-tempo-na-eleicao-1-turno-sera-com-frente-fria-e-canal-de-umidade-saiba-onde-chove-1790871451760.jpg" data-image="7hspuw24mvl8" alt="Previsão de probabilidade de chuvas no domingo de tarde." title="Previsão de probabilidade de chuvas no domingo de tarde."><figcaption>Previsão de probabilidade de chuvas no domingo de tarde ilustra regiões que podem ser mais afetadas pela chuva no Norte do Brasil. Num geral, o período mais seguro para votar é a manhã.</figcaption></figure><p>Durante a tarde, estados como Tocantins, Rondônia, Acre, Amazonas e extremo sul e oeste do Pará podem registrar <strong>pancadas de chuva localizadas</strong> - que, embora não sejam fortes, podem trazer <strong>pequenos transtornos</strong> localizados e dificultar o processo de votação na região Norte.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="791306" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frentes-frias-e-ciclone-levam-chuvas-de-periodo-umido-pelo-brasil-confira-a-previsao.html" title="Frentes frias e ciclone levam chuvas de período úmido pelo Brasil; confira a previsão">Frentes frias e ciclone levam chuvas de período úmido pelo Brasil; confira a previsão</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frentes-frias-e-ciclone-levam-chuvas-de-periodo-umido-pelo-brasil-confira-a-previsao.html" title="Frentes frias e ciclone levam chuvas de período úmido pelo Brasil; confira a previsão"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/frentes-frias-e-ciclone-levam-chuvas-de-periodo-umido-pelo-brasil-confira-a-previsao-1790787283631_320.jpg" alt="Frentes frias e ciclone levam chuvas de período úmido pelo Brasil; confira a previsão"></a></article></aside><p>Com isso, não deixe de <strong>se programar para votar no melhor momento</strong> ao longo do domingo. Assim você evita ser pego de surpresa pelo mau tempo. Caso você não consiga votar devido aos transtornos causados pela chuva, não se esqueça que você tem até <strong>60 dias para apresentar justificativa</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/como-fica-o-tempo-na-eleicao-1-turno-sera-com-frente-fria-e-canal-de-umidade-saiba-onde-chove.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Fatos, fakes e desinformação: tudo o que você precisa saber sobre o “Super El Niño”]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/fatos-fakes-e-desinformacao-tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-o-super-el-nino-com-base-na-ciencia.html</link><pubDate>Thu, 01 Oct 2026 17:52:55 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Existe mesmo um “Super” El Niño? A origem dele foi um terremoto no Japão? O ONI alcançou 3,1°C semana passada? E os modelos, "projetam" ou “preveem” uma intensificação do fenômeno até o verão? Vamos desvendar os termos que vêm causando confusão - até mesmo entre os profissionais.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/fatos-fakes-e-desinformacao-tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-o-super-el-nino-com-base-na-ciencia-1790867631236.png" data-image="nwg359e8ty47" alt="Na ciência, alguns termos são reservados para conceitos específicos, e embora estejam relacionados, não significam a mesma coisa. Na imagem, a anomalia de TSM do dia 29 de setembro de 2026. Créditos: NOAA Coral Reef." title="Na ciência, alguns termos são reservados para conceitos específicos, e embora estejam relacionados, não significam a mesma coisa. Na imagem, a anomalia de TSM do dia 29 de setembro de 2026. Créditos: NOAA Coral Reef."><figcaption>Na ciência, alguns termos são reservados para conceitos específicos e, embora possam estar relacionados, não significam a mesma coisa. Na imagem, a anomalia de TSM do dia 29 de setembro de 2026. Créditos: NOAA Coral Reef.</figcaption></figure><p>Desde meados de abril de 2026 a pauta do<strong> “Super El Niño” tomou conta da mídia</strong> e das redes sociais. Nesta época, os modelos climáticos começaram a indicar o desenvolvimento de um fenômeno muito forte, com possibilidade de se tornar o evento mais intenso da história dos registros. </p><div class="texto-destacado">Porém, juntamente com a popularização do “Super El Niño”, também crescem as <em>fake news </em>(notícias falsas) e a desinformação que, embora não seja exatamente uma informação falsa, ela chega à população de forma muito distorcida e sem rigor científico. </div><p>Você sabia que <strong>o termo “Super” El Niño não existe na ciência</strong>? Que um terremoto no Japão não é capaz de gerar o aquecimento que estamos observando no Oceano Pacífico? E, afinal, qual é a real intensidade atual do fenômeno,<strong> existe um ONI semanal? </strong>A seguir, tudo o que você precisa saber para combater a desinformação.</p><h2>O Super El Niño não existe?</h2><p>Não,<strong> cientificamente não existe uma categoria de “super” El Niño</strong>. O fenômeno El Niño é classificado de acordo com as anomalias de temperatura da superfície do mar (TSM) na região de monitoramento denominada Niño 3.4, no Oceano Pacífico equatorial central:</p><ul><li><strong>Fraco:</strong> +0,5 °C ≤ anomalia trimestral &lt; +1,0 °C</li><li><strong>Moderado:</strong> +1,0 °C ≤ anomalia trimestral &lt; +1,5 °C</li><li><strong>Forte:</strong> +1,5 °C ≤ anomalia trimestral &lt; +2,0 °C<br></li><li><strong>Muito forte:</strong><strong> anomalia trimestral ≥ +2,0 °C</strong></li></ul><p>Ou seja, o que vem sendo convencionado como<strong> “Super El Niño” é, na verdade, um evento “muito forte”.</strong> A mesma classificação vale para La Niña, mas com os limiares negativos. </p><h2>O El Niño foi causado por um terremoto no Japão?</h2><p>Não, o <strong>El Niño-Oscilação Sul</strong> (ENSO) é um <strong>fenômeno natural</strong> de variabilidade climática<strong> e cíclico</strong> que resulta da interação entre o oceano e a atmosfera no Pacífico tropical. Ele apresenta diferentes <strong>fases</strong> que <strong>se intercalam</strong>, sendo o <strong>El Niño</strong> a fase quente, a <strong>La Niña</strong> a fase fria e uma <strong>condição neutra</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/fatos-fakes-e-desinformacao-tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-o-super-el-nino-com-base-na-ciencia-1790868679751.png" data-image="iv47hwt3zikb" alt="Representação esquemática das fases El Niño e La Niña, onde laranja representa aquecimento, azul resfriamento, as nuvens indicam maior convecção e as setas onde o ar desce, desfavorecendo nuvens e chuva. Créditos: NOAA." title="Representação esquemática das fases El Niño e La Niña, onde laranja representa aquecimento, azul resfriamento, as nuvens indicam maior convecção e as setas onde o ar desce, desfavorecendo nuvens e chuva. Créditos: NOAA."><figcaption>Representação esquemática das fases El Niño e La Niña, onde laranja representa aquecimento, azul resfriamento, as nuvens indicam maior convecção e as setas onde o ar desce, desfavorecendo nuvens e chuva. Créditos: NOAA.</figcaption></figure><p>Sua evolução envolve mudanças nos ventos alísios, na circulação atmosférica, na temperatura da superfície do mar e na distribuição do calor armazenado no oceano.</p><div class="texto-destacado">Portanto, o aquecimento observado em 2026 na região do Pacífico central não está relacionado a um terremoto ocorrido no Japão em abril de 2026, ao contrário do que circula em algumas reportagens.</div><p>Terremotos submarinos podem provocar perturbações importantes no oceano, como tsunamis, por exemplo, mas não são o mecanismo responsável pela formação de um evento de El Niño.<strong> Os modelos já indicavam um cenário de El Niño antes mesmo do terremoto.</strong></p><h2>Qual a diferença entre "previsão" e "projeção"?</h2><p>Os termos <strong>“previsão” e “projeção” não são sinônimos</strong> em meteorologia. Na ciência, alguns termos estão reservados para um conceito específico e, neste caso:</p><ul><li><strong>Previsão</strong>: é uma <strong>estimativa</strong> das<strong> condições climáticas</strong> futuras <strong>baseadas</strong> no <strong>estado atual do sistema </strong>e em sua evolução esperada</li><li><strong>Projeção</strong>: é uma <strong>estimativa</strong> <strong>condicionada</strong> a determinados<strong> cenários futuros</strong>, como diferentes trajetórias de emissões e concentrações de gases de efeito estufa - como nas simulações do clima para o final do século, reportadas pelo IPCC.</li></ul><p>Portanto, quando falamos sobre a<strong> evolução do El Niño</strong> estamos falando de <strong>previsões</strong>, e não projeções.</p><h2>E o “ONI da semana passada”?</h2><p>Outra <strong>confusão</strong> que vem ganhando espaço em muitos sites é sobre a<strong> intensidade do El Niño.</strong> Até fevereiro de 2026, o índice o <strong>ONI</strong> (<em>Oceanic Niño Index</em>) era amplamente utilizado para classificar o ENOS, mas ele foi <strong>substituído</strong> pelo índice relativo <strong>RONI</strong> (<em>Relative Oceanic Niño Index</em>).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/fatos-fakes-e-desinformacao-tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-o-super-el-nino-com-base-na-ciencia-1790869100823.png" data-image="deqxbejo85sz" alt="ONIRONI" title="ONIRONI"><figcaption>Diferença entre os índices ONI e RONI, utilizados pela NOAA, ressaltando a alteração na classificação dos eventos El Niño e La Niña na última década. Créditos: Meteored/NOAA.</figcaption></figure><p>Enquanto o <strong>ONI</strong> utiliza as <strong>anomalias absolutas </strong>(diferença entre a TSM média na região e sua climatologia) o <strong>RONI</strong> utiliza <strong>anomalias relativas</strong>, ou seja, além da diferença em relação à climatologia, ele também desconta o aquecimento médio dos oceanos tropicais, buscando isolar o sinal do El Niño do aquecimento global de fundo.</p><div class="texto-destacado">Tanto o ONI quanto o RONI representem uma média de 3 meses de anomalias de TSM na região Niño 3.4. </div><p>Recentemente, <strong>muitos portais vêm associando anomalias absolutas de TSM com o ONI </strong>em afirmações como<strong> </strong>“o ONI alcançou 3,1°C na última semana”. Esse tipo de afirmação não faz sentido cientificamente, uma vez que o ONI é uma média de três meses, e não semanal. <strong>O que alcançou 3,1°C na última semana foi a anomalia absoluta de TSM, e não o ONI</strong>. O último ONI (junho-julho-agosto) foi de 1,8°C, e será atualizado em breve (julho-agosto-setembro).</p><p>Essa diferença importa, especialmente quando queremos caracterizar a intensidade de um El Niño e compará-lo com eventos históricos. Embora seja interessante acompanhar a evolução do ENSO “em tempo real” (anomalias diárias ou semanais), mas a <strong>intensidade final do fenômeno é dada pela média móvel de 3 meses </strong>(RONI ou ONI).</p><h2>A importância de combater a desinformação</h2><p>O <strong>Relatório de Riscos Globais 2026</strong>, elaborado pelo Fórum Econômico Mundial, aponta a <strong>desinformação</strong> e a disseminação de notícias falsas entre os<strong> 4 principais riscos globais</strong> dos próximos 10 anos.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="749614" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/eventos-climaticos-extremos-assumem-o-topo-dos-riscos-globais-em-2036-segundo-o-forum-economico-mundial.html" title="Eventos climáticos extremos assumem o topo dos riscos globais em 2036, segundo o Fórum Econômico Mundial">Eventos climáticos extremos assumem o topo dos riscos globais em 2036, segundo o Fórum Econômico Mundial</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/eventos-climaticos-extremos-assumem-o-topo-dos-riscos-globais-em-2036-segundo-o-forum-economico-mundial.html" title="Eventos climáticos extremos assumem o topo dos riscos globais em 2036, segundo o Fórum Econômico Mundial"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/eventos-climaticos-extremos-assumem-o-topo-dos-riscos-globais-em-2036-segundo-o-forum-economico-mundial-1768670040998_320.png" alt="Eventos climáticos extremos assumem o topo dos riscos globais em 2036, segundo o Fórum Econômico Mundial"></a></article></aside><p><strong>Combater a desinformação</strong> não significa apenas identificar o que é falso. <strong>Significa</strong> também <strong>impedir</strong> que uma<strong> informação verdadeira </strong>seja <strong>transformada</strong> em <strong>algo que ela não é</strong>. E, na ciência, isso começa por uma coisa aparentemente simples: usar cada termo para aquilo que ele realmente significa.</p><p>Ter <strong>acesso a informações científicas de qualidade</strong> é <strong>fundamental</strong> para que a <strong>população compreenda os riscos</strong> associados aos fenômenos meteorológicos e à crise climática, <strong>participe</strong> de forma consciente <strong>das discussões</strong> <strong>e possa cobrar de seus governantes medidas efetivas</strong> para enfrentá-la. Para isso, a ciência precisa ser não apenas comunicada com clareza, mas também com rigor.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/fatos-fakes-e-desinformacao-tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-o-super-el-nino-com-base-na-ciencia.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Campo magnético milhares de vezes mais forte que o da Terra: captam, pela primeira vez, sinais de rádio de um exoplaneta]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/campo-magnetico-milhares-de-vezes-mais-forte-que-o-da-terra-captam-pela-primeira-vez-sinais-de-radio-de-um-exoplaneta.html</link><pubDate>Thu, 01 Oct 2026 15:49:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Pela primeira vez, os astrônomos detectaram diretamente emissões de rádio provenientes de um planeta situado para além do nosso Sistema Solar. Contamos-lhe aqui as principais novidades desta descoberta científica!</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/campo-magnetico-milhares-de-vezes-mais-forte-que-o-da-terra-captam-pela-primeira-vez-sinais-de-radio-de-um-exoplaneta-1790789511734.jpg" data-image="09m56qzkzzeo"><figcaption>Representação artística que mostra como poderá ser o exoplaneta gigante gasoso no interior do disco de Beta Pictoris. Crédito da imagem: Luís Calçada - ESO.</figcaption></figure><p>Descoberto em 2008 com o Very Large Telescope da ESO, <strong>Beta Pictoris b é um jovem gigante gasoso com uma massa estimada entre 9 e 13 vezes a de Júpiter</strong>. Percorre a sua órbita a cerca de 8 vezes a distância que separa a Terra do Sol, completando uma volta à estrela Beta Pictoris em aproximadamente 24 anos.</p><p>A cerca de 63 anos-luz de distância, na constelação de Pictor, este sistema planetário <strong>tem apenas cerca de 23 milhões de anos, sendo por isso, extremamente jovem à escala cósmica</strong>. Além de albergar pelo menos outros dois planetas, Beta Pictoris possui um extenso disco de gás e poeira que poderá, no futuro, originar um torus de corpos gelados semelhante ao cinturão de Kuiper do Sistema Solar.</p><h2>Um sinal que revela o magnetismo de “outro mundo”</h2><p>Com o conjunto de<strong> radiotelescópios MeerKAT, na África do Sul</strong>, os astrónomos detetaram rajadas de rádio aurorais provenientes diretamente de Beta Pictoris b. Trata-se da <strong>primeira emissão de rádio</strong> <strong>inequivocamente associada a um exoplaneta</strong> <strong><em>per se</em></strong>, e não à sua estrela-anfitriã.</p><div class="texto-destacado">“O planeta mais massivo do sistema, o Beta Pictoris b, atinge uma separação angular de até 0,55’’ ao longo da sua órbita de 24 anos, e a estrela anfitriã é magneticamente tranquila, tornando o sistema um alvo ideal para observações de rádio”, afirmaram <strong>Kevin Ortiz Ceballos</strong>, do Centro de Astrofísica de Harvard e do Smithsonian, e os seus colegas.</div><p>Segundo os pesquisadores, <strong>a origem do sinal está num mecanismo conhecido como “instabilidade maser de ciclotrônica de elétrons”</strong> - ECMI, em inglês), o mesmo processo responsável pela emissão de rajadas de rádio aurorais de Júpiter, da Terra, de Saturno, de Urano e de Neptuno, bem como de algumas anãs castanhas frias semelhantes a planetas.</p><h2>Uma “janela” que nos revela o interior de um mundo distante </h2><p><strong>A frequência máxima deste tipo de emissão </strong>está diretamente dependente da<strong> intensidade do campo magnético</strong> que as produz.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/campo-magnetico-milhares-de-vezes-mais-forte-que-o-da-terra-captam-pela-primeira-vez-sinais-de-radio-de-um-exoplaneta-1790789703427.jpg" data-image="bhebtggquipf"><figcaption>Radiotelescópios MeerKAT, localizados na África do Sul. Crédito da imagem: © Square Kilometre Array Organisation (SKAO) / South African Radio Astronomy Observatory (SARAO)</figcaption></figure><p>Esta observação permitiu aos cientistas calcular, pela primeira vez de forma direta, o magnetismo de um exoplaneta: <strong>Beta Pictoris b terá um campo magnético em torno dos 1,25 kilogauss, milhares de vezes mais intenso do que o campo magnético da Terra</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="756388" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/ha-40-milhoes-de-anos-fenomeno-muito-estranho-alterou-o-campo-magnetico-da-terra-dizem-cientistas-japoneses.html" title="Há 40 milhões de anos, fenômeno muito estranho alterou o campo magnético da Terra, dizem cientistas japoneses">Há 40 milhões de anos, fenômeno muito estranho alterou o campo magnético da Terra, dizem cientistas japoneses</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/ha-40-milhoes-de-anos-fenomeno-muito-estranho-alterou-o-campo-magnetico-da-terra-dizem-cientistas-japoneses.html" title="Há 40 milhões de anos, fenômeno muito estranho alterou o campo magnético da Terra, dizem cientistas japoneses"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-extrano-hallazgo-en-el-atlantico-sobre-una-inversion-del-campo-magnetico-de-70-000-anos-de-duracion-1772018279496_320.jpg" alt="Há 40 milhões de anos, fenômeno muito estranho alterou o campo magnético da Terra, dizem cientistas japoneses"></a></article></aside><p><strong>“Isso constitui a primeira medição direta da intensidade do campo magnético de um exoplaneta</strong> e está em consonância com as previsões de escala dinâmica para um planeta gigante jovem e massivo”, afirmaram os astrónomos.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referências da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Ceballos%2C%20K.%20N.%20O.%2C%20Berger%2C%20E.%2C%20%26%20Cendes%2C%20Y." data-year="2026" data-title="Discovery%20of%20radio%20emission%20from%20the%20exoplanet%20%CE%B2%20Pictoris%20b" data-url="https%3A%2F%2Farxiv.org%2Fabs%2F2609.16720">Ceballos, K. N. O., Berger, E., & Cendes, Y.. (2026). <a href="https://arxiv.org/abs/2609.16720" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Discovery of radio emission from the exoplanet β Pictoris b</a>.</cite><br><cite data-author="Enrico%20de%20Lazaro" data-year="2026" data-title="Astronomers%20Detect%20Radio%20Signal%20from%20Beta%20Pictoris%20b" data-url="https%3A%2F%2Fwww.sci.news%2Fastronomy%2Fbeta-pictoris-b-radio-signal-15095.html">Enrico de Lazaro. (2026). <a href="https://www.sci.news/astronomy/beta-pictoris-b-radio-signal-15095.html" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Astronomers Detect Radio Signal from Beta Pictoris b</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/campo-magnetico-milhares-de-vezes-mais-forte-que-o-da-terra-captam-pela-primeira-vez-sinais-de-radio-de-um-exoplaneta.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frentes frias não dão trégua: muita chuva, tempestades e frio; confira a previsão]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frentes-frias-nao-dao-tregua-muita-chuva-tempestades-e-frio-confira-a-previsao.html</link><pubDate>Thu, 01 Oct 2026 14:17:34 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Os próximos dias continuarão sob a atuação de várias frentes frias. Os sistemas frontais mantêm as instabilidades e provocam muitas chuvas, aumentando os riscos de tempestades e transtornos, além de trazer bastante frio.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xbfy2dq"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xbfy2dq.jpg" id="xbfy2dq"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Os primeiros dias de outubro serão marcados pela atuação de sistemas frontais sobre áreas do <strong>Centro-Sul do Brasil</strong>. Até a sexta-feira (2), uma frente fria segue atuando sobre o Sudeste. No entanto, a partir do final de semana, um <strong>novo ciclone se forma</strong> e sua frente fria irá provocar uma nova rodada de <strong>chuvas intensas e tempestades</strong> sobre o Sul, Sudeste e Centro-Oeste.</p><h2>Sexta-feira: frente fria provoca tempestades e ar frio diminui temperaturas</h2><p>Uma frente fria atua em áreas do Sudeste e Centro-Oeste do país desde quarta-feira (30), provocando <strong>chuvas intensas e tempestades</strong> em diversos municípios. Entre a noite de hoje (1) e a madrugada de sexta-feira (2), o sistema frontal segue avançando e afeta os estados de <strong>Minas Gerais, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Goiás e Rondônia</strong>.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p>Amanhã (2), há maior potencial para a ocorrência de <strong>tempestades</strong> em áreas do Vale do Rio Doce (MG), norte do Rio de Janeiro, sul do Espírito Santo, áreas pontuais de Goiás e Mato Grosso do Sul, além do <strong>Distrito Federal</strong>. Pancadas de chuva com intensidade leve a moderada estão previstas para o litoral paulista e fluminense, sul de Minas Gerais e centro de Mato Grosso.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frentes-frias-nao-dao-tregua-muita-chuva-tempestades-e-frio-confira-a-previsao-1790863676783.jpg" data-image="sxzv8qw22qdf" alt="Temperatura" title="Temperatura"><figcaption>Mapa de temepratura previsto para o amanhecer desta sexta-feira (2).</figcaption></figure><p>Além dos alertas para tempestades, o avanço do sistema traz a presença de <strong>ar frio</strong>, o que deixa as <strong>temperaturas baixas</strong> na tarde desta sexta-feira (2). As mínimas ficam <strong>inferiores a 10°C</strong> em boa parte do Rio Grande do Sul e áreas da Serra Catarinense. Já as máximas <strong>não superam os 22°C</strong> do leste gaúcho ao sul do Rio de Janeiro.</p><h2>Sábado: alerta de tempestades afeta diversos estados</h2><p>Antecedendo as eleições, o sábado (3) tem previsão de <strong>chuvas espalhadas pelo Brasil</strong>, de Norte a Sul. Até o final da manhã, as chuvas permanecem intensas sobre o leste de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, gerando alertas por conta do grande volume acumulado, que pode <strong>superar os 70 mm</strong> em diversos pontos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frentes-frias-nao-dao-tregua-muita-chuva-tempestades-e-frio-confira-a-previsao-1790863598227.jpg" data-image="207mhvfg0p1v" alt="Precipitação e nebulosidade" title="Precipitação e nebulosidade"><figcaption>Previsão de precipitação e nebulosidade para a tarde de sábado (3).</figcaption></figure><p>Enquanto isso, no Sul do Brasil, um <strong>ciclone extratropical</strong> começa a se formar e já aumenta as chances de chuvas intensas nas cidades próximas à divisa com o Uruguai e a Argentina. À tarde, as chuvas ganham terreno e afetam estados de todas as cinco regiões do país, com destaque para o <strong>Rio Grande do Sul</strong>, onde há riscos de <strong>tempestades com fortes rajadas de vento e queda de granizo</strong>.</p><p>Sobre o Sudeste, Centro-Oeste, Região Norte e o oeste do Nordeste, a previsão é de chuvas fracas a moderadas na sua grande maioria. No entanto, não estão descartadas <strong>tempestades pontuais</strong>, principalmente no Sudeste.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frentes-frias-nao-dao-tregua-muita-chuva-tempestades-e-frio-confira-a-previsao-1790863631020.jpg" data-image="dml7byom54e3" alt="Densidade de raios." title="Densidade de raios."><figcaption>Densidade de raios mostra áreas mais propícias a tempestades neste sábado (3).</figcaption></figure><p>Ao final da noite de sábado (3), o ciclone estará consolidado e sua frente fria avança pelo Sul do Brasil, deixando inúmeros municípios sob <strong>alerta para chuvas intensas e transtornos</strong>. Além disso, não está descartada a ocorrência de granizo.</p><h2>Domingo: eleições e chuvas intensas pelo Brasil</h2><p>A segunda frente fria que avança pelo Brasil nesta semana provoca <strong>chuvas intensas e temporais</strong> desde a madrugada, afetando áreas do leste do Rio Grande do Sul, região central de Santa Catarina, boa parte do Paraná e o centro-sul de Mato Grosso do Sul. Enquanto isso, instabilidades atuam sobre o norte de Goiás, sul do Pará e áreas pontuais do oeste da Bahia, Tocantins e Minas Gerais.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frentes-frias-nao-dao-tregua-muita-chuva-tempestades-e-frio-confira-a-previsao-1790863475265.jpg" data-image="9mwvdc8a7rl2" alt="Precipitação e vento" title="Precipitação e vento"><figcaption>Previsão de precipitação e vento em superfície para o domingo (4).</figcaption></figure><p>Entre a manhã e a tarde de domingo (4), <strong>durante o horário de votação</strong>, as chuvas ocorrem em diversas localidades do Brasil:</p><ul><li>Região Sul: chuvas pontuais em Santa Catarina e no Paraná.</li><li>Região Sudeste: riscos de <strong>chuvas intensas e temporais</strong>, com destaque para Minas Gerais, onde há maiores chances de transtornos.</li><li>Região Centro-Oeste: <strong>potencial para tempestades</strong> em Goiás e no sul de Mato Grosso.</li></ul><p>Há também previsão de pancadas de chuva moderadas nos estados de Rondônia, Tocantins, Pará e Amazonas, além do litoral nordestino, oeste da Bahia e sul do Maranhão.</p><h2>Segunda-feira: chuvas continuam e temperatura diminui</h2><p>Na segunda-feira (5), o modelo ECMWF prevê o <strong>retorno das chuvas na Região Sul</strong>, com a atuação de um intenso canal de umidade. A previsão mostra a atuação de um <strong>cavado</strong> que se estende do sul do Paraguai ao nordeste gaúcho, afetando a porção norte do Rio Grande do Sul e parte de Santa Catarina. As chuvas intensas podem vir acompanhadas de <strong>queda de granizo</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frentes-frias-nao-dao-tregua-muita-chuva-tempestades-e-frio-confira-a-previsao-1790863421309.jpg" data-image="u848bue1dmwt" alt="Canal de umidade" title="Canal de umidade"><figcaption>Intenso corredor de umidade atua sobre áreas do Centro-Oeste e Sul do Brasil na segunda-feira (5).</figcaption></figure><p>Com o passar das horas, a instabilidade ganha força e afeta outros estados, como Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Minas Gerais. Durante a tarde, não estão descartadas as chances de temporais nesses estados e, consequentemente, <strong>riscos de alagamentos, transbordamentos de rios e danos às lavouras</strong>, devido aos dias consecutivos de chuvas intensas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="791141" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/duas-frente-frias-em-apenas-5-dias-mantem-o-risco-de-ondas-de-tempestades-severas.html" title="Duas frente frias em apenas 5 dias mantém o risco de ondas de tempestades severas">Duas frente frias em apenas 5 dias mantém o risco de ondas de tempestades severas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/duas-frente-frias-em-apenas-5-dias-mantem-o-risco-de-ondas-de-tempestades-severas.html" title="Duas frente frias em apenas 5 dias mantém o risco de ondas de tempestades severas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/duas-frente-frias-em-apenas-5-dias-mantem-o-risco-de-ondas-de-tempestades-severas-1790704183883_320.jpg" alt="Duas frente frias em apenas 5 dias mantém o risco de ondas de tempestades severas"></a></article></aside><p>O <strong>frio de segunda-feira (5)</strong> fica concentrado sobre o leste da Região Sul. Os termômetros <strong>não superam os 20°C</strong> em Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC) e Curitiba (PR). A tarde também será fria no interior paulista, mineiro e no sul mato-grossense, com termômetros na casa dos <strong>24°C</strong>.</p><h2>Terça-feira: sol volta a aparecer e frente fria perde força</h2><p>A frente fria perde força ao longo da terça-feira (6), mas ainda será capaz de promover <strong>pancadas de chuva sobre o Sudeste</strong>, em especial no leste de São Paulo, Triângulo Mineiro, e no sul de Minas Gerais e do Rio de Janeiro. Áreas pontuais de Goiás também devem registrar pancadas de chuva de leve intensidade, incluindo o <strong>Distrito Federal</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frentes-frias-nao-dao-tregua-muita-chuva-tempestades-e-frio-confira-a-previsao-1790863121968.jpg" data-image="tusxnd6hk3q4" alt="Nebulosidade e chuva" title="Nebulosidade e chuva"><figcaption>Previsão de presença de nuvens e chuva para a tarde de terça-feira (6).</figcaption></figure><p>O <strong>sol volta a aparecer</strong> de maneira tímida sobre Mato Grosso do Sul, sul de Goiás e áreas pontuais de Minas Gerais. No Espírito Santo, a previsão é de tempo estável com algumas nuvens. Na Região Sul, o tempo fica parcialmente nublado, com pancadas de chuva concentradas no Paraná.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frentes-frias-nao-dao-tregua-muita-chuva-tempestades-e-frio-confira-a-previsao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Um avião caça-furacões da NOAA penetrou no olho do devastador furacão Polo e o vídeo é impressionante]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/um-aviao-caca-furacoes-da-noaa-penetrou-no-olho-do-devastador-furacao-polo-e-o-video-e-impressionante.html</link><pubDate>Thu, 01 Oct 2026 10:19:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Acompanhe o NOAA Corps enquanto o alferes Josh Murdock voa diretamente para o olho do furacão Polo. Testemunhe as intensas estruturas em nuvem e as condições atmosféricas deste poderoso ciclone sobre o Oceano Pacífico.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xbc99ta"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xbc99ta.jpg" id="xbc99ta"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Quando pensamos num furacão de categoria 5, imaginamos ventos violentos, chuva torrencial e um céu em caos. Mas, do outro lado da parede do olho, o cenário muda repentinamente. <strong>Surge um claro de céu azul rodeado por torres de nuvens que se elevam até onde a vista não alcança</strong>. Era assim que se via o olho do furacão Polo a partir de um avião caça-furacões da NOAA.</p><div class="texto-destacado">A 22 de setembro, quando um avião da NOAA investigou o Polo, o Centro Nacional de Furacões (NHC) informou que o ciclone, na altura um furacão de categoria 5, apresentava ventos máximos sustentados próximos dos 285 quilômetros por hora e uma pressão central de 892 hPa.</div><p>Em torno dessa zona de calma, local e momentânea, o furacão continua a girar. <strong>A parede do olho envolve-o como um anel de tempestades onde se concentram alguns dos ventos mais intensos do sistema</strong>. E para chegar à relativa quietude do centro, os aviões de reconhecimento têm de atravessar essa zona de nebulosidade e turbulência.</p><h2>A calma no meio da tempestade</h2><p><strong>O olho é a região central de um furacão</strong>. Aí, as condições podem ser relativamente calmas e até permitir ver parte do céu. Mas essa calma tem um limite muito claro. À sua volta encontra-se a parede do olho, que, vista de um avião, parece torres de poderosas nuvens de tempestade que se elevam.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/un-avion-cazahuracanes-de-la-noaa-se-adentro-en-el-ojo-del-devastador-huracan-polo-y-el-video-es-soprendente-1790695862751.png" data-image="z789f65z58xl" alt="ciclon tropical; meteorologia; ciencia; pared" title="ciclon tropical; meteorologia; ciencia; pared"><figcaption>Os furacões muito intensos costumam ter olhos pequenos e bem definidos, mas o tamanho do olho, por si só, não indica a sua força.</figcaption></figure><p><strong>O contraste ajuda a compreender por que razão a imagem é tão impressionante</strong>. A imagem captada pela câmara é um momento de pausa num sistema que continua em movimento.</p><h2>O que procuravam os caçadores de furacões no Polo?</h2><p><strong>A missão decorreu enquanto Polo atingia a sua máxima intensidade sobre o Pacífico mexicano</strong>. Os caçadores de furacões entram nestas tempestades para medir o que se passa por baixo das suas nuvens, para além do que uma imagem de satélite consegue mostrar.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="789259" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/altantico-continua-sem-furacoes-um-recorde-em-60-anos-de-registos.html" title="Atlântico continua sem furacões: um recorde em 60 anos de registos">Atlântico continua sem furacões: um recorde em 60 anos de registos</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/altantico-continua-sem-furacoes-um-recorde-em-60-anos-de-registos.html" title="Atlântico continua sem furacões: um recorde em 60 anos de registos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/toujours-aucun-ouragan-sur-l-atlantique-un-record-en-60-ans-de-mesures-1789485480996_320.jpeg" alt="Atlântico continua sem furacões: um recorde em 60 anos de registos"></a></article></aside><p><strong>Os seus instrumentos registam a estrutura do ciclone e a tripulação lança sondas que recolhem dados sobre o vento, a pressão, a temperatura e a humidade à medida que descem</strong>. Essas informações ajudam os meteorologistas a avaliar a sua intensidade e a melhorar as previsões.</p><h2>Um furacão que mudava por dentro</h2><p>No caso de Polo, as medições permitiram acompanhar uma mudança que não era evidente apenas pela beleza das imagens. <strong>Durante a tarde de 22 de setembro, o NHC identificou indícios da formação de uma segunda parede em torno da primeira parede do olho</strong>. Horas depois, indicou que o Polo se encontrava num ciclo de substituição da parede.</p><div class="texto-destacado">Durante a substituição, uma nova parede circunda e substitui a original. O furacão costuma enfraquecer temporariamente, embora possa recuperar força posteriormente.</div><p><strong>O vídeo de Murdock permite-nos ver a dimensão dessa paisagem de nuvens a partir do interior do ciclone</strong>. Os dados recolhidos durante o voo contam a outra parte da história. Enquanto o avião sobrevoava o olho, o Polo continuava a reorganizar-se.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referências da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Oficina%20de%20Operaciones%20Marinas%20y%20Aviaci%C3%B3n%20de%20la%20NOAA" data-year="2026" data-title="Lockheed%20WP-3D%20Orion" data-url="https%3A%2F%2Fwww.omao.noaa.gov%2Faircraft-operations%2Faircraft%2Flockheed-wp-3d-orion">Oficina de Operaciones Marinas y Aviación de la NOAA. (2026). <a href="https://www.omao.noaa.gov/aircraft-operations/aircraft/lockheed-wp-3d-orion" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Lockheed WP-3D Orion</a>.</cite><br><cite data-author="Centro%20Nacional%20de%20Huracanes" data-year="2026" data-title="Hurricane%20Polo%20Advisory%20Number%20%20%209" data-url="https%3A%2F%2Fwww.nhc.noaa.gov%2Farchive%2F2026%2Fep17%2Fep172026.public.009.shtml">Centro Nacional de Huracanes. (2026). <a href="https://www.nhc.noaa.gov/archive/2026/ep17/ep172026.public.009.shtml" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Hurricane Polo Advisory Number 9</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/um-aviao-caca-furacoes-da-noaa-penetrou-no-olho-do-devastador-furacao-polo-e-o-video-e-impressionante.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Canela em plantas: para que serve e o erro que pode danificá-las]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/canela-em-plantas-para-que-serve-e-o-erro-que-pode-danifica-las.html</link><pubDate>Thu, 01 Oct 2026 08:27:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Você provavelmente tem canela em casa, mas talvez não saiba que ela também pode ser usada em suas plantas. O segredo é saber quando ela pode ajudar e quando é melhor evitá-la.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/canela-en-las-plantas-para-que-sirve-y-el-error-que-puede-danarlas-1789607960250.png" data-image="4p0l2kqmrg2g" alt="canela em pó em uma colher" title="canela em pó em uma colher"><figcaption>A canela contém compostos com propriedades interessantes para o jardim, mas usar uma quantidade maior não significa que ela protegerá melhor as nossas plantas.</figcaption></figure><p>Se você tem <strong>plantas </strong>em casa, provavelmente já se deparou com a dica popular de usar <strong>canela em pó </strong>nelas. Mofo na terra? Canela. Podou um galho? Um pouco de canela. Acha que há um problema com fungos? Canela de novo. Pode parecer que esse ingrediente comum da cozinha consegue resolver praticamente qualquer problema no jardim.</p><p>É por isso que a canela se tornou um dos remédios caseiros mais populares para o cuidado com as plantas. Alguns desses truques têm embasamento científico, embora muitos outros tenham sido exagerados ao longo do tempo. Portanto, antes de pegar o pote na cozinha, vale a pena<strong> saber quando a canela pode ajudar e quando não</strong>.</p><div class="texto-destacado">A canela contém um composto chamado cinamaldeído, responsável por grande parte de seu aroma característico, bem como por algumas de suas propriedades. Ela tem sido estudada por sua capacidade de inibir o crescimento de certos fungos, o que explica, em parte, sua reputação na jardinagem.</div><p>Isso se torna<strong> especialmente importante quando há umidade excessiva ou após vários dias de chuva</strong>. O solo demora mais para secar, o que pode fazer com que as raízes sofram com o excesso de água. Se o vaso permanecer úmido por muito tempo, também podem surgir fungos, odores desagradáveis e apodrecimento.</p><p>É aí que entra um dos erros mais comuns: ver mofo ou fungos e aplicar canela, presumindo que isso resolverá o problema. Se o solo estiver encharcado, com má drenagem ou circulação de ar inadequada, a canela não resolverá a causa do problema. O primeiro passo é identificar a origem do excesso de umidade e corrigi-lo.</p><p>Então, a canela funciona ou não?<strong> Ela pode ser útil, mas não é uma solução para tudo</strong>. O segredo está em saber quando usá-la, aplicar a quantidade certa e entender o que a sua planta realmente precisa antes de recorrer a remédios caseiros.</p><h2>O que a canela realmente pode fazer pelas suas plantas</h2><p>A reputação da canela não surgiu inteiramente da internet. Essa especiaria pode ter algumas aplicações úteis no jardim, especialmente contra certos tipos de mofo, mas é importante compreender suas limitações.</p><p><strong> Uma pequena quantidade pode ser útil em algumas situações</strong>, mas não serve como tratamento para todas as doenças das plantas. Se as raízes já estiverem apodrecendo ou a planta apresentar uma infecção avançada, polvilhar canela sobre o solo não fará milagres. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/canela-en-las-plantas-para-que-sirve-y-el-error-que-puede-danarlas-1789607977751.png" data-image="aiukk7cmfyns"><figcaption>Antes de aplicar qualquer remédio caseiro, verifique a mistura de solo, a drenagem e os níveis de umidade; muitas vezes, é aí que o verdadeiro problema começa.</figcaption></figure><p>Outro uso comum da canela é <strong>aplicá-la sobre os cortes de poda</strong>. Não é necessário cobrir a planta inteira nem encher o solo de canela; basta aplicar uma pequena quantidade diretamente no corte para ajudar a proteger a área exposta.</p><p>O mesmo vale para o substrato. <strong>Se notar mofo na superfície</strong>, verifique o nível de umidade da terra antes de adicionar canela. Insira o dedo alguns centímetros no solo e, se ainda o sentir úmido, aguarde antes de regar novamente. Além disso, certifique-se de que os furos de drenagem do vaso não estejam obstruídos e evite deixar água acumulada no pratinho.</p><div class="texto-destacado">Vasos pequenos perdem umidade muito mais rápido do que os grandes; por isso, duas plantas posicionadas lado a lado podem não precisar ser regadas ao mesmo tempo.</div><ul> </ul><p>Isso se torna ainda mais importante após vários dias de chuva. Nesse momento, em vez de adicionar mais produtos ou tratamentos, suas plantas precisam que o solo seque para que as raízes voltem a receber oxigênio. Se possível, proteja os vasos da chuva direta e coloque-os em um local com boa circulação de ar.</p><h3>O problema não é a canela — é tentar resolver tudo com ela</h3><p>Imagine que está chovendo há vários dias e você encontra uma camada esbranquiçada sobre o solo. Você adiciona uma quantidade generosa de canela, o problema visível desaparece e você continua regando normalmente. Esse é exatamente o erro: o<strong> excesso de umidade</strong> ainda está lá.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/canela-en-las-plantas-para-que-sirve-y-el-error-que-puede-danarlas-1789608011926.png" data-image="lb7bzl7i6zz2"><figcaption>As raízes também precisam de ar. O solo que permanece encharcado por muito tempo pode danificá-las e favorecer o apodrecimento.</figcaption></figure><p>Os primeiros sinais de alerta geralmente são fáceis de identificar. Folhas amareladas, caules moles, crescimento lento, solo que permanece úmido e um odor desagradável vindo do substrato são fatores que exigem atenção. Nesses casos, é preciso<strong> verificar as raízes, a drenagem e a frequência de rega, em vez de simplesmente adicionar mais canela</strong>.</p><p>Durante a estação chuvosa, evite regar as plantas apenas por uma questão de calendário e esvazie os pratinhos onde a água possa ter se acumulado sob os vasos. Também é fundamental utilizar um substrato bem aerado e com boa drenagem.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="644624" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/bendita-canela-conheca-seu-local-de-origem-caracteristicas-beneficios-para-a-saude-e-usos-culinarios.html" title="Canela: conheça a origem, os benefícios para a saúde e usos culinários dessa especiaria">Canela: conheça a origem, os benefícios para a saúde e usos culinários dessa especiaria</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/bendita-canela-conheca-seu-local-de-origem-caracteristicas-beneficios-para-a-saude-e-usos-culinarios.html" title="Canela: conheça a origem, os benefícios para a saúde e usos culinários dessa especiaria"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/canela-1708014249234_320.jpg" alt="Canela: conheça a origem, os benefícios para a saúde e usos culinários dessa especiaria"></a></article></aside><p>Se detectar uma <strong>doença em estágio avançado, identifique o problema antes de aplicar qualquer produto</strong>, pois nem todos os fungos são combatidos da mesma maneira, e nem tudo o que é branco e aparece no vaso é necessariamente prejudicial.</p><br><strong>A canela pode ser uma aliada útil para suas plantas, mas não faz milagres</strong>. Use-a apenas quando realmente necessário e em pequenas quantidades. Se o solo estiver encharcado, melhore primeiro a drenagem e deixe-o secar. Isso ajudará muito mais do que despejar meio pote de canela no vaso.]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/canela-em-plantas-para-que-serve-e-o-erro-que-pode-danifica-las.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Telescópio Hubble da NASA detecta estranha galáxia "desincronizada" a 60 milhões de anos-luz de distância]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/telescopio-hubble-da-nasa-detecta-estranha-galaxia-desincronizada-a-60-milhoes-de-anos-luz-de-distancia.html</link><pubDate>Wed, 30 Sep 2026 23:25:38 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>O Hubble fotografou a NGC 4698, uma galáxia do Aglomerado de Virgem com uma estrutura incomum: o núcleo central e o gás mais interno giram quase perpendicularmente ao disco, o que provavelmente é um indício de um passado turbulento.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/il-telescopio-hubble-della-nasa-individua-una-galassia-fuori-sincrono-1790612162198.png" data-image="wnqylh2rna56" alt="NGC4698" title="NGC4698"><figcaption>A galáxia espiral NGC 4698 observada pelo Telescópio Espacial Hubble. O bojo central apresenta uma orientação incomum em relação ao disco, atravessado por faixas de poeira. Crédito: ESA/Hubble e NASA, D. Thilker, equipe MAUVE-HST.</figcaption></figure><p>A primeira imagem que nos vem à mente ao observar a <strong>galáxia NGC 4698</strong> é a de uma esfera armilar — isto é, uma esfera formada por vários anéis concêntricos, alguns dos quais podem girar em relação aos outros em torno de eixos diferentes.</p><p>No caso da NGC 4698, o<strong> núcleo da galáxia gira em torno de um eixo diferente daquele em torno do qual gira o disco espiral</strong>.</p><p>Ao analisar as inúmeras galáxias do Aglomerado de Virgem fotografadas pelo telescópio Hubble, os astrônomos não puderam deixar de notar essa <strong>peculiaridade </strong>da NGC 4698.</p><h2>Uma espiral aparentemente normal a 60 milhões de anos-luz</h2><p>A cerca de 60 milhões de anos-luz da nossa Via Láctea, <strong>o aglomerado de galáxias de Virgem contém milhares de galáxias</strong> unidas pela gravidade.</p><p>O<strong> telescópio espacial Hubble</strong>, no âmbito do projeto MAUVE, está fotografando o aglomerado com uma resolução que permite distinguir os detalhes de cada galáxia.</p><div class="texto-destacado">O projeto MAUVE — sigla para "<em>Multiphase Astrophysics to Unveil the Virgo Environment</em>" — tem como objetivo estudar como um ambiente como um aglomerado de galáxias pode influenciar a evolução delas.</div><p>Como o próprio nome indica, o MAUVE está revelando inúmeras galáxias muito peculiares, e uma delas é justamente a NGC 4698.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/il-telescopio-hubble-della-nasa-individua-una-galassia-fuori-sincrono-1790612760530.png" data-image="ergawnqdrlaj"><figcaption>Representação artística de como um processo de fusão entre galáxias pode modificar a estrutura da galáxia resultante.</figcaption></figure><p>À primeira vista, poderia parecer uma galáxia espiral comum (veja a imagem de capa deste artigo), com faixas de poeira que se assemelham a filamentos de cor marrom-avermelhada, enquanto estrelas jovens e massivas produzem pequenas concentrações de cor azul.</p><div class="texto-destacado">Uma galáxia espiral é um sistema de estrelas, gás e poeira caracterizado por um disco achatado em rotação, no qual se desenvolvem braços espirais característicos ao redor de uma região central mais densa. Nos braços concentram-se gás, poeira e numerosas regiões de formação de novas estrelas.</div><p>A <strong>nova imagem obtida pelo telescópio</strong> espacial Hubble mostra uma galáxia na qual<strong> os braços espirais não parecem ter origem no núcleo, mas sim formar um anel ao redor dele</strong> — um anel que gira não no mesmo plano dos braços, mas em um plano perpendicular: uma espécie de "galáxia dessincronizada".</p><h2>O centro da galáxia gira quase perpendicularmente ao disco</h2><p>A nova imagem do Hubble permite ver claramente os braços espirais e vislumbrar um<strong> tênue halo estelar que se estende acima e abaixo do disco</strong>, mas que gira em torno de um eixo perpendicular a ele..</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>A definição que a NASA utiliza para a galáxia NGC 4698 é "out of sync", ou seja, "desincronizada".<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>A anomalia não se limita apenas ao aspecto da galáxia. As medições cinemáticas mostram que as<strong> estrelas e o gás das regiões mais próximas do centro giram em um plano praticamente perpendicular ao da componente principal da galáxia</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/il-telescopio-hubble-della-nasa-individua-una-galassia-fuori-sincrono-1790612501531.jpg" data-image="i3abiv0beg3f"><figcaption>Pequena porção do Aglomerado de Virgem, que contém milhares de galáxias, entre elas a NGC 4698. Crédito: RubinObs/NOIRLab/SLAC/NSF/DOE/AURA</figcaption></figure><p><strong>Isso contradiz o que sabemos e observamos em outras galáxias</strong>. Portanto, levanta-se a hipótese de que uma intervenção externa tenha modificado a estrutura e a dinâmica desta galáxia.</p><h2>É possível que uma colisão antiga tenha alterado a orientação da NGC 4698</h2><p>Uma das hipóteses mais aceitas é que, <strong>ao longo de sua vida, a galáxia tenha capturado gás proveniente do exterior e com um momento angular orientado perpendicularmente ao da galáxia</strong>. Esse gás, uma vez estabilizado dinamicamente, formou um novo componente central inclinado em relação à galáxia preexistente. Posteriormente, no interior desse gás, formaram-se estrelas e aglomerados estelares.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="783850" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/galaxia-rara-abriga-tres-buracos-negros-supermassivos-revela-novo-estudo.html" title="Galáxia rara abriga três buracos negros supermassivos, revela novo estudo">Galáxia rara abriga três buracos negros supermassivos, revela novo estudo</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/galaxia-rara-abriga-tres-buracos-negros-supermassivos-revela-novo-estudo.html" title="Galáxia rara abriga três buracos negros supermassivos, revela novo estudo"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/galaxia-rara-abriga-tres-buracos-negros-supermassivos-revela-novo-estudo-1786815300357_320.png" alt="Galáxia rara abriga três buracos negros supermassivos, revela novo estudo"></a></article></aside><p>Outra hipótese é a de uma <strong>fusão</strong>. É possível que esse gás, que hoje forma o halo, estivesse contido em outra galáxia menor com a qual ocorreu um evento de fusão que, no entanto, preservou a forma dos braços espirais.</p><p>A NGC 4698 é um excelente exemplo de como o aspecto aparentemente ordenado de uma galáxia pode ocultar uma história muito mais agitada, marcada por eventos macroscópicos remotos que, contudo, deixaram sua marca até os dias de hoje.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/telescopio-hubble-da-nasa-detecta-estranha-galaxia-desincronizada-a-60-milhoes-de-anos-luz-de-distancia.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Energias renováveis ​​bateram recorde em 2025, mas o mundo ainda estão longe da meta climática para 2030]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/energias-renovaveis-bateram-recorde-em-2025-mas-o-mundo-ainda-esta-longe-da-meta-climatica-para.html</link><pubDate>Wed, 30 Sep 2026 22:06:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>O mundo adicionou mais capacidade de energia renovável em 2025 do que nunca, mas, segundo um novo relatório da IRENA, o ritmo ainda está longe de ser suficiente para cumprir o compromisso assumido pelos países na COP28.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/draft-renewables-hit-a-record-in-2025-but-the-world-is-still-way-off-its-2030-climate-target-report-finds-1790677376803.png" data-image="6sn67idtz1cq"><figcaption>A capacidade global de energia renovável continuou a crescer a um ritmo recorde, mas pesquisadores alertaram que a implementação ainda precisa quase dobrar para atingir a meta de triplicar a capacidade até 2030.</figcaption></figure><p>Na cúpula do clima <strong>COP28</strong>, realizada em Dubai em 2023, mais de 100 países assinaram um compromisso de<strong> triplicar a capacidade global de energia renovável até 2030</strong>, ganhando destaque no noticiário mundial.</p><p>Esse foi um dos principais marcos das negociações e, a boa notícia é que a iniciativa parece ter funcionado até agora, já que as fontes renováveis continuaram crescendo desde então.</p><p>A informação consta em um novo relatório elaborado pela Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA), pela Presidência da COP31 e pela <em>Global Renewables Alliance</em>, indicando que<strong> o mundo adicionou um volume recorde de 690 gigawatts de capacidade de energia renovável em 2025</strong>. No entanto, o relatório também aponta que<strong> isso ainda não é suficiente</strong>.</p><h2>Ainda falta mais da metade do caminho</h2><p>O relatório constatou que, para realmente<strong> cumprir a meta</strong> de triplicar a capacidade de energia renovável, o <strong>mundo precisaria instalar, em média, cerca de 1.200 GW de nova capacidade renovável a cada ano até 2030</strong>. Ou seja, basicamente, o ritmo atual precisa quase dobrar.</p><p>A <strong>capacidade global total de energia renovável </strong>atingiu<strong> 5,15 terawatts no final de 2025</strong>, segundo o relatório. A meta necessária para cumprir o compromisso é de 11,2 TW, o que significa que o mundo ainda não chegou nem à metade do caminho, restando poucos anos para o prazo final.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/draft-renewables-hit-a-record-in-2025-but-the-world-is-still-way-off-its-2030-climate-target-report-finds-1790677417627.png" data-image="afyinf6p2a52"><figcaption>O relatório também destacou a necessidade de investimentos muito mais rápidos em redes elétricas, armazenamento e eficiência energética, para que a nova geração renovável possa ser utilizada de forma eficaz.</figcaption></figure><p>O relatório constatou que não são apenas as energias renováveis que estão ficando para trás. A<strong> eficiência energética também está aquém do necessário</strong>: a intensidade energética deve melhorar cerca de 2% em 2025 — aproximadamente metade da taxa de 4% ao ano exigida para cumprir os compromissos de dobrar a eficiência.</p><p>"As energias renováveis ainda podem reduzir essa lacuna até 2030, mas a eficiência energética está atrasada, a <strong>demanda por eletricidade cresce mais rápido do que o previsto e a infraestrutura da rede não tem acompanhado esse ritmo</strong>", afirmou Francesco La Camera, diretor-geral da IRENA.</p><h2>O problema da rede</h2><p>A questão das redes elétricas é fundamental. Segundo o relatório, será <strong>necessário investir, em média, quase US$ 1 trilhão por ano nas redes entre 2026 e 2030</strong> — valor quase duas vezes superior aos US$ 525 bilhões gastos em 2025. Não faz muito sentido investir pesado em energia solar e eólica se não houver como levar a eletricidade para onde ela é necessária.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="785994" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/paineis-solares-que-nao-fazem-sombra-a-invencao-espanhola-que-revoluciona-a-convivencia-entre-agricultura-e-energia.html" title="'Painéis solares que não fazem sombra': a invenção espanhola que revoluciona a convivência entre agricultura e energia">"Painéis solares que não fazem sombra": a invenção espanhola que revoluciona a convivência entre agricultura e energia</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/paineis-solares-que-nao-fazem-sombra-a-invencao-espanhola-que-revoluciona-a-convivencia-entre-agricultura-e-energia.html" title="'Painéis solares que não fazem sombra': a invenção espanhola que revoluciona a convivência entre agricultura e energia"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/paneles-solares-que-no-hacen-sombra-el-invento-espanol-que-revoluciona-la-convivencia-entre-agricultura-y-energia-1787827287539_320.jpeg" alt="'Painéis solares que não fazem sombra': a invenção espanhola que revoluciona a convivência entre agricultura e energia"></a></article></aside><br>Ben Backwell, presidente da <em>Global Renewables Alliance</em>, afirmou que os governos precisam "tornar as energias renováveis uma prioridade econômica nacional", o que inclui expandir as redes elétricas, ampliar a capacidade de armazenamento e eletrificar residências, transportes e a indústria.<p><em></em></p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="IRENA%20via%20Reuters" data-year="September%202026" data-title="%E2%80%8BGlobal%20renewable%20deployment%20must%20double%20to%20hit%202030%20climate%20target%2C%20report%20says" data-url="https%3A%2F%2Fwww.reuters.com%2Fsustainability%2Fcop%2Fglobal-renewable-deployment-must-double-hit-2030-climate-target-report-says-2026-09-21%2F">IRENA via Reuters. (September 2026). <a href="https://www.reuters.com/sustainability/cop/global-renewable-deployment-must-double-hit-2030-climate-target-report-says-2026-09-21/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Global renewable deployment must double to hit 2030 climate target, report says</a>.</cite></p></section><p><em><br></em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/energias-renovaveis-bateram-recorde-em-2025-mas-o-mundo-ainda-esta-longe-da-meta-climatica-para.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Temporais com mais de 100 km/h causam destruição no PR, viram aviões e deixam um morto; veja imagens]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/temporais-com-mais-de-100-km-h-causam-destruicao-no-pr-viram-avioes-e-deixam-um-morto-veja-imagens.html</link><pubDate>Wed, 30 Sep 2026 20:39:49 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Temporais com fortes ventos atingiram o Paraná entre ontem (29) e a madrugada desta quarta-feira (30), e destruíram hangares, tombaram aviões e deixaram uma vítima. Há ainda registros de alagamentos, quedas de árvores, destelhamentos e falta de energia.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/temporais-com-mais-de-100-km-h-causam-destruicao-no-pr-viram-avioes-e-deixam-um-morto-veja-imagens-1790789944523.jpg" data-image="fyzcrdcdio35"><figcaption>Hangar de aeroclube ficou totalmente destruído em Toledo, no oeste paranaense, devido aos fortes ventos. Crédito: Prefeitura de Toledo.</figcaption></figure><p>Fortes<strong> tempestades </strong>com chuva intensa e<strong> rajadas de vento </strong>provocaram destruição em diferentes municípios do <strong>Paraná </strong>entre a <strong>tarde da terça-feira (29) e a madrugada desta quarta (30)</strong>.</p><p>Há registros de <strong>destelhamentos, alagamentos, quedas de árvores e falta de energia elétrica</strong>. Em Toledo, oeste do estado, os ventos passaram dos 100 km/h. Acompanhe abaixo mais informações dos estragos deixados no estado paranaense.</p><h2>Temporais e ventos fortes deixam rastro de destruição no PR</h2><p>Em <strong>Toledo</strong>, no oeste do estado, as <strong>intensas rajadas de vento</strong> <strong>destruíram hangares</strong> do Aeroporto Municipal Luiz Dalcanale Filho e lançaram estruturas metálicas e partes de coberturas sobre a PR-182. Os destroços atingiram pelo menos quatro veículos e provocaram a interdição da rodovia nos dois sentidos. Além disso, vários <strong>aviões de pequeno porte dentro do aeroporto foram tombados</strong>.</p><div class="texto-destacado">Segundo informações, as rajadas de vento em Toledo chegaram a 112,5 km/h em uma estação meteorológica localizada a oeste do aeroporto da cidade.</div><p>Mas a <strong>chuva forte também entrou no terminal de passageiros e provocou alagamentos</strong>. Equipes trabalharam durante a madrugada na retirada da água acumulada no prédio. </p><p>Impactos também foram registrados nas proximidades do aeroporto do município. A <strong>rodovia que liga o terminal à cidade ficou interrompida devido à quantidade de árvores derrubadas</strong>. </p><p>Veja abaixo vídeos divulgados na rede social <em>X</em> (antigo Twitter) que mostra os estragos deixados no hangar:</p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="pt" dir="ltr">Toledo/PR<br>30/09/2026<br><br>Aeroporto, destruição imensa...<br><br>Fenômeno sob análise. <a href="https://t.co/QELAuIB1G4">pic.twitter.com/QELAuIB1G4</a></p>— TEMPO OESTE (@TempoOeste) <a href="https://x.com/TempoOeste/status/2105253073849323986?ref_src=twsrc%5Etfw">September 30, 2026</a></blockquote></figure><p>O forte vendaval também provocou<strong> grandes danos estruturais</strong> no complexo do <strong>parque tecnológico Biopark</strong>, entre Toledo e Assis Chateaubriand.</p><p>A<strong> estrutura de um barracão</strong> que estava em construção <strong>foi arrancada e lançada contra outros dois barracões</strong>, causando danos de diferentes proporções. Além da estrutura arrancada, paredes desabaram durante o vendaval. Felizmente, não há registros de feridos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/temporais-com-mais-de-100-km-h-causam-destruicao-no-pr-viram-avioes-e-deixam-um-morto-veja-imagens-1790790964184.jpg" data-image="aobq12u4owxo"><figcaption>Barracão foi destruído nas dependências do Biopark em Toledo. Crédito: Divulgação/Redes Sociais.</figcaption></figure><p><strong>Umuarama</strong>, no noroeste do estado, amanheceu nesta quarta-feira (30) com <strong>árvores e postes caídos, veículos danificados, vias bloqueadas e imóveis sem energia </strong>após o forte temporal que atingiu o município na tarde de ontem (29). Equipes de obras e manutenção, técnicos e eletricistas da Copel atuam na recomposição da rede elétrica.</p><p><strong> Nesta cidade, um homem de 42 morreu após ser atingido pela cobertura de uma quadra de tênis que desabou</strong> durante o temporal, outro homem que estava na mesma quadra ficou gravemente ferido e uma mulher ficou ferida após ser atingida pela estrutura de uma empresa onde tentava se proteger da tempestade. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/temporais-com-mais-de-100-km-h-causam-destruicao-no-pr-viram-avioes-e-deixam-um-morto-veja-imagens-1790789985580.jpg" data-image="fsekeaasn5wv"><figcaption>Árvores e postes foram derrubados durante forte temporal nesta terça-feira (29) em Umuarama. Crédito: Divulgação Redes Sociais.</figcaption></figure><p>De acordo com os dados do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) apresentados pela Defesa Civil, a <strong>rajada máxima registrada em Umuarama foi de 101,5 km/h</strong>. </p><p>Em <strong>Novo Sarandi</strong>, os ventos arrancaram a cobertura da garagem e da lavanderia de uma residência ocupada por um casal e três crianças. Ninguém ficou ferido. A cobertura atingiu o telhado da casa e danificou calhas, fazendo com que a chuva entrasse nos cômodos do imóvel.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="791141" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/duas-frente-frias-em-apenas-5-dias-mantem-o-risco-de-ondas-de-tempestades-severas.html" title="Duas frente frias em apenas 5 dias mantém o risco de ondas de tempestades severas">Duas frente frias em apenas 5 dias mantém o risco de ondas de tempestades severas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/duas-frente-frias-em-apenas-5-dias-mantem-o-risco-de-ondas-de-tempestades-severas.html" title="Duas frente frias em apenas 5 dias mantém o risco de ondas de tempestades severas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/duas-frente-frias-em-apenas-5-dias-mantem-o-risco-de-ondas-de-tempestades-severas-1790704183883_320.jpg" alt="Duas frente frias em apenas 5 dias mantém o risco de ondas de tempestades severas"></a></article></aside><p>Em <strong>Medianeira</strong>, também no Oeste,<strong> queda de granizo e fortes ventos</strong> deixaram <strong>mais de 250 casas destelhadas </strong>e cerca de mil pessoas desalojadas. Em Piraí do Sul, nos Campos Gerais, os temporais provocaram quedas de árvores, destelhamentos de casas e falta de energia. </p><p>Os<strong> fortes temporais também atingiram outros municípios </strong>como São Miguel do Iguaçu, Santa Helena, Marechal Cândido Rondon e Cascavel, deixando principalmente transtornos como alagamentos e destelhamentos.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referências da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Rocha%2C%20S" data-year="2026" data-title="V%C3%8DDEO%3A%20Vendavais%20com%20rajadas%20acima%20de%20100%20km%2Fh%20causam%20morte%20e%20viram%20avi%C3%B5es%20no%20Paran%C3%A1" data-url="https%3A%2F%2Fwww.abcmais.com%2Fpais%2Fvideo-vendavais-com-rajadas-acima-de-100-km-h-causam-morte-e-viram-avioes-no-parana%2F">Rocha, S. (2026). <a href="https://www.abcmais.com/pais/video-vendavais-com-rajadas-acima-de-100-km-h-causam-morte-e-viram-avioes-no-parana/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">VÍDEO: Vendavais com rajadas acima de 100 km/h causam morte e viram aviões no Paraná</a>.</cite><br><cite data-author="Fernandes%2C%20M" data-year="2026" data-title="Temporal%20com%20ventos%20acima%20de%20100%20km%2Fh%20deixa%20um%20morto%2C%20desalojados%20e%20causa%20estragos%20no%20Paran%C3%A1" data-url="https%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Fpr%2Foeste-sudoeste%2Fnoticia%2F2026%2F09%2F30%2Ftempestades-parana-estragos.ghtml">Fernandes, M. (2026). <a href="https://g1.globo.com/pr/oeste-sudoeste/noticia/2026/09/30/tempestades-parana-estragos.ghtml" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Temporal com ventos acima de 100 km/h deixa um morto, desalojados e causa estragos no Paraná</a>.</cite><br><cite data-author="Reda%C3%A7%C3%A3o%20Gazeta%20de%20Toledo" data-year="2026" data-title="Vendaval%20deixa%20rastro%20de%20destrui%C3%A7%C3%A3o%20em%20Toledo%3A%20aeroporto%20tem%20hangares%20destru%C3%ADdos%2C%20aeronaves%20s%C3%A3o%20atingidas%20e%20temporal%20causa%20danos%20no%20Biopark%20e%20no%20interior" data-url="https%3A%2F%2Fgazetadetoledo.com.br%2Fvendaval-deixa-rastro-de-destruicao-em-toledo-aeroporto-tem-hangares-destruidos-aeronaves-sao-atingidas-e-temporal-causa-danos-no-biopark-e-no-interior%2F">Redação Gazeta de Toledo. (2026). <a href="https://gazetadetoledo.com.br/vendaval-deixa-rastro-de-destruicao-em-toledo-aeroporto-tem-hangares-destruidos-aeronaves-sao-atingidas-e-temporal-causa-danos-no-biopark-e-no-interior/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Vendaval deixa rastro de destruição em Toledo: aeroporto tem hangares destruídos, aeronaves são atingidas e temporal causa danos no Biopark e no interior</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/temporais-com-mais-de-100-km-h-causam-destruicao-no-pr-viram-avioes-e-deixam-um-morto-veja-imagens.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frentes frias e ciclone levam chuvas de período úmido pelo Brasil; confira a previsão]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frentes-frias-e-ciclone-levam-chuvas-de-periodo-umido-pelo-brasil-confira-a-previsao.html</link><pubDate>Wed, 30 Sep 2026 19:42:20 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Com a atuação de dois ciclones e suas frentes frias associadas, o tempo no Brasil continuará chuvoso, com ocorrência de tempestades severas no Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país. Os acumulados superam os 100 mm em diversos Estados.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xbfcqam"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xbfcqam.jpg" id="xbfcqam"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Um <strong>ciclone extratropical</strong> e sua <strong>frente fria </strong>associada já provocaram tempestades severas sobre o centro-sul do Brasil nos últimos dias. O sistema continua atuando sobre o Brasil ao longo desta quarta-feira (30), causando chuvas significativas sobre o centro-sul do país.</p><div class="texto-destacado">Estações do <em>Instituto Nacional de Meteorologia</em> (<a href="https://portal.inmet.gov.br/" target="_blank">INMET</a>) registraram acumulados de 150 mm no Rio Grande do Sul só nos últimos três dias. De acordo com o <em>Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná</em> (<a href="https://www.simepar.br/" target="_blank">Simepar</a>), as rajadas de vento no estado ultrapassaram os 100 km/h, causando danos a edifícios e veículos.</div><p>Previsões indicam que <strong>esse cenário chuvoso continuará ao longo dos próximos dias</strong> - especialmente com a formação de um segundo ciclone extratropical e sua frente fria associada, que ocorre entre sábado (3) e domingo (4) e traz mais tempestades ao centro-sul do país.</p><h2>Chuvas continuam ao longo da semana</h2><p>Nesta <strong>quarta-feira (30)</strong>, o risco de tempestades severas permanece elevado entre o norte do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e sul do Mato Grosso do Sul. No restante do Sudeste e do Centro-Oeste, o tempo permanece predominantemente firme, embora haja risco de pancadas de chuva localizadas em alguns municípios, como é possível observar na imagem abaixo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frentes-frias-e-ciclone-levam-chuvas-de-periodo-umido-pelo-brasil-confira-a-previsao-1790787372862.jpg" data-image="s43paxod07ad" alt="Previsão de probabilidade de chuvas na quarta-feira de tarde." title="Previsão de probabilidade de chuvas na quarta-feira de tarde."><figcaption>Previsão de probabilidade de chuvas na quarta-feira de tarde mostra tempestades se formando de maneira intensa sobre o Sul, podendo atingir também parte do Sudeste e Centro-Oeste.</figcaption></figure><p>Na <strong>quinta-feira (1)</strong>, primeiro dia de Outubro, a frente fria se move em direção norte e organiza uma extensa faixa de nebulosidade e precipitação sobre o Sudeste e o Centro-Oeste. As áreas mais afetadas incluem São Paulo, sul do Rio de Janeiro e sul/oeste de Minas Gerais, além de Mato Grosso do Sul, sul de Mato Grosso e sul de Goiás, como é possível observar na imagem abaixo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frentes-frias-e-ciclone-levam-chuvas-de-periodo-umido-pelo-brasil-confira-a-previsao-1790787431882.jpg" data-image="hcy2d21pxg7r" alt="Previsão de probabilidade de chuvas na quinta-feira de tarde." title="Previsão de probabilidade de chuvas na quinta-feira de tarde."><figcaption>Previsão de probabilidade de chuvas na quinta-feira de tarde mostra tempestades se formando de maneira intensa sobre uma faixa que compreende o Sudeste e Centro-Oeste do país.</figcaption></figure><p> A faixa de instabilidade causada pela frente fria continuará avançando em direção norte na <strong>sexta-feira (2)</strong>, quando as chuvas ganham maior abrangência sobre o Sudeste. Há risco alto de tempestades sobre o Rio de Janeiro, Minas Gerais e sul do Espírito Santo. Pancadas localizadas também podem ocorrem de maneira mais esparsa sobre Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal durante a tarde. Essa situação pode ser observada logo abaixo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frentes-frias-e-ciclone-levam-chuvas-de-periodo-umido-pelo-brasil-confira-a-previsao-1790787463948.jpg" data-image="u3m524tp56rl" alt="Previsão de probabilidade de chuvas na sexta-feira de tarde." title="Previsão de probabilidade de chuvas na sexta-feira de tarde."><figcaption>Previsão de probabilidade de chuvas na sexta-feira de tarde mostra tempestades se form ando de maneira mais abrangente sobre o Sudeste, atingindo parte dos estados de MG, RJ e ES.</figcaption></figure><p>Ao longo do final de semana, entre o <strong>sábado (3)</strong> e o <strong>domingo (4)</strong>, o destaque fica para um segundo sistema de ciclone e frente fria, que estará se formando ao longo destes dias e causará uma <strong>nova onda de tempestades severas</strong> sobre todo o centro-sul do país.</p><h2>Novo ciclone e frente fria se formam no final de semana</h2><p>Durante o <strong>sábado (3)</strong>, as <strong>tempestades severas</strong> atingem com força o Rio Grande do Sul, trazendo novos transtornos para a população. No <strong>domingo (4)</strong>, a frente fria avança pelo Sul, Sudeste e Centro-Oeste, atingindo Estados como Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frentes-frias-e-ciclone-levam-chuvas-de-periodo-umido-pelo-brasil-confira-a-previsao-1790787495312.jpg" data-image="1suvw2c7ngri" alt="Previsão de nebulosidade, ventos e chuva entre Sábado e Domingo." title="Previsão de nebulosidade, ventos e chuva entre Sábado e Domingo."><figcaption>Previsão de nebulosidade, ventos e chuva mostra que uma segunda frente fria se forma entre o sábado e o domingo, causando pancadas de chuva sobre o Sul, Sudeste e Centro-Oeste.</figcaption></figure><p>Efetivamente, isso fará com que o <strong>tempo permaneça chuvoso sobre as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste</strong> do país ao longo dos próximos dias. Os maiores volumes de chuva devem se concentrar inicialmente entre o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. No entanto, ao longo da semana que vem, tempestades volumosas também atingem o restante do Sudeste e do Centro-Oeste do país.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="791141" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/duas-frente-frias-em-apenas-5-dias-mantem-o-risco-de-ondas-de-tempestades-severas.html" title="Duas frente frias em apenas 5 dias mantém o risco de ondas de tempestades severas">Duas frente frias em apenas 5 dias mantém o risco de ondas de tempestades severas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/duas-frente-frias-em-apenas-5-dias-mantem-o-risco-de-ondas-de-tempestades-severas.html" title="Duas frente frias em apenas 5 dias mantém o risco de ondas de tempestades severas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/duas-frente-frias-em-apenas-5-dias-mantem-o-risco-de-ondas-de-tempestades-severas-1790704183883_320.jpg" alt="Duas frente frias em apenas 5 dias mantém o risco de ondas de tempestades severas"></a></article></aside><p>Nas áreas mais afetadas pela chuva, os acumulados podem <strong>superar 100 mm</strong> e chegar <strong>perto de 200 mm</strong>. O cenário aumenta o risco de alagamentos, enchentes, transbordamentos de rios, quedas de árvores e outros transtornos associados a temporais, mantendo o centro-sul do Brasil <strong>sob alerta para tempo severo e chuva volumosa</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frentes-frias-e-ciclone-levam-chuvas-de-periodo-umido-pelo-brasil-confira-a-previsao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Duas frentes frias não dão trégua às chuvas em SP, RJ e MG nos próximos dias]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/duas-frentes-frias-nao-dao-tregua-as-chuvas-em-sp-rj-e-mg-nos-proximos-dias.html</link><pubDate>Wed, 30 Sep 2026 18:23:03 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma frente fria já atuará sobre o Sudeste do Brasil a partir de hoje (30), aumentando as condições para chuva forte e temporais, e o segundo sistema frontal vai se formar no fim de semana, mantendo as instabilidades na região.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xbfaqmi"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xbfaqmi.jpg" id="xbfaqmi"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Uma <strong>frente fria</strong> atuará na Região Sudeste do Brasil já <strong>a partir desta quarta-feira (30)</strong>, levando condições para<strong> pancadas de chuva</strong>, <strong>temporais </strong>com raios, <strong>vendavais </strong>e até chance de queda de <strong>granizo </strong>aos estados de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Minas Gerais (MG) nos próximos dias.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>E um<strong> segundo sistema frontal</strong> vai se formar e avançar para a região<strong> a partir deste fim de semana</strong>, <strong>mantendo as instabilidades</strong> nestes três estados até o início da próxima semana. Acompanhe a seguir mais detalhes da previsão do tempo.</p><h2>Chuvas e temporais ocorrem em SP, RJ e MG durante os próximos dias</h2><p>Nesta<strong> quarta-feira (30) </strong>a <strong>primeira frente fria</strong> já provoca<strong> pancadas de chuva isoladas e temporais </strong>em São Paulo, principalmente no sul e no leste, no sul do Rio de Janeiro e no sul de Minas Gerais, especialmente no período da tarde. Ainda são esperadas <strong>rajadas de vento acima dos 60 km/h </strong>nestas áreas e que podem pontualmente chegar em torno dos <strong>100 km/h</strong>. E não se descarta a chance de queda de <strong>granizo</strong>. </p><p>E as instabilidades devem permanecer atuando neste início de outubro na região. Na <strong>quinta-feira (1º outubro)</strong> a <strong>frente fria continuará deixando alertas </strong>para estes três estados ao longo do dia.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/duas-frentes-frias-nao-dao-tregua-as-chuvas-em-sp-rj-e-mg-1790779996042.png" data-image="ngv6wzfncgxz"><figcaption>Previsão de chuvas (mm) e nebulosidade para quinta-feira (1º outubro) às 19h à esquerda e para sábado (3) às 15h à direita, segundo o modelo euroepu ECMWF.</figcaption></figure><p><strong>Chuvas moderadas a pontualmente intensas</strong>, <strong>temporais </strong>com muitos raios e chance de queda de <strong>granizo </strong>são esperadas <strong>ao longo de todo o dia em São Paulo</strong>, e <strong>entre a tarde e a noite no centro-sul de Minas Gerais e no Rio de Janeiro</strong>. Novamente, rajadas de vento acima dos 60 km/h estão previstas, podendo localmente alcançar os 100 km/h na metade norte paulista e no sul mineiro e fluminense.</p><p>Na <strong>sexta-feira (2)</strong>, o sistema continua levando chuvas moderadas desde a manhã para o leste e norte de São Paulo, o <strong>sul e o leste (Zona da mata, Vale do Rio Doce) de Minas Gerais e o Rio de Janeiro</strong>. À tarde, as chuvas ganham força e são esperadas<strong> pancadas fortes e temporais</strong> nestas áreas mineiras e fluminenses. Não se descartam ainda <strong>vendavais </strong>entre 40 e 60 km/h e queda de <strong>granizo </strong>pontual.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/duas-frentes-frias-nao-dao-tregua-as-chuvas-em-sp-rj-e-mg-1790780264587.png" data-image="mfyudvfstb3d"><figcaption>Previsão de densidade de raios para quinta-feira (1º outubro) às 15h à esquerda e para sábado (3) às 14h à direita, segundo o modelo euroepu ECMWF.</figcaption></figure><p>No<strong> sábado (3) </strong>a frente fria já estará afastada, contudo <strong>áreas de instabilidade ainda vão se formar</strong> sobre <strong>São Paulo, Rio de Janeiro e o centro-sul de Minas Gerais</strong>, deixando chuvas moderadas com riscos de temporais isolados e pancadas fortes mais pontuais. Ainda não podemos descartar vendavais de até 60 km/h e granizo pontual.</p><p>Ao longo da manhã do <strong>domingo (4)</strong> um novo ciclone e sua frente fria vão se formar entre o Uruguai e o Rio Grande do Sul e rapidamente o sistema vai se deslocar para o oceano. Mas esta <strong>segunda </strong><strong>frente fria irá avançar para o Sudeste a partir da tarde</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/duas-frentes-frias-nao-dao-tregua-as-chuvas-em-sp-rj-e-mg-1790780482086.jpg" data-image="i3tan7gf9e19"><figcaption>Previsão da probabilidade de precipitação (%) para o domingo (4) às 15h, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Mas pela <strong>manhã</strong>, devido ao processo de formação do sistema, já são esperadas <strong>chuvas intensas e temporais em grande parte de São Paulo</strong>, especialmente em áreas do oeste, centro e sul.</p><p><strong>Ao longo da tarde</strong>, a frente fria levará essas <strong>chuvas e os temporais</strong> também para <strong>o sul e a faixa oeste de Minas Gerais</strong>. São esperadas ainda rajadas de vento e possibilidade de queda de granizo.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="791281" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-frio-avanca-nas-proximas-horas-e-derruba-as-temperaturas-no-centro-sul-saiba-o-que-esperar.html" title="Ar frio avança nas próximas horas e derruba as temperaturas no Centro-Sul; saiba o que esperar">Ar frio avança nas próximas horas e derruba as temperaturas no Centro-Sul; saiba o que esperar</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-frio-avanca-nas-proximas-horas-e-derruba-as-temperaturas-no-centro-sul-saiba-o-que-esperar.html" title="Ar frio avança nas próximas horas e derruba as temperaturas no Centro-Sul; saiba o que esperar"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ar-frio-avanca-nas-proximas-horas-pelo-centro-sul-saiba-o-que-esperar-1790776782245_320.jpg" alt="Ar frio avança nas próximas horas e derruba as temperaturas no Centro-Sul; saiba o que esperar"></a></article></aside><p>Na <strong>segunda-feira (5)</strong>, a tendência é de mais um dia com o sistema frontal levando <strong>chuvas pontualmente intensas, temporais</strong> com muitos raios, vendavais e chance de granizo para<strong> todo o território paulista </strong>e para o <strong>centro-sul do Rio de Janeiro e de Minas Gerais</strong>.</p><p>E atenção, há <strong>risco potencial para transtornos</strong> <strong>ao longo de todos esses dias</strong> de atuação dos sistemas, como: alagamentos, enxurradas, deslizamentos de terra, destelhamentos, queda de galhos de árvores e danos na rede elétrica. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/duas-frentes-frias-nao-dao-tregua-as-chuvas-em-sp-rj-e-mg-nos-proximos-dias.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ar frio avança nas próximas horas e derruba as temperaturas no Centro-Sul; saiba o que esperar]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-frio-avanca-nas-proximas-horas-e-derruba-as-temperaturas-no-centro-sul-saiba-o-que-esperar.html</link><pubDate>Wed, 30 Sep 2026 14:35:38 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O ar frio avança pelo Centro-Sul até sábado, com mínimas de 4°C a 13°C em Santa Catarina na sexta. A chance de marcas próximas de 0°C diminuiu e agora se concentra nas serras altas.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xbfaj4m"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xbfaj4m.jpg" id="xbfaj4m"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O ar frio avança nesta quarta-feira (30) pelo Centro-Sul e reduz as temperaturas de forma gradual. <strong>A queda mais perceptível ocorrerá entre quinta (1º) e sexta-feira (2),</strong> quando Santa Catarina poderá amanhecer com mínimas de 4°C a 13°C. Marcas próximas de 0°C são pouco prováveis e ficam restritas às maiores altitudes.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>A mudança começa pelo Rio Grande do Sul e alcança Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo. <strong>Depois, o ar mais ameno chega a partes de Minas Gerais e do Rio de Janeiro</strong>. A queda aparece primeiro nas máximas da tarde ou nas mínimas da madrugada, conforme a área. Por isso, o frio terá intensidade diferente em cada região.</p><h2>Quarta-feira: queda começa pelo Sul </h2><p>Nesta quarta-feira (30), <strong>o ar mais frio entra pelo Rio Grande do Sul e avança para Santa Catarina. </strong>A tarde catarinense terá máximas de 18°C a 24°C, mas os termômetros diminuem à noite. No Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo, o calor perde espaço gradualmente. A mudança no termômetro depende do horário em que a frente atravessa cada área.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-frio-avanca-nas-proximas-horas-pelo-centro-sul-saiba-o-que-esperar-1790776782245.jpg" data-image="bjr6t0e0r9np" alt="anomalia, frio, previsão, sul" title="anomalia, frio, previsão, sul"><figcaption>Previsão de anomalia da temperatura do ar (°C) para quarta-feira (30), às 17h.</figcaption></figure><p>Há muita umidade no Centro-Sul, <strong>e a nebulosidade limita o resfriamento noturno em muitas áreas. </strong>Assim, tardes bem mais amenas podem vir acompanhadas de mínimas menos baixas do que se imaginava inicialmente. No leste paulista, a virada fica mais evidente entre a noite desta quarta e a quinta-feira. O sinal mais consistente da mudança ali é a redução do calor durante o dia.</p><h2>Quinta e sexta-feira: frio se espalha, mas extremos recuam </h2><p><strong>Na quinta-feira (1º), o ar frio ocupa o Sul e alcança Mato Grosso do Sul e São Paulo.</strong> Em Santa Catarina, as mínimas variam de 6°C a 14°C, e as máximas, de 16°C a 22°C. A capital paulista também terá uma tarde mais amena, com máxima prevista de 20°C. No interior paulista, a queda pode chegar mais tarde e não repetir a intensidade observada no leste.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-frio-avanca-nas-proximas-horas-pelo-centro-sul-saiba-o-que-esperar-1790777019967.jpg" data-image="ghhhmdpr115s" alt="frio, sudeste, sul" title="frio, sudeste, sul"><figcaption>Previsão da temperatura do ar (°C) para sexta-feira (2), às 6h.</figcaption></figure><p>Na sexta-feira (2), <strong>o amanhecer tende a ser o momento mais frio em Santa Catarina, com mínimas de 4°C a 13°C.</strong> Pontos altos podem registrar valores menores, mas a chance de o termômetro se aproximar de 0°C caiu. A possibilidade de geada fica concentrada nas serras. O contraste será:</p><ul> <li>Serras de SC e RS: maior chance de mínimas baixas no amanhecer de sexta.</li> <li><strong>Demais áreas catarinenses: mínimas geralmente entre 4°C e 13°C.</strong></li> <li>Leste paulista: queda mais clara nas máximas de quinta e sexta.</li> </ul><h2>Fim de semana: pouco tempo para esfriar mais </h2><p>Até a manhã de sábado (3), <strong>o ar mais ameno alcança partes do Rio de Janeiro e de Minas Gerais.</strong> A queda perde intensidade longe do Sul. A umidade e as nuvens reduzem a chance de resfriamento acentuado nas áreas baixas. Em Santa Catarina, as máximas já sobem para 17°C a 24°C no sábado.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-frio-avanca-nas-proximas-horas-pelo-centro-sul-saiba-o-que-esperar-1790777242895.jpg" data-image="qz102v8gv9at" alt="calor, frio, sudeste" title="calor, frio, sudeste"><figcaption>Previsão da temperatura do ar (°C) para sábado (3), às 15h.</figcaption></figure><p>A massa de ar frio terá atuação curta. <strong>Outra frente se aproxima pelo oeste de Santa Catarina na tarde de sábado e avança no domingo (4)</strong>, antes que as temperaturas tenham tempo de cair mais.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="791141" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/duas-frente-frias-em-apenas-5-dias-mantem-o-risco-de-ondas-de-tempestades-severas.html" title="Duas frente frias em apenas 5 dias mantém o risco de ondas de tempestades severas">Duas frente frias em apenas 5 dias mantém o risco de ondas de tempestades severas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/duas-frente-frias-em-apenas-5-dias-mantem-o-risco-de-ondas-de-tempestades-severas.html" title="Duas frente frias em apenas 5 dias mantém o risco de ondas de tempestades severas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/duas-frente-frias-em-apenas-5-dias-mantem-o-risco-de-ondas-de-tempestades-severas-1790704183883_320.jpg" alt="Duas frente frias em apenas 5 dias mantém o risco de ondas de tempestades severas"></a></article></aside><p><strong>Essa sucessão rápida de sistemas ajuda a explicar a redução do potencial de extremos</strong>. O frio perde força e as temperaturas voltam a subir em parte do Centro-Sul. No Sudeste, o alívio ainda poderá ser sentido no sábado.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-frio-avanca-nas-proximas-horas-e-derruba-as-temperaturas-no-centro-sul-saiba-o-que-esperar.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Arnold Schwarzenegger doou 16 hectares das suas melhores terras na Califórnia e ajudou a salvar um ecossistema único]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/arnold-schwarzenegger-doou-16-hectares-das-suas-melhores-terras-na-california-e-ajudou-a-salvar-um-ecossistema-unico.html</link><pubDate>Wed, 30 Sep 2026 13:54:42 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>O ator, juntamente com Betty Weider, doou uma valiosa propriedade privada que se revelou fundamental para a conclusão de um corredor ecológico histórico perto de Los Angeles.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/arnold-schwarzenegger-dono-16-hectareas-de-su-privilegiado-campo-en-california-y-contribuyo-a-salvar-un-ecosistema-unico-1790127064050.jpg" data-image="w74ium2j81vp" alt="arnold" title="arnold"><figcaption>Arnold Schwarzenegger numa cena de «Terminator: Dark Fate» (2019), onde voltou a interpretar o T-800, uma das personagens mais icónicas da sua carreira.</figcaption></figure><p>À primeira vista, eram apenas 16 hectares numa vasta paisagem de montanhas, desfiladeiros e vegetação selvagem. Mas a sua localização tornava-os difíceis de substituir: <strong>sem aquele terreno, faltava ainda uma peça a um projeto de conservação que a Califórnia vinha a desenvolver há décadas</strong>.</p><p>A propriedade situava-se no Zuma Canyon, nas Montanhas de Santa Mónica, e era propriedade conjunta de Arnold Schwarzenegger e da empresária do setor do fitness Betty Weider. <strong>Os dois decidiram doá-la, impedindo que o terreno, avaliado em mais de 500 000 dólares e passível de desenvolvimento imobiliário, fosse transformado de forma permanente</strong>. </p><h2>Por que razão estes hectares eram tão importantes</h2><p><strong>A propriedade abrangia o equivalente a pouco mais de 16 hectares, e estava estrategicamente localizada ao longo do Backbone Trail</strong>. Este trilho contínuo estende-se por aproximadamente 108 quilómetros através das Montanhas de Santa Mónica, entre o Parque Histórico Estadual Will Rogers e o Parque Estadual Point Mugu.</p><div class="texto-destacado">Mas não se trata simplesmente de um trilho para caminhadas, ciclismo ou passeios a cavalo. O seu percurso atravessa desfiladeiros, chaparral, bosques de carvalhos e áreas selvagens que sobrevivem a pouca distância de uma das maiores concentrações urbanas dos Estados Unidos.</div><p>A conclusão do percurso demorou mais de quatro décadas, porque os terrenos estavam divididos entre parques, terrenos públicos e inúmeras propriedades privadas. <strong>A criação de uma trilha contínua exigiu a incorporação de mais de 180 parcelas, avaliadas coletivamente em mais de 100 milhões de dólares</strong>, de acordo com o Serviço Nacional de Parques dos EUA (NPS).</p><p>A contribuição de Schwarzenegger e Weider foi especialmente significativa: <strong>o NPS descreveu-a como a maior doação de terrenos privados, num único ato, feita para concluir o Backbone Trail</strong>. O trilho foi finalmente concluído em 2016.</p><h3>Um ecossistema rodeado por estradas e urbanização</h3><p>As Montanhas de Santa Mónica formam uma espécie de ilha natural junto a Los Angeles, onde a expansão urbana tem vindo a invadir cada vez mais os habitats que ainda abrigam uma diversidade significativa de fauna e flora. Neste contexto, <strong>manter as áreas naturais interligadas é tão importante quanto proteger parcelas individuais</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/arnold-schwarzenegger-dono-16-hectareas-de-su-privilegiado-campo-en-california-y-contribuyo-a-salvar-un-ecosistema-unico-1790127173110.jpg" data-image="lf6j0tz4901v" alt="zuma" title="zuma"><figcaption>O Zuma Canyon faz parte de um importante corredor natural que liga áreas protegidas e facilita a circulação da fauna selvagem.</figcaption></figure><p>Uma autoestrada, um empreendimento imobiliário ou mesmo alguns edifícios podem fragmentar a paisagem e alterar não só o cenário, mas também a circulação dos animais. Foi precisamente por isso que <strong>a propriedade de Zuma Canyon foi considerada uma prioridade pelas autoridades</strong><strong>: estava disponível para desenvolvimento e ocupava uma secção sensível do corredor</strong>.</p><p>A doação assumiu, portanto, um significado mais amplo. Não se tratou simplesmente de 16 hectares de terreno que deixaram de ser propriedade privada, mas sim de<strong> uma ligação que ajudou a manter um corredor natural muito maior contínuo</strong>.</p><h2>O envolvimento de Schwarzenegger nas questões ambientais não começou aí</h2><p>Esse gesto também não foi um episódio isolado na carreira da estrela de <em>Terminator</em>. <strong>Durante o seu mandato como governador da Califórnia, de 2003 a 2011, Schwarzenegger fez da política climática uma das questões abordadas pela sua administração</strong>, embora as medidas tivessem surgido de processos legislativos e institucionais mais amplos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/arnold-schwarzenegger-dono-16-hectareas-de-su-privilegiado-campo-en-california-y-contribuyo-a-salvar-un-ecosistema-unico-1790127266927.jpg" data-image="kdj9gwjy2zpc" alt="santa monica" title="santa monica"><figcaption>A paisagem de Santa Mónica combina encostas áridas, vegetação mediterrânica e vales que descem em direção à costa do Pacífico.</figcaption></figure><p><strong>Em 2006, assinou a Lei de Soluções para o Aquecimento Global da Califórnia, conhecida como AB 32</strong>, que exigia que o estado reduzisse as suas emissões de gases com efeito de estufa para os níveis de 1990 até 2020. O Conselho de Recursos Atmosféricos da Califórnia considera esta legislação um momento decisivo na política climática do estado.</p><p>O seu envolvimento ambiental continuou após deixar o cargo. Através da <strong>Iniciativa Climática Schwarzenegger, promoveu campanhas e a Cimeira Mundial da Áustria, que realizou a sua décima edição em junho de 2026</strong> com uma mensagem forte centrada na redução da poluição e na aceleração da utilização de energias renováveis.</p><h2>Quando 16 hectares podem mudar muito mais do que uma paisagem</h2><p><strong>A história do Zuma Canyon destaca um pormenor que explica o verdadeiro valor dessa decisão</strong>. Na conservação ambiental, a extensão do terreno nem sempre é tão importante quanto a sua localização.</p><p>O terreno detido em conjunto por Schwarzenegger e Weider situava-se exatamente onde era necessário. A sua incorporação ajudou a completar um percurso de quase 108 quilómetros e <strong>garantiu que esta secção da paisagem permanecesse protegida, em vez de ficar vulnerável a futuros projetos de desenvolvimento</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="[object Object]" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><span class="encabezado"><h5 class="titular s"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/as-aves-soam-o-alarme-a-remocao-de-barreiras-naturais-compromete-a-resiliencia-dos-ecossistemas.html" title="As aves soam o alarme: a remoção de barreiras naturais compromete a resiliência dos ecossistemas">As aves soam o alarme: a remoção de barreiras naturais compromete a resiliência dos ecossistemas</a></h5></span><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/as-aves-soam-o-alarme-a-remocao-de-barreiras-naturais-compromete-a-resiliencia-dos-ecossistemas.html" title="As aves soam o alarme: a remoção de barreiras naturais compromete a resiliência dos ecossistemas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/birds-sound-the-alarm-removing-natural-buffers-erodes-ecosystem-resilience-1764678166649_320.jpeg" alt="As aves soam o alarme: a remoção de barreiras naturais compromete a resiliência dos ecossistemas"></a></article></aside><p>Após décadas a adquirir terrenos, a negociar parcelas e a interligar espaços públicos, faltavam apenas algumas peças para completar o Backbone Trail.<strong> Uma delas estava, por acaso, nas mãos de uma das figuras mais conhecidas de Hollywood</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/arnold-schwarzenegger-doou-16-hectares-das-suas-melhores-terras-na-california-e-ajudou-a-salvar-um-ecossistema-unico.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA["O mito de pôr música para as plantas": um especialista dá uma resposta científica aos amantes da jardinagem]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/o-mito-de-por-musica-para-as-plantas-um-especialista-da-uma-resposta-cientifica-aos-amantes-da-jardinagem.html</link><pubDate>Wed, 30 Sep 2026 12:19:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Ouvir música faz realmente com que as plantas cresçam melhor? A botânica oferece uma resposta científica a uma das crenças mais difundidas entre os entusiastas da jardinagem doméstica.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-mito-de-poner-musica-a-las-plantas-un-experto-en-botanica-da-respuesta-cientifica-a-los-amantes-de-la-jardineria-1790626829523.jpeg" data-image="4bvwxmannxp0" alt="Imagen 1" title="Imagen 1"><figcaption>Música e plantas: a crença e a ciência sobre como o som afeta o desenvolvimento vegetal.</figcaption></figure><p><strong>Pôr música para as plantas</strong> tornou-se uma prática curiosa entre muitos entusiastas da jardinagem. Uma prática que vai desde quem deixa a rádio ligada durante o dia até quem reproduz música clássica junto aos seus vasos; a ideia parte de uma pergunta simples: <strong>será que as plantas conseguem ouvir e beneficiar-se dos sons?</strong></p><p>A resposta científica é bastante mais complexa do que sugerem algumas experiências populares. As plantas não têm ouvidos nem um sistema nervoso como o dos animais, pelo que não ouvem uma canção da mesma forma que uma pessoa. No entanto, <strong>isso não significa que sejam completamente indiferentes às vibrações e aos estímulos mecânicos do seu ambiente</strong>.</p><h2>As plantas conseguem perceber vibrações</h2><p>Estudos sobre mecanobiologia vegetal demonstraram que <strong>as plantas conseguem detetar determinados estímulos mecânicos</strong>. O vento, o contacto de um inseto, a chuva ou mesmo certas vibrações podem provocar respostas fisiológicas nos tecidos vegetais.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">El mismo día en que se levantaba el confinamiento por la pandemia, periódicos y televisiones de medio mundo, una audiencia estimada de 250 millones de personas, se hacían eco de un insólito concierto en el Liceo de Barcelona. La sorpresa residía en que en las butacas del coliseo <a href="https://t.co/aJZPF5tXND">pic.twitter.com/aJZPF5tXND</a></p>— TendenciasdelArte (@TendenciasArte) <a href="https://x.com/TendenciasArte/status/1739202583896453501?ref_src=twsrc%5Etfw">December 25, 2023</a></blockquote></figure><p>Isso tem alimentado o interesse científico em estudar o que acontece quando as plantas são expostas a sons. Alguns trabalhos experimentais observaram que <strong>se verificam alterações em determinados processos, como a expressão de alguns genes, a produção de compostos defensivos ou o comportamento das raízes</strong>, dependendo da frequência, intensidade e duração do estímulo.</p><p>Mas existe <strong>uma diferença fundamental entre observar uma resposta biológica e demonstrar que uma planta "aprecia" a música</strong> ou que esta faz com que cresça melhor.</p><h2>Música e crescimento: não existe uma fórmula universal</h2><p>Um dos principais problemas desta crença é que <strong>costumam ser apresentados determinados gêneros musicais como benéficos para as plantas</strong>.</p><div class="texto-destacado">A música clássica é frequentemente associada a um suposto crescimento mais rápido, enquanto outras experiências populares atribuem efeitos negativos ao rock ou a sons intensos.</div><p><strong>A ciência não permite estabelecer uma regra tão simples</strong>, uma vez que não existem provas sólidas que permitam afirmar que ouvir Mozart, música clássica ou qualquer outro género musical, por si só, torne uma planta mais vigorosa.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-mito-de-poner-musica-a-las-plantas-un-experto-en-botanica-da-respuesta-cientifica-a-los-amantes-de-la-jardineria-1790627816551.jpeg" data-image="er1jtlieic4c" alt="Imagen 2" title="Imagen 2"><figcaption>Música clássica para as plantas.</figcaption></figure><p>Além disso, <strong>muitas experiências que circulam na Internet e em vários fóruns não controlam adequadamente fatores fundamentais</strong>, como a quantidade de luz, a temperatura, a humidade, a disponibilidade de água, a fertilização, a variedade vegetal ou a duração da exposição sonora.</p><p>Sem estas condições controladas, <strong>resulta muito difícil atribuir as diferenças exclusivamente à música</strong>.</p><h2>O volume pode, de facto, ser importante</h2><p>Embora a música não seja um fertilizante sonoro, isso também não significa que qualquer nível de ruído seja completamente inofensivo.<strong> As vibrações mecânicas intensas e prolongadas podem constituir um estímulo ambiental capaz de gerar respostas de stress</strong> em determinados organismos vegetais.</p><p>Se um entusiasta da jardinagem quiser ter música perto das suas plantas, o mais sensato é <strong>evitar volumes excessivamente altos e vibrações constantes</strong>. A reprodução de música a um volume normal não deve constituir motivo de preocupação num ambiente doméstico.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781460" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/ar-condicionado-natural-plantas-que-ajudam-a-deixar-o-ambiente-mais-fresco-e-melhoram-o-isolamento-termico.html" title="Ar-condicionado natural: plantas que ajudam a deixar o ambiente mais fresco e melhoram o isolamento térmico">Ar-condicionado natural: plantas que ajudam a deixar o ambiente mais fresco e melhoram o isolamento térmico</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/ar-condicionado-natural-plantas-que-ajudam-a-deixar-o-ambiente-mais-fresco-e-melhoram-o-isolamento-termico.html" title="Ar-condicionado natural: plantas que ajudam a deixar o ambiente mais fresco e melhoram o isolamento térmico"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/aire-acondicionado-natural-las-plantas-que-pueden-ayudar-a-crear-un-hogar-mas-fresco-y-mejorar-el-aislamiento-termico-1785413309225_320.jpeg" alt="Ar-condicionado natural: plantas que ajudam a deixar o ambiente mais fresco e melhoram o isolamento térmico"></a></article></aside><p><strong>O segredo está em não confundir uma possível resposta fisiológica</strong> às vibrações com a capacidade das plantas de «ouvir» músicas.</p><h2>O que as plantas realmente precisam</h2><p>Além das experiências musicais, <strong>existem fatores cuja importância para o desenvolvimento vegetal está comprovada</strong>.</p><ul><li>Iluminação adequada.</li><li>Rega adaptada a cada espécie.</li><li>Substrato com boas condições físicas.</li><li>Nutrientes disponíveis.</li><li>Temperaturas adequadas.</li><li>Ventilação correta.</li></ul><p>Também é essencial conhecer as necessidades específicas de cada planta. <strong>Um cacto não precisa das mesmas condições que uma hortênsia</strong>, enquanto um tomate cultivado num terraço terá necessidades diferentes das de uma planta de interior.</p><p>Por conseguinte,<strong> falar com uma planta, pôr lhe música</strong> ou mantê-la num ambiente tranquilo pode fazer parte da relação pessoal que cada amante de plantas estabelece com as suas culturas, mas <strong>não deve substituir os cuidados agronómicos básicos</strong>.</p><div class="texto-destacado">O verdadeiro interesse científico deste fenómeno reside na compreensão de como as plantas percebem as vibrações e respondem aos estímulos mecânicos.</div><p>Trata-se de um campo de investigação ainda em aberto que pode fornecer informações interessantes sobre a extraordinária capacidade de adaptação dos vegetais. Por enquanto, no entanto, <strong>a música continua a ser muito mais necessária para desfrutar do jardim do que para fazer crescer as suas plantas</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/o-mito-de-por-musica-para-as-plantas-um-especialista-da-uma-resposta-cientifica-aos-amantes-da-jardinagem.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item></channel></rss>