<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0"><channel><title>Meteored Brasil</title><link>https://www.tempo.com</link><description>Notícias do tempo - Confira as principais notícias sobre a meteorologia e previsão do tempo. Todas as informações são realizadas pelos nossos especialistas em meteorologia.</description><language>pt</language><lastBuildDate>Sat, 05 Sep 2026 15:10:22 +0000</lastBuildDate><pubDate>Sat, 05 Sep 2026 15:10:22 +0000</pubDate><atom:link href="https://www.tempo.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[ Copyright 2026 Meteored ]]></copyright><image><url>https://www.tempo.com/imagenes/logo_rss.png</url><title>Meteored Brasil</title><link>https://www.tempo.com</link><width>144</width><height>144</height></image><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>6</sy:updateFrequency><item><title><![CDATA[Seca recorde na Amazônia coloca 5,2 mil localidades sob alerta hídrico]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/seca-recorde-na-amazonia-coloca-5-2-mil-localidades-sob-alerta-hidrico.html</link><pubDate>Sat, 05 Sep 2026 14:09:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>O recuo cumulativo de 3,9 milhões de hectares de cobertura florestal primária ao longo de quatro décadas enfraqueceu a barreira ecológica natural, agravando o ressecamento do solo diante de anomalias meteorológicas severas no território. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/seca-recorde-na-amazonia-coloca-5-2-mil-localidades-sob-alerta-hidrico-1788541056924.jpg" data-image="za2gz040lrtl" alt="Integração entre dados do IBGE, Inmet e MapBiomas detalha a severidade do evento climático sobre assentamentos, aldeias e núcleos urbanos amazônicos. Foto: Magnific" title="Integração entre dados do IBGE, Inmet e MapBiomas detalha a severidade do evento climático sobre assentamentos, aldeias e núcleos urbanos amazônicos. Foto: Magnific"><figcaption>Integração entre dados do IBGE, Inmet e MapBiomas detalha a severidade do evento climático sobre assentamentos, aldeias e núcleos urbanos amazônicos. Foto: Magnific</figcaption></figure><p>Um estudo divulgado pela rede <a href="https://brasil.mapbiomas.org/" target="_blank">MapBiomas</a> apontou que <strong>38% das ocupações humanas na Amazônia enfrentaram alta exposição aos efeitos do El Niño</strong> registrado em 2024. Do total de 5.673 localidades mapeadas no território, <strong>2.172</strong> <strong>sofreram de forma intensa</strong> com a redução de chuvas e o aumento das temperaturas.</p><p>O evento climático decorre do <strong>aquecimento anômalo das águas superficiais do Oceano Pacífico Tropical</strong>, alterando a dinâmica de circulação atmosférica em várias regiões do planeta. Como consequência direta no bioma amazônico, a regularidade das chuvas é quebrada, favorecendo episódios severos de estiagem e elevação térmica expressiva.</p><h2>Redução na superfície de água e calor acima da média histórica</h2><p>Entre os meses de setembro e novembro de 2024, a cobertura de água superficial na Amazônia <strong>registrou um déficit de 1,9 milhão de hectares</strong> em relação à média observada entre 1985 e 2025. No mesmo intervalo de três meses, o índice de precipitação ficou<strong> 27% abaixo do padrão</strong> histórico da região.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/seca-recorde-na-amazonia-coloca-5-2-mil-localidades-sob-alerta-hidrico-1788541166165.jpg" data-image="3brtdkn13eqs" alt="Perda acumulada de 14% da vegetação nativa no bioma amazônico intensifica a vulnerabilidade da região diante dos períodos de estiagem prolongada. Foto: Magnific" title="Perda acumulada de 14% da vegetação nativa no bioma amazônico intensifica a vulnerabilidade da região diante dos períodos de estiagem prolongada. Foto: Magnific"><figcaption>Perda acumulada de 14% da vegetação nativa no bioma amazônico intensifica a vulnerabilidade da região diante dos períodos de estiagem prolongada. Foto: Magnific</figcaption></figure><p>Somada à falta de chuvas, <strong>a média das temperaturas máximas subiu 2,6ºC acima dos registros habituais</strong> para aquele período do ano. Essa combinação climática acelerou a perda de umidade do solo e intensificou o estresse hídrico sobre toda a vegetação nativa.</p><p>Em situações de escassez hídrica aliada a termômetros em alta, ocorre um avanço acentuado da evaporação na atmosfera. <strong>O resultado direto é a retração acentuada de igarapés, lagos e mananciais</strong> indispensáveis para a estabilidade ambiental da região.</p><h2>Impactos nas comunidades e retração da cobertura vegetal</h2><p>O levantamento identificou vulnerabilidades em diferentes perfis populacionais, <strong>abrangendo cidades, perímetros rurais, terras indígenas, territórios quilombolas e áreas de assentamento</strong>. A proximidade geográfica evidenciou a fragilidade dessas comunidades perante o cenário de estiagem severa.</p><div class="texto-destacado">Os registros revelam que 93% das localidades analisadas, somando 5.273 pontos habitados, situam-se em um raio de até 5 quilômetros de trechos que sofreram retração da lâmina d'água. Esse recuo alterou substancialmente a rotina dos moradores ribeirinhos e dos núcleos urbanos amazônicos.</div><p>A queda abrupta nos níveis dos rios atinge em cheio atividades de subsistência e circulação, com reflexos imediatos <strong>no transporte hidroviário, na pesca local e no fornecimento de água para consumo</strong>. Comunidades inteiras acabam isoladas devido à impossibilidade de navegação nos leitos mais rasos.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="786145" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/as-copas-das-arvores-da-amazonia-estao-ficando-vazias-o-calor-extremo-esta-provocando-a-queda-acelerada-das-folhas.html" title="As copas das árvores da Amazônia estão ficando vazias: o calor extremo está provocando a queda acelerada das folhas">As copas das árvores da Amazônia estão ficando vazias: o calor extremo está provocando a queda acelerada das folhas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/as-copas-das-arvores-da-amazonia-estao-ficando-vazias-o-calor-extremo-esta-provocando-a-queda-acelerada-das-folhas.html" title="As copas das árvores da Amazônia estão ficando vazias: o calor extremo está provocando a queda acelerada das folhas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/las-copas-de-los-arboles-de-la-amazonia-estan-quedando-vacias-el-calor-extremo-fuerza-la-caida-acelerada-de-hojas-1787939098748_320.png" alt="As copas das árvores da Amazônia estão ficando vazias: o calor extremo está provocando a queda acelerada das folhas"></a></article></aside><p>Essa vulnerabilidade meteorológica se torna ainda mais grave diante da perda acumulada de floresta. Ao longo dos 41 anos da série histórica avaliada,<strong> a Amazônia perdeu 3,9 milhões de hectares de sua cobertura verde</strong> original, correspondendo a uma diminuição de 14% da vegetação nativa.</p><p>O diagnóstico resultou do cruzamento da Coleção 11 de Cobertura e Uso da Terra com a Coleção 5 sobre Água e a coleção sobre Atmosfera do <strong>MapBiomas</strong>. Os pesquisadores também integraram estatísticas populacionais do <strong>Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística</strong> (<a href="https://www.ibge.gov.br/" target="_blank">IBGE</a>) e registros do Painel El Niño, mantido pelo <strong>Instituto Nacional de Meteorologia</strong> (<a href="https://portal.inmet.gov.br/" target="_blank">INMET</a>).</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="MapBiomas" data-year="2026" data-title="Mais%20de%202%20mil%20localidades%20da%20Amaz%C3%B4nia%20estiveram%20altamente%20expostas%20%C3%A0%20seca%20durante%20o%20El%20Ni%C3%B1o%20em%202024" data-url="https%3A%2F%2Fbrasil.mapbiomas.org%2Fmais-de-2-mil-localidades-da-amazonia-estiveram-altamente-expostas-a-seca-durante-o-el-nino-em-2024%2F">MapBiomas. (2026). <a href="https://brasil.mapbiomas.org/mais-de-2-mil-localidades-da-amazonia-estiveram-altamente-expostas-a-seca-durante-o-el-nino-em-2024/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Mais de 2 mil localidades da Amazônia estiveram altamente expostas à seca durante o El Niño em 2024</a>.</cite><br><cite data-author="Fab%C3%ADola%20Sinimb%C3%BA" data-year="2026" data-title="Seca%20na%20Amaz%C3%B4nia%20atingiu%2038%25%20das%20%C3%A1reas%20habitadas%20no%20%C3%BAltimo%20El%20Ni%C3%B1o" data-url="https%3A%2F%2Fagenciabrasil.ebc.com.br%2Fmeio-ambiente%2Fnoticia%2F2026-09%2Fseca-na-amazonia-atingiu-38-das-areas-habitadas-no-ultimo-el-nino">Fabíola Sinimbú. (2026). <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-09/seca-na-amazonia-atingiu-38-das-areas-habitadas-no-ultimo-el-nino" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Seca na Amazônia atingiu 38% das áreas habitadas no último El Niño</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/seca-recorde-na-amazonia-coloca-5-2-mil-localidades-sob-alerta-hidrico.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Como as ondas de Rossby conectam a atmosfera aos oceanos e levam alimento ao fitoplâncton]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/como-as-ondas-de-rossby-conectam-a-atmosfera-aos-oceanos-e-levam-alimento-ao-fitoplancton.html</link><pubDate>Sat, 05 Sep 2026 12:16:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Gigantescas, lentas e praticamente invisíveis — é assim que as ondas de Rossby se propagam pelos oceanos. Ao se moverem, essas ondas podem levar nutrientes ao fitoplâncton ou fazê-lo afundar para além do seu alcance.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/como-las-ondas-de-rossby-conectan-los-oceanos-y-llevan-comida-a-domicilio-al-fitoplancton-a-traves-de-la-atmosfera-1788074618550.png" data-image="lbjzdk885325" alt="fitoplâncton; mar; Rossby; afloramento" title="fitoplâncton; mar; Rossby; afloramento"><figcaption>Quando encontra luz e nutrientes suficientes, o fitoplâncton pode se multiplicar a ponto de transformar a cor do oceano.</figcaption></figure><p>Existe um paradoxo nas águas superficiais do oceano. Há abundância da luz de que o <strong>fitoplâncton </strong>necessita para a fotossíntese, mas grande <strong>parte de seu alimento permanece dezenas ou centenas de metros abaixo</strong>. Nitratos, fosfatos e outros nutrientes tendem a se acumular nas águas profundas, longe dessa zona iluminada pelo sol.</p><div class="texto-destacado">Na estrutura vertical de grande parte do oceano, é possível distinguir a termoclina — onde a temperatura diminui rapidamente — e a nutriclina — onde a concentração de nutrientes começa a aumentar com a profundidade.</div><p>O problema? Ao contrário dos peixes, <strong>esses microrganismos não conseguem percorrer longas distâncias em busca de alimento</strong>. Seu crescimento depende de correntes, processos de mistura ou ressurgência que lhes tragam nutrientes. Entre os processos capazes de realizar isso estão as <strong>ondas de Rossby</strong> — perturbações gigantescas e de movimento lento que atravessam as bacias oceânicas.</p><h2>Ondas não visíveis da praia</h2><p>Imagine o “<em>olé</em>” feito pela multidão em um estádio. Cada pessoa se levanta e se senta novamente no mesmo lugar. Ninguém se desloca pelo estádio; é o movimento em si que percorre as arquibancadas. Algo semelhante acontece com as <strong>ondas de Rossby oceânicas</strong>. Em vez de pessoas se levantando e se sentando, são <strong>vastas extensões de água que sobem e descem muito lentamente</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/como-las-ondas-de-rossby-conectan-los-oceanos-y-llevan-comida-a-domicilio-al-fitoplancton-a-traves-de-la-atmosfera-1788078170295.png" data-image="mhpvn9w1ob7g"><figcaption>As ondas de Rossby são monitoradas do espaço por meio do acompanhamento de anomalias do nível do mar que se deslocam para o oeste. Imagem cortesia do NASA Scientific Visualization Studio.</figcaption></figure><p>No entanto, elas não se parecem com as ondas que normalmente vemos quebrando na costa. Podem se estender por centenas ou até milhares de quilômetros. Ainda assim, na superfície, elevam ou rebaixam o nível do mar em apenas alguns centímetros. Por outro lado, sob a água, podem deslocar em dezenas de metros as camadas que separam as águas superficiais quentes das águas profundas, frias e ricas em nutrientes.</p><p>Elas se originam da rotação da Terra e da maneira como o efeito Coriolis varia com a latitude. Geralmente, deslocam-se para o oeste, e o fazem com extraordinária lentidão. Consequentemente, podem levar de meses a anos para atravessar o oceano. E, <strong>à medida que avançam, o movimento vertical que geram pode determinar se os nutrientes permanecem longe da luz ou se sobem </strong>o suficiente.</p><h3>A atmosfera faz o pedido</h3><p><strong>Embora se desenvolvam no oceano, muitas dessas ondas originam-se de alterações na atmosfera</strong>. Variações nos padrões de vento ou fenômenos como o El Niño-Oscilação Sul, o Dipolo do Oceano Índico ou a Oscilação Madden-Julian podem perturbar a superfície e gerar ondas oceânicas.</p><p>É assim que os dois sistemas estão conectados: uma<strong> anomalia atmosférica altera os ventos</strong> que, por sua vez,<strong> exercem pressão sobre a superfície do oceano</strong>. A resposta resultante pode propagar-se pelo interior do oceano durante meses.</p><div class="texto-destacado">À medida que uma onda de Rossby se propaga, suas cristas e cavados deformam as camadas internas do oceano: sob os cavados, a termoclina e a nutriclina podem subir, aproximando águas ricas em nutrientes da zona iluminada pelo sol; sob as cristas, essas camadas descem, afastando os nutrientes do fitoplâncton.</div><p>Mas vamos esclarecer uma coisa. As ondas não transportam uma carga de nutrientes de um lugar para outro como caminhões de entrega. O que elas transportam, principalmente, é energia. <strong>À medida que avançam, elas elevam ou rebaixam as camadas subsuperficiais de água</strong> — e, com isso, pode-se dizer que <strong>trazem a "despensa" do fitoplâncton para mais perto ou a afastam</strong>.</p><h2>Os afloramentos que seguem as ondas</h2><p>As pesquisas sobre a relação entre essas ondas e o fitoplâncton começaram com o uso de satélites. Um estudo publicado na revista <em>Nature </em>em 2001 constatou que sinais associados às<strong> ondas de Rossby </strong>correspondiam a uma parcela <strong>entre 5% e 20% da variabilidade observada na clorofila oceânica</strong>.</p><p>Em <strong>2014</strong>, um planador submarino detectou ondas de Rossby associadas à Oscilação Madden-Julian no Oceano Índico. Durante a passagem da fase que provocava a ascensão das camadas internas, o <strong>nível de concentração máxima de clorofila elevou-se entre 10 e 25 metros, aproximando-se de condições mais favoráveis de luz e nutrientes</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/como-las-ondas-de-rossby-conectan-los-oceanos-y-llevan-comida-a-domicilio-al-fitoplancton-a-traves-de-la-atmosfera-1788074841439.png" data-image="zty2tt6h1675"><figcaption>Os cavados das ondas de Rossby oceânicas trazem nutrientes para mais perto do fitoplâncton, enquanto as suas cristas os afastam da superfície.</figcaption></figure><p>Um evento ainda mais intenso ocorreu durante o La Niña de 2010–2011. As fases ascendentes das ondas elevaram a termoclina em mais de 70 metros no Oceano Índico tropical e foram associadas a um <strong>afloramento de fitoplâncton</strong> aproximadamente quatro vezes superior ao valor climatológico e duas vezes maior do que a registrada durante outro episódio de La Niña.</p><h3>A entrega também pode ser cancelada</h3><p>No entanto, <strong>nem todas as ondas transportam nutrientes para a superfície</strong>. Em 2015, 2019 e 2023, as cristas das ondas estiveram associadas a um aprofundamento da termoclina para cerca de 150 metros — aproximadamente 25 metros a mais do que o habitual. Em 2023, o máximo de clorofila deslocou-se para baixo, passando de cerca de 50 metros para profundidades entre 75 e 95 metros, praticamente desaparecendo da superfície.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="774018" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/satelites-da-nasa-ajudam-a-monitorar-o-estresse-nutricional-nos-oceanos-o-caso-de-eventos-el-nino.html" title="Satélites da NASA ajudam a monitorar o estresse nutricional nos oceanos: o caso de eventos El Niño">Satélites da NASA ajudam a monitorar o estresse nutricional nos oceanos: o caso de eventos El Niño</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/satelites-da-nasa-ajudam-a-monitorar-o-estresse-nutricional-nos-oceanos-o-caso-de-eventos-el-nino.html" title="Satélites da NASA ajudam a monitorar o estresse nutricional nos oceanos: o caso de eventos El Niño"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/estres-nutricional-oceanos-el-nino-1781410644644_320.png" alt="Satélites da NASA ajudam a monitorar o estresse nutricional nos oceanos: o caso de eventos El Niño"></a></article></aside><p>Em um oceano cada vez mais quente e estratificado, a profundidade das camadas ricas em nutrientes também está mudando. As <strong>ondas de Rossby</strong> continuarão atravessando as bacias oceânicas, mas sua <strong>capacidade de trazer nutrientes para a superfície dependerá das condições oceânicas</strong> que encontrarem pelo caminho.</p><p>O agente transportador continuará chegando, ainda que o conteúdo e o destino de cada entrega possam variar.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Carr%2C%20M.D.%2C%20Aguilar-Gonz%C3%A1les%2C%20B.%2C%20Hermes%2C%20J.%2C%20Veitch%2C%20J%20y%20Reason%2C%20C." data-year="2025" data-title="The%20Role%20of%20Rossby%20Waves%20and%20Indonesian%20Throughflow%20Waters%20in%20Shaping%20the%20Phytoplankton%20Bloom%20Over%20the%20Seychelles%20Chagos%20Thermocline%20Ridge%3A%20A%20Biogeochemical%20Argo%20Case%20Study" data-url="https%3A%2F%2Fdoi.org%2F10.1029%2F2025JC022742">Carr, M.D., Aguilar-Gonzáles, B., Hermes, J., Veitch, J y Reason, C.. (2025). <a href="https://doi.org/10.1029/2025JC022742" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">The Role of Rossby Waves and Indonesian Throughflow Waters in Shaping the Phytoplankton Bloom Over the Seychelles Chagos Thermocline Ridge: A Biogeochemical Argo Case Study</a>.</cite><br><cite data-author="Mete%20Uz%2C%20B.%2C%20Yoder%2C%20J.A.%20y%20Osychny%2C%20V." data-year="2001" data-title="Pumping%20of%20nutrients%20to%20ocean%20surface%20waters%20by%20the%20action%20of%20propagating%20planetary%20waves" data-url="https%3A%2F%2Fwww.nature.com%2Farticles%2F35054527">Mete Uz, B., Yoder, J.A. y Osychny, V.. (2001). <a href="https://www.nature.com/articles/35054527" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Pumping of nutrients to ocean surface waters by the action of propagating planetary waves</a>.</cite><br><cite data-author="Alcal%C3%A1%20Verdugo%2C%20A.%20y%20P%C3%A9rez%20Hern%C3%A1ndez%2C%20M.D." data-year="2026" data-title="Ondas%20de%20Rossby%2C%20el%20%E2%80%98Uber%20Eats%E2%80%99%20del%20oc%C3%A9ano" data-url="https%3A%2F%2Ftheconversation.com%2Fondas-de-rossby-el-uber-eats-del-oceano-287731">Alcalá Verdugo, A. y Pérez Hernández, M.D.. (2026). <a href="https://theconversation.com/ondas-de-rossby-el-uber-eats-del-oceano-287731" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Ondas de Rossby, el ‘Uber Eats’ del océano</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/como-as-ondas-de-rossby-conectam-a-atmosfera-aos-oceanos-e-levam-alimento-ao-fitoplancton.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A história do terremoto esquecido de 1975, quando um tremor de magnitude 5,0 foi registrado na Itália]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/a-historia-do-terremoto-esquecido-de-1975-quando-um-tremor-de-magnitude-5-0-foi-registrado-na-italia.html</link><pubDate>Sat, 05 Sep 2026 10:03:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>O tremor desapareceu da memória coletiva devido aos danos mínimos causados nas duas cidades. Eis o que sabemos hoje sobre aquele terremoto — o mais forte a atingir a região desde o desastroso sismo de 1908.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-storia-del-terremoto-dimenticato-del-1975-quando-sullo-stretto-si-registro-una-scossa-di-5-richter-1787307410950.jpg" data-image="v1zs5srpy66u" alt="Terremoto, Stretto di Messina." title="Terremoto, Stretto di Messina."><figcaption>O epicentro do grande terremoto de 28 de dezembro de 1908. Fonte da imagem: Wikipédia.</figcaption></figure><p>Nem todos sabem que, após o<strong> </strong>terremoto catastrófico<strong> </strong>de 28 de dezembro de 1908, a região do<strong> Estreito de Messina</strong> (<strong>Itália</strong>) foi atingida por um <strong>terremoto de magnitude 5,0</strong> (na escala Richter) que, desde então, caiu praticamente no esquecimento. Na noite de 15 para 16 de janeiro de <strong>1975</strong>, à 1h09 da manhã, o Estreito de Messina voltou a tremer.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Um tremor com magnitude estimada entre 4,7 e 5,1 — com hipocentro a uma profundidade de 10 a 21 quilômetros e epicentro na região da Calábria, entre Gallico Marina e Reggio Calabria — abalou ambas as margens.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Foi <strong>o evento sísmico local mais forte desde a catástrofe de 28 de dezembro de 1908</strong>. No entanto, cinquenta anos depois, permanece como um terremoto quase apagado da memória coletiva, devido à ausência de danos nas duas cidades.</p><h2><strong>O que sabemos hoje sobre aquele terremoto?</strong></h2><p>O tremor <strong>originou-se ao longo do plano de uma falha escalonada que margeia a costa de Reggio Calabria, no lado calabrês do Estreito </strong>— um sistema que, muito provavelmente, não havia liberado totalmente a tensão acumulada durante o grande terremoto de 1908.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-storia-del-terremoto-dimenticato-del-1975-quando-sullo-stretto-si-registro-una-scossa-di-5-richter-1787307515545.jpg" data-image="8m7f1vd0yuh3"><figcaption>A região do Estreito de Messina permanece como uma das zonas de maior atividade sísmica no Mediterrâneo.</figcaption></figure><p>Os estudos mais recentes sobre o Estreito de Messina (particularmente o estudo de 2025–2026 publicado na revista <em>Tectonophysics</em>) descrevem <strong>um sistema de pequenos segmentos de falha orientados na direção NE–SW</strong>, dispostos em um padrão de linhas diagonais e formando uma área elíptica nas <strong>imediações do epicentro do terremoto de 1908</strong>.</p><div class="texto-destacado"><strong>Essas estruturas, que são muito menores do que a falha de 1908, são as que atualmente geram sequências sísmicas de magnitude baixa a moderada (por exemplo, 2005, 2006, 2013, 2016) e são consistentes com os mecanismos de falhas típicos da região.</strong></div><p>A intensidade macrossísmica atingiu o grau VII–VIII na escala Mercalli. Em Reggio Calabria, foram registrados <strong>danos em algumas edificações mais antigas</strong>, incluindo a queda de escombros, bem como rachaduras em igrejas e prédios históricos — entre eles a Catedral e diversas estruturas públicas.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg><strong>Alguns edifícios foram declarados estruturalmente inseguros e tiveram de ser demolidos. Em Messina, os efeitos foram ainda mais limitados, envolvendo algumas pequenas rachaduras e a queda de reboco e de algumas cornijas.</strong><svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Milhares de pessoas saíram às ruas tomadas pelo medo, e muitas passaram a noite ao relento. Houve<strong> seis mortes no total, quase todas decorrentes de colapso cardiovascular provocado pelo choque</strong>. Apenas algumas pessoas sofreram ferimentos leves causados pela queda de escombros.</p><h2><strong>Por que não houve muitos danos?</strong></h2><p>O que chama a atenção, em retrospecto, é justamente a extensão limitada dos danos. Em duas cidades densamente povoadas atingidas por um tremor capaz de provocar pânico e registrar níveis elevados de intensidade,<strong> praticamente não houve desabamentos</strong>, e os danos estruturais permaneceram localizados.</p><p>É verdade que um terremoto de magnitude 5,1 na escala Richter não é particularmente intenso. No entanto, <strong>os danos limitados devem-se, em grande parte, às normas antissísmicas introduzidas após 1908</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-storia-del-terremoto-dimenticato-del-1975-quando-sullo-stretto-si-registro-una-scossa-di-5-richter-1787307591093.jpg" data-image="bdwhu9n85e3e" alt="Messina, terremoto de1908" title="Messina, terremoto de1908"><figcaption>As ruínas de Messina após o terremoto de 28 de dezembro de 1908. Fonte da imagem: Wikipedia.</figcaption></figure><p>O <strong>terremoto que atingiu Messina e Reggio Calabria em 28 de dezembro de 1908</strong> arrasou bairros inteiros e causou dezenas de milhares de mortes. A resposta legislativa foi imediata e rigorosa. O <strong>Decreto Real de 18 de abril de 1909 (e suas atualizações posteriores) impôs normas rígidas </strong>para a reconstrução e para todas as novas construções na região do Estreito.</p><p>Essas medidas introduziram<strong> restrições de altura</strong>, exigências de<strong> conexões estruturais horizontais e verticais</strong>, o uso de materiais e<strong> técnicas construtivas mais resistentes</strong>, além de <strong>inspeções rigorosas</strong>. Aplicados com relativa consistência ao longo de décadas, esses regulamentos transformaram o parque edificado de ambas as cidades.</p><p>As edificações de alvenaria reconstruídas ou erguidas após 1909 — e, em maior grau ainda, as estruturas de concreto armado dos anos seguintes — demonstraram uma capacidade muito superior de resistir a forças sísmicas em comparação com o tecido urbano anterior a 1908.</p><h2><strong>Campo de testes para a área reconstruída resistir a terremotos</strong></h2><p>O terremoto de 1975 foi, em certo sentido, o primeiro teste real daquele sistema regulatório. Embora de intensidade moderada, o tremor foi suficiente para evidenciar as disparidades nas edificações da região.</p><p>Onde as <strong>estruturas atendiam às normas de segurança sísmica, os danos restringiram-se à superfície ou foram praticamente inexistentes</strong>. Por outro lado, onde havia edifícios mais antigos — ou construídos com menos rigor ou com materiais de qualidade inferior —, surgiram rachaduras e separações estruturais.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-storia-del-terremoto-dimenticato-del-1975-quando-sullo-stretto-si-registro-una-scossa-di-5-richter-1787307665263.jpg" data-image="ehksm9z5uxsj"><figcaption>Vista panorâmica da parte central do Estreito de Messina, entre as duas margens.</figcaption></figure><p><strong> Não houve desabamentos generalizados</strong>, nem ruas inteiras tornadas intransitáveis, nem uma segunda catástrofe urbana.</p><p>Hoje, meio século depois, aquele terremoto praticamente desapareceu do discurso público. Na memória coletiva, ele foi eclipsado por eventos que atraíram mais atenção da mídia ou por tremores subsequentes (como o terremoto do Golfo de Patti, em 1978). No entanto, permanece sendo um episódio instrutivo.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="784389" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/terremotos-fortes-estao-realmente-se-tornando-mais-frequentes-ao-redor-do-mundo.html" title="Terremotos fortes estão realmente se tornando mais frequentes ao redor do mundo?">Terremotos fortes estão realmente se tornando mais frequentes ao redor do mundo?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/terremotos-fortes-estao-realmente-se-tornando-mais-frequentes-ao-redor-do-mundo.html" title="Terremotos fortes estão realmente se tornando mais frequentes ao redor do mundo?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/i-forti-terremoti-stanno-davvero-aumentando-nel-mondo-1786828117399_320.jpg" alt="Terremotos fortes estão realmente se tornando mais frequentes ao redor do mundo?"></a></article></aside><p>Ele nos lembra que <strong>o Estreito de Messina é uma área sismicamente ativa</strong> — caracterizada por um sistema de falhas complexo (incluindo falhas menores que acompanham o sistema principal de 1908) — e que eventos de magnitude moderada podem ocorrer apenas algumas décadas após um terremoto de grande magnitude.</p><p>Acima de tudo, porém, ele nos lembra que as normas antissísmicas funcionam quando são bem elaboradas e rigorosamente aplicadas. Em 1975, em Reggio e Messina, essas normas — surgidas da tragédia de 1908 — fizeram a diferença entre um terremoto aterrorizante e uma catástrofe.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/a-historia-do-terremoto-esquecido-de-1975-quando-um-tremor-de-magnitude-5-0-foi-registrado-na-italia.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria provoca alerta de extensa 'linha de tempestades' no Centro-Norte; confira]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-provoca-alerta-de-extensa-linha-de-tempestades-no-centro-norte-confira.html</link><pubDate>Sat, 05 Sep 2026 08:43:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O avanço de uma frente fria nos próximos dias sobre o Brasil permite a formação de uma linha de instabilidade que irá se deslocar no Centro-Norte do Brasil entre o sábado e domingo, gerando alertas de tempestades.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xb43hva"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xb43hva.jpg" id="xb43hva"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Neste final de semana, uma <strong>frente fria</strong> avança sobre o Brasil e, além de mudar as condições do tempo no<strong> Centro-Sul, </strong>influência também o tempo no <strong>Centro-Norte</strong>. O <strong>sistema frontal </strong>favorecerá a formação de nuvens carregadas e de uma <strong>linha de instabilidade</strong> que é uma extensa faixa com potencial para <strong>tempestades </strong>entre o final da <strong>noite de hoje (5)</strong> e o <strong>decorrer deste domingo (6)</strong>.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p>Diversos estados do Norte registrarão aumento da cobertura de nuvens após uma sequência de <strong>dias de tempo seco</strong> e firme. A seguir, veja como <strong>ficará o tempo neste</strong> final de semana nas <strong>regiões sob alerta de</strong> tempestades.</p><h2>Linha de tempestades se forma e deixa estados em alerta</h2><p>A <strong>frente fria segue avançando</strong> pelo país ao longo deste sábado (5), e <strong>áreas do Sul, Sudeste</strong> e<strong> Centro-Oeste</strong> já registram aumento de nebulosidade e pancadas de forte intensidade. Durante a manhã de hoje (5), <strong>há previsão de chuva</strong> na região de Cuiabá (MT), mas com <strong>fraca intensidade</strong>, enquanto o tempo estável prevalece no restante do Centro-Norte.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-provoca-alerta-de-extensa-linha-de-tempestades-no-centro-norte-confira-1788581116335.jpg" data-image="ec8t16oeybar" alt="Precipitação domingo madrugada." title="Precipitação domingo madrugada."><figcaption>A previsão mostra os primeirs nucleos intensos de convecção anterior ao surgimento de linhas de instabilidade sobre o Centro-Norte do Brasil durante a madrugada de domingo (6).</figcaption></figure><p>No decorrer da tarde e da noite, as <strong>instabilidades ganharão terreno </strong>e o modelo <strong><em>ECMWF </em></strong>indica <strong>maior potencial para chuvas</strong> em áreas de <strong>Mato Grosso e Rondônia</strong>. Outros estados, como Amazonas e Pará, registrarão incremento de nuvens, principalmente na porção sul.</p><p>Ao final deste sábado (5), um <strong>intenso núcleo de tempestade</strong> surgirá na divisa entre Goiás e Minas Gerais, <strong>afetando a região de</strong> Rio Verde (GO), no sul do território goiano.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="787118" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-avanca-e-muda-o-tempo-pelo-brasil-no-fim-de-semana-e-no-feriado-da-independencia.html" title="Frente fria avança e muda o tempo pelo Brasil no fim de semana e no Feriado da Independência">Frente fria avança e muda o tempo pelo Brasil no fim de semana e no Feriado da Independência</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-avanca-e-muda-o-tempo-pelo-brasil-no-fim-de-semana-e-no-feriado-da-independencia.html" title="Frente fria avança e muda o tempo pelo Brasil no fim de semana e no Feriado da Independência"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-avanca-e-muda-o-tempo-pelo-brasil-no-fim-de-semana-e-no-feriado-da-independencia-1788524486455_320.jpg" alt="Frente fria avança e muda o tempo pelo Brasil no fim de semana e no Feriado da Independência"></a></article></aside><p>Durante a <strong>madrugada de domingo (6)</strong>, esse núcleo tempestuoso <strong>ganhará o formato </strong>de uma extensa<strong> linha de instabilidade</strong>. Desta forma, haverá <strong>potencial para chuvas intensas</strong>,<strong> queda de granizo</strong>, <strong>riscos de microexplosões </strong>e fortes <strong>rajadas de vento</strong> à medida que o sistema se desloca.</p><p>As primeiras localidades atingidas pela linha de tempestades ficam no interior de<strong> Goiás, Distrito</strong> <strong>Federal </strong>e<strong> noroeste de Mins Gerais</strong>, ainda durante a madrugada e início da manhã. Simultaneamente, um <strong>segundo núcleo convectivo </strong>atuará sobre o <strong>sul do Mato Grosso</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-provoca-alerta-de-extensa-linha-de-tempestades-no-centro-norte-confira-1788581247986.jpg" data-image="n47iv0pt3hy7" alt="Densidade de raios" title="Densidade de raios"><figcaption>O mapa de densidade de raios mostra a atuação da linha de instabilidade sobre o Centro-Norte do Brasil, exemplificando as áreas com maiores chances de tempestades.</figcaption></figure><p>Esse <strong>sistema também evoluirá para uma linha de instabilidade</strong> impulsionada pela frente fria. As células com potencial para transtornos atingirão uma ampla faixa do Centro-Norte a partir das primeiras horas da manhã de domingo (6).</p><p><strong>Novamente</strong>, o <strong>sul de Goiás </strong>será afetado em uma faixa que se estende pelo interior de Mato Grosso e sul do estado de Rondônia. Ao final da manhã de domingo (6), os <strong>alertas de tempestades </strong>valerão para a região central mato-grossense e <strong>interior rondoniense, </strong>alcançando cidades como <strong>Ji-Paraná (RO) e Sinop (MT).</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-provoca-alerta-de-extensa-linha-de-tempestades-no-centro-norte-confira-1788581171026.jpg" data-image="c39kcb45o76b" alt="Linha de instabilidade sobre o Centro-Norte do Brasil." title="Linha de instabilidade sobre o Centro-Norte do Brasil."><figcaption>Linha de tempestade atua sobre áreas dos estados do Acre, Amazonas, Rondônia e Mato Grosso.</figcaption></figure><p>Durante o período da tarde, a <strong>linha de tempestades </strong>se intensificará, elevando o nível de <strong>alerta no Acre, sul</strong> do <strong>Amazonas</strong>, <strong>Rondônia </strong>e <strong>oeste do Mato Grosso</strong>. Em toda essa área<strong>, haverá riscos elevados</strong> de descargas elétricas e <strong>rajadas de vento fortes</strong>.</p><p>Com a chegada da noite, a <strong>linha de instabilidade perderá</strong> <strong>força </strong>e as precipitações enfraquecerão. Com isso, os <strong>alertas</strong> ficarão restritos a áreas pontuais do <strong>Centro-Norte</strong>, afetando entre três e quatro estados da região.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-provoca-alerta-de-extensa-linha-de-tempestades-no-centro-norte-confira.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Especialista avisa sobre as urtigas: "Elas revelam a excelente qualidade do solo — não as arranque"]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/especialista-avisa-sobre-as-urtigas-elas-revelam-a-excelente-qualidade-do-solo-nao-as-arranque.html</link><pubDate>Fri, 04 Sep 2026 23:46:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>As urtigas nem sempre são um problema: elas podem indicar um solo fértil e rico em nutrientes. Descubra o que elas sinalizam e como removê-las sem danificar o terreno.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/un-experto-advierte-no-la-arranques-de-golpe-la-presencia-de-ortigas-revela-la-excelente-calidad-de-tu-suelo-1788530023615.jpeg" data-image="9ufepw9az241"><figcaption>As urtigas nem sempre representam um problema; elas também podem indicar a saúde do solo.</figcaption></figure><p>A notória <strong>urtiga </strong>frequentemente provoca uma reação imediata no jardim: livrar-se dela o mais rápido possível. No entanto, essa planta <strong>pode oferecer informações valiosas sobre as condições do solo</strong>.</p><p>Sua presença não significa necessariamente que o solo esteja em más condições ou que a planta deva ser simplesmente removida. Pelo contrário, ela <strong>pode ser um sinal de fertilidade e boa disponibilidade de nutrientes</strong>. Antes de arrancá-la precipitadamente, vale a pena entender o que ela indica e qual a melhor forma de proceder.</p><h2>Por que as urtigas aparecem?</h2><p>A urtiga, especialmente a <strong>urtiga-comum (<em>Urtica dioica</em>)</strong>, é uma planta que geralmente<strong> prospera em solos ricos em matéria orgânica e nutrientes</strong> disponíveis. É comumente encontrada perto de acúmulos de restos vegetais, ao lado de recintos de animais ou em áreas que receberam adubação orgânica.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">How do nettles sting? Tiny hollow needles protrude from the stems and leaves of stinging nettles (Urtica dioica). Brushing against them causes them to bend, and squeezes poison held in a sac at their base into the syringe, which is then injected into the victims skin! <a href="https://x.com/hashtag/nature?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#nature</a> <a href="https://t.co/mOIrJKlR9P">pic.twitter.com/mOIrJKlR9P</a></p>— VenetiaJane's Garden (@VenetiaJane) <a href="https://x.com/VenetiaJane/status/1748291075389710606?ref_src=twsrc%5Etfw">January 19, 2024</a></blockquote></figure><p>O seu crescimento pode indicar que o solo possui boa capacidade de nutrir as plantas. <strong>No entanto, não é uma prova definitiva de qualidade</strong>: também pode surgir em solos perturbados ou úmidos, ou sob condições específicas de nitrogênio.</p><p>A <strong>sua presença deve ser interpretada em conjunto com outros indicadores</strong>, como a estrutura do solo, a atividade das minhocas e o estado das culturas.</p><h2>Um sinal de fertilidade, mas não um diagnóstico completo</h2><p>Existe uma explicação simples para a relação entre as urtigas e o solo fértil. Essas plantas<strong> prosperam em ambientes ricos em nutrientes</strong>, especialmente <strong>onde há matéria orgânica </strong>em decomposição. Nesses locais, elas encontram recursos que favorecem seu crescimento e permitem a formação de populações densas.</p><p>Isso não significa que as urtigas "criem" fertilidade por conta própria, nem que sua presença garanta uma colheita abundante.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779454" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/papelao-no-jardim-em-vez-do-lixo-o-truque-para-combater-ervas-daninhas-e-melhorar-a-qualidade-do-solo.html" title="Papelão no jardim em vez do lixo: o truque para combater ervas daninhas e melhorar a qualidade do solo">Papelão no jardim em vez do lixo: o truque para combater ervas daninhas e melhorar a qualidade do solo</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/papelao-no-jardim-em-vez-do-lixo-o-truque-para-combater-ervas-daninhas-e-melhorar-a-qualidade-do-solo.html" title="Papelão no jardim em vez do lixo: o truque para combater ervas daninhas e melhorar a qualidade do solo"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/kartons-im-garten-statt-im-muell-warum-immer-mehr-hobbygaertner-auf-pappe-gegen-unkraut-und-fure-bessere-boeden-setzen-1784209553372_320.png" alt="Papelão no jardim em vez do lixo: o truque para combater ervas daninhas e melhorar a qualidade do solo"></a></article></aside><p>Ao mesmo tempo, <strong>não se deve presumir que qualquer área coberta por urtigas seja automaticamente excelente</strong>. A qualidade do solo depende de muitos outros fatores: nutrientes, matéria orgânica, capacidade de retenção de água, aeração e equilíbrio biológico.</p><p>Ainda assim, observá-las pode oferecer uma<strong> oportunidade de conhecer melhor o terreno</strong>. Se elas surgem ao lado de outras plantas vigorosas e o solo parece saudável, podem fazer parte de um conjunto de indicadores positivos.</p><h2>Tem que arrancá-las tudo de uma vez?</h2><p>A recomendação de <strong>não removê-las todas de uma vez</strong> faz sentido quando o objetivo é preservar a biodiversidade e evitar perturbar o ambiente desnecessariamente. As urtigas podem oferecer abrigo e alimento para diversos insetos, além de fazerem parte da vegetação espontânea do jardim.</p><p>Elas também podem ser<strong> removidas gradualmente</strong>, especialmente se estiverem crescendo perto de caminhos, áreas de lazer ou locais onde o contato com a pele possa ser problemático.</p><div class="texto-destacado">Se não estiverem invadindo uma área cultivada ou obstruindo a passagem, uma opção é deixá-los em um espaço controlado.<br></div><p>Para removê-las, as medidas mais importantes são<strong> usar luvas resistentes, cobrir os braços e as pernas</strong> e trabalhar com cuidado.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/un-experto-advierte-no-la-arranques-de-golpe-la-presencia-de-ortigas-revela-la-excelente-calidad-de-tu-suelo-1788530424851.jpeg" data-image="7wrx5gzq201c"><figcaption>É essencial proteger-se ao manusear urtigas.</figcaption></figure><p> Se você deseja reduzir a presença delas, o ideal é<strong> remover as plantas antes que produzam sementes e ficar atento a possíveis rebrotes</strong>. Em vez de recorrer imediatamente a produtos químicos, você pode optar por métodos mecânicos e manter a área limpa. </p><h2>Como aproveitar sua presença na horta?</h2><p>As urtigas também podem fornecer informações úteis para o manejo da horta. Se elas surgirem em um canteiro, vale a pena <strong>observar se o solo está recebendo aplicações de esterco, composto ou restos vegetais</strong>. Tais observações podem ajudar a ajustar as práticas de adubação e evitar a adição de nutrientes desnecessários.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">Las plantas bioindicadoras nos informan sobre las características del suelo: Diente de león (fósforo y molibdeno), Amapola silvestre (calcio), Ortiga mayor (nitrógeno y humedad), Llantén mayor (compactación) y Coquillo (acidez y anaerobiosis). <a href="https://x.com/hashtag/Agronom%C3%ADa?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Agronomía</a> <a href="https://x.com/hashtag/Jardiner%C3%ADa?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Jardinería</a> <a href="https://t.co/Gob0qVAH8M">pic.twitter.com/Gob0qVAH8M</a></p>— Ing. R. Valdivia (@InteresAgro) <a href="https://x.com/InteresAgro/status/1807914940050858296?ref_src=twsrc%5Etfw">July 1, 2024</a></blockquote></figure><p>Além de tudo isso, <strong>as urtigas podem desempenhar um papel no manejo mais natural do jardim</strong>; por exemplo, algumas pessoas as utilizam para preparar soluções à base de plantas, embora estas não devam ser consideradas substitutas de uma adubação equilibrada ou dos tratamentos necessários quando há presença de pragas ou doenças.</p><h2>É importante observar antes de agir</h2><p>Da próxima vez que as urtigas surgirem, o ideal é <strong>não as encarar apenas como um incômodo</strong>; como mencionado anteriormente, elas podem oferecer pistas sobre a fertilidade do solo e proporcionar uma oportunidade de compreender melhor as condições do terreno.</p><p>O segredo está em observar, interpretar e agir com critério. <strong>Se não causarem problemas, podem ser mantidas em uma área controlada</strong>. Caso a remoção seja necessária, realizá-la de forma gradual e segura ajuda a preservar o equilíbrio do jardim.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>É claro que a sua presença não é suficiente para confirmar que o terreno é excelente.<br><svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>É muito importante perceber que, às vezes, uma planta espontânea pode revelar mais sobre o solo do que qualquer rótulo de fertilizante.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/especialista-avisa-sobre-as-urtigas-elas-revelam-a-excelente-qualidade-do-solo-nao-as-arranque.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[China testa modelo de avião gigante para transportar 800 passageiros a uma velocidade de 1.000 km/h]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/china-testa-modelo-de-aviao-gigante-para-transportar-800-passageiros-a-uma-velocidade-de-1-000-km-h.html</link><pubDate>Fri, 04 Sep 2026 22:31:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>A China está testando uma aeronave de alta capacidade com mais de 800 assentos, envergadura de 85 metros e velocidade de cruzeiro próxima de 1.000 km/h.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/china-prueba-un-modelo-de-avion-gigante-para-transportar-a-800-pasajeros-a-una-velocidad-de-1000-km-h-1788337379618.jpg" data-image="b1g1rrhq6swc"><figcaption>O projeto BWB da aeronave chinesa integra as asas e a fuselagem em uma estrutura única e visa reduzir o arrasto aerodinâmico. A aeronave possui uma envergadura de 85 metros — superando o limite do Código F da ICAO — e ainda não tem data prevista para construção. Imagem: IA</figcaption></figure><p>A <strong>China </strong>nos surpreende mais uma vez. Desta vez, o país trabalha no projeto de uma<strong> aeronave comercial</strong> que se distancia significativamente da arquitetura convencional dos aviões de passageiros. A iniciativa surgiu no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Aerodinâmica da China (CARDC), que testou um modelo baseado na configuração<em> Blended Wing Body</em> (BWB) — ou corpo de asa integrada —, na qual <strong>a fuselagem central e as asas formam uma superfície única e contínua</strong>.</p><p>As dimensões projetadas refletem a capacidade que o projeto visa alcançar. A aeronave teria aproximadamente <strong>43 metros de comprimento e 85 metros de envergadura</strong>, atingindo uma velocidade de cruzeiro próxima de<strong> 1.000 km/h</strong>. No papel, ela poderia transportar<strong> mais de 800 passageiros </strong>em voos de longa distância.</p><h2>Assim seria o avião chinês para 800 passageiros</h2><p>O conceito BWB altera a configuração convencional de uma aeronave comercial. Em vez de concentrar a carga em uma fuselagem separada das asas, a proposta chinesa integra ambos os componentes em <strong>uma estrutura contínua</strong>. Como resultado, uma área superficial maior da aeronave contribui para a geração de sustentação.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">China adds an 800-passenger jet with a blended wing body (BWB) to its big aircraft plan. Futuristic plane model has a wingspan 1.6 times that of a B-2 Spirit stealth bomber and seats more than worlds largest commercial aircraft.<a href="https://t.co/s4OS9Zg23u">https://t.co/s4OS9Zg23u</a><a href="https://t.co/5PEKG3nZCl">https://t.co/5PEKG3nZCl</a> <a href="https://t.co/VoFcbstDRs">pic.twitter.com/VoFcbstDRs</a></p>— Fay (@FaySue6) <a href="https://x.com/FaySue6/status/2094308429477142533?ref_src=twsrc%5Etfw">August 31, 2026</a></blockquote></figure><p>Com essa arquitetura, os pesquisadores buscam obter <strong>menor arrasto aerodinâmico durante o voo</strong>. Essa característica permitiria uma combinação de capacidade, desempenho e consumo de energia distinta daquela das aeronaves comerciais convencionais.</p><p>O tamanho também faz uma diferença significativa. Com uma <strong>envergadura de 85 metros</strong>, a aeronave planejada seria maior do que o Airbus A380, que possui envergadura inferior a 80 metros. A <strong>velocidade de cruzeiro projetada para a aeronave é de aproximadamente 987 km/h</strong>.</p><h2>Testes da aeronave gigante foram feitos em escala 1:52</h2><p>Antes de avançar para uma aeronave em escala real, a China submeteu o conceito a<strong> testes em um túnel de vento transônico</strong>. Para esse fim, foi utilizado um <strong>modelo em escala 1:52</strong>, medindo aproximadamente 80 centímetros de comprimento e com uma envergadura de 1,6 metros.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/china-prueba-un-modelo-de-avion-gigante-para-transportar-a-800-pasajeros-a-una-velocidad-de-1000-km-h-1788337313227.jpg" data-image="jd59ga2vcslj"><figcaption>A China está testando uma aeronave com capacidade para mais de 800 passageiros, envergadura de 85 metros e velocidade de cruzeiro de 987 km/h. O modelo BWB está passando por testes em túnel de vento enquanto a China avalia sua viabilidade para voos de longa distância. Imagem: IA.</figcaption></figure><p>Os <strong>testes abrangeram velocidades que variaram de 493 a 987 km/h</strong>. Durante os ensaios, foram analisados o comportamento aerodinâmico, a estabilidade e a deformação estrutural — três aspectos essenciais para verificar como essa configuração responde a diversas condições de voo.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="775626" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/o-megaprojeto-do-seculo-o-plano-de-engenharia-da-china-que-redistribui-agua-por-todo-o-seu-territorio.html" title="O megaprojeto do século: o plano de engenharia da China que redistribui água por todo o seu territorio">O megaprojeto do século: o plano de engenharia da China que redistribui água por todo o seu territorio</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/o-megaprojeto-do-seculo-o-plano-de-engenharia-da-china-que-redistribui-agua-por-todo-o-seu-territorio.html" title="O megaprojeto do século: o plano de engenharia da China que redistribui água por todo o seu territorio"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-megaproyecto-del-siglo-el-plan-de-ingenieria-con-el-que-china-redistribuye-el-agua-de-todo-su-territorio-1782387847515_320.jpeg" alt="O megaprojeto do século: o plano de engenharia da China que redistribui água por todo o seu territorio"></a></article></aside><p>Os resultados indicaram uma razão sustentação-arrasto máxima de aproximadamente 20 em velocidades inferiores a 867 km/h. Esse valor serve como medida de eficiência aerodinâmica, uma vez que uma razão elevada indica que a aeronave gera sustentação com um arrasto relativamente menor.</p><h2>A envergadura de 85 metros representa um problema</h2><p>O principal desafio do projeto não está apenas em fazer a aeronave voar. Sua envergadura de 85 metros<strong> excederia o limite estabelecido para a categoria Código F da Organização da Aviação Civil Internacional</strong> (OACI), que abrange aeronaves com envergaduras variando de 65 a pouco menos de 80 metros.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/china-prueba-un-modelo-de-avion-gigante-para-transportar-a-800-pasajeros-a-una-velocidad-de-1000-km-h-1788337547509.jpg" data-image="bbfndfee8wld"><figcaption>O protótipo chinês foi testado em escala 1:52 em um túnel de vento transônico, utilizando um modelo de 80 centímetros de comprimento. Os testes analisaram sua estabilidade e comportamento entre 493 e 987 km/h — a velocidade projetada para a futura aeronave comercial. Imagem: IA.</figcaption></figure><p>Essa diferença<strong> afetaria sua utilização em aeroportos</strong> já existentes. As instalações precisariam avaliar aspectos como pistas de taxiamento, áreas de estacionamento e pátios, visto que as dimensões projetadas ultrapassariam os limites padrão para essa categoria.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/kadJZMJM2xM/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=kadJZMJM2xM" id="kadJZMJM2xM"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>Por enquanto, a aeronave para 800 passageiros permanece como um conceito em <strong>fase de testes</strong>.</p><p>Não existe uma aeronave comercial em escala real baseada nessa proposta, nem uma data definida para sua construção ou entrada em serviço. Consequentemente, o projeto ainda não avançou além da fase experimental.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/china-testa-modelo-de-aviao-gigante-para-transportar-800-passageiros-a-uma-velocidade-de-1-000-km-h.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A Finlândia do Brasil: o vilarejo com cachoeiras, arquitetura nórdica e Natal o ano inteiro]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/a-finlandia-do-brasil-o-vilarejo-com-cachoeiras-arquitetura-nordica-e-natal-o-ano-inteiro.html</link><pubDate>Fri, 04 Sep 2026 21:03:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Este famoso distrito turístico localizado no município de Itatiaia, no Rio de Janeiro, é conhecido por ser a única colônia finlandesa do Brasil, abrigando beleza naturais, atrativos natalinos ao longo do ano e arquitetura nórdica.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-finlandia-do-brasil-o-vilarejo-com-cachoeiras-arquitetura-nordica-e-natal-o-ano-inteiro-1788542752080.jpg" data-image="c71fg13rs613"><figcaption>Decoração natalina na ‘Pequena Finlândia’ em Penedo (RJ). Crédito: GC/Blog Vambora!</figcaption></figure><p>A <strong>“Pequena Finlândia brasileira”</strong> é um <strong>distrito </strong><strong>turístico </strong>que faz parte do município de Itatiaia, no sul do Rio de Janeiro, sendo bem conhecida por ser a única colônia finlandesa do Brasil.</p><p>O destino abriga <strong>atrativos naturais</strong> como belas cachoeiras, decoração e atrativos natalinos que permanecem ao longo de todo o ano e<strong> arquitetura com inspiração europeia</strong>.</p><p>Estamos falando de <strong>Penedo</strong>, um <strong>distrito charmoso e calmo</strong>, com o som das águas das cachoeiras e clima ameno. Descubra abaixo todos os atrativos que este local oferece.</p><h2>O que conhecer em Penedo</h2><p>O distrito tem o turismo como sua principal atividade econômica, se destacando pelo seu<strong> clima bucólico</strong>, suas <strong>pousadas tranquilas</strong>, e pela <strong>arquitetura e cultura de origem finlandesa</strong>. Foi fundado em 1929 por imigrantes finlandeses liderados por Toivo Uuskallio. </p><p>Localizado<strong> </strong>aos pés da Serra da Mantiqueira, um dos principais atrativos do distrito é a <strong>Pequena Finlândia</strong>, um<strong> shopping temático no centro a céu aberto</strong> com chalés europeus, lojas de artesanato, chocolates artesanais, entre outros.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="766603" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/cidade-do-nordeste-com-quase-meio-seculo-esconde-arquitetura-portuguesa-e-praias-paradisiacas.html" title="Cidade do Nordeste com quase meio século esconde arquitetura portuguesa e praias paradisíacas">Cidade do Nordeste com quase meio século esconde arquitetura portuguesa e praias paradisíacas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/cidade-do-nordeste-com-quase-meio-seculo-esconde-arquitetura-portuguesa-e-praias-paradisiacas.html" title="Cidade do Nordeste com quase meio século esconde arquitetura portuguesa e praias paradisíacas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/cidade-do-nordeste-com-quase-meio-seculo-esconde-arquitetura-portuguesa-e-praias-paradisiacas-1777563708407_320.jpg" alt="Cidade do Nordeste com quase meio século esconde arquitetura portuguesa e praias paradisíacas"></a></article></aside><p>Além disso, Penedo tem a<strong> Casa do Papai Noel</strong>, que fica na Pequena Finlândia, um local encantador que garante a diversão de toda a família e <strong>fica aberto o ano todo</strong>. Trata-se de uma <strong>construção em estilo nórdico com correio temático e fábrica de brinquedos</strong>.</p><div class="texto-destacado">O principal atrativo de Penedo é a ‘Pequena Finlândia’, um conjunto de lojas, restaurantes e cafés no centrinho que simulam a imagem de uma vila tradicional finlandesa em pleno estado do Rio de Janeiro.</div><p>Outro ponto turístico é o <strong>Museu Finlandês Dona Eva</strong>, que guarda centenas de peças que contam a história da imigração e da cultura da Finlândia na região.</p><p>Outro ponto forte da cultura nórdica trazida para cidade são os <strong>esportes de aventura</strong>, como por exemplo, <strong><em>trekking</em></strong>, quadriciclos e até balonismo para os amantes de adrenalina. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-finlandia-do-brasil-o-vilarejo-com-cachoeiras-arquitetura-nordica-e-natal-o-ano-inteiro-1788542824407.jpg" data-image="a39uqi0w8k9g"><figcaption>Uma pequena ponte na área comercial Pequena Finlândia em Penedo, no município de Itatiaia, Rio de Janeiro. Crédito: Themium/Creative Commons CC0 1.0.</figcaption></figure><p>A <strong>gastronomia </strong>também é um ponto forte da região. A culinária local tem bastante influência da cultura finlandesa e é composta, entre outros, por pratos à base de truta, além de excelentes <strong>chocolaterias </strong>e <strong>cervejarias artesanais</strong>.</p><p>E entre os atrativos naturais destacam-se as<strong> belas cachoeiras</strong>, como a Cachoeira de Deus, a Três Cachoeiras e o Poço das Esmeraldas, ótimas para banho e contemplação.</p><p>Elas ficam no <strong>Parque Nacional do Itatiaia</strong>, que conta também com trilhas e observação de aves, a poucos quilômetros da vila.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-finlandia-do-brasil-o-vilarejo-com-cachoeiras-arquitetura-nordica-e-natal-o-ano-inteiro-1788542851697.jpg" data-image="4udeky1m3lnb"><figcaption>A Três Cachoeiras, em Penedo (RJ). Crédito: Cinthiaa22/Tripadvisor.</figcaption></figure><p>A <strong>Três Cachoeiras</strong> é um complexo de quedas d'água, bem acessível e o mais tradicional da região. Apesar do nome, trata-se de uma única cachoeira, mas com três quedas d’água que formam piscinas naturais. A <strong>Cachoeira de Deus</strong> é a maior queda d’água de Penedo, com cerca de 15 metros de altura e uma grande piscina natural logo abaixo.</p><p><strong>Como chegar? </strong>Penedo fica a cerca de 170 km da capital do Rio de Janeiro e a 270 km da capital paulista, com acesso pela Rodovia Presidente Dutra e um trecho final de estrada estadual até o portal de entrada.</p><p><strong>Quando visitar?</strong> Por estar aos pés da Serra da Mantiqueira, o clima é muito agradável na maior parte do ano. Mas é claro, no inverno as temperaturas caem e faz friozinho. Mas qualquer período é bom para ir conhecer a região.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Reda%C3%A7%C3%A3o%20O%20Antagonista" data-year="2026" data-title="A%20Pequena%20Finl%C3%A2ndia%20do%20Brasil%3A%20um%20vilarejo%20com%20Natal%20o%20ano%20inteiro%2C%20a%20primeira%20sauna%20do%20pa%C3%ADs%20e%20cachoeiras%20geladas%20na%20serra%20do%20Rio" data-url="https%3A%2F%2Foantagonista.com.br%2Fladooa%2Fturismo%2Fa-pequena-finlandia-do-brasil-um-vilarejo-com-natal-o-ano-inteiro-a-primeira-sauna-do-pais-e-cachoeiras-geladas-na-serra-do-rio%2F">Redação O Antagonista. (2026). <a href="https://oantagonista.com.br/ladooa/turismo/a-pequena-finlandia-do-brasil-um-vilarejo-com-natal-o-ano-inteiro-a-primeira-sauna-do-pais-e-cachoeiras-geladas-na-serra-do-rio/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">A Pequena Finlândia do Brasil: um vilarejo com Natal o ano inteiro, a primeira sauna do país e cachoeiras geladas na serra do Rio</a>.</cite><br><cite data-author="Bressan%2C%20V" data-year="2024" data-title="%E2%80%98Pequena%20Finl%C3%A2ndia%E2%80%99%20%C3%A9%20a%20principal%20atra%C3%A7%C3%A3o%20de%20Penedo" data-url="https%3A%2F%2Fviagemeturismo.abril.com.br%2Fbrasil%2Fpequena-finlandia-e-a-principal-atracao-de-penedo%2F">Bressan, V. (2024). <a href="https://viagemeturismo.abril.com.br/brasil/pequena-finlandia-e-a-principal-atracao-de-penedo/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">‘Pequena Finlândia’ é a principal atração de Penedo</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/a-finlandia-do-brasil-o-vilarejo-com-cachoeiras-arquitetura-nordica-e-natal-o-ano-inteiro.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria traz muita chuva e frio à SP ao longo de todo o Feriado; veja a previsão]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-traz-muita-chuva-e-frio-a-sp-ao-longo-de-todo-o-feriado-veja-a-previsao.html</link><pubDate>Fri, 04 Sep 2026 19:40:33 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Entre este sábado (5) e a segunda-feira (7), uma frente fria vai deixar o estado de São Paulo em atenção para chuvas fortes, temporais, vendavais e uma queda acentuada das temperaturas.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xb3wnbm"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xb3wnbm.jpg" id="xb3wnbm"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Entre este fim de semana e a segunda-feira (7), a passagem de uma<strong> frente fria</strong> pelo estado de <strong>São Paulo</strong> vai favorecer áreas de <strong>chuvas</strong>, que podem ocorrer com forte intensidade e acompanhadas por <strong>temporais</strong>, além de <strong>vendavais </strong>no leste e interior do estado.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Além disso, na retaguarda do sistema, uma massa de ar frio ingressará causando uma<strong> queda acentuada das temperaturas</strong>, especialmente no leste do estado, deixando as <strong>manhãs geladas</strong> e as tardes amenas ou até com uma sensação de friozinho.</p><p>Acompanhe a seguir mais detalhes da previsão do tempo.</p><h2>Feriadão com chuva forte e temporais em SP</h2><p>Nesta <strong>sexta-feira (4)</strong><strong> áreas de instabilidade</strong> já atingem o<strong> sul e o leste de São Paulo</strong> entre meados da tarde e a noite, com risco de pancadas fortes no leste, <strong>inclusive na região da Grande São Paulo</strong>. A capital paulista terá sol e muitas nuvens durante a tarde e pancadas de chuva chegam à noite.</p><p>Ao longo do <strong>sábado (5)</strong>, com a aproximação da frente fria, a nebulosidade e as condições para chuvas aumentam e se espalham por todo o território paulista. <strong>Chuvas moderadas a pontualmente intensas</strong> e com <strong>temporais </strong>são esperadas pela <strong>manhã </strong>em áreas do<strong> oeste, sul, centro e leste </strong>de São Paulo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-muita-chuva-e-frio-a-sp-ao-longo-de-todo-o-feriado-veja-a-previsao-1788535092096.png" data-image="1nucrgqodnmc"><figcaption>Previsão de precipitação (mm) e nebulosidade para sábado (5) às 13h à esquerda e domingo (6) às 6h à direita, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>À <strong>tarde</strong>, essas <strong>chuvas </strong>continuam atuando mas <strong>se espalham também para as demais áreas</strong> do estado, e ainda com risco de <strong>temporais</strong>. À noite, elas ficam concentradas no sul e leste de São Paulo.</p><p>A<strong> capital paulista</strong> terá céu parcialmente nublado com algumas aberturas de sol e <strong>chuvas ao longo de todo o dia</strong>, com risco maior de <strong>temporais </strong>pela manhã. São esperados em torno de 30 mm.</p><div class="texto-destacado"> Entre o sábado (5) e a manhã do domingo (6) são esperadas chuvas moderadas a intensas e temporais em todo São Paulo, e vendavais de até 60 km/h no centro-leste ao longo do domingo (6). No Feriado (7) o tempo volta a ficar firme em praticamente toda a região. </div><p>No<strong> domingo (6)</strong> as <strong>chuvas ocorrem principalmente entre a madrugada e a manhã</strong> em todo o estado de São Paulo, com intensidade <strong>moderada a forte</strong>, e risco de <strong>temporais isolados</strong> em áreas do oeste, centro e norte. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-muita-chuva-e-frio-a-sp-ao-longo-de-todo-o-feriado-veja-a-previsao-1788535528366.png" data-image="7eys2vc8p35e"><figcaption>Previsão de densidade de raios para o sábado (5) às 12h à esquerda e às 14h à direita, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Ao longo da <strong>tarde </strong>essas <strong>chuvas diminuem</strong> em boa parte do estado, acontecendo mais em áreas do norte, noroeste e leste do estado; à noite chuvas fracas a moderadas ocorrem na faixa leste.</p><p>Além disso,<strong> rajadas de vento entre 50 e 60 km/h</strong> (pontulamente até acima disso) podem ocorrer ao longo do <strong>domingo (6)</strong> no <strong>centro-leste</strong> paulista, inclusive na região costeira, deixando o <strong>mar agitado</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-muita-chuva-e-frio-a-sp-ao-longo-de-todo-o-feriado-veja-a-previsao-1788536242485.jpg" data-image="fufgmpgch6wv"><figcaption>Previsão de rajadas de vento (km/h) para domingo (6) às 17h, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>O <strong>domingo (6)</strong> será mais um <strong>dia chuvoso na capital</strong> paulista, com céu nublado e acumulado em torno de 35 mm.</p><p>Já no <strong>feriado de segunda-feira (7)</strong> a<strong> tendência é de melhora do tempo</strong>, especialmente no centro-oeste de São Paulo, onde o sol volta a predominar. Porém, <strong>ainda haverá chance de pancadas de chuva no norte paulista e em áreas próximas à Serra da Mantiqueira</strong>, mas sem risco de temporais.</p><p>Na capital paulista, o tempo volta a ficar firme, com sol entre muitas nuvens durante o dia e períodos de céu nublado à noite.</p><h2>Queda acentuada das temperaturas</h2><p>A partir do fim de semana uma<strong> massa de ar frio ingressa</strong> derrubando as temperaturas em São Paulo, deixando as <strong>manhãs geladas</strong> em diversas localidades, <strong>especialmente no leste do estado</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="787118" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-avanca-e-muda-o-tempo-pelo-brasil-no-fim-de-semana-e-no-feriado-da-independencia.html" title="Frente fria avança e muda o tempo pelo Brasil no fim de semana e no Feriado da Independência">Frente fria avança e muda o tempo pelo Brasil no fim de semana e no Feriado da Independência</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-avanca-e-muda-o-tempo-pelo-brasil-no-fim-de-semana-e-no-feriado-da-independencia.html" title="Frente fria avança e muda o tempo pelo Brasil no fim de semana e no Feriado da Independência"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-avanca-e-muda-o-tempo-pelo-brasil-no-fim-de-semana-e-no-feriado-da-independencia-1788524486455_320.jpg" alt="Frente fria avança e muda o tempo pelo Brasil no fim de semana e no Feriado da Independência"></a></article></aside><p>No fim de semana o frio já começa a atuar no leste paulista, com mínimas chegando em torno dos 10°C e máximas não passando dos 23°C, porém, é <strong>no feriado de 7 de setembro que fará mais frio ainda</strong>.</p><p>As <strong>mínimas </strong>na segunda-feira (7), mapa abaixo, não passam dos 16°C em todo o estado, e caem em torno dos <strong>6°C a 8°C em áreas do sul (na região de Sorocaba) e do Vale do Paraíba</strong>. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-muita-chuva-e-frio-a-sp-ao-longo-de-todo-o-feriado-veja-a-previsao-1788537190326.jpg" data-image="a3z1x3471w8b"><figcaption>Previsão da temperatura mínima do ar (°C) para segunda-feira, 7 de setembro, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>À tarde, as <strong>máximas </strong>ficam mais baixas no centro-leste de São Paulo, onde variam<strong> entre 10°C e 19°C</strong>, mas pontualmente podem chegar aos <strong>8°C/9°C em áreas elevadas do Vale do Paraíba e do sul </strong>do estado.</p><div class="texto-destacado">O Feriado (7) será frio na capital paulista, com mínima de 10°C e máxima em torno dos 13°C.<br></div><p>A <strong>tendência </strong>é de que esse frio continue atuando até terça-feira (8), porém, já na <strong>quarta-feira (9)</strong> as <strong>temperaturas voltam a se elevar em todo o estado</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-traz-muita-chuva-e-frio-a-sp-ao-longo-de-todo-o-feriado-veja-a-previsao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ar frio já avança e Feriado da Independência será congelante em vários estados do Centro-Sul, confira]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-frio-ja-avanca-e-feriado-da-independencia-sera-congelante-em-varios-estados-do-centro-sul-confira.html</link><pubDate>Fri, 04 Sep 2026 18:34:07 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma forte massa de ar polar está avançando pelo Brasil e provocando uma intensa queda nas temperaturas, que persiste no final de semana e no feriado de 7 de Setembro. O frio se espalha pelo Sul, Sudeste, Centro-Oeste e até áreas do Norte, trazendo geadas, temperaturas negativas e friagem.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xb3zl8m"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xb3zl8m.jpg" id="xb3zl8m"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Uma<strong> massa de ar polar muito intensa</strong> chegou ao Brasil nesta sexta-feira (4) e já está provocando uma <strong>queda acentuada nas temperaturas</strong> no Rio Grande do Sul. Ao longo do final de semana e do feriado de 7 de Setembro, o avanço do ar frio traz risco de <strong>temperaturas negativas</strong>, <strong>geadas abrangentes </strong>e até mesmo um novo episódio de <strong>friagem </strong>no Norte do país.</p><div class="texto-destacado">A massa de ar frio avança inicialmente pelo Rio Grande do Sul e Santa Catarina ao longo desta sexta-feira. No sábado, o ar polar alcança também o Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo. No domingo, a massa de ar polar se espalha pelo restante do Centro-Oeste e do Sudeste do Brasil.</div><p>O ar frio avançará até mesmo para áreas do Norte do Brasil e possivelmente alguns estados do Nordeste. Essa incursão profunda da massa de ar polar provocará um <strong>novo episódio de friagem</strong> - potencialmente o último deste inverno. Ao total, os estados afetados serão:</p><ul><li><strong>Região Sul:</strong> Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná;</li><li><strong>Região Sudeste</strong>: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo;</li><li><strong>Região Centro-Oeste:</strong> Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal;</li><li><strong>Região Norte:</strong> Rondônia, Acre, sul do Amazonas, sul do Pará e Tocantins.</li><li><strong>Região Nordeste:</strong> extremo sul do Maranhão e da Bahia <em>(menor chance)</em>.</li></ul><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-frio-ja-avanca-e-feriado-da-independencia-sera-congelante-em-varios-estados-do-centro-sul-confira-1788545540168.jpg" data-image="8lkw1hy31784" alt="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa na segunda-feira de manhã." title="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa na segunda-feira de manhã."><figcaption>Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa na segunda-feira de manhã mostra a abrangência da massa de ar frio, que fará as temperaturas caírem em grande parte do Brasil.</figcaption></figure><p>Temperaturas mais amenas também poderão ser sentidas no extremo sul do Maranhão e no extremo sul e oeste da Bahia, embora a <strong>probabilidade seja menor nessas áreas</strong>. Dessa forma, até 18 estados brasileiros poderão ser afetados pela intensa massa de ar frio durante os próximos dias.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso<a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank"> novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Em outras palavras, o final de semana e o feriado de Independêndia do Brasil (7 de Setembro) serão marcados por <strong>frio intenso em grande parte do Brasil</strong>. O grande destaque, no entanto, fica para o centro-sul do país - em especial a Região Sul, onde as <strong>temperaturas mais extremas serão registradas</strong>. </p><h2>Temperaturas negativas e geadas atingem o Brasil</h2><p>Já na noite de sábado (6), as temperaturas poderão atingir <strong>valores negativos</strong> na Serra Catarinense e na Serra Gaúcha, favorecendo a ocorrência de <strong>geadas intensas.</strong> O frio continuará se intensificando durante a madrugada e o início da manhã do feriado de 7 de Setembro.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-frio-ja-avanca-e-feriado-da-independencia-sera-congelante-em-varios-estados-do-centro-sul-confira-1788545628656.jpg" data-image="csnzfpu6xnrf" alt="Previsão de temperaturas mínimas na segunda-feira." title="Previsão de temperaturas mínimas na segunda-feira."><figcaption>Previsão de temperaturas mínimas na segunda-feira na região serrana de Santa Catarina e do Paraná mostra ocorrência de temperaturas negativas de -5°C. Valores reais chegam a -9°C.</figcaption></figure><p>Grande parte de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul vão registrar <strong>temperaturas próximas de 0°C</strong>, com possibilidade de <strong>geadas fortes e generalizadas</strong>, como é possível observar na imagem acima. Os modelos numéricos indicam mínimas próximas de <strong>-5°C</strong>, mas considerando correções, as temperaturas podem chegar a<strong> até -9°C</strong> nas regiões serranas.</p><p>O frio também será intenso no Sudeste, com <strong>temperaturas abaixo dos 10°C</strong> em áreas de São Paulo (<em>especialmente no Vale do Paraíba</em>); no sul de Minas Gerais (<em>nas proximidades da Serra da Mantiqueira</em>), e no Rio de Janeiro (<em>sul e região serrana</em>). O sul de Mato Grosso do Sul também será atingido por temperaturas muito baixas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-frio-ja-avanca-e-feriado-da-independencia-sera-congelante-em-varios-estados-do-centro-sul-confira-1788545669118.jpg" data-image="fhdi27ueueju" alt="Previsão de temperaturas mínimas na segunda-feira." title="Previsão de temperaturas mínimas na segunda-feira."><figcaption>Previsão de temperaturas mínimas na segunda-feira mostra que temperaturas abaixo dos 10°C também podem ser registradas em parte do Sudeste e no sul do MS, com chance de geadas.</figcaption></figure><p>Nestes estados, não se descarta a possibilidade de<strong> geadas pontuais</strong>, embora <strong>não</strong> tão intensas quanto as registradas na região Sul. Essa brusca mudança no tempo representa um <strong>alívio temporário do calor intenso</strong> registrado no país durante a semana passada, com máximas de até <strong>42°C</strong> em áreas do Brasil central.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="787118" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-avanca-e-muda-o-tempo-pelo-brasil-no-fim-de-semana-e-no-feriado-da-independencia.html" title="Frente fria avança e muda o tempo pelo Brasil no fim de semana e no Feriado da Independência">Frente fria avança e muda o tempo pelo Brasil no fim de semana e no Feriado da Independência</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-avanca-e-muda-o-tempo-pelo-brasil-no-fim-de-semana-e-no-feriado-da-independencia.html" title="Frente fria avança e muda o tempo pelo Brasil no fim de semana e no Feriado da Independência"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-avanca-e-muda-o-tempo-pelo-brasil-no-fim-de-semana-e-no-feriado-da-independencia-1788524486455_320.jpg" alt="Frente fria avança e muda o tempo pelo Brasil no fim de semana e no Feriado da Independência"></a></article></aside><p>Apesar da intensidade desta onda de frio, o episódio interrompe apenas <strong>temporariamente</strong> o padrão de calor intenso associado ao El Niño. Vale notar que <strong>novas ondas de calor podem ocorrer</strong> com frequência durante a primavera e, principalmente, no verão, mantendo a possibilidade de períodos de temperaturas muito elevadas no Brasil ao longo do restante de 2026.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-frio-ja-avanca-e-feriado-da-independencia-sera-congelante-em-varios-estados-do-centro-sul-confira.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria avança e muda o tempo pelo Brasil no fim de semana e no Feriado da Independência]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-avanca-e-muda-o-tempo-pelo-brasil-no-fim-de-semana-e-no-feriado-da-independencia.html</link><pubDate>Fri, 04 Sep 2026 14:14:56 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Nos próximos dias teremos o avanço de uma frente fria pelo Brasil que mudará o tempo em várias regiões. O final de semana e o Feriado da Independência serão marcados por chuvas intensas e risco de problemas.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xb3w1te"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xb3w1te.jpg" id="xb3w1te"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O <strong>sistema frontal </strong>avança pelo Sul do Brasil desde a tarde de <strong>quinta-feira (3)</strong>. A <strong>frente fria </strong>provocou baixos acumulados no extremo sul gaúcho.A tendência é que o <strong>sistema se desloque para</strong> novos estados durante este final de semana e no <strong>Feriado de 7 de Setembro</strong>. Áreas do <strong>Sul, Sudeste e Centro-Oeste</strong> registrarão mudanças no tempo a partir desta <strong>sexta-feira (4)</strong>. Confira a seguir como fica o cenário nos próximos dias.</p><h2>Fim de semana e Feriado da Independência sob chuva</h2><p>Já no período da tarde desta sexta-feira (4), <strong>pancadas de chuva </strong>estão previstas para <strong>Santa Catarina, Paraná e </strong><strong>sul do Mato Grosso</strong> do Sul. As precipitações terão<strong> intensidade moderada</strong> no leste paranaense, enquanto nas demais localidades haverá chuva fraca e tempo encoberto.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-avanca-e-muda-o-tempo-pelo-brasil-no-fim-de-semana-e-no-feriado-da-independencia-1788523750396.jpg" data-image="an3e3zgs37k1" alt="Canal de umidade." title="Canal de umidade."><figcaption>Canal de umidade atua em conjunto com jatos de altos nívies e mantém formação de nuvens carregadas sobre áreas do país.</figcaption></figure><p>Durante a <strong>madrugada e o amanhecer</strong> de sábado (5), o <strong>modelo ECMWF </strong>indica que as chuvas ganharão intensidade e <strong>potencial para gerar transtornos</strong>, afetando o Paraná e áreas de São Paulo. No território paranaense<strong>, há riscos</strong> de <strong>tempestades com trovoadas, descargas</strong> <strong>elétricas </strong>e queda de <strong>granizo</strong>, enquanto o lado paulista registrará chuvas intensas.</p><p>Entre a manhã e o final da tarde, a frente fria ampliará sua área de atuação devido ao fortalecimento do canal de <strong>umidade </strong>e dos <strong>ventos </strong>em altitudes elevadas. Essa combinação favorecerá a convergência de umidade na superfície, mantendo a formação contínua de <strong>nuvens carregadas </strong>e <strong>tempestades</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-avanca-e-muda-o-tempo-pelo-brasil-no-fim-de-semana-e-no-feriado-da-independencia-1788523803634.jpg" data-image="fte88zl5swjf" alt="Precipitação." title="Precipitação."><figcaption>Mapa de chuva para a tarde de sábado (5).</figcaption></figure><p>Com isso, as <strong>chuvas </strong>se espalham por grande parte do Mato Grosso do Sul, chegam ao Mato Grosso, atuam em São Paulo e vão <strong>mudar o tempo </strong>em Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Há alertas para <strong>chuvas intensas</strong> em todos esses estados, com destaque para a divisa entre São Paulo e Paraná, além de <strong>risco de tempestades</strong> em Goiás durante a noite.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p>O <strong>domingo (6) </strong>será marcado por tempo instável pelo país. Durante a madrugada e a manhã, uma<strong> linha de instabilidade </strong>se estenderá de Goiás ao sul mato-grossense, avançando em direção à divisa com o Amazonas. Nessa área, há <strong>riscos de rajadas de vento, tempestades severas e transtornos.</strong></p><p>Durante esse mesmo período<strong>, as instabilidades</strong> atuam sobre o Sudeste, <strong>mantendo o tempo fechado</strong> em São Paulo, Rio de Janeiro, <strong>sul de Minas Gerais</strong> e na região do <strong>Triângulo Mineiro</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="786963" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-causa-intensa-mudanca-com-frio-e-chuvas-de-100-mm-em-sp-e-no-resto-do-sudeste-veja.html" title="Frente fria causa intensa mudança com frio e chuvas de 100 mm em SP e no resto do Sudeste; veja">Frente fria causa intensa mudança com frio e chuvas de 100 mm em SP e no resto do Sudeste; veja</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-causa-intensa-mudanca-com-frio-e-chuvas-de-100-mm-em-sp-e-no-resto-do-sudeste-veja.html" title="Frente fria causa intensa mudança com frio e chuvas de 100 mm em SP e no resto do Sudeste; veja"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-causa-intensa-mudanca-com-frio-e-chuvas-de-100-mm-em-sp-e-no-resto-do-sudeste-veja-1788443584577_320.jpg" alt="Frente fria causa intensa mudança com frio e chuvas de 100 mm em SP e no resto do Sudeste; veja"></a></article></aside><p>A <strong>frente fria seguirá avançando</strong> no decorrer do dia, <strong>alcançando o Espírito Santo</strong>, o norte mineiro, a <strong>região central de Goiás</strong> e o extremo <strong>sul da Bahia</strong>. Há <strong>riscos de tempestades isoladas</strong>, contudo com <strong>p</strong>otencial para gerar alagamentos, enxurradas e <strong>queda de granizo</strong> devido a diferença de temperatura.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-avanca-e-muda-o-tempo-pelo-brasil-no-fim-de-semana-e-no-feriado-da-independencia-1788523833525.jpg" data-image="7plxyhxnrji3" alt="Precipitação e nebulosidade." title="Precipitação e nebulosidade."><figcaption>Mapa de precipitação e nebulosidade para o Brasil na tarde deste domingo (6). Nota-se o tempo fechado em boa parte do país, influenciado pela frente fria.</figcaption></figure><p>No <strong>Feriado da Independência (7)</strong>, o tempo <strong>permanece instável </strong>em grande parte do Sudeste, no leste da Região Sul e em pontos do Centro-Oeste. Ainda haverá previsão de <strong>chuvas</strong>, mas, conforme o sistema perde força, as precipitações ficarão <strong>concentradas </strong>no leste do Sudeste durante a manhã.</p><p>No <strong>período da tarde, a</strong> combinação entre umidade e temperaturas elevadas <strong>fornecerá energia </strong>para a <strong>formação </strong>de <strong>nuvens carregadas </strong>no interior de Minas Gerais, especialmente no <strong>Triângulo Mineiro e noroeste</strong>, além do <strong>leste de Goiás, onde</strong> persistem os <strong>riscos de temporais</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-avanca-e-muda-o-tempo-pelo-brasil-no-fim-de-semana-e-no-feriado-da-independencia-1788523566060.jpg" data-image="wchwynicjyjw" alt="Precipitação acumulada." title="Precipitação acumulada."><figcaption>Acumulados de chuva entre hoje (4) e segunda-feira (7) pode superar os 100 mm em áreas de São Paulo.</figcaption></figure><p>Até o final de segunda-feira (7), os maiores volumes de chuva previstos ficam concentrados na capital paulista, leste e sul de <strong>São Paulo</strong> e no leste paranaense com acumulados superiores aos <strong>60 mm</strong>. Em áreas pontuais de São Paulo o acumulado <strong>supera os 100 mm.</strong></p><p>Nas demais áreas do país os volumes esperados variam entre <strong>15 e 40 mm. </strong>Lembrando que <strong>variam de cidade para cidade</strong>, podendo ou não superar estes volumes previstos.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-avanca-e-muda-o-tempo-pelo-brasil-no-fim-de-semana-e-no-feriado-da-independencia.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Conheça a tecnologia alemã que ajuda a NASA a descobrir novos mundos invisíveis]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/conheca-a-tecnologia-alema-que-ajuda-a-nasa-a-descobrir-novos-mundos-invisiveis.html</link><pubDate>Fri, 04 Sep 2026 12:12:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>O Telescópio Espacial Nancy Grace Roman foi lançado a 30 de agosto de 2026 num Falcon Heavy equipado com 27 motores. Este integra tecnologia essencial desenvolvida em Heidelberg, concebida para revelar e identificar mundos anteriormente ocultos.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/in-heidelberg-gebaut-jetzt-auf-dem-weg-ins-all-deutsche-praezision-hilft-der-nasa-unsichtbare-welten-aufzuspueren-1788164255333.png" data-image="sqa0ahzdt1p9" alt="Desde Heidelberg hasta las profundidades del espacio: la ingeniería de precisión de la ciudad a orillas del Neckar contribuirá a que el telescopio Roman de la NASA investigue planetas hasta ahora ocultos." title="Desde Heidelberg hasta las profundidades del espacio: la ingeniería de precisión de la ciudad a orillas del Neckar contribuirá a que el telescopio Roman de la NASA investigue planetas hasta ahora ocultos."><figcaption>De Heidelberg às profundezas do espaço: a engenharia de precisão da cidade às margens do rio Neckar contribuirá para que o telescópio Roman da NASA investigue planetas até agora desconhecidos.</figcaption></figure><p>Roman encontra-se atualmente numa viagem de cerca de três meses rumo ao seu posto de observação no ponto de Lagrange L2, <strong>situado a aproximadamente 1,6 milhões de quilómetros de distância</strong>. A partir daí, o telescópio tem como objetivo desvendar alguns dos maiores mistérios do nosso Universo.</p><h2>Roman dispõe de dois "olhos" científicos:</h2><p>Uma potente câmara de infravermelhos capta vastas regiões do céu, enquanto um coronógrafo especializado procura planetas que antes permaneciam ocultos. É aqui que entra em jogo a tecnologia alemã. O Instituto Max Planck de Astronomia de Heidelberg <strong>o único parceiro alemão direto da NASA</strong>, desempenhou um papel fundamental no seu desenvolvimento.</p><p>Em Heidelberg, foram criados seis «Mecanismos de Alinhamento de Precisão» (PAM, na sigla em inglês). Estes mecanismos de precisão alinham filtros, <strong>espelhos e outros componentes ópticos com rigorosa exatidão e mantêm a sua estabilidade durante muitas horas</strong>.</p><p>Mesmo o mais ínfimo desvio poderia comprometer a observação de um planeta distante. A equipa de Heidelberg <strong>contou com o apoio da empresa von Hoerner & Sulger, sediada na localidade vizinha de Schwetzingen</strong>.</p><h2>Como o Roman revela planetas ocultos </h2><p>Os exoplanetas são difíceis de detectar diretamente, mesmo com telescópios potentes. <strong>No espectro da luz visível, refletem apenas uma fração minúscula da luz da sua estrela</strong>, o que faz com que desapareçam quase por completo no brilho intenso desta.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/in-heidelberg-gebaut-jetzt-auf-dem-weg-ins-all-deutsche-praezision-hilft-der-nasa-unsichtbare-welten-aufzuspueren-1788164447080.png" data-image="vvazyw20xy01" alt="Miles de millones de estrellas y, posiblemente, innumerables mundos ocultos: el telescopio Roman de la NASA aportará nuevos conocimientos sobre nuestra galaxia, gracias a tecnología de alta precisión procedente de Heidelberg. Imagen representativa." title="Miles de millones de estrellas y, posiblemente, innumerables mundos ocultos: el telescopio Roman de la NASA aportará nuevos conocimientos sobre nuestra galaxia, gracias a tecnología de alta precisión procedente de Heidelberg. Imagen representativa."><figcaption>Milhares de milhões de estrelas e, possivelmente, inúmeros mundos ocultos: o telescópio Roman da NASA irá proporcionar novos conhecimentos sobre a nossa galáxia, graças à tecnologia de alta precisão proveniente de Heidelberg. Imagem ilustrativa.</figcaption></figure><p>O <strong>coronógrafo</strong> a bordo da Roman foi concebido para bloquear essa luz estelar interferente através de máscaras especiais, permitindo assim que a luz fraca de um planeta se torne visível.</p><h3>Isto requer uma precisão extrema:</h3><ul><li>Os mecanismos fabricados em Heidelberg<strong> devem manter um alinhamento estável de filtros, espelhos e máscaras durante muitas horas</strong>.</li><li>É permitido que os mecanismos <strong>se desviem no máximo 40 milissegundos de arco num período de oito horas</strong>.</li><li>Só com este nível de estabilidade <strong>é que o coronógrafo</strong> <strong>pode estudar planetas pouco luminosos situados perto de estrelas muito brilhantes</strong>.<br></li></ul><h2>Um primeiro passo para obter imagens de uma segunda Terra </h2><p>O coronógrafo foi <strong>concebido principalmente para captar imagens na luz visível de gigantes gasosos mais antigos e frios, bem como de discos de poeira em torno de estrelas próximas</strong>. Embora este instrumento ainda não consiga fotografar diretamente uma "segunda Terra", testa uma tecnologia que poderá revelar-se crucial para futuros telescópios espaciais.</p><div class="texto-destacado">Se o design da câmara demonstrar a sua eficácia em condições espaciais, os futuros observatórios poderão obter imagens diretas de planetas mais pequenos semelhantes à Terra e, potencialmente, até analisar as suas atmosferas.</div><p>Independentemente disso, <strong>o telescópio Roman irá descobrir inúmeros exoplanetas utilizando outros métodos de observação</strong>. Entre outras coisas, irá procurar breves flutuações de brilho que ocorrem quando a gravidade de um planeta amplifica a luz de uma estrela mais distante.</p><h2>Milhares de milhões de galáxias à vista </h2><p>A busca por mundos extraterrestres é apenas uma parte da missão. O segundo instrumento científico do Roman é uma<strong> potente câmara de infravermelhos</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="[object Object]" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><span class="encabezado"><h5 class="titular s"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/como-radiotelescopios-rastreiam-a-origem-das-estrelas-por-meio-de-moleculas-cosmicas.html" title="Como radiotelescópios rastreiam a origem das estrelas por meio de moléculas cósmicas">Como radiotelescópios rastreiam a origem das estrelas por meio de moléculas cósmicas</a></h5></span><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/como-radiotelescopios-rastreiam-a-origem-das-estrelas-por-meio-de-moleculas-cosmicas.html" title="Como radiotelescópios rastreiam a origem das estrelas por meio de moléculas cósmicas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/como-los-radiotelescopios-rastrean-el-origen-de-las-estrellas-a-traves-de-moleculas-cosmicas-1787410805535_320.jpg" alt="Como radiotelescópios rastreiam a origem das estrelas por meio de moléculas cósmicas"></a></article></aside><p>Numa única exposição, a câmara de infravermelhos de Roman <strong>capta uma área do céu pelo menos cem vezes maior do que a abrangida pelo Hubble</strong>, o telescópio espacial que se encontra em órbita desde 1990 e que produziu algumas das imagens mais famosas de estrelas e galáxias distantes.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-dnt="true" align="center"><p lang="en" dir="ltr">This morning, NASA's Nancy Grace Roman Space Telescope launched from Kennedy Space Center on a SpaceX Falcon Heavy rocket.<br><br>Roman's objective is to settle essential questions in the areas of dark energy, exoplanets, and astrophysics. <a href="https://t.co/IaJvc8QmmP">pic.twitter.com/IaJvc8QmmP</a></p>— National Air and Space Museum (@airandspace) <a href="https://x.com/airandspace/status/2094091829553578484?ref_src=twsrc%5Etfw">August 30, 2026</a></blockquote></figure><p>Isto permite ao Roman explorar vastas regiões do cosmos com muito mais rapidez. Ao longo da sua missão, <strong>espera-se que o telescópio capte a luz de, pelo menos, mil milhões de galáxias</strong>.</p><h2>Medir o cosmos invisível </h2><p><strong>Ao fazê-lo, a atenção centra-se também na matéria escura e na energia escura: </strong>a matéria escura não pode ser observada diretamente; no entanto, a sua gravidade altera a trajetória da luz proveniente de galáxias distantes.</p><p>O telescópio Roman foi concebido para medir as subtis distorções na forma aparente das galáxias causadas por este efeito. A partir destes dados, <strong>os investigadores podem inferir como a matéria invisível se distribui por todo o Universo</strong>.</p><p>Por outro lado, a energia escura é considerada uma possível explicação para a expansão acelerada do universo. Através da observação de galáxias distantes e de estrelas em explosão, o Roman procura acompanhar a forma como essa expansão tem evoluído ao longo da história cósmica.</p><p>Desta forma, <strong>o telescópio poderá trazer novas respostas a algumas das maiores questões da astronomia</strong>, graças à tecnologia de precisão desenvolvida em Heidelberg.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Max-Planck-Institut" data-year="26.08.2026" data-title="Weltraumteleskop%20Roman%20mit%20Technologie%20aus%20Heidelberg%20in%20den%20Startl%C3%B6chern" data-url="https%3A%2F%2Fwww.mpia.de%2Faktuelles%2Fwissenschaft%2F2026-08-roman-launch%3Futm_source%3Dchatgpt.com">Max-Planck-Institut. (26.08.2026). <a href="https://www.mpia.de/aktuelles/wissenschaft/2026-08-roman-launch?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Weltraumteleskop Roman mit Technologie aus Heidelberg in den Startlöchern</a>.</cite><br><cite data-author="NASA" data-year="30.08.2026" data-title="NASA%E2%80%99s%20Dark%20Universe-Seeking%20Nancy%20Grace%20Roman%20Space%20Telescope%20Launches" data-url="https%3A%2F%2Fwww.nasa.gov%2Fnews-release%2Fnasas-dark-universe-seeking-nancy-grace-roman-space-telescope-launches%2F%3Futm_source%3Dchatgpt.com">NASA. (30.08.2026). <a href="https://www.nasa.gov/news-release/nasas-dark-universe-seeking-nancy-grace-roman-space-telescope-launches/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">NASA’s Dark Universe-Seeking Nancy Grace Roman Space Telescope Launches</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/conheca-a-tecnologia-alema-que-ajuda-a-nasa-a-descobrir-novos-mundos-invisiveis.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Estrelas que sobrevivem a buracos negros podem guardar um segredo surpreendente: elas estão girando]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/estrelas-que-sobrevivem-a-buracos-negros-podem-guardar-um-segredo-surpreendente-elas-estao-girando.html</link><pubDate>Fri, 04 Sep 2026 10:07:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Algumas estrelas sobrevivem à atração gravitacional por buracos negros supermassivos, mas seus repetidos pulsos de luz se tornam mais fracos. Uma nova pesquisa sugere que a rotação da estrela pode explicar o porquê.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/stars-that-survive-black-holes-may-hold-a-surprising-secret-they-re-spinning-1788352759479.jpg" data-image="jrn0j4lr0gna"><figcaption>Simulação hidrodinâmica de uma estrela sendo despedaçada pelas forças de maré de um buraco negro supermassivo. Crédito: NASA/ S. Gezari (JHU)/ J. Guillochon (UCSC).</figcaption></figure><p>Um novo estudo publicado na revista <em>The Astrophysical Journal </em>e liderado por uma equipe de pesquisadores da Universidade de Syracuse procurou resolver o <strong>mistério</strong> pelo qual as <strong>explosões sucessivas se tornam progressivamente mais fracas</strong>, percebendo que isso poderia ser devido a um fator anteriormente negligenciado – a rotação de uma estrela.</p><p><strong>No centro da maioria das galáxias está um buraco negro supermassivo</strong>, com uma massa de milhões a bilhões de vezes a do nosso Sol e com uma das gravidades mais extremas conhecidas.</p><p>Algumas estrelas que se aproximam de buracos negros podem sobreviver e fazer passagens repetidas, produzindo um novo clarão de luz a cada vez. Esses eventos repetidos de interrupção parcial das marés (rpTDEs) permitem aos cientistas observar a mesma<strong> interação estrela-buraco</strong> negro repetidamente, usando pesquisas de campo amplo no domínio do tempo.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="784926" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/astronomos-descobrem-novo-tipo-de-objeto-astrofisico-uma-estrela-de-buraco-negro-do-tamanho-do-sistema-solar.html" title="Astrônomos descobrem novo tipo de objeto astrofísico: uma 'estrela de buraco negro' do tamanho do Sistema Solar">Astrônomos descobrem novo tipo de objeto astrofísico: uma 'estrela de buraco negro' do tamanho do Sistema Solar</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/astronomos-descobrem-novo-tipo-de-objeto-astrofisico-uma-estrela-de-buraco-negro-do-tamanho-do-sistema-solar.html" title="Astrônomos descobrem novo tipo de objeto astrofísico: uma 'estrela de buraco negro' do tamanho do Sistema Solar"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/nuevo-tipo-de-objeto-astrofisico-una-estrella-de-agujero-negro-1786887893060_320.jpg" alt="Astrônomos descobrem novo tipo de objeto astrofísico: uma 'estrela de buraco negro' do tamanho do Sistema Solar"></a></article></aside><p>Em um evento típico de ruptura de maré (TDE, na sigla em inglês), <strong>a força de maré de um buraco negro </strong>— a diferença na atração gravitacional exercida sobre uma estrela próxima — <strong>despedaça a estrela</strong>. À medida que os detritos estelares caem em direção ao buraco negro, perdem energia, que é emitida como luz ao longo de dias ou meses.</p><p><strong>Buracos negros não emitem luz</strong>, mas os TDEs fornecem um suprimento limitado de combustível que ilumina a área circundante, permitindo que os cientistas os <strong>estudem indiretamente</strong>.</p><p>Se uma estrela em órbita não se aproximar o suficiente de um buraco negro para ser completamente despedaçada, ela pode perder uma fração de sua massa — criando um TDE parcial. Em um TDE parcial recorrente,<strong> o núcleo sobrevivente continuará orbitando o buraco negro</strong>, perdendo material a cada passagem, o que ocorre a cada poucos meses ou anos.</p><h2>Mas quanto material elas perdem?</h2><p>A quantidade de material que uma estrela perde depende de sua estrutura interna. Bandopadhyay, autor principal do estudo, compara uma estrela de baixa massa a um merengue fofo, que se tornará vulnerável às forças de maré de um buraco negro. Já <strong>uma estrela de alta massa terá sua massa mais concentrada no centro e perderá suas camadas externas</strong>, enquanto o núcleo denso permanecerá relativamente intacto.</p><p>Essas diferenças ajudam a explicar por que os rpTDEs não se comportam da mesma maneira. No entanto, um padrão intriga os cientistas: 4<strong> em cada 10 sistemas que se repetem produzem erupções que diminuem progressivamente de brilho</strong>.</p><p><strong>Simulações hidrodinâmicas</strong> anteriores mostraram que, mesmo com a diminuição da perda de material após cada encontro, as erupções previstas mantinham aproximadamente o mesmo brilho, o que desafia a ideia de que a diminuição da perda de massa explicava o fenômeno. "Isso nos intrigou por dois anos", disse Bandopadhyay.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="785022" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/estrela-em-alta-velocidade-pode-testar-a-rotacao-do-buraco-negro-no-centro-da-via-lactea.html" title="Estrela em alta velocidade pode testar a rotação do buraco negro no centro da Via Láctea">Estrela em alta velocidade pode testar a rotação do buraco negro no centro da Via Láctea</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/estrela-em-alta-velocidade-pode-testar-a-rotacao-do-buraco-negro-no-centro-da-via-lactea.html" title="Estrela em alta velocidade pode testar a rotação do buraco negro no centro da Via Láctea"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/estrela-em-alta-velocidade-pode-testar-a-rotacao-do-buraco-negro-no-centro-da-via-lactea-1787424647858_320.png" alt="Estrela em alta velocidade pode testar a rotação do buraco negro no centro da Via Láctea"></a></article></aside><p>O trabalho anterior deles revelou outro efeito das forças de maré dos<strong> buracos negros: eles exerceram um torque que faz a estrela girar mais rápido a cada encontro</strong>. Isso resulta em menos material caindo de volta no buraco negro, mas ele retorna em um período mais curto, ajudando a manter o brilho da estrela aproximadamente constante.</p><p>Para reproduzir o escurecimento, os pesquisadores precisavam de uma estrela que já estivesse girando antes de seu primeiro encontro com um buraco negro. O estudo descobriu que <strong>essa rotação inicial impede que a estrela acelere durante cada passagem</strong>; sem a aceleração adicional, o tempo durante o qual o material arrancado cai de volta permanece relativamente constante. À medida que a estrela perde menos material a cada encontro, a taxa máxima de queda de material pode finalmente diminuir.</p><h2>Mas por que uma estrela já estaria girando tão rápido?</h2><p>“Também é extremamente difícil ‘ligar’ uma estrela a um buraco negro supermassivo tão fortemente a ponto de ela orbitá-lo em questão de meses, e ainda assim isso parece acontecer em eventos de ruptura de maré”, disse Coughlin, coautor do estudo.</p><p>O <strong>mecanismo de Hills</strong> poderia explicar ambos os fenômenos. Nesse cenário, um par de estrelas em órbita passa perto de um buraco negro supermassivo, despedaçando o sistema binário e ejetando uma estrela enquanto captura a outra.</p><p><strong>Em um sistema binário próximo, as estrelas ficam em rotação sincronizada</strong>, o que significa que cada uma gira em torno de seu próprio eixo na mesma velocidade em que o par orbita o outro. Quanto mais próximo o sistema binário, menor o período orbital e mais rápida a rotação da estrela. Os sistemas binários de estrelas em órbitas curtas observados em rpTDEs teriam que ser extremamente próximos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/stars-that-survive-black-holes-may-hold-a-surprising-secret-they-re-spinning-1788353017855.jpg" data-image="sxppoqpps629"><figcaption>Foto de um céu noturno estrelado. Crédito: Pixabay.</figcaption></figure><p>“O trabalho de Ananya demonstra que cada uma dessas peculiaridades pode ser explicada pelo mesmo fenômeno subjacente: a destruição de maré de um sistema binário e a captura de uma das estrelas”, disse Coughlin. “Do ponto de vista teórico, <strong>este é um grande avanço em nossa compreensão da física que atua nesses sistemas</strong>”.</p><p>Coughlin também observa que a captura de Hill pode ter dado origem a algumas das estrelas que orbitam <em>Sagitário A*</em>, o buraco negro supermassivo no centro da Via Láctea. As descobertas do novo estudo, portanto, ajudam a explicar as propriedades das estrelas em nosso próprio “quintal cosmológico”.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Bandopadhyay%2C%20A.%2C%20Amend%2C%20B.%2C%20Coughlin%2C%20E.%20R.%2C%20Nixon%2C%20C.%20J.%2C%20Pasham%2C%20D.%20R.%2C%20%26%20Wevers%2C%20T." data-year="2026" data-title="The%20role%20of%20stellar%20spin%20in%20repeating%20partial%20tidal%20disruption%20events." data-url="https%3A%2F%2Fiopscience.iop.org%2Farticle%2F10.3847%2F1538-4357%2Fae8f31">Bandopadhyay, A., Amend, B., Coughlin, E. R., Nixon, C. J., Pasham, D. R., & Wevers, T.. (2026). <a href="https://iopscience.iop.org/article/10.3847/1538-4357/ae8f31" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">The role of stellar spin in repeating partial tidal disruption events.</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/estrelas-que-sobrevivem-a-buracos-negros-podem-guardar-um-segredo-surpreendente-elas-estao-girando.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[El Niño deve persistir em categoria forte até fevereiro de 2027, segundo OMM]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/el-nino-deve-persistir-em-categoria-forte-ate-fevereiro-de-2027-alerta-omm.html</link><pubDate>Fri, 04 Sep 2026 08:41:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A Organização Meteorológica Mundial (OMM) afirma que, pela primeira vez, há uma probabilidade próxima de 100% de o El Niño persistir até fevereiro de 2027. A análise da Meteored mostra que, além de continuar ativo, o fenômeno deve permanecer na categoria muito forte até o final do verão do Hemisfério Sul.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-nino-deve-persistir-em-categoria-forte-ate-fevereiro-de-2027-alerta-omm-1788474213172.png" alt="Anomalia de temperatura da superfície do mar observada no dia 1° de setembro de 2025 (NASA) e alerta da OMM sobre a persistência do fenômeno. Créditos: Meteored/WMO/NASA." title="Anomalia de temperatura da superfície do mar observada no dia 1° de setembro de 2025 (NASA) e alerta da OMM sobre a persistência do fenômeno. Créditos: Meteored/WMO/NASA."><figcaption>Anomalia de temperatura da superfície do mar observada no dia 1° de setembro de 2025 (NASA) e alerta da OMM sobre a persistência do fenômeno. Créditos: Meteored/WMO/NASA.</figcaption></figure><p>Em atualização divulgada nesta quinta-feira (3), a <strong>Organização Meteorológica Mundial (OMM)</strong> afirmou que, <strong>pela primeira vez</strong>, uma previsão oficial do fenômeno aponta uma <strong>probabilidade próxima de 100</strong>% de o <strong>El Niño </strong>permanecer <strong>ativo</strong> <strong>até fevereiro de 2027</strong>, ou seja, durante todo o próximo verão do Hemisfério Sul.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-nino-deve-persistir-em-categoria-forte-ate-fevereiro-de-2027-alerta-omm-1788473163558.png" data-image="arjahtlid0wa" alt="Anúncio da OMM publicado hoje (3). Créditos: Imagem da OMM traduzida pela Meteored." title="Anúncio da OMM publicado hoje (3). Créditos: Imagem da OMM traduzida pela Meteored."><figcaption>Anúncio da OMM publicado hoje (3). Créditos: Imagem da OMM, traduzida pela Meteored.</figcaption></figure><p>A manutenção do <strong>aquecimento excepcional</strong> das águas do Pacífico Equatorial nos <strong>próximos 5 meses</strong> <strong>eleva o potencial para o aumento dos eventos extremos </strong><strong>em 2027</strong> em diversas regiões do planeta, incluindo secas, enchentes, ondas de calor, tempestades intensas, entre outros. António Guterres, secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), afirmou que:</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>O El Niño está se intensificando rapidamente diante dos nossos olhos. A ciência não deixa dúvidas: os oceanos continuam aquecendo, as temperaturas globais seguem em alta e o mundo entra em uma zona de maior risco para eventos climáticos extremos. A corrida agora é entre o aumento desses riscos e nossa capacidade de agir para proteger as pessoas.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Mas <strong>o que mais chama atenção</strong> no anúncio de hoje é outro: os <strong>modelos</strong> utilizados pela OMM não apenas sustentam a probabilidade próxima de 100% de persistência do fenômeno até fevereiro de 2027, como também <strong>indicam</strong> que o <strong>aquecimento</strong><strong> até lá</strong> deve permanecer <strong>dentro da categoria "muito forte"</strong>, caracterizada por <strong>anomalias de temperatura </strong>da sueperfície do mar (TSM) <strong>superi</strong><strong>ores a 2°C </strong>na região Niño 3.4, ainda que em uma fase gradual de enfraquecimento após o pico. Confira os detalhes.</p><h2>El Niño deve continuar muito forte até o final do verão do Hemisfério Sul</h2><p>Além da concordância inequívoca e inédita sobre a persistência do fenômeno, a <strong>análise da Meteored</strong> sobre os gráficos divulgados pela OMM mostra que os<strong> 13 modelos climáticos </strong>utilizados na previsão prevêem uma <strong>manutenção das anomalias</strong> de TSM <strong>acima de 2°C até</strong>, pelo menos,<strong> fevereiro de 2027</strong> (destacado pela linha vermelha na figura). </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Embora o fenômeno já deva estar em uma fase gradual de enfraquecimento nesse período, <strong>esses valores ainda correspondem à categoria "muito forte" </strong>do El Niño - ou <strong>"Super El Niño"</strong>, como ficou popularmente conhecido na mídia.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-nino-deve-persistir-em-categoria-forte-ate-fevereiro-de-2027-alerta-omm-1788473203519.png" alt="Previsão de 13 modelos climáticos de diferentes centros de pesquisa ao redor do mundo apontam para manutenção das anomalias acima de 2°C até fevereiro de 2027. Créditos: Meteored/OMM." title="Previsão de 13 modelos climáticos de diferentes centros de pesquisa ao redor do mundo apontam para manutenção das anomalias acima de 2°C até fevereiro de 2027. Créditos: Meteored/OMM."><figcaption>Previsão de 13 modelos climáticos de diferentes centros de pesquisa ao redor do mundo apontam para manutenção das anomalias acima de 2°C até fevereiro de 2027. Créditos: Meteored/OMM.</figcaption></figure><p>A<strong> média de todos os modelos </strong>(linha preta) <strong>reforça</strong> uma <strong>tendência</strong> que já vem sendo prevista há meses por outras instituições: as <strong>maiores anomalias </strong>podem se aproximar de <strong>+3,5°C</strong> durante o <strong>pico</strong> do fenômeno e estes valores máximos <strong>podem persistir por um tempo prolongado</strong>. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="785281" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/el-nino-deu-uma-pausa-entenda-por-que-nao-ha-mudanca-para-um-evento-muito-forte.html" title="El Niño deu uma pausa? Entenda por que não há mudança para um evento muito forte">El Niño deu uma pausa? Entenda por que não há mudança para um evento muito forte</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/el-nino-deu-uma-pausa-entenda-por-que-nao-ha-mudanca-para-um-evento-muito-forte.html" title="El Niño deu uma pausa? Entenda por que não há mudança para um evento muito forte"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-nino-deu-uma-pausa-entenda-por-que-pequenas-oscilacoes-nao-mudam-o-rumo-do-fenomeno-1787590223835_320.png" alt="El Niño deu uma pausa? Entenda por que não há mudança para um evento muito forte"></a></article></aside><p>Isso pode ser observado através da linha preta dos gráficos acima, que fica “achatada” entre novembro e dezembro, em um valor próximo de 3,5°C.<strong> Caso o cenário</strong> previsto se <strong>confirme</strong>, este será o<strong> El Niño mais intenso</strong> <strong>que se tem registro,</strong> nos útlimos 150 anos.</p><h2>Por que uma previsão tão antecipada é importante?</h2><p>Embora o <strong>El Niño</strong> tenha <strong>origem</strong> no<strong> Oceano Pacífico Equatorial</strong>, seus <strong>efeitos podem ser sentidos em diferentes partes do</strong><strong> planeta </strong>através das chamadas ‘<strong>teleconexões</strong>’. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-nino-deve-persistir-em-categoria-forte-ate-fevereiro-de-2027-alerta-omm-1788474887358.png" alt="prev" title="prev"><figcaption>Previsão de que a tempertura (esquerda) e precipitação (direita) fiquem acima, abaixo ou dentro do normal no trimestre de setembro-outubro-novembro segundo o ensemble da OMM. Créditos: Meteored/OMM.</figcaption></figure><p>Mudanças nos padrões de chuva, temperatura e circulação atmosférica costumam<strong> afetar setores</strong> como <strong>agricultura</strong>, <strong>recursos hídricos</strong>, <strong>segurança alimentar, energia e saúde pública</strong>, muitas vezes a milhares de quilômetros da região onde o fenômeno se desenvolve.</p><p>Segundo a OMM, a<strong> elevada confiança na previsão</strong> oferece uma <strong>oportunidade</strong> valiosa para que <strong>governos e serviços meteorológicos se preparem </strong>com antecedência. A secretária-geral da OMM, Celeste Saulo, afirmou que:</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Este El Niño excepcional exige uma preparação e uma resposta igualmente excepcionais.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>A entidade informou que vem ampliando as ações de monitoramento, os sistemas de alerta precoce e o apoio à gestão de riscos diante dos potenciais impactos do fenômeno. A <strong>OMM</strong> também <strong>ressalta</strong> que os <strong>impactos</strong> do El Niño<strong> não serão iguais em todas as regiões</strong> do planeta, pois dependem da interação com outros padrões de variabilidade climática.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/el-nino-deve-persistir-em-categoria-forte-ate-fevereiro-de-2027-alerta-omm.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Nova planta é descoberta na Mata Atlântica em SP e surpreende pesquisadores da USP ]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/nova-planta-e-descoberta-na-mata-atlantica-em-sp-e-surpreende-pesquisadores-da-usp.html</link><pubDate>Thu, 03 Sep 2026 22:32:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Uma nova espécie de planta foi encontrada em uma área remanescente de Mata Atlântica no Litoral Norte de São Paulo, e isso só mostra como mesmo em regiões muito estudadas ainda há espécies desconhecidas pela ciência.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/nova-planta-e-descoberta-na-mata-atlantica-em-sp-e-surpreende-pesquisadores-da-usp-1788454881762.jpg" data-image="70rjkyvaipoy"><figcaption>A planta descoberta em área de Mata Atlântica no Litoral Norte de São Paulo, uma espécie nunca antes catalogada pela ciência. Crédito: Milton Groppo.</figcaption></figure><p>Uma <strong>nova espécie de planta</strong> foi encontrada no <strong>Litoral Norte</strong> do estado de <strong>São Paulo</strong>, em uma área remanescente da <strong>Mata Atlântica</strong>, por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP).</p><p>A <strong>descoberta </strong>foi divulgada em um artigo na revista científica <em>Phytotaxa</em> e <strong>impressionou os pesquisadores</strong>, pois mostra que <strong>pode haver ainda muitas plantas desconhecidas para a ciência na Mata Atlântica</strong>. Saiba mais detalhes abaixo.</p><h2>O que se sabe até agora sobre a nova espécie</h2><p>A planta foi encontrada inicialmente no município de Ubatuba e, depois, em Caraguatatuba. A história remonta a <strong>2013</strong>, quando pesquisadores a encontraram no Parque Estadual da Serra do Mar, no Núcleo Picinguaba, em <strong>Ubatuba</strong>. E na ocasião, eles acreditavam que a planta pudesse ocorrer apenas neste lugar.</p><p>Mas quase uma década depois, em <strong>2023</strong>, uma<strong> segunda população</strong> desta planta foi encontrada em <strong>Caraguatatuba</strong>. Então, novos exemplares foram coletados e encaminhados para análise, quando aí então os <strong>pesquisadores tiveram certeza de que se tratava de uma nova espécie</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/nova-planta-e-descoberta-na-mata-atlantica-em-sp-e-surpreende-pesquisadores-da-usp-1788454893469.jpg" data-image="l6mwb28pz4rj"><figcaption> À esquerda, desenho das partes da planta descoberta. À direita, os locais onde a planta foi encontrada no litoral norte de São Paulo. Crédito: Milton Groppo.</figcaption></figure><p> A <strong>planta tem pouco mais de um metro e flores brancas</strong>, e pertence à família <em>Rutaceae</em>, a mesma das laranjas e dos limões. Ela foi <strong>batizada de<em> Conchocarpus piranii</em></strong>, em homenagem ao professor José Rubens Pirani, botânico e docente do Instituto de Biociências da USP, pela sua trajetória científica e pela contribuição para a formação de pesquisadores e o avanço da botânica brasileira.</p><p>Esta <strong>descoberta</strong>, ao mesmo tempo em que<strong> amplia o conhecimento sobre a biodiversidade da Mata Atlântica</strong>, também surpreende os pesquisadores, pois é uma evidência de que mesmo em uma região muito estudada ainda há espécies desconhecidas pela ciência.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>“Pensamos que já temos tudo catalogado, mas encontrar uma nova espécie de planta no litoral paulista significa aumentar o conhecimento sobre a biodiversidade brasileira e fortalecer os argumentos para a preservação da Mata Atlântica” - disse em entrevista o professor Milton Groppo, autor principal do estudo.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Os pesquisadores afirmam que <strong>os remanescentes da Mata Atlântica </strong>ainda <strong>podem abrigar uma enorme diversidade de espécies</strong>, muitas delas endêmicas e <strong>algumas ainda desconhecidas</strong> pela ciência.</p><p>Para a análise da planta, os pesquisadores fizeram<strong> análises de DNA</strong> para investigar as relações evolutivas entre as espécies do gênero, coletando informações sobre <strong>anatomia foliar e floral, grãos de pólen </strong>e a distribuição geográfica desta nova espécie. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="778174" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/apos-12-anos-cientistas-identificam-nova-especie-de-planta-na-mata-atlantica.html" title="Após 12 anos, cientistas identificam nova espécie de planta na Mata Atlântica">Após 12 anos, cientistas identificam nova espécie de planta na Mata Atlântica</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/apos-12-anos-cientistas-identificam-nova-especie-de-planta-na-mata-atlantica.html" title="Após 12 anos, cientistas identificam nova espécie de planta na Mata Atlântica"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/apos-12-anos-cientistas-identificam-nova-especie-de-planta-na-mata-atlantica-1783806796537_320.jpg" alt="Após 12 anos, cientistas identificam nova espécie de planta na Mata Atlântica"></a></article></aside><p>Entre as características identificadas da planta, está a<strong> estrutura do ovário da flor, que não apresenta a depressão central encontrada nas espécies mais próximas</strong>, e a posição terminal do estilete.</p><p>Os pesquisadores ainda destacam a<strong> importância de conservar e proteger este bioma</strong>, visto que uma nova espécie descoberta pode ter distribuição restrita e depender de condições ambientais específicas para sobreviver; e quando seu <strong>hábitat é destruído ou alterado, tal espécie pode desaparecer</strong> antes mesmo que a ciência consiga entender seu papel no ecossistema, ou até mesmo antes de encontrá-la na natureza.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Groppo%2C%20M.%20et%20al" data-year="2026" data-title="Conchocarpus%20piranii%20(Galipeinae%2C%20Rutaceae)%2C%20a%20new%20species%20from%20Eastern%20Brazil%2C%20with%20notes%20on%20its%20palynology%2C%20foliar%20and%20flower%20anatomy%2C%20and%20phylogenetic%20position" data-url="https%3A%2F%2Fphytotaxa.mapress.com%2Fpt%2Farticle%2Fview%2Fphytotaxa.765.3.2">Groppo, M. et al. (2026). <a href="https://phytotaxa.mapress.com/pt/article/view/phytotaxa.765.3.2" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Conchocarpus piranii (Galipeinae, Rutaceae), a new species from Eastern Brazil, with notes on its palynology, foliar and flower anatomy, and phylogenetic position</a>.</cite><br><cite data-author="Stella%2C%20R" data-year="2026" data-title="Nova%20esp%C3%A9cie%20de%20planta%20%C3%A9%20descoberta%20em%20%C3%A1rea%20remanescente%20de%20Mata%20Atl%C3%A2ntica" data-url="https%3A%2F%2Fjornal.usp.br%2Fcampus-ribeirao-preto%2Fnova-especie-de-planta-e-descoberta-em-area-remanescente-de-mata-atlantica%2F">Stella, R. (2026). <a href="https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/nova-especie-de-planta-e-descoberta-em-area-remanescente-de-mata-atlantica/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Nova espécie de planta é descoberta em área remanescente de Mata Atlântica</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/nova-planta-e-descoberta-na-mata-atlantica-em-sp-e-surpreende-pesquisadores-da-usp.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O que plantar em setembro: 5 flores para receber a primavera com uma explosão de cores]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/o-que-plantar-em-setembro-5-flores-para-receber-a-primavera-com-uma-explosao-de-cores.html</link><pubDate>Thu, 03 Sep 2026 20:40:44 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Cinco espécies resistentes de flores, ideais para vasos, que garantem uma explosão de cores intensas em varandas ou jardins com a chegada da primavera.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/que-plantar-en-septiembre-5-flores-para-darle-la-bienvenida-a-la-primavera-a-puro-color-1788362273163.jpg" data-image="cp887y38x1of" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Combinar variedades que apreciam o sol e outras que preferem a sombra permite transformar qualquer espaço em um cantinho colorido durante toda a primavera.</figcaption></figure><p>Setembro chegou, e a varanda está pronta para uma renovação. Estes são dias perfeitos para colocar a mão na massa, encher canteiros e vasos de flores e dar as boas-vindas à <strong>primavera </strong>com uma explosão de cores.</p><p>Aqui está uma seleção de <strong>cinco plantas</strong> ideais para manter<strong> cores vibrantes</strong> durante a estação quente.</p><h2> 1-Petúnias (<em>Petunia hybrida</em>): uma tapeçaria iridescente</h2><ol></ol><ol></ol><p>Elas são <strong>as estrelas da estação</strong>, graças à sua <strong>floração abundante</strong>, com<strong> cores que variam do violeta e rosa ao vermelho e branco</strong>. Desenvolvem-se muito bem em vasos — especialmente em cestas suspensas ou jardineiras —, onde seu porte levemente pendente é exibido em todo o seu esplendor.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/que-plantar-en-septiembre-5-flores-para-darle-la-bienvenida-a-la-primavera-a-puro-color-1788362412273.jpg" data-image="ikueyikthd00" alt="petúnias" title="petúnias"><figcaption>Elas precisam de pelo menos quatro horas de luz solar direta por dia para produzir uma exibição abundante de flores em vasos e varandas.</figcaption></figure><p>Elas <strong>exigem sol pleno</strong>; portanto, o ideal é posicioná-las onde recebam pelo menos quatro ou cinco horas de luz direta diariamente. Quanto à rega, requerem atenção moderada: o segredo é manter o substrato levemente úmido, sem encharcar o solo.</p><h2>2. Calêndulas (<em>Calendula</em>): calor e rusticidade</h2><p>Elas oferecem <strong>tons radiantes de amarelo e laranja </strong>que iluminam qualquer ambiente. Além de seu inegável valor decorativo, são grandes aliadas da horta e do jardim, pois <strong>atraem insetos polinizadores </strong>e ajudam a repelir pragas naturalmente.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/que-plantar-en-septiembre-5-flores-para-darle-la-bienvenida-a-la-primavera-a-puro-color-1788362507398.jpg" data-image="vxy2x024qshg" alt="calêndulas" title="calêndulas"><figcaption>Além de proporcionar uma cor laranja intensa, a calêndula atrai polinizadores e ajuda a proteger o jardim contra pragas.</figcaption></figure><p>Elas preferem sol pleno, embora tolerem bem uma sombra parcial leve, desde que o ambiente seja bem iluminado. Suas necessidades hídricas variam de baixas a moderadas, pois suportam bem curtos períodos de seca sem perder o vigor.</p><p>São perfeitamente <strong>adequadas para o cultivo em vasos de tamanho médio</strong>, desde que o recipiente possua um bom sistema de drenagem.</p><h2>3. Zínias (<em>Zinnias</em>): resistência em forma de flor</h2><p>São ideais se procura muito impacto visual e pouca manutenção. Suas<strong> pétalas sobrepostas</strong> parecem feitas de papel e vêm em<strong> tons que vão do amarelo ao roxo</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/que-plantar-en-septiembre-5-flores-para-darle-la-bienvenida-a-la-primavera-a-puro-color-1788362570336.jpg" data-image="txgm0aw9lbte" alt="zínias" title="zínias"><figcaption>Resistentes e de fácil manutenção, as zínias destacam-se pelas suas pétalas firmes em cores vibrantes, que toleram muito bem o sol pleno.</figcaption></figure><p>Elas<strong> precisam de luz solar direta durante a maior parte do dia </strong>para desenvolver caules fortes e flores saudáveis. A rega deve ser moderada, umedecendo apenas o solo na altura das raízes, sem molhar a folhagem — uma técnica simples que previne o crescimento de fungos.</p><p><strong>Prosperam em vasos e floreiras</strong>, embora, para espaços pequenos, as variedades anãs sejam uma boa escolha.</p><h2>4. Maria-sem-vergonha (<em>Impatiens</em>): uma cor para cantos sombreados</h2><p>Nem todas as varandas ou pátios recebem luz solar direta o dia todo. As flores impatiens (<strong>muito conhecida como maria-sem-vergonha, beijinho ou beijo-turco</strong>) são a escolha perfeita se essa for a sua situação.</p><p>Elas prosperam em áreas sombreadas ou semi-sombreadas com boa luminosidade, já que o sol direto do meio-dia tende a queimar suas folhas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/que-plantar-en-septiembre-5-flores-para-darle-la-bienvenida-a-la-primavera-a-puro-color-1788362667051.jpg" data-image="3q0j9losfj4i" alt="impatiens" title="impatiens"><figcaption>A opção ideal para espaços sem luz solar direta: as impatiens de casa preenchem os cantos sombreados com cor, bastando regá-las constantemente.</figcaption></figure><p>Elas precisam de rega frequente para manter o solo sempre úmido e bem drenado, mas é essencial garantir uma drenagem adequada para evitar o encharcamento. São ideais para o plantio em vasos de tamanho médio e ficam lindas em floreiras de varanda.</p><h2>5. Cravos (<em>Dianthus caryophyllus</em>): elegância e aroma duradouro</h2><p>Eles possuem<strong> pétalas com bordas recortadas</strong> e uma<strong> ampla paleta de cores</strong> que varia do branco puro ao granada profundo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/que-plantar-en-septiembre-5-flores-para-darle-la-bienvenida-a-la-primavera-a-puro-color-1788362778513.jpg" data-image="3o6sk3ifsbqi" alt="cravos" title="cravos"><figcaption>Eles crescem muito bem em vasos individuais e suportam luz solar intensa.</figcaption></figure><p>Eles atingem seu potencial máximo quando recebem<strong> sol pleno ou luz direta muito intensa</strong>. Precisam de rega moderada a baixa, pois toleram melhor a falta temporária de água do que o excesso de água no solo.</p><p>Crescem bem em vasos individuais porque seu sistema radicular não é invasivo, permitindo um manejo fácil do espaço.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777885" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/alem-das-orquideas-5-flores-exoticas-para-cultivar-em-casa-e-impressionar-as-visitas.html" title="Além das orquídeas: 5 flores exóticas para cultivar em casa e impressionar as visitas">Além das orquídeas: 5 flores exóticas para cultivar em casa e impressionar as visitas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/alem-das-orquideas-5-flores-exoticas-para-cultivar-em-casa-e-impressionar-as-visitas.html" title="Além das orquídeas: 5 flores exóticas para cultivar em casa e impressionar as visitas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/alem-das-orquideas-5-flores-exoticas-para-cultivar-em-casa-e-impressionar-as-visitas-1783624770706_320.jpg" alt="Além das orquídeas: 5 flores exóticas para cultivar em casa e impressionar as visitas"></a></article></aside><p>Durante as primeiras semanas de setembro, a amplitude térmica costuma ser significativa, com dias quentes e noites ainda frescas. Para favorecer esse processo, é <strong>essencial garantir um substrato leve, bem aerado e rico em matéria orgânica</strong>.</p><p>Além disso,<strong> remover as flores murchas à medida que secam</strong> ajuda a planta a concentrar sua energia na produção contínua de novos botões ao longo da primavera.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/o-que-plantar-em-setembro-5-flores-para-receber-a-primavera-com-uma-explosao-de-cores.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria causa intensa mudança com frio e chuvas de 100 mm em SP e no resto do Sudeste; veja]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-causa-intensa-mudanca-com-frio-e-chuvas-de-100-mm-em-sp-e-no-resto-do-sudeste-veja.html</link><pubDate>Thu, 03 Sep 2026 19:38:25 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Neste fim de semana uma frente fria avançará pelo Sudeste, levando chuvas fortes e temporais, com volumes chegando a 100 mm em alguns pontos. E também teremos uma queda acentuada das temperaturas em parte da região.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xb3lgyy"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xb3lgyy.jpg" id="xb3lgyy"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Neste<strong> fim de semana</strong>, a passagem de uma<strong> frente fria</strong> pelo <strong>Sudeste </strong>do Brasil vai estimular áreas de <strong>chuva </strong>nos quatro estados da região, que podem ocorrer com forte intensidade e acompanhadas por <strong>temporais</strong>.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Além disso, na retaguarda do sistema, uma <strong>massa de ar frio</strong> ingressará causando uma <strong>queda acentuada das temperaturas</strong> em parte da região, deixando as <strong>manhãs geladas</strong> e as tardes amenas ou até com uma sensação de friozinho.</p><p>Acompanhe a seguir mais detalhes da previsão do tempo.</p><h2>Chuva forte, temporais e até 100 mm no Sudeste no fim de semana</h2><p>A <strong>aproximação da frente fria</strong> já vai provocar <strong>pancadas de chuva isoladas</strong> em áreas do <strong>sul de São Paulo</strong>, nas regiões de Itapeva e Registro, incluindo o litoral sul, entre o <strong>fim da tarde e a noite de sexta-feira (4)</strong>.</p><p>Ao longo do <strong>sábado (5)</strong> há previsão de <strong>chuvas moderadas a pontualmente intensas e com fortes temporais </strong>em todo o estado de <strong>São Paulo</strong>. Entre a <strong>tarde e o início da noite</strong>, essas <strong>chuvas </strong>atingem também o <strong>Rio de Janeiro e o sul, sudeste e Triângulo Mineiros</strong>, e com risco de <strong>temporais</strong>, especialmente nestas áreas mineiras e em áreas de divisa com o estado fluminense.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-causa-intensa-mudanca-com-frio-e-chuvas-de-100-mm-em-sp-e-no-resto-do-sudeste-veja-1788446434356.png" data-image="98gslm4vp3gv"><figcaption>Previsão de densidade de raios para sábado (5) às 16h à esquerda e para domingo (6) às 14h à direita, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>A <strong>capital paulista</strong> terá chuvas fracas a moderadas e com trovoadas entre a manhã e a noite. A cidade do Rio de Janeiro terá chuva fraca e céu nublado durante a noite. Belo Horizonte terá céu parcialmente nublado com chuvas fracas e trovoadas durante a noite.</p><div class="texto-destacado">Este fim de semana será de chuva forte e temporais nos quatro estados do Sudeste, mas o risco é maior em São Paulo e Minas Gerais. Volumes de até 100 mm são esperados no leste paulista.</div><p>No<strong> domingo (6)</strong> já desde a <strong>madrugada chove forte e com temporais</strong> em grande parte do <strong>território paulista, com exceção do oeste</strong>. Mas à medida que o dia passa, as instabilidades avançam para os demais estados da região e as chuvas diminuem em São Paulo, passando a ocorrer <strong>chuvas fracas a moderadas em áreas do norte e do leste entre a tarde e a noite</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-causa-intensa-mudanca-com-frio-e-chuvas-de-100-mm-em-sp-e-no-resto-do-sudeste-veja-1788445939761.png" data-image="6a6vn4vasg9c"><figcaption>Previsão de precipitação (mm) e nebulosidade para sábado (5) às 11h à esquerda e para domingo (6) às 15h à direita, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Sendo assim, ao longo da <strong>manhã </strong>são esperadas<strong> chuvas moderadas a pontualmente intensas e com temporais isolados</strong> no <strong>Rio de Janeiro</strong> e no <strong>sul e Triângulo Mineiros</strong>.</p><p>Durante a <strong>tarde</strong>, as<strong> pancadas de chuva e os temporais ganham força</strong> no <strong>centro-sul de Minas Gerais</strong>, no <strong>Rio de Janeiro</strong> e no <strong>Espírito Santo</strong>. À noite, as chuvas enfraquecem no Rio, mas ainda há risco de pancadas fortes e temporais no centro-norte mineiro e no norte capixaba.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="786873" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-muda-do-tempo-nas-proximas-24h-chuvas-atipicas-e-frio-de-inverno-confira.html" title="Frente fria muda o tempo nas próximas 24h: chuvas atípicas e frio de inverno; confira">Frente fria muda o tempo nas próximas 24h: chuvas atípicas e frio de inverno; confira</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-muda-do-tempo-nas-proximas-24h-chuvas-atipicas-e-frio-de-inverno-confira.html" title="Frente fria muda o tempo nas próximas 24h: chuvas atípicas e frio de inverno; confira"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-muda-do-tempo-nas-proximas-24h-chuvas-atipicas-e-frio-de-inverno-confira-1788403849906_320.jpg" alt="Frente fria muda o tempo nas próximas 24h: chuvas atípicas e frio de inverno; confira"></a></article></aside><p>As<strong> capitais paulista e fluminense</strong> terão <strong>céu nublado e chuva fraca ao longo de todo o domingo (6)</strong>, mas sem riscos de temporais. <strong>Belo Horizonte</strong> tem previsão de céu parcialmente nublado e chuvas com temporais entre a tarde e a noite. <strong>Vitória </strong>terá chuva fraca e céu parcialmente nublado entre meados da tarde e durante a noite.</p><p>Os <strong>volumes de chuva</strong> esperados até o <strong>fim do domingo (6)</strong> serão mais elevados em áreas do <strong>sul e leste de São Paulo</strong>, onde eles passam dos 50 mm e podem pontualmente chegar <strong>em torno dos 100 mm</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-causa-intensa-mudanca-com-frio-e-chuvas-de-100-mm-em-sp-e-no-resto-do-sudeste-veja-1788447164961.jpg" data-image="7ptyv1n9p9i6"><figcaption>Previsão da precipitação acumulada (mm) até a noite do domingo (6), segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Nas demais áreas paulistas e nos demais estados do Sudeste, os acumulados não passam dos 40 mm, com exceção da região da <strong>Costa Verde, no Rio</strong>, onde eles podem chegar aos <strong>60 mm</strong>.</p><h2>Queda acentuada das temperaturas no leste do Sudeste</h2><p><strong>A partir do fim de semana as temperaturas terão uma queda acentuada</strong> em parte do Sudeste, deixando as <strong>manhãs geladas</strong> e as<strong> tardes com sensação de friozinho</strong>.</p><p>No fim de semana já teremos mínimas entre 10°C-12°C em algumas localidades, mas no feriado de <strong>segunda-feira (7)</strong> <strong>o frio será mais intenso</strong>.</p><p>As temperaturas <strong>mínimas </strong>(mapa abaixo) ficam abaixo dos 10°C na <strong>Região Serrana do Rio</strong>, no<strong> sul de Minas Gerais </strong>e no <strong>sul e leste de São Paulo</strong>, onde podem variar <strong>entre 5°C e 8°C</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-causa-intensa-mudanca-com-frio-e-chuvas-de-100-mm-em-sp-e-no-resto-do-sudeste-veja-1788448579378.jpg" data-image="cdxgi8drbd64"><figcaption>Previsão da temperatura mínima do ar (°C) para segunda-feira, 7 de setembro, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>As <strong>tardes </strong>também serão mais <strong>frias</strong> no centro-leste de São Paulo, no sul e leste de Minas Gerais, na maior parte do Rio de Janeiro e no sul do Espírito Santo, onde, na <strong>segunda-feira (7)</strong>, as máximas variam <strong>entre 11°C e 18°C</strong>, mas pontualmente podem ficar em torno dos <strong>8°C</strong><strong> no Vale do Paraíba e sul paulista</strong>, em áreas de <strong>divisa de Minas Gerais com São Paulo</strong> e na <strong>Região Serrana do Rio</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-causa-intensa-mudanca-com-frio-e-chuvas-de-100-mm-em-sp-e-no-resto-do-sudeste-veja-1788448946025.jpg" data-image="dfdp5v69segl"><figcaption>Previsão da temperatura máxima do ar (°C) para segunda-feira, 7 de setembro, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>As mínimas e máximas, respectivamente, nas <strong>capitais </strong>no <strong>feriado</strong> de<strong> </strong>7<strong> </strong>de setembro serão de: <strong>10°C/13°C em São Paulo</strong>; <strong>17°C/19°C no Rio de Janeiro</strong>; 14°C/19°C em Belo Horizonte; e 18°C/21°C em Vitória.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-causa-intensa-mudanca-com-frio-e-chuvas-de-100-mm-em-sp-e-no-resto-do-sudeste-veja.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Poderosa massa de ar frio derruba as temperaturas no Centro-Sul e chega até o Norte; veja atualização]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/poderosa-massa-de-ar-frio-derruba-as-temperaturas-no-centro-sul-e-chega-ate-o-norte-veja-atualizacao.html</link><pubDate>Thu, 03 Sep 2026 18:09:39 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma forte massa de ar polar avança sobre o Brasil a partir de sexta-feira (4) e promete provocar uma intensa onda de frio em diversas regiões durante o feriado de 7 de Setembro. O ar frio se espalha pelo Sul, Sudeste, Centro-Oeste e até mesmo parte do Norte e do Nordeste, provocando iuma friagem, temperaturas negativas e geadas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/poderosa-massa-de-ar-frio-derruba-as-temperaturas-no-centro-sul-e-chega-ate-o-norte-veja-atualizacao-1788450503349.jpg" data-image="eznz8b0dhejv" alt="Fotografia de geada no Sul." title="Fotografia de geada no Sul."><figcaption>Fotografia de geada no Sul. Uma massa de ar polar avança pelo Brasil a partir de sexta-feira (4), trazendo frio intenso, friagem, geadas e temperaturas de até -6°C na semana que vem.</figcaption></figure><p>Uma <strong>massa de ar polar muito intensa</strong> chega ao Brasil nesta <strong>sexta-feira (4)</strong>, provocando uma queda acentuada nas temperaturas ao longo do final de semana e do feriado de 7 de Setembro. Há risco de <strong>temperaturas negativas</strong>, <strong>geadas </strong>abrangentes e um novo episódios de<strong> friagem</strong> no centro-norte do país.</p><p>O ar frio avança inicialmente pelo Rio Grande do Sul ao longo da sexta-feira (4) e, no sábado (5), alcança também Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo, fazendo as <strong>temperaturas caírem de maneira significativa nestes estados</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/poderosa-massa-de-ar-frio-derruba-as-temperaturas-no-centro-sul-e-chega-ate-o-norte-veja-atualizacao-1788450538907.jpg" data-image="9iiw49g013vs" alt="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa no final da Sexta-Feira (esquerda) e do Sábado (direita)." title="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa no final da Sexta-Feira (esquerda) e do Sábado (direita)."><figcaption>Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa no final da Sexta-Feira (esquerda) e do Sábado (direita) mostra o avanço da massa de ar frio, trazendo frio novamente ao centro-sul do Brasil.</figcaption></figure><p>No domingo (6), a massa de ar polar se espalha por grande parte do <strong>Centro-Oeste</strong>, fazendo as temperaturas caírem também no Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal. Todo o <strong>Sudeste</strong> também será afetado, inclusive o Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. </p><div class="texto-destacado">O frio avançará até mesmo para áreas do Norte do Brasil, atingindo o Acre, Rondônia, sul do Amazonas, sul do Pará e Tocantins. Isso ocasionará um novo episódio de Friagem na região, potencialmente o último do inverno.</div><p>Temperaturas mais amenas poderão ser sentidas até mesmo no extremo sul do Maranhão, e também no extremo sul e oeste da Bahia, embora a probabilidade seja mais baixa. Isso significa que<strong> até 18 estados brasileiros podem ser afetados pela intensa massa de ar frio</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/poderosa-massa-de-ar-frio-derruba-as-temperaturas-no-centro-sul-e-chega-ate-o-norte-veja-atualizacao-1788450582040.jpg" data-image="dw46hsjpnw88" alt="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa no final do domingo." title="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa no final do domingo."><figcaption>Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa no final do domingo mostram o avanço da massa de ar polar por grande parte do país, trazendo frio ao Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Norte.</figcaption></figure><p>Em outras palavras, o <strong>final de semana já será marcado pelo frio em grande parte do Brasil</strong>. Essa situação está relacionada à <em>Oscilação Antártica</em> - um padrão atmosférico que, em sua fase negativa, favorece o desprendimento de massas de ar polar da região Antártica, que se deslocam em direção à América do Sul.</p><h2>Dia da Independência com geadas e temperaturas negativas</h2><p>Essa situação <strong>continuará evoluindo ao longo da </strong><strong>segunda-feira (7)</strong>, feriado da Independência do Brasil. Embora grande parte do país seja afetada pelos ventos frios, o grande destaque fica para a região Sul. </p><p>Já na noite de sábado (6), as temperaturas atingem <strong>valores negativos na Serra Catarinense e na Serra Gaúcha</strong>, ocasionando <strong>geadas intensas</strong> na região. As temperaturas continuam caindo ao longo das horas seguintes, durante a madrugada e a manhã do feriado.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/poderosa-massa-de-ar-frio-derruba-as-temperaturas-no-centro-sul-e-chega-ate-o-norte-veja-atualizacao-1788450640135.jpg" data-image="jkj6wr180mab" alt="Previsão de temperaturas mínimas na segunda-feira de madrugada." title="Previsão de temperaturas mínimas na segunda-feira de madrugada."><figcaption>Previsão de temperaturas mínimas na segunda-feira de madrugada mostram valores negativos na região serrana de SC e RS, além de temperaturas muito baixas no MS e parte do Sudeste.</figcaption></figure><p>Grande parte de Santa Catarina registrará <strong>temperaturas próximas dos 0°C</strong> com possibilidade de <strong>geadas generalizadas</strong>, como é possível observar na imagem acima. Situação similar será observada em parte do Rio Grande do Sul e do Paraná. Modelos numéricos indicam mínimas de <strong>-3°C</strong>, mas com as devidas correções, tudo indica que os valores podem atingir<strong> até -6°C</strong> nas regiões serranas. </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso<a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank"> novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Como é possível observar na imagem acima, temperaturas <strong>abaixo dos 10°C </strong>também serão registradas na <strong>região Sudeste</strong>, atingindo parte de São Paulo, especialmente no Vale do Paraíba; sul de Minas Gerais, ao redor da Serra da Mantiqueira; e também o sul e a região serrana do Rio de Janeiro. Um frio muito intenso também atingirá o sul do<strong> Mato Grosso do Sul</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/poderosa-massa-de-ar-frio-derruba-as-temperaturas-no-centro-sul-e-chega-ate-o-norte-veja-atualizacao-1788450676844.jpg" data-image="xhcy3p0x953m" alt="Previsão de anomalias de temperatura entre os dias 7 e 14 de Setembro." title="Previsão de anomalias de temperatura entre os dias 7 e 14 de Setembro."><figcaption>Previsão de anomalias de temperatura entre os dias 7 e 14 de Setembro mostra que a massa de ar frio deixará o clima mais frio do que o normal na maior parte do Brasil semana que vem.</figcaption></figure><p>Esse padrão fará com que a <strong>próxima semana seja mais fria do que o normal em grande parte do Brasil</strong>, como é possível notar na imagem acima. Isso traz um alívio para o calor intenso que estava sendo registrando no país durante a semana passada, quando estações do <em>Instituto Nacional de Meteorologia</em> (<a href="https://portal.inmet.gov.br/">INMET</a>) chegaram a registrar <strong>máximas de 42°C</strong> entre o Centro-Oeste e no Norte do país. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="786696" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-extremas-se-espalham-pelo-brasil-e-volumes-previstos-atingem-os-150-mm.html" title="Chuvas extremas se espalham pelo Brasil e volumes previstos atingem os 150 mm">Chuvas extremas se espalham pelo Brasil e volumes previstos atingem os 150 mm</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-extremas-se-espalham-pelo-brasil-e-volumes-previstos-atingem-os-150-mm.html" title="Chuvas extremas se espalham pelo Brasil e volumes previstos atingem os 150 mm"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-extremas-se-espalham-pelo-brasil-acumulados-podem-alcancar-150-mm-1788295470466_320.png" alt="Chuvas extremas se espalham pelo Brasil e volumes previstos atingem os 150 mm"></a></article></aside><p>Vale notar que, embora esse episódio de frio intenso quebre brevemente o padrão de calor severo impulsionado pelo El Niño, previsões ainda indicam que ondas de<strong> calor muito intensas voltarão a acontecer</strong> de maneira frequente na primavera e principalmente no verão.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/poderosa-massa-de-ar-frio-derruba-as-temperaturas-no-centro-sul-e-chega-ate-o-norte-veja-atualizacao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O novo trem noturno que conectará quatro icônicas cidades europeias a partir de 2028]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/o-novo-trem-noturno-que-conectara-quatro-iconicas-cidades-europeias-a-partir-de.html</link><pubDate>Thu, 03 Sep 2026 16:21:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>As viagens noturnas entre a Europa Central e a Escandinávia ficarão mais fáceis a partir de 2028. Um novo trem conectará 4 grandes cidades europeias, reduzindo a necessidade de baldeações e permitindo que os viajantes possam dormir enquanto percorrem longas distâncias.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/este-es-el-nuevo-tren-nocturno-que-conectara-4-emblematicas-ciudades-europeas-a-partir-de-1788297888507.jpg" data-image="7oc39fw8btsb"><figcaption>Dormir enquanto descansa e otimiza o tempo — a filosofia dos trens noturnos.</figcaption></figure><p><strong>Viajar para a Escandinávia de trem noturno</strong>, sem a necessidade de várias baldeações, se tornará realidade a partir de <strong>2028</strong>.</p><p>A operadora ferroviária <em>European Sleeper</em> anunciou uma <strong>nova rota ligando Bruxelas (Bélgica) e Amsterdã (Países Baixos) a Copenhague (Dinamarca) e Malmö (Suécia)</strong>, expandindo assim uma rede de conexões noturnas que visa revitalizar um modo de viagem na Europa que, outrora, parecia fadado a desaparecer.</p><p>O novo serviço tem lançamento previsto para a primavera de 2028, permitindo que os passageiros<strong> atravessem grande parte do Norte da Europa durante a noite</strong>. Essa iniciativa integra os planos de expansão da cooperativa belgo-holandesa, que defende os trens noturnos como uma alternativa ao transporte aéreo.</p><h2>De Bruxelas à Escandinávia enquanto dorme</h2><p>A ideia é simples:<strong> embarcar no trem à tarde ou no início da noite e chegar ao destino na manhã seguinte</strong>, evitando grande parte do tempo normalmente perdido em aeroportos ou conexões ferroviárias.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/este-es-el-nuevo-tren-nocturno-que-conectara-4-emblematicas-ciudades-europeas-a-partir-de-1788297102805.jpg" data-image="3tsw0qt9qag5"><figcaption>Estação ferroviária da cidade sueca de Malmö.</figcaption></figure><p>De acordo com informações iniciais divulgadas pela empresa, as partidas de Bruxelas e Malmö estão previstas para cerca das 19h, com chegada ao destino final estimada para por volta das 10h da manhã seguinte. Alguns <strong>detalhes ainda precisam ser definidos</strong>, como o cronograma definitivo, a frequência do serviço e os horários exatos de todas as paradas.</p><p><strong>A conexão também servirá como porta de entrada para outros destinos europeus</strong>. A partir das cidades conectadas, os passageiros poderão prosseguir viagem para Londres, Paris, Estocolmo ou Oslo, embora, nesses casos, seja necessária pelo menos uma conexão adicional.</p><h2>Um trem pensado para dormir</h2><p>O atrativo da nova rota não está apenas em evitar viagens aéreas. A <em>European Sleeper</em> pretende<strong> resgatar uma das características que tornaram populares os trens noturnos europeu</strong>s: transformar o trajeto em uma viagem realizada durante a noite.</p><p>A configuração planejada contará com diversas opções, variando de <strong>assentos convencionais a beliches e cabines com leitos</strong>. A empresa também estuda opções de maior conforto, como camas de casal e banheiros privativos, embora a gama completa de categorias disponíveis para a rota escandinava ainda não tenha sido detalhada.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/este-es-el-nuevo-tren-nocturno-que-conectara-4-emblematicas-ciudades-europeas-a-partir-de-1788297459165.png" data-image="19zhbvqmj4yh"><figcaption>Os trens noturnos estão resgatando uma forma de viajar pela Europa que parecia fadada a desaparecer.</figcaption></figure><p>A possibilidade de dormir enquanto o trem está em movimento também permite um aproveitamento muito melhor do tempo. Em vez de passar parte do dia viajando, despachando bagagem e aguardando o embarque, <strong>o viajante pode sair de uma cidade ao final do dia e começar o dia seguinte em outro país</strong>.</p><p>É justamente essa combinação de<strong> conforto, economia de tempo e a experiência da viagem de trem</strong> que está impulsionando o ressurgimento dos trens noturnos na Europa.</p><h2><em>European Sleeper</em> amplia sua rede</h2><p>A nova conexão com a Escandinávia não será um projeto isolado. A <em>European Sleeper</em> está expandindo progressivamente seu serviço internacional e já opera <strong>conexões noturnas entre Bruxelas e Praga, além da rota entre Paris e Berlim</strong>.</p><p><strong>A essas conexões junta-se a nova rota Bruxelas-Milão</strong>, com lançamento previsto para 9 de setembro deste ano; a viagem dura aproximadamente 17 horas e meia e, inicialmente, será realizada três dias por semana. O trajeto inclui paradas em cidades como Colônia e Zurique.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="fr" dir="ltr">European Sleeper et lopérateur allemand RDC ont conclu un partenariat stratégique visant à renforcer les liaisons nocturnes. Leur premier projet commun sera une relation de nuit reliant Bruxelles et Amsterdam à Copenhague et Malmö dès avril2028. <a href="https://x.com/hashtag/Railways?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Railways</a> <a href="https://x.com/hashtag/Europe?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Europe</a> <a href="https://x.com/hashtag/Travel?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Travel</a> <a href="https://t.co/Ebt4HeKW4v">pic.twitter.com/Ebt4HeKW4v</a></p> Mediarail.be - Rail Europe News (@Mediarail) <a href="https://x.com/Mediarail/status/2092200516369486160?ref_src=twsrc%5Etfw">August 25, 2026</a></blockquote></figure><p>Essa expansão demonstra a medida em que<strong> o trem noturno está reconquistando seu lugar no mapa do turismo europeu</strong>. O objetivo não é mais apenas conectar duas grandes capitais, mas criar uma rede que possibilite viagens internacionais sem depender necessariamente do transporte aéreo.</p><p>De fato, a <em>European Sleeper</em> também sinalizou planos para uma <strong>futura conexão noturna entre Bruxelas e Barcelona</strong>, embora, no momento, não haja uma data de lançamento definida.</p><h2>Quanto custará viajar até a Escandinávia?</h2><p>Uma das grandes incógnitas em relação à nova rota é o preço da passagem. A <em>European Sleeper</em> <strong>ainda não anunciou as tarifas</strong> finais para o serviço que conecta a Bélgica, os Países Baixos, a Dinamarca e a Suécia.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="745743" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/a-viagem-de-trem-mais-lendaria-do-mundo-coberta-de-neve-descubra-a-experiencia-transiberiana-no-inverno.html" title="A viagem de trem mais lendária do mundo coberta de neve: descubra a experiência Transiberiana no inverno">A viagem de trem mais lendária do mundo coberta de neve: descubra a experiência Transiberiana no inverno</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/a-viagem-de-trem-mais-lendaria-do-mundo-coberta-de-neve-descubra-a-experiencia-transiberiana-no-inverno.html" title="A viagem de trem mais lendária do mundo coberta de neve: descubra a experiência Transiberiana no inverno"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-viaje-en-tren-mas-legendario-del-mundo-cubierto-de-nieve-descubre-la-experiencia-en-el-transiberiano-en-invierno-1766423670979_320.jpg" alt="A viagem de trem mais lendária do mundo coberta de neve: descubra a experiência Transiberiana no inverno"></a></article></aside><p>Como referência, os preços atuais da empresa para outras rotas dão uma ideia geral das diferentes categorias. Por exemplo, uma viagem só de ida entre Paris e Berlim pode ser adquirida a partir de cerca de €79 por pessoa em cabine compartilhada, enquanto opções de maior conforto elevam o preço para aproximadamente €116.</p><p>A tarifa da nova conexão provavelmente <strong>dependerá do trajeto específico, da antecedência da reserva e do tipo de acomodação escolhido</strong>. De qualquer forma, dormir enquanto se viaja pela Europa permite aos passageiros economizar uma diária de hotel e aproveitar o tempo de descanso para o próprio deslocamento. Essa opção é particularmente atraente para quem tem tempo disponível e prefere explorar o continente em um ritmo mais tranquilo.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/o-novo-trem-noturno-que-conectara-quatro-iconicas-cidades-europeias-a-partir-de.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Alerta de frio no Sul: umidade interna ameaça silos antes do Feriado da Independência]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/alerta-de-frio-no-sul-umidade-interna-ameaca-silos-antes-do-feriado-da-independencia.html</link><pubDate>Thu, 03 Sep 2026 14:12:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>A chegada do frio ao Sul exige atenção à soja armazenada: diferenças de temperatura podem deslocar umidade dentro dos silos. Monitorar os grãos e ajustar a aeração ajuda a preservar a qualidade durante o feriado de setembro.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-no-sul-umidade-interna-ameaca-silos-antes-do-feriado-1788361120384.jpg" data-image="zbp0uhwvoz6c" alt="soja, silos, umidade" title="soja, silos, umidade"><figcaption>O controle da temperatura e da umidade nos silos ajuda a preservar a qualidade da soja após a colheita.</figcaption></figure><p>Uma massa de ar frio avançará pelo Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná entre 4 e 8 de setembro, exigindo atenção à soja e ao milho armazenados. No domingo (6), <strong>áreas altas do Oeste ao Planalto Sul catarinense podem registrar −3°C a 4°C</strong>. Nos silos, porém, os grãos não acompanham imediatamente a temperatura externa.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p><strong>Essa diferença pode deslocar umidade e favorecer condensação, mesmo sem infiltração</strong>. O risco depende da temperatura inicial, da umidade dos lotes e da aeração. O frio, sozinho, não deteriora a produção: bem aproveitado, ajuda a conservar os grãos e reduzir a atividade de insetos. A revisão precisa buscar desuniformidades, não evitar o resfriamento.</p><h2>O frio chega ao Sul, mas o interior do silo responde depois </h2><p><strong>A mudança começa no Rio Grande do Sul na sexta-feira (4) e avança sobre Santa Catarina e Paraná no sábado (5</strong>). Em SC, as máximas de quinta-feira ficam entre 22°C e 28°C; no sábado, abaixo de 20°C. A sequência exige acompanhar a termometria, sem presumir que o centro da massa de grãos esfriará tão depressa quanto suas bordas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-no-sul-umidade-interna-ameaca-silos-antes-do-feriado-1788361593609.jpg" data-image="7qu5f1q1s2c4" alt="frio, temperatura, sudeste" title="frio, temperatura, sudeste"><figcaption>Previsão de temperatura para as 6h de sábado (5).</figcaption></figure><p><strong>Quando a periferia esfria e o centro permanece quente, podem surgir movimentos de ar entre os grãos</strong>. O ar aquecido transporta vapor para zonas frias, onde a água pode condensar. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Diferenças entre sensores e alterações na umidade precisam orientar o diagnóstico local.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p><em>A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária</em> (<a href="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1155426/1/Circ-Tec-196.pdf" target="_blank">Embrapa</a>) em silos metálicos sem aeração, com concentração de umidade na parte superior central durante o frio externo. </p><h2>Aeração uniforme vale mais que uma noite fria em PR, SC e RS </h2><p>A conservação exige avaliar temperatura do ar, umidade relativa, condição do produto e distribuição do fluxo. No Paraná, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, <strong>ligar ventiladores apenas porque o termômetro caiu pode não produzir o resultado esperado</strong>. O ar pode retirar ou devolver umidade aos grãos. Aeração não deve ser confundida com secagem nem compensar indiscriminadamente um lote recebido úmido.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-no-sul-umidade-interna-ameaca-silos-antes-do-feriado-1788362516425.jpg" data-image="tnmxm9qk7uog" alt="temperatura, silo, milho, soja" title="temperatura, silo, milho, soja"><figcaption>A aeração ajuda a uniformizar a temperatura e preservar a qualidade dos grãos armazenados nos silos.</figcaption></figure><p>Vazão específica de 0,25 m³ por minuto por tonelada corresponde a 80 horas de aeração; com 0,50 m³ por minuto por tonelada, a referência é 40 horas. <strong>Não são uma programação automática para o feriado. </strong>Impurezas, compactação e características da instalação precisam entrar no cálculo do responsável técnico. Uma madrugada fria não garante resfriamento completo.</p><h2>Antes de 7 de setembro, revisar sensores e organizar o acompanhamento </h2><p>Em Santa Catarina, o domingo combina mínimas de −3°C a 4°C nas áreas altas com máximas de 15 °C a 20 °C. <strong>Nos dias 7 e 8, a tendência indica maior estabilidade</strong>, embora possa chover fraco no litoral. No Paraná e no Rio Grande do Sul, a continuidade do frio justifica acompanhar os lotes durante o feriado, mesmo após a chuva.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-no-sul-umidade-interna-ameaca-silos-antes-do-feriado-1788362177645.jpg" data-image="22omqmrj55rk" alt="Chuva, acumulada" title="Chuva, acumulada"><figcaption>Previsão de chuva acumulada até as 9h de segunda-feira (7).</figcaption></figure><p>O planejamento deve preservar registros e garantir acompanhamento por equipe habilitada. No milho, assim como na soja, <strong>temperatura e umidade desuniformes favorecem problemas de conservação. </strong></p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="786696" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-extremas-se-espalham-pelo-brasil-e-volumes-previstos-atingem-os-150-mm.html" title="Chuvas extremas se espalham pelo Brasil e volumes previstos atingem os 150 mm">Chuvas extremas se espalham pelo Brasil e volumes previstos atingem os 150 mm</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-extremas-se-espalham-pelo-brasil-e-volumes-previstos-atingem-os-150-mm.html" title="Chuvas extremas se espalham pelo Brasil e volumes previstos atingem os 150 mm"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-extremas-se-espalham-pelo-brasil-acumulados-podem-alcancar-150-mm-1788295470466_320.png" alt="Chuvas extremas se espalham pelo Brasil e volumes previstos atingem os 150 mm"></a></article></aside><p>Aquecimento localizado, odor alterado ou umidade crescente exigem avaliação técnica, <strong>não acionamento improvisado dos equipamentos</strong>. O objetivo é aproveitar o ar favorável sem reumedecer o produto, evitando entrada de pessoas no silo para inspeções improvisadas.</p><ul><li>No RS, antes de 4/9, conferir termometria e histórico dos lotes para comparar a resposta ao resfriamento.</li><li>Em SC, antes da chuva de 4–5/9, revisar vedação e drenagem para prevenir entrada de água.</li><li><strong>No PR, entre 6 e 8/9, registrar o funcionamento da aeração</strong> e verificar se o resfriamento alcança diferentes pontos.</li></ul><ul> </ul>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/alerta-de-frio-no-sul-umidade-interna-ameaca-silos-antes-do-feriado-da-independencia.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Remoção de CO2 do ar não resolverá a crise do clima, alerta a ONU ]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/remocao-de-co2-do-ar-nao-resolvera-a-crise-do-clima-alerta-a-onu.html</link><pubDate>Thu, 03 Sep 2026 12:17:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Métodos industriais que prometem enterrar dióxido de carbono em profundidades geológicas não possuem capacidade suficiente para compensar o avanço contínuo do setor petrolífero e têm prazo de esgotamento estimado em menos de dois séculos. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/remocao-de-co2-do-ar-nao-resolvera-a-crise-do-clima-alerta-a-onu-1788392440319.jpg" data-image="ha6tjfqi7km5" alt="Novo estudo da ONU alerta que o planeta superará o limiar de 1,5°C. Foto: Magnific" title="Novo estudo da ONU alerta que o planeta superará o limiar de 1,5°C. Foto: Magnific"><figcaption>Novo estudo da ONU alerta que o planeta superará o limiar de 1,5°C. Foto: Magnific</figcaption></figure><p>O <strong>Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente</strong> (<a href="https://www.unep.org/pt-br" target="_blank">PNUMA</a>) divulgou um relatório técnico que aborda o estouro iminente do limite de aquecimento global preconizado pelo Acordo de Paris. Conhecido como overshoot, o fenômeno descreve o período em que a <strong>temperatura média global ultrapassará a marca de 1,5°C nas próximas décadas</strong> até que consiga retroceder.</p><p>Diante desse cenário, o documento propõe uma postura mais realista e emergencial para enfrentar a crise climática. Além disso,<strong> a entidade observa com forte ceticismo as tecnologias voltadas à remoção artificial de dióxido de carbono </strong>da atmosfera, defendendo que o foco principal precisa recair sobre o corte rápido de emissões de gases poluentes.</p><h2>Incertezas e limites das soluções tecnológicas de captura</h2><p>Atualmente, as duas principais vias para extrair carbono do ar são<strong> o plantio de florestas e a Captura e Armazenamento de Carbono (CCS)</strong>, método que enterra o dióxido de carbono da produção de óleo e gás em reservatórios profundos. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/remocao-de-co2-do-ar-nao-resolvera-a-crise-do-clima-alerta-a-onu-1788392585994.jpg" data-image="kqcnecyxoqyx" alt="Análise do Pnuma ressalta que remediar o clima sairá muito mais caro do que reduzir as emissões agora. Foto: Magnific" title="Análise do Pnuma ressalta que remediar o clima sairá muito mais caro do que reduzir as emissões agora. Foto: Magnific"><figcaption>Análise do Pnuma ressalta que remediar o clima sairá muito mais caro do que reduzir as emissões agora. Foto: Magnific</figcaption></figure><p>Contudo, <strong>o Pnuma avalia que a ampliação do CCS tem capacidade restrita e pouco realista</strong> para frear o aquecimento global. Os cientistas afirmam que o potencial da tecnologia compensa, no máximo, o que as próprias petrolíferas geram ao extrair combustíveis fósseis. </p><div class="texto-destacado">Adicionalmente, as reservas geológicas disponíveis para armazenar tais resíduos podem se esgotar por volta do ano 2200, enquanto alternativas diretas no ar (DACCS) seguem com custo muito alto e demanda energética inviável para ampla escala.Do mesmo modo, o reflorestamento em larga escala apresenta gargalos físicos e produtivos expressivos. </div><p>Em um cenário de temperaturas elevadas, as plantas podem perder eficácia na absorção de carbono, <strong>gerando ainda disputas de terras com o setor agrícola. </strong>"Seriam necessários cem anos de reflorestamento e manejo florestal na escala atual, com zero emissões residuais de CO2, para baixar a temperatura global em 0,1°C", afirma o levantamento.</p><h2>Estratégias em fases e urgência na redução imediata</h2><p>Para gerenciar o<strong> período de overshoot</strong>, os pesquisadores sugerem organizar as iniciativas globais em três etapas distintas. <strong>A fase inicial foca a resposta imediata por meio de cortes severos de gases estufa</strong>; a segunda visa a conter os impactos e atingir emissões líquidas zero; e a terceira busca consolidar técnicas seguras de remoção de longo prazo antes da virada do século.</p><p>A proposta rebate o posicionamento de países que mantêm planos de exploração fóssil a longo prazo, entre eles<strong> Estados Unidos, Rússia e Brasil, além da China</strong>. O Pnuma adverte que confiar excessivamente em intervenções futuras não substitui a diminuição da queima de carvão, gás e petróleo no presente.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="785470" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/teste-inedito-tinge-oceano-de-rosa-para-capturar-co2-e-conter-acidez.html" title="Teste inédito 'tinge' oceano de rosa para capturar CO2 e conter acidez">Teste inédito 'tinge' oceano de rosa para capturar CO2 e conter acidez</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/teste-inedito-tinge-oceano-de-rosa-para-capturar-co2-e-conter-acidez.html" title="Teste inédito 'tinge' oceano de rosa para capturar CO2 e conter acidez"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/teste-inedito-tinge-oceano-de-rosa-para-capturar-co2-e-conter-acidez-1787679999898_320.jpg" alt="Teste inédito 'tinge' oceano de rosa para capturar CO2 e conter acidez"></a></article></aside><p>Paralelamente, <strong>a ONU ressalta que preparar as nações para enfrentar eventos climáticos extremos já se tornou um passo incontornável</strong>. Para a entidade internacional, garantir financiamento e justiça climática nas negociações multilaterais é o caminho para impedir perdas financeiras e proteger populações mais vulneráveis em todo o mundo.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Clima%20e%20Meio%20Ambiente" data-year="2026" data-title="Clima%3A%20ONU%20alerta%20que%20a%C3%A7%C3%A3o%20imediata%20%C3%A9%20a%20%C3%BAnica%20forma%20de%20evitar%20cat%C3%A1strofe%20global" data-url="https%3A%2F%2Fnews.un.org%2Fpt%2Fstory%2F2026%2F09%2F1854243">Clima e Meio Ambiente. (2026). <a href="https://news.un.org/pt/story/2026/09/1854243" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Clima: ONU alerta que ação imediata é a única forma de evitar catástrofe global</a>.</cite><br><cite data-author="O%20Globo" data-year="2026" data-title="ONU%3A%20t%C3%A9cnicas%20para%20remover%20CO2%20n%C3%A3o%20ajudar%C3%A3o%20a%20reverter%20estouro%20da%20meta%20de%20temperatura%20se%20emiss%C3%B5es%20n%C3%A3o%20ca%C3%ADrem" data-url="https%3A%2F%2Foglobo.globo.com%2Fmundo%2Fclima-e-ciencia%2Fnoticia%2F2026%2F09%2F02%2Fonu-tecnicas-para-remover-co2-nao-ajudarao-a-reverter-estouro-da-meta-de-temperatura-se-emissoes-nao-cairem.ghtml">O Globo. (2026). <a href="https://oglobo.globo.com/mundo/clima-e-ciencia/noticia/2026/09/02/onu-tecnicas-para-remover-co2-nao-ajudarao-a-reverter-estouro-da-meta-de-temperatura-se-emissoes-nao-cairem.ghtml" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">ONU: técnicas para remover CO2 não ajudarão a reverter estouro da meta de temperatura se emissões não caírem</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/remocao-de-co2-do-ar-nao-resolvera-a-crise-do-clima-alerta-a-onu.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria muda o tempo nas próximas 24h: chuvas atípicas e frio de inverno; confira]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-muda-do-tempo-nas-proximas-24h-chuvas-atipicas-e-frio-de-inverno-confira.html</link><pubDate>Thu, 03 Sep 2026 09:21:36 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O avanço de uma frente fria vai mudar o tempo sobre o Brasil nas próximas 24 horas. A expectativa é de ocorrência de chuvas atípicas para esta época do ano e retorno do frio de inverno.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-muda-do-tempo-nas-proximas-24h-chuvas-atipicas-e-frio-de-inverno-confira-1788403849906.jpg" data-image="irvujam93yy3" alt="Chuva e frio marcam próximos dias no Brasil." title="Chuva e frio marcam próximos dias no Brasil."><figcaption>Frente fria avança e leva chuva ao Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Após sua passagem temperaturas despencam no início da semana, e termômetros podem atingir marcas negativas. Foto: Adobe Stock.</figcaption></figure><p>No decorrer desta <strong>quinta-feira (3), </strong>uma <strong>frente</strong> <strong>fria </strong>avançará pelo Sul do Brasil, mudando o tempo na região e provocando chuvas intensas. O sistema se deslocará rapidamente e, já na sexta (4), a tendência é que alcance o Sudeste do país, levando precipitações para a Região.</p><p>Após alguns dias de atuação do sistema frontal, uma <strong>massa de ar polar</strong> afetará os estados das regiões <strong>Sul, Sudeste e Centro-Oeste</strong>, fazendo com que o <strong>frio de inverno retorne</strong> neste final de estação. A seguir, confira como ficará o tempo nessas áreas nos próximos dias.</p><h2>Chuvas afetam boa parte do Brasil nos próximos dias</h2><p>A <strong>tarde desta quinta-feira (3)</strong> será marcada pela chegada de uma <strong>frente fria ao Sul</strong> <strong>do </strong><strong>Brasil</strong>. O Rio Grande do Sul será o primeiro estado atingido pelo sistema, devendo <strong>registrar chuva fraca e</strong> aumento de nebulosidade. Ao longo da noite, as chuvas ganharão intensidade e deixarão os municípios do <strong>leste gaúcho em alerta</strong>.</p><p>A <strong>madrugada de sexta-feira (4)</strong> também registrará a presença de <strong>nuvens sobre Santa Catarina</strong> e Paraná, contudo as pancadas de chuva ficarão concentradas no norte do Rio Grande do Sul. Será no período da tarde que as primeiras gotas começarão a ocorrer nos dois estados.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-muda-do-tempo-nas-proximas-24h-chuvas-atipicas-e-frio-de-inverno-confira-1788403617129.jpg" data-image="7rjt8csl3e7j" alt="Densidade de raios." title="Densidade de raios."><figcaption>A previsão indica possíveis áreas com maior potencial para registrar tempestades na manhã deste sábado (5).</figcaption></figure><p>Em grande parte de <strong>Santa Catarina e do</strong> <strong>Paraná</strong>, as <strong>precipitações </strong>serão de <strong>fraca intensidade</strong> inicialmente, mas ganharão força com o passar das horas. Desta maneira, há <strong>risco de chuvas intensas</strong> e <strong>tempestades </strong>sobre o leste catarinense e a região central paranaense.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p>O <strong>Sudeste </strong>também será atingido pela frente fria. Ao final da <strong>noite de sexta-feira (4)</strong>, as <strong>chuvas </strong>alcançarão o estado de <strong>São Paulo</strong> com fraca intensidade. Na <strong>madrugada de sábado (5)</strong>, o cenário <strong>exigirá maior atenção, pois</strong> o modelo ECMWF indica <strong>chuvas fortes e tempestades </strong>na divisa entre Paraná e São Paulo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-muda-do-tempo-nas-proximas-24h-chuvas-atipicas-e-frio-de-inverno-confira-1788403421187.jpg" data-image="9hhfv9d7mczf" alt="Chuva." title="Chuva."><figcaption>Precipitação e nebulosidade prevista para a tarde de sábado (5).</figcaption></figure><p>Conforme a <strong>frente fria avança</strong>, o sistema auxiliará na <strong>organização de um corredor</strong> <strong>de </strong><strong>umidade</strong>, aumentando as chances de <strong>chuvas atípicas</strong> para esta época no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. Nesses estados, a previsão indica <strong>riscos de </strong><strong>temporais </strong>e instabilidades no período da tarde de sábado (5).</p><p>Durante a noite, o <strong>cenário permanecerá favorável a</strong> <strong>transtornos</strong>. A expectativa é que as <strong>chuvas intensas </strong>atuem no leste paranaense, sul paulista, <strong>interior do Mato Grosso</strong> <strong>do Sul</strong> e sul de Goiás, sem descartar <strong>tempestades no Triângulo Mineiro</strong> e no Sul de Minas Gerais.</p><h2>Temperatura fica menor que 0°C após frente fria</h2><p>Após a passagem da<strong> frente fria</strong>, uma <strong>massa de ar polar</strong> avançará pelo Brasil e <strong>derrubará as temperaturas</strong>, trazendo de volta o clima frio. De acordo com o <strong>modelo <em>ECMWF</em>,</strong> já na sexta-feira (4), o <strong>ar frio</strong> adentrará ao Sul, deixando os termômetros <strong>abaixo dos 10°C no</strong> extremo sul gaúcho ao amanhecer.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-muda-do-tempo-nas-proximas-24h-chuvas-atipicas-e-frio-de-inverno-confira-1788403271243.jpg" data-image="8bzdqc5liy5s" alt="Anomalia de temperatura em 850 hPa." title="Anomalia de temperatura em 850 hPa."><figcaption>Ar frio com forte intensidade atua sobre o Brasil a partir de sexta-feira (4) e deve permanecer até a próxima semana.</figcaption></figure><p>À tarde, horário em que se atinge a máxima, <strong>as temperaturas não subirão muito</strong>. A previsão mostra que, no interior gaúcho, sul catarinense e leste paranaense, a máxima ficará próxima dos <strong>20°C</strong>, registrando valores inferiores em diversas localidades.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="786819" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/feriado-da-independencia-sera-com-frente-fria-e-frio-de-ate-6-c-em-16-estados.html" title="Feriado da Independência será com frente fria e frio de até -6°C em 16 estados">Feriado da Independência será com frente fria e frio de até -6°C em 16 estados</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/feriado-da-independencia-sera-com-frente-fria-e-frio-de-ate-6-c-em-16-estados.html" title="Feriado da Independência será com frente fria e frio de até -6°C em 16 estados"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/feriado-da-independencia-sera-com-frente-fria-e-frio-de-ate-6-c-em-16-estados-1788361153561_320.jpg" alt="Feriado da Independência será com frente fria e frio de até -6°C em 16 estados"></a></article></aside><p>No sábado (5) e no domingo (6), a <strong>massa de ar polar</strong> chegará a Santa Catarina e ao Paraná, provocando<strong> queda acentuada nas temperaturas</strong>, principalmente nas manhãs. Todo o território gaúcho, grande parte de Santa Catarina e o sudoeste paranaense terão mínimas entre <strong>4°C e 10°C</strong>, com máximas não superando os <strong>18°C</strong> à tarde.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-muda-do-tempo-nas-proximas-24h-chuvas-atipicas-e-frio-de-inverno-confira-1788403334703.jpg" data-image="6ey786w7rozv" alt="Temperatura no amanhecer de segunda-feira (7)." title="Temperatura no amanhecer de segunda-feira (7)."><figcaption>Temperatura no amanhecer de segunda-feira (7).</figcaption></figure><p>Segundo a última rodada do modelo, as temperaturas poderão ficar abaixo de <strong>0°C </strong>na Serra Gaúcha e Catarinense no amanhecer de segunda-feira (7). Há<strong> riscos de geadas generalizada</strong>s sobre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, com termômetros inferiores aos <strong>5°C.</strong></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-muda-do-tempo-nas-proximas-24h-chuvas-atipicas-e-frio-de-inverno-confira.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Cientistas descobrem “fábrica de nuvens” natural no Ártico que não aparecia em modelos climáticos]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/cientistas-descobrem-fabrica-de-nuvens-natural-no-artico-que-nao-aparecia-em-modelos-climaticos.html</link><pubDate>Thu, 03 Sep 2026 08:34:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Cientistas descobriram que o derretimento do gelo marinho do Ártico desencadeia um processo natural capaz de multiplicar por cinquenta, em um único dia, o número de partículas formadoras de nuvens na atmosfera.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/uk-scientists-discover-a-natural-arctic-cloud-factory-missing-from-climate-models-1787704334813.png" data-image="rn94a03v9vxb"><figcaption>Cientistas identificaram um processo ártico anteriormente não documentado que pode multiplicar rapidamente partículas formadoras de nuvens perto da borda do gelo marinho em derretimento.</figcaption></figure><p>Segundo os dados climáticos mais recentes, o <strong>Ártico </strong>está aquecendo mais de três vezes mais rápido do que o restante do planeta. No entanto, há algo que os cientistas ainda não compreendem totalmente: <strong>o que está acontecendo com as nuvens da região</strong>.</p><p>Pesquisadores observaram a influência significativa que essas nuvens exercem sobre a quantidade de calor absorvido ou refletido de volta para o espaço, mas têm encontrado <strong>dificuldades para determinar a verdadeira origem das minúsculas partículas que as formam</strong> — especialmente em uma região tão remota do globo.</p><p>Contudo, uma nova pesquisa liderada pela Universidade de Birmingham parece ter<strong> identificado uma fonte importante </strong>— uma que, segundo a equipe, havia sido demonstrada anteriormente apenas em condições de laboratório. Até agora.</p><h2>50 vezes mais partículas em um único dia</h2><p>Na primavera e no verão de 2022, a equipe de pesquisa partiu a bordo do navio de pesquisa <em>Discovery </em>para examinar as <strong>águas ao redor da Groenlândia e do Estreito de Davis</strong> e realizar medições. Perto da borda do gelo marinho — onde ele dá lugar a águas abertas —, eles observaram algo que lhes chamou a atenção.</p><p>Segundo o estudo, <strong>iodo, enxofre e compostos orgânicos provenientes do oceano</strong>, das algas que nele habitam e do próprio gelo<strong> reagiram com a luz solar para gerar partículas atmosféricas </strong>a uma taxa que, segundo os pesquisadores, jamais haviam visto fora de um laboratório.</p><p>Em certo momento nessa zona marginal de gelo, as<strong> concentrações de partículas formadoras de nuvens</strong> saltaram de aproximadamente <strong>50 por centímetro cúbico para cerca de 1.500 no decorrer de um único dia</strong>, constatou o estudo. A equipe relatou ter observado a formação de novas partículas em mais de 80% dos dias ensolarados.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/uk-scientists-discover-a-natural-arctic-cloud-factory-missing-from-climate-models-1787704372311.png" data-image="vcy7jzg6ex79"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-191570">Segundo cientistas, os fenômenos químicos recém-observados acrescentaram mais uma camada de incerteza às projeções climáticas para o Ártico, uma vez que os modelos atuais ainda não levam em conta essa fonte de partículas de nucleação de nuvens.</figcaption></figure><p>O Dr. James Brean, coautor do estudo e pesquisador da Universidade de Birmingham, afirmou que as descobertas oferecem uma "validação em condições reais" de um mecanismo químico envolvendo oxoácidos de iodo e ácido sulfúrico — <strong>um processo que, até então, havia sido demonstrado apenas em experimentos de laboratório</strong> no CERN (Organização Europeia para a Investigação Nuclear).</p><p>A equipe também detectou<strong> uma classe de compostos atmosféricos que não havia sido observada anteriormente: moléculas orgânicas oxigenadas contendo iodo</strong>, ou I-OOMs. Segundo Brean, elas parecem ajudar as partículas recém-formadas a crescer o suficiente para dar origem a nuvens.</p><h2>O que isso significa para o aquecimento do Ártico?</h2><p>Cientistas confirmaram que o <strong>Ártico vem aquecendo mais de três vezes mais rápido do que o restante do planeta</strong> nas últimas quatro décadas. E, à medida que esse aquecimento derrete mais gelo marinho, a zona marginal de gelo — onde esse processo de formação de partículas é desencadeado — se expande, proporcionando mais espaço para que ele ocorra.</p><p>Cientistas alertam que<strong> uma quantidade maior dessas partículas formadoras de nuvens poderia resultar em nuvens mais abundantes</strong> ou mais densas durante a estação de aquecimento. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="782706" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/a-geoengenharia-no-artico-funciona-a-experiencia-historica-que-aumentou-a-espessura-do-gelo-em-32-cm.html" title="A geoengenharia no Ártico funciona: a experiência histórica que aumentou a espessura do gelo em 32 cm">A geoengenharia no Ártico funciona: a experiência histórica que aumentou a espessura do gelo em 32 cm</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/a-geoengenharia-no-artico-funciona-a-experiencia-historica-que-aumentou-a-espessura-do-gelo-em-32-cm.html" title="A geoengenharia no Ártico funciona: a experiência histórica que aumentou a espessura do gelo em 32 cm"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/la-geoingenieria-en-el-artico-funciona-el-historico-experimento-que-engroso-el-hielo-32-cm-1784645455704_320.jpg" alt="A geoengenharia no Ártico funciona: a experiência histórica que aumentou a espessura do gelo em 32 cm"></a></article></aside><p>Segundo o autor principal, o professor Zongbo Shi,<strong> isso poderia acelerar o derretimento do gelo e, potencialmente, resfriar o oceano aberto</strong> — um ciclo de retroalimentação complexo que os modelos climáticos atuais não levam em consideração, uma vez que o processo não está incluído neles. A equipe está trabalhando para que ele seja incorporado.</p><p>"Compreender como as emissões naturais influenciam as nuvens é fundamental para prever as mudanças climáticas nesta região", disse Shi.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="University%20of%20Birmingham" data-year="2026" data-title="Arctic%20cloud%20condensation%20nuclei%20enhanced%20by%20iodine%2C%20sulfur%20and%20organic%20precursors" data-url="https%3A%2F%2Fwww.nature.com%2Farticles%2Fs41561-026-02062-6">University of Birmingham. (2026). <a href="https://www.nature.com/articles/s41561-026-02062-6" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Arctic cloud condensation nuclei enhanced by iodine, sulfur and organic precursors</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/cientistas-descobrem-fabrica-de-nuvens-natural-no-artico-que-nao-aparecia-em-modelos-climaticos.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Grutas, trilhas e cachoeiras: o destino no interior de SP para quem busca refúgio na natureza]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/grutas-trilhas-e-cachoeiras-o-destino-no-interior-de-sp-para-quem-busca-refugio-na-natureza.html</link><pubDate>Wed, 02 Sep 2026 23:48:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Paisagens naturais e contato com a natureza atraem turistas nesta cidade no interior paulista, que oferece grutas, cachoeiras, mirantes e trilhas. Descubra que destino é este. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/grutas-trilhas-e-cachoeiras-o-destino-no-interior-de-sp-para-quem-busca-refugio-na-natureza-1788377324771.jpg" data-image="nr0o9jha40wt"><figcaption>Gruta da Barreira e o Rio Itararé. Crédito: leandro.gwn/Wikiloc.</figcaption></figure><p>Uma <strong>cidade </strong>no <strong>interior </strong>de <strong>São Paulo</strong> têm despertado o interesse dos turistas pelas suas belas paisagens naturais e contato com a natureza através de trilhas e atividades de ecoturismo. Este município integra a Região Turística Cânions Paulistas, reconhecida pelo Ministério do Turismo e o pico de visitas ocorre durante a temporada de verão.</p><p>É<strong> uma região ainda não muito conhecida, mas vem aumentando a procura de pessoas interessadas em conhecê-la</strong>; e isso se deve, em parte, pela divulgação das paisagens nas redes sociais. Muitas fotos publicadas pelos visitantes despertam a curiosidade de outras pessoas e aumentam o interesse em conhecer os atrativos naturais do município.</p><p>Estamos falando de <strong>Itararé</strong>, situada<strong> na divisa com o estado do Paraná</strong> e é uma das dezenove cidades que integram a Região Imediata de Itapeva. Descubra abaixo todos os encantos que ela oferece.</p><h2>Os atrativos naturais de Itararé </h2><p>O <strong>Parque Ecológico da Barreira</strong>, localizado a <strong>4 km do centro urbano</strong>, é um dos principais atrativos. Ele é cortado pelo Rio Itararé e marca a divisa entre Paraná e São Paulo, como também dos municípios de Sengés (PR) e Itararé.</p><p>O acesso a ele é gratuito e o local oferece várias atrações. A <strong>Gruta da Barreira</strong> (ou Gruta da Santa) é uma delas, que conta com uma escadaria em concreto para acessar o seu interior, onde há a imagem de uma santa.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/grutas-trilhas-e-cachoeiras-o-destino-no-interior-de-sp-para-quem-busca-refugio-na-natureza-1788377029124.jpg" data-image="ft613obr8l6z"><figcaption>Vista incrível do Mirante da Serra Da Lumber em Itararé (SP). Crédito: Secretaria de Turismo de Itararé/Tripadvisor.</figcaption></figure><p>O <strong>Brechão das Andorinhas</strong> é<strong> um mini cânion bem estreito </strong>onde várias andorinhas se abrigam nos paredões. Há escadarias para descer nos dois lados, pelo lado do Paraná e o de São Paulo.</p><p>Outro atrativo do parque é o <strong>Pontilhão</strong>, uma antiga estrutura de ferro de uma <strong>ponte ferroviária</strong>, com cerca de 50 metros de extensão. E por fim, a <strong>Cachoeira do Chuveirinho</strong>, uma pequena cascata sem piscina natural.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/grutas-trilhas-e-cachoeiras-o-destino-no-interior-de-sp-para-quem-busca-refugio-na-natureza-1788376503786.jpg" data-image="4wun9daryhnc"><figcaption>A cor verde da água do Rio Verde vem das rochas calcárias presentes no leito do rio. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p> Fora do parque, há outros atrativos também, como os <strong>Rios Verde e da Vaca</strong>. Eles ficam a cerca de 10 km do Centro da cidade e se destacam pelas <strong>águas cristalinas</strong> e<strong> temperaturas agradáveis ao longo do ano</strong>.</p><p>Outro atrativo natural é o <strong>Mirante do Morro Chato</strong>, que fica na área rural da cidade, a cerca de 20 km do Centro, e oferece uma vista panorâmica incrível de 360º e um belo pôr do sol. No local há uma lanchonete como ponto de apoio e um balanço. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/grutas-trilhas-e-cachoeiras-o-destino-no-interior-de-sp-para-quem-busca-refugio-na-natureza-1788376749234.jpg" data-image="int51b12180g"><figcaption>A Cachoeira do Capituva, no Rio Verde, em Itararé (SP). Crédito: Marcio Natanael/Wikiloc.</figcaption></figure><p> A <strong>Serra da Lumber</strong>, a 25 km do Centro da cidade, está em uma estrada histórica que remonta ao período do ciclo da madeira e à expansão ferroviária na região. Com 1200 metros de altitude, ela abriga<strong> paredões rochosos que chegam a 100 metros de altura, em meio à Mata Atlântica</strong>. Ao longo da serra existem vários mirantes de onde podem ser observados a região do Alto do Ribeira e Campos Gerais no Paraná.</p><p>A <strong>trilha Barreira-Caiçara</strong>, com 7,2 km de extensão (ida e volta) <strong>leva a várias pequenas quedas d’água do rio Caiçara</strong>, dentro da área do parque da Barreira. A última cascata deságua dentro dos paredões rochosos do Rio Itararé.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="786051" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/cidade-no-cerrado-brasileiro-reune-cachoeiras-grutas-e-vestigios-humanos-de-mais-de-11-mil-anos.html" title="Cidade no Cerrado Brasileiro reúne cachoeiras, grutas e vestígios humanos de mais de 11 mil anos">Cidade no Cerrado Brasileiro reúne cachoeiras, grutas e vestígios humanos de mais de 11 mil anos</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/cidade-no-cerrado-brasileiro-reune-cachoeiras-grutas-e-vestigios-humanos-de-mais-de-11-mil-anos.html" title="Cidade no Cerrado Brasileiro reúne cachoeiras, grutas e vestígios humanos de mais de 11 mil anos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/cidade-no-cerrado-brasileiro-reune-cachoeiras-grutas-e-vestigios-humanos-de-mais-de-11-mil-anos-1787951604602_320.jpg" alt="Cidade no Cerrado Brasileiro reúne cachoeiras, grutas e vestígios humanos de mais de 11 mil anos"></a></article></aside><p>Mas há ainda <strong>outras cachoeiras espalhadas pela área de Itararé </strong>que podem ser visitadas através de estradas, como a Cachoeira do rio da Vaca, Cachoeira do Córrego da Prata, Cachoeira do Corvo, Cachoeira Capituva e Cachoeira das Crateras. </p><p><strong>Quando visitar?</strong> A região pode ser visitada em qualquer época do ano, mas para aproveitar os banhos de cachoeira e as aventuras ao ar livre, a melhor época é no verão, entre dezembro e março, quando faz mais calor.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Beker%2C%20P" data-year="2026" data-title="Paisagens%20exuberantes%20e%20contato%20com%20a%20natureza%20atraem%20turistas%20para%20Itarar%C3%A9%3A%20'Riquezas%20naturais%20ainda%20desconhecidas'%2C%20diz%20morador" data-url="https%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Fgoogle%2Famp%2Fsp%2Fitapetininga-regiao%2Fnoticia%2F2026%2F08%2F28%2Fpaisagens-exuberantes-e-contato-com-a-natureza-atraem-turistas-para-itarare.ghtml">Beker, P. (2026). <a href="https://g1.globo.com/google/amp/sp/itapetininga-regiao/noticia/2026/08/28/paisagens-exuberantes-e-contato-com-a-natureza-atraem-turistas-para-itarare.ghtml" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Paisagens exuberantes e contato com a natureza atraem turistas para Itararé: 'Riquezas naturais ainda desconhecidas', diz morador</a>.</cite><br><cite data-author="Prandi%2C%20J" data-year="2026" data-title="O%20que%20fazer%20em%20Itarar%C3%A9%20SP" data-url="https%3A%2F%2Fwww.viagensecaminhos.com%2Fitarare-sp%2F">Prandi, J. (2026). <a href="https://www.viagensecaminhos.com/itarare-sp/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">O que fazer em Itararé SP</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/grutas-trilhas-e-cachoeiras-o-destino-no-interior-de-sp-para-quem-busca-refugio-na-natureza.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Cientistas identificam áreas na Lua onde micróbios da Terra poderiam sobreviver e se tornar uma ameaça]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/cientistas-identificam-areas-na-lua-onde-microbios-da-terra-poderiam-sobreviver-e-se-tornar-uma-ameaca.html</link><pubDate>Wed, 02 Sep 2026 22:32:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Pegadores de carona espaciais? Uma nova pesquisa revelou que microrganismos da Terra poderiam viajar acidentalmente a bordo de missões com destino ao Polo Sul da Lua e sobreviver por anos em seus microambientes sombreados.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/cientificos-identifican-las-zonas-de-la-luna-donde-microbios-terrestres-podria-resistir-y-amenazar-futuras-misiones-1788105086611.png" data-image="ui7mfo9ybd7l" alt="Mapa do Polo Sul da Lua" title="Mapa do Polo Sul da Lua"><figcaption>Mapa topográfico do Polo Sul lunar mostrando crateras e atividade vulcânica de milhões de anos atrás, incluindo áreas permanentemente sombreadas. Imagem cortesia da NASA/GSFC/Universidade do Arizona.</figcaption></figure><p>Dias, meses e anos passam voando na corrida incansável pelo espaço. Avanços significativos foram alcançados nas últimas duas décadas e é um fato que, a cada dia que passa, nos aproximamos de alcançar novos horizontes.</p><p>No entanto, cada passo em direção a um futuro no qual as viagens espaciais sejam algo comum levanta novas questões, desafios e problemas que precisam ser analisados sob múltiplas perspectivas. Uma das questões mais intrigantes para a comunidade científica diz respeito à <strong>sobrevivência da vida terrestre para além do nosso planeta</strong>.</p><div class="texto-destacado">Durante décadas, acreditou-se que as condições em nosso satélite natural, a Lua, tornavam impossível a sobrevivência de microrganismos terrestres; no entanto, um novo estudo baseado em uma análise topográfica de sua superfície está revolucionando essa hipótese.</div><p>E não, não precisamos deixar nossa imaginação — ou nosso alcance físico — ir "tão longe", pois trata-se, na verdade, de um novo horizonte para a sobrevivência que quase ninguém havia considerado antes, e que surgiu na forma de vida mais simples: os <strong>micróbios</strong>.</p><p>E se eles conseguissem sobreviver até mesmo na Lua? Essa questão levou pesquisadores do Centro de Voo Espacial Goddard da NASA, em colaboração com outras instituições, a<strong> identificar regiões lunares onde as condições poderiam permitir a sobrevivência de microrganismos terrestres</strong> — e, consequentemente, a avaliar riscos potenciais.</p><h2>Topografia lunar: muito mais variada do que parece</h2><p>Composto por b<strong>asalto, anortosito e silicatos</strong>, o solo lunar difere significativamente do solo terrestre. Ele é áspero, apresentando bordas afiadas e <strong>minúsculos fragmentos de vidro vulcânico</strong> — vestígios de antigas erupções explosivas ocorridas há milhões de anos.</p><p>Além disso, quando meteoritos atingem a superfície, o<strong> calor extremo</strong> funde o material, acrescentando uma camada de poeira formada por esferas microscópicas de bordas irregulares.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/cientificos-identifican-las-zonas-de-la-luna-donde-microbios-terrestres-podria-resistir-y-amenazar-futuras-misiones-1788106922575.png" data-image="u1pcatrkqvuv" alt="Lua" title="Lua"><figcaption>A superfície da Lua apresenta uma variedade infinita de regolito lunar, composto por minerais como ilmenita e plagioclásio.</figcaption></figure><p>A visão, há muito estabelecida, da Lua como um ambiente extremamente hostil à vida terrestre não está totalmente incorreta. O ambiente lunar apresenta <strong>temperaturas diurnas que ultrapassam 120°C</strong>, <strong>níveis extremos de radiação ultravioleta</strong> e um vácuo quase perfeito.</p><p>O que mudou? Uma pesquisa recente publicada em agosto deste ano sugere que as<strong> regiões</strong> do satélite natural<strong> permanentemente à sombra</strong> <strong>poderiam oferecer condições muito mais favoráveis à sobrevivência de microrganismos</strong>.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Vemos a mesma face da Lua todos os dias e, embora ela nem sempre pareça idêntica, o que muda é a sua fase. Isso se refere à variação da luz solar refletida, resultante do movimento do nosso satélite natural ao longo de um ciclo de 29,5 dias.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Para determinar isso, foram empregadas<strong> técnicas de sensoriamento remoto da superfície lunar e a análise de sua topografia</strong>, permitindo uma melhor compreensão das condições superficiais em alta resolução espacial e, assim, levando em conta os efeitos de sombreamento da topografia local.</p><h3>Sombras permanentes: um novo espaço para a vida?</h3><p>É importante notar que, ao contrário da Terra — que possui uma inclinação axial de aproximadamente 23,5° —, a Lua tem uma inclinação de apenas 1,5° em relação ao plano da eclíptica. Isso faz com que a luz solar incida sobre as regiões polares em ângulos extremamente baixos, projetando<strong> sombras que se estendem por quilômetros</strong>.</p><p>Essas áreas são conhecidas como<strong> regiões permanentemente sombreadas</strong>. A ausência de luz solar direta e de radiação ultravioleta resulta em temperaturas opostas às da superfície iluminada, caindo para níveis extremamente baixos.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="731766" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/nova-analise-de-amostras-da-lua-da-apollo-17-pode-contar-uma-nova-versao-da-historia-do-solo-lunar.html" title="Nova análise de amostras da Lua da Apollo 17 pode contar uma nova versão da história do solo lunar">Nova análise de amostras da Lua da Apollo 17 pode contar uma nova versão da história do solo lunar</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/nova-analise-de-amostras-da-lua-da-apollo-17-pode-contar-uma-nova-versao-da-historia-do-solo-lunar.html" title="Nova análise de amostras da Lua da Apollo 17 pode contar uma nova versão da história do solo lunar"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/pesquisadores-analisam-amostras-da-lua-que-foram-obtidas-pela-missao-apollo-1759082334121_320.png" alt="Nova análise de amostras da Lua da Apollo 17 pode contar uma nova versão da história do solo lunar"></a></article></aside><p>No entanto, entre essas regiões sombreadas e as áreas iluminadas pelo Sol, existem também zonas onde o terreno bloqueia apenas parcialmente a radiação solar. Essas características geográficas criam microambientes com propriedades muito específicas no<strong> Polo Sul lunar</strong>, permitindo até mesmo a existência de gelo de água.</p><h2>Microrganismos terrestres e o problema de chegarem à Lua</h2><p>Considerando que a exploração lunar tripulada da NASA no âmbito do programa <em>Artemis </em>concentra-se especificamente no Polo Sul lunar — e que as condições em certas áreas eliminam dois dos agentes bactericidas mais potentes encontrados no espaço — surgiu a questão: <strong>o que aconteceria se certos microrganismos onipresentes chegassem à Lua?</strong></p><p>Testes realizados por pesquisadores concentraram-se em<strong> três gêneros de bactérias e dois de fungos</strong>; entre eles, havia uma bactéria extremófila cultivada para fins de pesquisa devido à sua incrível capacidade de adaptação às condições adversas e extremas do ambiente espacial.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/cientificos-identifican-las-zonas-de-la-luna-donde-microbios-terrestres-podria-resistir-y-amenazar-futuras-misiones-1788105124212.png" data-image="di64pu6ac5cu"><figcaption>As próximas missões robóticas e tripuladas à Lua serão direcionadas ao Polo Sul lunar como parte do Programa Artemis, que visa desenvolver uma base lunar permanente.</figcaption></figure><p>Os resultados revelaram um cenário fascinante, porém preocupante. <strong>Micro-organismos podem sobreviver nas regiões sombreadas da Lua</strong>. Embora não o façam da mesma maneira que na Terra, eles entrariam em um estado de dormência profunda conhecido como criptobiose.</p><p>Sem se reproduzir ou crescer, e na ausência de água e nutrientes, eles<strong> poderiam permanecer inativos por longos períodos</strong>. Visto que isso ocorre em áreas relativamente protegidas de condições extremas, os micro-organismos poderiam manter sua viabilidade por décadas, aguardando condições favoráveis.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="782738" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/foguete-da-spacex-colide-com-a-lua-e-cientistas-confirmam-impacto-previsto.html" title="Foguete da SpaceX colide com a Lua e cientistas confirmam impacto previsto">Foguete da SpaceX colide com a Lua e cientistas confirmam impacto previsto</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/foguete-da-spacex-colide-com-a-lua-e-cientistas-confirmam-impacto-previsto.html" title="Foguete da SpaceX colide com a Lua e cientistas confirmam impacto previsto"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/foguete-da-spacex-colide-com-a-lua-e-cientistas-confirmam-impacto-previsto-1786222560032_320.png" alt="Foguete da SpaceX colide com a Lua e cientistas confirmam impacto previsto"></a></article></aside><p><strong>Isso levanta uma nova preocupação</strong>, uma vez que a introdução inadvertida de micro-organismos ou matéria orgânica na Lua constituiria uma forma de contaminação do satélite natural, podendo afetar diretamente os resultados de pesquisas sobre o gelo lunar realizadas em missões futuras.</p><p>No entanto, este estudo abre uma nova perspectiva na astrobiologia e introduz <strong>novos protocolos de segurança para a exploração espacial</strong>, reconhecendo que ainda estamos longe de controlar a extensão da nossa pegada biológica nesta nova corrida espacial.<br> </p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Saxena%2C%20P.%20et%20al" data-year="2026" data-title="Potential%20survivable%20niches%20for%20microbial%20life%20on%20the%20lunar%20south%20pole" data-url="https%3A%2F%2Fwww.science.org%2Fdoi%2F10.1126%2Fsciadv.aec0811">Saxena, P. et al. (2026). <a href="https://www.science.org/doi/10.1126/sciadv.aec0811" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Potential survivable niches for microbial life on the lunar south pole</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/cientistas-identificam-areas-na-lua-onde-microbios-da-terra-poderiam-sobreviver-e-se-tornar-uma-ameaca.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O céu se tingiu de rosa na China: o fenômeno impressionante que surgiu antes de uma forte tempestade]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/o-ceu-se-tingiu-de-rosa-na-china-o-fenomeno-impressionante-que-surgiu-antes-de-uma-forte-tempestade.html</link><pubDate>Wed, 02 Sep 2026 21:03:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>O céu sobre Changzhou assumiu tons intensos de rosa e avermelhado à medida que nuvens de tempestade se aproximavam. Minutos depois, uma chuva forte caiu sobre a cidade chinesa.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xb2zga2"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xb2zga2.jpg" id="xb2zga2"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Por alguns minutos, moradores de <strong>Changzhou</strong>,<strong> na província chinesa de Jiangsu</strong>, presenciaram uma cena que rapidamente começou a circular nas redes sociais: o <strong>céu assumiu tons intensos de rosa e vermelho enquanto grandes nuvens escuras avançavam</strong> sobre a cidade. O fenômeno ocorreu na manhã de 31 de agosto, por volta das 5h30, e durou cerca de sete ou oito minutos.</p><p>A coloração espetacular não estava ligada a nenhum fenômeno extraordinário, mas sim a<strong> uma combinação da posição do Sol, da alta umidade e das partículas e gotículas de água presentes na atmosfera</strong>. O contraste com as nuvens de tempestade tornou a paisagem ainda mais impressionante.</p><h2>Por que o céu em Changzhou ficou rosa?</h2><p>A explicação começa com a própria<strong> luz solar</strong>, que é composta por diferentes cores e comprimentos de onda. Ao atravessar a atmosfera, as moléculas de ar dispersam mais facilmente os comprimentos de onda mais curtos — principalmente o violeta e o azul — por meio de um processo conhecido como <strong>espalhamento de Rayleigh</strong>.</p><div class="texto-destacado">Quando o Sol está muito próximo do horizonte, como ocorre no nascer ou no pôr do Sol, seus raios precisam atravessar uma porção muito maior da atmosfera. Durante esse trajeto, uma quantidade significativa da luz azul e violeta é espalhada para fora da linha de visão, enquanto predominam os comprimentos de onda mais longos, correspondentes aos tons de amarelo, laranja, vermelho e rosa.</div><p>Em Changzhou, outro fator importante entrou em jogo: uma <strong>atmosfera extremamente úmida</strong>, carregada de gotículas de água e partículas, que precedia uma tempestade severa. Esses elementos podem alterar ainda mais a forma como a luz se dispersa e reflete entre as diversas camadas de nuvens.</p><p>As <strong>nuvens </strong>também desempenharam um papel fundamental. O <em>Met Office</em> (o Serviço Nacional de meteorologia e clima do Reino Unido)<em> </em>explica que as gotículas de água que formam uma nuvem são muito maiores do que as moléculas de ar e <strong>dispersam praticamente todos os comprimentos de onda</strong> da luz, embora, ao nascer do sol, possam receber principalmente a luz avermelhada vinda do horizonte.</p><h2>De um céu cor-de-rosa a uma chuva torrencial</h2><p>Essa cena espetacular também serviu de <strong>prelúdio para condições meteorológicas muito mais adversas</strong>. Cerca de vinte minutos após a observação dos tons avermelhados, partes de Changzhou começaram a registrar chuvas fortes acompanhadas de tempestades.</p><p>O Serviço Meteorológico de Changzhou havia emitido anteriormente um alerta amarelo para <strong>chuvas intensas</strong>, prevendo a possibilidade de acumulados superiores a 100 mm em um período de seis horas ou taxas de precipitação horária acima de 50 mm. Também foram emitidos avisos sobre <strong>tempestades </strong>e fortes rajadas de vento associadas aos sistemas convectivos.</p><div class="texto-destacado">Os registros confirmaram a magnitude do evento. Entre as 8h do dia 30 de agosto e as 8h do dia seguinte, Changzhou registrou uma média de 57 mm de chuva, embora em Henglin os totais tenham chegado a 150 mm.</div><p>Volumes particularmente elevados também foram registrados em períodos muito curtos. Em Weicun, por exemplo, foram registrados 61,1 mm apenas entre as 05h00 e as 06h00 — uma taxa suficiente para provocar<strong> alagamentos urbanos</strong> caso os sistemas de drenagem não consigam escoar rapidamente tal volume de água.</p><h2>Uma cor espetacular que, por si só, não permite prever tempestades</h2><p>Existe uma associação popular bem conhecida entre céus avermelhados e mudanças no tempo, mas a cor do céu, por si só, não é um indicador confiável de que uma tempestade é iminente. <strong>A tonalidade depende principalmente da posição do Sol e das características ópticas da atmosfera</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="776849" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/o-ceu-se-tinge-de-vermelho-em-caracas-apos-o-terremoto-duplo-meteorologistas-explicam-o-estranho-fenomeno.html" title="O céu se tinge de vermelho em Caracas após o terremoto duplo: meteorologistas explicam o estranho fenômeno">O céu se tinge de vermelho em Caracas após o terremoto duplo: meteorologistas explicam o estranho fenômeno</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/o-ceu-se-tinge-de-vermelho-em-caracas-apos-o-terremoto-duplo-meteorologistas-explicam-o-estranho-fenomeno.html" title="O céu se tinge de vermelho em Caracas após o terremoto duplo: meteorologistas explicam o estranho fenômeno"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-cielo-se-tine-de-rojo-en-caracas-tras-el-doble-terremoto-la-explicacion-cientifica-al-impactante-fenomeno-1782941853504_320.jpg" alt="O céu se tinge de vermelho em Caracas após o terremoto duplo: meteorologistas explicam o estranho fenômeno"></a></article></aside><p>O Laboratório de Monitoramento Global da NOAA observa que <strong>poeira, aerossóis e outras partículas podem intensificar tons avermelhados</strong> quando o Sol está baixo no horizonte. Além disso, em certas situações, sistemas de baixa pressão favorecem a formação de nuvens e a precipitação, embora ambos os fatores devam ser analisados dentro de um contexto meteorológico mais amplo.</p><p>Em <strong>Changzhou</strong>, no entanto, essas duas condições coincidiram de maneira notável: <strong>a luz avermelhada da alvorada encontrou uma atmosfera de alta umidade</strong>, enquanto nuvens de tempestade escuras cobriam parcialmente a cidade. O resultado foi um breve céu rosado que anunciava visualmente uma manhã marcada por chuvas torrenciais.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/o-ceu-se-tingiu-de-rosa-na-china-o-fenomeno-impressionante-que-surgiu-antes-de-uma-forte-tempestade.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item></channel></rss>