<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0"><channel><title>Meteored Brasil</title><link>https://www.tempo.com</link><description>Notícias do tempo - Confira as principais notícias sobre a meteorologia e previsão do tempo. Todas as informações são realizadas pelos nossos especialistas em meteorologia.</description><language>pt</language><lastBuildDate>Tue, 08 Sep 2026 21:30:18 +0000</lastBuildDate><pubDate>Tue, 08 Sep 2026 21:30:18 +0000</pubDate><atom:link href="https://www.tempo.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[ Copyright 2026 Meteored ]]></copyright><image><url>https://www.tempo.com/imagenes/logo_rss.png</url><title>Meteored Brasil</title><link>https://www.tempo.com</link><width>144</width><height>144</height></image><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>6</sy:updateFrequency><item><title><![CDATA[Chuvas e tempestades continuam levando risco à SP; confira a previsão]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-e-tempestades-continuam-levando-risco-a-sp-confira-a-previsao.html</link><pubDate>Tue, 08 Sep 2026 20:49:10 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Instabilidades atuam ao longo de toda a semana no estado de São Paulo, com riscos para chuvas pontualmente intensas, temporais, rajadas de vento e chance de queda de granizo, além de aumentar o potencial para transtornos.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xb5gf82"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xb5gf82.jpg" id="xb5gf82"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Ao longo desta semana áreas de instabilidade se formam sobre o estado de<strong> São Paulo</strong> e serão reforçadas por um corredor de umidade (rio atmosférico) vindo da região amazônia, aumentando os riscos para <strong>chuva pontualmente intensa</strong>, <strong>temporais</strong>, <strong>rajadas de vento</strong> e<strong> queda de granizo</strong>.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>O <strong>potencial para</strong> <strong>transtornos </strong>também aumenta, pois com vários dias de chuva seguida o solo fica encharcado e pode favorecer<strong> deslizamentos de terra</strong>, <strong>alagamentos </strong>e elevação do nível dos rios, além de riscos associados à intensificação dos ventos.</p><p>Acompanhe a seguir mais detalhes da previsão do tempo.</p><h2>Semana de alertas no tempo em São Paulo</h2><p>Nesta terça-feira (8) já há chance de pancadas de chuva em áreas do norte do estado de São Paulo, próximo à divisa com Minas Gerais, mas as instabilidades ganham força nos próximos dias.</p><p>Amanhã, <strong>quarta-feira (9)</strong>, pela <strong>manhã </strong>já<strong> </strong>chove moderado, mas com risco de <strong>pancadas pontuais fortes e temporais</strong> em áreas do <strong>sul, leste e centro</strong> do estado, nas regiões de Bauru e Campinas.</p><p>Ao longo da <strong>tarde </strong>as chuvas ganham força no<strong> leste e na metade norte</strong> de São Paulo, onde, aliás, <strong>o risco é maior para temporais</strong>. À noite, ainda podem ocorrer pancadas de chuva em áreas do centro do estado.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-e-tempestades-continuam-levando-risco-a-sp-confira-a-previsao-1788889107864.png" data-image="kkje4h4130mu"><figcaption>Previsão de chuva (mm) para quinta-feira (10) às 15h à esquerda e para a sexta-feira (11) às 21h à direita, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p> A<strong> capital paulista </strong>terá céu variando de sol com muitas nuvens a nublado e chuvas com trovoadas entre o fim da manhã e a tarde.</p><p>Ao longo do dia de <strong>quinta-feira (10)</strong><strong> chuvas moderadas a pontualmente intensas</strong> e com <strong>temporais </strong>são esperadas em todo o estado, mas com <strong>maior chance no oeste e norte</strong> de São Paulo.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="787702" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-continuam-e-aumentam-no-sudeste-e-no-brasil-central-saiba-o-que-esperar.html" title="Chuvas continuam e aumentam no Sudeste e no Brasil Central; saiba o que esperar">Chuvas continuam e aumentam no Sudeste e no Brasil Central; saiba o que esperar</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-continuam-e-aumentam-no-sudeste-e-no-brasil-central-saiba-o-que-esperar.html" title="Chuvas continuam e aumentam no Sudeste e no Brasil Central; saiba o que esperar"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-continuam-e-aumentam-no-sudeste-e-no-brasil-central-saiba-o-que-esperar-1788866534560_320.jpg" alt="Chuvas continuam e aumentam no Sudeste e no Brasil Central; saiba o que esperar"></a></article></aside><p><strong> À noite, essas chuvas reduzem</strong> mas ainda podem ocorrer pancadas isoladas em áreas do centro, leste e norte.</p><p>Na <strong>capital</strong>, céu parcialmente nublado pela manhã e nublado à tarde, com chuva mais fraca de manhã e temporais à tarde e à noite.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-e-tempestades-continuam-levando-risco-a-sp-confira-a-previsao-1788889355366.png" data-image="917wy87sktov"><figcaption>Previsão de densidade de raios para quinta-feira (10) às 15h à esquerda e para a sexta-feira (11) às 21h à direita, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Na <strong>sexta-feira (11)</strong> as<strong> chuvas ocorrem de forma mais pontual </strong><strong>durante a manhã e a tarde</strong>, com intensidade moderada a forte e risco de temporais isolados, especialmente no centro-leste do estado. <strong>À noite, as instabilidades ganham força na faixa sul </strong>do estado devido à aproximação de uma frente fria, sendo esperados fortes temporais com chuva intensa.</p><p>A <strong>capital </strong>paulista terá sol com algumas nuvens e chuva rápida entre a tarde e a noite.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-e-tempestades-continuam-levando-risco-a-sp-confira-a-previsao-1788888869551.jpg" data-image="mcnbciwf7413"><figcaption>Previsão de rajadas de vento (km/h) para a sexta-feira (11), segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p> Vale destacar aqui que<strong> não se descarta a chance de queda de</strong> <strong>granizo pontual </strong>no estado ao longo de todos esses dias.</p><p>Além disso,<strong> fortes rajadas de vento</strong> <strong>entre 50 e 80 km/h</strong> são esperadas em diversas áreas do estado ao longo desta <strong>sexta-feira (11)</strong>, <strong>especialmente à tarde</strong>, quando elas podem ultrapassar este valor em pontos do sul e do leste do estado. Na capital paulista, os ventos podem passar dos 50 km/h. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-e-tempestades-continuam-levando-risco-a-sp-confira-a-previsao-1788889550304.jpg" data-image="c1501x5kl95a"><figcaption>Previsão da probabilidade de precipitação (%) para o domingo (13) às 12h, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p><strong> Atenção </strong>para o<strong> risco de transtornos</strong>, tanto pelas chuvas recorrentes ao longo da semana quanto pelos fortes ventos nesta sexta (11), especialmente em áreas mais vulneráveis.</p><p>A <strong>tendência </strong>para o<strong> fim de semana</strong> é de que as instabilidades reduzam, mas ainda assim são esperados temporais e chuva pontualmente intensa, especialmente no leste e sul do estado, incluindo a capital.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-e-tempestades-continuam-levando-risco-a-sp-confira-a-previsao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Intenso contraste térmico atinge o Brasil: calor de 40°C ao frio de quase 0°C]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/intenso-contraste-termico-atinge-o-brasil-calor-de-40-c-ao-frio-de-quase-0-c.html</link><pubDate>Tue, 08 Sep 2026 19:28:21 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Nos próximos dias, o Brasil terá um forte contraste de temperaturas, com calor extremo de até 45°C no Centro-Oeste enquanto uma nova massa de ar polar avança pelo Sul e causa temperaturas próximas dos 0°C.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xb5gyr6"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xb5gyr6.jpg" id="xb5gyr6"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Nos próximos dias, o Brasil registrará um <strong>forte contraste de temperaturas</strong>. Há previsão de <strong>calor extremo de até 45°C</strong> no Centro-Oeste, enquanto uma nova massa de ar polar avança pelo Sul e causa temperaturas <strong>próximas dos 0°C</strong> na Serra Gaúcha e na Serra Catarinense, com a formação de novas geadas abrangentes.</p><p>Uma massa de ar polar já está atuando neste momento no país, trazendo um <strong>frio particularmente intenso</strong> para o Rio Grande do Sul e Santa Catarina. O estado gaúcho registrou <strong>temperaturas negativas</strong> em pelo menos 9 municípios nesta segunda-feira (7), com ocorrência de <strong>geadas fortes</strong> e até mesmo <strong>neve.</strong></p><div class="texto-destacado">No entanto, ao longo dos próximos dias, previsões indicam que essa massa de ar frio deixará, gradualmente, de afetar o país. Até a sexta-feira (11), praticamente todo o Brasil já estará sendo afetado novamente por uma massa de ar mais quente. </div><p>Essa situação<strong> pode ser observada na imagem abaixo</strong>, que ilustra como a massa de ar frio deixará de afetar o país ao longo dos próximos dias.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/intenso-contraste-termico-atinge-o-brasil-calor-de-40-c-ao-frio-de-quase-0-c-1788886015549.jpg" data-image="8nhrl8f2e3vo" alt="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa nesta terça-feira (esquerda) e na sexta-feira (direita)." title="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa nesta terça-feira (esquerda) e na sexta-feira (direita)."><figcaption>Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa nesta terça-feira (esquerda) e na sexta-feira (direita) mostra o ar frio deixando o país e dando lugar a uma massa de ar quente.</figcaption></figure><p>Entre a quarta-feira (9) e a quinta-feira (10), vários estados do <strong>Centro-Oeste</strong> já voltarão a registrar <strong>temperaturas máximas próximas dos 40°C</strong>, conforme o ar frio se dissipa e ventos de norte transportam ar mais quente em direção à região. Até o final da semana, previsões indicam que as máximas podem chegar a <strong>até 45°C</strong> entre o Mato Grosso e o Mato Grosso do Sul.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso<a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank"> novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Na sexta-feira (11), grande parte do <strong>Sudeste </strong>também estará registrando um calor mais expressivo, com <strong>máximas acima dos 30°C</strong> durante a tarde. Alguns municípios no extremo oeste e norte de São Paulo e no Triângulo Mineiro podem chegar a temperaturas <strong>próximas dos 40°C</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/intenso-contraste-termico-atinge-o-brasil-calor-de-40-c-ao-frio-de-quase-0-c-1788886078654.jpg" data-image="mtkpojf9xcxv" alt="Previsão de temperaturas máximas no sábado (12)." title="Previsão de temperaturas máximas no sábado (12)."><figcaption>Previsão de temperaturas máximas no sábado (12) mostra que boa parte do centro-norte do Brasil registrará temperaturas altíssimas que podem ultrapassar os 40°C durante a tarde.</figcaption></figure><p>Ao mesmo tempo, no entanto, uma <strong>nova frente fria estará avançando pela região Sul</strong>, trazendo outra massa de ar polar muito intensa para o Brasil. Esse sistema fará as temperaturas caírem e criará um contraste térmico imenso dentro do país.</p><h2>Contraste térmico de 40 graus se forma no país</h2><p>No sábado (12), mesmo dia em que máximas de até <strong>45°C</strong> se formam na região Centro-Oeste, a massa de ar frio que avança pelo Sul do país trará <strong>temperaturas mínimas próximas dos 0°C</strong> especialmente na Serra Gaúcha e na Serra Catarinense.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/intenso-contraste-termico-atinge-o-brasil-calor-de-40-c-ao-frio-de-quase-0-c-1788886131138.jpg" data-image="vaybhrgwux04" alt="Previsão de temperaturas mínimas no Sábado." title="Previsão de temperaturas mínimas no Sábado."><figcaption>Previsão de temperaturas mínimas no Sábado mostra valores de até 4°C na região serrana de SC e RS. Corrigindo desvios inerentes ao modelo de previsão, os valores chegam a 0°C.</figcaption></figure><p>Modelos de previsão indicam temperaturas mínimas de <strong>4°C</strong>, que já são capazes de causar <strong>geada</strong><strong>s</strong>. Mas corrigindo desvios inerentes ao modelo de previsão, estima-se que as temperaturas vão chegar a<strong> até 0°C em alguns municípios desta região serrana.</strong></p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="787750" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclogenese-traz-risco-alto-de-tempo-severo-ventos-de-80-km-h-chuva-intensa-e-granizo.html" title="Ciclogênese traz risco alto de tempo severo: ventos de 80 km/h, chuva intensa e granizo">Ciclogênese traz risco alto de tempo severo: ventos de 80 km/h, chuva intensa e granizo</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclogenese-traz-risco-alto-de-tempo-severo-ventos-de-80-km-h-chuva-intensa-e-granizo.html" title="Ciclogênese traz risco alto de tempo severo: ventos de 80 km/h, chuva intensa e granizo"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ciclogenese-traz-risco-alto-de-tempo-severo-ventos-de-80-km-h-chuva-intensa-e-granizo-1788889294169_320.png" alt="Ciclogênese traz risco alto de tempo severo: ventos de 80 km/h, chuva intensa e granizo"></a></article></aside><p>Em outras palavras, no sábado (12), enquanto alguns municípios registrarão temperaturas máximas de até <strong>45°C</strong>, outros municípios registrarão mínimas próximas dos <strong>0°C</strong> - o que indica um <strong>contraste de mais de 40°C</strong> entre o calor extremo no centro-norte do país e o frio congelante no sul.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/intenso-contraste-termico-atinge-o-brasil-calor-de-40-c-ao-frio-de-quase-0-c.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ciclogênese traz risco alto de tempo severo: ventos de 80 km/h, chuva intensa e granizo]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclogenese-traz-risco-alto-de-tempo-severo-ventos-de-80-km-h-chuva-intensa-e-granizo.html</link><pubDate>Tue, 08 Sep 2026 18:20:30 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma onda de tempestades severas com elevado potencial para granizo, extremos de vento e de chuva vai atingir o Centro-Sul na segunda metade da semana, deixando alerta para perigos e transtornos à população.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclogenese-traz-risco-alto-de-tempo-severo-ventos-de-80-km-h-chuva-intensa-e-granizo-1788889294169.png" data-image="n5en74tfuxrr" alt="A elevada densidade de raios é um indicador de tempestades verticalmente extensas, com granizo, grande quantidade de umidade e correntes intensas de vento." title="A elevada densidade de raios é um indicador de tempestades verticalmente extensas, com granizo, grande quantidade de umidade e correntes intensas de vento."><figcaption>A elevada densidade de raios prevista é um indicador de tempestades verticalmente extensas, com granizo, grande quantidade de umidade e correntes intensas de vento.</figcaption></figure><p>O processo de <strong>formação de um ciclone</strong>, conhecido como ciclogênese, deixa o <strong>Centro-Sul </strong>do Brasil <strong>em alerta para tempestades intensas</strong> e elevados riscos à população. Embora tempestades estejam previstas desde quarta-feira (9), é a partir de<strong> sexta-feira (11)</strong>, quando o ciclone se consolida, que o <strong>cenário fica </strong>mais <strong>dramático</strong>. Há previsão de muitos <strong>raios</strong>, <strong>granizo</strong> <strong>generalizado</strong>, <strong>extremos de vento</strong> e <strong>chuvas</strong> que superam <strong>100 mm por dia</strong>. Confira os detalhes.</p><h2>Ciclone, JBN e rio atmosférico: a combinação explosiva</h2><p>O <strong>ciclone extratropical </strong>está previsto para se formar na<strong> sexta-feira (11) </strong>na <strong>costa da região Sul.</strong> Este sistema deve favorecer a formação de um intenso<strong> rio atmosférico</strong>, um corredor de umidade que transporta enormes quantidades de vapor d'água da Amazônia em direção ao Centro-Sul do Brasil.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclogenese-traz-risco-alto-de-tempo-severo-ventos-de-80-km-h-chuva-intensa-e-granizo-1788889485678.png" data-image="156sps10gqo6" alt="Previsão de intenso rio atmosférico nesta sexta-feira (11), segundo o ECMWF." title="Previsão de intenso rio atmosférico nesta sexta-feira (11), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de intenso rio atmosférico nesta sexta-feira (11), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>O principal mecanismo responsável por esse transporte de umidade é o J<strong>ato de Baixos Níveis </strong>(JBN) da América do Sul, uma corrente de ventos a cerca de 1,5 km de altitude que atua como uma <strong>esteira transportadora de vapor d'água e também de calor</strong>. O JBN tem previsão de atingir valores extremos, especialmente na sexta-feira (11), ultrapassando 100 km/h. Esses ventos também favorecem rajadas intensas em superfície.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclogenese-traz-risco-alto-de-tempo-severo-ventos-de-80-km-h-chuva-intensa-e-granizo-1788889518424.png" data-image="8jv0h0ol097o" alt="Previsão de JBN intenso nesta sexta-feira (11), segundo o ECMWF." title="Previsão de JBN intenso nesta sexta-feira (11), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de JBN intenso nesta sexta-feira (11), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>A<strong> injeção de calor e umidade aumenta</strong> a <strong>energia disponível </strong>para a formação de <strong>tempestades intensas</strong>. Em meteorologia, isso significa um aumento da instabilidade atmosférica. Quando o ar quente e úmido é forçado a subir, o vapor d'água se condensa e libera calor para a atmosfera, fortalecendo as correntes ascendentes e favorecendo a formação de <strong>nuvens de grande desenvolvimento vertical</strong>, associadas a fenômenos severos como <strong>granizo</strong>, <strong>vendavais</strong> e <strong>chuva extrema</strong>.</p><h2>Alerta de tempestades severas</h2><p><strong>Tempestades</strong> associadas ao ciclone extratropical estão previstas para <strong>iniciar</strong> ao longo da <strong>quarta-feira (9)</strong> entre o noroeste do Rio Grande do Sul e o sudoeste do Mato Grosso do Sul, afetando o oeste de Santa Catarina e Paraná, <strong>já com risco de granizo. </strong></p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso<strong><a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank"><strong> novo canal de Whatsapp</strong></a></strong><strong>. </strong>Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Na <strong>quinta-feira (10) </strong>os <strong>sistemas</strong> se <strong>intensificam</strong>, principalmente sobre o<strong> Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina</strong>, mas também devem afetar <strong>Goiás, São Paulo e Mato Grosso</strong>. As tempestades terão início ainda durante a madrugada no oeste de Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul, onde têm <strong>maior potencial de serem intensas</strong>. Ao longo do dia, no entanto, se espalham atá o leste da região Sul, avançando também sobre São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, sul de Goiás e Mato Grosso.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclogenese-traz-risco-alto-de-tempo-severo-ventos-de-80-km-h-chuva-intensa-e-granizo-1788889571599.png" data-image="ti7c7dbip13j" alt="Previsão de tempestades para quinta-feira (10), segundo o ECMWF." title="Previsão de tempestades para quinta-feira (10), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de tempestades para quinta-feira (10), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>O <strong>cenário</strong> fica ainda <strong>mais dramático</strong> a partir de <strong>sexta-feira (11)</strong>, quando tempestades tomam conta dos três estados da região Sul. </p><div class="texto-destacado">O risco de granizo é elevado sobre todo a região Sul na sexta-feira (11), especialmente no Rio Grande do Sul e oeste de Santa Catarina e Paraná, embora não se descarte a possibilidade em outras regiões. </div><p>O <strong>granizo</strong> pode ser <strong>grande</strong> e em <strong>grande quantidade</strong>, capaz de colocar em risco a segurança da população, dos animais e das infraestruturas. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclogenese-traz-risco-alto-de-tempo-severo-ventos-de-80-km-h-chuva-intensa-e-granizo-1788889583847.png" data-image="iywv8u7uzc13" alt="Previsão de tempestades para sexta-feira (11) de manhã e de tarde, segundo o ECMWF." title="Previsão de tempestades para sexta-feira (11) de manhã e de tarde, segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de tempestades para sexta-feira (11) de manhã e de tarde, segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>No <strong>decorrer do dia</strong>, com o ciclone consolidado na faixa leste, entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, uma<strong> extensa linha de tempestades </strong>se organiza <strong>na dianteira da frente fria</strong>, se estendendo sobre <strong>Sul, Sudeste e Centro-Oeste. </strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclogenese-traz-risco-alto-de-tempo-severo-ventos-de-80-km-h-chuva-intensa-e-granizo-1788889597870.png" data-image="olasmait4w1u" alt="Previsão de linha de tempestades na dianteira da frente fria associada ao ciclone (L), nesta sexta-feira (11), segundo o ECMWF." title="Previsão de linha de tempestades na dianteira da frente fria associada ao ciclone (L), nesta sexta-feira (11), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de linha de tempestades na dianteira da frente fria associada ao ciclone (L), nesta sexta-feira (11), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p><strong>Quanto mais próxima de roxo</strong> a escala de cores nestes mapas, <strong>maior a densidade de raios</strong> e, portanto, maior o conteúdo de <strong>gelo das nuvens</strong>. Nuvens com mais gelo são nuvens extensas verticalmente, com fortes correntes de vento e de conteúdo de umidade, associadas com sistemas severos.</p><div class="texto-destacado">Além do granizo, há potencial de eventos extremos de vento, desde rajadas até microexplosões ou tornados isolados.</div><p>As <strong>rajadas de vento</strong> devem <strong>ultrapassar 80 km/h</strong> na <strong>sexta-feira (11)</strong>, especialmente sobre o <strong>Paraná</strong>, embora rajadas entre 60-80 km/h estejam previstas para uma ampla área que se estende pelo Mato Grosso do Sul e também São Paulo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclogenese-traz-risco-alto-de-tempo-severo-ventos-de-80-km-h-chuva-intensa-e-granizo-1788889612302.png" data-image="ku8arqonm1vx" alt="Previsão de rajada de vento nesta sexta-feira (11), segundo o ECMWF." title="Previsão de rajada de vento nesta sexta-feira (11), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de rajada de vento nesta sexta-feira (11), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>Ao longo do<strong> sábado (12) </strong>a<strong> frente fria</strong> suas <strong>tempestades</strong> avançam sobre o <strong>Centro-Oeste </strong>(Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás) e <strong>Sudeste</strong> (São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro), mas ainda estão previstas sobre o <strong>Paraná</strong>, principalmente no norte do estado. Ainda há alerta para formação de granizo, de forma mais pontual. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="787579" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-traz-alerta-de-novas-tempestades-severas-e-chuvas-volumosas-no-centro-sul.html" title="Ciclone traz alerta de novas tempestades severas e chuvas volumosas no Centro-Sul">Ciclone traz alerta de novas tempestades severas e chuvas volumosas no Centro-Sul</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-traz-alerta-de-novas-tempestades-severas-e-chuvas-volumosas-no-centro-sul.html" title="Ciclone traz alerta de novas tempestades severas e chuvas volumosas no Centro-Sul"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-traz-alerta-de-novas-tempestades-severas-no-centro-sul-1788797932208_320.png" alt="Ciclone traz alerta de novas tempestades severas e chuvas volumosas no Centro-Sul"></a></article></aside><p>É importante destacar que o<strong> impacto das tempestades varia conforme o local</strong> onde ocorrem, e<strong> sistemas menos intensos </strong><strong>podem causar grandes danos </strong>em <strong>centros urbanos</strong>, onde há maior densidade populacional e estruturas vulneráveis.</p><h2>Chuvas extremas: acumulados devem ultrapassar 200 mm</h2><p>As <strong>chuvas</strong> associadas com a formação contínua de tempestades intensas sobre o Centro-Sul do país<strong> serão extremas entre quinta (10) e sábado (12)</strong>, com acumulados que<strong> podem superar </strong><strong>100 mm por dia </strong>e causar <strong>transtornos</strong>. </p><p>Entre <strong>quarta (9) e quinta (10)</strong>, a chuva pode ultrapassar <strong>100 mm entre Santa Catarina e o sudoeste do Paraná</strong>. Ao longo da <strong>sexta-feira (11)</strong> as chuvas extremas<strong> se espalham</strong> sobre o Paraná e suas vizinhanças, incluindo <strong>Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e São Paulo,</strong> onde uma nova rodada de mais de 100 mm está prevista. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclogenese-traz-risco-alto-de-tempo-severo-ventos-de-80-km-h-chuva-intensa-e-granizo-1788889658305.png" data-image="5g7l11wjlu73" alt="Previsão de chuva acumulada até o final do domingo (12), segundo o ECMWF." title="Previsão de chuva acumulada até o final do domingo (12), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de chuva acumulada até o final do domingo (12), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p><strong>Até o final do domingo (12) </strong>diversas áreas entre Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul terão acumulados superiores a 100 mm, sendo que os <strong>maiores volumes</strong> estão previstos entre o<strong> Sudoeste do Paraná e o Noroeste de Santa Catarina</strong>, ultrapassando <strong>200 mm</strong> - com a maior parte deste volume previsto entre quinta e sexta.</p><div class="texto-destacado">Aqui é importante destacar que os eventos extremos são desafiadores para os modelos meteorológicos e, embora exista certeza de que um evento significativo está a caminho, a posição e a localização dos máximos previstos pode variar, sendo importante continuar monitorando a evolução nos próximos dias. </div><p><strong>A população e as autoridades devem estar em alerta</strong> para situações de risco e de emergência. É essencial que as pessoas evitem áreas abertas durante as tempestades e que nunca atravessem áreas alagadas, a pé ou de carro. Em caso de emergência,<strong> acionar a Defesa Civil (199) ou o Corpo de Bombeiros (193)</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclogenese-traz-risco-alto-de-tempo-severo-ventos-de-80-km-h-chuva-intensa-e-granizo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Chuvas continuam e aumentam no Sudeste e no Brasil Central; saiba o que esperar]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-continuam-e-aumentam-no-sudeste-e-no-brasil-central-saiba-o-que-esperar.html</link><pubDate>Tue, 08 Sep 2026 13:31:19 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Nas próximas horas a previsão é de permanência das chuvas sobre áreas do Sudeste e Brasil Central. Além disso, as chuvas devem aumentar de intensidade, elevando também o potencial para gerar transtornos.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xb5crf2"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xb5crf2.jpg" id="xb5crf2"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Nas próximas horas o tempo segue instável sobre o <strong>Sudeste e Brasil Central</strong>, regiões que já vêm registrando chuvas recorrentes nos últimos dias. O motivo é a passagem de uma frente fria que aumentou a presença de umidade na região. A tendência para esta terça-feira (8) é que as <strong>precipitações continuem</strong>, enquanto na quarta (9) a<strong> intensidade e a área de atuação ganham maior força.</strong></p><p>A seguir, confira a previsão do tempo com mais detalhes e informações relevantes para o Sudeste e para o Brasil Central até o final de quinta-feira (10).</p><h2>Sudeste com chuvas intensas e riscos de temporais</h2><p>Nesta tarde, o tempo permanece encoberto sobre o Sudeste do Brasil. A presença de umidade trazida pela circulação atmosférica favorece a formação de <strong>nuvens carregadas, aumentando as chances de precipitação</strong>. As chuvas ganham força entre o final da tarde e o início da noite, podendo gerar <strong>temporais </strong>na faixa entre o <strong>Triângulo Mineiro, sul de Minas e norte de São Paulo.</strong></p><p>Quem acreditava que o <strong>Brasil Central</strong> <strong>escaparia das chuvas</strong> nesta terça-feira (8) acabou se enganando. Apesar de os modelos indicarem tempo firme em parte do Mato Grosso do Sul, áreas do Mato Grosso e de Goiás vão registrar m<strong>udanças no tempo a partir do período da tarde.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-continuam-e-aumentam-no-sudeste-e-no-brasil-central-saiba-o-que-esperar-1788866111539.jpg" data-image="ejmmnt509l8e" alt="Chances de chuva." title="Chances de chuva."><figcaption>Mapa de probabilidade de precipitação para a tarde de hoje (8).</figcaption></figure><p><strong>O modelo <em>ECMWF</em></strong><em> </em>aponta o <strong>aumento das chances de chuva</strong> no leste e nordeste do Mato Grosso do Sul, em grande parte do território goiano e precipitações espalhadas pelo Mato Grosso, onde apenas o sudoeste do estado tem menores riscos. Fica também o <strong>alerta para tempestades pontuais no decorrer do dia.</strong></p><p>Na madrugada de quarta-feira (9), o processo de<strong> formação do ciclone </strong>causa <strong>convergência </strong>de ar quente e úmido sobre o Sudeste. A circulação dos ventos auxiliará na <strong>manutenção das chuvas no litoral de São Paulo </strong>até o final da manhã, deixando vários municípios em alerta devido aos<strong> elevados volumes previstos.</strong></p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso<a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank"><strong> novo canal de Whatsapp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p>Ainda no final da primeira metade da quarta (9), <strong>o modelo <em>ECMWF</em></strong><em> </em>indica pancadas de chuva sobre o interior de São Paulo, com <strong>possibilidade de descargas elétricas</strong> no litoral, tempo fechado no leste de Minas Gerais e precipitações espalhadas por boa parte do Espírito Santo.</p><p>Por outro lado, o Centro-Oeste tem previsão de sol pela manhã e pouca presença de nuvens. O cenário mudará à tarde, quando a elevação das temperaturas e o calor favorecerão a <strong>formação de nuvens de tempestade de maneira bastante rápida.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-continuam-e-aumentam-no-sudeste-e-no-brasil-central-saiba-o-que-esperar-1788866060224.jpg" data-image="ruwbbnp7v9l4" alt="Precipitação." title="Precipitação."><figcaption>Precipitação e nebulosidade, previsão aponta riscos de chuvas intensas sobre São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso do Sul na tarde desta quarta (9).</figcaption></figure><p>Desta forma, as chuvas aparecerão no <strong>radar</strong>, emitindo <strong>alertas</strong> para a faixa leste e sul do Mato Grosso do Sul e sul do estado de Goiás, pois poderão ocorrer na forma de <strong>tempestades</strong>, acompanhadas de <strong>descargas elétricas e rajadas de vento</strong> fortes. O Mato Grosso e o restante de Goiás registrarão pancadas de menor intensidade.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="787572" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-atingem-as-5-regioes-com-ate-200-mm-nesta-semana-veja-o-que-esperar.html" title="Chuvas atingem as 5 regiões com até 200 mm nesta semana; veja o que esperar">Chuvas atingem as 5 regiões com até 200 mm nesta semana; veja o que esperar</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-atingem-as-5-regioes-com-ate-200-mm-nesta-semana-veja-o-que-esperar.html" title="Chuvas atingem as 5 regiões com até 200 mm nesta semana; veja o que esperar"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-atingem-as-5-regioes-com-ate-200-mm-nesta-semana-veja-o-que-esperar-1788798355072_320.jpg" alt="Chuvas atingem as 5 regiões com até 200 mm nesta semana; veja o que esperar"></a></article></aside><p>O período da tarde no Sudeste também apresenta <strong>elevado potencial para transtornos</strong>. A previsão indica <strong>chuvas intensas espalhadas</strong> pelo estado de São Paulo, Minas Gerais e extremo sul fluminense. Nessas áreas, o solo encharcado pode <strong>favorecer deslizamentos de terra, alagamentos e elevação no nível dos rios.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-continuam-e-aumentam-no-sudeste-e-no-brasil-central-saiba-o-que-esperar-1788866021397.jpg" data-image="gfrzj9djkvyl" alt="Mapa de chuva acumulada." title="Mapa de chuva acumulada."><figcaption>Precipitação acumulada aponta volumes elevados no litoral paulista.</figcaption></figure><p>Até o final de quarta-feira (9), os <strong>maiores volumes de precipitação ocorrerão no litoral paulista e no trecho entre o leste de São Paulo e o Triângulo Mineiro.</strong> Os acumulados superam os <strong>30 mm</strong>, podendo ultrapassar os <strong>50 mm</strong> em pontos isolados. No restante do Sudeste, os volumes ficarão abaixo de <strong>25 mm</strong>, enquanto em Goiás as marcas ficam acima dos <strong>30 mm.</strong></p><p>Apesar de as chuvas serem mais recorrentes e de as chances de tempestades serem elevadas no Mato Grosso do Sul, a expectativa é de a<strong>cumulados inferiores a 20 mm</strong>, o mesmo cenário aguardado para o estado do Mato Grosso.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-continuam-e-aumentam-no-sudeste-e-no-brasil-central-saiba-o-que-esperar.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Três glitches em um pulsar considerado silencioso podem revelar o que acontece em seu interior]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/tres-glitches-em-um-pulsar-considerado-silencioso-podem-revelar-o-que-acontece-em-seu-interior.html</link><pubDate>Tue, 08 Sep 2026 12:17:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Astrônomos detectaram três mudanças repentinas na rotação do pulsar PSR J1637−4642 após mais de 15 anos de observações. A estrela de nêutrons, considerada estável desde sua descoberta, apresentou três eventos conhecidos como glitches. Um deles alterou sua velocidade de rotação em quase 3 partes por milhão.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/tres-glitches-em-um-pulsar-considerado-silencioso-podem-revelar-o-que-acontece-em-seu-interior-1788729375790.png" data-image="ibqj4bjhjuts" alt="Os três glitches do PSR J1637−4642 podem ajudar a revelar o que acontece no interior das estrelas de nêutrons. Crédito: ESA" title="Os três glitches do PSR J1637−4642 podem ajudar a revelar o que acontece no interior das estrelas de nêutrons. Crédito: ESA"><figcaption>Os três glitches do PSR J1637−4642 podem ajudar a revelar o que acontece no interior das estrelas de nêutrons. Crédito: ESA</figcaption></figure><p>Pulsares são estrelas de nêutrons magnetizadas que giram e emitem feixes de radiação eletromagnética a partir de seus polos magnéticos. <strong>À medida que o feixe varre a direção da Terra, os radiotelescópios detectam pulsos periódicos extremamente regulares. </strong>Os pulsares são alguns dos relógios naturais mais precisos conhecidos.</p><p><strong>A regularidade desses sinais é tão impressionante que, quando os primeiros pulsares foram descobertos em 1967</strong>, os astrônomos inicialmente consideraram a possibilidade de que fossem transmissões de uma civilização extraterrestre. O primeiro objeto recebeu o apelido de “Little Green Men 1”.</p><p>Por isso, o que aconteceu com o pulsar PSR J1637−4642 chamou atenção: <strong>após mais de 15 anos sem alterações desse tipo, o pulsar apresentou 3 glitches, mudanças em sua velocidade de rotação. </strong>Um dos eventos modificou a taxa de rotação em quase 3 partes por milhão, uma variação pequena mas significativa para um objeto tão estável.</p><h2>Por que pulsares são tão precisos?</h2><p><strong>Os pulsares são extremamente precisos porque são objetos com cerca de uma massa solar concentrada em apenas dezenas de quilômetros de diâmetro. </strong>Essa compactação produz um momento de inércia enorme e, junto com a conservação do momento angular, mantém a rotação estável. </p><div class="texto-destacado">Os pulsares possuem campos magnéticos que canalizam partículas e radiação em feixes alinhados com seus polos magnéticos, produzindo pulsos à medida que a estrela gira.</div><p>A rotação, porém, não é perfeitamente constante como se achava. Os pulsares perdem energia gradualmente por meio da emissão de radiação e partículas, causando uma desaceleração lenta. <strong>Como essa variação pode ser medida com grande precisão, os períodos dos pulsos funcionam como referências temporais muito estáveis. </strong></p><h2>PSR J1637−4642</h2><p><strong>O PSR J1637−4642 é um pulsar jovem em escala astronômica, com aproximadamente 41 mil anos.</strong> Ele completa uma rotação a cada 154 milissegundos, o equivalente a cerca de 6,5 rotações por segundo. Apesar da idade e de sua elevada emissão de energia, o objeto apresentava uma rotação estável e sem glitches.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tres-glitches-em-um-pulsar-considerado-silencioso-podem-revelar-o-que-acontece-em-seu-interior-1788729346952.png" data-image="t63quo0s1uu8" alt="A descoberta foi feita a partir de 15,5 anos de dados do radiotelescópio Murriyang, na Austrália. Crédito: NRAO" title="A descoberta foi feita a partir de 15,5 anos de dados do radiotelescópio Murriyang, na Austrália. Crédito: NRAO"><figcaption>A descoberta foi feita a partir de 15,5 anos de dados do radiotelescópio Murriyang, na Austrália. Crédito: NRAO</figcaption></figure><p><strong>Essa estabilidade era particularmente interessante porque pulsares jovens e ativos podem apresentar alterações repentinas na rotação.</strong> Durante aproximadamente uma década de observações após sua descoberta, o PSR J1637−4642 permaneceu sem nenhum glitch detectado, sendo considerado um pulsar “silencioso”. </p><h2>Glitches</h2><p>Os astrônomos analisaram 15,5 anos de dados do radiotelescópio Murriyang, coletados entre fevereiro de 2009 e outubro de 2024.<strong> Nesse período, foram identificados 3 glitches ou aumentos abruptos na frequência de rotação do pulsar.</strong> O primeiro ocorreu por volta de 2018, aumentando a frequência em cerca de 2,7 partes por milhão.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="772619" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/ate-onde-uma-estrela-de-neutrons-pode-crescer-antes-de-virar-um-buraco-negro.html" title="Até onde uma estrela de nêutrons pode crescer antes de virar um buraco negro?">Até onde uma estrela de nêutrons pode crescer antes de virar um buraco negro?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/ate-onde-uma-estrela-de-neutrons-pode-crescer-antes-de-virar-um-buraco-negro.html" title="Até onde uma estrela de nêutrons pode crescer antes de virar um buraco negro?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ate-onde-uma-estrela-de-neutrons-pode-crescer-antes-de-virar-um-buraco-negro-1780776996282_320.png" alt="Até onde uma estrela de nêutrons pode crescer antes de virar um buraco negro?"></a></article></aside><p><strong>Os outros dois eventos foram consideravelmente menores e ocorreram cerca de três anos após os anteriores. </strong>O segundo glitch produziu um aumento de apenas 14 nHz, enquanto o terceiro elevou a frequência em aproximadamente 179 nHz, apresentando intensidade intermediária. </p><h2>Entendendo o interior do pulsar</h2><p>Os glitches são importantes porquem fornecem uma forma indireta de investigar o interior de estrelas de nêutrons. <strong>A principal hipótese é que nêutrons superfluidos presentes no interior da estrela armazenem momento angular e transfiram parte dele para a crosta sólida. </strong>Essa transferência provoca um aumento abrupto na velocidade de rotação da crosta.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tres-glitches-em-um-pulsar-considerado-silencioso-podem-revelar-o-que-acontece-em-seu-interior-1788729307229.png" data-image="pk6bjrza2wfq" alt="Um dos glitches aumentou abruptamente a frequência de rotação do pulsar em 2,7 partes por milhão. Crédito: Wang et al." title="Um dos glitches aumentou abruptamente a frequência de rotação do pulsar em 2,7 partes por milhão. Crédito: Wang et al."><figcaption>Um dos glitches aumentou abruptamente a frequência de rotação do pulsar em 2,7 partes por milhão. Crédito: Wang et al. </figcaption></figure><p><strong>Após o evento, a rotação do pulsar retorna gradualmente a um novo equilíbrio à medida que a crosta e o superfluido interno se reajustam. </strong>A intensidade, a frequência e a recuperação de cada glitch podem fornecer informações sobre as propriedades da matéria ultradensa e sobre o acoplamento entre diferentes regiões da estrela. </p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Wang%20et%20al" data-year="" data-title="Discovery%20of%20Three%20Glitches%20in%20the%20previously%20quiet%20pulsar%20PSR%20J1637" data-url="https%3A%2F%2Farxiv.org%2Fabs%2F2608.19555">Wang et al. <a href="https://arxiv.org/abs/2608.19555" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Discovery of Three Glitches in the previously quiet pulsar PSR J1637</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/tres-glitches-em-um-pulsar-considerado-silencioso-podem-revelar-o-que-acontece-em-seu-interior.html</guid><dc:creator><![CDATA[Roberta Duarte]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Chuva irregular em MT: semeadura precoce da soja pode elevar risco de replantio]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/chuva-irregular-em-mt-semeadura-precoce-da-soja-pode-elevar-risco-de-replantio.html</link><pubDate>Tue, 08 Sep 2026 10:23:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Mato Grosso libera a semeadura da soja, mas volumes inferiores a 6 mm em importantes polos agrícolas podem falhar na reposição do solo, ameaçando emergência uniforme no campo, custos e a futura janela do milho segunda safra.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-irregular-em-mt-semeadura-precoce-da-soja-pode-elevar-risco-de-replantio-1788795498415.jpg" data-image="ycj7wgo9oero" alt="chuva, soja, MT" title="chuva, soja, MT"><figcaption>A semeadura da soja exige umidade adequada no solo para garantir germinação uniforme e bom estabelecimento inicial da lavoura.</figcaption></figure><p><strong>O calendário da soja 2026/27 abriu em Mato Grosso em 7 de setembro</strong>, mas a previsão até domingo (13) indica menos de 6 mm em polos como Sorriso, Sinop e Rondonópolis. A umidade irregular também condiciona a implantação do milho segunda safra.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p><strong>A autorização sanitária permite semear até 7 de janeiro</strong>, porém não elimina o risco de colocar sementes em solo seco. Pancadas breves podem umedecer apenas a superfície, iniciar a embebição e, sem reposição, reduzir a emergência, desuniformizar o estande e elevar custos com replantio e máquinas.</p><h2>Chuva de 0,1 a 3,7 mm alcança o médio-norte até quarta-feira </h2><p>Em Sorriso, a previsão soma 4,4 mm entre os dias 7 e 10, com 3,7 mm concentrados na quarta-feira (9). Sinop acumula 3,2 mm até o mesmo dia, enquanto Lucas do Rio Verde recebe 2,8 mm até quinta-feira (10). <strong>Depois, as três cidades atravessam vários dias sem chuva relevante.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-irregular-em-mt-semeadura-precoce-da-soja-pode-elevar-risco-de-replantio-1788795564639.jpg" data-image="bjpuwbct10a6" alt="Chuva, probabilidade, anomalia" title="Chuva, probabilidade, anomalia"><figcaption>Previsão da probabilidade de chuva para quarta-feira (9), às 14h.</figcaption></figure><p>Os volumes podem produzir contraste dentro da mesma fazenda quando a chuva convectiva alcança um talhão e deixa outro seco. <strong>Em solos arenosos de Lucas do Rio Verde, Sorriso e Sinop, a menor retenção acelera a perda de água</strong>. Com máximas subindo de 32°C para 36°C, a evapotranspiração consome rapidamente a umidade superficial.</p><h2>Sul e leste de Mato Grosso também recebem pancadas insuficientes </h2><p><strong>Rondonópolis começa o dia 7 sem chuva e pode somar 4,8 mm entre terça e quinta-feira</strong>, antes de a máxima alcançar 38°C na sexta (11). Primavera do Leste recebe 4,5 mm entre os dias 7 e 10, dos quais 3,2 mm na terça. Em Campo Novo do Parecis, o total chega a 5,8 mm, mas 4,2 mm ficam concentrados no sábado (12).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-irregular-em-mt-semeadura-precoce-da-soja-pode-elevar-risco-de-replantio-1788797579499.jpg" data-image="tuc34wbofvl2" alt="chuva, temperatura, MT" title="chuva, temperatura, MT"><figcaption>Previsão de chuva acumulada até sexta-feira (11), às 18h.</figcaption></figure><p>Para a soja entre semeadura e emergência, importam volume, infiltração, profundidade úmida e sequência posterior. <strong>A semente precisa absorver pelo menos 50% do próprio peso em água</strong> para germinar. Em experimento da Embrapa, uma lâmina de 9,2 mm produziu os maiores valores de emergência e vigor nas condições avaliadas, referência que não deve virar receita universal.</p><ul> <li><strong>Em Sorriso, 4,4 mm até o dia 10 pedem conferência da umidade abaixo da palhada antes de liberar a plantadeira.</strong></li> <li>Em Primavera do Leste, 3,2 mm concentrados no dia 8 podem iniciar a embebição sem garantir continuidade até a emergência.</li> <li>Em Rondonópolis, máxima de 38°C no dia 11 acelera a secagem após apenas 4,8 mm previstos.</li> <li>Em Campo Novo do Parecis, 4,2 mm no sábado exigem nova avaliação do perfil, especialmente em áreas arenosas.</li> </ul><h2>Janela aberta até janeiro exige decisão por talhão </h2><p>Mato Grosso deve cultivar 13,05 milhões de hectares e produzir 48,88 milhões de toneladas, com produtividade média de 62,44 sacas por hectare. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-irregular-em-mt-semeadura-precoce-da-soja-pode-elevar-risco-de-replantio-1788799420266.jpg" data-image="jaxi86mlntne" alt="solo, umidade, MT, soja" title="solo, umidade, MT, soja"><figcaption>Umidade do solo prevista pelo ECMWF entre terça (8) e sexta-feira (11).</figcaption></figure><p><strong>Antecipar a soja em Sorriso, Campo Novo do Parecis e Primavera do Leste preserva espaço para o milho,</strong> mas uma emergência falha pode consumir o ganho e ampliar o custeio estimado em R$ 4.315,29 por hectare.</p><p>Entre 11 e 13 de setembro, o calor predomina e a chuva perde força em Sinop, Sorriso e Rondonópolis, embora Campo Novo do Parecis ainda possa receber uma pancada. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="787438" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/nova-previsao-do-ecmwf-reforca-pico-do-el-nino-sera-acima-de-3-c.html" title=" Nova previsão do ECMWF reforça: pico do El Niño será acima de 3°C"> Nova previsão do ECMWF reforça: pico do El Niño será acima de 3°C</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/nova-previsao-do-ecmwf-reforca-pico-do-el-nino-sera-acima-de-3-c.html" title=" Nova previsão do ECMWF reforça: pico do El Niño será acima de 3°C"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/nova-previsao-do-ecmwf-reforca-pico-do-el-nino-sera-acima-de-3-c-1788711466362_320.png" alt=" Nova previsão do ECMWF reforça: pico do El Niño será acima de 3°C"></a></article></aside><p>Antes de semear, <strong>convém medir a umidade em diferentes profundidades</strong>, atualizar a previsão e separar talhões por textura. Irrigação, tratamento de sementes e máquinas devem seguir avaliação agronômica local, cultivar e retenção do solo.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/chuva-irregular-em-mt-semeadura-precoce-da-soja-pode-elevar-risco-de-replantio.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Especialistas defendem protagonismo indígena na restauração de terras]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/especialistas-defendem-protagonismo-indigena-na-restauracao-de-terras.html</link><pubDate>Tue, 08 Sep 2026 08:04:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Restauração em territórios indígenas pode recuperar áreas degradadas, proteger nascentes, fortalecer segurança alimentar e valorizar conhecimentos tradicionais, ampliando autonomia e resiliência das comunidades diante das mudanças climáticas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/especialistas-defendem-protagonismo-indigena-na-restauracao-de-terras-1788713618821.jpg" data-image="rjnekaip37jt" alt="Amazônia tem 1,79 milhão de hectares com potencial de recuperação" title="Amazônia tem 1,79 milhão de hectares com potencial de recuperação"><figcaption>Amazônia tem 1,79 milhão de hectares com potencial de recuperação. Crédito: Divulgação Agência Brasil</figcaption></figure><p>No <strong>Dia da Amazônia</strong>, celebrado no último dia <strong>05 setembro</strong>, especialistas destacam a importância de<strong> ampliar os investimentos na restauração de áreas degradadas dentro de territórios indígenas</strong>. A recuperação, segundo eles, deve ir além do plantio de árvores e considerar as relações entre território, cultura, alimentação e modos de vida.</p><p>Dados do TerraClass de 2022 apontam que as <strong>terras indígenas da Amazônia concentram 952,3 mil hectares de áreas degradadas</strong>, principalmente ocupadas por pastagens. Outros 24,4 mil hectares são destinados à agricultura e 18,9 mil hectares à mineração.</p><p>Somadas às áreas degradadas, as terras indígenas da região possuem ainda 840,5 mil hectares de vegetação secundária. Com isso,<strong> o potencial estimado de restauração chega a 1,79 milhão de hectares.</strong> Apesar das pressões, esses territórios permanecem entre as áreas mais conservadas do país.</p><h2>Participação das comunidades é essencial</h2><p>A indígena do povo Kaingang e especialista da The Nature Conservancy Brasil (TNC), Diana Nascimento, afirma que<strong> a quantidade de hectares recuperados não deve ser o único indicador de sucesso</strong>. Para ela, as comunidades precisam participar ativamente da definição das prioridades e das estratégias de restauração.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="765829" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/comunidade-ashaninka-se-destaca-pela-gestao-florestal-sustentavel-na-amazonia-peruana.html" title="Comunidade Ashaninka se destaca pela gestão florestal sustentável na Amazônia peruana ">Comunidade Ashaninka se destaca pela gestão florestal sustentável na Amazônia peruana </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/comunidade-ashaninka-se-destaca-pela-gestao-florestal-sustentavel-na-amazonia-peruana.html" title="Comunidade Ashaninka se destaca pela gestão florestal sustentável na Amazônia peruana "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/comunidade-ashaninka-se-destaca-pela-gestao-florestal-sustentavel-na-amazonia-peruana-1777218517288_320.jpg" alt="Comunidade Ashaninka se destaca pela gestão florestal sustentável na Amazônia peruana "></a></article></aside><p>“Quando os povos indígenas assumem o protagonismo da restauração, o território deixa de ser visto apenas como uma área onde precisamos recuperar vegetação e passa a ser entendido a partir de sua relação com as pessoas, a cultura, a alimentação, os conhecimentos tradicionais e os modos de vida”, afirma.</p><p>Nesse entendimento,<strong> restaurar significa também recuperar espécies importantes para cada povo</strong>, alimentos tradicionais, conhecimentos e práticas culturais. A restauração pode ainda contribuir para fortalecer a gestão e a autonomia dos territórios, além de aumentar a segurança alimentar e proteger recursos naturais.</p><h2>Ferramenta ajuda a definir prioridades</h2><p>Um dos desafios é definir quais áreas devem receber investimentos primeiro. Uma região muito degradada, por exemplo, não necessariamente apresenta os maiores benefícios potenciais para determinada comunidade. Para apoiar esse planejamento, a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) desenvolveu <strong>um sistema integrado de informações para conservação e restauração.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/especialistas-defendem-protagonismo-indigena-na-restauracao-de-terras-1788713777243.jpg" data-image="pc7i7g8fqhi9" alt="Apesar das pressões, esses territórios continuam entre as áreas mais conservadas do país" title="Apesar das pressões, esses territórios continuam entre as áreas mais conservadas do país"><figcaption>Apesar das pressões, territórios indígenas continuam entre as áreas mais conservadas do país. Crédito: Divulgação Voz do MS</figcaption></figure><p>A ferramenta reúne dados sobre <strong>degradação, segurança hídrica, biodiversidade, mudanças climáticas, governança territorial, sustentabilidade, educação e saúde</strong>. Desenvolvida em parceria com a TNC Brasil, a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) e o programa britânico UK PACT, ela permite combinar diferentes critérios conforme os objetivos de cada projeto.</p><p>O líder de Ciência de Dados da TNC Brasil, Guillermo Florez Montero, explica que o sistema utiliza <strong>uma metodologia de análise multicritério.</strong> O modelo pode priorizar, por exemplo, áreas com nascentes, matas ciliares degradadas, maior insegurança hídrica ou maior vulnerabilidade ao fogo. A decisão final, entretanto, permanece com as comunidades.</p><h2>Cultura, alimento e prevenção</h2><p>Diana destaca ainda<strong> o papel dos conhecimentos indígenas </strong>sobre sementes, espécies nativas, ciclos naturais, plantio, colheita, manejo do solo, plantas medicinais e alimentos tradicionais. As mulheres, segundo ela, têm participação especialmente importante na conservação de sementes, produção de alimentos e transmissão desses conhecimentos.</p><div class="texto-destacado">A especialista defende o diálogo entre conhecimentos tradicionais e técnicos. Para ela, essa combinação pode gerar soluções mais adequadas às características de cada território e fazer da restauração também um processo de recuperação cultural.</div><p>Além da recuperação das áreas já degradadas, especialistas ressaltam a necessidade de prevenir novos impactos causados por mineração, fogo, expansão de pastagens e outras mudanças no uso da terra. A proposta dialoga com a<strong> Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas (PNGATI)</strong> e com o <strong>Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa (Planaveg)</strong>, que <strong>prevê recuperar 12 milhões de hectares até 2030. </strong></p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Ag%C3%AAncia%20Brasil" data-year="2026" data-title="Especialistas%20defendem%20protagonismo%20ind%C3%ADgena%20na%20restaura%C3%A7%C3%A3o%20de%20terras" data-url="https%3A%2F%2Fagenciabrasil.ebc.com.br%2Fmeio-ambiente%2Fnoticia%2F2026-09%2Fespecialistas-defendem-protagonismo-indigena-na-restauracao-de-terras%3Fshem%3Ddsdf%2Csharefoc%2Cagadiscoversdl%2C%2Csh%2Fx%2Fdiscover%2Fm1%2F4">Agência Brasil. (2026). <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-09/especialistas-defendem-protagonismo-indigena-na-restauracao-de-terras?shem=dsdf,sharefoc,agadiscoversdl,,sh/x/discover/m1/4" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Especialistas defendem protagonismo indígena na restauração de terras</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/especialistas-defendem-protagonismo-indigena-na-restauracao-de-terras.html</guid><dc:creator><![CDATA[João Cunha]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Muita chuva para SP: volumes acima dos 100 mm com alerta de tempestades severas; confira]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/muita-chuva-para-sp-volumes-acima-dos-100-mm-com-alerta-de-tempestades-severas-confira.html</link><pubDate>Mon, 07 Sep 2026 21:40:18 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O tempo instável não dá trégua ao estado de São Paulo nesta semana, com chuvas recorrentes de até forte intensidade e com risco de tempestades severas. Os acumulados podem superar os 100 mm até o fim da semana.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xb57dfe"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xb57dfe.jpg" id="xb57dfe"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Chuvas não dão trégua ao estado de São Paulo ao longo desta semana. Há previsão de chuva para todos os dias até o próximo fim de semana, <strong>com alertas de chuvas intensas e de temporais.</strong> Os acumulados totais podem passar dos 100 mm.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso<a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank"> novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p>Essa condição ocorre mesmo com a ausência de uma frente fria. Um padrão mais instável nos níveis mais altos da atmosfera vem <strong>favorecendo o desenvolvimento de instabilidades pelo Brasil</strong>, principalmente sobre o Sudeste.</p><h2>Chuva aumentam sobre SP nos próximos dias</h2><p><strong>Nesta terça-feira (8)</strong>, o tempo fica nublado no centro-sul e leste do estado de São Paulo, com chuva fraca ocorrendo já pela manhã. A partir da tarde, as chuvas diminuem nessas áreas, <strong>mas instabilidades se formam no norte do estado e levam potencial de pancadas de até forte intensidade</strong>. No período da noite, não há previsão de chuva.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/muita-chuva-para-sp-volumes-acima-dos-100-mm-com-alerta-de-tempestades-severas-confira-1788815874973.jpg" data-image="dhx1g0rfzep5" alt="chuvas em SP" title="chuvas em SP"><figcaption>Previsão de chuva e nebulosidade para a tarde da terça-feira, 8 de setembro.</figcaption></figure><p><strong>Na quarta-feira (9)</strong>, uma região mais instável se forma entre o Sul, Sudeste e o Centro-Oeste, com pancadas de chuva e trovoadas já no início da manhã no centro-sul e leste de São Paulo, incluindo a região da capital. No oeste e regiões próximas ao Paraná, <strong>há previsão de chuva fraca</strong>. No fim do período, <strong>há risco de chuva forte e de tempestades</strong> na porção central e leste. <strong>No norte do estado, passa a chover com fraca a moderada intensidade.</strong></p><p><strong>A partir da tarde</strong>, as instabilidades se desenvolvem mais e <strong>há alerta de chuva forte e de tempestades no nordeste, centro, sul e leste de São Paulo</strong>. Chuva fraca é prevista para o restante do estado. No período da noite, pancadas e tempestades deixam em alerta somente o extremo norte.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="787579" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-traz-alerta-de-novas-tempestades-severas-e-chuvas-volumosas-no-centro-sul.html" title="Ciclone traz alerta de novas tempestades severas e chuvas volumosas no Centro-Sul">Ciclone traz alerta de novas tempestades severas e chuvas volumosas no Centro-Sul</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-traz-alerta-de-novas-tempestades-severas-e-chuvas-volumosas-no-centro-sul.html" title="Ciclone traz alerta de novas tempestades severas e chuvas volumosas no Centro-Sul"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-traz-alerta-de-novas-tempestades-severas-no-centro-sul-1788797932208_320.png" alt="Ciclone traz alerta de novas tempestades severas e chuvas volumosas no Centro-Sul"></a></article></aside><p><strong>Na quinta-feira (10)</strong>, devido ao processo de formação de um ciclone extratropical, há um novo reforço das instabilidades sobre o estado e o aumento das temperaturas em razão dos ventos de norte.</p><p>Pela manhã muita nebulosidade no nordeste, sul e leste de São Paulo, com possibilidade de chuva fraca e pontual. No entanto, a partir da tarde, o tempo começa a mudar com o desenvolvimento de instabilidades sobre todo o território paulista.<strong> Há alerta de chuvas intensas e de tempestades</strong> que podem ocorrer com severidade. Maior risco para a porção central, norte e oeste de São Paulo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/muita-chuva-para-sp-volumes-acima-dos-100-mm-com-alerta-de-tempestades-severas-confira-1788815906868.jpg" data-image="14wqb0muf73d" alt="chuvas em SP" title="chuvas em SP"><figcaption>Previsão de chuva e nebulosidade para a tarde da quinta-feira, 10 de setembro.</figcaption></figure><p><strong>No período da noite, o risco se mantém elevado para tempestades</strong> no norte e porção central. No entanto, no leste, na região metropolitana da capital, passa a ser considerado dentro do risco de severidade.</p><p><strong>Na sexta-feira (11)</strong>, o ciclone já está tomando forma no Sul do Brasil e o escoamento de norte fica mais realçado limpando o tempo em boa parte do estado de São Paulo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/muita-chuva-para-sp-volumes-acima-dos-100-mm-com-alerta-de-tempestades-severas-confira-1788815927462.jpg" data-image="tgqgc9h6br5p" alt="frente fria em SP" title="frente fria em SP"><figcaption>Previsão de densidade de raio para a noite da sexta-feira, 11 de setembro, realçando as regiões com maior potencial de tempestades.</figcaption></figure><p>Assim, o tempo firme vai predominar no norte, no centro e no oeste do estado ao longo do dia.<strong> Previsão de chuva fraca pela manhã</strong>, somente nas áreas do leste. a partir da tarde, pancadas de até forte intensidade, que podem ocorrer como tempestades atinge o leste até o nordeste do estado.</p><p><strong>No período da noite</strong>, a frente fria associada ao ciclone extratropical está formada e atua entre São Paulo e o Paraná. <strong>Alerta de tempo de chuvas intensas e para o risco de tempestades severas </strong>no oeste e regiões de divisa com o território paranaense. A frente fria chega à capital entre o fim da noite e a madrugada, o que pode gerar vendavais e pancadas de chuva forte.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/muita-chuva-para-sp-volumes-acima-dos-100-mm-com-alerta-de-tempestades-severas-confira-1788815941591.jpg" data-image="7ctoza9aom6s" alt="chuva acumulado" title="chuva acumulado"><figcaption>Acumulado de precipitação até o domingo, 13 de setembro.</figcaption></figure><p><strong>No fim de semana, não há mais alertas</strong>, mas o tempo instável se mantém no leste e sul de São Paulo, com possibilidade de chuva fraca ao longo do sábado (12) e do domingo (13), principalmente no litoral.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/muita-chuva-para-sp-volumes-acima-dos-100-mm-com-alerta-de-tempestades-severas-confira.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Bolha de calor de 40°C já tem data para retornar ao Brasil; saiba quando]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/bolha-de-calor-de-40-c-ja-tem-data-para-retornar-ao-brasil.html</link><pubDate>Mon, 07 Sep 2026 20:39:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O calor intenso volta a ganhar força no Brasil nesta semana, após a dissipação da massa de ar polar que derrubou as temperaturas em grande parte do país. Até sexta-feira (11), as máximas voltam a atingir 40°C durante a tarde em diversas áreas do Sudeste e do Centro-Oeste.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/bolha-de-calor-de-40-c-ja-tem-data-para-retornar-ao-brasil-1788797390783.jpg" data-image="5vvtdhvqw20l" alt="Previsão de temperaturas máximas na sexta-feira." title="Previsão de temperaturas máximas na sexta-feira."><figcaption>Previsão de temperaturas máximas na sexta-feira mostra calor de 40°C atingindo boa parte das regiões Centro-Oeste e no Sudeste após o afastamento da massa de ar polar. </figcaption></figure><p>O calor intenso volta a ganhar força no Brasil nesta semana, após a passagem de uma massa de ar polar intensa que derrubou as temperaturas em grande parte do país. Com o avanço de uma nova massa de ar quente, a<strong>s temperaturas podem chegar a 40°C em diversas áreas</strong> do Centro-Oeste e do Sudeste até sexta-feira (11). </p><div class="texto-destacado">O Instituto Nacional de Meteorologia (<a href="https://portal.inmet.gov.br/" target="_blank">INMET</a>) emitiu, nos últimos dias, um alerta para declínio de temperatura para grande parte do país, incluindo as regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, devido ao avanço de uma massa de ar polar muito intensa e abrangente.</div><p><strong>Nesta segunda-feira (7)</strong>, frio está particularmente intenso no Rio Grande do Sul, estado que registrou <strong>temperaturas negativas em pelo menos 9 municípios nesta segunda-feira (7)</strong> durante a madrugada e a manhã, e até mesmo ocorrência de neve em São José dos Ausentes.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="787556" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/rio-grande-do-sul-registra-marcas-de-ate-4-7-c-apos-queda-de-neve-veja-imagens.html" title="Rio Grande do Sul registra marcas de até -4,7°C após queda de neve; veja imagens">Rio Grande do Sul registra marcas de até -4,7°C após queda de neve; veja imagens</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/rio-grande-do-sul-registra-marcas-de-ate-4-7-c-apos-queda-de-neve-veja-imagens.html" title="Rio Grande do Sul registra marcas de até -4,7°C após queda de neve; veja imagens"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/rio-grande-do-sul-registra-marcas-de-ate-4-7-c-apos-queda-de-neve-1788791512325_320.jpg" alt="Rio Grande do Sul registra marcas de até -4,7°C após queda de neve; veja imagens"></a></article></aside><p>No entanto, ao longo da semana, previsões indicam que essa massa de ar frio deixará, gradualmente, de afetar o país. <strong>Na sexta-feira (11</strong>), o país já estará sendo afetado novamente por <strong>uma massa de ar mais quente do que o normal</strong>, em parte devido à circulação associada à formação de um ciclone no extremo sul do país.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/bolha-de-calor-de-40-c-ja-tem-data-para-retornar-ao-brasil-1788797120271.jpg" data-image="q12yf4eboxwj" alt="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa nesta segunda-feira (esquerda) e na sexta-feira (direita)." title="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa nesta segunda-feira (esquerda) e na sexta-feira (direita)."><figcaption>Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa nesta segunda-feira (esquerda) e na sexta-feira (direita) mostra o ar frio deixando o país e dando lugar a uma massa de ar quente.</figcaption></figure><p><strong>Entre a quarta-feira (9) e a quinta-feira (10)</strong>, vários estados do Centro-Oeste já voltarão a registrar <strong>temperaturas máximas de até 40°C</strong>, conforme o ar frio se dissipa e ventos de norte transportam ar mais quente em direção à região. <strong>Previsões indicam máximas de até 44°C</strong> entre o Mato Grosso do Sul e o Mato Grosso.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso<a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank"> novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p><strong>Na sexta-feira (11)</strong>, grande parte do Sudeste estará registrando máximas acima dos 30°C, <strong>com alguns municípios no extremo oeste e norte de São Paulo e no Triângulo Mineiro </strong>chegando a <strong>temperaturas próximas aos 40°C</strong> devido à bolha de calor que se forma sobre o Brasil.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/bolha-de-calor-de-40-c-ja-tem-data-para-retornar-ao-brasil-1788797168123.jpg" data-image="z8iumq96issn" alt="Previsão de temperaturas máximas na sexta-feira durante a tarde." title="Previsão de temperaturas máximas na sexta-feira durante a tarde."><figcaption>Previsão de temperaturas máximas na sexta-feira durante a tarde mostra que grande parte do país voltará a registrar temperaturas máximas de 40°C ou mais, com a dissipação da massa de ar frio.</figcaption></figure><p><strong>A exceção é a região Sul</strong>, especialmente o Rio Grande do Sul e parte de Santa Catarina. Nestes estados, o ar frio continuará atuando ao longo da semana e, embora a chance de geadas e temperaturas extremas reduza de maneira drástica, as temperaturas máximas ainda podem permanecer abaixo dos 20°C em grande parte dos municípios.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="787579" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-traz-alerta-de-novas-tempestades-severas-e-chuvas-volumosas-no-centro-sul.html" title="Ciclone traz alerta de novas tempestades severas e chuvas volumosas no Centro-Sul">Ciclone traz alerta de novas tempestades severas e chuvas volumosas no Centro-Sul</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-traz-alerta-de-novas-tempestades-severas-e-chuvas-volumosas-no-centro-sul.html" title="Ciclone traz alerta de novas tempestades severas e chuvas volumosas no Centro-Sul"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-traz-alerta-de-novas-tempestades-severas-no-centro-sul-1788797932208_320.png" alt="Ciclone traz alerta de novas tempestades severas e chuvas volumosas no Centro-Sul"></a></article></aside><p>Ao longo da semana que vem, com a formação de um novo ciclone e sua frente fria associada,<strong> uma nova massa de ar frio deve ser impulsionada em direção ao Brasil</strong>, fazendo as temperaturas caírem novamente. A situação segue, em parte, devido à Oscilação Antártica - que está em fase negativa e ajuda no desprendimento de massas de ar frio da região Antártica.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/bolha-de-calor-de-40-c-ja-tem-data-para-retornar-ao-brasil.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Chuvas atingem as 5 regiões com até 200 mm nesta semana; veja o que esperar]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-atingem-as-5-regioes-com-ate-200-mm-nesta-semana-veja-o-que-esperar.html</link><pubDate>Mon, 07 Sep 2026 19:02:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A semana será marcada por instabilidades, formação de novo ciclone e frente fria que avança pelo Brasil. Até o final de sexta-feira, as 5 regiões do Brasil tem previsão de chuvas e grandes acumulados que chegam a marca dos 200 mm.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xb53tdy"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xb53tdy.jpg" id="xb53tdy"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>A segunda semana de setembro será marcada por dias de<strong> chuva intensa espalhada pelas 5 regiões do Brasil</strong>. Instabilidades, um novo <strong>ciclone </strong>e uma <strong>frente fria</strong> deixam o tempo fechado, gerando elevados acumulados de precipitação. Os volumes podem alcançar<strong> </strong><strong>200 mm até o final de sexta-feira (11).</strong></p><p>Após um final de semana com <strong>tempo aberto no Sul</strong>, uma mudança está prevista para os próximos dias. Enquanto isso, o <strong>tempo segue instável </strong>sobre o Sudeste, Centro-Oeste e parte do Norte. No Nordeste, as <strong>chuvas continuam mais concentradas</strong> sobre a faixa litorânea. Confira a previsão do tempo para cada região.</p><h2>Sul: Instabilidades e novo ciclone marcam a semana</h2><p>O restante desta <strong>segunda-feira (7)</strong> e toda a<strong> terça-feira (8)</strong> terão <strong>predomínio do sol </strong>em boa parte do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Ao final da <strong>tarde e noite </strong>de terça (8), <strong>nuvens carregadas surgem </strong>e<strong> </strong>podem provocar pancadas isoladas no <strong>oeste e centro paranaense</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-atingem-as-5-regioes-com-ate-200-mm-nesta-semana-veja-o-que-esperar-1788798236967.jpg" data-image="4ye5s2d6408d" alt="Ciclone se forma nesta semana." title="Ciclone se forma nesta semana."><figcaption>Novo ciclone se forma nesta semana sobre o Sul do Brasil.</figcaption></figure><p>Na <strong>quarta-feira (9), o cenário</strong> <strong>mudará</strong> de forma generalizada sobre o Sul. Até o <strong>final da tarde, o</strong> Rio Grande do Sul registrará <strong>aumento de nebulosidade </strong>e pancadas pontuais, enquanto as <strong>chuvas</strong> afetarão área maior em Santa Catarina. No Paraná, as <strong>precipitações atuarão durante todo</strong> o <strong>dia</strong>, variando de intensidade.</p><p>Contudo, o cenário mais <strong>preocupante ocorrerá entre quinta</strong> (10) e <strong>sexta-feira (11)</strong>. Um ciclone e sua <strong>frente fria </strong>associada aumentarão o risco de <strong>tempestades </strong>no <strong>norte gaúcho, Santa Catarina</strong> e Paraná, trazendo <strong>riscos de transtornos, chuvas</strong> <strong>intensas</strong> e queda de <strong>granizo</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-atingem-as-5-regioes-com-ate-200-mm-nesta-semana-veja-o-que-esperar-1788798177378.jpg" data-image="v1ywqma2ewqj" alt="Precipitação acumulada no Sul do Brasil" title="Precipitação acumulada no Sul do Brasil"><figcaption>Mapa mostra a previsão de chuva acumulada até sexta-feira (11) para o Sul do Brasil.</figcaption></figure><p>Até o final de <strong>sexta-feira (11), o acumulado</strong> de chuva superará os<strong> 100 mm</strong> no faixa entre o sudoeste e o nordeste do Paraná, podendo <strong>ultrapassar a marca de 200 mm</strong> em pontos isolados. Em <strong>Santa Catarina</strong>, os volumes variam entre <strong>60</strong> mm <strong>e 140 mm</strong>, e de <strong>10 mm a 100</strong> <strong>mm </strong>no<strong> Rio Grande do Sul.</strong></p><h2>Sudeste: Chuvas continuam atuando até sexta-feira</h2><p>O final de semana e o feriado foram marcados pela presença de nuvens e pancadas de <strong>chuva no Sudeste do</strong> <strong>Brasil</strong>. No restante desta <strong>segunda (7) e na</strong> <strong>terça-feira (8)</strong> o padrão se mantém<strong>, </strong>com <strong>tempo fechado</strong> e <strong>precipitações</strong> em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, havendo <strong>risco de tempestades</strong> no Triângulo Mineiro e norte paulista.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-atingem-as-5-regioes-com-ate-200-mm-nesta-semana-veja-o-que-esperar-1788797945458.jpg" data-image="zjv9xjsfa47h" alt="Probabilidade de precipitação." title="Probabilidade de precipitação."><figcaption>Mapa de probabilidade de precipitação sobre o Sudeste nesta quarta (9).</figcaption></figure><p>A presença de <strong>umidade no Sudeste </strong>deixará o tempo instável na tarde de quarta-feira (9), elevando as <strong>chances de temporais</strong> no leste paulista, sul de Minas Gerais e Rio de Janeiro, além de pancadas no Espírito Santo.</p><p>Na quinta (10) e sexta-feira (11), os modelos continuam indicando <strong>chuvas para São Paulo e divisa com Minas Gerais</strong>, com<strong> potencial para temporais</strong>. Ainda na sexta (11), o sol voltará a aparecer no oeste paulista, grande parte de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-atingem-as-5-regioes-com-ate-200-mm-nesta-semana-veja-o-que-esperar-1788797976431.jpg" data-image="u9sasjt5qhd4" alt="Chuva acumulada." title="Chuva acumulada."><figcaption>Precipitação acumulada no Sudeste do Brasil até sexta-feira (11).</figcaption></figure><p>Os maiores acumulados ocorrem na divisa entre São Paulo e Paraná, com volumes <strong>superiores a 100 mm</strong>. No restante da região, as precipitações variam entre<strong> 20 mm e 80 mm</strong>. O final de semana será marcado pela chegada de uma nova <strong>frente fria intensa.</strong></p><h2>Centro-Oeste: Maiores volumes se concentram no MS e em GO</h2><p>A noite desta segunda-feira (7) terá tempo estável em boa parte do Centro-Oeste, com<strong> pancadas isoladas em Goiás e leste de Mato Grosso. </strong>Previsão semelhante para terça-feira (8), quando as chuvas também atingem o interior do Mato Grosso do Sul.</p><p>Na quarta-feira (9), as <strong>instabilidades </strong>se concentrarão no estado sul-mato-grossense, com<strong> pancadas moderadas a fortes </strong>no sul e centro. Mato Grosso e Goiás terão sol na maior parte do território, embora <strong>chuvas pontuais </strong>não estejam descartadas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-atingem-as-5-regioes-com-ate-200-mm-nesta-semana-veja-o-que-esperar-1788798113740.jpg" data-image="7q9lqsdw9fsw" alt="Mapa de densidade de raios." title="Mapa de densidade de raios."><figcaption>Densidade de raios mostra áreas com maiores possibilidades de tempestades nesta quinta-feira (10).</figcaption></figure><p>A partir de quinta-feira (10), o processo de formação do novo <strong>ciclone </strong>organizará um<strong> canal de umidade,</strong> aumentando o<strong> risco de tempestades no Mato Grosso do Sul</strong>. O encontro do ar quente com o ar frio favorecerá a<strong> formação de nuvens carregadas.</strong></p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p>Entre a tarde e a noite de sexta-feira (11), a frente fria avançará por Mato Grosso do Sul, aumentando as <strong>chances de temporais e elevando os acumulados da semana.</strong> No sul do estado, a previsão indica marcas de até <strong>100 mm</strong>, enquanto leste gaúcho e Goiás terão entre <strong>30 mm e 45 mm.</strong></p><h2>Nordeste: Acumulados podem chegar a 100 mm nos próximos dias</h2><p>No Nordeste, a <strong>maior parte da região</strong> registrará <strong>tempo seco</strong>, especialmente no interior semiárido. Situação diversa ocorre na faixa litorânea, onde a umidade do oceano favorece a formação de nuvens desde o sul baiano ao Rio Grande do Norte, além de áreas do Maranhão e Piauí.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-atingem-as-5-regioes-com-ate-200-mm-nesta-semana-veja-o-que-esperar-1788798035053.jpg" data-image="a9jhzx0ddj5g" alt="Chuva acumulada Nordeste." title="Chuva acumulada Nordeste."><figcaption>Chuva acumulada prevista para o Nordeste do Brasil.</figcaption></figure><p>Nesta semana, as chuvas diárias gerarão <strong>acumulados expressivos no sul da Bahia,</strong> que receberá uma<strong> frente fria </strong>neste início de semana. Na região, os volumes se aproximam de <strong>100 mm</strong> até sexta-feira (11), enquanto no restante do litoral ficarão <strong>abaixo de 30 mm.</strong></p><h2>Norte: Pancadas de chuva ocorrem durante a semana</h2><p>A presença de umidade na Região Norte permite a formação recorrente de <strong>nuvens de tempestade</strong>. Algumas áreas têm <strong>maior risco de temporais</strong>, como o noroeste e sul do Amazonas, além do estado do Acre. No restante, a<strong> chuva ocorre de forma rápida e isolada.</strong></p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="787438" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/nova-previsao-do-ecmwf-reforca-pico-do-el-nino-sera-acima-de-3-c.html" title=" Nova previsão do ECMWF reforça: pico do El Niño será acima de 3°C"> Nova previsão do ECMWF reforça: pico do El Niño será acima de 3°C</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/nova-previsao-do-ecmwf-reforca-pico-do-el-nino-sera-acima-de-3-c.html" title=" Nova previsão do ECMWF reforça: pico do El Niño será acima de 3°C"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/nova-previsao-do-ecmwf-reforca-pico-do-el-nino-sera-acima-de-3-c-1788711466362_320.png" alt=" Nova previsão do ECMWF reforça: pico do El Niño será acima de 3°C"></a></article></aside><p>Haverá o <strong>retorno das chuvas a</strong> áreas do Tocantins, mas com <strong>volumes discretos abaixo de</strong> <strong>10 mm</strong>. No Norte, o <strong>destaque é o Amazonas</strong>, onde o acumulado <strong>pode superar os 60 mm</strong>, enquanto Pará, Roraima, <strong>Amapá e Acre registram</strong> marcas entre<strong> 5 e 25 mm.</strong></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-atingem-as-5-regioes-com-ate-200-mm-nesta-semana-veja-o-que-esperar.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ciclone traz alerta de novas tempestades severas e chuvas volumosas no Centro-Sul]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-traz-alerta-de-novas-tempestades-severas-e-chuvas-volumosas-no-centro-sul.html</link><pubDate>Mon, 07 Sep 2026 17:24:16 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Nova onda de tempestades severas com chuvas extremas vai atingir o Centro-Sul do Brasil. Há risco elevado de granizo grande e abrangente, e acumulados de chuva que se aproximam de 300 mm.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-traz-alerta-de-novas-tempestades-severas-no-centro-sul-1788797932208.png" data-image="r15h970jk6jf" alt="Há elevado risco de danos por granizo e transtornos relacionados a chuvas intensas." title="Há elevado risco de danos por granizo e transtornos relacionados a chuvas intensas."><figcaption>Muitos raios e extremos de vento também estão previstos, desde rajadas intensas até microexplosões ou tornados. </figcaption></figure><p>A previsão da<strong> formação de um ciclone extratropical na costa da Região Sul </strong>no final da semana deixa<strong> alerta para uma onda de tempestades intensas</strong> e<strong> chuvas extremas</strong> em uma ampla área do país. Embora o ciclone em si deva se consolidar na sexta-feira (11), as tempestades começam antes, enquanto um cavado (região alongada de baixa pressão) se estende desde o nordeste da Argentina em direção ao Rio Grande do Sul. As tempestades também vão afetar estados do Sudeste e Centro-Oeste. O <strong>risco de granizo</strong> e de<strong> chuvas extremas</strong> é <strong>elevado</strong>. Confira os detalhes.</p><h2>Alerta de ciclone na costa da Região Sul</h2><p>Um <strong>ciclone extratropical</strong> está previsto para se formar na costa do Sul do Brasil na <strong>sexta-feira (11)</strong>. Este tipo de sistema está sempre <strong>relacionado a uma frente fria</strong>, portanto, é relativamente comum - frentes frias, também chamadas de sistemas frontais, passam com frequência sobre o Centro-Sul do país. </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Ciclones extratropicais podem se formar tanto no oceano quanto sobre áreas continentais. <strong>Desta vez</strong> o centro de baixa pressão está<strong> previsto se consolidar </strong>entre a<strong> faixa leste da região Sul e o oceano adjacente</strong>, aumentando os <strong>riscos à população</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-traz-alerta-de-novas-tempestades-severas-no-centro-sul-1788798405119.png" data-image="vfhx01vxyub8" alt="Previsão de formação de ciclone (L) na costa da região Sul e vento em 1,5 km de altura nesta sexta-feira (11), segundo o ECMWF." title="Previsão de formação de ciclone (L) na costa da região Sul e vento em 1,5 km de altura nesta sexta-feira (11), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de formação de ciclone (L) na costa da região Sul e vento em 1,5 km de altura nesta sexta-feira (11), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p> Um corredor de ventos intensos em 1,5 km de altitude, conhecido como<strong> jato de baixos níveis</strong>, vai transportar <strong>calor</strong> e <strong>umidade</strong> da região amazônica em direção ao ciclone, fornecendo <strong>ingredientes</strong> para aumentar a <strong>instabilidade</strong> da atmosfera. É neste ambiente que<strong> tempestades intensas</strong> devem se desenvolver<strong> desde quarta-feira (9).</strong></p><h2>Alerta de tempestades intensas</h2><p><strong>Tempestades</strong> associadas ao ciclone extratropical estão previstas para iniciar ao longo da <strong>quarta-feira (9) </strong>entre o <strong>noroeste</strong> do <strong>Rio Grande do Sul </strong>e o <strong>sudoeste</strong> do <strong>Mato Grosso do Sul</strong>, afetando o oeste de <strong>Santa Catarina e Paraná</strong>. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="787217" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-provoca-alerta-de-extensa-linha-de-tempestades-no-centro-norte-confira.html" title="Frente fria provoca alerta de extensa 'linha de tempestades' no Centro-Norte; confira">Frente fria provoca alerta de extensa 'linha de tempestades' no Centro-Norte; confira</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-provoca-alerta-de-extensa-linha-de-tempestades-no-centro-norte-confira.html" title="Frente fria provoca alerta de extensa 'linha de tempestades' no Centro-Norte; confira"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-provoca-alerta-de-extensa-linha-de-tempestades-no-centro-norte-confira-1788581727565_320.jpg" alt="Frente fria provoca alerta de extensa 'linha de tempestades' no Centro-Norte; confira"></a></article></aside><p>Na <strong>quinta-feira (10)</strong> os sistemas se <strong>intensificam</strong>, principalmente sobre o<strong> Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina,</strong> mas também devem afetar <strong>Goiás, São Paulo e Mato Grosso</strong>. As tempestades têm potencial para formação de <strong>granizo</strong>, muitos <strong>raios</strong>, <strong>rajadas</strong> intensas de <strong>vento</strong> e <strong>chuvas</strong> intensas. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-traz-alerta-de-novas-tempestades-severas-no-centro-sul-1788798021575.png" data-image="gipcwlz6yt7e" alt="Previsão de tempestades para quinta-feira (10), segundo o ECMWF." title="Previsão de tempestades para quinta-feira (10), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de tempestades para quinta-feira (10), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>O <strong>cenário</strong> fica ainda <strong>mais dramático </strong>a partir de <strong>sexta-feira (11),</strong> quando tempestades tomam conta dos três estados da região Sul. No decorrer do dia, com o ciclone consolidado entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, uma <strong>extensa linha de tempestades</strong> se organiza na dianteira da frente fria, se estendendo sobre <strong>Sul, Sudeste e Centro-Oeste</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-traz-alerta-de-novas-tempestades-severas-no-centro-sul-1788798044991.png" data-image="gmmqz46dqx67" alt="Previsão de tempestades ao longo da sexta-feira (11), segundo o ECMWF." title="Previsão de tempestades ao longo da sexta-feira (11), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de tempestades ao longo da sexta-feira (11), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p><br>O<strong> risco de granizo é elevado</strong> sobre todo a região Sul na <strong>sexta-feira (11),</strong> <strong>especialmente no Rio Grande do Sul </strong>e <strong>oeste</strong> de <strong>Santa Catarina e Paraná</strong>, embora não se descarte a possibilidade em outras regiões. O <strong>granizo</strong> pode ser <strong>grande</strong> e em<strong> grande quantidade</strong>, capaz de colocar em <strong>risco</strong> a <strong>segurança</strong> da população e das infraestruturas. </p><div class="texto-destacado">Esse tipo de sistema também está relacionado a correntes intensas de vento, com <strong>potencial</strong> de causar <strong>eventos extremos</strong>, desde <strong>rajadas</strong> até <strong>microexplosões</strong> ou <strong>tornados</strong>.</div><p>Ao longo do <strong>sábado (12)</strong> a frente fria suas<strong> tempestades avançam</strong> sobre o <strong>Centro-Oeste</strong> (Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás) e <strong>Sudeste</strong> (São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro), mas ainda estão previstas sobre o <strong>Paraná</strong>, principalmente no norte do estado. </p><p>Ainda há alerta para formação de <strong>granizo</strong>, de forma<strong> mais pontual</strong>. É importante destacar que o <strong>impacto</strong> das tempestades <strong>varia</strong> conforme o local onde ocorrem, e mesmo <strong>sistemas</strong> <strong>menos</strong> <strong>intensos</strong> podem causar<strong> grandes danos</strong> em <strong>centros urbanos</strong>, onde há maior densidade populacional e estruturas vulneráveis.</p><h2>Alerta de chuvas extremas</h2><p><strong>Tempestades</strong> intensas como aquelas que acabam de ser discutidas geralmente também estão associadas com<strong> chuvas intensas e volumosas</strong>. De fato, há alerta de chuvas extremas entre <strong>quinta (10) e sábado (12),</strong> com acumulados superiores a<strong> 100 mm por dia.</strong></p><div class="texto-destacado">Os estados mais afetados devem ser o Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Mato Grosso do Sul.</div><p>Os<strong> maiores acumulados </strong>podem se aproximar ou ultrapassar<strong> 300 mm</strong>. É preciso deixar claro que eventos extremos são desafiadores para os modelos, e tanto a posição quanto o total dos máximos pode mudar até lá, sendo importante continuar monitorando a evolução do sistema.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-traz-alerta-de-novas-tempestades-severas-no-centro-sul-1788798130560.png" data-image="osnnp1kjm25q" alt="Previsão de Chuva acumulada até sábado (12), segundo o ECMWF." title="Previsão de Chuva acumulada até sábado (12), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de Chuva acumulada até sábado (12), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>Na<strong> quinta-feira (10)</strong>, a área mais afetada deve ser entre o<strong> Oeste do Paraná e o Noroeste de Santa Catarina</strong>, com acumulados de <strong>150 mm</strong> e elevado potencial de transtornos relacionados a alagamentos e inundações. </p><div class="texto-destacado">Na sexta-feira (11) o risco se expande, todo o estado de Santa Catarina e Paraná estão em alerta para chuvas superiores a 100 mm em 24 horas. No Paraná os acumulados totais já devem ultrapassar 200 mm em diversas regiões, especialmente no noroeste do estado, enquanto no sábado (13) podem ultrapassar 250 mm e se aproximar de 300 mm.</div><p>A <strong>população e as autoridades devem estar em alerta</strong> para situações de risco e de emergência. É essencial que as pessoas <strong>evitem áreas abertas</strong> <strong>durante</strong> as <strong>tempestades</strong> e que <strong>nunca atravessem áreas alagadas,</strong> a pé ou de carro. Em caso de emergência, acionar a<strong> Defesa Civil (199) </strong>ou o <strong>Corpo de Bombeiros (193)</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-traz-alerta-de-novas-tempestades-severas-e-chuvas-volumosas-no-centro-sul.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Rio Grande do Sul registra marcas de até -4,7°C após queda de neve; veja imagens]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/rio-grande-do-sul-registra-marcas-de-ate-4-7-c-apos-queda-de-neve-veja-imagens.html</link><pubDate>Mon, 07 Sep 2026 15:07:50 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Moradores da Serra Gaúcha enfrentaram uma madrugada de temperaturas negativas históricas nesta segunda-feira após cidades como Canela e Gramado registrarem episódios de neve e chuva congelada no fim de semana.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/rio-grande-do-sul-registra-marcas-de-ate-4-7-c-apos-queda-de-neve-1788791512325.jpg" data-image="o3dp7kmk6dwd" alt="Geada registrada em Cambará do Sul na manhã desta segunda-feira (7). Foto: Maria Leonize Velho/ G1" title="Geada registrada em Cambará do Sul na manhã desta segunda-feira (7). Foto: Maria Leonize Velho/ G1"><figcaption>Geada registrada em Cambará do Sul na manhã desta segunda-feira (7). Foto: Maria Leonize Velho/ G1</figcaption></figure><p>A passagem de uma massa de ar polar <strong>derrubou as temperaturas em diversas cidades do Rio Grande do Sul nesta segunda-feira (7)</strong>. Durante a madrugada e o início da manhã do feriado, as estações meteorológicas registraram marcas extremas de até<strong> -4,7°C e -3,8°C</strong> no território gaúcho.</p><p>Além das marcas negativas consolidadas no início do dia, o período foi marcado pelo registro de geada generalizada nas áreas serranas. Esse quadro sucedeu um fim de semana atípico, caracterizado por <strong>episódios raros de neve e chuva congelada em diferentes cidades da região</strong>.</p><h2>Queda térmica e formação de geada nesta segunda-feira</h2><p>Nas primeiras horas da manhã de segunda-feira, o frio intenso manteve os termômetros em patamares rigorosos em múltiplos municípios. <strong>Em Gramado, a medição oficial apontou 3°C nas primeiras horas do dia</strong>, embora relógios e termômetros de rua espalhados pelo centro da cidade tenham chegado a marcas entre -1°C e -2°C.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/rio-grande-do-sul-registra-marcas-de-ate-4-7-c-apos-queda-de-neve-1788791959667.jpg" data-image="etqqhf4566xh" alt="Neve foi registrada no domingo (6) em São José dos Ausentes, Cambará do Sul e Canela. Fotos: Alexandre Pereira; Gabriel Kruger e Richard Ronchi; e Sergio Augusto Mattos" title="Neve foi registrada no domingo (6) em São José dos Ausentes, Cambará do Sul e Canela. Fotos: Alexandre Pereira; Gabriel Kruger e Richard Ronchi; e Sergio Augusto Mattos"><figcaption>Neve foi registrada no domingo (6) em São José dos Ausentes, Cambará do Sul e Canela. Fotos: Alexandre Pereira; Gabriel Kruger e Richard Ronchi; e Sergio Augusto Mattos</figcaption></figure><p>A combinação de ar gélido e tempo aberto resultou na formação de camadas visíveis de geada. No município de<strong> Cambará do Sul, os campos e vegetações amanheceram cobertos por gelo</strong> nesta segunda-feira, cenário documentado por moradores.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="pt" dir="ltr">Nevou na Serra Gaúcha na tarde deste domingo (6), fenômeno raro para o mês de setembro, em ao menos quatro municípios do Rio Grande do Sul. A precipitação foi confirmada pela Climatempo Meteorologia.<br><br> Leia mais na <a href="https://x.com/hashtag/Folha?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Folha</a>: <a href="https://t.co/6eD9stn3QA">https://t.co/6eD9stn3QA</a><br><br> Pousada Monte Negro <a href="https://t.co/XQ1o8Mo1G9">pic.twitter.com/XQ1o8Mo1G9</a></p>— Folha de S.Paulo (@folha) <a href="https://x.com/folha/status/2096737308640727231?ref_src=twsrc%5Etfw">September 6, 2026</a></blockquote></figure><p>O rigor térmico surpreendeu visitantes que viajavam pela Serra Gaúcha durante o feriado prolongado. Uma turista vinda da cidade de Caçador, em Santa Catarina, <strong>relatou a necessidade urgente de adquirir vestimentas reforçadas para enfrentar o clima local</strong>. A visitante declarou que comprou touca, luva e calças no passeio porque eu não esperava tanto frio. </p><h2>Precipitação de neve e chuva congelada no domingo</h2><p>As alterações mais severas tiveram início no domingo, <strong>quando o sistema polar avançou sobre as áreas de maior altitude da serra</strong>. Naquele dia, a instabilidade atmosférica favoreceu a ocorrência simultânea de precipitações invernais e declínio acelerado dos índices nos medidores locais.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="pt" dir="ltr">Canela viveu uma daquelas cenas que parecem irreais: a Catedral de Pedra coberta de neve, em meio à beleza impressionante da Serra Gaúcha. ️ <a href="https://t.co/SQTQATxUHz">pic.twitter.com/SQTQATxUHz</a></p>— F Ê N I X (@fenixb22) <a href="https://x.com/fenixb22/status/2096964963134791699?ref_src=twsrc%5Etfw">September 7, 2026</a></blockquote></figure><p><strong>No município de Canela, moradores registraram em vídeo o momento exato em que a neve atingiu as vias públicas</strong>. As imagens documentaram flocos caindo durante o dia, fenômeno acompanhado com atenção pela população e por turistas que circulavam pelos bairros.</p><p>Em <strong>Gramado</strong>, o evento climático predominante observado ao longo do domingo foi a chuva congelada. <strong>A</strong><strong>s medições técnicas indicaram que</strong><strong> os termômetros marcavam exatamente 2,7°C</strong> no momento em que as partículas de gelo começaram a cair sobre o solo urbano.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="787465" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/feriado-do-7-de-setembro-sera-sob-frio-rigoroso-e-com-ar-polar-afetando-ate-o-norte-confira.html" title="Feriado do 7 de setembro será sob frio rigoroso e com ar polar afetando até o Norte; confira">Feriado do 7 de setembro será sob frio rigoroso e com ar polar afetando até o Norte; confira</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/feriado-do-7-de-setembro-sera-sob-frio-rigoroso-e-com-ar-polar-afetando-ate-o-norte-confira.html" title="Feriado do 7 de setembro será sob frio rigoroso e com ar polar afetando até o Norte; confira"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/feriado-do-7-de-setembro-sera-sob-frio-rigoroso-e-com-ar-polar-afetando-ate-a-regiao-norte-confira-1788725912598_320.jpg" alt="Feriado do 7 de setembro será sob frio rigoroso e com ar polar afetando até o Norte; confira"></a></article></aside><p>Outros municípios das partes altas do estado também integraram a rota do ar gélido desde o domingo. Cidades como <strong>São José dos Ausentes e Bom Jesus acompanharam a rápida evolução do sistema polar</strong>, antecedendo o amanhecer congelante confirmado em toda a região.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Marina%20Verenicz" data-year="2026" data-title="Rio%20Grande%20do%20Sul%20tem%20neve%2C%20chuva%20congelada%20e%20m%C3%ADnima%20de%20-4%2C7%C2%B0C" data-url="https%3A%2F%2Fwww.infomoney.com.br%2Fbrasil%2Frio-grande-do-sul-tem-neve-chuva-congelada-e-minima-de-47c%2F">Marina Verenicz. (2026). <a href="https://www.infomoney.com.br/brasil/rio-grande-do-sul-tem-neve-chuva-congelada-e-minima-de-47c/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Rio Grande do Sul tem neve, chuva congelada e mínima de -4,7°C</a>.</cite><br><cite data-author="Kassiane%20Michel%20e%20Ana%20J%C3%BAlia%20Griguol" data-year="2026" data-title="Frio%20intenso%20no%20RS%3A%20ap%C3%B3s%20neve%2C%20estado%20tem%20amanhecer%20congelante%20com%20m%C3%ADnima%20de%20-3%2C8%C2%B0C" data-url="https%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Frs%2Frio-grande-do-sul%2Fnoticia%2F2026%2F09%2F07%2Ffrio-neve-chuva-congelada-serra-rs.ghtml">Kassiane Michel e Ana Júlia Griguol. (2026). <a href="https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2026/09/07/frio-neve-chuva-congelada-serra-rs.ghtml" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Frio intenso no RS: após neve, estado tem amanhecer congelante com mínima de -3,8°C</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/rio-grande-do-sul-registra-marcas-de-ate-4-7-c-apos-queda-de-neve-veja-imagens.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A atmosfera de Saturno volta a surpreender: uma figura gigante e misteriosa de dez lados foi encontrada no polo sul]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/a-atmosfera-de-saturno-volta-a-surpreender-uma-figura-gigante-e-misteriosa-de-dez-lados-foi-encontrada-no-polo-sul.html</link><pubDate>Mon, 07 Sep 2026 14:37:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>O telescópio Hubble detectou uma enorme onda atmosférica decagonal em torno do polo sul de Saturno. Ela é recente, está em movimento e pode ajudar a explicar como se formam as impressionantes estruturas poligonais do planeta.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-atmosfera-de-saturno-vuelve-a-sorprender-hallan-gigante-y-misteriosa-figura-de-10-lados-en-el-polo-sur-del-planeta-1788488940420.jpg" data-image="g3697rij8yvi" alt="Saturno" title="Saturno"><figcaption>Pólo sul de Saturno, captado pelo Telescópio Espacial Hubble em agosto de 2025. Crédito: NASA, ESA, A. Sánchez-Lavega (Universidade do País Basco, EHU).</figcaption></figure><p>Durante mais de quatro décadas, Saturno ostentou uma característica única que parecia quase impossível de replicar: um hexágono gigantesco gravado nas nuvens do seu polo norte. Agora, <strong>o planeta anelado acaba de acrescentar uma nova forma geométrica ao seu extraordinário catálogo atmosférico</strong>.</p><div class="texto-destacado">As observações do Telescópio Espacial Hubble revelaram uma estrutura gigantesca de dez lados em torno do polo sul de Saturno. Os investigadores chamam-lhe decágono e acreditam que se trata de uma onda atmosférica que se desenvolve dentro de uma das poderosas correntes de jato de Saturno.</div><p>A descoberta, liderada pelo investigador Agustín Sánchez-Lavega da Universidade do País Basco, foi publicada na revista <em>Science Advances</em> e representa a <strong>primeira detecção de um padrão poligonal regular deste tipo </strong>no hemisfério sul do planeta.</p><h2>Uma figura que surgiu nos últimos anos</h2><p>A história do decágono começou a ser reconstruída a partir de imagens obtidas em diferentes anos. Os dados do Hubble mostram sinais da estrutura já em 2023, enquanto<strong> as observações da Terra detectaram uma faixa ondulada em torno do polo sul em 2024</strong>.</p><p>Durante 2025, o sinal tornou-se muito mais evidente. Uma imagem do Hubble, captada a 29 de agosto desse ano, mostra claramente o <strong>padrão decagonal em torno de uma região central escura</strong>. Comparando imagens obtidas em diferentes comprimentos de onda, os cientistas confirmaram ainda que a estrutura se estende por diferentes camadas da atmosfera.</p><p>A descoberta foi possível graças a uma<strong> combinação invulgar de observações profissionais e amadoras</strong>. Sánchez-Lavega e os astrónomos amadores Trevor Barry e Jean-Paul Oger identificaram os primeiros sinais em imagens captadas a partir da Terra. Posteriormente, o Telescópio Espacial Hubble forneceu a resolução necessária para confirmar o fenómeno e acompanhar a sua evolução.</p><h2>Um decágono muito diferente do famoso hexágono</h2><p>A comparação com o conhecido hexágono do Polo Norte é inevitável, mas os investigadores alertam que <strong>as duas estruturas não são idênticas</strong>.</p><p>O hexágono do norte foi descoberto pelas sondas Voyager na década de 1980 e <strong>manteve-se praticamente estável durante mais de 40 anos</strong>. O novo decágono, por outro lado, parece ainda estar em formação.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-atmosfera-de-saturno-vuelve-a-sorprender-hallan-gigante-y-misteriosa-figura-de-10-lados-en-el-polo-sur-del-planeta-1788489139836.jpg" data-image="rmwnpdnvw2gq" alt="Saturno" title="Saturno"><figcaption>A corrente de jato polar hexagonal de Saturno é a característica mais proeminente em quase todas as imagens da região polar norte do planeta. Crédito: NASA/JPL-Caltech/Space Science Institute.</figcaption></figure><p>Além disso, enquanto o hexágono permanece quase estacionário em relação ao interior de Saturno, o decágono desloca-se lentamente para leste. As análises indicam que o faz a cerca de 10 quilômetros por hora, <strong>muito abaixo da velocidade da corrente de jato em que está inserido</strong>, que pode atingir aproximadamente 400 quilómetros por hora. Os vértices exibem também uma oscilação com um período próximo dos 32 dias.</p><p>Por isso, em vez de imaginar uma enorme figura rígida suspensa sobre Saturno, os cientistas <strong>preferem pensar numa onda atmosférica </strong>que adquire uma geometria poligonal ao interagir com os ventos do planeta.</p><h2>Porque é que Saturno forma polígonos?</h2><p>Esta é precisamente uma das questões que permanecem em aberto.</p><p>O famoso hexágono no polo norte já tinha demonstrado que as correntes atmosféricas de Saturno podem organizar-se em padrões que parecem desafiar a intuição. Ora, <strong>o aparecimento de um decágono no polo oposto sugere que estes fenômenos podem não ser uma raridade exclusiva</strong> de uma única região do planeta.</p><p>Sánchez-Lavega observou que a descoberta pode indicar que<strong> as condições atmosféricas de Saturno permitem a formação de ondas poligonais em ambos os hemisfério</strong><strong>s</strong>. Os modelos e as observações terão de determinar qual o mecanismo que desencadeou esta nova estrutura e por que razão apareceu precisamente agora.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="[object Object]" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><span class="encabezado"><h5 class="titular s"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/astronomos-apresentam-uma-nova-hipotese-sobre-a-origem-dos-aneis-de-saturno.html" title="Astrônomos apresentam uma nova hipótese sobre a origem dos anéis de Saturno">Astrônomos apresentam uma nova hipótese sobre a origem dos anéis de Saturno</a></h5></span><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/astronomos-apresentam-uma-nova-hipotese-sobre-a-origem-dos-aneis-de-saturno.html" title="Astrônomos apresentam uma nova hipótese sobre a origem dos anéis de Saturno"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/des-astronomes-emettent-une-nouvelle-hypothese-concernant-l-origine-des-anneaux-de-saturne-1778743829485_320.jpeg" alt="Astrônomos apresentam uma nova hipótese sobre a origem dos anéis de Saturno"></a></article></aside><p>O mistério adensa-se porque a missão Cassini observou Saturno entre 2004 e 2017 <strong>sem encontrar qualquer evidência de uma formação duradoura do polo sul</strong>. Segundo os pesquisadores, isso reforça a possibilidade de o decágono se ter formado mais tarde, durante o período em que o polo sul já não estava oculto aos observadores da Terra.</p><h2>Uma oportunidade para observar como nasce uma estrutura gigante</h2><p>A diferença fundamental em relação ao hexágono representa também uma vantagem científica. Se o decágono continuar a fortalecer-se, os astrónomos terão a oportunidade excecional de<strong> observar a evolução de uma enorme estrutura atmosférica praticamente em tempo real</strong>.</p><p>O <strong>Hubble continuará a fornecer imagens à medida que Saturno revela gradualmente o seu hemisfério sul </strong>da nossa perspectiva. Os próximos anos poderão revelar se o decágono estabiliza, muda de forma ou desaparece.</p><p>Para já, Saturno parece ter acrescentado <strong>uma nova peça a um dos maiores enigmas do clima planetário</strong>. E desta vez, não tem seis lados, mas sim dez.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Agust%C3%ADn%20S%C3%A1nchez-Lavega%20et%20al." data-year="2026" data-title="A%20decagon%20wave%20around%20Saturn%E2%80%99s%20south%20pole" data-url="https%3A%2F%2Fwww.science.org%2Fdoi%2F10.1126%2Fsciadv.aee4251">Agustín Sánchez-Lavega et al.. (2026). <a href="https://www.science.org/doi/10.1126/sciadv.aee4251" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">A decagon wave around Saturn’s south pole</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/a-atmosfera-de-saturno-volta-a-surpreender-uma-figura-gigante-e-misteriosa-de-dez-lados-foi-encontrada-no-polo-sul.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Porque estão desaparecendo os grandes herbívoros africanos? A resposta está na evolução]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/porque-estao-a-desaparecer-os-grandes-herbivoros-africanos-a-resposta-esta-na-evolucao.html</link><pubDate>Mon, 07 Sep 2026 12:17:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>África já foi povoada por uma diversidade extraordinária de gigantes ao longo de milhões de anos, porém, a evolução deixou de conseguir repor as espécies perdidas. Descubra mais sobre este tema!</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/porque-estao-a-desaparecer-os-grandes-herbivoros-africanos-a-resposta-esta-na-evolucao-1787864478006.jpg" data-image="8hocqge21idj" alt="Elefante" title="Elefante"><figcaption>Os grandes herbívoros africanos, como os elefantes e os hipopótamos, são sobreviventes de uma linhagem evolutiva que perdeu diversidade ao longo de milhões de anos.</figcaption></figure><p><br>Durante milhões de anos, África foi <strong>palco de uma extraordinária diversidade de grandes herbívoros. Elefantes, hipopótamos, rinocerontes</strong> e numerosos parentes hoje desaparecidos moldaram as paisagens do continente.</p><p>No entanto, a diversidade destes gigantes foi diminuindo progressivamente. Todavia, uma nova investigação sugere agora que a explicação não está, como se pensava, numa maior vulnerabilidade à extinção, mas numa <strong>dificuldade muito mais silenciosa como a incapacidade de gerar novas espécies</strong> ao mesmo ritmo que os animais mais pequenos.</p><h2>Uma história evolutiva de 23 milhões de anos</h2><p>Segundo a investigação, publicada na revista <em>Nature Communications</em>, que reconstrói a <strong>evolução dos grandes herbívoros africanos ao longo de 23 milhões de anos</strong>, os investigadores analisaram 3,327 registos fósseis correspondentes a 396 espécies, incluindo hipopótamos, antílopes, girafas e outros ungulados.</p><p>O modelo utilizado cruzou diferentes características, como a massa corporal, a anatomia dos dentes, as relações evolutivas entre as espécies e as alterações ambientais que ocorreram no continente, com o <strong>objetivo de perceber não apenas quantas espécies desapareceram, mas também com que frequência surgiram novas espécies</strong>.</p><p>Esta distinção é fundamental, pois <strong>uma linhagem pode manter a sua diversidade ao longo do tempo</strong> se as extinções forem compensadas pelo aparecimento de novas espécies. Quando essa renovação deixa de acontecer, mesmo uma taxa de extinção relativamente baixa pode conduzir, a longo prazo, ao declínio da diversidade.</p><h2>Os gigantes não estão a morrer mais depressa</h2><p>A ideia tradicional de que os grandes mamíferos seriam particularmente vulneráveis à extinção não encontra, neste estudo, o apoio esperado. Pelo contrário, os investigadores verificaram que <strong>as espécies de maior porte apresentam taxas de extinção intrinsecamente mais baixas </strong>do que muitas espécies menores.</p><p>O problema está no outro lado da equação, os <strong>megaherbívoros</strong>, definidos no estudo como animais com mais de uma tonelada, originavam novas espécies muito mais lentamente.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/porque-estao-a-desaparecer-os-grandes-herbivoros-africanos-a-resposta-esta-na-evolucao-1787864537544.jpg" data-image="6eegqi9wk203" alt="Hipopótamo" title="Hipopótamo"><figcaption>A crescente aridificação de África terá dificultado o aparecimento de novas espécies de grandes herbívoros, contribuindo para o seu declínio progressivo.</figcaption></figure><p>Em períodos de elevada aridez, os <strong>herbívoros com menos de 45 kg extinguiam-se apenas cerca de 15% mais depressa </strong>do que os animais com mais de uma tonelada, mas conseguiam gerar novas espécies a um ritmo 2,2 vezes superior.</p><p>Esta diferença aparentemente pequena tornou-se decisiva ao longo de milhões de anos. Enquanto os <strong>herbívoros pequenos e médios conseguiam compensar as perdas através da especiação</strong>, os grandes linhagens não produziam espécies suficientes para substituir as que desapareciam.</p><h2>Quando África começou a ficar mais seca</h2><p>A <strong>transformação climática do continente parece ter agravado este desequilíbrio</strong>. Há cerca de 7,2 milhões de anos, África entrou numa fase de crescente aridificação, acompanhada por profundas alterações na vegetação e pela expansão de ambientes mais abertos.</p><p>Inicialmente, este processo estimulou tanto o aparecimento como o desaparecimento de espécies. Mas, <strong>há aproximadamente 3,6 milhões de anos, a taxa de especiação começou a estabilizar</strong>, enquanto as extinções continuaram a aumentar.</p><div class="texto-destacado">"<strong>As taxas de especiação nos maiores herbívoros são intrinsecamente baixas e, em algumas linhagens, foram reduzidas em resposta ao aumento da aridificação durante os últimos 5 milhões de anos.</strong>" De acordo com o artigo da <em>Nature.</em></div><p>A situação agravou-se com o início do <strong>Pleistoceno</strong>, há cerca de 2,58 milhões de anos, quando as <strong>taxas de extinção aceleraram e provocaram perdas generalizadas de diversidade entre os herbívoros</strong>. A aridificação parece ter tido um impacto particularmente forte nos gigantes.</p><p>Segundo os investigadores, <strong>o aumento da aridez reduziu em cerca de 20% a taxa de aparecimento de novas espécies</strong> entre os megaherbívoros, ao mesmo tempo que favoreceu a diversificação dos ungulados mais pequenos.</p><h2>Uma paisagem que perdeu os seus gigantes</h2><p>Entre as vítimas desta longa transformação encontram-se <strong>grupos completamente desaparecidos, como os <em>Deinotherium</em>, parentes dos elefantes </strong>com enormes presas orientadas para baixo, e os antracoterídeos, familiares distantes dos hipopótamos.</p><p>O declínio, portanto, não aconteceu de repente. A investigação mostra que <strong>a perda de diversidade dos grandes herbívoros começou muito antes das grandes extinções do final do Pleistoceno</strong> e, sobretudo, antes de os seres humanos possuírem capacidade tecnológica para caçar animais deste tamanho.</p><p>Isto não significa que a ação humana seja irrelevante. <strong>A caça, a transformação dos habitats</strong> e outras pressões podem ter contribuído para algumas das desaparecimentos mais recentes.</p><p>Contudo, os resultados indicam que <strong>não foram a principal explicação para o declínio </strong>generalizado observado ao longo de milhões de anos.</p><h2>O papel dos engenheiros dos ecossistemas</h2><p>A perda destes animais tem consequências que vão muito além da simples redução do número de espécies. Os <strong>megaherbívoros são verdadeiros engenheiros dos ecossistemas</strong>, ao alimentarem-se, pisarem a vegetação, abrirem caminhos, derrubarem árvores ou movimentarem nutrientes, alteram fisicamente os ambientes onde vivem.</p><p>Por isso, a redução da sua diversidade significa também a <strong>perda de determinadas funções ecológicas</strong>. A África atual conserva ainda alguns dos seus grandes herbívoros mais emblemáticos, mas o estudo revela ainda que os ecossistemas africanos do passado eram sustentados por uma variedade muito maior de gigantes.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="772130" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/okavango-o-rio-que-morre-no-deserto-para-dar-vida-a-africa.html" title="Okavango, o rio que morre no deserto para dar vida à África">Okavango, o rio que morre no deserto para dar vida à África</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/okavango-o-rio-que-morre-no-deserto-para-dar-vida-a-africa.html" title="Okavango, o rio que morre no deserto para dar vida à África"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/okavango-el-rio-que-muere-en-el-desierto-para-dar-vida-a-africa-1780399566520_320.jpeg" alt="Okavango, o rio que morre no deserto para dar vida à África"></a></article></aside><p>No caso dos grandes herbívoros africanos, a resposta parece estar precisamente aí. Durante milhões de anos, <strong>a evolução deixou de produzir novos gigantes</strong> à velocidade necessária para compensar as perdas.</p><p>E, à medida que África se tornou mais seca e menos produtiva, essa capacidade de renovação diminuiu ainda mais. O resultado foi uma <strong>lenta erosão da diversidade, não causada apenas por demasiadas extinções, mas também pela falta de novas espécies</strong> capazes de ocupar o lugar das que desapareciam.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Juan%20L.%20Cantalapiedra%2C%20Ignacio%20A.%20Lazagabaster%2C%20Fernando%20Blanco%2C%20Torsten%20Hauffe%2C%20Faysal%20Bibi%2C%20Mar%C3%ADa%20R%C3%ADos%2C%20Bastien%20Mennecart%2C%20Juha%20Saarinen%2C%20Daniele%20Silvestro%2C%20Manuel%20Hern%C3%A1ndez%20Fern%C3%A1ndez%20%26%20Oscar%20Sanisidro" data-year="2026" data-title="Lower%20speciation%2C%20not%20higher%20extinction%2C%20drove%20African%20megaherbivore%20diversity%20collapse" data-url="https%3A%2F%2Fwww.nature.com%2Farticles%2Fs41467-026-76105-2">Juan L. Cantalapiedra, Ignacio A. Lazagabaster, Fernando Blanco, Torsten Hauffe, Faysal Bibi, María Ríos, Bastien Mennecart, Juha Saarinen, Daniele Silvestro, Manuel Hernández Fernández & Oscar Sanisidro. (2026). <a href="https://www.nature.com/articles/s41467-026-76105-2" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Lower speciation, not higher extinction, drove African megaherbivore diversity collapse</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/porque-estao-a-desaparecer-os-grandes-herbivoros-africanos-a-resposta-esta-na-evolucao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Paula Gonçalves]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[AlphaFold ganha um novo desafio: prever como proteínas mudam de forma]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/alphafold-ganha-um-novo-desafio-prever-como-proteinas-mudam-de-forma.html</link><pubDate>Mon, 07 Sep 2026 10:06:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Pesquisadores desenvolveram uma técnica que amplia a capacidade do AlphaFold3 de prever diferentes formas assumidas pelas proteínas. O método introduz uma força repulsiva entre estruturas previstas, fazendo a IA explorar estados que normalmente não são capturados.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/alphafold-ganha-um-novo-desafio-prever-como-proteinas-mudam-de-forma-1788726658561.png" data-image="ljsqgwhdq9w7" alt="Pesquisadores desenvolveram uma nova técnica para expandir a capacidade do AlphaFold3, permitindo que o modelo explore diferentes conformações de uma mesma proteína. Crédito: Google DeepMind" title="Pesquisadores desenvolveram uma nova técnica para expandir a capacidade do AlphaFold3, permitindo que o modelo explore diferentes conformações de uma mesma proteína. Crédito: Google DeepMind"><figcaption>Pesquisadores desenvolveram uma nova técnica para expandir a capacidade do AlphaFold3, permitindo que o modelo explore diferentes conformações de uma mesma proteína. Crédito: Google DeepMind</figcaption></figure><p><strong>O AlphaFold, desenvolvido pelo Google DeepMind, é um sistema de IA criado para prever a estrutura 3D de proteínas a partir de suas sequências de aminoácidos. </strong>O breakthrough ocorreu com o AlphaFold2, apresentado em 2020, quando o sistema resolveu um problema que pesquisadores tentavam solucionar havia cerca de 50 anos,.</p><p>O impacto científico do AlphaFold foi tão grande que o trabalho levou o Prêmio Nobel de Química de 2024. <strong>O Nobel reconheceu a capacidade do AlphaFold de prever estruturas de praticamente todas as proteínas conhecidas</strong>, ampliando o acesso a informações estruturais para a pesquisa biomolecular. </p><p><strong>Apesar disso, o AlphaFold ainda enfrenta uma limitação importante: proteínas não são estruturas rígidas e podem assumir múltiplas conformações</strong>, as configurações do AlphaFold3 raramente exploram todo esse espaço estrutural. Uma nova abordagem introduz uma força repulsiva entre as estruturas previstas.</p><h2>AlphaFold</h2><p>O AlphaFold3, desenvolvido pelo Google DeepMind em colaboração com a Isomorphic Labs, é um modelo de IA capaz de prever a estrutura e as interações entre diferentes moléculas biológicas.<strong> Diferentemente das versões anteriores, ele não se limita a proteínas e pode modelar complexos envolvendo proteínas, DNA, RNA, pequenas moléculas e íons. </strong></p><div class="texto-destacado">O sistema usa uma arquitetura baseada em modelos de difusão, que começa com uma representação das posições atômicas e a refina progressivamente até obter uma estrutura.</div><p><strong>Durante a predição, o AlphaFold3 aprende relações espaciais e químicas entre os componentes do sistema para gerar diferentes posições dos átomos.</strong> O processo de difusão permite partir de uma distribuição aleatória e realizar sucessivas etapas de denoising, aproximando-se da configuração molecular mais provável.</p><h2>Limitações</h2><p>Uma das principais limitações do AlphaFold é que ele tende a produzir uma única conformação estrutural para muitas proteínas. <strong>Na célula, proteínas podem alternar entre diferentes estados ao se ligar a outras moléculas, receber sinais ou executar suas funções. </strong>Portanto, prever apenas uma estrutura limita aplicações que dependem dessas mudanças.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/alphafold-ganha-um-novo-desafio-prever-como-proteinas-mudam-de-forma-1788726819326.png" data-image="7v3m3jjfgaeg" alt="Pesquisadores japoneses desenvolveram uma técnica para superar uma limitação do AlphaFold3 e prever diferentes formas das proteínas. Crédito: Ohnuki and Okazaki" title="Pesquisadores japoneses desenvolveram uma técnica para superar uma limitação do AlphaFold3 e prever diferentes formas das proteínas. Crédito: Ohnuki and Okazaki"><figcaption>Pesquisadores japoneses desenvolveram uma técnica para superar uma limitação do AlphaFold3 e prever diferentes formas das proteínas. Crédito: Ohnuki and Okazaki </figcaption></figure><p><strong>Para contornar essa limitação, pesquisadores desenvolveram um método que introduz uma força repulsiva entre as estruturas previstas pelo AlphaFold. </strong>A ideia é reduzir a tendência de diferentes predições convergirem para a mesma conformação, incentivando o sistema a explorar regiões distintas do espaço.</p><h2>Expandindo o AlphaFold</h2><p><strong>O AlphaFold3 usa um modelo generativo de difusão para prever estruturas 3D de proteínas. </strong>O processo começa com os átomos da molécula distribuídos aleatoriamente, como resultado da aplicação de ruído, e o modelo remove esse ruído progressivamente. A cada etapa, as posições atômicas são ajustadas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="603321" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/ferramenta-deepmind-faz-previsao-do-tempo-para-10-dias-em-60-segundos.html" title="Ferramenta DeepMind faz previsão do tempo para 10 dias em 60 segundos">Ferramenta DeepMind faz previsão do tempo para 10 dias em 60 segundos</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/ferramenta-deepmind-faz-previsao-do-tempo-para-10-dias-em-60-segundos.html" title="Ferramenta DeepMind faz previsão do tempo para 10 dias em 60 segundos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/deepmind-tool-makes-10-day-weather-forecast-in-60-seconds-1701367862529_320.jpeg" alt="Ferramenta DeepMind faz previsão do tempo para 10 dias em 60 segundos"></a></article></aside><p>Em termos físicos, essas posições de maior probabilidade correspondem a estados de menor energia. <strong>Assim, o processo de difusão conduz os átomos em direção a uma configuração estável da proteína.</strong> O problema é que diferentes conformações podem ter energias distintas.</p><h2>Nova técnica</h2><p><strong>Para contornar essa limitação, os pesquisadores repetiram as previsões do AlphaFold3 e adicionaram um termo de energia de viés ao processo.</strong> Esse termo aumenta a energia quando uma nova previsão se aproxima das coordenadas atômicas de uma estrutura obtida anteriormente, funcionando como uma força repulsiva. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/alphafold-ganha-um-novo-desafio-prever-como-proteinas-mudam-de-forma-1788726764700.png" data-image="ozodae7z7mph" alt="O AlphaFold3 utiliza um modelo generativo de difusão: começa com estruturas atômicas ruidosas e remove esse ruído progressivamente até chegar a uma configuração molecular provável. Crédito: Nature" title="O AlphaFold3 utiliza um modelo generativo de difusão: começa com estruturas atômicas ruidosas e remove esse ruído progressivamente até chegar a uma configuração molecular provável. Crédito: Nature"><figcaption>O AlphaFold3 utiliza um modelo generativo de difusão: começa com estruturas atômicas ruidosas e remove esse ruído progressivamente até chegar a uma configuração molecular provável. Crédito: Nature</figcaption></figure><p><strong>A abordagem foi denominada AlphaFold3-ReD e conseguiu identificar diferentes estados estruturais em várias proteínas. </strong>A técnica ampliou a capacidade do AlphaFold de representar mudanças conformacionais, aproximando as previsões da natureza dinâmica das proteínas.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Ohnuki%2C%20Okazaki" data-year="2026" data-title="Enhanced%20Sampling%20of%20Protein%20Conformations%20in%20AlphaFold3%20with%20Repulsive%20Bias%20in%20the%20Diffusion%20Generative%20Model" data-url="https%3A%2F%2Fpubs.acs.org%2Fjaaucr%2Farticle%2Fdoi%2F10.1021%2Fjacsau.6c00596%2F5329160%2FEnhanced-Sampling-of-Protein-Conformations-in">Ohnuki, Okazaki. (2026). <a href="https://pubs.acs.org/jaaucr/article/doi/10.1021/jacsau.6c00596/5329160/Enhanced-Sampling-of-Protein-Conformations-in" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Enhanced Sampling of Protein Conformations in AlphaFold3 with Repulsive Bias in the Diffusion Generative Model</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/alphafold-ganha-um-novo-desafio-prever-como-proteinas-mudam-de-forma.html</guid><dc:creator><![CDATA[Roberta Duarte]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A Austrália é o país que se move mais rapidamente na Terra: desloca-se sete centímetros por ano]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/a-australia-e-o-pais-que-se-move-mais-rapidamente-na-terra-desloca-se-sete-centimetros-por-ano.html</link><pubDate>Mon, 07 Sep 2026 08:37:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>A Austrália não está parada: o continente da Oceania se move sete centímetros para norte-nordeste a cada ano, aproximando-se da Ásia e desenhando o futuro mapa tectônico da Terra.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/australia-es-el-continente-que-se-mueve-mas-rapido-en-la-tierra-se-desplaza-siete-centimetros-cada-ano-1788523974923.jpeg" data-image="hq8zxp5k9pfq" alt="austrália" title="austrália"><figcaption>O continente australiano está em movimento.</figcaption></figure><p>A Austrália está se deslocando a uma velocidade que certamente irá surpreendê-lo, aproximadamente sete centímetros por ano para o norte-nordeste, <strong>impulsionada pela tectônica de placas que faz com que a Austrália colida com o Sudeste Asiático</strong>.</p><p>Esses centímetros podem parecer insignificantes, mas acumulados ao longo de décadas, séculos ou milhões de anos,<strong> transformam completamente a posição do continente ou do oceano</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="783243" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/o-impacto-da-seca-extrema-como-a-extracao-de-agua-do-subsolo-esta-a-deslocar-o-eixo-de-rotacao-da-terra.html" title="O impacto da seca extrema: como a extração de água do subsolo está a deslocar o eixo de rotação da Terra">O impacto da seca extrema: como a extração de água do subsolo está a deslocar o eixo de rotação da Terra</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/o-impacto-da-seca-extrema-como-a-extracao-de-agua-do-subsolo-esta-a-deslocar-o-eixo-de-rotacao-da-terra.html" title="O impacto da seca extrema: como a extração de água do subsolo está a deslocar o eixo de rotação da Terra"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-peso-de-la-sequia-extrema-como-bombear-agua-del-subsuelo-esta-desplazando-el-eje-de-rotacion-terrestre-1786091476285_320.jpeg" alt="O impacto da seca extrema: como a extração de água do subsolo está a deslocar o eixo de rotação da Terra"></a></article></aside><p>Na verdade, a Austrália deslocou-se milhares de quilômetros desde que começou a se separar da Antártica e continua a se mover em direção à Ásia, mas <strong>alguns modelos geológicos apontam para algo surpreendente</strong> e colocam a Austrália como parte de um novo supercontinente em cerca de 200 ou 300 milhões de anos.</p><h2>A Austrália é o continente mais rápido</h2><p>O dado também foi confirmado por meio de <strong>observações geodésicas e sistemas GNSS</strong>, que são capazes de detectar movimentos completamente imperceptíveis para qualquer pessoa.</p><div class="texto-destacado"><strong>O que é um sistema GNSS? </strong><br>É uma rede de satélites que permite determinar a posição, a velocidade e o tempo em qualquer área do planeta.</div><p>A placa australiana desloca-se <strong>aproximadamente 70 milímetros por ano</strong>, o que significa que em dez anos o movimento acumulado é de cerca de 70 centímetros, enquanto em um século já atinge 7 metros, <strong>um valor bastante considerável</strong>.</p><h3>Mais rápido que o crescimento das unhas</h3><p>No estudo, a revista ScienceBlog destaca que<strong> uma velocidade de cerca de sete centímetros por ano é aproximadamente 1,7 vezes maior que o crescimento médio das unhas</strong>, o que facilita bastante a compreensão da escala, já que, enquanto uma unha cresce alguns centímetros ao longo de um ano, um continente inteiro se desloca por uma distância ainda maior.</p><h2>Por que a Austrália está se mudando?</h2><p>A resposta, digamos, está a milhares de quilômetros abaixo de nossos pés, já que a superfície da Terra é <strong>dividida em grandes placas tectônicas que se movem lentamente sobre o manto</strong>, e é sobre essas placas que os continentes se deslocam, e à medida que essas placas se movem, a posição das massas continentais também muda.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/australia-es-el-continente-que-se-mueve-mas-rapido-en-la-tierra-se-desplaza-siete-centimetros-cada-ano-1788523883833.jpeg" data-image="e2ys9xcrk7za" alt="placas tectônicas" title="placas tectônicas"><figcaption>Principais placas tectônicas da Terra.</figcaption></figure><p>A Austrália faz parte da Placa Australiana, que inclui não apenas o continente, mas também uma extensão significativa da litosfera oceânica.</p><p>Seu atual movimento para norte-nordeste está relacionado à dinâmica das <strong>regiões de subducção e às forças que atuam nas placas que circundam a Austrália</strong>. Além disso, ao norte e a leste, o avanço encontra outras microplacas que geram uma zona de deformação complexa.</p><p>E é por isso que a Austrália não se desloca simplesmente como um bloco isolado através do oceano.</p><h3>Onde estará a Austrália daqui a 200 milhões de anos?</h3><p>Ao longo da história da Terra, existiram diferentes supercontinentes que posteriormente se fragmentaram, s<strong>endo o mais conhecido a Pangeia</strong>.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">Mil millones de movimiento de placas tectónicas resumidos en 40 segundos. <a href="https://x.com/hashtag/geolog%C3%ADa?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#geología</a> <a href="https://t.co/t1w9NY2V4v">pic.twitter.com/t1w9NY2V4v</a></p>— GeotechTips (@GeotechTips) <a href="https://x.com/GeotechTips/status/1541117971082256386?ref_src=twsrc%5Etfw">June 26, 2022</a></blockquote></figure><p>Para isso, existem simulações geodinâmicas que estudam como o próximo supercontinente poderia se formar e, por exemplo, <strong>um estudo publicado pela National Science Review sugere que o Oceano Pacífico poderia acabar se fechando</strong> e que os continentes acabariam se agrupando em torno da Ásia, em um processo que poderia se desenvolver dentro de 200 a 300 milhões de anos.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Lauren%20Sydoruk" data-year="2022" data-title="Pacific%20Ocean%20set%20to%20make%20way%20for%20world%E2%80%99s%20next%20supercontinent" data-url="https%3A%2F%2Fwww.curtin.edu.au%2Fnews%2Fmedia-release%2Fpacific-ocean-set-to-make-way-for-worlds-next-supercontinent%2F%3Futm_source%3Dchatgpt.com">Lauren Sydoruk. (2022). <a href="https://www.curtin.edu.au/news/media-release/pacific-ocean-set-to-make-way-for-worlds-next-supercontinent/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Pacific Ocean set to make way for world’s next supercontinent</a>.</cite><br><cite data-author="Lab%20Report" data-year="2026" data-title="Australia%20is%20the%20fastest-moving%20continent%20on%20Earth%2C%20shifting%20seven%20centimetres%20north-northeast%20each%20year%E2%80%94almost%20twice%20as%20fast%20as%20your%20fingernails%20grow.%20It%20is%20already%20colliding%20with%20Southeast%20Asia%2C%20and%20some%20models%20place%20it%20inside%20a%20new%20supercontinent%20200%20to%20300%20million%20years%20from%20now." data-url="https%3A%2F%2Fscienceblog.com%2Ft-australia-fastest-moving-continent-seven-centimetres-amasia%2F%23google_vignette">Lab Report. (2026). <a href="https://scienceblog.com/t-australia-fastest-moving-continent-seven-centimetres-amasia/#google_vignette" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Australia is the fastest-moving continent on Earth, shifting seven centimetres north-northeast each year—almost twice as fast as your fingernails grow. It is already colliding with Southeast Asia, and some models place it inside a new supercontinent 200 to 300 million years from now.</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/a-australia-e-o-pais-que-se-move-mais-rapidamente-na-terra-desloca-se-sete-centimetros-por-ano.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria mantém as chuvas atípicas no Sudeste, Centro-Oeste e no Norte neste 7 de setembro]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-mantem-as-chuvas-atipicas-no-sudeste-centro-oeste-e-no-norte-neste-7-de-setembro.html</link><pubDate>Sun, 06 Sep 2026 21:58:44 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Além do frio mais intenso, uma frente fria mantém o potencial de chuvas atípicas em parte do Centro-Norte do Brasil. A Região Sudeste e o estado de Goiás recebem as chuvas mais expressivas. Confira os detalhes da previsão de chuva para este 7 de setembro.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xb4mwd2"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xb4mwd2.jpg" id="xb4mwd2"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>A frente fria que mudou o tempo nos últimos dias no Brasil, com chuvas de Sul ao Norte do país, vai continuar influenciando o tempo neste 7 de setembro. O sistema frontal, mesmo costeiro, vai contribuir para o tempo instável no Sudeste, Centro-Oeste e no Norte, com chuvas expressivas entre o Sudeste e o Centro-Oeste.</p><h2>O que esperar das chuvas neste feriado do 7 de setembro</h2><p><strong>No Sudeste,</strong> a frente fria e o ar polar determinam as condições do tempo na Região. a maior característica é o tempo nublado e com chuva alternando de intensidade ao longo do dia no leste e nordeste de São Paulo, em praticamente todo o estado de Minas Gerais, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo. <strong>O destaque fica para as chuvas de até forte intensidade com trovoadas a partir da tarde </strong>no centro-sul de Minas Gerais e entre as regiões do Triângulo Mineiro e de Montes Claros.</p><p><strong>Os acumulados podem chegar aos 60 mm no território mineiro</strong>. No leste e norte de São Paulo, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo, as chuvas acumulam no máximo 30 mm,<strong> com maior probabilidade de volumes acima dos 15 mm </strong>no litoral norte paulista, na região serrana do Rio e no território capixaba.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-mantem-o-tempo-instavel-e-as-chuvas-atipicas-no-sudeste-centro-oeste-e-no-norte-neste-7-de-setembro-1788731393603.jpg" data-image="ubgqmmuoi4ya" alt="previsão do tempo" title="previsão do tempo"><figcaption>Acumulado de chuva para a segunda-feira, 7 de setembro.</figcaption></figure><p><strong>No Centro-Oeste</strong>, o tempo firme predomina, com céu mais fechado no nordeste do Mato Grosso do Sul, no sudeste do Mato Grosso e na porção central e sul de Goiás, incluindo o Distrito Federal. <strong>Campo Grande e Cuiabá ficam com previsão de tempo firme e ensolarado. </strong></p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p>As instabilidades se formam e provocam<strong> pancadas de chuva de moderada a forte intensidade a partir da tarde </strong>no sul e porção central de Goiás, podendo atingir a região do Distrito Federal. Mais para o fim do dia, pancadas isoladas e de curta duração são previstas para o nordeste do Mato Grosso.</p><p><strong>Na Região Norte</strong>, as chuvas já acontecem no período da manhã de forma pontual no Amazonas até o Acre. A partir do meio da tarde, as <strong>instabilidades atingem o sul do Pará e o norte do Tocantins</strong>, com possibilidade de chuva localmente forte.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="787465" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/feriado-do-7-de-setembro-sera-sob-frio-rigoroso-e-com-ar-polar-afetando-ate-o-norte-confira.html" title="Feriado do 7 de setembro será sob frio rigoroso e com ar polar afetando até o Norte; confira">Feriado do 7 de setembro será sob frio rigoroso e com ar polar afetando até o Norte; confira</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/feriado-do-7-de-setembro-sera-sob-frio-rigoroso-e-com-ar-polar-afetando-ate-o-norte-confira.html" title="Feriado do 7 de setembro será sob frio rigoroso e com ar polar afetando até o Norte; confira"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/feriado-do-7-de-setembro-sera-sob-frio-rigoroso-e-com-ar-polar-afetando-ate-a-regiao-norte-confira-1788725912598_320.jpg" alt="Feriado do 7 de setembro será sob frio rigoroso e com ar polar afetando até o Norte; confira"></a></article></aside><p>Vale ressaltar que esse padrão mais úmido vai se manter nos dias seguintes, com <strong>aumento das chuvas sobre o Sudeste e o Centro-Oeste</strong>, atingindo Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e mais o estados do Mato Grosso do Sul e do Mato Grosso.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-mantem-as-chuvas-atipicas-no-sudeste-centro-oeste-e-no-norte-neste-7-de-setembro.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Feriado do 7 de setembro será sob frio rigoroso e com ar polar afetando até o Norte; confira]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/feriado-do-7-de-setembro-sera-sob-frio-rigoroso-e-com-ar-polar-afetando-ate-o-norte-confira.html</link><pubDate>Sun, 06 Sep 2026 20:48:18 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O ar polar avança mais pelo Brasil e baixa mais as temperaturas no Centro-Sul do Brasil, com ar gelado chegando ao Norte do país. Veja o que esperar do frio no Feriado da Independência.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/feriado-do-7-de-setembro-sera-sob-frio-rigoroso-e-com-ar-polar-afetando-ate-a-regiao-norte-confira-1788725912598.jpg" data-image="il5w9q1fdb9s" alt="geadas frio polar" title="geadas frio polar"><figcaption>O ar polar avança mais pelo Brasil e baixa mais as temperaturas no Centro-Sul do Brasil, com ar gelado chegando ao Norte do país. </figcaption></figure><p>O feriado de 7 de setembro será marcado pelo frio rigoroso de inverno na reta final da estação. O ar polar que já atua no Brasil, vai baixar ainda mais as temperaturas trazendo frio rigoroso e temperaturas negativas.<strong> O frio vai atingir boa parte do Centro-Sul do Brasil</strong>, como toda a Região Sul, o estado do Mato Grosso do Sul, São Paulo, o Rio de Janeiro, o Espírito Santo e o centro-sul de Minas Gerais.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p><strong>O ar frio consegue chegar ao norte mineiro, ao estado de Goiás, até o oeste da Região Norte</strong>. Não derruba as temperaturas como no Centro-Sul, mas provoca o fenômeno de friagem e impede o calor mais intenso, sendo restrito a temperaturas em torno dos 30°C.</p><h2>O que esperar do frio neste 7 de setembro</h2><p>Na Região Sul, o frio ganha intensidade e as temperaturas caem ainda mais podendo <strong>chegar aos 8°C negativos na próxima madrugada</strong> nos pontos mais elevados da Serra do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.</p><p><strong>Nas demais regiões do Rio Grande do Sul</strong><strong>, as mínimas atingem variam de 0 a 8°C</strong>, com valores mais elevados na região de Porto Alegre e nas localidades mais litorâneas. No restante, há muito frio e potencial para formação de geada.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/feriado-do-7-de-setembro-sera-sob-frio-rigoroso-e-com-ar-polar-afetando-ate-a-regiao-norte-confira-1788726815705.jpg" data-image="4egqqj52e7ve" alt="previsão do tempo" title="previsão do tempo"><figcaption>Temperaturas mínimas para segunda-feira, 7 de setembro.</figcaption></figure><p><strong>Em Santa Catarina</strong>, somente a faixa leste não há potencial para geadas com <strong>temperaturas de 5 a 9°C </strong>de sul a norte, com 8°C na região de Florianópolis. No restante do estado, com exceção da Serra, as mínimas variam de 0 a 4°C.</p><p><strong>No Paraná</strong>, no sul, oeste e no centro-leste, <strong>as temperaturas mínimas variam de 4°C a 7°C</strong>, com risco de geadas pontuais. Na região de Curitiba, a previsão é de frio de 5°C. Já na porção mais ao norte, as temperaturas mínimas variam de 8 a 10°C.</p><figure class="video-dailymotion"><div id="player-xb4lo7u"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xb4lo7u.jpg" id="xb4lo7u"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p><strong>No Sudeste</strong>, o frio atinge boa parte da Região, principalmente o estado de São Paulo, o Rio de Janeiro e o centro-sul de Minas Gerais. <strong>No território paulista, as temperaturas mínimas podem chegar aos 6°C</strong> no sul do estado e na região da Serra da Mantiqueira. Na capital, o frio do fim da madrugada e início da manhã chega aos 11°C. No restante do estado, as temperaturas mínimas variam de 10 a 17°C, sendo mais elevadas no litoral e nos extremos norte e noroeste.</p><p><strong>No Rio de Janeiro</strong>, o frio mais intenso ocorre na região serrana,<strong> com variação de 7 a 12°C</strong>. No litoral e região da capital, as temperaturas variam de 17 a 20°C.</p><p><strong>Em Minas Gerais</strong>, o frio não é tão intenso, somente no extremo sul, onde <strong>as mínimas atingem os 6°C</strong>. Nas demais localidades do sul, as temperaturas variam de 10 a 14°C. Na região de Belo Horizonte, as temperaturas ficam em torno dos 14°C.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/feriado-do-7-de-setembro-sera-sob-frio-rigoroso-e-com-ar-polar-afetando-ate-a-regiao-norte-confira-1788726933602.jpg" data-image="4eoccm4enawl" alt="frio ar polar" title="frio ar polar"><figcaption>Temperaturas mínimas para segunda-feira, 7 de setembro.</figcaption></figure><p><strong>No Espírito Santo</strong>, o frio atinge mesmo as localidades do sul do estado mais próximas de Minas Gerais, <strong>com temperaturas mínimas de 10 a 14°C</strong>.</p><p><strong>No Centro-Oeste</strong>, o destaque fica para o Mato Grosso do Sul, onde a massa de ar polar atua de forma mais efetiva <strong>provocando temperaturas mínimas de 8 a 11°C</strong> no sul do estado. Na região Campo Grande, as temperaturas atingem os 12°C.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="787122" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-traz-muita-chuva-e-frio-a-sp-ao-longo-de-todo-o-feriado-veja-a-previsao.html" title="Frente fria traz muita chuva e frio à SP ao longo de todo o Feriado; veja a previsão">Frente fria traz muita chuva e frio à SP ao longo de todo o Feriado; veja a previsão</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-traz-muita-chuva-e-frio-a-sp-ao-longo-de-todo-o-feriado-veja-a-previsao.html" title="Frente fria traz muita chuva e frio à SP ao longo de todo o Feriado; veja a previsão"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-muita-chuva-e-frio-a-sp-ao-longo-de-todo-o-feriado-veja-a-previsao-1788526820710_320.jpg" alt="Frente fria traz muita chuva e frio à SP ao longo de todo o Feriado; veja a previsão"></a></article></aside><p><strong>Além das temperaturas mínimas</strong>, as temperaturas máximas realçam o evento de frio mais rigoroso em boa parte do Sul do Brasil e do leste do Sudeste. <strong>Ao longo do dia, as temperaturas não passam dos 15°C</strong> no Rio Grande do Sul, na porção central e leste de Santa Catarina, no sul, nordeste e leste do Paraná, no sul e leste de São Paulo, no Sul de Minas Gerais e na região Serrana do Rio de Janeiro.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/feriado-do-7-de-setembro-sera-sob-frio-rigoroso-e-com-ar-polar-afetando-ate-a-regiao-norte-confira-1788727061802.jpg" data-image="okm4xivc6ks4" alt="ar polar" title="ar polar"><figcaption>Temperaturas máximas para segunda-feira, 7 de setembro.</figcaption></figure><p><strong>Outro efeito da presença da massa de ar polar </strong>é de que os ventos de sul conseguem levar o ar gelado até outras áreas do Centro-Oeste e no oeste da Região Norte. <strong>Não traz o frio mais intenso, mas ajuda a não disparar as temperaturas ao longo do dia</strong>, diminuindo o potencial do calor, com máximas em torno dos 30°C. Nas da atuação do sistema, as temperaturas máximas chegavam próximas dos 40°C.</p><p>A tendência é de que o frio se mantenha nos dias seguintes, mas com menor intensidade. Mesmo assim, será uma semana mais fria, com cara de inverno.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/feriado-do-7-de-setembro-sera-sob-frio-rigoroso-e-com-ar-polar-afetando-ate-o-norte-confira.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[ Nova previsão do ECMWF reforça: pico do El Niño será acima de 3°C]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/nova-previsao-do-ecmwf-reforca-pico-do-el-nino-sera-acima-de-3-c.html</link><pubDate>Sun, 06 Sep 2026 19:46:22 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Após semanas de estabilidade nas anomalias do Pacífico, o ECMWF reforça que o El Niño 2026/2027 ainda deve ganhar força. A previsão de setembro aumenta a confiança em um evento de intensidade extrema e acima de 3°C.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/nova-previsao-do-ecmwf-reforca-pico-do-el-nino-sera-acima-de-3-c-1788710957177.png" data-image="whzmw4ggyl5x" alt="prev" title="prev"><figcaption>Previsão de anomalia de temperatura para o trimestre de Outubro-Novembro-Dezembro, segundo o ECMWF, destacando uma ampla área com temperaturas acima de 2°C. Créditos: ECMWF.</figcaption></figure><p>A <strong>nova previsão do ECMWF</strong>, iniciada em 1º de setembro, <strong>reforça</strong> o cenário de um <strong>El Niño excepcionalmente</strong> intenso em 2026/2027. Embora o aquecimento observado na região Niño 3.4 tenha permanecido relativamente estável, em torno de +1,8°C nas últimas quatro semanas, o modelo indica que o fenômeno ainda está longe de atingir sua máxima intensidade. A previsão mantém um <strong>pico em torno de 3,4°C</strong> e<strong> aumenta a confiança</strong> que este será um<strong> evento histórico </strong><strong>acima de 3°C.</strong> Confira os detalhes.</p><h2>Super El Niño pode ter pico excepcional de 3,4°C</h2><p>Os <strong>modelos</strong> climáticos que preveem o El Niño são <strong>atualizados mensalmente</strong>, incorporando as observações mais recentes da atmosfera e do oceano. </p><div class="texto-destacado">Na rodada iniciada em 1º de setembro, o ECMWF mantém a previsão de um evento excepcionalmente intenso, com anomalia relativa média entre <strong>3,3°C e 3,4°C</strong> no auge do fenômeno. </div><p>Esse valor é <strong>representado</strong> pela<strong> linha laranja no gráfico</strong>, estimado a partir do conjunto de previsões dos membros do modelo (linhas vermelhas), em análise da Meteored. Os <strong>cenários mais extremos</strong> indicam anomalias próximas de<strong> 3,7°C,</strong> destacadas pela linha preta.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/nova-previsao-do-ecmwf-reforca-pico-do-el-nino-sera-acima-de-3-c-1788710977431.png" data-image="z3b4b66zzv7u" alt="Previsão de anomalia relativa do El Niño segundo o ECMWF em setembro. A linha preta representa o pico máximo dos membros e a linha laranja a estimativa do pico médio. Créditos: Meteored/ECMWF." title="Previsão de anomalia relativa do El Niño segundo o ECMWF em setembro. A linha preta representa o pico máximo dos membros e a linha laranja a estimativa do pico médio. Créditos: Meteored/ECMWF."><figcaption>Previsão de anomalia relativa do El Niño segundo o ECMWF em setembro. A linha preta representa o pico máximo dos membros e a linha laranja a estimativa do pico médio. Créditos: Meteored/ECMWF.</figcaption></figure><p>A <strong>atualização</strong> de setembro <strong>reforça</strong> a<strong> confiança nas previsões anteriores</strong> do ECMWF. </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Isso porque, mesmo incorporando mais um mês de observações do oceano e da atmosfera, o modelo mantém praticamente a mesma intensidade prevista na rodada de agosto, com pico médio entre 3,3°C e 3,4°C.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/nova-previsao-do-ecmwf-reforca-pico-do-el-nino-sera-acima-de-3-c-1788710997172.png" data-image="u1ps1cu0tkr6" alt="Previsão de anomalia relativa do El Niño segundo o ECMWF em agosto. Créditos: ECMWF." title="Previsão de anomalia relativa do El Niño segundo o ECMWF em agosto. Créditos: ECMWF."><figcaption>Previsão de anomalia relativa do El Niño segundo o ECMWF em agosto. Créditos: ECMWF.</figcaption></figure><p><br><strong>Algumas mudanças</strong>, no entanto, <strong>merecem destaque</strong>. A <strong>principal</strong> delas é a <strong>redução dos cenários menos intensos</strong> dentro do conjunto de previsões. Na rodada de <strong>agosto</strong>,<strong> diversos membros</strong> ainda <strong>indicavam</strong> um <strong>pico inferior a 3°C</strong>. </p><div class="texto-destacado">Já na atualização de setembro, apenas um membro mantém essa possibilidade, enquanto os demais apontam para valores acima desse limiar.</div><p><strong>Outra diferença </strong>é uma <strong>ligeira</strong> <strong>antecipação</strong><strong> do pico </strong>do aquecimento. Enquanto a rodada de agosto concentrava os valores máximos entre novembro e dezembro, a <strong>atualização</strong> mais recente <strong>desloca</strong> <strong>parte dos membros</strong> para <strong>máximos</strong> já em <strong>outubro ou novembro</strong>, sugerindo uma intensificação mais rápida do fenômeno nos próximos meses.</p><h2>Mas afinal, o que são os membros de um modelo?</h2><p>Os <strong>modelos climáticos</strong> não produzem apenas uma única previsão. Em vez disso, eles<strong> são executados diversas</strong> vezes com <strong>pequenas variações</strong> nas <strong>condições</strong> <strong>iniciais</strong> da atmosfera e do oceano. <strong>Cada</strong> uma dessas <strong>simulações</strong> é chamada de <strong>membro</strong> do conjunto (ou <em>ensemble member</em>).</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="787017" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/el-nino-deve-persistir-em-categoria-forte-ate-fevereiro-de-2027-alerta-omm.html" title="El Niño deve persistir em categoria forte até fevereiro de 2027, segundo OMM">El Niño deve persistir em categoria forte até fevereiro de 2027, segundo OMM</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/el-nino-deve-persistir-em-categoria-forte-ate-fevereiro-de-2027-alerta-omm.html" title="El Niño deve persistir em categoria forte até fevereiro de 2027, segundo OMM"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-nino-deve-persistir-em-categoria-forte-ate-fevereiro-de-2027-alerta-omm-1788483716218_320.png" alt="El Niño deve persistir em categoria forte até fevereiro de 2027, segundo OMM"></a></article></aside><p><strong>Ao analisar todos os membros</strong> em conjunto, os <strong>cientistas</strong> <strong>conseguem estimar </strong>não apenas o cenário mais provável, mas também o <strong>grau de confiança da previsão.</strong> Quando a maioria dos membros aponta para resultados semelhantes, como ocorre atualmente no ECMWF para o El Niño 2026/2027, a confiança na previsão tende a ser maior. Já quando os membros apresentam resultados muito diferentes entre si, a incerteza é considerada mais elevada.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/nova-previsao-do-ecmwf-reforca-pico-do-el-nino-sera-acima-de-3-c.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Por que cientistas suíços do solo enterraram 2.000 peças de roupa íntima?]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/por-que-cientistas-suicos-do-solo-enterraram-2-000-pecas-de-roupa-intima.html</link><pubDate>Sun, 06 Sep 2026 18:37:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Um projeto de ciência cidadã não convencional, liderado pela Universidade de Zurique e pela Agroscope, teve como objetivo compreender melhor a atividade dos organismos do solo.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/why-did-swiss-soil-scientists-bury-2-000-pairs-of-underwear-1788450810041.jpg" data-image="ke6w5enes5hl" alt="A velocidade com que a roupa íntima se decompôs indicou atividade no solo." title="A velocidade com que a roupa íntima se decompôs indicou atividade no solo."><figcaption>A velocidade com que a roupa íntima se decompôs indicou atividade no solo.</figcaption></figure><p>Cientistas suíços criaram um mapa da saúde do solo em todo o país usando os resultados de um experimento no qual <strong>cidadãos enterraram roupas íntimas de algodão.</strong></p><p>O solo é a base do abastecimento alimentar mundial, pois armazena água, carbono e nutrientes. Além disso, <strong>abriga mais da metade da biodiversidade do planeta.</strong></p><p>No entanto, essa biodiversidade está diminuindo em todo o mundo, o que prejudica a saúde do solo. <strong>Isso tem consequências para a agricultura, a segurança alimentar e o funcionamento de ecossistemas inteiros</strong>.</p><p>Cientistas da Universidade de Zurique e da organização suíça de pesquisa agrícola Agroscope queriam aprimorar sua compreensão da atividade de organismos microscópicos que vivem no solo.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Um solo saudável e biologicamente ativo é fundamental para a fertilidade, a ciclagem de nutrientes e muitos outros serviços ecossistêmicos.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Em 2021, eles pediram a 1.000 voluntários que enterrassem mais de 2.000 peças de roupa íntima de algodão e 12.000 saquinhos de chá em cerca de 1.000 locais por toda a Suíça.</p><p>Dois meses depois, os voluntários desenterraram a peça íntima, <strong>fotografaram-na e enviaram-na ao laboratório juntamente com uma amostra do solo </strong>onde estava enterrada.</p><p>A taxa de decomposição forneceu aos cientistas uma medida da atividade biológica no solo:<strong> quanto mais ativos os organismos do solo, mais rapidamente eles decompõem o material de algodão.</strong></p><h2><strong>As calças se decompõem mais rapidamente em jardins</strong></h2><p>O uso do solo revelou-se o fator mais importante que <strong>influenciou a rapidez com que a roupa íntima se decompôs</strong>.</p><p>O fato de um terreno ser usado como jardim, prado, campo ou gramado explicou <strong>as diferenças melhor do que a maioria das propriedades do solo medidas.</strong></p><div class="texto-destacado">A análise mostra que as roupas íntimas se decompuseram em taxas muito diferentes, dependendo da localização.</div><p><strong>Os organismos que se decompõem mais rapidamente são aqueles enterrados em jardins particulares.</strong> Nesses locais, os pesquisadores encontraram os níveis mais altos de matéria orgânica, condições ideais para minhocas, fungos, bactérias e outros organismos que vivem no solo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/why-did-swiss-soil-scientists-bury-2-000-pairs-of-underwear-1788451017841.jpg" data-image="cp3b9yr88c91" alt="A velocidade de decomposição das roupas íntimas dependia de onde elas eram enterradas." title="A velocidade de decomposição das roupas íntimas dependia de onde elas eram enterradas."><figcaption>A velocidade de decomposição das roupas íntimas dependia de onde elas eram enterradas.</figcaption></figure><p>Os organismos do solo apresentaram menor atividade em gramados, <strong>enquanto os campos agrícolas e os prados ficaram em algum ponto intermediário</strong>.</p><h2>Que outros fatores afetam a saúde do solo?</h2><p>As características químicas do solo, como os níveis de nutrientes, também desempenharam um papel importante.</p><p><strong>A vida no solo também depende muito da temperatura e da umidade</strong>; se as condições forem muito frias ou muito secas, o solo dificilmente será ativo.</p><p>“Nossos resultados demonstram que a forma como o solo é manejado<strong> pode afetar significativamente tanto a vida quanto a qualidade do solo</strong>”, disse Marcel van der Heijden, professor de agroecologia da UZH e codiretor do estudo.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="784190" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/encontram-no-deserto-do-atacama-um-aterro-de-roupas-vindas-da-europa-que-e-visivel-ate-do-espaco.html" title="Encontram no Deserto do Atacama um aterro de roupas vindas da Europa que é visível até do espaço">Encontram no Deserto do Atacama um aterro de roupas vindas da Europa que é visível até do espaço</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/encontram-no-deserto-do-atacama-um-aterro-de-roupas-vindas-da-europa-que-e-visivel-ate-do-espaco.html" title="Encontram no Deserto do Atacama um aterro de roupas vindas da Europa que é visível até do espaço"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-vertedero-textil-de-atacama-acumula-60-000-toneladas-de-ropa-y-ya-puede-verse-desde-el-espacio-1786957064423_320.jpg" alt="Encontram no Deserto do Atacama um aterro de roupas vindas da Europa que é visível até do espaço"></a></article></aside><p>“Um solo saudável e biologicamente ativo é crucial para a fertilidade, a ciclagem de nutrientes e muitos outros serviços ecossistêmicos”, disse ele.</p><p><strong>A vida do solo pode ser promovida mantendo-o permanentemente coberto</strong>, adicionando composto, diversificando a rotação de culturas e limitando o uso de fertilizantes minerais e pesticidas.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/por-que-cientistas-suicos-do-solo-enterraram-2-000-pecas-de-roupa-intima.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Um glaciologista alerta para o impacto das mudanças climáticas nos desastres glaciares entre o Nepal e o Tibete]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/um-glaciologista-alerta-para-o-impacto-das-alteracoes-climaticas-nos-desastres-glaciares-entre-o-nepal-e-o-tibete.html</link><pubDate>Sun, 06 Sep 2026 17:03:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>O desastre no Nepal serve como mais um aviso sobre os perigos da crise climática: o recuo das geleiras não está apenas a transformar as paisagens. Estas são as hipóteses iniciais sobre o papel do aquecimento global no desastre de 26 de Agosto.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xb0zj76"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xb0zj76.jpg" id="xb0zj76"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O Nepal sofreu um dos desastres hidrogeológicos e glaciares mais dramáticos de 2026. A 26 de agosto, uma geleira de altitude, situado a mais de 5.000 metros, colapsou, desencadeando uma enorme <strong>avalanche de gelo e rochas que varreu o vale, provocando uma grande cheia repentina</strong>. As consequências foram devastadoras para as aldeias, turistas, alpinistas, centrais hidroelétricas a jusante e, sobretudo, para a população local.</p><p>Contrariamente a alguns relatos que circularam nas primeiras horas, não há evidências de um lago glaciar preexistente ou de um reservatório artificial que tenha desencadeado o evento.<strong> Qual foi o papel das mudanças climáticas neste desastre?</strong> Estas são as hipóteses iniciais apresentadas por um professor da Universidade de Bristol.</p><h2>O que está a acontecer atualmente com as geleiras do Himalaia?</h2><p>O professor Jonathan Bamber, glaciologista e especialista em observação da Terra na Universidade de Bristol, fornece mais detalhes. Num artigo publicado no The Conversation, destaca que oito dos catorze picos com mais de 8.000 metros estão localizados no Nepal. <strong>O norte do país possui um terreno particularmente acidentado, o que o torna altamente vulnerável a deslizamentos de terras</strong>, quedas de rochas, avalanches e colapsos glaciares.</p><div class="texto-destacado"><strong>As mudanças climáticas provocadas pelas atividades humanas são particularmente acentuadas nesta região. Tal como nas regiões polares, a taxa de aumento da temperatura é superior à média global.</strong></div><p>De acordo com dados de satélite e medições no solo, o balanço mássico dos glaciares entre 1976 e 2024 revela uma<strong> aceleração da perda de gelo na última década</strong>. Na região montanhosa da Alta Ásia, que inclui os Himalaias, a taxa desta perda aumentou aproximadamente 25%; nos Alpes europeus, mais do que duplicou.</p><h2>Os perigos associados ao recuo glaciar</h2><p>A primeira consequência do degelo glaciar é a libertação de água. Este forma riachos glaciares que, por sua vez, alimentam vastos sistemas fluviais. No entanto, existe outro grande problema: <strong>as geleiras</strong><strong> repousam sobre o permafrost</strong>, solo gelado nas suas camadas mais profundas.</p><div class="texto-destacado">Com o aumento das temperaturas, o pergelissolo derrete, enquanto as rochas e as geleiras se tornam instáveis. Isso leva a deslizamentos de terra e à desestabilização do gelo em encostas íngremes.</div><p>Este fenómeno é agravado pela<strong> instabilidade da própria geleira</strong>, em algumas zonas podendo atingir um ponto crítico, ou seja, um ponto de não retorno. Em Itália, infelizmente, assistimos às consequências disto durante o desastre da Marmolada em Julho de 2022.</p><h3>Foco no Nepal e no Tibete</h3><p>No caso do desastre ocorrido no Tibete e no Nepal, é necessário imaginar um gigantesco bloco de gelo com aproximadamente 600 metros de comprimento e 50 metros de altura. Quando colapsou, <strong>uma massa de mais de meio milhão de toneladas despenhou-se pelo vale</strong>, provocando tragicamente a catástrofe a que assistimos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/un-glaciologo-mette-in-guardia-sull-impatto-dei-cambiamenti-climatici-nei-disastri-glaciali-tra-nepal-e-tibet-1788362497809.jpg" data-image="90svgnj9ccq4" alt="nepal" title="nepal"><figcaption>Uma avalanche de neve atingiu as encostas do Annapurna II, na rota do Circuito de Annapurna, no Nepal.</figcaption></figure><p><strong>Os desmoronamentos de rochas, embora de menor dimensão, são igualmente perigosos e bem conhecidos pelos alpinistas</strong>. As seracs geralmente colapsam durante as horas mais quentes do dia; por isso, os alpinistas tentam atravessar as barreiras de seracs à noite ou ao amanhecer. </p><p>O<strong> recuo das geleiras pode também levar à formação de lagos efémeros</strong>, contidos por gelo ou moreias que formam pequenas — e por vezes grandes — barragens naturais. A rutura repentina destas barreiras pode causar inundações devastadoras de água e gelo. <strong>Muitos trilhos no Nepal e na Índia possuem placas de aviso sobre este perigo</strong>.</p><h2>O que devem os Estados fazer?</h2><p>O <strong>recuo das geleiras é uma das consequências mais visíveis e óbvias das alterações climáticas</strong>. Este problema pode parecer distante para as cidades europeias, que, no entanto, são afetadas pelas ondas de calor, como aconteceu durante o longo verão de 2026.</p><p><strong>Na Europa, a emergência sanitária relacionada com este longo verão está diante dos nossos olhos</strong>, assim como os incêndios florestais em Espanha e França ou a seca que se alastrou pelo Reino Unido, onde a relva nos parques de Londres ficou amarela e secou.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="[object Object]" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><span class="encabezado"><h5 class="titular s"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/o-desastre-no-nepal-lembra-o-caso-vajont-ha-63-anos-um-arbusto-gigante-causou-uma-catastrofe-nos-alpes-italianos.html" title="O desastre no Nepal lembra o caso Vajont: há 63 anos um arbusto gigante causou uma catástrofe nos Alpes italianos">O desastre no Nepal lembra o caso Vajont: há 63 anos um arbusto gigante causou uma catástrofe nos Alpes italianos</a></h5></span><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/o-desastre-no-nepal-lembra-o-caso-vajont-ha-63-anos-um-arbusto-gigante-causou-uma-catastrofe-nos-alpes-italianos.html" title="O desastre no Nepal lembra o caso Vajont: há 63 anos um arbusto gigante causou uma catástrofe nos Alpes italianos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/la-tragedia-in-nepal-ricorda-il-vajont-63-anni-fa-in-italia-una-frana-genero-un-onda-e-uccise-1-917-persone-1787827388417_320.jpg" alt="O desastre no Nepal lembra o caso Vajont: há 63 anos um arbusto gigante causou uma catástrofe nos Alpes italianos"></a></article></aside><p>Nas COP recentes, <strong>os esforços para reduzir a dependência dos combustíveis fósseis intensificaram-se</strong>, mas, na realidade, as emissões de gases com efeito de estufa continuam a aumentar. As declarações simbólicas de emergência climática por parte de alguns Estados não foram acompanhadas de medidas concretas e suficientes.</p><p>Segundo o professor Jonathan Bamber, temos as competências e as tecnologias necessárias para enfrentar a crise climática. O que falta é vontade política e uma visão a longo prazo. </p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Jonathan%20Bamber%20-%20The%20Conversation" data-year="" data-title="Nepal%E2%80%91Tibet%20disaster%20linked%20to%20climate%20change%20%E2%80%93%20a%20glaciologist%20explains%2C%20The%20Conversion%2C" data-url="https%3A%2F%2Ftheconversation.com%2Fnepal-tibet-disaster-linked-to-climate-change-a-glaciologist-explains-290656">Jonathan Bamber - The Conversation. <a href="https://theconversation.com/nepal-tibet-disaster-linked-to-climate-change-a-glaciologist-explains-290656" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Nepal‑Tibet disaster linked to climate change – a glaciologist explains, The Conversion,</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/um-glaciologista-alerta-para-o-impacto-das-alteracoes-climaticas-nos-desastres-glaciares-entre-o-nepal-e-o-tibete.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ferrugem do café: incidência chegou a 83% em lavoura de PE, revela estudo]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/ferrugem-do-cafe-incidencia-chegou-a-83-em-lavoura-de-pe-revela-estudo.html</link><pubDate>Sun, 06 Sep 2026 14:05:07 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Estudo em quatro lavouras de Pernambuco identificou um calendário regional para a ferrugem do café. Chuvas e umidade acompanharam o avanço da doença, reforçando a importância de adaptar o manejo às condições locais de cada área produtora.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/ferrugem-do-cafe-incidencia-chegou-a-83-em-lavoura-de-pe-revela-estudo-1788634924886.jpg" data-image="suwuk9biwix7" alt="café, ferrugem" title="café, ferrugem"><figcaption>O acompanhamento das folhas ajuda a identificar o avanço de doenças e orientar o manejo do cafeeiro conforme as condições climáticas locais.</figcaption></figure><p>A ferrugem do cafeeiro apresentou um calendário próprio nas serras de Pernambuco: começou geralmente entre abril e maio e ganhou força no segundo semestre. Em uma das quatro lavouras acompanhadas em Brejão,<strong> a doença atingiu 83% das folhas avaliadas em agosto de 2019. </strong></p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>O estudo, publicado na Australasian Plant Pathology, mostra por que conhecer o clima local importa para proteger a produção. O trabalho reúne pesquisadores de duas universidades federais de Pernambuco.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Causada pelo fungo <em>Hemileia vastatrix</em>, a ferrugem provoca queda precoce das folhas e compromete a capacidade da planta de produzir. <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p><strong>Nas regiões tradicionais do Sudeste, a literatura citada pelos pesquisadores descreve outro ritmo de avanço</strong>. Por isso, transferir automaticamente o calendário de controle dessas áreas para o Agreste pernambucano pode deixar o manejo desalinhado com a evolução regional da doença.</p><h2>Quatro lavouras revelam quando a doença avança </h2><p>Os pesquisadores acompanharam mensalmente quatro áreas comerciais de Catuaí Vermelho IAC 144 entre abril de 2018 e novembro de 2019. <strong>Em cada visita, coletaram 200 folhas por lavoura, distribuídas entre 20 plantas.</strong> </p><p>A incidência correspondeu à proporção de folhas com lesões produzindo esporos, estruturas que disseminam o fungo. Assim, o valor de 83% indica folhas afetadas na amostra, sem representar perda equivalente de colheita.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ferrugem-do-cafe-incidencia-chegou-a-83-em-lavoura-de-pe-revela-estudo-1788635195735.jpg" data-image="4s0yprtda5dp" alt="folhas, café, ferrugem, doença" title="folhas, café, ferrugem, doença"><figcaption>A coleta de folhas permite acompanhar a ocorrência de doenças e sua relação com as condições climáticas.</figcaption></figure><p>Os picos variaram conforme a área e o ano, aparecendo entre julho e outubro, embora os autores destaquem agosto e setembro como período central. A maior intensidade ocorreu aproximadamente quatro a seis meses após o início das chuvas. </p><p><strong>Essa sequência ajuda a compreender por que o risco permanece relevante</strong> depois que a estação chuvosa já está estabelecida, exigindo acompanhamento durante vários meses.</p><h2>Chuvas e umidade ajudam a explicar o calendário </h2><p>Durante o acompanhamento, as temperaturas médias mensais variaram <strong>aproximadamente entre 19 e 24 °C, e a umidade relativa ficou entre 73% e 91%. </strong>Os totais de precipitação apresentados foram de 783 mm em 2018 e 778 mm em 2019. Apesar dos volumes semelhantes, a concentração das chuvas diferiu: de março a julho no primeiro ano e de maio a agosto no segundo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ferrugem-do-cafe-incidencia-chegou-a-83-em-lavoura-de-pe-revela-estudo-1788635373403.jpg" data-image="4cuoevcg7iro" alt="chuva, doença, ferrugem" title="chuva, doença, ferrugem"><figcaption>A chuva favorece o desenvolvimento do cafeeiro, mas também pode criar condições para o avanço de doenças nas folhas.</figcaption></figure><p>Segundo a interpretação dos autores, a combinação de chuva frequente, umidade elevada e temperaturas favoráveis contribuiu para as infecções. <strong>A água sobre as folhas permite a germinação dos esporos</strong>. Entretanto, o acompanhamento não isolou experimentalmente o efeito de cada variável, nem demonstrou que a chuva, sozinha, determina os surtos. Para interpretar os resultados, três distinções são essenciais:</p><ul> <li><strong>O calendário observado pertence às lavouras de Brejão estudadas, sem representar automaticamente todo o Nordeste.</strong></li> <li>A incidência mede quantas folhas apresentam a doença; a severidade descreve a extensão da área foliar afetada.</li> <li>Os dados meteorológicos e sanitários são históricos e não constituem previsão para a safra atual.</li> </ul><h2>Controle local pode orientar pesquisas em outras regiões </h2><p>Em outro ensaio, realizado em uma lavoura, sete tratamentos foram comparados com quatro repetições.<strong> O flutriafol aplicado ao solo em abril, sozinho ou com complemento foliar</strong>, apresentou os melhores resultados de controle. Separadamente, a avaliação de 18 genótipos durante 26 meses identificou diferenças de resistência. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Obatã e Katipó ficaram entre os materiais mais resistentes, indicando possibilidades para combinar escolha de plantas e manejo adaptado.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Esses resultados não mediram diretamente aumento de produtividade ou economia, e a resistência pode mudar com o surgimento de novas raças do fungo. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="785454" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/entenda-como-a-borra-de-cafe-pode-reduzir-em-50-fungos-na-lavoura.html" title="Entenda como a borra de café pode reduzir em 50% fungos na lavoura">Entenda como a borra de café pode reduzir em 50% fungos na lavoura</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/entenda-como-a-borra-de-cafe-pode-reduzir-em-50-fungos-na-lavoura.html" title="Entenda como a borra de café pode reduzir em 50% fungos na lavoura"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/entenda-como-a-borra-de-cafe-pode-reduzir-em-50-fungos-na-lavoura-1787675566387_320.jpg" alt="Entenda como a borra de café pode reduzir em 50% fungos na lavoura"></a></article></aside><p>A contribuição para outras regiões cafeeiras do mundo é uma hipótese de manejo a testar: <strong>ajustar as intervenções à sazonalidade local. Estudos em mais localidades e safras </strong>poderão verificar a consistência dos resultados, comparar custos e avaliar se o controle observado se traduz em benefícios para a colheita.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Lino%2C%20J.B.%2C%20do%20Livramento%20Freitas-Lopes%2C%20R.%2C%20Capucho%2C%20A.S.%20et%20al" data-year="2026" data-title="Seasonal%20dynamics%20of%20coffee%20leaf%20rust%20in%20highland%20areas%20in%20the%20Brazilian%20Northeast%20and%20its%20management%20using%20fungicides%20and%20resistant%20genotypes" data-url="https%3A%2F%2Fdoi.org%2F10.1007%2Fs13313-026-01156-4">Lino, J.B., do Livramento Freitas-Lopes, R., Capucho, A.S. et al. (2026). <a href="https://doi.org/10.1007/s13313-026-01156-4" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Seasonal dynamics of coffee leaf rust in highland areas in the Brazilian Northeast and its management using fungicides and resistant genotypes</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/ferrugem-do-cafe-incidencia-chegou-a-83-em-lavoura-de-pe-revela-estudo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[GPT-6 Astra: conheça o novo modelo da OpenAI que promete revolucionar a IA]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/gpt-6-astra-conheca-o-novo-modelo-da-openai-que-promete-revolucionar-a-ia.html</link><pubDate>Sun, 06 Sep 2026 13:24:19 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>A OpenAI anunciou o GPT-6 Astra, novo modelo de inteligência artificial desenvolvido para tarefas complexas. Em testes, o modelo alcançou resultados próximos do limite máximo em diferentes benchmarks de IA.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/gpt-6-astra-conheca-o-novo-modelo-da-openai-que-promete-revolucionar-a-ia-1788636614674.png" data-image="a4lgoxbbboge" alt="O GPT-6 Astra foi desenvolvido para tarefas complexas em áreas como ciência, matemática, cibersegurança e uso de computadores, ampliando o papel dos modelos de IA como ferramentas de trabalho. Crédito: OpenAI" title="O GPT-6 Astra foi desenvolvido para tarefas complexas em áreas como ciência, matemática, cibersegurança e uso de computadores, ampliando o papel dos modelos de IA como ferramentas de trabalho. Crédito: OpenAI"><figcaption>O GPT-6 Astra foi desenvolvido para tarefas complexas em áreas como ciência, matemática, cibersegurança e uso de computadores, ampliando o papel dos modelos de IA como ferramentas de trabalho. Crédito: OpenAI</figcaption></figure><p><strong>Em 2018, a OpenAI apresentou a primeira versão do modelo de linguagem GPT chamado de GPT-1.</strong> Após essa primeira versão, várias gerações cada vez maiores e mais capazes foram introduzidas. Os últimos foram o GPT-4, lançado em março de 2023, e o GPT-5 em agosto de 2025.</p><p><strong>A OpenAI, empresa responsável pelo desenvolvimento da família GPT, já vinha sinalizando que as próximas gerações representariam avanços importantes em raciocínio e execução de tarefas complexas.</strong> O GPT-5, por exemplo, já havia integrado recursos de raciocínio, agentes e matemática avançada.</p><p>Na sexta-feira, 4 de setembro, a OpenAI anunciou o GPT-6 Astra. Segundo a empresa, <strong>o Astra alcançou 98% no FrontierMath Tier 4, 99,9% no ARC-AGI-3 e 100% no ExploitBench</strong>, além de já ter contribuído para resolver problemas matemáticos de longa data. O modelo combina avanços em pré-treinamento e aprendizado por reforço.</p><h2>GPT-6 Astra</h2><p>O GPT-6 Astra representa uma mudança em relação às gerações anteriores porque não foi desenvolvido apenas para responder perguntas, mas para executar tarefas complexas. <strong>Segundo a OpenAI, o modelo apresenta avanços em uso de computadores, navegação na web, engenharia de software e trabalho profissional. </strong></p><div class="texto-destacado">Em testes de uso de computador, atingiu 72,6% no OSWorld 2.0, contra 65,7% do GPT-5.6 Sol, realizando as tarefas em cerca de 47% menos tempo.</div><p><strong>Outra diferença está na capacidade de raciocínio, contexto e alinhamento. O Astra alcançou 97,6% no FrontierMath Tier 4, 99,9% no ARC-AGI-3 e 100% no ExploitBench.</strong> A OpenAI também afirma que o modelo é menos propenso a ultrapassar limites definidos pelo usuário e apresentou uma taxa menor de alucinações em seus testes internos.</p><h2>O que é um modelo de linguagem como o GPT?</h2><p><strong>Modelos de linguagem como o GPT são sistemas de inteligência artificial treinados para processar e gerar texto a partir de grandes volumes de dados</strong>. Eles aprendem padrões entre palavras, frases e conceitos para prever quais tokens têm maior probabilidade de aparecer em determinado contexto. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/gpt-6-astra-conheca-o-novo-modelo-da-openai-que-promete-revolucionar-a-ia-1788636904887.png" data-image="3f6aeawkb5tl" alt="O novo modelo da OpenAI também pode ajudar a criar jogos, escrevendo código, desenvolvendo mecânicas e interagindo com ferramentas para transformar ideias em aplicações funcionais. Crédito: OpenAI" title="O novo modelo da OpenAI também pode ajudar a criar jogos, escrevendo código, desenvolvendo mecânicas e interagindo com ferramentas para transformar ideias em aplicações funcionais. Crédito: OpenAI"><figcaption>O novo modelo da OpenAI também pode ajudar a criar jogos, escrevendo código, desenvolvendo mecânicas e interagindo com ferramentas para transformar ideias em aplicações funcionais. Crédito: OpenAI</figcaption></figure><p><strong>A arquitetura por trás dos modelos GPT é baseada em Transformers, introduzida em 2017 e fundamental para o avanço dos grandes modelos de linguagem</strong>. Seu principal mecanismo é a <em>self-attention,</em> que permite ao modelo calcular quais partes de uma sequência são mais relevantes umas para as outras, preservando relações mesmo em textos longos. </p><h2>99,9% no ARC-AGI-3</h2><p>O ARC-AGI-3 é um benchmark criado para avaliar a capacidade de sistemas de IA de resolver problemas novos que exigem adaptação, raciocínio e descoberta de regras. <strong>As tarefas apresentam desafios interativos nos quais o modelo precisa compreender um ambiente, formular hipóteses e escolher ações para atingir um objetivo. </strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/gpt-6-astra-conheca-o-novo-modelo-da-openai-que-promete-revolucionar-a-ia-1788636779380.png" data-image="9njqrp48b8mw" alt="O GPT-6 Astra alcançou 99,9% de acerto no ARC-AGI-3, um benchmark criado para avaliar capacidades de raciocínio e adaptação a problemas novos. Crédito: OpenAI" title="O GPT-6 Astra alcançou 99,9% de acerto no ARC-AGI-3, um benchmark criado para avaliar capacidades de raciocínio e adaptação a problemas novos. Crédito: OpenAI"><figcaption>O GPT-6 Astra alcançou 99,9% de acerto no ARC-AGI-3, um benchmark criado para avaliar capacidades de raciocínio e adaptação a problemas novos. Crédito: OpenAI</figcaption></figure><p><strong>No ARC-AGI-3, o GPT-6 Astra alcançou 99,9%, segundo a OpenAI, ficando próximo da pontuação máxima anunciada pela empresa. </strong>Esse resultado indica que o modelo conseguiu resolver praticamente todos os desafios avaliados, demonstrando alta capacidade de adaptação e raciocínio em tarefas que exigem generalização. </p><h2>Aplicação na Ciência</h2><p><strong>O GPT-6 Astra pode ser aplicado à ciência como uma ferramenta para acelerar etapas do processo de descoberta.</strong> Na prática, o modelo pode analisar conjuntos de dados, executar análises em ferramentas computacionais, comparar resultados e identificar padrões que mereçam investigação. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="644361" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/openai-empresa-do-chatgpt-introduz-ia-capaz-de-simular-mundos.html" title="OpenAI, empresa do ChatGPT, introduz IA capaz de simular mundos ">OpenAI, empresa do ChatGPT, introduz IA capaz de simular mundos </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/openai-empresa-do-chatgpt-introduz-ia-capaz-de-simular-mundos.html" title="OpenAI, empresa do ChatGPT, introduz IA capaz de simular mundos "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/openai-empresa-do-chatgpt-introduz-ia-capaz-de-simular-mundos-1708189732218_320.png" alt="OpenAI, empresa do ChatGPT, introduz IA capaz de simular mundos "></a></article></aside><p>Na matemática, o Astra também demonstrou capacidade de contribuir para problemas de pesquisa, incluindo resultados relacionados aos intervalos entre números primos. <strong>A OpenAI afirma que o modelo estabeleceu novos recordes em diferentes avaliações de matemática e ciência e já ajudou a avançar problemas que permaneciam em aberto. </strong></p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Open%20AI" data-year="2026" data-title="GPT-6%20Astra%3A%20A%20new%20generation%20of%20intelligence" data-url="https%3A%2F%2Fopenai.com%2Findex%2Fgpt-6-astra%2F">Open AI. (2026). <a href="https://openai.com/index/gpt-6-astra/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">GPT-6 Astra: A new generation of intelligence</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/gpt-6-astra-conheca-o-novo-modelo-da-openai-que-promete-revolucionar-a-ia.html</guid><dc:creator><![CDATA[Roberta Duarte]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Guia fácil para cultivar alho em casa (mesmo em vaso) e colher o melhor sabor para os seus pratos]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/guia-facil-para-cultivar-alho-em-casa-mesmo-em-vaso-e-colher-o-melhor-sabor-para-os-seus-pratos.html</link><pubDate>Sun, 06 Sep 2026 10:17:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Três formas fáceis de plantar alho na sua varanda ou no jardim, cuidar dos rebentos e cultivar bolbos grandes e saborosos usando o que já tem na sua cozinha.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/guia-facil-para-cultivar-ajo-en-casa-incluso-en-maceta-y-cosechar-el-mejor-sabor-para-tus-platos-1786975989386.jpg" data-image="3ybiem237qet" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Um vaso padrão é suficiente para cultivar várias plantas de alho, mesmo no centro da cidade.</figcaption></figure><p>É o rei indiscutível da despensa, acrescentando personalidade a quase qualquer prato e, com o seu aroma forte, ajudando a manter as pragas de jardim afastadas. O alho tem tudo, e para completar,<strong> tudo o que precisa para o cultivar em casa é um vaso na sua varanda ou um local ensolarado perto de uma janela</strong>.</p><p>Preste atenção, porque vamos explicar-lhe tudo o que precisa de saber para o cultivar com sucesso e sem complicações.</p><h2>Escolher a matéria-prima: nem todos os alhos são iguais</h2><p>O seu ponto de partida é provavelmente já a sua cozinha. No entanto, há alguns detalhes importantes a considerar na hora de escolher o alho certo.</p><p>O <strong>ideal é utilizar cabeças de alho biológicas ou compradas em feiras de produtores locais</strong>. Por quê? Porque o alho comercial dos supermercados é por vezes tratado com baixas temperaturas ou produtos químicos para retardar a germinação enquanto está nas prateleiras.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/guia-facil-para-cultivar-ajo-en-casa-incluso-en-maceta-y-cosechar-el-mejor-sabor-para-tus-platos-1786976125601.jpg" data-image="4pieqdj572ad" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Não utilize qualquer alho; procure cabeças grandes e firmes. Os dentes externos produzem, geralmente, cabeças maiores.</figcaption></figure><p><strong>Selecione sempre os dentes de alho maiores, mais firmes e com o aspeto mais robusto</strong>. Evite aqueles que pareçam enrugados, moles ou com manchas invulgares, pois é improvável que se desenvolvam bem.</p><p>Um pormenor importante:<strong> não retire a fina casca que cobre os dentes de alho</strong>. Esta camada exterior oferece proteção natural contra os fungos do solo durante os primeiros dias em que os dentes estão enterrados.</p><h3>Qual é o melhor momento para começar?</h3><p><strong>O alho é uma cultura que se desenvolve bem no outono e no inverno</strong>. Necessita da exposição às temperaturas mais frias destas estações para que o dente original se possa dividir internamente e se desenvolver num bolbo completo com vários dentes.</p><figure class="video youtube-short"><img src="https://img.youtube.com/vi/eWzMwW3xv1E/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=eWzMwW3xv1E" id="eWzMwW3xv1E"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>Se começar na primavera, obterá deliciosos rebentos verdes, mas é improvável que o bolbo subterrâneo se desenvolva completamente.</p><h2>Método 1: cultivo em vaso, ideal para espaços pequenos</h2><p>Cultivar alho em vaso é muito fácil e perfeito para quem quer aproveitar ao máximo o espaço da varanda.</p><p>O vaso ideal: procure um recipiente com pelo menos <strong>15 a 20 centímetros de profundidade</strong>. Certifique-se de que tem <strong>furos de drenagem </strong>no fundo. O alho gosta de <strong>umidade constante</strong>, mas não tolera água parada.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/guia-facil-para-cultivar-ajo-en-casa-incluso-en-maceta-y-cosechar-el-mejor-sabor-para-tus-platos-1786977427574.jpg" data-image="haoa47r2plyq" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>O alho ou alho biológico proveniente de mercados de produtores locais é ideal para começar, uma vez que não foi tratado para atrasar a germinação.</figcaption></figure><p>A mistura de solo ideal: prepare uma mistura leve e solta. <strong>Pode combinar terra de jardim comum com um pouco de composto orgânico</strong> e perlite para melhorar a drenagem.</p><p>Hora de plantar: <strong>enterre cada dente de alho a uma profundidade de 3 a 4 centímetros</strong>. Coloque sempre a extremidade plana, onde as raízes emergem, virada para baixo e a extremidade pontiaguda virada para cima. Deixe 10 a 15 centímetros de distância entre cada dente para que os bolbos tenham espaço suficiente para se desenvolverem.</p><p>Luz solar e rega: coloque o vaso num<strong> local que receba pelo menos seis horas de luz solar direta por dia</strong>. Regue moderadamente: a terra deve estar úmida ao toque, mas nunca encharcada.</p><h2>Método 2: cultivar alho no jardim</h2><p>Se tiver um pequeno pedaço de terra exposta ou um canteiro no seu quintal, o <strong>alho terá bastante espaço para crescer e poderá produzir bolbos consideravelmente maiores</strong>.</p><p>Prepare o solo: <strong>utilize uma pá ou um ancinho para soltar a terra até que fique macia e bem aerada</strong>. Adicione uma quantidade generosa de húmus de minhoca para fornecer nutrientes desde o início.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/guia-facil-para-cultivar-ajo-en-casa-incluso-en-maceta-y-cosechar-el-mejor-sabor-para-tus-platos-1786976568557.jpg" data-image="1id7p2wbqk4y" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Após a plantação, regue delicadamente, mas abundantemente, para ajudar a terra a assentar à volta de cada dente de alho.</figcaption></figure><p>Dê-lhes espaço suficiente:<strong> faça buracos com cerca de 4 centímetros de profundidade e espace-os aproximadamente 15 centímetros entre si</strong>. Coloque os dentes de alho com a ponta virada para cima e cubra-os delicadamente, sem compactar demasiado o solo.</p><p>Adicione uma boa camada de cobertura morta: <strong>cubra o canteiro com palha, erva seca ou folhas caídas</strong>. Esta cobertura caseira ajuda a reter a umidade do solo, a suprimir as ervas daninhas e a proteger os rebentos jovens das geadas mais rigorosas do inverno.</p><h2>Método 3: cultivo em água para rebentos verdes rápidos</h2><p>Existe um truque simples para quem pretende resultados mais rápidos ou simplesmente saborosos rebentos verdes para adicionar a saladas ou salteados.</p><p>Pegue numa cabeça de alho inteira ou em vários dentes individuais e coloque-os num copo ou frasco pequeno. <strong>Adicione água da torneira até cobrir apenas a base plana do alho</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/guia-facil-para-cultivar-ajo-en-casa-incluso-en-maceta-y-cosechar-el-mejor-sabor-para-tus-platos-1786976880432.jpg" data-image="8ydp0uanzcn1" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Cultivar alho em casa é um dos projetos mais fáceis e acessíveis que pode experimentar numa horta urbana.</figcaption></figure><p>Coloque o copo perto de uma janela bem iluminada. Mude a água a cada dois dias para a manter limpa e <strong>evitar odores desagradáveis ou o crescimento de fungos</strong>.</p><p>Em poucos dias, verá raízes brancas e rebentos verdes perfumados começarem a surgir. Pode <strong>cortar as pontas verdes e usá-las para temperar os seus pratos</strong>. Também pode transferir os cravos-da-índia enraizados para um vaso com terra e deixá-los crescer naturalmente.</p><h2>A paciência compensa: a colheita e a cura</h2><p>O ciclo completo de crescimento demora geralmente sete a nove meses. Mas não se preocupe — <strong>o alho dá sinais claros quando está pronto para a colheita</strong>.</p><p>Irá notar que as folhas inferiores começarão a secar e a amarelecer. Quando mais de metade da planta estiver dourada, <strong>pare de regar completamente durante uma semana</strong>. Isto permite que o bolbo termine de amadurecer e reduz o risco de apodrecimento devido à umidade residual.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="772939" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/o-segredo-para-cultivar-alhos-grandes-frio-fotoperiodo-e-a-regra-das-10-horas.html" title="O segredo para cultivar alhos grandes: frio, fotoperíodo e a regra das 10 horas">O segredo para cultivar alhos grandes: frio, fotoperíodo e a regra das 10 horas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/o-segredo-para-cultivar-alhos-grandes-frio-fotoperiodo-e-a-regra-das-10-horas.html" title="O segredo para cultivar alhos grandes: frio, fotoperíodo e a regra das 10 horas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-truco-que-hace-crecer-ajos-mas-grandes-frio-fotoperiodo-y-la-regla-de-las-10-horas-1780436789869_320.png" alt="O segredo para cultivar alhos grandes: frio, fotoperíodo e a regra das 10 horas"></a></article></aside><p>Após estes poucos dias, desenterre os bolbos com cuidado, utilizando uma pequena pá de jardim para evitar cortá-los ou danificá-los. <strong>Retire o excesso de terra e coloque-os num local fresco, seco e com sombra</strong> durante cerca de 15 dias.</p><p><strong>Este processo chama-se "cura" </strong>e é o segredo para manter o alho fresco na sua despensa durante meses sem que se estrague. E já está: delicie-se com o alho que cultivou em casa!</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/guia-facil-para-cultivar-alho-em-casa-mesmo-em-vaso-e-colher-o-melhor-sabor-para-os-seus-pratos.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Nova lista ambiental protege 24 fungos ameaçados de extinção no Brasil ]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/nova-lista-ambiental-protege-24-fungos-ameacados-de-extincao-no-brasil.html</link><pubDate>Sun, 06 Sep 2026 08:34:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Primeira lista nacional de espécies ameaçadas inclui 24 fungos e representa avanço histórico para a conservação, mas pesquisadores defendem mais ciência, financiamento, formação especializada e proteção de habitats.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/nova-lista-ambiental-protege-24-fungos-ameacados-de-extincao-no-brasil-1788629765965.jpg" data-image="4s6nn2kyuejk" alt="Com a publicação da lista de fungos ameaçados de extinção pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), o Brasil se torna um dos primeiros países da América do Sul a ter uma lista do tipo." title="Com a publicação da lista de fungos ameaçados de extinção pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), o Brasil se torna um dos primeiros países da América do Sul a ter uma lista do tipo."><figcaption>Com a publicação da lista de fungos ameaçados de extinção pelo MMA, o Brasil se torna um dos primeiros países da América do Sul a ter uma lista do tipo. Crédito: Divulgação Mongabay</figcaption></figure><p>O<strong> Brasil</strong> deu um passo inédito na conservação da biodiversidade ao publicar, em junho, <strong>a primeira lista nacional de fungos ameaçados de extinção</strong>. A medida inclui <strong>24 espécies na agenda oficial de proteção ambiental </strong>e coloca o Reino Fungi, pela primeira vez, no mesmo patamar legal de plantas e animais.</p><p>Apesar do avanço, especialistas alertam que o país ainda corre contra o tempo. <strong>Mais de 90% das espécies de fungos estimadas no mundo não foram descritas pela ciência. </strong>Segundo o pesquisador Elisandro Ricardo Drechsler-Santos, no ritmo atual de financiamento e formação de taxonomistas, seriam necessários mais de mil anos para catalogar cerca de 3 milhões de espécies estimadas.</p><p>Biólogo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e coordenador do grupo MIND.Funga, Drechsler-Santos participou do processo que levou à criação da lista. A iniciativa reuniu especialistas do Grupo de Especialistas em Fungos do Brasil, do Centro Nacional de Conservação da Flora e da Rede de Taxonomistas da Funga do Brasil, com apoio do CNPq.</p><h2>Um marco para a conservação</h2><p>Para o pesquisador, a publicação representa a<strong> superação de uma histórica negligência</strong>. A inclusão dos fungos na legislação brasileira permite que espécies ameaçadas sejam consideradas em políticas e ações de conservação, além de estudos de impacto ambiental quando estiverem presentes nas áreas afetadas por obras e empreendimentos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/nova-lista-ambiental-protege-24-fungos-ameacados-de-extincao-no-brasil-1788629577112.jpg" data-image="jpk1yzfppc2j" alt="Elisandro Ricardo Drechsler-Santos, biólogo da UFSC e coordenador do grupo de pesquisa MIND.Funga. Foto: Camila Collato" title="Elisandro Ricardo Drechsler-Santos, biólogo da UFSC e coordenador do grupo de pesquisa MIND.Funga. Foto: Camila Collato"><figcaption>Elisandro Ricardo Drechsler-Santos, biólogo da UFSC e coordenador do grupo de pesquisa MIND.Funga. Créditto: Camila Collato</figcaption></figure><p>Ainda assim, <strong>a lista é apenas o começo</strong>. Drechsler-Santos defende a ampliação dos levantamentos de biodiversidade, das avaliações de risco e dos programas de conservação. A Coleção de Fungos Ameaçados do Brasil (CFAB), primeira iniciativa nacional de conservação <em>ex situ</em> desse tipo, busca preservar a diversidade genética de espécies em risco fora de seus ambientes naturais.</p><p>Entre as principais ameaças estão a <strong>perda e a degradação de habitats</strong>. Algumas espécies dependem de ambientes preservados, inclusive de grandes troncos de árvores maduras que permanecem na floresta após a queda natural. A redução desses elementos pode comprometer diretamente a sobrevivência de fungos especializados.</p><h2>Habitat, invasoras e fogo</h2><p>O pesquisador também aponta os<strong> impactos de espécies exóticas invasoras</strong>, introduzidas, por exemplo, junto a plantações de pínus e eucalipto. Em ecossistemas frágeis, como as matas nebulares do Sul do Brasil, a presença do gado agrava o problema ao pisotear áreas de regeneração e consumir plântulas. O javali também altera e destrói o solo, enquanto o fogo amplia os impactos.</p><div class="texto-destacado">Nesse contexto, os fungos podem funcionar como indicadores da saúde dos ecossistemas. A conservação <em>in situ</em>, por meio de unidades de conservação e áreas prioritárias, deve considerar esses organismos nos critérios oficiais. Já a conservação <em>ex situ</em> permite manter culturas vivas em laboratório e preservar material genético para possíveis ações futuras de recuperação.</div><p>A ciência cidadã aparece como outra ferramenta estratégica. Fotografias, aplicativos, sites e redes sociais podem permitir que <strong>pessoas sem formação especializada contribuam para registrar a biodiversidade</strong>. Para Drechsler-Santos, ampliar essa participação é essencial diante da dimensão continental do Brasil e de sua relevância para a diversidade global.</p><h2>Formação de novos especialistas</h2><p>O avanço das políticas públicas também aumenta a<strong> necessidade de formar novos micólogos.</strong> A área reúne diferentes frentes, como conservação ambiental, medicina e biotecnologia, e incorpora tecnologias como biologia molecular e bioinformática. Para o pesquisador, a expansão da pesquisa depende de oportunidades para preparar novos profissionais.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="783439" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/elas-saem-da-antartica-para-a-bahia-a-temporada-de-baleias-jubarte-que-transforma-a-orla-de-salvador.html" title="Elas saem da Antártica para a Bahia: a temporada de baleias-jubarte que transforma a orla de Salvador ">Elas saem da Antártica para a Bahia: a temporada de baleias-jubarte que transforma a orla de Salvador </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/elas-saem-da-antartica-para-a-bahia-a-temporada-de-baleias-jubarte-que-transforma-a-orla-de-salvador.html" title="Elas saem da Antártica para a Bahia: a temporada de baleias-jubarte que transforma a orla de Salvador "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/elas-saem-da-antartica-para-a-bahia-a-temporada-de-baleias-jubarte-que-transforma-a-orla-de-salvador-1786575448383_320.jpg" alt="Elas saem da Antártica para a Bahia: a temporada de baleias-jubarte que transforma a orla de Salvador "></a></article></aside><p>O reconhecimento oficial dos fungos representa, portanto, uma mudança de perspectiva, mas não encerra o desafio. Documentar espécies, compreender ameaças e<strong> transformar conhecimento científico em ações concretas de proteção</strong> são etapas necessárias para evitar que parte dessa biodiversidade desapareça antes mesmo de ser conhecida.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Mongabay" data-year="2026" data-title="Fungos%20n%C3%A3o%20ser%C3%A3o%20mais%20negligenciados%2C%20diz%20pesquisador" data-url="https%3A%2F%2Fbrasil.mongabay.com%2F2026%2F08%2Ffungos-nao-serao-mais-negligenciados-diz-pesquisador%2F">Mongabay. (2026). <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/fungos-nao-serao-mais-negligenciados-diz-pesquisador/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Fungos não serão mais negligenciados, diz pesquisador</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/nova-lista-ambiental-protege-24-fungos-ameacados-de-extincao-no-brasil.html</guid><dc:creator><![CDATA[João Cunha]]></dc:creator></item></channel></rss>