<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0"><channel><title>Tempo.com - Meteored</title><link>https://www.tempo.com</link><description>Notícias do tempo - Confira as principais notícias sobre a meteorologia e previsão do tempo. Todas as informações são realizadas pelos nossos especialistas em meteorologia.</description><language>pt</language><lastBuildDate>Sat, 13 Jun 2026 21:00:16 +0000</lastBuildDate><pubDate>Sat, 13 Jun 2026 21:00:16 +0000</pubDate><atom:link href="https://www.tempo.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[ Copyright 2026 Meteored ]]></copyright><image><url>https://www.tempo.com/imagenes/logo_rss.png</url><title>Tempo.com - Meteored</title><link>https://www.tempo.com</link><width>144</width><height>144</height></image><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>6</sy:updateFrequency><item><title><![CDATA[Água subterrânea no Brasil: estudo aponta perda em aquíferos estratégicos sob seca e uso intensivo]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/agua-subterranea-no-brasil-estudo-aponta-perda-em-aquiferos-estrategicos-sob-seca-e-uso-intensivo.html</link><pubDate>Sat, 13 Jun 2026 20:03:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Estudo reconstrói 21 anos de água subterrânea no Brasil e mostra perdas em aquíferos estratégicos, com maior pressão em áreas afetadas por seca, irrigação, mineração e mudanças no uso da terra em regiões agrícolas e urbanas vulneráveis.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/agua-subterranea-no-brasil-estudo-aponta-perda-em-aquiferos-estrategicos-sob-seca-e-uso-intensivo-1781270761487.jpg" data-image="i70a4yy3v5jr" alt="Brasil, estudo, água subterránea" title="Brasil, estudo, água subterránea"><figcaption>Estudo aponta perda de água subterrânea em aquíferos estratégicos do Brasil, especialmente em áreas sob seca, irrigação e mudanças no uso da terra.</figcaption></figure><p>A água subterrânea brasileira acendeu um alerta climático e agrícola. Um novo <strong>estudo reconstruiu duas décadas de comportamento dos aquíferos no país e encontrou perda persistente de armazenamento</strong> em áreas do Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Brasil central, especialmente onde seca, irrigação e mudança no uso da terra atuam juntas.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>O tema importa agora porque<strong> a água que não aparece no mapa do tempo sustenta cidades, lavouras, mineração e abastecimento </strong>em milhares de municípios. Mesmo com grandes reservas hídricas, o Brasil já convive com crises de água, estiagens prolongadas e maior dependência de aquíferos para manter produção agrícola e segurança hídrica.</p><h2>Recarga depende da chuva e muda muito pelo país </h2><p>O estudo estimou que <strong>a recarga média da água subterrânea no Brasil foi de 223 milímetros por ano entre 2002 e 2023 nas zonas de afloramento dos aquíferos</strong>. Isso representa cerca de 12% da chuva média anual nessas áreas e equivale a aproximadamente 1900 quilômetros cúbicos de água por ano entrando naturalmente nos sistemas subterrâneos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/agua-subterranea-no-brasil-estudo-aponta-perda-em-aquiferos-estrategicos-sob-seca-e-uso-intensivo-1781270984251.jpg" data-image="mmy3qiqjge0i" alt="acuíferos, mapa, brasil, recarga" title="acuíferos, mapa, brasil, recarga"><figcaption>A recarga média dos aquíferos brasileiros foi estimada em 223 mm por ano, cerca de 12% da chuva média nas áreas analisadas.</figcaption></figure><p>Essa recarga, porém, não é uniforme. <strong>No mapa, a Amazônia aparece com grande variabilidade, especialmente perto de Manaus, onde rios e aquíferos se conectam com força</strong>. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>No verão, a faixa de umidade ligada à Zona de Convergência do Atlântico Sul ajuda a alimentar o subsolo do Centro-Sul. <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>No inverno, a redução da chuva, o escoamento subterrâneo e a evapotranspiração maior diminuem o armazenamento em grande parte do Brasil central.</p><h2>Aquíferos do Centro e do Nordeste já mostram perdas </h2><p><strong>O levantamento identificou anos com recarga nula ou muito baixa em sistemas importantes, como Urucuia, Bauru-Caiuá, Serra Geral</strong>, área de afloramento do Guarani, Pantanal e Serra Grande. Em termos simples, isso significa que, em determinados anos hidrológicos, a água retirada ou perdida não foi recomposta pela chuva de forma suficiente.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/agua-subterranea-no-brasil-estudo-aponta-perda-em-aquiferos-estrategicos-sob-seca-e-uso-intensivo-1781271115614.jpg" data-image="sqsawcqfhia4" alt="água, armazenamento, nordeste, acuífero" title="água, armazenamento, nordeste, acuífero"><figcaption>Em áreas agrícolas e urbanas, a combinação de estiagens prolongadas e uso intensivo da água pode reduzir a recuperação natural dos aquíferos.</figcaption></figure><p>As perdas mais preocupantes aparecem em áreas do São Francisco, Paraná, Atlântico Sudeste e Atlântico Leste, além de trechos do Nordeste e do Brasil central. <strong>No mapa de tendência, essas áreas surgem como manchas de declínio em meio a regiões mais estáveis ou até com ganho de armazenamento </strong>na Amazônia. Os principais pontos de atenção são:</p><ul> <li><strong>maior pressão em áreas agrícolas irrigadas;</strong></li> <li><strong>estiagens prolongadas reduzindo a reposição natural;</strong></li> <li>avanço de mudanças no uso da terra em áreas de recarga;</li> <li>risco de bombeamento acima da capacidade de recuperação do aquífero.</li> </ul><h2>El Niño, irrigação e mineração aumentam o risco </h2><p><strong>O El Niño de 2015/2016 marcou uma virada importante no comportamento de vários aquíferos.</strong> Após esse período, regiões que tinham tendência neutra ou levemente positiva passaram a mostrar queda no armazenamento subterrâneo. </p><div class="texto-destacado">La Niña pode favorecer chuva em áreas costeiras do Sul e Sudeste, mas solos e aquíferos muito saturados também aumentam o escoamento superficial, alagamentos e deslizamentos em episódios de chuva intensa.</div><p>Para o campo, o recado é direto: <strong>aquífero não deve ser tratado como reserva infinita.</strong> Em regiões de irrigação, abastecimento urbano ou mineração, a combinação de calor, menor chuva e bombeamento contínuo pode reduzir a margem de segurança nos próximos anos. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="773408" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/agora-e-oficial-noaa-declara-a-formacao-do-el-nino.html" title="Agora é oficial: NOAA declara a formação do El Niño">Agora é oficial: NOAA declara a formação do El Niño</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/agora-e-oficial-noaa-declara-a-formacao-do-el-nino.html" title="Agora é oficial: NOAA declara a formação do El Niño"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/agora-e-oficial-noaa-declara-a-formacao-do-el-nino-1781188337037_320.png" alt="Agora é oficial: NOAA declara a formação do El Niño"></a></article></aside><p><strong>Acompanhar a precipitação prevista, a duração dos veranicos e a recuperação da umidade no solo ajuda produtores</strong> e gestores a planejar captação, plantio e irrigação com menos risco.</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em><a href="https://www.science.org/doi/10.1126/sciadv.aee0266" target="_blank">Two decades of human-­ and climate-­ induced groundwater storage shifts in Brazil. </a>3 de junho, 2026. Getirana, A., et. al.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/agua-subterranea-no-brasil-estudo-aponta-perda-em-aquiferos-estrategicos-sob-seca-e-uso-intensivo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Experimento internacional investigará impacto do aumento de CO₂ na Amazônia]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/experimento-internacional-investigara-impacto-do-aumento-de-co-na-amazonia.html</link><pubDate>Sat, 13 Jun 2026 18:54:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Projeto AmazonFace acompanhará durante dez anos áreas preservadas da floresta amazônica para compreender como o aumento do dióxido de carbono pode alterar crescimento, biodiversidade, nutrientes e dinâmica ecológica.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/experimento-internacional-investigara-impacto-do-aumento-de-co-na-amazonia-1781365425811.jpg" data-image="yv1lv7aq1aan" alt="Anéis em torno das seis parcelas da floresta amazônica em que serão feitas as pesquisas do AmazonFace sobre os efeitos de uma atmosfera enriquecida com CO2 Dado Galdieri / AmazonFace" title="Anéis em torno das seis parcelas da floresta amazônica em que serão feitas as pesquisas do AmazonFace sobre os efeitos de uma atmosfera enriquecida com CO2 Dado Galdieri / AmazonFace"><figcaption>Anéis em torno das seis parcelas da floresta amazônica em que serão feitas as pesquisas do AmazonFace sobre os efeitos de uma atmosfera enriquecida com CO2. Crédito: Dado Galdieri / AmazonFace</figcaption></figure><p>A maior floresta tropical do planeta será palco de <strong>um experimento científico sem precedentes. </strong>O programa AmazonFace iniciará a fase principal de uma pesquisa internacional que pretende revelar <strong>como a Amazônia reage a uma atmosfera com concentração de dióxido de carbono (CO₂) 50% superior aos níveis atuais.</strong> O estudo acompanhará, ao longo de uma década, seis parcelas de floresta preservada na reserva ZF2, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), localizada a cerca de 70 quilômetros de Manaus.</p><p>A iniciativa busca responder a uma questão central para o futuro do clima global: de que forma o aumento do principal gás responsável pelo aquecimento do planeta<strong> afetará o funcionamento da floresta amazônica.</strong> O CO₂ é um dos elementos fundamentais da fotossíntese, processo pelo qual as plantas produzem energia para crescer e sobreviver.</p><p>Os testes finais da estrutura experimental começam em junho, e <strong>as medições contínuas devem ser iniciadas em agosto. </strong>A expectativa dos pesquisadores é que os resultados ajudem a compreender se a floresta poderá absorver mais carbono da atmosfera ou se enfrentará limitações impostas pela disponibilidade de nutrientes e pelas mudanças climáticas.</p><h2>Tecnologia inédita em floresta tropical</h2><p>O <strong>AmazonFace</strong> utiliza a tecnologia conhecida como Free-Air CO₂ Enrichment (Face), criada nos Estados Unidos na década de 1990. Embora já tenha sido aplicada em diferentes tipos de vegetação de regiões temperadas, esta será a primeira vez que o método será empregado em uma floresta tropical.</p><div class="texto-destacado">Cada uma das seis parcelas experimentais é cercada por um anel de 30 metros de diâmetro, composto por 16 torres de 35 metros de altura. Três dessas áreas receberão ar enriquecido com CO₂ durante o dia, elevando a concentração do gás de 420 para 620 partes por milhão, valor que poderá ser alcançado pela atmosfera terrestre nas próximas décadas.</div><p>As outras três parcelas funcionarão como grupo de controle, mantendo os níveis atuais de dióxido de carbono. Como os anéis estão instalados em ambientes praticamente idênticos e separados por apenas 90 metros, os cientistas poderão comparar diretamente os efeitos do aumento do CO₂ sobre a vegetação.</p><h2>Monitoramento detalhado da floresta</h2><p>O experimento reúne uma ampla rede de equipamentos capazes de registrar temperatura, direção dos ventos, concentração de gases atmosféricos, atividade fotossintética das folhas, dinâmica das raízes e disponibilidade de nutrientes no solo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/experimento-internacional-investigara-impacto-do-aumento-de-co-na-amazonia-1781365531644.jpg" data-image="fsmmc4s4cgu7" alt="Visão da parte interna de um anel João M. Rosa / AmazonFace" title="Visão da parte interna de um anel João M. Rosa / AmazonFace"><figcaption>Visão da parte interna de um anel. Crédito: João M. Rosa / AmazonFace</figcaption></figure><p>Dentro de cada parcela existem entre 50 e 70 árvores adultas, além de vegetação de menor porte. Ao todo,<strong> os seis anéis abrigam cerca de 400 espécies vegetais diferentes</strong>, refletindo a extraordinária biodiversidade amazônica.</p><p>Segundo os pesquisadores, uma das principais metas é<strong> identificar quais espécies serão favorecidas e quais poderão enfrentar dificuldades em um ambiente mais rico em CO₂</strong>. O acompanhamento da biomassa também permitirá verificar se as árvores aumentarão seu crescimento e sua capacidade de armazenar carbono.</p><h2>Primeiros resultados e investimento milionário</h2><p>Estudos preliminares realizados entre 2019 e 2022 em câmaras experimentais menores já indicaram mudanças importantes. Pesquisadores observaram que <strong>plantas do sub-bosque desenvolveram raízes mais eficientes </strong>na absorção de fósforo, nutriente considerado limitante para o crescimento vegetal na Amazônia.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="772273" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/estudo-revela-que-solo-do-cerrado-armazena-ate-8-vezes-mais-carbono-que-a-amazonia.html" title="Estudo revela que solo do Cerrado armazena até 8 vezes mais carbono que a Amazônia">Estudo revela que solo do Cerrado armazena até 8 vezes mais carbono que a Amazônia</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/estudo-revela-que-solo-do-cerrado-armazena-ate-8-vezes-mais-carbono-que-a-amazonia.html" title="Estudo revela que solo do Cerrado armazena até 8 vezes mais carbono que a Amazônia"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/areas-umidas-do-cerrado-concentram-carbono-milenar-e-superam-amazonia-em-densidade-por-hectare-1780588444683_320.jpg" alt="Estudo revela que solo do Cerrado armazena até 8 vezes mais carbono que a Amazônia"></a></article></aside><p>Os resultados sugerem que a vegetação pode adaptar suas estratégias para aproveitar melhor os recursos disponíveis quando exposta a concentrações elevadas de dióxido de carbono. No entanto, os cientistas destacam que ainda não é possível prever os efeitos sobre todo o ecossistema amazônico.</p><p>Até o momento, o AmazonFace recebeu investimentos de aproximadamente R$ 80 milhões, provenientes de instituições brasileiras e do serviço meteorológico do Reino Unido. O custo total previsto<strong> para os próximos dez anos é de R$ 260 milhões</strong>, com recursos já garantidos para os cinco primeiros anos de operação.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em>Revista Fapesp. <a href="https://revistapesquisa.fapesp.br/experimento-internacional-vai-estudar-como-a-amazonia-reage-a-ambiente-rico-em-dioxido-de-carbono/" title="Experimento internacional vai estudar como a Amazônia reage a ambiente rico em dióxido de carbono">Experimento internacional vai estudar como a Amazônia reage a ambiente rico em dióxido de carbono.</a> 2026</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/experimento-internacional-investigara-impacto-do-aumento-de-co-na-amazonia.html</guid><dc:creator><![CDATA[João Cunha]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Vídeo: Inundações severas e rios de granizo alagam ruas em cidades de Saitama, Japão]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/video-inundacoes-severas-e-rios-de-granizo-alagam-ruas-em-cidades-de-saitama-japao.html</link><pubDate>Sat, 13 Jun 2026 17:23:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Verdadeiros rios de água e gelo foram algumas das consequências das fortes tempestades que atingiram cidades no leste do Japão. Granizo cobriu as ruas alagadas.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaezf2m"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaezf2m.jpg" id="xaezf2m"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>As cidades de Hannō e Iruma, na província de Saitama, <strong>na região centro-oeste do Japão, foram atingidas por fortes tempestades</strong> no dia 12 de junho.</p><p>Uma grande quantidade de granizo cobriu as ruas já alagadas, resultado das fortes chuvas.<strong> Ventos fortes também atingiram a região.</strong> As cidades afetadas estão localizadas a cerca de 40 km a noroeste de Tóquio.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">Hanno city experienced heavy rain and hail today... <a href="https://t.co/5sDI3cQbXx">pic.twitter.com/5sDI3cQbXx</a></p>— CMNS_Media (@1SanatanSatya) <a href="https://x.com/1SanatanSatya/status/2065310500649603348?ref_src=twsrc%5Etfw">June 12, 2026</a></blockquote></figure><p>Embora as imagens não mostrem granizo de tamanho gigantesco, a quantidade extraordinária registrada causou problemas nessas cidades.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/tfgK-370Kgs/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=tfgK-370Kgs" id="tfgK-370Kgs"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>Imagens divulgadas pela mídia local mostram a grande quantidade de <strong>granizo que se acumulou após as tempestades</strong>, chegando a mais de<strong> 6 cm em algumas áreas</strong>.</p><div class="texto-destacado">Como se forma o granizo?<br><br>O granizo se forma quando correntes ascendentes dentro de nuvens de tempestade mantêm minúsculos cristais de gelo em suspensão. À medida que essas correntes sobem, a água da chuva adere à superfície dos cristais e congela ao ser elevada para grandes altitudes dentro da nuvem. Quanto mais tempo o granizo permanecer dentro da nuvem, mais esse processo se repete e maiores serão as pedras de granizo quando atingirem o solo.</div><p>A chuva forte e a incrível quantidade de granizo não foram as únicas consequências dessas tempestades: o vento também desempenhou um papel importante. <strong>Rajadas intensas de vento impulsionaram a chuva e o granizo</strong>, como mostram as imagens compartilhadas por veículos de imprensa japoneses.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/mPiSIPOQqOM/sddefault.jpg" alt="youtube video id=mPiSIPOQqOM" id="mPiSIPOQqOM"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>Uma reportagem da TV Asahi destacou a formação de verdadeiros "rios de granizo" em algumas áreas de Saitama, observando que as fortes chuvas ocorreram pouco depois do meio-dia na cidade de Hanno. <strong>A reportagem também enfatizou que a precipitação totalizou 31,5 mm em uma hora</strong>, o maior acumulado em uma hora registrado até o momento neste ano.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771516" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/canhoes-anti-granizo-nao-funcionam-e-sao-um-desperdicio-de-dinheiro-entenda-o-porque.html" title="Canhões anti granizo não funcionam e são um desperdício de dinheiro; entenda o porquê">Canhões anti granizo não funcionam e são um desperdício de dinheiro; entenda o porquê</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/canhoes-anti-granizo-nao-funcionam-e-sao-um-desperdicio-de-dinheiro-entenda-o-porque.html" title="Canhões anti granizo não funcionam e são um desperdício de dinheiro; entenda o porquê"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/canhoes-anti-granizo-nao-funcionam-e-sao-um-desperdicio-de-dinheiro-entenda-o-porque-1780171348179_320.jpg" alt="Canhões anti granizo não funcionam e são um desperdício de dinheiro; entenda o porquê"></a></article></aside><p>As tempestades rapidamente desencadearam grandes quantidades de granizo, que cobriram as ruas de branco antes de serem lavadas pela chuva. As tempestades se desenvolveram rapidamente e o alerta permaneceu em vigor durante toda a tarde e até o período da noite da sexta-feira, 12 de junho.</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em>- Fuji News Network. <a href="https://www.fnn.jp/articles/-/1059546" target="_blank">今夜もまだ「ゲリラ雷雨」警戒　あすも山沿い中心に不安定　関東各地でひょう、冠水被害も</a> (Se mantiene vigilancia ante tormentas severas en la región montañosa; granizo e inundaciones en diversas partes de Kantō). En japonés.</em></p><p><em>- TV Asahi. <a href="https://news.tv-asahi.co.jp/news_society/articles/900192770.html" target="_blank">東京でゲリラ雷雨発生“天気急変”　埼玉では「雹の川」現る</a> (Repentinas tormentas eléctricas azotan Tokio, provocando cambios bruscos en el clima; en Saitama aparece un "río de granizo"). En japonés.<br></em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/video-inundacoes-severas-e-rios-de-granizo-alagam-ruas-em-cidades-de-saitama-japao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O futuro da exploração espacial da NASA: cronograma e desafios das próximas missões Artemis]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/o-futuro-da-exploracao-espacial-da-nasa-cronograma-e-desafios-das-proximas-missoes-artemis.html</link><pubDate>Sat, 13 Jun 2026 14:34:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>O programa Artemis da NASA define o rumo. Com as missões Artemis III e IV agora planeadas para o período entre 2027 e 2028, a exploração lunar enfrenta novos prazos e desafios tecnológicos complexos, incluindo o desenvolvimento de módulos de aterragem comerciais pela SpaceX e pela Blue Origin, e a introdução de novos fatos espaciais.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/il-futuro-dell-esplorazione-spaziale-della-nasa-calendario-e-sfide-delle-prossime-missioni-artemis-iii-e-iv-1780998553257.png" data-image="ymqmhka9hubm"><figcaption>A Axiom Space já iniciou a produção do fato espacial AxEMU, cujas camadas exteriores de proteção foram desenvolvidas em colaboração com a etiqueta italiana Prada. Trata-se de um fato de última geração concebido para astronautas que trabalham na superfície lunar. Fonte da imagem: Cortesia da Axiom Space e da Prada.</figcaption></figure><p>Após o sucesso da missão Artemis II em abril deste ano, que marcou o regresso da humanidade à órbita lunar pela primeira vez em mais de 50 anos, a NASA parecia ter estabelecido um <strong>roteiro claro para futuras missões rumo à próxima alunagem</strong>.</p><p>Mas apenas alguns meses depois, os <strong>planos mudaram rapidamente</strong> – e nem sempre para melhor. A NASA está mais uma vez a rever a sua estratégia para ultrapassar as dificuldades técnicas e os obstáculos de engenharia que ainda a separam da superfície lunar. As agências governamentais e os parceiros comerciais envolvidos no projeto continuam a enfrentar uma longa lista de desafios logísticos e técnicos.</p><p>Além disso, a NASA deverá <strong>anunciar em breve os nomes dos quatro astronautas selecionados para a missão Artemis III</strong>. O anúncio proporcionará também uma oportunidade para partilhar mais informações sobre o progresso do programa e a composição futura da tripulação.</p><h2>Uma nova direção para o programa Artemis III e o adiamento da alunissagem</h2><p>O desenvolvimento mais significativo, confirmado pelos representantes da agência, diz respeito à Artemis III, cujo<strong> lançamento está agora oficialmente agendado para o final de 2027</strong>. Devido a atrasos no desenvolvimento dos sistemas de aterragem lunar, que seriam fornecidos por parceiros do setor privado, a missão sofreu alterações substanciais. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/il-futuro-dell-esplorazione-spaziale-della-nasa-calendario-e-sfide-delle-prossime-missioni-artemis-iii-e-iv-1780998687886.jpg" data-image="bbhmrwoo6vhl"><figcaption>O sistema de aterragem humana (HLS) Starship da SpaceX continua a ser submetido a uma série de testes de voo na sua versão mais recente, a Starship V3. Fonte da imagem: SpaceX.</figcaption></figure><p>Está agora confirmado que <strong>não haverá mais tentativas de aterrar a Artemis III na Lua</strong>. Em vez disso, a tripulação permanecerá em órbita baixa da Terra, a uma altitude de aproximadamente 463 quilómetros, a bordo da nave Orion, que será lançada pelo poderoso foguetão SLS (Space Launch System) da NASA, semelhante ao da Estação Espacial Internacional.</p><p>A <strong>missão concentra-se exclusivamente em testes funcionais e acoplamento em órbita</strong> com protótipos comerciais de módulos de aterrissagem lunar desenvolvidos pela SpaceX e pela Blue Origin. Os astronautas irão <strong>avaliar os sistemas de propulsão, os sistemas de suporte de vida e as tecnologias de comunicação</strong>, otimizando tudo para a próxima missão lunar.</p><p>Caso esta fase de testes seja bem-sucedida, a NASA prosseguirá com o lançamento da Artemis IV no final de 2028. <strong>Esta será a primeira missão em mais de cinco décadas a enviar astronautas de volta à superfície lunar</strong>.</p><h2>Desafios para a SpaceX e a Blue Origin</h2><p>O <strong>adiamento da alunagem está intimamente ligado aos sistemas de aterrissagem tripulados contratados pelas empresas privadas</strong>. O Starship HLS (<em>Human Landing System</em>) da SpaceX continua a ser submetido a uma série de testes de voo na sua versão mais recente, a Starship V3.</p><p>Antes que o módulo de aterrissagem possa ser aprovado para uso tripulado e participar nos testes orbitais previstos para 2027, a empresa de Elon Musk precisa <strong>provar que o veículo é absolutamente confiável e capaz de reabastecer com combustível criogênico em órbita</strong> – um requisito crucial para futuros voos à Lua.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/il-futuro-dell-esplorazione-spaziale-della-nasa-calendario-e-sfide-delle-prossime-missioni-artemis-iii-e-iv-1780999119570.png" data-image="v4czf5sb5gxj"><figcaption>Ilustração artística do módulo lunar da Blue Origin, concebido para transportar equipamento como veículos exploradores necessários para missões na superfície lunar. Fonte da imagem: Blue Origin.</figcaption></figure><p>A situação na Blue Origin deteriorou-se significativamente nas últimas semanas. Após a <strong>grave falha no teste estático do foguete New Glenn</strong>, em 28 de maio, que resultou numa explosão e danos severos no Complexo de Lançamento 36 no Cabo Canaveral, <strong>a NASA enfrenta agora desafios logísticos adicionais</strong>. A empresa de Jeff Bezos não possui atualmente instalações de lançamento alternativas e, por isso, está impossibilitada de continuar os testes do foguete New Glenn.</p><p>Nos últimos dias, a liderança da NASA indicou que é <strong>necessário encontrar veículos de lançamento alternativos</strong> para que o módulo de aterrissagem Blue Moon da Blue Origin, na sua configuração Mark 2, possa cumprir os prazos do programa e participar nos testes de acoplamento orbital previstos para 2027. Ironicamente, o foguete que poderá ajudar a Blue Origin a cumprir o seu contrato com a NASA pode acabar por ser fornecido pela sua concorrente, a SpaceX.</p><h2>Fatos espaciais do século 21: o programa AxEMU</h2><p>Embora os sistemas de lançamento e aterrissagem continuem enfrentando desafios técnicos complexos, <strong>o desenvolvimento de fatos espaciais está progredindo rapidamente</strong>.</p><p>A Axiom Space já iniciou a produção do AxEMU, um fato espacial de última geração feito para astronautas que trabalham na superfície lunar. Desenvolvido em colaboração com a marca italiana <em>Prada </em>para as camadas exteriores de proteção e com a <em>Oakley </em>para o sistema de viseira de alta resolução, o fato passou com sucesso os testes técnicos da NASA.<strong> </strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/il-futuro-dell-esplorazione-spaziale-della-nasa-calendario-e-sfide-delle-prossime-missioni-artemis-iii-e-iv-1780999199817.png" data-image="pi9vp3f60dtz"><figcaption>Foram apresentados os fatos espaciais desenvolvidos pela Axiom Space em colaboração com a Prada. Fonte da imagem: Cortesia da Axiom Space e da Prada.</figcaption></figure><p>O <strong>sistema já concluiu mais de 850 horas de testes</strong> de pressão tripulados em instalações de simulação no solo. Os detalhes operacionais ainda estão sendo refinados, e a empresa confirmou os planos para testar o hardware em 2027, como parte das atividades dentro dos módulos de aterrissagem lunar em órbita, antes da aterrissagem lunar planejada para o ano seguinte.</p><h2>A caminho de Artemis IV: ciência e cooperação internacional</h2><p>Enquanto a Artemis III se concentrará em testar a infraestrutura de voo e os sistemas de acoplamento em órbita terrestre, a Artemis IV dará cada vez mais prioridade à pesquisa científica na Lua e à colaboração internacional. Para a missão de 2028, a Agência Espacial Europeia (ESA) e a <em>Airbus Defence and Space</em> estão trabalhando na <strong>conclusão dos módulos de serviço que irão fornecer suporte de vida aos astronautas</strong>. </p><p>Além disso, a NASA já selecionou os <strong>primeiros instrumentos científicos a serem implantados na superfície lunar</strong>. Entre eles está o DUSTER, um sensor feito para analisar as condições ambientais na Lua — incluindo poeira e plasma — junto ao polo sul. Esta região apresenta flutuações extremas de temperatura, que variam entre os 120°C sob luz solar direta e os -200°C em áreas permanentemente sombreadas.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/o-futuro-da-exploracao-espacial-da-nasa-cronograma-e-desafios-das-proximas-missoes-artemis.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Geleiras colossais, vida selvagem e paisagens extremas: por dentro do maior parque nacional do mundo]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/geleiras-colossais-vida-selvagem-e-paisagens-extremas-por-dentro-do-maior-parque-nacional-do-mundo.html</link><pubDate>Sat, 13 Jun 2026 12:06:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Ursos polares, bois-almiscarados, fiordes gelados e montanhas esculpidas pelo gelo fazem parte da paisagem deste vasto parque nacional. Descubra como sua imensidão e notável estado de conservação o tornaram uma das áreas naturais mais singulares do mundo.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/colossal-glaciers-arctic-wildlife-and-extreme-landscapes-inside-the-world-s-largest-national-park-1781111517925.jpg" data-image="dlihcqnb549s"><figcaption>O nordeste da Groenlândia abriga o maior parque nacional do mundo, com uma área de quase um milhão de quilômetros quadrados.</figcaption></figure><p>Uma vasta extensão de gelo, tundra e montanhas cobre o nordeste da <strong>Groenlândia</strong>. É lá que se encontra o <strong>maior parque nacional do mundo</strong>. Abrangendo <strong>quase um milhão de quilômetros quadrados</strong>, sua dimensão é difícil de compreender, mesmo em um lugar tão imenso quanto a Groenlândia.</p><p>Longe de cidades e estradas, a paisagem muda muito pouco de um ano para o outro. Grandes áreas deste <strong>canto remoto do planeta</strong> permanecem praticamente como eram séculos atrás.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>O parque protege montanhas, geleiras, fiordes e extensas paisagens de tundra que preservaram grande parte de suas características originais.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Aqueles que chegam até aqui encontram uma<strong> região selvagem moldada pelo gelo, pelo vento </strong>e pelos ritmos sazonais do Ártico, muito diferente das transformações vivenciadas por muitas outras regiões do mundo.</p><h2><strong>Uma paisagem moldada pelo gelo</strong></h2><p>A paisagem está em constante mudança, alternando entre<strong> vastos campos de gelo, montanhas escarpadas, fiordes profundos e extensas planícies de tundra</strong>. Em toda a região, picos de granito, vales esculpidos por geleiras ancestrais e amplas extensões de tundra se estendem por quilômetros praticamente sem interrupção.</p><p>Quando a <strong>neve derrete e as temperaturas sobem</strong>, partes do terreno perdem sua aparência branca e revelam um mosaico de cores que variam do verde ao marrom.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Essa transformação quebra a uniformidade do gelo e muda completamente a aparência da paisagem.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Os <strong>fiordes </strong>estão entre as características marcantes da região. Essas <strong>enseadas profundas, esculpidas por antigas geleiras</strong>, cortam o litoral e criam paisagens espetaculares cercadas por<strong> montanhas íngremes e icebergs flutuantes</strong>.</p><p>Algumas geleiras se estendem até a costa e terminam perto dos fiordes. Essas formações estão entre os elementos mais icônicos da paisagem da região.</p><h2><strong>A vida selvagem do nordeste da Groenlândia</strong></h2><p>O frio, o gelo e os longos invernos não impediram que diversas espécies prosperassem aqui. Os <strong>ursos polares </strong>estão entre os animais mais reconhecíveis da região e ocupam o topo da cadeia alimentar do Ártico.</p><p>Os <strong>bois-almiscarados</strong> são outro dos habitantes mais peculiares da área. Esses mamíferos de aparência pré-histórica percorrem as planícies da tundra e suportam temperaturas extremamente baixas graças à sua pelagem espessa.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/colossal-glaciers-arctic-wildlife-and-extreme-landscapes-inside-the-world-s-largest-national-park-1781111630776.jpg" data-image="gtvtb7yt6mdx"><figcaption>Em algumas partes da região, é comum ver bois-almiscarados atravessando paisagens abertas.</figcaption></figure><p>As águas costeiras abrigam diversas espécies de <strong>focas</strong> árticas que dependem do gelo marinho para descansar, reproduzir e se alimentar. Dependendo da época do ano, os visitantes também podem avistar <strong>morsas </strong>e várias espécies de <strong>baleias </strong>migrando pelos fiordes e mares da região.</p><div class="texto-destacado">A observação da vida selvagem varia bastante dependendo da localização e da época do ano. Os animais estão presentes, mas não são encontrados em todos os cantos do parque.</div><p>Os <strong>avistamentos podem ser esporádicos e dependem da estação do ano</strong>, das condições do gelo e da localização. Os ursos polares são vistos com mais frequência em áreas de gelo marinho, onde passam grande parte do tempo em busca de alimento.</p><h2><strong>Coisas importantes a saber antes de planejar uma visita</strong></h2><p>Este <strong>não é um destino de fácil acesso</strong>, fator que contribuiu para preservar seu caráter selvagem ao longo dos séculos. Muitas visitas são feitas por via marítima, a bordo de <strong>embarcações de expedição que percorrem o litoral </strong>e os fiordes desta região isolada da Groenlândia.</p><div class="texto-destacado">As condições meteorológicas nesta região podem mudar rapidamente. Nevoeiro, condições do mar e a presença de gelo afetam frequentemente os planos de viagem e os cronogramas das expedições.</div><p>Outro fator crucial é a proteção do ecossistema. O<strong> isolamento desta região contribuiu para a preservação de ecossistemas</strong> relativamente intocados, o que explica as precauções tomadas em cada expedição e desembarque.</p><p>A <strong>conservação </strong>desta região selvagem do Ártico depende, em grande medida, da minimização do impacto humano, por menor que ele possa parecer.</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em><a href="https://www.travelandleisure.com/northeast-greenland-national-park-guide-11986632" target="_blank">The World’s Largest National Park Is 100 Times Bigger Than Yellowstone—and It Has Glaciers, Polar Bears, and Fjord Views.</a> 1 de junho, 2026. Staff Author.<br> </em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/geleiras-colossais-vida-selvagem-e-paisagens-extremas-por-dentro-do-maior-parque-nacional-do-mundo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frio e umidade no Centro-Sul: veja quais lavouras podem sentir mais a virada do fim de semana]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/frio-e-umidade-no-centro-sul-veja-quais-lavouras-podem-sentir-mais-a-virada-do-fim-de-semana.html</link><pubDate>Sat, 13 Jun 2026 10:07:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Frio e umidade avançam pelo Centro-Sul neste fim de semana, com impacto sobre lavouras de milho, feijão, trigo e hortaliças; o ar polar ganha força no domingo e aumenta o risco de geada no início da semana.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-e-umidade-no-centro-sul-veja-quais-lavouras-podem-sentir-mais-a-virada-do-fim-de-semana-1781273086358.jpg" data-image="x7gb38flnf7y" alt="Frente, sul, sudeste, ar polar" title="Frente, sul, sudeste, ar polar"><figcaption>Temperaturas mais baixas avançam pelo Sul e alcançam parte do Centro-Sul na manhã de segunda-feira, com ar polar atuando após a passagem da frente fria.</figcaption></figure><p>O fim de semana terá uma virada importante no Centro-Sul do Brasil, com <strong>chuva em parte do Sudeste, instabilidade no Mato Grosso do Sul e avanço de ar polar pelo Sul</strong>. A combinação de umidade, queda de temperatura e risco de geada muda o ambiente para lavouras em fases decisivas.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>O frio mais forte não chega todo de uma vez. <strong>Ele começa a ser sentido entre sábado e domingo, mas deve ganhar intensidade no início da próxima semana</strong>, especialmente no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul e áreas de maior altitude do Sudeste. Para o campo, o alerta é simples: <strong>o problema não é apenas o frio, mas a sequência de chuva, solo úmido, baixa radiação</strong> e madrugadas geladas.</p><h2>Ar polar avança após a chuva e muda o mapa do Centro-Sul </h2><p>A frente fria ainda mantém instabilidade em parte do Centro-Sul no fim de semana, <strong>com chuva mais relevante sobre São Paulo, sul de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul</strong>. No mapa, a faixa de maior atenção aparece entre o centro-sul do país e a borda do Sudeste, onde a umidade avança antes da entrada mais forte do ar frio.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-e-umidade-no-centro-sul-veja-quais-lavouras-podem-sentir-mais-a-virada-do-fim-de-semana-1781274212506.jpg" data-image="d1tpacgsxklk" alt="Ar polar, frio, sudeste, sul, trigo" title="Ar polar, frio, sudeste, sul, trigo"><figcaption>A massa de ar polar deixa temperaturas abaixo da média em grande parte do Centro-Sul, com destaque para o Sul, Mato Grosso do Sul, São Paulo e áreas do Sudeste.</figcaption></figure><p>Depois da chuva, a massa de ar polar ganha espaço e empurra as temperaturas para baixo. <strong>No Sul, o tempo tende a firmar em várias áreas, mas com madrugadas cada vez mais frias</strong>. Nas serras gaúcha e catarinense, há possibilidade de marcas negativas no começo da semana, enquanto áreas do Paraná, sul de São Paulo e Mato Grosso do Sul devem sentir queda acentuada nas mínimas.</p><h2>Milho, feijão e trigo sentem riscos diferentes </h2><p>O milho segunda safra é a cultura que mais exige atenção no recorte nacional. A colheita ainda está no começo em várias áreas, e parte das lavouras segue em maturação ou enchimento de grãos. No Paraná, onde a segunda safra tem peso importante, <strong>o risco aumenta porque muitas áreas ainda não estão protegidas pela colheita e podem sentir variações térmicas fortes.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-e-umidade-no-centro-sul-veja-quais-lavouras-podem-sentir-mais-a-virada-do-fim-de-semana-1781274372262.jpg" data-image="2nb49r9cp4ht" alt="chuva, acumulada, anomalia, frio" title="chuva, acumulada, anomalia, frio"><figcaption>A chuva acumulada até segunda-feira mantém áreas de atenção entre Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais e parte do Sul, onde o solo úmido pode atrasar colheita e manejo das lavouras.</figcaption></figure><p>O feijão sofre mais com umidade alta, atraso de colheita e perda de qualidade, enquanto o trigo tem uma leitura mais regional. <strong>O frio moderado não é necessariamente ruim para lavouras jovens</strong>, mas chuva frequente e solo encharcado podem interromper a semeadura, dificultar a emergência e atrasar operações no campo.</p><p>Os principais pontos de atenção são:</p><ul> <li><strong>milho segunda safra no Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo, especialmente em áreas ainda em enchimento de grãos;</strong></li> <li>feijão em colheita ou maturação, com risco de perda de qualidade sob chuva e alta umidade;</li> <li><strong>trigo recém-semeado no Sul, com atenção para excesso de umidade no solo;</strong></li> <li>hortaliças em áreas serranas e cinturões verdes, sensíveis a frio, pouca insolação e doenças fúngicas.</li> </ul><h2>Próximos dias pedem manejo atento no campo </h2><p><strong>A janela mais crítica começa no domingo e se estende pelo início da semana, quando o frio ganha força após a passagem da frente fria</strong>. Em áreas de baixada, vales e encostas protegidas do vento, o risco de geada costuma ser maior, porque o ar frio se acumula durante a madrugada. Mesmo onde não houver geada, temperaturas baixas reduzem o metabolismo das plantas e atrasam a secagem natural do solo e dos grãos.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="772461" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/plantio-do-trigo-passa-de-40-no-pais-mas-instabilidade-acende-alerta-no-rs.html" title="Plantio do trigo passa de 40% no país, mas instabilidade acende alerta no RS">Plantio do trigo passa de 40% no país, mas instabilidade acende alerta no RS</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/plantio-do-trigo-passa-de-40-no-pais-mas-instabilidade-acende-alerta-no-rs.html" title="Plantio do trigo passa de 40% no país, mas instabilidade acende alerta no RS"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/corrida-do-trigo-no-sul-tempo-firme-acelera-plantio-e-pais-ja-passa-de-40-da-area-semeada-1780669958292_320.jpg" alt="Plantio do trigo passa de 40% no país, mas instabilidade acende alerta no RS"></a></article></aside><p>O ponto central será acompanhar a combinação entre temperatura mínima, umidade do solo e estágio da lavoura. C<strong>olheitas devem avançar onde houver janela seca</strong>, mas áreas com solo pesado ou lavouras ainda verdes exigem cautela.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/frio-e-umidade-no-centro-sul-veja-quais-lavouras-podem-sentir-mais-a-virada-do-fim-de-semana.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Plantas resistentes ao sol: 6 opções fáceis de cuidar e que são perfeitas para plantar em vaso ]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/plantas-resistentes-ao-sol-6-opcoes-faceis-de-cuidar-e-que-sao-perfeitas-para-plantar-em-vaso.html</link><pubDate>Sat, 13 Jun 2026 09:03:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Plantas resistentes ao sol pleno para vasos que toleram o calor intenso e a luz direta por várias horas sem queimar. Veja aqui 6 opções delas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/plantas-resistentes-ao-sol-6-opcoes-faceis-de-cuidar-e-que-sao-perfeitas-para-plantar-em-vaso-1781286257387.jpg" data-image="gqxbskhw3kl5"><figcaption>Planta Rosa do Deserto (<em>Adenium obesum</em>). Crédito: Mayura Posrisoong/Shutterstock.</figcaption></figure><p>As<strong> plantas ideais para ambientes secos e ensolarados</strong> desenvolveram mecanismos naturais para sobrevivência ao longo do tempo, mas exigem cuidados específicos. E se você está procurando uma para cultivar em ambientes com bastante sol, então este artigo é para você.</p><p>Elas <strong>podem ser plantadas tanto no jardim quanto em vasos</strong> e são perfeitas para decorar terraços e varandas. <strong>Veja aqui 6 espécies delas</strong>, além dos cuidados que elas demandam.</p><h2>6 plantas resistentes ao sol</h2><p>Escolher <strong>plantas adequadas que possam prosperar sob o sol </strong>é fundamental para garantir que seu jardim se mantenha sempre bonito e saudável. Veja nossas 6 sugestões de plantas:</p><h3>Rosa do Deserto (<em>Adenium obesum</em>) </h3><p>A Rosa do Deserto é uma<strong> planta escultural que adora sol direto e calor</strong>. É uma <strong>espécie rústica</strong>, de origem africana, que precisa de pelo menos 6 horas de sol por dia para produzir<strong> belas flores</strong>. É excelente para vasos do tipo bacia em sua fase adulta. </p><p>É uma espécie de vida perene que pode atingir até os 4 metros de altura. Tem um <strong>tronco engrossado</strong> na base chamado <strong>caudex</strong>, que<strong> funciona como uma caixa d'água natural</strong>, permitindo que a planta sobreviva a longas secas. </p><h3>Coroa-de-Cristo (<em>Euphorbia milii</em>)</h3><p>É uma planta <strong>ornamental </strong>que se destaca pela variedade de cores e pela <strong>durabilidade</strong>. <strong>Resistente </strong>e com floração abundante o ano todo. Ela fica linda em vasos e jardineiras, mas exige cuidado com os espinhos ao longo do caule.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/plantas-resistentes-ao-sol-6-opcoes-faceis-de-cuidar-e-que-sao-perfeitas-para-plantar-em-vaso-1781286435800.jpg" data-image="n8h8d6akar5j"><figcaption>A planta Coroa-de-Cristo (<em>Euphorbia milii</em>).</figcaption></figure><p>Ela possui um<strong> caule suculento, que armazena água e nutrientes</strong>, o que permite que sobreviva em condições de seca. Além de resistente, ela exige pouca manutenção.</p><h3>Espada-de-São-Jorge (<em>Sansevieria trifasciata</em>)</h3><p>Esta é uma planta clássica, quase indestrutível e <strong>se adapta muito bem tanto à meia-sombra quanto ao sol pleno</strong>. Porém, é necessário que o ambiente em que ela esteja receba bastante claridade. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771059" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/3-plantas-de-crescimento-rapido-para-cobrir-seu-jardim-em-tempo-recorde-e-sem-gastar-muito.html" title="3 plantas de crescimento rápido para cobrir seu jardim em tempo recorde e sem gastar muito">3 plantas de crescimento rápido para cobrir seu jardim em tempo recorde e sem gastar muito</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/3-plantas-de-crescimento-rapido-para-cobrir-seu-jardim-em-tempo-recorde-e-sem-gastar-muito.html" title="3 plantas de crescimento rápido para cobrir seu jardim em tempo recorde e sem gastar muito"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/3-plantas-de-crecimiento-ultrarrapido-para-cubrir-tu-jardin-en-tiempo-record-y-sin-gastar-mucho-dinero-1779348876783_320.png" alt="3 plantas de crescimento rápido para cobrir seu jardim em tempo recorde e sem gastar muito"></a></article></aside><p>Além de gostar de luz solar direta, ela aguenta temperaturas mais baixas e <strong>não exige regas constantes</strong>, sendo indicada até para os iniciantes em jardinagem.</p><h3>Suculentas</h3><p>Suculentas como <strong>agave </strong>e <strong>yucca </strong>(Yucca L.)<strong> </strong>têm grande porte, são ideais para vasos e trazem um visual moderno, estruturado e <strong>exigem pouca manutenção</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/plantas-resistentes-ao-sol-6-opcoes-faceis-de-cuidar-e-que-sao-perfeitas-para-plantar-em-vaso-1781286680121.jpg" data-image="n3ga96ilnlbo"><figcaption>A suculenta <em>Agave angustifolia</em>, ou Piteira-do-caribe. Crédito: David E Mead.</figcaption></figure><p>Elas são <strong>resistentes</strong> e <strong>toleram sol forte e calor</strong>; no entanto, elas não resistem a temperaturas baixas, sendo indicadas somente para lugares que contam com sol praticamente o ano todo. </p><h3>Beldroega (<em>Portulaca oleracea</em>)</h3><p>Uma planta que abre suas flores apenas nas manhãs ensolaradas, por algumas horas. É <strong>ótima para vasos suspensos ou muros</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/plantas-resistentes-ao-sol-6-opcoes-faceis-de-cuidar-e-que-sao-perfeitas-para-plantar-em-vaso-1781286886033.jpg" data-image="6qarjf0dko3w"><figcaption>A planta Beldroega (<em>Portulaca oleracea</em>).</figcaption></figure><p>É uma espécie herbácea prostrada e rasteira, de caule liso e avermelhado, e além de ornamental, <strong>é considerada uma PANC</strong> (Planta Alimentícia Não Convencional).</p><p>Ela <strong>prospera sob várias condições</strong>: solos pobres, calor, seca e sol escaldante, porém, <strong>não tolera geadas</strong>, mas é resistente ao frio.</p><h3>Clúsia (<em>Clusia fluminensis</em>)</h3><p>É uma planta de <strong>folhas brilhantes, rígidas e arredondadas</strong>, muito <strong>resistente </strong>e que se desenvolve muito bem em vasos grandes. É nativa do Brasil, famosa por sua extrema rusticidade e facilidade de cultivo. </p><p>Ela <strong>gosta muito de verão, e fica exuberante sob o forte calor e luz solar</strong>. E ainda <strong>tolera secas moderadas</strong>, pois suas folhas grossas ajudam a reter água. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/plantas-resistentes-ao-sol-6-opcoes-faceis-de-cuidar-e-que-sao-perfeitas-para-plantar-em-vaso-1781287105672.jpg" data-image="sjedjhp1oyb6"><figcaption>A planta Clúsia (<em>Clusia fluminense</em>). Crédito: Karyn T e Miriam Delao.</figcaption></figure><p>Durante o período mais quente do ano, a Clúsia <strong>produz pequenas e delicadas flores brancas</strong>. </p><h2>Alguns cuidados importantes com plantas no sol</h2><p>Para garantir que as suas <strong>plantas prosperem</strong>, o cultivo em vasos requer atenção redobrada para alguns detalhes, os quais:</p><ul><li><strong>Drenagem</strong>: Como elas ficam expostas à chuva e à rega, o <strong>vaso deve ter excelente escoamento</strong>. Use pedriscos, argila expandida no fundo e uma manta de drenagem para que a água não fique acumulada, evitando o apodrecimento das raízes.</li><li><strong>Rega</strong>: Por estarem sob sol forte, a água evapora rapidamente. <strong>Verifique a umidade da terra </strong>com um palito ou até mesmo o dedo antes de regar. Em dias quentes, a rega pode ser diária, enquanto no inverno o intervalo deve ser maior.</li><li><strong>Substrato</strong>: Use uma<strong> terra rica em matéria orgânica, mas que seja leve e arenosa</strong>. A maioria das plantas de sol pleno não suporta solos pesados e compactados.</li></ul><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://jardinagem.casaefesta.com/plantas-resistentes-ao-sol-para-vasos/" target="_blank">14 Plantas resistentes ao sol perfeitas para vasos externos</a>. 19 de agosto, 2025. Isabella Moretti.</em></p><p><em><a href="https://www.petz.com.br/blog/plantas-resistentes-ao-sol-para-jardim/" target="_blank">Conheça 10 plantas resistentes ao sol para jardim</a>. 8 de outubro, 2025. Blog Petz.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/plantas-resistentes-ao-sol-6-opcoes-faceis-de-cuidar-e-que-sao-perfeitas-para-plantar-em-vaso.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Efeito El Niño? Previsão mostra semanas consecutivas de chuva no Sul]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/efeito-el-nino-previsao-mostra-semanas-consecutivas-de-chuva-no-sul.html</link><pubDate>Fri, 12 Jun 2026 22:15:59 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>El Niño já está ativo, mas a sequência de semanas chuvosas no Sul do Brasil envolve interação de fenômenos de diversas escalas. A resposta ao aquecimento do Pacífico equatorial central deve iniciar entre o fim de junho e início de julho, entenda.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/efeito-el-nino-previsao-mostra-semanas-consecutivas-de-chuva-no-sul-1781301834823.png" data-image="blq8j9igv6gg" alt="O padrão de chuvas relacionado ao El Niño começa a aparecer nos campos previstos para o mês de julho." title="O padrão de chuvas relacionado ao El Niño começa a aparecer nos campos previstos para o mês de julho."><figcaption>O padrão de chuvas relacionado ao El Niño começa a aparecer nos campos previstos para o mês de julho.</figcaption></figure><p><br><strong>O El Niño já está oficialmente </strong><strong>estabelecido</strong> no Oceano Pacífico, após o recente anúncio da NOAA. Ao mesmo tempo, a previsão indica que as <strong>próximas semanas</strong> serão<strong> chuvosas na Região Sul</strong> do Brasil. Nesse contexto, é inevitável a pergunta: esses já são os efeitos do El Niño? </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>A resposta é mais complexa. A<strong> chuva no Sul do Brasil</strong> resulta da <strong>interação</strong> entre <strong>diferentes mecanismos</strong> atmosféricos que atuam em <strong>escalas distintas.</strong> Nas próximas semanas, a <strong>dinâmica extratropical</strong>, marcada pela passagem de frentes frias e ciclones, deve continuar desempenhando papel importante. </p><p>No entanto, há <strong>sinais</strong> de que o<strong> acoplamento</strong> entre o <strong>aquecimento do Pacífico</strong> e a <strong>atmosfera</strong> se fortaleça gradualmente a partir do<strong> fim de junho</strong>, criando um ambiente cada vez mais favorável ao padrão mais chuvoso tipicamente associado ao El Niño. Confira os detalhes.</p><h2>Chuvas acima da média no Sul</h2><p>A <strong>previsão </strong>de anomalia semanal de chuva do modelo ECMWF indica que as próximas semanas serão de <strong>chuvas acima da média no Sul</strong> do Brasil. Até o fim de junho, fatores de <strong>escala extratropical</strong>, como a atuação de<strong> frentes frias</strong> e <strong>ciclones</strong>, devem desempenhar papel importante. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/efeito-el-nino-previsao-mostra-semanas-consecutivas-de-chuva-no-sul-1781301865626.png" data-image="3j2b3xjnq551" alt="Previsão de anomalia semanal de chuva segundo o ECMWF. Créditos: Elaborado por Meteored/Fonte: ECMWF." title="Previsão de anomalia semanal de chuva segundo o ECMWF. Créditos: Elaborado por Meteored/Fonte: ECMWF."><figcaption>Previsão de anomalia semanal de chuva segundo o ECMWF. Créditos: Elaborado por Meteored/Fonte: ECMWF. </figcaption></figure><p>A <strong>Oscilação Antártica (AAO)</strong>, também conhecida como Modo Anular Sul, tem previsão de atingir um pico em sua fase positiva até meados do mês e, posteriormente,<strong> migrar em direção à fase negativa</strong>. Essa transição pode <strong>favorecer</strong> a passagem mais frequente de <strong>sistemas transientes</strong> pelo Sul do Brasil, como <strong>frentes frias</strong> e <strong>ciclones</strong> <strong>extratropicais</strong>, contribuindo para a manutenção das chuvas na região.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/efeito-el-nino-previsao-mostra-semanas-consecutivas-de-chuva-no-sul-1781301922084.png" data-image="anuxndn6lysl" alt="Previsão da Oscilação Antártica. Créditos: CPC/NOAA." title="Previsão da Oscilação Antártica. Créditos: CPC/NOAA."><figcaption>Previsão da Oscilação Antártica. Créditos: CPC/NOAA.</figcaption></figure><p>Ao mesmo tempo, há<strong> indícios de que a atmosfera comece a responder</strong> de forma mais consistente<strong> ao aquecimento</strong> observado no <strong>Pacífico tropical </strong>entre o<strong> fim de junho e o início de julho</strong>. </p><div class="texto-destacado">Um dos sinais desse processo é o fortalecimento da atividade convectiva sobre o Pacífico central e leste, consistente com o estabelecimento do acoplamento entre o oceano e a atmosfera associado ao El Niño.</div><p>As previsões indicam a possibilidade de um<strong> novo pulso da Oscilação Madden-Julian (MJO)</strong> sobre o<strong> Pacífico oeste </strong>no<strong> final de junho</strong>, o que poderia reforçar os ventos de oeste na região equatorial, <strong>desintensificando os ventos alísios</strong> e favorecendo o <strong>fortalecimento</strong> do <strong>aquecimento</strong> na região do <strong>Niño 3.4</strong>. </p><p>A MJO é o principal modo de variabilidade intrassazonal nos trópicos, e caracteriza-se por uma região de convecção intensa que se desloca de oeste para leste ao redor do globo em períodos de 30 a 60 dias.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/efeito-el-nino-previsao-mostra-semanas-consecutivas-de-chuva-no-sul-1781301945754.png" data-image="xbqo8d2mtl1r" alt="Previsão de anomalias da velocidade potencial em 200 hPa na faixa equatorial sugere uma intensificação da resposta atmosférica sobre o Pacífico equatorial. Adaptada de NCICS/Carl Schreck." title="Previsão de anomalias da velocidade potencial em 200 hPa na faixa equatorial sugere uma intensificação da resposta atmosférica sobre o Pacífico equatorial. Adaptada de NCICS/Carl Schreck."><figcaption>Previsão de anomalias da velocidade potencial em 200 hPa na faixa equatorial sugere uma intensificação da resposta atmosférica sobre o Pacífico equatorial. Adaptada de NCICS/Carl Schreck.</figcaption></figure><p>Embora seja difícil atribuir a sequência de semanas chuvosas no Sul exclusivamente ao<strong> El Niño</strong>, os<strong> sinais</strong> atuais <strong>sugerem</strong> que sua <strong>influência</strong> pode se tornar mais evidente ao longo de <strong>julho</strong>, atuando em conjunto com outros mecanismos de variabilidade climática.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/efeito-el-nino-previsao-mostra-semanas-consecutivas-de-chuva-no-sul.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria causa contraste de 30°C no Brasil; veja onde as temperaturas mudam]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-causa-contraste-de-30-c-no-brasil-veja-onde-as-temperaturas-mudam.html</link><pubDate>Fri, 12 Jun 2026 21:03:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma intensa massa de ar polar provocará uma onda de frio com geadas e temperaturas abaixo da média no centro-sul do país, enquanto áreas do Norte e Nordeste enfrentam calor acima do normal. Isso gera um contraste térmico gigantesco entre as regiões brasileiras.</p><ul><li>Mais informações: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-avanca-sobre-o-centro-sul-veja-onde-o-frio-aumenta-e-onde-ha-risco-de-geada.html" target="_blank">Ar polar avança sobre o Centro-Sul: veja onde o frio aumenta e onde há risco de geada</a></li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaf0j7u"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaf0j7u.jpg" id="xaf0j7u"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Ao longo deste final de semana, uma <strong>massa de ar polar</strong> avançará pela <strong>região Sul</strong> do país, fazendo as temperaturas caírem de maneira profunda na região. Ao longo da semana que vem, a massa de ar frio será capaz de levar o frio também para <strong>parte das regiões Sudeste e Centro-Oeste</strong> do Brasil.</p><div class="texto-destacado">Essa massa de ar polar avança pelo Brasil após a formação de um ciclone na altura da região Sul, e deve trazer frio intenso ao longo da semana que vem para todo o centro-sul do Brasil, originando uma onda de frio no Sul do país.</div><p>Previsões indicam que o <strong>frio permanecerá intenso por pelo menos uma semana</strong>, como é possível observar na imagem abaixo. O sistema ocasionará a formação de uma onda de frio, já que as temperaturas permanecerão <strong>5°C abaixo da média por um período longo de vários dias</strong>, especialmente no Rio Grande do Sul.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-causa-contraste-de-30-c-no-brasil-veja-onde-as-temperaturas-mudam-1781294854750.jpg" data-image="76635j6hxyi0" alt="Previsão de anomalias de temperatura entre os dias 15 e 22 de Junho (modelo ECMWF)." title="Previsão de anomalias de temperatura entre os dias 15 e 22 de Junho (modelo ECMWF)."><figcaption>Previsão de anomalias de temperatura entre os dias 15 e 22 de Junho (modelo ECMWF) mostra uma anomalia negativa intensa no Sul e uma anomalia positiva intensa ao Norte.</figcaption></figure><p>No entanto, como é possível constatar na imagem acima, uma parte do país permanecerá fora do alcance da massa de ar frio. Em estados do Nordeste, Centro-Oeste e Norte do país, predomina uma <strong>anomalia positiva</strong> de temperaturas. Em outras palavras, um calor mais intenso do que o normal para essa época.</p><h2>Contraste de até 30°C será registrado no Brasil </h2><p>Com isso, o resultado é um<strong> grande contraste de temperaturas entre diferentes regiões do país</strong>: Enquanto os estados da Região Sul (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná), Mato Grosso do Sul e São Paulo registram um frio mais intenso do que o normal, o restante do país registrará um calor intenso.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-causa-contraste-de-30-c-no-brasil-veja-onde-as-temperaturas-mudam-1781294893082.jpg" data-image="7q8jyosl1i7o" alt="Previsão de temperaturas mínimas ao longo da madrugada de terça-feira." title="Previsão de temperaturas mínimas ao longo da madrugada de terça-feira."><figcaption>Previsão de temperaturas mínimas ao longo da madrugada de terça-feira mostra que grande parte dos municípios do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina registrarão 0°C ou menos.</figcaption></figure><p>Como podemos notar na imagem acima, diversos municípios do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina registrarão <strong>temperaturas mínimas de 0°C</strong>, sendo que as mínimas podem, em algumas localidades, <strong>chegar a até -5°C</strong>. </p><p>Neste mesmo dia, durante a tarde, alguns municípios ao norte, entre o Mato Grosso, norte de Goiás, Tocantins, oeste da Bahia e Piauí podem registrar <strong>temperaturas máximas de até 40°C</strong>, como é possível notar na imagem abaixo. Isso indica um possível contraste de até <strong>45°C</strong> entre as mínimas e máximas brasileiras <strong>em um único dia</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-causa-contraste-de-30-c-no-brasil-veja-onde-as-temperaturas-mudam-1781294970396.jpg" data-image="usdwrqqy5gia" alt="Previsão de temperaturas máximas ao longo da tarde de terça-feira." title="Previsão de temperaturas máximas ao longo da tarde de terça-feira."><figcaption>Previsão de temperaturas máximas ao longo da tarde de terça-feira mostra que diversos municípios do centro-norte do país registrarão máximas altíssimas, de até 40°C, semana que vem.</figcaption></figure><p>Mas mesmo analisando um único horário, o contraste entre as temperaturas brasileiras será <strong>imenso</strong>. Na <strong>tarde de terça-feira</strong>, alguns modelos meteorológicos indicam que municípios do Sul e do Sudeste registrarão<strong> temperaturas baixíssimas de até 10°C</strong>, ao mesmo tempo que municípios do Norte estarão registrando<strong> até 40°C</strong>.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Isso sinaliza, no mesmo horário, um <strong>contraste gigantesco de temperaturas</strong> dentro do território brasileiro, que pode chegar a uma <strong>diferença de até 30°C</strong> entre o Sul e o Norte do país. Esse contraste pode ser observado na imagem abaixo. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-causa-contraste-de-30-c-no-brasil-veja-onde-as-temperaturas-mudam-1781295014969.jpg" data-image="zpogdrez3u1z" alt="Previsão de temperaturas na tarde da próxima terça-feira na região Sul e no centro-norte do país." title="Previsão de temperaturas na tarde da próxima terça-feira na região Sul e no centro-norte do país."><figcaption>Previsão de temperaturas na tarde da próxima terça-feira na região Sul e no centro-norte mostra valores desde 10°C até 40°C, o que sinaliza um contraste térmico de até 30°C no país.</figcaption></figure><p>Tamanha variação nas temperaturas pode ocasionar <strong>transtornos e imprevistos </strong>em diversas regiões do país. Por isso, não deixe de acompanhar as previsões de <strong>temperatura máxima e mínima específicas para o seu município</strong>, disponíveis no portal. Assim você evita ser pego de surpresa pelo calor e pelo frio.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-causa-contraste-de-30-c-no-brasil-veja-onde-as-temperaturas-mudam.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ciclone se afasta e tempo firma no Sul, mas chuva já tem data para voltar; veja quando]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-se-afasta-e-tempo-firma-no-sul-mas-chuva-ja-tem-data-para-voltar-veja-quando.html</link><pubDate>Fri, 12 Jun 2026 19:34:04 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Já neste sábado (13) o ciclone se afasta do continente e o tempo volta a ficar firme com sol entre nuvens no Sul do Brasil nos próximos dias. Porém, a chuva retorna à região no fim da próxima semana.</p><ul><li>Mais previsão: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-traz-temperaturas-de-ate-5-c-negativos-e-geada-generalizada-veja-a-previsao.html" target="_blank">Ar polar traz temperaturas de até 5°C negativos e geada generalizada; veja a previsão</a></li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaeyrd2"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaeyrd2.jpg" id="xaeyrd2"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O ciclone que hoje provocou chuvas na <strong>Região Sul do Brasil </strong>vai se afastar em direção ao oceano a partir deste sábado (13), e um sistema de <strong>alta pressão atmosférica</strong> entra em cena garantindo <strong>tempo firme e sol entre algumas nuvens nos próximos dias</strong> na região.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p>Contudo, <strong>a chuva já tem data para retornar </strong>ao Sul do país. Um <strong>novo ciclone </strong>deve se formar ao longo da próxima <strong>quinta-feira (18)</strong> e vai deixar o <strong>tempo instável nos três estados</strong> da região até a sexta-feira (19).</p><p>Acompanhe a seguir mais detalhes da previsão do tempo.</p><h2>Tempo firme nos próximos dias no Sul do Brasil</h2><p>Neste <strong>sábado (13) </strong>o ciclone que provocou chuvas no Sul do Brasil já se afasta para alto mar, deixando de influenciar o tempo na região. Com isso, o<strong> tempo volta a ficar firme, com predomínio de céu claro durante a tarde</strong> e maior nebulosidade no período da manhã.</p><div class="texto-destacado">Os próximos dias serão de tempo firme e céu claro ou com algumas nuvens na Região Sul do Brasil, mas um novo ciclone se forma e traz de volta a chuva a partir da quinta-feira (18).</div><p>No <strong>domingo (14)</strong> uma<strong> área de alta pressão atmosférica</strong> começa a atuar sobre a região Sul, <strong>mantendo o tempo estável</strong> em grande parte do território.</p><p>Contudo, devido à maior nebulosidade, podem ocorrer chuviscos/chuva fraca em áreas do Sul, Costa Doce, Região Metropolitana de Porto Alegre, Litoral e Serra gaúcha. Além disso, ao longo do dia também podem ocorrer<strong> chuvas isoladas no Paraná</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-se-afasta-e-tempo-firma-no-sul-mas-chuva-ja-tem-data-para-voltar-veja-quando-1781277548006.jpg" data-image="c8f3xk0u7r6o"><figcaption>A Região Sul do Brasil terá tempo firme, com céu variando de claro a com algumas nuvens em todo o seu território nos próximos dias.</figcaption></figure><p>Na <strong>primeira metade da próxima semana</strong>, o <strong>tempo segue firme</strong> em praticamente toda a Região Sul, com céu claro ao longo dos dias especialmente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.</p><p>O estado do <strong>Paraná </strong>terá maior cobertura de nuvens, e ainda podem ocorrer <strong>chuvas fracas e isoladas na segunda-feira (15)</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-se-afasta-e-tempo-firma-no-sul-mas-chuva-ja-tem-data-para-voltar-veja-quando-1781277566229.jpg" data-image="yj8kvyhup10f"><figcaption>Baixíssima probabilidade de chuvas na Região Sul do Brasil na próxima semana; apenas alguma chuva fraca e isolada pode ser registrada no Paraná.</figcaption></figure><p>Na terça (16) e na quarta (17) as condições de tempo estável permanecem, mas a<strong> nebulosidade começa a aumentar em toda a região na quarta-feira (17)</strong>.</p><p>E junto com o tempo firme, a <strong>alta pressão impulsiona uma nova massa de ar polar</strong> para a Região Sul, fazendo as temperaturas despencar na próxima semana, com mínimas abaixo dos 10°C e até <strong>abaixo de 0°C em algumas áreas </strong>gaúchas e catarinenses, e com risco de formação<strong> </strong>de <strong>geada</strong> <strong>generalizada </strong>nos três estados.</p><h2>Nova mudança no tempo na próxima quinta-feira</h2><p>Ao longo da <strong>quinta-feira (18)</strong> teremos um<strong> processo de formação de um novo ciclone</strong> (ciclogênese) ocorrendo entre a Argentina, o Paraguai e o Sul do Brasil, o que vai trazer o <strong>retorno das chuvas e dos temporais</strong> para os três estados da região.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-se-afasta-e-tempo-firma-no-sul-mas-chuva-ja-tem-data-para-voltar-veja-quando-1781277817002.jpg" data-image="umyudrivd80n"><figcaption>Um processo de formação de ciclone (ciclogênese) vai ocorrer na próxima quinta-feira (18), formando chuvas inicialmente na parte oeste do Sul do Brasil ao longo do dia.</figcaption></figure><p>Já <strong>desde a manhã</strong>, o seu desenvolvimento vai formar <strong>áreas de instabilidades na parte oeste da Região Sul</strong>, como podemos observar no mapa acima, e ao longo do dia vai espalhar as chuvas sobre todo o Rio Grande do Sul e em parte de Santa Catarina e do Paraná.</p><p><strong>Até o final da noite </strong>de quinta-feira (18) <strong>o sistema já deve estar formado</strong> sobre o Sul do país.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-se-afasta-e-tempo-firma-no-sul-mas-chuva-ja-tem-data-para-voltar-veja-quando-1781277926195.jpg" data-image="f7yios3c1ndp"><figcaption>Na noite de quinta-feira (18) o ciclone já deve estar formado sobre o Sul do Brasil, e vai manter o tempo instável na região até a sexta-feira (19).</figcaption></figure><p>A <strong>tendência</strong>, até o momento, indica que o <strong>ciclone e sua frente fria</strong> vão <strong>continuar afetando o tempo</strong> na Região Sul na <strong>sexta-feira (19)</strong>.</p><p>Porém, as <strong>chuvas passam a se concentrar mais</strong> nos estados de<strong> Santa Catarina e do Paraná</strong>. No estado gaúcho, são esperadas chuvas fracas e o tempo tende a ficar mais firme a partir da tarde.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-se-afasta-e-tempo-firma-no-sul-mas-chuva-ja-tem-data-para-voltar-veja-quando.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Forte chuva com granizo e nevoeiro deixa municípios de MS em alerta]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/forte-chuva-com-granizo-e-nevoeiro-deixa-municipios-de-ms-em-alerta.html</link><pubDate>Fri, 12 Jun 2026 18:15:19 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Rodovias e perímetros urbanos no sul de Mato Grosso do Sul sofreram com a redução de visibilidade e quedas de granizo causadas pela chegada de uma nova frente fria. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/tempestade-de-chuva-e-granizo-deixa-municipios-de-ms-em-alerta-1781273039150.jpg" data-image="mzxksxy2ld1u" alt="Cidades de Mato Grosso do Sul registraram queda de granizo e ventanias na noite de quinta-feira e Campo Grande amanheceu coberta por nevoeiro. Foto: Direto das Ruas/ Campo Grande News" title="Cidades de Mato Grosso do Sul registraram queda de granizo e ventanias na noite de quinta-feira e Campo Grande amanheceu coberta por nevoeiro. Foto: Direto das Ruas/ Campo Grande News"> <figcaption>Cidades de Mato Grosso do Sul registraram queda de granizo e ventanias na noite de quinta-feira e Campo Grande amanheceu coberta por nevoeiro. Foto: Direto das Ruas/ Campo Grande News</figcaption></figure><p><strong>O avanço de um sistema de forte instabilidade em Mato Grosso do Sul acionou alertas meteorológicos</strong> e mobilizou a atuação governamental em diferentes municípios do estado. O Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima aponta que as condições adversas devem persistir ao longo do fim de semana.</p><p>A capital, Campo Grande,<strong> amanheceu nesta sexta-feira (12), coberta por um espesso nevoeiro</strong> que alterou a paisagem local. De acordo com a concessionária Aena, a falta de visibilidade horizontal forçou o Aeroporto Internacional a operar com o auxílio de instrumentos desde as primeiras horas da manhã.</p><h2>Formação de ciclone traz granizo e temporais no Sul</h2><p>Enquanto o centro do estado lida com a forte neblina, uma frente fria associada a um ciclone extratropical vindo do Sul do país começou a atingir a faixa de fronteira ainda na noite da última quinta-feira (11). O fenômeno <strong>provocou</strong> <strong>tempestades acompanhadas de descargas elétricas e rajadas intensas de vento</strong>.</p><div class="texto-destacado">Motoristas que trafegavam pela rodovia BR-163 registraram a queda de granizo e o acúmulo de gelo na pista. Em imagens capturadas no trecho situado entre Mundo Novo e Eldorado, condutores de veículos de carga relataram a preocupação com a segurança e sinalizaram que a visibilidade na pista caiu drasticamente.</div><p><strong>Na área urbana de Iguatemi, moradores registraram pedras de gelo acumuladas pelas calçadas</strong> devido à precipitação concentrada no início da noite. No entanto, relatórios preliminares enviados às equipes de socorro indicaram que o episódio não provocou estragos ou danos estruturais graves no município.</p><p>Já no município vizinho de Ponta Porã, a instabilidade climática chegou de forma diferente,<strong> trazendo um céu completamente encoberto e ventania</strong>, mas sem queda de granizo na região central. O Instituto Nacional de Meteorologia (<a href="https://portal.inmet.gov.br/" target="_blank">INMET</a>) emitiu um aviso de perigo para a região de fronteira, prevendo que acumulados de chuva ultrapassem 40 mm nas próximas horas.</p><h2>Situação de emergência decretada em Ivinhema</h2><p>Paralelamente às novas frentes de chuva, o Governo de Mato Grosso do Sul publicou oficialmente na quinta-feira (11)<strong>, o decreto de situação de emergência para o município de Ivinhema</strong>. A medida emergencial responde aos prejuízos graves acumulados no local após uma forte precipitação de granizo ocorrida em 16 de maio.</p><p>O temporal anterior <strong>danificou diversas residências e causou prejuízos financeiros</strong> nas zonas urbana e rural. Com o novo parecer, que possui prazo de validade estipulado para 180 dias, o governo estadual chancela o decreto municipal emitido pela prefeitura da cidade no dia 19 de maio.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="773408" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/agora-e-oficial-noaa-declara-a-formacao-do-el-nino.html" title="Agora é oficial: NOAA declara a formação do El Niño">Agora é oficial: NOAA declara a formação do El Niño</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/agora-e-oficial-noaa-declara-a-formacao-do-el-nino.html" title="Agora é oficial: NOAA declara a formação do El Niño"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/agora-e-oficial-noaa-declara-a-formacao-do-el-nino-1781188337037_320.png" alt="Agora é oficial: NOAA declara a formação do El Niño"></a></article></aside><p>A determinação, baseada nas análises técnicas da Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil, <strong>autoriza o poder público a agilizar os serviços de suporte</strong>. Assim, os órgãos estaduais atuarão de forma conjunta, permitindo a contratação rápida de obras de reconstrução sem processos de licitação.</p><p>Ademais, <strong>os agentes da Defesa Civil ganham respaldo legal para adentrar em propriedades particulares</strong> que ofereçam risco imediato aos moradores. Em situações extremas de salvamento, imóveis privados poderão ser utilizados de forma temporária pelo poder público, assegurando posterior indenização aos donos se houver avarias.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://www.campograndenews.com.br/meio-ambiente/campo-grande-tem-nevoeiro-e-chuva-ganha-forca-no-fim-de-semana-em-ms" target="_blank">Campo Grande tem nevoeiro e chuva ganha força no fim de semana em MS</a>. 12 de junho, 2026. </em></p><p><em><a href="https://www.campograndenews.com.br/meio-ambiente/chuva-com-granizo-atinge-cidades-do-sul-e-frente-fria-avanca-em-ms" target="_blank">Chuva com granizo atinge cidades do sul e frente fria avança em MS</a>. 11 de junho, 2026. </em></p><p><em><a href="https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2026/06/11/apos-tempestade-de-granizo-governo-de-ms-decreta-situacao-de-emergencia-em-ivinhema.ghtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-bar-mobile&utm_campaign=materias" target="_blank">Após tempestade de granizo, governo de MS decreta situação de emergência em Ivinhema</a>. 11 de junho, 2026. </em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/forte-chuva-com-granizo-e-nevoeiro-deixa-municipios-de-ms-em-alerta.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Temporais no Paraná causam alagamentos e rompem adutora na capital; veja imagens ]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/temporais-no-parana-causam-alagamentos-e-rompem-adutora-na-capital-veja-imagens.html</link><pubDate>Fri, 12 Jun 2026 17:02:58 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>O vazamento provocado pela quebra de uma tubulação de saneamento invadiu ao menos cinco propriedades residenciais em Curitiba, gerando sérios transtornos para os moradores afetados na região. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/temporais-no-parana-causam-alagamentos-e-rompem-adutora-na-capital-veja-imagens-1781280365437.jpg" data-image="nb1riduv5rtp" alt="Defesa Civil isola áreas de risco no interior do Paraná e Sanepar trabalha para conter vazamento que inundou casas na Cidade Industrial de Curitiba. Foto: Defesa Civil de Iporã" title="Defesa Civil isola áreas de risco no interior do Paraná e Sanepar trabalha para conter vazamento que inundou casas na Cidade Industrial de Curitiba. Foto: Defesa Civil de Iporã"><figcaption>Defesa Civil isola áreas de risco no interior do Paraná e Sanepar trabalha para conter vazamento que inundou casas na Cidade Industrial de Curitiba. Foto: Defesa Civil de Iporã</figcaption></figure><p><strong>A forte precipitação que atingiu o estado do Paraná entre a quinta-feira (11) e a sexta-feira (12)</strong> provocou sérios transtornos em diferentes municípios. Cidades do interior e a própria capital paranaense registraram danos estruturais e alagamentos graves em diversas localidades.</p><p>No município de Iporã, localizado na região noroeste, <strong>o volume de água resultou em ruas tomadas pela enxurrada</strong> e sérios danos ao asfalto. Paralelamente, Curitiba enfrentou problemas operacionais complexos que foram agravados pelo rompimento de uma rede de distribuição local.</p><h2>Danos estruturais e desalojados no noroeste do estado</h2><p>O município de Iporã concentrou uma parte expressiva dos impactos causados pelas tempestades no interior. De acordo com dados do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (<a href="https://www.simepar.br/" target="_blank">SIMEPAR</a>), <strong>a estação de monitoramento mais próxima registrou 47.4 mm de precipitação</strong> na quinta-feira.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">El Nino causa chuvas torrenciais em SC e PR. Avisei que isso iria acontecer.<br>Registros feitos na quinta-feira em iporã e umuarama. <a href="https://t.co/km8ibMDpUx">pic.twitter.com/km8ibMDpUx</a></p> Estefanus Virtus Imperii ️ (@Paxbrasilis) <a href="https://x.com/Paxbrasilis/status/2065378069406257376?ref_src=twsrc%5Etfw">June 12, 2026</a></blockquote></figure><p><strong>A força da água destruiu o pavimento em vias urbanas e causou a queda de estruturas públicas</strong> na cidade. Diante do cenário de perigo, a Defesa Civil isolou pontos críticos com risco iminente de acidentes para proteger os moradores.</p><p>O órgão governamental informou que vias importantes, como <strong>a Avenida Duque de Caxias e a Rua XV de Novembro, foram severamente atingidas</strong>. Na manhã de sexta-feira, equipes de socorro retiraram sete adultos e uma criança de residências inundadas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/temporais-no-parana-causam-alagamentos-e-rompem-adutora-na-capital-veja-imagens-1781280308216.jpg" data-image="sjwdjkcc47qb" alt="Avenida Duque de Caxias, em Iporã. — Foto: Defesa Civil de Iporã" title="Avenida Duque de Caxias, em Iporã. — Foto: Defesa Civil de Iporã"><figcaption>Avenida Duque de Caxias, em Iporã. — Foto: Defesa Civil de Iporã</figcaption></figure><p>Até o momento da última atualização do relatório, as autoridades locais não haviam divulgado o balanço final de todos os prejuízos materiais. <strong>Os desalojados foram transferidos para locais totalmente seguros</strong> até que a situação seja normalizada na região.</p><h2>Rompimento de adutora inunda imóveis em Curitiba</h2><p>Na capital paranaense, <strong>o acumulado de chuva atingiu a marca de 12.2 mm até o início da manhã de sexta-feira</strong>. Contudo, o principal problema na cidade ocorreu devido a uma falha grave na infraestrutura de saneamento básico local.</p><p>A Companhia de Saneamento do Paraná (<a href="https://www.sanepar.com.br/" target="_blank">SANEPAR</a>) <strong>confirmou o rompimento de uma adutora de 250 milímetros de diâmetro</strong>. O incidente liberou um grande fluxo de água que avançou rapidamente sobre vias públicas e áreas residenciais vizinhas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="772465" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/chuvas-em-salvador-interditam-vias-e-suspendem-travessias-veja-imagens.html" title="Chuvas intensas em Salvador interditam vias e suspendem travessias; veja imagens ">Chuvas intensas em Salvador interditam vias e suspendem travessias; veja imagens </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/chuvas-em-salvador-interditam-vias-e-suspendem-travessias-veja-imagens.html" title="Chuvas intensas em Salvador interditam vias e suspendem travessias; veja imagens "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-em-salvador-interditam-vias-e-suspendem-travessias-veja-imagens-1780671077288_320.jpg" alt="Chuvas intensas em Salvador interditam vias e suspendem travessias; veja imagens "></a></article></aside><p><strong>O vazamento de água invadiu pelo menos cinco imóveis residenciais</strong>. As propriedades afetadas ficam localizadas no perímetro urbano do bairro Cidade Industrial de Curitiba (CIC).</p><p>Como consequência direta dos reparos necessários na tubulação, <strong>o abastecimento de água potável foi interrompido no CIC e no Capão Raso</strong>. A concessionária responsável trabalha no local e estabeleceu o fim de sexta-feira como prazo definitivo para a conclusão dos serviços de manutenção.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2026/06/12/chuva-forte-ipora-adutora-curitiba.ghtml" target="_blank">Chuva forte no Paraná causa alagamento em ruas e casas; tubulação rompe em Curitiba e água invade imóveis</a>. 12 de junho, 2026. </em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/temporais-no-parana-causam-alagamentos-e-rompem-adutora-na-capital-veja-imagens.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ar polar traz temperaturas de até 5°C negativos e geada generalizada; veja a previsão]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-traz-temperaturas-de-ate-5-c-negativos-e-geada-generalizada-veja-a-previsao.html</link><pubDate>Fri, 12 Jun 2026 14:40:27 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Ar frio avança pelo Centro-Sul do Brasil e provoca queda nas temperaturas, termômetros podem chegar até 5°C negativos nos próximos dias. Há aumento no risco de geadas generalizadas.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaexvqu"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaexvqu.jpg" id="xaexvqu"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>De acordo com o modelo ECMWF, <strong>nos próximos dias teremos o avanço de uma massa de ar frio</strong> pelo<strong> Centro-Sul</strong> do Brasil que vai provocar<strong> queda acentuada </strong>nas temperaturas. O <strong>ar polar chega ao país a partir de domingo (14) </strong>e terá na terça-feira (16) seu pico de maior intensidade, deixando as temperaturas negativas em áreas de maior altitude.</p><h2>Ar frio chega ao Brasil neste domingo</h2><p>Após a passagem da frente fria e o afastamento do ciclone extratropical, <strong>o Centro-Sul do Brasil contará com a chegada da massa de ar polar</strong> que fará com que as temperaturas diminuam. No domingo (14), o amanhecer será mais frio em comparação com o sábado (13),<strong> a primeira região afetada será o Sul do país.</strong></p><p>Nas primeiras horas da manhã <strong>há risco de geadas nas áreas da Serra Catarinense e Gaúcha</strong>, norte do Rio Grande do Sul e sul do Paraná, áreas que devem registrar mínima entre <strong>4°C e 7°C</strong>. As temperaturas podem ser ainda menores, pois próximo a superfície a temperatura é mais baixa.</p><p>Sobre as outras áreas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, a temperatura fica um pouco mais elevada e com<strong> baixas chances de geadas.</strong> O amanhecer será com temperaturas na casa dos <strong>9°C.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-traz-temperaturas-de-ate-5-c-negativos-e-geada-generalizada-veja-a-previsao-1781271588823.jpg" data-image="qkvfj1adkpk1" alt="Temperatura mínima prevista para a manhã de domingo (14)." title="Temperatura mínima prevista para a manhã de domingo (14)."><figcaption>Temperatura mínima prevista para a manhã de domingo (14).</figcaption></figure><h2>Frio ganha força e se espalha na segunda-feira</h2><p>Na segunda-feira (15), <strong>o ar frio avança para outras áreas do Brasil,</strong> e chega com maior intensidade ao leste do Sudeste e oeste e sul do Centro-Oeste. Sobre o leste de São Paulo, as temperaturas variam entre <strong>13°C e 16°C</strong> enquanto que no estado sul-mato-grossense, o dia começa com mínima de <strong>16°C a 18°C.</strong></p><p><strong>O Sul do Brasil,</strong> que já teve temperaturas baixas no domingo (14), deve registrar <strong>mínimas ainda menores na segunda-feira (15).</strong> Desta vez, há riscos mais elevados de geadas espalhadas pela Região. No sul do Rio Grande do Sul, <strong>temperaturas inferiores aos 5°C, </strong>o que também é esperado para a Serra Gaúcha e Catarinense.</p><p>Em Santa Catarina, <strong>o frio se espalha pelo estado e as temperaturas variam entre 5°C e 7°C </strong>sobre o oeste catarinense. Sobre o Paraná, o frio será mais forte no sul do estado com temperaturas próximas dos 5°C.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-traz-temperaturas-de-ate-5-c-negativos-e-geada-generalizada-veja-a-previsao-1781271519545.jpg" data-image="oldjsq4g9ky9" alt="Anomalia de temperatura em 850 hPa." title="Anomalia de temperatura em 850 hPa."><figcaption>Anomalia de temperatura mostra a atuação do ar frio sobre áreas do Centro-Sul do Brasil.</figcaption></figure><h2>Riscos de geadas generalizadas na terça-feira</h2><p><strong>A terça-feira (16) será gelada sobre o centro-sul do Brasil. </strong>O modelo ECMWF mostra que o ar frio ganha força sobre os estados da região Sul, Sudeste e Centro-Oeste <strong>atingindo 9 estados: </strong>Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="773410" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-muda-o-tempo-no-sudeste-veja-onde-tem-chuva-de-100-mm-e-frio-abaixo-de-10-c.html" title="Frente fria muda o tempo no Sudeste: Veja onde tem chuva de 100 mm e frio abaixo de 10°C">Frente fria muda o tempo no Sudeste: Veja onde tem chuva de 100 mm e frio abaixo de 10°C</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-muda-o-tempo-no-sudeste-veja-onde-tem-chuva-de-100-mm-e-frio-abaixo-de-10-c.html" title="Frente fria muda o tempo no Sudeste: Veja onde tem chuva de 100 mm e frio abaixo de 10°C"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-muda-o-tempo-no-sudeste-veja-onde-tem-chuva-de-100-mm-e-frio-abaixo-de-10-c-1781188573663_320.jpg" alt="Frente fria muda o tempo no Sudeste: Veja onde tem chuva de 100 mm e frio abaixo de 10°C"></a></article></aside><p><strong>O risco de geadas será elevado sobre o Rio Grande do Sul, </strong>em todo o estado gaúcho os termômetros ficam próximos ou até mesmo inferiores aos <strong>5°C</strong>. Nem mesmo a capital<strong> Porto Alegre/RS</strong> irá escapar das baixas temperaturas, com mínima de 6°C.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões do tempo diretamente no seu celular através do nosso novo canal do WhatsApp. <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank"><strong>Clique aqui para nos seguir e ative as notificações!</strong></a> </div><p>A divisa com Santa Catarina também será gelada, principalmente na área de Serra. Nesta região, <strong>a previsão indica mínima de 0°C </strong>e que próximas a superfícies<strong> podem chegar a -5°C</strong>, ou seja, uma terça-feira (16) com temperaturas negativas. Frio também no restante do estado <strong>com previsão de geada generalizada</strong> e mínima entre 2°C e 6°C na faixa centro-oeste catarinense.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-traz-temperaturas-de-ate-5-c-negativos-e-geada-generalizada-veja-a-previsao-1781271646435.jpg" data-image="8ipy9ct9av93" alt="Temperatura mínima prevista para a manhã de terça-feira (16)." title="Temperatura mínima prevista para a manhã de terça-feira (16)."><figcaption>Temperatura mínima prevista para a manhã de terça-feira (16).</figcaption></figure><p> Áreas pontuais do<strong> sudoeste do Paraná</strong> também devem registrar geadas, uma vez que as <strong>mínimas se aproximam de 5°C. </strong>Sobre o Centro-Oeste, o sul do Mato Grosso do Sul tem previsão de amanhecer com temperatura entre <strong>11°C e 13°C</strong>. Entre os estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, o dia amanhece frio com temperaturas entre <strong>11°C e 15°C.</strong> </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-traz-temperaturas-de-ate-5-c-negativos-e-geada-generalizada-veja-a-previsao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Milhares de pepinos-do-mar cor-de-rosa cobrem as praias da Tailândia: o vídeo do fenômeno que intriga os cientistas]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/milhares-de-pepinos-do-mar-cor-de-rosa-cobrem-as-praias-da-tailandia-o-video-do-fenomeno-que-intriga-os-cientistas.html</link><pubDate>Fri, 12 Jun 2026 12:03:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Os equinodermos apareceram encalhados em várias praias de Mae Ramphueng, onde tingiram a costa de um tom de rosa impressionante. As autoridades estão a investigar este fenômeno incomum, enquanto os cientistas apontam as chuvas e as correntes oceânicas como possíveis causas.</p><figure id="first-video" class="video youtube-short"><img src="https://img.youtube.com/vi/-ff1_iCodbk/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=-ff1_iCodbk" id="-ff1_iCodbk"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>Um <strong>fenômeno natural raro transformou Mae Ramphueng</strong>, um trecho de 12 quilómetros de costa na província de Rayong, no Golfo da Tailândia, num espetáculo notável.</p><p><strong>Milhares de pepinos-do-mar rosados e verrugosos —<em> Cercodemas anceps</em> — foram levados pela maré até à costa</strong>, surpreendendo residentes e turistas, que rapidamente partilharam imagens deste acontecimento invulgar nas redes sociais e nos meios de comunicação social.</p><p>Na sequência do incidente, o Ministério dos Recursos Naturais e do Ambiente da Tailândia solicitou uma investigação urgente sobre o fenômeno. O objetivo é <strong>determinar o que causou a chegada em massa destes equinodermos</strong>, uma situação considerada altamente invulgar na região.</p><div class="texto-destacado">Os <strong>holotúrios</strong>, vulgarmente conhecidos como <strong>pepinos-do-mar</strong>, são <strong>animais invertebrados</strong> pertencentes ao grupo dos <strong>equinodermos</strong>, a mesma família das estrelas-do-mar e dos ouriços-do-mar, e vivem normalmente no fundo do mar.</div><p>Embora ainda não haja uma explicação definitiva, os especialistas estão a considerar <strong>várias hipóteses relacionadas com as condições meteorológicas e oceanográficas</strong> registadas nos últimos dias.</p><h2>As chuvas intensas e as correntes marítimas estão entre as principais teorias</h2><p><strong>Os pepinos-do-mar vivem no fundo do oceano</strong>, o que torna invulgar encontrá-los em tão grande número na praia, um fenômeno que chamou a atenção de pesquisadores e autoridades ambientais.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">RAYONG 6 June 2026, Millions of pink sea cucumbers have washed up along a beach in Thailand's eastern province of Rayong in a rare natural phenomenon that has attracted widespread attention from tourists and marine experts.<br><br>Large numbers of the marine animals were found <a href="https://t.co/sGdGQ6EoGT">pic.twitter.com/sGdGQ6EoGT</a></p>— Khaosod English (@KhaosodEnglish) <a href="https://x.com/KhaosodEnglish/status/2063177181304660062?ref_src=twsrc%5Etfw">June 6, 2026</a></blockquote></figure><p>De acordo com as primeiras avaliações, <strong>as chuvas intensas registadas recentemente e as alterações nas correntes marítimas podem ter afastado estes animais do seu habitat habitual</strong>, levando-os para a costa.</p><p>As tempestades alteram frequentemente a dinâmica oceânica, gerando ondas e movimentos de água capazes de transportar organismos marinhos para zonas pouco profundas. <strong>Se estas condições coincidirem com marés favoráveis</strong>, o resultado pode ser<strong> uma acumulação em massa de espécies nas praias</strong>.</p><p>Os especialistas estão também a analisar se <strong>outros fatores ambientais</strong>, tais como alterações na temperatura da água ou variações na salinidade causadas pela chuva, poderão ter contribuído para este deslocamento coletivo.</p><h2>Um papel importante no ecossistema marinho</h2><p>Embora a sua aparência possa parecer invulgar para muitas pessoas, os pepinos-do-mar desempenham um papel essencial no oceano. Ao consumirem sedimentos e matéria orgânica, <strong>reciclam nutrientes e ajudam a manter o fundo do mar saudável, atuando como "limpadores" naturais</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/miles-de-pepinos-de-mar-rosados-cubren-las-playas-de-tailandia-y-desconciertan-a-cientificos-y-autoridades-1781115657578.jpg" data-image="3pfwdilpxsnn"><figcaption>Exemplar de Cercodemas anceps, vulgarmente conhecido como pepino-do-mar rosa verrugoso.</figcaption></figure><p><strong>Em muitos países asiáticos, algumas espécies têm também um valor comercial e culinário significativo</strong>, o que tem levado a uma pressão considerável sobre as suas populações em determinadas regiões.</p><p>Por este motivo, os especialistas salientam que estes animais fazem parte de um ecossistema delicado e <strong>recomendam que não sejam manuseados nem removidos sem a supervisão das autoridades competentes</strong>, especialmente durante eventos extraordinários como o que está atualmente a afetar a costa de Mae Ramphueng.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/milhares-de-pepinos-do-mar-cor-de-rosa-cobrem-as-praias-da-tailandia-o-video-do-fenomeno-que-intriga-os-cientistas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Projetos aprovados na Câmara ameaçam o Pantanal e preocupam ambientalistas]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/projetos-aprovados-na-camara-ameacam-o-pantanal-e-preocupam-ambientalistas.html</link><pubDate>Fri, 12 Jun 2026 10:13:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Especialistas alertam que novas medidas regulatórias diminuem a autonomia técnica de órgãos federais e abrem espaço para o avanço do desmatamento ilegal em biomas frágeis. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/projetos-aprovados-na-camara-ameacam-o-pantanal-e-preocupam-ambientalistas-1781193154247.jpg" data-image="901gv8adc2jl" alt="Novas medidas aprovadas pelos deputados federais criam insegurança jurídica e ameaçam as áreas úmidas do Pantanal. Foto: Adobe Stock" title="Novas medidas aprovadas pelos deputados federais criam insegurança jurídica e ameaçam as áreas úmidas do Pantanal. Foto: Adobe Stock"><figcaption>Novas medidas aprovadas pelos deputados federais criam insegurança jurídica e ameaçam as áreas úmidas do Pantanal. Foto: Adobe Stock</figcaption></figure><p><strong>A aprovação de três projetos de lei pela Câmara dos Deputados gerou alerta entre especialistas</strong> em conservação ambiental. As propostas alteram mecanismos de proteção e fiscalização, impactando diretamente o Pantanal e o Cerrado.</p><p>Embora nenhum dos textos trate especificamente sobre o território pantaneiro, <strong>as mudanças afetam as estruturas nacionais de controle</strong>. Diante disso, analistas apontam riscos para a preservação da vegetação nativa e para a autonomia de órgãos federais.</p><h2>Impactos no Código Florestal e na vegetação nativa</h2><p>O primeiro projeto que desperta preocupação é o <strong>PL 364/2019, que modifica o Código Florestal brasileiro</strong>. A proposta flexibiliza a regularização de áreas ocupadas em diferentes biomas do país.</p><p>Com a mudança, formações não florestais, como <strong>campos e áreas alagáveis, podem ser classificadas como consolidadas</strong>. Isso dispensa a comprovação de que houve conversão da vegetação nativa para o uso rural.</p><div class="texto-destacado">Entidades de conservação avaliam que a medida atinge diretamente as paisagens predominantes da região. Apesar de Mato Grosso do Sul possuir uma legislação estadual específica para o Pantanal (Lei nº 6.160/2023), que restringe danos locais, o cenário nacional preocupa.</div><p>Existe um alerta iminente para a vulnerabilidade nas zonas de transição entre os biomas. A redução do piso de proteção federal <strong>cria um ambiente favorável para novos avanços e degradações </strong>sobre áreas naturais.</p><h2>Restrições na fiscalização por satélite e novos fluxos de decisão</h2><p>Outro ponto crítico é o <strong>PL 2.564/2025, que proíbe embargos administrativos baseados apenas em monitoramento remoto</strong>. A nova regra exige a notificação prévia do responsável antes de qualquer punição cautelar.</p><p>Para defensores da causa ambiental, essa alteração <strong>prejudica severamente a fiscalização de locais isolados</strong>. A tecnologia de sensoriamento é considerada fundamental para dar respostas rápidas a crimes ecológicos.</p><div class="texto-destacado">A retirada da possibilidade de embargo cautelar com base nesses dados reduz a capacidade de reação diante de desmatamentos e queimadas ilegais. Sem os registros de satélite para restringir as infrações, o cenário torna-se um estímulo para a destruição de territórios complexos.</div><p>Por fim, o PL 5.900/2025 determina que normas sobre espécies usadas em atividades produtivas passem por análise do órgão federal da agricultura. Na prática, a medida<strong> reduz a independência técnica de instituições como Ibama, ICMBio, Ministério do Meio Ambiente e Conama</strong>.</p><h2>Consequências para os recursos hídricos e para o Cerrado</h2><p>Os analistas relembram que as <strong>propostas votadas entre março e maio também ameaçam o Cerrado sul-mato-grossense</strong>. Esse bioma já perdeu grande parte de sua cobertura original para a expansão agropecuária.</p><p>A aprovação definitiva no Senado pode <strong>facilitar a degradação dos 25% restantes da vegetação nativa</strong> do Cerrado no estado. O problema se torna mais grave em um período marcado por secas prolongadas e extremos climáticos.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="769023" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/o-mini-pantanal-paulista-no-rio-tiete-que-surgiu-de-uma-barragem-e-tem-area-maior-que-paris.html" title="O mini pantanal paulista no rio Tietê que surgiu de uma barragem e tem área maior que Paris">O mini pantanal paulista no rio Tietê que surgiu de uma barragem e tem área maior que Paris</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/o-mini-pantanal-paulista-no-rio-tiete-que-surgiu-de-uma-barragem-e-tem-area-maior-que-paris.html" title="O mini pantanal paulista no rio Tietê que surgiu de uma barragem e tem área maior que Paris"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/o-mini-pantanal-paulista-no-rio-tiete-que-surgiu-de-uma-barragem-e-tem-area-maior-que-paris-1778870906331_320.jpg" alt="O mini pantanal paulista no rio Tietê que surgiu de uma barragem e tem área maior que Paris"></a></article></aside><p>O desmatamento nessa região <strong>afeta diretamente o abastecimento de rios e nascentes</strong> que sustentam a economia nacional. A escassez de água resulta em energia mais cara e prejuízos diretos na produção de alimentos.</p><p>A tramitação dessas propostas é apontada como um retrocesso em relação aos avanços obtidos nas últimas décadas. Trata-se de um momento de <strong>forte pressão sobre o patamar mínimo de proteção ambiental, social e econômica</strong> construído no país.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://www.campograndenews.com.br/meio-ambiente/ambientalistas-veem-ameaca-ao-pantanal-em-pacote-aprovado-pela-camara" target="_blank">Ambientalistas veem ameaça ao Pantanal em pacote aprovado pela Câmara.</a> 10 de junho, 2026. </em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/projetos-aprovados-na-camara-ameacam-o-pantanal-e-preocupam-ambientalistas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Este é o impressionante trem-bala submarino que a China construirá sob a água: ele viajará a 250 km/h]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/este-e-o-impressionante-trem-bala-submarino-que-a-china-construira-sob-a-agua-ele-viajara-a-250-km-h.html</link><pubDate>Fri, 12 Jun 2026 09:04:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>A China está avançando com um dos projetos ferroviários mais ambiciosos do mundo: um trem-bala submarino que cruzará o Mar de Bohai, conectará economias e reduzirá o tempo de viagem.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/asi-es-el-impresionante-tren-bala-submarino-que-china-construira-bajo-el-mar-viajara-a-250-km-h-1781102273292.png" data-image="wbcg3i6bbq3b"><figcaption>O Túnel do Estreito de Bohau será inaugurado em 2035 e atingirá velocidades de 250 km/h. Foto: imagem ilustrativa.</figcaption></figure><p><strong>China </strong>e inovação sempre pareceram ser sinônimos. Prova disso é o <strong>revolucionário e impressionante trem-bala subaquático, que deverá atingir velocidades de 250 km/h</strong> e <strong>cruzar o Mar de Bohai em apenas 40 minutos</strong>, conforme anunciado no país asiático.</p><p>O '<strong>Túnel do Estreito de Bohai' </strong>é o nome deste ambicioso e surpreendente projeto de trem subaquático que poderá <strong>conectar dois centros estratégicos, Dalian e Yantai</strong>, em menos de uma hora.</p><p>Atualmente, essas duas cidades só podem ser conectadas por longas viagens que incluem travessias de balsa e podem levar até 10 horas.</p><h2>Por que este trem subaquático será revolucionário</h2><p>Num contexto global em que as principais cidades continuam expandindo suas redes ferroviárias de superfície, a visão da China representa um paradigma completamente disruptivo.</p><p>O <strong>projeto de infraestrutura </strong>proposto pelo gigante asiático <strong>tornou-se um dos mais surpreendentes das últimas décadas</strong>, não só por se tratar de um trem subaquático, mas também pela velocidade a que irá operar.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/asi-es-el-impresionante-tren-bala-submarino-que-china-construira-bajo-el-mar-viajara-a-250-km-h-1781102345698.png" data-image="6k0fe6pizyuw"><figcaption>Atravessando o Mar de Bohai, o trem-bala submarino chinês ligará Daian a Yantai (mais de 120 km) em apenas 40 minutos. Foto: X/@akech_andrew</figcaption></figure><p>Assim, os <strong>123 quilômetros que separam as duas principais cidades em território chinês </strong>— através do mar — <strong>poderão ser percorridos em apenas 40 minutos</strong>. Esta será uma excelente oportunidade para o comércio e as conexões de mercadorias, bem como para o turismo e o transporte de passageiros.</p><h2>A revolução em forma de túnel subaquático</h2><p>A ligação atual entre Dalian e Yantai — duas cidades localizadas em penínsulas — pode levar de 6 a 10 horas. Por terra, por exemplo, envolve inúmeros desvios — evitáveis — em estradas e rodovias.</p><p>É por isso que <strong>a construção do Túnel do Estreito de Bohai está destinada a ser revolucionária</strong>, encontrando finalmente uma solução para esse gargalo logístico histórico.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/asi-es-el-impresionante-tren-bala-submarino-que-china-construira-bajo-el-mar-viajara-a-250-km-h-1781102442641.png" data-image="czc9jxq9wen9"><figcaption>A construção do túnel subaquático e a extensão da linha ferroviária de alta velocidade na China custarão entre 32 e 43 bilhões de dólares. Foto: imagem ilustrativa.</figcaption></figure><p>O projeto envolve um<strong> investimento multimilionário estimado entre 32 e 43 bilhões de dólares</strong>. Valores tão expressivos demonstram claramente a imensa complexidade do projeto.</p><p>De fato, a <strong>espinha dorsal do projeto</strong> será a<strong> construção de um túnel subaquático gigantesco</strong>, que exigirá a maior parte do tempo e dos recursos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/asi-es-el-impresionante-tren-bala-submarino-que-china-construira-bajo-el-mar-viajara-a-250-km-h-1781102524471.png" data-image="dl4hi89bt4sr"><figcaption>O túnel terá três faixas: duas para trens e uma para controle e manobras de evacuação. Foto: Cortesia de X/@akech_andrew</figcaption></figure><p>Isso ocorre porque os engenheiros terão que trabalhar — e garantir a segurança ferroviária — em <strong>um ambiente geológico complexo, onde falhas sísmicas, grandes profundidades e condições exigentes convergem</strong>.</p><p>Nesse sentido, os planos preliminares incluem sistemas de ventilação de última geração, sensores de detecção de vazamentos em tempo real, monitoramento estrutural contínuo e centros de controle remoto. Além disso, <strong>protocolos específicos de evacuação e resgate foram desenvolvidos</strong>.</p><h2>Assim será o novo trem-bala submarino chinês</h2><p>Embora a previsão seja de que o trem-bala submarino chinês só<strong> entre em operação em 2035</strong>, todos os detalhes do projeto já foram confirmados. O planejamento já está em andamento.</p><p>O <strong>sistema completo será composto por três túneis paralelos</strong>: dois para trens de alta velocidade e um terceiro central para manutenção, evacuação e operações de emergência.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/asi-es-el-impresionante-tren-bala-submarino-que-china-construira-bajo-el-mar-viajara-a-250-km-h-1781102649457.png" data-image="yzwvmaltwosj"><figcaption>A linha será integrada à rede ferroviária, portanto os passageiros não precisarão trocar de trem durante suas viagens. Foto: Cortesia de X/@estratsferaok (imagem ilustrativa)</figcaption></figure><p>A intenção é que essa nova linha seja totalmente integrada à extensa rede ferroviária de alta velocidade da China, a maior do mundo. Dessa forma, os passageiros poderão continuar sua viagem sem precisar trocar de trem.</p><h2>Um sistema inteligente para antecipar problemas</h2><p>Dentre os muitos aspectos inovadores do projeto do trem-bala submarino da China, destaca-se a<strong> incorporação de ferramentas de manutenção preditiva</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/asi-es-el-impresionante-tren-bala-submarino-que-china-construira-bajo-el-mar-viajara-a-250-km-h-1781102772568.png" data-image="t1zlf7vxy4ng"><figcaption>O projeto irá gerar milhares de empregos durante a sua construção e impulsionará as economias locais. Foto: Cortesia de @NextMetropoli (imagem ilustrativa)</figcaption></figure><p>Por meio de <strong>sensores distribuídos ao longo do túnel e sistemas de análise de dados em tempo real, desgastes, deformações ou anomalias</strong> podem ser detectados antes que se tornem problemas operacionais.</p><p>Além de melhorar a conectividade entre regiões (não apenas entre as duas cidades mencionadas, mas em todo o país),<strong> o projeto gerará milhares de empregos durante sua construção</strong>. Também impulsionará as economias locais e consolidará novos corredores logísticos.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/este-e-o-impressionante-trem-bala-submarino-que-a-china-construira-sob-a-agua-ele-viajara-a-250-km-h.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O “culpado oculto” que faz subir o nível do mar: nem tudo é degelo, o oceano também está se expandindo]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/o-culpado-oculto-que-faz-subir-o-nivel-do-mar-nem-tudo-e-degelo-o-oceano-tambem-esta-se-expandindo.html</link><pubDate>Thu, 11 Jun 2026 22:34:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>A elevação do nível do mar não se deve apenas ao derretimento do gelo. A expansão térmica do oceano, impulsionada pelo calor acumulado, também eleva lentamente a superfície do mar e ameaça litorais, cidades portuárias, zonas úmidas e infraestrutura em todo o mundo.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-culpable-oculto-que-hace-subir-el-nivel-del-mar-no-todo-es-deshielo-el-oceano-tambien-se-esta-expandiendo-1781195010745.png" data-image="j7yv37oha0pc"><figcaption>As áreas costeiras baixas são especialmente vulneráveis à elevação do nível do mar. Embora o derretimento do gelo seja uma das principais causas, a expansão térmica do oceano também contribui para que a água ocupe mais espaço e avance lentamente ao longo da linha costeira.</figcaption></figure><p>Quando pensamos na <strong>elevação do nível do mar</strong>, a imagem que quase imediatamente nos vem à mente é a de uma geleira derretendo ou de enormes blocos de gelo caindo no oceano. E sim, <strong>o derretimento do gelo é uma parte fundamental do problema</strong>. Mas <strong>existe outro fator, menos visível, oculto sob a superfície: o próprio oceano está aquecendo</strong> e, à medida que isso acontece, ocupa mais espaço.</p><div class="texto-destacado">O que é expansão térmica?<br>É o aumento de volume que um corpo sofre quando aquecido. No caso do oceano, isso ocorre porque a água absorve calor, suas moléculas se movem mais e se separam ligeiramente, fazendo com que a mesma quantidade de água ocupe mais espaço.<br></div><p>Esse fenômeno se chama<strong> expansão térmica</strong>. Parece um termo técnico, mas a ideia é simples: quando a água é aquecida, suas moléculas se movem mais, se separam ligeiramente e o volume aumenta. Em uma panela ou um copo, isso pode parecer insignificante; <strong>em um vasto oceano, o efeito se torna enorme</strong>.</p><h2>O nível do mar também sobe porque a água "infla"</h2><p>A <strong>expansão térmica é um dos principais fatores que impulsionam a elevação do nível do mar</strong>. À medida que a Terra acumula calor, os oceanos atuam como uma esponja térmica gigante: absorvem grande parte desse excesso de energia e a armazenam em suas camadas superficiais e profundas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-culpable-oculto-que-hace-subir-el-nivel-del-mar-no-todo-es-deshielo-el-oceano-tambien-se-esta-expandiendo-1781193874709.png" data-image="wyrbt3ddvj2o"><figcaption>A expansão térmica ocorre quando o oceano absorve calor e suas moléculas se espalham ligeiramente, fazendo com que a água ocupe um volume maior. Esse processo contribui para a elevação do nível do mar, mesmo sem a adição de nova água proveniente do derretimento do gelo. Crédito: NASA Science.</figcaption></figure><p>O problema é que <strong>esse calor não desaparece. Preso no oceano, ele aquece a água e a faz expandir</strong>. Não é que água nova apareça, mas sim que a água existente ocupe mais espaço. É por isso que o nível do mar pode subir mesmo sem imaginarmos um bloco de gelo derretendo diante dos nossos olhos.</p><p>A NASA explica que <strong>mais de 90% do calor retido pelos gases de efeito estufa foi absorvido pelos oceanos</strong>. Essa absorção eleva a temperatura da água e contribui diretamente para a elevação do nível global do mar.</p><h2>Então, o degelo não importa?</h2><p><strong>Sim, isso importa, e muito</strong>. A elevação do nível do mar se explica principalmente por dois processos: o derretimento do gelo terrestre — como geleiras e as calotas polares da Groenlândia e da Antártida — e a expansão térmica do oceano.</p><p>A principal <strong>diferença está na origem da água</strong>. Quando <strong>o gelo em terra derrete, essa água flui para o mar e aumenta seu volume</strong>. Em contrapartida, quando o gelo marinho flutuante derrete, como parte do gelo do Ártico, seu impacto direto no nível do mar é menor, porque esse gelo já estava deslocando água.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-culpable-oculto-que-hace-subir-el-nivel-del-mar-no-todo-es-deshielo-el-oceano-tambien-se-esta-expandiendo-1781192548701.png" data-image="dqig13o329tu"> <figcaption>O gráfico mostra como a elevação do nível do mar observada por satélites desde 1993 é explicada principalmente por dois fatores: a água adicionada pelo derretimento de geleiras e calotas polares e a expansão térmica do oceano. Crédito: NOAA Climate.gov, adaptado de State of the Climate em 2018.</figcaption></figure><p>Mas <strong>a expansão térmica tem uma característica única: é silenciosa e global</strong>. Nem sempre produz imagens dramáticas, mas progride em escala planetária e pode amplificar os impactos em litorais, cidades portuárias, zonas úmidas e áreas baixas.</p><h2>Um problema com efeitos diferentes em cada costa</h2><p><strong>O nível do mar não sobe na mesma proporção em todos os lugares</strong>. Além do aquecimento dos oceanos e do derretimento do gelo, fatores como correntes oceânicas, ventos, mudanças na gravidade da Terra, subsidência (quando o solo afunda) e movimentos tectônicos também desempenham um papel importante.</p><p>Isso significa que duas <strong>cidades costeiras</strong> podem vivenciar realidades muito diferentes.<strong> Algumas podem apresentar uma elevação mais rápida</strong> devido à subsidência do solo; outras podem experimentar variações devido a mudanças nas correntes oceânicas ou no formato da linha costeira.</p><div class="texto-destacado">No Chile, com milhares de quilômetros de litoral, compreender esses processos é fundamental para pensar no planejamento costeiro, na infraestrutura portuária, nas tempestades, na erosão e no futuro das comunidades localizadas à beira-mar.</div><p>A expansão térmica demonstra que <strong>o oceano não apenas recebe calor das mudanças climáticas, como também o armazena</strong>. À medida que aquece, a água ocupa mais espaço e eleva lentamente o nível do mar, deixando um sinal silencioso, persistente e difícil de ignorar.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em>NOAA. <a href="https://www.climate.gov/news-features/understanding-climate/climate-change-global-sea-level" target="_blank">Climate Change: Global Sea Level</a></em></p><p><em>NASA. <a href="https://sealevel.nasa.gov/understanding-sea-level/global-sea-level/thermal-expansion/" target="_blank">Understanding Sea Level.</a></em></p><p><em>WHOI. <a href="https://www.whoi.edu/ocean-learning-hub/ocean-topics/climate-weather/sea-level-rise/" target="_blank">Sea Level Rise.</a></em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/o-culpado-oculto-que-faz-subir-o-nivel-do-mar-nem-tudo-e-degelo-o-oceano-tambem-esta-se-expandindo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Como é a plataforma de vidro suspensa a 360 metros na Serra Gaúcha que dá vista para uma cascata de 131 m]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/como-e-a-plataforma-de-vidro-suspensa-a-360-metros-na-serra-gaucha-que-da-vista-para-uma-cascata-de-131-m.html</link><pubDate>Thu, 11 Jun 2026 20:46:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>A plataforma de vidro suspensa é um dos atrativos de Canela, uma cidade turística do Rio Grande do Sul, que oferece uma bela vista panorâmica do deslumbrante Vale da Ferradura, incluindo a de uma queda d'água imponente.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/como-e-a-plataforma-de-vidro-suspensa-a-360-metros-na-serra-gaucha-que-da-vista-para-uma-cascata-de-131-m-1781203644521.jpg" data-image="mb1igg80dpsz"><figcaption>Plataforma suspensa de vidro que fica a 360 metros de altura em Canela, no Rio Grande do Sul. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p><strong>Canela </strong>é uma <strong>cidade turística na Serra Gaúcha</strong>, perto da famosíssima Gramado, e que igualmente esbanja charme e oferece várias atrações naturais exuberantes e inúmeros parques temáticos. É um dos destinos turísticos mais charmosos do Brasil.</p><p>Entre seus principais atrativos está uma<strong> plataforma de vidro suspensa a mais de 300 metros de altura que oferece uma bela vista panorâmica do Vale da</strong>, inclusive a de uma queda d'água impressionante. Saiba mais do que se trata abaixo.</p><h2>Como funciona este atrativo</h2><p>A plataforma de vidro é a ‘<strong><em>Skyglass Canela</em></strong>’, que <strong>tem duas atrações simultâneas</strong>: <strong>um mirante de vidro sobre o penhasco e um brinquedo que fica abaixo dela, dependurado</strong> a 360 metros de altura sobre o rio Caí, que ganhou o nome de “Abusado”.</p><p><strong>Este brinquedo é para quem gosta de aventura e adrenalina</strong>. As cadeiras são fixadas ao “piso” da plataforma pela parte de cima, então os pés ficam “livres”, sem nenhum apoio. Esse formato te faz ter a sensação de estar flutuando sobre o vale.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/como-e-a-plataforma-de-vidro-suspensa-a-360-metros-na-serra-gaucha-que-da-vista-para-uma-cascata-de-131-m-1781203663774.jpg" data-image="3qsp0bqw0ok7"><figcaption>O “Abusado”, um monotrilho com cadeiras suspensas que desliza abaixo da plataforma de vidro em Canela (RS). Crédito: Blog Passagem Comprada.</figcaption></figure><p>A <strong>plataforma de vidro avança 35 metros para dentro de um cânion, sobre o Vale da Ferradura</strong>, tornando-se a mais longa plataforma do mundo deste tipo. No local <strong>há também uma área verde e ajardinada, além do Memorial do Ferro de Passar</strong>. Este memorial é um espaço que abriga um acervo de mais de 300 peças raras que contam a história e a evolução desse utensílio doméstico. </p><div class="texto-destacado">O <em>Skyglass Canela</em> é a primeira plataforma de vidro da América Latina e uma das maiores do mundo.</div><p>A <strong>plataforma oferece uma vista 360 graus da região, inclusive da Cascata do Caracol</strong>, uma queda d’água de 131 metros de altura cercada por mata fechada. Ela fica localizada dentro do Parque do Caracol, e é <strong>o principal cartão postal de Canela</strong>.</p><p>O Skyglass Canela foi inaugurado em dezembro de 2020, e oferece também infraestrutura com lojas e opções gastronômicas, além de<strong> uma área de araucárias com mirante e deck para o pôr do sol</strong>. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/como-e-a-plataforma-de-vidro-suspensa-a-360-metros-na-serra-gaucha-que-da-vista-para-uma-cascata-de-131-m-1781203674480.jpg" data-image="53zcz29es4s8"><figcaption>Deck com mesinhas na plataforma Skyglass em Canela (RS). Crédito: Blog Viagens e Menus.</figcaption></figure><p>A sua <strong>estrutura é muito segura</strong>. Além da qualidade do material utilizado, a plataforma foi construída para suportar até 260 pessoas, mas o limite máximo permitido pelo Skyglass são 130 pessoas, ou seja, metade da capacidade, não comprometendo de forma alguma a estrutura.</p><p>A <strong>atração fica a cerca de 13 quilômetros do centro de Canela</strong> e abre todos os dias, das 9h às 18h. Os <strong>ingressos de entrada</strong> você pode comprar no site oficial, <strong>clicando <a href="https://lojaskyglasscanela.com.br/produto/lista?_gl=1*ukalxb*_gcl_au*MTEyMjA0NTgzNy4xNzgxMjAyMzAx*_ga*ODI0MjM2NDk0LjE3ODEyMDIzMDE.*_ga_3BF6JXLWL8*czE3ODEyMDIzMDAkbzEkZzAkdDE3ODEyMDIzMDAkajYwJGwwJGgxMzk4MjQyMjA5" target="_blank">aqui</a></strong>.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://oantagonista.com.br/ladooa/turismo/a-cascata-de-131-metros-e-a-plataforma-de-vidro-suspensa-a-360-metros-o-que-ver-na-capital-dos-parques-tematicos-da-serra-gaucha/" target="_blank">A cascata de 131 metros e a plataforma de vidro suspensa a 360 metros: o que ver na capital dos parques temáticos da Serra Gaúcha</a>. 06 de junho, 2026. Redação O Antagonista.</em></p><p><em><a href="https://www.melhoresdestinos.com.br/skyglass-canela-gramado.html" target="_blank">Skyglass Canela – quanto custa e como é o passeio na plataforma de vidro perto de Gramado</a>. 14 de agosto, 2024. Bruna Scirea.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/como-e-a-plataforma-de-vidro-suspensa-a-360-metros-na-serra-gaucha-que-da-vista-para-uma-cascata-de-131-m.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria muda o tempo no Sudeste: Veja onde tem chuva de 100 mm e frio abaixo de 10°C]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-muda-o-tempo-no-sudeste-veja-onde-tem-chuva-de-100-mm-e-frio-abaixo-de-10-c.html</link><pubDate>Thu, 11 Jun 2026 19:26:16 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Ciclone e frente fria aumentam as pancadas de chuva no Sudeste do Brasil a partir de amanhã (12). Os próximos dias também terão uma queda nas temperaturas em parte da região.</p><ul><li>Mais previsão: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/alerta-de-ciclone-no-dia-dos-namorados-chuva-intensa-e-tempestades-ameacam-3-regioes-do-brasil.html" target="_blank">Alerta de ciclone no Dia dos Namorados: Chuva intensa e tempestades ameaçam 3 regiões do Brasil</a></li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaekxiq"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaekxiq.jpg" id="xaekxiq"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Nesta <strong>sexta-feira (12)</strong> teremos o <strong>processo de formação de um novo ciclone</strong> próximo à costa da Região Sul do Brasil. O sistema meteorológico e sua frente fria vão <strong>aumentar as chuvas no Sudeste </strong>ao longo dia,<strong> bem como o risco de temporais isolados</strong>.</p><p>São esperadas ainda<strong> rajadas de vento moderadas a fortes em São Paulo</strong>, com velocidades chegando aos <strong>70 km/h no leste do estado</strong>, na região Metropolitana de Sorocaba.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p>E<strong> nos próximos dias áreas de instabilidade vão continuar atuando </strong>em parte do Sudeste, deixando nuvens carregadas e pancadas pontualmente intensas. Até o início da próxima semana são esperados <strong>volumes em torno dos 100 mm em áreas de São Paulo</strong>.</p><p>Além disso,<strong> as temperaturas vão diminuir mais ainda</strong> em parte do Sudeste, com <strong>mínimas ficando abaixo dos 10°C </strong>em áreas serranas.</p><p>Acompanhe<strong> </strong>a seguir mais detalhes da previsão do tempo.</p><h2>Chuva e acumulados de 100 mm no Sudeste nos próximos dias</h2><p>No <strong>Dia dos Namorados (12)</strong>, a <strong>manhã </strong>já começa com<strong> pancadas de chuva intensa</strong> em áreas do<strong> oeste, sul e centro de São Paulo </strong>e chuvas mais fracas no sul de Minas Gerais.</p><div class="texto-destacado">Até o início da próxima semana são esperadas fortes pancadas de chuva em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, com volumes chegando aos 100 mm no oeste paulista até a terça-feira (16).</div><p>Ao longo da <strong>tarde</strong>, <strong>chuvas moderadas se espalham </strong>por todo o território paulista, pelo Rio de Janeiro e o centro-sul de Minas Gerais, inclusive nas capitais, e com pancadas pontuais fortes no estado mineiro.</p><p>Há risco de <strong>temporais isolados </strong>ao longo da manhã e tarde nestas áreas de <strong>São Paulo</strong> e de <strong>Minas Gerais</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-muda-o-tempo-no-sudeste-veja-onde-tem-chuva-de-100-mm-e-frio-abaixo-de-10-c-1781192493396.jpg" data-image="5645rple6rf9"><figcaption>Previsão da probabilidade de precipitação (%) para a sexta-feira (12) às 14h, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>No <strong>fim de semana</strong>, as <strong>instabilidades continuam atuando</strong> e pelas manhãs já são esperadas <strong>fortes pancadas de chuva</strong> no oeste paulista. Entre as tardes e início das noites, essas pancadas também atingem áreas do centro e do norte de São Paulo e o centro-sul de Minas Gerais. No Rio de Janeiro, as chuvas devem ocorrer com fraca a moderada intensidade ao longo dos dias.</p><p>O <strong>risco para fortes temporais aumenta</strong> no <strong>oeste, norte e noroeste de São Paulo</strong>, no <strong>centro-sul de Minas Gerais</strong> e na <strong>divisa do Rio de Janeiro com o estado mineiro</strong>, especialmente nas regiões de Araçatuba, Presidente Prudente, Triângulo Mineiro e Juiz de Fora. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-muda-o-tempo-no-sudeste-veja-onde-tem-chuva-de-100-mm-e-frio-abaixo-de-10-c-1781191795559.jpg" data-image="bozpfyojxrl3"><figcaption>Previsão de densidade de raios para o sábado (13) às 16h, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Na próxima semana, a<strong> segunda-feira (15)</strong> ainda terá condições para <strong>fortes pancadas de chuva </strong>desde a madrugada e <strong>ao longo da manhã </strong>no<strong> centro e norte de São Paulo</strong>, enquanto o leste paulista terá chuvas fracas a moderadas.</p><p><strong>Ao longo da tarde</strong>, a previsão é de<strong> chuvas moderadas </strong>no sul e no leste de Minas Gerais, no Rio de Janeiro, no Espírito Santo e no leste de São Paulo. Ainda podem ocorrer <strong>temporais isolados </strong>no norte paulista, no leste mineiro e no norte fluminense.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-muda-o-tempo-no-sudeste-veja-onde-tem-chuva-de-100-mm-e-frio-abaixo-de-10-c-1781192156755.jpg" data-image="8gnr86vb6bb9"><figcaption>Previsão de precipitação (em mm) e nebulosidade para segunda-feira (15) às 18h, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Contudo, a <strong>tendência</strong> da previsão para a<strong> terça-feira (16) </strong>é de uma <strong>redução das instabilidades</strong>, com chuvas fracas e pontuais ocorrendo no leste de São Paulo, em Minas Gerais, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo; e <strong>não há risco de temporais</strong>.</p><p>Os<strong> volumes de chuva nos próximos 5 dias</strong> (entre hoje (11) e terça-feira (16)) serão baixos em algumas áreas e mais significativos em outras, como podemos observar no mapa abaixo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-muda-o-tempo-no-sudeste-veja-onde-tem-chuva-de-100-mm-e-frio-abaixo-de-10-c-1781190797938.jpg" data-image="8wepe1vdvd3h"><figcaption>Previsão do acumulado de precipitação (em mm) para 5 dias, de hoje (11) até a noite (21h) de terça-feira (16), segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Então, os acumulados até a noite de terça-feira (16) vão variar <strong>entre 30 e 60 mm em grande parte dos estados</strong>, mas podendo pontualmente chegar aos<strong> 70 mm em áreas centrais do Rio de Janeiro</strong> e aos <strong>100 mm no oeste de São Paulo</strong>, como por exemplo, em Andradina (SP): 104 mm.</p><h2>Temperaturas novamente diminuem em parte do Sudeste</h2><p>No<strong> início da próxima semana</strong>, uma <strong>nova massa de ar polar vai ingressar </strong>no Sudeste, diminuindo as temperaturas em parte da região.</p><p>O <strong>frio se acentua, especialmente durante a manhã</strong>, em grande parte de São Paulo e de Minas Gerais e no centro-sul do Rio de Janeiro, onde as temperaturas <strong>mínimas não passam dos 16°C</strong>, e <strong>podendo até ficar logo abaixo dos 10°C</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-muda-o-tempo-no-sudeste-veja-onde-tem-chuva-de-100-mm-e-frio-abaixo-de-10-c-1781195867473.jpg" data-image="7esqpxzppvlh"><figcaption>Previsão de temperatura mínima do ar (em °C) para a manhã de terça-feira (16), segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Este é o caso da <strong>terça-feira (16)</strong>, quando as <strong>mínimas </strong>podem chegar aos<strong> 9°C</strong> no sul de São Paulo, no sul de Minas Gerais em áreas de divisa com São Paulo e aos<strong> 8°C na Região Serrana do Rio </strong>de Janeiro.</p><p>Já as <strong>máximas </strong>não sobem muito, ficando mais amenas em localidades do leste de São Paulo e do sul e leste de Minas Gerais, onde <strong>vão marcar de 14°C a 16°C</strong>, e nas áreas mais altas da <strong>Região Serrana do Rio onde elas vão variar entre 10°C e 12°C</strong> à tarde.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-muda-o-tempo-no-sudeste-veja-onde-tem-chuva-de-100-mm-e-frio-abaixo-de-10-c.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ar polar avança sobre o Centro-Sul: veja onde o frio aumenta e onde há risco de geada]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-avanca-sobre-o-centro-sul-veja-onde-o-frio-aumenta-e-onde-ha-risco-de-geada.html</link><pubDate>Thu, 11 Jun 2026 18:25:51 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma massa de ar polar avançará pelo Brasil a partir de sábado (13), provocando uma onda de frio no centro-sul do país, com queda acentuada das temperaturas e risco de geadas abrangentes na região Sul.</p><ul><li>Mais informações: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/nova-massa-de-ar-polar-avanca-e-derruba-temperaturas-no-fim-de-semana-veja-onde.html" target="_blank">Nova massa de ar polar avança e derruba temperaturas no fim de semana</a></li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaem1vu"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaem1vu.jpg" id="xaem1vu"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Uma <strong>intensa massa de ar frio</strong> atuou sobre o centro-sul do Brasil nos últimos dias, trazendo madrugadas muito frias para diversas cidades do Sul e do Sudeste. Vários municípios do Sul e Sudeste registraram <strong>temperaturas mínimas abaixo dos 5°C</strong> esta semana, com geadas pontuais.</p><p>Agora, os modelos meteorológicos indicam a chegada de uma <strong>nova massa de ar polar</strong>, que avançará pelo país <strong>a partir do sábado (13)</strong>. O sistema provocará uma nova queda das temperaturas e dará início a uma onda de frio duradoura, com potencial para geadas e <strong>temperaturas abaixo de de 0°C</strong> em algumas regiões.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>No sábado (13), o resfriamento já será percebido em <strong>toda a Região Sul</strong>, com diversas cidades voltando a registrar <strong>mínimas abaixo dos 10°C</strong>. No domingo (14), o frio ganha intensidade, especialmente em Santa Catarina e no Paraná. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-avanca-sobre-o-centro-sul-veja-onde-o-frio-aumenta-e-onde-ha-risco-de-geada-1781195709126.jpg" data-image="c4f1rwng7qse" alt="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa no domingo durante a manhã" title="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa no domingo durante a manhã"><figcaption>Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa no domingo durante a manhã mostra a massa de ar frio avançando por boa parte do centro-sul do Brasil já no próprio domingo.</figcaption></figure><p>Em outras palavras, essa nova massa de ar frio já começará a trazer efeitos notáveis ao Brasil ao longo do domingo (14), fazendo com que as temperaturas caiam de forma expressiva durante este final de semana. No entanto, <strong>o auge do frio se dará ao longo da semana que vem</strong>. </p><h2>Queda das temperaturas se intensifica até terça</h2><p>Na segunda-feira (15), e na terça-feira (16), o frio se intensifica na região Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste (especialmente Mato Grosso do Sul). Mas o grande destaque fica para o <strong>Rio Grande do Sul</strong>, onde as temperaturas podem <strong>chegar aos 0°C em grande parte do território</strong>, como é possível observar na imagem abaixo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-avanca-sobre-o-centro-sul-veja-onde-o-frio-aumenta-e-onde-ha-risco-de-geada-1781195739404.jpg" data-image="fgntbk0y5v7u" alt="Previsão de temperaturas mínimas na terça-feira durante a madrugada." title="Previsão de temperaturas mínimas na terça-feira durante a madrugada."><figcaption>Previsão de temperaturas mínimas na terça-feira durante a madrugada mostra que os termômetros em grande parte do Rio Grande do Sul chegarão a 0°C, formando geadas abrangentes.</figcaption></figure><p>Não se descarta a possibilidade de <strong>temperaturas ainda menores em alguns municípios</strong>, atingindo valores negativos especialmente em áreas mais suscetíveis ao resfriamento, como as <strong>regiões serranas</strong> do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Isso favorece a ocorrência de GEADAS fortes e abrangentes, especialmente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Além das geadas, haverá ainda condições para formação de <strong>precipitação invernal </strong>- como <strong>chuva congelada</strong> e <strong>chuva congelante</strong> - no domingo (14), quando haverá condições para formação de precipitação ao mesmo tempo que as temperaturas na atmosfera atingem níveis muito baixos, especialmente no sul do Rio Grande do Sul.</p><h2>Onda de frio pode durar vários dias</h2><p>A chegada dessa massa de ar polar marcará o <strong>início de uma onda de frio mais ampla</strong>, que deve persistir durante <strong>mais de cinco dias </strong>e ser reforçada por novas massas de ar polar nos últimos dias do outono. Em algumas áreas, as temperaturas poderão permanecer até<strong> 5°C abaixo da média</strong> por vários dias consecutivos, caracterizando uma onda de frio intensa no Sul do Brasil.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-avanca-sobre-o-centro-sul-veja-onde-o-frio-aumenta-e-onde-ha-risco-de-geada-1781195823866.jpg" data-image="yrfd1h5zktau" alt="Previsão de anomalias de temperatura entre os dias 15 e 22 de Junho." title="Previsão de anomalias de temperatura entre os dias 15 e 22 de Junho."><figcaption>Previsão de anomalias de temperatura entre os dias 15 e 22 de Junho mostra que uma massa de ar polar manterá as temperaturas muito abaixo da média ao longo da semana que vem.</figcaption></figure><p>Por isso, para <strong>não ser pego de surpresa pelo frio</strong> ao longo da semana que vem, não deixe de acompanhar as <strong>previsões de temperatura máxima e mínima específicas para o seu município</strong>, disponíveis aqui no portal da Meteored.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-avanca-sobre-o-centro-sul-veja-onde-o-frio-aumenta-e-onde-ha-risco-de-geada.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Agora é oficial: NOAA declara a formação do El Niño]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/agora-e-oficial-noaa-declara-a-formacao-do-el-nino.html</link><pubDate>Thu, 11 Jun 2026 14:56:27 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>A mudança no status da NOAA não representa uma virada repentina nas condições do Pacífico, mas sim a formalização de um processo que vinha se desenhando ao longo dos últimos meses. </p><ul><li>Mais informações: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/temperatura-na-regiao-do-el-nino-da-novo-salto-e-os-primeiros-efeitos-podem-comecar-em-julho.html">Temperatura na região do El Niño dá novo salto e os primeiros efeitos podem começar em julho </a></li></ul><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/agora-e-oficial-noaa-declara-a-formacao-do-el-nino-1781188337037.png" data-image="9n2sp77sa7wb" alt="Anomalia diária de temperatura da superfície do mar no dia 9 de junho de 2026 mostra um intenso aquecimento no Oceano Pacífico Equatorial. Créditos: NASA Overview." title="Anomalia diária de temperatura da superfície do mar no dia 9 de junho de 2026 mostra um intenso aquecimento no Oceano Pacífico Equatorial. Créditos: NASA Overview."><figcaption>Anomalia diária de temperatura da superfície do mar no dia 9 de junho de 2026 mostra um intenso aquecimento no Oceano Pacífico Equatorial. Créditos: NASA Overview.</figcaption></figure><p><strong>A NOAA</strong> (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos) <strong>declarou oficialmente</strong> o retorno do<strong> El Niño </strong>no Pacífico equatorial em sua atualização mensal sobre o fenômeno, divulgada nesta <strong>quinta-feira (11). </strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/agora-e-oficial-noaa-declara-a-formacao-do-el-nino-1781187983211.png" data-image="wy8d25sdzbgt" alt="Discussão diagnóstica do El Niño Oscilação-Sul atualizada nesta quinta-feira (11) pela NOAA." title="Discussão diagnóstica do El Niño Oscilação-Sul atualizada nesta quinta-feira (11) pela NOAA."><figcaption>Discussão diagnóstica do El Niño Oscilação-Sul atualizada nesta quinta-feira (11) pela NOAA.</figcaption></figure><p><strong>O novo relatório</strong>, conhecido como ENSO <em>Diagnostic Discussion</em><strong> elevou o status</strong> do sistema de alerta para "El Niño <em>Advisory</em>", que significa <strong>“Aviso de El Niño”</strong>, indicando que as condições oceânicas e atmosféricas características do fenômeno já estão estabelecidas. Confira os detalhes.</p><h2>O que diz a Discussão Diagnóstica na NOAA?</h2><p>Segundo a Discussão Diagnóstica do El Niño Oscilação-Sul (ENSO), divulgada pelo Centro de Previsão Climática (CPC) da NOAA nesta quinta-feira (11), as <strong>condições de El Niño se estabeleceram no último mês</strong> e <strong>devem se intensificar </strong>ao longo dos próximos meses, persistindo durante o inverno do Hemisfério Norte (2026-2027) - verão no Hemisfério Sul.</p><p>O <strong>r</strong><strong>elatório destaca </strong>que o <strong>Pacífico equatorial</strong> apresentou <strong>aquecimento</strong> acima da média em sua porção central e oriental, com o índice <strong>Niño 3.4</strong> atingindo <strong>+0,7°C</strong> na última semana. O aquecimento foi ainda mais expressivo próximo à costa da América do Sul, onde o índice<strong> Niño 1+2</strong> alcançou <strong>+2,1°C</strong> - categoria "muito forte".</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/agora-e-oficial-noaa-declara-a-formacao-do-el-nino-1781188534108.png" data-image="194k8n1j02hk" alt="Evolução das anomalias relativas de TSM nas regiões de monitoramento (esquerda), anomalias relativas de TSM na semana centrada em 3 de junho (direita, superior) e anomalias de TSM na camada subsuperficial (direita, embaixo). Créditos: CPC/NOAA." title="Evolução das anomalias relativas de TSM nas regiões de monitoramento (esquerda), anomalias relativas de TSM na semana centrada em 3 de junho (direita, superior) e anomalias de TSM na camada subsuperficial (direita, embaixo). Créditos: CPC/NOAA."><figcaption>Evolução das anomalias relativas de TSM nas regiões de monitoramento (esquerda), anomalias relativas de TSM na semana centrada em 3 de junho (direita, superior) e anomalias de TSM na camada subsuperficial (direita, embaixo). Créditos: CPC/NOAA.</figcaption></figure><p>Além do oceano mais quente, a<strong> NOAA observou</strong> <strong>sinais</strong> claros da <strong>resposta da atmosfera </strong>ao aquecimento do Pacífico,<strong> elemento essencial para a declaração</strong> oficial do fenômeno. Entre eles, destacam-se a presença de <strong>anomalias de ventos</strong> <strong>de oeste</strong> em baixos níveis, anomalias de ventos de leste em altos níveis, <strong>aumento</strong> da <strong>atividade convectiva</strong> sobre o <strong>Pacífico</strong> <strong>equatorial</strong> <strong>central</strong> e valores negativos dos índices da Oscilação Sul (SOI). O documento afirma que:</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Em conjunto, o sistema oceano-atmosfera acoplado refletiu o início das condições de El Niño.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>As <strong>projeções </strong>também <strong>aumentaram</strong> a <strong>probabilidade de fortalecimento </strong>do fenômeno nos próximos meses. De acordo com a média dos modelos do conjunto NMME (<em>North American Multi-Model Ensemble</em>), o El Niño deve atingir seu<strong> pico</strong> entre o <strong>fim de 2026 </strong>e o <strong>início de 2027</strong>. A NOAA estima <strong>63% de chance</strong> de que o evento se torne <strong>muito forte</strong> entre novembro e janeiro, o que o colocaria entre os mais intensos desde o início dos registros modernos, em 1950.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/agora-e-oficial-noaa-declara-a-formacao-do-el-nino-1781188558294.png" data-image="oe8dsiyso3jj" alt="Probabilidade de intensidade do El Niño, considerando anomalias relativas de TSM. Créditos: CPC/NOAA." title="Probabilidade de intensidade do El Niño, considerando anomalias relativas de TSM. Créditos: CPC/NOAA."><figcaption>Probabilidade de intensidade do El Niño, considerando anomalias relativas de TSM. Créditos: CPC/NOAA.</figcaption></figure><p>Apesar disso, a agência ressalta que <strong>mesmo episódios muito intensos</strong> <strong>não produzem os mesmos impactos em todas as regiões</strong> do planeta. Eventos mais fortes tendem a aumentar a probabilidade de determinados padrões climáticos, mas não garantem que eles ocorrerão em todos os locais afetados pelo fenômeno.</p><h2>Como a NOAA declara El Niño?</h2><p>Um <strong>evento El Niño é declarado</strong> oficialmente pela NOAA quando as <strong>anomalias de um mês</strong> alcançam <strong>+0,5°C</strong> na região de monitoramento conhecida como Niño 3.4, no Pacífico equatorial central, somado à <strong>confiança de persistência</strong> do aquecimento nos próximos meses e à<strong> resposta atmosférica</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/agora-e-oficial-noaa-declara-a-formacao-do-el-nino-1781188573333.png" data-image="bsh51hpp4suf" alt="O fluxograma da NOAA mostra os critérios usados para caracterizar as condições de El Niño no Pacífico tropical. Créditos: CPC/NOAA." title="O fluxograma da NOAA mostra os critérios usados para caracterizar as condições de El Niño no Pacífico tropical. Créditos: CPC/NOAA."><figcaption>O fluxograma da NOAA mostra os critérios usados para caracterizar as condições de El Niño no Pacífico tropical. Créditos: CPC/NOAA.</figcaption></figure><p><strong>Tecnicamente</strong>, segundo os dados a própria NOAA, a<strong> anomalia relativa mensal</strong> de <strong>maio</strong> de 2026 ficou em<strong> 0,49°C</strong>, apenas 1 décimo abaixo do valor oficial. Isso se deve a uma correção que foi realizada na anomalia da semana centrada em 13 de maio, onde o valor inicialmente divulgado de +0,5°C foi rebaixado para +0,4°C nas semanas posteriores, após revisão dos cálculos.</p><p>Porém, independente deste pequeno detalhe, <strong>pela metodologia tradicional</strong>, que utiliza anomalias absolutas em vez de relativas e foi amplamente utilizada por décadas até o início deste ano, as condições já estão presentes desde meados de abril, sendo que a anomalia do mês de <strong>maio</strong> ficou em<strong> +0,94°C</strong> - já em <strong>categoria</strong> de um <strong>evento moderado</strong>.</p><p>Assim, a <strong>mudança no status</strong> da NOAA não representa uma virada repentina nas condições do Pacífico, mas sim a <strong>formalização de um processo</strong> que já vinha se desenhando ao longo dos últimos meses.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/agora-e-oficial-noaa-declara-a-formacao-do-el-nino.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Alerta de ciclone no Dia dos Namorados: chuva intensa e tempestades ameaçam 3 regiões do Brasil]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/alerta-de-ciclone-no-dia-dos-namorados-chuva-intensa-e-tempestades-ameacam-3-regioes-do-brasil.html</link><pubDate>Thu, 11 Jun 2026 13:56:14 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A sexta-feira terá a atuação do ciclone que aumenta os riscos de chuvas intensas e de tempestades espalhadas pelo Brasil. O Dia dos Namorados será de alerta em 3 regiões.</p><ul><li>Veja também: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/alerta-de-tempestades-chuvas-aumentam-no-brasil-e-deixam-10-estados-em-risco.html" target="_blank">Alerta de tempestades: chuvas aumentam no Brasil e deixam 10 estados em risco</a></li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaek52q"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaek52q.jpg" id="xaek52q"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p><strong>O Dia dos Namorados terá a atuação de ciclone sobre costa da Região Sul.</strong> A baixa pressão terá associada a ele uma frente fria que avança pelo Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil. Desta forma, <strong>as instabilidades aumentam e deixa o as 3 regiões sob riscos de chuva intensa e tempestades.</strong></p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank"><strong>novo canal de Whatsapp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p><strong>Os dias de estabilidade deram uma trégua e mudanças no tempo foram registradas em áreas do Sul e Sudeste</strong> do Brasil no decorrer da tarde de ontem (10) e desta quinta-feira (11). A<strong> quinta (11) amanheceu com tempo fechado e com chuvas</strong> sobre áreas do estado de São Paulo, Minas Gerais e extremo sul do Rio de Janeiro.</p><h2>Ciclone deixa Dia dos Namorados em risco</h2><p>Amanhã (12), é Dia dos Namorados e a previsão é que o tempo não vai colaborar com o céu claro e um belo dia de praia. <strong>O modelo europeu ECMWF, prevê a consolidação de um ciclone extratropical</strong> sobre a Região Sul do Brasil. O sistema terá a presença de uma frente fria que <strong>avança rapidamente </strong>sobre outras áreas do país.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/alerta-de-ciclone-no-dia-dos-namorados-chuva-intensa-e-tempestades-ameacam-3-regioes-do-brasil-1781185365388.jpg" data-image="frmvjsxyfo2u" alt="Mapa de precipitação" title="Mapa de precipitação"><figcaption>Chuva e nebulosidade prevista para a manhã desta sexta-feira (12) sobre a Região Sul, Centro-Oeste e Sudeste.</figcaption></figure><p>Logo pela madrugada, <strong>há previsão de chuva intensa sobre o leste do Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e do Paraná</strong>, além do s<strong>ul do Mato Grosso do Sul.</strong> Estas chuvas podem vir acompanhadas de <strong>descargas elétricas, rajadas de vento</strong> e queda de <strong>granizo</strong>, deixando estas áreas em <strong>alerta</strong>.</p><p>Pela manhã,<strong> a frente fria continua atuando sobre estados da Região Sul</strong>, Mato Grosso do Sul e chega aos estados de São Paulo, Minas Gerais e Goiás. No <strong>Sul</strong> do Brasil, <strong>as chuvas permanecem intensas </strong>o que acende o<strong> alerta </strong>para transtornos como <strong>alagamentos, fortes enxurradas e elevação dos níveis dos rios.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/alerta-de-ciclone-no-dia-dos-namorados-chuva-intensa-e-tempestades-ameacam-3-regioes-do-brasil-1781185517121.jpg" data-image="r23amsjhym7o" alt="Rios atmosféricos." title="Rios atmosféricos."><figcaption>Rios atmosféricos atuando sobre boa parte do centro-sul do Brasil.</figcaption></figure><p>A previsão mostra maiores chances de tempestades sobre o leste de Santa Catarina, na Região do Vale do Itajaí, no Paraná, área centro-leste e divisa com São Paulo.</p><p>Enquanto isso, <strong>São Paulo tem previsão de pancadas de chuva</strong> com intensidade moderada e<strong> risco de tempestade em áreas pontuais</strong> da porção sul do estado, onde as chuvas serão intensas e com trovoadas. Em <strong>Minas Gerais, chuva leve e moderada</strong> no Triângulo Mineiro e sul do estado. O que também é previsto para o sul de Goiás.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/alerta-de-ciclone-no-dia-dos-namorados-chuva-intensa-e-tempestades-ameacam-3-regioes-do-brasil-1781185461533.jpg" data-image="4ao7xh7fw9q1" alt="Probabilidade de precipitação." title="Probabilidade de precipitação."><figcaption>O mapa mostra a probabilidade de precipitação para a tarde desta sexta (12). áreas em vermelho são destaque por conta das grandes chances.</figcaption></figure><p>Na tarde de sexta-feira (12), <strong>o centro do ciclone estará próximo ao litoral de Santa Catarina.</strong> Com a convergência de umidade para áreas próximas, há o <strong>risco de chuvas intensas e tempestades</strong> em boa parte do estado e também no nordeste do Rio Grande do Sul. Sobre o Paraná a previsão é de <strong>chuvas mais leves,</strong> no entanto, não são descartadas pancadas de chuvas intensas no estado.</p><p>A esta altura <strong>a frente fria estará atuando sobre o Sudeste e Centro-Oeste</strong> do Brasil. O modelo de confiança da Meteored | <a href="http://tempo.com">Tempo.com</a> mostra que <strong>há chances de chuvas intensas e temporais</strong> sobre o Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, Sul e Sudoeste de Minas Gerais, sul de Goiás e sudeste do Mato Grosso.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/alerta-de-ciclone-no-dia-dos-namorados-chuva-intensa-e-tempestades-ameacam-3-regioes-do-brasil-1781185562647.jpg" data-image="i9hw9wyh1y0o" alt="Precipitação." title="Precipitação."><figcaption>Mapa de precipitação para a noite de sexta-feira (12), de acordo com o modelo ECMWF.</figcaption></figure><p><strong>As chuvas continuam ao longo da noite de Dia dos Namorados</strong> afetando os estados de Minas Gerais, Goiás e agora, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Os <strong>alertas para tempestades e chuvas intensas se mantêm</strong>. Por outro lado, após a passagem da frente fria <strong>o tempo volta a ficar estável </strong>em áreas da Região Sul, São Paulo e Mato Grosso do Sul.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/alerta-de-ciclone-no-dia-dos-namorados-chuva-intensa-e-tempestades-ameacam-3-regioes-do-brasil.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Como o milho safrinha atingiu 17 milhões de hectares sem derrubar a floresta]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/como-o-milho-safrinha-atingiu-17-milhoes-de-hectares-sem-derrubar-a-floresta.html</link><pubDate>Thu, 11 Jun 2026 12:22:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Estudo nacional mostra que o milho segunda safra ocupa 17,1 milhões de hectares no Brasil e avançou menos sobre vegetação natural na última década, reforçando o debate sobre etanol, carbono e intensificação agrícola em áreas já abertas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/milho-segunda-safra-avanco-sobre-vegetacao-natural-cai-e-reforca-debate-do-etanol-no-brasil-1781102646670.jpg" data-image="vgvjzjvc8sip" alt="Milho, segunda safra, safrinha" title="Milho, segunda safra, safrinha"><figcaption>Áreas de milho segunda safra se concentram no Centro-Oeste, especialmente em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, formando o principal cinturão produtor do país.</figcaption></figure><p>O milho segunda safra entrou no centro do debate sobre clima, uso da terra e bioenergia no Brasil. Um estudo nacional publicado na npj Sustainable Agriculture mapeou <strong>17,1 milhões de hectares cultivados em 2023 e mostrou que a expansão recente avançou menos sobre vegetação natural</strong>, especialmente na última década.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p><strong>A cultura já sustenta grande parte da produção brasileira de grãos e abastece uma fatia crescente do etanol de milho</strong>. Em um país onde agricultura, energia e mudança de uso da terra pesam nas emissões, <strong>entender onde o milho avança virou questão estratégica no campo para produtores,</strong> indústria e políticas climáticas. </p><h2>Cerrado concentra a maior área de milho segunda safra </h2><p>O mapa do estudo mostra um cinturão bem definido no Centro-Oeste, com forte presença em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás.<strong> Mato Grosso sozinho respondeu por cerca de 44% da área nacional mapeada em 2023</strong>, enquanto Mato Grosso do Sul e Goiás formam outros polos importantes. É nessa faixa que o calendário agrícola permite, em muitos municípios, colher a soja e semear o milho ainda dentro da janela útil.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/milho-segunda-safra-avanco-sobre-vegetacao-natural-cai-e-reforca-debate-do-etanol-no-brasil-1781102929901.jpg" data-image="4zlzvwst7497" alt="milho, safrinha, segunda safra, cerrado" title="milho, safrinha, segunda safra, cerrado"><figcaption>A expansão recente do milho segunda safra ocorreu principalmente sobre áreas já abertas, como pastagens e lavouras consolidadas, com menor avanço sobre vegetação natural.</figcaption></figure><p><strong>A leitura espacial também revela a força do Cerrado, que concentrou 53,9% da área nacional de milho segunda safra</strong>. A Amazônia aparece com 28,4% e a Mata Atlântica com 17,6%. No mapa, a cultura se espalha como uma faixa agrícola do centro do país em direção ao oeste e ao sul, acompanhando áreas consolidadas de soja.<strong> Essa distribuição mostra que a discussão não é apenas produtiva: ela passa por biomas sensíveis</strong>, logística de grãos e pressão por rastreabilidade.</p><h2>Expansão recente ocorreu mais em áreas já abertas </h2><p>O ponto mais forte do levantamento é a mudança no perfil da expansão. Entre 2003 e 2023, <strong>cerca de 13% da área atual de milho segunda safra estava associada à conversão de vegetação natural</strong>. No recorte mais recente, de 2013 a 2023, essa participação caiu para 3,6%, indicando menor pressão direta sobre áreas naturais.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/milho-segunda-safra-avanco-sobre-vegetacao-natural-cai-e-reforca-debate-do-etanol-no-brasil-1781103026176.jpg" data-image="3a159cwwuzec" alt="Solo, milho, nature, safrinha" title="Solo, milho, nature, safrinha"><figcaption>Práticas de manejo do solo, como maior cobertura vegetal e sistemas de dupla safra, ajudam a compensar parte das emissões associadas à mudança de uso da terra.</figcaption></figure><p>A maior parte da expansão recente ocorreu sobre pastagens, <strong>lavouras anuais já existentes e áreas de soja em cultivo único</strong>, onde o milho passou a entrar como segunda cultura no mesmo ano agrícola. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Na prática, isso significa mais produção na mesma área, embora o resultado dependa de controle do desmatamento, fiscalização territorial e bom manejo do solo.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Pontos de atenção para o agro:</p><ul> <li><strong>avanço sobre pastagens degradadas, com potencial de recuperação produtiva;</strong></li> <li>maior uso do sistema soja–milho, que intensifica áreas já abertas;</li> <li>menor participação recente da conversão de vegetação natural;</li> <li><strong>necessidade de monitoramento em regiões de fronteira agrícola.</strong></li> </ul><h2>Carbono do solo reduz emissões, mas não elimina riscos </h2><p><strong>O estudo estimou emissões líquidas por mudança direta de uso da terra entre 0,6 e 0,9 tonelada de CO₂ por hectare ao ano</strong> para o milho segunda safra. Ao mesmo tempo, práticas de manejo do solo compensaram parte desse saldo, com acúmulo estimado entre 0,1 e 0,2 tonelada de CO₂ por hectare ao ano. </p><div class="texto-destacado">A compensação não zera o impacto, mas mostra que o manejo pode mudar o balanço final, sobretudo em áreas bem conduzidas e monitoradas.</div><p><strong>Esse ganho está ligado à sucessão soja–milho, ao maior retorno de palhada ao solo e a práticas como plantio direto</strong>. Para o etanol, o balanço combinado ficou entre 2,3 e 5,3 gramas de CO₂ por megajoule no período de 2003 a 2023, caindo para 0,3 a 1,5 no recorte de 2013 a 2023. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="769877" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/fruta-nativa-da-america-do-sul-milho-roxo-rompe-fronteiras-e-ganha-espaco-na-amazonia.html" title="Fruta nativa da América do Sul, milho roxo rompe fronteiras e ganha espaço na Amazônia">Fruta nativa da América do Sul, milho roxo rompe fronteiras e ganha espaço na Amazônia</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/fruta-nativa-da-america-do-sul-milho-roxo-rompe-fronteiras-e-ganha-espaco-na-amazonia.html" title="Fruta nativa da América do Sul, milho roxo rompe fronteiras e ganha espaço na Amazônia"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/fruta-nativa-da-america-do-sul-milho-roxo-rompe-fronteiras-e-ganha-espaco-na-amazonia-1779306888340_320.jpg" alt="Fruta nativa da América do Sul, milho roxo rompe fronteiras e ganha espaço na Amazônia"></a></article></aside><p>O resultado fortalece o argumento climático do etanol de milho segunda safra, mas não dispensa cautela:<strong> médias nacionais escondem diferenças regionais, produtividade baixa aumenta emissões por litro produzido </strong>e a expansão futura ainda precisa ser monitorada. </p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em><a href="https://doi.org/10.1038/s44264-026-00153-w" target="_blank">Land-use change, soil management, and net CO<sub>2</sub> balance of second-crop corn in Brazil</a>. 9 de junho, 2026. Garofalo, D.F.T., Novaes, R.M.L., de Aguiar, D.A. et al. </em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/como-o-milho-safrinha-atingiu-17-milhoes-de-hectares-sem-derrubar-a-floresta.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Peixe que desafia a evolução sobrevive há 100 mil anos sem machos]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/peixe-que-desafia-a-evolucao-sobrevive-ha-100-mil-anos-sem-machos.html</link><pubDate>Thu, 11 Jun 2026 10:23:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Espécie exclusivamente feminina intriga cientistas ao manter diversidade genética e escapar das previsões evolutivas tradicionais, revelando mecanismos alternativos de sobrevivência e adaptação ao longo de milhares de anos.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/peixe-que-desafia-a-evolucao-sobrevive-ha-100-mil-anos-sem-machos-1781103140859.jpg" data-image="van5p2pxrhr0" alt="Molinésia-amazona. Seu nome não vem da floresta sul-americana, mas da tribo de mulheres guerreiras da mitologia grega. Crédito: Manfred Schartl" title="Molinésia-amazona. Seu nome não vem da floresta sul-americana, mas da tribo de mulheres guerreiras da mitologia grega. Crédito: Manfred Schartl"><figcaption>Molinésia-amazona. Seu nome não vem da floresta sul-americana, mas da tribo de mulheres guerreiras da mitologia grega. Crédito: Manfred Schartl</figcaption></figure><p>Nos rios do México e do sul do Texas, uma <strong>pequena espécie de peixe desafia conceitos fundamentais da biologia evolutiva</strong>. Trata-se da molinésia-amazona, um animal composto exclusivamente por fêmeas e que <strong>sobrevive há cerca de 100 mil anos sem a participação genética de machos.</strong></p><p>Habitando águas quentes e de fluxo lento, esses peixes vivem em cardumes formados apenas por indivíduos femininos. Apesar disso, ainda interagem com machos de espécies próximas durante o processo reprodutivo, mas de forma bastante peculiar.</p><p>Nesse mecanismo, conhecido como<strong> ginogênese</strong>, o esperma do macho serve apenas para ativar o desenvolvimento dos ovos. O material genético masculino é descartado, e os filhotes gerados são clones da mãe, perpetuando uma linhagem inteiramente feminina.</p><h2>Um desafio à teoria evolutiva</h2><p>Segundo a teoria clássica da evolução, <strong>espécies que se reproduzem de forma assexuada tendem a desaparecer rapidamente.</strong> Isso ocorre porque, sem a troca genética proporcionada pelo sexo, mutações prejudiciais se acumulam ao longo do tempo.</p><p>Esse processo, chamado de<strong> “catraca de Müller”</strong>, prevê uma degradação gradual do genoma, levando à extinção. Ainda assim, a molinésia-amazona parece contrariar essa lógica ao manter uma população estável por milênios.</p><p>A existência prolongada dessa espécie levanta <strong>questionamentos importantes sobre os limites da evolução</strong> e sugere que há mecanismos alternativos capazes de preservar a saúde genética mesmo sem reprodução sexuada.</p><h2>Por que o sexo é predominante</h2><p>Na maioria das espécies, a reprodução sexuada predomina por oferecer <strong>vantagens significativas</strong>. A recombinação genética, mistura do DNA de dois indivíduos, aumenta a diversidade e melhora as chances de adaptação ao ambiente.</p><div class="texto-destacado">Além disso, esse processo ajuda a eliminar mutações nocivas, funcionando como uma espécie de “filtro” genético. Sem ele, organismos clonais tenderiam a acumular erros irreversíveis ao longo das gerações.</div><p>Ainda assim, <strong>algumas espécies assexuadas desafiam essa regra</strong>. Cientistas acreditam que elas desenvolveram estratégias próprias para lidar com mutações, o que permite sua sobrevivência por longos períodos.</p><h2>O segredo da sobrevivência</h2><p>Pesquisas recentes indicam que a <strong>molinésia-amazona utiliza um mecanismo chamado conversão genética para manter seu genoma saudável</strong>. Esse processo funciona como um sistema de “copia e cola”, no qual trechos de DNA são corrigidos usando outras partes como modelo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/peixe-que-desafia-a-evolucao-sobrevive-ha-100-mil-anos-sem-machos-1781103594355.jpg" data-image="tito1emvdjut" alt="Já foram observados tubarões se reproduzindo por partenogênese em cativeiro, mas sua reprodução é sexual quando estão em liberdade" title="Já foram observados tubarões se reproduzindo por partenogênese em cativeiro, mas sua reprodução é sexual quando estão em liberdade"><figcaption>Já foram observados tubarões se reproduzindo por partenogênese em cativeiro, mas sua reprodução é sexual quando estão em liberdade. Crédito: Getty Images</figcaption></figure><p>Diferente da recombinação sexual, essa técnica ocorre dentro do próprio organismo e pode <strong>reparar danos genéticos de forma eficiente</strong>. Estudos mostram que esse mecanismo atua com maior intensidade nessa espécie do que em outros animais.</p><p>Além disso, a origem híbrida da molinésia-amazona, resultado do cruzamento entre duas espécies diferentes, forneceu uma base genética diversa desde o início, o que pode ter sido crucial para sua longevidade.</p><h2>Implicações para a ciência</h2><p>A descoberta desses mecanismos <strong>amplia o entendimento sobre como a vida pode persistir em condições consideradas desfavoráveis.</strong> Ela também sugere que a reprodução sexuada não é a única estratégia viável para manter a estabilidade genética.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="760851" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/cientistas-da-universidade-de-york-criam-sensores-que-imitam-passaros-para-revolucionar-a-navegacao.html" title="Cientistas da Universidade de York criam sensores que imitam pássaros para revolucionar a navegação">Cientistas da Universidade de York criam sensores que imitam pássaros para revolucionar a navegação</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/cientistas-da-universidade-de-york-criam-sensores-que-imitam-passaros-para-revolucionar-a-navegacao.html" title="Cientistas da Universidade de York criam sensores que imitam pássaros para revolucionar a navegação"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/cientificos-britanicos-desarrollan-sensores-que-imitan-a-las-aves-para-revolucionar-la-navegacion-sin-gps-1774537871640_320.jpeg" alt="Cientistas da Universidade de York criam sensores que imitam pássaros para revolucionar a navegação"></a></article></aside><p>Os resultados têm<strong> implicações que vão além da biologia evolutiva.</strong> Compreender como organismos lidam com mutações pode contribuir para pesquisas sobre doenças humanas, como o câncer, que está diretamente ligado a alterações genéticas.</p><p>Embora ainda existam muitas perguntas sem resposta, <strong>a molinésia-amazona demonstra que a evolução pode seguir caminhos inesperados. </strong>E, ao que tudo indica, a vida encontra maneiras surpreendentes de continuar, mesmo quando desafia as regras estabelecidas.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em>BBC Brasil. <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8e80k7xxr3o" target="_blank">A espécie de peixe que vive sem machos há 100 mil anos</a>. 2026</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/peixe-que-desafia-a-evolucao-sobrevive-ha-100-mil-anos-sem-machos.html</guid><dc:creator><![CDATA[João Cunha]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Supercondutores no auge: o "Santo Graal" da energia do futuro, com materiais sem resistência elétrica]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/supercondutores-no-auge-o-santo-graal-da-energia-do-futuro-com-materiais-sem-resistencia-eletrica.html</link><pubDate>Thu, 11 Jun 2026 09:18:52 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Novas pesquisas e avanços significativos foram feitos na busca pelo supercondutor ideal, que é crucial para a infraestrutura energética e sua crescente demanda nas próximas décadas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/superconductores-en-auge-en-mercados-el-santo-grial-de-la-energia-con-materiales-sin-resistencia-electrica-futuro-1780787278526.png" data-image="920sevytgf73"><figcaption>A busca por novos materiais supercondutores é o início da revolução energética diante do avanço tecnológico e do suporte da inteligência artificial.</figcaption></figure><p>Você já parou para pensar no que te surpreende hoje em dia? Neste mundo saturado de informações, em constante busca por<strong> novas tecnologias</strong> e onde a "visão do futuro" evolui a cada minuto, nem sempre percebemos a magnitude das mudanças que ocorrem ao nosso redor.</p><p>Se há uma certeza absoluta, é que a forma como a humanidade viverá na próxima década está sendo definida hoje. Provavelmente, estaremos cercados por <strong>avanços científicos e tecnológicos que a maioria de nós jamais imaginou que fariam parte de nossas vidas</strong>.</p><div class="texto-destacado">O desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA) representa novos horizontes e desafios para as próximas décadas. Entre as preocupações mais relevantes está a produção da energia necessária ao seu funcionamento; representando um dos limites reais mais importantes para o seu avanço.</div><p>No entanto, há algo mais que nos acompanhará, algo que poucos sequer percebem hoje: a demanda. Nossas necessidades essenciais mudarão no ritmo da modernidade, e não se trata mais apenas de satisfazer necessidades básicas como água e comida; agora, também <strong>precisamos considerar a demanda futura sem precedentes por energia</strong>.</p><p>É importante ressaltar que ninguém está parado. A busca por soluções começou há algum tempo e, nos últimos anos, as<strong> descobertas tomaram um rumo singular</strong>; principalmente porque várias dessas respostas foram alcançadas ao retornarmos a um dos princípios mais fundamentais da física.</p><h2>O "Santo Graal" da energia do futuro: os supercondutores</h2><p>Esses <strong>materiais </strong>não usam capas, mas têm nomes heroicos por um motivo: são <strong>únicos e indispensáveis para o transporte de energia</strong>. Mas... o que os torna tão especiais? Bem, como você deve ter aprendido nas aulas de química e física, os materiais têm propriedades diferentes e níveis variados de resistência.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/superconductores-en-auge-en-mercados-el-santo-grial-de-la-energia-con-materiales-sin-resistencia-electrica-futuro-1780787245609.png" data-image="b6z0sjbu13sx"><figcaption>Existem diferentes tipos de supercondutores, incluindo elementos metálicos, ligas metálicas e materiais de alta temperatura.</figcaption></figure><p>No caso dos <strong>supercondutores</strong>, estamos falando de materiais que têm a <strong>capacidade de mudar, não apenas em nível físico, mas sim em nível molecular</strong>. Isso é alcançado expondo-os a condições de temperatura e pressão que alteram sua condutividade, levando-os a um ponto crítico.</p><p>É nesse ponto que os átomos do material iniciam uma interação quântica diferente, alterando seu comportamento ao interagirem com a eletricidade. Simplificando, <strong>um supercondutor existe quando um material composto por milhões de partículas individuais age como se fosse uma única partícula</strong>.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Nos supercondutores, os elétrons que os compõem deixam de se comportar como partículas individuais e formam pares, conhecidos como pares de Cooper. Estes se movem coletivamente através do material, sem sofrer as colisões entre si que, em seu estado normal, geram perdas de energia.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Isso resulta em resistência elétrica zero, o que significa que, quando usado para conduzir <strong>corrente elétrica</strong>, ela<strong> pode fluir por todo o material sem perdas</strong>, geração de calor ou necessidade de energia adicional. Mas a eficiência energética não é sua única propriedade.</p><p>Eles também possuem o superpoder da levitação, conhecido como <strong>Efeito Meissner</strong>. Isso ocorre porque, quando o material entra em seu estado supercondutor, ele expulsa seus campos magnéticos internos, criando uma intensa força repulsiva quando exposto a um ímã, resultando em uma interação magnética perfeitamente estável.</p><h3>Por que são tão cruciais para o futuro da indústria energética?</h3><p>Considerando a<strong> crescente demanda energética da humanidade</strong>, a necessidade de otimizar o acesso a esse recurso torna-se crucial. Isso se deve principalmente ao fato de que não se trata mais apenas de <strong>atender às necessidades energéticas de residências, indústrias e transportes</strong>; agora, o fornecimento de energia para <em>data centers</em> também é fundamental, já que a IA consome uma quantidade enorme de eletricidade.</p><p>Infelizmente, nem tudo sobre os "supercondutores" é perfeito e, como se pode imaginar, esse super-herói da energia tem sua própria criptonita: a temperatura. <strong>A maioria dos materiais supercondutores requer exposição a temperaturas extremamente baixas</strong> (entre -135 e -269°C, para ser exato, dependendo do material).</p><div class="texto-destacado">Você sabia que a perda de energia que ocorre na distribuição de energia pelas redes elétricas globais gera uma enorme emissão de CO2 na atmosfera?</div><p>Essa situação tem um efeito dominó, pois aumenta a produção de energia adicional para compensar a perda, contribuindo diretamente para o aquecimento global.</p><p>Obviamente, gerar essas condições requer<strong> infraestrutura especializada e investimentos significativos</strong>, portanto, seu uso atual se concentra na medicina e em laboratórios científicos; sua aplicação em redes elétricas permanece muito limitada, sendo utilizada apenas em projetos experimentais em algumas cidades ao redor do mundo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/superconductores-en-auge-en-mercados-el-santo-grial-de-la-energia-con-materiales-sin-resistencia-electrica-futuro-1780787310974.png" data-image="ikll2sh69pe8"><figcaption>A implementação de materiais eficientes é uma prioridade para a indústria energética, pois pode evitar a perda constante de energia e a poluição.</figcaption></figure><p>Se fosse possível, de alguma forma, fazer com que um material atingisse seu estado supercondutor sem a necessidade de alterar sua temperatura tão abruptamente, ou mesmo criar um novo material que mantivesse suas propriedades à temperatura ambiente, isso resolveria grande parte dos problemas da infraestrutura energética do futuro.</p><h2>Novas pistas na busca pelo tesouro energético</h2><p>Até o momento,<strong> inúmeros projetos e experimentos de pesquisa em andamento</strong> têm entusiasmado não apenas a comunidade científica por sua contribuição para o avanço da física aplicada em diversas áreas, mas também por seu potencial para atender à crescente demanda por energia.</p><p>Um dos <strong>projetos </strong>mais promissores foi apresentado em 10 de março deste ano pela <strong>Universidade de Houston</strong>, alcançando uma das descobertas mais significativas dos últimos 30 anos: a <strong>criação de um material capaz de manter supercondutividade estável e sem resistência sob condições de pressão normal</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="523023" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/supercondutor-em-temperatura-e-pressao-ambiente-pesquisadores-alegam-ter-conseguido-o-feito-ciencia.html" title="Supercondutor em temperatura e pressão ambiente? Quão revolucionária pode ser essa descoberta? ">Supercondutor em temperatura e pressão ambiente? Quão revolucionária pode ser essa descoberta? </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/supercondutor-em-temperatura-e-pressao-ambiente-pesquisadores-alegam-ter-conseguido-o-feito-ciencia.html" title="Supercondutor em temperatura e pressão ambiente? Quão revolucionária pode ser essa descoberta? "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/supercondutor-em-temperatura-e-pressao-ambiente-pesquisadores-alegam-ter-conseguido-o-feito-1690635666792_320.png" alt="Supercondutor em temperatura e pressão ambiente? Quão revolucionária pode ser essa descoberta? "></a></article></aside><p>Além disso, em <strong>2025</strong>, a revista <em>Nature </em>também apresentou resultados brilhantes sobre a supercondutividade de novos materiais revolucionários: os <strong>niquelatos</strong>. Em seguida, no início de 2026, foram apresentados os resultados de um novo estudo muito aguardado, sugerindo que os materiais podem sofrer uma mudança na supercondutividade quando expostos a cavidades eletromagnéticas.</p><h3><em>Referências da notícia</em><br></h3><p><em>Kelly Schafler (March, 2026)<a href="https://www.uh.edu/news-events/stories/2026/march/03102026-ambient-pressure-superconductivity-record.php"> University of Houston Physicists Break Superconductivity Temperature Record</a>, University of Houston.</em></p><p><em>Pascal Puphal, Thomas Schäfer, Bernhard Keimer & Matthias Hepting (December 2025), <a href="https://www.nature.com/articles/s42254-025-00898-2">Superconductivity in infinite-layer and Ruddlesden–Popper nickelates</a>, Nature Reviews Physics.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/supercondutores-no-auge-o-santo-graal-da-energia-do-futuro-com-materiais-sem-resistencia-eletrica.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item></channel></rss>