<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0"><channel><title>Meteored Brasil</title><link>https://www.tempo.com</link><description>Notícias do tempo - Confira as principais notícias sobre a meteorologia e previsão do tempo. Todas as informações são realizadas pelos nossos especialistas em meteorologia.</description><language>pt</language><lastBuildDate>Sat, 11 Jul 2026 09:40:11 +0000</lastBuildDate><pubDate>Sat, 11 Jul 2026 09:40:11 +0000</pubDate><atom:link href="https://www.tempo.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[ Copyright 2026 Meteored ]]></copyright><image><url>https://www.tempo.com/imagenes/logo_rss.png</url><title>Meteored Brasil</title><link>https://www.tempo.com</link><width>144</width><height>144</height></image><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>6</sy:updateFrequency><item><title><![CDATA[Número de moluscos invasores salta mais de 200% no Brasil em 15 anos e acende alerta entre cientistas ]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/numero-de-moluscos-invasores-salta-mais-de-200-no-brasil-em-15-anos-e-acende-alerta-entre-cientistas.html</link><pubDate>Sat, 11 Jul 2026 09:02:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Estudo revela que o número de espécies de moluscos não nativos no Brasil saltou de 26 para 82 entre 2011 e 2025, o que representa um aumento de 215% e traz preocupação devido aos graves impactos ambientais, econômicos e de saúde pública no país.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/numero-de-moluscos-invasores-salta-mais-de-200-no-brasil-em-15-anos-e-acende-alerta-entre-cientistas-1783706201236.jpg" data-image="sea6vudwi7yf"><figcaption>O caracol gigante africano (<em>Lissachatina fulica</em>) pode atuar como vetor de doenças e é uma das pragas mais perigosas na agricultura.</figcaption></figure><p>Um estudo recente revelou que o <strong>número de espécies de moluscos não nativos no Brasil</strong> <strong>aumentou de 26 para 82 </strong>no período<strong> de 2011 a 2025</strong>. Isto representa um <strong>aumento de 215% e preocupa os pesquisadores </strong>devido aos sérios impactos ambientais, econômicos e de saúde pública que os animais podem provocar no nosso país.</p><p>A pesquisa contou com a participação de 27 cientistas de diferentes países, foi liderada por pesquisadores da <strong>Unicamp </strong>(Universidade Estadual de Campinas) e foi divulgada na revista científica <em>Biological Invasions</em>. Saiba mais abaixo.</p><h2>Sobre o estudo</h2><p>O estudo, que é um tipo de <strong>inventário nacional</strong>, detalha a magnitude do problema e é o mais completo inventário de moluscos não nativos no Brasil até o momento.</p><p>Além das 82 espécies de moluscos não nativas existentes no país, há outras <strong>13 espécies cuja origem não pôde ser determinada</strong>, isto é, faltam estudos biogeográficos ou moleculares que permitam estabelecer com certeza a sua origem.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="760902" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/pirarucu-e-classificado-como-especie-invasora-fora-da-amazonia-e-gera-debate-no-setor-aquicola-entenda.html" title="Pirarucu é classificado como espécie invasora fora da Amazônia e gera debate no setor aquícola">Pirarucu é classificado como espécie invasora fora da Amazônia e gera debate no setor aquícola</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/pirarucu-e-classificado-como-especie-invasora-fora-da-amazonia-e-gera-debate-no-setor-aquicola-entenda.html" title="Pirarucu é classificado como espécie invasora fora da Amazônia e gera debate no setor aquícola"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/pirarucu-e-classificado-como-especie-invasora-fora-da-amazonia-e-gera-debate-no-setor-aquicola-entenda-1774559515554_320.jpg" alt="Pirarucu é classificado como espécie invasora fora da Amazônia e gera debate no setor aquícola"></a></article></aside><p>Destas 82 espécies não nativas, <strong>23 são consideradas invasoras por causarem algum tipo de dano</strong> ecológico, socioeconômico ou sanitário.</p><p>E as outras <strong>13 espécies ainda não são consideradas invasoras</strong> pois<strong> não há dados suficientes para afirmar se elas estão gerando algum impacto </strong>no país.</p><div class="texto-destacado">Potencial destrutivo: das 82 espécies exóticas não nativas registradas no Brasil, 23 já são classificadas oficialmente como invasoras.</div><p>As 82 espécies não nativas estão distribuídas em três tipos de ambientes: mar, rios e terra. Nos <strong>ambientes marinhos e estuarinos</strong>, foram registradas 32 espécies não nativas; em <strong>água doce</strong> (rios, lagos e lagoas) foram identificadas 17 espécies não nativas; e em <strong>ambientes terrestres</strong> foram documentadas 33 espécies não nativas.</p><p>Os autores do estudo destacam que é muito importante<strong> fortalecer as medidas de biossegurança e detecção precoce</strong>, bem como desenvolver <strong>programas de monitoramento de longo prazo</strong> e obter uma melhor definição de seus impactos no país.</p><h2>Algumas espécies</h2><p>Marcel Sabino Miranda, um dos coautores do estudo, comentou em entrevista à Agência FAPESP que “algumas espécies são especialmente problemáticas, como o mexilhão-dourado e o caracol-gigante-africano”.</p><p>O <strong>mexilhão-dourado </strong>(<em>Limnoperna fortunei</em>) muito provavelmente <strong>chegou ao Brasil no início dos anos 1990</strong>, após um longo histórico de invasões da China.</p><p>Esta espécie causa impactos ambientais e econômicos, provocando <strong>alterações estruturais e funcionais nos ecossistemas</strong> e <strong>prejuízos às atividades humanas</strong>, como obstrução de hidrelétricas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/numero-de-moluscos-invasores-salta-mais-de-200-no-brasil-em-15-anos-e-acende-alerta-entre-cientistas-1783706290222.jpg" data-image="xv1sb8gyb1kh"><figcaption>O mexilhão-dourado (<em>Limnoperna fortunei</em>) é uma espécie de molusco bivalve introduzida no Brasil, via água de lastro dos navios, na década de 1990, e se tornou uma espécie exótica invasora. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>Apesar de ser alvo de um plano de controle, <strong>esse molusco continua se expandindo</strong>. Estima-se que cerca de 10 milhões de dólares já tenham sido investidos no Brasil para combatê-lo.</p><p>E outro destaque é o <strong>caracol-gigante-africano</strong> (<em>Lissachatina fulica</em>). Ele foi <strong>introduzido no Brasil de forma ilegal para consumo</strong> (como "escargot") entre o fim da década de 1980 e o início dos anos 1990, mas seu cultivo foi abandonado e a espécie acabou amplamente distribuída por todo o país.</p><p>A preocupação com ele é que <strong>pode se tornar uma praga agrícola</strong> devido à sua voracidade, dieta generalista e rápida reprodução, e também<strong> atuar como hospedeiro intermediário do nematóide <em>Angiostrongylus cantonensis</em></strong>, um parasita causador da meningite.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Andr%C3%A9%20Juli%C3%A3o%7CAg%C3%AAncia%20FAPESP" data-year="2026" data-title="En%2015%20a%C3%B1os%2C%20Brasil%20registr%C3%B3%20un%20aumento%20de%20m%C3%A1s%20del%20200%20%25%20en%20el%20n%C3%BAmero%20de%20especies%20no%20nativas%20de%20moluscos" data-url="https%3A%2F%2Fagencia.fapesp.br%2Fen-15-anos-brasil-registro-un-aumento-de-mas-del-200-en-el-numero-de-especies-no-nativas-de-moluscos%2F58564">André Julião|Agência FAPESP. (2026). <a href="https://agencia.fapesp.br/en-15-anos-brasil-registro-un-aumento-de-mas-del-200-en-el-numero-de-especies-no-nativas-de-moluscos/58564" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">En 15 años, Brasil registró un aumento de más del 200 % en el número de especies no nativas de moluscos</a>.</cite><br><cite data-author="Machado%2C%20F.%20et%20al" data-year="2026" data-title="Non-native%20mollusc%20species%20in%20Brazil%3A%20a%20first%20national%20inventory%20and%20distributional%20overview" data-url="https%3A%2F%2Fdoi.org%2F10.1007%2Fs10530-026-03794-7">Machado, F. et al. (2026). <a href="https://doi.org/10.1007/s10530-026-03794-7" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Non-native mollusc species in Brazil: a first national inventory and distributional overview</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/numero-de-moluscos-invasores-salta-mais-de-200-no-brasil-em-15-anos-e-acende-alerta-entre-cientistas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Cana no Centro-Sul: moagem avança com tempo firme antes da chegada de nova frente fria]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/cana-no-centro-sul-moagem-avanca-com-tempo-firme-antes-da-chegada-de-nova-frente-fria.html</link><pubDate>Fri, 10 Jul 2026 23:47:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Tempo seco favorece corte e moagem da cana-de-açúcar no Centro-Sul até sexta-feira, mas uma nova frente fria pode provocar chuva e interrupções pontuais no fim de semana, sobretudo no PR, sul de MS e sul de SP.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/cana-no-centro-sul-moagem-avanca-com-tempo-firme-antes-da-chegada-de-nova-frente-fria-1783451182429.jpg" data-image="w6rv8vkhzack" alt="Centro sul, São Paulo, cana de açúcar" title="Centro sul, São Paulo, cana de açúcar"><figcaption>Cana-de-açúcar no Centro-Sul sob tempo seco, condição que favorece o corte e a moagem antes da chegada de uma nova frente fria no fim de semana.</figcaption></figure><p>O tempo seco deve manter boas janelas para corte, transporte e moagem da cana-de-açúcar no Centro-Sul até sexta-feira (10). <strong>As áreas mais favorecidas ficam em São Paulo, Triângulo Mineiro, sul de Goiás</strong>, centro-norte de Mato Grosso do Sul e norte do Paraná, onde a chuva deve ficar baixa ou ausente.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</strong></div><p>A mudança ocorre entre sábado (11) e domingo (12), com a chegada de uma nova frente fria ao Centro-Sul. Os maiores acumulados ficam no Sul, mas a instabilidade pode avançar para o norte do PR, sul de MS e sul de SP, <strong>com volumes de 20 mm a 40 mm em pontos mais expostos.</strong> Para as usinas, mesmo chuva moderada pode reduzir o ritmo das máquinas, aumentar a umidade da palhada e dificultar estradas rurais.</p><h2>Tempo firme favorece corte e moagem até sexta-feira </h2><p><strong>Até sexta-feira, se espera pouca chuva sobre o interior paulista</strong>, Triângulo Mineiro, sul de Goiás e boa parte de Mato Grosso do Sul. Regiões como Ribeirão Preto, Piracicaba, Araçatuba, São José do Rio Preto, Uberaba, Uberlândia, Quirinópolis e Rio Verde devem ter predomínio de sol, poucas nuvens e tardes secas, com máximas de 28°C a 32°C nas áreas canavieiras.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/cana-no-centro-sul-moagem-avanca-com-tempo-firme-antes-da-chegada-de-nova-frente-fria-1783451507576.jpg" data-image="wflry3dv0kum" alt="cana, centro sul, canavieira" title="cana, centro sul, canavieira"><figcaption>Até sexta-feira, a chuva ainda fica limitada no cinturão canavieiro, mantendo tempo mais seco em São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso do Sul antes da frente fria avançar no fim de semana.</figcaption></figure><p>Esse padrão favorece a colheita mecanizada porque mantém o solo mais firme e reduz pausas por lama ou excesso de umidade. Também ajuda o transporte entre lavoura e usina, especialmente em rotas do interior de SP, sul de GO, Triângulo Mineiro e centro-norte de MS. <strong>O ponto negativo é a baixa umidade à tarde</strong>, que pode ficar entre 20% e 30% em áreas de GO, MT e oeste de MG, exigindo atenção com poeira e fogo.</p><h2>Frente fria traz chuva ao PR, sul de MS e sul de SP no fim de semana </h2><p>A virada começa na sexta-feira à noite e ganha força no sábado, quando a frente fria reorganiza a chuva sobre o Sul. No acumulado da semana, o norte do Paraná e o sul de<strong> Mato Grosso do Sul podem chegar a 30 mm ou 40 mm</strong>, enquanto o sul de São Paulo pode registrar até 30 mm no domingo. Em RS e SC, os volumes podem alcançar 50 mm, mas ficam fora do núcleo principal da cana.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/cana-no-centro-sul-moagem-avanca-com-tempo-firme-antes-da-chegada-de-nova-frente-fria-1783451680742.jpg" data-image="vincrm2f1mfw" alt="cana, frente fria" title="cana, frente fria"><figcaption>Até segunda-feira, a nova frente fria espalha chuva entre o Paraná, sul de Mato Grosso do Sul e sul de São Paulo, reduzindo a janela operacional para corte e transporte da cana.</figcaption></figure><p>Para o setor sucroenergético, a atenção maior fica em quatro faixas:</p><p>• <strong>norte do Paraná: Londrina, Maringá, Paranavaí </strong>e Umuarama podem ter pausas temporárias na colheita;<br> • sul de MS: Dourados, Rio Brilhante e Nova Alvorada do Sul <strong>podem receber até 30 mm no domingo;</strong><br> • sul de SP: Assis, Ourinhos, Presidente Prudente e Itapeva entram na borda da instabilidade;<br> • interior de SP, MG e GO: Ribeirão Preto, Uberaba e Quirinópolis seguem com risco menor.</p><h2>Frio após a frente exige ajuste, mas não indica dano amplo </h2><p>Depois da passagem da frente fria, a temperatura cai principalmente no Paraná, sul de Mato Grosso do Sul, sul de São Paulo e áreas de maior altitude do Sudeste. <strong>No sul de MS, as mínimas podem ficar entre 6°C e 10°C </strong>nas primeiras horas após a mudança. Em São Paulo, muitas áreas devem registrar mínimas entre 14°C e 16°C, enquanto o sul de Minas pode ficar entre 10°C e 12°C.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/cana-no-centro-sul-moagem-avanca-com-tempo-firme-antes-da-chegada-de-nova-frente-fria-1783451881095.jpg" data-image="vuv0ddv6rxp3" alt="frio, frente fria, sul, sudeste" title="frio, frente fria, sul, sudeste"><figcaption>A queda de temperatura após a frente fria alcança o Paraná, sul de Mato Grosso do Sul e sul de São Paulo, podendo prolongar a umidade no campo e reduzir o ritmo da colheita da cana.</figcaption></figure><p>Para a cana, o efeito mais provável é operacional, não produtivo. O frio reduz a evaporação logo após a chuva e pode prolongar a umidade em talhões com solo pesado. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777484" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-e-ciclogenese-acendem-alerta-para-intensa-mudanca-do-tempo-no-centro-sul-confira.html" title="Ciclogênese e frente fria acendem alerta para intensa mudança do tempo no Centro-Sul; confira">Ciclogênese e frente fria acendem alerta para intensa mudança do tempo no Centro-Sul; confira</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-e-ciclogenese-acendem-alerta-para-intensa-mudanca-do-tempo-no-centro-sul-confira.html" title="Ciclogênese e frente fria acendem alerta para intensa mudança do tempo no Centro-Sul; confira"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-e-ciclogenese-acendem-alerta-para-intensa-mudanca-do-tempo-no-centro-sul-confira-1783425385691_320.jpeg" alt="Ciclogênese e frente fria acendem alerta para intensa mudança do tempo no Centro-Sul; confira"></a></article></aside><p>Nos próximos 7 dias, o melhor planejamento é aproveitar a janela seca até sexta-feira, antecipar áreas com risco de atoleiro e acompanhar a chuva no PR, sul de MS e sul de SP. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/cana-no-centro-sul-moagem-avanca-com-tempo-firme-antes-da-chegada-de-nova-frente-fria.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[ 2026 sobe rapidamente no ranking do calor global e aumenta as chances de 2027 entrar para a história]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/2026-sobe-rapidamente-no-ranking-do-calor-global-e-aumenta-as-chances-de-2027-entrar-para-a-historia.html</link><pubDate>Fri, 10 Jul 2026 22:21:22 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O aumento das temperaturas globais voltou a acelerar: após subir do quinto para o segundo lugar no ranking histórico em apenas três meses, 2026 pode abrir caminho para novos recordes no fim do ano e em 2027.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/2026-sobe-rapidamente-no-ranking-do-calor-global-e-aumenta-as-chances-de-2027-entrar-para-a-historia-1783714947580.png" data-image="30oio05jevr5" alt="Intensas ondas de calor na Europa ajudaram a elevar as temperaturas globais. Na foto, pessoas se refrescando em uma fonte próximo à Torre Eiffel, em Paris/França. Créditos: Reprodução/Abdul Saboor/ Reuters." title="Intensas ondas de calor na Europa ajudaram a elevar as temperaturas globais. Na foto, pessoas se refrescando em uma fonte próximo à Torre Eiffel, em Paris/França. Créditos: Reprodução/Abdul Saboor/ Reuters."><figcaption>Intensas ondas de calor na Europa ajudaram a elevar as temperaturas globais. Na foto, pessoas se refrescando em uma fonte próximo à Torre Eiffel, em Paris/França. Créditos: Reprodução/Abdul Saboor/ Reuters.</figcaption></figure><p><strong>O aumento das temperaturas globais voltou a acelerar em 2026</strong>. Depois de começar o ano com janeiro ocupando apenas a<strong> </strong>quinta posição entre os janeiros mais quentes já registrados, o planeta alcançou, em <strong>maio</strong>, o <strong>segundo lugar no ranking histórico</strong> para o mês, <strong>posição que se repetiu em junho</strong>. Os dados são do <strong>Copernicus</strong>, o Serviço de Mudanças Climáticas da União Europeia, responsável por um dos conjuntos de dados climáticos mais utilizados no mundo, o ERA5.</p><p>A sequência reforça a intensificação do aquecimento global em um momento em que o <strong>El Niñ</strong><strong>o</strong> ainda está <strong>se fortalecendo </strong>no Oceano Pacífico equatorial. Como o fenômeno tende a exercer seu maior impacto sobre a temperatura média global com alguns meses de atraso, ele<strong> pode favorecer novos recordes </strong>de calor ainda no <strong>fim de 2026</strong> e, principalmente,<strong> ao longo de 2027</strong>, após alcançar seu pico.</p><p>A seguir, veja como a temperatura global evoluiu ao longo de 2026, os principais destaques do segundo junho mais quente da história e por que o fortalecimento do El Niño aumenta as chances de novos recordes nos próximos meses.</p><h2>A escalada das temperaturas globais em 2026</h2><p>A trajetória de 2026 chama atenção porque mostra uma <strong>escalada</strong> praticamente <strong>contínua</strong> no<strong> ranking histórico</strong> de anomalia de temperatura global em relação ao período pré-industrial (1850-1900) para cada mês do ano:</p><ul><li><strong>Janeiro</strong> (+1.47°C): <strong>5º mais quente</strong></li><li><strong>Fevereiro </strong>(+1.49°C): <strong>5</strong><strong>º mais quente</strong></li><li><strong>Março </strong>(+1.48°C):<strong> 4</strong><strong>º mais quente</strong></li><li><strong>Abril</strong> (+1.43°C):<strong> 3</strong><strong>º mais quente</strong></li><li><strong>Maio</strong> (+1.42°C):<strong> 2</strong><strong>º mais quente</strong></li><li><strong>Junho</strong> (+1.39°C) <strong>2</strong><strong>º mais quente</strong></li></ul><p>Basicamente os meses <strong>saíram da 5ª posição</strong> de mês mais quente<strong> para segunda</strong> em apenas <strong>3 meses </strong>(fevereiro a maio). À primeira vista, pode parecer contraditório que a anomalia global tenha diminuído de +1,49°C em fevereiro para +1,39°C em junho, enquanto o ranking histórico subiu da quinta para a segunda posição. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/2026-sobe-rapidamente-no-ranking-do-calor-global-e-aumenta-as-chances-de-2027-entrar-para-a-historia-1783714981417.png" data-image="vgwbu8e2ge0c" alt="Anomalias de temperatura global para o mês de junho entre 1980 e 2026, onde se observa que última barra (2026) é a segunda maior, atrás apenas de 2024. Créditos: Copernicus/ECMWF." title="Anomalias de temperatura global para o mês de junho entre 1980 e 2026, onde se observa que última barra (2026) é a segunda maior, atrás apenas de 2024. Créditos: Copernicus/ECMWF."><figcaption>Anomalias de temperatura global para o mês de junho entre 1980 e 2026, onde se observa que última barra (2026) é a segunda maior, atrás apenas de 2024. Créditos: Copernicus/ECMWF.</figcaption></figure><p>Mas a <strong>explicação</strong> está no fato de que <strong>cada mês é comparado apenas com os mesmos meses dos anos anteriores</strong>. Como<strong> </strong>maio e junho são, em média, mais frios que janeiro e fevereiro, anomalias ligeiramente menores foram suficientes para colocar esses meses entre os mais quentes já registrados.</p><h2>Como foi o segundo junho mais quente da história? </h2><p>O mais recente<strong> Boletim Climático do Copernicus</strong>, lançado no último dia 9, mostra a <strong>distribuição de anomalias </strong>de temperatura ao redor do globo. Embora junho tenha sido o segundo mais quente da história em escala global, isso não significa que todas as regiões do planeta registraram temperaturas acima da média.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/2026-sobe-rapidamente-no-ranking-do-calor-global-e-aumenta-as-chances-de-2027-entrar-para-a-historia-1783714997837.png" data-image="tmf01pmjpzmy" alt="Anomalias de temperatura do ar na superfície em junho de 2026 com base na reanálise ERA5. Créditos: Copernicus." title="Anomalias de temperatura do ar na superfície em junho de 2026 com base na reanálise ERA5. Créditos: Copernicus."><figcaption>Anomalias de temperatura do ar na superfície em junho de 2026 com base na reanálise ERA5. Créditos: Copernicus.</figcaption></figure><p>Foi exatamente o que ocorreu na <strong>América do Sul</strong>. Desde meados do outono, sucessivas incursões de massas de ar polar favoreceram<strong> anomalias negativas de temperatura</strong> em parte do continente. No Centro-Sul do Brasil, diversas regiões registraram temperaturas entre<strong> 1°C e 3°C</strong><strong> abaixo da média em junho</strong>.</p><p>A temperatura global representa uma média de toda a superfície<strong> </strong>terrestre e oceânica, de modo que <strong>áreas excepcionalmente quentes podem compensar</strong> regiões temporariamente mais frias. </p><p>Pode ser observado no mapa acima que as<strong> maiores anomalias positivas</strong> de temperatura em junho foram observadas no <strong>Hemisfério Norte</strong>. Alguns destaques incluem <strong>Ásia Central</strong> e no oeste da <strong>Sibéria</strong>, norte do <strong>Canadá</strong>, <strong>África</strong> e, claro, a <strong>Europa</strong> - onde uma intensa onda de calor elevou as temperaturas em grande parte do continente, com anomalias entre 3°C e 5°C. Fora do Hemisfério Norte o maior destaque foi a região a oeste da <strong>Península Antártica</strong>.</p><h2>El Niño pode impulsionar novos recordes de temperatura global</h2><p>O segundo <strong>semestre de 2026</strong> pode marcar uma nova aceleração do aquecimento global. Além da tendência de aquecimento causada pelo aumento das concentrações de gases de efeito estufa, o planeta passa a contar com um <strong>reforço natural: o El Niño. </strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/2026-sobe-rapidamente-no-ranking-do-calor-global-e-aumenta-as-chances-de-2027-entrar-para-a-historia-1783715028710.png" data-image="bh7rq401alzw" alt="Temperatura diária da superfície do mar (°C), média entre 60°S e 60°N. Créditos: Copernicus/ECMWF." title="Temperatura diária da superfície do mar (°C), média entre 60°S e 60°N. Créditos: Copernicus/ECMWF."><figcaption>Temperatura diária da superfície do mar (°C), média entre 60°S e 60°N. Créditos: Copernicus/ECMWF.</figcaption></figure><p>Enquanto<strong> </strong>junho de 2026<strong> </strong>foi o segundo mais quente já registrado para a temperatura média do ar, os <strong>oceanos seguem batendo recordes</strong>. Desde meados de junho, a<strong> temperatura média da superfície do mar</strong> vem atingindo os <strong>maiores valores já observados para o mês</strong>, refletindo também o fortalecimento do<strong> El Niño</strong> no Pacífico Equatorial. As previsões mais recentes indicam que o evento de 2026/2027 pode figurar entre os mais intensos do século, com anomalias próximas de<strong> 3°C.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/2026-sobe-rapidamente-no-ranking-do-calor-global-e-aumenta-as-chances-de-2027-entrar-para-a-historia-1783715042916.png" data-image="jcpf3gujg465" alt="Previsão de anomalia de temperatura da superfície do mar para o trimestre de outubro-dezembro, de acordo com uma média dos principais modelos ao redor do mundo. Créditos: Copernicus." title="Previsão de anomalia de temperatura da superfície do mar para o trimestre de outubro-dezembro, de acordo com uma média dos principais modelos ao redor do mundo. Créditos: Copernicus."><figcaption>Previsão de anomalia de temperatura da superfície do mar para o trimestre de outubro-dezembro, de acordo com uma média dos principais modelos ao redor do mundo. Créditos: Copernicus.</figcaption></figure><p>No entanto, o <strong>impacto do El Niño</strong> sobre a temperatura média global não é imediato. Como existe um <strong>atraso</strong> de alguns meses entre o aquecimento das águas do Pacífico e a resposta da atmosfera, os <strong>maiores efeitos </strong>costumam ser observados <strong>após o pico do fenômeno</strong>, que ocorre entre setembro e dezembro.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777218" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/modelo-da-noaa-amplia-escala-de-seus-graficos-apos-prever-el-nino-acima-de-4-c.html" title=" Modelo da NOAA amplia escala de seus gráficos após prever El Niño acima de 4°C"> Modelo da NOAA amplia escala de seus gráficos após prever El Niño acima de 4°C</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/modelo-da-noaa-amplia-escala-de-seus-graficos-apos-prever-el-nino-acima-de-4-c.html" title=" Modelo da NOAA amplia escala de seus gráficos após prever El Niño acima de 4°C"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/modelo-da-noaa-amplia-escala-de-seus-graficos-apos-prever-el-nino-acima-de-4-c-1783260614005_320.png" alt=" Modelo da NOAA amplia escala de seus gráficos após prever El Niño acima de 4°C"></a></article></aside><p>Assim, embora ainda seja cedo para afirmar que 2027 será o ano mais quente da história, a rápida escalada observada em 2026, aliada ao fortalecimento do El Niño, aumenta a <strong>probabilidade</strong> <strong>de novos recordes mensais</strong> de temperatura global <strong>no fim de 2026</strong>, cenário que pode se prolongar <strong>ao longo de 2027.</strong></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/2026-sobe-rapidamente-no-ranking-do-calor-global-e-aumenta-as-chances-de-2027-entrar-para-a-historia.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria e ciclone extratropical espalham as chuvas pelo Brasil; veja os estados atingidos]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-e-ciclone-extratropical-espalham-as-chuvas-pelo-brasil-veja-os-estados-atingidos.html</link><pubDate>Fri, 10 Jul 2026 21:02:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma frente fria provocará uma grande virada no tempo no Brasil neste final de semana, levando tempestades com até 150 mm de chuva para estados das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xao7dy6"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xao7dy6.jpg" id="xao7dy6"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Nesta sexta-feira (10) uma frente fria já tem causado <strong>tempestades significativas entre o norte do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e o sul do Paraná</strong>. O sistema está marcando uma nova virada no tempo para a região Sul, após vários dias de predomínio de tempo firme e seco.</p><div class="texto-destacado">Os maiores volumes de precipitação são esperados para a Região Sul. Entre Santa Catarina, norte do Rio Grande do Sul e sudoeste do Paraná, os acumulados podem atingir entre 100 e 150 mm ao longo dos próximos dias.</div><p>Há <strong>risco de transtornos</strong> como cortes no fornecimento de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos, pequenos deslizamentos de terra e ocorrência de descargas elétricas (<em>raios</em>), principalmente entre esta sexta-feira (10) e o sábado (11).</p><h2>Tempestades se intensificam durante o fim de semana</h2><p>Entre o sábado (11) e o domingo (12), a queda da pressão atmosférica contribuirá para a intensificação das tempestades e o <strong>deslocamento da frente em direção norte</strong>, ampliando a área de atuação do sistema. Além de atingir os estados do Sul, <strong>pancadas de chuva</strong> também se formarão no Mato Grosso do Sul e em São Paulo ao longo do final de semana.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-e-ciclone-extratropical-espalham-as-chuvas-pelo-brasil-veja-os-estados-atingidos-1783709210813.jpg" data-image="0vx5lm46nyzo" alt="Previsão de acumulados totais até o final da quarta-feira." title="Previsão de acumulados totais até o final da quarta-feira."><figcaption>Previsão de acumulados totais até o final da quarta-feira mostra regiões que serão mais afetadas pela chuva nos próximos dias, com destaque para uma faixa envolvendo RS, SC e PR.</figcaption></figure><p>Na segunda-feira (13) e na terça-feira (14), a frente fria <strong>continuará avançando em direção norte</strong>. Há possibilidade de pancadas de chuva no Rio de Janeiro e no Espírito Santo, além de chuvas localizadas e esparsas sobre Minas Gerais. Nessas áreas, os acumulados totais de chuva poderão alcançar valores de<strong> até 50 mm.</strong></p><p>Ao mesmo tempo, o sistema r<strong>eorganizará o transporte de umidade sobre o Brasil</strong>, favorecendo a formação de chuvas também no sul do Amazonas, Acre, Rondônia e extremo oeste do Mato Grosso, após breve período mais firme e seco.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Entre a terça-feira (14) e a quarta-feira (15), a<strong> frente fria alcançará a altura da Bahia</strong>, contribuindo para o retorno das pancadas de chuva também em parte da Região Nordeste, após um período de tempo mais seco. Em todo o <strong>litoral baiano </strong>e também em <strong>Sergipe</strong>, os volumes de chuva nestes dias podem chegar a valores entre <strong>30 e 50 mm totais</strong>, causando pequenos transtornos para a população.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-e-ciclone-extratropical-espalham-as-chuvas-pelo-brasil-veja-os-estados-atingidos-1783709239866.jpg" data-image="c9znqpr4cqg8" alt="Previsão de nebulosidade e chuva na terça-feira e quarta-feira." title="Previsão de nebulosidade e chuva na terça-feira e quarta-feira."><figcaption>Previsão de nebulosidade e chuva na terça-feira durante a tarde (esquerda) e quarta-feira ao meio-dia (direita) ilustram a chegada da frente fria ao Nordeste, com chuvas em BA e SE.</figcaption></figure><p>A sequência de frentes frias e ciclones extratropicais observada durante este início de Julho está relacionada, em parte, ao <strong>comportamento de duas oscilações meteorológicas</strong>: A <em>Oscilação Antártica</em>, que vem favorecendo a atuação de sistemas transientes sobre o centro-sul do Brasil; e a <em>Oscilaç��o de Madden-Julian</em>, que contribui para aumentar a disponibilidade de umidade e favorecer a formação de chuva sobre as regiões Norte e Nordeste.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777864" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuva-quebra-o-periodo-seco-e-atinge-as-5-regioes-do-brasil-veja.html" title="Chuva quebra o período seco e atinge as 5 regiões do Brasil; veja">Chuva quebra o período seco e atinge as 5 regiões do Brasil; veja</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuva-quebra-o-periodo-seco-e-atinge-as-5-regioes-do-brasil-veja.html" title="Chuva quebra o período seco e atinge as 5 regiões do Brasil; veja"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-quebra-o-periodo-seco-e-atinge-as-5-regioes-do-brasil-veja-1783610460965_320.jpg" alt="Chuva quebra o período seco e atinge as 5 regiões do Brasil; veja"></a></article></aside><p>A combinação entre esses sistemas atmosféricos cria um <strong>cenário altamente favorável para mudanças significativas nas condições do tempo</strong>. Como resultado, a frente fria que avança nos próximos dias resultará no retorno de pancadas de chuva significativa para todas as cinco regiões do Brasil.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-e-ciclone-extratropical-espalham-as-chuvas-pelo-brasil-veja-os-estados-atingidos.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Novo pulso de ar frio atinge o Centro-Sul do Brasil; saiba o que esperar]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/novo-pulso-de-ar-frio-atinge-o-centro-sul-do-brasil-saiba-o-que-esperar.html</link><pubDate>Fri, 10 Jul 2026 19:22:02 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma nova massa de ar frio vai ingressar no Centro-Sul do Brasil a partir do domingo (12) provocando uma queda das temperaturas e mantendo as manhãs geladas em várias localidades, e com risco de geada.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xao43bm"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xao43bm.jpg" id="xao43bm"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O frio não vai dar trégua ao Brasil. A partir da tarde deste<strong> domingo (12)</strong> uma <strong>nova massa de ar polar</strong> vai ingressar na porção <strong>Centro-Sul do país</strong>, diminuindo as temperaturas e mantendo as<strong> manhãs geladas</strong> em várias localidades até meados da próxima semana.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Cabe destacar aqui que este sistema não será tão intenso como os últimos que atingiram esta região, porém, ele terá condições de deixar as<strong> temperaturas mínimas abaixo dos 10°C</strong> em grande parte da Região Sul e com <strong>risco de geadas</strong>,<strong> </strong>especialmente nas<strong> áreas serranas</strong> de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.</p><p>Já <strong>a partir da próxima quarta-feira (15), o ar frio começa a perder força</strong> na região com a entrada de uma massa de ar mais quente.</p><p>Acompanhe abaixo mais detalhes da previsão do tempo.</p><h2>Frio não dá trégua ao Centro-Sul do país na próxima semana</h2><p><strong>A partir da tarde deste domingo (12) a massa de ar polar fará as temperaturas diminuírem</strong> no Centro-Sul do Brasil, inicialmente sobre os estados da Região Sul e posteriormente ela avança também para os estados do Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e sul de Minas Gerais.</p><p>É possível observar a abrangência da sua atuação no início da próxima semana no mapa abaixo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/novo-pulso-de-ar-frio-atinge-o-centro-sul-do-brasil-saiba-o-que-esperar-1783690171441.jpg" data-image="um1lx2ipv4yw"><figcaption>Previsão de anomalias de temperatura do ar no nível atmosférico de 850 hPa na segunda-feira (13) à tarde mostra a abrangência da massa de ar frio sobre o Centro-Sul do Brasil.</figcaption></figure><p>Na <strong>tarde do domingo (12) </strong>as <strong>temperaturas já começam a diminuir no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina</strong>, com termômetros marcando entre 12°C e 16°C, e podendo registrar 9°C em pontos da Serra Catarinense.</p><p>As mínimas do dia devem ser registradas no período da <strong>noite</strong>, quando as temperaturas caem para valores <strong>entre 5°C e 7°C em várias localidades gaúchas, catarinenses e do sul paranaense</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777996" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-deixa-alertas-de-tempestades-4-estados-do-centro-sul-nas-proximas-48-horas-confira.html" title="Frente fria deixa alertas de tempestades 4 estados do centro-sul nas próximas 48 horas; confira">Frente fria deixa alertas de tempestades 4 estados do centro-sul nas próximas 48 horas; confira</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-deixa-alertas-de-tempestades-4-estados-do-centro-sul-nas-proximas-48-horas-confira.html" title="Frente fria deixa alertas de tempestades 4 estados do centro-sul nas próximas 48 horas; confira"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-deixa-alertas-de-tempestades-4-estados-do-centro-sul-nas-proximas-48-horas-confira-1783689435537_320.jpg" alt="Frente fria deixa alertas de tempestades 4 estados do centro-sul nas próximas 48 horas; confira"></a></article></aside><p>Na <strong>segunda-feira (13)</strong> o frio persiste no Sul e atinge também o sul do Mato Grosso do Sul e os estados de São Paulo e Rio de Janeiro.</p><p>As temperaturas <strong>mínimas </strong>serão mais baixas na Região Sul do país, onde ficam abaixo dos 8°C no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e centro-sul do Paraná. Na <strong>Serra Gaúcha </strong>elas ficam em torno de <strong>3°C/4°C </strong>e na <strong>Serra Catarinense </strong>em torno de <strong>0°C e até negativas</strong>. Há chance de formação de <strong>geada </strong><strong>no Rio Grande do Sul e na Serra Catarinense</strong>.</p><p> No sul do Mato Grosso do Sul, em grande parte de São Paulo, no sul mineiro e no centro-sul fluminense, as mínimas variam entre 10°C e 15°C, mas podendo cair para os<strong> 8°C/9°C</strong> na<strong> Região Serrana do Rio e em áreas de serra na divisa entre Minas Gerais e São Paulo</strong>. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/novo-pulso-de-ar-frio-atinge-o-centro-sul-do-brasil-saiba-o-que-esperar-1783695765801.jpg" data-image="m4uxwzm31fm0"><figcaption>Previsão da temperatura mínima do ar (em °C) para segunda-feira (13), segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>À tarde, as temperaturas <strong>máximas </strong>ficam mais amenas na Região Sul e no leste de São Paulo, onde variam <strong>entre 11°C e 16°C</strong>, mas podendo ficar em torno dos <strong>8°C na Serra Catarinense</strong>.</p><div class="texto-destacado">Frio se espalha no início da próxima semana pelo Sul do Brasil, sul do Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e sul de Minas Gerais, com mínimas abaixo de 10°C e até negativas na Serra Catarinense, onde aliás há chance de geada.</div><p>Na<strong> terça-feira (14)</strong> o<strong> frio se intensifica</strong> e se <strong>espalha </strong>especialmente no <strong>Sudeste </strong>e no Mato Grosso do Sul.</p><p>As <strong>mínimas </strong>variam <strong>entre 4°C e 9°C</strong> no<strong> leste de São Paulo e sul de Minas Gerais</strong>, e chegam aos 8°C no extremo sul do Mato Grosso do Sul. A capital paulista, por exemplo, deve registrar mínima de 9°C.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/novo-pulso-de-ar-frio-atinge-o-centro-sul-do-brasil-saiba-o-que-esperar-1783695376974.jpg" data-image="40w8f0a1ytrx"><figcaption>Previsão da temperatura mínima do ar (em °C) para a terça-feira (14), segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>No Sul do país, as mínimas ficam mais baixas, variando entre 4°C e 7°C na maior parte da região, e ficando em torno de <strong>1°C a 3°C na Serra Catarinense, onde há chance de geada</strong> novamente.</p><p> À <strong>tarde </strong>ainda teremos sensação de friozinho em áreas do sul, oeste, nordeste e Campos de Cima da Serra no Rio Grande do Sul, no centro-leste de Santa Catarina e do Paraná, no leste de São Paulo, sudeste de Minas Gerais e em áreas do Rio de Janeiro, com <strong>máximas entre 11°C e 17°C</strong>. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/novo-pulso-de-ar-frio-atinge-o-centro-sul-do-brasil-saiba-o-que-esperar-1783694813727.jpg" data-image="p0cl9vo17egr"><figcaption>Previsão da temperatura máxima do ar (em °C) para a terça-feira (14), segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Na <strong>quarta-feira (15) ainda fará frio pela manhã</strong>, com <strong>mínimas abaixo dos 10°C</strong> em grande parte da Região Sul, em áreas do centro e do sul de São Paulo e de Minas Gerais e no Rio de Janeiro, e podendo ficar <strong>próximo de 0°C nas Serras Catarinense e Fluminense</strong>.</p><p>Porém, a <strong>massa de ar frio começa a se afastar </strong>do continente, dando espaço para a entrada de uma massa de ar mais quente nos próximos dias. Assim, a tarde de quarta-feira (15) já terá um <strong>aumento gradual das temperaturas</strong> e as <strong>máximas serão de 20°C ou mais </strong>em grande parte do Centro-Sul do país.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/novo-pulso-de-ar-frio-atinge-o-centro-sul-do-brasil-saiba-o-que-esperar.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Nível do lago de Furnas, em MG, sobe no inverno e impacta tarifa de luz ]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/nivel-do-lago-de-furnas-em-mg-sobe-no-inverno-e-impacta-tarifa-de-luz.html</link><pubDate>Fri, 10 Jul 2026 18:02:18 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Moradores de Passos e São João Batista do Glória celebraram a cheia do lago de Furnas no inverno de 2026, fator climático que promete aliviar o bolso do consumidor de energia. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/nivel-do-lago-de-furnas-em-mg-sobe-no-inverno-e-impacta-tarifa-de-luz-1783699984880.jpg" data-image="ckuj9ggh976u" alt="A recuperação do lago de Furnas também traz impactos altamente positivos para a economia regional. Foto: EPTV/Reprodução" title="A recuperação do lago de Furnas também traz impactos altamente positivos para a economia regional. Foto: EPTV/Reprodução"><figcaption>A recuperação do lago de Furnas também traz impactos altamente positivos para a economia regional. Foto: EPTV/Reprodução</figcaption></figure><p>O lago de Furnas registrou uma elevação incomum em seu volume útil em pleno inverno de 2026, <strong>atingindo a marca de 67% de sua capacidade hídrica.</strong> Esse crescimento reverte a tendência de baixa comum para este período do ano e traz um alívio imediato para todo o sistema de abastecimento e geração da região do Sul de Minas Gerais.</p><p>Impulsionado por chuvas muito acima da média histórica recente, <strong>o reservatório iniciou uma trajetória de recuperação que surpreendeu moradores e analistas</strong> do setor elétrico. De acordo com especialistas da área, esse cenário favorável tem o potencial direto de reduzir a pressão financeira sobre as tarifas de energia elétrica nos próximos meses de consumo.</p><h2>Fatores climáticos e operacionais impulsionam a subida do nível</h2><p>Em junho de 2026, o volume de <strong>precipitações acumuladas na região ficou 83% acima da média histórica</strong> registrada para o mês correspondente. Essa mudança climática atípica em plena estação seca permitiu uma excelente recuperação do lago de Furnas, que havia iniciado o período do outono com apenas 56% de sua capacidade operacional total.</p><p>A transformação visual provocada pela subida rápida das águas alterou de forma positiva a paisagem natural em diversos municípios mineiros localizados no entorno. Um exemplo claro ocorre <strong>na ponte que faz a ligação entre as cidades de Passos e São João Batista do Glória</strong>, onde a água voltou a ocupar grandes áreas secas expostas na estiagem anterior.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/nivel-do-lago-de-furnas-em-mg-sobe-no-inverno-e-impacta-tarifa-de-luz-1783700257141.jpg" data-image="9buvbm9aas42" alt="Lago de Furnas na cidade de Passos, em MG. Foto: EPTV/Reprodução" title="Lago de Furnas na cidade de Passos, em MG. Foto: EPTV/Reprodução"><figcaption>Lago de Furnas na cidade de Passos, em MG. Foto: EPTV/Reprodução</figcaption></figure><p>Além do fator meteorológico estrito, a estratégia planejada de operação do sistema elétrico nacional também deu uma contribuição fundamental para alcançar esse volume armazenado. A prioridade estabelecida pelos órgãos reguladores foi<strong> preservar a água dentro dos reservatórios locais, permitindo a elevação do nível hídrico</strong> para formar uma grande reserva de segurança.</p><h2>Impactos econômicos na tarifa de energia e no turismo regional</h2><p>A elevação contínua do nível de armazenamento em Furnas traz consequências diretas e muito benéficas para o bolso dos consumidores. Com uma quantidade significativamente maior de água disponível para mover as turbinas, o país consegue <strong>diminuir a necessidade do acionamento constante das usinas termelétricas</strong><strong> nacionais</strong>.</p><p>Essas centrais movidas a calor possuem um custeio de geração de energia muito mais elevado quando comparadas com as fontes hidrelétricas tradicionais. O aumento das reservas de água mitiga esse acionamento dispendioso, colaborando diretamente para <strong>diminuir a pressão exercida sobre as bandeiras tarifárias vigentes</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="776683" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/sistema-cantareira-comeca-a-operar-na-faixa-de-alerta-e-tera-captacao-de-agua-reduzida.html" title="Sistema Cantareira começa a operar na faixa de alerta e terá captação de água reduzida">Sistema Cantareira começa a operar na faixa de alerta e terá captação de água reduzida</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/sistema-cantareira-comeca-a-operar-na-faixa-de-alerta-e-tera-captacao-de-agua-reduzida.html" title="Sistema Cantareira começa a operar na faixa de alerta e terá captação de água reduzida"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/sistema-cantareira-comeca-a-operar-na-faixa-de-alerta-e-tera-captacao-de-agua-reduzida-1782929892225_320.jpg" alt="Sistema Cantareira começa a operar na faixa de alerta e terá captação de água reduzida"></a></article></aside><p>Entretanto, o valor real impresso nas faturas de eletricidade sempre depende das condições operacionais de todo o sistema interligado nacional. Como a rede de geração de energia brasileira atua de forma totalmente conectada,<strong> o panorama verificado em outros estados também influencia o preço final</strong> cobrado do consumidor final.</p><p>Além do impacto evidente no setor energético, a visível recuperação hídrica do lago de Furnas <strong>beneficia de imediato o turismo regional e as atividades recreativas locais</strong>. Essa retomada de visitantes aquece o comércio, gera novos empregos e impulsiona de forma sustentável a economia de dezenas de municípios que dependem diretamente do reservatório mineiro.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="G1%20Sul%20de%20Minas%2FEPTV%201" data-year="2026" data-title="Lago%20de%20Furnas%20ganha%20volume%20ap%C3%B3s%20chuvas%20e%20recupera%C3%A7%C3%A3o%20pode%20refletir%20na%20conta%20de%20luz." data-url="https%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Fmg%2Fsul-de-minas%2Fnoticia%2F2026%2F07%2F10%2Flago-de-furnas-ganha-volume-apos-chuvas-e-recuperacao-pode-refletir-na-conta-de-luz.ghtml">G1 Sul de Minas/EPTV 1. (2026). <a href="https://g1.globo.com/mg/sul-de-minas/noticia/2026/07/10/lago-de-furnas-ganha-volume-apos-chuvas-e-recuperacao-pode-refletir-na-conta-de-luz.ghtml" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Lago de Furnas ganha volume após chuvas e recuperação pode refletir na conta de luz.</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/nivel-do-lago-de-furnas-em-mg-sobe-no-inverno-e-impacta-tarifa-de-luz.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria deixa alertas de tempestades 4 estados do centro-sul nas próximas 48 horas; confira]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-deixa-alertas-de-tempestades-4-estados-do-centro-sul-nas-proximas-48-horas-confira.html</link><pubDate>Fri, 10 Jul 2026 13:45:38 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O Centro-Sul do Brasil entra em sinal de alerta devido ao avanço de uma nova frente fria. Nas próximas 48 horas, há risco de tempestades severas e transtornos em ao menos quatro estados.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xao2j9m"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xao2j9m.jpg" id="xao2j9m"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Uma frente fria<strong> deixará estados em alerta pelas próximas 48 horas</strong> no Centro-Sul do Brasil. O sistema frontal terá suporte de um<strong> canal de umidade</strong>, o que aumenta as chances de <strong>tempestades e chuvas intensas</strong>. E, neste momento, as instabilidades já aparecem nas imagens de satélite. </p><p>As <strong>nuvens </strong><strong>carregadas </strong>atuam sobre o estado de <strong>Santa Catarina</strong> onde já há registros de precipitação nas últimas 3 horas. O <strong>Rio Grande do Sul</strong>, encontra-se sob tempo fechado e muitas nuvens, enquanto que o <strong>Paraná</strong> também tem a presença de nuvens carregadas em algumas áreas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-deixa-alertas-de-tempestades-4-estados-do-centro-sul-nas-proximas-48-horas-confira-1783684434385.jpg" data-image="7xaks82qwlqd" alt="Imagem de Satélite." title="Imagem de Satélite."><figcaption>Imagens infravermelho (10.3 µm) capturada pelo satélite do GOES-19 nesta manhã de sexta-feira (10).</figcaption></figure><p>Os alertas foram emitidos pelo <strong><em><a href="https://portal.inmet.gov.br/" target="_blank">Instituto Nacional de Meteorologia (INMET)</a></em></strong>, de acordo com a instituição pelo menos<strong> 4 estados </strong>vão ficar sob alerta amarelo e laranja de tempestades. Confira a lista seguir:</p><ul><li>Rio Grande do Sul</li><li>Santa Catarina</li><li>Paraná</li><li>Mato Grosso do Sul</li></ul><p>Agora acompanhe a previsão do tempo para as próximas horas e veja como o seu estado será afetado.</p><h2>Centro-Sul em alerta pelas próximas 48 horas</h2><p>No decorrer desta sexta-feira (10), as<strong> instabilidades avançam</strong> e passam a atingir o norte do Rio Grande do Sul. No entanto, o foco das atenções se mantém sobre Santa Catarina e o Paraná, as <strong>chuvas </strong><strong>intensas </strong>previstas pela manhã persistem ao longo da tarde, elevando rapidamente os acumulados diários. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-deixa-alertas-de-tempestades-4-estados-do-centro-sul-nas-proximas-48-horas-confira-1783684622436.jpg" data-image="khnssnrnq2ny" alt="Precipitação sexta-feira." title="Precipitação sexta-feira."><figcaption>Mapa de precipitação e nebulosidade para o final da tarde de hoje (10).</figcaption></figure><p>As chuvas poderão vir acompanhadas de <strong>trovoadas</strong>, <strong>descargas elétricas e rajadas de vento</strong> que se aproximam dos <strong>60 km/h</strong>. Com a chegada da noite, as chuvas dão um alívio para o setor oeste catarinense e paranaense. </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões do tempo diretamente no seu celular através do nosso novo canal do WhatsApp. <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank"><strong>Clique aqui para nos seguir e ative as notificações! </strong></a></div><p>Contudo, avançam para o leste do estado, afetando áreas de serra e litoral com chuvas moderadas a fortes. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-deixa-alertas-de-tempestades-4-estados-do-centro-sul-nas-proximas-48-horas-confira-1783688800888.jpg" data-image="ds2biy3d44c9" alt="Raios." title="Raios."><figcaption>Mapa de densidade de raios no Centro-Sul do Brasil na tarde deste sábado (11).</figcaption></figure><p>No Rio Grande do Sul, a<strong> preocupação continua sobre o norte do estado</strong>, visto que as chuvas perduram ao longo da noite. E o modelo ECMWF mostra que a intensidade se mantém entre <strong>moderada e forte</strong>, o que será capaz de provocar transtornos como <strong>alagamentos </strong>e <strong>transbordamento de córregos.</strong></p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777864" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuva-quebra-o-periodo-seco-e-atinge-as-5-regioes-do-brasil-veja.html" title="Chuva quebra o período seco e atinge as 5 regiões do Brasil; veja">Chuva quebra o período seco e atinge as 5 regiões do Brasil; veja</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuva-quebra-o-periodo-seco-e-atinge-as-5-regioes-do-brasil-veja.html" title="Chuva quebra o período seco e atinge as 5 regiões do Brasil; veja"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-quebra-o-periodo-seco-e-atinge-as-5-regioes-do-brasil-veja-1783610460965_320.jpg" alt="Chuva quebra o período seco e atinge as 5 regiões do Brasil; veja"></a></article></aside><p>Durante a madrugada de sábado (11), <strong>chuvas intensas</strong> estão previstas para a divisa entre os estados do <strong>Rio Grande do Sul e de Santa Catarina</strong>, com pontos em que a precipitação será de forte intensidade. Chuvas fortes também nas áreas da Serra Catarinense o que requer muita atenção. No Paraná, tempo fechado e garoa.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-deixa-alertas-de-tempestades-4-estados-do-centro-sul-nas-proximas-48-horas-confira-1783688998314.jpg" data-image="g4bwgps7vefa" alt="Precipitaão sábado." title="Precipitaão sábado."><figcaption>Mapa de chuva para a tarde deste sábado (11).</figcaption></figure><p>No período da tarde a situação se inverte,<strong> a frente fria</strong> avança e afeta todo o estado do Paraná. As <strong>chuvas </strong>serão com <strong>diferentes </strong><strong>intensidades</strong>, mas trazem riscos e alertas para alagamentos e transbordamentos de rios. Além disso, há <strong>alerta para tempestades no estado.</strong></p><p>O mesmo está sendo previsto para o <strong>Mato Grosso do Sul, </strong>onde as<strong> chuvas fortes e intensas vão atingir a faixa entre o oeste e sul do estado</strong>. Nessas áreas há alertas vigentes, pois há chances de tempestades acompanhadas de trovoadas e descargas elétricas, além de fortes ventos que podem <strong>provocar prejuízos</strong> aos produtores rurais da região.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-deixa-alertas-de-tempestades-4-estados-do-centro-sul-nas-proximas-48-horas-confira-1783684657961.jpg" data-image="hedjqbiz3noh" alt="Precipitação acumulada." title="Precipitação acumulada."><figcaption>Mapa de chuva acumulada entre hoje (10) e o final da noite de sábado (11). A previsão mostra volumes bem próximos a 100 mm em áreas do RS e de SC.</figcaption></figure><p>Por fim, até o final da noite de sábado (11), <strong>os maiores acumulados se concentram sobre o norte do Rio Grande do Sul</strong> se aproximando de <strong>100 </strong><strong>mm</strong>. Áreas de Santa Catarina também devem superar esta quantidade. No restante do estado catarinense, Paraná e Mato Grosso do Sul, terão acumulados entre <strong>6 e 40 mm.</strong></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-deixa-alertas-de-tempestades-4-estados-do-centro-sul-nas-proximas-48-horas-confira.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Brasil tem mais de 200 barragens em situação de risco, diz relatório da ANA]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/brasil-tem-mais-de-200-barragens-em-situacao-de-risco-diz-relatorio.html</link><pubDate>Fri, 10 Jul 2026 12:03:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Pela primeira vez desde a tragédia de Brumadinho ocorrida em 2019, o número de profissionais dedicados à fiscalização de segurança de barragens registrou queda no Brasil, acendendo um alerta vermelho nas autoridades reguladoras. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/brasil-tem-mais-de-200-barragens-em-situacao-de-risco-diz-relatorio-1783628245335.jpg" data-image="acf6c7nm5mlv" alt="Levantamento revela queda no número de fiscais exclusivos para a segurança de barragens no Brasil. Foto: Reprodução/ Canal Rural" title="Levantamento revela queda no número de fiscais exclusivos para a segurança de barragens no Brasil. Foto: Reprodução/ Canal Rural"><figcaption>Levantamento revela queda no número de fiscais exclusivos para a segurança de barragens no Brasil. Foto: Reprodução/ Canal Rural </figcaption></figure><p>O Relatório de Segurança de Barragens 2026 (RSB 2026), divulgado pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (<a href="https://www.gov.br/ana/pt-br" target="_blank">ANA</a>), revelou um panorama preocupante sobre a infraestrutura nacional. Conforme o documento publicado em 8 de julho de 2026,<strong> o Brasil possui 213 estruturas em situação crítica e com risco iminente de acidentes</strong>.</p><p>Os problemas identificados ameaçam diretamente a segurança de populações locais e a integridade de rodovias e pontes importantes. O monitoramento feito pela agência abrange diferentes setores, incluindo estruturas voltadas para<strong> agricultura, abastecimento, geração de energia hidrelétrica</strong> <strong>e contenção de rejeitos de mineração</strong>.</p><h2>Mineração lidera as estruturas sob alerta</h2><p>Entre as atividades monitoradas, o setor de mineração lidera o número de estruturas prioritárias para gestão de segurança, <strong>somando 55 barramentos (26%)</strong>. O abastecimento público de água aparece logo em seguida com 51 estruturas sob alerta (24%). A irrigação responde por 29 barragens (14%) e a regularização de vazão registra 20 (9%).</p><div class="texto-destacado">O paisagismo possui 17 estruturas (8%), a dessedentação animal tem 16 (8%) e outros usos somam 25 (12%). Essas unidades vulneráveis estão espalhadas por 19 estados e pelo Distrito Federal, destacando-se no Ceará, em Mato Grosso e São Paulo. Segundo o relatório, há mais municípios impactados do que barragens críticas catalogadas.</div><p>Em 2025, o levantamento indicou a ocorrência de <strong>18 acidentes e 23 incidentes em território nacional, sem mortes</strong>. Contudo, os episódios forçaram a evacuação de áreas urbanas e provocaram sérios danos na infraestrutura rodoviária regional. Nos acidentes, o maciço colapsou, enquanto nos incidentes houve falhas com perigo de rompimento.</p><h2>Entraves na aplicação da legislação nacional</h2><p>A implementação da Política Nacional de Segurança de Barragens (PNSB) enfrenta lentidão devido à ausência de dados técnicos em muitos cadastros. O Sistema Nacional de Informações sobre Segurança de Barragens (SNISB) <strong>subiu de 28.085 registros em 2024 para 29.761 em 2025</strong>. Porém, 14.355 estruturas (48%) continuam com sua situação indefinida.</p><p>O enquadramento na lei<strong> segue regras claras sobre o potencial de dano ou as dimensões físicas de cada projeto</strong>. "As barragens que se enquadram na PNSB, a Lei nº 12.334/2010, são aquelas que possuem pelo menos uma das seguintes características: capacidade total maior que 3 milhões de metros cúbicos <strong>(equivalente a 3 milhões de caixas d’água)</strong>, reservatório que contenha resíduos perigosos, Dano Potencial Associado (DPA) médio ou alto ou altura do maciço (parede) da barragem maior que 15 metros", informa a ANA.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/brasil-tem-mais-de-200-barragens-em-situacao-de-risco-diz-relatorio-1783629199357.jpg" data-image="4x9fbnylxvhp" alt="O rompimento em Brumadinho, em 2019) liberou no ambiente o equivalente a aproximadamente 180 mil contêineres de metais. Foto: Reprodução/ Jornal da Unesp" title="O rompimento em Brumadinho, em 2019) liberou no ambiente o equivalente a aproximadamente 180 mil contêineres de metais. Foto: Reprodução/ Jornal da Unesp"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-511621">O rompimento em Brumadinho, em 2019, liberou no ambiente o equivalente a aproximadamente 180 mil contêineres de metais. Foto: Reprodução/ Jornal da Unesp</figcaption></figure><p>Do total de barramentos cadastrados, <strong>apenas 52% estão devidamente classificados pelos órgãos fiscalizadores</strong>. Desse grupo, 8.797 estruturas (30%) operam em condições adequadas, enquanto 6.609 (22%) possuem alto Dano Potencial Associado ou risco elevado. Essa última classificação reflete os casos em que os responsáveis descumpriram os requisitos preventivos de segurança.</p><h2>Redução de pessoal e desafios na fiscalização</h2><p>O monitoramento presencial registrou um retrocesso no último ano, contrariando as tendências de reforço técnico anteriores. <strong>Pela primeira vez desde o desastre em Brumadinho, em 2019, houve queda no número de fiscais atuantes</strong>. O quadro técnico atual das 33 instituições fiscalizadoras conta com apenas 333 profissionais em atividade.</p><p>Desse total, <strong>161 atuam exclusivamente na segurança de estruturas</strong>, enquanto 172 dividem a função com outras demandas. O relatório aponta que em 2025 existiam 23 profissionais a mais nessa área. Para compor as equipes mínimas recomendadas em 28 das 33 instituições, há um déficit de 221 especialistas exclusivos.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="769023" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/o-mini-pantanal-paulista-no-rio-tiete-que-surgiu-de-uma-barragem-e-tem-area-maior-que-paris.html" title="O mini pantanal paulista no rio Tietê que surgiu de uma barragem e tem área maior que Paris">O mini pantanal paulista no rio Tietê que surgiu de uma barragem e tem área maior que Paris</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/o-mini-pantanal-paulista-no-rio-tiete-que-surgiu-de-uma-barragem-e-tem-area-maior-que-paris.html" title="O mini pantanal paulista no rio Tietê que surgiu de uma barragem e tem área maior que Paris"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/o-mini-pantanal-paulista-no-rio-tiete-que-surgiu-de-uma-barragem-e-tem-area-maior-que-paris-1778870906331_320.jpg" alt="O mini pantanal paulista no rio Tietê que surgiu de uma barragem e tem área maior que Paris"></a></article></aside><p>Mesmo com a redução na força de trabalho, os servidores remanescentes ampliaram o volume de vistorias no país. As vistorias em campo subiram de 2.859 para 2.924,<strong> registrando um modesto incremento de 2% entre 2024 e 2025</strong>. Já as checagens baseadas em documentos saltaram de 3.162 para 4.712 procedimentos concluídos, um expressivo avanço de 49% no período.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Guilherme%20Jeronymo" data-year="2026" data-title="Relat%C3%B3rio%20anual%20de%20barragens%20indica%20213%20estruturas%20em%20situa%C3%A7%C3%A3o%20cr%C3%ADtica" data-url="https%3A%2F%2Fagenciabrasil.ebc.com.br%2Fmeio-ambiente%2Fnoticia%2F2026-07%2Frelatorio-anual-de-barragens-indica-213-estruturas-em-situacao-critica">Guilherme Jeronymo. (2026). <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-07/relatorio-anual-de-barragens-indica-213-estruturas-em-situacao-critica" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Relatório anual de barragens indica 213 estruturas em situação crítica</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/brasil-tem-mais-de-200-barragens-em-situacao-de-risco-diz-relatorio.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Além das orquídeas: 5 flores exóticas para cultivar em casa e impressionar as visitas]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/alem-das-orquideas-5-flores-exoticas-para-cultivar-em-casa-e-impressionar-as-visitas.html</link><pubDate>Fri, 10 Jul 2026 10:07:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Quer fugir do padrão tradicional das floriculturas e impressionar as visitas? Então descubra aqui 5 belas opções de flores exóticas que se destacam por formatos incomuns e cores vibrantes.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/alem-das-orquideas-5-flores-exoticas-para-cultivar-em-casa-e-impressionar-as-visitas-1783624770706.jpg" data-image="zmwa7uwy2wk6"><figcaption>A flor exótica ave-do-paraíso (<em>Strelitzia reginae</em>).</figcaption></figure><p>As <strong>flores </strong>são uma maneira simples e elegante de transformar qualquer ambiente, trazendo mais cor, leveza e vida à decoração. Além de <strong>valorizarem os espaços</strong>, elas ajudam a criar uma atmosfera acolhedora, passando sensações de bem-estar, tranquilidade e conforto. </p><p>As orquídeas, por exemplo, são conhecidas pela sua beleza e elegância, e possuem uma infinidade de cores, formas e tamanhos. São muito apreciadas na decoração de ambientes internos e também externos.</p><p>Mas se você quer <strong>fugir do tradicional e apostar em flores diferenciadas</strong> para decorar seu lar e ainda impressionar as visitas que vão ficar encantadas com as plantas, este artigo é para você. Trazemos aqui <strong>5 opções de flores exóticas para cultivar em vasos em casa e enfeitar o ambiente</strong>.</p><h2>5 flores exóticas para decorar o ambiente</h2><p>As flores exóticas se destacam por suas <strong>formas incomuns, cores vibrantes e aparência marcante</strong>, trazendo personalidade e sofisticação para qualquer ambiente. Veja abaixo 5 dicas de espécies. </p><h3>Ave-do-paraíso (<em>Strelitzia reginae</em>)</h3><p>Conhecida também como <strong>estrelitza</strong> ou flor da rainha, a ave-do-paraíso (<em>Strelitzia reginae</em>) é uma flor de aparência única, que<strong> lembra a cabeça de uma ave tropical em voo</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="767371" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/flores-que-desabrocham-a-noite-e-perfumam-a-casa-quais-sao-e-como-cuida-las.html" title="Flores que desabrocham à noite e perfumam a casa: quais são e como cuidá-las">Flores que desabrocham à noite e perfumam a casa: quais são e como cuidá-las</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/flores-que-desabrocham-a-noite-e-perfumam-a-casa-quais-sao-e-como-cuida-las.html" title="Flores que desabrocham à noite e perfumam a casa: quais são e como cuidá-las"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/flores-que-se-abren-de-noche-y-perfuman-el-hogar-cuales-son-y-como-cuidarlas-1777974682713_320.png" alt="Flores que desabrocham à noite e perfumam a casa: quais são e como cuidá-las"></a></article></aside><p>As pétalas das flores combinam <strong>tons vibrantes de laranja, azul e roxo</strong>, enquanto as folhas grandes, verdes e alongadas conferem um aspecto exuberante e elegante à planta. </p><p>Ela se adapta bem a regiões de clima tropical e subtropical, e prefere locais com bastante luz solar. É muito utilizada em jardins, e também <strong>uma das flores de corte mais valorizadas para arranjos florais</strong> devido à sua beleza marcante e à longa durabilidade das flores. </p><h3>Flor-de-cera (<em>Hoya carnosa</em>)</h3><p>A flor-de-cera (<em>Hoya carnosa</em>) é uma trepadeira exótica de crescimento lento, originária do Sudeste Asiático e famosa por seus <strong>cachos arredondados de flores em formato de estrela e com textura cerosa e brilhante</strong>, que parecem ser feitas de plástico ou porcelana.</p><p>Suas inflorescências exalam um <strong>perfume doce e intenso</strong>, principalmente durante a noite. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/alem-das-orquideas-5-flores-exoticas-para-cultivar-em-casa-e-impressionar-as-visitas-1783624446750.jpg" data-image="90mxwtzwxyyf"><figcaption>A bela flor-de-cera (Hoya carnosa).</figcaption></figure><p>Suas folhas verdes são espessas e suculentas, com capacidade de armazenar água. Adapta-se bem a ambientes internos bem iluminados e é <strong>muito usada em vasos suspensos e jardins verticais</strong>. </p><h3>Helicônia (<em>Heliconia</em>)</h3><p>A Helicônia (<em>Heliconia</em>), também conhecida como bananeira-do-mato ou caeté, é uma planta tropical exótica muito valorizada por suas <strong>inflorescências vibrantes, que lembram o bico de um pássaro</strong>.</p><p>Na verdade, essas inflorescências são <strong>brácteas coloridas (vermelhas, amarelas e laranjas) </strong>que escondem as flores reais em seu interior e atraem muitos beija-flores. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/alem-das-orquideas-5-flores-exoticas-para-cultivar-em-casa-e-impressionar-as-visitas-1783624231239.jpg" data-image="euhgewlze918"><figcaption>A elegante flor exótica helicônia (Heliconia). Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>É originária das regiões tropicais das Américas, especialmente da América Central, da América do Sul e da Amazônia. Se desenvolve melhor em locais quentes, úmidos e com boa luminosidade.</p><p>É <strong>muito usada no paisagismo e em arranjos florais</strong> pela sua <strong>longa durabilidade</strong> após o corte.</p><h3>Orquídea-bailarina (<em>Caladenia melanema</em>)</h3><p>A orquídea-bailarina (<em>Caladenia melanema</em>) é uma espécie exótica nativa do sudoeste da Austrália Ocidental. O apelido vem do seu <strong>formato singular</strong>, cujas <strong>pétalas e sépalas finas lembram a silhueta de uma bailarina em movimento</strong>. </p><div class="texto-destacado">Esta orquídea é considerada uma planta rara e ameaçada de extinção devido à perda de habitat e às mudanças ambientais.</div><p>É uma planta pequena, com cerca de 30 a 40 cm de altura, mas suas flores podem chegar a 12 cm de diâmetro e <strong>exalam um aroma exótico</strong>.</p><p>Aliás, suas flores apresentam <strong>tons que variam entre branco, creme, rosa e vermelho</strong>, com detalhes delicados e um labelo ornamentado.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/alem-das-orquideas-5-flores-exoticas-para-cultivar-em-casa-e-impressionar-as-visitas-1783624016778.jpg" data-image="6ld6hw40wm14"><figcaption>A beleza da orquídea-bailarina (Caladenia melanema). Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>Essa flor precisa de boa iluminação com luz solar indireta ou filtrada, mas nunca sol pleno (direto), pois ele pode queimar as suas delicadas pétalas.</p><h3>Flor-morcego (<em>Tacca chantrieri</em>)</h3><p>A flor-morcego (<em>Tacca chantrieri</em>) é uma das plantas ornamentais mais exóticas do mundo. Suas <strong>flores incomuns lembram um morcego de asas abertas</strong>. </p><p>Essas flores têm <strong>coloração que varia do roxo-escuro ao quase preto</strong>, acompanhadas por longos filamentos pendentes que podem ultrapassar 30 centímetros, criando um <strong>visual exótico e misterioso</strong>. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/alem-das-orquideas-5-flores-exoticas-para-cultivar-em-casa-e-impressionar-as-visitas-1783623863890.jpg" data-image="o4rclh8rwq2c"><figcaption>A encantadora flor exótica flor-morcego (<em>Tacca chantrieri</em>).</figcaption></figure><p>É nativa de florestas tropicais do Sudeste Asiático, prefere ambientes quentes, úmidos e sombreados, e solo bem drenado.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="CASACOR%20Publisher" data-year="2026" data-title="6%20flores%20ex%C3%B3ticas%20que%20voc%C3%AA%20pode%20cultivar%20em%20casa" data-url="https%3A%2F%2Fcasacor.abril.com.br%2Fpt-BR%2Fnoticias%2Fpaisagismo%2F6-flores-exoticas-que-voce-pode-cultivar-em-casa">CASACOR Publisher. (2026). <a href="https://casacor.abril.com.br/pt-BR/noticias/paisagismo/6-flores-exoticas-que-voce-pode-cultivar-em-casa" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">6 flores exóticas que você pode cultivar em casa</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/alem-das-orquideas-5-flores-exoticas-para-cultivar-em-casa-e-impressionar-as-visitas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Chuva quebra o período seco e atinge as 5 regiões do Brasil; veja]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuva-quebra-o-periodo-seco-e-atinge-as-5-regioes-do-brasil-veja.html</link><pubDate>Fri, 10 Jul 2026 08:23:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma nova frente fria provocará uma grande mudança no tempo a partir desta sexta-feira (10), levando chuva forte para as regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste, parte do Norte e Nordeste. O sistema poderá causar acumulados de até 150 mm, com temporais, raios e alagamentos.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xanj5im"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xanj5im.jpg" id="xanj5im"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>A partir desta sexta-feira (10), <strong>uma nova frente fria começa a se formar e avançar pelo Brasil</strong>. O sistema marcará uma nova virada no tempo, após vários dias de tempo mais firme e seco, voltando a provocar chuva sobre grande parte do país.</p><div class="texto-destacado">Os acumulados totais atingem valores entre 100 e 150 mm de chuva entre SC, norte do RS e sudoeste do PR. Há possibilidade de cortes no fornecimento de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos, pequenos deslizamentos de terra e ocorrência de descargas elétricas (raios) entre a sexta-feira (10) e o sábado (11).</div><p>Ao longo da sexta-feira (10), a frente fria avança pelo Rio Grande do Sul e por Santa Catarina, <strong>favorecendo a formação de muita nebulosidade e pancadas de chuva.</strong> No sábado (11) e no Domingo (12), a queda da pressão atmosférica favorecerá a<strong> intensificação das tempestades</strong>, aumentando o potencial para chuva forte também no Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-quebra-o-periodo-seco-e-atinge-as-5-regioes-do-brasil-veja-1783610044442.jpg" data-image="az9qx81n6k92" alt="Previsão de acumulados totais até o final da terça-feira." title="Previsão de acumulados totais até o final da terça-feira."><figcaption>Previsão de acumulados totais até o final da terça-feira mostra abrangência da frente fria, que causará pancadas de chuva no Sul, Sudeste, Centro-Oeste, até mesmo Norte e Nordeste.</figcaption></figure><p>Ao longo da segunda-feira (13) e da terça-feira (14), o sistema terá se deslocado mais a norte, <strong>causando chuvas também em diversos outros estados da região Sudeste</strong> - como o Rio de Janeiro, Espírito Santo e boa parte de Minas Gerais, onde as pancadas de chuva podem trazer <strong>acumulados de até 50 mm totais.</strong></p><p>Como é possível observar na imagem abaixo, o sistema também <strong>impulsionará a formação de chuvas</strong> sobre o sul do Amazonas, Acre, Rondônia e extremo oeste do Mato Grosso, ao organizar o fluxo de ventos e umidade sobre a <strong>região equatorial do país</strong>. </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Além disso, a partir da terça-feira (14), a frente fria terá passado pela região Sudeste, <strong>chegando até a altura da Bahia.</strong> Ao longo deste dia, o sistema será capaz de impulsionar a formação de<strong> pancadas de chuva sobre este estado</strong>, contribuindo ativamente para um breve retorno das chuvas também na região Nordeste.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-quebra-o-periodo-seco-e-atinge-as-5-regioes-do-brasil-veja-1783610093494.jpg" data-image="fwnwzs0x0wni" alt="Previsão de probabilidade de chuvas no Norte sexta-feira (esquerda) e no Nordeste terça-feira (direita)." title="Previsão de probabilidade de chuvas no Norte sexta-feira (esquerda) e no Nordeste terça-feira (direita)."><figcaption>Previsão de probabilidade de chuvas no Norte sexta-feira (esquerda) e no Nordeste terça-feira (direita) mostra que o sistema impulsionará a formação de chuvas também nestas regiões.</figcaption></figure><p>A maior frequência de ciclones extratropicais e frentes frias observada durante o mês de julho está relacionada, em parte, à mudança no comportamento da <strong>Oscilação Antártica (OA)</strong>, enquanto o aumento das chuvas no Norte e no Nordeste também é impulsionada pela <strong>Oscilação de Madden-Julian (OMJ)</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-quebra-o-periodo-seco-e-atinge-as-5-regioes-do-brasil-veja-1783610126372.jpg" data-image="vkgx836c6q9h" alt="Previsões de Oscilação Antártica (OA) e Oscilação de Madden-Julian (OMJ)." title="Previsões de Oscilação Antártica (OA) e Oscilação de Madden-Julian (OMJ)."><figcaption>Mapa de condição registrada e previsão da Oscilação Antártica (OA) e previsão da Oscilação de Madden-Julian (OMJ) ao longo das próximas semanas de Julho de 2026.</figcaption></figure><p>O índice OA está migrando para valores negativos. Isso está, geralmente, <strong>associado a um avanço mais frequente de sistemas transientes</strong> (<em>como frentes frias e ciclones extratropicais</em>) sobre o centro-sul do país. Consequentemente, essa situação impulsiona a incidência de tempestades e pancadas de chuva nessa região.</p><p>Já a OMJ, por sua vez, está associada a uma célula de circulação atmosférica planetária e está transitando em direção às fases 8, 1 e 2 ao longo das próximas semanas. Essas fases são conhecidas por <strong>favorecer a formação de volumes de chuva acima da média no centro-norte do país</strong>, provocando acumulados altíssimos especialmente na região Norte.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777583" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-sem-tregua-novo-pulso-de-ar-polar-garante-mais-dias-gelados-em-pelo-menos-6-estados.html" title="Frio sem trégua: novo pulso de ar polar garante mais dias gelados em pelo menos 6 estados">Frio sem trégua: novo pulso de ar polar garante mais dias gelados em pelo menos 6 estados</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-sem-tregua-novo-pulso-de-ar-polar-garante-mais-dias-gelados-em-pelo-menos-6-estados.html" title="Frio sem trégua: novo pulso de ar polar garante mais dias gelados em pelo menos 6 estados"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/frio-sem-tregua-novo-pulso-de-ar-polar-garante-mais-dias-gelados-em-pelo-menos-6-estados-1783465114368_320.jpg" alt="Frio sem trégua: novo pulso de ar polar garante mais dias gelados em pelo menos 6 estados"></a></article></aside><p>Com isso, um conjunto de sistemas e oscilações atmosféricas estão <strong>engatilhados e prestes a ser disparados</strong> pela frente fria que está se formando nos próximos dias. Isso fará com que as condições meteorológicas mudem completamente, <strong>trazendo de volta o tempo chuvoso</strong> para todas as cinco regiões do país. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuva-quebra-o-periodo-seco-e-atinge-as-5-regioes-do-brasil-veja.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Algodão: calor perto de 40°C e ar seco favorecem colheita no Centro-Oeste e MATOPIBA]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/algodao-calor-perto-de-40-c-e-ar-seco-favorecem-colheita-no-centro-oeste-e-matopiba.html</link><pubDate>Thu, 09 Jul 2026 22:11:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Calor próximo de 40°C e umidade entre 20% e 30% favorecem maturação, desfolha e colheita do algodão em MT, GO e MATOPIBA, mas exigem cuidado com aplicações, poeira, fogo e operação das máquinas no campo nesta semana.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/algodao-calor-perto-de-40-c-e-ar-seco-favorecem-colheita-no-centro-oeste-e-matopiba-1783628022119.jpg" data-image="je10vcwdvxor" alt="calor, umidade, baixa, colheita" title="calor, umidade, baixa, colheita"><figcaption>O tempo seco e o calor predominam nas principais áreas produtoras de algodão, favorecendo a maturação, a abertura dos capulhos e o avanço da colheita nos próximos dias.</figcaption></figure><p>O tempo seco deve manter uma janela favorável para maturação, desfolha, abertura dos capulhos, colheita e transporte do algodão entre esta quinta-feira (9) e domingo (12). <strong>A baixa umidade fica entre 20% e 30% nas tardes </strong>em Mato Grosso, Goiás, Tocantins, oeste da Bahia, sul do Maranhão e sul do Piauí, com máximas de 35°C a 38°C e pontos perto de 40°C no norte do Tocantins e no interior do Brasil Central.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</strong></div><p>O sinal é duplo. A falta de chuva reduz o risco de umedecimento da fibra e ajuda a entrada das máquinas, mas o calor forte aumenta poeira, risco de fogo e evaporação rápida em aplicações. Em áreas como Sapezal, Sorriso, Primavera do Leste, Luís Eduardo Magalhães, Barreiras, Balsas e Uruçuí, a decisão passa a ser escolher bem os horários de pulverização e colheita.</p><h2>Tempo seco acelera maturação em MT e oeste da BA até o fim de semana </h2><p>Em Mato Grosso, a chuva deve ficar muito baixa nos próximos dias, com exceção de instabilidades mais distantes do noroeste do estado. <strong>O padrão favorece lavouras em enchimento final das maçãs</strong>, maturação e início de abertura dos capulhos em Sapezal, Campo Novo do Parecis, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Primavera do Leste e Rondonópolis. As máximas podem ficar perto de 35°C no norte de MT, com umidade abaixo de 30% à tarde.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/algodao-calor-perto-de-40-c-e-ar-seco-favorecem-colheita-no-centro-oeste-e-matopiba-1783632704017.jpg" data-image="yvbe1vu2d0bt" alt="temperaturas altas, temperatura, calor" title="temperaturas altas, temperatura, calor"><figcaption>No sábado à tarde, o calor intenso domina MT, GO e MATOPIBA, com temperaturas próximas de 40°C em algumas áreas produtoras de algodão.</figcaption></figure><p>No oeste da Bahia, a condição também é favorável para avanço fenológico e preservação da fibra. Luís Eduardo Magalhães, São Desidério, Barreiras, Correntina e Formosa do Rio Preto <strong>devem seguir com chuva próxima de zero no curto prazo</strong>. Para lavouras já em abertura dos capulhos, esse tempo seco reduz o risco de mancha, apodrecimento e perda de qualidade; para áreas mais atrasadas, acelera o acúmulo térmico e a maturação.</p><h2>Baixa umidade exige cuidado com desfolha e aplicações à tarde </h2><p><strong>A massa de ar seco será mais sentida entre 12h e 17h</strong>, quando a temperatura sobe e a umidade cai rapidamente. Em Goiás, Tocantins, sul do Maranhão e sul do Piauí, a umidade pode ficar perto de 20% a 30%, com calor de 36°C a 38°C em vários pontos. No norte do Tocantins, valores próximos de 40°C mantêm maior estresse operacional no campo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/algodao-calor-perto-de-40-c-e-ar-seco-favorecem-colheita-no-centro-oeste-e-matopiba-1783628069929.jpg" data-image="npinwv6magj8" alt="umidade, risco, algodão" title="umidade, risco, algodão"><figcaption>No sábado à tarde, a umidade do ar cai para menos de 30% em grande parte do Centro-Oeste e MATOPIBA, exigindo atenção com aplicações e risco de incêndio nas áreas de algodão.</figcaption></figure><p>Os principais ajustes para o manejo são práticos:</p><p>• GO e TO: <strong>calor de 35°C a 38°C aumenta evaporação </strong>de gotas e reduz a janela segura para aplicações;<br> • oeste da BA: chuva próxima de zero favorece capulho aberto, mas exige atenção com poeira na colheita;<br> • sul do MA e sul do PI: Balsas, Uruçuí, Bom Jesus e Corrente seguem secos, com risco maior de fogo;<br> • MT: Sapezal e Primavera do Leste têm boa janela de campo, mas aplicações devem evitar o meio da tarde.</p><h2>Frente fria muda o Sul, mas algodão segue com janela favorável </h2><p>A frente fria do fim de semana deve alterar mais o Sul, <strong>o sul de Mato Grosso do Sul e parte do Sudeste.</strong> Para o eixo principal do algodão em MT, GO, TO, oeste da BA, sul do MA e sul do PI, o impacto direto deve ser pequeno até domingo. A chuva mais organizada fica afastada das principais áreas cotonícolas, mantendo baixo risco de interrupção ampla da colheita.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/algodao-calor-perto-de-40-c-e-ar-seco-favorecem-colheita-no-centro-oeste-e-matopiba-1783628198367.jpg" data-image="37ju1qi18c66" alt="chuva, anomalia, precipitação, algodão, MATOPIBA" title="chuva, anomalia, precipitação, algodão, MATOPIBA"><figcaption>A chuva fica afastada das principais áreas de algodão em MT, GO e MATOPIBA, mantendo o tempo seco e a janela favorável para as operações no campo.</figcaption></figure><p>O ponto de atenção é acompanhar a virada da próxima semana. Se pancadas isoladas avançarem para áreas em capulho aberto, mesmo volumes de 5 mm a 15 mm podem atrasar a colheita e elevar a umidade da fibra. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="608822" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/el-nino-castiga-safra-de-soja-slc-agricola-deve-focar-no-plantio-do-algodao-para-reduzir-os-prejuizos-da-falta-de-chuva.html" title="El Niño afeta safra de soja: SLC Agrícola deve focar no plantio do algodão para reduzir os prejuízos da falta de chuva">El Niño afeta safra de soja: SLC Agrícola deve focar no plantio do algodão para reduzir os prejuízos da falta de chuva</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/el-nino-castiga-safra-de-soja-slc-agricola-deve-focar-no-plantio-do-algodao-para-reduzir-os-prejuizos-da-falta-de-chuva.html" title="El Niño afeta safra de soja: SLC Agrícola deve focar no plantio do algodão para reduzir os prejuízos da falta de chuva"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-nino-castiga-safra-de-soja-slc-agricola-deve-focar-no-plantio-do-algodao-para-reduzir-os-prejuizos-da-falta-de-chuva-1702316461909_320.png" alt="El Niño afeta safra de soja: SLC Agrícola deve focar no plantio do algodão para reduzir os prejuízos da falta de chuva"></a></article></aside><p>Até lá, o produtor deve priorizar talhões prontos, <strong>evitar pulverizações com umidade muito baixa </strong>e manter aceiros e controle de faíscas em máquinas, porque o ar seco aumenta o risco de incêndio.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/algodao-calor-perto-de-40-c-e-ar-seco-favorecem-colheita-no-centro-oeste-e-matopiba.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria traz intensa mudança e alertas para SP, RJ, MG e ES; confira]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-traz-intensa-mudanca-e-alertas-para-sp-rj-mg-e-es-confira.html</link><pubDate>Thu, 09 Jul 2026 20:43:32 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma nova frente fria vai mudar o tempo nos 4 estados do Sudeste entre o domingo (12) e o início da próxima semana, levando pancadas de chuva e temporais, além de acender alerta para transtornos.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xanij82"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xanij82.jpg" id="xanij82"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Ao longo desta sexta-feira (10) uma área de baixa pressão (cavado) no interior do continente combinada com o<strong> processo de formação de uma nova frente fria</strong> vai afetar o tempo no Sul do Brasil.</p><p>O sistema frontal vai avançar para a<strong> </strong>Região Sudeste do país <strong>a partir do fim de semana</strong>, provocando uma forte mudança no tempo nos estados de <strong>São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo</strong>. </p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Estão previstas <strong>chuvas pontualmente intensas, temporais com muitos raios e rajadas de vento</strong> entre o domingo (12) e o início da próxima semana. E não se descartam <strong>transtornos </strong>como destelhamentos, danos na rede elétrica, alagamentos e queda de galhos/árvores. </p><p>Acompanhe a seguir mais detalhes da previsão do tempo.</p><h2>Frente fria traz intensa mudança ao Sudeste</h2><p>A <strong>nova frente fria</strong> já vai começar a mudar o tempo no Sudeste a partir do domingo (12) e, pelo menos, até o fim da segunda-feira (13), como indica a tendência da previsão.</p><p>Entre a<strong> madrugada e a manhã do domingo (12)</strong> já <strong>chove de forma moderada</strong> na parte <strong>leste do estado de São Paulo, inclusive na capital</strong>, e com riscos de pancadas pontualmente intensas e temporais.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777852" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/massa-de-ar-quente-traz-calor-de-quase-40-c-e-umidade-critica-veja-onde.html" title="Massa de ar quente traz calor de quase 40°C e umidade crítica; veja onde">Massa de ar quente traz calor de quase 40°C e umidade crítica; veja onde</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/massa-de-ar-quente-traz-calor-de-quase-40-c-e-umidade-critica-veja-onde.html" title="Massa de ar quente traz calor de quase 40°C e umidade crítica; veja onde"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/massa-de-ar-quente-traz-calor-de-quase-40-c-e-umidade-critica-veja-1783605924998_320.png" alt="Massa de ar quente traz calor de quase 40°C e umidade crítica; veja onde"></a></article></aside><p>À <strong>tarde</strong>, essas <strong>chuvas se espalham por todo o território paulista e no extremo sul de Minas Gerais</strong>, em áreas de divisa com o estado. Também pode chover de forma isolada no sul fluminense. E ainda há risco de<strong> temporais</strong> no estado de<strong> São Paulo</strong>.</p><p>À <strong>noite</strong>, a previsão indica <strong>pancadas de chuva e temporais</strong> no estado do <strong>Rio de Janeiro</strong>, inclusive na capital, enquanto em São Paulo as instabilidades reduzem mas ainda podem ocorrer chuvas bem pontuais.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-intensa-mudanca-e-alertas-para-sp-rj-mg-e-es-confira-1783618676227.png" data-image="zcufokogbheg"><figcaption>Previsão de precipitação (em mm) e nebulosidade (tons brancos/acinzentados) para domingo (12) às 15h à esquerda e segunda-feira (13) às 18h à direita, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Além disso, estão previstas ainda <strong>rajadas de vento entre 50 e 60 km/h</strong> no <strong>interior paulista e sul mineiro</strong>, especialmente durante a tarde. À noite, a atenção fica para o litoral do<strong> Rio de Janeiro</strong> e do<strong> Espírito Santo</strong>, com a<strong> intensificação dos ventos costeiros</strong> e<strong> mar agitado</strong>.</p><p>Na<strong> segunda-feira (13)</strong>, ao longo da <strong>manhã</strong>, estão previstas <strong>chuvas fracas e isoladas em São Paulo</strong>, especialmente no norte e leste do estado, no centro-sul de Minas Gerais e no Rio de Janeiro.</p><div class="texto-destacado">Domingo (12) com chuva moderada a intensa e temporais no estado de SP. Na segunda-feira (13) essas chuvas e os temporais se espalham também para MG, RJ e ES.</div><p>Porém, à <strong>tarde </strong>essas chuvas se intensificam e se espalham para mais áreas. <strong>Chuvas moderadas a pontualmente fortes</strong> ocorrem no noroeste, norte e leste de <strong>São Paulo</strong>, no<strong> Rio de Janeiro </strong>e no<strong> centro-sul do Espírito Santo e de Minas Gerais</strong>. Nestas áreas citadas, também estão previstos<strong> temporais </strong>com muitos raios.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-intensa-mudanca-e-alertas-para-sp-rj-mg-e-es-confira-1783618968786.png" data-image="mh1kn5nvuw9i"><figcaption>Previsão de densidade de raios para o domingo (12) às 15h à esquerda e segunda-feira (13) às 15h à direita, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Durante a <strong>noite </strong>de<strong> segunda-feira (13)</strong> ainda ocorrem<strong> chuvas moderadas com trovoadas</strong> em grande parte de <strong>Minas Gerais</strong> (exceção do norte) e no <strong>Espírito Santo</strong>. Chuvas fracas e isoladas no leste paulista e no Rio de Janeiro.</p><p>Neste dia (13), chove de forma fraca a qualquer momento do dia na <strong>capital fluminense</strong> e à noite na <strong>capital Vitória</strong>. Em <strong>Belo Horizonte</strong>, pancadas de chuva e temporais entre a tarde e a noite. A <strong>capital paulista</strong> deve ter sol com muitas nuvens durante o dia e sem previsão de chuva. </p><p>Na <strong>terça-feira (14)</strong> a frente fria já estará bem afastada da região e <strong>o tempo volta a ficar firme</strong>, com sol aparecendo entre poucas nuvens.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-traz-intensa-mudanca-e-alertas-para-sp-rj-mg-e-es-confira.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria traz tempestades e risco de mais de 100 mm de chuva; veja onde]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-traz-tempestades-e-risco-de-mais-de-100-mm-de-chuva-veja-onde.html</link><pubDate>Thu, 09 Jul 2026 19:28:47 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O início do fim de semana será marcado pela atuação de uma frente fria sobre o Centro-Sul do Brasil. O sistema frontal provoca tempestades e grandes acumulados de chuva.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xani4rq"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xani4rq.jpg" id="xani4rq"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O restante desta quinta-feira (9) seguirá com<strong> tempo estável nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil.</strong> Contudo, nas primeiras horas de sexta-feira (10), uma <strong>nova frente fria</strong> começa a ganhar forma e força, mudando o tempo em várias localidades do país.</p><p>O sistema avança inicialmente pela Região Sul, onde há previsão de<strong> chuvas intensas, tempestades e volumes expressivos</strong> nos próximos dias. Na sequência, as instabilidades avançam em direção ao<strong> Centro-Oeste e ao Sudeste.</strong> Veja a seguir a previsão para cada área afetada.</p><h2>Região Sul sob alerta de tempestades e grandes acumulados</h2><p>Mais uma vez, <strong>a Região Sul do Brasil</strong> enfrenta um sistema frontal com alto potencial para transtornos. Nas últimas semanas, moradores da região já registraram <strong>grandes acumulados de chuva, fortes rajadas de vento</strong> e até mesmo a ocorrência de tornados.</p><p>Embora o tempo estável venha predominando recentemente, esse padrão muda nas primeiras horas de sexta-feira (10). A chegada da<strong> frente fria aumenta a nebulosidade</strong> e eleva o risco de <strong>temporais </strong>sobre o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e o Paraná.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-tempestades-e-risco-de-mais-de-100-mm-de-chuva-1783605988827.jpg" data-image="8at75j8it1in" alt="Rio Atmosférico." title="Rio Atmosférico."><figcaption>Canal de umidade dando suporte as chuvas provocadas pela frente fria no Centro-Sul do Brasil.</figcaption></figure><p>As primeiras pancadas atingem o território gaúcho ainda na madrugada de sexta (10), com intensidade<strong> fraca a moderada</strong>. No decorrer da tarde, as chuvas ganham <strong>força </strong>devido ao maior transporte de umidade. </p><p>Com isso, a noite reserva chuvas intensas e risco de tempestades no <strong>norte do Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no sul e sudoeste do Paraná</strong>, acompanhadas de descargas elétricas e rajadas de vento.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-tempestades-e-risco-de-mais-de-100-mm-de-chuva-1783606035090.jpg" data-image="uzyq497580he" alt="Precipitação." title="Precipitação."><figcaption>Mapa mostra chuvas intensas e tempestades sobre áreas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná nesta sexta-feira (11).</figcaption></figure><p>O tempo fechado persiste no sábado (11). Durante a madrugada e a manhã, <strong>as chuvas intensas </strong>se concentra em Santa Catarina e no oeste paranaense. Já à tarde, uma grande área entra em <strong>alerta de tempestade</strong>, abrangendo desde a capital <strong>Curitiba (PR)</strong> até o noroeste e sudoeste do estado.</p><p>O volume total de água preocupa, os maiores acumulados devem superar a marca dos <strong>100 mm</strong> na divisa entre <strong>Santa Catarina e o Rio Grande do Sul </strong>até o fim de sábado (11). No norte gaúcho e no restante de solo catarinense, a quantidade varia entre <strong>26 mm e 80 mm. </strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-tempestades-e-risco-de-mais-de-100-mm-de-chuva-1783606087187.jpg" data-image="4mhj5762by5y" alt="Chuva acumulada." title="Chuva acumulada."><figcaption>Precipitação acumulada prevista até o final da noite de sábado (11), mostra grandes volumes para a Região Sul.</figcaption></figure><p>No Paraná, as chuvas se concentram na porção oeste e sudoeste, registrando até <strong>60 mm</strong> na faixa entre <strong>Umuarama <strong>(PR)</strong> e General Carneiro <strong> (PR)</strong> </strong>, enquanto as demais áreas paranaenses têm volumes mais baixos, entre <strong>5 mm e 25 mm.</strong></p><h2>O tempo muda no Sudeste e Centro-Oeste</h2><p>A sexta-feira (10) ainda terá <strong>tempo firme</strong> no Sudeste e no Centro-Oeste do Brasil. Um sistema de alta pressão atua sobre essas áreas, o que dificulta a formação de nuvens e auxilia na entrada de ar frio e seco. No entanto,<strong> esse padrão de estabilidade está com os dias contados.</strong></p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777662" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/calor-temporal-e-frio-frente-fria-traz-virada-radical-nos-4-estados-do-sudeste.html" title="Calor, temporal e frio: frente fria traz virada radical nos 4 estados do Sudeste; confira">Calor, temporal e frio: frente fria traz virada radical nos 4 estados do Sudeste; confira</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/calor-temporal-e-frio-frente-fria-traz-virada-radical-nos-4-estados-do-sudeste.html" title="Calor, temporal e frio: frente fria traz virada radical nos 4 estados do Sudeste; confira"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/calor-temporal-e-frio-frente-fria-traz-virada-radical-nos-4-estados-do-sudeste-1783518875442_320.jpg" alt="Calor, temporal e frio: frente fria traz virada radical nos 4 estados do Sudeste; confira"></a></article></aside><p>A partir de sábado (11),<strong> a frente fria avança e rompe esse bloqueio</strong>, provocando <strong>pancadas </strong>e aumentando as chances de <strong>tempestades </strong>em ambos os setores. No Mato Grosso do Sul, o aumento de nebulosidade começa cedo e as primeiras chuvas isoladas ocorrem no início da tarde.</p><p>Entre a tarde e a noite, <strong>temporais </strong>com trovoadas se espalham pelo oeste sul-mato-grossense, mantendo a intensidade de moderada a forte.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-tempestades-e-risco-de-mais-de-100-mm-de-chuva-1783605937277.jpg" data-image="asdatsoukz6g" alt="Previsão de nebulosidade e chuva." title="Previsão de nebulosidade e chuva."><figcaption>O mapa mostra tempo fechado e chuvas espalhadas pelo Centro-Sul do Brasil neste domingo (12).</figcaption></figure><p>No Sudeste, a <strong>virada no tempo</strong> começa no final da tarde de sábado (11), sendo o estado de <strong>São Paulo</strong> o primeiro a registrar aumento de nuvens. As primeiras pancadas, ainda de <strong>fraca intensidade</strong>, ocorrem no início da noite e avançam pelas demais áreas paulistas até o fim do dia. </p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões do tempo diretamente no seu celular através do nosso novo canal do WhatsApp.<strong> <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">Clique aqui para nos seguir e ative as notificações! </a></strong> </div><p>Já no domingo (12), as <strong>instabilidades </strong>ocorrem de forma irregular sobre o território de São Paulo e também avançam para o <strong>sul de Minas Gerais</strong>. Mato Grosso do Sul e Mato Grosso tem previsão de<strong> tempo fechado</strong>, chuvas isoladas com moderada e forte intensidade.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-traz-tempestades-e-risco-de-mais-de-100-mm-de-chuva-veja-onde.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[ NOAA aumenta para 81% a chance de um El Niño muito intenso ]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/noaa-aumenta-para-81-a-chance-de-um-el-nino-muito-intenso.html</link><pubDate>Thu, 09 Jul 2026 18:18:42 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O El Niño 2026/2027 se encaminha para entrar na história: a NOAA aumentou para 81% a chance de um El Niño muito intenso entre outubro e dezembro. Em relação ao mês anterior, a probabilidade subiu cerca de 20 pontos percentuais.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/noaa-aumenta-para-81-a-chance-de-um-el-nino-muito-intenso-a-partir-de-outubro-1783609489269.png" data-image="t07inn8oxtgq" alt="Anomalias de temperatura da superfície do mar em 8 de julho de 2026 ultrapassam 3°C em uma ampla área. Créditos: Adaptada da NASA Overview pela Meteored." title="Anomalias de temperatura da superfície do mar em 8 de julho de 2026 ultrapassam 3°C em uma ampla área. Créditos: Adaptada da NASA Overview pela Meteored."><figcaption>Anomalias de temperatura da superfície do mar em 8 de julho de 2026 ultrapassam 3°C em uma ampla área. Créditos: Adaptada da NASA Overview pela Meteored.</figcaption></figure><p>A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos<strong> </strong>(NOAA), por meio do <strong>Centro de Previsão Climática </strong>(CPC), <strong>divulgou</strong> nesta <strong>quinta-feira (9)</strong> uma nova <strong>atualização</strong> do <em>ENSO Diagnostic Discussion</em>, <strong>documento</strong> mensal que reúne as <strong>previsões oficiais</strong> para a evolução do<strong> El Niño-Oscilação Sul</strong> (ENSO). </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>O <strong>destaque</strong> desta edição é o<strong> aumento nas chances de um</strong><strong> El Niño muito intenso</strong> durante o pico do evento. A probabilidade de que a<strong> </strong>anomalia da temperatura<strong> </strong>da superfície do mar (TSM) no Pacífico equatorial ultrapasse 2°C entre outubro e dezembro <strong>subiu para 81%</strong>, reforçando a expectativa de um dos eventos mais intensos já registrados.</p><h2>Probabilidades de um El Niño muito intenso continuam aumentando</h2><p>As<strong> maiores mudanças</strong> ocorreram justamente durante o <strong>trimestre</strong> em que o fenômeno atinge sua <strong>máxima intensidade</strong>. Em relação à atualização de junho, a <strong>NOAA elevou</strong> em cerca de <strong>20 pontos percentuais </strong>a probabilidade de um El Niño muito intenso entre outubro e dezembro. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/noaa-aumenta-para-81-a-chance-de-um-el-nino-muito-intenso-a-partir-de-outubro-1783609509620.png" data-image="rte1ns2jselx" alt="Previsão probabilística de intensidade do El Niño de julho de 2026. Créditos: CPC/NOAA." title="Previsão probabilística de intensidade do El Niño de julho de 2026. Créditos: CPC/NOAA."><figcaption>Previsão probabilística de intensidade do El Niño de julho de 2026. Créditos: CPC/NOAA.</figcaption></figure><p>Além disso, <strong>praticamente desapareceu </strong>a <strong>possibilidade</strong> de um <strong>evento</strong> apenas <strong>moderado</strong> durante esse período, indicando que a agência considera um aquecimento extremo do Pacífico equatorial como o cenário mais provável.</p><p>Embora o aumento chame atenção, ele não representa uma mudança brusca na expectativa para o fenômeno. Desde os últimos meses, tanto as observações do oceano quanto as previsões dos principais modelos climáticos vêm indicando uma rápida intensificação do El Niño. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/noaa-aumenta-para-81-a-chance-de-um-el-nino-muito-intenso-a-partir-de-outubro-1783609526428.png" data-image="wmnvvddjy3pi" alt="Previsão probabilística de intensidade do El Niño do mês anterior (junho de 2026). Créditos: CPC/NOAA." title="Previsão probabilística de intensidade do El Niño do mês anterior (junho de 2026). Créditos: CPC/NOAA."><figcaption>Previsão probabilística de intensidade do El Niño do mês anterior (junho de 2026). Créditos: CPC/NOAA.</figcaption></figure><p><strong>A atualização de julho </strong>apenas reforça esse cenário, refletindo a <strong>maior confiança</strong> dos <strong>especialistas</strong> de que o evento atingirá <strong>intensidade excepcional</strong> durante a primavera e o início do verão no Hemisfério Sul. Outro ponto importante que merece sempre ser ressaltado é a mensagem que a própria agência coloca junto do gráfico:</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Eventos mais intensos nem sempre significam impactos meteorológicos e climáticos maiores; eventos mais intensos aumentam a probabilidade de que determinados impactos ocorram.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Em outras palavras, os <strong>impactos regionais não aumentam de forma linear</strong><strong> à medida que a temperatura do Pacífico sobe</strong>. Um El Niño mais intenso aumenta a confiança nos padrões climáticos típicos associados ao fenômeno, mas não garante que eles ocorrerão com a mesma intensidade em todas as regiões.</p><h2>Como a NOAA calcula essas probabilidades?</h2><p>As probabilidades divulgadas pelo CPC/NOAA não são obtidas simplesmente pela média dos modelos numéricos. A previsão oficial é <strong>elaborada</strong> por uma <strong>equipe de especialistas</strong> que <strong>combina</strong> as informações de <strong>diversos</strong> <strong>modelos</strong> climáticos, <strong>observações</strong> por satélite, medições de bóias oceânicas, reanálises atmosféricas e oceânicas, além do <strong>estado atual </strong>do sistema oceano-atmosfera no Pacífico tropical.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777218" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/modelo-da-noaa-amplia-escala-de-seus-graficos-apos-prever-el-nino-acima-de-4-c.html" title=" Modelo da NOAA amplia escala de seus gráficos após prever El Niño acima de 4°C"> Modelo da NOAA amplia escala de seus gráficos após prever El Niño acima de 4°C</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/modelo-da-noaa-amplia-escala-de-seus-graficos-apos-prever-el-nino-acima-de-4-c.html" title=" Modelo da NOAA amplia escala de seus gráficos após prever El Niño acima de 4°C"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/modelo-da-noaa-amplia-escala-de-seus-graficos-apos-prever-el-nino-acima-de-4-c-1783260614005_320.png" alt=" Modelo da NOAA amplia escala de seus gráficos após prever El Niño acima de 4°C"></a></article></aside><p>A partir dessa avaliação, é construída uma <strong>distribuição de probabilidades </strong>para a evolução do fenômeno, que é <strong>dividida</strong> em <strong>diferentes categorias de intensidade</strong>. Um <strong>El Niño </strong>é classificado como <strong>“muito forte”</strong> - ou Super El Niño, na linguagem popular - quando as anomalias <strong>superam</strong> <strong>2°C.</strong></p><h2>Mas o que realmente chama atenção nessas probabilidades?</h2><p>À medida que o evento evolui,<strong> probabilidades elevadas </strong>para um <strong>El Niño muito intenso</strong> <strong>deixam de ser exatamente uma surpresa</strong>. As condições observadas no oceano e na atmosfera, somadas ao consenso entre os principais modelos climáticos, já indicavam há alguns meses que esse seria o <strong>cenário</strong> mais provável. Isso vem sendo <strong>discutido</strong><strong> reiteradamente pelo time da Meteored.</strong></p><div class="texto-destacado">O que mais chama atenção na atualização de julho é outro detalhe: as probabilidades divulgadas pela NOAA são calculadas em relação ao Índice Niño Oceânico Relativo (RONI), e não ao tradicional Índice Niño Oceânico (ONI). </div><p>Embora ambos sejam calculados a partir da TSM na região Niño-3.4 em relação à mesma climatologia (atualmente, 1991-2020), o<strong> RONI desconta o aquecimento médio de todos os oceanos tropicais</strong>. Na prática, esse ajuste <strong>remove</strong> parte do <strong>aquecimento de fundo</strong> associado às mudanças climáticas. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/noaa-aumenta-para-81-a-chance-de-um-el-nino-muito-intenso-a-partir-de-outubro-1783609608842.png" data-image="dvlx89gt91mp" alt="Diferenças entre o índice RONI, implementado em fevereiro de 2026 pela NOAA, e o tradicional ONI. Créditos: CPC/NOAA." title="Diferenças entre o índice RONI, implementado em fevereiro de 2026 pela NOAA, e o tradicional ONI. Créditos: CPC/NOAA."><figcaption>Diferenças entre o índice RONI, implementado em fevereiro de 2026 pela NOAA, e o tradicional ONI. Créditos: CPC/NOAA.</figcaption></figure><p>Com isso, os <strong>episódios de El Niño tendem a apresentar anomalias menores </strong><strong>no RONI </strong>do que no ONI, enquanto os episódios de La Niña tendem a apresentar anomalias relativamente mais negativas. Nas últimas décadas, a <strong>diferença</strong> entre o RONI e o ONI tem variado tipicamente entre<strong> 0,3°C e 0,7°C</strong>. </p><p>Isso significa que se há <strong>81% de confiança</strong> em um evento com <strong>RONI superior a 2°C</strong>, o <strong>ONI</strong> (baseado em anomalias absolutas) poderá<strong> se aproximar (ou ultrapassar) 3°C</strong>, concorrendo pelo posto de evento <strong>mais intenso da história</strong> com o El Niño de 2014/2015, que alcançou 2,8°C entre novembro de 2015 e janeiro de 2016.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/noaa-aumenta-para-81-a-chance-de-um-el-nino-muito-intenso.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Europa Ocidental enfrenta recordes de temperatura com seca e rios baixos ]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/europa-ocidental-enfrenta-recordes-de-temperatura-com-seca-e-rios-baixos.html</link><pubDate>Thu, 09 Jul 2026 17:07:56 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>As fortes ondas de calor associadas ao fenômeno El Niño elevou as temperaturas globais e continentais a patamares inéditos durante o mês de junho, gerando alertas severos de saúde pública. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/europa-ocidental-enfrenta-recordes-de-temperatura-com-seca-e-rios-baixos-1783608993842.jpg" data-image="j4ll8n6s78up" alt="Altas temperaturas em onda de calor que atingiu a Alemanha e parte da Europa em junho de 2026 (Foto: REUTERS/Axel Schmidt)" title="Altas temperaturas em onda de calor que atingiu a Alemanha e parte da Europa em junho de 2026 (Foto: REUTERS/Axel Schmidt)"><figcaption>Altas temperaturas em onda de calor que atingiu a Alemanha e parte da Europa em junho de 2026 (Foto: REUTERS/Axel Schmidt)</figcaption></figure><p><strong>O planeta registrou o segundo mês de junho mais quente de sua história recente</strong>, impulsionado por marcas extremas na porção ocidental da Europa. De acordo com o relatório oficial do serviço <a href="https://climate.copernicus.eu/" target="_blank">Copernicus da União Europeia</a>, a região enfrentou o período mais severo já monitorado, acentuando uma sequência de fortes canículas na temporada atual.</p><p>Essa elevação térmica global <strong>repete o comportamento do mês de maio como o segundo mais quente</strong> já registrado no monitoramento histórico mundial. As análises apontam que a persistência de sistemas de alta pressão atmosférica colaborou diretamente para o transporte de massas de ar aquecidas, resultando em marcas inéditas em diversos países.</p><h2>Impactos severos nos ecossistemas europeus</h2><p>A média global de temperatura na superfície dos oceanos atingiu recordes históricos em junho, <strong>superando a marca verificada em 2024 por uma margem sutil de 0,01°C</strong>. Cientistas associam essa anomalia térmica ao desenvolvimento de um forte fenômeno El Niño no Pacífico Equatorial, que altera as dinâmicas meteorológicas e eleva o calor marinho.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/europa-enfrenta-recordes-de-temperatura-com-seca-e-rios-baixos-1783608378799.jpg" data-image="5v9injo0xa32" alt="Pessoas se refrescando na fonte do Trocadéro, em frente a Torre Eiffel, durante onda de calor em Paris, na França. — Foto: Abdul Saboor/Reuters" title="Pessoas se refrescando na fonte do Trocadéro, em frente a Torre Eiffel, durante onda de calor em Paris, na França. — Foto: Abdul Saboor/Reuters"><figcaption>Pessoas se refrescando na fonte do Trocadéro, em frente a Torre Eiffel, durante onda de calor em Paris, na França. — Foto: Abdul Saboor/Reuters</figcaption></figure><p>Na Europa Ocidental, os termômetros registraram uma média de<strong> 20,74°C ao longo do mês</strong>, estabelecendo uma <strong>variação de 3,05°C</strong> acima da linha de base de 1991 a 2020. Esse aquecimento regionalizado acelerou o agravamento de secas gerais e favoreceu o avanço rápido de incêndios florestais em Portugal, Espanha e França.</p><p><strong>A intensificação do calor gerou uma sobreposição de fenômenos extremos</strong> na região, onde a canícula atual exacerbou a estiagem iniciada no final da primavera. Essa condição combinada prejudica de forma direta a navegação comercial em diversos rios importantes do continente, além de comprometer fatias expressivas da produção agrícola local.</p><h2>Consequências humanas e pressões estruturais</h2><p>Os reflexos urbanos e de saúde pública atingiram marcas alarmantes em grandes centros como Berlim, <strong>onde os termômetros alcançaram o índice inédito de 39,9°C</strong>. Projeções iniciais do Escritório Federal de Estatísticas da Alemanha indicam um excedente de 5.655 mortes acima da média verificada no mesmo período nos últimos quatro anos.</p><p>Paralelamente, análises de acadêmicos na França projetam que o <strong>excesso de óbitos provocados pelas altas temperaturas deve chegar a 2.700</strong> casos nesta temporada. O calor intenso sobrecarregou os atendimentos de emergência médica e afetou redes de transporte devido à dilatação de trilhos ferroviários e problemas em fiações elétricas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777388" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/como-o-calor-extremo-e-a-mudanca-climatica-estao-transformando-a-copa-do-mundo-com-partidas-mais-lentas.html" title="Como o calor extremo e a mudança climática estão transformando a Copa do Mundo com partidas mais lentas">Como o calor extremo e a mudança climática estão transformando a Copa do Mundo com partidas mais lentas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/como-o-calor-extremo-e-a-mudanca-climatica-estao-transformando-a-copa-do-mundo-com-partidas-mais-lentas.html" title="Como o calor extremo e a mudança climática estão transformando a Copa do Mundo com partidas mais lentas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/como-el-calor-extremo-y-el-cambio-climatico-estan-transformando-el-mundial-de-futbol-2026-con-partidos-mas-lentos-1783125864480_320.jpg" alt="Como o calor extremo e a mudança climática estão transformando a Copa do Mundo com partidas mais lentas"></a></article></aside><p>Pesquisadores do consórcio<a href="https://www.worldweatherattribution.org/" target="_blank"> World Weather Attribution</a> demonstram que as <strong>emissões decorrentes da queima de petróleo, carvão e gás</strong> representam o motor principal dessas ondas de calor. O continente europeu se consolida atualmente como a região que registra o aquecimento mais rápido do globo terrestre na atualidade.</p><p>Cientistas e climatologistas projetam que o planeta <strong>superará o limite seguro de 1,5°C de aquecimento global ainda nesta década</strong> de acordo com as tendências atuais. Esse patamar representa o teto de segurança climática estipulado e assinado pelos países signatários pertencentes ao Acordo de Paris para evitar cenários irreversíveis.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Jos%C3%A9%20Henrique%20Mariante" data-year="2026" data-title="Sob%20onda%20de%20calor%2C%20Europa%20Ocidental%20vive%20junho%20mais%20quente%20da%20hist%C3%B3ria%2C%20aponta%20Copernicus" data-url="https%3A%2F%2Fwww1.folha.uol.com.br%2Fambiente%2F2026%2F07%2Fsob-onda-de-calor-europa-ocidental-vive-junho-mais-quente-da-historia-aponta-copernicus.shtml%3Fshem">José Henrique Mariante. (2026). <a href="https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2026/07/sob-onda-de-calor-europa-ocidental-vive-junho-mais-quente-da-historia-aponta-copernicus.shtml?shem" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Sob onda de calor, Europa Ocidental vive junho mais quente da história, aponta Copernicus</a>.</cite><br><cite data-author="World%20Weather%20Attribution" data-year="2026" data-title="Fossil%20fuel%20emissions%20have%20rapidly%20worsened%20European%20heatwaves%20in%20just%20a%20few%20decades" data-url="https%3A%2F%2Fwww.worldweatherattribution.org%2Ffossil-fuel-emissions-have-rapidly-worsened-european-heatwaves-in-just-a-few-decades%2F">World Weather Attribution. (2026). <a href="https://www.worldweatherattribution.org/fossil-fuel-emissions-have-rapidly-worsened-european-heatwaves-in-just-a-few-decades/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Fossil fuel emissions have rapidly worsened European heatwaves in just a few decades</a>.</cite><br><cite data-author="Copernicus" data-year="2026" data-title="Copernicus%20Climate%20Change%20Service" data-url="https%3A%2F%2Fclimate.copernicus.eu%2F">Copernicus. (2026). <a href="https://climate.copernicus.eu/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Copernicus Climate Change Service</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/europa-ocidental-enfrenta-recordes-de-temperatura-com-seca-e-rios-baixos.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Massa de ar quente traz calor de quase 40°C e umidade crítica; veja onde]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/massa-de-ar-quente-traz-calor-de-quase-40-c-e-umidade-critica-veja-onde.html</link><pubDate>Thu, 09 Jul 2026 14:12:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma massa de ar quente vem ganhando força sobre o Nordeste e Brasil Central, favorecendo temperaturas extremas e umidade do ar abaixo dos níveis recomendados à saúde. </p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xanib46"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xanib46.jpg" id="xanib46"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Como <strong>alertado pela Meteord</strong>, temperaturas máximas vêm atingindo patamares extremos para esta época do ano entre as regiões Nordeste e Norte do país. A estação meteorológica do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) de Colinas do Tocantins, no norte do <strong>Tocantins</strong>, registrou impressionantes <strong>40,7°C </strong>na tarde da última<strong> quarta-feira (8)</strong>, o que representa cerca de 3°C acima da média de julho nesta região.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/massa-de-ar-quente-traz-calor-de-quase-40-c-e-umidade-critica-veja-1783605446776.png" data-image="81ndpoz5avd8" alt="Temperaturas máximas da tarde de quarta-feira (8), com destaque para 40,4°C no Tocantins. Créditos: Adaptado de INMET." title="Temperaturas máximas da tarde de quarta-feira (8), com destaque para 40,4°C no Tocantins. Créditos: Adaptado de INMET."><figcaption>Temperaturas máximas da tarde de quarta-feira (8), com destaque para 40,4°C no Tocantins. Créditos: Adaptado de INMET.</figcaption></figure><p><strong>Até o sábado (11),</strong> essa <strong>massa de ar quente </strong>deve <strong>avançar</strong> em direção ao <strong>Brasil Central e ao Sudeste</strong>, elevando as temperaturas próximas a 40°C em vários estados e favorecendo <strong>umidade relativa abaixo de 20%</strong>, uma combinação perigosa para a saúde. Confira os detalhes.</p><h2>Temperaturas extremas e baixa umidade</h2><p>No decorrer desta <strong>quinta-feira (9) </strong>as <strong>temperaturas</strong> devem <strong>continuar</strong> <strong>próximas</strong> ou <strong>ultrapassando 40°C</strong> no norte do Tocantins e, no geral, entre 35°C e 38°C em toda a metade norte do país. Já na <strong>sexta-feira (10)</strong>, essa massa de ar quente avança em direção ao<strong> Brasil Central</strong>, com previsão de<strong> 39°C em Goiás.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/massa-de-ar-quente-traz-calor-de-quase-40-c-e-umidade-critica-veja-1783605481030.png" data-image="k4azl8uvczx5" alt="Previsão de temperatura máxima nesta sexta-feira (10), segundo o modelo GFS." title="Previsão de temperatura máxima nesta sexta-feira (10), segundo o modelo GFS."><figcaption>Previsão de temperatura máxima nesta sexta-feira (10), segundo o modelo GFS.</figcaption></figure><p>As <strong>temperaturas</strong> continuam <strong>aumentando</strong> sobre áreas do<strong> Centro-Oeste e Sudeste</strong> até sábado (11), <strong>somando efeitos com o quadro pré-frontal</strong>, que antecede uma frente fria. As temperaturas aumentam na dianteira dos sistemas frontais, devido à advecção (transporte) de calor de norte/nordeste. </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Neste caso, as temperaturas podem ficar <strong>8°C acima da média</strong> no <strong>Mato Grosso do Sul</strong>, com máximas se aproximando de <strong>34°C,</strong> enquanto tempestades intensas já avançam sobre o sudoeste do estado. No <strong>Sudeste</strong> as máximas previstas para sábado (11) devem <strong>superar</strong> <strong>35°C </strong>no interior de São Paulo e em Minas Gerais.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/massa-de-ar-quente-traz-calor-de-quase-40-c-e-umidade-critica-veja-1783605543557.png" data-image="a0yhlgzphg77" alt="Previsão de anomalia de temperatura máxima para sábado (11), segundo o ECMWF." title="Previsão de anomalia de temperatura máxima para sábado (11), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de anomalia de temperatura máxima para sábado (11), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>Ao mesmo tempo em que as temperaturas se elevam, a <strong>umidade relativa do ar tende a permanecer baixa e diminuir ainda mais no Brasil Central</strong>. Na tarde da última quarta-feira (8), estações meteorológicas do Nordeste já registraram valores de 18% enquanto o Centro-Oeste contou com 20% de umidade. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/massa-de-ar-quente-traz-calor-de-quase-40-c-e-umidade-critica-veja-1783605558674.png" data-image="i5lc18hwnz7s" alt="Previsão de umidade relativa mínima para a tarde de sábado (11), segundo o ECMWF." title="Previsão de umidade relativa mínima para a tarde de sábado (11), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de umidade relativa mínima para a tarde de sábado (11), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p><strong>Até sábado (11)</strong>, valores de umidade relativa do ar em torno de<strong> 18% </strong>avançam sobre o <strong>Brasil Central e o Sudeste</strong>, principalmente em <strong>Minas Gerais</strong>. Toda a Região <strong>Sudeste</strong> permanece sob alerta para <strong>valores</strong> <strong>inferiores a 30%</strong>, patamar considerado de atenção pela Organização Mundial da Saúde.</p><h2>Riscos à saúde</h2><p>A <strong>combinação</strong> de<strong> calor intenso e baixa umidade</strong> favorece o <strong>ressecamento</strong> das <strong>mucosas</strong> do nariz, da garganta e dos olhos, reduzindo a capacidade natural do organismo de filtrar vírus, bactérias e partículas de poeira. </p><p>Com isso, <strong>aumenta o risco</strong> de crises de <strong>asma</strong>, <strong>bronquite</strong>, <strong>rinite</strong> e outras doenças respiratórias, além de favorecer a desidratação e <strong>sobrecarregar</strong> o<strong> sistema cardiovascular</strong>, especialmente em crianças, idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas ou imunossuprimidas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777656" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/em-pleno-inverno-calor-anomalo-atinge-o-brasil-com-temperaturas-de-quase-40-c.html" title="Em pleno inverno, calor anômalo atinge o Brasil com temperaturas de quase 40°C">Em pleno inverno, calor anômalo atinge o Brasil com temperaturas de quase 40°C</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/em-pleno-inverno-calor-anomalo-atinge-o-brasil-com-temperaturas-de-quase-40-c.html" title="Em pleno inverno, calor anômalo atinge o Brasil com temperaturas de quase 40°C"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/em-pleno-inverno-calor-anomalo-atinge-o-brasil-com-temperaturas-de-quase-40-c-1783515723427_320.png" alt="Em pleno inverno, calor anômalo atinge o Brasil com temperaturas de quase 40°C"></a></article></aside><p><br>Para reduzir os impactos,<strong> recomenda-se</strong> <strong>aumentar a ingestão de água</strong> ao longo do dia, <strong>evitar</strong> <strong>atividades</strong> <strong>físicas</strong> intensas e <strong>exposição ao sol</strong> nas<strong> horas mais quentes </strong>(inclusive dos pets), além de manter os ambientes ventilados e, se possível, elevar a umidade interna com umidificadores ou recipientes com água. </p><p>Também é importante<strong> redobrar a atenção</strong> aos <strong>sinais de desidratação </strong>e procurar atendimento médico caso ocorram dificuldade para respirar, tontura persistente ou agravamento de doenças respiratórias.</p><h2>Mudança à vista: alerta de tempestades</h2><p><strong>A partir de sexta-feira (10)</strong> terá início o processo de formação de um <strong>ciclone</strong> na região Sul. A diminuição da pressão atmosférica vai canalizar uma grande quantidade de vapor d’água e calor transportados via rio atmosférico da região Amazônica, favorecendo o desenvolvimento de <strong>tempestades</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/massa-de-ar-quente-traz-calor-de-quase-40-c-e-umidade-critica-veja-1783605613398.png" data-image="ss7u1851kjxf" alt="A previsão do ECMWF indica tempestades avançando domingo (12) sobre o Centro-Oeste e Sudeste." title="A previsão do ECMWF indica tempestades avançando domingo (12) sobre o Centro-Oeste e Sudeste."><figcaption>A previsão do ECMWF indica tempestades avançando domingo (12) sobre o Centro-Oeste e Sudeste. </figcaption></figure><p>Ao longo do <strong>fim de semana</strong>, a<strong> frente fria</strong> associada ao ciclone extratropical vai avançar em direção ao <strong>Centro-Oeste e Sudeste</strong>, trazendo <strong>tempestades</strong> <strong>intensas</strong> e <strong>chuvas fortes</strong>, o que deve aliviar as condições de temperaturas elevadas e baixa umidade.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/massa-de-ar-quente-traz-calor-de-quase-40-c-e-umidade-critica-veja-onde.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Novas descobertas fósseis aproximam os neandertais dos humanos modernos]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/novas-descobertas-fosseis-aproximam-os-neandertais-dos-humanos-modernos.html</link><pubDate>Thu, 09 Jul 2026 12:12:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Cientistas que estudam fósseis excepcionalmente raros de bebês neandertais descobriram provas surpreendentes que desafiam suposições há muito estabelecidas sobre os nossos antepassados, levantando novas e intrigantes questões sobre o que realmente os distinguia.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/new-fossil-evidence-brings-neanderthals-closer-to-modern-humans-1783444355580.jpg" data-image="gwesixx2hayw" alt="Neanderthal" title="Neanderthal"><figcaption>Imagem gerada de um neandertal. Crédito: Pixabay.</figcaption></figure><p>Um novo estudo levantou a questão de saber se os neandertais são realmente tão diferentes de nós, os humanos modernos. A investigação analisou restos mortais raros de bebês neandertais da caverna de Sesselfelsgrotte, na Baixa Baviera, onde os cientistas descobriram que<strong> os neandertais e os humanos modernos eram mais semelhantes no que diz respeito ao desenvolvimento na primeira infância </strong>do que se supunha anteriormente.</p><p>O estudo foi realizado no âmbito do <strong>projeto SHARP</strong>, financiado pela National Geographic Society e liderado por Alvise Barbieri no Centro Interdisciplinar de Arqueologia e Evolução do Comportamento Humano (ICArEHB) da Universidade do Algarve.</p><h2>Quão diferentes somos?</h2><p>O físico dos neandertais adultos é muito diferente do dos humanos modernos, mas também partilham algumas semelhanças. "Os nossos resultados indicam que <strong>ambas as formas humanas passaram por processos de crescimento surpreendentemente semelhantes</strong>, pelo menos durante as fases finais da gravidez", explicou o Prof. Dr. Thorsten Uthmeier, catedrático de Arqueologia Pré-histórica na FAU.</p><div class="texto-destacado">Estas novas descobertas trazem novos pontos de vista para o debate em curso: <strong>"As análises genéticas demonstraram que os neandertais e os humanos modernos estavam intimamente relacionados</strong>. No entanto, existe um debate intenso sobre se esta relação genética é suficiente para que os neandertais sejam considerados uma subespécie da espécie a que pertencemos, o Homo sapiens."</div><p>A equipa internacional utilizou microtomografia computadorizada de alta resolução (micro-CT) para estudar <strong>os fósseis de três jovens neandertais que viveram há aproximadamente 75.000 a 50.000 anos</strong>. Os fósseis incluíam fragmentos ósseos de um feto neandertal e dentes de leite de duas crianças. As análises do feto, que faleceu perto do momento do nascimento, mostram que o desenvolvimento do esqueleto fetal é semelhante aos padrões que observamos nos humanos atuais.</p><h2>Semelhanças descobertas durante as fases iniciais do desenvolvimento</h2><p>As análises por micro-TC revelaram que os ossos do feto apresentam <strong>características típicas de um crescimento rápido no terceiro trimestre da gravidez</strong>. Em termos gerais, isto demonstra que os neandertais tinham um desenvolvimento pré-natal notavelmente semelhante ao dos humanos modernos.</p><p>Os pesquisadores descobriram que <strong>alguns ossos apresentavam um crescimento ligeiramente mais avançado do que os dos humanos modernos</strong>. No entanto, estas diferenças não alteram a conclusão deste estudo: parece não haver diferenças fundamentais nos programas biológicos dos neandertais e do Homo sapiens nas fases mais precoces do seu desenvolvimento.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="770199" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/neandertais-podem-ter-removido-caries-com-ferramentas-de-pedra-ha-59-mil-anos.html" title="Neandertais podem ter removido cáries com ferramentas de pedra há 59 mil anos ">Neandertais podem ter removido cáries com ferramentas de pedra há 59 mil anos </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/neandertais-podem-ter-removido-caries-com-ferramentas-de-pedra-ha-59-mil-anos.html" title="Neandertais podem ter removido cáries com ferramentas de pedra há 59 mil anos "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/neandertais-podem-ter-removido-caries-com-ferramentas-de-pedra-ha-59-mil-anos-1779463109351_320.jpg" alt="Neandertais podem ter removido cáries com ferramentas de pedra há 59 mil anos "></a></article></aside><p>Os investigadores também conseguiram obter informações valiosas sobre a vida dos jovens neandertais através da análise dos dois dentes de leite. Descobriram distúrbios de mineralização que indicam<strong> problemas fisiológicos antes e pouco depois do nascimento</strong>. Estas alterações podem estar relacionadas com uma carência de vitamina D ou de cálcio, mas a equipa não conseguiu determinar a causa exata.</p><p>Se esta interpretação for confirmada, as descobertas na gruta de Sesselfelsgrotte poderão constituir <strong>a prova mais antiga conhecida </strong>de tais distúrbios de desenvolvimento precoce nos neandertais.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Miszkiewicz%2C%20J.J.%2C%20Godinho%2C%20R.M.%2C%20Sohler-Snoddy%2C%20A.M.%2C%20Pasda%2C%20K.%2C%20Florent%2C%20D.%2C%20Mahoney%2C%20P.%2C%20Rathgeber%2C%20T.%2C%20Posth%2C%20C.%2C%20Thorsten%2C%20U.%20and%20Barbieri%2C%20A." data-year="2026" data-title="Early%20development%20of%20Neanderthals%20revealed%20through%20virtual%20microanatomy." data-url="https%3A%2F%2Froyalsocietypublishing.org%2Frsos%2Farticle%2F13%2F6%2F260485%2F482134%2FEarly-development-of-Neanderthals-revealed-through%3F__cf_chl_f_tk%3D1hpLcvTqbFv7rR993b6wLT9CYl_nBAmwkDW05Lc5LDQ-1783444059-1.0.1.1-hzjQm.SLFgf9.5sxgDe228ZHXj2XE8YhCZNJy5hQIQQ">Miszkiewicz, J.J., Godinho, R.M., Sohler-Snoddy, A.M., Pasda, K., Florent, D., Mahoney, P., Rathgeber, T., Posth, C., Thorsten, U. and Barbieri, A.. (2026). <a href="https://royalsocietypublishing.org/rsos/article/13/6/260485/482134/Early-development-of-Neanderthals-revealed-through?__cf_chl_f_tk=1hpLcvTqbFv7rR993b6wLT9CYl_nBAmwkDW05Lc5LDQ-1783444059-1.0.1.1-hzjQm.SLFgf9.5sxgDe228ZHXj2XE8YhCZNJy5hQIQQ" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Early development of Neanderthals revealed through virtual microanatomy.</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/novas-descobertas-fosseis-aproximam-os-neandertais-dos-humanos-modernos.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Tecnologia da Amazônia: tucumã se transforma em bioplástico sustentável para a construção civil]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/tecnologia-da-amazonia-tucuma-se-transforma-em-bioplastico-sustentavel-para-a-construcao-civil.html</link><pubDate>Thu, 09 Jul 2026 10:07:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Tecnologia desenvolvida na Amazônia transforma resíduos de tucumã, açaí e cupuaçu em bioplástico de alta resistência, com aplicações na construção civil e potencial para reduzir emissões de carbono.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/tecnologia-da-amazonia-tucuma-se-transforma-em-bioplastico-sustentavel-para-a-construcao-civil-1783523273616.jpg" data-image="3ohmpsf0q3zf" alt="Caroço de fruta amazônica vira matéria-prima sustentável pra produção civil. Crédito: Divulgação IPAM" title="Caroço de fruta amazônica vira matéria-prima sustentável pra produção civil. Crédito: Divulgação IPAM"><figcaption>Caroço de fruta amazônica vira matéria-prima sustentável pra produção civil. Crédito: Divulgação IPAM</figcaption></figure><p>O descarte de <strong>caroços de frutas amazônicas</strong>, como tucumã, açaí e cupuaçu, ganhou um novo destino por meio de uma inovação que une bioeconomia e tecnologia. Um bioplástico desenvolvido a partir da combinação de resina plástica com resíduos agroindustriais foi transformado em um material de alta resistência e durabilidade, capaz de substituir parcialmente polímeros sintéticos em aplicações industriais e <strong>reduzir em até 40% a pegada de carbono dos produtos.</strong></p><p>A solução foi desenvolvida pela startup Fipo Biopellet com apoio do Programa Prioritário de Bioeconomia (PPBio), iniciativa financiada por recursos da Lei de Informática. O<strong> novo material, chamado de biopellet</strong>, amplia o aproveitamento de resíduos gerados pela cadeia produtiva amazônica e demonstra o potencial da floresta como fonte de matérias-primas para produtos de maior valor agregado.</p><p>Uma das primeiras aplicações comerciais do bioplástico está na fabricação de espaçadores plásticos para a <strong>construção civil, conhecidos como "cadeirinhas".</strong> As peças são utilizadas para manter o posicionamento correto das armaduras em estruturas de concreto, garantindo a espessura adequada da camada de proteção e evitando deslocamentos durante a concretagem.</p><h2>Da ideia ao desenvolvimento tecnológico</h2><p>A iniciativa surgiu a partir da observação do <strong>grande volume de caroços de tucumã </strong>descartados diariamente pelo setor de alimentação. Ao perceber que aquele resíduo possuía potencial para ser reaproveitado, o sócio da Fipo Biopellet, Antonio Kieling, iniciou estudos para desenvolver um novo material que transformasse um passivo ambiental em oportunidade econômica.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tecnologia-da-amazonia-tucuma-se-transforma-em-bioplastico-sustentavel-para-a-construcao-civil-1783523414599.jpg" data-image="90w9fd7y6tqd" alt="Biopellet de alta resistência e durabilidade foi produzido a partir da combinação de resíduos agroindustriais amazônicos ... - Veja mais em https://portalamazonia.com/amazonas/caroco-tucuma-bioplastico/" title="Biopellet de alta resistência e durabilidade foi produzido a partir da combinação de resíduos agroindustriais amazônicos ... - Veja mais em https://portalamazonia.com/amazonas/caroco-tucuma-bioplastico/"><figcaption>Biopellet de alta resistência e durabilidade foi produzido a partir da combinação de resíduos agroindustriais amazônicos. Crédito: Divulgação IPAM</figcaption></figure><p>Depois de uma série de pesquisas, a empresa chegou a um<strong> biocomposto produzido a partir da combinação de resíduos de tucumã, açaí e cupuaçu</strong> com resina plástica. O resultado foi um material com propriedades mecânicas compatíveis com diferentes aplicações industriais, mantendo resistência e durabilidade sem abrir mão da sustentabilidade.</p><p>Para transformar a ideia em uma solução pronta para o mercado, o apoio do PPBio foi decisivo. Segundo Genilson, integrante da equipe da empresa, os recursos destinados ao projeto permitiram financiar pesquisas, testes, prototipagem e o aperfeiçoamento da tecnologia, etapas fundamentais para validar o desempenho do material em escala industrial.</p><h2>Novos mercados para a bioeconomia amazônica</h2><p>Além das aplicações na construção civil, o investimento também possibilitou<strong> o desenvolvimento das primeiras biopeças destinadas à indústria de duas rodas.</strong> Entre os resultados alcançados está a fabricação de um pedal para bicicletas produzido com o biocomposto desenvolvido pela startup, demonstrando a versatilidade da tecnologia.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="727710" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/planta-chave-do-sertao-licuri-ganha-destaque-na-bioeconomia-nordestina-entenda.html" title="Planta-chave do sertão: licuri ganha destaque na bioeconomia nordestina; entenda">Planta-chave do sertão: licuri ganha destaque na bioeconomia nordestina; entenda</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/planta-chave-do-sertao-licuri-ganha-destaque-na-bioeconomia-nordestina-entenda.html" title="Planta-chave do sertão: licuri ganha destaque na bioeconomia nordestina; entenda"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/planta-chave-do-sertao-licuri-ganha-destaque-na-bioeconomia-nordestina-entenda-1756924268313_320.jpg" alt="Planta-chave do sertão: licuri ganha destaque na bioeconomia nordestina; entenda"></a></article></aside><p>O suporte oferecido pelo programa também contribuiu para comprovar a viabilidade técnica e comercial da inovação, aproximando o produto do mercado. A iniciativa reforça o <strong>papel da bioeconomia amazônica na geração de renda</strong>, no aproveitamento de resíduos agroindustriais e na criação de alternativas mais sustentáveis para diferentes cadeias produtivas.</p><p>Os próximos passos da Fipo Biopellet incluem a ampliação do portfólio de produtos. A empresa já produz copos sustentáveis personalizados para eventos utilizando resíduos amazônicos e trabalha no desenvolvimento de filamentos para impressão 3D, um segmento em expansão que poderá ampliar ainda mais o <strong>uso de matérias-primas renováveis e consolidar novas oportunidades para a indústria baseada na floresta.</strong></p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Portal%20Amaz%C3%B4nia" data-year="2026" data-title="Caro%C3%A7o%20de%20tucum%C3%A3%20se%20transforma%20em%20biopl%C3%A1stico%20sustent%C3%A1vel%20para%20a%20constru%C3%A7%C3%A3o%20civil" data-url="https%3A%2F%2Fportalamazonia.com%2Famazonas%2Fcaroco-tucuma-bioplastico%2F">Portal Amazônia. (2026). <a href="https://portalamazonia.com/amazonas/caroco-tucuma-bioplastico/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Caroço de tucumã se transforma em bioplástico sustentável para a construção civil</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/tecnologia-da-amazonia-tucuma-se-transforma-em-bioplastico-sustentavel-para-a-construcao-civil.html</guid><dc:creator><![CDATA[João Cunha]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Garrafas plásticas recicladas que não são reutilizadas: um verdadeiro problema ambiental]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/garrafas-plasticas-recicladas-que-nao-sao-reutilizadas-um-verdadeiro-problema-ambiental.html</link><pubDate>Thu, 09 Jul 2026 08:16:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Garrafas plásticas que são recicladas em vez de reutilizadas. Isso representa um problema real para grupos de defesa do meio ambiente, para os quais esse projeto governamental apenas reforça o uso de plástico.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/bouteilles-plastique-recyclees-environnement-planete-1782975808698.jpg" data-image="k0geutpm1i5p" alt="Garrafas plásticas" title="Garrafas plásticas"><figcaption>Garrafas plásticas: um verdadeiro problema ambiental.</figcaption></figure><p><strong>Revolta ambiental</strong>. ONGs (Organizações Não Governamentais) e algumas autoridades locais eleitas estão se posicionando contra uma<strong> proposta do governo francês</strong>.</p><p>O plano prevê a<strong> reciclagem de garrafas plásticas coletadas, em vez de sua reutilização</strong>. O presidente Emmanuel Macron retomou o projeto no final de maio deste ano, apesar de grupos ambientalistas já terem feito um alerta sobre o assunto lá em 2023.</p><h2>Mas então, por que essa distinção é tão importante?</h2><p><strong>A ideia do governo é reciclar garrafas plásticas em vez de reutilizá-las</strong>. Axèle Gibert, coordenadora de prevenção de resíduos da <em>France Nature Environnement</em> (FNE), explica a questão: "Não se trata de um sistema de depósito para reutilização... mas de um sistema que permitirá aos fabricantes recuperar essas garrafas para <strong>produzir ainda mais plástico</strong>"<em>.</em></p><h3>O problema: as garrafas não são lavadas para reutilização posterior</h3><p>Elas serão recicladas. Além disso, muitos críticos do projeto, incluindo funcionários eleitos, querem usar um termo diferente de “depósito”. Segundo eles,<strong> as garrafas não são “retornáveis”</strong>. Eles até falam sobre '<em>greenwashing'</em>. Nicolas Garnier, membro da associação Amorce, só vê lucro para os fabricantes. “Esta ampla medida de 'greenwashing' não tem outro objetivo senão vender mais garrafas de plástico descartáveis”.</p><p>Para o presidente da Câmara de Bures-sur-Yvette (Essonne), “teremos agora que tomar medidas que façam o Estado compreender que não deixaremos que este absurdo nos detenha”. Do lado do governo, Mathieu Lefèvre, Ministro Delegado responsável pela Transição Ecológica, explica que “a taxa de coleta e reciclagem de garrafas e outras embalagens de plástico foi de apenas 58,4% em 2024, contra uma meta de 90%”.<em></em></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/bouteilles-plastique-recyclees-environnement-planete-1782975865454.jpg" data-image="6ch08vcc4gfq"><figcaption>O uso de plástico continua destruindo o nosso planeta.</figcaption></figure><p>Se essa meta não for atingida, "a implementação de um sistema de depósito para reciclagem se tornará obrigatória em 1º de janeiro de 2029". Segundo Nicolas Garnier, o projeto "custaria aos consumidores entre 1 bilhão e 3 bilhões de euros". Há, portanto, <strong>um verdadeiro impasse entre o governo e os críticos do projeto</strong>. Alguns prefeitos de várias partes da França, apoiados por sindicatos do setor de gestão de resíduos, estão prontos para adotar medidas drásticas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771056" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/algas-podem-ajudar-a-remover-microplasticos-da-agua-potavel-dizem-cientistas.html" title="Algas podem ajudar a remover microplásticos da água potável, dizem cientistas">Algas podem ajudar a remover microplásticos da água potável, dizem cientistas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/algas-podem-ajudar-a-remover-microplasticos-da-agua-potavel-dizem-cientistas.html" title="Algas podem ajudar a remover microplásticos da água potável, dizem cientistas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/algae-could-help-remove-microplastics-from-drinking-water-scientists-say-1779459603645_320.png" alt="Algas podem ajudar a remover microplásticos da água potável, dizem cientistas"></a></article></aside><p>Mais especificamente, eles ameaçaram "suspender o pagamento da TGAP" — sigla para a taxa geral sobre atividades poluentes. Essa ameaça poderá se concretizar caso o governo não mude de rumo e insista em manter sua posição. Falando em nome dos <strong>opositores </strong>do sistema, o deputado Philippe Vigier lamentou o que descreveu não mais como uma consulta, mas como uma "imposição" por parte do Estado.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/bouteilles-plastique-recyclees-environnement-planete-1782975896253.jpg" data-image="n26ua2mh22tj"><figcaption>Empresas industriais estão na mira de grupos ambientalistas.</figcaption></figure><p><strong>Por enquanto, as discussões parecem estar paralisadas</strong>.</p><p>As relações estão tensas, e as associações lamentam o fato de o governo permitir que a indústria continue utilizando plástico — repetidamente — em vez de combater essa prática e tentar minimizar o seu uso.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="20%20Minutes%20avec%20AFP" data-year="2026" data-title="Tax%C3%A9%20de%20%C2%AB%20greenwashing%20%C2%BB%2C%20le%20projet%20du%20gouvernement%20de%20consigne%20pour%20les%20bouteilles%20plastiques%20contest%C3%A9" data-url="https%3A%2F%2Fwww.20minutes.fr%2Fpolitique%2F4232007-20260630-consigne-bouteilles-plastique-taxe-greenwashing-absurdite-projet-gouvernement-conteste">20 Minutes avec AFP. (2026). <a href="https://www.20minutes.fr/politique/4232007-20260630-consigne-bouteilles-plastique-taxe-greenwashing-absurdite-projet-gouvernement-conteste" target="_blank">Taxé de « greenwashing », le projet du gouvernement de consigne pour les bouteilles plastiques contesté</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/garrafas-plasticas-recicladas-que-nao-sao-reutilizadas-um-verdadeiro-problema-ambiental.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Tesouros escondidos: 7 parques nacionais no Brasil que ainda são pouco conhecidos]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/tesouros-escondidos-7-parques-nacionais-no-brasil-que-ainda-sao-pouco-conhecidos.html</link><pubDate>Wed, 08 Jul 2026 23:03:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>O Brasil é rico em belezas naturais, e muitas delas pouco conhecidas, como é o caso destes 7 incríveis parques nacionais. Esses locais ainda escapam das grandes multidões e guardam muitos atrativos. Descubra aqui quais são.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/tesouros-escondidos-7-parques-nacionais-no-brasil-que-ainda-sao-pouco-conhecidos-1783532514663.jpg" data-image="l0quycjuaa5g"><figcaption>Parque Nacional Grande Sertão Veredas, na divisa entre os estados de Minas Gerais e Bahia. Crédito: Luciano Lima/TG.</figcaption></figure><p>O <strong>Brasil possui vários parques nacionais que unem preservação ambiental, turismo ecológico e pesquisa</strong>, como por exemplo os famosos Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro, e o Parque Nacional do Iguaçu no Paraná, que destacam-se tanto pela popularidade turística quanto pela relevância ecológica. </p><p>Mas <strong>existem também aqueles parques que são pouco conhecidos da maioria da população</strong>, seja por não ter acesso fácil ou por qualquer outro motivo, mas que também oferecem belas paisagens naturais. Descubra abaixo 7 deles.</p><h2>7 parques nacionais no Brasil para conhecer já!</h2><p>Conheça alguns dos parques nacionais que concentram as paisagens mais bem preservadas do país e cumprem um papel essencial na proteção de biomas, espécies e patrimônios naturais de grande valor ambiental. </p><h3>Parque Nacional das Montanhas do Tumucumaque </h3><p>Este parque fica localizado no extremo norte do Brasil, <strong>majoritariamente no Amapá, mas com porções no Pará</strong>.</p><p>É o maior parque nacional do país e <strong>a maior área de conservação em floresta tropical do planeta</strong>, abrangendo quase<strong> 4 milhões de hectares</strong>. O acesso principal a este parque parte de Macapá em direção à Serra do Navio. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tesouros-escondidos-7-parques-nacionais-no-brasil-que-ainda-sao-pouco-conhecidos-1783532998416.jpg" data-image="efpceurfwb5p"><figcaption>Cascatas no Parque Nacional das Montanhas do Tumucumaque. Crédito: Leonardo Milano/Flickr.</figcaption></figure><p>É uma<strong> região praticamente isolada e intocada, com estrutura rústica</strong>. O <strong>turismo é restrito e monitorado</strong>.</p><p>É <strong>preciso contratar guias especializados</strong>, já que é necessária uma autorização para ingressar na unidade e fazer um trajeto de barco para acessar as áreas interessantes.</p><h3>Parque Nacional da Amazônia</h3><p>É <strong>um dos parques nacionais mais antigos da Amazônia</strong> brasileira, criado em <strong>1974 </strong>para conservar a biodiversidade e promover pesquisas, educação ambiental e ecoturismo.</p><div class="texto-destacado">Faz parte dos municípios de Itaituba e Aveiro (ambos no Pará), com uma pequena porção em Maués (Amazonas). </div><p>Com <strong>trilhas</strong>, <strong>mirante </strong>e uma <strong>praia de água doce</strong>, o seu principal acesso é pela cidade de Itaituba, no Pará, que pode ser feito por via aérea, rodoviária ou fluvial. Os visitantes devem levar alimentação, água potável, repelente e protetor solar, pois não há estrutura.</p><h3>Parque Nacional Serra do Teixeira</h3><p>Parque localizado na <strong>Paraíba</strong>, sendo o primeiro parque nacional do estado, criado somente em 2023. Protege cerca de<strong> 61 mil hectares de áreas preservadas da Caatinga</strong>. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tesouros-escondidos-7-parques-nacionais-no-brasil-que-ainda-sao-pouco-conhecidos-1783533207248.jpg" data-image="kkqvo0t1blfb"><figcaption>Pico do Jabre (em Maturéia), o pico de maior altitude da Paraíba, com mais de mil metros de altitude, dentro do Parque Nacional Serra do Teixeira. Crédito: Mano de Carvalho.</figcaption></figure><p>Um dos destaques do local é o <strong>Pico do Jabre, ponto mais alto do estado</strong> (cerca de<strong> 1.197 metros de altitude</strong>) que, em dias limpos, permite uma visibilidade enorme, sendo possível enxergar até os estados vizinhos Rio Grande do Norte e Pernambuco. Para chegar até o pico, você vai percorrer trilhas com mirantes.</p><h3>Monumento Natural do Rio São Francisco</h3><p>O Monumento Natural do Rio São Francisco é uma<strong> unidade de conservação</strong> federal criada em 2009 para preservar um dos trechos mais impressionantes do <strong>Rio São Francisco: os cânions esculpidos</strong> entre os estados de <strong>Alagoas, Bahia e Sergipe</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tesouros-escondidos-7-parques-nacionais-no-brasil-que-ainda-sao-pouco-conhecidos-1783533356596.jpg" data-image="mlqo7a2n8736"><figcaption>Mirante no belíssimo Monumento Natural do Rio São Francisco. Crédito: Eulalia Giles/Wikimedia Commons.</figcaption></figure><p>Com cerca de <strong>26,7 mil hectares</strong>, ele protege paisagens de rara beleza, formações rochosas e importantes ecossistemas da <strong>Caatinga</strong>. A principal porta de entrada é a cidade de Piranhas, no Alagoas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="774455" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/bufalos-impulsionam-turismo-sustentavel-e-ajudam-a-preservar-paisagens-unicas-da-ilha-de-marajo.html" title="Búfalos impulsionam turismo sustentável e ajudam a preservar paisagens únicas da Ilha de Marajó">Búfalos impulsionam turismo sustentável e ajudam a preservar paisagens únicas da Ilha de Marajó</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/bufalos-impulsionam-turismo-sustentavel-e-ajudam-a-preservar-paisagens-unicas-da-ilha-de-marajo.html" title="Búfalos impulsionam turismo sustentável e ajudam a preservar paisagens únicas da Ilha de Marajó"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/bufalos-impulsionam-turismo-sustentavel-e-ajudam-a-preservar-paisagens-unicas-da-ilha-de-marajo-1781736483204_320.jpg" alt="Búfalos impulsionam turismo sustentável e ajudam a preservar paisagens únicas da Ilha de Marajó"></a></article></aside><p>Os atrativos de ecoturismo oferecidos são os <strong>passeios de catamarã pelos Cânions do Xingó</strong>, trilhas e mirantes com vistas panorâmicas dos cânions e banhos nas águas calmas e cristalinas do rio.</p><h3>Grande Sertão Veredas </h3><p>Parque nacional localizado na <strong>divisa entre os estados de Bahia e Minas Gerais</strong>, que preserva os ecossistemas típicos do <strong>bioma Cerrado, com extensas veredas, campos e chapadas</strong>.</p><div class="texto-destacado">Aliás, foram essas características do Cerrado que inspiraram a obra Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa.</div><p>A <strong>estrutura turística é simples</strong>, e o acesso costuma ocorrer pela região de Chapada Gaúcha (Minas Gerais). Entre os seus atrativos estão <strong>trilhas, mirantes, cachoeiras e o rio Carinhana.</strong></p><h3>Caparaó</h3><p>O Parque Nacional do Caparaó é um dos destinos de ecoturismo mais famosos do país. É uma área de proteção de cerca de <strong>31,8 mil hectares na divisa entre os estados de Minas Gerais e Espírito Santo</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tesouros-escondidos-7-parques-nacionais-no-brasil-que-ainda-sao-pouco-conhecidos-1783532162584.jpg" data-image="xk6om1wz8lhi"><figcaption>Pico da Bandeira, no Parque Nacional do Caparaó. Crédito: Blog Koa Viagens.</figcaption></figure><p>O parque abriga o <strong>Pico da Bandeira, o terceiro ponto mais alto do país</strong>, com <strong>2.891 metros de altitude</strong>. Além disso, tem <strong>cachoeiras </strong>com piscinas naturais, <strong>trilhas</strong> e <strong>mirantes</strong>. </p><p>As duas principais entradas do parque são por Alto Caparaó (MG) e Dores do Rio Preto (ES). A portaria mineira é a mais utilizada por quem deseja subir ao Pico da Bandeira. </p><h3>Restinga de Jurubatiba</h3><p>O Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba é o único parque nacional do Brasil criado exclusivamente para <strong>proteger ecossistemas de restinga</strong>. Se localiza no <strong>litoral norte do Rio de Janeiro</strong>, abrangendo os municípios de Macaé, Carapebus e Quissamã. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tesouros-escondidos-7-parques-nacionais-no-brasil-que-ainda-sao-pouco-conhecidos-1783531978555.jpg" data-image="qjn3lrq9y70f"><figcaption>O Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba tem a faixa de restinga mais bem preservada do Brasil. Crédito: Entre Parques BR.</figcaption></figure><p>É uma<strong> área de Mata Atlântica</strong> com cerca de<strong> 14,9 mil hectares</strong> de área protegida.</p><p>É um excelente destino para quem busca contato com a natureza e praias pouco movimentadas. São diversas<strong> praias e lagoas costeiras</strong>, e é permitido banho de mar em algumas áreas específicas.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Brum%2C%20M" data-year="2026" data-title="8%20parques%20nacionais%20ainda%20pouco%20conhecidos%20no%20Brasil" data-url="https%3A%2F%2Fviagemeturismo.abril.com.br%2Fbrasil%2F8-parques-nacionais-ainda-pouco-conhecidos-no-brasil%2F">Brum, M. (2026). <a href="https://viagemeturismo.abril.com.br/brasil/8-parques-nacionais-ainda-pouco-conhecidos-no-brasil/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">8 parques nacionais ainda pouco conhecidos no Brasil</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/tesouros-escondidos-7-parques-nacionais-no-brasil-que-ainda-sao-pouco-conhecidos.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Existe um planeta que sobreviveu à morte de sua estrela, e agora sabemos como ele conseguiu isso]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/existe-um-planeta-que-sobreviveu-a-morte-de-sua-estrela-e-agora-sabemos-como-ele-conseguiu-isso.html</link><pubDate>Wed, 08 Jul 2026 21:06:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>La planète géante WD 1856 b, qui a survécu à la mort de son étoile, livre de précieux indices sur les atmosphères planétaires, la migration orbitale et le futur lointain du Système solaire ainsi que de ses planètes externes.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/existe-un-planeta-que-sobrevivio-a-la-muerte-de-su-estrella-y-ahora-sabemos-como-lo-logro-1783268255182.png" data-image="x08qeajtgpeg"><figcaption>Ilustração artística do exoplaneta WD 1856 b e de sua estrela ao fundo. Crédito: NASA.</figcaption></figure><p>Em <strong>2020</strong>, astrônomos descobriram um <strong>planeta </strong>do tamanho de Júpiter orbitando uma <strong>anã branca</strong> — um remanescente estelar semelhante ao que o Sol se tornará daqui a alguns bilhões de anos. No entanto, o <strong>WD 1856 b</strong> conta uma história um tanto diferente da nossa.</p><p>O<strong> caso é incomum</strong> porque, ao redor da anã branca (WD 1856+534), localizada a apenas 80 anos-luz da Terra, <strong>o planeta é maior do que a própria estrela</strong>, proporcionando uma visão rara: um mundo massivo cruzando o disco de uma estrela com tamanho aproximado ao da Terra.</p><p>Graças a observações do <strong>Telescópio Espacial James Webb</strong>, os cientistas conseguiram <strong>examinar o sistema com precisão sem precedentes</strong>. Durante o trânsito — quando o planeta passa diante da estrela sob a nossa perspectiva —, os pesquisadores mediram sinais relacionados à sua massa, temperatura e composição atmosférica.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Ryan MacDonald, autor principal do estudo, afirmou que isso oferece um vislumbre do destino de planetas gigantes — não se tratando apenas de um exoplaneta peculiar, mas de uma pista sobre sistemas semelhantes ao nosso após a morte de suas estrelas hospedeiras.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>O <strong>planeta completa uma órbita ao redor de sua estrela a cada 34 horas</strong>, a uma distância inferior a 3 milhões de quilômetros da estrela — menos de 20 vezes a distância de Mercúrio em relação ao Sol. O aspecto notável é que, se ele estivesse lá durante a fase de gigante vermelha da estrela, provavelmente teria evaporado.</p><h2>Webb entra em cena</h2><p>O artigo científico descreve uma<strong> observação realizada com o espectrógrafo NIRSpec PRISM do Webb</strong>, capaz de decompor a luz infravermelha em diferentes comprimentos de onda. Utilizando esse instrumento, a equipe analisou um espectro na faixa de 0,5 a 5,0 micrômetros durante o breve trânsito do planeta diante da estrela.</p><p>As observações indicam que <strong>a atmosfera apresenta sinais de hidrocarbonetos</strong>, sendo o metano o principal candidato,<strong> juntamente com aerossóis</strong> que atuam como partículas em suspensão. Também foi detectada a emissão térmica do lado noturno do planeta, um sinal fundamental para estimar seu calor interno.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/existe-un-planeta-que-sobrevivio-a-la-muerte-de-su-estrella-y-ahora-sabemos-como-lo-logro-1783269906808.jpeg" data-image="mzdyujxhn69t"><figcaption>O Webb possui várias câmeras e instrumentos para estudar exoplanetas, entre outros alvos. Crédito: NASA.</figcaption></figure><p>Os modelos situam a<strong> massa do planeta entre quatro e onze vezes a de Júpiter</strong> e sua<strong> temperatura efetiva próxima de 400 Kelvin</strong>, superando em muito a temperatura de equilíbrio esperada — de cerca de 160 Kelvin — caso ele recebesse energia apenas da atual anã branca.</p><p>Essa diferença aponta para uma história orbital complexa, e a explicação mais aceita é que <strong>o planeta não se formou em sua órbita atual</strong>. Em vez disso, ele <strong>migrou em direção à anã branca muito mais tarde</strong>, aquecendo-se devido a interações gravitacionais e forças de maré à medida que se aproximava da estrela.</p><h3>Revelações atmosféricas</h3><p>As observações não esclarecem todos os detalhes, mas ajudam a elucidar o cenário ao confirmar que WD 1856 b não é apenas uma sombra cruzando uma estrela morta. <strong>O planeta preserva uma atmosfera detectável, uma temperatura inesperada e uma memória térmica de sua migração orbital</strong>.</p><p>O estudo reconstitui a provável cronologia do evento de reaquecimento, situando-o <strong>entre 3,0 e 5,5 bilhões de anos após a estrela ter se tornado uma anã branca</strong>. Esse intervalo de tempo favorece um cenário de migração tardia e descarta a hipótese de que o planeta tenha sobrevivido diretamente no interior da estrela em expansão durante a fase de gigante vermelha.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/existe-un-planeta-que-sobrevivio-a-la-muerte-de-su-estrella-y-ahora-sabemos-como-lo-logro-1783269869174.jpeg" data-image="953743dpnizk"><figcaption>Espectro de luz da estrela WD 1856; as quedas no brilho indicam a presença de um planeta. Crédito: NASA.</figcaption></figure><p>Para a astronomia de exoplanetas, o resultado abre um caminho promissor, pois <strong>as anãs brancas são pequenas e um planeta gigante pode bloquear uma fração significativa de sua luz</strong>, facilitando as medições atmosféricas em comparação com estrelas maiores.</p><p>A equipe já observou quatro trânsitos adicionais, e essas <strong>medições </strong>podem refinar nossa compreensão da presença de metano, aerossóis e outras moléculas ainda incertas, além de testar modelos de nuvens, temperatura e circulação atmosférica profunda.</p><h3>Crônica de um destino anunciado</h3><p>Essa descoberta nos lembra que<strong> a morte de uma estrela nem sempre marca o fim de seus planetas</strong>. Alguns mundos podem escapar da fase mais destrutiva, alterar suas órbitas e manter uma atmosfera por bilhões de anos depois disso.</p><p>Ela também serve como um alerta sobre o nosso próprio Sistema Solar. Quando o Sol se tornar uma gigante vermelha, os mundos internos enfrentarão um destino crítico, enquanto Júpiter, Saturno e os demais planetas externos poderão seguir trajetórias que permanecem incertas, mas que talvez já estejamos começando a compreender.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="774584" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/telescopio-james-webb-captura-exoplaneta-que-esta-evaporando-sob-o-calor-de-seu-proprio-sol.html" title="Telescópio James Webb captura exoplaneta que está evaporando sob o calor de seu próprio sol">Telescópio James Webb captura exoplaneta que está evaporando sob o calor de seu próprio sol</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/telescopio-james-webb-captura-exoplaneta-que-esta-evaporando-sob-o-calor-de-seu-proprio-sol.html" title="Telescópio James Webb captura exoplaneta que está evaporando sob o calor de seu próprio sol"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-telescopio-james-webb-capta-un-exoplaneta-que-se-esta-evaporando-bajo-el-calor-de-su-propio-sol-1781789120425_320.jpg" alt="Telescópio James Webb captura exoplaneta que está evaporando sob o calor de seu próprio sol"></a></article></aside><p>Embora não tenhamos observado diretamente o futuro do Sol, observamos um sistema que nos permite explorar essa questão com dados reais. A combinação de trânsitos, espectroscopia no infravermelho e modelos térmicos faz do <strong>WD 1856 b uma referência para o estudo de planetas ao redor de estrelas mortas</strong>.</p><p>Não há dúvida de que, com esses telescópios de nova geração, deixamos de olhar apenas para as nossas origens e começamos a vislumbrar futuros possíveis. E, embora ainda não tenhamos todas as respostas, agora sabemos que <strong>há sempre outra história planetária à espera de ser decifrada</strong>...</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/existe-um-planeta-que-sobreviveu-a-morte-de-sua-estrela-e-agora-sabemos-como-ele-conseguiu-isso.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Calor, temporal e frio: frente fria traz virada radical nos 4 estados do Sudeste; confira]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/calor-temporal-e-frio-frente-fria-traz-virada-radical-nos-4-estados-do-sudeste.html</link><pubDate>Wed, 08 Jul 2026 19:44:53 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma nova frente fria vai mudar o tempo no Sudeste do Brasil a partir do fim de semana, provocando chuva forte, tempestades e queda nas temperaturas. Mas antes da sua chegada, o calor vai aumentar na região.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-temporal-e-frio-frente-fria-traz-virada-radical-nos-4-estados-do-sudeste-1783518875442.jpg" data-image="ewpaua8bsucf"><figcaption>Nova frente fria volta a deixar o tempo instável no Sudeste do Brasil a partir deste fim de semana.</figcaption></figure><p>Ao longo desta sexta-feira (10) teremos a atuação de uma área de baixa pressão no interior do continente sul-americano e o <strong>processo de formação de uma nova frente fria </strong>no Sul do Brasil.</p><p>O sistema frontal vai avançar para a<strong> Região Sudeste</strong> do país a partir do fim de semana, provocando uma forte mudança no tempo. Estão previstas <strong>chuvas pontualmente intensas</strong>,<strong> tempestades </strong>e<strong> rajadas de vento</strong> entre o domingo (12) e o início da próxima semana.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p>E <strong>atenção</strong>, pois não se descartam<strong> </strong>riscos de ocorrências associadas aos temporais, como <strong>destelhamentos</strong>, <strong>danos na rede elétrica</strong>, <strong>alagamentos </strong>e <strong>queda de galhos/árvores</strong>. </p><p>A<strong> frente fria ainda traz uma condição pré-frontal</strong> à região, <strong>aumentando o calor </strong>e com temperaturas passando dos <strong>30°C</strong> em várias localidades. Mas logo <strong>após a sua passagem, as temperaturas voltam a diminuir</strong> no leste da região e até teremos uma sensação de friozinho.</p><p>Acompanhe a seguir mais detalhes da previsão do tempo.</p><h2>Frente fria traz intensa mudança ao Sudeste na próxima semana</h2><p>A nova frente fria já vai começar a mudar o tempo na Região Sudeste a partir do domingo (12)<strong> </strong>e, pelo menos, até a madrugada de terça-feira (14), como mostra a tendência da previsão.</p><p>No <strong>domingo (12) </strong>de manhã chuviscos já podem ocorrer na faixa litorânea de <strong>São Paulo</strong>, mas é no período da <strong>tarde </strong>que as instabilidades ganham força e se espalham por todo o território paulista, quando são esperadas<strong> chuvas moderadas e tempestades</strong>.</p><p><strong>Pancadas pontualmente mais fortes</strong> podem ocorrer nas regiões de <strong>Campinas </strong>e <strong>Metropolitana</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777656" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/em-pleno-inverno-calor-anomalo-atinge-o-brasil-com-temperaturas-de-quase-40-c.html" title="Em pleno inverno, calor anômalo atinge o Brasil com temperaturas de quase 40°C">Em pleno inverno, calor anômalo atinge o Brasil com temperaturas de quase 40°C</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/em-pleno-inverno-calor-anomalo-atinge-o-brasil-com-temperaturas-de-quase-40-c.html" title="Em pleno inverno, calor anômalo atinge o Brasil com temperaturas de quase 40°C"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/em-pleno-inverno-calor-anomalo-atinge-o-brasil-com-temperaturas-de-quase-40-c-1783515723427_320.png" alt="Em pleno inverno, calor anômalo atinge o Brasil com temperaturas de quase 40°C"></a></article></aside><p>Também<strong> chove de forma moderada</strong> no extremo <strong>sul de Minas Gerais</strong>, em pontos do <strong>Triângulo Mineiro</strong> e no<strong> sul do Rio de Janeiro </strong>ao longo da tarde.</p><p>À <strong>noite</strong>, chuvas fracas e isoladas no Rio de Janeiro e <strong>pancadas de chuva com temporais isolados no leste de São Paulo</strong>, incluindo a Região Metropolitana e Campinas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-temporal-e-frio-frente-fria-traz-virada-radical-nos-4-estados-do-sudeste-1783520810604.png" data-image="zdvp6bookk1w"><figcaption>Previsão de precipitação (em mm) e nebulosidade (tons brancos/acinzentados) para domingo (12) ás 18h à esquerda e para segunda-feira (13) às 15h, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Na madrugada de<strong> segunda-feira (13)</strong> continua chovendo com pancadas fortes e tempestades isoladas no centro-leste de São Paulo. Ao longo da <strong>manhã</strong>,<strong> chuvas pontualmente intensas e tempestades</strong> se concentram na porção <strong>norte de São Paulo</strong> e em <strong>áreas de divisa de Minas Gerais com o Rio de Janeiro</strong>.</p><p>Ao longo da <strong>tarde e à noite</strong>, as <strong>chuvas </strong>se espalham por grande parte do Sudeste, ocorrendo de forma moderada a pontualmente intensa e com <strong>tempestades </strong>no <strong>norte e leste de São Paulo, no Rio de Janeiro, no Espírito Santo e em grande parte de Minas Gerais</strong> (exceção do norte).</p><div class="texto-destacado">Frente fria leva chuva moderada a forte, tempestades e rajadas de vento aos 4 estados do Sudeste entre o domingo (12) e a madrugada de terça-feira (14). Atenção para transtornos como alagamentos, destelhamentos e danos na rede elétrica.</div><p>Na madrugada de terça-feira (14) ainda pode chover no leste mineiro, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo, mas à medida que a manhã chega, as chuvas se dissipam.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-temporal-e-frio-frente-fria-traz-virada-radical-nos-4-estados-do-sudeste-1783521290488.png" data-image="l8uz5conk4qs"><figcaption>Previsão de densidade de raios para o domingo (12) às 15h à esquerda e para segunda-feira (13) às 15h à direita, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p><strong>Antes da chegada da frente fria</strong>, a condição que chamamos de pré-frontal vai <strong>aumentar o calor</strong> em boa parte do Sudeste, com temperaturas máximas em torno dos 30°C ou até passando disso em várias localidades.</p><p>No<strong> domingo (12) à tarde</strong>, como podemos observar no mapa abaixo, as temperaturas <strong>máximas </strong>ficam na casa dos 30°C em grande parte dos estados, com exceção do sul paulista, e chegam aos <strong>34°C/35°C no noroeste paulista, no norte e Triângulo Mineiros e no extremo sul fluminense</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-temporal-e-frio-frente-fria-traz-virada-radical-nos-4-estados-do-sudeste-1783522100158.jpg" data-image="w25x90h6ecck"><figcaption>Previsão da temperatura máxima do ar (em °C) para o domingo (12) às 14h, mostrando o aquecimento pré-frontal.</figcaption></figure><p><strong>Após a passagem da frente fria, as temperaturas voltam a diminuir </strong>e até teremos uma sensação de friozinho pela manhã, especialmente no leste da região.</p><p>Na <strong>tarde </strong>de <strong>segunda-feira (13)</strong> já começa a esfriar no leste de São Paulo, no sul de Minas Gerais e na Região Serrana do Rio, onde as temperaturas variam <strong>entre 13°C e 19°C</strong>, mas podendo ficar em torno dos <strong>11°C no Vale do Paraíba (SP) e na Serrana do Rio</strong>.</p><p>E à <strong>noite</strong> as temperaturas devem cair mais um pouco, chegando em torno dos <strong>8°C/9°C</strong> em áreas elevadas do <strong>sul paulista e mineiro </strong>e na <strong>Região Serrana do Rio</strong>. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/calor-temporal-e-frio-frente-fria-traz-virada-radical-nos-4-estados-do-sudeste.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria traz tempestades e chuvas atípicas de Sul a Norte em 12 estados]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-traz-tempestades-e-chuvas-atipicas-de-sul-a-norte-em-12-estados.html</link><pubDate>Wed, 08 Jul 2026 18:41:42 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma nova frente fria seguida por uma intensa massa de ar polar provocará uma nova mudança no tempo no Brasil a partir desta sexta-feira (10). O sistema traz chuva forte, temporais, queda acentuada das temperaturas e geadas para grande parte do Brasil.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xamysp2"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xamysp2.jpg" id="xamysp2"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Previsões meteorológicas indicam a <strong>chegada de uma nova frente fria ao Brasil</strong> a partir desta<strong> sexta-feira (10)</strong>. O sistema marcará uma nova virada no tempo e voltará a provocar chuva sobre grande parte do Brasil, encerrando o período de tempo firme e seco que predominou ao longo dos dias anteriores.</p><div class="texto-destacado">Os acumulados totais no Sul do país podem chegar a 100 mm de chuva entre SC e oeste do PR. Há possibilidade de cortes no fornecimento de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos, pequenos deslizamentos de terra e ocorrência de descargas elétricas (raios) entre a sexta-feira (10) e o sábado (11).</div><p>Ao longo da sexta-feira (10), a frente fria avança pelo Rio Grande do Sul e por Santa Catarina, favorecendo a formação de <strong>muita nebulosidade e pancadas de chuva.</strong> No sábado (11) e no Domingo (12), a queda da pressão atmosférica favorecerá a <strong>intensificação das tempestades</strong>, aumentando o potencial para chuva forte também no Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-tempestades-e-chuvas-atipicas-de-sul-a-norte-em-12-estados-1783527671614.jpg" data-image="1ybapeakgv6j" alt="Previsão de acumulados totais até o final da segunda-feira." title="Previsão de acumulados totais até o final da segunda-feira."><figcaption>Previsão de acumulados totais até o final da segunda-feira mostra abrangência da frente-fria, que causará pancadas de chuva no Sul, Sudeste, Centro-Oeste e até mesmo Norte do país.</figcaption></figure><p>Como é possível observar na imagem acima, até o final da segunda-feira (13) <strong>o sistema terá se deslocado mais a norte</strong>, causando chuvas também no Rio de Janeiro, Espírito Santo e boa parte de Minas Gerais, onde as pancadas de chuva podem trazer acumulados de até<strong> 50 mm totais.</strong></p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Além disso, a partir da sexta-feira (10), o sistema começará a organizar o fluxo de ventos e umidade sobre a região equatorial do país, <strong>potencializando a formação de chuvas</strong><strong> até mesmo sobre o Norte do país</strong>, incluindo o sul do Amazonas, Acre, Rondônia e extremo oeste do Mato Grosso.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-tempestades-e-chuvas-atipicas-de-sul-a-norte-em-12-estados-1783527976402.jpg" data-image="rwx8qeq5a3yr" alt="Mapa de condição registrada e previsão da Oscilação Antártica em Julho." title="Mapa de condição registrada e previsão da Oscilação Antártica em Julho."><figcaption>Mapa de condição registrada (linha cheia preta) e previsão (linhas vermelhas e média em linha tracejada) da Oscilação Antártica (OA) ao longo das primeiras semanas de Julho de 2026.</figcaption></figure><p>A maior frequência de ciclones extratropicais e frentes frias observada durante o mês de julho está relacionada, em parte, à <strong>mudança no comportamento da Oscilação Antártica (OA)</strong>, índice climático que está migrando de valores positivos para valores negativos.</p><p>Quando o índice apresenta <strong>valores ou tendências negativas,</strong> a OA favorece uma circulação atmosférica mais propícia ao avanço de sistemas transientes, como <strong>frentes frias e ciclones extratropicais</strong>, aumentando a incidência de tempestades com pancadas de chuva e ventos fortes sobre o Sul do país.</p><h2>Massa de ar polar derruba as temperaturas</h2><p>Logo após a passagem da frente fria, uma <strong>intensa massa de ar polar avançará pelo país</strong>, causando uma queda significativa das temperaturas a partir do domingo (12). Esse resfriamento será sentido inicialmente no Rio Grande do Sul e, até a terça-feira (14), avançará também sobre Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro, como pode ser observado na imagem abaixo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-tempestades-e-chuvas-atipicas-de-sul-a-norte-em-12-estados-1783528107270.jpg" data-image="okfvx2efd9xa" alt="Previsão de temperaturas mínimas na próxima terça-feira." title="Previsão de temperaturas mínimas na próxima terça-feira."><figcaption>Previsão de temperaturas mínimas na terça-feira mostra um avanço intenso da massa de ar frio sobre o Sul e parte do Sudeste e do Centro-Oeste, com temperaturas negativas entre RS e SC.</figcaption></figure><p>Já na segunda-feira (13), diversos municípios dessas regiões poderão registrar <strong>temperaturas máximas inferiores a 20°C</strong>, caracterizando uma mudança expressiva nas condições do tempo. Algumas cidades, como a própria capital de São Paulo, podem registrar <strong>quedas de até 10°C nas temperaturas máximas</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777583" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-sem-tregua-novo-pulso-de-ar-polar-garante-mais-dias-gelados-em-pelo-menos-6-estados.html" title="Frio sem trégua: novo pulso de ar polar garante mais dias gelados em pelo menos 6 estados">Frio sem trégua: novo pulso de ar polar garante mais dias gelados em pelo menos 6 estados</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-sem-tregua-novo-pulso-de-ar-polar-garante-mais-dias-gelados-em-pelo-menos-6-estados.html" title="Frio sem trégua: novo pulso de ar polar garante mais dias gelados em pelo menos 6 estados"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/frio-sem-tregua-novo-pulso-de-ar-polar-garante-mais-dias-gelados-em-pelo-menos-6-estados-1783465114368_320.jpg" alt="Frio sem trégua: novo pulso de ar polar garante mais dias gelados em pelo menos 6 estados"></a></article></aside><p>Além disso, as <strong>madrugadas também voltarão a ser bastante frias</strong>, principalmente na Região Sul. Grande parte dos municípios deverá registrar <strong>mínimas inferiores a 10°C</strong>, enquanto áreas da Serra Gaúcha e da Serra Catarinense poderão voltar a registrar<strong> temperaturas negativas e geadas fortes e abrangentes.</strong></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-traz-tempestades-e-chuvas-atipicas-de-sul-a-norte-em-12-estados.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frio extremo congela pontes no Sul e derruba temperatura no Nordeste; veja imagens ]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/frio-extremo-congela-pontes-no-sul-e-derruba-temperatura-no-nordeste-veja-imagens.html</link><pubDate>Wed, 08 Jul 2026 17:22:20 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Moradores e fotógrafos registraram poças de água inteiramente solidificadas e espessas camadas de gelo sobre veículos em locais com marcas negativas extremas, evidenciando o comportamento rigoroso do inverno em diferentes altitudes do país. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-extremo-congela-pontes-no-sul-e-derruba-temperatura-no-nordeste-1783521339844.jpg" data-image="gpcfvc6mx1w1" alt="Guarapuava, no Paraná, nesta quarta-feira 08 de julho de 2026 — Foto: Eduardo Andrade/RPC" title="Guarapuava, no Paraná, nesta quarta-feira 08 de julho de 2026 — Foto: Eduardo Andrade/RPC"><figcaption> Guarapuava, no Paraná, nesta quarta-feira 08 de julho de 2026 — Foto: Eduardo Andrade/RPC </figcaption></figure><p>Uma intensa massa de ar polar<strong> derrubou as temperaturas em diversas regiões do Brasil entre terça-feira (7) e quarta-feira (8)</strong>. Cidades do Sul registraram marcas negativas extremas, enquanto municípios do Nordeste também tiveram marcas surpreendentemente baixas para a região.</p><p>O fenômeno <strong>cobriu campos de gelo, congelou bebedouros de animais </strong>e mobilizou moradores e fotógrafos no interior do país. As marcas registradas pelo Instituto Nacional de Meteorologia e órgãos estaduais expõem a intensidade do inverno nas duas regiões brasileiras.</p><h2>Marcas negativas e congelamento na região Sul</h2><p>No estado de Santa Catarina, a serra amanheceu com geada intensa e temperaturas congelantes em várias localidades. O município de Bom Jardim da Serra registrou a menor temperatura absoluta, <strong>atingindo a marca de -6,1°C nas primeiras horas da manhã</strong>.</p><p>Esse frio extremo causou impactos visíveis na paisagem local, <strong>provocando o congelamento completo de uma ponte de madeira</strong>. Além disso, um morador registrou que a água acumulada nos bebedouros dos animais virou uma espessa camada de gelo.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="pt" dir="ltr">O frio de Santa Catarina é congelante <a href="https://t.co/6ghAFH7lVl">pic.twitter.com/6ghAFH7lVl</a></p> Pavão Misterious (@misteriouspavao) <a href="https://x.com/misteriouspavao/status/2074844821261320423?ref_src=twsrc%5Etfw">July 8, 2026</a></blockquote></figure><p>Outras cidades catarinenses também sofreram os efeitos da forte massa polar, como Urupema, que <strong>anotou -4,93°C</strong> em seus termômetros. Em São Joaquim,<strong> a mínima bateu -4,89°C</strong>, permitindo que o fotógrafo Mycchel Legnaghi filmasse poças d'água totalmente congeladas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-extremo-congela-pontes-no-sul-e-derruba-temperatura-no-nordeste-1783521229944.jpg" data-image="6e5gngw1ae67" alt="Geada em Urubici nesta quarta-feira, 8 de julho de 2026 — Foto: Prefeitura de Urubici/Divulgação" title="Geada em Urubici nesta quarta-feira, 8 de julho de 2026 — Foto: Prefeitura de Urubici/Divulgação"><figcaption>Geada em Urubici nesta quarta-feira, 8 de julho de 2026 — Foto: Prefeitura de Urubici/Divulgação</figcaption></figure><p>O monitoramento da Epagri/Ciram apontou ainda <strong>-3,54°C</strong> em Urubici e <strong>-0,88°C</strong> na cidade de Maravilha, no Oeste. Até mesmo a capital, Florianópolis, sentiu o impacto com<strong> 3,43°C</strong> , enquanto Rancho Queimado teve mínima de<strong> 1,29°C</strong>.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="pt" dir="ltr">Paraná amanhece com geadas e temperaturas negativas; veja imagens <a href="https://t.co/8JHUF4R1j0">https://t.co/8JHUF4R1j0</a> <a href="https://x.com/hashtag/g1?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#g1</a> <a href="https://t.co/zP5l0dg7V3">pic.twitter.com/zP5l0dg7V3</a></p>— g1 (@g1) <a href="https://x.com/g1/status/2074813473825980456?ref_src=twsrc%5Etfw">July 8, 2026</a></blockquote></figure><p>O panorama de frio intenso se estendeu ao Paraná, onde o município de Palmas <strong>registrou -3,5°C</strong> na região de São Sebastião do Rocio. As primeiras horas da manhã cobriram gramados, telhados de residências e veículos com uma grossa camada de gelo.</p><p>Segundo dados coletados pelo Simepar, o município de General Carneiro, no sul paranaense, também registrou<strong> marcas negativas severas de -2,3°C</strong>. O resfriamento generalizado provocou fenômenos expressivos de geada na metade sul do estado e na região dos Campos Gerais.</p><h2>O frio atípico nos municípios do Nordeste</h2><p>A queda acentuada nas temperaturas não ficou restrita aos estados sulistas e também surpreendeu moradores da região Nordeste do país. A cidade de <strong>Vitória da Conquista</strong>, localizada no sudoeste da Bahia, liderou o ranking regional com a marca de <strong>13,5°C</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-extremo-congela-pontes-no-sul-e-derruba-temperatura-no-nordeste-1783520478369.jpg" data-image="j9k4wpyiws9v" alt="Vitória da Conquista confirma fama de refúgio gelado na Bahia. Foto: Reprodução/ Prefeitura de Vitória da Conquista" title="Vitória da Conquista confirma fama de refúgio gelado na Bahia. Foto: Reprodução/ Prefeitura de Vitória da Conquista"><figcaption>Vitória da Conquista confirma fama de refúgio gelado na Bahia. Foto: Reprodução/ Prefeitura de Vitória da Conquista</figcaption></figure><p>Conhecido tradicionalmente como a Suíça baiana, o município fez jus ao apelido e liderou as medições oficiais do órgão meteorológico nacional. Em uma segunda estação de medição instalada na cidade baiana,<strong> os termômetros locais indicaram a marca de 14,4°C</strong>.</p><p>Esse clima frio é uma marca de Vitória da Conquista, que costuma apresentar temperaturas baixas no meio do ano. <strong>Em julho de 2025, o município atingiu 6,5 °C</strong>, a terceira menor temperatura local desde o início das medições oficiais em 1976.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777583" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-sem-tregua-novo-pulso-de-ar-polar-garante-mais-dias-gelados-em-pelo-menos-6-estados.html" title="Frio sem trégua: novo pulso de ar polar garante mais dias gelados em pelo menos 6 estados">Frio sem trégua: novo pulso de ar polar garante mais dias gelados em pelo menos 6 estados</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-sem-tregua-novo-pulso-de-ar-polar-garante-mais-dias-gelados-em-pelo-menos-6-estados.html" title="Frio sem trégua: novo pulso de ar polar garante mais dias gelados em pelo menos 6 estados"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/frio-sem-tregua-novo-pulso-de-ar-polar-garante-mais-dias-gelados-em-pelo-menos-6-estados-1783465114368_320.jpg" alt="Frio sem trégua: novo pulso de ar polar garante mais dias gelados em pelo menos 6 estados"></a></article></aside><p>Para completar o ranking do frio nordestino, a segunda menor temperatura regional ocorreu em Irecê, no centro-norte baiano, com <strong>14,4°C</strong>. Logo na sequência, o município de Monteiro, situado no estado da Paraíba, completou a lista registrando <strong>a marca de 14,5°C</strong>.</p><p>Além do declínio térmico, <strong>a massa de ar seco reduziu a umidade relativa do ar</strong> em índices críticos pelo interior do país. Áreas do Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e o norte paranaense registraram níveis de umidade situados entre <strong>20% e 30%</strong>.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Caroline%20Borges" data-year="2026" data-title="Massa%20de%20ar%20polar%20derruba%20temperaturas%20e%20provoca%20congelamento%20no%20Sul%20do%20pa%C3%ADs." data-url="https%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Fsc%2Fsanta-catarina%2Fnoticia%2F2026%2F07%2F08%2Fserra-de-sc-amanhece-formacao-de-geada-intensa-e-minima-abaixo-de-61-c.ghtml">Caroline Borges. (2026). <a href="https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2026/07/08/serra-de-sc-amanhece-formacao-de-geada-intensa-e-minima-abaixo-de-61-c.ghtml" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Massa de ar polar derruba temperaturas e provoca congelamento no Sul do país.</a>.</cite><br><cite data-author="Millena%20Sartori" data-year="2026" data-title="Paran%C3%A1%20registra%20geadas%20e%20-2%2C3%C2%BAC%20no%20sul%20do%20estado." data-url="https%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Fpr%2Fcampos-gerais-sul%2Fnoticia%2F2026%2F07%2F08%2Fparana-geadas-temperaturas-negativas-previsao-do-tempo.ghtml">Millena Sartori. (2026). <a href="https://g1.globo.com/pr/campos-gerais-sul/noticia/2026/07/08/parana-geadas-temperaturas-negativas-previsao-do-tempo.ghtml" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Paraná registra geadas e -2,3ºC no sul do estado.</a>.</cite><br><cite data-author="Pedro%20Emerenciano" data-year="2026" data-title="%22Su%C3%AD%C3%A7a%20baiana%22%20registra%2013%2C5%20%C2%B0C%20e%20lidera%20frio%20no%20Nordeste." data-url="https%3A%2F%2Fultimosegundo.ig.com.br%2F2026-07-08%2Fsuica-baiana-registra-13-5-c-lidera-frio-nordeste.html">Pedro Emerenciano. (2026). <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/2026-07-08/suica-baiana-registra-13-5-c-lidera-frio-nordeste.html" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">"Suíça baiana" registra 13,5 °C e lidera frio no Nordeste.</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/frio-extremo-congela-pontes-no-sul-e-derruba-temperatura-no-nordeste-veja-imagens.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Em pleno inverno, calor anômalo atinge o Brasil com temperaturas de quase 40°C]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/em-pleno-inverno-calor-anomalo-atinge-o-brasil-com-temperaturas-de-quase-40-c.html</link><pubDate>Wed, 08 Jul 2026 14:05:40 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O calor ganha força nos próximos dias e coloca grande parte do Brasil em alerta: além de temperaturas próximas de 40°C, a baixa umidade aumenta os riscos à saúde.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xamvr8m"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xamvr8m.jpg" id="xamvr8m"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Enquanto temperaturas mínimas próximas de 0°C vêm predominando na Região Sul do Brasil esta semana, a <strong>metade norte do país </strong>entra em alerta para <strong>temperaturas</strong> máximas <strong>elevadas</strong>, que podem ser consideradas <strong>extremas</strong> para esta época do ano. </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Até sábado (11), as temperaturas próximas de<strong> 40°C</strong> avançam do <strong>Norte</strong> e <strong>Nordeste</strong> em direção ao<strong> Centro-Oeste</strong> e ao <strong>Sudeste</strong>, onde os termômetros podem atingir entre <strong>33°C a 35°C. </strong>Confira os detalhes.</p><h2>Como são as temperaturas normalmente? </h2><p>Embora no imaginário popular seja ‘normal fazer calor’ no Norte e Nordeste, <strong>medidas estatísticas </strong>alertam<strong> </strong>que as <strong>temperaturas</strong> previstas estão<strong> muito acima do normal </strong>para a época, mesmo considerando o fato de que as temperaturas são naturalmente mais altas nessas áreas. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/em-pleno-inverno-calor-anomalo-atinge-o-brasil-com-temperaturas-de-quase-40-c-1783515208487.png" data-image="y7srboqxlh0o" alt="Temperatura mínima (esquerda) e máxima (direita) média (1991-2020) para o mês de julho no Brasil. Créditos: Elaborado por Meteored/Adaptado de INMET." title="Temperatura mínima (esquerda) e máxima (direita) média (1991-2020) para o mês de julho no Brasil. Créditos: Elaborado por Meteored/Adaptado de INMET."><figcaption>Temperatura mínima (esquerda) e máxima (direita) média (1991-2020) para o mês de julho no Brasil. Créditos: Elaborado por Meteored/Adaptado de INMET.</figcaption></figure><p>A<strong> normal climatológica </strong>(1991-2020) do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) para temperatura máxima mostra que os valores médios ficam entre <strong>33°C e 35°C </strong>na maior parte da <strong>metade n</strong><strong>orte</strong>, com pequenas <strong>áreas</strong> entre o <strong>Pará</strong>, <strong>Tocantins, Mato Grosso e Piauí </strong>apresentando médias entre <strong>35°C e 37°C</strong>. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="776496" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/como-sera-o-clima-em-julho-diante-do-risco-de-el-nino-forte.html" title="Como será o clima em julho diante do risco de El Niño forte?">Como será o clima em julho diante do risco de El Niño forte?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/como-sera-o-clima-em-julho-diante-do-risco-de-el-nino-forte.html" title="Como será o clima em julho diante do risco de El Niño forte?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/como-sera-o-clima-em-julho-diante-do-risco-de-el-nino-forte-1782837242847_320.png" alt="Como será o clima em julho diante do risco de El Niño forte?"></a></article></aside><p>Já no sul do <strong>Centro-Oeste e no Sudest</strong>e, as temperaturas máximas para julho variam em torno de<strong> 23°C a 33°C.</strong> Desta forma, as temperaturas previstas para o decorrer desta semana são anômalas, mesmo considerando as particularidades de cada região.</p><h2>Alerta de temperaturas extremas</h2><p>O<strong> índice de previsão extrema</strong> (EFI) para temperatura máxima do modelo <strong>ECMWF</strong> compara a previsão com a climatologia do próprio modelo. Valores<strong> entre 0,5 e 0,8 </strong>indicam que um <strong>evento incomum é provável</strong>, enquanto valores entre<strong> 0,8 e +1</strong> indicam <strong>alta probabilidade </strong>de ocorrência de<strong> temperaturas extremas</strong>. Nos mapas abaixo, essa intensidade é representada pela escala de cores que varia do amarelo ao vermelho.</p><p>O <strong>limiar estatístico </strong>considerado neste produto corresponde ao<strong> quantil 99 </strong>da climatologia do modelo, ou seja, ao valor acima do qual se encontram <strong>apenas 1%</strong> <strong>das temperaturas máximas</strong> mais elevadas registradas para aquele local e período do ano. Assim, áreas destacadas indicam potencial para temperaturas excepcionalmente altas em relação ao que é normalmente esperado para a época.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/em-pleno-inverno-calor-anomalo-atinge-o-brasil-com-temperaturas-de-quase-40-c-1783515234980.png" data-image="fvddvbtlaw2k" alt="EFI do ECMWF para a temperatura máxima quinta-feira (9) e sábado (11). Créditos: Elaborado por Meteored com produtos do ECMWF." title="EFI do ECMWF para a temperatura máxima quinta-feira (9) e sábado (11). Créditos: Elaborado por Meteored com produtos do ECMWF."><figcaption>EFI do ECMWF para a temperatura máxima quinta-feira (9) e sábado (11). Créditos: Elaborado por Meteored com produtos do ECMWF.</figcaption></figure><p>Os mapas mostram que, <strong>a partir de quinta-feira (9)</strong>, a <strong>área</strong> de alerta para <strong>temperaturas extremas</strong> se concentra entre o<strong> Brasil Central e o Nordeste</strong>. Até o fim da semana, essa área<strong> se expande</strong> progressivamente em direção ao sul, alcançando o <strong>Sudeste </strong>no <strong>sábado (11),</strong> quando a região também passa a apresentar elevado potencial para ocorrência de calor extremo.</p><h2>Máximas próximas de 40°C</h2><p>Os <strong>maiores valores</strong> de temperatura máxima <strong>previstos</strong> para o decorrer da semana se aproximam de<strong> 40°C</strong>. O modelo <strong>ECMWF</strong> prevê máximas que podem se aproximar ou ultrapassar <strong>37°C</strong> entre o<strong> Piauí, Maranhão, Tocantins, Goiás e Mato Grosso</strong> entre quinta-feira (9) e sábado (11). </p><p>No <strong>Sudeste</strong>, as temperaturas podem ultrapassar 30°C a partir de sexta-feira (10), especialmente no interior de São Paulo, Triângulo Mineiro e norte de Minas Gerais. No sábado (11) as temperaturas continuam subindo e podem se aproximar de <strong>35°C </strong>nestas áreas, enquanto na <strong>capital</strong> <strong>paulista</strong> os termômetros se aproximam de<strong> 30°C</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/em-pleno-inverno-calor-anomalo-atinge-o-brasil-com-temperaturas-de-quase-40-c-1783515254049.png" data-image="746o01n73uuf" alt="Previsão de temperatura máxima para quinta-feira (9), segundo o ECMWF." title="Previsão de temperatura máxima para quinta-feira (9), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de temperatura máxima para quinta-feira (9), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>O modelo <strong>GFS</strong>, por sua vez, prevê um cenário ainda mais extremo, com valores entre <strong>38°C e 39°C</strong> se espalhando sobre uma ampla área que abrange estados do <strong>Centro-Oeste, Norte e Nordeste</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/em-pleno-inverno-calor-anomalo-atinge-o-brasil-com-temperaturas-de-quase-40-c-1783515271234.png" data-image="vv2miw9zfwyo" alt="Previsão de temperatura máxima para sexta-feira (10), segundo o GFS." title="Previsão de temperatura máxima para sexta-feira (10), segundo o GFS."><figcaption>Previsão de temperatura máxima para sexta-feira (10), segundo o GFS.</figcaption></figure><p>A <strong>diferença</strong> entre as temperaturas previstas se deve, principalmente, à<strong> resolução espacial</strong> e à forma como cada modelo representa a atmosfera. O <strong>ECMWF</strong>, por exemplo, possui maior resolução e<strong> consegue "enxergar" mais detalhes</strong> do relevo e da superfície. Além disso, cada modelo possui suas próprias parametrizações e equações para simular os processos atmosféricos. Assim, embora todos sejam baseados nas mesmas leis da física, é esperado que apresentem diferenças nos campos previstos.</p><h2>Alerta de baixa umidade relativa</h2><p>Além do calor extremo, a massa de ar quente também favorece uma re<strong>dução acentuada da umidade relativa do ar</strong>. Em diversas áreas, os valores já ficam <strong>abaixo de 30%</strong> durante as tardes e devem cair ainda mais ao longo da semana, atingindo índices <strong>inferiores a 20%</strong> em alguns locais. </p><p>Ao mesmo tempo, a área sob baixa umidade também se expande, acompanhando o avanço da massa de ar quente e abrangendo uma extensa faixa entre o<strong> Brasil Central, o Nordeste e grande parte do Sudeste até o fim de semana</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/em-pleno-inverno-calor-anomalo-atinge-o-brasil-com-temperaturas-de-quase-40-c-1783515663249.png" data-image="378jk6gf5146" alt="Previsão de umidade relativa para sábado (11), segundo o ECMWF." title="Previsão de umidade relativa para sábado (11), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de umidade relativa para sábado (11), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>A<strong> combinação </strong>de <strong>altas temperaturas </strong>e<strong> baixa umidade relativa</strong> do ar representa um<strong> risco à saúde</strong>, especialmente para <strong>crianças</strong>, <strong>idosos</strong> e pessoas com doenças respiratórias ou cardiovasculares. </p><p>Recomenda-se<strong> aumentar o consumo de água</strong>, <strong>evitar</strong> atividades físicas e exposição prolongada ao<strong> sol nos horários mais quentes</strong> do dia e <strong>umidificar</strong> os <strong>ambientes</strong> sempre que possível.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/em-pleno-inverno-calor-anomalo-atinge-o-brasil-com-temperaturas-de-quase-40-c.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item></channel></rss>