<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0"><channel><title>Meteored Brasil</title><link>https://www.tempo.com</link><description>Notícias do tempo - Confira as principais notícias sobre a meteorologia e previsão do tempo. Todas as informações são realizadas pelos nossos especialistas em meteorologia.</description><language>pt</language><lastBuildDate>Tue, 05 May 2026 00:00:21 +0000</lastBuildDate><pubDate>Tue, 05 May 2026 00:00:21 +0000</pubDate><atom:link href="https://www.tempo.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[ Copyright 2026 Meteored ]]></copyright><image><url>https://www.tempo.com/imagenes/logo_rss.png</url><title>Meteored Brasil</title><link>https://www.tempo.com</link><width>144</width><height>144</height></image><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>6</sy:updateFrequency><item><title><![CDATA[O plano científico para salvar o planeta das emissões da aviação: replanejar as rotas aéreas]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/o-plano-cientifico-para-salvar-o-planeta-das-emissoes-da-aviacao-replanejar-as-rotas-aereas.html</link><pubDate>Mon, 04 May 2026 22:46:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>A indústria da aviação está buscando reduzir seu impacto climático com uma estratégia inesperada: mudar as rotas de voo. Não se trata apenas de CO₂, mas de como e onde os aviões voam.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-plan-cientifico-para-salvar-el-planeta-de-las-emisiones-de-la-aviacion-replanificar-las-rutas-aereas-1777548735605.jpeg" data-image="omcncpm34egd"><figcaption>No setor de transportes, o avião está entre os mais poluentes.</figcaption></figure><p>Durante décadas, o debate sobre o<strong> impacto climático da aviação</strong> concentrou-se quase exclusivamente no dióxido de carbono (CO₂). No entanto, a ciência ampliou o escopo e hoje sabemos que o <strong>CO₂ representa apenas parte do problema</strong>.</p><p>Como explica a engenheira aeroespacial María Cerezo Magaña, o dióxido de carbono é responsável por aproximadamente um terço do impacto climático total da aviação. O restante corresponde a efeitos menos visíveis, mas igualmente ou até mais significativos.</p><h2>Além do CO₂: o papel dos rastros de condensação</h2><p>Um dos principais fatores são os chamados <strong>rastros (ou trilhas) de condensação</strong>, aquelas linhas brancas deixadas pelos aviões no céu, e embora pareçam inofensivas, atuam como nuvens artificiais que <strong>alteram o equilíbrio energético do planeta</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-plan-cientifico-para-salvar-el-planeta-de-las-emisiones-de-la-aviacion-replanificar-las-rutas-aereas-1777547858370.jpeg" data-image="r35pztik8bw6"><figcaption>Rastros (ou trilhas) de condensação de aviões no céu.</figcaption></figure><p>Esses efeitos dependem de múltiplas variáveis, como altitude de voo, temperatura, umidade e horário do dia. <strong>À noite, esses rastros de condensação tendem a reter o calor da Terra, contribuindo para o aquecimento</strong>, e, durante o dia, refletem parte da radiação solar, gerando um efeito mais complexo.</p><h3>Replanejamento de rotas: a solução proposta pela ciência</h3><p>É aqui que entra em jogo uma das <strong>estratégias </strong>mais inovadoras: <strong>reconfigurar as rotas aéreas com base nas condições meteorológicas</strong>.</p><div class="texto-destacado"><strong>O que é o RefMap? </strong><br>Trata-se de um projeto de pesquisa europeu cujo objetivo é analisar e reduzir o impacto ambiental da aviação através da utilização de dados avançados e ferramentas digitais. </div><p>Projetos como o <strong>RefMap</strong>, do qual participa Manuel Soler Arnedo, membro do Departamento Aeroespacial da Universidade Carlos III de Madrid (UC3M), representam o <strong>futuro da aviação sustentável</strong>.</p><p>Outros projetos tecnológicos, como o <strong>E-CONTRAIL</strong>, utilizam modelos avançados capazes de identificar rastros de condensação em imagens de satélite, permitindo o monitoramento de sua evolução em tempo quase real.</p><h2>O voo comercial mais poluente: o impacto dos voos longos</h2><p>Nem todos os voos poluem da mesma forma; na verdade, uma pequena parte concentra grande parte do impacto, e os<strong> voos de longa distância</strong>, como os que ligam a Europa à Ásia ou à América,<strong> são responsáveis por aproximadamente 60% das emissões</strong> do setor.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="nl" dir="ltr">Contrails van dichtbij. Lou747 is piloot en filmt al jaren andere vlieguigen vanuit zijn Boeing 747. Veel A380's. Links vliegt hij onder een A380 en A330.<br><br>Goed te zien hoe verschillende hoogtes de contrails beïnvloeden. <br><br>Kort filmpje, gewoon kijken.<a href="https://t.co/nxeZ6FyXB8">https://t.co/nxeZ6FyXB8</a><br><br>In <a href="https://t.co/tMSzuZBLlA">pic.twitter.com/tMSzuZBLlA</a></p>— Patrick Savalle (@patricksavalle) <a href="https://twitter.com/patricksavalle/status/2048864467774242919?ref_src=twsrc%5Etfw">April 27, 2026</a></blockquote></figure><p><strong>Rotas como Londres – Sydney, Nova Iorque – Singapura e Paris – Los Angeles estão entre as que mais emitem poluentes </strong>devido à sua longa duração, alto consumo de combustível e altitude constante em condições favoráveis à formação de rastros de condensação.</p><h3>Jato particular versus avião comercial: uma enorme diferença</h3><p>Um dos maiores contrastes na aviação é entre voos comerciais e jatos particulares. Por exemplo, um avião comercial transporta entre 150 e 300 passageiros e distribui suas emissões entre muitos viajantes, enquanto um<strong> jato particular </strong>pode transportar entre 4 e 15 pessoas e <strong>gera significativamente mais emissões por passageiro</strong>.</p><p>Em termos relativos, um passageiro em um jato particular pode emitir até 10 vezes mais CO₂ do que um em um voo comercial.</p><ul> </ul>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/o-plano-cientifico-para-salvar-o-planeta-das-emissoes-da-aviacao-replanejar-as-rotas-aereas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ar polar pode trazer frio de inverno duradouro e abrangente em breve; saiba quando]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-pode-trazer-frio-de-inverno-duradouro-e-abrangente-em-breve-saiba-quando.html</link><pubDate>Mon, 04 May 2026 21:09:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Previsões indicam que a próxima massa de ar frio será muito mais intensa que as anteriores, afetando desde o sul até o norte do país, com um frio que pode persistir até a segunda quinzena de Maio.</p><ul><li>Mais informações: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-traz-intensa-mudanca-do-tempo-e-pode-atingir-ate-8-estados.html" target="_blank">Frente fria traz intensa mudança do tempo e pode atingir até 8 estados</a></li></ul><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-pode-trazer-frio-de-inverno-duradouro-e-abrangente-em-breve-saiba-quando-1777920165774.jpg" data-image="oadwdisbr0xn" alt="Fotografia de geada em um campo verde." title="Fotografia de geada em um campo verde."><figcaption>A próxima massa de ar frio será muito mais intensa que as anteriores, afetando desde o Sul até o Norte do país e trazendo um frio duradouro ao país. Há risco de geadas abrangentes.</figcaption></figure><p>Já na quinta-feira (7), uma<strong> região de baixa pressão</strong> estará se aprofundando entre a Argentina e o Uruguai. Entre a sexta-feira (8) e o sábado (9), esse sistema se transformará em um <strong>ciclone com um desenvolvimento muito rápido</strong> e centro na altura da Argentina.</p><div class="texto-destacado">O ciclone pode ser classificado como ciclone BOMBA - Com sua pressão central caindo de 994 para 970 em apenas 24 horas, entre as 0h da sexta-feira (8) e as 0h do sábado (9). Essa classificação indica ciclones de desenvolvimento muito rápido.</div><p>Esse ciclone <strong>impulsionará uma frente fria em direção ao Brasil</strong>, que começará a causar tempestades no Rio Grande do Sul já na quinta-feira (7) durante a noite, e continuará avançando por Santa Catarina, Paraná, oeste de São Paulo e Mato Grosso do Sul na sexta-feira (8).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-pode-trazer-frio-de-inverno-duradouro-e-abrangente-em-breve-saiba-quando-1777919817759.jpg" data-image="s4at3rliwyjb" alt="Previsão de pressão, nebulosidade e chuva no sábado de madrugada." title="Previsão de pressão, nebulosidade e chuva no sábado de madrugada."><figcaption>Previsão de pressão, nebulosidade e chuva no sábado de madrugada mostra a presença de um possível ciclone-bomba no oceano Atlântico Sul, impulsionando uma frente fria no Brasil.</figcaption></figure><p>Após a passagem da chuva, que atinge o Brasil ao longo do final de semana, o ciclone impulsionará ainda <strong>uma massa de ar frio em direção ao país</strong>, trazendo um frio intenso e persistente para grande parte do Brasil.</p><h2>Massa de ar frio avançará neste final de semana</h2><p>Essa massa de ar frio <strong>começa a avançar na sexta-feira (8)</strong> e, neste dia, atingirá especialmente o Rio Grande do Sul. Ao longo do sábado (9), ela continuará avançando, chegando a Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul e até mesmo ao sul do Mato Grosso.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-pode-trazer-frio-de-inverno-duradouro-e-abrangente-em-breve-saiba-quando-1777919851313.jpg" data-image="oiseqwbh0vj3" alt="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa." title="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa."><figcaption>Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa ilustra avanço da massa de ar frio até o final do Sábado. O fenômeno será capaz de avançar ainda mais, afetando as temperaturas até no Norte.</figcaption></figure><p>Nos dias seguintes, o ar frio será capaz de afetar o Brasil de maneira abrangente. O sistema fará as temperaturas caírem não apenas na <strong>região Sul</strong>, como também no <strong>Sudeste</strong> e no <strong>Centro-Oeste</strong>. O sistema será tão abrangente que atingirá <strong>até mesmo parte da região Norte</strong>.</p><div class="texto-destacado">Não há certeza, mas algumas rodadas de previsão indicam que há potencial para ocorrência de precipitação junto à presença de ar muito frio na atmosfera sobre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Esse tipo de condição pode originar PRECIPITAÇÃO INVERNAL, como chuva congelada, chuva congelante ou até mesmo neve.</div><p>Como podemos observar na imagem abaixo, <strong>temperaturas abaixo dos 10°C</strong> serão registradas em toda a região Sul, em São Paulo e também sul do Mato Grosso do Sul. Ainda há risco de <strong>temperaturas negativas em municípios pontuais</strong> (<em>especialmente na serra gaúcha e catarinense</em>) e ocorrência de <strong>geadas abrangentes</strong> nestes estados.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-pode-trazer-frio-de-inverno-duradouro-e-abrangente-em-breve-saiba-quando-1777919903808.jpg" data-image="fa64jgqldsos" alt="Previsão de temperaturas na segunda (11) durante a madrugada." title="Previsão de temperaturas na segunda (11) durante a madrugada."><figcaption>Previsão de temperaturas na segunda (11) durante a madrugada mostra que a massa de ar frio terá grande abrangência, fazendo as temperaturas caírem no Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Norte.</figcaption></figure><p>Além disso, uma queda das temperaturas será sentida em outros estados da região Sudeste, com destaque para o <strong>sul de Minas Gerais</strong> e o <strong>sul do Rio de Janeiro</strong>, onde<strong> mínimas abaixo dos 10°C</strong> também serão registradas. A exceção é o extremo norte de Minas Gerais e do Espírito Santo, que serão menos afetados pelo frio.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>A massa de ar frio pode chegar <strong>até mesmo na região Norte</strong>, fazendo as temperaturas caírem para patamares mais amenos em <strong>Rondônia, Acre e no sul do Amazonas</strong>. Isso originará o <strong>primeiro episódio de friagem de 2026</strong> - caracterizado por massas de ar frio muito intensas que conseguem avançar até o norte do Brasil. As temperaturas mínimas nestes estados podem chegar a <strong>20°C</strong>, uma <strong>queda de até 5°C</strong>.</p><h2>O frio continua até a segunda quinzena de Maio</h2><p>Previsões climáticas indicam que <strong>o frio será persistente ao longo de toda a semana que vem</strong>, entre os dias 11 e 18 de Maio, e pode continuar ainda na semana seguinte. Essa situação pode ser observada na previsão climática abaixo, que mostra <strong>temperaturas abaixo da média</strong> em toda a região Sul e em parte de São Paulo e do Mato Grosso do Sul.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-pode-trazer-frio-de-inverno-duradouro-e-abrangente-em-breve-saiba-quando-1777919963322.jpg" data-image="298xl1p4pxij" alt="Previsão de anomalias de temperatura entre os dias 11 e 18 de Maio." title="Previsão de anomalias de temperatura entre os dias 11 e 18 de Maio."><figcaption>Previsão de anomalias de temperatura entre os dias 11 e 18 de Maio mostram que o frio será persistente sobre a região Sul e também sobre MS e SP, com temperaturas abaixo da média.</figcaption></figure><p>Nos demais estados e regiões mencionadas, a queda das temperaturas será sentida <strong>ao longo de alguns dias</strong> e trará um <strong>tempo mais ameno</strong>, mas não será tão brusca e/ou duradoura a ponto de mudar a tendência de calor intenso que vem sendo registrada nas últimas semanas.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-pode-trazer-frio-de-inverno-duradouro-e-abrangente-em-breve-saiba-quando.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frio de inverno pode chegar ao Sudeste em poucos dias; confira a tendência]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-de-inverno-pode-chegar-ao-sudeste-em-poucos-dias-confira-a-tendencia.html</link><pubDate>Mon, 04 May 2026 19:44:49 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Nova frente fria avança para o Sudeste do Brasil no próximo fim de semana, provocando chuva intensa e, posteriormente, uma queda significativa nas temperaturas em parte da região.</p><ul><li>Mais previsão: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-traz-risco-de-tempestades-e-rajadas-superiores-a-100-km-h-nesta-semana.html" target="_blank">Frente fria traz risco de tempestades e rajadas superiores a 100 km/h nesta semana</a></li></ul><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-de-inverno-pode-chegar-ao-sudeste-em-poucos-dias-confira-a-tendencia-1777906532619.jpg" data-image="i35epc0g3aau"><figcaption>Nova frente fria chega ao Sudeste do Brasil no próximo fim de semana, provocando pancadas de chuva e, posteriormente, uma queda significativa nas temperaturas em parte da região.</figcaption></figure><p>Um novo <strong>ciclone extratropical deve se formar ao longo desta quinta-feira (7)</strong> entre a Argentina e o Uruguai e<strong> vai dar origem a uma frente fria </strong>que vai avançar pelo Sul do Brasil levando condições para chuvas intensas e tempestades na região.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações.</div><p>O sistema será alimentado por um intenso rio atmosférico vindo da Amazônia, o que vai aumentar as condições para tempo severo na Região Sul do país entre a quinta (7) e a sexta-feira (8).</p><p>Contudo,<strong> </strong>no <strong>sábado (9) </strong>a<strong> frente fria já vai ter avançado</strong>, se afastando do Sul e <strong>passando a influenciar o tempo em parte da Região Sudeste </strong>do país.</p><p>Acompanhe<strong> a seguir mais detalhes da previsão </strong>do tempo.</p><h2>Frente fria leva chuva e derruba as temperaturas no Sudeste</h2><p><strong>Ao longo desta semana </strong>que se inicia, praticamente toda a<strong> Região Sudeste</strong> do Brasil<strong> terá tempo estável e com pouca nebulosidade</strong>. Há possibilidade de chuvas fracas, com baixos acumulados, apenas em áreas da faixa litorânea da região.</p><p>Contudo, a<strong> tendência da previsão indica mudanças no fim de semana</strong>. O <strong>sistema frontal </strong>vai avançar<strong> </strong>pelo país e <strong>chegar ao Sudeste no próximo sábado (9)</strong>, afetando o tempo inicialmente no estado de São Paulo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-de-inverno-pode-chegar-ao-sudeste-em-poucos-dias-confira-a-tendencia-1777913911872.jpg" data-image="s7m20n2pel4j"><figcaption>Previsão de precipitação (em mm) e nebulosidade para o sábado (9) à noite (21h), segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Já durante a <strong>manhã do sábado (9)</strong>, <strong>chuvas fracas a moderadas ocorrem na porção sul de São Paulo</strong>.</p><p>A partir da <strong>tarde</strong>, a <strong>nebulosidade aumenta e as chuvas se espalham para as demais áreas do estado</strong>; à noite, elas já terão atingido todo o território paulista. E no <strong>final do dia, elas podem atingir também áreas do Triângulo Mineiro</strong>. </p><p>E atenção: há <strong>riscos de pancadas de chuva forte mais pontuais e temporais em São Paulo</strong>, especialmente a partir de meados da tarde.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-de-inverno-pode-chegar-ao-sudeste-em-poucos-dias-confira-a-tendencia-1777914023013.jpg" data-image="rzcaafn5o31l"><figcaption>Previsão de densidade de raios (descargas elétricas) para o sábado (9) à noite (21h), segundo o modelo europeu ECMWF, mostrando as áreas com chance de temporais.</figcaption></figure><p>No <strong>Feriado de Dia das Mães, domingo (10)</strong>, a frente fria avança mais um pouco para norte e passa a influenciar mais áreas de <strong>Minas Gerais</strong> e também o estado do <strong>Rio de Janeiro</strong>, levando <strong>chuvas moderadas, que podem ocorrer em forma de pancadas mais fortes e com temporais isolados</strong>. </p><div class="texto-destacado">Nova frente fria mudará o tempo no Sudeste do Brasil a partir do sábado (9), levando chuvas fortes, temporais e uma queda significativa nas temperaturas, especialmente em São Paulo.</div><p>Por enquanto, a tendência está mostrando que na <strong>manhã do domingo (10)</strong> as <strong>chuvas ficam mais concentradas em São Paulo e no sul e leste de Minas Gerais</strong>. No período da<strong> tarde, elas avançam para o estado fluminense e para áreas centrais mineiras</strong> também.</p><p>Contudo,<strong> até o fim do domingo, a frente fria se afasta do continente</strong> e as <strong>instabilidades</strong> devem reduzir, passando a atuar apenas em áreas do <strong>Rio de Janeiro, especialmente no litoral</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-de-inverno-pode-chegar-ao-sudeste-em-poucos-dias-confira-a-tendencia-1777906867192.jpg" data-image="zbopqqvepl5o"><figcaption>Tendência da precipitação (em mm), nebulosidade e linhas de pressão para o domingo (10) de manhã (9h), de acordo com o modelo europeu ECMWF, mostrando a frente fria provocando chuvas moderadas a fortes sobre o Sudeste do Brasil.</figcaption></figure><p><strong>Após a passagem do sistema frontal, as temperaturas terão uma queda significativa em parte da região</strong>.</p><p>No <strong>sábado (9) à noite, já começa a entrar um ar mais frio pelo sul de São Paulo</strong>, onde as temperaturas vão variar<strong> entre 14°C e 17°C</strong> (as áreas mais elevadas de Minas Gerais e a Região Serrana do Rio também vão marcar estes valores).</p><p>Por exemplo, por volta das <strong>21h</strong>, os <strong>termômetros </strong>podem marcar <strong>14°C em Presidente Prudente</strong>, e <strong>15°C em Itapeva e em Ourinhos</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-de-inverno-pode-chegar-ao-sudeste-em-poucos-dias-confira-a-tendencia-1777913719434.jpg" data-image="0lhzcasymi8d"><figcaption>Tendência da temperatura do ar (em °C) para o domingo (10) de manhã (9h), de acordo com o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>A<strong> manhã do domingo (10) será fria</strong> em <strong>São Paulo</strong>, no <strong>sul de Minas Gerais</strong> e <strong>em parte do Rio de Janeiro</strong>, com temperaturas<strong> mínimas abaixo dos 16°C</strong>, mas <strong>pontualmente podendo ficar entre 10°C e 12°C</strong>. A tarde continuará com temperaturas baixas, principalmente em <strong>São Paulo, com máximas não passando dos 20°C</strong> em boa parte do estado.</p><p>Nas <strong>capitais</strong>, as temperaturas <strong>mínima e máxima</strong> previstas para o <strong>domingo (10)</strong> são, respectivamente: <strong>São Paulo: 12°C/20°C</strong>; Rio de Janeiro: 20°C/28°C; Belo Horizonte: 16°C/28°C.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-de-inverno-pode-chegar-ao-sudeste-em-poucos-dias-confira-a-tendencia.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Temporais no Ceará deixam estragos em dezenas de municípios e Fortaleza registra volume quase recorde; veja imagens ]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/temporais-no-ceara-deixam-estragos-em-dezenas-de-municipios-e-fortaleza-registra-volume-quase-recorde-veja-imagens.html</link><pubDate>Mon, 04 May 2026 18:33:08 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Fortaleza registou a terceira maior precipitação do ano de 2026 neste domingo (3), o que resultou em túneis submersos, veículos retidos e muitos prejuízos materiais para a população local. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/temporais-no-ceara-deixam-estragos-em-dezenas-de-municipios-e-fortaleza-registra-volume-quase-recorde-veja-imagens-1777907768379.jpg" data-image="mp1kqtjbvmfd" alt="Inundações em Fortaleza atingem nível crítico, alagam túneis e mobilizam autoridades locais para reparações. Foto: Reprodução/ G1" title="Inundações em Fortaleza atingem nível crítico, alagam túneis e mobilizam autoridades locais para reparações. Foto: Reprodução/ G1"><figcaption>Inundações em Fortaleza atingem nível crítico, alagam túneis e mobilizam autoridades locais para reparações. Foto: Reprodução/ G1</figcaption></figure><p>A cidade de <strong>Fortaleza enfrentou neste domingo (3) o terceiro maior volume de precipitação do ano</strong> <strong>de 2026. </strong>A Funceme revelou que a chuva atingiu a marca de 121 mm no posto de observação de Caça e Pesca.</p><p><strong>O temporal inundou vias, danificou passeios públicos e afetou diretamente a segurança dos residentes</strong> e condutores que transitavam durante a intempérie. Este cenário provocou transtornos expressivos em diversas zonas da capital cearense. </p><h2>Inundações expressivas e impactos no trânsito urbano</h2><p>O temporal começou com força na noite de sábado (2) e manteve a sua intensidade até à manhã de domingo (3). Como resultado, vários pontos da cidade ficaram intransitáveis,<strong> apresentando ruas cobertas por lâminas de água que chegaram aos 30 cm.</strong></p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="pt" dir="ltr">Forte chuva alaga ruas de Fortaleza <a href="https://t.co/5y3ynEesIj">https://t.co/5y3ynEesIj</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/g1?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#g1</a><a href="https://twitter.com/portalg1?ref_src=twsrc%5Etfw">@portalg1</a> <a href="https://twitter.com/g1?ref_src=twsrc%5Etfw">@g1</a>.ceara <a href="https://t.co/2ClLjq8PTV">pic.twitter.com/2ClLjq8PTV</a></p> Germana Watanabe (@GermanaWatanabe) <a href="https://twitter.com/GermanaWatanabe/status/2050956199001272514?ref_src=twsrc%5Etfw">May 3, 2026</a></blockquote></figure><p><strong>No túnel da avenida Rogaciano Leite, o forte acúmulo de água deixou diversos veículos parcialmente submersos.</strong> Relatos apontam para dificuldades generalizadas no tráfego viário, alterando a rotina dos moradores e forçando desvios nas estradas.</p><p>Bairros como <strong>Guararapes, Benfica, Conjunto Ceará, Aerolândia, Mucuripe e Montese registaram pontos críticos de alagamento</strong>, exigindo cautela por parte da população residente no município.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="pt" dir="ltr">Uma forte chuva atingiu Coreaú, no Ceará, e acabou alagando até um bar da cidade. No vídeo, a água toma conta do local e chega a cobrir parte do chão, transformando o ambiente quase em uma piscina improvisada.<br> <br>: <a href="https://twitter.com/ximevall?ref_src=twsrc%5Etfw">@ximevall</a> | <a href="https://twitter.com/MyHoodbr?ref_src=twsrc%5Etfw">@myhoodbr</a> <a href="https://t.co/PiUSPlNAL2">pic.twitter.com/PiUSPlNAL2</a></p>— Record Rio (@record_rio) <a href="https://twitter.com/record_rio/status/2051025500617810306?ref_src=twsrc%5Etfw">May 3, 2026</a></blockquote></figure><p>A precipitação intensa também alcançou pelo menos <strong>153 municípios</strong> do território estadual. Além de Fortaleza, as estatísticas evidenciam elevados acumulados em <strong>Itapipoca, com 114,8 mm, e em São Benedito, que alcançou a marca de 113,7 mm.</strong></p><h2>Estruturas danificadas e ação das autoridades locais</h2><p>A avenida Eduardo Girão, no bairro de Fátima, representou um dos cenários de maior perigo para os condutores. <strong>Perto do cruzamento com a avenida General Silva Júnior, um passeio cedeu, deixando um automóvel e uma moto presos.</strong></p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/temporais-no-ceara-deixam-estragos-em-dezenas-de-municipios-e-fortaleza-registra-volume-quase-recorde-veja-imagens-1777907977182.jpg" data-image="7jo5hhhz0kxb" alt="Águas da chuva danificaram pavimento em Fortaleza e deixaram veículos presos. Foto: Reprodução/ Aurélio Alves" title="Águas da chuva danificaram pavimento em Fortaleza e deixaram veículos presos. Foto: Reprodução/ Aurélio Alves"><figcaption>Águas da chuva danificaram pavimento em Fortaleza e deixaram veículos presos. Foto: Reprodução/ Aurélio Alves</figcaption></figure><p>A chuva deixou exposto um bueiro sob os blocos da calçada, precisando da ajuda de pedestres para remover os veículos acidentados. Os moradores alertaram para a<strong> recorrência do problema e para os riscos noturnos gerados pela falta de iluminação.</strong></p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="pt" dir="ltr">Você sabe o que fazer se a chuva apertar enquanto você está no trânsito ou na rua? ️<br><br>O Dicas que Salvam de hoje, em parceria com a Defesa Civil do Ceará, traz informações essenciais para sua segurança. <br><br>Em caso de emergência, ligue 193, o número que salva <a href="https://t.co/qI3UIqA5Vw">pic.twitter.com/qI3UIqA5Vw</a></p>— SSPDS-CE (@sspdsce) <a href="https://twitter.com/sspdsce/status/2050956399518056501?ref_src=twsrc%5Etfw">May 3, 2026</a></blockquote></figure><p>Em resposta, a Secretaria Municipal da Infraestrutura garantiu não existir nenhum indício de comprometimento estrutural. A vistoria indicou que <strong>uma manilha cedeu devido ao excesso de água, gerando infiltrações</strong> que fragilizaram e afundaram o material de sustentação do pavimento.</p><h2>Volumes recorde e alcance das chuvas</h2><p>A autarquia classificou o afundamento como um problema pontual,<strong> iniciando as operações de limpeza e reparação da calçada de forma imediata. </strong>As equipes municipais estabeleceram a conclusão definitiva das intervenções para a próxima terça-feira (5).</p><p>Estes volumes pluviométricos refletem a fase chuvosa no Ceará. Segundo o registo oficial da Funceme,<strong> </strong>a maior intempérie de 2026 em Fortaleza sucedeu a 27 de janeiro,<strong> contabilizando um volume histórico de 127 mm</strong> em um só dia.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="766860" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/chuvas-em-pernambuco-corpo-de-bombeiros-resgata-quase-500-pessoas-ilhadas-pelas-enchentes.html" title="Chuvas em Pernambuco: Corpo de Bombeiros resgata quase 500 pessoas ilhadas pelas enchentes ">Chuvas em Pernambuco: Corpo de Bombeiros resgata quase 500 pessoas ilhadas pelas enchentes </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/chuvas-em-pernambuco-corpo-de-bombeiros-resgata-quase-500-pessoas-ilhadas-pelas-enchentes.html" title="Chuvas em Pernambuco: Corpo de Bombeiros resgata quase 500 pessoas ilhadas pelas enchentes "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-em-pernambuco-corpo-de-bombeiros-resgata-quase-quinhentas-pessoas-ilhadas-pelas-enchentes-1777745484393_320.jpg" alt="Chuvas em Pernambuco: Corpo de Bombeiros resgata quase 500 pessoas ilhadas pelas enchentes "></a></article></aside><p>O segundo maior evento meteorológico do ano ocorreu no dia 19 de abril, <strong>alcançando a marca dos 125 mm.</strong> As últimas chuvas solidificam este domingo na terceira posição das mais intensas contabilizadas na capital ao longo do ano.</p><p>A extensão das nuvens carregadas impactou ainda outros municípios, causando inúmeros transtornos logísticos. As autoridades registaram índices pluviais muito expressivos nas <strong>cidades de Tauá, com 97,2 mm, em Acopiara, com 76 mm, e também em Aquiraz, com 72,6 mm.</strong></p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/2026/05/03/chuva-domingo-maiores-do-ano-fortaleza-previsao-proximos-dias.ghtml">Chuva deste domingo foi a 3ª maior de 2026 em Fortaleza; veja previsão para os próximos dias</a>. 03 de maio, 2026. </em></p><p><em><a href="https://www.opovo.com.br/noticias/fortaleza/2026/05/03/chuva-alagamento-abre-buracos-em-calcada-no-bairro-de-fatima.html">Chuva: alagamento abre buracos em calçada no bairro de Fátima</a>. 03 de maio, 2026. </em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/temporais-no-ceara-deixam-estragos-em-dezenas-de-municipios-e-fortaleza-registra-volume-quase-recorde-veja-imagens.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria traz intensa mudança do tempo e pode atingir até 8 estados]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-traz-intensa-mudanca-do-tempo-e-pode-atingir-ate-8-estados.html</link><pubDate>Mon, 04 May 2026 17:54:09 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma nova frente fria irá se formar nos próximos dias . O sistema frontal irá avançar e provocar mudanças no tempo em diversos estados do Brasil, aumentando a presença de nuvens e as chances de fortes chuvas.</p><ul><li>Veja também: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-avanca-com-frio-risco-de-novas-tempestades-e-ventos-intensos-nesta-semana.html" target="_blank">Frente fria avança com frio, risco de novas tempestades e ventos intensos nesta semana</a></li></ul><ul></ul><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-intensa-mudanca-do-tempo-e-pode-atingir-ate-8-estados-1777914636073.jpg" data-image="ztk1sy4qw879" alt="Nuvem de tempestade." title="Nuvem de tempestade."><figcaption>Nuvem carregada avançando provocando fortes chuvas. Fonte: Adobe Stock.</figcaption></figure><p>No decorrer desta semana, o modelo de confiança da <strong>Meteored | Tempo.com</strong> indica <strong>mudanças no tempo</strong>. Várias regiões do país serão afetadas pela chegada de uma <strong>nova frente fria</strong>; a exceção, por enquanto, fica por conta da <strong>Região Nordeste</strong>.</p><div class="texto-destacado">Quer receber esta e outras informações sobre a previsão do tempo? <strong>Acompanhe o nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>A tendência para os próximos dias é que a frente fria que causou <strong>chuvas intensas</strong> e <strong>grandes acumulados</strong> sobre a <strong>Região Sul</strong> perca intensidade, mas ainda mantenha o <strong>tempo instável</strong> em alguns pontos do <strong>Espírito Santo</strong> e do <strong>sul da Bahia</strong>. Com isso, o Sul do Brasil deverá ter dias de <strong>sol</strong> e <strong>temperaturas elevadas</strong>, assim como áreas do <strong>Centro-Oeste</strong> e do <strong>Sudeste</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="766995" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/condicao-pre-frontal-causa-veranico-em-boa-parte-do-brasil-nesta-semana-entenda.html" title="Condição pré-frontal causa veranico em boa parte do Brasil nesta semana; entenda">Condição pré-frontal causa veranico em boa parte do Brasil nesta semana; entenda</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/condicao-pre-frontal-causa-veranico-em-boa-parte-do-brasil-nesta-semana-entenda.html" title="Condição pré-frontal causa veranico em boa parte do Brasil nesta semana; entenda"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/condicao-pre-frontal-causa-veranico-em-boa-parte-do-brasil-nesta-semana-entenda-1777843478171_320.jpg" alt="Condição pré-frontal causa veranico em boa parte do Brasil nesta semana; entenda"></a></article></aside><p>No entanto, o cenário começa a mudar a partir da noite de quarta-feira (7) e da madrugada de quinta-feira (8), com o alongamento de um <strong>sistema de baixa pressão</strong>, que provoca perturbações na atmosfera. Na sequência, essa baixa pressão se organiza e dá origem a uma <strong>nova frente fria</strong>, que avança pelo Sul do Brasil a partir de quinta-feira (8).</p><h2>Mudança no tempo ao longo da semana</h2><p>Com a formação dessa nova frente fria sobre o <strong>Uruguai</strong>, o padrão atmosférico muda ao longo dos primeiros dias de maio: o início da semana será de <strong>tempo firme e estável</strong>, enquanto o final terá <strong>chuvas de intensidade moderada a forte</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-intensa-mudanca-do-tempo-e-pode-atingir-ate-8-estados-1777913935469.jpg" data-image="vbdiwyfw23ab" alt="Rios atmosféricos." title="Rios atmosféricos."><figcaption>Corredor de umidade, também conhecido como "rios atmosféricos" presente em forte intensidade e dando suporte ao sistema frontal previsto a partir da próxima sexta-feira (8).</figcaption></figure><p>Além da chuva, há previsão de <strong>trovoadas</strong>, <strong>descargas elétricas</strong> e <strong>queda de granizo</strong>. Antes da chegada do sistema, na tarde de quinta-feira (8), há <strong>risco de rajadas de vento intensas</strong>, que podem superar os <strong>90 km/h</strong>, especialmente na porção central do <strong>Rio Grande do Sul</strong>.</p><p>Na sexta-feira (9), o tempo já muda no estado gaúcho, com previsão de <strong>chuvas desde a madrugada</strong>, variando de moderadas a fortes nas regiões oeste, Campanha e sul do estado. O suporte de um intenso corredor de umidade aumenta os riscos de chuvas intensas e tempestades na região.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-intensa-mudanca-do-tempo-e-pode-atingir-ate-8-estados-1777914020039.jpg" data-image="w49pe09n2j04" alt="Previsão de chuva." title="Previsão de chuva."><figcaption>Precipitação prevista para a manhã de sexta-feira (8).</figcaption></figure><p>Ainda durante a manhã, <strong>Santa Catarina</strong>, <strong>Paraná</strong> e <strong>Mato Grosso do Sul</strong> também serão impactados pelo avanço da frente fria, com aumento das <strong>instabilidades</strong>, principalmente no oeste desses estados. O <strong>oeste sul-mato-grossense</strong> apresenta maior potencial para <strong>tempestades</strong>, conforme indicam os dados de atividade elétrica.</p><p>Durante a tarde, a instabilidade se mantém com o avanço do sistema. As chuvas atingem o <strong>nordeste do Rio Grande do Sul</strong>, além do <strong>centro e oeste de Santa Catarina</strong>, <strong>sudoeste e oeste do Paraná</strong> e o <strong>sudoeste do Mato Grosso do Sul</strong>. Em toda essa área, permanece o <strong>alerta para chuvas intensas</strong>, com potencial para causar transtornos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-intensa-mudanca-do-tempo-e-pode-atingir-ate-8-estados-1777913977178.jpg" data-image="8a71gj197vhq" alt="Precipitação prevista para o sábado (9)." title="Precipitação prevista para o sábado (9)."><figcaption>Frente fria avança e muda o tempo em áreas do Sudeste, Centro-Oeste e Norte do Brasil.</figcaption></figure><p>A mudança no tempo deve atingir pelo menos <strong>oito estados</strong>: <strong>Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rondônia, Acre e São Paulo</strong>. Esses quatro últimos começam a sentir os efeitos a partir de sábado (10), véspera do <strong>Dia das Mães</strong>.</p><p>Contudo, como o centro de baixa pressão deve permanecer mais afastado da costa, a tendência é de que a frente fria perca força gradualmente. Ainda assim, serão registradas <strong>chuvas de fraca a moderada intensidade</strong>, com <strong>pancadas localmente fortes</strong>, que podem causar <strong>transtornos pontuais</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-intensa-mudanca-do-tempo-e-pode-atingir-ate-8-estados-1777914088359.jpg" data-image="s0v0yzg7iacs" alt="Anomalia em 850 hPa." title="Anomalia em 850 hPa."><figcaption>Anomalia de temperatura em 850 hPa, mostra avanço de ar frio após passagem de frente fria.</figcaption></figure><p>Além das chuvas, haverá <strong>queda nas temperaturas</strong> após a passagem do sistema frontal, com maior intensidade no <strong>Sul do Brasil</strong>. Esse resfriamento também deve alcançar o <strong>Mato Grosso do Sul</strong>, o <strong>extremo sul do Mato Grosso</strong> e <strong>São Paulo</strong>, à medida que o sistema avança.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-traz-intensa-mudanca-do-tempo-e-pode-atingir-ate-8-estados.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Plutão poderá recuperar o seu estatuto de planeta no sistema solar: o diretor da NASA reabre o debate]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/plutao-podera-recuperar-o-seu-estatuto-de-planeta-no-sistema-solar-o-diretor-da-nasa-reabre-o-debate.html</link><pubDate>Mon, 04 May 2026 15:33:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>A agência espacial norte-americana reabre um debate histórico sobre Plutão que poderá alterar o que se tem aprendido nas escolas nos últimos anos sobre o sistema solar.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/pluton-podria-volver-a-ser-planeta-la-nasa-reabre-el-debate-1777885919279.jpeg" data-image="vp80ozjy6nrj" alt="Plutón" title="Plutón"><figcaption>O debate sobre se Plutão deve voltar a ser considerado um planeta ressurge após o apoio da NASA. Novos estudos poderão alterar a classificação do sistema solar nos próximos anos.</figcaption></figure><p>O destino de Plutão volta a estar em cima da mesa. Décadas depois de ter perdido o seu estatuto de planeta, este pequeno mundo gelado reaparece no debate científico com uma força inesperada. <strong>A possibilidade de recuperar o seu antigo estatuto de planeta </strong>foi mencionada num contexto institucional fundamental.</p><p>Durante anos, Plutão fez parte do imaginário coletivo como o nono planeta. <strong>A sua história começou em 1930, quando foi detetado nos confins do sistema solar</strong>, após uma busca baseada em previsões teóricas. O seu nome, escolhido através de uma curiosa proposta popular, ficou para sempre ligado à mitologia clássica. Essa designação manteve-se durante gerações, fazendo parte dos livros escolares e da memória científica mundial.</p><div class="texto-destacado">Atualmente, Plutão continua a ser classificado como planeta anão. Qualquer eventual alteração dependerá da solidez das evidências científicas que a NASA conseguir reunir nos próximos anos.</div><p>No entanto, o consenso não era absoluto. <strong>Com o avanço da astronomia moderna, começaram a surgir dúvidas sobre o que deveria realmente ser considerado um planeta</strong>. A descoberta de novos corpos semelhantes em zonas distantes do Sistema Solar obrigou a repensar os critérios. A comunidade científica viu-se então confrontada com uma decisão complexa: manter a definição tradicional ou adaptá-la às novas descobertas.</p><h2>Plutão: por que perdeu o seu estatuto de planeta em 2006</h2><p>A redefinição chegou finalmente em 2006. Nessa altura, o organismo internacional responsável pelo estabelecimento de normas astronómicas <strong>introduziu novos requisitos para a classificação de um planeta</strong>. Não bastava orbitar o Sol e ter uma forma esférica; era também necessário dominar gravitacionalmente o seu ambiente orbital.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">NEWS : NASA CHIEF FIGHTS FOR PLUTO'S PLANET STATUS AGAIN!<br><br>NASA chief Jared Isaacman is igniting a passionate debate among space lovers, declaring his strong support for Pluto to regain its status as a bona fide planet. His statement signals a potential shift from the 2006 <a href="https://t.co/HC4VF7IQb8">pic.twitter.com/HC4VF7IQb8</a></p>— Stellar Frontier (@TheStellarFront) <a href="https://twitter.com/TheStellarFront/status/2051210286015619210?ref_src=twsrc%5Etfw">May 4, 2026</a></blockquote></figure><p>Esse ponto revelou-se determinante. Plutão partilha a sua trajetória com inúmeros objetos do Cinturão de Kuiper, o que impede que seja considerado dominante na sua órbita. <strong>Consequentemente, passou a integrar uma nova categoria: "planeta anão". Esta decisão gerou um grande debate</strong>, tanto no meio científico como na opinião pública.</p><p>Mas a mudança não terminou aqui. Na verdade, marcou o início de um debate que se mantém vivo até hoje. <strong>Alguns especialistas consideram que a definição adotada é demasiado restritiva</strong>. Outros acreditam que ela reflete melhor a diversidade dos corpos celestes que existem para além de Neptuno.</p><h2>A NASA e Plutão: novos sinais vindos dos Estados Unidos</h2><p>No que diz respeito a Plutão, algumas declarações recentes reacenderam o interesse por este "planeta anão". Durante uma audiência no Senado dos Estados Unidos,<strong> o administrador da NASA, Jared Isaacman, deixou clara a sua posição: "Sou totalmente a favor de que Plutão volte a ser considerado um planeta"</strong>. Esta declaração não passou despercebida.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/pluton-podria-volver-a-ser-planeta-la-nasa-reabre-el-debate-1777886060916.jpeg" data-image="zhbhah1km766" alt="Plutón" title="Plutón"><figcaption>A possível reclassificação de Plutão volta a ser tema de debate após novas declarações da NASA. O futuro do nono planeta dependerá do consenso científico e de novas investigações.</figcaption></figure><p>O responsável pela agência referiu ainda que estão a ser preparados estudos relacionados com este tema. Segundo explicou, <strong>a intenção é promover uma revisão no seio da comunidade científica</strong>. Embora o conteúdo desses trabalhos não tenha sido detalhado, este gesto indica que a questão da reintegração de Plutão como planeta volta a ser prioritária.</p><p>Não é a primeira vez que esta possibilidade é levantada dentro da NASA. <strong>Após a passagem da sonda New Horizons em 2015, alguns investigadores já defenderam a reabertura do debate</strong>. Aquela missão revelou dados surpreendentes sobre Plutão, incluindo características geológicas impressionantes.</p><h2>Plutão pode voltar a ser planeta: o que dizem os cientistas</h2><p>O principal argumento a favor do seu regresso baseia-se numa visão mais ampla do que define um planeta. Alguns especialistas consideram que a condição de "limpar a órbita" não deveria ser excludente. Nesta perspectiva, <strong>Plutão cumpre as características essenciais: orbita uma estrela e apresenta uma forma quase esférica</strong>.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">After a daring nine-year odyssey across nearly three billion miles of cold, silent space, NASAs New Horizons spacecraft finally came face-to-face with Pluto and what it revealed was nothing short of breathtaking.Far from the cold, dead rock everyone expected, Pluto emerged as <a href="https://t.co/cVDHE6zPIh">pic.twitter.com/cVDHE6zPIh</a></p>— Black Hole (@konstructivizm) <a href="https://twitter.com/konstructivizm/status/2050996560301891663?ref_src=twsrc%5Etfw">May 3, 2026</a></blockquote></figure><p>Além disso, a sua complexidade interna surpreendeu os especialistas. Apesar do seu tamanho reduzido, com cerca de 2 250 quilómetros de diâmetro, <strong>apresenta uma superfície ativa e muito variada</strong>. Estes elementos reforçam a ideia de que não se trata de um objeto insignificante no sistema solar.</p><p>Ainda assim, não existe consenso. Alterar o seu estatuto implicaria rever uma definição adotada a nível internacional. <strong>Isso requer uma série de acordos abrangentes e provas sólidas</strong>. Por enquanto, o debate continua em aberto, com posições opostas e sem uma resolução imediata à vista.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/plutao-podera-recuperar-o-seu-estatuto-de-planeta-no-sistema-solar-o-diretor-da-nasa-reabre-o-debate.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria traz risco de tempestades e rajadas superiores a 100 km/h nesta semana]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-traz-risco-de-tempestades-e-rajadas-superiores-a-100-km-h-nesta-semana.html</link><pubDate>Mon, 04 May 2026 13:25:03 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A região Sul do Brasil volta a entrar em alerta nesta semana com a chegada de uma nova frente fria. </p><ul><li>Mais informações: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/super-el-nino-pode-estar-mais-proximo-do-que-se-pensava.html" target="_blank">Super El Niño pode estar mais próximo do que se pensava </a></li></ul><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-risco-de-tempestades-e-rajadas-superiores-a-100-km-h-nesta-semana-1777899787814.png" data-image="bwxu5obfq99g" alt="O suporte de um rio atmosférico favorece tempestades severas com risco de granizo, e as rajadas de vento podem alcançar 100 km/h sobre o Rio Grande do Sul." title="O suporte de um rio atmosférico favorece tempestades severas com risco de granizo, e as rajadas de vento podem alcançar 100 km/h sobre o Rio Grande do Sul."><figcaption>O suporte de um rio atmosférico favorece tempestades severas com risco de granizo, e as rajadas de vento podem alcançar 100 km/h sobre o Rio Grande do Sul.</figcaption></figure><p>Com a passagem de uma<strong> </strong>frente fria, <strong>eventos extremos</strong> tomaram conta da <strong>região Sul </strong>do Brasil neste <strong>início de maio</strong>. Enquanto no Dia do Trabalhador (1) o Rio Grande do Sul vivenciou um episódio de <strong>chuvas extremas</strong>, com acumulados de 300 mm em 24 horas, no sábado (2) <strong>tempestades severas</strong> se formaram em Santa Catarina deixando muitos estragos, sendo que um <strong>possível tornado</strong> está sob investigação na Serra Catarinense. </p><p>Agora, a <strong>região Sul está em alerta para uma nova frente fria </strong>prevista para se formar entre quarta (6) e quinta-feira (7). A atuação de um intenso <strong>rio atmosférico</strong>, transportando calor e muita umidade da Amazônia em direção ao sul do continente, deve trazer uma <strong>nova rodada de tempestades seve</strong>ras com potencial de<strong> granizo </strong>e <strong>tornado. </strong>As <strong>rajadas de vento</strong> associadas ao deslocamento da frente fria podem superar <strong>100 km/h</strong>, trazendo<strong> riscos à população</strong>. Confira os detalhes.</p><h2>Rio atmosférico intenso favorece tempo severo</h2><p>O <strong>ciclone extratropical</strong> relacionado à nova frente fria está previsto para se formar <strong>entre a Argentina e o Uruguai</strong> ao longo da quinta-feira (7), onde as chuvas e tempestades devem ser mais intensas. </p><p>Contudo, neste mesmo dia, uma<strong> onda de tempestades severas</strong> deve afetar também o<strong> Sul </strong>do Brasil, principalmente nas <strong>regiões de fronteira do Rio Grande do Sul</strong>. Há elevado potencial para formação de<strong> granizo</strong> especialmente nas regiões <strong>Oeste, Campanha e Sul </strong>do estado gaúcho.</p><p>Entre<strong> quinta (6) e sexta-feira (7)</strong>, <strong>tempestades</strong> continuam se formando entre a metade oeste do <strong>Rio Grande do Sul</strong>, <strong>oeste</strong> de<strong> Santa Catarina e Paraná</strong> e também sobre o <strong>Mato Grosso do Sul </strong>(onde devem ser intensas na sexta).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-risco-de-tempestades-e-rajadas-superiores-a-100-km-h-nesta-semana-1777899827343.png" data-image="c1nzffihaka4" alt="Previsão de formação de ciclone (L) e tempestades severas para quinta-feira (7), segundo o ECMWF." title="Previsão de formação de ciclone (L) e tempestades severas para quinta-feira (7), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de formação de ciclone (L) e tempestades severas para quinta-feira (7), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>Um dos<strong> principais ingredientes</strong> para o tempo severo previsto é um<strong> intenso rio atmosférico</strong> que deve atuar a partir de quarta (6) e se fortalecer até sexta-feira (8). Um rio atmosférico é um<strong> corredor de umidade </strong>que transporta grandes volumes de<strong> vapor d’água da Amazônia</strong> em direção ao sul do continente.</p><p>Esse transporte está diretamente ligado ao<strong> Jato de Baixos Níveis da América do Sul</strong> (JBNAS), um escoamento intenso de ventos em baixos níveis a leste da Cordilheira dos Andes. Climatologicamente, o JBNAS começa a atuar de forma <strong>mais frequente e organizada </strong>sobre o <strong>Sul</strong> do Brasil <strong>a</strong><strong> partir de maio</strong>, justamente durante a transição para o inverno. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-risco-de-tempestades-e-rajadas-superiores-a-100-km-h-nesta-semana-1777899953038.png" data-image="5ofddq1078sd" alt="Previsão de rio atmosférico para sexta-feira (8), segundo o ECMWF." title="Previsão de rio atmosférico para sexta-feira (8), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de rio atmosférico para sexta-feira (8), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>A <strong>injeção de umidade e calor via JBNAS aumenta a instabilidade da atmosfera</strong>. Isso ocorre porque o ar quente e úmido favorece a formação de nuvens de tempestade mais intensas. Esse ambiente contribui para o aumento da energia disponível para convecção (CAPE). </p><p>De forma simples, o <strong>CAPE</strong> representa o <strong>“combustível” das tempestades</strong>. Quanto maior a CAPE, maior o potencial para correntes de ar ascendentes fortes, o que favorece a formação de temporais com chuva intensa, granizo e rajadas de vento. </p><p>Entre <strong>quarta (6) e quinta-feira (5)</strong> o <strong>CAPE</strong> está previsto alcançar<strong> níveis extremos</strong> sobre o<strong> Rio Grande do Sul </strong>e, além disso, a variação do vento com a altura (cisalhamento) também será <strong>favorável</strong> à ocorrência de <strong>tornados</strong>, especialmente na metade sul do estado.</p><h2>Rajadas de vento ultrapassam 100 km/h</h2><p>Conforme a<strong> frente fria avança </strong>ao longo da <strong>sexta-feira (8)</strong>, as <strong>rajadas </strong>de vento associadas serão intensas, entre<strong> </strong>70 e 100 km/h em uma faixa com orientação norte-sul entre Santa Catarina e o <strong>Rio Grande do Sul</strong>, podendo se aproximar ou <strong>superar 100 km/h</strong> no <strong>Centro</strong>, <strong>Sul</strong> e <strong>Nordeste</strong> do estado gaúcho.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-risco-de-tempestades-e-rajadas-superiores-a-100-km-h-nesta-semana-1777899984227.png" alt="Previsão de rajada de vento para sexta-feira (8), segundo o ECMWF." title="Previsão de rajada de vento para sexta-feira (8), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de rajada de vento para sexta-feira (8), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p><strong>Rajadas</strong> de vento da ordem de<strong> 100 km/h</strong> têm <strong>potencial</strong> para causar diversos impactos. Nessa intensidade, são comuns a<strong> queda de árvores</strong> e galhos de grande porte, além de <strong>interrupções no fornecimento de energia</strong> devido a danos em postes e linhas elétricas. </p><div class="texto-destacado">Quer receber esta e outras informações sobre a previsão do tempo? <strong>Acompanhe o nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Também podem ocorrer <strong>destelhamentos</strong>, com telhas e estruturas mais frágeis sendo arrancadas, enquanto objetos soltos podem ser arremessados, oferecendo <strong>risco à população.</strong> Placas, outdoors e outras<strong> estruturas leves </strong>também podem ser <strong>derrubadas</strong>, e, em áreas costeiras, o <strong>mar</strong> tende a ficar <strong>muito agitado</strong>, com possibilidade de ressaca. A partir da sexta-feira (8) as rajadas diminuem de intensidade, mas avançam sobre Santa Catarina, Paraná e São Paulo até sábado (9).</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-traz-risco-de-tempestades-e-rajadas-superiores-a-100-km-h-nesta-semana.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O estranho caso do 'tempo negativo' que foi observado em laboratório]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/o-estranho-caso-do-tempo-negativo-que-foi-observado-em-laboratorio.html</link><pubDate>Mon, 04 May 2026 10:13:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Experimento publicado na Physical Review Letters mostra que partículas podem apresentar tempos de interação efetivamente negativos.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-estranho-caso-do-tempo-negativo-que-foi-observado-em-laboratorio-1777841996692.png" data-image="khq34ggpk3uh" alt="Um novo estudo confirmou a existência de tempo negativo em experimentos controlados, mas isso não significa que seja possível voltar ao passado." title="Um novo estudo confirmou a existência de tempo negativo em experimentos controlados, mas isso não significa que seja possível voltar ao passado."><figcaption>Um novo estudo confirmou a existência de tempo negativo em experimentos controlados, mas isso não significa que seja possível voltar ao passado.</figcaption></figure><p>Na Física clássica, a noção de tempo está associada a uma direção conhecida como seta do tempo, que aponta do passado para o futuro. <strong>Esse comportamento está ligado ao aumento da entropia e, por isso, espera-se que intervalos de tempo sejam sempre positivos. </strong>No entanto, isso não é igual dentro da Mecânica Quântica onde o conceito de "tempo” é um pouco diferente do que de sistemas clássicos. Por causa disso, a ideia de “tempo negativo” acaba surgindo mesmo sendo contraintuitivo.</p><p>Na Mecânica Quântica, o tempo é um parâmetro que descreve a evolução do sistema e existem definições de tempo associadas a processos, como tempos de atraso, de permanência ou de travessia. <strong>Em certos contextos, essas quantidades podem assumir valores negativos, especialmente em fenômenos de interferência e espalhamento.</strong> O efeito de “tempo negativo” na Mecânica Quântica são consistentes com a Física quando corretamente interpretados.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="747076" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/a-descoberta-de-um-pequeno-chip-podera-tornar-a-computacao-quantica-mais-limpa-e-ecologica-do-que-nunca.html" title="A descoberta de um pequeno chip poderá tornar a computação quântica mais limpa e ecológica do que nunca">A descoberta de um pequeno chip poderá tornar a computação quântica mais limpa e ecológica do que nunca</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/a-descoberta-de-um-pequeno-chip-podera-tornar-a-computacao-quantica-mais-limpa-e-ecologica-do-que-nunca.html" title="A descoberta de um pequeno chip poderá tornar a computação quântica mais limpa e ecológica do que nunca"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/toiny-chip-discovery-could-make-quantum-computing-cleaner-and-greener-than-ever-1767189554792_320.png" alt="A descoberta de um pequeno chip poderá tornar a computação quântica mais limpa e ecológica do que nunca"></a></article></aside><p>Um experimento recente, publicado na<em> Physical Review Letters,</em> investigou um fenômeno conhecido desde a década de 1990 envolvendo a propagação de fótons. <strong>Em certos sistemas, medições indicam que os fótons podem apresentar tempos de atraso negativos ao atravessar uma região, sugerindo que eles saem antes de “entrar”. </strong>O experimento atual mostrou consistência entre diferentes medições, reforçando a validade do resultado. Apesar de parecer paradoxal, o fenômeno concorda com o que é esperando dentro da teoria.</p><h2>Fótons voltando no tempo</h2><p>Experimentos com fótons em alguns meios mostram comportamentos temporais que parecem contraintuitivos. <strong>Em um sistema típico, um pulso de luz atravessa uma nuvem de átomos de rubídio, que possuem níveis de energia ressonantes com a energia do fóton.</strong> Quando os níveis são ressonantes significa que a energia do fóton pode ser temporariamente absorvida pelos átomos e é reemitida. Esse processo sugere que o fóton “permanece” no meio por um certo tempo. Para que a ressonância ocorra, o fóton deve ter energia bem definida. </p><div class="texto-destacado">No entanto, pelo Princípio da Incerteza de Heisenberg, saber a exata energia de um fóton implica incerteza no tempo de sua passagem. Assim, instante exato de entrada não é bem definido, apenas seu valor médio.</div><p>Quando esses fótons interagem com a nuvem, a maioria é espalhada após transferir energia aos átomos, sendo reemitida em direções aleatórias. Uma pequena fração consegue atravessar o meio sem sofrer espalhamento. <strong>Ao analisar o tempo médio de chegada desses fótons, eles parecem chegar mais cedo do que o tempo previsto. </strong>Em média, isso corresponde a um “tempo de permanência” negativo dentro da nuvem. Essa interpretação sugere, de forma aparente, que o fóton teria saído antes de entrar. Esse comportamento já havia sido reportado em experimentos desde a década de 1990.</p><h2>Princípio de Heisenberg</h2><p>Todo esse experimento se baseia em algo chamado Princípio da Incerteza de Heisenberg que diz que existe um limite natural para o quanto podemos conhecer certas propriedades de uma partícula ao mesmo tempo. <strong>Esse limite não acontece por causa de instrumentos ou medições, é algo intrínseco da própria natureza. </strong>No mundo quântico, as partículas não têm valores completamente definidos para tudo ao mesmo tempo. Ou seja, esses valores simplesmente não existem de forma exata simultaneamente, apenas como probabilidades.</p><p>De forma mais intuitiva, isso significa que quanto mais você tenta “fixar” uma propriedade, mais a outra fica indefinida. <strong>Não importa o quão avançada seja a tecnologia ou o método usado, esse limite sempre estará presente. </strong>Isso acontece porque, no nível quântico, a própria ideia de uma partícula com propriedades bem definidas o tempo todo não se aplica. Em vez disso, as partículas se comportam de maneira probabilística até serem medidas. </p><h2>Novo estudo</h2><p>Um experimento recente investigou esse “tempo negativo” em sistemas quânticos utilizando fótons interagindo com uma nuvem de átomos. Para evitar perturbar o sistema, os pesquisadores usaram uma técnica de medição fraca, que permite extrair informação sem colapsar completamente o estado quântico. <strong>Em vez de medir diretamente o fóton, foi utilizado um feixe de laser fraco independente para sondar o estado dos átomos.</strong> Pequenas variações desse feixe indicavam se os átomos haviam sido excitados pela passagem do fóton.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/ErLHm-1c6I4/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=ErLHm-1c6I4" id="ErLHm-1c6I4"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>Os resultados mostraram que o tempo de permanência medido por essa técnica coincide exatamente com o “tempo negativo” inferido a partir do tempo médio de chegada dos fótons. Essa equivalência entre duas definições independentes de tempo foi inesperada. <strong>O fato de ambas as abordagens convergirem para o mesmo valor negativo sugere que o efeito possui uma base Física robusta. </strong>Ainda assim, não implica violação de causalidade ou viagem no tempo. </p><h2>Por que é impossível medir?</h2><p>Um outro problema que surge em experimentos de sistemas quânticos é a medição. <strong>Na Mecânica Quântica, medir diretamente a posição de fótons durante a interação com átomos perturba o sistema.</strong> Isso ocorre porque qualquer processo de medição altera o estado quântico do fóton e dos átomos. Ao tentar localizar o fóton dentro do meio, a medição modifica sua dinâmica de propagação. Como consequência, o próprio fenômeno deixa de existir na forma original. </p><p><strong>Por causa disso, não é possível acompanhar continuamente a trajetória de um fóton sem alterar o resultado do experimento. </strong>Com isso, o grupo se especializou em uma técnica que usa um processo que perturba o sistema de forma muito fraca e não causa um colapso como outras técnicas podem fazer. Ainda assim, essas abordagens fornecem apenas valores médios e não trajetórias bem definidas. </p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em>Angulo et al. 2026<a href="https://journals.aps.org/prl/abstract/10.1103/gjfq-k9dv" target="_blank"> Experimental Observation of Negative Weak Values for the Time Atoms Spend in the Excited State as a Photon Is Transmitted</a> Physical Review Letters</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/o-estranho-caso-do-tempo-negativo-que-foi-observado-em-laboratorio.html</guid><dc:creator><![CDATA[Roberta Duarte]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Zoológico grátis e pedalinho: conheça o parque a 20 minutos de São Paulo que é sucesso]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/zoologico-gratis-e-pedalinho-conheca-o-parque-a-20-minutos-de-sao-paulo-que-e-sucesso.html</link><pubDate>Mon, 04 May 2026 09:03:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>O Parque tem cerca de 373 mil m² de área total e é uma unidade de conservação da Mata Atlântica. Fica em São Bernardo do Campo e oferece zoológico gratuito e outras atrações como pedalinho e teleférico. Conheça mais aqui.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/zoologico-gratis-e-pedalinho-conheca-o-parque-a-20-minutos-de-sao-paulo-que-e-sucesso-1777832834378.jpg" data-image="53yl2puw8uy9"><figcaption>O Parque é um ponto turístico no ABC Paulista perfeito para uma viagem bate e volta para quem quer se divertir e conectar com a natureza. Crédito: Reprodução/Prefeitura de São Bernardo do Campo.</figcaption></figure><p>A cerca de <strong>20 minutos da capital paulista</strong> está um<strong> parque natural que oferece vários atrativos para a família em meio à natureza</strong>, sendo uma ótima opção de passeio ao ar livre para fazer em um final de semana.</p><p>Trata-se do<strong> Parque Natural Municipal Estoril</strong>, situado <strong>em São Bernardo do Campo</strong>, na Grande São Paulo. Está estrategicamente posicionado <strong>às margens da Represa Billings</strong>, no Riacho Grande.</p><div class="texto-destacado">Foi fundado em 1955, e em 2013 transformado na primeira Unidade de Conservação de São Bernardo do Campo para garantir a preservação da mata atlântica, da fauna e da represa Billings. </div><p>O local conta com <strong>teleférico</strong>, <strong>pedalinho</strong>, <em>stand up paddle</em> e caiaques, trilhas para caminhada e muito mais. Descubra tudo abaixo.</p><h2>Os atrativos do parque</h2><p>O Parque Estoril<strong> combina lazer e preservação ambiental</strong>, oferecendo uma <strong>infraestrutura completa para visitantes</strong> que desejam aproveitar a natureza. Conta com várias opções de atividades ao ar livre, como<strong>: teleférico, passeios de pedalinho na represa, stand up paddle, caiaque e trilhas ecológicas para caminhada</strong>.</p><p>O passeio no <strong>teleférico </strong>permite observar a vegetação e a represa Billings de um ponto elevado, proporcionando uma<strong> vista panorâmica da área verde</strong>. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/zoologico-gratis-e-pedalinho-conheca-o-parque-a-20-minutos-de-sao-paulo-que-e-sucesso-1777832845280.jpg" data-image="qj7yuwol9la8"><figcaption>Área de lazer do Parque Estoril. Crédito: Omar Matsumoto/PMSBC.</figcaption></figure><p> O <strong>Zoológico</strong>, que é <strong>gratuito</strong>, mantém<strong> cerca de 250 animais de diversas espécies</strong> da fauna brasileira, várias ameaçadas de extinção, como o lobo-guará, o cachorro-vinagre, o macaco-aranha-de- cara-vermelha, e a arara-azul. Destacam-se também a anta, os periquitos e o cateto. O espaço também se destaca por acolher animais vítimas do tráfico ilegal ou de maus-tratos, que agora recebem cuidados e um lar seguro.</p><p>O local também dispõe de <strong>área para piqueniques</strong>, <strong>playground</strong>, <strong>área de banho</strong>, <strong>estacionamento </strong>(pago) e <strong>barracas e quiosques de alimentação</strong> próximo a entrada.</p><p>É <strong>necessário pagar entrada</strong> no Parque Estoril, mas<strong> o valor é acessível</strong>: <strong>R$15,00 por pessoa (inteira)</strong> e R$7,50 (meia entrada). Entrada gratuita para morador com carteirinha do parque e Pessoa com transtorno do Espectro Autista (TEA). </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/zoologico-gratis-e-pedalinho-conheca-o-parque-a-20-minutos-de-sao-paulo-que-e-sucesso-1777832855004.jpg" data-image="hjpem5398x0n"><figcaption>Canoagem na represa Bilings no Parque Estoril. Crédito: Reprodução/Prefeitura de São Bernardo do Campo.</figcaption></figure><p>Outro atrativo do Parque Estoril é o <strong>Jardim Sensorial</strong>, um espaço voltado à educação ambiental e à experiência sensorial com a natureza. O local foi projetado para estimular os sentidos através de plantas aromáticas, texturas naturais e elementos que despertam a curiosidade dos visitantes. </p><p>E <strong>atenção</strong>, ao visitar o local é <strong>proibido</strong>:</p><ul><li>Utilizar aparelhos sonoros ou fazer barulho excessivo</li><li>Jogar bola ou pescar</li><li>Fazer churrasco ou fogueiras</li><li>Entrar com animais domésticos</li><li>Estacionar fora das áreas permitidas</li><li>Sujar ou danificar a vegetação</li></ul><p>Além de sua <strong>importância como área de lazer</strong>, o parque também possui grande <strong>valor ambiental</strong>, protegendo uma área significativa de Mata Atlântica e promovendo atividades de educação ambiental. </p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://vipzinho.com.br/parque-a-20-minutos-de-sao-paulo-tem-teleferico-pedalinho-e-ate-zoologico-gratuito-entrada-por-r15/" target="_blank">Parque a 20 minutos de São Paulo tem teleférico, pedalinho e até zoológico gratuito; entrada por R$15</a>. 25 de abril, 2026. Daher Junior.</em></p><p><em><a href="https://saopaulosecreto.com/parque-estoril-sbc/" target="_blank">Parque a 40 minutos de SP tem teleférico, pedalinho, caiaque e entrada custa apenas R$ 5</a>. 14 de setembro, 2024. Esther Miranda.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/zoologico-gratis-e-pedalinho-conheca-o-parque-a-20-minutos-de-sao-paulo-que-e-sucesso.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Estudo aponta possíveis sinais de uma galáxia extinta dentro da Via Láctea]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/estudo-aponta-possiveis-sinais-de-uma-galaxia-extinta-dentro-da-via-lactea.html</link><pubDate>Sun, 03 May 2026 23:09:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Evidências indicam que estrelas antigas vieram de uma galáxia anã que foi capturada pela Via Láctea.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/estudo-aponta-possiveis-sinais-de-uma-galaxia-extinta-dentro-da-via-lactea-1777755013324.png" data-image="8gy1icnbm1go" alt="Estrelas encontradas na Via Láctea podem ter origem em uma galáxia anã que foi capturada e incorporada no passado." title="Estrelas encontradas na Via Láctea podem ter origem em uma galáxia anã que foi capturada e incorporada no passado."><figcaption>Estrelas encontradas na Via Láctea podem ter origem em uma galáxia anã que foi capturada e incorporada no passado.</figcaption></figure><p>Em ambientes dominados por múltiplas galáxias, interações gravitacionais e fusões são processos comuns ao longo da evolução cósmica. <strong>Galáxias mais massivas tendem a capturar sistemas menores, como galáxias anãs, que caem em seu potencial gravitacional.</strong> Durante esse processo, forças de maré fragmentam o sistema menor, dispersando suas estrelas ao longo de correntes estelares. Essas estruturas permanecem como assinaturas dinâmicas e químicas no halo e no disco da galáxia hospedeira. </p><p>A Via Láctea já passou por diversas interações ao longo de sua história evolutiva. <strong>Entre os exemplos mais conhecidos estão as Nuvens de Magalhães, que orbitam e interagem gravitacionalmente com a galáxia, gerando perturbações no disco.</strong> No futuro, está prevista a fusão com a Galáxia de Andrômeda, que resultará na formação de uma galáxia elíptica massiva. Esse evento ocorrerá em bilhões de anos e representa um estágio avançado da evolução galáctica. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="754024" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/via-lactea-e-andromeda-revelado-por-que-as-duas-galaxias-que-deveriam-se-afastar-vao-sofrer-uma-colisao-cosmica.html" title="Via Láctea e Andrômeda: revelado por que as duas galáxias que deveriam se afastar vão sofrer uma 'colisão' cósmica">Via Láctea e Andrômeda: revelado por que as duas galáxias que deveriam se afastar vão sofrer uma "colisão" cósmica</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/via-lactea-e-andromeda-revelado-por-que-as-duas-galaxias-que-deveriam-se-afastar-vao-sofrer-uma-colisao-cosmica.html" title="Via Láctea e Andrômeda: revelado por que as duas galáxias que deveriam se afastar vão sofrer uma 'colisão' cósmica"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/la-via-lactea-y-andromeda-revelan-por-que-dos-galaxian-que-deberian-alejarse-van-a-sufrir-un-choque-cosmico-1770750292660_320.png" alt="Via Láctea e Andrômeda: revelado por que as duas galáxias que deveriam se afastar vão sofrer uma 'colisão' cósmica"></a></article></aside><p>Recentemente, um novo estudo mostrou novas evidências que sugerem que a Via Láctea pode ter engolido uma galáxia anã, chamada de Loki, cujos remanescentes estelares ainda são observáveis hoje. <strong>As estrelas associadas apresentam características químicas e dinâmicas distintas das formadas na Via Láctea.</strong> Muitas delas ocupam órbitas achatadas próximas ao plano galáctico, indicando um processo de redistribuição após a fusão. A análise desse grupo reforça a ideia de que parte das estrelas próximas pode ter origem extragaláctica. </p><h2>Interações galácticas</h2><p><strong>Interações galácticas são governadas pela gravidade e ocorrem quando galáxias se aproximam o suficiente para influenciar mutuamente suas estruturas. </strong>Durante esses encontros, forças de maré redistribuem estrelas, gás e matéria escura, formando caudas de maré e correntes estelares. A compressão do gás pode desencadear surtos de formação estelar e até alimentar buracos negros supermassivos no centro. </p><div class="texto-destacado">Ao longo de bilhões de anos, esses processos podem transformar a morfologia galáctica, como discos evoluindo para sistemas mais esferoidais.</div><p>A Via Láctea apresenta evidências de interações passadas e atuais, especialmente com as Nuvens de Magalhães, que perturbam seu halo e disco. <strong>No futuro, a interação que irá afetar mais a estrutura da nossa Galáxia será com a galáxia de Andrômeda.</strong> Esse encontro resultará em uma fusão galáctica em bilhões de anos, com redistribuição de estrelas e gás em grande escala. O sistema final deverá evoluir para uma galáxia elíptica massiva. </p><h2>Estrelas que não podem ser explicadas</h2><p>Em Astronomia, elementos mais pesados que hidrogênio e hélio são chamados de “metais”, e estrelas pobres nesses elementos são consideradas relíquias do Universo jovem. <strong>Essas estrelas de baixa metalicidade se formaram antes que gerações de supernovas enriquecessem o meio interestelar com elementos pesados</strong>. Por isso, preservam assinaturas químicas das primeiras fases de formação estelar. </p><p>Modelos de formação da Via Láctea indicam que estrelas antigas e pobres em metais deveriam estar predominantemente no halo galáctico. <strong>Contudo, observações mostram que uma fração dessas estrelas se encontra em órbitas próximas ao plano galáctico, onde domina o disco.</strong> A presença dessas estrelas em regiões internas sugere processos dinâmicos adicionais, como migração radial ou fusões passadas com galáxias anãs. </p><h2>A galáxia perdida</h2><p>Para resolver esse problema, um grupo de astrônomos estudou cerca de 20 estrelas com essas propriedades. <strong>Com a análise, eles concluíram que é possível que a Via Láctea possa ter incorporado no passado uma galáxia anã, apelidada de “Loki”. </strong>Os pesquisadores analisaram um conjunto de estrelas próximas ao Sistema Solar com órbitas excêntricas e confinadas ao plano galáctico. Embora pareçam semelhantes a estrelas pobres em metais do halo, essas estrelas exibem padrões químicos parecidos entre si. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/estudo-aponta-possiveis-sinais-de-uma-galaxia-extinta-dentro-da-via-lactea-1777754941045.png" data-image="bprjlkgbnszd" alt="Ainda é cedo para confirmar essa hipótese, já que essas estrelas também podem pertencer ao halo galáctico. Crédito: Harvard University" title="Ainda é cedo para confirmar essa hipótese, já que essas estrelas também podem pertencer ao halo galáctico. Crédito: Harvard University"><figcaption>Ainda é cedo para confirmar essa hipótese, já que essas estrelas também podem pertencer ao halo galáctico. Crédito: Harvard University</figcaption></figure><p>Essa homogeneidade sugere que não pertencem a uma população aleatória do halo galáctico. Em vez disso, indicam uma origem em um mesmo ambiente. <strong>Modelos dinâmicos indicam que uma galáxia anã poderia explicar a distribuição orbital e química observada.</strong> Durante a fase inicial de formação da Via Láctea, a captura de um sistema desse tipo poderia dispersar suas estrelas em órbitas tanto prógradas quanto retrógradas próximas ao plano. </p><h2>Novas análises</h2><p>Apesar das evidências iniciais, ainda é cedo afirmar que a Via Láctea incorporou uma galáxia anã como a galáxia hipotética “Loki”. A principal limitação está em poucas estrelas que foram analisadas. Amostras pequenas são mais suscetíveis a vieses observacionais e flutuações estatísticas. <strong>Embora os padrões químicos e dinâmicos observados já indiquem uma direção, eles ainda não constituem evidência robusta por si sós.</strong> Além disso, populações estelares do halo podem apresentar subestruturas.</p><p><strong>Para consolidar a existência de uma galáxia progenitora como “Loki”, é necessário expandir o número de estrelas analisadas. </strong>Novos levantamentos espectroscópicos e astrométricos podem aumentar a amostra e permitir testes mais rigorosos. A identificação de um grupo maior com assinaturas químicas consistentes reforçaria a hipótese de origem comum. Além disso, a análise de órbitas em grande escala ajudaria a mapear a distribuição dinâmica dessa possível população. </p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em>Sestito et al. 2026<a href="https://academic.oup.com/mnras/article/548/2/stag563/8537783?login=false" target="_blank"> An ancient system hidden in the Galactic plane?</a> Monthly Notices of the Royal Astronomical Society</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/estudo-aponta-possiveis-sinais-de-uma-galaxia-extinta-dentro-da-via-lactea.html</guid><dc:creator><![CDATA[Roberta Duarte]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Condição pré-frontal causa veranico em boa parte do Brasil nesta semana; entenda]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/condicao-pre-frontal-causa-veranico-em-boa-parte-do-brasil-nesta-semana-entenda.html</link><pubDate>Sun, 03 May 2026 21:32:05 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Temperaturas voltam a ficar acima da média na semana, com veranico se estabelecendo em boa parte do Brasil. As temperaturas diárias podem atingir valores 10°C acima da média.</p><ul><li>Mais previsão: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-avanca-com-frio-risco-de-novas-tempestades-e-ventos-intensos-nesta-semana.html">Frente fria avança com frio, risco de novas tempestades e ventos intensos nesta semana</a> </li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xa7z65c"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xa7z65c.jpg" id="xa7z65c"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Uma frente fria se forma e avança pelo centro-sul do Brasil nesta semana. Esse processo vai favorecer uma breve mudança de padrão através do aumento das temperaturas em boa parte do Brasil.</p><p>Devido a presença dos sistemas de chuvas no Sul do Brasil,<strong> a circulação dos ventos muda e passa a favorecer os escoamentos de quadrante norte</strong>. Quando o ar quente predomina no centro-norte do Brasil, e isso é visto nos mapas de previsão para os próximos com temperaturas máximas de quase 40°C, <strong>esse calor chega a ser transportado pelos ventos até o centro-sul do país</strong>. Isso aumenta as temperaturas ao longo do dia o que pode provocar temperaturas acima dos 30°C que, nesta época do ano, são patamares acima da média ou que normalmente são observados na maioria dos anos. </p><div class="texto-destacado"> Quer receber esta e outras informações sobre a previsão do tempo? <strong>Acompanhe o nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p>Vale ressaltar que <strong>não se trata de algo extremo,</strong> que possa fazer as temperaturas no Sul do Brasil atingirem 40°C, mas que traz uma condição atípica, acima da média, que podemos classificar de veranico se for persistente por no mínimo 3 a 5 dias.</p><h2>O que esperar das temperaturas?</h2><p>O ganho térmico se inicia de fato na terça-feira (5), quando o escoamento de norte começa a tomar forma ocorre pelo oeste do Brasil. Assim, <strong>as temperaturas máximas já atingem os 30°C</strong> e valores próximos em várias regiões do Sul, como praticamente todo o Rio Grande do Sul, com exceção do sul e nordeste do estado, como o extremo sul, oeste e norte de Santa Catarina, o oeste, noroeste e norte do Paraná. No Mato Grosso do Sul, <strong>as máximas variam de 21 a 34°C</strong> e, no Sudeste, <strong>vão de 27 aos 33°C</strong> no estado de São Paulo e de 27 aos 30°C no restante da Região, com exceção do sul e sudeste de Minas Gerais, região da Serra da Mantiqueira e Serrana do Rio. <strong>O Interessante são as temperaturas no Mato Grosso de 36°C.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/condicao-pre-frontal-causa-veranico-em-boa-parte-do-brasil-nesta-semana-entenda-1777842728309.jpg" data-image="5fye9nalmcv2" alt="veranico" title="veranico"><figcaption>Anomalia de temperatura e direção dos ventos para a tarde da terça-feira, 3 de maio.</figcaption></figure><p>Ao longo dos próximos dias, essa condição vai se intensificando, principalmente a partir da quinta-feira (7), quando o padrão pré-frontal é mais evidente, mas não há tanto ganho térmico. <strong>A circulação dos ventos em boa parte do Brasil é predominantemente de norte</strong>. No Rio Grande do Sul, as temperaturas batem os 30°C na região Central, Norte e Leste; em Santa Catarina não extrapolam, mas atingem os 27°C em boa parte e os 31°C no extremo sul; no Paraná, as máximas atingem no máximos os 30°C no oeste e noroeste. Patamares acima dos 30°C podem ocorrer em todo o estado de São Paulo, parte de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, e no Centro-Oeste.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/condicao-pre-frontal-causa-veranico-em-boa-parte-do-brasil-nesta-semana-entenda-1777842751402.jpg" data-image="xd5zzxbczfnk" alt="veranico" title="veranico"><figcaption>Anomalia de temperatura e direção dos ventos para a tarde da quarta-feira, 4 de maio.</figcaption></figure><p>Portanto, não se trata de nada extremo, mas sim de temperaturas acima da média para o período. No entanto, <strong>esse transporte de ar quente funciona como um combustível para as instabilidades</strong> provocadas pela presença da frente fria que avança, potencializando o risco de chuvas intensas e de tempestades severas.</p><figure class="video-dailymotion"><div id="player-xa7z744"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xa7z744.jpg" id="xa7z744"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Além disso, em virtude do efeito topográfico, a porção central do Rio Grande do Sul pode sofrer com rajadas de vento mais quente e intensas, que <strong>podem chegar aos 100 km/h antes da chegada da frente fria</strong>. Essa condição muitas vezes não é prevista pelos modelos de previsão que acabam subestimando a velocidade do vento.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/condicao-pre-frontal-causa-veranico-em-boa-parte-do-brasil-nesta-semana-entenda.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Excesso de sal: Brasil pode evitar 63 mil mortes cardiovasculares até 2038]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/excesso-de-sal-brasil-pode-evitar-63-mil-mortes-cardiovasculares-ate.html</link><pubDate>Sun, 03 May 2026 20:21:33 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Estudo projeta que políticas mais fortes para reduzir o sal no Brasil poderiam evitar milhares de casos de infarto e AVC até 2038, com maior impacto no uso de sal enriquecido com potássio.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/excesso-de-sal-brasil-pode-evitar-63-mil-mortes-cardiovasculares-ate-1777669229063.jpg" data-image="zgrtiofyn9l2" alt="sal, pressão, excesso" title="sal, pressão, excesso"><figcaption>O consumo excessivo de sal segue como um dos principais fatores associados à pressão alta e ao risco cardiovascular no Brasil.</figcaption></figure><p>O sal está presente em quase todas as cozinhas brasileiras, mas o consumo excessivo continua sendo um problema silencioso para a saúde pública. <strong>Um novo estudo estima que estratégias mais fortes para reduzir o sal na alimentação poderiam evitar milhares de casos de doenças</strong> cardiovasculares no Brasil nas próximas duas décadas. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Segundo o artigo, adultos brasileiros consomem em média 9,3 gramas de sal por dia, quase o dobro do limite máximo recomendado pela Organização Mundial da Saúde, de 5 gramas diárias. <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>O excesso está associado ao aumento da pressão arterial, que por sua vez eleva o risco de infarto, AVC e outras doenças cardiovasculares. </p><h2>Menos sal pode aliviar o coração e o SUS </h2><p>A pesquisa usou um modelo de microsimulação para estimar o impacto de diferentes políticas de redução de sal entre 2019 e 2038. <strong>Na prática, os autores compararam o que poderia acontecer se o país mantivesse apenas as metas voluntárias atuais ou adotasse medidas mais amplas</strong>, como limites obrigatórios de sódio, alertas frontais nas embalagens e sal de mesa com parte do sódio substituída por potássio.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/excesso-de-sal-brasil-pode-evitar-63-mil-mortes-cardiovasculares-ate-1777669429556.jpg" data-image="9uiiddvgxx7e" alt="sal, doença" title="sal, doença"><figcaption>Reduzir o sal na alimentação pode prevenir doenças cardiovasculares e diminuir custos com tratamentos no sistema de saúde.</figcaption></figure><p>Os resultados indicam que manter as metas voluntárias atuais já teria algum efeito, com cerca de 280 mil casos cardiovasculares e 5,7 mil mortes evitadas ou adiadas. Mas políticas mais fortes teriam impacto maior: <strong>limites obrigatórios para o sal em alimentos industrializados poderiam evitar 590 mil casos cardiovasculares e cerca de 12 mil mortes </strong>no período analisado. </p><h2>O maior impacto aparece com o sal enriquecido com potássio </h2><p>Entre os cenários avaliados, <strong>o uso universal de sal de mesa com 10% de potássio foi o que apresentou maior benefício potencial.</strong> De acordo com o estudo, essa substituição, combinada à manutenção das metas voluntárias, poderia evitar ou adiar aproximadamente 870 mil casos cardiovasculares e 63 mil mortes por doenças cardiovasculares até 2038. </p><div class="texto-destacado">Esse tipo de sal reduz a ingestão de sódio e aumenta a de potássio, combinação associada a benefícios para a pressão arterial. </div><p><strong>Ainda assim, os autores destacam que qualquer mudança ampla desse tipo precisa ser planejada e monitorada</strong>, especialmente por causa de pessoas com doenças renais ou risco de alteração nos níveis de potássio no sangue.</p><p>Os principais cenários analisados foram:</p><ul> <li><strong>manutenção das metas voluntárias atuais para alimentos industrializados;</strong></li> <li>limites obrigatórios mais rígidos de sódio em produtos processados e ultraprocessados;</li> <li><strong>alertas frontais nas embalagens para excesso de sódio;</strong></li> <li>uso de sal de mesa com 10% de potássio.</li> </ul><h2>Embalagens e indústria entram no centro da discussão </h2><p>O estudo também mostra que a redução do sal não depende apenas da escolha individual. <strong>No Brasil, mais de 55% do sal consumido ainda vem do sal de mesa, mas quase 40% já vem de alimentos industrializados</strong>. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Isso torna importante agir em duas frentes: orientar o consumidor e reduzir o teor de sódio nos produtos disponíveis nas prateleiras. <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Para os autores, <strong>medidas obrigatórias tendem a ser mais efetivas do que acordos voluntários,</strong> porque alcançam todo o mercado e criam mecanismos mais fortes de cumprimento. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="757086" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/bacterias-do-bem-e-microbioma-vegetal-o-novo-defensivo-contra-doencas-nas-plantas.html" title="Bactérias “do bem” e microbioma vegetal: o novo defensivo contra doenças nas plantas">Bactérias “do bem” e microbioma vegetal: o novo defensivo contra doenças nas plantas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/bacterias-do-bem-e-microbioma-vegetal-o-novo-defensivo-contra-doencas-nas-plantas.html" title="Bactérias “do bem” e microbioma vegetal: o novo defensivo contra doenças nas plantas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/bacterias-do-bem-e-microbioma-vegetal-o-novo-defensivo-contra-doencas-nas-plantas-1772671984306_320.jpg" alt="Bactérias “do bem” e microbioma vegetal: o novo defensivo contra doenças nas plantas"></a></article></aside><p>Além dos ganhos em saúde, <strong>o estudo estima economias expressivas em tratamentos de infarto e AVC, chegando a cerca de $ 2,2 bilhões no cenário do sal com potássio</strong>. Em um país onde doenças cardiovasculares pesam sobre famílias e sobre o SUS, reduzir o sal pode ser uma das formas mais diretas de prevenir mortes evitáveis. </p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em><a href="https://doi.org/10.1038/s41598-026-49991-1" target="_blank">Estimated health and economic effects of different salt reduction strategies on cardiovascular disease in Brazil: a microsimulation analysis</a>. 30 de abril, 2026. Nilson, E.A.F., Pearson-Stuttard, J., Collins, B. et al. </em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/excesso-de-sal-brasil-pode-evitar-63-mil-mortes-cardiovasculares-ate.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Novo estudo explica: por que é que acordamos às 3 da manhã?]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/novo-estudo-explica-porque-e-que-acordamos-as-3-da-manha.html</link><pubDate>Sun, 03 May 2026 18:08:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Acordar a meio da noite e os pensamentos começam imediatamente a dar voltas na cabeça. Muitos temem que o seu sono esteja perturbado. No entanto, muitas vezes acontece exatamente o contrário.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/neue-studie-erklart-warum-wir-um-03-00-uhr-nachts-aufwachen-1777277752718.jpeg" alt="schlaf, nachts, menschen" title="schlaf, nachts, menschen"><figcaption>Por que é que, às vezes, acordamos às 3 da manhã?</figcaption></figure><p>Um rápido olhar para o relógio: são 3h15 e já não há como voltar a dormir. Muitas pessoas conhecem este fenómeno. Rapidamente surge a preocupação de que algo não esteja bem. No entanto, segundo estudos da Universidade de Warwick, <strong>acordar durante a noite não é, em princípio, motivo de preocupação</strong>. Isto porque o sono não decorre de forma uniforme. Em vez disso, o nosso cérebro passa por vários ciclos por noite, cada um com uma duração de cerca de 90 a 110 minutos.</p><p>Dentro destas fases, alternam-se o sono profundo, o sono leve e as fases de sonho. <strong>No final de um desses ciclos, o sono torna-se automaticamente mais leve</strong>. É precisamente nesse momento que a probabilidade de acordar brevemente é maior. E isso acontece com especial frequência nas primeiras horas da manhã. Nessa altura, a percentagem de sono profundo já está a diminuir e o corpo prepara-se lentamente para acordar.<strong> As breves fases de vigília são, portanto, uma parte perfeitamente normal do sono</strong>.</p><h2>Quando acordar durante a noite pode tornar-se um problema</h2><p>No entanto, é importante fazer a distinção: não é o fato de acordar em si que é problemático, mas sim o que acontece a seguir.<strong> De acordo com a Sociedade Alemã de Investigação e Medicina do Sono, cerca de uma em cada cinco pessoas sofre de dificuldades em adormecer ou em manter o sono</strong>. A situação torna-se crítica sobretudo quando, após acordar, já não se consegue voltar a adormecer.</p><p>Aqui, um fator desempenha um papel central: o stress. <strong>Nas primeiras horas da manhã, o nível da hormona cortisol aumenta no corpo</strong>. Este processo faz sentido do ponto de vista biológico, uma vez que prepara o organismo para o dia. <strong>No entanto, em pessoas que se encontram sob tensão, este aumento pode fazer com que fiquem completamente acordadas</strong> e não consigam voltar a adormecer.</p><h3>Quando os pensamentos dominam a noite e causam inquietação</h3><p>Para além dos processos físicos, a psique também desempenha um papel decisivo. <strong>A preocupação é uma das causas mais frequentes dos problemas de sono</strong>. Sem distrações externas, os pensamentos ganham intensidade durante a noite.</p><p>A <em>Techniker Krankenkasse</em> (seguradora de saúde alemã) descreve que, no silêncio da noite, os círculos viciosos de pensamentos ganham vida própria com especial facilidade. <strong>Preocupações, listas de tarefas ou problemas por resolver vêm à tona e são difíceis de parar</strong>. Isso faz com que o corpo esteja cansado, mas a mente permaneça ativa.</p><h2>Estes hábitos quotidianos perturbam o sono</h2><p>O estilo de vida também tem uma influência considerável na qualidade do sono. <strong>A cafeína, por exemplo, tem frequentemente um efeito mais duradouro do que muitos pensam</strong>. Mesmo quando consumida à tarde, pode prejudicar o sono durante a noite.</p><p><strong>O álcool, por sua vez, embora ajude a adormecer, faz com que o sono na segunda metade da noite se torne mais agitado</strong>. A isso juntam-se fatores como horários de sono irregulares, <strong>utilização intensiva de telas à noite ou um ambiente desfavorável no quarto</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="[object Object]" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><span class="encabezado"><h5 class="titular s"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/cha-que-combate-a-ansiedade-e-melhora-a-qualidade-do-sono-beneficios-e-preparo.html" title="Chá que combate a ansiedade e melhora a qualidade do sono: benefícios e preparo">Chá que combate a ansiedade e melhora a qualidade do sono: benefícios e preparo</a></h5></span><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/cha-que-combate-a-ansiedade-e-melhora-a-qualidade-do-sono-beneficios-e-preparo.html" title="Chá que combate a ansiedade e melhora a qualidade do sono: benefícios e preparo"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-te-que-combate-la-ansiedad-y-mejora-la-calidad-del-sueno-beneficios-y-preparacion-1740026253740_320.jpg" alt="Chá que combate a ansiedade e melhora a qualidade do sono: benefícios e preparo"></a></article></aside><p>Quem fica acordado à noite com frequência pode, além disso, entrar num ciclo vicioso. O cérebro começa a associar a cama não mais ao descanso, mas sim à vigília e à tensão. <strong>Até mesmo o simples ato de olhar para o relógio pode reforçar este efeito e criar pressão adicional</strong>.</p><h3>O que realmente ajuda a dormir melhor</h3><p>Para estabilizar o sono, os especialistas apostam sobretudo em estratégias simples, mas eficazes. Uma das mais importantes <strong>é um ritmo fixo</strong>. Quem se levanta todos os dias à mesma hora — independentemente de como foi a noite — ajuda o seu relógio biológico a regular-se a longo prazo. Igualmente decisivo é o modo como se lida com as noites em que não se consegue dormir.</p><p><strong>Em vez de ficar a revirar-se na cama, pode fazer sentido levantar-se por uns instantes</strong>.<strong> </strong>Este método tem origem na terapia do sono e visa evitar que a cama seja associada ao stress.<strong> Só quando a sonolência voltar é que se deve voltar para a cama</strong>.</p><p>A forma de lidar com os pensamentos também pode ser influenciada ativamente. Técnicas de relaxamento, como exercícios de respiração ou meditação, podem ajudar a acalmar a mente. <strong>Algumas pessoas também beneficiam de escrever os seus pensamentos, para aliviar a mente</strong>. Por último, mas não menos importante, vale a pena analisar os próprios hábitos. <strong>Menos cafeína à tarde e um consumo consciente de álcool podem melhorar significativamente a qualidade do sono</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/novo-estudo-explica-porque-e-que-acordamos-as-3-da-manha.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria avança com frio, risco de novas tempestades e ventos intensos nesta semana]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-avanca-com-frio-risco-de-novas-tempestades-e-ventos-intensos-nesta-semana.html</link><pubDate>Sun, 03 May 2026 16:12:15 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma nova frente fria chega ao Brasil nesta semana e traz intensa mudança do tempo com queda nas temperaturas, chuvas intensas e risco de tempestades. Confira a previsão.</p><ul><li>Mais informações: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/super-el-nino-pode-estar-mais-proximo-do-que-se-pensava.html">Super El Niño pode estar mais próximo do que se pensava</a> </li></ul><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-avanca-com-frio-risco-de-novas-tempestades-e-ventos-intensos-nesta-semana-1777824147933.jpg" data-image="1odabbhzxcbf" alt="alerta de tempestades frente fria" title="alerta de tempestades frente fria"><figcaption>Uma nova frente fria chega ao Brasil nesta semana e traz intensa mudança do tempo com queda nas temperaturas, chuvas intensas e risco de tempestades.</figcaption></figure><p>Após a formação e avanço de uma frente fria no último feriado do dia 1º de maio, que trouxe<strong> chuvas intensas, volumes extremos e ocorrência de tornado</strong> na Região Sul, um novo sistema frontal chega ao Brasil neste semana.</p><p><strong>Haverá dias de tempo mais firme</strong> até a formação de atuação desta nova frente fria, que passa a atuar no país a partir da quinta-feira (7). Assim, trata-se das primeiras impressões deste evento, ou seja, de uma tendência da previsão, podendo sofrer alterações da intensidade e de áreas de atuação em pontos específicos. No entanto, a formação e o avanço do sistema vão ocorrer.</p><h2>O que esperar da frente fria hoje</h2><p>A formação da frente fria acontece na noite da quarta-feira (6) e durante a madrugada da quinta-feira (7), <strong>desta vez sobre o Uruguai e influenciando posteriormente o Rio Grande do Sul</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-avanca-com-frio-risco-de-novas-tempestades-e-ventos-intensos-nesta-semana-1777822357061.jpg" data-image="az5015l6wrwl" alt="previsão do tempo" title="previsão do tempo"><figcaption>Previsão de chuva e pressão para a madrugada da quinta-feira, 7 de maio.</figcaption></figure><p>No início da manhã da quinta-feira (7), já há <strong>alertas de tempestades nas regiões de fronteira do Rio Grande do Sul das regiões Oeste, Campanha e Sul</strong>. Devido à proximidade do sistema, os ventos de norte podem ganhar força e provocar intensas <strong>rajadas de vento que podem atingir os 90 km/h na região Central</strong>.</p><div class="texto-destacado"> Quer receber esta e outras informações sobre a previsão do tempo? <strong>Acompanhe o nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p>Ao longo da manhã, a frente fria avança e <strong>leva o risco de chuvas intensas e de tempestades severas para a metade sul, com exceção da região metropolitana de Porto Alegre</strong>. Devido ao deslocamento, os ventos aumentam no território gaúcho e podem provocar estragos. Essa condição se mantém até a primeira metade da tarde, o que favorece o aumento das temperaturas no território gaúcho, <strong>aumentando o risco de tempestades severas</strong>. No restante do centro-sul o tempo firme predomina.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-avanca-com-frio-risco-de-novas-tempestades-e-ventos-intensos-nesta-semana-1777822367931.jpg" data-image="wuz31uvikm0b" alt="previsão do tempo" title="previsão do tempo"><figcaption>Previsão de chuva e pressão para a manhã da quinta-feira, 7 de maio.</figcaption></figure><p><strong>Mais para o fim da tarde e início da noite</strong>, a frente fria avança mais pelo Rio Grande do Sul e deixa em <strong>alerta as Missões, a região Central, o Sudeste, porção sul do Norte e a região metropolitana de Porto Alegre</strong> para o riscos e chuvas fortes, intensas rajadas de ventos e tempestades, que podem ocorrer com severidade.</p><p><strong>No período da noite da quinta-feira (7)</strong>, o sistema perde força, mas as chuvas ainda levam riscos para a metade norte do Rio Grande do Sul e contribui para a formação de instabilidades no extremo oeste de Santa Catarina, do Paraná e do Mato Grosso do Sul. Além disso, <strong>a massa de ar frio já consegue baixas as temperaturas no sul e oeste gaúchos.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-avanca-com-frio-risco-de-novas-tempestades-e-ventos-intensos-nesta-semana-1777822378696.jpg" data-image="vatq54fyvgvh" alt="frente fria" title="frente fria"><figcaption>Previsão de chuva e pressão para o fim da tarde da quinta-feira, 7 de maio.</figcaption></figure><p><strong>Na sexta-feira (8</strong>), a frente fria continua o seu avanço e passa a muda o tempo e mais regiões dos estados do Sul e do Mato Grosso do Sul. No período da manhã, há previsão de<strong> chuvas de até forte intensidade e risco de tempestades pontuais</strong> no norte e nordeste do Rio Grande do Sul, no sul e meio oeste de Santa Catarina, no sul e oeste do Paraná, no sul, oeste e centro do Mato Grosso do Sul. Na porção central e norte do Paraná, <strong>há previsão de chuva fraca ou chuvisco</strong>. Essa condição se mantém ao longo da tarde, com possibilidade de aumento da intensidade das chuvas e, consequentemente, <strong>maior risco de tempestades e de chuvas intensas</strong>. Chuvas podem ocorrer de forma pontual no norte de Santa Catarina e no oeste do Mato Grosso do Sul.</p><p><strong>No período da noite, o risco de chuvas intensas e de tempestade severas aumenta</strong> no estado de Santa Catarina, no oeste do Paraná e no Mato Grosso do Sul. Norte catarinense e o leste e norte do Paraná não estão sob alerta.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-avanca-com-frio-risco-de-novas-tempestades-e-ventos-intensos-nesta-semana-1777822567061.jpg" data-image="v995bxj2eqaw" alt="frente fria" title="frente fria"><figcaption>Previsão de chuva e pressão para a noite da sexta-feira, 8 de maio.</figcaption></figure><p>Devido ao avanço da frente fria, <strong>a massa de ar frio passa a atuar em todo o Rio Grande do Sul, trazendo frio abaixo dos 10°C no período da noite</strong> para todo território gaúcho. Apesar das chuvas, os ventos de sul conseguem baixar as temperaturas no sul, centro e oeste catarinenses.</p><p>O sistema avança perdendo força no fim de semana, atuando de forma costeira no Sudeste no domingo (10). No entanto, <strong>ainda há risco de chuvas intensas e de tempestades sobre o Paraná, Mato Grosso do Sul e o oeste de São Paulo</strong> na madrugada e início da manhã do sábado (9). Após isso, a massa de ar frio se espalha por todo o centro-sul, com ventos de sul chegando à região Norte.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-avanca-com-frio-risco-de-novas-tempestades-e-ventos-intensos-nesta-semana.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Maio 2026: Observadores poderão acompanhar chuva de meteoros e duas luas cheias no mesmo mês]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/maio-2026-observadores-poderao-acompanhar-chuva-de-meteoros-e-duas-luas-cheias-no-mesmo-mes.html</link><pubDate>Sun, 03 May 2026 14:40:34 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Este mês reúne chuva de meteoros, duas luas cheias e novidades da missão Psyche que chegará ao asteroide no ano de 2029.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/maio-2026-observadores-poderao-acompanhar-chuva-de-meteoros-e-duas-luas-cheias-no-mesmo-mes-1777755223250.png" data-image="2b5fiayt0tp3" alt="Maio traz um céu com vários eventos, com destaque para a chuva de meteoros, conjunções planetárias e duas luas cheias ao longo do mês." title="Maio traz um céu com vários eventos, com destaque para a chuva de meteoros, conjunções planetárias e duas luas cheias ao longo do mês."><figcaption>Maio traz um céu com vários eventos, com destaque para a chuva de meteoros, conjunções planetárias e duas luas cheias ao longo do mês.</figcaption></figure><p>O mês de maio se inicia com a atividade da chuva de meteoros Eta Aquáridas que é associada aos detritos do Cometa Halley que ele deixou em sua última passagem pelo Sistema Solar interno. <strong>Esses fragmentos, ao entrarem na atmosfera terrestre, produzem linhas luminosas no céu conhecidas como meteoros.</strong> A taxa de ocorrência depende da geometria orbital da Terra em relação ao fluxo de partículas. </p><p>Outro destaque de maio é a ocorrência de duas luas cheias no mesmo mês, um fenômeno que acontece aproximadamente a cada 33 meses. Esse intervalo resulta da diferença entre o mês lunar e o calendário que usamos. A<strong>s duas luas cheias serão algumas das menores do ano em termos de tamanho aparente, devido à sua proximidade com o apogeu lunar.</strong> Esse evento é conhecido como “microlua”, quando a Lua cheia ocorre em seu ponto mais distante da Terra. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="763467" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/tripulacao-da-artemis-ii-conclui-missao-e-retorna-em-seguranca-apos-contornar-a-lua.html" title="Tripulação da Artemis II conclui missão e retorna em segurança após contornar a Lua">Tripulação da Artemis II conclui missão e retorna em segurança após contornar a Lua</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/tripulacao-da-artemis-ii-conclui-missao-e-retorna-em-seguranca-apos-contornar-a-lua.html" title="Tripulação da Artemis II conclui missão e retorna em segurança após contornar a Lua"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/tripulacao-da-artemis-ii-conclui-missao-e-retorna-em-seguranca-apos-contornar-a-lua-1775938420590_320.png" alt="Tripulação da Artemis II conclui missão e retorna em segurança após contornar a Lua"></a></article></aside><p>Na parte de exploração espacial, maio não será tão animado quanto abril, que teve o sucesso da missão Artemis II. <strong>No entanto, estão previstas missões de reabastecimento para a Estação Espacial Internacional e teremos novas atualizações da missão Psyche, que passará perto de Marte esse mês.</strong> A missão Psyche está em um trajeto em direção a um asteroide que parece ter evidências de ter sido originado como um protoplaneta e, com isso, estudar o início do Sistema Solar.</p><h2>Chuva de meteoros</h2><p><strong>A chuva de meteoros Eta Aquáridas é um fenômeno anual associado à passagem da Terra por uma região com detritos deixados pelo Cometa Halley.</strong> Esses fragmentos, compostos por poeira e pequenas partículas rochosas, entram na atmosfera terrestre em alta velocidade e produzem trilhas luminosas visíveis. O radiante da chuva, ou seja, a direção dessas trilhas, está localizado na constelação de Aquário.</p><div class="texto-destacado">Trata-se de uma das principais chuvas de meteoros do ano, especialmente no Hemisfério Sul, por causa da quantidade de meteoros e da visibilidade boa.</div><p><strong>O pico das Eta Aquáridas ocorrerá por volta de 6 de maio, quando a taxa de meteoros pode atingir cerca de 50 por hora em condições ideais.</strong> Os meteoros dessa chuva são conhecidos por possuir uma alta velocidade de entrada, o que resulta em rastros mais longos. A observação será melhor durante as horas que antecedem o nascer do Sol. Condições com pouca poluição luminosa aumentam a taxa de meteoros que podem ser observados. </p><h2>Duas luas cheias em um mês</h2><p>O mês de maio apresenta um evento relativamente raro no calendário lunar: a ocorrência de duas luas cheias no mesmo mês. <strong>A segunda lua recebe o nome de Lua Azul. Esse tipo de configuração ocorre aproximadamente a cada 33 meses.</strong> A primeira lua cheia, ocorreu no dia 1º de maio, já a segunda lua cheia ocorrerá em 31 de maio. A presença de duas fases completas em um único mês altera a distribuição das fases lunares ao longo do período. </p><p>Além disso, ambas as luas cheias de maio de 2026 serão classificadas como microluas. <strong>Esse termo descreve a ocorrência de lua cheia próxima ao apogeu, ponto em que a Lua está mais distante da Terra. </strong>Como consequência, o diâmetro aparente da Lua é ligeiramente menor e seu brilho também reduzido. A diferença em relação a uma “superlua” é muito pouca e essas variações resultam da geometria orbital e não implicam mudanças físicas na Lua.</p><h2>Exploração espacial</h2><p>Após o destaque da Artemis II em abril, que realizou com sucesso uma missão tripulada em órbita da Lua, o foco da exploração espacial em maio se volta para as próximas etapas do programa. <strong>Os preparativos para a Artemis III seguem em andamento, com ênfase em uma etapa intermediária antes do pouso lunar.</strong> No contexto das operações em órbita baixa da Terra, terá o lançamento da missão SpaceX CRS-34, programado para 12 de maio. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/maio-2026-observadores-poderao-acompanhar-chuva-de-meteoros-e-duas-luas-cheias-no-mesmo-mes-1777755316609.png" data-image="d66k93g0l2mb" alt="O mês de maio reúne a atividade das Eta Aquáridas que tem sido registradas há anos por astrônomos para estudar detritos do cometa Halley. Crédito: NASA" title="O mês de maio reúne a atividade das Eta Aquáridas que tem sido registradas há anos por astrônomos para estudar detritos do cometa Halley. Crédito: NASA"><figcaption>O mês de maio reúne a atividade das Eta Aquáridas que tem sido registradas há anos por astrônomos para estudar detritos do cometa Halley. Crédito: NASA</figcaption></figure><p>Essa missão faz parte do programa de reabastecimento. <strong>O voo transportará mais de 2.500 quilos de suprimentos e cargas para a Estação Espacial Internacional.</strong> Esses materiais incluem experimentos científicos, equipamentos e recursos para a manutenção da estação. Além dessas, a SpaceX também continuará com os lançamentos de satélites durante o mês de maio que está aumentando a constelação de satélites Starlink.</p><h2>Novidades sobre a missão Psyche</h2><p>Outra novidade que acontecerá em maio será a missão Psyche que realizará um sobrevoo por Marte como parte de sua trajetória. <strong>Essa etapa usa uma técnica de assistência gravitacional, na qual o campo gravitacional do planeta é explorado para alterar a velocidade e a direção da sonda. </strong>O procedimento otimiza a trajetória sem a necessidade de consumo adicional de combustível. Durante o encontro, a nave ajusta sua energia orbital ao trocar momento com o planeta. </p><p><strong>Lançada em 13 de outubro de 2023, a Psyche tem como objetivo estudar o 16 Psyche, um asteroide localizado no cinturão de asteroides e que é rico em metais.</strong> Esse corpo é considerado um possível remanescente do núcleo de um protoplaneta que não completou sua formação. Estudar sua composição pode fornecer informações sobre processos de formação planetária. A sonda irá mapear a superfície, medir propriedades gravitacionais e analisar características magnéticas. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/maio-2026-observadores-poderao-acompanhar-chuva-de-meteoros-e-duas-luas-cheias-no-mesmo-mes.html</guid><dc:creator><![CDATA[Roberta Duarte]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Jardins secos: como utilizar rochas e plantas de baixa manutenção para criar um jardim original e elegante]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/jardins-secos-como-utilizar-rochas-e-plantas-de-baixa-manutencao-para-criar-um-jardim-original-e-elegante.html</link><pubDate>Sun, 03 May 2026 12:13:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Com as suas próprias texturas, formas e cores, as rochas são a base dos jardins rochosos e permitem criar jardins atraentes sem adicionar muitas plantas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/jardines-secos-con-piedras-y-plantas-de-bajo-mantenimiento-como-crear-un-jardin-original-y-con-estilo-1776631525727.jpg" data-image="55qiikeo2xd0" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Os jardins de pedra combinam pedras e plantas para criar espaços visuais de baixo custo e alto impacto.</figcaption></figure><p>Nem todo o jardim precisa de um relvado perfeito ou de canteiros repletos de flores. Em muitos casos, menos água, menos trabalho e uma <strong>boa combinação de pedras e plantas são suficientes</strong> para criar um espaço sofisticado e funcional.</p><p>É aqui que entram os jardins de pedra - também chamados de jardins secos - uma opção cada vez mais popular em pátios, fachadas e recantos onde a vegetação tradicional não funciona tão bem.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/jardines-secos-con-piedras-y-plantas-de-bajo-mantenimiento-como-crear-un-jardin-original-y-con-estilo-1776632100397.jpg" data-image="fupb3y1srn8x" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>O contraste entre a pedra e a folhagem acrescenta riqueza visual.</figcaption></figure><p>A ideia é simples: <strong>utilizar pedras como base do projeto e adicionar plantas que prosperem em solos bem drenados </strong>e que necessitem de rega moderada. Esta combinação é esteticamente agradável, mas também funcional, pois requer pouca manutenção, impede o crescimento de ervas daninhas e ajuda a reter a umidade do solo.</p><h2>O que considerar antes de começar</h2><p>Antes de mover uma única pedra, é necessário definir o local. <strong>Os jardins de pedra funcionam melhor em áreas onde a relva não prospera</strong>, como encostas, bermas de estradas, cantos pouco iluminados ou simplesmente áreas que se pretende destacar.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/jardines-secos-con-piedras-y-plantas-de-bajo-mantenimiento-como-crear-un-jardin-original-y-con-estilo-1776631649804.jpg" data-image="ap7yk47ltfpk" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Com apenas alguns elementos, os jardins em pedra criam espaços organizados com personalidade.</figcaption></figure><p>Também é importante considerar o projeto global. <strong>Não é necessário desenhar uma planta, mas deve ter uma ideia da forma, tamanho e estilo</strong>. Pode ser algo mais natural, com pedras irregulares e plantas espalhadas, ou mais organizado, com linhas definidas e menos elementos.</p><p>Quanto aos materiais, existem <strong>opções muito acessíveis</strong>: seixos de rio, pedra britada, lajes de pedra ou paralelepípedos. O ideal é escolher um ou dois tipos e manter uma certa consistência para que o efeito global não pareça desorganizado.</p><h2>Como montar um jardim de rochas passo a passo</h2><p>A montagem não é complexa, mas tem <strong>alguns pontos-chave</strong> para garantir o seu bom funcionamento ao longo do tempo.</p><p>Primeiro, o terreno precisa de ser preparado. Isto envolve<strong> remover a relva ou ervas daninhas e nivelar a superfície</strong>. Se o solo estiver muito compactado, deve ser solto e misturado com areia ou composto para melhorar a drenagem. Isto é crucial: num jardim de rochas, a água precisa de escoar de forma eficiente.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/Qjg7ZtkIiK4/sddefault.jpg" alt="youtube video id=Qjg7ZtkIiK4" id="Qjg7ZtkIiK4"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>Em seguida, são colocadas as pedras principais. <strong>As maiores são as primeiras</strong>, assentes diretamente no chão para garantir estabilidade e evitar que se movam. A partir daí, é construída a estrutura geral, deixando espaços onde as plantas serão colocadas posteriormente.</p><p>Com a base definida,<strong> adiciona-se terra às áreas de plantação e só depois se incorporam as espécies escolhidas</strong>. Uma vez no lugar, podem ser adicionadas pedras mais pequenas ou cascalho para cobrir a superfície e dar um acabamento mais uniforme.</p><p>A ideia não é "preencher" o espaço, mas sim criar equilíbrio. <strong>As pedras têm tanto peso visual como as plantas</strong>.</p><h2>Que plantas funcionam melhor?</h2><p>Ao contrário dos jardins rochosos europeus clássicos, no nosso país é aconselhável <strong>escolher espécies adaptadas a climas mais variáveis</strong> e, sobretudo, a períodos de seca.</p><p>As <strong>suculentas são uma opção natural</strong>: as echeverias, as crassulas ou os sedums adaptam-se bem e requerem pouca água. Os cactos também funcionam bem, especialmente em áreas ensolaradas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/jardines-secos-con-piedras-y-plantas-de-bajo-mantenimiento-como-crear-un-jardin-original-y-con-estilo-1776631916034.jpg" data-image="1ryygc1vemqt" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>As suculentas e as gramíneas integram-se bem em jardins de pedra de baixa manutenção.</figcaption></figure><p>Entre as opções mais tradicionais,<strong> a lavanda e o alecrim proporcionam estrutura, aroma e resistem bem ao calor</strong>. O agapanto acrescenta volume e flores, enquanto as gramíneas ornamentais, como a estipa ou a festuca, ajudam a criar movimento e textura.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/jardines-secos-con-piedras-y-plantas-de-bajo-mantenimiento-como-crear-un-jardin-original-y-con-estilo-1776631968492.jpg" data-image="o5jb0nxdfmcw" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>O verde surge como um elemento de destaque num jardim dominado pelas texturas minerais.</figcaption></figure><p>Em climas mais quentes, a lantana é outra alternativa interessante, devido à sua resistência e cor.</p><p>O <strong>segredo está em combinar alturas, formas e tonalidades</strong> sem perder uma certa harmonia. Não é necessária uma variedade extrema: basta uma pequena seleção de espécies bem escolhidas.</p><h2>Um jardim que se adapta (e simplifica)</h2><p>Os jardins de pedra não são apenas uma escolha estética. Representam uma <strong>forma diferente de pensar o jardim</strong>: menos exigente, mais adaptada ao meio ambiente e, em muitos casos, mais fácil de manter ao longo do tempo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/jardines-secos-con-piedras-y-plantas-de-bajo-mantenimiento-como-crear-un-jardin-original-y-con-estilo-1776632174098.jpg" data-image="flvwf1qjnda2" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>As formas irregulares das pedras conferem um toque natural ao conjunto.</figcaption></figure><p>Com um bom design inicial e plantas adequadas, a manutenção reduz-se ao básico: <strong>controlo de ervas daninhas</strong>, poda ocasional e rega apenas quando necessário.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="[object Object]" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><span class="encabezado"><h5 class="titular s"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/como-criar-uma-sala-de-estar-digna-de-revista-5-plantas-gigantes-e-dicas-de-design-que-fazem-a-diferenca.html" title="Como criar uma sala de estar digna de revista: 5 plantas gigantes e dicas de design que fazem a diferença">Como criar uma sala de estar digna de revista: 5 plantas gigantes e dicas de design que fazem a diferença</a></h5></span><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/como-criar-uma-sala-de-estar-digna-de-revista-5-plantas-gigantes-e-dicas-de-design-que-fazem-a-diferenca.html" title="Como criar uma sala de estar digna de revista: 5 plantas gigantes e dicas de design que fazem a diferença"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/como-lograr-un-living-de-revista-5-plantas-gigantes-y-claves-de-diseno-que-hacen-la-diferencia-1776517288341_320.jpg" alt="Como criar uma sala de estar digna de revista: 5 plantas gigantes e dicas de design que fazem a diferença"></a></article></aside><p>Em espaços pequenos ou grandes, como elemento principal ou como detalhe, <strong>as pedras deixam de ser meros preenchimentos e passam a ser o ponto focal</strong>. E, quando bem executadas, podem transformar por completo a forma como o jardim é utilizado e percebido.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/jardins-secos-como-utilizar-rochas-e-plantas-de-baixa-manutencao-para-criar-um-jardim-original-e-elegante.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Estudo revela que o calor das profundezas oceânicas está a aproximar-se da Antártica]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/estudo-revela-que-o-calor-das-profundezas-oceanicas-esta-a-aproximar-se-da-antartida.html</link><pubDate>Sun, 03 May 2026 10:07:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Um estudo de décadas com dados oceanográficos fornece a primeira evidência de que o calor das profundezas oceânicas se aproximou da Antártica, ameaçando as frágeis plataformas de gelo que rodeiam o continente.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/estudo-revela-que-o-calor-das-profundezas-oceanicas-esta-a-aproximar-se-da-antartida-1777632727061.jpg" data-image="usgow302io5p" alt="iceberg; Antártida" title="iceberg; Antártida"><figcaption>A ressurgência de Água Profunda Circumpolar quente é um processo fundamental para o sistema climático global que transporta calor, nutrientes e carbono em direção aos polos e em direção às plataformas de gelo da Antártida.</figcaption></figure><p>Um estudo, liderado pela Universidade de Cambridge com colaboradores da Universidade da Califórnia, compilou <strong>medições oceânicas de longo prazo recolhidas por navios e dispositivos robóticos flutuantes </strong>para mostrar que uma massa quente chamada água profunda circumpolar se expandiu e deslocou em direção à plataforma continental antártica nos últimos 20 anos. Anteriormente, <strong>os cientistas não tinham observações oceânicas suficientes para detectar a tendência de aquecimento</strong>. </p><h2>A importância das plataformas de gelo e a mudança iminente</h2><p>As plataformas de gelo desempenham um <strong>papel importante na contenção das calotes polares e dos glaciares da Antártica</strong>, que, em conjunto, armazenam água doce suficiente para elevar o nível do mar em cerca de 58 metros.</p><p> É a <strong>primeira vez que os cientistas observam a mudança no calor das profundezas oceânicas em todo o Oceano Antártico</strong>. As observações anteriores do Oceano Antártico, que rodeia a Antártida, limitavam-se a transectos registados por navios aproximadamente uma vez por década. Esta informação, recolhida no âmbito de um programa internacional de longa duração, forneceu instantâneos detalhados da temperatura, salinidade e nutrientes em toda a coluna de água, mas <strong>sem dados contínuos, os cientistas tinham mais incertezas sobre as mudanças</strong> a longo prazo na distribuição do calor. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/estudo-revela-que-o-calor-das-profundezas-oceanicas-esta-a-aproximar-se-da-antartida-1777633303609.jpg" data-image="dhwyky9ccveu" alt="antártida" title="antártida"><figcaption>Neste estudo, os cientistas investigaram propriedades físicas e químicas da água do mar, obtidas a partir de observações repetidas realizadas a partir de navios, para classificar as massas de água do Oceano Austral e demonstrar as alterações na abundância de água quente a sul da Corrente Circumpolar Antártica nas últimas duas décadas.</figcaption></figure><p><strong>Para colmatar as lacunas no registo</strong>, os pesquisadores, incluindo cientistas da <em>Scripps Institution of Oceanography</em> e da UCLA, <strong>complementaram as medições dos navios com dados disponíveis publicamente</strong>, recolhidos por uma rede global de flutuadores autônomos que derivam através da camada superior do oceano. Estes flutuadores, chamados Argo, fornecem instantâneos contínuos do oceano, mas o programa não está em curso há tanto tempo como os navios têm vindo a recolher secções hidrográficas detalhadas.</p><h2>Combinação de dados das boias Argo e dos navios</h2><p> Utilizando a aprendizagem automática, os investigadores combinaram os dados da boia Argo com padrões de longo prazo extraídos de medições de navios para <strong>construir um novo registo que captura instantâneos mensais detalhados ao longo das últimas quatro décadas</strong>, permitindo-lhes descobrir a mudança nas águas quentes. </p><p class="texto-destacado"><strong>“No passado, as camadas de gelo estavam protegidas por uma camada de água fria, impedindo a sua fusão. Agora parece que a circulação oceânica mudou, e é quase como se alguém tivesse aberto a torneira de água quente e agora a banheira estivesse a aquecer!”</strong><br>Sarah Purkey, professora e uma das autoras principais do estudo da <em>Scripps Institution of Oceanography</em>. </p><p>Faz sentido que esta massa de água quente esteja a expandir-se, disse Purkey. Mais de 90% do excesso de calor do aquecimento global é armazenado no oceano, sendo que <strong>o Oceano Antártico absorve a maior parte do calor antropogênico</strong>.</p><h2>Estas mudanças podem afetar todo o globo e não só a Antártica</h2><p>As descobertas não têm apenas implicações para o degelo da Antártica e para a subida do nível do mar, disse o professor Ali Mashayek, um dos autores principais do estudo do Departamento de Ciências da Terra de Cambridge. “<strong>O Oceano Antártico desempenha um papel fundamental na regulação do armazenamento global de calor e carbono</strong>, pelo que as mudanças na distribuição de calor nesta região têm implicações mais amplas para o sistema climático global.”</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/estudo-revela-que-o-calor-das-profundezas-oceanicas-esta-a-aproximar-se-da-antartida-1777633758088.jpg" data-image="kp3st5d7341u" alt="Estas alterações sugerem um aumento do fluxo de calor em direção à plataforma antártica, com implicações para o degelo da base da plataforma de gelo e para a subida do nível do mar." title="Estas alterações sugerem um aumento do fluxo de calor em direção à plataforma antártica, com implicações para o degelo da base da plataforma de gelo e para a subida do nível do mar."><figcaption>Estas mudanças sugerem um aumento do fluxo de calor em direção à plataforma antártica, com implicações para o degelo da base da plataforma de gelo e para a subida do nível do mar.</figcaption></figure><p> Nas águas gélidas em redor dos polos, forma-se água extremamente fria e densa que se afunda até às profundezas do oceano. <strong>À medida que a água se afunda, absorve calor, carbono e nutrientes, pondo em marcha uma “passadeira” global de correntes</strong>, incluindo a Circulação Meridional de Revolvimento do Atlântico (AMOC), que transporta água em torno do Atlântico. </p><p>Os modelos climáticos, incluindo os utilizados pelo IPCC, indicam que <strong>o aumento da temperatura do ar e o aporte de água doce proveniente do degelo estão a reduzir a formação desta água densa </strong>no Atlântico Norte, o que pode levar a um enfraquecimento da AMOC.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="[object Object]" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><span class="encabezado"><h5 class="titular s"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/por-que-a-antartica-esta-ficando-verde-as-imagens-que-surpreendem-os-especialistas.html" title="Por que a Antártica está 'ficando verde': as imagens que surpreendem os especialistas">Por que a Antártica está "ficando verde": as imagens que surpreendem os especialistas</a></h5></span><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/por-que-a-antartica-esta-ficando-verde-as-imagens-que-surpreendem-os-especialistas.html" title="Por que a Antártica está 'ficando verde': as imagens que surpreendem os especialistas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/por-que-la-antartida-se-esta-volviendo-verde-las-imagenes-que-desconciertan-a-los-expertos-1773622905541_320.png" alt="Por que a Antártica está 'ficando verde': as imagens que surpreendem os especialistas"></a></article></aside><p> Mudanças semelhantes foram recentemente previstas para o Oceano Antártico. Os modelos climáticos sugerem que <strong>a produção de água fria e densa irá diminuir na Antártica</strong>, fazendo com que a água profunda circumpolar mais quente se desloque em direção ao continente para ocupar o espaço deixado pela redução da água fria. </p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em>Lanham, J., Purkey, S., Srinivasan, K. et al. <a href="https://doi.org/10.1038/s43247-026-03426-x" target="_blank">Poleward migration of warm Circumpolar Deep Water towards Antarctica</a>. Communications Earth & Environment (2026).</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/estudo-revela-que-o-calor-das-profundezas-oceanicas-esta-a-aproximar-se-da-antartida.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Chuvas atrasam o fim da colheita no RS: soja tardia e milho verão enfrentam risco de perda de qualidade]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/chuvas-atrasam-o-fim-da-colheita-no-rs-soja-tardia-e-milho-verao-enfrentam-risco-de-perda-de-qualidade.html</link><pubDate>Sun, 03 May 2026 08:53:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>A chuva prevista para o Sul reacende o alerta no campo: soja tardia e milho verão ainda estão em colheita no Rio Grande do Sul, com risco de atraso, grãos úmidos e perda de qualidade nesta semana.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-atrasam-o-fim-da-colheita-no-rs-soja-tardia-e-milho-verao-enfrentam-risco-de-perda-de-qualidade-1777670071026.jpg" data-image="8oyh01ho7ttk" alt="chuva, anomalia, excesso" title="chuva, anomalia, excesso"><figcaption>A chuva acumulada prevista até domingo mostra volumes elevados sobre o Rio Grande do Sul, justamente onde a colheita ainda precisa avançar.</figcaption></figure><p>A passagem de uma frente fria pelo Sul do Brasil deve aumentar a instabilidade no Rio Grande do Sul nos próximos dias, justamente em um momento decisivo para o campo. <strong>Ainda há soja tardia e milho verão em fase final de colheita, e a chuva pode reduzir as janelas de trabalho</strong>, dificultar a entrada de máquinas e elevar o risco de perda de qualidade dos grãos.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg><strong>Para o produtor, poucos dias de tempo instável podem representar custos maiores e menor rendimento comercial.</strong><svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p><strong>O alerta não está apenas no volume de chuva, mas no momento em que ela chega</strong>. Quando a lavoura já está madura ou próxima da colheita, a umidade persistente pode manter plantas e grãos molhados por mais tempo, atrasar o transporte da produção e aumentar a necessidade de secagem. </p><h2>Chuva reduz a janela da soja tardia no Rio Grande do Sul </h2><p>No Rio Grande do Sul, a colheita da soja 2025/26 chegou a 79% da área cultivada, segundo a <strong>Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural </strong>(Emater/RS-Ascar). Isso significa que ainda há cerca de<strong> 21% das lavouras em campo, principalmente áreas em maturação e uma pequena parcela ainda em enchimento de grãos,</strong> associadas a semeaduras tardias ou de segunda safra.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-atrasam-o-fim-da-colheita-no-rs-soja-tardia-e-milho-verao-enfrentam-risco-de-perda-de-qualidade-1777670365665.jpg" data-image="ba20pxbrzepk" alt="chuva, tempestade" title="chuva, tempestade"><figcaption>A previsão de chuva para sábado mostra instabilidade avançando pelo norte gaúcho, reduzindo as janelas de trabalho no campo.</figcaption></figure><p>Esse detalhe muda a leitura da previsão. Em uma safra praticamente encerrada, a chuva teria impacto menor. <strong>Mas, com soja ainda no campo, a umidade elevada pode atrasar máquinas, manter plantas e grãos úmidos e aumentar problemas como impurezas e grãos avariados</strong>. </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p><strong>Para o produtor, cada nova rodada de instabilidade pode significar menos horas úteis de operação </strong>e maior custo para secagem, limpeza e logística.</p><h2>Milho verão também sente o peso da instabilidade </h2><p>O milho verão gaúcho está mais avançado, mas ainda não terminou. A<strong> Emater informa que 92% da área foi colhida, com avanço de apenas 1 ponto percentual na semana</strong>, justamente por causa das chuvas e da priorização de outras atividades no campo. </p><div class="texto-destacado">As lavouras restantes estão em maturação, enchimento de grãos e uma pequena parte em florescimento.</div><p>Nessa fase, a chuva pode gerar impactos diferentes dependendo do estágio da lavoura. <strong>Em áreas quase prontas, o problema maior é o atraso da colheita e a umidade dos grãos. </strong>Em áreas mais tardias, temporais e ventos podem causar danos físicos às plantas.</p><p>Os principais riscos para o milho verão são:</p><ul> <li><strong>atraso na entrada de colheitadeiras;</strong></li> <li>aumento da umidade dos grãos;</li> <li>dificuldade de transporte em estradas rurais;</li> <li><strong>acamamento em áreas atingidas por vento forte;</strong></li> <li>perda de qualidade em lavouras que permanecem mais tempo no campo.</li> </ul><h2>Paraná está mais resolvido, mas o milho safrinha segue no radar </h2><p>No Paraná, o quadro é diferente.<strong> O Departamento de Economia Rural, o Deral, órgão ligado à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do estado, informa que a soja caminha para a finalização da safra</strong>, enquanto a primeira safra de milho já foi encerrada. Com isso, o risco imediato para soja e milho verão é menor no estado, embora o milho segunda safra siga no radar climático nas próximas semanas.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Ou seja, o risco imediato para soja e milho verão é menor no estado. Mesmo assim, o Centro-Sul não sai do radar <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>No Rio Grande do Sul, porém, a situação ainda pede cuidado. <strong>Os dados da Emater/RS-Ascar mostram que parte da soja e do milho verão permanece em campo</strong>, justamente em um período em que a previsão indica nova instabilidade. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="764885" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/nanotecnologia-na-soja-nova-tecnica-reforca-a-emergencia-das-plantas-no-comeco-do-ciclo.html" title="Nanotecnologia na soja: nova técnica reforça a emergência das plantas no começo do ciclo">Nanotecnologia na soja: nova técnica reforça a emergência das plantas no começo do ciclo</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/nanotecnologia-na-soja-nova-tecnica-reforca-a-emergencia-das-plantas-no-comeco-do-ciclo.html" title="Nanotecnologia na soja: nova técnica reforça a emergência das plantas no começo do ciclo"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/nanotecnologia-na-soja-nova-tecnica-reforca-a-emergencia-das-plantas-no-comeco-do-ciclo-1776777113597_320.jpg" alt="Nanotecnologia na soja: nova técnica reforça a emergência das plantas no começo do ciclo"></a></article></aside><p>Na prática, o produtor gaúcho entra em maio com menos margem para atrasos: <strong>cada nova rodada de chuva pode reduzir a janela de colheita, aumentar a umidade dos grãos e pressionar a qualidade</strong> final da produção.</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em><a href="https://www.agricultura.rs.gov.br/inicial" target="_blank">Colheita da soja no RS se aproxima do final.</a> 30 de abril, 2026. EMATER/RS.</em></p><p><em><a href="https://www.agricultura.pr.gov.br/Editoria/Agricultura-e-Abastecimento" target="_blank">Boletim Conjuntural do Deral</a>. 30 de abril, 2026. Deral-Paraná.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/chuvas-atrasam-o-fim-da-colheita-no-rs-soja-tardia-e-milho-verao-enfrentam-risco-de-perda-de-qualidade.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Como é que a Terra se formou realmente? Um novo estudo levanta dúvidas]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/como-e-que-a-terra-se-formou-realmente-um-novo-estudo-levanta-duvidas.html</link><pubDate>Sat, 02 May 2026 22:13:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Um novo estudo científico estima que a Terra se formou principalmente a partir do reservatório interno de materiais do Sistema Solar primitivo.</p><ul></ul><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/comment-s-est-vraiment-formee-la-terre-une-nouvelle-etude-seme-le-doute-1776522573541.jpeg" data-image="43t8l4yo7c6n" alt="Formación planetaria" title="Formación planetaria"><figcaption>Será que os materiais que possibilitaram a formação do nosso planeta provêm realmente de dois reservatórios distintos, ou apenas do reservatório interno?</figcaption></figure><p>Um estudo recente afirma que o nosso planeta se formou principalmente a partir de materiais provenientes do reservatório interno do nosso Sistema Solar, em vez de através de um fluxo maciço proveniente do reservatório externo, como os cientistas acreditavam anteriormente.</p><h2>Dois grandes reservatórios de matéria</h2><p>De acordo com os estudos realizados sobre o tema, particularmente <strong>aqueles baseados na análise de meteoritos, o Sistema Solar primitivo não era homogêneo</strong>. Na verdade, consistia em dois reservatórios de matéria distintos e, em grande medida, não misturados: um <strong>reservatório interno</strong>, situado perto do Sol, e um <strong>reservatório externo</strong>, localizado mais longe e mais rico em elementos voláteis (hidrogénio, carbono, gases nobres, halogéneos e enxofre).</p><div class="texto-destacado">Embora a questão continue a ser objeto de estudo contínuo, os cientistas levantam a hipótese de que estes dois grandes reservatórios de matéria ficaram separados pela formação precoce de Júpiter, que atuou como uma barreira gravitacional. Consequentemente, acredita-se que este gigante gasoso impediu a mistura de materiais entre os discos de matéria interno e externo.</div><p>No entanto, se estes dois reservatórios tiveram uma interação mínima entre si, será realmente correta a teoria que sugere que a Terra se formou a partir de uma mistura de ambos os reservatórios através da «acreção de seixos», tal como indicam, de fato, os modelos recentes? Será que o nosso planeta se formou exclusivamente a partir do reservatório interno?</p><h2>Um estudo minucioso</h2><p>Para responder a esta questão, os cientistas analisaram <strong>meteoritos primitivos</strong> (condritas), juntamente com amostras representativas da composição da Terra. Centraram-se especificamente nos <strong>isótopos de ferro</strong>, um dos principais componentes do núcleo terrestre, que <strong>servem como marcadores para distinguir entre os materiais provenientes dos reservatórios internos e externos do Sistema Solar</strong>.</p><p>Com efeito, os isótopos de um mesmo elemento químico diferem na sua massa (mais concretamente, no seu número de neutrões); <strong>diferenças que permitem rastrear a origem dos materiais</strong>. Assim, graças à espectrometria de massa de ultra alta precisão, os cientistas conseguiram medir variações isotópicas minúsculas e, desta forma, determinar com exatidão a origem dos materiais em estudo, ao contrário dos métodos analíticos anteriores, que podiam ignorar estes sinais subtis.</p><h2>Resultados surpreendentes!</h2><p>De acordo com os resultados do estudo, publicados recentemente na revista <em>Nature</em>, <strong>a assinatura isotópica da Terra corresponde quase exclusivamente à do reservatório interno do Sistema Solar primitivo</strong>. Os investigadores não detectaram qualquer vestígio significativo de contribuição de material proveniente do reservatório externo!</p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-conversation="none"><p lang="en" dir="ltr">Homogeneous accretion of the Earth in the inner Solar System | Nature Astronomy <a href="https://t.co/R00GoL7U3L">https://t.co/R00GoL7U3L</a> <a href="https://t.co/WnK8xrF0hF">pic.twitter.com/WnK8xrF0hF</a></p>— Nirmata (@En_formare) <a href="https://twitter.com/En_formare/status/2038673973911622067?ref_src=twsrc%5Etfw">March 30, 2026</a></blockquote></figure><p>Isto implica que a Terra se formou de forma mais local do que pensávamos anteriormente: <strong>num ambiente relativamente isolado do resto do cosmos devido à influência gravitacional de Júpiter</strong>.</p><p>Consequentemente, a imensa maioria dos elementos voláteis presentes na Terra (como a água) pode não ter tido origem na contaminação por um reservatório externo, mas, pelo contrário, pode ter estado presente desde a própria origem do nosso planeta.</p><p>Estas descobertas, portanto, <strong>colocam em causa os mecanismos de formação de planetas terrestres atualmente aceites pela comunidade científica</strong>, bem como o papel do transporte de matéria no interior dos discos protoplanetários.</p><p>Num sentido mais amplo, também vale a pena questionar <strong>se a Terra é representativa dos planetas rochosos em geral, ou se constitui um caso único no Universo devido a esta falta de interação entre os dois reservatórios de matéria do nosso Sistema Solar primitivo</strong>.</p><p>Se conseguirmos responder a esta pergunta, sem dúvida obteremos uma compreensão mais profunda das condições necessárias para a formação de exoplanetas habitáveis!</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em> Gaspard Salomon (07/04/2026). <a href="https://www.futura-sciences.com/sciences/actualites/formation-systeme-solaire-vient-vraiment-terre-chercheurs-remontent-origines-reponse-tout-pres-soleil-133370/" target="_blank">D’où vient vraiment la Terre ? Des chercheurs remontent à ses origines – et la réponse est tout près du Soleil</a></em>, <em>Futura-Sciences</em>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/como-e-que-a-terra-se-formou-realmente-um-novo-estudo-levanta-duvidas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Este é o plano da NASA para instalar uma estrutura multimilionária, num passo decisivo rumo à colonização lunar]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/este-e-o-plano-da-nasa-para-instalar-uma-estrutura-multimilionaria-num-passo-decisivo-rumo-a-colonizacao-lunar.html</link><pubDate>Sat, 02 May 2026 20:33:52 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Descubra como a NASA planeia fornecer energia ao Polo Sul lunar através de reatores nucleares, painéis solares verticais e redes elétricas inteligentes, lançando as bases tecnológicas para a futura colonização do Planeta Vermelho.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/este-es-el-plan-de-la-nasa-para-instalar-una-estructura-millonaria-en-un-paso-decisivo-hacia-la-colonizacion-lunar-1777147384223.png" data-image="3flh52fsamtv"><figcaption>Representação artística de um sistema de energia de fissão na superfície lunar. Crédito: NASA.</figcaption></figure><p> Um aspeto extremamente importante para a nova corrida espacial, especialmente para a missão Artemis, é <strong>a eletricidade</strong> — energia, luz, "corrente", como alguns diriam. Pois, ao planear missões de longa duração, este será um componente vital, sobretudo no local a que pretendem chegar: <strong>o Polo Sul lunar</strong>. </p><div class="texto-destacado"> Esta região apresenta desafios ambientais extremos, escuridão quase contínua, temperaturas gélidas e um terreno acidentado onde a luz solar incide num ângulo muito baixo, tornando extremamente difícil a dependência exclusiva de painéis solares convencionais.</div><p>As primeiras missões serão completamente autossuficientes na sua geração de energia, mas para missões mais longas e complexas, a NASA irá implementar uma estratégia de<strong> energia externa que permitirá aos módulos de aterragem reduzir o seu peso</strong>, libertando espaço crítico para transportar instrumentos científicos.</p><p>Esta estratégia requer o desenvolvimento de infraestruturas flexíveis capazes de suportar operações em várias regiões lunares. A Agência tem um objetivo claro: <strong>preparar o terreno para futuras missões tripuladas ambiciosas a Marte</strong>, em conjunto com o Departamento de Energia dos EUA.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/este-es-el-plan-de-la-nasa-para-instalar-una-estructura-millonaria-en-un-paso-decisivo-hacia-la-colonizacion-lunar-1777147729871.jpg" data-image="b6puhwow5ia9"><figcaption>O Secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, e o Administrador da NASA, Jared Isaacman. Foto: NASA/John Kraus.</figcaption></figure><p>A verdade é que <strong>o sucesso da Artemis depende</strong> desta evolução da independência para a interligação, e é aqui que a Lua se tornará o primeiro mundo além da Terra com uma rede elétrica funcional, permitindo à humanidade dar o próximo grande salto para o espaço.</p><h2>Energia de fissão e painéis solares</h2><p>A NASA está a desenvolver o Projeto de Energia de Fissão de Superfície, um modelo híbrido que combina <strong>reatores nucleares com tecnologia solar avançada</strong>, no âmbito do qual planeia implantar reatores autónomos até 2030, com sistemas que fornecerão energia contínua e fiável, operando sem intervenção humana. </p><p>Para atingir este objetivo, os projetos incluem reatores leves com menos de seis toneladas, com unidades que devem gerar pelo menos 40 quilowatts — <strong>o equivalente ao consumo de energia de 30 casas ao longo de uma década</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="[object Object]" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><span class="encabezado"><h5 class="titular s"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/quando-a-terra-ilumina-a-lua-o-fenomeno-da-luz-cinzenta-e-como-observa-lo.html" title="Quando a Terra ilumina a Lua: o fenômeno da luz cinzenta e como observá-lo">Quando a Terra ilumina a Lua: o fenômeno da luz cinzenta e como observá-lo</a></h5></span><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/quando-a-terra-ilumina-a-lua-o-fenomeno-da-luz-cinzenta-e-como-observa-lo.html" title="Quando a Terra ilumina a Lua: o fenômeno da luz cinzenta e como observá-lo"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/cuando-la-tierra-ilumina-la-luna-el-fenomeno-de-la-luz-cenicienta-y-como-observarlo-1775553188481_320.jpeg" alt="Quando a Terra ilumina a Lua: o fenômeno da luz cinzenta e como observá-lo"></a></article></aside><p>Para missões de menor dimensão, estão a ser estudados <strong>sistemas radioisotópicos capazes de funcionar em áreas permanentemente na sombra</strong>, garantindo que a exploração não seja interrompida durante as longas noites lunares, com a vantagem de uma independência total em relação aos ciclos de luz e escuridão.</p><p>Além disso, estão a ser considerados <strong>painéis solares verticais para captar luz no terreno complexo do Polo Sul</strong>, e estes serão fabricados utilizando material lunar. Esta técnica de utilização de recursos in situ reduzirá a dependência de suprimentos provenientes da Terra, um passo crítico para alcançar uma presença humana verdadeiramente sustentável.</p><h3>A Rede Lunar</h3><p>A distribuição evoluirá de microrredes locais para uma rede complexa de serviços públicos. Para longas distâncias, a transmissão de corrente alternada de alta tensão reduzirá o peso dos cabos, permitindo <strong>maior eficiência energética na transferência de eletricidade entre habitats e centros de mineração</strong>.</p><p>O desenvolvimento do <strong>Conversor de Interface Modular Universal</strong> será a peça central desta conectividade. Este dispositivo padronizará o acesso à energia para todos os utilizadores da rede, permitindo que diferentes naves espaciais e equipamentos se liguem à infraestrutura sem adaptadores complexos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/este-es-el-plan-de-la-nasa-para-instalar-una-estructura-millonaria-en-un-paso-decisivo-hacia-la-colonizacion-lunar-1777147506275.png" data-image="e6hkvwteuzg9"><figcaption>Representação artística de um sistema de energia de fissão na superfície lunar. Crédito: NASA.</figcaption></figure><p>Também estão a ser estudadas tecnologias de transmissão sem fios, utilizando lasers para superar as barreiras do terreno acidentado da Lua. A "transmissão de energia" é<strong> ideal para fornecer energia a crateras profundas onde é impossível instalar cabos</strong>, ajudando a explorar as áreas mais remotas do polo.</p><p>Um aspeto importante é que <strong>a infraestrutura física deve resistir ao pó lunar abrasivo e às flutuações térmicas extremas do ambiente</strong>. Para tal, estão a ser concebidos cabos e conectores com materiais avançados para evitar falhas catastróficas durante o funcionamento.</p><h3>Armazenamento de energia e o caminho para Marte</h3><p>Tal como acontece com os nossos telemóveis, <strong>o armazenamento de energia é absolutamente necessário, mas as baterias são frequentemente demasiado caras ou pesadas</strong> — especialmente as atuais baterias de lítio. Basta olhar para os carros da Tesla, onde a maior parte do peso (e do custo) provém delas. Para sobreviver, serão necessárias células recarregáveis leves.</p><p>Como mencionado anteriormente, as baterias tradicionais de iões de lítio são demasiado pesadas, razão pela qual a NASA está a investir em <strong>processos químicos inovadores que maximizam a densidade energética por quilograma</strong>. Estas soluções permitirão que os rovers operem durante períodos muito mais longos e seguros.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="[object Object]" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><span class="encabezado"><h5 class="titular s"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/a-forca-invisivel-que-move-o-mar-como-a-lua-e-o-sol-criam-mares-extremas.html" title="A força invisível que move o mar: como a Lua e o Sol criam marés extremas">A força invisível que move o mar: como a Lua e o Sol criam marés extremas</a></h5></span><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/a-forca-invisivel-que-move-o-mar-como-a-lua-e-o-sol-criam-mares-extremas.html" title="A força invisível que move o mar: como a Lua e o Sol criam marés extremas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/la-fuerza-invisible-que-mueve-el-mar-como-la-luna-y-el-sol-crean-mareas-extremas-1776747223504_320.png" alt="A força invisível que move o mar: como a Lua e o Sol criam marés extremas"></a></article></aside><p><strong>Todo este desenvolvimento é extrapolável para Marte</strong>, permitindo que estas tecnologias sejam testadas primeiro na Lua; e, com a experiência operacional adquirida com este tipo de rede modular, os riscos no Planeta Vermelho serão drasticamente reduzidos.</p><p>Reduzir os riscos operacionais aqui é o passo prévio necessário antes de finalmente colonizar o tão desejado Planeta Vermelho. <strong>Ao dominar a energia num ambiente de baixa gravidade, garantimos o sucesso da nossa espécie</strong> — e é assim que o caminho para Marte passará pela criação (e domínio) de uma rede elétrica lunar eficiente.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/este-e-o-plano-da-nasa-para-instalar-uma-estrutura-multimilionaria-num-passo-decisivo-rumo-a-colonizacao-lunar.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Chuvas em Pernambuco: Corpo de Bombeiros resgata quase 500 pessoas ilhadas pelas enchentes ]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/chuvas-em-pernambuco-corpo-de-bombeiros-resgata-quase-500-pessoas-ilhadas-pelas-enchentes.html</link><pubDate>Sat, 02 May 2026 19:02:01 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>O trágico cenário se agravou na Região Metropolitana do Recife com deslizamentos de terra, que forçaram o abandono imediato de inúmeras residências tomadas pelas enchentes. </p><figure id="first-image"> <img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-em-pernambuco-corpo-de-bombeiros-resgata-quase-quinhentas-pessoas-ilhadas-pelas-enchentes-1777745484393.jpg" data-image="g33rklx6an4t" alt="Famílias inteiras perderam suas casas após os rios transbordarem e invadirem vários municípios de Pernambuco. Foto: Marcio Silva/Esp DP" title="Famílias inteiras perderam suas casas após os rios transbordarem e invadirem vários municípios de Pernambuco. Foto: Marcio Silva/Esp DP"><figcaption>Famílias inteiras perderam suas casas após os rios transbordarem e invadirem vários municípios de Pernambuco. Foto: Marcio Silva/Esp DP </figcaption></figure><p><strong>As intensas chuvas que atingiram o estado de Pernambuco entre a sexta-feira (1) e a manhã deste sábado (2) </strong>resultaram em um cenário de emergência. Os dados oficiais confirmam quatro mortes e milhares de pessoas que precisaram abandonar suas residências devido aos estragos estruturais.</p><p>O temporal foi impulsionado pela Zona de Convergência Intertropical, um sistema que gerou altos volumes de precipitação na região. Pelo menos seis municípios pernambucanos <strong>registraram acumulados superiores a 180 mm em um curto período de apenas 24 horas.</strong></p><h2>Impacto das chuvas e vítimas fatais</h2><p>A rápida saturação do solo provocou duas tragédias com mortes na Região Metropolitana do Recife. Na comunidade do Alto da Bondade, na cidade de Olinda, <strong>uma mulher de 21 anos e sua filha de seis meses morreram após um desabamento.</strong></p><p>O segundo incidente aconteceu no bairro de Dois Unidos, localizado na zona norte da capital pernambucana. Nesse local, <strong>uma mãe e seu filho de seis anos faleceram soterrados pela lama</strong>, enquanto outras cinco pessoas sofreram ferimentos na cidade de Olinda.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="pt" dir="ltr">Pelo menos seis pessoas já perderam a vida por causa das fortes chuvas que atingem os estados de Pernambuco e Paraíba nesta semana. Em Olinda, na Grande Recife, houve quatro m0rtes em dois deslizamentos em locais diferentes. Leia mais em <a href="https://t.co/Ci15fVaLzM">https://t.co/Ci15fVaLzM</a> <a href="https://t.co/QuiNwlNdi9">pic.twitter.com/QuiNwlNdi9</a></p>— Roxo News (@roxonews) <a href="https://twitter.com/roxonews/status/2050561130829951326?ref_src=twsrc%5Etfw">May 2, 2026</a></blockquote></figure><p>Após realizar um sobrevoo pelas áreas mais prejudicadas, a governadora Raquel Lyra lamentou a tragédia e manifestou "profunda tristeza" pelas perdas. O volume de água superou as expectativas, <strong>com a cidade de Abreu e Lima marcando 199 mm de chuva, seguida por Goiana com 196 mm.</strong></p><p>Outros locais também registraram índices pluviométricos alarmantes que causaram alagamentos severos, como Paulista, com <strong>189 mm</strong>, e Camaragibe, com <strong>187 mm</strong>. Olinda e Igarassu também figuram na lista das áreas mais atingidas, marcando <strong>184 e 183 mm de água</strong>, respectivamente.</p><h2>Balanço oficial de desabrigados</h2><p><strong>O levantamento atualizado da Defesa Civil contabiliza um total de 2.190 pessoas prejudicadas</strong> diretamente pelos temporais contínuos no território do estado. Desse montante divulgado pelas autoridades, 1.096 moradores encontram-se na condição de desabrigados e outros 1.094 figuram como desalojados temporários.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="pt" dir="ltr">A chuva esta castigando Pernambuco. Enquanto os corruptos festejam seus desvios em ajudas emergências para auxiliar a região!<br><br>Pode acreditar, sempre que surge dinheiro seja para o destino que for, corruptos comemoram, pois sabem que colocarão as mãos!<a href="https://t.co/w5AVrAUxRF">pic.twitter.com/w5AVrAUxRF</a></p>— O Patriota (益)  (Hikikomori) (@brasuca2099) <a href="https://twitter.com/brasuca2099/status/2050517318292103573?ref_src=twsrc%5Etfw">May 2, 2026</a></blockquote></figure><p>A capital Recife concentra a maior parcela dos afetados, <strong>somando 671 cidadãos que perderam as suas habitações de forma permanente</strong>. Em seguida no balanço oficial do governo estadual, os municípios vizinhos de Olinda e Goiana acumulam 170 e 146 indivíduos sem abrigo, respectivamente.</p><p>A lista com moradores afetados detalha que <strong>Timbaúba tem 42 desabrigados e 52 desalojados, enquanto Paulista possui 32 sem teto e 11 deslocados</strong>. Os dados oficiais também apontam prejuízos estruturais e perda de moradias nas cidades de Igarassu, Camaragibe e Limoeiro.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="766840" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/chuvas-extremas-provocam-mais-de-300-mm-em-menos-de-24-horas-no-feriado-do-trabalhador-no-rs.html" title="Chuvas extremas provocam mais de 300 mm em menos de 24 horas no Feriado do Trabalhador no RS">Chuvas extremas provocam mais de 300 mm em menos de 24 horas no Feriado do Trabalhador no RS</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/chuvas-extremas-provocam-mais-de-300-mm-em-menos-de-24-horas-no-feriado-do-trabalhador-no-rs.html" title="Chuvas extremas provocam mais de 300 mm em menos de 24 horas no Feriado do Trabalhador no RS"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-intensas-e-tempestades-causam-alagamentos-e-transtornos-neste-feriado-de-dia-do-trabalhador-no-rio-grande-do-sul-1777731255890_320.jpg" alt="Chuvas extremas provocam mais de 300 mm em menos de 24 horas no Feriado do Trabalhador no RS"></a></article></aside><p>O cenário exigiu muita atenção, pois <strong>os rios Capibaribe, Jaboatão, Ipojuca, Tracunhaém, Tapacurá, Sirigi, Duas Unas e o Canal de Goiana entraram em alerta.</strong> Outras cidades como Moreno e o próprio Recife também registraram altos volumes de chuva, marcando 179 e 165 mm, respectivamente.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2026/05/02/chuvas-paraiba-pernambuco-vitimas.ghtm" target="_blank">Pernambuco e Paraíba somam seis mortos, estragos e desabrigados após chuvas.</a> 02 de maio, 2026.</em></p><p><em><a href="https://www.diariodepernambuco.com.br/vida-urbana/2026/05/11713381-seis-cidades-de-pernambuco-superam-180-mm-de-chuva-em-24-horas-diz-apac.html" target="_blank">Seis cidades de Pernambuco superam 180 mm de chuva em 24 horas, diz Apac.</a> 01 de maio, 2026. </em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/chuvas-em-pernambuco-corpo-de-bombeiros-resgata-quase-500-pessoas-ilhadas-pelas-enchentes.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Assim funciona a matéria mais estranha do Universo: se comporta de forma inexplicável dentro de estrelas mortas]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/assim-funciona-a-materia-mais-estranha-do-universo-se-comporta-de-forma-inexplicavel-dentro-de-estrelas-mortas.html</link><pubDate>Sat, 02 May 2026 18:12:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Quando as estrelas esgotam seu combustível, elas se transformam em anãs brancas, revelando propriedades físicas inimagináveis que desafiam nossa intuição sobre como a matéria pode se comportar em condições extremas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/asi-funciona-la-materia-mas-extrana-del-universo-se-comporta-de-forma-inexplicable-dentro-de-las-estrellas-muertas-1777665143921.jpg" data-image="cvr5qr846e41"><figcaption>Anãs brancas são o produto final de uma estrela como o Sol. Em seu interior, a matéria se degenera devido às altas pressões.</figcaption></figure><p>As <strong>estrelas </strong>que observamos no céu noturno não vivem para sempre. Após bilhões de anos consumindo seu combustível nuclear interno, elas <strong>lentamente perdem o brilho </strong>e <strong>iniciam uma fase final </strong>que costuma ser muito dramática e, de certa forma, exótica.</p><div class="texto-destacado">Quando as reações nucleares que mantêm a estrela brilhando cessam, a gravidade assume o controle absoluto do sistema e toda a massa estelar começa a colapsar em direção ao centro, sob seu próprio peso, reduzindo significativamente seu tamanho original.</div><p>Essa <strong>contração gravitacional comprime a matéria a densidades incrivelmente altas</strong>, algo incompreensível para a nossa experiência humana. Imagine comprimir toda a massa do nosso Sol até que ela caiba perfeitamente dentro de uma pequena esfera do tamanho da Terra.</p><p>Os <strong>remanescentes</strong> compactos resultantes desse processo astronômico são cientificamente conhecidos como<strong> anãs brancas</strong>. Dentro desses objetos, as condições extremas transformam átomos comuns, criando o que os astrofísicos chamam de matéria degenerada, uma substância com propriedades físicas fascinantes e únicas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/asi-funciona-la-materia-mas-extrana-del-universo-se-comporta-de-forma-inexplicable-dentro-de-las-estrellas-muertas-1777665359213.jpg" data-image="ym3bpqxctr58"><figcaption>Quando uma estrela como o Sol morre, ela deixa para trás uma nebulosa planetária e, em seu centro, uma anã branca.</figcaption></figure><p>Nesse ambiente hostil e denso, <strong>os elétrons são despojados de seus núcleos atômicos e começam a se comportar de maneira radicalmente diferente</strong>. Forma-se então um gás de elétrons peculiar, que obedece estritamente às regras ditadas pela <strong>mecânica </strong><strong>quântica</strong>.</p><h2>O incrível escudo da matéria degenerada</h2><p>Para entender esse fenômeno, precisamos mergulhar nas regras microscópicas fundamentais do universo quântico. O <strong>Princípio da Exclusão de Pauli </strong>afirma que dois férmions, como os elétrons, nunca podem ocupar exatamente o mesmo estado quântico ou o mesmo espaço ao mesmo tempo.</p><p><strong>À medida que a gravidade comprime a estrela, os elétrons são forçados a se aproximarem cada vez mais</strong>. Como não podem compartilhar níveis de energia quântica idênticos, os elétrons restantes são compelidos a ocupar estados físicos com velocidades progressivamente muito maiores.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="754855" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/telescopio-einstein-probe-pode-ter-detectado-um-buraco-negro-despedacando-uma-ana-branca.html" title="Telescópio Einstein Probe pode ter detectado um buraco negro despedaçando uma anã branca">Telescópio Einstein Probe pode ter detectado um buraco negro despedaçando uma anã branca</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/telescopio-einstein-probe-pode-ter-detectado-um-buraco-negro-despedacando-uma-ana-branca.html" title="Telescópio Einstein Probe pode ter detectado um buraco negro despedaçando uma anã branca"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-telescopio-espacial-einstein-probe-podria-haber-detectado-un-agujero-negro-desgarrando-a-una-enana-blanca-1770936630330_320.jpg" alt="Telescópio Einstein Probe pode ter detectado um buraco negro despedaçando uma anã branca"></a></article></aside><p>Esse movimento incessante e ultrarrápido<strong> gera repentinamente uma força poderosa que empurra a estrela para fora</strong> — uma barreira invisível, conhecida em astrofísica como pressão de degenerescência eletrônica, que contrabalança a enorme força gravitacional do remanescente.</p><p>Graças a esse <strong>“escudo” natural criado pela matéria degenerada</strong>, a pequena estrela morta consegue se estabilizar completamente. Sem essa resistência quântica interna, nada impediria o <strong>núcleo de colapsar em um buraco negro estelar</strong>.</p><h3>Superando os limites</h3><p>Essa incrível proteção estelar possui uma restrição bem conhecida chamada <strong>limite de Chandrasekhar</strong>, que afirma claramente que a pressão eletrônica só pode sustentar corpos celestes com uma<strong> massa máxima de cerca de 1,4 vezes a do nosso Sol</strong>.</p><p><strong>Acima dessa massa crítica</strong>, os elétrons se tornam insuficientes para suportar a gravidade externa esmagadora. Consequentemente, a <strong>estrutura colapsa violentamente, transformando seus restos em uma estrela de nêutrons ultradensa ou explodindo em uma supernova</strong> particularmente brilhante.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/asi-funciona-la-materia-mas-extrana-del-universo-se-comporta-de-forma-inexplicable-dentro-de-las-estrellas-muertas-1777665544319.jpg" data-image="v4vmpjn8beqh"><figcaption>Supernovas são explosões que ocorrem com estrelas supermassivas ou binárias que atingem seu limite.</figcaption></figure><p>Descobertas recentes sugerem a <strong>existência de estrelas moribundas que rompem com essas regras tradicionais</strong>. Pesquisadores detectaram supernovas superluminosas, indicando que seus corpos progenitores ultrapassaram em muito esse limiar físico, desafiando tudo o que pensávamos saber sobre a evolução estelar.</p><p>A principal causa dessas anomalias intrigantes está no<strong> súbito surgimento de campos magnéticos verdadeiramente formidáveis</strong>. Um ambiente intensamente magnetizado altera profundamente o delicado equilíbrio energético interno e redefine as capacidades defensivas da matéria degenerada em seu núcleo.</p><h3>Forças magnéticas</h3><p>Quando um campo magnético envolve o núcleo, os elétrons sofrem um comportamento formalmente conhecido como <strong>quantização de Landau</strong>. Essa força reestrutura a distribuição interna do gás de elétrons e reorganiza seus níveis quânticos, limitando significativamente sua mobilidade.</p><p>Como os<strong> elétrons são confinados pelo intenso campo magnético</strong>, a densidade dos diferentes estados quânticos possíveis é modificada. A imensa pressão intrínseca dos elétrons é agora agravada pela contribuição direta da energia do campo magnético local.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="765849" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/novos-estudos-apontam-caminhos-para-medir-a-energia-escura-no-sistema-solar.html" title="Novos estudos apontam caminhos para medir a energia escura no Sistema Solar">Novos estudos apontam caminhos para medir a energia escura no Sistema Solar</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/novos-estudos-apontam-caminhos-para-medir-a-energia-escura-no-sistema-solar.html" title="Novos estudos apontam caminhos para medir a energia escura no Sistema Solar"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/novos-estudos-apontam-caminhos-para-medir-a-energia-escura-no-sistema-solar-1777233147176_320.png" alt="Novos estudos apontam caminhos para medir a energia escura no Sistema Solar"></a></article></aside><p>A<strong> combinação da matéria estelar quântica e do campo eletromagnético</strong> permite que as <strong>estrelas sustentem massas muito maiores</strong>. Cálculos avançados baseados puramente na relatividade geral mostram que esse ambiente pode sustentar estrelas quase quatro vezes maiores que o nosso Sol.</p><p>A verdade é que <strong>o cosmos nunca deixa de nos surpreender com seus mecanismos ocultos</strong>. Anãs brancas, protegidas por sua maravilhosa matéria quântica degenerada e temporariamente sustentadas por escudos magnéticos, continuarão existindo como faróis eternos nas profundezas do nosso universo.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/assim-funciona-a-materia-mais-estranha-do-universo-se-comporta-de-forma-inexplicavel-dentro-de-estrelas-mortas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ar frio avança mais pelo centro-sul neste fim de semana; confira os estados atingidos]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-frio-avanca-mais-pelo-centro-sul-neste-fim-de-semana-confira-os-estados-atingidos.html</link><pubDate>Sat, 02 May 2026 16:56:24 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Neste final de semana o ar frio segue avançando pelo país. A previsão indica queda nas temperaturas com a porção centro-sul do Brasil sendo a mais afetada</p><ul><li>Veja mais: <a href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/chuvas-extremas-provocam-mais-de-300-mm-em-menos-de-24-horas-no-feriado-do-trabalhador-no-rs.html" target="_blank">Chuvas extremas provocam mais de 300 mm em menos de 24 horas no Feriado do Trabalhador no RS</a></li></ul><ul></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xa7vevs"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xa7vevs.jpg" id="xa7vevs"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>A <strong>frente fria</strong> avançou e provocou <strong>prejuízos</strong> no <strong>Rio Grande do Sul</strong> neste feriadão do <strong>Dia do Trabalhador</strong>. Os volumes de chuva <strong>superaram os 300 mm em áreas pontuais</strong> em poucas horas, e boa parte do estado gaúcho segue em <strong>alerta</strong> até o final deste sábado (2).</p><div class="texto-destacado">Quer receber esta e outras informações sobre a previsão do tempo? <strong>Acompanhe o nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Com o <strong>sistema frontal</strong> avançando pela <strong>Região Sul</strong> neste sábado (2), a previsão indica que, em sua retaguarda, uma <strong>massa de ar frio</strong> avança pelos estados, promovendo <strong>queda nas temperaturas</strong>. Em alguns pontos, o clima ficará <strong>ameno</strong>, enquanto em outros o <strong>frio mais intenso</strong> fará muita gente tirar os casacos do armário. Confira a previsão.</p><h2>Frio avança pelo Brasil nas próximas horas</h2><p>Após as <strong>chuvas intensas e tempestades</strong>, a massa de ar frio passa a atuar, derrubando as temperaturas no <strong>Rio Grande do Sul</strong> entre o final da tarde deste sábado (2) e o domingo (3). Praticamente todo o estado sentirá os efeitos do <strong>ar polar</strong>, com maior intensidade no <strong>leste gaúcho</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-frio-avanca-mais-pelo-centro-sul-neste-fim-de-semana-confira-os-estados-atingidos-1777738334627.jpg" data-image="5t2ivfyd4lqj" alt="Anomalia de temperatura em 850 hPa." title="Anomalia de temperatura em 850 hPa."><figcaption>Massa de ar polar diminui temperaturas sobre o leste do Sul e Sudeste Brasil, ainda neste fim de semana.</figcaption></figure><p>Apesar do <strong>tempo fechado</strong> neste sábado (2), as temperaturas ficaram próximas de <strong>21°C</strong> na porção central do estado. No entanto, até o final da noite, a tendência é de <strong>queda acentuada</strong>, com valores próximos de <strong>11°C em poucas horas</strong>, gerando sensação de <strong>“choque térmico”</strong>.</p><p>Nas primeiras horas de domingo (3), a massa de ar frio avança pela Região Sul de forma mais <strong>costeira</strong>, atingindo principalmente o <strong>leste do Rio Grande do Sul</strong> e já alcançando <strong>Santa Catarina</strong>. O amanhecer promete temperaturas <strong>baixas a amenas</strong> em todo o estado gaúcho e também na <strong>Serra Catarinense</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-frio-avanca-mais-pelo-centro-sul-neste-fim-de-semana-confira-os-estados-atingidos-1777738324847.jpg" data-image="n82fmteiojfs" alt="Temperatura mínima" title="Temperatura mínima"><figcaption>Mínima prevista para o Sul e Sudeste do Brasil neste domingo (3), segundo o modelo ECMWF.</figcaption></figure><p>O modelo de confiança da <strong>Meteored | Tempo.com</strong> indica <strong>risco de geadas</strong>, já que as temperaturas previstas ficam entre <strong>5°C e 7°C</strong> em áreas do sul ao norte do estado. Considerando uma correção de <strong>1°C a 2°C,</strong> devido às temperaturas mais baixas próximas à relva, o cenário entra no <strong>limiar para formação de geadas</strong> em diversas regiões.</p><p>A situação é ainda mais intensa nas áreas da <strong>Serra Gaúcha e Catarinense</strong>. Com <strong>céu limpo durante a madrugada</strong>, a perda de calor é maior, favorecendo temperaturas próximas de <strong>2°C em São Joaquim/SC</strong> e <strong>4°C em Vacaria/RS</strong>. Com os ajustes, esses valores podem se aproximar de <strong>0°C</strong> e até registrar <strong>temperaturas negativas</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-frio-avanca-mais-pelo-centro-sul-neste-fim-de-semana-confira-os-estados-atingidos-1777738313539.jpg" data-image="yrwqyh7ty5tq" alt="Máxima prevista para o Sul e Sudeste do Brasil neste domingo (3), segundo o modelo ECMWF." title="Máxima prevista para o Sul e Sudeste do Brasil neste domingo (3), segundo o modelo ECMWF."><figcaption>Máxima prevista para o Sul e Sudeste do Brasil neste domingo (3), segundo o modelo ECMWF.</figcaption></figure><p>Ao longo do domingo (3), a massa de ar frio continua avançando e passa a dominar o <strong>leste do centro-sul do Brasil</strong>, desde a região de <strong>Florianópolis/SC até o Rio de Janeiro/RJ</strong>. Além da instabilidade, essas áreas terão <strong>queda nas temperaturas</strong>, com máximas variando entre <strong>14°C e 24°C</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-frio-avanca-mais-pelo-centro-sul-neste-fim-de-semana-confira-os-estados-atingidos.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Chuvas extremas provocam mais de 300 mm em menos de 24 horas no Feriado do Trabalhador no RS]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/chuvas-extremas-provocam-mais-de-300-mm-em-menos-de-24-horas-no-feriado-do-trabalhador-no-rs.html</link><pubDate>Sat, 02 May 2026 14:32:12 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>O Rio Grande do Sul registrou chuvas intensas e tempestades, além de alagamentos, queda de granizo e transtornos. Houve desabrigados e famílias tiveram que ser resgatadas.</p><ul><li>Veja também: <a href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/chuvas-extremas-em-joao-pessoa-geram-alagamentos-deixam-desabrigados-e-mobilizam-manifestacoes-veja-imagens.html" target="_blank">Chuvas extremas em João Pessoa geram alagamentos, deixam desabrigados e mobilizam manifestações; veja imagens</a></li></ul><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-intensas-e-tempestades-causam-alagamentos-e-transtornos-neste-feriado-de-dia-do-trabalhador-no-rio-grande-do-sul-1777731255890.jpg" data-image="prshbgn91m6e" alt="Queda de granizo, pessoas ilhadas e tempestades. Assim foi o feriado de dia do trabalhador no Rio Grande do Sul." title="Queda de granizo, pessoas ilhadas e tempestades. Assim foi o feriado de dia do trabalhador no Rio Grande do Sul."><figcaption>Queda de granizo, pessoas ilhadas e tempestades. Assim foi o Feriado do Dia do Trabalhador no Rio Grande do Sul. Fotos: Redes Sociais.</figcaption></figure><p>A <strong>frente fria</strong> segue atuando sobre o Sul do Brasil, provocando <strong>chuvas intensas e volumosas</strong>. Nas últimas 24 horas, o acumulado de precipitação em grande parte do <strong>Rio Grande do Sul</strong> ficou próximo e até mesmo <strong>superou a marca dos 100 mm</strong>. Em alguns pontos, as estações chegaram a registrar <strong>mais de 200 mm em apenas 12 horas</strong>.</p><div class="texto-destacado">Quer receber esta e outras informações sobre a previsão do tempo? <strong>Acompanhe o nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Houve ainda registro de <strong>queda de granizo</strong>, <strong>transbordamentos de arroios e rios</strong>, <strong>ruas alagadas</strong>, além de <strong>casas invadidas pela força da água</strong>. Um trecho importante da rodovia BR-290, que dá acesso a <strong>Vila Nova do Sul</strong><strong>, </strong>município também bastante atingido, foi interditado devido à presença de água na pista.</p><h2>Moradores isolados e chuvas superiores a 300 mm</h2><p>As chuvas provocaram <strong>estragos em diversas cidades</strong>. Em <strong>São Gabriel</strong>, na Campanha Gaúcha, de acordo com a Defesa Civil municipal, o acumulado em 12 horas <strong>superou os 200 mm</strong>, causando diversos transtornos. Moradores ficaram <strong>ilhados</strong> e precisaram ser resgatados devido ao grande volume de chuva, além de <strong>21 famílias desalojadas</strong>.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">Ontem, 1, enquanto o Rio Grande do Sul lembrava os dois anos da maior tragédia climática da nossa história recente, a chuva voltou a castigar o nosso povo.<br><br>Rosário do Sul, São Gabriel, Caçapava do Sul e Uruguaiana registraram alagamentos e estragos. Em Vila Nova do Sul, Alegrete <a href="https://t.co/E1pVqZhJVz">pic.twitter.com/E1pVqZhJVz</a></p>— Sofia Cavedon (@sofiacavedonPT) <a href="https://twitter.com/sofiacavedonPT/status/2050568999469985927?ref_src=twsrc%5Etfw">May 2, 2026</a></blockquote></figure><p>A seguir, a lista com os <strong>maiores volumes de chuva acumulados</strong> registrados por estações automáticas no <strong>estado gaúcho </strong>nas últimas 24 horas. Os dados são contabilizados até as 10h da manhã deste sábado (2):</p><ul> <li> <strong>Dona Francisca</strong> – 249,4 mm </li> <li> <strong>Rosário do Sul (centro)</strong> – 228,4 mm </li> <li> <strong>Rosário do Sul (Serra do Caverá)</strong> – 209,6 mm </li> </ul><p>A cidade de <strong>Rosário do Sul</strong> <strong>foi uma das mais afetadas</strong>, pois o grande volume de chuva ocorreu diretamente sobre o município, favorecendo a<strong> rápida elevação de</strong> <strong>córregos e arroios</strong>. De acordo com a Prefeitura, o evento deixou <strong>225 casas alagadas</strong> e cerca de <strong>512 pessoas desalojadas</strong>,<strong> </strong>com acumulado de<strong> 324 mm</strong> em apenas 9 horas.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="pt" dir="ltr">Chuva torrencial e granizo com ventos de até 100km/h, atingem o Rio Grande do Sul, no Vale do Taquari, vale de Rio Pardo e Missões.<a href="https://twitter.com/hashtag/Brasil?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Brasil</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/Brazil?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Brazil</a> <a href="https://t.co/Hmin3hA3kL">pic.twitter.com/Hmin3hA3kL</a></p>— Hugo Borges (@hbj_r77032) <a href="https://twitter.com/hbj_r77032/status/2050353036116041789?ref_src=twsrc%5Etfw">May 1, 2026</a></blockquote></figure><p>Moradores de <strong>Júlio de Castilhos</strong> registraram <strong>queda de granizo</strong>, causando prejuízos como <strong>danos em telhados</strong>, <strong>veículos atingidos</strong>, <strong>queda de galhos</strong> e impactos também nas plantações.</p><p>Além das cidades do interior, as chuvas também afetaram a capital <strong>Porto Alegre</strong> e a <strong>região metropolitana</strong>, com <strong>alagamentos</strong> e <strong>queda de árvores</strong>, após volumes próximos de <strong>80 mm</strong>. Um morador registrou a chegada das instabilidades; no vídeo (abaixo), é possível observar a ocorrência de uma <strong>descarga elétrica</strong>.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">Belíssimo raio capturado aqui da minha janela - visão sudoeste em Porto Alegre <a href="https://t.co/6PBGvXZk93">pic.twitter.com/6PBGvXZk93</a></p>— Canarinho Tricolor (@BBWhite__) <a href="https://twitter.com/BBWhite__/status/2050283082301731123?ref_src=twsrc%5Etfw">May 1, 2026</a></blockquote></figure><p>E a <strong>previsão </strong>para as próximas horas indica que o<strong> sistema vai avançar</strong> em direção aos estados de <strong>Santa Catarina</strong> e de <strong>Paraná</strong>, provocando <strong>chuvas moderadas a fortes</strong>. No entanto, os volumes totais devem ser <strong>menores em comparação</strong> aos registrados no <strong>Rio Grande do Sul</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/chuvas-extremas-provocam-mais-de-300-mm-em-menos-de-24-horas-no-feriado-do-trabalhador-no-rs.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Cidade do Nordeste com quase meio século esconde arquitetura portuguesa e praias paradisíacas]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/cidade-do-nordeste-com-quase-meio-seculo-esconde-arquitetura-portuguesa-e-praias-paradisiacas.html</link><pubDate>Sat, 02 May 2026 12:04:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Com quase 500 anos, esta cidade em Pernambuco é reconhecida pela arquitetura do século XVIII, com ladeiras de pedra, casarões coloridos e igrejas barrocas, além de praias incríveis em uma orla de aproximadamente 9 km. Descubra aqui que lugar é este.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/cidade-do-nordeste-com-quase-meio-seculo-esconde-arquitetura-portuguesa-e-praias-paradisiacas-1777563708407.jpg" data-image="ku8qd7wezo1k"><figcaption>Esta cidade pernambucana é conhecida por suas ladeiras e seu centro histórico, além de um dos carnavais mais famosos do país. Crédito: Blog Viagens e Caminhos.</figcaption></figure><p>Uma <strong>cidade do estado de</strong> <strong>Pernambuco</strong>, na Região Nordeste do Brasil, com quase meio século de fundação, é <strong>conhecida por sua bela arquitetura portuguesa, com ruas de ladeiras e casas coloridas</strong>, além de <strong>praias paradisíacas</strong> em uma extensa orla de 9 km. Aliás,<strong> tem um dos carnavais mais famosos do país</strong>, com bonecos gigantes.</p><p>Acho que agora ficou mais fácil para descobrir, não é mesmo? Estamos falando de <strong>Olinda</strong>, vizinha à cidade do Recife. Foi <strong>fundada em 1535 pelos portugueses</strong>, sendo construída em encostas íngremes. </p><p>O<strong> centro histórico de Olinda remete ao início da colonização portuguesa</strong> no Brasil, <strong>no século XVI</strong>, quando se consolidou como sede da Capitania de Pernambuco. <strong>Casarões coloniais</strong> do século XVI dividem espaço com fachadas de azulejos dos séculos XVIII e XIX e com obras neoclássicas e ecléticas do início do século XX. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/cidade-do-nordeste-com-quase-meio-seculo-esconde-arquitetura-portuguesa-e-praias-paradisiacas-1777563841201.jpg" data-image="h4clgcaiocl6"><figcaption>O belo centro histórico de Olinda (PE) com toda sua arquitetura portuguesa e casas coloridas. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>E todo esse <strong>conjunto arquitetônico</strong>, urbanístico e paisagístico de Olinda foi <strong>tombado pelo IPHAN (</strong>Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional)<strong> em 1968</strong>. Isso protege o traçado urbano, a paisagem (incluindo vegetação e mar) e o acervo arquitetônico da cidade. </p><p>Posteriormente, em <strong>1982</strong>, a<strong> cidade foi reconhecida como Patrimônio Mundial Cultural pela UNESCO </strong>(Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura).</p><h2>Os atrativos de Olinda</h2><p>No centro histórico, não deixe de visitar o <strong>Alto da Sé, um mirante natural </strong>com vista do litoral pernambucano e de Recife ao fundo, e ponto de partida para os passeios. Também a <strong>Catedral da Sé (no Alto da Sé)</strong>, erguida em taipa em 1540; a <strong>Igreja de Nossa Senhora do Carmo</strong>, construída em 1580 em estilo barroco; e o <strong>Mosteiro de São Bento</strong>, que abriga um retábulo de ouro do século XVII e apresenta cantos gregorianos aos domingos.</p><p>O<strong> Mercado da Ribeira</strong> é outro ponto para conhecer, um antigo mercado de escravizados que hoje funciona como <strong>centro de artesanato local</strong>.</p><p>O <strong>Carnaval de Olinda é um dos mais famosos do país</strong>, <strong>caracterizado pelo frevo e pelos bonecos gigantes</strong>. O <strong>frevo é uma dança popular </strong>frenética surgida no final do século 19 em Recife, que mistura marcha, maxixe e capoeira, e em <strong>2012 foi considerada Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO</strong>.</p><p>Abaixo, a dança frevo durante o Carnaval 2026 em Olinda:</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr"> Foliões animam pré-Carnaval de Olinda (PE) e frevo toma conta da festa<br><br> Guii1994 | <a href="https://twitter.com/MyHoodbr?ref_src=twsrc%5Etfw">@myhoodbr</a> <a href="https://t.co/WW7A0drhF2">pic.twitter.com/WW7A0drhF2</a></p>— Metrópoles (@Metropoles) <a href="https://twitter.com/Metropoles/status/2022317170844201413?ref_src=twsrc%5Etfw">February 13, 2026</a></blockquote></figure><p>A <strong>gastronomia </strong>de Olinda é rica, combinando <strong>tradições portuguesas, africanas e indígenas</strong>. Os bares e restaurantes servem pratos típicos como: bolo de rolo, carne de sol com macaxeira, caldinho de feijão e siri catado, entre outros.</p><p>Mas agora vamos falar das <strong>belas praias </strong>de Olinda, que <strong>destacam-se pelas águas mornas, calmas e esverdeadas</strong>, com recifes que formam piscinas naturais ideais para crianças.</p><p>As mais populares incluem a Praia do Farol, Praia da Casa Caiada, Praia do Rio Doce e a do Quartel.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/cidade-do-nordeste-com-quase-meio-seculo-esconde-arquitetura-portuguesa-e-praias-paradisiacas-1777563808320.jpg" data-image="ga5cvv6ggbfi"><figcaption>Praia da Casa Caiada, em Olinda (PE). Crédito: belleretraite/Tripadvisor. </figcaption></figure><p>A <strong>Praia do Farol </strong>tem mar calmo e verde, água morna e é<strong> ideal para quem vai com crianças e quer relaxar</strong>. Possui uma boa estrutura, com barracas e quiosques servindo o tradicional peixe na brasa. </p><p>A <strong>Praia da Casa Caiada</strong> é <strong>uma das mais frequentadas</strong>, e costuma receber muitos turistas na alta temporada. Tem uma boa infraestrutura, com diversos prédios de alto padrão na orla, calçadão, pousadas, hotéis, bares, restaurantes e quiosques. Tem uma boa faixa de areia grossa, o mar é calmo e de águas transparentes, e é possível praticar esportes como jet ski e o caiaque.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/cidade-do-nordeste-com-quase-meio-seculo-esconde-arquitetura-portuguesa-e-praias-paradisiacas-1777563786485.jpg" data-image="on6zaq9q2y7u"><figcaption>A Praia do Quartel, em Olinda (PE), considerada uma das melhores para banho, tem mar calmo, boa faixa de areia e estrutura com quadras de esportes. Crédito: Blog Viagens e Caminhos.</figcaption></figure><p>A <strong>Praia do Rio Doce</strong> fica mais ao norte da cidade e é <strong>mais frequentada por pescadores e moradores</strong> locais. É uma <strong>boa opção para famílias</strong>. Tem uma boa faixa de areia bem larga e o mar é muito calmo. É comum a prática de esportes como futebol e vôlei. </p><p>A <strong>Praia do Quartel </strong>fica em uma área onde a orla começa a ficar mais bonita, cheia de belos prédios. É praticamente<strong> uma piscina protegida por recifes artificiais, com mar calmo</strong> e boa faixa de areia. Tem várias opções de lazer, com muitas barracas, restaurantes, estacionamento e quadra de esportes.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/com-quase-500-anos-essa-cidade-do-nordeste-chama-atencao-pelo-clima-tropical-praias-e-arquitetura-portuguesa-preservada/">Com quase 500 anos, essa cidade do Nordeste chama atenção pelo clima tropical, praias e arquitetura portuguesa preservada</a>. 25 de abril, 2026. Maura Pereira.</em></p><p><em><a href="https://www.viagensecaminhos.com/olinda-pe/" target="_blank">O que fazer em Olinda PE: 15 pontos turísticos e praias</a>. 27 de dezembro, 2025. Jair Prandi.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/cidade-do-nordeste-com-quase-meio-seculo-esconde-arquitetura-portuguesa-e-praias-paradisiacas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item></channel></rss>