<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0"><channel><title>Meteored Brasil</title><link>https://www.tempo.com</link><description>Notícias do tempo - Confira as principais notícias sobre a meteorologia e previsão do tempo. Todas as informações são realizadas pelos nossos especialistas em meteorologia.</description><language>pt</language><lastBuildDate>Fri, 31 Jul 2026 23:10:21 +0000</lastBuildDate><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 23:10:21 +0000</pubDate><atom:link href="https://www.tempo.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[ Copyright 2026 Meteored ]]></copyright><image><url>https://www.tempo.com/imagenes/logo_rss.png</url><title>Meteored Brasil</title><link>https://www.tempo.com</link><width>144</width><height>144</height></image><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>6</sy:updateFrequency><item><title><![CDATA[Este é o único país do mundo 100% autossuficiente em termos de alimentos: fica na América do Sul]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/este-e-o-unico-pais-do-mundo-100-autossuficiente-em-termos-de-alimentos-fica-na-america-do-sul.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 22:23:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Um estudo publicado na revista Nature Food* analisou a produção de alimentos em 186 países e concluiu que apenas um país consegue, por conta própria, fornecer todos os grupos alimentares necessários para uma dieta saudável.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/ni-argentina-ni-brasil-el-unico-pais-del-mundo-100-autosuficiente-en-alimentos-esta-en-sudamerica-1784647373123.jpg" data-image="143kwtanzywu" alt="agricultura" title="agricultura"><figcaption>Existe apenas um país capaz de fornecer uma alimentação saudável para toda a sua população.</figcaption></figure><p>Ao discutir <strong>produção de alimentos</strong>, é fácil pensar em gigantes agrícolas como os Estados Unidos, o Brasil ou a China. No entanto, nenhum deles lidera o <em>ranking </em>global de <strong>autossuficiência alimentar</strong>.</p><p>Essa distinção pertence à <strong>Guiana</strong>, um país sul-americano com menos de um milhão de habitantes que, segundo um estudo publicado na revista <em>Nature Food</em>, é o <strong>único país capaz de produzir alimentos suficientes para atender plenamente às necessidades de sua população</strong> sem depender de importações.</p><div class="texto-destacado">O estudo analisou 186 países, comparando a produção nacional com as recomendações nutricionais para uma dieta saudável. Em vez de medir apenas a disponibilidade de calorias, os cientistas avaliaram sete grupos alimentares essenciais: grãos e tubérculos, frutas, hortaliças, leguminosas, nozes e sementes, carnes, laticínios, e peixes e frutos do mar.</div><p>O resultado foi inequívoco: <strong>apenas a Guiana conseguiu atender aos requisitos de todos os sete grupos alimentares</strong>. A China e o Vietnã ficaram muito próximos, alcançando a autossuficiência em seis das sete categorias. No extremo oposto do <em>ranking </em>estão Afeganistão, Iraque, Catar, Iêmen, Emirados Árabes Unidos e Macau; nenhum deles conseguiu suprir plenamente sequer uma categoria por meio da produção interna.</p><p><strong>Mais de um terço dos países analisados alcança a autossuficiência em apenas dois grupos alimentares ou menos</strong>, enquanto apenas um em cada sete consegue produzir quantidades suficientes em cinco ou mais categorias.</p><h2>A segurança alimentar não depende mais apenas da agricultura</h2><p>Os autores enfatizam que o objetivo do estudo não era questionar o comércio internacional, mas<strong> avaliar o grau de preparação dos países</strong> para enfrentar uma interrupção prolongada no abastecimento global.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/ni-argentina-ni-brasil-el-unico-pais-del-mundo-100-autosuficiente-en-alimentos-esta-en-sudamerica-1784647516206.jpg" data-image="tx07013f0efz"> <figcaption>Cientistas analisaram sete grupos alimentares essenciais: grãos e tubérculos, frutas, hortaliças, leguminosas, oleaginosas e sementes, carnes, laticínios, e peixes e frutos do mar.</figcaption> </figure><p>A <strong>pandemia de COVID-19</strong>, a <strong>guerra na Ucrânia</strong> e o aumento das <strong>tensões geopolíticas</strong> demonstraram que as cadeias de suprimentos podem sofrer interrupções repentinas.</p><p>Para agravar esse cenário, temos as<strong> mudanças climáticas</strong>, que aumentam a frequência e a intensidade de secas, inundações e ondas de calor, capazes de comprometer simultaneamente a produção agrícola em diversas regiões do globo.</p><p>Nesse contexto, <strong>depender de um número limitado de fornecedores pode se tornar um risco</strong>.</p><div class="texto-destacado">O estudo mostra que muitos países obtêm mais de metade das suas importações de alimentos de um único parceiro comercial. Se este fornecedor enfrentasse uma má colheita, restrições à exportação ou problemas logísticos, o abastecimento alimentar poderia ser seriamente afetado.</div><p>A vulnerabilidade também emerge em blocos regionais. O Conselho de Cooperação do Golfo alcança a auto-suficiência apenas em carne, enquanto a Comunidade das Caraíbas e a União Econômica e Monetária da África Ocidental conseguem cobrir apenas dois grupos alimentares.</p><h2>E a Argentina?</h2><p>Embora o estudo não apresente um <em>ranking </em>detalhado de todos os países, ele mostra que <strong>a América do Sul está entre as regiões com melhor desempenho</strong> global, contando com várias nações capazes de suprir as necessidades de cinco ou mais grupos alimentares.</p><p>A <strong>Argentina destaca-se como uma das principais produtoras e exportadoras mundiais de grãos, oleaginosas e carne</strong>. No entanto, o estudo esclarece que a autossuficiência alimentar não depende apenas do volume de produção, mas do equilíbrio entre todos os grupos alimentares necessários para uma dieta saudável.</p><p>Essa distinção explica por que grandes potências agrícolas não alcançam o topo dos <em>rankings</em>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="769435" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/crise-climatica-ameaca-seguranca-alimentar-na-america-latina-alerta-relatorio-da-omm.html" title="Crise climática ameaça segurança alimentar na América Latina, alerta relatório da OMM">Crise climática ameaça segurança alimentar na América Latina, alerta relatório da OMM</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/crise-climatica-ameaca-seguranca-alimentar-na-america-latina-alerta-relatorio-da-omm.html" title="Crise climática ameaça segurança alimentar na América Latina, alerta relatório da OMM"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/crise-climatica-ameaca-seguranca-alimentar-na-america-latina-alerta-relatorio-da-omm-1779126263007_320.jpg" alt="Crise climática ameaça segurança alimentar na América Latina, alerta relatório da OMM"></a></article></aside><p>Os pesquisadores também ressaltam que uma <strong>baixa autossuficiência</strong> atual <strong>não significa necessariamente que um país seja incapaz de produzir mais alimentos</strong>. Em muitos casos, a produção é determinada por fatores econômicos, comerciais ou tecnológicos, e não exclusivamente pelo potencial agrícola disponível.</p><p>De fato, as projeções indicam que a <strong>maioria dos países poderia aumentar sua autossuficiência </strong>na próxima década por meio de <strong>investimentos em agricultura de precisão, novas tecnologias</strong>, aquicultura, cultivo em ambiente controlado e programas de melhoramento genético.</p><p>A principal conclusão do estudo é clara. <strong>A autossuficiência absoluta — como a alcançada hoje pela Guiana — é a exceção</strong>. Em um mundo onde os sistemas alimentares são profundamente interconectados, o comércio internacional continuará sendo essencial para garantir dietas variadas e equilibradas. O verdadeiro desafio está na construção de cadeias de suprimentos mais resilientes e diversificadas, capazes de resistir a crises geopolíticas, eventos extremos e aos impactos cada vez mais evidentes das mudanças climáticas.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"> <h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3> <p class="article-reference__body"><cite data-author="Stehl%2C%20J.%2C%20Vonderschmidt%2C%20A.%2C%20Vollmer%2C%20S.%20et%20al." data-year="2025" data-title="Gap%20between%20national%20food%20production%20and%20food-based%20dietary%20guidance%20highlights%20lack%20of%20national%20self-sufficiency" data-url="https%3A%2F%2Fwww.nature.com%2Farticles%2Fs43016-025-01173-4">Stehl, J., Vonderschmidt, A., Vollmer, S. et al. (2025). <a href="https://www.nature.com/articles/s43016-025-01173-4" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation"><em>Gap between national food production and food-based dietary guidance highlights lack of national self-sufficiency</em></a>.</cite></p> </section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/este-e-o-unico-pais-do-mundo-100-autossuficiente-em-termos-de-alimentos-fica-na-america-do-sul.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Estudo da USP revela que milho sustentou grandes aldeias pré-coloniais no Cerrado]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/estudo-da-usp-revela-que-milho-sustentou-grandes-aldeias-pre-coloniais-no-cerrado.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 21:03:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Um estudo liderado por pesquisadores da Universidade de São Paulo revelou que o cultivo intensivo do milho sustentou grandes aldeias pré-coloniais no Cerrado brasileiro entre os séculos 9 e 17. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/estudo-da-usp-revela-que-milho-sustentou-grandes-aldeias-pre-coloniais-no-cerrado-1785522400959.jpg" data-image="8vhgfc0y3iby"><figcaption>A pesquisa durou mais de dez anos e incluiu análise de dentes e ossos encontrados em sítios arqueológicos do Cerrado brasileiro. Na foto, pesquisadores fazendo coleta de amostras na cidade de Iuiu, na Bahia. Crédito: Adriano Espinola Filho/Divulgação/Fapesp.</figcaption></figure><p>Um estudo liderado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e divulgado na revista científica <em>Science Advances</em> descobriu que <strong>sociedades pré-coloniais</strong> (antes da colonização) no <strong>Cerrado brasileiro </strong><strong>prosperaram cultivando milho em sistemas diversificados</strong>.</p><p>O consumo do cereal até foi comparado ao de populações maias ou andinas. E de acordo com os pesquisadores,<strong> esta é a primeira vez</strong> que <strong>conseguem demonstrar no Brasil </strong>o <strong>papel central do milho na subsistência dessas populações</strong>.</p><h2>O estudo e suas descobertas</h2><p>O estudo durou mais de 10 anos, e durante esse tempo os pesquisadores analisaram a<strong> composição química</strong> (isótopos estáveis de carbono, nitrogênio e oxigênio) de diversos <strong>o</strong><strong>ssos e dentes humanos</strong> (colágeno ósseo e esmalte dentário) <strong>em 37 sítios arqueológicos </strong>do<strong> Cerrado</strong>, Caatinga e Mata Atlântica no Brasil.</p><p>Estas <strong>amostras </strong>datam, em média, de um período <strong>entre 1.100 e 400 anos atrás</strong> e foram obtidas através de<strong> escavações </strong>e de<strong> coleções arqueológicas</strong> montadas desde os anos 1970.</p><p>Além disso, <strong>também foram examinadas amostras de fauna local</strong>, essenciais para estabelecer parâmetros de comparação capazes de distinguir o consumo de diferentes alimentos. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/estudo-da-usp-revela-que-milho-sustentou-grandes-aldeias-pre-coloniais-no-cerrado-1785523108557.jpg" data-image="fjn5tvo6zv9q"><figcaption>Fragmento de uma mandíbula humana do sítio do Vau, Bahia, datado entre 500 e 630 anos atrás. Crédito: Eliane Chim.</figcaption></figure><p>Segundo Eliane Chim, pesquisadora do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (MAE-USP) e autora principal do estudo, “como <strong>diferentes alimentos têm assinaturas isotópicas distintas, essas marcas ficam ‘registradas’ nos tecidos do corpo</strong> e podem ser usadas para reconstruir a alimentação de populações antiga (...)”.</p><p>As análises sugerem que <strong>as amostras pertencem a populações do Holoceno tardio</strong>, período que compreende os últimos 4.200 anos da história geológica, sendo <strong>provenientes de aldeias das tradições cerâmicas Aratu</strong> – sociedades das grandes aldeias a céu aberto – <strong>e Una</strong> – produtores de uma cerâmica pequena e simples, de bases arredondadas, geralmente encontrada em abrigos rochosos. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/estudo-da-usp-revela-que-milho-sustentou-grandes-aldeias-pre-coloniais-no-cerrado-1785523508705.jpg" data-image="xym4zl0b06oz"><figcaption>Localização da área de estudo, dos biomas e dos sítios arqueológicos analisados. Fonte: Chim, et al. (2026).</figcaption></figure><p>As sociedades pré-coloniais abrigavam aldeias de até 2 mil habitantes, e <strong>até então, acreditava-se que esses dois grupos sociais viviam da caça e da coleta de frutos nativos</strong>, com hábitos predominantemente móveis de caçadores-coletores. Então este estudo veio para desafiar esta ideia anterior.</p><p>Eles mostraram que <strong>o Cerrado prosperou com agricultura diversificada baseada no milho antes da colonização</strong>, comprovando pela primeira vez no Brasil o papel central do cereal na dieta dessas populações, e <strong>em patamares comparáveis aos de sociedades andinas e maias</strong>. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="665525" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/um-estudo-de-dna-da-pistas-sobre-a-causa-que-quase-exterminou-a-populacao-do-norte-da-europa-ha-5-400-anos.html" title="Um estudo de DNA dá pistas sobre a causa que quase exterminou a população do Norte da Europa há 5.400 anos">Um estudo de DNA dá pistas sobre a causa que quase exterminou a população do Norte da Europa há 5.400 anos</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/um-estudo-de-dna-da-pistas-sobre-a-causa-que-quase-exterminou-a-populacao-do-norte-da-europa-ha-5-400-anos.html" title="Um estudo de DNA dá pistas sobre a causa que quase exterminou a população do Norte da Europa há 5.400 anos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/un-estudio-de-adn-da-pistas-sobre-la-causa-que-casi-acaba-con-la-poblacion-de-europa-del-norte-hace-5-400-anos-1720890742946_320.jpg" alt="Um estudo de DNA dá pistas sobre a causa que quase exterminou a população do Norte da Europa há 5.400 anos"></a></article></aside><p>Ambas as aldeias das populações Aratu e Una consumiam o milho, com esta última tendo uma alimentação mais diversa. Mas <strong>no caso da Aratu o cereal era uma fonte primordial de subsistência</strong>. </p><p>As demais análises sobre outros alimentos não permitiram afirmar exatamente quais outros vegetais eram consumidos pelos grupos, mas<strong> evidências botânicas</strong> encontradas nos próprios<strong> sítios arqueológicos </strong>dão indícios de uma ampla diversidade de <strong>alimentos</strong>, como, por exemplo, <strong>feijão, amendoim, mandioca, abóbora e frutas</strong>.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Reda%C3%A7%C3%A3o%20Globo%20Rural" data-year="2026" data-title="Estudo%20aponta%20papel%20central%20do%20milho%20para%20povos%20pr%C3%A9-coloniais%20do%20Cerrado" data-url="https%3A%2F%2Fgloborural.globo.com%2Fagricultura%2Fmilho%2Fnoticia%2F2026%2F07%2Festudo-aponta-papel-central-do-milho-para-povos-pre-coloniais-do-cerrado.ghtml">Redação Globo Rural. (2026). <a href="https://globorural.globo.com/agricultura/milho/noticia/2026/07/estudo-aponta-papel-central-do-milho-para-povos-pre-coloniais-do-cerrado.ghtml" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Estudo aponta papel central do milho para povos pré-coloniais do Cerrado</a>.</cite><br><cite data-author="Chim%2C%20E.%20et%20al" data-year="2026" data-title="Maize-based%20polyculture%2C%20not%20monoculture%2C%20sustained%20precolonial%20societies%20in%20the%20Brazilian%20Cerrado" data-url="https%3A%2F%2Fwww.science.org%2Fdoi%2F10.1126%2Fsciadv.aef7066">Chim, E. et al. (2026). <a href="https://www.science.org/doi/10.1126/sciadv.aef7066" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Maize-based polyculture, not monoculture, sustained precolonial societies in the Brazilian Cerrado</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/estudo-da-usp-revela-que-milho-sustentou-grandes-aldeias-pre-coloniais-no-cerrado.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ar-condicionado natural: plantas que ajudam a deixar o ambiente mais fresco e melhoram o isolamento térmico]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/ar-condicionado-natural-plantas-que-ajudam-a-deixar-o-ambiente-mais-fresco-e-melhoram-o-isolamento-termico.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 19:42:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>As plantas podem ser aliadas perfeitas contra o calor; além de acrescentarem um toque decorativo, elas podem ajudar a refrescar os ambientes, proporcionar sombra e melhorar o conforto térmico da casa durante o verão.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/aire-acondicionado-natural-las-plantas-que-pueden-ayudar-a-crear-un-hogar-mas-fresco-y-mejorar-el-aislamiento-termico-1785413309225.jpeg" data-image="fx9n694msjak" alt="homem molhando uma planta" title="homem molhando uma planta"><figcaption>As plantas podem ajudar a melhorar o ambiente térmico em casa durante o verão.</figcaption></figure><p>Com a chegada do <strong>verão</strong>,<strong> manter a casa fresca</strong> torna-se uma prioridade. Além do indispensável ar-condicionado convencional, existem <strong>soluções naturais</strong> que podem ajudar a melhorar o conforto térmico no lar.</p><p>As <strong>plantas </strong>desempenham um papel particularmente interessante nesse sentido, graças à sombra e à umidade que proporcionam e, sobretudo, à evapotranspiração — um processo natural capaz de aumentar o nosso conforto.</p><p>Embora a vegetação não resfrie a casa da mesma maneira que um aparelho de ar-condicionado, certas espécies podem <strong>ajudar a reduzir a sensação de calor e criar um microclima mais agradável</strong>, especialmente quando combinadas com orientação, ventilação e isolamento adequados.</p><h2>Evapotranspiração, um resfriamento natural</h2><p>A chave está na <strong>evapotranspiração</strong>, um processo que combina a evaporação da água presente no solo — ou no substrato, neste caso — com a transpiração das plantas por meio de suas folhas.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">Los helechos son perfectos para decorar tu terraza, le da un toque selvático y privado <a href="https://x.com/hashtag/Tips?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Tips</a> <a href="https://x.com/hashtag/Jardin?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Jardin</a> <a href="https://x.com/hashtag/Terraza?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Terraza</a> <a href="https://t.co/sA1EShmVoF">pic.twitter.com/sA1EShmVoF</a></p>— Total Pisos (@TotalPisos) <a href="https://x.com/TotalPisos/status/736368983830626308?ref_src=twsrc%5Etfw">May 28, 2016</a></blockquote></figure><p>Quando uma <strong>planta </strong>de qualquer tipo<strong> absorve água</strong> pelas raízes, uma parcela significativa acaba sendo<strong> liberada na atmosfera na forma de vapor</strong>, através de minúsculos poros chamados estômatos.</p><p>Esse mecanismo é semelhante ao que vivenciamos quando o suor evapora da nossa pele. Por isso, <strong>uma vegetação abundante e bem hidratada pode alterar as condições do ar ao seu redor</strong>.</p><div class="texto-destacado">Para que a água passe do estado líquido para o gasoso, ela necessita de energia, a qual obtém do ambiente na forma de calor. Como resultado, produz-se um efeito de resfriamento.<br></div><p>No entanto,<strong> nem todas as plantas possuem a mesma capacidade</strong>, uma vez que a taxa de evapotranspiração depende de fatores como espécie, tamanho da planta, área superficial das folhas, disponibilidade de água, temperatura, radiação solar, vento e umidade do ambiente.</p><h2>Quais plantas podem ajudar refrescar o ar?</h2><p>Espécies de crescimento rápido, com <strong>grande área superficial foliar </strong>(muitas folhas) e alta demanda hídrica durante o verão, podem apresentar taxas significativas de evapotranspiração.</p><h3>Samambaias</h3><p>Elas podem adicionar umidade a ambientes internos bem iluminados e protegidos, enquanto certas plantas ornamentais de folhagem abundante ajudam a criar uma atmosfera mais fresca ao seu redor.</p><h3>Hera, falsa-vinha ou algumas variedades de jasmim</h3><p>Elas podem desempenhar uma função adicional, pois <strong>projetam sombra</strong> sobre paredes e janelas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/aire-acondicionado-natural-las-plantas-que-pueden-ayudar-a-crear-un-hogar-mas-fresco-y-mejorar-el-aislamiento-termico-1785414367413.jpeg" data-image="a4o3gtjq302s" alt="Imagen 2" title="Imagen 2"><figcaption>Fachadas com vegetação podem reduzir as temperaturas internas das residências.</figcaption></figure><h3>Árvores e arbustos</h3><p>Elas possuem uma capacidade ainda maior de modificar o microclima. Uma <strong>copa densa</strong>, como a das árvores, intercepta parte da radiação solar antes que ela atinja fachadas, janelas ou telhados. Ao mesmo tempo, sua transpiração libera água de volta para a atmosfera e contribui para a troca de calor.</p><h2>Sombra e isolamento: uma combinação fundamental</h2><p>O efeito de resfriamento das plantas não depende apenas da evapotranspiração. De fato, quando <strong>posicionadas estrategicamente</strong>, elas podem servir como uma <strong>barreira vegetal eficaz contra a radiação</strong> solar.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">Plantou uma videira e a transformou em um telhado verde cheio de uvas. <a href="https://t.co/Gx4kqsKel7">pic.twitter.com/Gx4kqsKel7</a></p>— abymael (@abymaelx) <a href="https://x.com/abymaelx/status/2059707232212734146?ref_src=twsrc%5Etfw">May 27, 2026</a></blockquote></figure><p>Uma fachada parcialmente coberta por vegetação pode receber menos radiação direta, enquanto uma árvore situada em frente a uma janela pode reduzir significativamente o ganho de calor durante as horas de pico de exposição solar.</p><h2>Plantas de interior: elas realmente reduzem a temperatura?</h2><p>Em ambientes internos, é melhor ser realista. Uma planta em vaso pode aumentar ligeiramente a umidade relativa local e proporcionar uma sensação sutil de frescor — o que é certamente bem-vindo —, mas <strong>não consegue substituir um sistema de climatização nem reduzir a temperatura da casa em vários graus por conta própria</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780452" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/as-5-plantas-mais-inusitadas-para-cultivar-em-casa-parecem-ser-de-outro-planeta.html" title="As 5 plantas mais inusitadas para cultivar em casa: parecem ser de outro planeta!">As 5 plantas mais inusitadas para cultivar em casa: parecem ser de outro planeta!</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/as-5-plantas-mais-inusitadas-para-cultivar-em-casa-parecem-ser-de-outro-planeta.html" title="As 5 plantas mais inusitadas para cultivar em casa: parecem ser de outro planeta!"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/le-5-piante-piu-insolite-da-coltivare-in-casa-sembrano-arrivate-da-un-altro-pianeta-1784222155463_320.jpeg" alt="As 5 plantas mais inusitadas para cultivar em casa: parecem ser de outro planeta!"></a></article></aside><p>O <strong>efeito é muito mais significativo quando a vegetação está localizada em terraços, pátios, varandas ou jardins</strong>, onde há uma área foliar maior disponível para interceptar diretamente a radiação solar.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/aire-acondicionado-natural-las-plantas-que-pueden-ayudar-a-crear-un-hogar-mas-fresco-y-mejorar-el-aislamiento-termico-1785414491993.jpeg" data-image="ormh8p1981yj" alt="Imagen 3" title="Imagen 3"><figcaption>Um jardim visualmente agradável e com uma sensação de frescor.</figcaption></figure><p>Além disso, vale ressaltar que introduzir muitas plantas em ambientes fechados pode aumentar excessivamente a umidade, especialmente se a ventilação for precária. Portanto, é importante encontrar um equilíbrio entre a vegetação, a ventilação e a disponibilidade de água.</p><h2>Um ambiente mais fresco com soluções naturais<br></h2><br>As <strong>plantas </strong>podem, portanto, servir como uma ferramenta complementar no combate ao calor. Sua capacidade de realizar a evapotranspiração, proporcionar sombra e modificar o microclima ajuda a reduzir a carga térmica da residência e a melhorar os níveis de conforto durante os meses mais quentes.<p>A escolha de espécies adaptadas ao clima local é fundamental, assim como o seu posicionamento estratégico.</p><ul><li><strong>Árvores </strong>para proteger fachadas e janelas</li><li><strong>Plantas trepadeiras</strong> para criar sombra em paredes e muros</li><li><strong>Plantas de folhagem abundante</strong> para pátios e terraços</li></ul><p>O verdadeiro <strong>“ar-condicionado natural”</strong> não depende de uma única planta, mas sim do projeto de espaços verdes capazes de aproveitar os processos naturais da vegetação.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/ar-condicionado-natural-plantas-que-ajudam-a-deixar-o-ambiente-mais-fresco-e-melhoram-o-isolamento-termico.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Calor intenso de até 40°C e baixa umidade deixam em alerta de “Perigo” 13 estados]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/calor-intenso-de-ate-40-c-e-baixa-umidade-deixam-em-alerta-de-perigo-13-estados.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 18:16:49 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Calor de até 40°C e umidade entre 12% e 20% colocam áreas de 13 estados sob alerta de Perigo, com maior risco de incêndios e impactos à saúde especialmente no Centro-Oeste, Norte e Nordeste nesta sexta-feira.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-intenso-de-ate-40-c-e-baixa-umidade-deixam-em-alerta-de-perigo-13-estados-1785500654480.jpg" data-image="w25t6peouokb" alt="calor, temperatura, norte, nordeste, centro" title="calor, temperatura, norte, nordeste, centro"><figcaption>O calor se concentra no Centro-Norte nesta sexta-feira (31), com temperaturas próximas de 40°C em áreas de Mato Grosso e valores elevados entre Goiás, Tocantins, Pará, Maranhão e Piauí.</figcaption></figure><p>O calor intenso e o ar extremamente seco colocam áreas de 13 estados sob alerta laranja de “Perigo” nesta sexta-feira (31). A situação abrange <strong>principalmente Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Pará, Maranhão, Piauí e Bahia,</strong> com reflexos também em faixas do Sudeste. Enquanto pontos do Centro-Norte podem se aproximar de 40°C, a umidade relativa deve variar entre 12% e 20% nas áreas mais críticas.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</strong></div><p>A combinação aumenta o risco de incêndios florestais e pode provocar ressecamento da pele, irritação nos olhos e desconforto respiratório. <strong>Cuiabá, Palmas, Goiânia e Brasília estão entre as cidades expostas ao tempo muito seco</strong>, enquanto trabalhadores rurais, crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias precisam de maior atenção durante as horas mais quentes.</p><h2>Alerta de “Perigo” alcança áreas de 13 estados </h2><p>O aviso laranja do<em> <a href="https://portal.inmet.gov.br/noticias/previsão-para-sexta-feira-31-e-sábado-01" target="_blank">Instituto Nacional de Meteorologia (INMET)</a></em> representa o segundo nível de uma escala de três graus de severidade.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-intenso-de-ate-40-c-e-baixa-umidade-deixam-em-alerta-de-perigo-13-estados-1785521774456.jpg" data-image="p5khglg77hln" alt="INMET alerta" title="INMET alerta"><figcaption>Alertas de baixa umidade atingem o Centro-Norte do Brasil. Fonte: INMET.</figcaption></figure><p><strong>Nas áreas incluídas, a umidade pode permanecer entre 20% e 12% durante a tarde</strong>, com risco de incêndios e impactos à saúde. A faixa mais crítica se estende pelo Centro-Oeste, alcança o centro-sul de Tocantins e o sudeste do Pará e avança pelo interior do Maranhão, Piauí e Bahia.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-intenso-de-ate-40-c-e-baixa-umidade-deixam-em-alerta-de-perigo-13-estados-1785500802794.jpg" data-image="1655lxntclbi" alt="calor, umidade, alerta" title="calor, umidade, alerta"><figcaption>A umidade relativa cai para níveis críticos nesta sexta-feira (31), principalmente entre o Centro-Oeste, Tocantins, sudeste do Pará e o interior do Nordeste e do Sudeste.</figcaption></figure><p>A distribuição não é uniforme dentro dos estados. <strong>O ar mais seco se concentra longe do litoral e das áreas com chuva</strong>, enquanto o oeste da Amazônia e a costa nordestina mantêm maior disponibilidade de umidade. Entre as áreas destacadas estão:</p><ul> <li><strong>Mato Grosso e Goiás:</strong> umidade entre 12% e 20%, com calor de 35°C a 40°C;</li> <li><strong>Mato Grosso do Sul e Distrito Federal:</strong> tarde seca e grande amplitude térmica;</li> <li><strong>Tocantins e sudeste do Pará:</strong> máximas de 35°C a 38°C e poucas nuvens;</li> <li><strong>Maranhão, Piauí e oeste da Bahia:</strong> calor acima de 34°C e risco de queimadas;</li> <li><strong>Interior do Sudeste:</strong> índices abaixo de 30% em áreas de Minas Gerais e São Paulo.</li> </ul><h2>Temperaturas se aproximam de 40°C no Centro-Norte </h2><p>O predomínio de sol e a pouca formação de nuvens permitem o rápido aquecimento da superfície. <strong>Cuiabá pode alcançar aproximadamente 38°C, enquanto Palmas chega a 37°C e Teresina a 35°C</strong>. Fora das capitais, pontos de Mato Grosso, sul do Pará e Tocantins podem se aproximar de 40°C. Em Brasília, a manhã começa perto de 12°C, mas a tarde fica quente e muito seca.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-intenso-de-ate-40-c-e-baixa-umidade-deixam-em-alerta-de-perigo-13-estados-1785500958242.jpg" data-image="29w4mgrhc7ix" alt="calor, temperatura" title="calor, temperatura"><figcaption>O calor intenso persiste no sábado (1º), com temperaturas próximas de 40°C em Mato Grosso e valores elevados sobre Goiás, Tocantins, Pará e o interior do Nordeste.</figcaption></figure><p><strong>No sábado (1º), o calor permanece forte sobre Mato Grosso, Goiás, Tocantins e o interior nordestino.</strong> A nebulosidade aumenta no oeste e sul de Mato Grosso do Sul, mas o alívio será limitado e irregular. Amazonas e Roraima terão pancadas com trovoadas, enquanto Acre, Rondônia, Amapá e norte do Pará podem registrar chuva isolada, reduzindo temporariamente o calor em alguns pontos.</p><h2>Calor e baixa umidade persistem no Centro-Norte</h2><p>Entre 11h e 17h, a umidade deve atingir os menores valores, variando entre 12% e 20% nas áreas mais críticas.<strong> As temperaturas permanecem entre 35°C e 40°C em pontos de Mato Grosso</strong>, Goiás, Tocantins e oeste da Bahia. Brasília, Cuiabá, Palmas e Goiânia também terão grande amplitude térmica, com manhãs amenas e tardes quentes, secas e com poucas nuvens.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781298" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/forte-ar-quente-chega-ate-o-sul-abafamento-e-temperaturas-11-c-acima-da-media.html" title="Forte ar quente chega até o Sul: abafamento e temperaturas 11°C acima da média">Forte ar quente chega até o Sul: abafamento e temperaturas 11°C acima da média</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/forte-ar-quente-chega-ate-o-sul-abafamento-e-temperaturas-11-c-acima-da-media.html" title="Forte ar quente chega até o Sul: abafamento e temperaturas 11°C acima da média"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/forte-ar-quente-chega-ate-o-sul-abafamento-e-temperaturas-11-c-acima-da-media-1785432534998_320.jpg" alt="Forte ar quente chega até o Sul: abafamento e temperaturas 11°C acima da média"></a></article></aside><p><strong>O padrão persiste durante o fim de semana, elevando o risco de queimadas, incêndios florestais </strong>e fumaça nas rodovias. Operações agrícolas que produzam faíscas ou utilizem fogo exigem atenção redobrada. A frente fria muda o tempo principalmente no Sul e aumenta a nebulosidade no sul de Mato Grosso do Sul, mas não deve eliminar rapidamente o calor e a baixa umidade em Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Tocantins e oeste da Bahia.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/calor-intenso-de-ate-40-c-e-baixa-umidade-deixam-em-alerta-de-perigo-13-estados.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria traz risco de tempestades e vendavais ao Rio Grande do Sul; confira o alerta]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-traz-risco-de-tempestades-e-vendavais-ao-rio-grande-do-sul-confira-o-alerta.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 13:46:50 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Nova frente fria avança pelo estado gaúcho ao longo deste sábado (1º de agosto), levando condições para chuva forte, tempestades, queda de granizo pontual e, principalmente, fortes rajadas de vento.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xatnhf6"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xatnhf6.jpg" id="xatnhf6"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Neste momento, o <strong>Rio Grande do Sul</strong> está com condições de tempo firme e céu com pouca nebulosidade. Mas isso logo vai mudar, pois já neste <strong>fim de semana</strong> uma <strong>nova frente fria</strong> vai avançar pela região trazendo novos riscos.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>O sistema frontal novamente trará potencial para <strong>pancadas de chuva forte</strong>, <strong>tempestades</strong>, queda de <strong>granizo isolado</strong> e, principalmente, <strong>fortes vendavais</strong>, estes que aliás já começam a afetar a faixa litorânea do estado ao longo desta sexta-feira (31).</p><p>E atenção, pois há<strong> risco potencial</strong> para novos <strong>transtornos </strong>como corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores e alagamentos, além do <strong>agravamento das inundações</strong>, já que vários rios da região ainda encontram-se bem cheios devido às últimas chuvas.</p><p>Acompanhe a seguir os detalhes da previsão do tempo.</p><h2>Nova frente fria atinge o RS no sábado</h2><p>Após as chuvas cessarem no estado gaúcho, um <strong>novo episódio com condições adversas </strong>no tempo está previsto para este <strong>sábado, 1º de agosto</strong>. Teremos o processo de formação de um novo ciclone ao longo desta sexta-feira (31) entre a Argentina e o Uruguai, e sua frente fria associada avança para o Sul do Brasil no sábado (1º).</p><p>Mas <strong>o principal destaque não será a chuva, e sim os fortes vendavais</strong> que estão previstos; aliás, já a partir de hoje (31) ocorrem no litoral gaúcho devido ao processo de formação do sistema. Mas sobre isto falaremos logo mais.</p><p>As<strong> instabilidades chegam com força já pela manhã</strong> do sábado (1º) no <strong>Oeste </strong>e em áreas da <strong>Campanha </strong>do Rio Grande do Sul, com chuva forte, tempestades com muitos raios e chance de queda de granizo isolado.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-risco-de-tempestades-e-vendavais-ao-rio-grande-do-sul-confira-o-alerta-1785505110439.png" data-image="xh1xnjqyie18"><figcaption>Previsão de precipitação (em mm) e nebulosidade (tons acinzentados) para o sábado (1º de agosto) às 11h à esquerda e às 17h à direita, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Ao longo da <strong>tarde</strong>, o sistema frontal avança levando<strong> chuvas moderadas a pontualmente intensas, tempestades e risco de granizo isolado</strong> <strong>para as demais áreas</strong> da Campanha, Sul, Centro, Missões, Noroeste, Norte, Vales e Costa Doce. No Oeste e parte da Campanha o tempo já começará a limpar durante a tarde.</p><p>Durante a <strong>noite</strong>, as <strong>chuvas chegam à Região Metropolitana de Porto Alegre</strong>, incluindo a capital, mas serão<strong> fracas e sem risco de tempestades</strong>. E ainda haverá condições para chuvas no norte, Serra e parte da Costa Doce.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781242" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-trara-frio-rigoroso-de-inverno-e-temperaturas-abaixo-de-0-c-veja-o-que-esperar.html" title="Ar polar trará frio rigoroso de inverno e temperaturas abaixo de 0°C; veja o que esperar">Ar polar trará frio rigoroso de inverno e temperaturas abaixo de 0°C; veja o que esperar</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-trara-frio-rigoroso-de-inverno-e-temperaturas-abaixo-de-0-c-veja-o-que-esperar.html" title="Ar polar trará frio rigoroso de inverno e temperaturas abaixo de 0°C; veja o que esperar"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-trara-frio-rigoroso-de-inverno-e-temperaturas-abaixo-de-0-c-veja-o-que-esperar-1785415430696_320.jpg" alt="Ar polar trará frio rigoroso de inverno e temperaturas abaixo de 0°C; veja o que esperar"></a></article></aside><p>Na madrugada do domingo (2) ainda há condições para chuvas fracas no Nordeste e Litoral Norte gaúchos.</p><p>Essas<strong> chuvas não serão tão expressivas e volumosas</strong> como as registradas nos últimos dias na região, chegando <strong>até </strong><strong>50 mm/dia</strong>, especilamente no Oeste. Contudo, <strong>pontuais de até 100 mm/dia</strong> podem ser registrados em áreas do<strong> oeste e da Campanha</strong> do estado. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-risco-de-tempestades-e-vendavais-ao-rio-grande-do-sul-confira-o-alerta-1785504834196.jpg" data-image="akqkdfeuqsyu"><figcaption>Previsão da precipitação acumulada (em mm) entre hoje (31) e a noite (23h) de sábado (1º de agosto), segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>E como comentamos,<strong> o destaque serão os vendavais</strong>.</p><p>Já nesta <strong>sexta-feira (31)</strong> há alerta para a<strong> intensificação dos ventos costeiros</strong> em todo o litoral do Rio Grande do Sul, com rajadas<strong> entre 50 e 60 km/h</strong>, além de <strong>ventos do quadrante norte no Oeste</strong> em torno dos 50 km/h.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-risco-de-tempestades-e-vendavais-ao-rio-grande-do-sul-confira-o-alerta-1785504736818.png" data-image="f6jl3usumvcd"><figcaption>Previsão de rajadas de vento (em km/h) para a sexta-feira (31) à tarde (16h) à esquerda e para o sábado (1º de agosto) à tarde (13h) à direita, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Ao longo do <strong>sábado (1º)</strong>, as rajadas de vento ganham intensidade. A maior parte do Rio Grande do Sul deve registrar <strong>rajadas entre 50 e 80 km/h</strong>.</p><p>Mas em áreas elevadas, de vales e de encostas de morros, especialmente na <strong>região Central </strong>do estado, as rajadas podem<strong> pontualmente atingir até 100 km/h</strong>.</p><div class="texto-destacado">O Rio Grande do Sul terá rajadas de vento entre 50 e 80 km/h neste sábado (1º), mas pontualmente podendo atingir até 100 km/h em áreas elevadas e na região Central.</div><p>A <strong>tendência </strong>é que ao longo do <strong>domingo (2)</strong> o<strong> tempo estável volte a predominar</strong> sobre o estado gaúcho.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-traz-risco-de-tempestades-e-vendavais-ao-rio-grande-do-sul-confira-o-alerta.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ondas de calor levam ao limite da sobrevivência os considerados reis do deserto]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/ondas-de-calor-levam-ao-limite-da-sobrevivencia-os-considerados-reis-do-deserto.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 12:19:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>As ondas de calor cada vez mais intensas estão a desafiar os limites biológicos dos camelos, um dos animais mais bem adaptados aos desertos. Vemha saber mais sobre estes animais aqui!</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/ondas-de-calor-levam-ao-limite-da-sobrevivencia-os-considerados-reis-do-deserto-1784995628069.jpg" data-image="xpppxw2k60ul" alt="Camelos" title="Camelos"><figcaption>Os camelos estão a enfrentar ondas de calor cada vez mais intensas, um reflexo dos impactos das alterações climáticas nos ecossistemas desérticos.</figcaption></figure><p>Durante décadas, os camelos eram conhecidos por serem os <strong>animais mais resistentes ao calor</strong>. Adaptados às condições severas dos desertos, <strong>conseguem percorrer longas distâncias sob temperaturas escaldantes e sobreviver com pouca água</strong>.</p><p>No entanto, devido ao <strong>aumento da intensidade e da duração das ondas de calor </strong>estes verdadeiros especialistas em ambientes áridos começam a atingir os seus limites.</p><p>Segundo a Organização Mundial Meteorológica, desde 1981 as ondas têm aumentado no Médio Oriente, sendo que nos últimos anos, <strong>têm registado temperaturas excecionalmente elevadas</strong> durante vários dias consecutivos, chegando algumas regiões, a <strong>atingir ou até mesmo a ultrapassar os 50°C</strong>, criando condições que desafiam não apenas os seres humanos, mas também a fauna adaptada ao deserto.</p><h2>O impacto das elevadas temperaturas nos camelos</h2><p>Os veterinários e os próprios criadores têm observado um <strong>número crescente de camelos a sofrer de exaustão térmica, desidratação severa e, em casos extremos, a morrer devido ao calor intenso</strong>. A capacidade de sobrevivência dos camelos resulta de um conjunto de adaptações únicas.</p><p>Estes mamíferos conseguem <strong>armazenar gordura nas bossas, reduzindo a necessidade de reservas energéticas</strong> <strong>distribuídas pelo corpo, suportam perdas significativas de água</strong> sem comprometer imediatamente as suas funções vitais e permitem que a temperatura corporal oscile ao longo do dia, diminuindo a transpiração e conservando líquidos.</p><div class="texto-destacado">"<strong>Consigo ver os meus camelos sofrendo devido ao calor extremo. Ficam com bolhas nas patas, os olhos lacrimejam e a areia escaldantes queima-lhes a pele.</strong>" <br><br>Ali Umer, criador de camelos em Semera, numa entrevista à BBC</div><p>Estas estratégias tornaram estes <strong>animais essenciais para a vida humana em regiões desérticas</strong>. Contudo, mesmo estas características extraordinárias têm limites, pois quando o calor permanece extremo durante dias seguidos e as temperaturas noturnas deixam de descer o suficiente para permitir o arrefecimento do organismo, <strong>o corpo dos camelos acumula calor de forma progressiva</strong>.</p><p>Sem tempo para recuperar, o <strong>risco de colapso fisiológico aumenta,</strong> podendo chegar à falência de órgãos e até morte.</p><h2>Importante fonte de rendimento e subsistência </h2><p>Todavia estes efeitos não se restringem aos animais. Em muitas comunidades do Médio Oriente e do Norte de África, <strong>os camelos representam uma importante fonte de rendimento e subsistência</strong>. São utilizados no transporte, na produção de leite, na reprodução e, em algumas regiões, continuam a desempenhar um papel central nas atividades agrícolas e culturais.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ondas-de-calor-levam-ao-limite-da-sobrevivencia-os-considerados-reis-do-deserto-1784995652526.jpg" data-image="o4x5ncb9euo1" alt="Resistência no deserto" title="Resistência no deserto"><figcaption>Mesmo adaptados às condições mais áridas do planeta, os camelos começam a revelar os limites da sua resistência perante temperaturas extremas.</figcaption></figure><p>A perda destes animais pode ter <strong>consequências econômicas significativas para famílias que dependem deles diariamente</strong>. Além do impacto social, existe também uma <strong>dimensão ecológica</strong>. Os camelos <strong>participam na dispersão de sementes e influenciam a vegetação dos ecossistemas áridos</strong>.</p><p>As mudanças nas suas populações poderão <strong>modificar o equilíbrio destes habitats, cujas espécies já enfrentam desafios acrescidos devido às alterações climáticas</strong>. Perante esta realidade, vários criadores e autoridades têm procurado adaptar as práticas de gestão dos animais.</p><p>Entre as medidas implementadas estão a <strong>disponibilização de mais áreas de sombra, o aumento do acesso a água, a redução das deslocações durante as horas de maior calor e a vigilância veterinária </strong>reforçada nos períodos de temperaturas extremas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="[object Object]" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><span class="encabezado"><h5 class="titular s"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/um-dia-o-leite-de-camelo-podera-substituir-o-leite-de-vaca.html" title="Um dia o leite de camelo poderá substituir o leite de vaca?">Um dia o leite de camelo poderá substituir o leite de vaca?</a></h5></span><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/um-dia-o-leite-de-camelo-podera-substituir-o-leite-de-vaca.html" title="Um dia o leite de camelo poderá substituir o leite de vaca?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/dromadaires-et-chameaux-le-lait-de-chamelle-va-t-il-un-jour-remplacer-le-lait-de-vache-lait-du-futur-rechauffement-climatique-1711386352146_320.jpeg" alt="Um dia o leite de camelo poderá substituir o leite de vaca?"></a></article></aside><p>Estas ações procuram <strong>minimizar o stress térmico e reduzir o número de mortes</strong>. Os especialistas sublinham que o caso dos camelos constitui um importante indicador dos efeitos das mudanças climáticas.</p><p>Se uma espécie reconhecida mundialmente pela sua extraordinária resistência ao calor começa a evidenciar dificuldades em sobreviver, isso demonstra que as <strong>condições ambientais estão a aproximar-se de limites biológicos nunca antes enfrentados</strong>.</p><h2>Estratégias de adaptação </h2><p>Infelizmente as previsões para estas regiões e outras do planeta, apontam para <strong>ondas de calor cada vez mais frequentes, prolongadas e intensas</strong>. Este cenário reforça a <strong>necessidade de desenvolver estratégias de adaptação</strong> que protejam tanto a biodiversidade como as comunidades humanas que dependem dela.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="[object Object]" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><span class="encabezado"><h5 class="titular s"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/nem-ar-condicionado-nem-eletricidade-o-mecanismo-de-2-mil-anos-que-resfria-casas-no-meio-do-deserto.html" title="Nem ar-condicionado nem eletricidade: o mecanismo de 2 mil anos que resfria casas no meio do deserto">Nem ar-condicionado nem eletricidade: o mecanismo de 2 mil anos que resfria casas no meio do deserto</a></h5></span><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/nem-ar-condicionado-nem-eletricidade-o-mecanismo-de-2-mil-anos-que-resfria-casas-no-meio-do-deserto.html" title="Nem ar-condicionado nem eletricidade: o mecanismo de 2 mil anos que resfria casas no meio do deserto"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ni-aire-acondicionado-ni-electricidad-el-mecanismo-de-hace-2-000-anos-que-enfria-casas-en-pleno-desierto-1782540295443_320.jpg" alt="Nem ar-condicionado nem eletricidade: o mecanismo de 2 mil anos que resfria casas no meio do deserto"></a></article></aside><p>A situação dos camelos reforça que <strong>nenhuma espécie é completamente imune às consequências do aquecimento global</strong>. Mesmo os animais mais bem preparados para viver em ambientes extremos podem ver a sua capacidade de adaptação ultrapassada quando o clima muda a um ritmo superior ao que a natureza consegue acompanhar.</p><p>Proteger estes animais é também <strong>preservar um patrimônio biológico</strong>, <strong>cultural e económico </strong>que acompanha a história das civilizações do deserto há milhares de anos.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/ondas-de-calor-levam-ao-limite-da-sobrevivencia-os-considerados-reis-do-deserto.html</guid><dc:creator><![CDATA[Paula Gonçalves]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Queda de 77% no número de onças-pintadas fêmeas acende alerta para conservação na Amazônia]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/queda-de-77-no-numero-de-oncas-pintadas-femeas-acende-alerta-para-conservacao-na-amazonia.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 10:07:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Pesquisa revela que estabilidade aparente da população de onças-pintadas em área de florestas inundáveis da Amazônia esconde forte redução de fêmeas, comprometendo a reprodução e aumentando o risco de colapso futuro.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/queda-de-77-no-numero-de-oncas-pintadas-femeas-acende-alerta-para-conservacao-na-amazonia-1785418098371.jpg" data-image="rkend404buti" alt="Segundo a pesquisa essa diminuição compromete a renovação da população local, já que as fêmeas garantem a reprodução da espécie Foto: Emiliano Ramalho/Instituto Mamirauá" title="Segundo a pesquisa essa diminuição compromete a renovação da população local, já que as fêmeas garantem a reprodução da espécie Foto: Emiliano Ramalho/Instituto Mamirauá"><figcaption>Segundo a pesquisa essa diminuição compromete a renovação da população local, já que as fêmeas garantem a reprodução da espécie. Crédito: Emiliano Ramalho/Instituto Mamirauá</figcaption></figure><p>Embora a população total de <strong>onças-pintadas </strong>tenha permanecido estável entre 2005 e 2022 na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, no Amazonas,<strong> um novo estudo revela uma mudança preocupante na composição desses animais.</strong> Nesse período, o número de fêmeas caiu 77%, enquanto a densidade de machos aumentou, mascarando um possível declínio na capacidade reprodutiva da espécie.</p><p>A pesquisa, desenvolvida pelo<strong> Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá</strong> em parceria com a organização internacional Panthera e publicada na revista Journal of Applied Ecology, estima que <strong>a região abriga cerca de 610 onças-pintadas</strong>. Segundo os pesquisadores, a aparente estabilidade populacional esconde um desequilíbrio que pode comprometer a renovação natural da espécie nas próximas décadas.</p><p>"O padrão observado sugere que populações aparentemente estáveis podem estar enfrentando ameaças importantes", afirma o diretor técnico-científico do Instituto Mamirauá e coautor do estudo, Emiliano Esterci Ramalho. Segundo ele, a redução contínua de fêmeas representa <strong>um risco porque elas são responsáveis pela reprodução, criação e sobrevivência dos filhotes</strong> que garantirão a continuidade da população.</p><h2>Mudanças na dinâmica populacional preocupam pesquisadores</h2><p>Uma das principais hipóteses levantadas pelos cientistas envolve <strong>a maior remoção de machos da população, possivelmente por caça. </strong>Essa perda abre espaço para a imigração de novos machos vindos de áreas vizinhas. Já as fêmeas costumam estabelecer seus territórios próximos ao local onde nasceram, tornando sua reposição muito mais lenta e limitada.</p><div class="texto-destacado">A chegada de novos machos também pode aumentar a ocorrência de infanticídio, comportamento registrado em grandes felinos no qual os machos matam filhotes para que as fêmeas retornem ao período reprodutivo. Essa dinâmica reduz o recrutamento de novos indivíduos, especialmente de futuras fêmeas, agravando ainda mais o desequilíbrio observado.</div><p>Além disso, pesquisadores avaliam que<strong> doenças infecciosas podem estar contribuindo para a redução da população feminina</strong>. Entre os agentes identificados em onças da região estão o vírus do Nilo Ocidental, o vírus da Encefalite de Saint Louis, o vírus da cinomose e o vírus da leucemia felina (FeLV). A influência dessas enfermidades sobre a sobrevivência e a reprodução das fêmeas ainda deverá ser investigada em novos estudos.</p><h2>Risco de colapso reforça importância da conservação</h2><p>Os dados mostram que a sobrevivência dos indivíduos adultos permanece elevada, com taxa de 0,76 em uma escala de zero a um. Em contrapartida,<strong> a entrada de novas fêmeas na população é baixa, atingindo apenas 0,15.</strong> Para os pesquisadores, a imigração constante de machos pode estar ocultando uma perda gradual da capacidade reprodutiva da população local.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="778996" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/mais-acai-menos-tucanos-estudo-aponta-impactos-sobre-aves-da-amazonia.html" title="Mais açaí, menos tucanos: estudo aponta impactos sobre aves da Amazônia">Mais açaí, menos tucanos: estudo aponta impactos sobre aves da Amazônia</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/mais-acai-menos-tucanos-estudo-aponta-impactos-sobre-aves-da-amazonia.html" title="Mais açaí, menos tucanos: estudo aponta impactos sobre aves da Amazônia"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/mais-acai-menos-tucanos-estudo-aponta-impactos-sobre-aves-da-amazonia-1784233799761_320.jpg" alt="Mais açaí, menos tucanos: estudo aponta impactos sobre aves da Amazônia"></a></article></aside><p>Ramalho alerta que, caso essa tendência continue, <strong>a população poderá enfrentar um colapso</strong>. "Pode chegar o momento em que não teremos fêmeas suficientes para manter a população, levando à redução do número total de indivíduos", explica. Segundo ele, preservar as fêmeas é essencial para garantir o nascimento, a criação e a sobrevivência de novas gerações de onças-pintadas.</p><p>Como resposta ao problema,<strong> o Instituto Mamirauá pretende ampliar o trabalho de conservação realizado com as comunidades da região</strong>, compartilhando os resultados da pesquisa e fortalecendo ações conjuntas de proteção da espécie. O estudo também reforça o papel das florestas inundáveis de várzea da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá como um dos principais refúgios de onças-pintadas do planeta, abrigando uma das maiores densidades desses felinos já registradas e destacando a importância da preservação desse ecossistema para o futuro da espécie.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Minist%C3%A9rio%20da%20Ci%C3%AAncia%2C%20Tecnologia%20e%20Inova%C3%A7%C3%A3o%20(MCTI)" data-year="2026" data-title="N%C3%BAmero%20de%20on%C3%A7as-pintadas%20f%C3%AAmeas%20ca%C3%AD%2077%25%20nas%20regi%C3%B5es%20de%20florestas%20inund%C3%A1veis%20da%20Amaz%C3%B4nia" data-url="https%3A%2F%2Fwww.gov.br%2Fmcti%2Fpt-br%2Facompanhe-o-mcti%2Fnoticias%2Fnoticias-julho-outubro-2026%2Fnumero-de-oncas-pintadas-femeas-cai-77-nas-regioes-de-florestas-inundaveis-da-amazonia-1%3Fshem%3Ddsdf%2Csharefoc%2Cagadiscoversdl%2C%2Csh%2Fx%2Fdiscover%2Fm1%2F4">Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). (2026). <a href="https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/noticias/noticias-julho-outubro-2026/numero-de-oncas-pintadas-femeas-cai-77-nas-regioes-de-florestas-inundaveis-da-amazonia-1?shem=dsdf,sharefoc,agadiscoversdl,,sh/x/discover/m1/4" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Número de onças-pintadas fêmeas caí 77% nas regiões de florestas inundáveis da Amazônia</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/queda-de-77-no-numero-de-oncas-pintadas-femeas-acende-alerta-para-conservacao-na-amazonia.html</guid><dc:creator><![CDATA[João Cunha]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Cidades cada vez mais quentes: 10 infraestruturas verdes para mitigar o efeito de ilha de calor urbana]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/cidades-cada-vez-mais-quentes-10-infraestruturas-verdes-para-mitigar-o-efeito-de-ilha-de-calor-urbana.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 08:23:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Árvores, parques, telhados verdes e áreas permeáveis podem reduzir significativamente as temperaturas urbanas, melhorando o conforto, a saúde e a qualidade de vida durante o verão.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/citta-sempre-piu-calde-le-10-infrastrutture-verdi-indispensabili-per-mitigare-l-isola-di-calore-urbana-1785151514601.jpeg" data-image="7l34gyfl5awq"><figcaption>Cidades cada vez mais quentes: as 10 infraestruturas verdes essenciais para mitigar o efeito de ilha de calor urbana.</figcaption></figure><p>Durante o <strong>verão</strong>, as <strong>temperaturas</strong> na maioria das <strong>áreas urbanas</strong> atingem, cada vez mais, níveis extremos, tornando o ambiente abrasador, sufocante e inóspito. De fato, as mudanças climáticas, a elevação das temperaturas globais e a crescente frequência de ondas de calor estão agravando o superaquecimento urbano, particularmente em áreas densamente edificadas, caracterizadas por extensas superfícies de asfalto e concreto.</p><div class="texto-destacado">De fato, o asfalto, o concreto e as superfícies impermeáveis absorvem grandes quantidades de energia solar durante o dia, contribuindo para a manutenção de temperaturas elevadas mesmo à noite.</div><br>As consequências afetam a saúde, a qualidade de vida e o consumo de energia. As ondas de calor aumentam o risco de problemas de saúde e respiratórios, enquanto a climatização artificial de edificações demanda grandes quantidades de energia — especialmente em<strong> áreas densamente urbanizadas</strong>, caracterizadas por construções mais antigas e com isolamento térmico precário.<p>Nesse contexto, a vegetação urbana desempenha um papel cada vez mais importante:<strong> árvores e plantas</strong> não são meros elementos estéticos, mas funcionam como uma verdadeira infraestrutura climática <strong>capaz de alterar o microclima da cidade</strong>.</p><h2>O que é a ilha de calor urbana</h2><p>O fenômeno da ilha de calor urbana refere-se ao <strong>aumento das temperaturas nas cidades</strong> em comparação com as áreas rurais circundantes. A causa principal é a presença generalizada de superfícies artificiais — como asfalto, concreto e coberturas — que absorvem a energia solar e liberam calor lentamente para o ambiente.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="681773" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/reducao-de-areas-verdes-agrava-ilha-de-calor-na-capital-sao-paulo-segundo-novo-estudo-veja-os-bairros-mais-atingidos.html" title="Redução de áreas verdes agrava ilha de calor na capital São Paulo, segundo novo estudo. Veja os bairros mais atingidos">Redução de áreas verdes agrava ilha de calor na capital São Paulo, segundo novo estudo. Veja os bairros mais atingidos</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/reducao-de-areas-verdes-agrava-ilha-de-calor-na-capital-sao-paulo-segundo-novo-estudo-veja-os-bairros-mais-atingidos.html" title="Redução de áreas verdes agrava ilha de calor na capital São Paulo, segundo novo estudo. Veja os bairros mais atingidos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/reducao-de-areas-verdes-agrava-ilha-de-calor-em-sao-paulo-elevando-a-temperatura-nos-bairros-da-cidade-confira-quais-1730832222708_320.png" alt="Redução de áreas verdes agrava ilha de calor na capital São Paulo, segundo novo estudo. Veja os bairros mais atingidos"></a></article></aside><p>A vegetação, por outro lado, atua de maneira oposta. <strong>Árvores, gramados e espaços verdes</strong> sombreiam o solo, <strong>reduzem o superaquecimento das superfícies</strong> e resfriam o ar por meio da evapotranspiração — o processo pelo qual as plantas liberam vapor d'água na atmosfera.</p><p>Mesmo <strong>a vegetação em pequena escala pode ajudar a melhorar o microclima urbano</strong>. Por isso, é fundamental preservar, ampliar e valorizar todas as formas de vegetação urbana, desde grandes florestas urbanas até pequenos jardins particulares.</p><h2>1. Telhados verdes e paredes vivas</h2><p> As<strong> coberturas verdes e as paredes vegetais cobrem os edifícios </strong>e as superfícies urbanas com uma camada de vegetação capaz de reduzir o sobreaquecimento causado pela radiação solar. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/citta-sempre-piu-calde-le-10-infrastrutture-verdi-indispensabili-per-mitigare-l-isola-di-calore-urbana-1785151547824.jpeg" data-image="c9jpbicktatm"><figcaption>Telhados verdes e paredes vivas.</figcaption></figure><p>Telhados verdes limitam o acúmulo de calor nas coberturas e <strong>melhoram o isolamento térmico</strong>, enquanto paredes verdes protegem as fachadas da luz solar direta e ajudam a<strong> resfriar o ar ao redor</strong>.</p><h2>2. Sistemas de drenagem urbana sustentável e jardins de chuva</h2><p> <strong>Pavimentos permeáveis</strong>, valas vegetadas e<strong> jardins de chuva</strong> permitem que a <strong>água se infiltre no solo</strong>, em vez de se acumular em superfícies pavimentadas ou ser perdida para o sistema de esgoto.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/citta-sempre-piu-calde-le-10-infrastrutture-verdi-indispensabili-per-mitigare-l-isola-di-calore-urbana-1785151565127.jpeg" data-image="n8iytm6qgerd"><figcaption>Sistemas de drenagem urbana sustentável e jardins de chuva</figcaption></figure><p>Além de reduzir o risco de inundações, essa infraestrutura favorece a presença de vegetação e ajuda a <strong>mitigar o superaquecimento urbano</strong>.</p><h2>3. Árvores urbanas e áreas de estacionamento verdes</h2><br><strong>Árvores ao longo de estradas e em estacionamentos</strong> representam uma das soluções mais eficazes contra as altas temperaturas do verão.<figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/citta-sempre-piu-calde-le-10-infrastrutture-verdi-indispensabili-per-mitigare-l-isola-di-calore-urbana-1785151593005.jpeg" data-image="ysg1xah8yuu3"><figcaption>Árvores urbanas e áreas de estacionamento verdes.</figcaption></figure><p>A <strong>sombra projetada pelas copas das árvores reduz o superaquecimento do asfalto, dos automóveis </strong>e das fachadas de edifícios, ao mesmo tempo em que melhora a qualidade do ar e o conforto dos espaços públicos.</p><h2>4. Parques urbanos, pequenos bosques e florestas urbanas</h2><p> Parques públicos, gramados, <strong>pequenos bosques e florestas urbanas</strong> representam algumas das áreas mais frescas do tecido urbano. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/citta-sempre-piu-calde-le-10-infrastrutture-verdi-indispensabili-per-mitigare-l-isola-di-calore-urbana-1785151613694.jpeg" data-image="udzfz9qgdpox"><figcaption>Parques urbanos, pequenos bosques e florestas urbanas</figcaption></figure><p>Esses espaços<strong> reduzem as temperaturas do ar, promovem a ventilação</strong> e a biodiversidade, e representam uma das principais ferramentas para mitigar os efeitos das ondas de calor.</p><h2>5. Hortas urbanas e espaços verdes comunitários</h2><br>Hortas urbanas combinam função ambiental e valor social.<figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/citta-sempre-piu-calde-le-10-infrastrutture-verdi-indispensabili-per-mitigare-l-isola-di-calore-urbana-1785151638984.jpeg" data-image="rvvuj59z1txc"><figcaption>Hortas urbanas e espaços verdes comunitários.</figcaption></figure><p>A presença de vegetação e de solo permeável ajuda a<strong> amenizar o calor</strong>, enquanto a gestão compartilhada dos espaços fomenta conexões sociais e uma maior atenção à vegetação urbana.</p><h2>6. Corredores fluviais e vegetação ripária</h2><br>A <strong>vegetação ao longo de córregos, canais e cursos d'água urbanos</strong> cria corredores ecológicos capazes de reduzir as temperaturas locais e promover a ventilação e a biodiversidade.<figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/citta-sempre-piu-calde-le-10-infrastrutture-verdi-indispensabili-per-mitigare-l-isola-di-calore-urbana-1785151659538.jpeg" data-image="54e7mq6xsbbr"><figcaption>Corredores fluviais e vegetação ripária.</figcaption></figure><p>Se bem administradas, essas áreas também costumam representar alguns dos locais mais agradáveis da cidade para encontrar alívio durante o verão.</p><h2>7. Barreiras verdes de absorção sonora</h2><br><strong>Cercas-vivas</strong>, faixas de arborização e barreiras vegetais <strong>ao longo de estradas e infraestruturas</strong> não se limitam a reduzir o ruído.<figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/citta-sempre-piu-calde-le-10-infrastrutture-verdi-indispensabili-per-mitigare-l-isola-di-calore-urbana-1785151738499.jpeg" data-image="phrxqajyb0de"><figcaption>Barreiras verdes de absorção sonora.</figcaption></figure><p>Elas contribuem significativamente para <strong>proporcionar sombra, capturar poeira fina</strong> e melhorar o microclima urbano.</p><h2>8. Áreas despavimentadas e superfícies permeáveis</h2><br>A <strong>remoção de asfalto e concreto de pátios, praças</strong> ou superfícies ociosas permite devolver o espaço ao solo e à vegetação.<figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/citta-sempre-piu-calde-le-10-infrastrutture-verdi-indispensabili-per-mitigare-l-isola-di-calore-urbana-1785151758730.jpeg" data-image="0p8fdwnsvnol"><figcaption>Áreas despavimentadas e superfícies permeáveis.</figcaption></figure><p>Áreas com o pavimento removido acumulam menos calor, <strong>facilitam a infiltração da água da chuva</strong> e ajudam a<strong> criar ambientes urbanos mais frescos,</strong> naturais e habitáveis.</p><h2>9. Terras agrícolas periurbanas</h2><br><strong>Áreas agrícolas nos arredores das cidades </strong>ainda desempenham uma função climática importante hoje em dia.<figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/citta-sempre-piu-calde-le-10-infrastrutture-verdi-indispensabili-per-mitigare-l-isola-di-calore-urbana-1785151785663.jpeg" data-image="d43chk2zfmaf"><figcaption>Terras agrícolas periurbanas.</figcaption></figure><p><strong>Campos cultivados, prados e áreas rurais periurbanas</strong> limitam a expansão de superfícies artificiais e ajudam a manter temperaturas mais baixas em comparação com zonas totalmente urbanizadas.</p><h2>10. Jardins particulares e pequenos espaços verdes residenciais</h2><br><strong>Varandas, pátios e jardins privativos</strong> também desempenham um papel importante no clima urbano.<figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/citta-sempre-piu-calde-le-10-infrastrutture-verdi-indispensabili-per-mitigare-l-isola-di-calore-urbana-1785151809375.jpeg" data-image="nijpvs4b40fw"><figcaption>Jardins particulares e pequenos espaços verdes residenciais.</figcaption></figure><p>De fato, o conjunto de inúmeros pequenos espaços verdes distribuídos pela cidade ajuda a criar uma estrutura em mosaico resiliente, aumentando o sombreamento, a umidade do ar e a presença de micro-habitats.</p><h2>Uma cidade mais verde</h2><p>Em uma era de mudanças climáticas, uma cidade centrada no ser humano é aquela capaz de integrar, cada vez mais, a vegetação ao seu tecido urbano. <strong>Árvores, gramados, jardins e infraestrutura verde representam algumas das ferramentas mais eficazes</strong> e sustentáveis disponíveis atualmente para melhorar o conforto térmico no verão e a qualidade de vida.</p><p>Proteger e<strong> valorizar a vegetação urbana</strong> significa preservar um ativo inestimável — essencial para construir cidades mais frescas, resilientes e habitáveis para as gerações presentes e futuras.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/cidades-cada-vez-mais-quentes-10-infraestruturas-verdes-para-mitigar-o-efeito-de-ilha-de-calor-urbana.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Inspirada no Caminho de Santiago: conheça a rota de 300 km em Goiás com cachoeiras e poesia]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/inspirada-no-caminho-de-santiago-conheca-a-rota-de-300-km-em-goias-com-cachoeiras-e-poesia.html</link><pubDate>Thu, 30 Jul 2026 22:39:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Inspirada no tradicional Caminho de Santiago, na Espanha, a rota de cerca de 300 km em Goiás passa por cidades históricas, ruínas, monumentos culturais e cachoeiras. Saiba mais aqui.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/inspirada-no-caminho-de-santiago-conheca-a-rota-de-300-km-em-goias-com-cachoeiras-e-poesia-1785438934800.jpg" data-image="yafjqiyephax"><figcaption>A rota tem aproximadamente 300 km de extensão e abrange história, natureza e poesia. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>Uma <strong>trilha de cerca de 300 quilômetros em Goiás</strong> é<strong> inspirada no Caminho de Santiago</strong>, uma famosa rota de peregrinação na <strong>Espanha </strong>que termina na Catedral de Santiago de Compostela (cidade de Santiago de Compostela, capital da Galiza, Espanha).</p><p>A rota brasileira <strong>passa por oito municípios</strong>, <strong>reúne belas paisagens do Cerrado</strong>, <strong>patrimônios históricos </strong>e é considerada a primeira rota de poesias do mundo. Saiba mais qual é abaixo.</p><h2>O Caminho de Cora Coralina - Goiás</h2><p>A rota em questão é o chamado <strong>Caminho de Cora Coralina</strong>, uma trilha de longo curso no estado de Goiás que, ao longo dos seus 300 km de extensão, <strong>conecta diferentes povoados e unidades de conservação</strong>.</p><p>O trajeto cruza os <strong>municípios históricos</strong> de Corumbá de Goiás, Pirenópolis, São Francisco de Goiás, Jaraguá e a Cidade de Goiás, abrangendo também os municípios de Cocalzinho de Goiás, Itaguari e Itaberaí. </p><p><strong>Todo o percurso é autoguiado</strong>, então não é necessário guia ou agência de turismo. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/inspirada-no-caminho-de-santiago-conheca-a-rota-de-300-km-em-goias-com-cachoeiras-e-poesia-1785438955361.jpg" data-image="9mzu7fphwbzq"><figcaption>A Cachoeira do Salto do Corumbá, em Goiás. Crédito: Divulgação/Prefeitura de Corumbá de Goiás.</figcaption></figure><p>O <strong>Caminho de Cora Coralina é o único caminho de poesias do mundo</strong>. Nele, há poesias espalhadas por todos os trechos da <strong>poetisa goiana Ana Lis dos Guimarães</strong>, daí o nome da rota em sua homenagem.</p><p>Aos 14 anos de idade, a poetisa criou o<strong> pseudônimo Cora Coralina</strong> e somente aos 76 anos seu primeiro livro foi publicado.</p><p>Entre os atrativos naturais que você vai encontrar pelo percurso está a <strong>Cachoeira do Salto do Corumbá</strong>, a 11 km do centro da cidade de Corumbá de Goiás. Tem <strong>mais de 50 metros de altura</strong>, com um poço grande para banho e o acesso é por uma trilha curta e fácil.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/inspirada-no-caminho-de-santiago-conheca-a-rota-de-300-km-em-goias-com-cachoeiras-e-poesia-1785439052584.jpg" data-image="tyasqt639x1c"><figcaption>Parte do trajeto do Caminho de Cora Coralina, em Goiás, o qual muitos ciclistas percorrem. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>No complexo Salto do Corumbá há também outras cachoeiras e várias trilhas, além de restaurante e pousada. </p><p>Outro destaque é o <strong>Parque Estadual da Serra dos Pireneus</strong>, umas das unidades de conservação que a rota abrange, com <strong>vegetação de cerrado, nascentes, cachoeiras, mirantes, formações geológicas e trilhas</strong>. Fica a cerca de 27 km da cidade de Corumbá de Goiás e a pouco mais de 20 km de Pirenópolis.</p><p>Dentro do parque há o<strong> Pico dos Pireneus</strong>, um dos pontos mais altos de Goiás, com mais de <strong>1.300 metros de altitude</strong>. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/inspirada-no-caminho-de-santiago-conheca-a-rota-de-300-km-em-goias-com-cachoeiras-e-poesia-1785438981425.jpg" data-image="xmq9y2m7bvyb"><figcaption>O Pico dos Pirineus, no Parque Estadual da Serra dos Pireneus, em Goiás. Crédito: Secima.</figcaption></figure><p>E claro, as próprias <strong>cidades históricas</strong> que abrangem a rota, onde você pode <strong>fazer uma pausa para descanso ou pernoite</strong>. Elas oferecem mesinhas na rua, <strong>clima de interior</strong> e vários<strong> restaurantes que servem comidas típicas </strong>da região, como por exemplo, a Cidade de Goiás, Corumbá de Goiás e Pirenópolis.</p><p>Hoje, <strong>o Caminho de Cora Coralina atende a caminhantes e ciclistas com pousos e alimentação ao longo de todo o seu percurso</strong>, tendo uma associação formalizada com mais de 30 empreendedores e mais de 50 colaboradores e voluntários que oferecem apoios em diversas áreas. </p><h3>Como fazer a rota?</h3><p>O Caminho de Cora Coralina <strong>começa na cidade de Corumbá de Goiás</strong>, que fica a cerca de 130 km de Brasília e a pouco mais de 100 km de Goiânia. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="778471" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/caminho-da-fe-para-aparecida-ganha-titulo-de-rota-turistica-nacional-veja-cidades-do-roteiro.html" title="Caminho da Fé para Aparecida ganha título de Rota Turística Nacional: veja cidades do roteiro">Caminho da Fé para Aparecida ganha título de Rota Turística Nacional: veja cidades do roteiro</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/caminho-da-fe-para-aparecida-ganha-titulo-de-rota-turistica-nacional-veja-cidades-do-roteiro.html" title="Caminho da Fé para Aparecida ganha título de Rota Turística Nacional: veja cidades do roteiro"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/caminho-da-fe-para-aparecida-ganha-titulo-de-rota-turistica-nacional-veja-cidades-do-roteiro-1783975466895_320.jpg" alt="Caminho da Fé para Aparecida ganha título de Rota Turística Nacional: veja cidades do roteiro"></a></article></aside><p>O <strong>ponto final do é na Cidade de Goiás</strong>, localizada a mais ou menos 140 km de Goiânia e pouco mais de 300 km de Brasília.</p><p>Caso você não queira fazer o caminho completo, <strong>há a possibilidade de fazer somente algum trecho</strong>, geralmente os que envolvem as cidades históricas, como Pirenópolis, Corumbá e a Cidade de Goiás. </p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Fran%C3%A7a%2C%20B" data-year="2026" data-title="De%20cachoeiras%20ao%20ponto%20onde%20Chico%20Mineiro%20morreu%3A%20conhe%C3%A7a%20percurso%20de%20300%20km%20em%20Goi%C3%A1s%20inspirado%20no%20Caminho%20de%20Santiago" data-url="https%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Fgoogle%2Famp%2Fgo%2Fgoias%2Fnoticia%2F2026%2F07%2F25%2Fde-cachoeiras-ao-ponto-onde-chico-mineiro-morreu-conheca-percurso-de-300-km-em-goias-inspirado-no-caminho-de-santiago.ghtml">França, B. (2026). <a href="https://g1.globo.com/google/amp/go/goias/noticia/2026/07/25/de-cachoeiras-ao-ponto-onde-chico-mineiro-morreu-conheca-percurso-de-300-km-em-goias-inspirado-no-caminho-de-santiago.ghtml" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">De cachoeiras ao ponto onde Chico Mineiro morreu: conheça percurso de 300 km em Goiás inspirado no Caminho de Santiago</a>.</cite><br><cite data-author="Nicoli%2C%20B" data-year="2022" data-title="Caminho%20de%20Cora%20Coralina%3A%20tudo%20sobre%20a%20rota%20no%20interior%20de%20Goi%C3%A1s" data-url="https%3A%2F%2Fwww.worldpackers.com%2Fpt-BR%2Farticles%2Fcaminho-de-cora-coralina">Nicoli, B. (2022). <a href="https://www.worldpackers.com/pt-BR/articles/caminho-de-cora-coralina" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Caminho de Cora Coralina: tudo sobre a rota no interior de Goiás</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/inspirada-no-caminho-de-santiago-conheca-a-rota-de-300-km-em-goias-com-cachoeiras-e-poesia.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[El Niño interrompe o sumidouro de carbono de florestas sul-americanas: por que 2026 preocupa os cientistas]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/el-nino-interrompe-o-sumidouro-de-carbono-de-florestas-sul-americanas-por-que-2026-preocupa-os-cientistas.html</link><pubDate>Thu, 30 Jul 2026 21:04:18 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Um estudo que analisou 123 parcelas florestais na América do Sul tropical constatou que a absorção líquida de carbono cessou completamente durante o El Niño de 2015/2016. Com um novo evento de El Niño em curso, as florestas situadas nas bordas da Amazônia são as mais expostas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-nino-apaga-el-sumidero-de-carbono-de-los-bosques-sudamericanos-por-que-2026-preocupa-a-los-cientificos-1785396171189.jpg" data-image="xfffhsayd58r" alt="Amazonas" title="Amazonas"><figcaption>Pesquisadores descobriram que, durante o evento de El Niño de 2015–2016, a floresta amazônica parou temporariamente de absorver carbono. Agora, eles alertam que as áreas mais secas e degradadas poderiam, mais uma vez, ser as mais vulneráveis.</figcaption></figure><p>A <strong>Floresta Amazônica armazena cerca de 123 bilhões de toneladas de carbono</strong> — mais do que qualquer outro ecossistema terrestre do planeta. Durante décadas, ela funcionou como um sumidouro líquido, o que significa que removia mais dióxido de carbono da atmosfera do que liberava. Esse serviço silencioso e gratuito tem atenuado parte do aquecimento global que, de outra forma, sentiríamos com muito mais intensidade.</p><div class="texto-destacado">Durante o histórico El Niño de 2015–2016, a floresta amazônica parou temporariamente de absorver carbono. Com um novo evento já em curso — e com probabilidade de se intensificar no final do ano —, cientistas alertam que as áreas mais secas e degradadas da Amazônia podem, mais uma vez, ser as mais vulneráveis.</div><p>No entanto, esse serviço não é garantido. Um estudo publicado na revista <em>Nature Climate Change </em>— liderado por Amy Bennett, pesquisadora da Universidade de Leeds, e co-assinado por mais de cem cientistas — constatou que, durante o evento extremo de <strong>El Niño de 2015–2016</strong>, o <strong>sumidouro de carbono da biomassa das florestas sul-americanas deixou de funcionar</strong>.</p><p>O balanço de carbono tornou-se estatisticamente indistinguível de zero: −0,02 ± 0,37 megagramas de carbono por hectare ao ano. Até então, essas mesmas florestas vinham armazenando cerca de um terço de tonelada de carbono por hectare anualmente.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">As of July 19th update, the Nino 3.4 sea-surface temperature is now more than 3.7 standard deviations above the 1991-2020 mean.<br><br>With the warming just getting started, this El Nino is still in charted territory, but just barely. <a href="https://t.co/zwdm27pOVs">pic.twitter.com/zwdm27pOVs</a></p>— Prof. Eliot Jacobson (@EliotJacobson) <a href="https://x.com/EliotJacobson/status/2079267919532560855?ref_src=twsrc%5Etfw">July 20, 2026</a></blockquote></figure><p>A pergunta óbvia é por que isso volta a ganhar destaque agora, quase três anos após a publicação do estudo. A resposta está no Pacífico. Em 11 de junho de 2026, a NOAA (agência dos EUA) emitiu um alerta de <strong>El Niño</strong>: o fenômeno já está em curso — não se trata apenas de uma previsão.</p><p>Atualizações subsequentes do Centro de Previsão Climática indicam que ele se <strong>intensificará rumo ao final do ano</strong>, com cerca de 63% de chance de atingir o status de "muito forte". Em outras palavras, o experimento natural analisado pelos cientistas em 2015–2016 pode estar prestes a se repetir, e com maior intensidade.</p><h2>Por que uma floresta para de absorver carbono</h2><p>O mecanismo básico é mais simples do que parece. As<strong> árvores absorvem dióxido de carbono (CO2) por meio de poros em suas folhas</strong>, conhecidos como estômatos, e o convertem em biomassa via fotossíntese. Quando o <strong>ar fica excessivamente quente e seco, a planta fecha esses poros</strong> para evitar a perda de água. O problema é que, ao fechá-los, ela também interrompe seu próprio suprimento de combustível: sem a entrada de CO2, a <strong>fotossíntese desacelera e o crescimento para</strong>.</p><p>No entanto, o estudo mostrou que a história não termina aí, e esse é o ponto mais interessante do trabalho. Durante o evento de <strong>El Niño de 2015–2016</strong>, quando as temperaturas sobre o continente ficaram pelo menos um grau acima do normal, <strong>a mortalidade de árvores nas florestas tropicais da América do Sul subiu de 1,8% para 3% ao ano</strong>. Contudo, a média mascara o que é verdadeiramente significativo: entre as árvores de médio porte (com mais de 20 centímetros de diâmetro) e as de grande porte, a mortalidade praticamente dobrou. </p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">El Niño: The equatorial Pacific continues to warm beneath the surface, with the peak subsurface temperature anomaly reaching +8.6°C the highest of the event so far.<br><br>As westerly wind bursts continue, more warming is expected. The peak subsurface anomaly could soon exceed +10°C. <a href="https://t.co/PjVOA5fcc6">pic.twitter.com/PjVOA5fcc6</a></p>— Ben Noll (@BenNollWeather) <a href="https://x.com/BenNollWeather/status/2082473723450310758?ref_src=twsrc%5Etfw">July 29, 2026</a></blockquote></figure><p>Esse padrão constitui uma assinatura diagnóstica. <strong>Árvores grandes com madeira menos densa morreram em taxas muito mais elevadas do que árvores pequenas</strong> e aquelas com madeira dura, o que aponta fortemente para uma falha hidráulica, em vez de um processo lento de inanição decorrente do esgotamento de carbono.</p><p>Pesquisadores analisaram mais de meio milhão de árvores, abrangendo cerca de 4.000 espécies em seis países da América do Sul ao longo de mais de três décadas, e constataram que a vulnerabilidade estava estreitamente ligada às condições climáticas de referência de cada local. As <strong>florestas mais secas — situadas na periferia da Amazônia — foram as mais afetadas</strong>: nessas áreas, cada aumento de 0,5°C na temperatura traduziu-se, em média, em uma perda de 0,5% do carbono armazenado na biomassa aérea.</p><h2>O que é necessário observar em 2026</h2><p>A situação atual do Pacífico deixa pouca margem para ambiguidades. Segundo o Instituto Internacional de Pesquisa sobre Clima e Sociedade (IRI) da Universidade de Columbia, a anomalia da temperatura da superfície do mar na região Niño 3.4 subiu de +0,48°C no trimestre de março a maio para +0,94°C em maio de 2026, ao passo que a medição semanal referente a 17 de junho já havia atingido +1,7°C.</p><p>A maioria dos modelos situa o<strong> pico do fenômeno no trimestre de setembro a novembro de 2026</strong>, com a maior parte deles projetando que ele alcançará a categoria de "muito forte".</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">The <a href="https://x.com/hashtag/Amazon?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Amazon</a> is being transformed from lush <a href="https://x.com/hashtag/forest?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#forest</a> into charcoal. The <a href="https://x.com/hashtag/rainforest?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#rainforest</a> is burning faster than ever before, with a record number of <a href="https://x.com/hashtag/fires?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#fires</a>. <a href="https://x.com/hashtag/Heatwaves?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Heatwaves</a> and <a href="https://x.com/hashtag/droughts?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#droughts</a> have turned the region into a barrel of gunpowder, just waiting for natural or unnatural ignition. <a href="https://t.co/Y0TOFPw0oT">pic.twitter.com/Y0TOFPw0oT</a></p>— Peter Dynes (@PGDynes) <a href="https://x.com/PGDynes/status/1829641419533009285?ref_src=twsrc%5Etfw">August 30, 2024</a></blockquote></figure><p>A isso se soma uma tendência subjacente que merece destaque: nos últimos 60 anos, houve o dobro de eventos de El Niño "muito fortes" em comparação com os 60 anos anteriores.<strong> Se eventos extremos se tornarem mais frequentes e intensos, o intervalo de tempo disponível para a floresta se recuperar entre eles diminui</strong>.</p><p>Os autores do estudo alertam que <strong>extremos climáticos podem já estar levando as florestas das bordas da Amazônia além de sua capacidade de adaptação</strong>. A conclusão desconfortável é que a adaptação à seca sazonal não é suficiente para protegê-las de um evento extremo.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779569" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/urgente-nova-previsao-reforca-super-el-nino-historico-com-aquecimento-acima-de-3-c.html" title="Urgente: nova previsão reforça Super El Niño histórico com aquecimento acima de 3°C">Urgente: nova previsão reforça Super El Niño histórico com aquecimento acima de 3°C</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/urgente-nova-previsao-reforca-super-el-nino-historico-com-aquecimento-acima-de-3-c.html" title="Urgente: nova previsão reforça Super El Niño histórico com aquecimento acima de 3°C"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/super-el-nino-historico-nova-previsao-reforca-previsao-de-aquecimento-acima-de-xx-c-no-pacifico-1784567519056_320.png" alt="Urgente: nova previsão reforça Super El Niño histórico com aquecimento acima de 3°C"></a></article></aside><p>No entanto, o próprio estudo conclui que as florestas tropicais sul-americanas intactas, consideradas em seu conjunto, não foram mais sensíveis ao El Niño extremo de 2015–2016 do que a eventos anteriores menos intensos, e que elas continuam sendo uma defesa fundamental contra as mudanças climáticas — desde que sejam protegidas.</p><p>A conclusão correta, portanto, não é que "a Amazônia parou de absorver carbono e nada pode ser feito". A conclusão é mais precisa e, em última análise, mais orientada para a ação: <strong>são as bordas de floresta degradadas e secas que sucumbem primeiro</strong>; por isso, manter a floresta intacta é mais importante hoje do que nunca.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Bennett%2C%20A.%20M.%20et%20al" data-year="2023" data-title="Impact%20of%20the%202015%E2%80%932016%20El%20Ni%C3%B1o%20on%20the%20carbon%20dynamics%20of%20South%20American%20tropical%20forests" data-url="https%3A%2F%2Fdoi.org%2F10.1038%2Fs41558-023-01777-3">Bennett, A. M. et al. (2023). <a href="https://doi.org/10.1038/s41558-023-01777-3" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Impact of the 2015–2016 El Niño on the carbon dynamics of South American tropical forests</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/el-nino-interrompe-o-sumidouro-de-carbono-de-florestas-sul-americanas-por-que-2026-preocupa-os-cientistas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Forte ar quente chega até o Sul: abafamento e temperaturas 11°C acima da média]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/forte-ar-quente-chega-ate-o-sul-abafamento-e-temperaturas-11-c-acima-da-media.html</link><pubDate>Thu, 30 Jul 2026 19:56:51 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma massa de ar quente eleva as temperaturas a quase 30°C no Rio Grande do Sul nesta sexta-feira, com anomalias de 11°C e sensação de abafamento antes da mudança do tempo no fim de semana.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/forte-ar-quente-chega-ate-o-sul-abafamento-e-temperaturas-11-c-acima-da-media-1785432534998.jpg" data-image="ikjm1r9b14fh" alt="ar quente, calor, temperatura" title="ar quente, calor, temperatura"><figcaption>O ar quente eleva as temperaturas até 11°C acima da média no Rio Grande do Sul nesta sexta-feira (31), com aquecimento também em Santa Catarina e no Paraná.</figcaption></figure><p>Uma massa de ar quente avança pelo Sul nesta sexta-feira (31) e <strong>eleva rapidamente as temperaturas, principalmente no Rio Grande do Sul</strong>. As máximas ficam próximas de 30°C, com desvios pontuais de até 11°C acima da média entre a Campanha, a Região Central, o Oeste e as Missões. O aquecimento também alcança o oeste de Santa Catarina e do Paraná.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</strong></div><p><strong>Porto Alegre, Santa Maria, Uruguaiana e São Borja terão tardes mais quentes</strong>, enquanto o vento transporta ar aquecido do interior. No sábado (1º), a entrada de umidade aumenta a sensação de abafamento, sobretudo no RS, mesmo sem avanço expressivo dos termômetros.</p><h2>Sexta-feira terá até 11°C acima da média no Rio Grande do Sul </h2><p>O aquecimento ganha força durante a manhã de sexta-feira e se torna mais evidente à tarde. As maiores anomalias, diferenças em relação ao valor normalmente observado nesta época, concentram-se no oeste e centro do RS. <strong>Entre Uruguaiana, Alegrete, São Borja e Santa Maria, os termômetros podem se aproximar de 30°C,</strong> até 11°C acima da referência climatológica em alguns horários.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/forte-ar-quente-chega-ate-o-sul-abafamento-e-temperaturas-11-c-acima-da-media-1785432751200.jpg" data-image="rxdyo7ogqo9y" alt="ar quente, anomalia, temperatura" title="ar quente, anomalia, temperatura"><figcaption>O calor se espalha pelo Sul nesta sexta-feira (31), com temperaturas próximas de 30°C no oeste gaúcho e valores mais amenos nas serras e no litoral.</figcaption></figure><p>O calor também se espalha pela Campanha, Missões e Região Metropolitana de Porto Alegre. <strong>O litoral gaúcho tende a ficar menos quente devido à influência marítima</strong>, enquanto Caxias do Sul e São José dos Ausentes mantêm valores menores. Em Santa Catarina e no Paraná, o aquecimento aparece primeiro no oeste, incluindo Chapecó, Cascavel e Foz do Iguaçu.</p><h2>Calor se espalha e sábado começa mais abafado </h2><p>Durante a noite de sexta para sábado, a temperatura deve cair pouco em parte do território gaúcho. <strong>O ar quente chega acompanhado de mais umidade</strong>, dificultando o resfriamento. Porto Alegre, Pelotas, Santa Maria e Santo Ângelo podem amanhecer abafadas, enquanto o oeste de Santa Catarina e o sudoeste do Paraná também aquecem.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/forte-ar-quente-chega-ate-o-sul-abafamento-e-temperaturas-11-c-acima-da-media-1785432896303.jpg" data-image="j5ywhrapx7nu" alt="Umidade, calor, tempestades" title="Umidade, calor, tempestades"><figcaption>A umidade aumenta sobre o Rio Grande do Sul na madrugada de sábado (1º), intensificando o abafamento e preparando o ambiente para a formação de tempestades.</figcaption></figure><p>As diferenças regionais ajudam a definir onde a mudança será mais perceptível:</p><ul> <li><strong>Oeste e Missões:</strong> calor próximo de 30°C na sexta e noite menos fresca;</li> <li><strong>Campanha e Região Central:</strong> anomalias de até 11°C e rápida elevação durante a tarde;</li> <li><strong>Serra e Planalto:</strong> aquecimento mais moderado, com manhã ainda amena;</li> <li><strong>Litoral:</strong> temperaturas menores, mas umidade crescente e sensação abafada;</li> <li><strong>Oeste de SC e PR:</strong> calor avança no sábado, com máximas acima de 25°C.</li> </ul><p>O abafamento não depende apenas do termômetro. Com mais vapor de água, o suor evapora com menor eficiência e o organismo perde calor lentamente. Atividades ao ar livre podem parecer mais desgastantes em Porto Alegre, Santa Cruz do Sul, Lajeado e Santa Maria entre o fim da manhã e o começo da tarde.</p><h2>Abafamento antecede mudança do tempo no fim de semana </h2><p>O calor fora de época e o aumento da umidade fazem parte de uma situação pré-frontal: o ambiente que se estabelece antes da chegada de uma frente fria. Ventos do quadrante norte transportam ar quente para o RS, enquanto a pressão atmosférica diminui entre o norte da Argentina, o Uruguai e o território gaúcho. <strong>A combinação mantém o sábado quente, úmido e progressivamente mais instável.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/forte-ar-quente-chega-ate-o-sul-abafamento-e-temperaturas-11-c-acima-da-media-1785433049579.jpg" data-image="dwxybf27euju" alt="tempestades, chuva, oeste, RS, rio grande do sul" title="tempestades, chuva, oeste, RS, rio grande do sul"><figcaption>A chuva avança pelo oeste, sul e centro do Rio Grande do Sul na tarde de sábado (1º), com elevada probabilidade de tempestades localizadas.</figcaption></figure><p><strong>No decorrer do sábado, áreas de chuva devem se formar primeiro no oeste e no sul do RS</strong>, avançando depois para a Campanha, a Região Central e as Missões. Há risco de tempestades localizadas, com raios, rajadas e eventual granizo. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781291" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/forte-temporal-de-vento-no-rio-de-janeiro-as-pessoas-fugiram-das-praias-e-as-pontes-tiveram-de-ser-encerradas.html" title="Fortes ventanias no Rio de Janeiro: pessoas fogem das praias e pontes precisam ser fechadas">Fortes ventanias no Rio de Janeiro: pessoas fogem das praias e pontes precisam ser fechadas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/forte-temporal-de-vento-no-rio-de-janeiro-as-pessoas-fugiram-das-praias-e-as-pontes-tiveram-de-ser-encerradas.html" title="Fortes ventanias no Rio de Janeiro: pessoas fogem das praias e pontes precisam ser fechadas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/violento-temporal-de-viento-en-rio-de-janeiro-personas-huyeron-de-playas-y-puentes-debieron-ser-bloqueados-1785422209443_320.png" alt="Fortes ventanias no Rio de Janeiro: pessoas fogem das praias e pontes precisam ser fechadas"></a></article></aside><p>A frente deve alcançar outras áreas gaúchas e trechos de SC e PR até domingo (2), interrompendo o abafamento. Como rios e solos ainda respondem à chuva anterior, novos núcleos fortes exigem atenção aos avisos oficiais.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/forte-ar-quente-chega-ate-o-sul-abafamento-e-temperaturas-11-c-acima-da-media.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria acende alerta no Sul para mais tempestades e rajadas de vento]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-acende-alerta-no-sul-para-mais-tempestades-e-rajadas-de-vento.html</link><pubDate>Thu, 30 Jul 2026 18:30:22 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Nova frente fria avança pelo Sul do Brasil neste fim de semana, levando condições para chuva forte, tempestades, rajadas de vento e chance de queda de granizo, principalmente no estado gaúcho.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xatg9yi"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xatg9yi.jpg" id="xatg9yi"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Após as condições de tempo severo registradas na <strong>Região Sul do Brasil</strong> nos últimos dias, a região terá uma trégua. Mas será por um breve período, pois já neste <strong>fim de semana </strong>uma<strong> nova frente fria </strong>vai avançar pela região trazendo <strong>novos riscos</strong>.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>O sistema frontal novamente trará potencial para<strong> pancadas de chuva</strong>, <strong>tempestades</strong>, raios,<strong> rajadas de vento </strong>e chance de <strong>queda de granizo</strong>, especialmente para o estado gaúcho, onde também há risco potencial de transtornos como <strong>corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores e de alagamentos</strong>.</p><p>Acompanhe a seguir os detalhes da previsão do tempo.</p><h2>Nova frente fria atinge a Região Sul no sábado</h2><p>Após uma breve trégua no <strong>Sul do Brasil</strong> que vai até amanhã, um <strong>novo episódio com condições adversas</strong> no tempo atinge a região ao longo do<strong> sábado, 1º de agosto</strong>, com a formação de um novo ciclone e a frente fria associada sobre o Sul do país.</p><p>O <strong>sistema frontal </strong>vai <strong>afetar principalmente o estado gaúcho</strong>, onde são esperadas as condições mais severas de tempo ao longo do sábado (1º).</p><p>No <strong>Rio Grande do Sul</strong>, as instabilidades chegam com força já pela manhã no<strong> </strong>Oeste do estado. Entre a tarde e o início da noite, o sistema frontal avança levando <strong>chuvas moderadas a pontualmente intensas</strong>, <strong>tempestades </strong>e <strong>queda de granizo isolado</strong> também para as áreas da Campanha, Sul, Centro, Missões, Noroeste, Norte, Vales e Costa Doce.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-acende-alerta-na-regiao-sul-para-mais-tempestades-e-rajadas-de-vento-1785427341716.png" data-image="1w9u23r0qhke"><figcaption>Previsão de precipitação (em mm) e nebulosidade (tons acinzentados) para o sábado (1º de agosto) às 14h à esquerda e às 19h à direita, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>A <strong>Região Metropolitana de Porto Alegre</strong>, incluindo a capital, pode registrar c<strong>huvas mais fracas no período da noite</strong>, mas sem risco de tempestades.</p><p>Em <strong>Santa Catarina</strong>, o sábado (1º) começa com predomínio de tempo estável, mas entre o final da tarde e a noite haverá condições para <strong>pancadas de chuva e temporais isolados</strong> nas áreas próximas ao Rio Grande do Sul e, especialmente no <strong>Grande Oeste</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781242" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-trara-frio-rigoroso-de-inverno-e-temperaturas-abaixo-de-0-c-veja-o-que-esperar.html" title="Ar polar trará frio rigoroso de inverno e temperaturas abaixo de 0°C; veja o que esperar">Ar polar trará frio rigoroso de inverno e temperaturas abaixo de 0°C; veja o que esperar</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-trara-frio-rigoroso-de-inverno-e-temperaturas-abaixo-de-0-c-veja-o-que-esperar.html" title="Ar polar trará frio rigoroso de inverno e temperaturas abaixo de 0°C; veja o que esperar"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-trara-frio-rigoroso-de-inverno-e-temperaturas-abaixo-de-0-c-veja-o-que-esperar-1785415430696_320.jpg" alt="Ar polar trará frio rigoroso de inverno e temperaturas abaixo de 0°C; veja o que esperar"></a></article></aside><p>No <strong>Paraná</strong>, também são esperadas <strong>pancadas de chuva isoladas</strong> no <strong>sudoeste </strong>durante a noite do sábado (1º), mas sem risco de tempestades.</p><p>Contudo, os <strong>acumulados </strong><strong>não serão tão expressivos</strong> como os registrados nos últimos dias na região (mapa abaixo).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-acende-alerta-na-regiao-sul-para-mais-tempestades-e-rajadas-de-vento-1785427360500.jpg" data-image="ydirr9sbihqo"><figcaption>Previsão da precipitação acumulada (em mm) entre hoje (30) e a noite (23h) de sábado (1º de agosto), segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>No <strong>estado gaúcho</strong> os <strong>volumes vão passam da casa dos 50 mm</strong> até a noite deste sábado (1º), com os maiores valores no <strong>Extremo Oeste</strong>, enquanto que nos estados catarinense e paranaense eles não ultrapassam os 10 mm.</p><p>Além disso, outro destaque da aproximação da frente fria serão as<strong> fortes rajadas de vento</strong>. Já nesta <strong>sexta-feira (31)</strong> há alerta para a intensificação dos <strong>ventos costeiros</strong> no <strong>Litoral do Rio Grande do Sul </strong>e <strong>Litoral Sul de Santa Catarina</strong>, com rajadas em torno dos <strong>60 km/h</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-acende-alerta-na-regiao-sul-para-mais-tempestades-e-rajadas-de-vento-1785429453590.jpg" data-image="1qvkayeyjuie"><figcaption>Previsão de rajadas de vento (em km/h) para a tarde (13h) do sábado (1º de agosto), segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Ao longo do <strong>sábado (1º)</strong>, as <strong>r</strong><strong>ajadas de vento ganham intensidade</strong> nos três estados da região. Grande parte do Rio Grande do Sul, a metade oeste do Paraná e as porções oeste, sul e leste de Santa Catarina terão rajadas <strong>entre 50 e 70 km/h</strong>, principalmente à tarde.</p><p>A <strong>porção central do estado gaúcho</strong> tem previsão de rajadas chegando em torno dos <strong>72 km/h</strong>, mas corrigindo esses valores devido à topografia, as rajadas podem <strong>pontualmente atingir entre 80 e 100 km/h</strong>.</p><div class="texto-destacado">Na região Central do Rio Grande do Sul, as rajadas de vento variam entre 60 e 70 km/h, mas pontualmente podem atingir até <strong>100 km/h</strong>.</div><p>A <strong>tendência </strong>é que, no <strong>domingo (2)</strong>, o <strong>tempo estável volte a predominar sobre a Região Sul</strong>, embora ainda não se descarte a ocorrência de alguma pancada de chuva isolada em áreas do sul catarinense próximas à divisa com o estado gaúcho.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-acende-alerta-no-sul-para-mais-tempestades-e-rajadas-de-vento.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Fortes ventanias no Rio de Janeiro: pessoas fogem das praias e pontes precisam ser fechadas]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/forte-temporal-de-vento-no-rio-de-janeiro-as-pessoas-fugiram-das-praias-e-as-pontes-tiveram-de-ser-encerradas.html</link><pubDate>Thu, 30 Jul 2026 17:14:17 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>São impressionantes as imagens feitas no Rio de Janeiro, diante dos efeitos de uma forte ventania provocada pela aproximação de uma frente fria e um ciclone extratropical em alto mar que se deslocou pelo Sudeste nesta quarta (29).</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xate7ea"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xate7ea.jpg" id="xate7ea"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p><strong>Fortes rajadas de vento </strong>provocaram<strong> o caos </strong>no<strong> Rio de Janeiro</strong> (RJ) e em várias outras cidades das Regiões Sudeste e Sul do Brasil nesta quarta-feira, 29 de julho. O fenômeno ocorreu devido à passagem de um ciclone extratropical pelo oceano e à aproximação da sua frente fria associada, provocando<strong> </strong>ventos com<strong> velocidades superiores a 100 km/h</strong>.</p><p>Estes <strong>ventos </strong>arrastaram a areia das praias cariocas, reduziram a visibilidade, <strong>derrubaram pessoas e motociclistas</strong>, além de terem provocado uma fuga em massa de turistas que se encontravam nas praias da capital no momento em que o vendaval ocorreu.</p><p>Uma gravação feita na<strong> praia de Ipanema</strong> mostrava, ao longe, sinais da tempestade de vento que se aproximava. O vídeo também mostra o momento em que os ventos fortes chegaram à orla e como as <strong>pessoas correram em busca de abrigo</strong>. Embora o vendaval fosse iminente, as pessoas só começaram a correr após a chegada dos fortes ventos.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">*Arpoador, Ipanema* <br><br>Vídeo sobre a ventania no exato momento que chega. E foi previsto antes mesmo de acontecer! Siga para se manter informado sobre informações e curiosidades do mar e da praia. <a href="https://t.co/22Bwp3dsor">pic.twitter.com/22Bwp3dsor</a></p>— 𝗘𝗿𝗿𝗲𝗷𝗼𝘁𝗮 𝗖𝗮𝗿𝗶𝗼𝗰𝗮 (@ErrejotaNews) <a href="https://x.com/ErrejotaNews/status/2082812792604602781?ref_src=twsrc%5Etfw">July 30, 2026</a></blockquote></figure><p>O <strong>aeroporto internacional do Rio de Janeiro (Galeão)</strong> registrou uma <strong>rajada máxima de 105 km/h </strong>e uma tempestade de areia por volta das 16h00 (hora local). De acordo com os dados meteorológicos do aeroporto, o vento intensificou-se alguns minutos depois das 15h00 no local.</p><p>Imagens feitas na<strong> ponte que liga a cidade do Rio de Janeiro a Niterói</strong> mostram como o <strong>vento forte impediu a passagem dos veículos</strong>. </p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr"> A Ponte Rio-Niterói precisou ter o trânsito interrompido devido a uma forte tempestade de areia e ventos intensos que atingem a região. <a href="https://t.co/Woa7leF3eT">pic.twitter.com/Woa7leF3eT</a></p>— Metrópoles (@Metropoles) <a href="https://x.com/Metropoles/status/2082568997204025414?ref_src=twsrc%5Etfw">July 29, 2026</a></blockquote></figure><p> A rajada de vento chegou mesmo a derrubar alguns motociclistas, colocando em risco a vida de quem quisesse atravessar a ponte.</p><p>O <strong>trânsito foi interrompido</strong><strong> na ponte</strong> até que as condições meteorológicas permitissem a travessia em segurança.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">Expectativa: conhecer o Cristo Redentor do Rio de Janeiro <br><br>Realidade: Conhecer Jesus de Cristo de verdade <a href="https://t.co/4q3izV4m0l">pic.twitter.com/4q3izV4m0l</a></p>— Paula Sampaio Moreti (@GiuliMedrado) <a href="https://x.com/GiuliMedrado/status/2082603155024421098?ref_src=twsrc%5Etfw">July 29, 2026</a></blockquote></figure><p> O <strong>monumento do Cristo Redentor</strong>, visitado diariamente por milhares de turistas, também sofreu os efeitos do vento que assolou a capital fluminense. O <strong>vento forte pegou de surpresa os turistas</strong> que ficaram expostos à sua força, a mais de 700 m acima do nível do mar. </p><h2>Ventos fortes também em outros estados do país</h2><p>Informações divulgadas pela Meteored Brasil confirmam que fortes rajadas de vento também atingiram o <strong>litoral e o interior</strong> do estado de <strong>São Paulo </strong>nesta quarta-feira (29), onde foram registradas<strong> rajadas de até 125 km/h</strong>.</p><p>Dados divulgados pelo portal de notícias brasileiro G1 referem<strong> rajadas de </strong><strong>até 145 km/h</strong> na região montanhosa do<strong> litoral do Paraná</strong>, perto da capital Curitiba.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781162" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/ventos-de-120-km-h-causam-mortes-e-paralisam-balsas-em-sp-veja-imagens.html" title="Ventos de 120 km/h causam mortes e paralisam balsas em SP; veja imagens ">Ventos de 120 km/h causam mortes e paralisam balsas em SP; veja imagens </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/ventos-de-120-km-h-causam-mortes-e-paralisam-balsas-em-sp-veja-imagens.html" title="Ventos de 120 km/h causam mortes e paralisam balsas em SP; veja imagens "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ventos-de-120-km-h-causam-mortes-e-paralisam-balsas-em-sp-veja-imagens-1785366839212_320.jpg" alt="Ventos de 120 km/h causam mortes e paralisam balsas em SP; veja imagens "></a></article></aside><p>Infelizmente, os <strong>temporais </strong>no Sul e Sudeste do Brasil <strong>causaram a morte de várias pessoas </strong>nesta quarta-feira (29). E a previsão indica que novas tempestades vão afetar o Sul do país no fim de semana.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Meteored%20Brasil" data-year="" data-title="Ventos%20de%20120%20km%2Fh%20causam%20mortes%20e%20paralisam%20balsas%20em%20SP%3B%20veja%20imagens" data-url="https%3A%2F%2Fwww.tempo.com%2Fnoticias%2Factualidade%2Fventos-de-120-km-h-causam-mortes-e-paralisam-balsas-em-sp-veja-imagens.html">Meteored Brasil. <a href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/ventos-de-120-km-h-causam-mortes-e-paralisam-balsas-em-sp-veja-imagens.html" target="_blank" rel="" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Ventos de 120 km/h causam mortes e paralisam balsas em SP; veja imagens</a>.</cite><br><cite data-author="G1" data-year="" data-title="Paran%C3%A1%20registra%20ventos%20de%20145%20km%2Fh%20e%20deve%20continuar%20tendo%20vendavais%3B%20veja%20a%20previs%C3%A3o%20do%20tempo" data-url="https%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Fpr%2Fcampos-gerais-sul%2Fnoticia%2F2026%2F07%2F30%2Fventos-fortes-vendavais-previsao-do-tempo-parana.ghtml">G1. <a href="https://g1.globo.com/pr/campos-gerais-sul/noticia/2026/07/30/ventos-fortes-vendavais-previsao-do-tempo-parana.ghtml" target="_blank" rel="" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Paraná registra ventos de 145 km/h e deve continuar tendo vendavais; veja a previsão do tempo</a>.</cite><br><cite data-author="OGYMET" data-year="" data-title="METAR%2FSPECI%20de%20SBGL%2C%20Gale%C3%A3o%20(Brasil)%20-%2029%20de%20julho%20de%202026" data-url="https%3A%2F%2Fwww.ogimet.com%2Fdisplay_metars2.php%3Flugar%3DSBGL%26tipo%3DALL%26ord%3DREV%26nil%3DSI%26fmt%3Dhtml%26ano%3D2026%26mes%3D07%26day%3D29%26hora%3D00%26anof%3D2026%26mesf%3D07%26dayf%3D29%26horaf%3D23%26minf%3D59%26enviar%3DVer">OGYMET. <a href="https://www.ogimet.com/display_metars2.php?lugar=SBGL&tipo=ALL&ord=REV&nil=SI&fmt=html&ano=2026&mes=07&day=29&hora=00&anof=2026&mesf=07&dayf=29&horaf=23&minf=59&enviar=Ver" target="_blank" rel="" data-mrf-recirculation="end_article_citation">METAR/SPECI de SBGL, Galeão (Brasil) - 29 de julho de 2026</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/forte-temporal-de-vento-no-rio-de-janeiro-as-pessoas-fugiram-das-praias-e-as-pontes-tiveram-de-ser-encerradas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ar polar trará frio rigoroso de inverno e temperaturas abaixo de 0°C; veja o que esperar]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-trara-frio-rigoroso-de-inverno-e-temperaturas-abaixo-de-0-c-veja-o-que-esperar.html</link><pubDate>Thu, 30 Jul 2026 13:41:26 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O mês de agosto contará com o avanço de uma massa de ar polar que diminuirá acentuadamente as temperaturas em algumas áreas do Brasil. Os termômetros podem registrar mínimas abaixo de 0°C.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-trara-frio-rigoroso-de-inverno-e-temperaturas-abaixo-de-0-c-veja-o-que-esperar-1785415430696.jpg" data-image="hd3ealcj5s3u" alt="Termômetros podem atingir temperaturas negativas na segunda semana de agosto." title="Termômetros podem atingir temperaturas negativas na segunda semana de agosto."><figcaption>Termômetros podem atingir temperaturas negativas na segunda semana de agosto. Foto: Foto: Jewison Cabral.</figcaption></figure><p>O mês de julho está terminando e foi marcado por <strong>chuvas volumosas e variações nas temperaturas </strong>ao longo dos dias. Com a chegada de agosto, a expectativa continua com a previsão de chuvas fortes e em grandes quantidades nos primeiros dias do novo mês, além do avanço de <strong>massa de ar polar</strong> sobre áreas do Brasil.</p><p>Essas chuvas volumosas e intensas ocorrem devido ao <strong>avanço de frente fria sobre o Sul e Sudeste </strong>do país que aumenta a presença de nuvens carregadas. Após a sua passagem, uma <strong>massa de ar polar ingressa no país</strong> diminuindo de forma mais acentuada as temperaturas.</p><h2>Tendência indica temperaturas abaixo de 0°C</h2><p>É isso mesmo, a tendência é de que as temperaturas possam voltar a atingir <strong>0°C na segunda semana de agosto.</strong> Mas quais serão os fatores que trazem o retorno deste frio rigoroso de inverno para o Sul do Brasil? Vamos explicar de uma maneira rápida e simples.</p><p>Primeiro, vale lembrar que agosto, <strong>apesar de contar com dias eventualmente mais quentes, ainda é um mês de pleno inverno,</strong> estação que se encerra em 22 de setembro às 21h05. Até lá, a menor incidência de radiação solar sobre o Hemisfério Sul <strong>garante temperaturas naturalmente mais baixas. </strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-trara-frio-rigoroso-de-inverno-e-temperaturas-abaixo-de-0-c-veja-o-que-esperar-1785416224521.jpg" data-image="xgst5986smm2" alt="Previsão de precipitação no sábado (8) mostra a tendência de chuvas em boa parte do Sul do Brasil." title="Previsão de precipitação no sábado (8) mostra a tendência de chuvas em boa parte do Sul do Brasil."><figcaption>Previsão de precipitação no sábado (8) mostra a tendência de chuvas em boa parte do Sul do Brasil.</figcaption></figure><p>Segundo,<strong> a passagem de frentes frias</strong>, a previsão mostra que a Oscilação Antártica continuará com valores negativos, o que permite que as frentes frias avancem para maiores latitudes (Sul e Sudeste) e junto dela a<strong> presença de ar polar,</strong> <strong>maior responsável pela queda de temperaturas.</strong></p><p> Para a segunda semana de agosto<strong>, as primeiras projeções indicam a chegada de uma frente fria a partir do sábado (8),</strong> que avança pelo Sul do Brasil nos dias seguintes, trazendo chances de chuvas intensas e acumulados elevados. </p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações! <br></div><p>Na retaguarda desse sistema, <strong>uma forte massa de ar polar causará uma queda acentuada na temperatura.</strong> No decorrer da madrugada e manhã de domingo (9), as áreas mais frias ficarão localizadas no Rio Grande do Sul, em especial na porção sul do estado, onde os termômetros podem registrar<strong> valores abaixo de 8°C. </strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-trara-frio-rigoroso-de-inverno-e-temperaturas-abaixo-de-0-c-veja-o-que-esperar-1785416074911.jpg" data-image="d5dh8ixjgbrj" alt="Previsão de temperaturas no domingo (9) com termômetros podendo marcar mínimas próximas dos 8°C" title="Previsão de temperaturas no domingo (9) com termômetros podendo marcar mínimas próximas dos 8°C"><figcaption>Previsão de temperaturas no domingo (9) com termômetros podendo marcar mínimas próximas menores do que 8°C no sul do RS.</figcaption></figure><p>Conforme as horas passam, o ar polar avança pela Região Sul e alcança Santa Catarina na segunda-feira (10). Até as primeiras horas da manhã, a divisa com o Rio Grande do Sul e a Serra Catarinense podem registrar temperaturas também inferiores aos <strong>8°C</strong>. Enquanto que em <strong>áreas pontuais do Rio Grande do Sul as temperaturas já ficam entre 4°C e 6°C.</strong></p><p>Avançando no tempo, <strong>o frio rigoroso de inverno deverá ser sentido na madrugada e manhã de terça-feira (11).</strong> Isso porque a massa de ar polar estará mais intensa e a tendência é de tempo limpo sobre a Região. Assim, as áreas de maior altitude devem registrar as menores marcas do período, <strong>com o modelo projetando marcas abaixo de 0°C na Serra Catarinense. </strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-trara-frio-rigoroso-de-inverno-e-temperaturas-abaixo-de-0-c-veja-o-que-esperar-1785415912189.jpg" data-image="jlzfjxfxltnk"><figcaption>Previsão de temperaturas para a terça-feira (11), mostra uma massa de ar frio avançando pelo sul do país, com temperaturas mínimas abaixo de 0°C</figcaption></figure><p>No restante de Santa Catarina, o frio também marca presença com a projeção de temperaturas entre <strong>2°C e 6°C, aumentando as chances de geadas</strong>. No Rio Grande do Sul, o ar polar mantém sua intensidade e o frio permanece, com termômetros entre 6°C e 8°C em grande parte do estado. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781140" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-mais-rigoroso-ja-tem-data-para-voltar-ao-sul-e-sudeste-confira.html" title="Frio mais rigoroso já tem data para voltar ao Sul e Sudeste; confira">Frio mais rigoroso já tem data para voltar ao Sul e Sudeste; confira</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-mais-rigoroso-ja-tem-data-para-voltar-ao-sul-e-sudeste-confira.html" title="Frio mais rigoroso já tem data para voltar ao Sul e Sudeste; confira"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/frio-rigoroso-ja-tem-data-para-voltar-ao-sul-e-sudeste-1785344691381_320.jpg" alt="Frio mais rigoroso já tem data para voltar ao Sul e Sudeste; confira"></a></article></aside><p>O ar frio também atinge o Paraná, afetando primeiramente os municípios do sul e sudoeste paranaense. As temperaturas nessa faixa variam entre <strong>6°C e 10°C</strong> na madrugada e manhã do dia 11 de agosto. <strong>Trata-se de uma tendência</strong>, sendo <strong>importante acompanhar as atualizações da previsão </strong>do tempo nos próximos dias. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-trara-frio-rigoroso-de-inverno-e-temperaturas-abaixo-de-0-c-veja-o-que-esperar.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[As 5 plantas mais inusitadas para cultivar em casa: parecem ser de outro planeta!]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/as-5-plantas-mais-inusitadas-para-cultivar-em-casa-parecem-ser-de-outro-planeta.html</link><pubDate>Thu, 30 Jul 2026 12:11:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Das algas esféricas às suculentas que parecem pedras: cinco espécies para cultivar em casa que ilustram as extraordinárias adaptações que o mundo vegetal desenvolveu para viver nos mais diversos ambientes da Terra.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/le-5-piante-piu-insolite-da-coltivare-in-casa-sembrano-arrivate-da-un-altro-pianeta-1784222155463.jpeg" data-image="pikqh3ummezv" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>As 5 plantas mais inusitadas para cultivar em casa que parecem ser de outro planeta.</figcaption></figure><p>Ao longo da sua evolução, <strong>as plantas desenvolveram inúmeras adaptações para viver nos mais diversos ambientes da Terra</strong>: desertos áridos, florestas tropicais, rochas sem solo e até mesmo ambientes aquáticos. O resultado é uma extraordinária variedade de formas, comportamentos e padrões de crescimento, alguns dos quais se destacam pela sua aparência incomum. Entre estas, algumas espécies são hoje apreciadas como plantas ornamentais e podem ser cultivadas em ambientes interiores, desde que as suas necessidades específicas sejam satisfeitas. Apresentamos aqui cinco das mais singulares.</p><h2>1. Marimo: a misteriosa "esfera verde" do mundo aquático</h2><p>O marimo (<em>Aegagropila linnaei</em>) é uma <strong>alga verde filamentosa</strong> peculiar que cresce em esferas características cobertas por filamentos macios.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/le-5-piante-piu-insolite-da-coltivare-in-casa-sembrano-arrivate-da-un-altro-pianeta-1784222191247.jpeg" data-image="rrd5xmqkd7fo" alt="plantas diferentes" title="plantas diferentes"><figcaption>Marimo: a misteriosa "esfera verde" do mundo aquático.</figcaption></figure><p>Originária principalmente de lagos frios do Hemisfério Norte,<strong> a sua forma deve-se à ação lenta das correntes que fazem girar as colônias no fundo</strong>, promovendo um crescimento uniforme. No interior, é cultivada em recipientes transparentes cheios de água, onde se torna uma verdadeira decoração viva. Requer poucos cuidados: basta utilizar água limpa, evitar a luz solar direta e mudar a água regularmente para a manter saudável.</p><h2>2. Tillandsia: a planta que vive sem solo</h2><p>As tillandsias são plantas pertencentes à família das bromélias, especialmente <strong>difundidas nas regiões tropicais e subtropicais da América</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/le-5-piante-piu-insolite-da-coltivare-in-casa-sembrano-arrivate-da-un-altro-pianeta-1784222208787.jpeg" data-image="k1z12q8mdme0" alt="plantas extraordinárias" title="plantas extraordinárias"><figcaption>Tillandsia: a planta que vive sem solo.</figcaption></figure><p>Na natureza, muitas espécies crescem como epífitas, ou seja, <strong>utilizam outras plantas como suporte, sem serem parasitas</strong>. A sua característica mais curiosa é a ausência de um sistema radicular para absorção de nutrientes do solo: a água e os nutrientes são captados principalmente pelas folhas, que estão cobertas por estruturas especiais denominadas tricomas. Para as cultivar, basta um <strong>ambiente bem iluminado, uma boa circulação de ar e uma rega regular</strong>, evitando o encharcamento.</p><h2>3. Rosa de Jericó: a planta capaz de "trazer de volta à vida"</h2><p>A rosa de Jericó (Selaginella lepidophylla) é uma espécie originária das <strong>zonas desérticas do México e do sudoeste dos Estados Unidos</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/le-5-piante-piu-insolite-da-coltivare-in-casa-sembrano-arrivate-da-un-altro-pianeta-1784222228646.jpeg" data-image="wpps5lki90m5" alt="Rosa de Jericó" title="Rosa de Jericó"><figcaption>Rosa de Jericó: a planta capaz de "trazer de volta à vida".</figcaption></figure><p>Durante períodos prolongados de seca, pode secar completamente, fechando-se as suas folhas e adquirindo o aspecto de uma pequena esfera castanha. <strong>Ao voltar a entrar em contacto com a água, recupera gradualmente a sua cor verde graças a uma adaptação conhecida como revivisceração</strong>.</p><p>Por esse motivo, tornou-se <strong>uma das plantas mais interessantes para observar em ambientes interiores</strong>. No entanto, deve ser cultivada com cuidado: não deve ser submersa em água durante longos períodos e requer períodos regulares de seca para evitar o apodrecimento.</p><h2>4. Lithops: as "pedras vivas" do deserto</h2><p>Os lithops são pequenas <strong>plantas suculentas</strong> nativas das regiões áridas do sul de África.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/le-5-piante-piu-insolite-da-coltivare-in-casa-sembrano-arrivate-da-un-altro-pianeta-1784222246505.jpeg" data-image="eiihn5iz4tk1" alt="suculentas" title="suculentas"><figcaption>Lithops: as "pedras vivas" do deserto.</figcaption></figure><p>O seu aspecto assemelha-se a pequenas pedras coloridas, uma forma que lhes proporciona uma camuflagem eficaz contra os herbívoros e <strong>ajuda a reduzir a perda de água</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780713" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/as-plantas-que-te-podem-ajudar-a-transformar-uma-pequena-varanda-num-mini-jardim.html" title="As plantas que te podem ajudar a transformar uma pequena varanda em um minijardim">As plantas que te podem ajudar a transformar uma pequena varanda em um minijardim</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/as-plantas-que-te-podem-ajudar-a-transformar-uma-pequena-varanda-num-mini-jardim.html" title="As plantas que te podem ajudar a transformar uma pequena varanda em um minijardim"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/las-plantas-que-pueden-ayudarte-a-transformar-un-balcon-pequeno-en-un-mini-jardin-1784951323175_320.png" alt="As plantas que te podem ajudar a transformar uma pequena varanda em um minijardim"></a></article></aside><p>Cultivá-las em casa exige <strong>condições semelhantes ao seu habitat natural</strong>: muita luz, solo bem drenado e rega mínima. O excesso de água é a principal ameaça a estas plantas, que estão adaptadas para sobreviver em ambientes extremamente secos.</p><h2>5. Platycerium: a samambaia com frondes espetaculares</h2><p>A platicéria, também conhecida como feto-chifre-de-alce, é uma <strong>planta tropical caracterizada por frondes grandes e com uma forma incomum</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/le-5-piante-piu-insolite-da-coltivare-in-casa-sembrano-arrivate-da-un-altro-pianeta-1784222269214.jpeg" data-image="137gocplwvxh" alt="samambaia" title="samambaia"><figcaption>Platycerium: a samambaia com frondes espetaculares.</figcaption></figure><p><strong>Originária das florestas da Ásia, África e Austrália, cresce geralmente nas árvores como epífita</strong>. As suas folhas desempenham diversas funções: algumas são ramificadas e captam a luz, enquanto outras são mais aderentes e ajudam a acumular nutrientes e umidade. Em ambientes interiores, prefere locais bem iluminados, sem luz solar direta, umidade elevada e rega moderada.</p><h2>Um toque de originalidade no lar</h2><p>Por detrás do aspecto curioso destas plantas, escondem-se <strong>adaptações desenvolvidas ao longo de milhões de anos de evolução</strong>. Estas características tornam-nas não só plantas fascinantes, mas também espécies capazes de acrescentar um toque de originalidade ao lar.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/as-5-plantas-mais-inusitadas-para-cultivar-em-casa-parecem-ser-de-outro-planeta.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Troia entre o mito e a realidade: o que ver na antiga cidade da Ilíada e Odisseia]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/troia-entre-o-mito-e-a-realidade-o-que-ver-na-antiga-cidade-da-iliada-e-odisseia.html</link><pubDate>Thu, 30 Jul 2026 10:16:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>A lenda de Ulisses, Aquiles e todos os heróis da mitologia permanece viva na Troia atual, um dos sítios arqueológicos mais fascinantes do mundo. Aqui, explicamos como chegar lá e o que ver.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/troia-tra-mitologia-e-realta-cosa-vedere-nell-antica-citta-dell-iliade-e-dell-odissea-1784874530309.jpg" data-image="epjti9cgwnh4"><figcaption>Réplica do Cavalo de Troia no porto de Çanakkale, na Turquia.</figcaption></figure><p>A<strong> antiga Troia</strong>, cenário da guerra de dez anos que envolveu Aquiles, Heitor, Odisseu e os maiores heróis da épica grega, está localizada<strong> perto da cidade de Çanakkale, na Anatólia, Turquia</strong>.</p><div class="texto-destacado">Homero imortalizou a cidade na mitologia por meio de <em>Ilíada </em>e de <em>Odisseia</em>, mas esse pequeno povoado — com sua história incrivelmente longa — é de fácil acesso para uma visita direta, permitindo ir além das antigas lendas.</div><p>De fato, o museu e as<strong> escavações arqueológicas</strong> testemunham um passado complexo que abrange diversas eras e<strong> remonta a 5 mil anos</strong>.</p><h2>A história além da Guerra de Troia</h2><p>A <strong>Guerra de Troia durou dez anos </strong>— um piscar de olhos comparado aos milênios de história da cidade.</p><p>Segundo registros estabelecidos, Troia existe pelo menos desde o terceiro milênio a.C. e atingiu o auge de seu esplendor durante a segunda metade do segundo milênio a.C., sob o<strong> Império Hitita</strong>, mais de mil anos antes dos eventos narrados nos poemas homéricos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/troia-tra-mitologia-e-realta-cosa-vedere-nell-antica-citta-dell-iliade-e-dell-odissea-1784874691318.jpg" data-image="9vopdho4jkc1"><figcaption>Uma seção das escavações arqueológicas da antiga Troia (hoje Turquia).</figcaption></figure><p><strong>Ao longo dos séculos, Troia foi abandonada</strong>; no entanto, tanto os antigos gregos quanto os romanos acreditavam que ela estava localizada exatamente onde se encontra hoje. Contudo, somente na década de 1870 foram obtidas evidências definitivas de sua localização.</p><p>Foi nesse período que o renomado empresário e arqueólogo Heinrich Schliemann descobriu as<strong> ruínas da antiga Troia</strong>, guiado por crônicas clássicas e pelas descrições de Homero. Infelizmente, as escavações realizadas com o uso de explosivos causaram danos irreversíveis; ainda assim, Troia continua oferecendo muito aos visitantes.</p><h2>O que ver em Troia</h2><p>Um dos aspectos mais fascinantes de Troia é que<strong> a cidade nunca foi reconstruída</strong>, ao contrário de locais como Cnossos, na Grécia. Em vez disso, as escavações revelam nove estratos distintos, correspondentes a diferentes períodos históricos.</p><p>Os estratos VI e VII correspondem ao período da Guerra de Troia, ocorrida entre 1250 e 1180 a.C. Os<strong> vestígios das muralhas</strong> da cidade coincidem com as descrições de Homero.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="774440" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/entre-o-mito-e-a-historia-a-longa-busca-pela-cidade-de-troia.html" title="Entre o mito e a história: a longa busca pela cidade de Troia">Entre o mito e a história: a longa busca pela cidade de Troia</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/entre-o-mito-e-a-historia-a-longa-busca-pela-cidade-de-troia.html" title="Entre o mito e a história: a longa busca pela cidade de Troia"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/entre-o-mito-e-a-historia-a-longa-busca-pela-cidade-de-troia-1781724669304_320.jpg" alt="Entre o mito e a história: a longa busca pela cidade de Troia"></a></article></aside><p>Os visitantes também podem ver vestígios da era romana, como o <strong>anfiteatro </strong>encomendado pelo imperador Augusto. Na entrada do sítio arqueológico, encontra-se uma <strong>réplica em tamanho real do lendário Cavalo de Troia</strong> — o estratagema arquitetado por Odisseu que levou à destruição da cidade.</p><p><strong>Muitos artefatos estão abrigados no museu adjacente</strong>, mas, como as escavações continuam em andamento, os visitantes podem até ter a sorte de ver arqueólogos trabalhando no local.</p><h2>Um imenso patrimônio arqueológico</h2><p>Muitos objetos fascinantes estão atualmente abrigados no Museu de Troia, em Istambul, e no <strong>Museu Arqueológico de Çanakkale</strong>; no entanto, o museu inaugurado em 2018 — localizado a menos de um quilômetro do sítio arqueológico — não é menos importante ou interessante.</p><p><strong>Duas mil peças de diversas épocas estão expostas</strong> em sete seções, narrando a história tanto da cidade quanto das escavações; elas representam apenas uma fração de um acervo extraordinário. Ao todo, o museu abriga cerca de 40 mil peças em suas salas de exposição e áreas de reserva técnica, com novos objetos chegando constantemente das escavações em andamento.</p><p>Os visitantes podem apreciar uma grande variedade de itens, que vão desde armas e joias até inscrições. O <strong>famoso Sarcófago de Políxena</strong> está entre as peças mais valiosas, ao lado de uma estátua do deus Tritão descoberta há relativamente pouco tempo, em 2012.</p><h2>Como chegar a Troia</h2><p>A cidade mais próxima do sítio arqueológico de Troia é <strong>Çanakkale</strong>, uma<strong> cidade costeira situada no Estreito de Dardanelos</strong>, a menos de uma hora de distância. Çanakkale fica a três horas e meia de carro de Istambul, ou uma hora a mais se o trajeto for feito de ônibus.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="772740" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/adolescentes-descobrem-casa-romana-de-1-800-anos-sob-escola-em-roma.html" title="Adolescentes descobrem casa romana de 1.800 anos sob escola em Roma">Adolescentes descobrem casa romana de 1.800 anos sob escola em Roma</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/adolescentes-descobrem-casa-romana-de-1-800-anos-sob-escola-em-roma.html" title="Adolescentes descobrem casa romana de 1.800 anos sob escola em Roma"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/adolescentes-descobrem-casa-romana-de-1-800-anos-sob-escola-em-roma-1780857122988_320.jpg" alt="Adolescentes descobrem casa romana de 1.800 anos sob escola em Roma"></a></article></aside><p>Consequentemente, quem deseja visitar as <strong>escavações </strong>com mais comodidade pode preferir hospedar-se em Çanakkale; a cidade também abriga outra réplica do Cavalo de Troia — especificamente, aquela utilizada no filme <em>Troia </em>(2004).</p><p>Balsas que atravessam o estreito também partem de sua pitoresca marina, permitindo aos visitantes explorar outros locais, como<strong> Galípoli</strong>, palco de uma famosa batalha da Primeira Guerra Mundial. Um serviço de micro-ônibus opera entre Çanakkale e Truva (o nome moderno de Troia), partindo da estação Cuma Pazarı Dolmuş.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Nick%20Hilden" data-year="2026" data-title="How%20you%20can%20still%20explore%20the%20ancient%20city%20of%20Troy" data-url="https%3A%2F%2Fwww.nationalgeographic.com%2Ftravel%2Farticle%2Fhow-to-visit-odyssey-ancient-city-of-troy">Nick Hilden. (2026). <a href="https://www.nationalgeographic.com/travel/article/how-to-visit-odyssey-ancient-city-of-troy" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">How you can still explore the ancient city of Troy</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/troia-entre-o-mito-e-a-realidade-o-que-ver-na-antiga-cidade-da-iliada-e-odisseia.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Madeira petrificada das montanhas Kyffhäuser revela 300 milhões de anos da história da Terra]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/madeira-petrificada-das-montanhas-kyffhauser-revela-300-milhoes-de-anos-da-historia-da-terra.html</link><pubDate>Thu, 30 Jul 2026 08:47:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>A madeira petrificada das montanhas Kyffhäuser contém informações sobre o desenvolvimento geológico da Europa Central ao longo de um período de cerca de 300 milhões de anos. Isso abre possibilidades de pesquisa totalmente novas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/versteinertes-holz-aus-dem-kyffhauser-deckt-300-millionen-jahre-erdgeschichte-auf-1785091520789.jpg"><figcaption>Peça de madeira petrificada proveniente das montanhas Kyffhäuser (aprox. 20 cm de diâmetro), apresentando várias gerações de quartzo (áreas de tom cinza-esbranquiçado). Foto: Steffen Trümper</figcaption></figure><p>A<strong> madeira petrificada</strong> pode funcionar como um <strong>geoarquivo natural</strong>, preservando a história geológica de paisagens inteiras ao longo de centenas de milhões de anos. Esta é a conclusão de um novo estudo liderado pela Universidade de Münster.</p><p>Foram analisados <strong>fósseis das montanhas Kyffhäuser</strong>, no norte do estado de Turíngia, na <strong>Alemanha</strong>, tornando possível reconstruir pela primeira vez como uma depressão geológica se desenvolveu durante períodos excepcionalmente longos. Os resultados foram publicados na revista <em>Scientific Reports</em>.</p><h2>Florestas tropicais na linha do Equador</h2><p>Os <strong>troncos </strong>de árvore examinados atingem comprimentos de até 20 metros. Eles estão incrustados em sedimentos avermelhados provenientes de antigos sistemas fluviais, cujos<strong> óxidos de ferro indicam um clima quente e ocasionalmente seco</strong>.</p><p>Há cerca de <strong>300 milhões de anos</strong>, a região situava-se perto do <strong>equador</strong>, no supercontinente Pangeia. Ali, <strong>parentes extintos das coníferas modernas cresciam em florestas tropicais secas</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/versteinertes-holz-aus-dem-kyffhauser-deckt-300-millionen-jahre-erdgeschichte-auf-1785091528869.jpg"><figcaption>A estátua de arenito do Imperador Frederico I "Barba-Ruiva", na base do Monumento de Kyffhäuser, com 81 metros de altura. Imagem: Holger Eberle/Wikimedia Commons</figcaption></figure><p>Os troncos das árvores foram rapidamente cobertos e preservados por sedimentos durante inundações. As <strong>montanhas Kyffhäuser </strong>são consideradas um local de referência fundamental para esse tipo de formação sedimentar, que também é encontrada em outras bacias europeias.</p><p>Essas<strong> rochas estão entre os depósitos mais antigos do Sistema de Bacias da Europa Central</strong>, que permanece, até hoje, uma importante fonte de matérias-primas, águas subterrâneas e energia geotérmica.</p><h2>O quartzo é preservado por milhões de anos</h2><p><strong>Durante a petrificação, a madeira foi gradualmente substituída por cristais de quartzo</strong>. A sílica dissolvida penetrou inicialmente no tecido morto, estabilizando suas estruturas celulares e, posteriormente, cristalizando-se em quartzo. Esse processo deu origem a várias gerações de formações minerais.</p><p>Cada fase preserva informações sobre a temperatura, a pressão e a composição química dos fluidos a partir dos quais o quartzo se formou. Em conjunto, as <strong>fases abrangem um período de aproximadamente 200 milhões de anos</strong>, do Carbonífero Superior ao Cretáceo Inferior.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/versteinertes-holz-aus-dem-kyffhauser-deckt-300-millionen-jahre-erdgeschichte-auf-1785092292227.png"><figcaption>Diagrama dos estágios de silicificação da madeira fóssil de Kyffhäuser, aqui Q1 a Q4. Imagem: Trümper et al., 2026.</figcaption></figure><p>Se <strong>incluirmos a subsequente elevação das rochas até a superfície da Terra</strong>, isso resulta em uma história de desenvolvimento que abrange aproximadamente <strong>300 milhões de anos</strong> — a mais longa série documentada de estágios sucessivos de mineralização da madeira até o momento.</p><p>O estudo mostra que o processo de fossilização engloba <strong>cinco estágios de mineralização</strong>:</p><ol> <li><strong>Entre 304 e 299 milhões de anos atrás (P)</strong>: a silicificação inicial da madeira (permineralização) teve início próximo à superfície, em um sistema fluvial. Cinzas vulcânicas forneceram a sílica.</li> <li><strong>Entre 299 e 290 milhões de anos atrás (Q1)</strong>: o material foi recoberto e a opala transformou-se lentamente em quartzo.</li> <li><strong>Entre 257 e 260 milhões de anos atrás (Q2)</strong>: Quartzo e hematita formaram-se a uma profundidade de aproximadamente 1 km, associados ao relaxamento térmico da crosta terrestre.</li> <li><strong>Há 180 milhões de anos (Q3)</strong>: Formação de quartzo adicional a partir de águas quentes e salinas da bacia, enquanto o material permanecia profundamente soterrado. As temperaturas variavam predominantemente entre 170 e 240°C, e a profundidade era de aproximadamente 3,5 a 5 km.</li> <li><strong>Há 100 milhões de anos </strong>(quarto trimestre): Formação regional de quartzo e barita, antes de a rocha retornar à superfície da Terra durante o período Quaternário.</li></ol><p>Diversos<strong> métodos analíticos modernos </strong>foram empregados na <strong>reconstrução</strong>, como medições isotópicas, termometria Raman, microscopia eletrônica e datação geocronológica. "As minúsculas inclusões de fluido no quartzo revelaram-se particularmente esclarecedoras, pois preservam as condições exatas presentes durante o crescimento do cristal", explica Steffen Trümper.</p><p>No caso de Kyffhäuser e da Bacia do Saale, o estudo demonstra que sua evolução geológica pode ser reconstruída com grande precisão utilizando madeira silicificada: durante o<strong> final do período Carbonífero</strong>, troncos de árvores foram depositados na Bacia do Saale e mineralizados por águas ricas em sílica, provenientes da erosão de cinzas vulcânicas. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/versteinertes-holz-aus-dem-kyffhauser-deckt-300-millionen-jahre-erdgeschichte-auf-1785093080516.png"><figcaption>Parte superior: Inclusões fluidas em quartzo a partir do estágio de silicificação Q3. Escalas: 200 μm, 50 μm e 20 μm. Parte inferior: Perfil geoquímico das fases individuais. Imagem: Trümper et al., 2026.</figcaption></figure><p>Durante os <strong>períodos Permiano e Jurássico</strong>, a bacia sofreu subsidência, atingindo profundidades de 3,5 a 5 km e temperaturas de até 240°C. Nos períodos Cretáceo e Cenozoico, o soerguimento tectônico e a ação de fluidos quentes promoveram uma mineralização adicional e, por fim, a exposição de Kyffhäuser.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780768" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/fossil-descoberto-em-sao-paulo-revela-novas-pistas-sobre-origem-das-cobras.html" title="Fóssil descoberto em São Paulo revela novas pistas sobre origem das cobras">Fóssil descoberto em São Paulo revela novas pistas sobre origem das cobras</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/fossil-descoberto-em-sao-paulo-revela-novas-pistas-sobre-origem-das-cobras.html" title="Fóssil descoberto em São Paulo revela novas pistas sobre origem das cobras"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/fossil-descoberto-em-sao-paulo-revela-novas-pistas-sobre-origem-das-cobras-1785187266964_320.jpg" alt="Fóssil descoberto em São Paulo revela novas pistas sobre origem das cobras"></a></article></aside><p>"É notável que um fóssil — muitas vezes não maior do que uma mão — contenha a história evolutiva de toda uma região que abrange centenas de milhões de anos", afirma Steffen Trümper. "Isso oferece à ciência uma nova ferramenta para reconstruir o desenvolvimento dos continentes".</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Tr%C3%BCmper%2C%20S.%20et%20al" data-year="2026" data-title="Fossil%20wood%20cells%20recorded%20300%20million%20years%20of%20Europe%E2%80%99s%20tectonic%20history" data-url="https%3A%2F%2Fdoi.org%2F10.1038%2Fs41598-026-60054-3">Trümper, S. et al. (2026). <a href="https://doi.org/10.1038/s41598-026-60054-3" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Fossil wood cells recorded 300 million years of Europe’s tectonic history</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/madeira-petrificada-das-montanhas-kyffhauser-revela-300-milhoes-de-anos-da-historia-da-terra.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ventos de 120 km/h causam mortes e paralisam balsas em SP; veja imagens ]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/ventos-de-120-km-h-causam-mortes-e-paralisam-balsas-em-sp-veja-imagens.html</link><pubDate>Wed, 29 Jul 2026 23:26:58 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Alertas de emergência foram disparados diretamente para os telefones celulares dos moradores no litoral e na Região Metropolitana de São Paulo recomendando abrigo imediato longe de estruturas metálicas e árvores. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/ventos-de-120-km-h-causam-mortes-e-paralisam-balsas-em-sp-veja-imagens-1785366839212.jpg" data-image="yii5asui1okp" alt="Ventos intensos provocaram mortes no litoral e interior de São Paulo. Foto: Reprodução/ Redes Sociais" title="Ventos intensos provocaram mortes no litoral e interior de São Paulo. Foto: Reprodução/ Redes Sociais"><figcaption>Ventos intensos provocaram mortes no litoral e interior de São Paulo. Foto: Reprodução/ Redes Sociais</figcaption></figure><p><strong>A passagem de uma frente fria acompanhada por ventos extremamente intensos provocou estragos e mortes</strong> em diversas regiões do estado de São Paulo nesta quarta-feira (29). As rajadas <strong>superaram 120 km/h</strong> em pontos do interior e do litoral, derrubando árvores, destelhando imóveis e comprometendo serviços essenciais.</p><p>A Defesa Civil estadual confirmou três vítimas fatais e acionou imediatamente um gabinete de crise para coordenar a resposta aos chamados. Além dos danos materiais,<strong> o vendaval paralisou a navegação de balsas no litoral</strong>, interrompeu as atividades no Porto de Santos e alterou voos nos aeroportos paulistas.</p><h2>Registro de mortes e acidentes pelo estado</h2><p>As fatalidades decorreram de acidentes causados pela força dos ventos no litoral e no interior. <strong>Em Santos, um homem em situação de rua morreu atingido pela queda de uma árvore</strong> no canal 6. Em Cesário Lange, um idoso perdeu a vida após um tronco despencar sobre o veículo em que se encontrava.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="pt" dir="ltr"> VENTANIA EM SP | Sobe para 3 o número de mortos por ventania que causou estragos em SP <a href="https://t.co/Hb5gEOotvh">pic.twitter.com/Hb5gEOotvh</a></p>— Metrópoles (@Metropoles) <a href="https://x.com/Metropoles/status/2082582490451988938?ref_src=twsrc%5Etfw">July 29, 2026</a></blockquote></figure><p>A terceira vítima fatal foi registrada na travessia marítima <strong>entre São Sebastião e Ilhabela.</strong> Uma embarcação de pesca naufragou no Canal de São Sebastião com cinco ocupantes a bordo. <strong>Um homem de 50 anos chegou a ser socorrido pelas equipes do Samu, mas faleceu</strong> durante o atendimento médico.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/ventos-de-120-km-h-causam-mortes-e-paralisam-balsas-em-sp-veja-imagens-1785364429089.jpg" data-image="6fg2128nk9iv" alt="Homem de 50 anos faleceu no atendimento após naufrágio de barco de pesca em São Sebastião. Foto: Divulgação / Prefeitura de São Sebastião" title="Homem de 50 anos faleceu no atendimento após naufrágio de barco de pesca em São Sebastião. Foto: Divulgação / Prefeitura de São Sebastião"><figcaption>Homem de 50 anos faleceu no atendimento após naufrágio de barco de pesca em São Sebastião. Foto: Divulgação / Prefeitura de São Sebastião</figcaption></figure><p>Outras ocorrências graves mobilizaram as equipes de resgate do Corpo de Bombeiros e do Grupamento de Bombeiros Marítimo. <strong>Em Laranjal Paulista, uma mulher precisou ser hospitalizada após ser atingida por galhos</strong>. No litoral, equipes continuam trabalhando na triagem e no socorro a chamados de emergência no mar.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="pt" dir="ltr"> | FORTES VENTOS NA REGIÃO<br><br>As cidades do Alto Tietê sofreram, no início da tarde desta quarta-feira (29), com fortes rajadas de vento. A Defesa Civil do Estado de São Paulo emitiu um alerta sobre o assunto.<br><br> Vídeo: Reprodução<a href="https://x.com/hashtag/odiario?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#odiario</a><a href="https://x.com/hashtag/odiariodemogi?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#odiariodemogi</a><a href="https://x.com/hashtag/altotiet%C3%AA?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#altotietê</a> <a href="https://t.co/9kJdyjoK8b">pic.twitter.com/9kJdyjoK8b</a></p>— O Diário de Mogi (@odiariodemogi) <a href="https://x.com/odiariodemogi/status/2082521834822447247?ref_src=twsrc%5Etfw">July 29, 2026</a></blockquote></figure><p>As rajadas de vento atingiram altas velocidades em vários pontos do território paulista. De acordo com os dados oficiais, foram registrados <strong>124,9 km/h</strong> em Itaporanga e Itaí, <strong>117 km/h</strong> em Taquarituba, <strong>111,8 km/h</strong> em Santos e <strong>111 km/h</strong> no município de Itanhaém durante o pico da instabilidade.</p><h2>Danos urbanos e paralisação nos transportes</h2><p>A cidade de Santos foi uma das mais atingidas pelas rajadas. <strong>A ventania causou o desabamento do muro de um armazém da Receita Federal</strong>, atingindo caminhões e postes, além de provocar o destelhamento de um ginásio esportivo e de duas policlínicas municipais.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="pt" dir="ltr">Em Santos, no litoral paulista, seis pessoas foram atingidas após o desabamento de uma estrutura metálica durante a ventania provocada pela chegada de uma frente fria ao estado, na tarde desta quarta-feira (29). Imagens de uma câmera de segurança que registraram o momento do <a href="https://t.co/vPsTBf8vXa">pic.twitter.com/vPsTBf8vXa</a></p>— SBT News (@sbtnews) <a href="https://x.com/sbtnews/status/2082588720977305623?ref_src=twsrc%5Etfw">July 29, 2026</a></blockquote></figure><p>O tráfego de embarcações também sofreu interrupções por medida de segurança.<strong> O canal do Porto de Santos foi fechado para navegação</strong>, enquanto as travessias de balsas entre São Sebastião e Ilhabela foram paralisadas pela Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística até o reestabelecimento de condições seguras.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="pt" dir="ltr"> RAJADAS DE ATÉ 103 KM/H ATINGEM A BAIXADA SANTISTA E CAUSAM DANOS NA REGIÃO Uma forte frente fria acompanhada por um sistema de instabilidade severa provocou rajadas intensas de vento no estado de São Paulo, com impactos severos concentrados principalmente na Baixada <a href="https://t.co/30DAS3cWAK">pic.twitter.com/30DAS3cWAK</a></p>— Brasil Conservador️100%SDV (@MachadoDarlon) <a href="https://x.com/MachadoDarlon/status/2082549292661637571?ref_src=twsrc%5Etfw">July 29, 2026</a></blockquote></figure><p>No setor da aviação comercial,<strong> os aeroportos da Região Metropolitana enfrentaram alterações em suas tabelas de voos</strong>. A concessionária Aena informou que seis voos sofreram modificações no Aeroporto de Congonhas. Já no Aeroporto Internacional de Guarulhos, pelo menos dois voos registraram alterações por causa do mau tempo.</p><h2>Atuação do gabinete de crise e alertas emitidos</h2><p>Diante do cenário crítico, <strong>o Governo de São Paulo manteve mobilizado um Gabinete de Crise</strong> integrado por concessionárias de energia, polícias e Defesa Civil. O órgão tem como objetivo acelerar o atendimento de ocorrências como desobstrução de vias, quedas de fiação e quedas de árvores em vias públicas.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="pt" dir="ltr">Uma forte ventania atingiu as cidades da Baixada Santista, no litoral de São Paulo, no início da tarde desta quarta-feira (29). Além do tombamento do conteinêr, uma morte foi registrada e o Porto de Santos está com as atividades paralisadas desde o início da ventania. <a href="https://t.co/ne67mMN8tD">pic.twitter.com/ne67mMN8tD</a></p>— iG (@iG) <a href="https://x.com/iG/status/2082528417820311584?ref_src=twsrc%5Etfw">July 29, 2026</a></blockquote></figure><p><strong>A Defesa Civil estadual enviou dois alertas por mensagens de celular</strong> à população. O primeiro disparo ocorreu às<strong> 13h</strong> para cidades litorâneas, e o segundo foi emitido às<strong> 13h48</strong> para a Região Metropolitana de São Paulo, orientando o público a buscar abrigo imediato em locais cobertos.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781080" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/tornado-destroi-casas-e-mobiliza-defesa-civil-no-interior-do-rs-veja-imagens-e-informacoes.html" title="Tornado destrói casas e mobiliza Defesa Civil no interior do RS; veja imagens e informações ">Tornado destrói casas e mobiliza Defesa Civil no interior do RS; veja imagens e informações </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/tornado-destroi-casas-e-mobiliza-defesa-civil-no-interior-do-rs-veja-imagens-e-informacoes.html" title="Tornado destrói casas e mobiliza Defesa Civil no interior do RS; veja imagens e informações "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/tornado-destroi-casas-e-mobiliza-defesa-civil-no-interior-do-rs-1785326527086_320.jpg" alt="Tornado destrói casas e mobiliza Defesa Civil no interior do RS; veja imagens e informações "></a></article></aside><p>As autoridades recomendaram que os moradores evitem permanecer próximos a árvores, postes, fiação e estruturas metálicas durante rajadas intensas. O porta-voz da Defesa Civil, Maxwel de Souza, destacou a mobilização das equipes e reforçou que<strong> "o Gabinete de Crise segue reunido e continuamos respondendo aos chamados"</strong>.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Leonardo%20dos%20Santos" data-year="2026" data-title="Vento%20atinge%20117%20km%2Fh%20no%20interior%20de%20SP%3B%20Defesa%20Civil%20confirma%20morte%20no%20litoral" data-url="https%3A%2F%2Fwww.acidadeon.com%2Fribeiraopreto%2Fcotidiano%2Fvento-atinge-117-km-h-no-interior-de-sp-defesa-civil-confirma-morte-no-litoral%2F">Leonardo dos Santos. (2026). <a href="https://www.acidadeon.com/ribeiraopreto/cotidiano/vento-atinge-117-km-h-no-interior-de-sp-defesa-civil-confirma-morte-no-litoral/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Vento atinge 117 km/h no interior de SP; Defesa Civil confirma morte no litoral</a>.</cite><br><cite data-author="Julia%20Gandra" data-year="2026" data-title="Sobe%20para%203%20o%20n%C3%BAmero%20de%20mortos%20por%20ventania%20que%20causou%20estragos%20em%20SP" data-url="https%3A%2F%2Fwww.metropoles.com%2Fsao-paulo%2Fmortos-ventania-causou-estragos-em-sp">Julia Gandra. (2026). <a href="https://www.metropoles.com/sao-paulo/mortos-ventania-causou-estragos-em-sp" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Sobe para 3 o número de mortos por ventania que causou estragos em SP</a>.</cite><br><cite data-author="Reda%C3%A7%C3%A3o%20UOL" data-year="2026" data-title="Ventania%20em%20SP%20causa%20mortes%2C%20fecha%20travessias%20no%20litoral%20e%20altera%20voos" data-url="https%3A%2F%2Fnoticias.uol.com.br%2Fcotidiano%2Fultimas-noticias%2F2026%2F07%2F29%2Fmorte-em-santos-ventania.ghtm">Redação UOL. (2026). <a href="https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2026/07/29/morte-em-santos-ventania.ghtm" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Ventania em SP causa mortes, fecha travessias no litoral e altera voos</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/ventos-de-120-km-h-causam-mortes-e-paralisam-balsas-em-sp-veja-imagens.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Reconhecimento global: teatros do Amazonas e Pará recebem título máximo da Unesco; o que muda e como visitar]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/reconhecimento-global-teatros-do-amazonas-e-para-recebem-titulo-maximo-da-unesco-o-que-muda-e-como-visitar.html</link><pubDate>Wed, 29 Jul 2026 22:09:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>O Teatro Amazonas, em Manaus, e o Theatro da Paz, em Belém, receberam na última segunda-feira (27) o título de Patrimônio Mundial Cultural pela Unesco. Entenda o que isso significa.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/reconhecimento-global-teatros-do-amazonas-e-para-recebem-titulo-maximo-da-unesco-o-que-muda-e-como-visitar-1785348634815.jpg" data-image="w4qvpbq6pigj"><figcaption>O Teatro Amazonas, em Manaus (Amazonas).</figcaption></figure><p>O <strong>Teatro Amazonas, em Manaus</strong> (Amazonas), e o <strong>Theatro da Paz, em Belém</strong> (Pará), são <strong>marcos da riqueza cultural e arquitetônica da Amazônia</strong> e do Brasil.</p><p>E <strong>sob a designação “<em>Teatros da Amazônia</em>”</strong>, eles passam a figurar juntos na <strong>Lista do Patrimônio Mundial Cultural da Unesco</strong> (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). O reconhecimento veio na última segunda-feira (27), pelo Comitê do Patrimônio Mundial da Unesco, na Coreia do Sul. </p><div class="texto-destacado">Os dois teatros já eram tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) desde os anos 1960, como um reconhecimento da importância histórica e arquitetônica dos edifícios.</div><p>A aprovação faz dos Teatros da Amazônia <strong>o primeiro Patrimônio Mundial Cultural da Região Norte</strong> do Brasil. </p><p>Apesar de estarem em cidades diferentes, a Unesco os reconhece como um único bem, por compartilharem uma <strong>mesma trajetória histórica ligada ao ciclo da borracha da região amazônica no fim do século 19</strong>, quando a extração da substância era o principal motor financeiro da Região Norte do Brasil.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="760361" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/berco-de-baleias-jubarte-na-bahia-abrolhos-pode-virar-patrimonio-mundial-natural-da-unesco.html" title="Berço de baleias-jubarte na Bahia, Abrolhos pode virar Patrimônio Mundial Natural da UNESCO">Berço de baleias-jubarte na Bahia, Abrolhos pode virar Patrimônio Mundial Natural da UNESCO</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/berco-de-baleias-jubarte-na-bahia-abrolhos-pode-virar-patrimonio-mundial-natural-da-unesco.html" title="Berço de baleias-jubarte na Bahia, Abrolhos pode virar Patrimônio Mundial Natural da UNESCO"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/berco-de-baleias-jubarte-na-bahia-abrolhos-pode-virar-patrimonio-mundial-natural-da-unesco-1774292298456_320.jpg" alt="Berço de baleias-jubarte na Bahia, Abrolhos pode virar Patrimônio Mundial Natural da UNESCO"></a></article></aside><p>Ambos os teatros<strong> tiveram um mesmo projeto de modernização </strong>e reúnem as <strong>mesmas influências arquitetônicas europeias</strong>.</p><p>Segundo a Unesco, o reconhecimento foi dado pois os edifícios <strong>atenderam a dois critérios</strong>, que são:</p><ul><li>Locais que demonstram um<strong> importante intercâmbio de valores humanos</strong>, refletido na evolução da arquitetura, da tecnologia, das artes monumentais, do planejamento urbano ou do paisagismo.</li><li>Bens que constituem exemplos notáveis de edifícios, conjuntos arquitetônicos ou paisagens representativos de <strong>etapas significativas da história da humanidade</strong>.</li></ul><h3>E o que isso muda para a região? </h3><p>Na prática, o reconhecimento significa que os teatros passam a ser considerados de "valor universal excepcional", ou seja, são patrimônios cuja <strong>importância ultrapassa as fronteiras do Brasil e interessa à humanidade como um todo</strong>.</p><p>Os dois teatros <strong>entram para o seleto grupo de bens culturais mais importantes do mundo</strong>, ao lado de locais como Machu Picchu, o Coliseu de Roma e o Centro Histórico de Ouro Preto. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/reconhecimento-global-teatros-do-amazonas-e-para-recebem-titulo-maximo-da-unesco-o-que-muda-e-como-visitar-1785348718000.jpg" data-image="i4eavuhmzco6"><figcaption>O belíssimo Theatro da Paz, em Belém (Pará).</figcaption></figure><p>Além disso, isso aumenta a visibilidade internacional dos destinos, trazendo um <strong>maior potencial turístico</strong> para as regiões; traz<strong> mais responsabilidade com a preservação </strong>dos locais; e <strong>facilidade para captar recursos</strong> públicos, privados e de cooperação internacional. </p><h2>O Teatro Amazonas</h2><p>O Teatro Amazonas foi <strong>inaugurado em 1896</strong>, integrando o grande processo de modernização urbana de Manaus durante o ciclo da borracha.</p><p>Fica <strong>localizado no Largo de São Sebastião, no Centro</strong> da capital, e foi projetado para atender ao desejo da elite amazonense da época, que idealizava a cidade à altura dos grandes centros culturais.</p><div class="texto-destacado"> O grande símbolo deste teatro é a cúpula revestida por cerca de 36 mil peças de cerâmica nas cores da bandeira brasileira. <br></div><p>Ele impressiona pela <strong>arquitetura de estilo renascentista</strong> com influências europeias e pelo<strong> luxo dos materiais importados</strong>, como mármore italiano, aço escocês e lustres franceses.</p><p>As<strong> visitas são guiadas</strong> e acontecem de terça a sábado, das 9h às 17h, e aos domingos e feriados, das 9h às 13h. </p><h2>O Theatro da Paz</h2><p>O Theatro da Paz foi <strong>inaugurado em 1878</strong>, consolidando o papel estratégico de Belém como porto e capital do estado, além de simbolizar os ideais da recém-instaurada República Brasileira. <strong>Atualmente, é o maior Teatro da Região Norte e um dos mais luxuosos do Brasil</strong>. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/reconhecimento-global-teatros-do-amazonas-e-para-recebem-titulo-maximo-da-unesco-o-que-muda-e-como-visitar-1785349247745.jpg" data-image="m25v3tza26op"><figcaption>O belíssimo interior do Theatro da Paz, em Belém, Pará. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>É símbolo da Belle Époque amazônica, com inspirações no Teatro alla Scala, de Milão, destacando-se pela <strong>arquitetura neoclássica</strong>, com<strong> lustres de cristal</strong>, pinturas em afresco, pisos de madeiras nobres e <strong>detalhes revestidos em ouro</strong>. </p><p>A <strong>visitação </strong>ocorre, em geral, de terça a sexta-feira, das 9h às 17h, e aos sábados e domingos em horário reduzido, com visitas monitoradas em grupos. Mas é recomendável consultar previamente os horários e a disponibilidade no site oficial do teatro. </p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Amaral%2C%20S" data-year="2026" data-title="Teatro%20Amazonas%20e%20Theatro%20da%20Paz%20viram%20Patrim%C3%B4nio%20Mundial%20da%20Unesco" data-url="https%3A%2F%2Fviagemeturismo.abril.com.br%2Fbrasil%2Fteatro-amazonas-e-theatro-da-paz-viram-patrimonio-mundial-da-unesco%2F">Amaral, S. (2026). <a href="https://viagemeturismo.abril.com.br/brasil/teatro-amazonas-e-theatro-da-paz-viram-patrimonio-mundial-da-unesco/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Teatro Amazonas e Theatro da Paz viram Patrimônio Mundial da Unesco</a>.</cite><br><cite data-author="Reda%C3%A7%C3%A3o%20G1" data-year="2026" data-title="Teatros%20da%20Amaz%C3%B4nia%20s%C3%A3o%20reconhecidos%20pela%20Unesco%20como%20Patrim%C3%B4nio%20Mundial" data-url="https%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Fturismo-e-viagem%2Fnoticia%2F2026%2F07%2F27%2Fteatros-da-amazonia-sao-reconhecidos-pela-unesco-como-patrimonio-mundial.ghtml">Redação G1. (2026). <a href="https://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2026/07/27/teatros-da-amazonia-sao-reconhecidos-pela-unesco-como-patrimonio-mundial.ghtml" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Teatros da Amazônia são reconhecidos pela Unesco como Patrimônio Mundial</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/reconhecimento-global-teatros-do-amazonas-e-para-recebem-titulo-maximo-da-unesco-o-que-muda-e-como-visitar.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Calor de 40°C atinge 9 estados do Centro-Norte com pico de até 42°C]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/calor-de-40-c-atinge-9-estados-do-centro-norte-com-pico-de-ate-42-c.html</link><pubDate>Wed, 29 Jul 2026 21:03:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O calor ganha força em nove estados do Centro-Norte, com máximas próximas de 40°C e pico pontual de 42°C. A baixa umidade amplia riscos à saúde e favorece queimadas até terça-feira em várias áreas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-de-40-c-atinge-9-estados-do-centro-norte-com-pico-de-ate-42-c-1785336567525.jpg" data-image="v8ywoq8wfx3j" alt="calor, temperatura, Centro" title="calor, temperatura, Centro"><figcaption>Calor intenso se espalha pelo Centro-Norte, com temperaturas próximas de 40°C entre Mato Grosso, Tocantins, Goiás, Pará e o interior do Nordeste.</figcaption></figure><p>O calor ganha força entre esta quarta-feira (29) e a próxima terça-feira (4), levando <strong>máximas próximas ou superiores a 40°C a áreas de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás</strong>, Tocantins, Pará, Maranhão, Piauí, Bahia e Minas Gerais. O pico pode alcançar 42°C de forma pontual no começo da próxima semana.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</strong></div><p><strong>A elevação ocorre em pleno inverno e coincide com um período de umidade muito baixa</strong> no interior do país. Índices entre 12% e 20% aumentam o desconforto, favorecem queimadas e exigem atenção com hidratação, exposição ao sol e atividades ao ar livre. No Sul e em parte do Sudeste, frentes frias interrompem temporariamente o aquecimento.</p><h2>Mato Grosso e Tocantins concentram o calor mais intenso </h2><p>Nesta quarta-feira, Cuiabá pode alcançar 39°C, enquanto Palmas se aproxima de 37°C. O ar quente também domina o norte de Mato Grosso do Sul, Goiás, sul do Pará e oeste da Bahia. E<strong>ntre quinta (30) e sexta-feira (31), as máximas permanecem entre 35°C e 39°C</strong> nessas áreas, apesar do alívio temporário no sul sul-mato-grossense.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-de-40-c-atinge-9-estados-do-centro-norte-com-pico-de-ate-42-c-1785336814100.jpg" data-image="0h30n9g4fja7" alt="temperatura, centro, calor extremo" title="temperatura, centro, calor extremo"><figcaption>Calor se intensifica no sábado, com temperaturas próximas ou superiores a 40°C entre Mato Grosso, Tocantins, Goiás e áreas vizinhas.</figcaption></figure><p><strong>O núcleo mais intenso tende a se estabelecer entre domingo (2) e terça-feira (4)</strong>, quando pontos de Mato Grosso e Tocantins podem atingir de 40°C a 42°C. No sul do Pará, Maranhão, Piauí, oeste da Bahia, norte de Minas Gerais, Goiás e norte de Mato Grosso do Sul, são esperadas tardes entre 37°C e 40°C:</p><ul> <li>Mato Grosso e Tocantins: máximas pontuais de 40°C a 42°C;</li> <li>Goiás e norte de Mato Grosso do Sul: entre 37°C e 40°C;</li> <li>sul do Pará, Maranhão e Piauí: calor de 36°C a 40°C;</li> <li>oeste da Bahia e norte de Minas Gerais: tardes de 35°C a 39°C.</li> </ul><h2>Ar seco e céu aberto aceleram o aquecimento </h2><p>Uma massa de ar seco dificulta a formação de nuvens sobre o Brasil central. Com mais horas de sol, o solo aquece rapidamente e transfere calor para a atmosfera durante a tarde. <strong>Esse mecanismo mantém temperaturas elevadas em Cuiabá, Palmas, Goiânia e Teresina</strong>, enquanto Brasília, Belo Horizonte, Campo Grande e o oeste baiano enfrentam grande diferença entre manhãs amenas e tardes quentes.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-de-40-c-atinge-9-estados-do-centro-norte-com-pico-de-ate-42-c-1785336956224.jpg" data-image="ncil79c95jbv" alt="anomalia, Tocantins, Mato Grosso" title="anomalia, Tocantins, Mato Grosso"><figcaption>Temperaturas muito acima da média predominam no Centro-Norte, com maior anomalia entre Mato Grosso, Goiás, Tocantins e o interior do Nordeste.</figcaption></figure><p>Em Goiás, Distrito Federal, centro-leste de Mato Grosso, <strong>Tocantins, oeste da Bahia e norte de Minas Gerais, a umidade pode variar entre 12% e 20%</strong> nas horas mais quentes. A combinação de máximas acima de 35°C, vento e vegetação ressecada aumenta a propagação do fogo. No Maranhão, Piauí e sul do Pará, a sensação de calor permanece elevada até o início da noite, com mínimas superiores a 22°C em algumas áreas.</p><h2>Frente fria traz alívio limitado ao sul da área quente </h2><p><strong>A frente fria que atua nesta quarta-feira provoca chuva no sul e oeste de Mato Grosso do Sul </strong>e reduz as temperaturas entre Dourados, Ponta Porã, Corumbá e Campo Grande até quinta-feira. Outra frente deve alcançar o estado durante o fim de semana, mantendo o calor menos intenso em sua metade sul. O sistema, porém, não deve avançar com força suficiente para romper o calor em Mato Grosso, Goiás, Tocantins e Bahia.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780930" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/nova-frente-fria-chega-ao-brasil-no-inicio-de-agosto-veja-o-que-esperar.html" title="Nova frente fria chega ao Brasil no início de agosto; veja o que esperar">Nova frente fria chega ao Brasil no início de agosto; veja o que esperar</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/nova-frente-fria-chega-ao-brasil-no-inicio-de-agosto-veja-o-que-esperar.html" title="Nova frente fria chega ao Brasil no início de agosto; veja o que esperar"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/nova-frente-fria-chega-ao-brasil-no-inicio-de-agosto-veja-o-que-esperar-1785256192152_320.jpg" alt="Nova frente fria chega ao Brasil no início de agosto; veja o que esperar"></a></article></aside><p><strong>Entre segunda (3) e terça-feira (4), o calor continua mais persistente do norte de Mato Grosso do Sul</strong> ao sul do Pará e do oeste baiano ao Piauí. Crianças, idosos, trabalhadores externos e pessoas com doenças respiratórias precisam redobrar os cuidados entre 11h e 17h. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/calor-de-40-c-atinge-9-estados-do-centro-norte-com-pico-de-ate-42-c.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria traz risco de episódio de tempo severo no RS; confira o alerta]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-traz-risco-de-episodio-de-tempo-severo-no-rs-confira-o-alerta.html</link><pubDate>Wed, 29 Jul 2026 19:57:50 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Nova frente fria vai avançar pelo estado gaúcho neste fim de semana, e novamente com condições para chuva forte, temporais, rajadas de vento e risco de queda de granizo. Veja os alertas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-risco-de-episodio-de-tempo-severo-no-rs-confira-o-alerta-1785331470636.jpg" data-image="xdur5cbl5u08"><figcaption>Nova frente fria chega ao Rio Grande do Sul no início de agosto, com potencial para chuva forte e temporais em todo o estado.</figcaption></figure><p>Após as condições de tempo severo registradas no <strong>Rio Grande do Sul </strong>nesses últimos dias, o estado gaúcho terá uma breve trégua no tempo. Mas será por um curto período mesmo, pois já neste <strong>fim de semana</strong> uma<strong> nova frente fria</strong> vai avançar pela região trazendo novos riscos.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>O sistema frontal novamente trará potencial para <strong>pancadas de chuva</strong>, <strong>tempestades</strong>, raios, <strong>rajadas de vento</strong> e chance de <strong>queda de granizo</strong>. No entanto, essa nova frente não provocará chuvas tão intensas e volumosas como as que foram registradas nestes últimos dias. Conforme as últimas previsões, os <strong>acumulados não serão muito maiores do que 50 mm/dia</strong>. </p><p>No <strong>domingo (2 de agosto)</strong>, a tendência indica que a frente fria já estará afastada da região e o<strong> tempo voltará a ficar firme e seco</strong>, mas com bastante nebulosidade.</p><p>Acompanhe a seguir os detalhes da previsão do tempo.</p><h2>Nova frente fria atinge o RS no fim de semana</h2><p>Após uma breve trégua no estado gaúcho, que vai de hoje (29) até a sexta-feira (31), um <strong>novo episódio de tempo severo</strong> atinge a região ao longo do <strong>sábado, 1º de agosto</strong>, com a formação de um novo ciclone e a frente fria associada sobre o Sul do Brasil.</p><p>O sistema frontal começa a afetar o Rio Grande do Sul já pela <strong>manhã </strong>do sábado (1º) nas <strong>regiões Oeste, Campanha e Sul</strong> do estado, com<strong> pancadas de chuva moderadas a fortes</strong>,<strong> tempestades</strong>, raios,<strong> rajadas de vento </strong>e chance de<strong> queda de granizo</strong>.</p><div class="texto-destacado">Rio Grande do Sul em alerta no próximo sábado (1º de agosto) para riscos de chuva forte, tempestades, rajadas de vento e eventual queda de granizo, além de potencial para transtornos.</div><p>Ao longo da <strong>tarde</strong>, a frente fria não deve avançar muito. Ela ainda mantém essas condições mais severas nestas áreas citadas, mas leva <strong>chuvas também</strong> para áreas do <strong>Centro, </strong>das <strong>Missões e Noroeste</strong> do estado. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-risco-de-episodio-de-tempo-severo-no-rs-confira-o-alerta-1785343774408.png" data-image="8pibfyzrfi99"><figcaption>Previsão de precipitação (em mm) e nebulosidade (tons acinzentados) para o sábado (1º de agosto) à tarde (16h) à esquerda e à noite (21h) à direita, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Durante a <strong>noite</strong>, o sistema avança mais um pouco e leva<strong> chuvas moderadas a pontualmente intensas</strong> e com <strong>tempestades</strong> às regiões<strong> norte, noroeste, centro, sudeste</strong> e parte da<strong> Região Metropolitana</strong> de Porto Alegre.</p><p>Na <strong>capital gaúcha</strong>, a <strong>chuva deve chegar à noite</strong>, de forma moderada.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-risco-de-episodio-de-tempo-severo-no-rs-confira-o-alerta-1785344804765.png" data-image="6tvx79wchez6"><figcaption>Previsão de densidade de raios (descargas elétricas) para a tarde de sábado (1º de agosto), às 13h à esquerda e às 18h à direita, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Na<strong> madrugada do domingo (2)</strong> ainda<strong> pode chover de forma mais fraca</strong> em áreas do<strong> norte, do nordeste, Litoral Norte e na Grande Porto Alegre</strong>, mas sem risco de tempestades.</p><p>Mas como comentamos anteriormente,<strong> a passagem do sistema será rápida</strong> e ele não deixará volumes de chuva tão elevados quanto os dos últimos dias. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781136" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/bolha-de-ar-quente-no-centro-sul-faz-temperaturas-subirem-ate-12-c-acima-da-media.html" title="Bolha de ar quente no Centro-Sul faz temperaturas subirem até 12°C acima da média">Bolha de ar quente no Centro-Sul faz temperaturas subirem até 12°C acima da média</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/bolha-de-ar-quente-no-centro-sul-faz-temperaturas-subirem-ate-12-c-acima-da-media.html" title="Bolha de ar quente no Centro-Sul faz temperaturas subirem até 12°C acima da média"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/bolha-de-ar-quente-no-centro-sul-faz-temperaturas-subirem-ate-12-c-acima-da-media-1785341570454_320.jpg" alt="Bolha de ar quente no Centro-Sul faz temperaturas subirem até 12°C acima da média"></a></article></aside><p>De qualquer forma, <strong>o cenário exige atenção e acompanhamento das previsões ao longo dos próximos dias</strong>, pois, como os rios ainda estão elevados e os solos saturados, episódios de chuva podem agravar a situação no estado gaúcho. </p><p>E falando um pouco mais sobre as rajadas de vento, o alerta é válido já desde a <strong>sexta-feira (31)</strong>, quando são esperados <strong>vendavais entre 50 e 70 km/h</strong> em toda a <strong>faixa litorânea, Sul e Oeste </strong>do Rio Grande do Sul, devido à aproximação da frente fria.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-risco-de-episodio-de-tempo-severo-no-rs-confira-o-alerta-1785343500271.jpg" data-image="ny80wz3b0qjo"><figcaption>Previsão de rajadas de vento (em km/h) para a tarde (15h) do sábado (1º de agosto), segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>No <strong>sábado (1º)</strong> o alerta é válido especialmente para a <strong>porção centro-norte</strong> do estado, onde há previsão de rajadas de vento<strong> entre 50 e 70 km/h</strong>, mas que <strong>pontualmente </strong>podem atingir <strong>valores próximos de 100 km/h</strong>, principalmente na região central.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-traz-risco-de-episodio-de-tempo-severo-no-rs-confira-o-alerta.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frio mais rigoroso já tem data para voltar ao Sul e Sudeste; confira]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-mais-rigoroso-ja-tem-data-para-voltar-ao-sul-e-sudeste-confira.html</link><pubDate>Wed, 29 Jul 2026 18:31:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Novas frentes frias avançarão em Agosto e impulsionam massas de ar polar mais intensas na segunda semana do mês, trazendo uma queda acentuada das temperaturas e possibilidade de geadas no Sul do país.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-rigoroso-ja-tem-data-para-voltar-ao-sul-e-sudeste-1785344691381.jpg" data-image="ao3sx2thi25y" alt="Fotografia de geada no Sul do país." title="Fotografia de geada no Sul do país."><figcaption>Geada no Sul do país. O início de Agosto será marcado por chuvas fortes seguidas por uma nova massa de ar polar que pode provocar frio intenso e geadas no Sul do Brasil.</figcaption></figure><p>Previsões já indicam o <strong>avanço de uma nova frente fria pelo país no sábado (1)</strong>, primeiro dia do mês de Agosto. O sistema causará novas pancadas de chuva sobre o Rio Grande do Sul já ao longo deste dia, chegando também ao oeste de Santa Catarina, o oeste do Paraná, e parte do Mato Grosso do Sul ao longo do final de semana.</p><p>Após a passagem das chuvas, <strong>uma massa de ar frio avança pela região Sul</strong>, fazendo as temperaturas caírem para patamares mais amenos. Ainda assim, como um todo, esse sistema <strong>não será tão intenso,</strong> e nem deve ocasionar temperaturas mínimas inferiores a 10°C.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-rigoroso-ja-tem-data-para-voltar-ao-sul-e-sudeste-1785344735043.jpg" data-image="qibghuatswja" alt="Previsão de nebulosidade e chuva no sábado (esquerda) e temperaturas mínimas no domingo (direita)" title="Previsão de nebulosidade e chuva no sábado (esquerda) e temperaturas mínimas no domingo (direita)"><figcaption>Previsão de nebulosidade e chuva no sábado (esquerda) e temperaturas mínimas no domingo (direita) ilustram os efeitos do avanço de uma frente fria fraca ao longo do final de semana.</figcaption></figure><p>No entanto, previsões já indicam que uma <strong>nova massa de ar frio, muito mais intensa</strong>, começará a avançar pelo país por volta dos dias<strong> 7 e 8 de Agosto,</strong> trazendo um frio muito mais pronunciado para o centro-sul do Brasil.</p><h2>Frio rigoroso retorna a partir do dia 8 de Agosto</h2><p>Ao longo da primeira semana de Agosto, <strong>chuvas intensas se formarão</strong> entre o Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul devido à atuação de diversos sistemas, incluindo uma frente fria que avançará pelo país. Ao total, os acumulados de chuva podem <strong>ultrapassar os 100 mm</strong> até o sábado da semana que vem (8).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-rigoroso-ja-tem-data-para-voltar-ao-sul-e-sudeste-1785344767324.jpg" data-image="n1e3b9o3a5er" alt="Previsão de acumulados totais até o sábado dia 8 de Agosto." title="Previsão de acumulados totais até o sábado dia 8 de Agosto."><figcaption>Previsão de acumulados totais até o sábado dia 8 mostra que, em alguns municípios do Rio Grande do Sul, espera-se chuvas fortes que ainda podem superar os 100 mm totais próxima semana.</figcaption></figure><p>Após o avanço da frente fria, por volta do dia 7 de Agosto, uma <strong>nova massa de ar frio começará a avançar pelo Brasil.</strong> Já entre a sexta-feira (7) e o sábado (8) durante a madrugada e a manhã, diversos municípios do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina podem registrar<strong> temperaturas inferiores a 10°C</strong>, com as mínimas chegando <strong>perto dos </strong><strong> 0°C.</strong></p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Até o momento, modelos numéricos de previsão não indicam ocorrência de temperaturas negativas, abaixo de zero. Mesmo assim, <strong>haverá possibilidade de novas geadas</strong>, especialmente na região da <strong>Serra Gaúcha</strong> e da <strong>Serra Catarinense</strong>, ao longo do segundo final de semana de Agosto. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-rigoroso-ja-tem-data-para-voltar-ao-sul-e-sudeste-1785344810351.jpg" data-image="hpjbwypjus1l" alt="Previsão de temperaturas mínimas na sexta-feira da semana que vem, dia 7 de Agosto." title="Previsão de temperaturas mínimas na sexta-feira da semana que vem, dia 7 de Agosto."><figcaption>Previsão de temperaturas mínimas na sexta-feira da semana que vem, dia 7, mostra uma massa de ar frio mais intensa avançando pelo sul do país, com temperaturas mínimas próximas dos 0°C.</figcaption></figure><p>Esse avanço de frentes frias e massas de ar frio é impulsionado por um sistema climático chamado de <em>Oscilação Antártica</em>. Seu índice estará, nas próximas semanas, atingindo valores negativos - o que se traduz numa <strong>maior incidência de sistemas transientes</strong>, como <strong>ciclones e frentes frias</strong>, sobre o centro-sul do Brasil.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780930" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/nova-frente-fria-chega-ao-brasil-no-inicio-de-agosto-veja-o-que-esperar.html" title="Nova frente fria chega ao Brasil no início de agosto; veja o que esperar">Nova frente fria chega ao Brasil no início de agosto; veja o que esperar</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/nova-frente-fria-chega-ao-brasil-no-inicio-de-agosto-veja-o-que-esperar.html" title="Nova frente fria chega ao Brasil no início de agosto; veja o que esperar"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/nova-frente-fria-chega-ao-brasil-no-inicio-de-agosto-veja-o-que-esperar-1785256192152_320.jpg" alt="Nova frente fria chega ao Brasil no início de agosto; veja o que esperar"></a></article></aside><p>Embora essa situação <strong>auxilie no avanço de massas de ar frio</strong> ao longo do mês de Agosto, as previsões climáticas ainda indicam que as temperaturas permanecerão, em média, acima da normal climatológica - ou seja, as previsões continuam indicando um <strong>inverno mais quente do que o normal</strong>, em grande parte devido à atuação do <strong>El Niño</strong> sobre o clima brasileiro.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-mais-rigoroso-ja-tem-data-para-voltar-ao-sul-e-sudeste-confira.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Bolha de ar quente no Centro-Sul faz temperaturas subirem até 12°C acima da média]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/bolha-de-ar-quente-no-centro-sul-faz-temperaturas-subirem-ate-12-c-acima-da-media.html</link><pubDate>Wed, 29 Jul 2026 16:58:41 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A presença de uma bolha de ar quente eleva as temperaturas sobre o Centro-Sul do Brasil nos próximos dias. A tendência é de que os termômetros registrem marcas até 10°C acima da média climatológica para o período.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xat9asu"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xat9asu.jpg" id="xat9asu"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O calor volta a ser o grande destaque no Centro-Sul do Brasil nos próximos dias. <strong>As altas temperaturas já marcam presença nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. </strong>Contudo, outras áreas da região também vão registrar um aumento expressivo nas máximas até o fim de semana.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</strong></div><p>Uma <strong>bolha de ar quente </strong>será a grande responsável por essa elevação térmica. O sistema ganhará força devido ao <strong>transporte de ar quente vindo de norte,</strong> acumulando-se entre o Sul, o Sudeste e o Centro-Oeste. Confira a seguir como ficam os termômetros na sua região.</p><h2>Temperaturas superam 10°C acima da média neste inverno</h2><p>O transporte de ar vindo de áreas mais ao norte do país terá papel fundamental na intensificação dessa massa de ar quente. <strong>A circulação atmosférica permite a entrada de ar úmido</strong> sobre o Nordeste e o Norte do Brasil. No entanto, <strong>à medida que se desloca, esse ar perde umidade</strong> e avança aquecido sobre o Centro-Sul.</p><p>As temperaturas mínimas previstas entre esta quinta-feira (30) e o sábado (1) ficarão entre <strong>1°C e 12°C acima da média</strong>. O destaque fica para o oeste de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul na quinta (30) e na sexta-feira (31), com <strong>anomalia positiva de até 6°C</strong>, e para o sul do Rio Grande do Sul, que pode registrar <strong>12°C acima da climatologia</strong> no amanhecer de sábado (1).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/bolha-de-ar-quente-no-centro-sul-faz-temperaturas-subirem-ate-12-c-acima-da-media-1785342601340.jpg" data-image="ej7fo06odrt0" alt="Anomalia de temperatura." title="Anomalia de temperatura."><figcaption>Mapa mostra a presença de ar quente sobre o Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil no sábado (1)..</figcaption></figure><p>Com isso, de quinta-feira (30) a sábado (1), o amanhecer terá temperaturas entre <strong>20°C e 26°C em boa parte do Centro-Oeste</strong>. A exceção fica por conta do sul de Mato Grosso do Sul, com <strong>mínimas próximas de 18°C</strong> nesta quinta-feira (30). </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>O calor no amanhecer também marca presença no oeste de São Paulo e no Triângulo Mineiro, com termômetros acima dos 20°C, enquanto nas demais áreas da Região Sudeste os valores oscilam entre 11°C e 17°C.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Na Região Sul do Brasil, os termômetros disparam na manhã de sábado (1). Entre quinta (30) e sexta-feira (31), o amanhecer ainda terá <strong>temperaturas entre 10°C e 15°C</strong>. Já no sábado (1), com a <strong>anomalia acentuada (12°C)</strong> no sul do Rio Grande do Sul, as primeiras horas do dia já contarão com <strong>marcas acima dos 20°C.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/bolha-de-ar-quente-no-centro-sul-faz-temperaturas-subirem-ate-12-c-acima-da-media-1785341492789.jpg" data-image="40ibjyy7gc1m" alt="Temperatura prevista para o amanhecer de sábado (1)." title="Temperatura prevista para o amanhecer de sábado (1)."><figcaption>Temperatura prevista para o amanhecer de sábado (1).</figcaption></figure><p>As temperaturas máximas também ficam bem acima da média do inverno. A divisa entre Mato Grosso e Mato Grosso do Sul terá <strong>dias consecutivos de máximas próximas ou superiores aos 40°C,</strong> caso desta quinta (30), sexta (31) e sábado (1). No restante do Centro-Oeste, a previsão indica <strong>máximas acima dos 35°C ao longo dos três dias.</strong></p><p><strong>O calorão também predomina no Sudeste do Brasil, </strong>com temperaturas até 5°C acima da média durante as tardes. As áreas mais quentes concentram-se no oeste de São Paulo e de Minas Gerais, com máximas variando entre <strong>32°C e 36°C.</strong> Nas demais localidades, os termômetros oscilam entre <strong>27°C e 32°C.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/bolha-de-ar-quente-no-centro-sul-faz-temperaturas-subirem-ate-12-c-acima-da-media-1785341464446.jpg" data-image="a0e84sr0yxfz" alt="Temperatura prevista para a tarde de sexta-feira (31)." title="Temperatura prevista para a tarde de sexta-feira (31)."><figcaption>Temperatura prevista para a tarde de sexta-feira (31).</figcaption></figure><p>Por fim, na Região Sul, <strong>o aumento mais acentuado da temperatura ocorre entre quinta (30),</strong> com máximas variando de 17°C no sul gaúcho a 28°C no noroeste paranaense, <strong>e sexta-feira (31)</strong>, quando as tardes chegam aos 30°C no interior do Rio Grande do Sul. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780915" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/calor-de-40-c-e-temporais-deixam-em-alerta-estados-do-centro-oeste-veja-a-previsao.html" title="Calor de 40°C e temporais deixam em alerta estados do Centro-Oeste; veja a previsão">Calor de 40°C e temporais deixam em alerta estados do Centro-Oeste; veja a previsão</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/calor-de-40-c-e-temporais-deixam-em-alerta-estados-do-centro-oeste-veja-a-previsao.html" title="Calor de 40°C e temporais deixam em alerta estados do Centro-Oeste; veja a previsão"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/calor-de-40-c-e-temporais-deixam-em-alerta-estados-do-centro-oeste-veja-a-previsao-1785248402935_320.jpg" alt="Calor de 40°C e temporais deixam em alerta estados do Centro-Oeste; veja a previsão"></a></article></aside><p>No sábado (1), com o aumento da nebulosidade, o aquecimento ganha uma trégua no território gaúcho e catarinense <strong>(máximas até 27°C),</strong> enquanto no Paraná os termômetros ainda podem atingir <strong>34°C.</strong></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/bolha-de-ar-quente-no-centro-sul-faz-temperaturas-subirem-ate-12-c-acima-da-media.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Tornado destrói casas e mobiliza Defesa Civil no interior do RS; veja imagens e informações ]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/tornado-destroi-casas-e-mobiliza-defesa-civil-no-interior-do-rs-veja-imagens-e-informacoes.html</link><pubDate>Wed, 29 Jul 2026 12:44:15 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Prefeituras e equipes de resgate do interior gaúcho utilizaram maquinários pesados para desbloquear vias e liberar os acessos interrompidos por escombros e árvores derrubadas durante o vendaval. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/tornado-destroi-casas-e-mobiliza-defesa-civil-no-interior-do-rs-1785326527086.jpg" data-image="7ek3biv1plw0" alt="Tornado registrado por volta das 18h no Rio Grande do Sul - Foto: Redes Sociais" title="Tornado registrado por volta das 18h no Rio Grande do Sul - Foto: Redes Sociais"><figcaption>Tornado registrado por volta das 18h no Rio Grande do Sul - Foto: Redes Sociais</figcaption></figure><p><strong>Um tornado de forte intensidade atingiu a Região Noroeste do Rio Grande do Sul</strong> na noite de terça-feira (28). O fenômeno provocou feridos e deixou um rastro de destruição em municípios gaúchos.</p><p>A tempestade esteve <strong>associada a uma supercélula e causou estragos significativos em residências</strong>, além de quedas de árvores e bloqueios de vias. A Defesa Civil segue em alerta constante na região atingida.</p><h2>Impactos do fenômeno nas cidades gaúchas</h2><p>O evento foi observado com maior severidade nos municípios de <strong>Giruá, Sete de Setembro e Senador Salgado Filho</strong>. Moradores registraram o momento em que a corrente de ar em forma de funil tocou o solo.</p><div class="texto-destacado">Em Sete de Setembro, três pessoas ficaram feridas e precisaram de atendimento hospitalar após duas residências serem totalmente destruídas. Em Senador Salgado Filho, imóveis desabaram e a tempestade afetou cerca de 12 casas e 50 pessoas.</div><p>No município de Giruá, <strong>os ventos atingiram comunidades rurais como Rincão dos Coimbras e Amaral</strong>. Danos foram registrados em casas e a infraestrutura local sofreu com a interrupção de estradas e da rede elétrica.</p><h2>Atuação do monitoramento e alertas de emergência</h2><p>O Centro de Monitoramento da Defesa Civil confirmou que o tornado ocorreu por volta das 18h25. O órgão estadual relatou a<strong> passagem de ventos que atingiram marcas de até 200 km/h</strong> na área.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tornado-destroi-casas-e-mobiliza-defesa-civil-no-interior-do-rs-1785326811597.jpg" data-image="juds0bofyntp" alt="Local estruído por tornado em Giruá, no RS — Foto: Luiz Fernando Copetti Desbesell/ G1" title="Local estruído por tornado em Giruá, no RS — Foto: Luiz Fernando Copetti Desbesell/ G1"><figcaption>Local estruído por tornado em Giruá, no RS — Foto: Luiz Fernando Copetti Desbesell/ G1</figcaption></figure><p>Um Alerta Laranja havia sido emitido horas antes para avisar sobre tempestades severas com granizo e vendavais. No entanto, <strong>a distância de 200 km do radar meteorológico limitou a identificação da rotação</strong> na superfície.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="en" dir="ltr">A significantly to potentially violent tornado followed by very large hail just impacted areas of Girua, Rio Grande do Sul. This midia is not mine. Live radar at <a href="https://t.co/MatsipTqCd">https://t.co/MatsipTqCd</a> <a href="https://t.co/tIStuxALmj">pic.twitter.com/tIStuxALmj</a></p>— Vitor Goede (@GoedeTDS) <a href="https://x.com/GoedeTDS/status/2082224637430100361?ref_src=twsrc%5Etfw">July 28, 2026</a></blockquote></figure><p>Equipes de emergência do Corpo de Bombeiros e do Samu foram mobilizadas imediatamente para prestar socorro. <strong>Maquinários pesados atuaram na remoção de escombros e árvores</strong> para restabelecer os acessos bloqueados.</p><h2>Riscos persistentes e cenário na região</h2><p>Além dos estragos diretos do vento, <strong>o estado já acumulava dias de chuvas intensas, vendavais e queda de granizo</strong> em diversas cidades. O volume expressivo de precipitação elevou o nível dos principais rios da região.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="pt" dir="ltr">Vídeo mostra uma impressionante célula de tempestade atuando no final da tarde desta terça-feira entre os municípios de Sete de Setembro e Giruá, na Região das Missões. A área estava sob alerta da Defesa Civil para temporais, com risco de chuva intensa, granizo e fortes rajadas <a href="https://t.co/pgXj2EwAO7">pic.twitter.com/pgXj2EwAO7</a></p>— Porto Alegre 24 Horas (@portoalegre24h) <a href="https://x.com/portoalegre24h/status/2082229428214464951?ref_src=twsrc%5Etfw">July 28, 2026</a></blockquote></figure><p>A Defesa Civil manteve novos avisos para o risco de tempestades, deslizamentos e inundações em diferentes bacias hidrográficas.<strong> As autoridades orientam a população a monitorar sinais no solo</strong> e acionar a emergência se necessário.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780930" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/nova-frente-fria-chega-ao-brasil-no-inicio-de-agosto-veja-o-que-esperar.html" title="Nova frente fria chega ao Brasil no início de agosto; veja o que esperar">Nova frente fria chega ao Brasil no início de agosto; veja o que esperar</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/nova-frente-fria-chega-ao-brasil-no-inicio-de-agosto-veja-o-que-esperar.html" title="Nova frente fria chega ao Brasil no início de agosto; veja o que esperar"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/nova-frente-fria-chega-ao-brasil-no-inicio-de-agosto-veja-o-que-esperar-1785256192152_320.jpg" alt="Nova frente fria chega ao Brasil no início de agosto; veja o que esperar"></a></article></aside><p>O trabalho das equipes de assistência prossegue na contabilidade total dos estragos e no apoio humanitário. <strong>A entrega de lonas e mantimentos segue para dar suporte imediato</strong> às famílias atingidas pelo desastre climático. A mobilização das autoridades permanece contínua até o restabelecimento completo de todos os serviços essenciais afetados.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Diego%20Nu%C3%B1ez%2C%20Madu%20Brito%2C%20Eduarda%20Wenzel%2C%20Caroline%20Batista%2C%20g1%20RS%20e%20RBS%20TV" data-year="2026" data-title="Tornado%20deixa%20sete%20feridos%20no%20Rio%20Grande%20do%20Sul" data-url="https%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Frs%2Frio-grande-do-sul%2Fnoticia%2F2026%2F07%2F28%2Ftornado-deixa-feridos-no-rio-grande-do-sul.ghtml">Diego Nuñez, Madu Brito, Eduarda Wenzel, Caroline Batista, g1 RS e RBS TV. (2026). <a href="https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2026/07/28/tornado-deixa-feridos-no-rio-grande-do-sul.ghtml" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Tornado deixa sete feridos no Rio Grande do Sul</a>.</cite><br><cite data-author="O%20Presente%2FReda%C3%A7%C3%A3o" data-year="2026" data-title="Tornado%20deixa%20rastro%20de%20destrui%C3%A7%C3%A3o%20e%20Defesa%20Civil%20mant%C3%A9m%20Rio%20Grande%20do%20Sul%20sob%20alerta%20nesta%20quarta-feira" data-url="https%3A%2F%2Fwww.opresente.com.br%2Fgeral%2Ftornado-deixa-rastro-de-destruicao-e-defesa-civil-mantem-rio-grande-do-sul-sob-alerta-nesta-quarta-feira%2F">O Presente/Redação. (2026). <a href="https://www.opresente.com.br/geral/tornado-deixa-rastro-de-destruicao-e-defesa-civil-mantem-rio-grande-do-sul-sob-alerta-nesta-quarta-feira/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Tornado deixa rastro de destruição e Defesa Civil mantém Rio Grande do Sul sob alerta nesta quarta-feira</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/tornado-destroi-casas-e-mobiliza-defesa-civil-no-interior-do-rs-veja-imagens-e-informacoes.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[As plantas que te podem ajudar a transformar uma pequena varanda em um minijardim]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/as-plantas-que-te-podem-ajudar-a-transformar-uma-pequena-varanda-num-mini-jardim.html</link><pubDate>Wed, 29 Jul 2026 12:14:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Com as plantas certas e tirando partido das paredes e dos corrimões, até a varanda mais pequena pode transformar-se em um pequeno Éden urbano, produtivo e de fácil manutenção.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/las-plantas-que-pueden-ayudarte-a-transformar-un-balcon-pequeno-en-un-mini-jardin-1784951323175.png" data-image="9s87cdpbf4sl" alt="Cultivar flores, hierbas aromáticas, hortalizas y pequeños frutos en macetas te permite crear un jardín que no solo es decorativo, sino también productivo." title="Cultivar flores, hierbas aromáticas, hortalizas y pequeños frutos en macetas te permite crear un jardín que no solo es decorativo, sino también productivo."><figcaption>Cultivar flores, ervas aromáticas, legumes e pequenos frutos em vasos permite-lhe criar um jardim que não só é decorativo, como também produtivo.</figcaption></figure><p>Viver num apartamento pequeno no centro da cidade não significa ter de abdicar de ter plantas num pequeno jardim. Embora o espaço pareça reduzido, uma varanda com 2 a 4 m² pode transformar-se em um minijardim se se aproveitarem corretamente as paredes, os corrimões e até os cantos.</p><p>As plantas não servem apenas para decorar. Ter uma varanda com plantas pode <strong>melhorar o humor, reduzir o stress e a ansiedade que o dia-a-dia no meio do concreto nos causa e tornar o ambiente mais agradável</strong>, sobretudo em cidades onde o contato com a natureza é limitado.</p><p>Também pode tornar-se um espaço produtivo. Algumas ervas aromáticas, legumes e pequenos frutos podem crescer perfeitamente em vasos, oferecendo a oportunidade de ter <strong>manjericão, alfaces, morangos ou tomates recém-colhidos</strong> a poucos passos da cozinha.</p><p>No entanto, nem todas as plantas se dão igualmente bem em todos os varandas. Diferentes fatores, como a quantidade de luz, o vento, o tipo de clima da região onde vive e, sobretudo, o tamanho dos vasos, influenciam diretamente o seu crescimento, floração e necessidade de água.</p><p>Por isso, o segredo não está em encher a varanda de vasos, mas sim em <strong>escolher espécies compactas e organizá-las de forma pensada</strong>. E, para isso, existem opções que se adaptam a locais a pleno sol, à meia-sombra ou mesmo a espaços que exigem pouca manutenção.</p><h2>Antes de escolher as plantas, conheça bem a sua varanda</h2><p>O primeiro passo é saber quantas horas de sol o nosso espaço recebe. <strong>Considera-se sol pleno quando temos seis horas ou mais de luz direta</strong>, enquanto a meia-sombra recebe aproximadamente entre três e cinco. Se quase nunca entrarem raios de sol diretos, o melhor é optar por begónias, fetos ou outras plantas adaptadas à sombra luminosa.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/las-plantas-que-pueden-ayudarte-a-transformar-un-balcon-pequeno-en-un-mini-jardin-1784951454837.png" data-image="rgzvun4yrk2k" alt="Las macetas alargadas para barandales son una forma práctica de aprovechar espacios desaprovechados y cultivar plantas sin sacrificar espacio para caminar." title="Las macetas alargadas para barandales son una forma práctica de aprovechar espacios desaprovechados y cultivar plantas sin sacrificar espacio para caminar."><figcaption>Os vasos alongados para corrimões são uma forma prática de aproveitar espaços não utilizados e cultivar plantas sem sacrificar o espaço para circular.</figcaption></figure><p>Também deve ter em conta o vento, especialmente em andares altos. As correntes fortes podem desidratar as folhas, partir os caules e derrubar os vasos; por isso, <strong>é aconselhável agrupá-los, colocar redes de proteção ou utilizar plantas resistentes</strong>.</p><p>Em varandas pequenas, <strong>os vasos leves, as floreiras de corrimão e os sistemas verticais </strong>funcionam muito bem. No entanto, antes de pensar em comprar vasos grandes, é importante verificar quanto peso a estrutura suporta. O substrato molhado pesa muito mais do que o seco, um pormenor que muitas vezes é esquecido ao projetar estes espaços.</p><p>Todos os vasos devem ter orifícios de drenagem e, se possível, pratos que recolham a água excedente sem deixar as raízes encharcadas. <strong>Um bom substrato deve reter a umidade, mas também permitir a entrada de oxigênio</strong>.</p><h3>Plantas recomendadas e como as dispor</h3><p>As ervas aromáticas são um excelente ponto de partida. <strong>Manjericão, coentros, tomilho e orégãos</strong> podem ser cultivados em vasos com 15 a 20 centímetros de profundidade e apreciam várias horas de sol.</p><p>O alecrim prefere um vaso com pelo menos 25 centímetros e regas moderadas, enquanto a hortelã deve ser plantada sozinha, pois as suas raízes espalham-se rapidamente e podem deslocar outras espécies.</p><div class="texto-destacado">As recomendações devem sempre ser adaptadas ao clima local, uma vez que uma planta exposta ao sol numa cidade de clima temperado pode necessitar de cuidados diferentes numa região muito quente.</div><p>Para colher alimentos, pode plantar <strong>alface, rúcula, tomates cereja, pimentos e morangos</strong>. As folhas crescem em canteiros de 15 a 20 centímetros, enquanto os tomates e os pimentos necessitarão de vasos com cerca de 20 litros e mais horas de luz.</p><p>As petúnias, os gerânios, os tagetes e as calêndulas dão cor e podem atrair abelhas e outros insetos benéficos. <strong>Retirar as flores murchas ajuda a promover o surgimento de novas flores</strong> e mantém as plantas com um aspecto mais cuidado.</p><p>Para aproveitar paredes e corrimões, pode plantar espécies como o jasmim, a hera ou a passiflora. Estas espécies precisam de tutores e vasos com 25 a 35 centímetros.<strong> Orientar os caules desde que são jovens evita que ocupem demasiado espaço</strong> e permite criar uma cortina vegetal sem reduzir a área de passagem.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/las-plantas-que-pueden-ayudarte-a-transformar-un-balcon-pequeno-en-un-mini-jardin-1784951489920.png" data-image="9kwugkr453l4" alt="Un balcón lleno de plantas no solo se ve de lujo, también ofrece más privacidad y ayuda a reducir un poco el ruido de la calle." title="Un balcón lleno de plantas no solo se ve de lujo, también ofrece más privacidad y ayuda a reducir un poco el ruido de la calle."><figcaption>Uma varanda cheia de plantas não só fica lindíssima, como também proporciona mais privacidade e ajuda a reduzir um pouco o ruído da rua.</figcaption></figure><p>Se tiver pouco tempo, <strong>as echeverias, os sedums e outras suculentas são boas opções para espaços luminosos</strong>. Precisam de vasos com melhor drenagem e regas mais espaçadas. E tenha cuidado, pois o erro mais comum é regá-las com demasiada frequência.</p><p>Para organizar o teu jardim, agrupa as plantas de acordo com as suas necessidades de luz e rega. Coloca as mais altas no fundo e as mais pequenas à frente, para uma melhor visibilidade. Combina plantas aromáticas com calêndulas, ou suculentas com uma trepadeira vistosa como ponto focal.</p><p>Um sistema de rega automática simplifica os cuidados, mas <strong>os géis retentores de água não substituem um substrato adequado nem a monitorização regular da umidade</strong>. Por isso, verifica semanalmente as folhas, a presença de pragas, o amarelecimento e os suportes.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779454" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/papelao-no-jardim-em-vez-do-lixo-o-truque-para-combater-ervas-daninhas-e-melhorar-a-qualidade-do-solo.html" title="Papelão no jardim em vez do lixo: o truque para combater ervas daninhas e melhorar a qualidade do solo">Papelão no jardim em vez do lixo: o truque para combater ervas daninhas e melhorar a qualidade do solo</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/papelao-no-jardim-em-vez-do-lixo-o-truque-para-combater-ervas-daninhas-e-melhorar-a-qualidade-do-solo.html" title="Papelão no jardim em vez do lixo: o truque para combater ervas daninhas e melhorar a qualidade do solo"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/kartons-im-garten-statt-im-muell-warum-immer-mehr-hobbygaertner-auf-pappe-gegen-unkraut-und-fure-bessere-boeden-setzen-1784209553372_320.png" alt="Papelão no jardim em vez do lixo: o truque para combater ervas daninhas e melhorar a qualidade do solo"></a></article></aside><p>Comece com três ou cinco plantas fáceis de cuidar e observe como se adaptam às condições da sua varanda. Não se sinta pressionado a comprar tudo de uma vez nem a encher o espaço.</p><p>Com boa luz, boa drenagem, vasos seguros e cuidados constantes, até uma varanda pequena pode transformar-se num Éden funcional, produtivo e fácil de manter.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/as-plantas-que-te-podem-ajudar-a-transformar-uma-pequena-varanda-num-mini-jardim.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item></channel></rss>