<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0"><channel><title>Meteored Brasil</title><link>https://www.tempo.com</link><description>Notícias do tempo - Confira as principais notícias sobre a meteorologia e previsão do tempo. Todas as informações são realizadas pelos nossos especialistas em meteorologia.</description><language>pt</language><lastBuildDate>Sun, 05 Jul 2026 20:00:11 +0000</lastBuildDate><pubDate>Sun, 05 Jul 2026 20:00:11 +0000</pubDate><atom:link href="https://www.tempo.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[ Copyright 2026 Meteored ]]></copyright><image><url>https://www.tempo.com/imagenes/logo_rss.png</url><title>Meteored Brasil</title><link>https://www.tempo.com</link><width>144</width><height>144</height></image><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>6</sy:updateFrequency><item><title><![CDATA[Pulso de ar frio atinge o Brasil nesta semana e traz dias gelados em pelo menos 8 estados]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/pulso-de-ar-frio-atinge-o-brasil-nesta-semana-e-traz-dias-gelados-em-pelo-menos-8-estados.html</link><pubDate>Sun, 05 Jul 2026 19:06:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Um novo ar frio chega ao Brasil nesta semana, baixando mais as temperaturas em boa parte do centro-sul. Ao menos oito estados terão máximas abaixo dos 20°C, proporcionando dias gelados.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xalo2ya"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xalo2ya.jpg" id="xalo2ya"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O ar frio já começa a atuar no início da semana,<strong> com impacto já nas primeiras horas da segunda-feira (6)</strong> no Rio Grande do Sul e chegando ao Centro-Oeste e Sudeste na terça-feira (7). Assim, os estados que vão sentir mais o frio são: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo.</p><h2>Quando será o pico do frio?</h2><p>O pico do frio será diferente para cada região e estado. Nos estados do Sul, o dia mais frio será na terça-feira (7), quando o ar polar centraliza o seu núcleo sobre a Região.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões do tempo diretamente no seu celular através do nosso novo canal do WhatsApp.<strong> <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">Clique aqui para nos seguir e ative as notificações!</a></strong> </div><p><strong>Na segunda-feira (6)</strong>, devido ao avanço da massa de ar frio, as mínimas ocorrem no fim da noite no Rio Grande do Sul, no sul, centro e oeste de Santa Catarina, no sul e oeste do Paraná. <strong>As temperaturas atingem os 4°C no Sul gaúcho e ficam em torno dos 10°C nas regiões catarinenses</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/pulso-de-ar-frio-atinge-o-brasil-nesta-semana-e-promete-dias-gelados-em-pelo-menos-8-estados-1783273918627.jpg" data-image="wtgpg6d9qruo" alt="ar polar" title="ar polar"><figcaption>Temperaturas prevista para a noite da segunda-feira, 6 de julho.</figcaption></figure><p><strong>Na terça-feira (7)</strong>, acontece o mesmo processo, mas agora para boa parte do Sul, com exceção da metade sul do Rio Grande do Sul. A presença da massa de ar frio afasta a nebulosidade em praticamente toda a Região, o que favorece a perda radiativa a partir do fim da tarde. Coincidindo com o avanço da massa de ar frio, o frio aumenta no período da noite, <strong>com mínimas próximas de 0°C</strong> nas regiões de Serra do Rio Grande do Sul e Santa Catarina e de Planalto. </p><p><strong>Além das mínimas, as máximas não serão elevadas e ficam bem abaixo dos 20°C</strong> em todo o Rio Grande do Sul, boa parte de Santa Catarina e do Paraná, com valores que não passam dos 15°C no meio da tarde.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/pulso-de-ar-frio-atinge-o-brasil-nesta-semana-e-promete-dias-gelados-em-pelo-menos-8-estados-1783274046324.jpg" data-image="kuakbjmdcfi5" alt="ar polar" title="ar polar"><figcaption>Temperaturas mínimas prevista para a quarta-feira, 8 de julho.</figcaption></figure><p><strong>No Mato Grosso do Sul</strong>, o frio chega no sul do estado, com temperaturas que variam de 14 a 20°C. Frio mais intenso é previsto somente para o leste de São Paulo, onde as mínimas ficam em 12°C e as temperaturas não passam dos 20°C.</p><p><strong>No Sudeste, o pico do frio acontece na quarta-feira (8)</strong>, com máximas em torno dos 20°C no centro e leste de São Paulo, no sul e sudeste de Minas Gerais, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo. As mínimas ficam abaixo dos 15°C até a porção central de Minas Gerais, com valores em 17°C nas áreas litorâneas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/pulso-de-ar-frio-atinge-o-brasil-nesta-semana-e-promete-dias-gelados-em-pelo-menos-8-estados-1783274097414.png" data-image="5u8j2ryevzpn" alt="frio congelante" title="frio congelante"><figcaption>Temperaturas máximas prevista para a quarta-feira, 8 de julho.</figcaption></figure><p>Na Região Sul e no Mato Grosso do Sul, o frio continua, com máximas próximas dos 20°C, mas ainda com 1 a 4°C abaixo. <strong>Já as mínimas atingem valores próximos dos 0°C</strong> em toda a metade norte do Rio Grande do Sul, sul, centro e oeste de Santa Catarina até o sul do Paraná, <strong>com potencial de valores bastante negativos de até -6°C.</strong></p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777222" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-traz-nova-mudanca-no-tempo-em-7-estados-do-centro-sul-veja-a-previsao.html" title="Frente fria traz nova mudança no tempo em 7 estados do Centro-Sul; veja a previsão">Frente fria traz nova mudança no tempo em 7 estados do Centro-Sul; veja a previsão</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-traz-nova-mudanca-no-tempo-em-7-estados-do-centro-sul-veja-a-previsao.html" title="Frente fria traz nova mudança no tempo em 7 estados do Centro-Sul; veja a previsão"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-nova-mudanca-no-tempo-em-7-estados-do-centro-sul-veja-a-previsao-1783266450299_320.jpg" alt="Frente fria traz nova mudança no tempo em 7 estados do Centro-Sul; veja a previsão"></a></article></aside><p>No restante da semana, o frio continua, mas perdendo intensidade. De qualquer forma, ainda serão dias bastante frios, <strong>com máximas de no máximo 20°C</strong> em todo a Região Sul, e leste do Sudeste. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/pulso-de-ar-frio-atinge-o-brasil-nesta-semana-e-traz-dias-gelados-em-pelo-menos-8-estados.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Brasil x Noruega: onda de calor, umidade e risco de temporais em New Jersey]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/brasil-x-noruega-tera-calor-umidade-e-risco-de-temporais-em-new-jersey.html</link><pubDate>Sun, 05 Jul 2026 17:18:14 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Brasil e Noruega se enfrentam neste domingo em East Rutherford, sob calor úmido e risco de temporais. Para torcedores brasileiros nos EUA, planejamento, hidratação e atenção aos alertas serão tão importantes quanto chegar cedo ao estádio local.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/brasil-x-noruega-tera-calor-umidade-e-risco-de-temporais-em-new-jersey-1783205273788.jpg" data-image="hvhnk0lvs97c" alt="MetLife, FIFA, copa do mundo" title="MetLife, FIFA, copa do mundo"><figcaption>Torcedores que forem ao New York/New Jersey Stadium (Metlife) neste domingo devem se preparar para calor úmido, risco de pancadas de chuva e possíveis temporais antes e durante a partida entre Brasil e Noruega.</figcaption></figure><p>A Seleção Brasileira entra em campo neste domingo, 5 de julho, contra a Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo, no New York/New Jersey Stadium, em East Rutherford, no estado de New Jersey. A<strong> partida começa às 16h no horário local, 17h em Brasília, em uma região que passou por calor intenso</strong> nos últimos dias e ainda terá um cenário de atenção para torcedores: tempo abafado, chance de pancadas de chuva e risco de temporais no período da tarde.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</strong></div><p>O jogo não será marcado pelo calor extremo do pico da onda de calor que atingiu parte do leste dos Estados Unidos no fim de semana. Mesmo assim, a combinação entre temperatura perto de 30°C, umidade elevada, filas, deslocamentos, concreto quente e <strong>possibilidade de chuva forte pode criar desconforto e exigir planejamento</strong> de quem vai ao estádio ou acompanha eventos ao ar livre na região de Nova York e New Jersey.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/brasil-x-noruega-tera-calor-umidade-e-risco-de-temporais-em-new-jersey-1783208181021.jpg" data-image="sj7mm67ch231" alt="calor, temperatura, jogo, copa do mundo" title="calor, temperatura, jogo, copa do mundo"><figcaption>Temperaturas elevadas no início da tarde de domingo (5) em New Jersey e na região de Nova York reforçam a necessidade de hidratação, chegada antecipada e atenção ao risco de temporais antes do jogo entre Brasil e Noruega.</figcaption></figure><p>Segundo a previsão do Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos, o NWS, <strong>a máxima prevista para East Rutherford neste domingo (5) fica próxima de 30°C.</strong> O ponto de atenção é o avanço da instabilidade: há chance de pancadas e trovoadas entre o fim da manhã e o começo da tarde, com chuva mais provável depois das 14h no horário local. Ou seja, justamente na janela em que muitos torcedores estarão chegando ao estádio.</p><h2>O calor diminui, mas o desconforto continua </h2><p>O alerta de calor extremo que atingiu East Rutherford no sábado tinha validade até a noite, mas isso não significa que o domingo será totalmente confortável. Em eventos esportivos com grande público, <strong>o risco não depende apenas da temperatura medida à sombra. </strong></p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>A exposição ao sol, o tempo em filas, a caminhada até o estádio, o uso de transporte público lotado e a pouca ventilação em áreas de espera aumentam o estresse térmico.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Para o torcedor brasileiro, acostumado a pensar apenas em “quantos graus vai fazer”, o dado mais importante é o conjunto da situação. <strong>Uma tarde com 29°C ou 30°C pode parecer moderada no Brasil</strong>, mas se torna mais problemática quando há umidade alta, multidão e longos períodos sem sombra. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/brasil-x-noruega-tera-calor-umidade-e-risco-de-temporais-em-new-jersey-1783208350218.jpg" data-image="e6ql1tz7lko0" alt="umidade, calor, indice" title="umidade, calor, indice"><figcaption>A umidade elevada prevista para a tarde de domingo em New Jersey aumenta a sensação de abafamento e favorece pancadas de chuva e temporais no período de chegada dos torcedores ao estádio.</figcaption></figure><p>O índice de calor, que combina temperatura e umidade, ajuda a explicar por que o corpo sente mais dificuldade para se resfriar em ambientes abafados.</p><h2>Temporais podem afetar a chegada ao estádio </h2><p>Além do calor, a chuva entra como fator operacional para quem estará em New Jersey. A previsão indica pancadas e possíveis trovoadas no período da tarde, com maior probabilidade após as 14h locais. <strong>Como o jogo começa às 16h, a instabilidade pode coincidir com o deslocamento</strong>, a entrada no estádio e a circulação de torcedores no entorno.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/brasil-x-noruega-tera-calor-umidade-e-risco-de-temporais-em-new-jersey-1783208469308.jpg" data-image="okx7nymvqo3q" alt="chuva, probabilidade, temperatura, tempo" title="chuva, probabilidade, temperatura, tempo"><figcaption>A probabilidade de chuva aumenta no fim da tarde e início da noite de domingo em New Jersey, podendo afetar a saída do estádio e o retorno dos torcedores após Brasil x Noruega.</figcaption></figure><p>A recomendação é simples: sair com antecedência, acompanhar alertas no celular, evitar permanecer em áreas abertas se houver trovões e levar uma capa de chuva leve. <strong>Guarda-chuvas nem sempre são permitidos ou práticos em grandes eventos,</strong> enquanto capas ocupam pouco espaço e reduzem o desconforto durante deslocamentos.</p><h2>Checklist para brasileiros que vão ao jogo </h2><p>Quem vai acompanhar Brasil x Noruega no estádio deve tratar o clima como parte do planejamento. A tarde será abafada, com umidade elevada e possibilidade de pancadas de chuva, então a preparação começa antes da chegada ao New York/New Jersey Stadium.</p><ul> <li><strong>Saia com antecedência:</strong> chuva e temporais podem coincidir com o período de chegada ao estádio.</li> <li><strong>Leve água ou programe paradas para hidratação:</strong> filas, caminhada e calor úmido aumentam o desconforto.</li> <li><strong>Use roupas leves e calçados confortáveis:</strong> o deslocamento entre transporte, entrada e arquibancada pode ser longo.</li> <li><strong>Não esqueça boné, óculos escuros e protetor solar:</strong> mesmo com nuvens, o tempo pode ter aberturas de sol.</li> <li><strong>Prefira capa de chuva leve:</strong> é mais prática do que guarda-chuva em grandes eventos.</li> <li><strong>Acompanhe os alertas no celular:</strong> em caso de trovões, evite áreas abertas e siga as orientações da organização.</li> <li><strong>Combine pontos de encontro:</strong> a saída pode ficar mais lenta se houver chuva após o jogo.</li> <li><strong>Localize água, banheiros, áreas cobertas e acessos:</strong> isso evita deslocamentos desnecessários no meio da multidão.</li> </ul><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771416" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/como-as-mudancas-climaticas-afetarao-a-copa-do-mundo-fifa-de.html" title="Como as mudanças climáticas afetarão a Copa do Mundo FIFA de 2026?">Como as mudanças climáticas afetarão a Copa do Mundo FIFA de 2026?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/como-as-mudancas-climaticas-afetarao-a-copa-do-mundo-fifa-de.html" title="Como as mudanças climáticas afetarão a Copa do Mundo FIFA de 2026?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/how-will-climate-change-affect-the-fifa-world-cup-1779806921106_320.jpg" alt="Como as mudanças climáticas afetarão a Copa do Mundo FIFA de 2026?"></a></article></aside><p>O clima não deve impedir a festa brasileira, mas muda a forma de viver o jogo. Neste domingo, o adversário principal será a Noruega; fora de campo, <strong>o torcedor precisa lidar com calor úmido, possibilidade de temporais </strong>e a logística de uma das regiões mais movimentadas dos Estados Unidos.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/brasil-x-noruega-tera-calor-umidade-e-risco-de-temporais-em-new-jersey.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria traz nova mudança no tempo em 7 estados do Centro-Sul; veja a previsão]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-traz-nova-mudanca-no-tempo-em-7-estados-do-centro-sul-veja-a-previsao.html</link><pubDate>Sun, 05 Jul 2026 16:13:44 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Nova frente fria avança pelo Centro-Sul e muda o tempo em sete estados a partir do início da semana. O sistema frontal traz chuvas de fraca a moderada intensidade, sem alertas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-nova-mudanca-no-tempo-em-7-estados-do-centro-sul-veja-a-previsao-1783266450299.jpg" data-image="hubiji7emu13" alt="frente fria" title="frente fria"><figcaption>Nova frente fria avança pelo Centro-Sul e muda o tempo em sete estados a partir do início da semana. </figcaption></figure><p><strong>Uma frente fria passa a atuar no Centro-Sul do Brasil já nesta segunda-feira (6)</strong>, mudando o tempo primeiramente nos três estados da Região Sul e parte do Mato Grosso do Sul, e depois avançando de forma costeira pelo Sudeste afetando São Paulo, o Rio de Janeiro e o Espírito Santo.</p><p>Na sua retaguarda, uma nova massa de ar frio traz nova queda nas temperaturas e garante o tempo mais firme em todo o Centro-Sul no restante da semana.</p><h2>Virada do tempo: quando o tempo muda em cada estado?</h2><p><strong>A formação do ciclone extratropical e da sua frente fria começa neste domingo (5)</strong>, com a formação de uma região de cavado sobre o Rio Grande do Sul, que provoca a primeira mudança, <strong>trazendo aumento da nebulosidade </strong>no noroeste, centro e sul do estado, <strong>com chance de chuva fraca e pontual,</strong> que chega à região de Porto Alegre e áreas do leste e da serra no período da noite.</p><p><strong>Na segunda-feira (6)</strong>, o ciclone está se formando no oceano, mas não traz riscos de ventos intensos no interior e na costa do Sul do Brasil. Enquanto isso, a frente fria atua entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões do tempo diretamente no seu celular através do nosso novo canal do WhatsApp.<strong> <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">Clique aqui para nos seguir e ative as notificações!</a></strong> </div><p>Assim, <strong>o</strong><strong> dia fica nublado em todo o Rio Grande do Sul e em Santa Catarina</strong>, com possibilidade de chuva fraca ao longo do dia, alternando com período de melhoria no nordeste e leste gaúchos e no meio-oeste catarinense.</p><p><strong>O destaque fica para o período da tarde</strong>, quando as instabilidades ganham intensidade nas demais regiões de Santa Catarina e <strong>podem provocar chuvas de até moderada intensidade.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-nova-mudanca-no-tempo-em-7-estados-do-centro-sul-veja-a-previsao-1783266954775.jpg" data-image="jkmy3xaz0fdm" alt="previsão do tempo" title="previsão do tempo"><figcaption>Previsão de chuva, nebulosidade e pressão para a tarde da segunda-feira, 6 de julho.</figcaption></figure><p><strong>No estado do Paraná</strong>, o tempo muda já a partir da manhã no sudoeste e oeste do estado, com tempo fechado e chuva fraca. No decorrer do dia, <strong>passa a chover no sul e nas localidades do leste com moderada intensidade.</strong></p><p>Ao mesmo tempo, a nebulosidade aumenta no sul e oeste do Mato Grosso do Sul, com baixo potencial de chuva no estado.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="776839" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-terao-comportamento-diferente-na-primeira-quinzena-de-julho-veja-mudanca.html" title="Chuvas terão comportamento diferente na primeira quinzena de julho; veja a mudança">Chuvas terão comportamento diferente na primeira quinzena de julho; veja a mudança</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-terao-comportamento-diferente-na-primeira-quinzena-de-julho-veja-mudanca.html" title="Chuvas terão comportamento diferente na primeira quinzena de julho; veja a mudança"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-terao-comportamento-diferente-na-primeira-quinzena-de-julho-veja-mudanca-1783021251354_320.png" alt="Chuvas terão comportamento diferente na primeira quinzena de julho; veja a mudança"></a></article></aside><p><strong>Na terça-feira (7)</strong>, a frente fria continua avançando, mas de forma costeira. O sistema frontal ainda influencia a Região Sul no período da manhã, <strong>com chuvas de fraca a moderada intensidade</strong> no norte de Santa Catarina e no leste do Paraná.</p><p><strong>No período da tarde a mudança atinge o Sudeste</strong>. A nebulosidade aumenta no centro e leste de São Paulo, com c<strong>huvas pontuais ou chuviscos</strong> na porção central paulista e <strong>chuvas mais abrangentes</strong>, mas de fraca intensidade no leste, incluindo a região metropolitana da capital. No Rio de Janeiro, o tempo muda mais para o fim da tarde e, também, com chuvas de fraca intensidade. <strong>As chuvas continuam ao longo da noite, sem proporcionarem riscos.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-nova-mudanca-no-tempo-em-7-estados-do-centro-sul-veja-a-previsao-1783267075211.jpg" data-image="3dkjcmfcpuzg" alt="frente fria" title="frente fria"><figcaption>Previsão de chuva, nebulosidade e pressão para o início da tarde da terça-feira, 7 de julho.</figcaption></figure><p>Enquanto isso, <strong>o tempo firme predomina nos estados do Sul, no Mato Grosso do Sul e no interior da Região Sudeste</strong>, devido à atuação da massa de ar frio.</p><p><strong>Na quarta-feira (8)</strong>, a frente fria avança rapidamente e se afasta para o oceano. Mesmo assim, <strong>é o suficiente para deixar o tempo nublado no Espírito Santo</strong>. No leste de São Paulo e no Rio de Janeiro, o tempo segue nublado e com chuva fraca, mas por influência da massa de ar frio que, por se tratar de uma anticiclone (alta pressão) <strong>favorece a circulação dos ventos oceânicos que transportam umidade</strong> para essas áreas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-nova-mudanca-no-tempo-em-7-estados-do-centro-sul-veja-a-previsao-1783267319960.jpg" data-image="f9jool6x5bru" alt="frente fria ar frio" title="frente fria ar frio"><figcaption>Previsão de chuva, nebulosidade e pressão para a manhã da quarta-feira, 8 de julho.</figcaption></figure><p>Já o interior do Sudeste, o Mato Grosso do Sul e a Região Sul seguem com tempo firme e sem potencial para chuva.</p><p>No restante da semana o tempo fica firme em todo o Sudeste, Centro-Oeste e boa parte da Região Sul. <strong>Somente na sexta-feira (10)</strong><strong> que novas instabilidades mudam o tempo no Rio Grande do Sul</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-traz-nova-mudanca-no-tempo-em-7-estados-do-centro-sul-veja-a-previsao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Uma galáxia distante pode ter sido flagrada no momento em que começou a morrer]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/uma-galaxia-distante-pode-ter-sido-flagrada-no-momento-em-que-comecou-a-morrer.html</link><pubDate>Sun, 05 Jul 2026 14:05:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>O estudo revela uma galáxia que pode estar interrompendo a formação de estrelas apenas 1,4 bilhão de anos após o Big Bang.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/uma-galaxia-distante-pode-ter-sido-flagrada-no-momento-em-que-comecou-a-morrer-1783209107988.png" data-image="hzan4w05gcx6" alt="Uma galáxia foi observada perdendo gás e formando uma longa cauda atrás de si. Sem esse combustível, ela começa a interromper a formação de novas estrelas. Crédito: ALMA" title="Uma galáxia foi observada perdendo gás e formando uma longa cauda atrás de si. Sem esse combustível, ela começa a interromper a formação de novas estrelas. Crédito: ALMA"><figcaption>Uma galáxia foi observada perdendo gás e formando uma longa cauda atrás de si. Sem esse combustível, ela começa a interromper a formação de novas estrelas. Crédito: ALMA</figcaption></figure><p>As galáxias evoluem ao longo de bilhões de anos convertendo o gás interestelar em novas estrelas.<strong> À medida que esse reservatório de gás é consumido ou removido, a taxa de formação estelar diminui até praticamente cessar.</strong> Sem o nascimento de novas estrelas, as estrelas já formadas envelhecem e chegam ao fim de seus ciclos de vida. </p><p><strong>Durante os primeiros bilhões de anos após o Big Bang, espera-se que a maioria das galáxias apresentasse intensa formação estelar.</strong> Essa época corresponde a um dos períodos mais ativos, quando novas estrelas eram produzidas em altas taxas e as galáxias cresciam rapidamente. </p><p>No entanto, o<strong>s pesquisadores encontraram evidências de uma galáxia observada apenas cerca de 1,4 bilhão de anos após o Big Bang que parece estar iniciando seu processo de extinção.</strong> As observações indicam que ela está perdendo ou já perdeu grande parte do gás responsável pela formação de novas estrelas.</p><h2>Como uma galáxia morre?</h2><p><strong>A morte de uma galáxia não ocorre de forma súbita, mas por um processo gradual no qual ela deixa de formar novas estrelas.</strong> Isso acontece quando o gás frio é consumido, expelido ou aquecido a temperaturas que impedem seu colapso gravitacional. Sem esse reservatório de gás, a taxa de formação estelar diminui continuamente até praticamente cessar. </p><div class="texto-destacado">Esse fenômeno em que a taxa de formação diminui até cessar é conhecido como quenching e representa uma das etapas da evolução galáctica.</div><p><strong>Após interromper a formação de estrelas, a galáxia passa a ser dominada por populações estelares antigas. </strong>Com o passar de bilhões de anos, as estrelas começam a morrer e, como não surgem novas estrelas jovens e quentes, a luminosidade da galáxia torna-se mais avermelhada e mais fraca.</p><h2>A galáxia jovem que já chegou ao fim </h2><p>Com isso, astrônomos encontraram a galáxia C26 que faz parte de uma estrutura que possui dezenas de galáxias chamada SPT2349–56. <strong>Essa estrutura foi encontrada em um período de cerca de 1,4 bilhões de anos após o Big Bang</strong>. C26 apresenta uma morfologia composta por um núcleo e uma longa cauda.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/uma-galaxia-distante-pode-ter-sido-flagrada-no-momento-em-que-comecou-a-morrer-1783209135581.png" data-image="gmniea3galzy" alt="Mesmo no Universo jovem, essa galáxia já parece estar encerrando sua formação estelar, algo considerado incomum pelos astrônomos. Crédito: Zhou et al." title="Mesmo no Universo jovem, essa galáxia já parece estar encerrando sua formação estelar, algo considerado incomum pelos astrônomos. Crédito: Zhou et al."><figcaption>Mesmo no Universo jovem, essa galáxia já parece estar encerrando sua formação estelar, algo considerado incomum pelos astrônomos. Crédito: Zhou et al. </figcaption></figure><p>Os resultados mostraram que a taxa de formação de estrelas da galáxia é menor do que a esperada para uma galáxia tão jovem. <strong>Os pesquisadores encontraram que parte do gás frio da C26 está na extensa cauda, onde permanece difuso e com baixa densidade</strong>, tornando-se pouco eficiente para formar novas estrelas. </p><h2>O que aconteceu? </h2><p>Esse comportamento sugere que a C26 pode representar um raro exemplo de galáxia que iniciou o processo de extinção cedo. <strong>As evidências indicam que a principal responsável pela perda de gás da C26 é a remoção por pressão dinâmica. </strong>Esse processo ocorre quando uma galáxia atravessa gás quente e difuso presente entre as galáxias de um aglomerado.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="711925" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/galaxia-e-encontrada-na-borda-do-universo-que-observamos-entenda-o-que-o-jwst-encontrou.html" title="Galáxia é encontrada na borda do Universo que observamos! Entenda o que o JWST encontrou">Galáxia é encontrada na borda do Universo que observamos! Entenda o que o JWST encontrou</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/galaxia-e-encontrada-na-borda-do-universo-que-observamos-entenda-o-que-o-jwst-encontrou.html" title="Galáxia é encontrada na borda do Universo que observamos! Entenda o que o JWST encontrou"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/galaxia-e-encontrada-na-borda-do-universo-que-observamos-entenda-o-que-o-jwst-encontrou-1748043163760_320.png" alt="Galáxia é encontrada na borda do Universo que observamos! Entenda o que o JWST encontrou"></a></article></aside><p>Com isso, o gás quente remove o gás frio da galáxia, formando a cauda característica observada. <strong>A perda desse gás priva a galáxia do gás que é necessário para formar novas estrelas, iniciando o processo de <em>quenching</em>. </strong>Isso sugere que a C26 pode representar um estágio intermediário de uma galáxia.</p><h2>O vale verde das galáxias </h2><p>Curiosamente, a própria Via Láctea parece estar em um processo intermediário conhecido como <em>Green Valley</em>.<strong> É uma região de transição entre sistemas com intensa formação estelar e galáxias praticamente inativas. </strong>As galáxias do <em>Green Valley</em> estão em um processo gradual de redução dessa atividade. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/uma-galaxia-distante-pode-ter-sido-flagrada-no-momento-em-que-comecou-a-morrer-1783209176898.png" data-image="ivh2hra5uurv" alt="Casos como esse são extremamente raros no Universo primitivo e podem ajudar a entender como algumas galáxias morreram tão cedo. Crédito: Zhou et al." title="Casos como esse são extremamente raros no Universo primitivo e podem ajudar a entender como algumas galáxias morreram tão cedo. Crédito: Zhou et al."><figcaption>Casos como esse são extremamente raros no Universo primitivo e podem ajudar a entender como algumas galáxias morreram tão cedo. Crédito: Zhou et al.</figcaption></figure><p><strong>A Via Láctea é frequentemente apontada como uma candidata a integrar o Green Valley, embora sua classificação exata ainda seja objeto de debate.</strong> As estimativas atuais indicam que sua taxa de formação estelar é inferior à observada em galáxias espirais mais ativas de massa semelhante. </p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Zhou%20et%20al" data-year="2026" data-title="An%20extreme%20ram-pressure%20stripping%20event%20in%20a%20protocluster%20at%20redshift%204.3" data-url="https%3A%2F%2Farxiv.org%2Fpdf%2F2606.18229">Zhou et al. (2026). <a href="https://arxiv.org/pdf/2606.18229" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">An extreme ram-pressure stripping event in a protocluster at redshift 4.3</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/uma-galaxia-distante-pode-ter-sido-flagrada-no-momento-em-que-comecou-a-morrer.html</guid><dc:creator><![CDATA[Roberta Duarte]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[7 plantas trepadeiras ideais para dar altura, cor e um toque de elegância ao seu jardim]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/7-plantas-trepadeiras-ideais-para-dar-altura-cor-e-um-toque-de-elegancia-ao-seu-jardim.html</link><pubDate>Sun, 05 Jul 2026 12:19:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Além de embelezarem o ambiente, estas espécies ajudam a regular a temperatura e a criar espaços mais frescos, tanto ao ar livre como dentro de casa.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/7-trepadoras-ideales-para-sumar-altura-color-y-un-toque-de-elegancia-sin-danar-paredes-ni-estructuras-1777848355944.jpg" data-image="7z09jmzskp5t" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Paredes que respiram: as plantas trepadeiras transformam superfícies duras em paisagens vivas.</figcaption></figure><p><strong>Há algo de encantador nas plantas trepadeiras</strong>: numa questão de meses, uma parede nua pode tornar-se um pano de fundo verde, uma pérgula pode transformar-se num refúgio colorido e um canto esquecido pode começar a atrair abelhas, borboletas e atenções.</p><p>Crescem em busca de luz e, ao longo do caminho, trazem frescura e um toque mais vibrante ao jardim. Além disso, <strong>funcionam como isolante natural e ajudam a moderar as temperaturas</strong> tanto no exterior como no interior da casa.</p><p>As<strong> espécies que se seguem destacam-se pela sua floração e folhagem abundante</strong>, tornando-as ideais para revitalizar o jardim, acrescentar altura e criar recantos mais frescos e protegidos.</p><h2>1- Madressilva (<em>Lonicera spp</em>., escolha variedades não invasoras)</h2><p>A madressilva combina fragrância, flores delicadas e grande adaptabilidade, crescendo bem em zonas temperadas e úmidas. As suas flores, geralmente brancas ou amareladas, <strong>atraem abelhas e outros polinizadores</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/7-trepadoras-ideales-para-sumar-altura-color-y-un-toque-de-elegancia-sin-danar-paredes-ni-estructuras-1777848571660.jpg" data-image="7pcqgx0qy9dz" alt="Plantas" title="Plantas"><figcaption>Flores perfumadas e delicadas que atraem os polinizadores e dão vida às vedações e pérgulas.</figcaption></figure><p><strong>Cresce muito rapidamente, por isso é melhor orientá-la desde o início</strong>. Necessita de sol ou sombra parcial e regas regulares. A poda deve ser feita após a floração para evitar que fique fora de controlo.</p><p>Algumas variedades podem tornar-se invasoras, por isso é importante escolher cultivares adequadas ou mantê-las sob controlo.</p><h2>2- Cipó-de-trombeta (<em>Campsis radicans</em> ou espécies semelhantes)</h2><p><strong>Se a ideia é atrair colibris, esta é uma ótima opção</strong>. A trombeta-trepadora possui flores em forma de trombeta em cores vibrantes como o laranja ou o vermelho.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/7-trepadoras-ideales-para-sumar-altura-color-y-un-toque-de-elegancia-sin-danar-paredes-ni-estructuras-1777849360280.jpg" data-image="yb8k2l5rpwip" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>As suas vistosas flores em forma de trombeta são um íman para os colibris.</figcaption></figure><p><strong>Cresce rápida e vigorosamente</strong>, por isso precisa de estruturas robustas. Adapta-se bem a<strong> diferentes tipos de solo e tolera o calor</strong>. Prefere sol pleno. A poda de inverno ajuda a controlar o seu vigor.</p><p>Sem controlo, pode espalhar-se mais do que o desejado, por isso é melhor plantá-la num local onde tenha espaço suficiente para se desenvolver.</p><h2>3- Hortênsia trepadora (<em>Hydrangea petiolaris</em>)</h2><p>Não é a opção mais comum, mas <strong>em zonas frias e úmidas pode desenvolver-se muito bem</strong>. Ao contrário de outras trepadeiras, tolera muito bem a sombra e cresce lentamente, sendo ideal para quem procura algo mais controlado.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/7-trepadoras-ideales-para-sumar-altura-color-y-un-toque-de-elegancia-sin-danar-paredes-ni-estructuras-1777848800789.jpg" data-image="he0uza9y5txx" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Ideal para paredes sombreadas: cresce lentamente, mas cobre as superfícies com elegância e flores delicadas.</figcaption></figure><p><strong>Fixa-se em paredes ou troncos</strong> sem os danificar. As suas flores brancas aparecem no verão.</p><p><strong>Requer solo rico em matéria orgânica e rega regular</strong>. A poda é mínima e apenas necessária para manutenção. É um investimento a longo prazo: leva tempo a ser estabelecido, mas depois recompensa com elegância.</p><h2>4- Clematite (<em>Clematis spp</em>.)</h2><p><strong>Se procura flores vistosas, a clematite é imbatível</strong>. Existem variedades adaptáveis a climas temperados, com flores grandes em tons de roxo, branco ou rosa.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/7-trepadoras-ideales-para-sumar-altura-color-y-un-toque-de-elegancia-sin-danar-paredes-ni-estructuras-1777848874461.jpg" data-image="d99nvmjx5913" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Flores deslumbrantes e cores variadas para embelezar as estruturas com um toque ornamental.</figcaption></figure><p><strong>Prefere a base à sombra e as flores ao sol</strong>. O seu crescimento é moderado. Necessita de suporte e de solo bem drenado. A poda varia consoante a variedade, mas é geralmente feita para estimular novas florações e evitar que os ramos se enrolem.</p><h2>5- Trepadeira-da-Virgínia (<em>Parthenocissus quinquefolia</em>)</h2><p><strong>Não possui flores espetaculares, mas a sua folhagem compensa</strong>. No outono, as suas folhas ficam vermelho-escuras e transformam qualquer parede.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/7-trepadoras-ideales-para-sumar-altura-color-y-un-toque-de-elegancia-sin-danar-paredes-ni-estructuras-1777848945035.jpg" data-image="8xrc2rcy95oa" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>No outono, as suas folhas vermelhas transformam qualquer parede num espetáculo natural. Crédito da imagem: Joseeljardinero</figcaption></figure><p>Cresce rapidamente e fixa-se sozinha graças a pequenas gavinhas. <strong>É resistente e tolera diferentes tipos de solo e condições</strong>. É ideal para cobrir grandes superfícies.</p><p><strong>A poda é feita para controlar a sua propagação, geralmente no inverno</strong>. É uma planta de baixa manutenção e muito eficaz para criar sombra e isolamento térmico.</p><h2>6- Jasmim-estrela (<em>Trachelospermum jasminoides</em>)</h2><p>É uma das preferidas, e com razão. <strong>O jasmim-estrela adapta-se muito bem a climas temperados</strong>. Possui folhas verde-brilhantes durante todo o ano e flores brancas muito perfumadas na primavera e no verão.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/7-trepadoras-ideales-para-sumar-altura-color-y-un-toque-de-elegancia-sin-danar-paredes-ni-estructuras-1777849091417.jpg" data-image="43eucqnqn3d7" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Fragrância e folhagem perene: uma trepadeira clássica para adicionar verde durante todo o ano.</figcaption></figure><p>Não está entre as plantas de crescimento mais rápido, mas também não demora uma eternidade. <strong>Necessita de sol ou sombra parcial </strong>e de uma estrutura de suporte, como uma cerca, arame ou pérgula, pois <strong>não se agarra sozinha</strong>.</p><p>A<strong> poda é feita após a floração</strong> para manter a forma e controlar o tamanho da planta. Com o tempo, pode tornar-se densa e perfeita para criar privacidade.</p><h2>7- Buganvília</h2><p>Poucas plantas oferecem tanta cor com tão pouco. <strong>a buganvília é ideal para climas quentes e secos</strong>. As suas "flores" são, na realidade, brácteas de cores vibrantes: fúcsia, laranja, branco ou violeta.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/7-trepadoras-ideales-para-sumar-altura-color-y-un-toque-de-elegancia-sin-danar-paredes-ni-estructuras-1777849323540.jpg" data-image="q8hpttbw1ail" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Uma explosão de cores em climas quentes, com brácteas vibrantes que iluminam paredes e pérgolas.</figcaption></figure><p><strong>Cresce rapidamente se receber sol e boa drenagem</strong>. Tolera melhor a seca do que o excesso de água. Pode ser cultivada como trepadeira ou deixada como arbusto.</p><p><strong>A poda é fundamental para estimular a floração e controlar a forma da planta</strong>; é feita no final do inverno. Cuidado com os espinhos: não é uma planta muito agradável ao toque.</p><p>Dica prática: <strong>se a parede tiver fissuras, reboco solto ou umidade, é melhor repará-la antes de adicionar uma planta trepadora</strong>. As plantas não criam o problema, mas podem aproveitar estes pontos fracos e agravá-los com o tempo.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="767143" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/efeito-cascata-7-plantas-trepadeiras-para-transformar-sua-varanda-em-um-jardim-de-capa-de-revista.html" title="Efeito cascata: 7 plantas trepadeiras para transformar sua varanda em um jardim de capa de revista">Efeito cascata: 7 plantas trepadeiras para transformar sua varanda em um jardim de capa de revista</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/efeito-cascata-7-plantas-trepadeiras-para-transformar-sua-varanda-em-um-jardim-de-capa-de-revista.html" title="Efeito cascata: 7 plantas trepadeiras para transformar sua varanda em um jardim de capa de revista"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/efecto-cascada-7-plantas-colgantes-para-transformar-tu-balcon-en-un-jardin-de-revista-1777329310892_320.jpg" alt="Efeito cascata: 7 plantas trepadeiras para transformar sua varanda em um jardim de capa de revista"></a></article></aside><p><strong>As plantas trepadeiras são uma forma simples de transformar um jardim sem grandes obras</strong>. Quando bem escolhidas e podadas regularmente, podem cobrir paredes, proporcionar sombra e criar privacidade sem causar problemas. Crescem, adaptam-se e, com pouca manutenção, mudam completamente a forma como um espaço exterior é vivenciado.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/7-plantas-trepadeiras-ideais-para-dar-altura-cor-e-um-toque-de-elegancia-ao-seu-jardim.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Por que os mosquitos picam mais umas pessoas que outras: os segredos do animal mais letal do mundo]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/porque-os-mosquitos-picam-mais-algumas-pessoas-do-que-outras-assim-e-o-sistema-sensorial-do-animal-mais-letal-do-mundo.html</link><pubDate>Sun, 05 Jul 2026 09:07:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Há uma série de fatores que explicam como é que os mosquitos localizam as pessoas e por que razão algumas sofrem muito mais picadas: analisamos o que diz a ciência.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/por-que-los-mosquitos-suelen-picar-mas-a-unas-personas-que-a-otras-1782901538130.jpeg" data-image="hm1gk1b9mchf" alt="Mosquitos picando a una persona" title="Mosquitos picando a una persona"><figcaption>As picadas de mosquito dependem de uma combinação de odor corporal, CO₂, calor e características individuais.</figcaption></figure><p>Todos os verões, os mosquitos voltam a ser um dos insetos mais incómodos. No entanto, o seu impacto vai muito além dos incómodos habituais.<strong> São os animais que causam mais mortes entre os seres humanos devido à transmissão de doenças</strong>. Só a malária causa mais de 600 000 mortes por ano, um número muito superior às cerca de 100 000 mortes atribuídas a picadas de cobra.</p><p>Nos últimos anos, vários estudos permitiram compreender com maior detalhe como estes insetos localizam as suas vítimas. Esse conhecimento também ajuda a responder a uma pergunta frequente: por que razão algumas pessoas sofrem muito mais picadas do que outras. <strong>A explicação está relacionada com vários estímulos que o mosquito analisa antes de se alimentar</strong>.</p><h2>Mosquitos e picadas: por que precisam de sangue</h2><p>Das mais de 3 700 espécies de mosquitos identificadas, <strong>apenas cerca de 200 picam os seres humanos</strong>. Isto representa cerca de 6% do total. A maioria aproveita qualquer fonte de sangue disponível, enquanto apenas algumas espécies demonstram uma preferência clara pelas pessoas.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">MOSQUITOS<br>Mosquito Love. Por qué los mosquitos pican más a unas personas que a otras<br>vía <a href="https://x.com/pictoline?ref_src=twsrc%5Etfw">@pictoline</a><a href="https://x.com/hashtag/PictolineCiencia?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#PictolineCiencia</a> <a href="https://t.co/ROdImyfmwp">pic.twitter.com/ROdImyfmwp</a></p>— El Jardín de Charles (@CRCiencia) <a href="https://x.com/CRCiencia/status/1652713672857522177?ref_src=twsrc%5Etfw">April 30, 2023</a></blockquote></figure><p><strong>As responsáveis pelas picadas são as fêmeas fecundadas</strong>. O sangue não faz parte da sua alimentação diária, mas fornece as proteínas necessárias para a produção dos ovos. Os machos, pelo contrário, sobrevivem alimentando-se de seivos vegetais e nunca picam.</p><p>Entre os grupos com maior importância sanitária destacam-se as espécies <strong><em>Culex</em></strong>, <strong><em>Aedes </em>e<em> Anopheles</em></strong>. O mosquito comum pertence ao primeiro grupo, enquanto o mosquito-tigre e o <em>Aedes aegypti</em> transmitem doenças como a dengue, o zika, a febre amarela e o chikungunya. Os <em>Anopheles</em> são os principais transmissores da malária.</p><h2>Como é que os mosquitos encontram as pessoas</h2><p><strong>O primeiro indício que os mosquitos detetam é o dióxido de carbono</strong> que expelimos ao respirar. Através de recetores situados nos palpos maxilares, conseguem detetar pequenas variações deste gás, mesmo quando a diferença mal chega aos 0,01%. Algumas investigações estimam que esse alcance se situe entre os 10 e os 50 metros.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/por-que-los-mosquitos-suelen-picar-mas-a-unas-personas-que-a-otras-1782901597166.jpeg" data-image="dlgtkabgphh0" alt="Un mosquito picando" title="Un mosquito picando"><figcaption>O sistema sensorial dos mosquitos explica por que razão algumas pessoas são alvo de muito mais picadas do que outras durante o verão.</figcaption></figure><p>Mas o CO₂, por si só, não é suficiente para localizar uma pessoa. <strong>Os mosquitos também utilizam a visão, o calor e outros estímulos para descartar fontes que não lhes interessam</strong>, como o CO₂ expelido pelos veículos a combustão ou o fumo das chaminés. É esse conjunto total de sinais que orienta o seu voo até ao possível hospedeiro.</p><p>À medida que se aproximam, o odor corporal ganha importância. <strong>A pele liberta mais de 500 compostos voláteis diferentes e os mosquitos reconhecem vários deles</strong>. A menos de 20 centímetros, também percepcionam o calor e a humidade da pele, enquanto que, a cerca de três centímetros, verificam o alvo através dos receptores nas suas patas antes de picarem.</p><h2>O odor corporal faz a diferença</h2><p>Cada pessoa possui uma combinação de odores que lhe é própria. Essa "assinatura" química depende, em grande parte, da microbiota da pele e da genética. Até mesmo diferentes zonas do corpo apresentam aromas distintos. Um exemplo conhecido é <strong>o interesse de alguns mosquitos pelo odor dos pés</strong>.</p><p>A influência genética é importante. Alguns estudos indicam que<strong> até 85% da atratividade para os mosquitos poderá estar relacionada com a hereditariedade</strong>. Entre os compostos que parecem aumentar essa atratividade destaca-se o ácido láctico, que o organismo elimina através da pele.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="759750" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/por-que-picadas-de-escorpiao-estao-cada-vez-mais-comuns-nas-cidades-brasileiras-o-butantan-explica.html" title="Por que picadas de escorpião estão cada vez mais comuns nas cidades brasileiras; o Butantan explica">Por que picadas de escorpião estão cada vez mais comuns nas cidades brasileiras; o Butantan explica</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/por-que-picadas-de-escorpiao-estao-cada-vez-mais-comuns-nas-cidades-brasileiras-o-butantan-explica.html" title="Por que picadas de escorpião estão cada vez mais comuns nas cidades brasileiras; o Butantan explica"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/por-que-picadas-de-escorpiao-estao-cada-vez-mais-comuns-nas-cidades-brasileiras-o-butantan-explica-1773949447324_320.jpg" alt="Por que picadas de escorpião estão cada vez mais comuns nas cidades brasileiras; o Butantan explica"></a></article></aside><p>Existem também investigações sobre o grupo sanguíneo. <strong>Vários resultados sugerem uma preferência por pessoas com o grupo 0</strong>, embora as conclusões continuem a ser contraditórias. Por conseguinte, esse possível efeito continua a ser objeto de estudo.</p><h2>Atividade física, gravidez e cerveja: os fatores que aumentam as picadas</h2><p>O exercício altera vários dos estímulos utilizados pelos mosquitos. <strong>Ao praticar desporto, aumenta-se a produção de dióxido de carbono</strong><strong>, a temperatura corporal e a transpiração</strong>, três sinais que facilitam a localização do hospedeiro.</p><p><strong>As mulheres grávidas também costumam sofrer mais picadas</strong>. De acordo com os dados disponíveis, durante a gravidez, elas exalam mais 21% de CO₂, uma circunstância que coincide com um aumento do número de picadas registadas por estes insetos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/por-que-los-mosquitos-suelen-picar-mas-a-unas-personas-que-a-otras-1782901663594.jpeg" data-image="5yc8k8ke7626" alt="Mujer a la que le ha picado un mosquito" title="Mujer a la que le ha picado un mosquito"><figcaption>Das mais de 3 700 espécies de mosquitos conhecidas, apenas cerca de 200 se alimentam de sangue humano. A maioria recorre a outros animais como fonte habitual de alimento.</figcaption></figure><p>Alguns hábitos também parecem estar associados a uma maior atração. Um estudo realizado durante um festival na Holanda observou que<strong> as pessoas que tinham consumido cerveja eram 44% mais atraentes para os mosquitos</strong>.</p><p><strong>O mesmo estudo apontou um aumento de 35% entre os consumidores de canábis e de 46% entre aqueles que tinham dormido acompanhados na noite anterior</strong>. Os investigadores reconhecem que ainda se desconhece o mecanismo responsável por estas diferenças e consideram que ainda há muito a investigar sobre a influência dos hábitos e do odor corporal.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Jaleesa%20Houle%201%2C%20Austin%20Lopez%201%2C%20Floris%20van%20Breugel" data-year="" data-title="Wind%20history%20shapes%20olfactory%20search%20response%20in%20free%20flying%20Drosophila%20melanogaster" data-url="https%3A%2F%2Fpmc.ncbi.nlm.nih.gov%2Farticles%2FPMC13081916%2F">Jaleesa Houle 1, Austin Lopez 1, Floris van Breugel. <a href="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC13081916/" target="_blank">Wind history shapes olfactory search response in free flying Drosophila melanogaster</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/porque-os-mosquitos-picam-mais-algumas-pessoas-do-que-outras-assim-e-o-sistema-sensorial-do-animal-mais-letal-do-mundo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O que o mundo come: nova base global revela o peso das dietas na saúde e no planeta]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/o-que-o-mundo-come-nova-base-global-revela-o-peso-das-dietas-na-saude-e-no-planeta.html</link><pubDate>Sun, 05 Jul 2026 08:57:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Estudo publicado na <em>Nature Food</em> apresenta uma nova base global de dietas que combina dados da FAO, pesquisas alimentares e estimativas energéticas para avaliar impactos na saúde, no ambiente e na economia.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-que-o-mundo-come-nova-base-global-revela-o-peso-das-dietas-na-saude-e-no-planeta-1783202639541.jpg" data-image="uvkimt8feuu8" alt="alimentos, estudo, nature" title="alimentos, estudo, nature"><figcaption>A forma como a população se alimenta influencia a saúde pública, o uso da terra, os recursos naturais e o custo das dietas.</figcaption></figure><p>Medir o que as pessoas comem parece uma tarefa simples, <strong>mas é uma das questões mais difíceis quando o assunto é saúde pública</strong>, clima e segurança alimentar. Uma nova base global tenta reduzir essa incerteza ao combinar diferentes fontes de informação sobre consumo, disponibilidade de alimentos e necessidades energéticas da população.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</strong></div><p>O estudo foi desenvolvido por Marco Springmann, pesquisador associado à University College London e à University of Oxford, e publicado na revista <em>Nature Food</em>. A base recebeu o nome de <strong>Global Dietary Database for Impact Assessments</strong>, ou <strong>GDD-IA</strong>, e reúne estimativas de ingestão alimentar para 43 grupos de alimentos, por país, idade, sexo e residência urbana ou rural, entre 1990 e 2020. </p><h2>Por que é tão difícil saber o que o mundo realmente come? </h2><p>Muitos estudos globais usam dados de disponibilidade alimentar, como os balanços da FAO.<strong> Eles mostram quanto alimento existe em um país</strong>, considerando produção, importações, exportações e outros usos. O problema é que esses números não representam exatamente o que as pessoas comem. Parte dos alimentos se perde no transporte, no varejo ou dentro das casas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-que-o-mundo-come-nova-base-global-revela-o-peso-das-dietas-na-saude-e-no-planeta-1783202860573.jpg" data-image="ci6jc7dvm85o" alt="desperdiço, alimento, disponível" title="desperdiço, alimento, disponível"><figcaption>Disponibilidade alimentar não é o mesmo que consumo real, pois parte dos alimentos se perde ou é desperdiçada antes de chegar ao prato.</figcaption></figure><p>Outra fonte comum são as pesquisas alimentares, nas quais as pessoas relatam o que consumiram. <strong>Elas ajudam a entender diferenças entre grupos sociais</strong>, mas também têm falhas conhecidas: erro de memória, dificuldade em estimar porções e tendência a declarar uma dieta mais “saudável” ou socialmente aceita do que a real.</p><h2>Uma base que junta várias peças </h2><p>A GDD-IA tenta equilibrar essas limitações. Primeiro, usa dados de disponibilidade alimentar da FAO. Depois, desconta estimativas de desperdício no varejo e nos domicílios. Em seguida, <strong>ajusta o total consumido com base em estimativas de ingestão energética </strong>derivadas de peso, altura e atividade física.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-que-o-mundo-come-nova-base-global-revela-o-peso-das-dietas-na-saude-e-no-planeta-1783203185921.jpg" data-image="qndcha2tcdsg" alt="dados, dieta, países, nature" title="dados, dieta, países, nature"><figcaption>A nova base combina disponibilidade de alimentos, pesquisas de consumo e estimativas energéticas para produzir valores mais plausíveis.</figcaption></figure><p>Esse ajuste é importante porque evita valores biologicamente improváveis. S<strong>e uma </strong>base indica que uma população consome calorias demais ou de menos em relação ao seu perfil físico e nível de atividade, isso pode distorcer avaliações sobre saúde, emissões, uso da terra e custo alimentar.</p><p>A nova base pode ser usada para:</p><ul> <li><strong>estimar riscos de doenças associados à dieta;</strong></li> <li>calcular impactos ambientais ligados ao consumo de alimentos;</li> <li><strong>comparar dietas entre países e grupos sociais;</strong></li> <li>avaliar o custo de diferentes padrões alimentares;</li> <li>apoiar estudos sobre segurança alimentar e sustentabilidade.</li> </ul><h2>O que os dados mostram sobre a dieta global? </h2><p>Segundo o estudo, <strong>em 2020 a dieta média global incluía grande participação de grãos, açúcar, vegetais e óleos vegetais</strong>. A ingestão energética média estimada ficou próxima de 2.173 quilocalorias por pessoa por dia, com diferenças importantes entre regiões, faixas etárias, sexo e áreas urbanas ou rurais.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-que-o-mundo-come-nova-base-global-revela-o-peso-das-dietas-na-saude-e-no-planeta-1783203338543.jpg" data-image="yqiujrpd8z41" alt="Comida, dados, base" title="Comida, dados, base"><figcaption>Em 2020, a dieta média global ainda era fortemente baseada em grãos, açúcar, óleos vegetais e vegetais.</figcaption></figure><p>Entre 2010 e 2020, <strong>o consumo global aumentou para vários grupos alimentares, como nozes e sementes</strong>, aves, ovos, peixes, frutas, leguminosas e óleos. Já açúcar e carne vermelha apresentaram leve queda. Em países de baixa renda, os aumentos foram mais amplos, refletindo mudanças no acesso a alimentos e na transição alimentar.</p><h2>Por que isso importa para saúde, clima e economia? </h2><p><strong>A principal contribuição da GDD-IA é permitir avaliações mais realistas.</strong> O estudo mostra que a escolha da base de dados muda os resultados sobre mortes atribuíveis à dieta, uso de terras agrícolas e custo das dietas. Ou seja, uma estimativa ruim de consumo pode levar a diagnósticos equivocados.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="745776" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/2025-no-podio-do-calor-global-o-recado-do-copernicus-que-chega-na-comida.html" title="2025 no pódio do calor global: o recado do Copernicus que chega na comida">2025 no pódio do calor global: o recado do Copernicus que chega na comida</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/2025-no-podio-do-calor-global-o-recado-do-copernicus-que-chega-na-comida.html" title="2025 no pódio do calor global: o recado do Copernicus que chega na comida"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/2025-no-podio-do-calor-global-o-recado-do-copernicus-que-chega-na-comida-1766695672190_320.jpg" alt="2025 no pódio do calor global: o recado do Copernicus que chega na comida"></a></article></aside><p>A base ainda tem limitações. Os dados de desperdício alimentar precisam de atualização, e a produção de subsistência pode ser subestimada em alguns países. <strong>Mesmo assim, a proposta avança ao tratar a alimentação como um tema integrado</strong>: o que chega ao prato também pesa na saúde, no ambiente e na economia.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Springmann%2C%20M" data-year="2026" data-title="Global%20dietary%20estimates%20for%20conducting%20health%2C%20environmental%20and%20economic%20impact%20assessments" data-url="https%3A%2F%2Fdoi.org%2F10.1038%2Fs43016-026-01388-z">Springmann, M. (2026). <a href="https://doi.org/10.1038/s43016-026-01388-z" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Global dietary estimates for conducting health, environmental and economic impact assessments</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/o-que-o-mundo-come-nova-base-global-revela-o-peso-das-dietas-na-saude-e-no-planeta.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Novo estudo revela como um planeta sobreviveu ao fim de sua estrela]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/novo-estudo-revela-como-um-planeta-sobreviveu-ao-fim-de-sua-estrela.html</link><pubDate>Sat, 04 Jul 2026 23:03:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Observações do James Webb podem explicar como um planeta gigante escapou da destruição durante a morte de sua estrela.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/novo-estudo-revela-como-um-planeta-sobreviveu-ao-fim-de-sua-estrela-1783198354698.png" data-image="7lnxn1v0unjw" alt="Encontrar um planeta que sobreviveu à morte de sua estrela é uma oportunidade única para entender como sistemas planetários evoluem após o fim da vida estelar." title="Encontrar um planeta que sobreviveu à morte de sua estrela é uma oportunidade única para entender como sistemas planetários evoluem após o fim da vida estelar."><figcaption>Encontrar um planeta que sobreviveu à morte de sua estrela é uma oportunidade única para entender como sistemas planetários evoluem após o fim da vida estelar.</figcaption></figure><p>Quando estrelas com massa semelhante à do Sol chegam ao fim de sua vida, elas entram na fase de gigante vermelha e expandem suas camadas externas. <strong>Durante esse processo, os planetas mais próximos podem ser engolidos pela atmosfera estelar. </strong>Em seguida, a estrela expele grande parte de suas camadas.</p><p>Esse cenário representa o destino do Sistema Solar daqui a cerca de cinco bilhões de anos. Mercúrio e Vênus serão inevitavelmente engolidos pelo Sol, mas existe um debate sobre o destino da Terra. <strong>Modelos indicam que o resultado depende do equilíbrio entre a expansão do Sol e a perda de massa da estrela.</strong></p><p>Agora, observações realizadas pelo telescópio James Webb revelaram um caso de um planeta gigante, semelhante a Júpiter, que sobreviveu à morte de sua estrela. <strong>Em vez de ser destruído ou ejetado do sistema, o planeta sobreviveu e permaneceu gravitacionalmente ligado ao remanescente estelar. </strong></p><h2>Final de estrelas</h2><p><strong>Estrelas com massa semelhante à do Sol passam a maior parte de suas vidas convertendo hidrogênio em hélio por meio da fusão nuclear em seus núcleos.</strong> Quando o hidrogênio central se esgota, o núcleo se contrai enquanto as camadas externas se expandem, dando origem à fase de gigante vermelha. </p><div class="texto-destacado">Como gigante vermelha, a estrela inicia a fusão de hélio em elementos mais pesados e começa a perder mais massa através de ventos estelares.</div><p>Após consumir o hélio disponível, as estrelas já não possuem massa suficiente para sustentar novas etapas de fusão nuclear. <strong>Como consequência, elas ejetam suas camadas externas, formando uma nebulosa planetária.</strong> O interior da estrela acaba colapsando sob sua própria gravidade formando uma anã branca.</p><h2>WD1856b</h2><p><strong>O WD1856b está localizado a cerca de 80 anos-luz da Terra e é um gigante gasoso com massa estimada entre quatro e onze vezes a de Júpiter</strong>, orbitando uma anã branca. O planeta completa uma órbita em torno da estrela em apenas 1,4 dia, permanecendo próximo dela. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/novo-estudo-revela-como-um-planeta-sobreviveu-ao-fim-de-sua-estrela-1783198271956.png" data-image="ue3xwwokra76" alt="O James Webb usa o método do trânsito para estudar exoplanetas por meio de pequenas variações no brilho das estrelas. Crédito: MacDonald et al. 2026" title="O James Webb usa o método do trânsito para estudar exoplanetas por meio de pequenas variações no brilho das estrelas. Crédito: MacDonald et al. 2026"><figcaption>O James Webb usa o método do trânsito para estudar exoplanetas por meio de pequenas variações no brilho das estrelas. Crédito: MacDonald et al. 2026</figcaption></figure><p><strong>A principal questão é como o WD1856b conseguiu permanecer em uma órbita tão próxima após a morte de sua estrela</strong>. Uma hipótese sugere que o planeta foi engolido durante a fase de gigante vermelha e, de alguma forma, sobreviveu ao processo. </p><h2>Possível resposta</h2><p>Para investigar a origem da órbita do WD1856b, <strong>os pesquisadores usaram o telescópio James Webb para medir a temperatura, a massa e as propriedades de sua atmosfera.</strong> As observações revelaram que o planeta é mais quente do que deveria ser caso estivesse aquecido apenas pela radiação da anã branca. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="727169" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/anatomia-da-morte-de-uma-estrela-novas-observacoes-mostram-detalhes-da-morte-de-estrela-igual-ao-sol.html" title="Anatomia da morte de uma estrela! Novas observações mostram detalhes da morte de estrela igual ao Sol">Anatomia da morte de uma estrela! Novas observações mostram detalhes da morte de estrela igual ao Sol</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/anatomia-da-morte-de-uma-estrela-novas-observacoes-mostram-detalhes-da-morte-de-estrela-igual-ao-sol.html" title="Anatomia da morte de uma estrela! Novas observações mostram detalhes da morte de estrela igual ao Sol"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/anatomia-da-morte-de-uma-estrela-novas-observacoes-mostram-detalhes-da-morte-de-estrela-igual-ao-sol-1756582081186_320.png" alt="Anatomia da morte de uma estrela! Novas observações mostram detalhes da morte de estrela igual ao Sol"></a></article></aside><p>Essa temperatura elevada indica que outro mecanismo físico contribuiu para aquecer o gigante gasoso ao longo de sua evolução.<strong> Os resultados indicam que o WD1856b provavelmente permaneceu em uma órbita segura durante a fase de gigante vermelha</strong> e migrou para regiões internas apenas bilhões de anos depois.</p><h2>O que acontecerá com a Terra?</h2><p>Sistemas como o WD1856b oferecem uma oportunidade para compreender como a evolução estelar influencia o destino de planetas ao redor de estrelas semelhantes ao Sol. <strong>As observações permitiram investigar quais processos gravitacionais permanecem ativos após a formação de uma anã branca. </strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/novo-estudo-revela-como-um-planeta-sobreviveu-ao-fim-de-sua-estrela-1783198219815.png" data-image="3zwadn0fvr0o" alt="Estudar sistemas com anãs brancas e planetas sobreviventes ajuda os astrônomos a prever o que poderá acontecer com a Terra quando o Sol chegar ao fim de sua evolução." title="Estudar sistemas com anãs brancas e planetas sobreviventes ajuda os astrônomos a prever o que poderá acontecer com a Terra quando o Sol chegar ao fim de sua evolução."><figcaption>Estudar sistemas com anãs brancas e planetas sobreviventes ajuda os astrônomos a prever o que poderá acontecer com a Terra quando o Sol chegar ao fim de sua evolução.</figcaption></figure><p>Esse conhecimento também ajuda a responder uma das principais questões da Astronomia planetária: qual será o destino da Terra quando o Sol se tornar uma gigante vermelha? <strong>O futuro da Terra ainda parece depender do equilíbrio entre a expansão do Sol, a perda de massa estelar e as interações de maré.</strong></p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="MacDonald%20et%20al" data-year="2026" data-title="Aerosols%20and%20hydrocarbons%20in%20the%20atmosphere%20of%20a%20white%20dwarf%20planet" data-url="https%3A%2F%2Fwww.nature.com%2Farticles%2Fs41586-026-10514-7">MacDonald et al. (2026). <a href="https://www.nature.com/articles/s41586-026-10514-7" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Aerosols and hydrocarbons in the atmosphere of a white dwarf planet</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/novo-estudo-revela-como-um-planeta-sobreviveu-ao-fim-de-sua-estrela.html</guid><dc:creator><![CDATA[Roberta Duarte]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O declínio do plâncton no Atlântico Nordeste é muito preocupante: veja-se o caso das costas e águas ibéricas]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/o-declinio-do-plancton-no-atlantico-nordeste-e-muito-preocupante-veja-se-o-caso-das-costas-e-aguas-ibericas.html</link><pubDate>Sat, 04 Jul 2026 21:23:58 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Um novo estudo revelou que o plâncton já não encontra áreas classificadas como estando em "boas condições ambientais" numa região que se estende de Portugal à Noruega, incluindo as águas do Mar Cantábrico, como acontecia anteriormente. Isto é motivo de preocupação entre os investigadores.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/disminucion-plancton-atlantico-nororiental-1783137735308.png" data-image="ex2rl4tiwxs5" alt="atlântico" title="atlântico"><figcaption>Imagem de satélite arquivada de uma área do Atlântico. Imagem da NASA.</figcaption></figure><p>O plâncton microscópico está entre os organismos mais importantes da Terra. O fitoplâncton produz aproximadamente metade do oxigênio que respiramos, enquanto <strong>o plâncton como um todo sustenta as cadeias alimentares marinhas</strong>, apoia a pesca, ajuda a regular o carbono e mantém a vida em todo o oceano.</p><p>No entanto, um novo estudo, liderado por pesquisadores da Universidade de Plymouth, utilizou mais de <strong>seis décadas de dados para mostrar que a abundância de plâncton</strong> está diminuindo em vastas extensões do Atlântico Nordeste, uma região que abrange o Oceano Atlântico desde Portugal até a Noruega e todo o Mar do Norte.</p><h2>Avaliação do estado ambiental dos habitats de plâncton</h2><p>A pesquisa utilizou 23 conjuntos de dados de plâncton de 13 instituições de pesquisa, juntamente com dados de satélite, para gerar a primeira avaliação quantitativa e abrangente sobre se os habitats pelágicos da Europa Ocidental estão em boas condições ambientais, conforme definido pela Diretiva-Quadro da Estratégia Marinha da UE e do Reino Unido.</p><p>Esses habitats são regiões de águas abertas dominadas por plâncton e são fundamentais para o funcionamento do oceano. No entanto, até agora, <strong>as avaliações para a formulação de políticas têm se concentrado principalmente em descrever as mudanças no plâncton</strong>, sem conseguir integrá-las quantitativamente em uma avaliação clara do estado regional.</p><p>Este novo trabalho abordou essa deficiência combinando dados de monitoramento de unidades de avaliação e estações fixas, e os cientistas <strong>posteriormente integraram esse status com base em indicadores de plâncton</strong> e tipos de habitat para determinar o estado ambiental regional.</p><div class="texto-destacado">Os resultados mostraram que não havia nenhum habitat pelágico classificado como bom em todo o Atlântico Nordeste, e seis combinações de habitat pelágico e região foram classificadas como "Não boas", três como "Incertas" e uma como "Não avaliada" devido à falta de dados.</div><p>Em escala regional, os mares celtas, o Golfo da Biscaia e a costa ibérica foram classificados como "Não Bons", enquanto o Grande Mar do Norte foi <strong>classificado como "Incerto"</strong>. A pior condição foi geralmente observada nos habitats da plataforma continental, onde as alterações nas comunidades de plâncton e os declínios na biomassa do fitoplâncton e na abundância do zooplâncton foram mais claramente detectados.</p><p>A pesquisa também revelou que o aumento da temperatura da superfície do mar, as mudanças nas condições de nutrientes, a diminuição do pH e a alteração da mistura oceânica estão entre<strong> os principais fatores associados às mudanças no plâncton e em seus habitats</strong>.</p><p>Consequentemente, os pesquisadores afirmam que a medida mais importante para proteger<strong> o funcionamento dos habitats pelágicos é mitigar as mudanças climáticas atuais</strong>, apoiando uma redução global nas emissões de carbono.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="732619" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/cinzas-vulcanicas-aumentam-concentracao-de-fitoplancton-ate-em-locais-distantes-da-erupcao-diz-estudo.html" title="Cinzas vulcânicas aumentam concentração de fitoplâncton até em locais distantes da erupção, diz estudo">Cinzas vulcânicas aumentam concentração de fitoplâncton até em locais distantes da erupção, diz estudo</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/cinzas-vulcanicas-aumentam-concentracao-de-fitoplancton-ate-em-locais-distantes-da-erupcao-diz-estudo.html" title="Cinzas vulcânicas aumentam concentração de fitoplâncton até em locais distantes da erupção, diz estudo"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/cinzas-vulcanicas-aumentam-concentracao-de-fitoplancton-ate-em-locais-distantes-da-erupcao-diz-estudo-1759522260815_320.jpg" alt="Cinzas vulcânicas aumentam concentração de fitoplâncton até em locais distantes da erupção, diz estudo"></a></article></aside><p>Eles também solicitaram medidas mais rigorosas para reduzir a poluição por nutrientes, particularmente nitrogênio, e investimentos contínuos no monitoramento do plâncton. Diversas séries temporais de longo prazo de plâncton na área de avaliação da OSPAR estão atualmente interrompidas ou em risco <strong>devido à diminuição dos recursos</strong>, apesar de serem essenciais para detectar mudanças ecológicas e subsidiar políticas marinhas.</p><p>O artigo, publicado na revista Ecological Indicators, foi liderado pela professora Abigail McQuatters-Gollopy e envolveu um consórcio de universidades europeias, organizações científicas e agências ambientais.</p><p>Este estudo é o primeiro a fornecer uma avaliação quantitativa do estado do plâncton em regiões-chave como o Mar Céltico, o Golfo da Biscaia e o Mar do Norte. <strong>Ele demonstrou a necessidade urgente de melhorar a saúde dessas águas e reduzir os danos que causamos ao oceano, tanto local quanto globalmente</strong>. Também destacou a necessidade de estabelecer novas formas de colaboração entre cientistas e formuladores de políticas para gerar mais dados e determinar como alcançar um bom estado de conservação no futuro.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="657212" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/como-as-ondas-de-calor-marinhas-no-artico-estao-afetando-a-populacao-de-fitoplancton.html" title="Como as ondas de calor marinhas no Ártico estão afetando a população de fitoplâncton?">Como as ondas de calor marinhas no Ártico estão afetando a população de fitoplâncton?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/como-as-ondas-de-calor-marinhas-no-artico-estao-afetando-a-populacao-de-fitoplancton.html" title="Como as ondas de calor marinhas no Ártico estão afetando a população de fitoplâncton?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/como-as-ondas-de-calor-marinhas-no-artico-estao-afetando-a-populacao-de-fitoplancton-1716218050530_320.jpg" alt="Como as ondas de calor marinhas no Ártico estão afetando a população de fitoplâncton?"></a></article></aside><p><strong>O alerta é claro:</strong> o plâncton está mudando em alguns dos mares mais importantes da Europa, e essas mudanças têm repercussões que vão muito além do próprio plâncton. <strong>Elas afetam as cadeias alimentares, a pesca, o ciclo do carbono e os benefícios que a humanidade obtém do oceano</strong>. O desafio agora é usar essas evidências para impulsionar ações práticas, desde a mitigação das mudanças climáticas até uma melhor gestão de nutrientes e monitoramento a longo prazo.</p><p>O estudo baseou-se nas contribuições de cerca de 40 especialistas em plâncton que trabalham no âmbito da OSPAR, a Convenção sobre os Mares Regionais do Atlântico Nordeste. Ele complementa o Relatório de Estado de Qualidade da OSPAR de 2023, que o<strong>ferece uma avaliação mais abrangente da saúde do ecossistema marinho do Atlântico Nordeste.</strong></p><p>Os pesquisadores afirmam que as avaliações futuras <strong>devem incluir conjuntos de dados de plâncton mais abrangentes e de longo prazo</strong>, melhor cobertura das áreas costeiras e estuarinas e novas tecnologias, como imagens e DNA ambiental, para capturar partes da comunidade de plâncton que estão atualmente sub-representadas.</p><p>Os resultados dessa análise são mostrados no mapa abaixo:</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/disminucion-plancton-atlantico-nororiental-1783138291424.jpg" data-image="njjcfbpey3nt" alt="atlântico" title="atlântico"><figcaption>Estado de saúde do habitat do plâncton no Atlântico Nordeste. Fonte: Abigail McQuatters-Gollop et al, Ecological Indicators (2026). DOI: 10.1016/j.ecolind.2026.115005</figcaption></figure><p>Como parte de um novo estudo sobre a saúde dos oceanos, liderado pela Universidade de Plymouth, regiões e habitats receberam uma das quatro categorias de status: Bom estado ambiental, Estado ambiental ruim, Estado incerto ou Não avaliado, <strong>com base em uma análise integrada dos dados e na suficiência dos dados para se chegar a uma conclusão</strong>.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Abigail%20McQuatters-Gollop%20et%20al" data-year="" data-title="Integrating%20plankton%20indicators%20to%20assess%20the%20state%20of%20pelagic%20habitats%20in%20the%20Northeast%20Atlantic%2C%20Ecological%20Indicators" data-url="https%3A%2F%2Fwww.sciencedirect.com%2Fscience%2Farticle%2Fpii%2FS1470160X2600405X">Abigail McQuatters-Gollop et al. <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1470160X2600405X" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Integrating plankton indicators to assess the state of pelagic habitats in the Northeast Atlantic, Ecological Indicators</a>.</cite></p></section><p><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1470160X2600405X"></a></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/o-declinio-do-plancton-no-atlantico-nordeste-e-muito-preocupante-veja-se-o-caso-das-costas-e-aguas-ibericas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[As temperaturas dos oceanos atingiram um recorde para o mês de junho]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/as-temperaturas-dos-oceanos-atingiram-um-recorde-para-o-mes-de-junho.html</link><pubDate>Sat, 04 Jul 2026 19:47:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>As temperaturas dos oceanos atingiram um recorde de 21°C em junho. Com o avanço do El Niño, podemos estar entrando em uma nova fase das mudanças climáticas, com consequências mais significativas para os padrões meteorológicos e os ecossistemas marinhos.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/ocean-temperatures-hit-a-record-high-for-june-1782995534670.jpg" data-image="g45xzahmqcbu" alt="Oceanos calor récord" title="Oceanos calor récord"><figcaption>Os oceanos atuam como sumidouros de calor para o planeta, e o aquecimento dos oceanos significa que estamos levando o planeta ao limite.</figcaption></figure><p>Em 21 de junho, a temperatura da superfície do oceano fora das regiões polares atingiu 21,0°C — um recorde para o mês de junho —, segundo o Serviço Marinho Copernicus da União Europeia.</p><p>Este é o mês de junho mais quente já registrado até o momento, <strong>superando os períodos de calor de 2023 e 2024</strong>, o que gera receio de calor extremo neste verão no Hemisfério Norte.</p><h2>Como os oceanos estão aquecendo</h2><p>A onda de calor que atingiu partes da Grã-Bretanha e da Europa na semana passada serve como um sinal de alerta para o futuro. Embora a atenção frequentemente se concentre nas temperaturas em terra — visto que nos afetam diretamente —, <strong>os cientistas também monitoram as temperaturas dos oceanos</strong>, uma vez que essas vastas massas de água atuam como sumidouros de calor para o planeta.</p><p>As temperaturas da superfície variam de acordo com a quantidade de luz solar recebida, o acúmulo de calor e as correntes oceânicas de uma região. No entanto, <strong>as temperaturas dos oceanos são determinadas pelo excesso de energia no sistema terrestre</strong>. As atividades humanas, impulsionadas principalmente pela queima de combustíveis fósseis, estão liberando mais calor no sistema.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">Breaking News!<br>Code Yikes!<br><br>The June Nino 3.4 sea-surface temperature anomaly came in at 1.59°C above the 1991-2020 baseline, so we're already in a strong El Nino.<br><br>The latest CFSv2 model runs now show the Nino 3.4 SST anomaly forecast peaking at 4.10°C in November. <a href="https://t.co/n7l8O7BsoV">pic.twitter.com/n7l8O7BsoV</a></p>— Prof. Eliot Jacobson (@EliotJacobson) <a href="https://x.com/EliotJacobson/status/2073020305556361284?ref_src=twsrc%5Etfw">July 3, 2026</a></blockquote></figure><p>Estimativas sugerem que 23 zetajoules (10²¹ joules) — ou 23 bilhões de trilhões de joules — de energia foram liberados no oceano no ano passado, o dobro da média das duas décadas anteriores. <strong>Isso equivale a adicionar ao oceano a energia de 11 bombas de Hiroshima por segundo</strong>, levando-o ao limite.</p><h2>Por que as temperaturas dos oceanos são importantes</h2><p>Mesmo antes de atingir um recorde de temperatura em junho, as águas superficiais dos oceanos já haviam registrado temperaturas elevadas durante o primeiro semestre do ano. <strong>Ondas de calor marinhas foram observadas em cerca de 82% dos oceanos do mundo</strong>, sendo o Mediterrâneo, a região central do Atlântico Norte e o Pacífico equatorial as áreas mais afetadas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="775094" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/el-nino-pode-ser-historico-nova-previsao-indica-aquecimento-acima-de-2-5-c-no-pacifico.html" title="El Niño pode ser histórico: nova previsão indica aquecimento acima de 2,5°C no Pacífico">El Niño pode ser histórico: nova previsão indica aquecimento acima de 2,5°C no Pacífico</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/el-nino-pode-ser-historico-nova-previsao-indica-aquecimento-acima-de-2-5-c-no-pacifico.html" title="El Niño pode ser histórico: nova previsão indica aquecimento acima de 2,5°C no Pacífico"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-nino-pode-ser-historico-nova-previsao-indica-aquecimento-acima-de-2-5-c-no-pacifico-1782154814200_320.png" alt="El Niño pode ser histórico: nova previsão indica aquecimento acima de 2,5°C no Pacífico"></a></article></aside><p>Isso demonstra que os oceanos têm sido submetidos a estresse térmico. Temperaturas recordes foram registradas em junho de 2023, seguidas por um evento de<strong> El Niño e um período de inundações, tempestades e ondas de calor devastadoras</strong>. O El Niño caracteriza-se por temperaturas da superfície do mar excepcionalmente elevadas no Pacífico tropical, as quais liberam calor para a atmosfera e influenciam os ventos, a formação de nuvens e os padrões meteorológicos em todo o mundo.</p><p>Com outro evento de El Niño iminente, os cientistas temem que este verão seja pior do que o de 2026. É difícil prever isso com precisão neste momento, uma vez que <strong>os picos de temperatura são registrados no final de julho e em agosto</strong>. No entanto, especialistas acreditam que mais recordes de temperatura serão quebrados nos próximos meses.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">The worlds oceans have hit record June temperatures, driven by El Niño and decades of greenhouse gas emissions. <br>Read how marine heatwaves, stronger cyclones and extreme weather on land are linked to ocean warmingand why cutting climate data funding threatens our ability to <a href="https://t.co/GPFe5CI3TH">pic.twitter.com/GPFe5CI3TH</a></p> Down To Earth (@down2earthindia) <a href="https://x.com/down2earthindia/status/2072904945830183082?ref_src=twsrc%5Etfw">July 3, 2026</a></blockquote></figure><p>Pior ainda, essas mudanças podem marcar o início de uma nova fase em que entramos em território desconhecido, <strong>com consequências maiores para o clima global,</strong> os padrões meteorológicos e os ecossistemas marinhos.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/as-temperaturas-dos-oceanos-atingiram-um-recorde-para-o-mes-de-junho.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Por que chuvas sem precedentes na Antártida estão levando robôs a assumir as tarefas mais perigosas?]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/por-que-chuvas-sem-precedentes-na-antartida-estao-levando-robos-a-assumir-as-tarefas-mais-perigosas.html</link><pubDate>Sat, 04 Jul 2026 18:23:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>O nome "Antártica" evoca a imagem de uma imensidão de neve branca e infinita. No entanto, o aumento das temperaturas está derretendo rapidamente essas plataformas de gelo, colocando em risco as missões humanas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/why-unprecedented-rain-in-antarctica-means-robots-are-taking-over-the-most-dangerous-jobs-1782639987737.jpg" data-image="91sumpk1cdbp" alt="Antartica" title="Antartica"><figcaption>A plataforma de gelo da Antártida já não é tão pitoresca como costumava ser e está sendo afetada por chuvas sem precedentes.</figcaption></figure><p>Assim como outras partes do mundo, a Antártida tem registrado invernos mais chuvosos nos últimos anos. Lá, a<strong>s chuvas têm causado algumas dificuldades e representam riscos maiores para quem realiza pesquisas na região</strong>. É aí que os robôs poderiam ser de grande ajuda.</p><h2>Mudanças climáticas na Antártica</h2><p>A imagem da Antártida como uma vasta e interminável extensão de gelo está mudando rapidamente. Nos últimos anos, <strong>a região tem vivenciado temperaturas mais elevadas</strong>, impulsionadas pela entrada de ar quente vindo de regiões equatoriais. Essas temperaturas mais altas têm <strong>provocado chuvas que duram dias</strong> — condições que contrastam fortemente com a situação de apenas algumas décadas atrás, quando até mesmo chuvas ocasionais eram uma raridade.</p><p>Em março de 2022, a estação franco-italiana Concordia, próxima ao Polo Sul, registrou temperaturas de -11,5°C. Embora isso possa parecer extremamente frio, <strong>é 40°C mais quente do que a temperatura típica na Antártica</strong>.</p><p>O aumento das temperaturas provoca o derretimento da camada de gelo superficial. <strong>Isso tem repercussões para os ecossistemas marinhos da região</strong>, bem como para aqueles que realizam estudos científicos no local.</p><h2>Como os métodos de pesquisa podem mudar</h2><p>O derretimento das camadas de gelo fará com que <strong>as pistas de pouso da região colapsem</strong>, enquanto o deslocamento do gelo dificultará a navegação de embarcações. Estações de pesquisa em operação há décadas sofrerão com a subsidência do solo, colocando vidas em risco.<strong> Diante da incerteza em relação às evacuaçõe</strong><strong>s, a saúde e o bem-estar de cientistas e equipes de apoio</strong> serão comprometidos.</p><p>Sistemas autônomos, como boias, submersíveis e planadores, poderiam ser rapidamente implantados nessas águas, <strong>enquanto drones sobrevoam a superfície e o espaço aéreo</strong> para coletar dados de pesquisa. Isso não apenas ajudará a reduzir os riscos associados à presença humana, mas também viabilizará operações com uma pegada de carbono menor.</p><div class="texto-destacado">Por serem leves e operados por bateria, os sistemas autônomos exigem menos energia do que as estações tripuladas. Eles poderão continuar coletando amostras e dados para projetos científicos sem a necessidade de uma presença humana extensiva na região.</div><p>Essas abordagens não eram possíveis anteriormente, uma vez que as tecnologias necessárias só evoluíram nos últimos anos. Agora, também é <strong>possível combinar dados desses sistemas com informações de satélite em larga escala para criar modelos oceânicos</strong> em tempo real. Também conhecidos como gêmeos digitais, esses modelos permitem extrapolar observações para uma escala global e complementam as observações de campo.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771233" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/sinal-da-antartica-vai-reduzir-as-chuvas-no-centro-sul-por-varios-dias-entenda-o-fenomeno.html" title="Sinal da Antártica vai reduzir as chuvas no Centro-Sul por vários dias; entenda o fenômeno">Sinal da Antártica vai reduzir as chuvas no Centro-Sul por vários dias; entenda o fenômeno</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/sinal-da-antartica-vai-reduzir-as-chuvas-no-centro-sul-por-varios-dias-entenda-o-fenomeno.html" title="Sinal da Antártica vai reduzir as chuvas no Centro-Sul por vários dias; entenda o fenômeno"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/sinal-da-antartica-vai-reduzir-as-chuvas-no-centro-sul-por-varios-dias-entenda-o-fenomeno-1779996149669_320.jpeg" alt="Sinal da Antártica vai reduzir as chuvas no Centro-Sul por vários dias; entenda o fenômeno"></a></article></aside><p>Visto que a Antártica é uma parte fundamental do sistema terrestre, os cientistas terão de encontrar novas formas de trabalhar e de compreender o impacto de sua natureza em transformação sobre o nosso futuro.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/por-que-chuvas-sem-precedentes-na-antartida-estao-levando-robos-a-assumir-as-tarefas-mais-perigosas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Onde fica e o que fazer em Cabo Verde: o arquipélago que deu o que falar na Copa do Mundo]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/onde-fica-e-o-que-fazer-em-cabo-verde-o-arquipelago-que-fez-furor-na-primeira-qualificacao-para-um-mundial-de-futebol.html</link><pubDate>Sat, 04 Jul 2026 16:56:15 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Um destino paradisíaco e pouco conhecido em África, cuja histórica qualificação para o Mundial não só desencadeou a loucura nas suas ruas, como colocou este território — que muitos mal sabiam localizar no mapa — no radar mundial.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/donde-queda-y-que-hacer-en-cabo-verde-archipielago-furor-primera-clasificacion-mundial-de-futbol-1782148318524.jpg" data-image="k1mypnx7d3pk" alt="Cabo Verde" title="Cabo Verde"><figcaption>Cabo Verde.</figcaption></figure><p>O mundo inteiro fala da sua proeza histórica no campo e, ao mesmo tempo, este recanto do Atlântico, escondido ao largo da costa do Senegal, <strong>aproveita o seu momento de fama para se posicionar como o destino exótico do momento</strong>.</p><p>Praias de areia branca, vulcões imponentes e uma cultura que cativa. <strong>Onde fica e o que fazer em Cabo Verde?</strong></p><h2>Estreia de ouro: a participação de Cabo Verde no Mundial de 2026</h2><p><strong>A seleção de futebol de Cabo Verde é uma das 48 equipes participantes no Campeonato do Mundo de Futebol de 2026</strong>, que será disputado conjuntamente entre México, Estados Unidos e Canadá.</p><p>O país conseguiu a sua qualificação histórica para o Mundial de 2026 depois de liderar o Grupo D das eliminatórias africanas, superando Camarões, Líbia, Angola, Maurícias e Suazilândia.<strong> A equipe qualificou-se precisamente em outubro de 2025, após vencer por 3-0 a Suazilândia</strong>, sendo esta<strong> a primeira vez que o país se qualifica para uma Copa do Mundo</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/donde-queda-y-que-hacer-en-cabo-verde-archipielago-furor-primera-clasificacion-mundial-de-futbol-1782150085109.jpg" data-image="z7hwgzps5lc8" alt="Jugadores de Cabo Verde" title="Jugadores de Cabo Verde"><figcaption>Jogadores de Cabo Verde.</figcaption></figure><p>Na edição do Mundial em curso, <strong>Cabo Verde partilhou o Grupo H com a Espanha, o Uruguai e a Arábia Saudita</strong>, e avançou para os dezesseis-avos-de-final ao ficar classificado em segundo lugar, onde fez frente de forma heroica à Argentina de Lionel Messi, naquela que foi a sua quarta e última partida na prova.</p><div class="texto-destacado">A participação na Copa de 2026 marca um marco histórico para a nação de Cabo Verde e evidencia o crescimento do seu futebol a nível internacional. Além disso, promove o seu nome, a sua história e os seus atrativos na cena mundial.</div><p>Este pequeno país insular africano surpreendeu o mundo com <strong>o seu desempenho frente à Espanha, Uruguai, Arábia Saudita e Argentina, com empates épicos diante de três campeões do mundo ao cabo de 90 minutos</strong>.<strong> </strong>Só perdeu para lá do tempo regulamentar com a seleção albi-celeste, vencedora da última edição do Mundial, disputado em 2022.</p><ul><li>No seu primeiro jogo, disputado na segunda-feira, 15 de junho de 2026, em Atlanta,<strong> Cabo Verde conseguiu um empate 0-0 contra a Espanha, conquistando o seu primeiro ponto na história do Mundial</strong>. O goleiro Vozinha, de 40 anos, foi fundamental para manter a baliza invicta, tornando-se uma das figuras desta estreia.</li><li>No seu segundo jogo, disputado no domingo, 21 de junho de 2026, em Miami,<strong> Cabo Verde empatou 2-2 contra o Uruguai, surpreendendo imenso o público futebolístico</strong>.</li><li>No terceiro jogo a contar para a fase de grupos do Grupo H do Mundial de Futebol de 2026, disputado na sexta-feira 26 de junho na cidade de Houston, a seleção cabo-verdiana voltou a surpreender o mundo, <strong>mantendo-se invicta por mais uma partida ao empatar novamente a zero na cidade de Houston</strong>, desta feita contra a <strong>Arábia Saudita</strong>.</li><li>No seu quarto jogo, já no seio das 32 melhores equipas do torneio, <strong>Cabo Verde regressou a Miami para</strong> <strong>enfrentar a Argentina e perdeu por 3-2 num jogo disputado "olhos nos olhos" com a atual campeã do mundo, apenas decidido no prolongamento</strong>. Para a História fica a imagem de uma equipa que conquistou o respeito do mundo inteiro e que<strong> honrou os seus poucos mais de 500.000 habitantes da melhor forma possível</strong>.</li></ul><h2>Onde fica Cabo Verde?</h2><p>Este pequeno país é um Estado insular soberano, composto por um <strong>arquipélago de 10 ilhas vulcânicas situadas no Oceano Atlântico, a cerca de 570 quilômetros da costa da África Ocidental</strong> (a sul das Ilhas Canárias, mais precisamente à altura do Senegal).</p><p>Trata-se de uma <strong>antiga colônia portuguesa</strong> — que conquistou a sua independência de Portugal em 1975 —, que atualmente funciona como uma fascinante ponte cultural entre África, a Europa e a América Latina.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/donde-queda-y-que-hacer-en-cabo-verde-archipielago-furor-primera-clasificacion-mundial-de-futbol-1782148195295.jpg" data-image="ziju932ik123" alt="Hinchada de Cabo Verde alentando en la Copa Mundial de Fútbol 2026" title="Hinchada de Cabo Verde alentando en la Copa Mundial de Fútbol 2026"><figcaption>Adeptos de Cabo Verde a torcer no Campeonato do Mundo de Futebol de 2026</figcaption></figure><p>Possui uma <strong>área total de 4 033 km² e uma população de cerca de 522.000 habitantes</strong>. A sua capital é a Praia, situada na ilha de Santiago.</p><h3>Algumas informações úteis para quem pretende visitar o país</h3><ul><li><strong>Língua</strong>: a língua oficial é o português, embora nas ruas todos falem o "crioulo cabo-verdiano".</li><li><strong>Moeda</strong>: a moeda oficial é o escudo cabo-verdiano, mas nas ilhas mais turísticas, como Sal ou Boavista, também se aceitam euros.</li><li><strong>Clima</strong>: tem "o verão eterno", com um clima tropical seco. Há sol quase os 365 dias do ano e muito pouca chuva.</li></ul><h3>Como chegar a Cabo Verde?</h3><p>A forma mais comum é<strong> voar via Lisboa</strong> (Portugal) ou através de <strong>voos diretos a partir de algumas capitais europeias e africanas </strong>para os aeroportos internacionais de Sal ou Praia.</p><h2>O que fazer em Cabo Verde?</h2><p>Cabo Verde já venceu o seu jogo mais importante: provar ao mundo que o seu tamanho não define a sua grandeza. Seja pela épica atuação dos seus jogadores em campo ou pela magia das suas ilhas atlânticas, <strong>o arquipélago africano já não é um segredo bem guardado. É, oficialmente, o destino que todos deveriam agora descobrir</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="774253" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/os-novos-guardioes-dos-estadios-caes-robos-chegam-a-copa-do-mundo-de.html" title="Os novos guardiões dos estádios: cães robôs chegam à Copa do Mundo de 2026">Os novos guardiões dos estádios: cães robôs chegam à Copa do Mundo de 2026</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/os-novos-guardioes-dos-estadios-caes-robos-chegam-a-copa-do-mundo-de.html" title="Os novos guardiões dos estádios: cães robôs chegam à Copa do Mundo de 2026"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/los-nuevos-guardianes-de-los-estadios-los-perros-robot-llegan-al-mundial-de-futbol-1781626059428_320.jpg" alt="Os novos guardiões dos estádios: cães robôs chegam à Copa do Mundo de 2026"></a></article></aside><p>Embora o destino se caracterize pela presença de 10 ilhas, <strong>o arquipélago oferece três locais de destaque</strong>, ideais para perfis muito distintos, consoante o tipo de viajante:</p><h3>Ilha do Sal: um paraíso de relaxamento e vento</h3><p>Trata-se de <strong>a ilha mais visitada e a meca dos desportos aquáticos na região</strong>. Os visitantes podem admirar e desfrutar de praias quilométricas de águas turquesa e da encantadora <strong>vila de Santa Maria</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/donde-queda-y-que-hacer-en-cabo-verde-archipielago-furor-primera-clasificacion-mundial-de-futbol-1782149304281.jpg" data-image="vafb8h3ahzbr" alt="Isla de Sal" title="Isla de Sal"><figcaption>Ilha do Sal em Cabo Verde.</figcaption></figure><p><strong>Uma experiência imperdível</strong>: visitar as <strong>salinas de Pedra de Lume</strong>, situadas no interior da cratera de um vulcão extinto, onde é possível flutuar graças à elevada densidade do sal.</p><h3>Ilha do Fogo: aventura e paisagens lunares</h3><p>Para os <strong>amantes do trekking</strong>, esta ilha é dominada pelo <strong>Pico do Fogo</strong>, um imponente vulcão ativo com quase 3000 metros de altura, ao qual deve o seu nome.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/donde-queda-y-que-hacer-en-cabo-verde-archipielago-furor-primera-clasificacion-mundial-de-futbol-1782149421363.jpg" data-image="otsm1eeqv5r4" alt="Pico do Fogo" title="Pico do Fogo"><figcaption>Pico do Fogo.</figcaption></figure><p><strong>Uma experiência imperdível</strong>: além de passear por paisagens de lava negra, nos arredores é possível <strong>degustar um famoso vinho local, cultivado de forma heróica sobre a própria cinza vulcânica</strong>.</p><h3>llha de São Vicente: o coração cultural de Cabo Verde</h3><p>É o berço da famosa cantora Cesária Évora e, dada a sua importância cultural, <strong>a capital musical do país</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/donde-queda-y-que-hacer-en-cabo-verde-archipielago-furor-primera-clasificacion-mundial-de-futbol-1782149514316.jpg" data-image="suzxdw562rkr" alt="Mindelo" title="Mindelo"><figcaption>Mindelo.</figcaption></figure><p><strong>Uma experiência imperdível</strong>: perder-se pelas coloridas ruas coloniais da cidade de <strong>Mindelo</strong> e terminar o dia a desfrutar de uma noite de morna (a música tradicional melancólica do país) interpretada ao vivo nos bares locais.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/onde-fica-e-o-que-fazer-em-cabo-verde-o-arquipelago-que-fez-furor-na-primeira-qualificacao-para-um-mundial-de-futebol.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A "árvore da vida" dos Maias chega ao jardim: como plantar um pochote, mesmo num espaço reduzido]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/a-arvore-da-vida-dos-maias-chega-ao-jardim-eis-como-podes-plantar-um-pochote-mesmo-num-espaco-reduzido.html</link><pubDate>Sat, 04 Jul 2026 14:11:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Embora à primeira vista possa parecer demasiado grande para o apartamento, esta árvore sagrada adapta-se a espaços pequenos, se for bem cuidada, e torna-se um ponto de destaque no seu jardim.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-arbol-de-la-vida-de-los-mayas-llega-al-jardin-asi-puedes-cultivar-un-pochote-incluso-en-espacios-pequenos-1782187978510.png" data-image="9pus6rx2ymxs" alt="Auf der Halbinsel Yucatán wurden Exemplare in Campeche, Quintana Roo und Yucatán gesichtet." title="Auf der Halbinsel Yucatán wurden Exemplare in Campeche, Quintana Roo und Yucatán gesichtet."><figcaption>Na Península do Yucatán, foram avistados exemplares em Campeche, Quintana Roo e Yucatán.</figcaption></figure><p>Na cultura maia, a ceiba era venerada como uma árvore sagrada que simbolizava a ligação entre o céu, a terra e o submundo. Os seus ramos erguiam-se para o céu, o seu tronco crescia no mundo dos homens e as suas raízes penetravam profundamente na terra. Esta analogia explica o significado cultural desta espécie arbórea.</p><p>Quando se fala da "árvore da vida", a primeira imagem que nos vem à mente é a da imponente Ceiba pentandra. No entanto, <strong>para espaços mais reduzidos, como pequenos jardins, existe uma espécie aparentada que se adequa melhor</strong> e que, ao mesmo tempo, preserva este carácter tipicamente mexicano: o pochote, <em>Ceiba aesculifolia</em>.</p><div class="texto-destacado">O pochote pertence à família das Malvaceae, aquela grande família botânica à qual também pertencem plantas como o hibisco e o algodão.</div><p>O pochote é uma árvore de folha caduca que, na estação seca ou fria, perde as folhas sem estar doente. O seu encanto reside no seu tronco grosso e cinzento com espinhos cónicos, que parece uma escultura viva mesmo quando a árvore já não tem folhas.</p><p>Embora possa atingir dimensões impressionantes no seu habitat natural, o seu crescimento na cultura ornamental pode ser controlado através de medidas de poda, da escolha do vaso e dos cuidados com as raízes. Não se trata de o "restringir", mas sim de <strong>moldar, gradualmente, um tronco marcante e uma copa compacta, bonita e harmoniosa</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-arbol-de-la-vida-de-los-mayas-llega-al-jardin-asi-puedes-cultivar-un-pochote-incluso-en-espacios-pequenos-1782188007161.png" data-image="fbrdquuq4xex" alt="Wenn Sie von Anfang an einen geeigneten Blumentopf verwenden, wird das Wachstum der Wurzeln des Baumes eingeschränkt, wodurch er sowohl oben als auch unten kompakt bleibt." title="Wenn Sie von Anfang an einen geeigneten Blumentopf verwenden, wird das Wachstum der Wurzeln des Baumes eingeschränkt, wodurch er sowohl oben als auch unten kompakt bleibt."><figcaption>Se utilizar um vaso adequado desde o início, o crescimento das raízes da árvore será limitado, o que fará com que esta se mantenha compacta, tanto na parte superior como na inferior.</figcaption></figure><p>Por isso, é ideal para quem procura uma árvore com história e personalidade, mas não dispõe de muito espaço no jardim. Com bastante sol, boa drenagem e uma poda bem planeada, pode tornar-se aquela planta que atrai todos os olhares e que leva as pessoas a perguntar: "Que árvore tão estranha é esta?"</p><h2>O que é um pochote e por que é que se destaca tanto em espaços pequenos?</h2><p>O pochote<strong> é uma árvore nativa do México, que ocorre em regiões quentes e em florestas decíduas de baixa altitude</strong>. Cresce vigorosamente em zonas climáticas com calor e humidade suficientes e entra em repouso quando o ambiente seca. Esta adaptação torna-a robusta, resistente e de fácil manutenção, assim que se estabelece.</p><p>O seu maior encanto reside no tronco. Nas árvores jovens, os espinhos são claramente visíveis e conferem-lhe uma estrutura pré-histórica. Além disso, desenvolve uma copa arredondada com flores vistosas e frutos em forma de cápsula, dos quais emerge uma fibra semelhante ao algodão, na qual as suas sementes estão protegidas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="774722" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/peixinho-da-horta-como-plantar-e-preparar-a-folha-famosa-pelo-sabor-de-peixe.html" title="Peixinho-da-horta: como plantar e preparar a folha famosa pelo sabor de peixe">Peixinho-da-horta: como plantar e preparar a folha famosa pelo sabor de peixe</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/peixinho-da-horta-como-plantar-e-preparar-a-folha-famosa-pelo-sabor-de-peixe.html" title="Peixinho-da-horta: como plantar e preparar a folha famosa pelo sabor de peixe"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/peixinho-da-horta-como-plantar-e-preparar-a-folha-famosa-pelo-sabor-de-peixe-1781889911228_320.jpg" alt="Peixinho-da-horta: como plantar e preparar a folha famosa pelo sabor de peixe"></a></article></aside><p>No seu habitat natural, pode atingir vários metros de altura, mas nas zonas urbanas é possível controlá-lo com técnicas básicas de jardinagem e paisagismo. Um vaso grande, a poda anual e uma rega moderada ajudam a mantê-lo compacto.</p><h3>Rega, poda e cuidados com um tronco ornamental</h3><p>Esta espécie <strong>necessita de um local com exposição solar direta, pelo menos 6 a 8 horas por dia</strong>. Além disso, deve ser cultivada num substrato muito permeável, como, por exemplo, terra para vasos, areia grossa ou perlita, bem como um pouco de composto maduro. Escolha, inicialmente, um vaso com uma capacidade de 50 a 80 litros e certifique-se de que possui bons orifícios de drenagem.</p><p>Se quiser cultivar a planta a partir de sementes, recomendo que o faça na primavera e que se certifique de que o solo está bem drenado. <strong>Deve regar as plantas jovens ou as plantas em vaso assim que os 5 cm superiores do substrato estiverem secos</strong>.</p><p><strong> </strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-arbol-de-la-vida-de-los-mayas-llega-al-jardin-asi-puedes-cultivar-un-pochote-incluso-en-espacios-pequenos-1782188101516.png" data-image="5xur6nxks9hj" alt="Der Pochote ist auch unter dem Maya-Namen „píin“ verzeichnet, was auf seine kulturelle und regionale Verbreitung hindeutet." title="Der Pochote ist auch unter dem Maya-Namen „píin“ verzeichnet, was auf seine kulturelle und regionale Verbreitung hindeutet."><figcaption>O pochote também é conhecido pelo nome maia "píin", o que sugere a sua difusão cultural e regional.</figcaption></figure><p>Na primavera e no verão, isto acontece normalmente a cada 3 a 7 dias, dependendo da temperatura e do tamanho do vaso. No inverno, deve reduzir a frequência para cada 10 a 15 dias, ou mesmo com menos frequência, se o solo ainda estiver húmido.</p><p>A poda define o carácter da árvore. Deixe-a crescer vigorosamente na primavera e no verão durante os dois primeiros anos. <strong>Deixe um ou dois ramos para serem sacrificados na parte inferior; estes ramos ajudam a engrossar o tronco</strong>. Assim que atingir o diâmetro de tronco desejado — normalmente após dois ou três anos —, corte esses ramos na base.</p><div class="texto-destacado">Evite podar a árvore em excesso, pois é essencial manter uma certa quantidade de folhagem para manter a árvore saudável e promover o seu crescimento futuro.</div><p>A partir do terceiro ano, deve podar a árvore no final do inverno ou no início da primavera, quando estiver completamente sem folhas. Remova os ramos que se cruzam, os rebentos verticais que competem com o tronco principal, bem como as pontas que dão à copa um aspeto desordenado.</p><p>Para que o seu pochote cresça saudável, fertilize-o ligeiramente na primavera e no verão, a cada 6 semanas, com um fertilizante rico em azoto. Em ambientes secos, fique atento às cochonilhas e aos ácaros, e se o seu exemplar ainda for muito jovem, proteja-o da geada.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/a-arvore-da-vida-dos-maias-chega-ao-jardim-eis-como-podes-plantar-um-pochote-mesmo-num-espaco-reduzido.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Calor e umidade abaixo de 20% pressionam lavouras de trigo e feijão no Brasil Central]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/calor-e-umidade-abaixo-de-20-pressionam-lavouras-de-trigo-e-feijao-no-brasil-central.html</link><pubDate>Sat, 04 Jul 2026 12:09:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Com a chuva afastada do Brasil Central, a umidade pode ficar abaixo de 20% nos próximos dias, elevando a demanda por irrigação em feijão terceira safra, trigo irrigado, hortaliças e pastagens do Cerrado em áreas agrícolas sensíveis.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-e-umidade-abaixo-de-20-pressionam-lavouras-de-trigo-e-feijao-no-brasil-central-1783087960211.jpg" data-image="xczyjbnbdhnh" alt="umidade, solo, matopiba" title="umidade, solo, matopiba"><figcaption>No Brasil Central, a baixa umidade aumenta a perda de água do solo e pressiona o manejo das lavouras nos próximos dias.</figcaption></figure><p>A baixa umidade deve pressionar o Brasil Central nos próximos dias, com índices perto ou abaixo de 20% em pontos de Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Tocantins, oeste da Bahia, sul do Maranhão, sul do Piauí e norte de Minas Gerais.</p><p>Entre esta sexta-feira e o início da próxima semana, <strong>a ausência de chuva significativa mantém tardes secas</strong> em Goiânia, Brasília, Palmas, Barreiras, Luís Eduardo Magalhães, Gurupi, Araguaína, Sorriso e Primavera do Leste.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</strong></div><p>O problema vai além do desconforto. Em áreas agrícolas, a combinação de sol, <strong>pouca nebulosidade e máximas entre 34°C e 36°C aumenta a perda de água pelo solo e pelas plantas</strong>. Isso exige atenção em feijão terceira safra, trigo irrigado, hortaliças e pastagens, especialmente onde a irrigação já trabalha no limite.</p><h2>Tardes mais secas avançam de GO ao MATOPIBA nos próximos dias </h2><p>O padrão atmosférico é típico do inverno no interior do país: a chuva fica restrita ao Sul, ao norte da Região Norte e ao litoral do Nordeste, <strong>enquanto uma massa de ar seco domina o Centro-Oeste e parte do MATOPIBA</strong>. A faixa mais crítica aparece do nordeste de Goiás ao Tocantins, passando pelo oeste da Bahia, sul do Maranhão e sul do Piauí.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-e-umidade-abaixo-de-20-pressionam-lavouras-de-trigo-e-feijao-no-brasil-central-1783087866357.jpg" data-image="1hyk2jc39kd0" alt="chuva, seco, anomalia" title="chuva, seco, anomalia"><figcaption>Chuva acumulada até segunda-feira, 6 de julho, mostra o Brasil Central praticamente seco, enquanto os maiores volumes ficam no Norte, litoral do Nordeste e Sul do país.</figcaption></figure><p>Na prática, a umidade cai mais rápido entre o fim da manhã e o meio da tarde, quando a temperatura sobe e a nebulosidade diminui. <strong>Em Brasília e Goiânia, os menores índices tendem a ficar entre 20% e 30%</strong>, mas áreas mais secas de GO, TO, oeste baiano e sul do PI podem registrar valores próximos ou abaixo de 20%.</p><h2>Feijão, trigo irrigado e hortaliças sentem mais a perda de água </h2><p>A pressão maior recai sobre cultivos que dependem de umidade regular no solo. O feijão terceira safra pode sentir redução de pegamento de flores e enchimento de grãos quando há falhas no turno de irrigação.<strong> No trigo irrigado, o ar seco eleva a demanda evaporativa e pode exigir ajustes finos </strong>na lâmina d’água. Hortaliças folhosas, tomate, cebola, batata e frutíferas jovens também respondem rapidamente ao déficit de água.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="776839" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-terao-comportamento-diferente-na-primeira-quinzena-de-julho-veja-mudanca.html" title="Chuvas terão comportamento diferente na primeira quinzena de julho; veja a mudança">Chuvas terão comportamento diferente na primeira quinzena de julho; veja a mudança</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-terao-comportamento-diferente-na-primeira-quinzena-de-julho-veja-mudanca.html" title="Chuvas terão comportamento diferente na primeira quinzena de julho; veja a mudança"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-terao-comportamento-diferente-na-primeira-quinzena-de-julho-veja-mudanca-1783021251354_320.png" alt="Chuvas terão comportamento diferente na primeira quinzena de julho; veja a mudança"></a></article></aside><p>Os pontos de atenção ficam claros:</p><p>• GO e DF: <strong>tardes secas aumentam a demanda de irrigação em feijão</strong>, hortaliças e trigo irrigado;<br> • oeste da BA: Barreiras e Luís Eduardo Magalhães seguem com sol forte e baixa nebulosidade;<br> • TO: <strong>Palmas, Gurupi e Araguaína podem ter máximas acima de 33°C</strong> e umidade muito baixa;<br> • MT: Sorriso e Primavera do Leste seguem secos, mas com menor risco que o eixo GO-TO-MATOPIBA.</p><h2>Sem chuva ampla, manejo precisa mirar as horas críticas </h2><p>A tendência é de manutenção do tempo firme na maior parte do Brasil Central até o início da próxima semana. <strong>O alívio por chuva deve ser limitado</strong>, com instabilidade mais provável fora do núcleo seco: no Sul, no norte do Amazonas, em Roraima, Amapá, norte do Pará e litoral nordestino. Para GO, DF, TO, oeste da BA, sul do MA, sul do PI e norte de MG, o sinal dominante segue seco.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-e-umidade-abaixo-de-20-pressionam-lavouras-de-trigo-e-feijao-no-brasil-central-1783088253301.jpg" data-image="5rbnu7r5iugm" alt="ar quente, umidade baixa, sul, sudeste, centro" title="ar quente, umidade baixa, sul, sudeste, centro"><figcaption>Anomalia de temperatura traz o ar mais quente sobre o Brasil Central, mantendo tardes acima da média e maior demanda de água em lavouras irrigadas.</figcaption></figure><p>Nos próximos dias, o manejo deve priorizar irrigação nas horas de menor perda, monitoramento da umidade do solo e cuidado com aplicações em tardes de ar muito seco. Em estradas rurais, a poeira também pode aumentar. <strong>Algodão e parte do milho aproveitam o tempo firme</strong>, mas feijão, trigo irrigado, hortaliças e pastagens seguem mais vulneráveis.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/calor-e-umidade-abaixo-de-20-pressionam-lavouras-de-trigo-e-feijao-no-brasil-central.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Primeiro vertebrado a conquistar ambiente terrestre pode ter crescido sem fase larval, revela estudo]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/primeiro-vertebrado-a-conquistar-ambiente-terrestre-pode-ter-crescido-sem-fase-larval-revela-estudo.html</link><pubDate>Sat, 04 Jul 2026 10:04:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Fósseis raros de animais recém-nascidos desafiam hipótese tradicional sobre a evolução dos primeiros tetrápodes e indicam que eles se desenvolviam diretamente, sem passar por metamorfose semelhante à dos anfíbios modernos.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/primeiro-vertebrado-a-conquistar-ambiente-terrestre-pode-ter-crescido-sem-fase-larval-revela-estudo-1783027459240.jpg" data-image="zthwfb9q2ahm" alt="Um estudo sugere que os embolômeros e outros animais terrestres quadrúpedes primitivos eram seres de desenvolvimento direto, crescendo de versões menores para versões maiores de si mesmos na fase adulta — Foto: Gabriel Ugueto" title="Um estudo sugere que os embolômeros e outros animais terrestres quadrúpedes primitivos eram seres de desenvolvimento direto, crescendo de versões menores para versões maiores de si mesmos na fase adulta — Foto: Gabriel Ugueto"><figcaption>Um estudo sugere que os embolômeros e outros animais terrestres quadrúpedes primitivos eram seres de desenvolvimento direto, crescendo de versões menores para versões maiores de si mesmos na fase adulta. Crédito: Gabriel Ugueto</figcaption></figure><p>Os <strong>primeiros vertebrados</strong> a explorar o ambiente terrestre podem ter seguido um <strong>caminho evolutivo diferente</strong> do que os cientistas imaginaram durante décadas. <a href="https://www.science.org/doi/10.1126/science.aeb7635" target="_blank">Um estudo publicado na revista </a><em><a href="https://www.science.org/doi/10.1126/science.aeb7635" target="_blank">Science</a></em> apresenta evidências de que os primeiros tetrápodes (grupo que deu origem aos anfíbios, répteis, aves e mamíferos) provavelmente cresciam por desenvolvimento direto, sem passar por uma fase larval semelhante à dos girinos dos anfíbios atuais.</p><p>A conclusão foi alcançada por pesquisadores do <strong>Museu Field de História Natura</strong>l, nos Estados Unidos, após a análise de fósseis excepcionalmente preservados de recém-nascidos de embolômeros. Esses predadores, que lembravam<strong> uma combinação entre crocodilos e enguias, viveram entre 350 milhões e 280 milhões de anos atrás </strong>e tiveram seus restos encontrados no sítio paleontológico de Mazon Creek, no estado norte-americano de Illinois.</p><p>Até agora, a hipótese mais aceita era a de que os primeiros tetrápodes passavam por uma metamorfose semelhante à observada em sapos e salamandras modernos. Os novos fósseis, no entanto,<strong> indicam que esses animais já nasciam com uma estrutura corporal muito próxima à dos adultos</strong>, crescendo apenas em tamanho até atingir a maturidade reprodutiva.</p><h2>Novas pistas sobre a conquista da terra firme</h2><p>Os primeiros tetrápodes surgiram durante o período<strong> Devoniano, entre aproximadamente 419 milhões e 359 milhões de anos atrás</strong>, quando alguns vertebrados começaram a abandonar gradualmente os ambientes aquáticos. Essa transição representou um dos momentos mais importantes da história da vida, abrindo caminho para a diversificação dos animais terrestres.</p><div class="texto-destacado">Durante muito tempo, pesquisadores utilizaram os anfíbios modernos como modelo para compreender essa etapa da evolução. Como sapos e salamandras passam por uma fase larval aquática antes de se tornarem adultos terrestres, acreditava-se que seus ancestrais também tivessem seguido esse padrão.</div><p>Entretanto, ao examinarem os fósseis juvenis dos embolômeros, os cientistas não encontraram sinais de brânquias externas nem de outras estruturas típicas de larvas aquáticas. Segundo o pesquisador Jason Pardo, coautor do estudo<strong>, os exemplares oferecem um raro registro dos primeiros estágios da vida desses animais.</strong> "Esses são detalhes íntimos dos primeiros momentos da vida desses animais. Nunca vimos isso antes para toda essa parte da árvore evolutiva", afirmou ao portal Live Science.</p><h2>Desenvolvimento direto muda interpretação da evolução</h2><p>No desenvolvimento direto, o organismo nasce com a<strong> mesma estrutura básica que manterá na fase adulta</strong>, passando apenas por crescimento e amadurecimento. Os seres humanos, por exemplo, seguem esse padrão, sem sofrer transformações corporais radicais ao longo da vida.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/primeiro-vertebrado-a-conquistar-ambiente-terrestre-pode-ter-crescido-sem-fase-larval-revela-estudo-1783027595079.jpg" data-image="njvf0pt9tf9l" alt="Fósseis raros indicam nascimento sem fase larval facilitando a exploração terrestre." title="Fósseis raros indicam nascimento sem fase larval facilitando a exploração terrestre."><figcaption>Fósseis raros indicam nascimento sem fase larval facilitando a exploração terrestre. Crédito: Revista Galileu</figcaption></figure><p>Já no<strong> desenvolvimento indireto</strong>, comum entre muitos anfíbios, o animal nasce em uma forma larval adaptada ao ambiente aquático e posteriormente passa por uma metamorfose. Os resultados do estudo indicam que os primeiros tetrápodes analisados se aproximavam do primeiro modelo, e não do segundo.</p><p>Além dos embolômeros, a equipe investigou fósseis de outros grupos relacionados, como <strong>peixes megalictídeos e aistópodes</strong>, animais alongados e sem membros que viveram durante a transição entre a água e a terra. Em todos os casos, as evidências apontaram para um padrão de desenvolvimento direto.</p><h2>Descoberta reforça importância de revisar hipóteses científicas</h2><p>Embora os autores reconheçam que a evolução dos primeiros vertebrados terrestres seja mais complexa do que uma única estratégia de desenvolvimento, os resultados desafiam uma<strong> interpretação amplamente difundida sobre a origem dos tetrápodes.</strong></p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="773218" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/peixe-que-desafia-a-evolucao-sobrevive-ha-100-mil-anos-sem-machos.html" title="Peixe que desafia a evolução sobrevive há 100 mil anos sem machos">Peixe que desafia a evolução sobrevive há 100 mil anos sem machos</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/peixe-que-desafia-a-evolucao-sobrevive-ha-100-mil-anos-sem-machos.html" title="Peixe que desafia a evolução sobrevive há 100 mil anos sem machos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/peixe-que-desafia-a-evolucao-sobrevive-ha-100-mil-anos-sem-machos-1781103140859_320.jpg" alt="Peixe que desafia a evolução sobrevive há 100 mil anos sem machos"></a></article></aside><p>Segundo Pardo, a ideia de que <strong>a metamorfose era uma etapa obrigatória na conquista do ambiente terrestre</strong> persistiu por muitos anos por falta de evidências diretas sobre os estágios iniciais da vida desses animais. Os fósseis encontrados em Mazon Creek ajudam a preencher essa lacuna e sugerem que diferentes estratégias de desenvolvimento coexistiram ao longo da evolução.</p><p>Para Arjan Mann, curador assistente do Museu Field de História Natural e coautor do trabalho, a pesquisa também demonstra <strong>a importância de reavaliar teorias consolidadas à medida que novos registros fósseis são descobertos.</strong> "A principal mensagem deste estudo é que devemos sempre questionar o conhecimento convencional na ciência, especialmente quando essas ideias antigas não têm respaldo substancial", conclui.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Revista%20Galileu" data-year="2026" data-title="Primeiro%20vertebrado%20a%20conquistar%20ambiente%20terrestre%20n%C3%A3o%20era%20como%20cientistas%20imaginavam" data-url="https%3A%2F%2Frevistagalileu.globo.com%2Fciencia%2Fnoticia%2F2026%2F06%2Fprimeiro-vertebrado-a-conquistar-ambiente-terrestre-nao-era-como-cientistas-imaginavam.ghtml">Revista Galileu. (2026). <a href="https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2026/06/primeiro-vertebrado-a-conquistar-ambiente-terrestre-nao-era-como-cientistas-imaginavam.ghtml" target="_blank" rel="" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Primeiro vertebrado a conquistar ambiente terrestre não era como cientistas imaginavam</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/primeiro-vertebrado-a-conquistar-ambiente-terrestre-pode-ter-crescido-sem-fase-larval-revela-estudo.html</guid><dc:creator><![CDATA[João Cunha]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Nova frente fria avança e muda o tempo em 7 estados nos próximos dias; veja a previsão]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/nova-frente-fria-avanca-e-muda-o-tempo-em-7-estados-nos-proximos-dias-veja.html</link><pubDate>Sat, 04 Jul 2026 08:33:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma frente fria seguida por uma intensa massa de ar polar provoca queda acentuada das temperaturas no Sul e Sudeste do país, com previsão de geadas, friagem, ventos fortes e frio intenso ao longo do fim de semana. </p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xal8g2a"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xal8g2a.jpg" id="xal8g2a"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Neste momento, <strong>uma frente fria avança pelo país</strong>, após causar chuvas significativas e nebulosidade intensa sobre diversos estados do país, com destaque para a região Sul. Além disso, <strong>o sistema está causando ventos fortes </strong>em todo o litoral do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro.</p><div class="texto-destacado">O Instituto Nacional de Meteorologia (<a href="https://portal.inmet.gov.br/" target="_blank">INMET</a>) emitiu alertas de VENTOS FORTES para o litoral do RS, SC, PR, SP e RJ, onde há risco de dunas de areia avançarem sobre construções na orla; e também alertas de DECLÍNIO DE TEMPERATURA para SC, PR, MS, MT, RO e AC, com risco de declínio entre 3°C e 5°C que traz riscos à saúde.</div><p>Em paralelo, uma m<strong>assa de ar frio está avançando pelo país </strong>logo após a passagem da chuva. O sistema já está trazendo <strong>frio intenso</strong> para o Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, oeste do Mato Grosso, e partes de Rondônia, Acre e extremo sul do Amazonas - o que configura um episódio de <strong>friagem</strong>.</p><h2>Frio atinge o Sul e o Sudeste</h2><p>Este sistema continuará influenciando o tempo em diversos estados ao longo deste final de semana, fazendo as condições meteorológicas mudarem completamente. Já neste sábado durante a madrugada e a manhã, <strong>temperaturas negativas</strong> foram registradas entre a <strong>Serra Gaúcha e a Serra Catarinense</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/nova-frente-fria-avanca-e-muda-o-tempo-em-7-estados-nos-proximos-dias-veja-1783121415914.jpg" data-image="unkjauq3dtl2" alt="Previsão de temperaturas mínimas ao longo deste sábado durante o início da manhã." title="Previsão de temperaturas mínimas ao longo deste sábado durante o início da manhã."><figcaption>Previsão de temperaturas mínimas ao longo deste sábado durante o início da manhã mostra que diversos municípios serranos registrarão temperaturas negativas (cores esbranquiçadas).</figcaption></figure><p>Isso sinaliza a formação de <strong>temperaturas baixíssimas em toda a região Sul</strong>, além de<strong> geadas fortes e abrangentes</strong> que se formam não só na região Serrana, como também em diversos outros municípios do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Sul do Paraná. Mas ao longo do Sábado (4) e do Domingo (5), a massa de ar frio também avançará pela região Sudeste.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Nos últimos dias, diversos municípios do Sudeste registraram temperaturas máximas superiores a<strong> 30°C</strong>, especialmente no Rio de Janeiro - onde as temperaturas chegaram a <strong>quase 35°C</strong> no Aeroporto de Jacarepaguá. Com o avanço da massa de ar frio, essas temperaturas <strong>tendem a cair fortemente </strong>- As máximas previstas para Jacarepaguá no Domingo (5) são de <strong>21°C</strong>, o que sinaliza uma <strong>queda de 14 graus</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/nova-frente-fria-avanca-e-muda-o-tempo-em-7-estados-nos-proximos-dias-veja-1783121519575.jpg" data-image="knl4ip9twpqs" alt="Previsão de anomalias de temperatura no domingo durante a tarde." title="Previsão de anomalias de temperatura no domingo durante a tarde."><figcaption>Previsão de anomalias de temperatura no domingo durante a tarde sinaliza que boa parte da região Sudeste passará a registrar temperaturas máximas mais baixas que o normal no fim de semana.</figcaption></figure><p>Quedas similares de temperatura serão sentidas em outros municípios de <strong>São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e sul de Minas Gerais</strong>, como é possível observar na imagem acima. Essa situação é ocasionada tanto pelo avanço da massa de ar frio quanto pela nebulosidade e chuva fraca que continuarão sendo formadas pelo sistema ao longo deste final de semana.</p><h2>Nova frente fria avança na Segunda-feira</h2><p>Ao longo da segunda-feira (6), um <strong>novo ciclone</strong> começará a se formar na costa da América do Sul, impulsionando na sequência uma <strong>nova frente fria </strong>sobre o Brasil. O sistema prolongará a mudança do tempo registrada no final de semana.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/nova-frente-fria-avanca-e-muda-o-tempo-em-7-estados-nos-proximos-dias-veja-1783124457048.jpg" data-image="zrrddggs2327" alt="Previsão de pressão, nebulosidade, ventos e chuva na segunda-feira durante a tarde." title="Previsão de pressão, nebulosidade, ventos e chuva na segunda-feira durante a tarde."><figcaption>Previsão de pressão, nebulosidade, ventos e chuva na segunda-feira durante a tarde mostra uma nova frente fria avançando pelo Brasil e causando chuvas intensas nos estados de SC e PR.</figcaption></figure><p>O sistema <strong>trará as chuvas devolta aos estados do Sul do país</strong>. Apesar de chuvas fracas se formarem no <strong>Rio Grande do Sul</strong>, o destaque fica para <strong>Santa Catarina</strong> e <strong>Paraná</strong>, que serão atingidos por tempestades intensas que podem causar transtornos para a população não só na segunda (6), como também na terça-feira (7). O <strong>Mato Grosso do Sul</strong> também será atingido por pancadas de chuva.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777008" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-e-ciclone-mudam-o-tempo-com-chuva-vento-e-frio-no-centro-sul-confira.html" title="Ar polar e ciclone mudam o tempo com chuva, vento e frio no Centro-Sul; confira">Ar polar e ciclone mudam o tempo com chuva, vento e frio no Centro-Sul; confira</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-e-ciclone-mudam-o-tempo-com-chuva-vento-e-frio-no-centro-sul-confira.html" title="Ar polar e ciclone mudam o tempo com chuva, vento e frio no Centro-Sul; confira"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-e-ciclone-mudam-o-tempo-com-chuva-vento-e-frio-no-centro-sul-confira-1783106151214_320.png" alt="Ar polar e ciclone mudam o tempo com chuva, vento e frio no Centro-Sul; confira"></a></article></aside><p>Nos dias seguintes, a frente fria avançará pela região Sudeste, ajudando a manter o <strong>tempo nublado e chuvoso</strong> também em estados como <strong>São Paulo</strong>, <strong>Rio de Janeiro</strong> e <strong>Espírito Santo</strong>, contribuindo para que a mudança no tempo seja mantida ao longo da semana que vem. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/nova-frente-fria-avanca-e-muda-o-tempo-em-7-estados-nos-proximos-dias-veja-1783125127369.jpg" data-image="6rkgk9oec9ou" alt="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa semana que vem.." title="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa semana que vem.."><figcaption> Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa mostra uma nova massa de ar frio avançando pelo país e ajudando a manter o frio sobre a região Sul e Sudeste na semana que vem.</figcaption></figure><p>O sistema também será acompanhado por uma <strong>nova massa de ar frio </strong>que ajuda a manter o tempo frio ao longo da semana que vem em todos os estados mencionados do <strong>Sul e do Sudeste do país</strong>, com destaque para o Rio Grande do Sul, que será o estado a registrar as <strong>menores temperaturas</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/nova-frente-fria-avanca-e-muda-o-tempo-em-7-estados-nos-proximos-dias-veja.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Com limão, alecrim e louro: cinco dicas para perfumar a tua casa com ingredientes que quase sempre acabam no lixo]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/com-limao-alecrim-e-louro-cinco-dicas-para-perfumar-a-tua-casa-com-ingredientes-que-quase-sempre-acabam-no-lixo.html</link><pubDate>Fri, 03 Jul 2026 23:13:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Muitos ingredientes ainda mantêm um aroma intenso. Com apenas alguns minutos de preparação, podem tornar-se uma forma simples de perfumar os ambientes da casa.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/con-limon-romero-y-laurel-cinco-trucos-para-perfumar-tu-casa-con-ingredientes-que-casi-siempre-terminan-en-la-basura-1782772967087.jpg" data-image="ka3s16u86bs5" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>O calor suave e o vapor de água são os responsáveis por libertar os óleos contidos nas cascas e nas ervas.</figcaption></figure><p>Descascas uma laranja, espremes um limão ou cortas alguns ramos de alecrim para cozinhar. Pouco tempo depois, as cascas e as folhas acabam no lixo. No entanto, esses restos ainda <strong>conservam uma qualidade que vale a pena aproveitar: o seu aroma</strong>.</p><p>As ervas aromáticas e os citrinos armazenam nas suas folhas, flores ou cascas pequenas quantidades de compostos voláteis. São as moléculas que lhes conferem o seu perfume característico e que, <strong>quando aquecidas suavemente ou em contacto com o vapor de água, se libertam com maior facilidade</strong>.</p><p><strong>O resultado é uma fragrância natural, subtil e passageira</strong>, capaz de tornar mais agradável qualquer ambiente da casa. Com ingredientes fáceis de encontrar, é possível preparar aromatizantes caseiros sem recorrer a aerossóis ou difusores elétricos.</p><h2>Cinco combinações naturais para a tua casa</h2><p><strong>Limão, canela e cravo-da-índia</strong>: a maior parte do aroma do limão encontra-se na casca. Ao combiná-la com um pau de canela e quatro ou cinco cravos-da-índia numa panela em lume muito baixo, o vapor espalha uma fragrância fresca com um toque adocicado, ideal para salas de estar, salas de jantar ou cozinhas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/con-limon-romero-y-laurel-cinco-trucos-para-perfumar-tu-casa-con-ingredientes-que-casi-siempre-terminan-en-la-basura-1782773237376.jpg" data-image="17r60j9b3w9i" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Infusões naturais: uma forma simples e económica de perfumar a casa sem recorrer a aerossóis sintéticos.</figcaption></figure><p><strong>Laranja e alecrim</strong>: as notas doces da laranja equilibram o aroma intenso do alecrim. Basta a casca de uma laranja e dois ou três ramos frescos. À medida que a água aquece, <strong>ambas as fragrâncias misturam-se sem se tornarem invasivas</strong>. (Dica: se o alecrim for recém cortado, o aroma será mais intenso).</p><p><strong>Eucalipto</strong>: as suas folhas contêm óleos que se libertam lentamente, mesmo sem necessidade de as cozinhar; um ramo fresco num vaso pode perfumar durante vários dias.</p><p>Se procurares um efeito mais rápido, <strong>coloca alguns ramos num recipiente com água recém fervida </strong>para que o vapor acelere o processo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/con-limon-romero-y-laurel-cinco-trucos-para-perfumar-tu-casa-con-ingredientes-que-casi-siempre-terminan-en-la-basura-1782773383567.jpg" data-image="t1bjdhodd1kv" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Ramos de eucalipto em água quente, um recurso ideal para obter um efeito aromatizante imediato e refrescar os ambientes.</figcaption></figure><p><strong>Hortelã e limão (Ideal para casas de banho e cozinhas)</strong>: a hortelã liberta o seu aroma quando as folhas são partidas ou ligeiramente esmagadas. Combinada com cascas de limão, proporciona uma fragrância fresca e vibrante, ideal para os espaços mais pequenos da casa.</p><p><strong>Louro e laranja</strong>: o louro costuma ficar no frasco das especiarias até chegar a altura de preparar um guisado, <strong>mas as suas folhas secas ou frescas contêm óleos espetaculares</strong>. Quando combinadas com cascas de laranja e água quente, libertam um aroma sofisticado e profundo.</p><ul></ul><h2>Como preparar estas misturas sem complicações</h2><p>A forma mais simples consiste em colocar os ingredientes numa panela com água suficiente e mantê-la em lume muito baixo. O objetivo não é ferver vigorosamente, <strong>mas sim permitir que o calor liberte, pouco a pouco, os compostos aromáticos</strong>.</p><p>Se não quiser ligar o fogão, também pode colocar os ingredientes num <strong>recipiente resistente ao calor e cobri-los com água recém fervida</strong>. O aroma será menos intenso e durará menos tempo, mas é suficiente para perfumar ambientes pequenos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/con-limon-romero-y-laurel-cinco-trucos-para-perfumar-tu-casa-con-ingredientes-que-casi-siempre-terminan-en-la-basura-1782773561710.jpg" data-image="ovik65349sfp" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Com um pouco de criatividade, aquilo que normalmente acaba no cesto do lixo pode ter uma segunda utilidade.</figcaption></figure><p>Em ambos os casos, é <strong>aconselhável utilizar ingredientes frescos sempre que possível</strong> e renovar a mistura quando o aroma começar a diminuir.</p><p>Estes aromatizantes proporcionam uma fragrância natural. A sua intensidade dependerá do <strong>tamanho do espaço, da ventilação e da quantidade de ingredientes</strong>. Se forem preparados na cozinha, nunca devem ser deixados sem supervisão e é importante verificar se a panela mantém água suficiente durante todo o processo.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="686504" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/o-oregano-e-de-fato-uma-erva-milagrosa-que-melhora-a-digestao-e-alivia-a-tosse-e-dores.html" title="O orégano é, de fato, uma erva “milagrosa” que melhora a digestão e alivia a tosse e dores?">O orégano é, de fato, uma erva “milagrosa” que melhora a digestão e alivia a tosse e dores?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/o-oregano-e-de-fato-uma-erva-milagrosa-que-melhora-a-digestao-e-alivia-a-tosse-e-dores.html" title="O orégano é, de fato, uma erva “milagrosa” que melhora a digestão e alivia a tosse e dores?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/es-el-oregano-una-hierba-milagrosa-que-mejora-la-digestion-y-calma-el-dolor-1733313106540_320.jpeg" alt="O orégano é, de fato, uma erva “milagrosa” que melhora a digestão e alivia a tosse e dores?"></a></article></aside><p>Da próxima vez que espremer um limão ou descascar uma laranja, talvez valha a pena mudar um hábito. Alguns ramos de alecrim, algumas folhas de eucalipto ou umas poucas especiarias podem tornar-se, por algum tempo, <strong>uma forma simples e económica de deixar a casa com um cheiro agradável</strong> sem necessidade de recorrer a aerossóis ou perfumes sintéticos.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/com-limao-alecrim-e-louro-cinco-dicas-para-perfumar-a-tua-casa-com-ingredientes-que-quase-sempre-acabam-no-lixo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ar polar e ciclone mudam o tempo com chuva, vento e frio no Centro-Sul; confira]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-e-ciclone-mudam-o-tempo-com-chuva-vento-e-frio-no-centro-sul-confira.html</link><pubDate>Fri, 03 Jul 2026 21:19:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Um ciclone extratropical no Atlântico favorece a entrada de ar polar no Centro-Sul do Brasil. O sistema deve provocar ventos fortes, chuvas e derrubar as temperaturas no fim de semana.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xal66ty"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xal66ty.jpg" id="xal66ty"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Um <strong>ciclone extratropical</strong> formado no <strong>Oceano Atlântico</strong>, próximo à costa do Rio Grande do Sul, passou a influenciar o tempo no Centro-Sul do Brasil desde quinta-feira (2). Embora seu centro permaneça sobre o mar, o sistema altera a circulação dos ventos sobre o continente, <strong>favorecendo</strong> o <strong>avanço</strong> de uma <strong>massa de ar polar</strong> e provocando mudanças importantes nas condições do tempo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-e-ciclone-mudam-o-tempo-com-chuva-vento-e-frio-no-centro-sul-confira-1783105449627.png" data-image="voqd8g9zvajw" alt="Imagem de satélite na tarde desta sexta-feira (3) mostra o ciclone a leste da costa do Rio Grande do Sul e sua frente fria na faixa leste do país." title="Imagem de satélite na tarde desta sexta-feira (3) mostra o ciclone a leste da costa do Rio Grande do Sul e sua frente fria na faixa leste do país."><figcaption>Imagem de satélite na tarde desta sexta-feira (3) mostra o ciclone a leste da costa do Rio Grande do Sul e sua frente fria na faixa leste do país.</figcaption></figure><p>Além de deixar o <strong>mar mais agitado </strong>e intensificar os <strong>ventos</strong> na <strong>costa do Rio Grande do Sul </strong>até o final da <strong>sexta-feira (3)</strong>, com rajadas que podem se aproximar ou ultrapassar<strong> 70 km/h</strong>, o ciclone atua como um "corredor" para o ar frio. Na sua retaguarda, os ventos passam a soprar de sul, transportando o<strong> ar de origem polar</strong> em direção ao <strong>Sul</strong> e ao <strong>Sudeste</strong> do país. </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões do tempo diretamente no seu celular através do nosso novo canal do WhatsApp.<strong> <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">Clique aqui para nos seguir e ative as notificações!</a></strong></div><p>Ao mesmo tempo, a frente fria associada ao sistema mantém o<strong> céu encoberto</strong> e favorece<strong> chuva fraca</strong> na <strong>faixa leste do Sudeste</strong>, entre São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo durante todo o<strong> fim de semana</strong>. Confira os detalhes.</p><h2>Tempo encoberto na faixa leste do Sudeste e chuva no litoral</h2><p>Enquanto o ar polar avança, a frente fria associada ao ciclone mantém o tempo instável entre a faixa leste do Paraná e o Sudeste. Entre esta sexta-feira (3) e o domingo (5), a previsão é de muita nebulosidade e chuva fraca a moderada, principalmente no litoral de São Paulo e na faixa leste do estado do Rio de Janeiro.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-e-ciclone-mudam-o-tempo-com-chuva-vento-e-frio-no-centro-sul-confira-1783105502917.png" data-image="k3ma6vra9ew0" alt="Previsão de probabilidade de chuva neste sábado (4), segundo o ECMWF." title="Previsão de probabilidade de chuva neste sábado (4), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de probabilidade de chuva neste sábado (4), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>Enquanto no sábado (4) as chuvas devem se concentrar na faixa leste de São Paulo e sul do Rio de Janeiro, durante o domingo (5) as chuvas avançam em direção ao Rio de Janeiro e o Espírito Santo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-e-ciclone-mudam-o-tempo-com-chuva-vento-e-frio-no-centro-sul-confira-1783105519017.png" data-image="43ivo63g24hl" alt="Previsão de chuva acumulada até o final de domingo (5), segundo o ECMWF." title="Previsão de chuva acumulada até o final de domingo (5), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de chuva acumulada até o final de domingo (5), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>Os <strong>acumulados</strong>, em geral, não devem ser elevados, com máximos entre <strong>20 e 30 mm</strong> entre a <strong>metade norte do litoral de São Paulo </strong><strong>até</strong> a região de <strong>Nova Friburgo, no Rio de Janeiro</strong>. A combinação entre céu encoberto, chuva e ventos de sul contribuirá para manter as temperaturas baixas ao longo do dia.</p><h2>Fim de semana frio: por que o ciclone ajuda o ar polar a avançar?</h2><p>Apesar de o <strong>ciclone</strong> estar localizado sobre o <strong>oceano</strong>, ele desempenha um papel importante na chegada do frio ao continente. Isso acontece porque sua circulação reorganiza os ventos<strong> </strong>na atmosfera: <strong>atrás da frente fria</strong>, os <strong>ventos</strong> mudam de direção e<strong> passam a soprar do quadrante sul</strong>, funcionando como um mecanismo que <strong>canaliza</strong> o <strong>ar polar</strong> para latitudes mais baixas. Esse processo <strong>favorece</strong> a incursão da massa de ar <strong>frio</strong> sobre o <strong>Sul</strong> e o <strong>Sudeste</strong>, provocando um declínio nas temperaturas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="776496" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/como-sera-o-clima-em-julho-diante-do-risco-de-el-nino-forte.html" title="Como será o clima em julho diante do risco de El Niño forte?">Como será o clima em julho diante do risco de El Niño forte?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/como-sera-o-clima-em-julho-diante-do-risco-de-el-nino-forte.html" title="Como será o clima em julho diante do risco de El Niño forte?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/como-sera-o-clima-em-julho-diante-do-risco-de-el-nino-forte-1782837242847_320.png" alt="Como será o clima em julho diante do risco de El Niño forte?"></a></article></aside><p>O<strong> sábado (4)</strong> terá um amanhecer <strong>abaixo de zero</strong> na região Sul, especialmente na <strong>Serra Catarinense</strong>, com mínimas que podem alcançar até <strong>-5°C</strong>. Em todo o <strong>Rio Grande do Sul, Santa Catarina e metade sul do Paraná </strong>as temperaturas devem ser <strong>abaixo de 5°C</strong>, com favorecimento de formação de <strong>geada</strong> nas áreas de céu claro e ventos fracos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-e-ciclone-mudam-o-tempo-com-chuva-vento-e-frio-no-centro-sul-confira-1783105594189.png" data-image="mgfen3a52mjd" alt="Previsão de temperatura mínima sábado (4), segundo o ECMWF." title="Previsão de temperatura mínima sábado (4), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de temperatura mínima sábado (4), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>Na região <strong>Sudeste</strong> as mínimas não serão tão baixas quanto no Sul, mas as<strong> tardes</strong> serão <strong>bastante frias,</strong> com temperaturas da ordem de<strong> 13°C a 15°C</strong> na faixa leste. Isso representa um desvio de cerca de<strong> 8°C abaixo da média</strong> em São Paulo no sábado (4).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-e-ciclone-mudam-o-tempo-com-chuva-vento-e-frio-no-centro-sul-confira-1783105570565.png" data-image="avstvkzieacn" alt="Previsão de anomalia de temperatura máxima neste sábado (4), segundo o ECMWF." title="Previsão de anomalia de temperatura máxima neste sábado (4), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de anomalia de temperatura máxima neste sábado (4), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>No <strong>domingo (5)</strong>, as <strong>mínimas</strong> sobem ligeiramente no Sul e <strong>caem</strong> <strong>ligeiramente</strong> na faixa leste do <strong>Sudeste</strong>, com valores da ordem de <strong>13°C</strong>. As <strong>máximas</strong> devem continuar <strong>frias</strong> na metade sul do <strong>Rio Grande do Sul </strong>e <strong>faixa leste entre Sul e Sudeste</strong>, com valores entre 13°C e 17°C.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-e-ciclone-mudam-o-tempo-com-chuva-vento-e-frio-no-centro-sul-confira.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O oceano poderia oferecer mais de um terço da solução para o clima, mas recebe menos de 1% do financiamento climático]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/o-oceano-poderia-oferecer-mais-de-um-terco-da-solucao-para-o-clima-mas-recebe-menos-de-1-do-financiamento-climatico.html</link><pubDate>Fri, 03 Jul 2026 20:29:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>O oceano representa uma das ferramentas climáticas mais poderosas atualmente, capaz de proporcionar mais de 1/3 das reduções de emissões até 2050. Então, por que as soluções baseadas no oceano ainda representam uma parcela tão pequena do financiamento climático global?</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/l-ocean-nous-offre-plus-d-un-tiers-de-la-solution-climatique-mais-recoit-moins-de-1-des-financements-pourquoi-ce-paradoxe-1782624838987.jpeg" data-image="l5j846rkfoz6" alt="oceano" title="oceano"><figcaption>O oceano absorve uma grande parte do excesso de calor do planeta, mas continua sendo uma das áreas mais negligenciadas do financiamento climático.</figcaption></figure><p>O <strong>oceano </strong>absorve uma grande proporção do excesso de calor que se acumula no sistema climático, armazena carbono, alimenta bilhões de pessoas e oferece um enorme potencial para acelerar a transição para energias limpas.</p><p>Todos os dias, ele <strong>atua silenciosamente para limitar os efeitos das mudanças climáticas</strong>. No entanto, seu papel permanece amplamente subestimado nas políticas de investimento.</p><h2>Uma peça-chave na questão climática que permanece amplamente ignorada</h2><p>Pesquisas realizadas para o Painel de Alto Nível para uma Economia Oceânica Sustentável mostram que<strong> soluções baseadas no oceano poderiam proporcionar mais de um terço das reduções anuais de emissões necessárias até 2050</strong> para manter o aquecimento global próximo de 1,5°C.</p><p>Atualmente, <strong>menos de 1% do financiamento global para o desenvolvimento é destinado ao oceano</strong>. No entanto, 90% das nações costeiras e insulares já incluíram pelo menos uma ação relacionada ao oceano em seus compromissos climáticos, embora as soluções com maior potencial ainda estejam sendo implementadas apenas em escala limitada.</p><p>A <strong>análise econômica </strong>é igualmente convincente. Cada dólar investido nas principais soluções baseadas no oceano poderia gerar pelo menos cinco dólares em benefícios ao longo dos próximos 30 anos, por meio da criação de empregos, melhoria da segurança alimentar, maior proteção dos ecossistemas e maior resiliência para as comunidades costeiras.</p><h2>A energia marinha já está ganhando escala</h2><p>A <strong>energia eólica <em>offshore</em></strong>, a <strong>energia solar flutuante</strong> e a <strong>energia das marés</strong> estão entre as soluções mais promissoras. Juntas, elas poderiam <strong>evitar a emissão de até 3,6 gigatoneladas de dióxido de carbono (CO₂) por ano até 2050</strong> — um volume superior ao total de emissões anuais da União Europeia em 2021.</p><p>Essa <strong>transição já está em andamento</strong>. Os compromissos internacionais somam, atualmente, quase 2.000 GW de capacidade eólica <em>offshore</em>, o suficiente para fornecer eletricidade a cerca de 1,5 bilhão de residências.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/l-ocean-nous-offre-plus-d-un-tiers-de-la-solution-climatique-mais-recoit-moins-de-1-des-financements-pourquoi-ce-paradoxe-1782632098450.png" data-image="481u6dn7paze"><figcaption>Soluções climáticas baseadas no oceano combinam diversas abordagens importantes — energia, transporte, produção de alimentos e ecossistemas — e poderiam reduzir as emissões em até 13,76 gigatoneladas de CO₂e por ano até 2050. © High Level Panel for Sustainable Ocean Economy</figcaption></figure><p>No entanto, a <strong>geração de energia no mar</strong> também exige uma compreensão muito melhor de um ambiente em constante mudança. Ventos, correntes oceânicas, ondas, ondas de calor marinhas e até mesmo o El Niño afetam diretamente o desempenho das instalações <em>offshore</em>.</p><p>Assim, a <strong>observação oceânica, a previsão do tempo e os sistemas de alerta precoce </strong>estão se tornando<strong> ferramentas estratégicas</strong> para garantir investimentos e assegurar uma produção de energia confiável.</p><h2>Carbono azul: um tesouro natural ainda amplamente ignorado</h2><p>O oceano também ajuda a combater as mudanças climáticas por meio de <strong>manguezais</strong>, <strong>pradarias de ervas marinhas e pântanos salgados</strong>. Esses ecossistemas, coletivamente conhecidos como <strong>"carbono azul"</strong>, são notáveis sumidouros de carbono.</p><p>Comparando-se áreas de mesma extensão, eles <strong>podem armazenar até cinco vezes mais carbono do que as florestas tropicais </strong>e absorvê-lo quase três vezes mais rápido. Além disso, oferecem proteção natural contra tempestades, sustentam a pesca, preservam a biodiversidade e melhoram a qualidade da água costeira.</p><p><strong>No entanto, esses ecossistemas estão desaparecendo rapidamente sob a pressão do desenvolvimento urbano e da elevação do nível do mar</strong>. Sua restauração poderia evitar emissões equivalentes ao fechamento de 76 usinas termelétricas a carvão por ano até 2050.</p><h2>Uma economia azul que vai muito além da energia</h2><p>O <strong>transporte marítimo</strong>, responsável por quase 80% do comércio global, poderia reduzir significativamente sua pegada de carbono por meio de <strong>operações mais eficientes, otimização de rotas</strong> com auxílio de previsões meteorológicas e <strong>uso de combustíveis com emissão zero</strong>. Conjuntamente, essas medidas poderiam evitar emissões equivalentes à retirada de mais de 400 milhões de carros das ruas a cada ano.</p><p>O oceano também pode ajudar a transformar a maneira como produzimos alimentos. <strong>Algas, peixes e mariscos</strong> geralmente exigem menos recursos do que muitas fontes de proteína de origem terrestre. O <strong>desenvolvimento sustentável desses "alimentos azuis" poderia reduzir as emissões </strong>em 1,47 gigatonelada de CO₂ por ano até 2050, ao mesmo tempo em que ajuda a suprir a crescente demanda global por alimentos.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="770345" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/cientistas-descobrem-fonte-oculta-de-metano-no-oceano-que-pode-agravar-o-aquecimento-global.html" title="Cientistas descobrem fonte oculta de metano no oceano que pode agravar o aquecimento global">Cientistas descobrem fonte oculta de metano no oceano que pode agravar o aquecimento global</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/cientistas-descobrem-fonte-oculta-de-metano-no-oceano-que-pode-agravar-o-aquecimento-global.html" title="Cientistas descobrem fonte oculta de metano no oceano que pode agravar o aquecimento global"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/uk-scientists-discover-hidden-ocean-methane-source-that-could-worsen-global-warming-1777375982867_320.jpg" alt="Cientistas descobrem fonte oculta de metano no oceano que pode agravar o aquecimento global"></a></article></aside><p>Pesquisas científicas também estimam que a <strong>produção sustentável de frutos do mar </strong>poderia aumentar entre 30% e 75% até meados do século, principalmente por meio da aquicultura de baixo impacto e da recuperação dos estoques pesqueiros.</p><p>Algumas abordagens mais recentes, como a<strong> captura e o armazenamento de carbono sob o leito marinho</strong>, também vêm despertando interesse crescente. Embora promissoras, elas ainda exigem pesquisas extensas para avaliar seus impactos ambientais antes de poderem ser implementadas em larga escala.</p><h2>Investir no oceano significa investir no futuro</h2><p>Além de reduzir emissões, uma <strong>economia oceânica sustentável </strong>poderia criar 51 milhões de empregos ligados ao oceano até 2050, fortalecer a segurança alimentar, proteger comunidades costeiras e preservar a biodiversidade essencial para o funcionamento saudável do planeta.</p><p>Desbloquear esse potencial exigirá<strong> investimentos substanciais</strong>. Especialistas estimam que será necessário mobilizar pelo menos US$ 1 trilhão até 2030, seguido por quase US$ 2 trilhões entre 2030 e 2050. Os investimentos atuais, no entanto, estão muito aquém dos US$ 550 bilhões anuais considerados necessários para assegurar a saúde do oceano a longo prazo.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="754818" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/uma-das-areas-mais-salgadas-do-oceano-esta-se-tornando-doce-os-impactos-na-circulacao-termohalina.html" title="Uma das áreas mais salgadas do oceano está se tornando doce: os impactos na circulação termohalina">Uma das áreas mais salgadas do oceano está se tornando doce: os impactos na circulação termohalina</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/uma-das-areas-mais-salgadas-do-oceano-esta-se-tornando-doce-os-impactos-na-circulacao-termohalina.html" title="Uma das áreas mais salgadas do oceano está se tornando doce: os impactos na circulação termohalina"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/una-de-las-zonas-mas-saladas-del-oceano-se-esta-dulcificando-advierten-de-los-impactos-en-la-circulacion-termohalina-1771370474434_320.jpg" alt="Uma das áreas mais salgadas do oceano está se tornando doce: os impactos na circulação termohalina"></a></article></aside><p><strong>A conclusão é clara: as soluções já existem</strong>. Elas estão disponíveis hoje, são economicamente viáveis e capazes de gerar benefícios significativos para a sociedade. O principal obstáculo não é mais científico ou tecnológico, mas financeiro.</p><p>Garantir ao oceano o lugar que ele merece nos investimentos climáticos significa fortalecer o combate às mudanças climáticas, proteger a biodiversidade e aumentar a resiliência das futuras gerações.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Katie%20Wood%20e%20Oliver%20Ashford" data-year="2026" data-title="The%20Ocean%20Can%20Play%20a%20Much%20Larger%20Role%20in%20Fighting%20Climate%20Change" data-url="https%3A%2F%2Fwww.wri.org%2Finsights%2Focean-based-climate-change-solutions">Katie Wood e Oliver Ashford. (2026). <a href="https://www.wri.org/insights/ocean-based-climate-change-solutions" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">The Ocean Can Play a Much Larger Role in Fighting Climate Change</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/o-oceano-poderia-oferecer-mais-de-um-terco-da-solucao-para-o-clima-mas-recebe-menos-de-1-do-financiamento-climatico.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Nordeste domina ranking e tem 7 das 10 melhores praias da América do Sul; veja quais são]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/nordeste-domina-ranking-e-tem-7-das-10-melhores-praias-da-america-do-sul-veja-quais-sao.html</link><pubDate>Fri, 03 Jul 2026 18:57:25 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Brasil liderando: dentre as dez praias mais bem avaliadas da América do Sul, sete delas estão na Região Nordeste do nosso país, segundo o prêmio Travellers’ Choice Best of the Best.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/nordeste-domina-ranking-e-tem-7-das-10-melhores-praias-da-america-do-sul-veja-quais-sao-1783099469441.jpg" data-image="6has1dxe9x8k"><figcaption>A Praia de Antunes, em Maragogi, no Alagoas, ficou em 7º lugar na lista. Crédito: moretocl/Triipadvisor.</figcaption></figure><p>A <strong>Região Nordeste do Brasil </strong>abriga diversas praias paradisíacas que oferecem uma variedade de belezas, desde piscinas naturais em águas mornas a imponentes falésias. </p><p>E algumas delas acabaram de ganhar destaque no país ao serem selecionadas entre o <strong>Top 10 das melhores praias da América do Sul </strong>através do prêmio <em><a href="https://www.tripadvisor.com.br/TravelersChoice-Beaches-cSouthAmerica-g13" target="_blank">Travellers’ Choice Best of the Best </a></em>do site Tripadvisor.</p><p>O <em><strong>ranking </strong></em>é feito a partir das <strong>milhares de avaliações e opiniões positivas da comunidade do Tripadvisor</strong> em um período de 12 meses e reconhece as praias que mais encantaram os viajantes no último ano.</p><p>Descubra abaixo quais são<strong> as 7 praias nordestinas que figuram nesta lista</strong>.</p><h2>As 7 praias nordestinas entre as 10 melhores da América do Sul</h2><p>Essas praias fazem jus à fama que têm. Abrigam águas cristalinas, paisagens naturais exuberantes e oferecem vários atrativos para uma viagem em família ou com amigos.</p><h3>Ilha dos Frades</h3><p>A paradisíaca ilha dos Frades está <strong>localizada no centro da Baía de Todos os Santos </strong>e faz parte de <strong>Salvador </strong>(Bahia). Ficou em <strong>3º lugar no ranking</strong>.</p><p>Com formato de estrela de 15 pontas, o destino destaca-se pelo <strong>mar de águas transparentes, calmas e mornas</strong>, cercado pela <strong>vegetação preservada da Mata Atlântica</strong> e por importantes patrimônios coloniais do século 17.</p><p>Possui uma <strong>infraestrutura turística rústica e charmosa</strong>, com destaque para a Praia de Ponta de Nossa Senhora de Guadalupe, que oferece orla urbanizada, chuveiros, banheiros, quiosques e restaurantes.</p><h3>Praia de Muro Alto</h3><p>A Praia de Muro Alto fica no município de <strong>Ipojuca</strong>, no estado de <strong>Pernambuco</strong>, a cerca de 8 km ao norte de Porto de Galinhas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/nordeste-domina-ranking-e-tem-7-das-10-melhores-praias-da-america-do-sul-veja-quais-sao-1783101369553.jpg" data-image="rk66nx41uvmu"><figcaption>A bela Praia de Muro Alto, em Ipojuca, Pernambuco. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>O grande atrativo de Muro Alto é a sua <strong>enorme piscina natural de águas cristalinas mornas e calmas</strong>, protegida por uma<strong> barreira de recifes de 2 km</strong> de extensão. Inclusive, a sua piscina natural é a maior da América Latina.</p><p>E por ser sem ondas, ela acaba se tornando um dos destinos mais seguros e confortáveis para famílias com crianças ou para quem quer relaxar. Isso também permite a prática de esportes náuticos como <strong>caiaque e</strong><em><strong> stand-up paddle</strong></em>. </p><h3>Baía do Sancho</h3><p>A praia Baía do Sancho, em<strong> Fernando de Noronha</strong>, no <strong>Pernambuco</strong>, é um dos destinos mais famosos do nosso país, e oferece <strong>paisagens de tirar o fôlego</strong> e um raro conforto das multidões.</p><p>Destaca-se pelas <strong>águas cristalinas </strong>em tons de azul-turquesa,<strong> </strong>vegetação nativa e<strong> imponentes falésias</strong>, e ficou em<strong> 6º lugar no <em>ranking</em>.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/nordeste-domina-ranking-e-tem-7-das-10-melhores-praias-da-america-do-sul-veja-quais-sao-1783101954326.jpg" data-image="vt2wqs8mhfm6"><figcaption>A Baía do Sancho se destaca pelas falésias impressionantes, águas em tons de azul-turquesa e vida marinha rica. Crédito: Getty Images.</figcaption></figure><p> Por lá você vai encontrar opções de mergulho, <strong>mergulho com </strong><em><strong>snorkel </strong></em>e caminhadas ao longo de <strong>trilhas</strong> confortáveis com vistas incríveis. </p><p>O <strong>acesso é controlado e desafiador</strong>, pois é feito por terra através de uma famosa escadaria de metal encravada na rocha, mas recompensa no final com a bela paisagem. Aliás, são esses fatores que ajudam a manter a imagem de<strong> refúgio preservado</strong>.</p><h3>Praia de Antunes</h3><p>A Praia de Antunes, localizada em <strong>Maragogi</strong>, no litoral norte do estado de <strong>Alagoas</strong>, ficou em <strong>7º lugar no ranking</strong>. É considerada um dos cartões-postais mais exuberantes da cidade, e <strong>internacionalmente famosa como o "<em>Caribe Brasileiro</em>"</strong>, devido às suas águas azul-turquesa mornas, areia branca finíssima e extensos coqueirais.</p><div class="texto-destacado">Durante a maré baixa, se formam <strong>piscinas naturais</strong>, o que torna o lugar perfeito para ir com crianças. </div><p>Fica a <strong>7 km do centro de Maragogi</strong>, e o acesso pode ser pela rodovia, ou por passeio de buggy ou lancha. A infraestrutura é bastante simples, contando com barracas que servem bebidas e porções.</p><h3>Praia do Espelho</h3><p>A Praia do Espelho fica localizada a cerca de<strong> 22 km ao sul de Trancoso</strong>, na <strong>Bahia</strong>, e é um dos litorais mais deslumbrantes do Brasil. Ficou em <strong>8ª posição no <em>ranking</em></strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/nordeste-domina-ranking-e-tem-7-das-10-melhores-praias-da-america-do-sul-veja-quais-sao-1783102792767.jpg" data-image="9q7chm9obs79"><figcaption>Vista aérea da Praia do Espelho, na Bahia. Crédito: Blog Viagens e Caminhos.</figcaption></figure><p>É famosa por suas<strong> falésias coloridas e piscinas naturais</strong> formadas na maré baixa. A água cristalina das piscinas reflete o céu e os recifes, criando o visual que dá nome ao local.</p><p><strong>O visual é mais rústico e o acesso menos urbano</strong>, com infraestrutura mais simples, mas oferecendo alguns quiosques e restaurantes “pé na areia”.</p><h3>Praia da Pipa</h3><p>A Praia de Pipa é o principal balneário do município de<strong> Tibau do Sul</strong>, no estado do <strong>Rio Grande do Norte</strong>, localizado a cerca de 85 km ao sul de Natal. Ficou em <strong>10º lugar no <em>ranking</em></strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/nordeste-domina-ranking-e-tem-7-das-10-melhores-praias-da-america-do-sul-veja-quais-sao-1783103315484.jpg" data-image="xtcnjjs3rl03"><figcaption>Imagem aérea da bela Praia da Pipa, em Tibau do Sul, no estado do Rio Grande do Norte. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>É famosa internacionalmente, destacando-se pelo <strong>mar esverdeado, falésias avermelhadas gigantes</strong> e pela presença constante de <strong>golfinhos</strong>. O mar extremamente calmo e ideal para banho.</p><p>A <strong>vida noturna por lá é agitada</strong>. No centrinho à noite, o trânsito fecha e a rua principal vira o ponto de encontro de Pipa. É repleta de lojinhas de artesanato, bares com música ao vivo e restaurantes.</p><h3>Lagoa do Paraíso</h3><p>A Lagoa do Paraíso, localizada em <strong>Jijoca de Jericoacoara</strong> (a cerca de 30-40 minutos da Vila de Jeri), no <strong>Ceará</strong>, entrou na lista mesmo não sendo uma praia marítima tradicional. Ficou em <strong>9º lugar no <em>ranking</em></strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="775277" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/conheca-a-praia-no-brasil-onde-o-calor-persiste-e-afasta-o-inverno-em-julho.html" title="Conheça a praia no Brasil onde o calor persiste e afasta o inverno em julho">Conheça a praia no Brasil onde o calor persiste e afasta o inverno em julho</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/conheca-a-praia-no-brasil-onde-o-calor-persiste-e-afasta-o-inverno-em-julho.html" title="Conheça a praia no Brasil onde o calor persiste e afasta o inverno em julho"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/conheca-a-praia-no-brasil-onde-o-calor-persiste-e-afasta-o-inverno-em-julho-1782243213216_320.jpg" alt="Conheça a praia no Brasil onde o calor persiste e afasta o inverno em julho"></a></article></aside><p>O <strong>destino ficou famoso pelas redes de descanso dentro da água</strong>, pela areia clara, águas cristalinas em tons de azul e pelo clima de descanso que virou símbolo do turismo no litoral oeste do estado.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Dias%2C%20L" data-year="2026" data-title="Sete%20das%20dez%20melhores%20praias%20da%20Am%C3%A9rica%20do%20Sul%20ficam%20no%20Nordeste%20brasileiro%3B%20veja%20quais%20s%C3%A3o" data-url="https%3A%2F%2Fwww.correio24horas.com.br%2Fem-alta%2Fsete-das-dez-melhores-praias-da-america-do-sul-ficam-no-nordeste-brasileiro-veja-quais-sao-0626">Dias, L. (2026). <a href="https://www.correio24horas.com.br/em-alta/sete-das-dez-melhores-praias-da-america-do-sul-ficam-no-nordeste-brasileiro-veja-quais-sao-0626" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Sete das dez melhores praias da América do Sul ficam no Nordeste brasileiro; veja quais são</a>.</cite><br><cite data-author="Tripadvisor" data-year="2026" data-title="Pr%C3%AAmio%20Travellers%E2%80%99%20Choice%20%E2%80%93%20Os%20melhores%20dos%20melhores%20-%20Praias%20Am%C3%A9rica%20do%20Sul" data-url="https%3A%2F%2Fwww.tripadvisor.com.br%2FTravelersChoice-Beaches-cSouthAmerica-g13">Tripadvisor. (2026). <a href="https://www.tripadvisor.com.br/TravelersChoice-Beaches-cSouthAmerica-g13" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Prêmio Travellers’ Choice – Os melhores dos melhores - Praias América do Sul</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/nordeste-domina-ranking-e-tem-7-das-10-melhores-praias-da-america-do-sul-veja-quais-sao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Meteoro brilhante cruza o céu de MG e surpreende moradores; veja imagens]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/meteoro-brilhante-cruza-o-ceu-de-mg-e-surpreende-moradores-veja-imagens.html</link><pubDate>Fri, 03 Jul 2026 17:51:01 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Câmeras de monitoramento instaladas na cidade de Tiradentes e em outros municípios mineiros registraram a passagem rápida do fragmento rochoso que chamou a atenção da população.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/meteoro-brilhante-cruza-o-ceu-de-minas-gerais-e-surpreende-moradores-1783087448061.jpg" data-image="xp1dw5qmekf8" alt="As condições meteorológicas favoráveis com céu limpo permitiram a visualização do bólide em vários municípios mineiros. Foto: Reprodução/ Clima Ao Vivo" title="As condições meteorológicas favoráveis com céu limpo permitiram a visualização do bólide em vários municípios mineiros. Foto: Reprodução/ Clima Ao Vivo"><figcaption>As condições meteorológicas favoráveis com céu limpo permitiram a visualização do bólide em vários municípios mineiros. Foto: Reprodução/ Clima Ao Vivo</figcaption></figure><p>Moradores de diversas cidades localizadas no estado de Minas Gerais foram surpreendidos por um fenômeno astronômico bastante marcante no início da noite da última quarta-feira (1).<strong> Um meteoro de grande intensidade cruzou o firmamento da região, gerando um rastro luminoso</strong> que pôde ser observado perfeitamente a olho nu por milhares de cidadãos.</p><p><strong>O evento ocorreu exatamente por volta das 18h20</strong> e recebeu prontamente a devida confirmação oficial por parte dos integrantes da <strong>Rede Brasileira de Observação de Meteoros</strong>. O clarão forte chamou a atenção imediata de quem circulava em espaços públicos abertos e gerou uma repercussão imediata, com múltiplos registros digitais compartilhados nas redes sociais.</p><h2>Cidades afetadas e monitoramento do fenômeno</h2><p>A passagem rápida do objeto espacial sobre o setor leste do território mineiro pôde ser acompanhada a partir de vários municípios daquela região geográfica ao mesmo tempo. Câmeras integradas à plataforma <a href="https://www.climaaovivo.com.br/" target="_blank">Clima ao Vivo</a>, que trabalha em parceria direta com os cientistas, registraram toda<strong> a trajetória descendente real de diferentes ângulos operacionais.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/meteoro-brilhante-cruza-o-ceu-de-minas-gerais-e-surpreende-moradores-veja-imagens-1783087748622.jpg" data-image="27we1m08jd0c" alt="Rastro luminoso que cruzou o firmamento a mais de 34 mil quilômetros por hora. Foto: Reprodução" title="Rastro luminoso que cruzou o firmamento a mais de 34 mil quilômetros por hora. Foto: Reprodução"><figcaption>Rastro luminoso que cruzou o firmamento a mais de 34 mil quilômetros por hora. Foto: Reprodução</figcaption></figure><p>Entre as localidades que registraram formalmente a ocorrência estão os municípios de <strong>Juiz de Fora, Chiador, Oliveira, Itapecerica, Itajubá e a cidade histórica de Tiradentes</strong>. Além disso, devido à grande magnitude da dispersão da energia gerada, o feixe luminoso também alcançou uma visibilidade perfeita na cidade de <strong>Três Rios</strong>, situada no estado vizinho do Rio de Janeiro.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="pt" dir="ltr">Meteoro ilumina o céu de Minas Gerais e é visto em várias cidades do estado <a href="https://t.co/OG72q2caSl">https://t.co/OG72q2caSl</a> <a href="https://x.com/hashtag/g1?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#g1</a> <a href="https://t.co/kExvD3kCA4">pic.twitter.com/kExvD3kCA4</a></p>— g1 (@g1) <a href="https://x.com/g1/status/2073015251310608463?ref_src=twsrc%5Etfw">July 3, 2026</a></blockquote></figure><p><strong>Essa ampla visibilidade no horizonte aconteceu principalmente por causa das excelentes condições meteorológicas</strong> verificadas no momento exato em que o corpo celeste entrou na atmosfera terrestre. O céu completamente limpo e a ausência total de nebulosidade permitiram que a luz emitida pela rocha espacial atingisse municípios localizados a muitos quilômetros de distância.</p><h2>Dinâmica científica e velocidade da rocha</h2><p><strong>O efeito luminoso é gerado puramente pelo atrito físico</strong>. Quando um fragmento de rocha vindo do espaço entra de forma repentina na densa camada de gases da Terra, sofre uma compressão gasosa extrema à sua frente.</p><p>Esse deslocamento em alta velocidade, que supera facilmente a marca de 34 mil quilômetros por hora, <strong>aumenta a temperatura dos gases ao redor de maneira muito drástica</strong>. O aquecimento contínuo acaba criando uma bolha de plasma, definida na física como um gás extremamente quente e energizado que emite uma forte luminosidade visível do solo.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="776264" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/impacto-de-meteoro-pode-ter-feito-chover-ouro-na-australia.html" title="Impacto de meteoro pode ter feito chover ouro na Austrália">Impacto de meteoro pode ter feito chover ouro na Austrália</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/impacto-de-meteoro-pode-ter-feito-chover-ouro-na-australia.html" title="Impacto de meteoro pode ter feito chover ouro na Austrália"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/impacto-de-meteoro-pode-ter-feito-chover-ouro-na-australia-1782739522755_320.jpg" alt="Impacto de meteoro pode ter feito chover ouro na Austrália"></a></article></aside><p><strong>Mesmo os fragmentos rochosos pequenos têm capacidade para produzir esse impacto visual</strong> perceptível, mas, geralmente, são completamente vaporizados durante a passagem pela atmosfera devido ao calor intenso.</p><p>Por outro lado, <strong>os objetos rochosos de tamanhos superiores costumam produzir meteoros bem mais brilhantes</strong> e conseguem resistir por um tempo maior à queima na atmosfera. Em situações específicas, uma parte desse material sólido consegue passar por todo o processo sem sumir completamente, atingindo a superfície do solo terrestre na forma de meteoritos.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Luiza%20Sudr%C3%A9" data-year="2026" data-title="V%C3%8DDEO%3A%20Meteoro%20ilumina%20o%20c%C3%A9u%20de%20Minas%20Gerais%20e%20%C3%A9%20visto%20em%20v%C3%A1rias%20cidades%20do%20estado" data-url="https%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Fmg%2Fzona-da-mata%2Fnoticia%2F2026%2F07%2F03%2Fvideo-meteoro-ilumina-o-ceu-de-minas-gerais-e-e-visto-em-varias-cidades-do-estado.ghtml">Luiza Sudré. (2026). <a href="https://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2026/07/03/video-meteoro-ilumina-o-ceu-de-minas-gerais-e-e-visto-em-varias-cidades-do-estado.ghtml" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">VÍDEO: Meteoro ilumina o céu de Minas Gerais e é visto em várias cidades do estado</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/meteoro-brilhante-cruza-o-ceu-de-mg-e-surpreende-moradores-veja-imagens.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ar polar segue derrubando temperaturas e traz alerta de geada para 3 estados do Centro-Sul; confira]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-segue-derrubando-temperaturas-e-traz-alerta-de-geada-para-3-estados-do-centro-sul-confira.html</link><pubDate>Fri, 03 Jul 2026 14:38:37 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A massa de ar polar segue avançando pelo Brasil nos próximos dias. O ar frio diminuiu as temperaturas e reacendeu o alerta para os riscos de geadas em 3 estados do Centro-Sul do país.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xakyl0e"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xakyl0e.jpg" id="xakyl0e"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Após a passagem da <strong>frente fria</strong>, uma massa de <strong>ar polar avança</strong> pelo Centro-Sul do Brasil e promete <strong>derrubar as temperaturas</strong>. O amanhecer desta sexta-feira (3) já foi gelado no estado gaúcho, com os termômetros marcando<strong> temperaturas negativas</strong> no sul do Rio Grande do Sul.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões do tempo diretamente no seu celular através do nosso novo canal do WhatsApp.<strong> <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">Clique aqui para nos seguir e ative as notificações! </a></strong></div><p>E a presença deste ar frio <strong>reacendeu o alerta para ocorrência de geadas</strong>. Neste sábado (4), não será diferente e o ar polar volta a afetar<strong> 3 estados</strong> da porção Centro-Sul: <strong>Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná</strong>. A seguir veja a previsão do tempo para os próximos dias e as áreas onde as geadas estão previstas.</p><h2>Frio acende alerta para geadas no Centro-Sul</h2><p>As baixas temperaturas tornaram possíveis as ocorrências de <strong>geada </strong>sobre o Rio Grande do Sul nesta manhã (3). De acordo com as estações automáticas do <strong><em>Instituto Nacional de Meteorologia (INMET)</em></strong>, os termômetros registraram temperaturas <strong>abaixo de 0°C</strong> no sul do estado e <strong>marcas próximas de 0°C</strong> na porção central, o que <strong>permite a formação de uma camada de gelo</strong> na superfície.</p><p>Esse evento volta a ocorrer devido ao <strong>avanço da massa de ar polar</strong> pelo Centro-Sul do país. O <strong>ar frio</strong> derruba as temperaturas e, associado ao<strong> tempo limpo</strong> durante a madrugada,<strong> favorece uma perda ainda maior de calor</strong> pelo solo. Com esse<strong> forte resfriamento</strong>, a umidade presente na atmosfera se condensa e se solidifica sobre a vegetação.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-segue-derrubando-temperaturas-e-traz-alerta-de-geada-para-3-estados-do-centro-sul-confira-1783083955382.jpg" data-image="brid9j06rv46" alt="Ar polar." title="Ar polar."><figcaption>Ar polar mantém temperaturas baixas no Sul do Brasil e mantém alerta de geadas.</figcaption></figure><p>E isto está previsto para ocorrer entre a noite de hoje (3) e a madrugada de sábado (4). A previsão mostra o tempo limpo sobre boa parte do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e algumas áreas do Paraná. <strong>Mantendo o alerta para geadas aceso para amanhã (4).</strong></p><p>De acordo com o modelo ECMWF, as primeiras horas do sábado (4) serão com <strong>temperaturas inferiores a 5°C</strong> em quase todos os municípios do Rio Grande do Sul. O que já atende <strong>critérios para o possível registro de uma fraca geada</strong>. A exceção fica por conta do leste do estado com temperaturas na casa dos<strong> 8°C.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-segue-derrubando-temperaturas-e-traz-alerta-de-geada-para-3-estados-do-centro-sul-confira-1783083913022.jpg" data-image="e0s753sm0r3z" alt="Temperatura mínima." title="Temperatura mínima."><figcaption>Mínima prevista para o amanhecer deste sábado (4). O modelo ECMWF indica temperaturas negativas entre SC e RS.</figcaption></figure><p>Há previsão de <strong>temperaturas negativas</strong> neste sábado (4) sobre áreas do norte do Rio Grande do Sul, Serra Gaúcha e Catarinense. Nestas localidades os termômetros variam entre <strong>2°C e -5°C. </strong>Isto porque<strong> próximo à superfície</strong> a <strong>temperatura tende a ser ainda menor</strong> do que os modelos preveem.</p><p>A região central de <strong>Santa Catarina</strong>, oeste, e parte do norte do estado encontram-se sob alerta para <strong>geadas</strong>. A previsão é de que os termômetros atinjam <strong>marcas inferiores aos 3°C</strong>. Apenas em municípios próximos a Joinville (SC) que estão livre das geadas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="776829" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-afasta-tempestades-mas-nova-frente-fria-ja-tem-data-para-avancar-confira.html" title="Ar polar afasta tempestades, mas nova frente fria já tem data para avançar; confira">Ar polar afasta tempestades, mas nova frente fria já tem data para avançar; confira</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-afasta-tempestades-mas-nova-frente-fria-ja-tem-data-para-avancar-confira.html" title="Ar polar afasta tempestades, mas nova frente fria já tem data para avançar; confira"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-afasta-tempestades-mas-nova-frente-fria-ja-tem-data-para-avancar-confira-1783013733815_320.jpg" alt="Ar polar afasta tempestades, mas nova frente fria já tem data para avançar; confira"></a></article></aside><p>Chegando ao Paraná, alguns <strong>municípios também estão na lista</strong> de possíveis ocorrências de geadas. No entanto, este evento deverá ser<strong> restrito à porção sul do estado </strong>paranaense. A faixa entre<strong> Santo Antônio do Sudoeste</strong> (PR), General Carneiro (PR) e São Mateus do Sul (PR) tem <strong>mínima prevista entre 2°C e 5°C. </strong>O que gera preocupação entre os produtores rurais.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-segue-derrubando-temperaturas-e-traz-alerta-de-geada-para-3-estados-do-centro-sul-confira.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Descoberta histórica em Marte: equipe de cientistas descobriu uma gema extraterrestre]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/descoberta-historica-em-marte-equipe-de-cientistas-descobriu-uma-gema-extraterrestre.html</link><pubDate>Fri, 03 Jul 2026 12:08:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Escondida no interior do meteorito marciano Northwest Africa (NWA) 8171, que tem 4,4 bilhões de anos, uma equipe internacional de cientistas descobriu uma pedra preciosa — a primeira gema do tipo "granada" de origem extraterrestre já identificada.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/hallazgo-historico-en-marte-cientificos-descubren-una-piedra-preciosa-extraterrestre-granate-1782715837369.png" data-image="lqdzltz3bzus"><figcaption>Descoberta histórica em Marte: cientistas revelam uma gema extraterrestre. Imagem gerada por IA.</figcaption></figure><p>O estudo de <strong>meteoritos marcianos</strong> é a única ponte física de que os cientistas dispõem para analisar a litosfera do Planeta Vermelho sem sair da Terra. Entre as poucas rochas que conseguiram sobreviver à sua jornada através da nossa atmosfera, o meteorito<em> <strong>Northwest Africa </strong></em><strong>(NWA) 8171</strong> escondia um segredo mineralógico que remonta ao início do Sistema Solar.</p><p>Ao <strong>examinar um fragmento dessa rocha antiga</strong>, uma equipe internacional de cientistas liderada pela Dra. Tanya Kizovski identificou, pela primeira vez na história da ciência planetária, o<strong> mineral "granada" em uma amostra</strong> de origem marciana. Especificamente, trata-se de uma variedade rica em ferro e cálcio conhecida como andradita, que não apresenta a clássica cor vermelho-rubi associada às joias comerciais, mas sim tons de verde-escuro e amarelado.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/hallazgo-historico-en-marte-cientificos-descubren-una-piedra-preciosa-extraterrestre-granate-1782717443691.jpeg" data-image="c0uromfyqp3h"><figcaption>Marte em um passado remoto pode ter abrigado processos muito mais diversos, complexos e dinâmicos em sua litosfera do que as missões robóticas conseguiram mapear até o momento.</figcaption></figure><p>Na Terra, a granada é um mineral fundamental para os geólogos, funcionando como uma espécie de "caixa-preta" que registra episódios de calor extremo e metamorfismo.</p><p>Encontrá-la em Marte é um evento excepcionalmente raro que desafia os modelos tradicionais e sugere que a<strong> antiga crosta marciana passou por processos geológicos muito mais diversos, complexos e dinâmicos do que se pensava </strong>anteriormente.</p><h2>Análise a laser do NWA 8171</h2><p>A pesquisa, publicada na revista <em>Geochemical Perspectives Letters</em>, foi liderada pela Dra. Tanya Kizovski em colaboração com colegas do Royal Ontario Museum (ROM) e da Universidade Brock, no Canadá. A equipe também contou com especialistas da Universidade de Portsmouth (Reino Unido), da Universidade de Trieste (Itália) e da Open University (Reino Unido).</p><p>O <strong><em>Northwest Africa</em> 8171 (NWA 8171)</strong> é classificado como uma brecha de <strong>regolito </strong>— uma mistura litificada de poeira, detritos e material de impacto que se acumulou na superfície marciana durante o éon Noachiano. Com uma idade estimada de pelo menos<strong> 4,4 bilhões de anos</strong>, é considerado pelos astrônomos uma verdadeira cápsula do tempo do início da história de Marte.</p><div class="texto-destacado"><em>Northwest Africa </em>(NWA) 8171: Um meteorito valioso classificado como uma brecha de regolito marciano. Ele se originou diretamente da antiga crosta de Marte e foi lançado ao espaço por um violento impacto cósmico. Foi descoberto no Deserto do Saara, no noroeste da África, em 2013.</div><p>Para analisar o interior da valiosa amostra sem destruí-la, pesquisadores combinaram a<strong> Unidade de Microscopia Eletrônica e Microanálise </strong>da Universidade de Portsmouth com o equipamento especializado de ablação a laser do Royal Ontario Museum. Foi sob a precisão em escala milimétrica desses instrumentos que surgiu a<strong> inesperada assinatura química da pedra preciosa</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/hallazgo-historico-en-marte-cientificos-descubren-una-piedra-preciosa-extraterrestre-granate-1782715914846.jpg" data-image="nvzfjb5273je"><figcaption>À esquerda: mapas químicos do clasto contendo granada. À direita: comparação entre as composições de piroxênio em clastos contendo granada do NWA 8171 e de outros meteoritos. Créditos: Tanya Kizovski et al. (2026)</figcaption></figure><p>Os pesquisadores explicam que a granada revelou uma<strong> arquitetura microscópica dividida em duas zonas distintas</strong>. A primeira é dominada pela própria granada misturada a outros minerais, enquanto a segunda é composta por um conjunto de materiais completamente diferente, separado da primeira.</p><p>A descoberta sugere que<strong> essa rocha foi formada em Marte ao longo de estágios muito distintos, passando por ciclos de calor intenso, pressão e resfriamento</strong> ao longo do tempo antes de adquirir sua estrutura interna dupla.</p><h2>Como esta pedra preciosa se formou em Marte</h2><p><strong>A presença desse silicato abre um debate geofísico fascinante sobre os fluxos de energia térmica no planeta</strong>. "A granada é um exemplo clássico de mineral frequentemente encontrado em rochas metamórficas na Terra", explicou o Dr. Kizovski.</p><p>Nas condições geológicas da Terra, a formação da granada exige a exposição da rocha original a temperaturas abrasadoras e pressões enormes. Em um mundo que não apresenta uma tectônica de placas ativa comparável à da Terra, recriar tal fornalha natural obriga astrobiólogos e geólogos a buscar fontes de energia alternativas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/hallazgo-historico-en-marte-cientificos-descubren-una-piedra-preciosa-extraterrestre-granate-1782717395559.jpeg" data-image="r8ggmzkjey8j"><figcaption>A formação da granada exige a exposição da rocha matriz a temperaturas abrasadoras e pressões imensas.</figcaption></figure><p>Os pesquisadores estão considerando<strong> várias hipóteses físicas para explicar o fenômeno</strong>. Kizovski descreveu as possibilidades: "Em Marte, o calor e a pressão necessários para produzir granada por meio de metamorfismo poderiam ter origem no impacto de um meteorito na superfície marciana, na ascensão de magma para a crosta marciana ou em ambos".</p><div class="texto-destacado">A formação desta gema exigiu calor extremo. Cientistas acreditam que ela pode ter surgido devido ao impacto de um asteroide, à ascensão de magma em ebulição vindo do interior ou à infiltração de fluidos químicos quentes na rocha. Qualquer um desses cenários sugere que Marte, em um passado remoto, era uma verdadeira fornalha de energia geológica.</div><p>Uma segunda interpretação teórica aponta para um <strong>evento metassomático oxidante</strong>, um processo no qual fluidos químicos quentes circulam através da rocha e alteram sua mineralogia original.</p><h2>O dilema do "passageiro clandestino" e um teste definitivo</h2><p>Apesar do entusiasmo em torno da descoberta de granada, o rigor científico exige cautela. <strong>O achado não significa necessariamente que Marte possua depósitos generalizados dessa gema</strong>, pois uma brecha de regolito é uma rocha formada pela fusão de várias rochas diferentes em uma só.</p><p>A <strong>superfície marciana assemelha-se a um ferro-velho cósmico repleto de detritos</strong>, e existe a possibilidade científica de que a granada não tenha se originado em Marte, mas seja, na verdade, um fragmento preservado de um asteroide que colidiu com o planeta.</p><div class="texto-destacado">Será que esta pedra preciosa vem realmente de Marte, ou é um pedaço de "detrito espacial" de um asteroide que atingiu a superfície marciana há eras e ficou preso na rocha fundida?</div><p>Para resolver o dilema do "passageiro clandestino", os cientistas planejam <strong>rastrear a assinatura isotópica da amostra</strong>. Kizovski explicou o próximo passo: "Medir os isótopos de oxigênio da rocha contendo granada ajudaria a confirmar se ela é de origem marciana ou se provém do impacto de um meteorito exótico".</p><p><strong>Se as assinaturas isotópicas coincidirem com as de Marte, a ciência planetária terá finalmente confirmado a existência desse mineral</strong>, até então não documentado, no Planeta Vermelho. Se, por outro lado, tratar-se de um fragmento extraterrestre excepcionalmente bem preservado, ele poderá fornecer pistas inéditas sobre a composição química dos corpos que bombardearam o sistema solar interno.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="775304" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/tecnologia-criada-para-buscar-agua-em-marte-ajuda-a-encontrar-vazamentos-subterraneos-na-terra.html" title="Tecnologia criada para buscar água em Marte ajuda a encontrar vazamentos subterrâneos na Terra">Tecnologia criada para buscar água em Marte ajuda a encontrar vazamentos subterrâneos na Terra</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/tecnologia-criada-para-buscar-agua-em-marte-ajuda-a-encontrar-vazamentos-subterraneos-na-terra.html" title="Tecnologia criada para buscar água em Marte ajuda a encontrar vazamentos subterrâneos na Terra"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/tecnologia-criada-para-buscar-agua-em-marte-ajuda-a-encontrar-vazamentos-subterraneos-na-terra-1782254098950_320.jpg" alt="Tecnologia criada para buscar água em Marte ajuda a encontrar vazamentos subterrâneos na Terra"></a></article></aside><p>Em qualquer um dos cenários, a análise detalhada do NWA 8171 já ampliou as fronteiras da geologia extraterrestre. "<strong>Esse novo tipo de rocha contendo granada poderia fornecer pistas sobre como Marte mudou ao longo de sua história</strong> e oferecer novas perspectivas sobre os ambientes antigos que podem ter dado origem à granada e a outros minerais relacionados", explicaram os cientistas.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"> <h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3> <p class="article-reference__body"> <cite data-author="Tanya%20Kizovski%2C%20et%20al." data-year="2026" data-title="Expanding%20Mars%E2%80%99%20lithologic%20diversity%3A%20discovery%20of%20a%20garnet-bearing%20clast%20in%20NWA%208171" data-url="https%3A%2F%2Fwww.geochemicalperspectivesletters.org%2Farticle2619%2F%23Fig1"> Tanya Kizovski, et al. (2026). <a href="https://www.geochemicalperspectivesletters.org/article2619/#Fig1" target="_blank">Expanding Mars’ lithologic diversity: discovery of a garnet-bearing clast in NWA 8171</a>. </cite> </p> </section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/descoberta-historica-em-marte-equipe-de-cientistas-descobriu-uma-gema-extraterrestre.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[4 motivos que tornam a Nascente Azul o passeio perfeito para as suas férias de inverno em Bonito]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/4-motivos-que-tornam-a-nascente-azul-o-passeio-perfeito-para-as-suas-ferias-de-inverno-em-bonito.html</link><pubDate>Fri, 03 Jul 2026 10:03:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>A Nascente Azul é o complexo de ecoturismo mais visitado da região de Bonito, em Minas Gerais, e que no inverno tem menos movimento e clima mais ameno, mas ainda permite aproveitar todos seus atrativos.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/4-motivos-que-tornam-a-nascente-azul-o-passeio-perfeito-para-as-suas-ferias-de-inverno-em-bonito-1783024246055.jpg" data-image="1ia12vbqmq1k"><figcaption>O complexo Nascente Azul reúne flutuação em águas cristalinas, balneário completo, trilhas ecológicas, Cachoeira de Tufas Calcárias e paisagens panorâmicas da Serra da Bodoquena. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>A região de <strong>Bonito</strong>, no estado do <strong>Mato Grosso do Sul</strong>, se destaca pela conservação ambiental, controle rigoroso de visitação e qualidade dos seus atrativos, consolidando-se como <strong>referência quando o assunto é ecoturismo</strong> no Brasil. </p><p>E por lá está um dos principais passeios de ecoturismo da região: o <strong>complexo Nascente Azul</strong>. O local de <strong>águas cristalinas e natureza espetacular</strong> oferece várias atividades como flutuação, mergulho com cilindro, balneário com praia ecológica e mais.</p><p>E no <strong>inverno</strong>, Bonito entra em uma<strong> época de movimento mais tranquilo</strong>, <strong>valores de hospedagens mais acessíveis</strong>, e mesmo assim, o local continua atrativo, oferecendo tudo de bom o que há por lá. Listamos abaixo 4 motivos para visitar o destino durante os meses frios.</p><h2>Por que visitar o complexo Nascente Azul no inverno?</h2><p><strong>A primeira coisa</strong>: as <strong>águas ficam mais cristalinas</strong>. O inverno na região é seco, então as chances de chuvas atrapalharem ou até interromperem os passeios são bem pequenas.</p><p>Além disso, com menos chuvas, as águas ficam mais limpas e transparentes. E não faz muito frio não… as águas das nascentes da região mantêm<strong> a temperatura em torno de 24ºC durante todo o ano, o que torna as atividades viáveis até no inverno</strong>.</p><p><strong>Segundo motivo: férias escolares</strong>. No inverno tem-se o período das férias escolares em julho, o que permite que famílias inteiras possam aproveitar os atrativos. A Nascente Azul reúne atividades voltadas para diferentes perfis de visitantes, inclusive crianças.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/4-motivos-que-tornam-a-nascente-azul-o-passeio-perfeito-para-as-suas-ferias-de-inverno-em-bonito-1783024771687.jpg" data-image="fp727rwpznyu"><figcaption>Área do balneário no complexo Nascente Azul, com a piscina ecológica e areia. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p><strong>Terceiro motivo: baixa temporada</strong>. O inverno é o período de baixa temporada e tem redução nos valores de ingressos e hospedagens (com exceção de feriados e das férias escolares). Neste período com menos visitantes, os atrativos também costumam operar abaixo da ocupação máxima diária, o que garante passeios mais tranquilos. </p><p><strong>Quarto motivo: festivais culturais</strong>. O inverno em Bonito coincide com eventos culturais que atraem visitantes de diferentes regiões do país. Um dos principais é o <strong>Festival de Inverno</strong>, previsto para acontecer na última semana de agosto. Trata-se de uma celebração da diversidade cultural do Mato Grosso do Sul, com shows, espetáculos de teatro, mostras de dança, oficinas artísticas e outras atividades. </p><h2>O que fazer no complexo Nascente Azul?</h2><p>A <strong>flutuação </strong>é uma das principais atrações do complexo. Você recebe equipamentos de segurança, como roupa de neoprene, colete salva-vidas, máscaras, snorkel e calçado. A <strong>descida de flutuação pelo Rio Nascente Azul</strong> dura cerca de 2 horas e 30 minutos, oferecendo uma experiência tranquila e segura, com observação de várias espécies de peixes.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/4-motivos-que-tornam-a-nascente-azul-o-passeio-perfeito-para-as-suas-ferias-de-inverno-em-bonito-1783024180205.jpg" data-image="ejmx6k834x3v"><figcaption>A flutuação na Nascente Azul é uma das principais atividades do complexo. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p> <strong>Antes da flutuação</strong>, os visitantes percorrem uma<strong> trilha calçada que passa por uma cachoeira de tufas calcárias</strong> que oferece vistas deslumbrantes da região. </p><p>A Nascente Azul também oferece <strong>mergulho em um lago cristalino </strong>formado pelas águas correntes do Rio. A duração total desta atividade é de quase 1 hora e os participantes recebem roupa de mergulho, colete com os cilindros e máscara.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="731843" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/huacachina-o-oasis-mais-famoso-da-america-do-sul-dunas-gigantes-uma-lagoa-esmeralda-e-a-lenda-da-sereia.html" title="Huacachina, o oásis mais famoso da América do Sul: dunas gigantes, uma lagoa esmeralda e a lenda da sereia">Huacachina, o oásis mais famoso da América do Sul: dunas gigantes, uma lagoa esmeralda e a lenda da sereia</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/huacachina-o-oasis-mais-famoso-da-america-do-sul-dunas-gigantes-uma-lagoa-esmeralda-e-a-lenda-da-sereia.html" title="Huacachina, o oásis mais famoso da América do Sul: dunas gigantes, uma lagoa esmeralda e a lenda da sereia"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/huacachina-el-oasis-mas-famoso-de-sudamerica-dunas-gigantes-una-laguna-esmeralda-y-la-leyenda-de-la-sirena-1758815626504_320.jpeg" alt="Huacachina, o oásis mais famoso da América do Sul: dunas gigantes, uma lagoa esmeralda e a lenda da sereia"></a></article></aside><p>O complexo ainda conta com o<strong> Adventure Nascente Azul</strong>, u<strong>ma torre de 20 metros de altura</strong> que oferece uma vista deslumbrante da Serra da Bodoquena. Nela, é possível fazer duas atividades: a <strong>tirolesa</strong>, que tem um percurso de 450 metros de distância que chega a 60 km/h; e o <strong>pêndulo humano</strong>, no qual os visitantes são içados a até 12 metros de altura e projetados no movimento de um balaço.</p><p>E o local ainda conta com um <strong>balneário</strong>, que inclui uma <strong>piscina ecológica com água do rio, prainha artificial, quiosques, restaurante, bar e uma bela cascata</strong>.</p><h3>Onde fica a Nascente Azul?</h3><p>O complexo de Ecoturismo Nascente Azul está localizado a <strong>34 km do centro de Bonito</strong>. Para chegar até lá, você vai percorrer cerca de 28 km de asfalto e o restante em estrada de terra.</p><p>Mas <strong>o acesso é bem sinalizado</strong>, deixando o trajeto mais fácil e seguro.</p><h3>Algumas dicas</h3><p>Se você for visitar o local, é bom<strong> ir com roupas confortáveis</strong>, como shorts, bermuda e camiseta.</p><p>Além disso, alguns <strong>itens </strong>são importantes para você levar na <strong>mochila</strong>, como: <strong>toalha, protetor e repelente</strong> (só podem ser usados após o passeio), dinheiro e/ou cartão para consumos extras.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Reda%C3%A7%C3%A3o%20Nascente%20Azul" data-year="2026" data-title="Inverno%20em%20Bonito%20MS%3A%204%20motivos%20para%20visitar%20a%20Nascente%20Azul" data-url="https%3A%2F%2Fnascenteazul.com.br%2Finverno-em-bonito-ms-nascente-azul%2F">Redação Nascente Azul. (2026). <a href="https://nascenteazul.com.br/inverno-em-bonito-ms-nascente-azul/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Inverno em Bonito MS: 4 motivos para visitar a Nascente Azul</a>.</cite><br><cite data-author="Reda%C3%A7%C3%A3o%20Viagem%20e%20Turismo" data-year="2026" data-title="Inverno%20em%20Bonito%20MS%3A%204%20motivos%20para%20visitar%20a%20Nascente%20Azul" data-url="https%3A%2F%2Fviagemeturismo.abril.com.br%2Fbrasil%2Fbonito-4-motivos-para-visitar-a-nascente-azul-no-inverno%2F">Redação Viagem e Turismo. (2026). <a href="https://viagemeturismo.abril.com.br/brasil/bonito-4-motivos-para-visitar-a-nascente-azul-no-inverno/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Inverno em Bonito MS: 4 motivos para visitar a Nascente Azul</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/4-motivos-que-tornam-a-nascente-azul-o-passeio-perfeito-para-as-suas-ferias-de-inverno-em-bonito.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Chuvas terão comportamento diferente na primeira quinzena de julho; veja a mudança]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-terao-comportamento-diferente-na-primeira-quinzena-de-julho-veja-mudanca.html</link><pubDate>Fri, 03 Jul 2026 08:13:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Após uma semana marcada por volumes excepcionais de chuva no Sul do Brasil, a primeira quinzena de julho deve apresentar um padrão diferente.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-terao-comportamento-diferente-na-primeira-quinzena-de-julho-veja-mudanca-1783021251354.png" data-image="hacfjuj777cw" alt="Os sistemas serão mais passageiros e menor potencial para acumulados elevados." title="Os sistemas serão mais passageiros e menor potencial para acumulados elevados."><figcaption>Os sistemas serão mais passageiros e menor potencial para acumulados elevados.</figcaption></figure><p>A <strong>transição de mês entre junho e julho</strong> vem sendo marcada por um <strong>evento extremo de chuva</strong> sobre a <strong>Região Sul</strong> do Brasil, com acumulados que se aproximam de 300 mm em estações meteorológicas oficiais no norte do Rio Grande do Sul, tempestades com granizo e até o registro de um tornado no Paraná.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Considerando este cenário, a<strong> primeira quinzena de julho </strong>deve apresentar uma <strong>mudança no padrão das chuvas</strong>. Embora a previsão continue indicando precipitação acima da média em parte do centro-sul do Brasil, os sistemas meteorológicos tendem a ser mais passageiros e menos intensos, reduzindo o potencial para acumulados muito elevados como os observados nos últimos dias. Confira os detalhes.</p><h2>Chuvas diminuem, mas continuam acima da média no Sul</h2><p>A <strong>previsão</strong> do modelo ECMWF, de confiança da Meteored, indica que a semana entre<strong> 6 e 13 de julho</strong> será de<strong> precipitação ligeiramente acima da média</strong> (até 10 mm) em praticamente toda a metade oeste do Brasil. No<strong> extremo Norte </strong>e no <strong>litoral do Nordeste</strong>, a previsão é de <strong>anomalias negativas</strong>, que devem se intensificar até o final da segunda semana do mês.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-terao-comportamento-diferente-na-primeira-quinzena-de-julho-veja-mudanca-1783021399521.png" data-image="sw7bt43h8v5e" alt="Previsão de anomalia de precipitação para a semana entre 6 e 13 de julho, segundo o ECMWF." title="Previsão de anomalia de precipitação para a semana entre 6 e 13 de julho, segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de anomalia de precipitação para a semana entre 6 e 13 de julho, segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p><br>Na semana entre <strong>13 e 20 de julho</strong>, o ECMWF mostra uma previsão de <strong>chuvas abaixo da média </strong>na metade <strong>sul do Rio Grande do Sul</strong>, no<strong> litoral do Nordeste </strong>e principalmente no<strong> extremo Norte</strong>, onde as anomalias previstas são da ordem de <strong>-60 mm</strong>. </p><p>Entre <strong>Santa Catarina, Paraná, São Paulo, parte do Rio de Janeiro e Minas Gerais,</strong> a previsão indica chuvas entre<strong> 10 e 30 mm </strong><strong>acima</strong> da média, podendo alcançar até 60 mm acima da média em uma faixa mais localizada entre o Paraná e São Paulo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-terao-comportamento-diferente-na-primeira-quinzena-de-julho-veja-mudanca-1783021364054.png" data-image="5g78jzshj3yh" alt="Previsão de anomalia de precipitação para a semana entre 13 e 20 de julho, segundo o ECMWF." title="Previsão de anomalia de precipitação para a semana entre 13 e 20 de julho, segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de anomalia de precipitação para a semana entre 13 e 20 de julho, segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p><strong>Quando comparados</strong> aos valores previstos para a<strong> última semana</strong>, os mapas mostram uma <strong>mudança importante no padrão atmosférico</strong>. Entre <strong>29 de junho e 6 de julho</strong>, as <strong>anomalias</strong> de precipitação ultrapassavam <strong>90 mm</strong> em grande parte da Região Sul, reflexo da atuação de um ciclone extratropical, sua frente fria e um rio atmosférico que manteve o transporte de umidade intenso por vários dias.</p><p>Na<strong> primeira quinzena de julho</strong>, a previsão continua indicando a <strong>passagem de sistemas frontais</strong> pelo centro-sul do Brasil, mas eles devem<strong> se deslocar mais</strong> <strong>rapidamente</strong>. Isso reduz o tempo de atuação da chuva sobre uma mesma região e, consequentemente, diminui a chance de acumulados extremos como os registrados nos últimos dias.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="776496" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/como-sera-o-clima-em-julho-diante-do-risco-de-el-nino-forte.html" title="Como será o clima em julho diante do risco de El Niño forte?">Como será o clima em julho diante do risco de El Niño forte?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/como-sera-o-clima-em-julho-diante-do-risco-de-el-nino-forte.html" title="Como será o clima em julho diante do risco de El Niño forte?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/como-sera-o-clima-em-julho-diante-do-risco-de-el-nino-forte-1782837242847_320.png" alt="Como será o clima em julho diante do risco de El Niño forte?"></a></article></aside><p>Ainda assim, em algumas áreas, os <strong>volumes</strong> previstos<strong> permanecem ligeiramente acima da média climatológica</strong>. Isso ocorre porque o inverno é marcado pela passagem frequente de frentes frias sobre a Região Sul. Assim, mesmo sem um evento persistente como o observado na virada do mês, a ocorrência de dois ou três episódios de chuva ao longo da quinzena já é suficiente para manter os acumulados acima do esperado para o período.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-terao-comportamento-diferente-na-primeira-quinzena-de-julho-veja-mudanca.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item></channel></rss>