<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0"><channel><title>Meteored Brasil</title><link>https://www.tempo.com</link><description>Notícias do tempo - Confira as principais notícias sobre a meteorologia e previsão do tempo. Todas as informações são realizadas pelos nossos especialistas em meteorologia.</description><language>pt</language><lastBuildDate>Sun, 09 Aug 2026 15:30:16 +0000</lastBuildDate><pubDate>Sun, 09 Aug 2026 15:30:16 +0000</pubDate><atom:link href="https://www.tempo.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[ Copyright 2026 Meteored ]]></copyright><image><url>https://www.tempo.com/imagenes/logo_rss.png</url><title>Meteored Brasil</title><link>https://www.tempo.com</link><width>144</width><height>144</height></image><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>6</sy:updateFrequency><item><title><![CDATA[Ar polar avança, derruba as temperaturas no Centro-Sul e traz frio inverno de volta; veja os estados atingidos]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-avanca-e-derruba-as-temperaturas-no-centro-sul-e-traz-frio-inverno-de-volta-veja-os-estados-atingidos.html</link><pubDate>Sun, 09 Aug 2026 14:36:25 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Ar polar avança pelo Centro-Sul do Brasil e derruba as temperaturas em boa parte da Região Sul e no leste do Sudeste já no início da semana. O frio de inverno está de volta para o RS, SC, PR, SP e o RJ.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaw7m8q"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaw7m8q.jpg" id="xaw7m8q"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Uma massa de ar polar avança já atua em parte da Região Sul, <strong>com maior intensidade do Rio Grande do Sul neste domingo (9) do Dia dos Pais</strong>. O sistema já contribui com a queda nas temperaturas em Santa Catarina e na metade sul do Paraná. No decorrer do dia, <strong>o</strong><strong> frio aumenta no Sul do Brasil e o ar polar chega de vez no leste do Sudeste</strong>. A semana vai começar com frio de inverno de volta para parte do Centro-Sul.</p><h2>Frio mais intenso é previsto na segunda e na terça-feira</h2><p>Já na noite deste domingo (9), <strong>o ar polar traz temperaturas abaixo dos 10°C em todo o Rio Grande do Su</strong>l, em boa parte do oeste, centro e sul de Santa Catarina.</p><p>No território gaúcho, no Oeste, Campanha, Sul, região Central e de Porto Alegre, <strong>as temperaturas variam de 4 a 9°C</strong>. Já na Serra, há previsão de 2 a 3°C, com potencial de que pontualmente <strong>registre-se temperaturas mais próximas dos 0°C</strong>.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p><strong>Em Santa Catarina</strong>, o noite de domingo (9) termina com variação na maior parte do estado de 9 a 12°C, sendo mais elevadas nas áreas do norte e leste. Já na região de Serra, no sul do estado, <strong>as temperaturas podem atingir de 2 a 4°C</strong>.</p><p><strong>No Paraná,</strong> as temperaturas ficam mais amenas com intervalos de 16 a 23°C. Destaque fica somente para <strong>a região de Curitiba, com 11°C</strong> na noite deste domingo (9).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-avanca-e-derruba-as-temperaturas-no-centro-sul-e-traz-frio-inverno-de-volta-veja-os-estados-atingidos-1786285322384.jpg" data-image="athtqqhcfjr1" alt="ar polar" title="ar polar"><figcaption>Temperaturas para o fim da noite de domingo (9).</figcaption></figure><p><strong>No Sudeste</strong>, no leste de São Paulo e no Rio de Janeiro, para os padrões da região será uma noite fria, <strong>com temperaturas de 17°C na capital paulista e em torno dos 22°C para os cariocas</strong>.</p><p><strong>Na segunda-feira (10)</strong>, as temperaturas mínimas na Região Sul acontecem no início da manhã, <strong>com previsão de 2 a 4°C</strong> na região da Campanha, Central e Sul do Rio Grande do Sul. Na região da Serra, há potencial de temperaturas de 0 a 2°C. <strong>Na região de Porto Alegre, a previsão traz de 5 a 8°C</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="782519" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/super-el-nino-pacifico-aquece-acima-das-previsoes-e-ecmwf-reforca-pico-superior-a-3-c.html" title="Super El Niño: Pacífico aquece acima das previsões e ECMWF reforça pico superior a 3°C">Super El Niño: Pacífico aquece acima das previsões e ECMWF reforça pico superior a 3°C</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/super-el-nino-pacifico-aquece-acima-das-previsoes-e-ecmwf-reforca-pico-superior-a-3-c.html" title="Super El Niño: Pacífico aquece acima das previsões e ECMWF reforça pico superior a 3°C"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/pacifico-aquece-acima-das-previsoes-e-ecmwf-reforca-pico-superior-a-3-c-1786111283744_320.png" alt="Super El Niño: Pacífico aquece acima das previsões e ECMWF reforça pico superior a 3°C"></a></article></aside><p><strong>Em Santa Catarina</strong>, há uma redução de 1 a 2°C em relação ao fim da noite de domingo (9), temperaturas variando na maior parte do estado de 8 a 11°C. <strong>Já na Serra, os termômetros podem marcar até 0°C</strong>.</p><p><strong>No Paraná</strong>, o frio mais intenso atinge o sul e leste do estado com temperaturas de 10 a 16°C, <strong>sendo mais baixas na região de Curitiba</strong>. No restante do estado, as mínimas variam de 15 a 22°C.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-avanca-e-derruba-as-temperaturas-no-centro-sul-e-traz-frio-inverno-de-volta-veja-os-estados-atingidos-1786285456276.jpg" data-image="cxglc8of8sw6" alt="massa de ar frio" title="massa de ar frio"><figcaption>Temperaturas no início da manhã da segunda-feira, 10 de agosto.</figcaption></figure><p>Agora no Sudeste, as temperaturas continuam caindo na madrugada com <strong>diferença de 1 a 2°C em relação à noite anterior</strong>. No entanto, mesmo com a elevação térmica natural ao longo do dia, devido ao avanço do ar polar, as mínimas do dia serão registradas no fim da noite, <strong>com mais 2 a 4°C mais baixas</strong>.</p><p><strong>O maior impacto ocorrem no centro-leste de São Paulo e no Rio de Janeiro</strong>, com o dia começando entre 14 e 18°C no território paulista, com 16°C na capital, e terminando com 11 a 14°C e previsão de <strong>13°C na região metropolitana de São Paulo</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-avanca-e-derruba-as-temperaturas-no-centro-sul-e-traz-frio-inverno-de-volta-veja-os-estados-atingidos-1786285713428.jpg" data-image="pf2ktp37fmiw" alt="frio" title="frio"><figcaption>Temperaturas mínimas para o centro-leste de São Paulo e para o Rio de Janeiro da segunda-feira, 10 de agosto.</figcaption></figure><p><strong>No Rio de Janeir</strong>o, o dia começa com 15 a 21°C, sendo maior na capital, e termina com variação de 15 e 19°C, com redução sendo registrada nas áreas litorâneas.</p><p><strong>Na terça-feira (11)</strong>, mesmo com a manutenção do frio, as temperaturas aumentam mais ao longo do dia. <strong>As mínimas são registradas em todas as localidades no início da manhã em patamares semelhantes aos do dia anterior</strong>. No período da noite o frio continua, mas com 2 a 4 °C mais elevados nas regiões analisadas anteriormente.</p><p><strong>A partir da quarta-feira (12)</strong>, o frio continua nas noites e madrugadas em boa parte da Região Sul e no leste do Sudeste, mas com maior amplitude térmica, o que traz uma sensação mais agradável ao longo dos dias. <strong>Somente no Rio Grande do Sul e sul de Santa Catarina, que a sensação de frio ao longo do dia continua</strong>, devido a manutenção da atuação dos sistemas de chuva e do transporte do ar mais frio.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-avanca-e-derruba-as-temperaturas-no-centro-sul-e-traz-frio-inverno-de-volta-veja-os-estados-atingidos.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Foguete da SpaceX colide com a Lua e cientistas confirmam impacto previsto]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/foguete-da-spacex-colide-com-a-lua-e-cientistas-confirmam-impacto-previsto.html</link><pubDate>Sun, 09 Aug 2026 12:03:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Após passar cerca de um ano vagando pelo espaço, o estágio de um foguete da SpaceX finalmente colidiu com a superfície lunar.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/foguete-da-spacex-colide-com-a-lua-e-cientistas-confirmam-impacto-previsto-1786222560032.png" data-image="yvvvjcizq1j8" alt="A Lua ganhou uma nova cratera após o impacto de um estágio de foguete da SpaceX que atingiu sua superfície em alta velocidade. Crédito: NASA" title="A Lua ganhou uma nova cratera após o impacto de um estágio de foguete da SpaceX que atingiu sua superfície em alta velocidade. Crédito: NASA"><figcaption>A Lua ganhou uma nova cratera após o impacto de um estágio de foguete da SpaceX que atingiu sua superfície em alta velocidade. Crédito: NASA</figcaption></figure><p>Um estágio de um foguete Falcon 9, lançado em janeiro de 2025 permaneceu em uma órbita cislunar por mais de um ano antes de sua trajetória convergir com a Lua. <strong>Em 5 de agosto de 2026, o objeto atingiu a Lua a cerca de 8700km/h, produzindo uma cratera na região próxima à cratera Einstein.</strong></p><p><strong>Astrônomos vinham acompanhando e refinando a trajetória do estágio há meses, calculando com precisão o ponto e o momento previstos para a colisão.</strong> Modelos estimaram que o impacto ocorreria próximo à cratera Einstein, tornando o evento uma oportunidade para testar previsões sobre dinâmica.</p><p>Após a colisão, a sonda Danuri, da Coreia do Sul, registrou imagens da região antes e depois do impacto. <strong>As fotografias permitiram identificar alterações na superfície e a nova estrutura produzida pela colisão do estágio do Falcon 9 com o solo lunar.</strong> Os dados foram divulgados pela agência espacial sul-coreana.</p><h2>O que aconteceu?</h2><p><strong>O Falcon 9 foi lançado em 15 de janeiro de 2025 levando duas sondas lunares, e seu primeiro estágio retornou à Terra após a decolagem.</strong> Já o segundo estágio permaneceu no espaço depois de concluir a propulsão necessária para colocar as cargas em trajetória lunar. </p><div class="texto-destacado">Diferentemente de missões para órbita baixa, nas quais o estágio superior pode ser direcionado para reentrar e queimar na atmosfera, missões de alta energia exigem uma trajetória de descarte diferente.</div><p>Nesse caso, o estágio foi colocado em uma trajetória considerada segura após o fim da missão, mas sua órbita acabou sendo modificada pela combinação de perturbações gravitacionais e atividade solar. <strong>Como resultado, o estágio perdeu a trajetória originalmente prevista e passou a seguir um caminho que o levou de encontro à Lua.</strong></p><h2>O impacto</h2><p><strong>O estágio superior vazio do Falcon 9 tinha aproximadamente o tamanho de um prédio de cinco andares e massa de cerca de 4 toneladas na Terra.</strong> Astrônomos haviam previsto que o objeto atingiria a superfície lunar a aproximadamente 8.700 km/h, convertendo sua energia cinética em uma colisão.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/foguete-da-spacex-colide-com-a-lua-e-cientistas-confirmam-impacto-previsto-1786222685730.png" data-image="pk3pv8crqsx2" alt="A agência espacial sul-coreana KASA divulgou imagens da região obtidas pela sonda lunar Danuri após a colisão. Crédito: KASA" title="A agência espacial sul-coreana KASA divulgou imagens da região obtidas pela sonda lunar Danuri após a colisão. Crédito: KASA"><figcaption>A agência espacial sul-coreana KASA divulgou imagens da região obtidas pela sonda lunar Danuri após a colisão. Crédito: KASA</figcaption></figure><p>Como a Lua praticamente não possui atmosfera, o estágio não sofreu uma desaceleração antes do impacto, transferindo grande parte dessa energia diretamente para o solo e criando uma nova cratera.<strong> O clarão produzido pela colisão foi breve e difícil de detectar a partir da Terra.</strong></p><h2>Imagens da agência sul-coreana</h2><p><strong>A agência espacial sul-coreana KASA divulgou imagens obtidas pela sonda lunar Danuri após o impacto do estágio do Falcon 9 na superfície da Lua.</strong> O orbitador registrou a região atingida e permitiu comparar imagens obtidas antes e depois da colisão. O impacto ocorreu na quarta-feira dessa semana.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="775468" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/confronto-geopolitico-entre-a-china-e-os-estados-unidos-pelo-controle-da-lua-e-do-espaco-sideral.html" title="Confronto geopolítico entre a China e os Estados Unidos pelo controle da Lua e do espaço sideral">Confronto geopolítico entre a China e os Estados Unidos pelo controle da Lua e do espaço sideral</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/confronto-geopolitico-entre-a-china-e-os-estados-unidos-pelo-controle-da-lua-e-do-espaco-sideral.html" title="Confronto geopolítico entre a China e os Estados Unidos pelo controle da Lua e do espaço sideral"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-choque-geopolitico-entre-china-y-estados-unidos-por-el-control-de-la-luna-y-el-espacio-exterior-se-pone-sabroso-1781961694751_320.jpeg" alt="Confronto geopolítico entre a China e os Estados Unidos pelo controle da Lua e do espaço sideral"></a></article></aside><p><strong>A comparação entre as imagens é importante porque permite identificar alterações na morfologia da Lua por causa do impacto.</strong> As observações do Danuri ajudaram os pesquisadores a localizar e caracterizar a nova cratera, além de fornecer dados para estudar impactos artificiais na superfície lunar.</p><h2>Preocupação com lixo espacial</h2><p>O lixo espacial é um problema crescente porque milhares de objetos artificiais permanecem em órbita após o fim de suas missões. <strong>Estágios de foguetes, satélites desativados e fragmentos de colisões continuam viajando a velocidades de vários quilômetros por segundo.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/foguete-da-spacex-colide-com-a-lua-e-cientistas-confirmam-impacto-previsto-1786222714570.png" data-image="98m31l87bpv8" alt="Com o aumento do lixo espacial e do número de missões, impactos não planejados como esse podem se tornar cada vez mais comuns no futuro. Crédito: KASA/BBC" title="Com o aumento do lixo espacial e do número de missões, impactos não planejados como esse podem se tornar cada vez mais comuns no futuro. Crédito: KASA/BBC"><figcaption>Com o aumento do lixo espacial e do número de missões, impactos não planejados como esse podem se tornar cada vez mais comuns no futuro. Crédito: KASA/BBC</figcaption></figure><p>A quantidade de detritos orbitais vem aumentando com a expansão das atividades espaciais, incluindo o lançamento de grandes constelações de satélites. <strong>Colisões podem produzir milhares de novos fragmentos, criando uma reação em cadeia conhecida como síndrome de Kessler.</strong></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/foguete-da-spacex-colide-com-a-lua-e-cientistas-confirmam-impacto-previsto.html</guid><dc:creator><![CDATA[Roberta Duarte]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Um raio atinge o campo em um jogo de futebol na Tailândia: o risco de estar ao ar livre durante uma trovoada]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/um-raio-atinge-o-campo-num-jogo-de-futebol-na-tailandia-porque-e-tao-perigoso-estar-ao-ar-livre-durante-uma-trovoada.html</link><pubDate>Sun, 09 Aug 2026 10:17:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Uma forte tempestade terminou em tragédia em Narathiwat, na Tailândia, quando um raio atingiu um campo de futebol durante um jogo. O incidente causou a morte de um jovem de 24 anos e deixou doze feridos, alguns em estado grave.</p><figure id="first-video" class="video youtube-short"><img src="https://img.youtube.com/vi/PVsxYX4MoTU/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=PVsxYX4MoTU" id="PVsxYX4MoTU"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p> O que começou por ser um simples jogo de futebol acabou por se transformar numa <strong>tragédia na província de Narathiwat, no sul da Tailândia</strong>. Em plena tempestade de monção, <strong>um poderoso raio atingiu repentinamente o campo de jogo </strong>enquanto vários jogadores se encontravam em campo, causando a morte de um jovem futebolista de 24 anos e deixando pelo menos mais doze pessoas feridas.</p><p>O impacto ocorreu quando a chuva já tinha começado a intensificar-se, embora o jogo ainda não tivesse sido suspenso. As imagens gravadas por algumas testemunhas mostram o <strong>momento dramático em que a descarga elétrica atinge a zona onde se encontravam vários jogadores</strong>, que caem ao chão imediatamente após o clarão.</p><p>Os serviços de emergência acorreram rapidamente ao campo de futebol para prestar assistência às vítimas. Apesar das tentativas de reanimação,<strong> um dos jogadores faleceu em consequência do impacto</strong>. Os restantes feridos foram transportados para diferentes centros de saúde com lesões de gravidade variável. Entre elas destacam-se <strong>várias queimaduras provocadas pela descarga elétrica</strong>, embora também tenham sido registadas pessoas com sintomas decorrentes da onda de choque.</p><h2>As tempestades monçônicas aumentam o risco de quedas de raios</h2><p>A tragédia ocorreu durante a estação das monções, uma época do ano em que o <strong>sul da Tailândia regista chuvas muito intensas, frequentemente acompanhadas por uma elevada atividade elétrica</strong>. As tempestades podem formar-se com grande rapidez, gerando descargas capazes de percorrer vários quilómetros desde a nuvem até ao solo.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">Tailandia | Momento exacto cuando un rayo inesperado mata a un jugador de fútbol e hiere a 12 más durante un partido en Tailandia. <a href="https://t.co/pKmQXesc1t">pic.twitter.com/pKmQXesc1t</a></p>— Periodistassinfronteras (@periodistassin2) <a href="https://x.com/periodistassin2/status/2085464266245861442?ref_src=twsrc%5Etfw">August 6, 2026</a></blockquote></figure><p>Durante uma tempestade elétrica, <strong>um campo de futebol representa um ambiente especialmente perigoso</strong>. Por se tratar de um espaço aberto, os jogadores ficam expostos à queda de raios, especialmente quando se encontram afastados de edifícios ou abrigos seguros.</p><p>Embora o impacto direto de um raio sobre uma pessoa seja relativamente raro, <strong>a corrente também pode propagar-se pelo solo após a descarga, atingindo quem se encontra a vários metros </strong>do ponto de impacto. Este fenómeno, conhecido como corrente de terra, explica que uma única descarga possa afetar simultaneamente várias pessoas, tal como aconteceu neste caso.</p><h2>O que fazer quando uma tempestade surge de surpresa durante uma atividade desportiva</h2><p>Os especialistas em meteorologia insistem que <strong>qualquer atividade desportiva ao ar livre deve ser suspensa imediatamente assim que se ouvirem os primeiros trovões</strong> ou se observar atividade elétrica nas proximidades.</p><p>Esperar que a chuva se intensifique pode revelar-se um erro fatal, uma vez que os relâmpagos podem cair mesmo antes de a tempestade se situar sobre o local. Ao ar livre ou em locais como prados ou campos de futebol, este risco aumenta consideravelmente, uma vez que<strong> o relâmpago tende a procurar os locais mais salientes, que, nestes casos, podem ser as pessoas</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="764847" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/esta-e-a-capital-dos-raios-os-raios-sao-visiveis-por-ate-10-horas-por-noite.html" title="Esta é a capital dos raios: 'os raios são visíveis por até 10 horas por noite'">Esta é a capital dos raios: "os raios são visíveis por até 10 horas por noite"</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/esta-e-a-capital-dos-raios-os-raios-sao-visiveis-por-ate-10-horas-por-noite.html" title="Esta é a capital dos raios: 'os raios são visíveis por até 10 horas por noite'"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/esta-es-la-capital-de-los-rayos-los-relampagos-son-visibles-hasta-10-horas-por-noche-1776421827272_320.jpeg" alt="Esta é a capital dos raios: 'os raios são visíveis por até 10 horas por noite'"></a></article></aside><p>A principal recomendação é <strong>abandonar o campo de jogo o mais rapidamente possível e refugiar-se num edifício fechado ou no interior de um veículo</strong> com teto metálico. Por outro lado, permanecer em espaços abertos, como aconteceu em Narathiwat, ou situar-se debaixo de árvores isoladas ou perto de estruturas metálicas aumenta consideravelmente o risco de sofrer uma descarga elétrica.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/um-raio-atinge-o-campo-num-jogo-de-futebol-na-tailandia-porque-e-tao-perigoso-estar-ao-ar-livre-durante-uma-trovoada.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A geoengenharia no Ártico funciona: a experiência histórica que aumentou a espessura do gelo em 32 cm]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/a-geoengenharia-no-artico-funciona-a-experiencia-historica-que-aumentou-a-espessura-do-gelo-em-32-cm.html</link><pubDate>Sun, 09 Aug 2026 08:36:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Pela primeira vez, uma experiência realizada ao longo de todo um inverno demonstrou que inundar o gelo marinho com água do oceano pode torná-lo mais espesso, mais brilhante e retardar o seu derretimento. Será possível aplicar isto em grande escala?</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-geoingenieria-en-el-artico-funciona-el-historico-experimento-que-engroso-el-hielo-32-cm-1784645455704.jpg" data-image="oe7pgo35tdss" alt="geoingenieria" title="geoingenieria"><figcaption>A experiência procurava uma forma de mitigar os impactos das alterações climáticas.</figcaption></figure><p>O gelo marinho do Ártico tem vindo a diminuir há décadas e os modelos climáticos indicam que poderá desaparecer quase por completo durante os verões, ainda antes de meados do século. Enquanto o mundo tenta reduzir as emissões de gases com efeito de estufa, alguns cientistas exploram e questionam-se: <strong>será possível proteger diretamente o gelo</strong> para ganhar tempo face ao aquecimento global?</p><p>Um estudo publicado na revista <em>Earth's Future </em>apresenta agora<strong> a primeira evidência </strong>obtida em condições reais de que uma técnica proposta há anos pode funcionar.</p><p>Durante o inverno de 2024-2025, uma equipa internacional realizou uma experiência em Cambridge Bay, no Ártico canadiano, onde <strong>inundou setores do gelo marinho com água</strong> bombeada do oceano. No final da época, as zonas tratadas apresentavam até 32 centímetros a mais de espessura do que aquelas onde não foi realizada qualquer intervenção, uma diferença equivalente ao afinamento registado nessa região nos últimos 50 anos.</p><h2>Por que é que derramar água sobre o gelo pode torná-lo mais resistente?</h2><p>A ideia parece contraditória, mas tem uma <strong>explicação física</strong>.</p><p>Quando o oceano começa a congelar durante o outono, o gelo aumenta gradualmente de espessura à medida que perde calor para a atmosfera. No entanto, <strong>a neve que cai sobre a sua superfície atua como um isolante</strong>, semelhante ao de uma casa, reduzindo a perda de calor e travando o crescimento do gelo.</p><p>Os pesquisadores aproveitaram esse mecanismo.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">A savage summer of heat in the Arctic has taken 2020 to the second lowest sea ice extent on record.<br><br>The summer 2020 melt season has been summarised in a few seconds. The orange line is the long term average.<br><br>In short, we have lost an enormous amount of ice.<br><br>[1/5] <a href="https://t.co/GT0O570IPt">pic.twitter.com/GT0O570IPt</a></p>— Scott Duncan (@ScottDuncanWX) <a href="https://x.com/ScottDuncanWX/status/1303007202702168068?ref_src=twsrc%5Etfw">September 7, 2020</a></blockquote></figure><p>Em vez de removerem a neve, bombearam água do mar sobre o gelo. A água encharcou a camada de neve e congelou rapidamente, <strong>formando uma nova camada sólida</strong>. Ao mesmo tempo, essa transformação permitiu que o frio penetrasse com maior facilidade e favorecesse um crescimento adicional a partir da parte inferior do gelo.</p><p>Para verificar se a técnica funcionava, a equipa transformou um quilómetro quadrado de gelo marinho num <strong>laboratório ao ar livre</strong>. Dividiram a área em onze setores: alguns permaneceram intactos e outros foram alvo de uma ou duas inundações em diferentes momentos do inverno. No total, bombearam cerca de 30 000 metros cúbicos de água do mar e, em seguida, realizaram mais de mil medições da espessura do gelo, além de observações com drones, sensores e satélites.</p><p>Os resultados confirmaram que as parcelas inundadas duas vezes alcançaram o maior crescimento, com <strong>aumentos entre 30 e 32 centímetros</strong> em relação às zonas de controlo.</p><h2>Um efeito inesperado: o gelo também ficou mais brilhante</h2><p>O aumento da espessura era o principal objetivo da experiência. No entanto, <strong>surgiu outro resultado</strong> que surpreendeu os investigadores.</p><p>Durante a primavera, o gelo tratado permaneceu muito mais branco do que o gelo natural.</p><div class="texto-destacado"><strong>Essa mudança implica um aumento do albedo, ou seja, da capacidade de refletir a radiação solar para o espaço. Quanto maior for essa refletividade, menor é a energia absorvida e mais lentamente começa o degelo.</strong></div><p>As imagens obtidas com drones e satélites mostraram que <strong>as zonas tratadas destacavam-se claramente pelo seu maior brilho</strong>, um efeito que os modelos utilizados até agora nem sequer contemplavam. Os autores acreditam que o novo gelo possa conter uma estrutura interna diferente, com pequenas bolhas de ar capazes de dispersar melhor a luz, embora ainda seja necessário investigar esse mecanismo.</p><p>A equipa também<strong> testou uma segunda estratégia</strong>. Quando o degelo primaveril começa, a água costuma acumular-se em poças na superfície do gelo. Como essas poças são muito mais escuras, absorvem mais radiação solar e aceleram a fusão. Os investigadores perfuraram pequenos orifícios para drenar parte dessa água e verificaram que, em poucos dias, a superfície recuperou grande parte do seu brilho.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="729428" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/geoengenharia-para-salvar-o-artico-uma-solucao-sustentavel-ou-armadilha-climatica.html" title="Geoengenharia para salvar o Ártico: uma solução sustentável ou armadilha climática?">Geoengenharia para salvar o Ártico: uma solução sustentável ou armadilha climática?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/geoengenharia-para-salvar-o-artico-uma-solucao-sustentavel-ou-armadilha-climatica.html" title="Geoengenharia para salvar o Ártico: uma solução sustentável ou armadilha climática?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/geoingenieria-para-salvar-el-artico-solucion-sostenible-o-trampa-climatica-1757735081617_320.jpg" alt="Geoengenharia para salvar o Ártico: uma solução sustentável ou armadilha climática?"></a></article></aside><p>Mesmo assim, os próprios autores mostram-se cautelosos. <strong>O estudo demonstra que a técnica funciona em pequena escala</strong>, mas ainda há questões importantes a esclarecer antes de se pensar numa aplicação mais ampla. Será necessário avaliar os seus custos, a enorme complexidade logística de intervir em grandes superfícies e, acima de tudo, os seus possíveis impactos nos ecossistemas árticos e nas comunidades que dependem do gelo marinho.</p><p>Longe de se apresentar como uma alternativa à redução das emissões, os investigadores defendem que este tipo de intervenções só poderá tornar-se, no futuro, <strong>uma ferramenta complementar para conservar zonas especialmente vulneráveis</strong>. O que esta experiência realmente muda é que, pela primeira vez, uma ideia que até agora só existia em simulações por computador demonstrou funcionar no mundo real.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Blanchard-Wrigglesworth%2C%20E.%2C%20Ceccolini%2C%20A.%2C%20Smith%2C%20A.%2C%20Woods%2C%20A.%2C%20Sherwin%2C%20C.%2C%20Borowski%2C%20K.%2C%20et%20al" data-year="2026" data-title="Artificial%20flooding%20leads%20to%20thicker%20and%20brighter%20Arctic%20sea%20ice" data-url="https%3A%2F%2Fagupubs.onlinelibrary.wiley.com%2Fdoi%2F10.1029%2F2025EF007894">Blanchard-Wrigglesworth, E., Ceccolini, A., Smith, A., Woods, A., Sherwin, C., Borowski, K., et al. (2026). <a href="https://agupubs.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1029/2025EF007894" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Artificial flooding leads to thicker and brighter Arctic sea ice</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/a-geoengenharia-no-artico-funciona-a-experiencia-historica-que-aumentou-a-espessura-do-gelo-em-32-cm.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Tornado assusta moradores em cidades do Paraná; veja imagens]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/passagem-de-tornado-assusta-moradores-em-cidades-do-parana-veja-imagens.html</link><pubDate>Sun, 09 Aug 2026 01:32:58 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Registros em vídeo capturados por moradores de Castro e Nova Aurora indicam que o mesmo funil percorreu diferentes áreas do Paraná, reforçando a suspeita de um único tornado em movimento pelo interior.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/passagem-de-tornado-assusta-moradores-em-cidades-do-parana-veja-imagens-1786238331063.jpg" data-image="2b8b7pgbmssa" alt="Avanço de frente fria provoca tornado no interior paranaense e mantém o estado em atenção. Foto: Instagram/ @historicosevero" title="Avanço de frente fria provoca tornado no interior paranaense e mantém o estado em atenção. Foto: Instagram/ @historicosevero"><figcaption>Avanço de frente fria provoca tornado no interior paranaense e mantém o estado em atenção. Foto: Instagram/ @historicosevero</figcaption></figure><p>A passagem de frentes frias e a formação de ciclones vêm provocando uma sequência atípica de tempestades severas na Região Sul do Brasil. <strong>Neste sábado (08), a confirmação de novos tornados no Paraná</strong> voltou a acender o alerta para a intensidade dos fenômenos climáticos.</p><p>Apenas dois dias após vendavais e estragos registrados no Rio Grande do Sul, o avanço da instabilidade gerou transtornos aos moradores paranaenses. O cenário <strong>reflete a persistência de um padrão meteorológico de extremo perigo</strong> sobre a região.</p><h2>Tornados causam destruição em municípios do Paraná</h2><p><strong>Um tornado significativo atingiu os municípios de Piraí do Sul e Jaguariaíva</strong> neste sábado (08), gerando possíveis estragos nas últimas horas. O mesmo fenômeno foi registrado no fim da tarde na localidade de Nova Aurora e na região dos Campos Gerais.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/sequencia-de-tornados-assusta-moradores-em-cidades-do-parana-veja-imagens-1786237923481.jpg" data-image="eld99kp80nez" alt="Tornado atingiu Piraí do Sul, Nova Aurora e Castro neste sábado (8). Foto: Reprodução/ X" title="Tornado atingiu Piraí do Sul, Nova Aurora e Castro neste sábado (8). Foto: Reprodução/ X"><figcaption>Tornado atingiu Piraí do Sul, Nova Aurora e Castro neste sábado (8). Foto: Reprodução/ X</figcaption></figure><p><strong>Novas imagens gravadas em Castro mostraram o funil sob diferentes perspectivas</strong> ao longo do seu deslocamento. A repetição do fenômeno gerou intensa repercussão nas redes sociais entre os moradores assustados com a gravidade das imagens. Um internauta comentou: "Nunca tinha visto isso no Brasil, em menos de duas semanas foram três....".</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">Castro-PR (southern Brazil): 08 August 2026. I have no information about the authorship of the footage yet. <a href="https://t.co/6M6TxgH0mT">pic.twitter.com/6M6TxgH0mT</a></p>— Ernani de Lima Nascimento (@Ern_Nascimento) <a href="https://x.com/Ern_Nascimento/status/2086226399757480365?ref_src=twsrc%5Etfw">August 8, 2026</a></blockquote></figure><p>Outro usuário demonstrou preocupação com a segurança pública ao afirmar: "O governo precisa fazer campanha de como agir, como se proteger, tenho visto as pessoas indo pra fora filmar, isso é extremamente perigoso!".</p><h2>Histórico recente de estragos no Rio Grande do Sul</h2><p>A instabilidade no Paraná ocorre logo após um forte temporal atingir o Rio Grande do Sul na quinta-feira, 6 de agosto. Na ocasião, a formação de um ciclone extratropical <strong>gerou rajadas de vento de até 120 km/h no Aeroporto Salgado Filho</strong>, em Porto Alegre.</p><p>Paralelamente,<strong> um tornado gerado por uma supercélula atingiu a zona rural de Pedro Osório</strong> por volta das 17h15. O prefeito Ricardo Alves relatou os danos estruturais: "Estamos levantando os estragos no perímetro urbano também, pois houve árvores caídas, postes caídos e fios soltos".</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="782490" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/tornado-e-chuva-de-granizo-causam-estragos-e-alertas-no-rs-veja-imagens.html" title="Tornado e chuva de granizo causam estragos e alertas no RS; veja imagens ">Tornado e chuva de granizo causam estragos e alertas no RS; veja imagens </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/tornado-e-chuva-de-granizo-causam-estragos-e-alertas-no-rs-veja-imagens.html" title="Tornado e chuva de granizo causam estragos e alertas no RS; veja imagens "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/tornado-e-chuva-de-granizo-causam-estragos-e-alertas-no-rs-veja-imagens-1786105554482_320.jpg" alt="Tornado e chuva de granizo causam estragos e alertas no RS; veja imagens "></a></article></aside><p>O evento em Pedro Osório foi o segundo tornado confirmado no estado em duas semanas, após a destruição registrada em Giruá no dia 28 de julho. Além disso, <strong>chuvas de granizo danificaram mais de 100 residências em Caseiros</strong> e afetaram diversos outros municípios gaúchos.</p><p>Diante do histórico recente de enxurradas e ventanias, o governo federal publicou portaria reconhecendo situação de emergência em <strong>Ametista do Sul, Nova Bassano, Frederico Westphalen e Santa Tereza</strong>.</p><h2>Alertas de acumulados elevados e temporais contínuos</h2><p>Com o avanço da frente fria, o Paraná permanece como o estado mais vulnerável a volumes excessivos de chuva. Segundo modelos meteorológicos, <strong>os acumulados podem superar os 100 mm na Grande Curitiba</strong>.</p><p>Nas regiões centro-sul e centro-oeste do estado paranaense, <strong>os volumes previstos oscilam entre 60 mm e 90 mm</strong>. As autoridades alertam para o risco elevado de alagamentos, enxurradas e transbordamento de rios ao longo do fim de semana.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="782554" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuva-de-mais-de-100-mm-tempestades-e-vendavais-ainda-ameacam-o-sul-veja-as-areas-em-risco.html" title="Chuva de mais de 100 mm, tempestades e vendavais ainda ameaçam o Sul; veja as áreas em risco">Chuva de mais de 100 mm, tempestades e vendavais ainda ameaçam o Sul; veja as áreas em risco</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuva-de-mais-de-100-mm-tempestades-e-vendavais-ainda-ameacam-o-sul-veja-as-areas-em-risco.html" title="Chuva de mais de 100 mm, tempestades e vendavais ainda ameaçam o Sul; veja as áreas em risco"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-de-mais-de-100-mm-tempestades-e-vendavais-ainda-ameacam-o-sul-veja-as-areas-em-risco-1786122393901_320.jpg" alt="Chuva de mais de 100 mm, tempestades e vendavais ainda ameaçam o Sul; veja as áreas em risco"></a></article></aside><p>Além das pancadas intensas, <strong>rajadas de vento acima de 70 km/h foram previstas para o território paranaense</strong>. A orientação oficial reforça que a população evite áreas abertas e não se abrigue sob árvores durante os temporais.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/passagem-de-tornado-assusta-moradores-em-cidades-do-parana-veja-imagens.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Lançamento do Nancy Grace Roman acontece neste mês: telescópio promete novas descobertas]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/lancamento-do-nancy-grace-roman-acontece-neste-mes-telescopio-promete-novas-descobertas.html</link><pubDate>Sat, 08 Aug 2026 23:03:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>O telescópio Nancy Grace Roman será lançado em 30 de agosto e terá um campo de visão 100 vezes maior que o Hubble.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/lancamento-do-nancy-grace-roman-acontece-neste-mes-telescopio-promete-novas-descobertas-1786219376609.png" data-image="cp3kwyhd39wk" alt="No dia 30 de agosto, está previsto o lançamento do Nancy Grace Roman, telescópio da NASA que vai investigar a energia escura e ampliar a busca por exoplanetas. Crédito: NASA" title="No dia 30 de agosto, está previsto o lançamento do Nancy Grace Roman, telescópio da NASA que vai investigar a energia escura e ampliar a busca por exoplanetas. Crédito: NASA"><figcaption>No dia 30 de agosto, está previsto o lançamento do Nancy Grace Roman, telescópio da NASA que vai investigar a energia escura e ampliar a busca por exoplanetas. Crédito: NASA</figcaption></figure><p>Os últimos anos têm sido marcados por grandes avanços na Astronomia com o lançamento do telescópio James Webb e o início das operações científicas do Observatório Vera Rubin. <strong>Esses instrumentos ampliaram nossa capacidade de observar o Universo em diferentes comprimentos de onda e escalas. </strong></p><p>Cada novo observatório foi projetado para responder a diferentes questões científicas. <strong>O James Webb concentra-se principalmente em observações infravermelhas, enquanto o Rubin realizará grandes levantamentos ópticos do céu ao longo de anos. </strong></p><p>Nesse cenário, está previsto para 30 deste mês o lançamento do Nancy Grace Roman Space Telescope, o próximo grande observatório infravermelho da NASA. <strong>Com um campo de visão de 100 vezes maior que o do Hubble, Roman será capaz de mapear regiões do céu e coletar grandes volumes de dados.</strong></p><h2>Telescópio Nancy Grace Roman</h2><p>O Nancy Grace Roman Space Telescope (Roman), é um observatório espacial da NASA projetado para observações no infravermelho. <strong>O telescópio possui um espelho primário de 2,4 metros e 2 instrumentos científicos.</strong> Seu principal detector terá 300,8 megapixels e um campo de visão cerca de 100 vezes maior que o das câmeras do Hubble.</p><div class="texto-destacado">O lançamento está previsto para acontecer no dia 30 de agosto de 2026, em direção à região do ponto de Lagrange Sol-Terra L2.</div><p>Entre seus objetivos estão estudar a evolução das estruturas cósmicas e a natureza da energia escura, testar a relatividade geral e investigar a curvatura do espaço-tempo. <strong>O telescópio realizará uma busca por exoplanetas e permitirá testar técnicas para observar objetos muito próximos de estrelas.</strong></p><h2>Instrumentos</h2><p>O Roman contará com dois instrumentos científicos principais: <strong>o Wide Field Instrument (WFI) que será uma câmera de 300,8 megapixels capaz de realizar observações no visível e no infravermelho próximo.</strong> Com uma resolução comparável à do Hubble e com um campo de visão cerca de 100 vezes maior. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/lancamento-do-nancy-grace-roman-acontece-neste-mes-telescopio-promete-novas-descobertas-1786219540453.png" data-image="jaqq73ye2np4" alt="O Roman terá resolução comparável à do Hubble, mas um campo de visão cerca de 100 vezes maior, permitindo observar regiões muito maiores do Universo de uma só vez. Crédito: NASA" title="O Roman terá resolução comparável à do Hubble, mas um campo de visão cerca de 100 vezes maior, permitindo observar regiões muito maiores do Universo de uma só vez. Crédito: NASA"><figcaption>O Roman terá resolução comparável à do Hubble, mas um campo de visão cerca de 100 vezes maior, permitindo observar regiões muito maiores do Universo de uma só vez. Crédito: NASA</figcaption></figure><p><strong>O segundo instrumento, o Coronagraph Instrument (CGI), será projetado para observações de alto contraste com técnicas de supressão da luz estelar </strong>para detectar objetos próximos a estrelas brilhantes. Ele poderá obter imagens e espectros no visível e no infravermelho próximo.</p><h2>Objetivos científicos </h2><p>Um dos principais objetivos científicos do Roman será investigar a natureza da energia escura. Para isso, o telescópio usará três técnicas independentes: <strong>oscilações acústicas bariônicas, observações de supernovas distantes e lente gravitacional fraca. </strong></p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="749486" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/telescopio-vera-rubin-entra-em-cena-descobriu-milhares-de-asteroides-um-dos-quais-quebrou-recorde.html" title="Telescópio Vera Rubin entra em cena: descobriu milhares de asteroides — um dos quais quebrou recorde">Telescópio Vera Rubin entra em cena: descobriu milhares de asteroides — um dos quais quebrou recorde</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/telescopio-vera-rubin-entra-em-cena-descobriu-milhares-de-asteroides-um-dos-quais-quebrou-recorde.html" title="Telescópio Vera Rubin entra em cena: descobriu milhares de asteroides — um dos quais quebrou recorde"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/il-telescopio-vera-rubin-entra-in-scena-scoprendo-migliaia-di-asteroidi-di-cui-uno-da-record-assoluto-1768042148561_320.png" alt="Telescópio Vera Rubin entra em cena: descobriu milhares de asteroides — um dos quais quebrou recorde"></a></article></aside><p><strong>Outro ponto será o estudo de exoplanetas, especialmente aqueles localizados nas regiões externas dos sistemas planetários.</strong> Por meio de microlente gravitacional, Roman poderá detectar planetas com massas de apenas algumas vezes a da Lua e realizar um censo de planetas errantes. </p><h2>Quem foi Nancy Grace Roman?</h2><p>O nome do telescópio é uma homenagem à Nancy Grace Roman que foi uma astrônoma com um papel fundamental na consolidação do programa espacial da NASA.<strong> Nascida em 1925, ela estudou Astronomia e obteve doutorado na Universidade de Chicago antes de ingressar na NASA em 1959. </strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/lancamento-do-nancy-grace-roman-acontece-neste-mes-telescopio-promete-novas-descobertas-1786219480487.png" data-image="3p37b6m35mya" alt="O telescópio homenageia Nancy Grace Roman, astrônoma que foi a primeira chefe de Astronomia da NASA. Crédito: NASA" title="O telescópio homenageia Nancy Grace Roman, astrônoma que foi a primeira chefe de Astronomia da NASA. Crédito: NASA"><figcaption>O telescópio homenageia Nancy Grace Roman, astrônoma que foi a primeira chefe de Astronomia da NASA. Crédito: NASA</figcaption></figure><p><strong>Em 1960, tornou-se a primeira chefe de Astronomia da agência, cargo no qual participou diretamente do planejamento de grandes missões científicas.</strong> Roman foi uma das principais responsáveis por defender a construção de observatórios espaciais capazes de realizar pesquisas astronômicas fora da atmosfera terrestre. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/lancamento-do-nancy-grace-roman-acontece-neste-mes-telescopio-promete-novas-descobertas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Roberta Duarte]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Seca do Mar Morto gera crateras com água doce e lembra profecia bíblica]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/seca-do-mar-morto-gera-crateras-com-agua-doce-e-lembra-profecia-biblica.html</link><pubDate>Sat, 08 Aug 2026 21:41:23 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>O recuo das águas do Mar Morto provoca milhares de dolinas, enquanto nascentes subterrâneas criam pequenos refúgios de vegetação e vida em uma paisagem marcada pela aridez.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/seca-do-mar-morto-gera-crateras-com-agua-doce-e-lembra-profecia-biblica-1786213581075.jpg" data-image="uremf0gy9xag" alt="Pessoas nadam em uma das crateras formadas pelo encolhimento do Mar Morto Imagem: Getty Images… - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2026/08/06/seca-do-mar-morto-gera-crateras-com-agua-doce-e-lembra-profecia-biblica.ghtm?shem=dsdf%2Csharefoc%2Cagadiscoversdl%2C%2Csh%2Fx%2Fdiscover%2Fm1%2F4&cmpid=copiaecola" title="Pessoas nadam em uma das crateras formadas pelo encolhimento do Mar Morto Imagem: Getty Images… - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2026/08/06/seca-do-mar-morto-gera-crateras-com-agua-doce-e-lembra-profecia-biblica.ghtm?shem=dsdf%2Csharefoc%2Cagadiscoversdl%2C%2Csh%2Fx%2Fdiscover%2Fm1%2F4&cmpid=copiaecola"><figcaption>Pessoas nadam em uma das crateras formadas pelo encolhimento do Mar Morto. Crédito: Getty Images</figcaption></figure><p>O <strong>Mar Morto</strong>, localizado entre Israel, Jordânia e Cisjordânia, está passando por uma <strong>transformação</strong> que combina crise ambiental, fenômenos geológicos e o surgimento inesperado de áreas de vida. À medida que o nível do lago diminui, <strong>milhares de crateras aparecem em suas margens.</strong> Em algumas delas, águas subterrâneas doces chegam à superfície, permitindo o crescimento de plantas e a presença de organismos.</p><p>O fenômeno ocorre em uma região conhecida justamente pelas condições extremas. O Mar Morto apresenta <strong>salinidade cerca de dez vezes superior à dos oceanos</strong>, característica que dificulta a sobrevivência da maioria das formas de vida aquática. O alto teor de sal também faz com que <strong>pessoas flutuem com facilidade em suas águas</strong>, uma das características que tornou o local conhecido mundialmente.</p><p>A redução do nível do lago, porém, tem <strong>alterado profundamente a paisagem.</strong> Entre as principais causas estão o desvio de grande parte das águas do rio Jordão para abastecimento humano e agricultura, além do clima extremamente seco, que favorece altas taxas de evaporação. Com menos água chegando ao Mar Morto, seu nível recua e deixa expostas áreas anteriormente submersas.</p><h2>Crateras revelam água subterrânea</h2><p>Uma das consequências mais visíveis desse processo é o surgimento das chamadas<strong> dolinas, grandes crateras que podem atingir dimensões semelhantes às de uma quadra de basquete</strong> e profundidade equivalente à de um prédio de dois andares. Elas representam riscos para estradas, construções e outras estruturas próximas às margens do lago.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/seca-do-mar-morto-gera-crateras-com-agua-doce-e-lembra-profecia-biblica-1786213966713.jpg" data-image="x3jnjxvrsbio" alt="Animais e vegetação surgem perto das crateras de água doce Imagem: Getty Images… - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2026/08/06/seca-do-mar-morto-gera-crateras-com-agua-doce-e-lembra-profecia-biblica.ghtm?shem=dsdf%2Csharefoc%2Cagadiscoversdl%2C%2Csh%2Fx%2Fdiscover%2Fm1%2F4&cmpid=copiaecola" title="Animais e vegetação surgem perto das crateras de água doce Imagem: Getty Images… - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2026/08/06/seca-do-mar-morto-gera-crateras-com-agua-doce-e-lembra-profecia-biblica.ghtm?shem=dsdf%2Csharefoc%2Cagadiscoversdl%2C%2Csh%2Fx%2Fdiscover%2Fm1%2F4&cmpid=copiaecola"><figcaption>Animais e vegetação surgem perto das crateras de água doce. Créditos: Getty Images</figcaption></figure><p>As dolinas se formam a partir de uma<strong> combinação entre o recuo da água e a geologia da região.</strong> Quando o nível do Mar Morto diminui, camadas subterrâneas de sal ficam expostas à circulação de água doce proveniente de aquíferos. Essa água dissolve o sal existente no subsolo, criando cavidades. Com a perda de sustentação, o terreno acima pode desabar repentinamente.</p><div class="texto-destacado">Segundo informações atribuídas ao Serviço Geológico de Israel, milhares de dolinas já foram identificadas na região, e novas crateras continuam aparecendo. O fenômeno transformou partes da paisagem em áreas de risco, mas também criou condições para o surgimento de ambientes completamente diferentes daqueles encontrados nas águas extremamente salinas do Mar Morto.</div><p>Em algumas dessas depressões, a água doce subterrânea chega à superfície e forma pequenas lagoas. Ao redor delas,<strong> plantas conseguem se desenvolver e diferentes organismos encontram condições para sobreviver</strong>. Microrganismos e animais também já foram observados aproveitando esses novos ambientes, criando pequenos bolsões de vida em meio a uma região predominantemente árida.</p><h2>Fenômeno é associado a profecia bíblica</h2><p>A transformação também despertou a<strong> </strong>atenção de grupos religiosos. Um documentário publicado pelo canal The Power of the Word, que acumulou centenas de milhares de visualizações, relacionou <strong>o surgimento de água doce e vida na região a uma passagem do livro bíblico de Ezequiel.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/seca-do-mar-morto-gera-crateras-com-agua-doce-e-lembra-profecia-biblica-1786213782507.jpg" data-image="5y32ngich9yc" alt="Mar Morto enfrenta risco de colapso após perder um terço de seu tamanho Imagem: Reuters… - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2026/08/06/seca-do-mar-morto-gera-crateras-com-agua-doce-e-lembra-profecia-biblica.ghtm?shem=dsdf%2Csharefoc%2Cagadiscoversdl%2C%2Csh%2Fx%2Fdiscover%2Fm1%2F4&cmpid=copiaecola" title="Mar Morto enfrenta risco de colapso após perder um terço de seu tamanho Imagem: Reuters… - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2026/08/06/seca-do-mar-morto-gera-crateras-com-agua-doce-e-lembra-profecia-biblica.ghtm?shem=dsdf%2Csharefoc%2Cagadiscoversdl%2C%2Csh%2Fx%2Fdiscover%2Fm1%2F4&cmpid=copiaecola"><figcaption>Mar Morto enfrenta risco de colapso após perder um terço de seu tamanho. Crédito: Reuters</figcaption></figure><p>O trecho de <strong>Ezequiel 47:8-9</strong> descreve <strong>águas que partem de Jerusalém em direção ao leste e chegam a um mar cujas águas são transformadas</strong>. A passagem afirma que, após a chegada dessas águas, haveria peixes e seres vivos em abundância. Por isso, alguns grupos religiosos interpretam o Mar Morto como o local mencionado na profecia.</p><p>Para esses grupos, o aparecimento de nascentes, vegetação e sinais de vida nas proximidades do lago guarda uma <strong>semelhança simbólica com a narrativa bíblica.</strong> A ideia ganhou repercussão principalmente porque o fenômeno ocorre justamente em uma região historicamente associada à extrema salinidade e à ausência de vida aquática.</p><p>A ciência, entretanto, atribui o processo a mecanismos naturais já conhecidos. A formação das dolinas está relacionada à<strong> queda do nível do Mar Morto, à dissolução de depósitos subterrâneos de sal e à circulação de águas de aquíferos.</strong> A presença de vegetação e organismos nas novas lagoas também é explicada pela disponibilidade de água doce, sem necessidade de recorrer a causas sobrenaturais.</p><h2>Crise ambiental continua avançando</h2><p>O fotógrafo israelense Noam Bedein acompanha as mudanças na região há anos e relatou ao Jerusalem Post que o fenômeno<strong> despertou simultaneamente o interesse de cientistas e religiosos. </strong>Segundo ele, a transformação provocou grande entusiasmo entre diferentes públicos, ainda que as interpretações sobre suas causas e significados sejam distintas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780758" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/cientistas-conseguem-transformar-plasticos-em-combustivel-o-sistema-que-os-convertem-em-energia.html" title="Cientistas conseguem transformar plásticos em combustível: o sistema que os convertem em energia">Cientistas conseguem transformar plásticos em combustível: o sistema que os convertem em energia</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/cientistas-conseguem-transformar-plasticos-em-combustivel-o-sistema-que-os-convertem-em-energia.html" title="Cientistas conseguem transformar plásticos em combustível: o sistema que os convertem em energia"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/cientificos-logran-transformar-los-plasticos-en-combustible-el-sistema-que-convierte-plasticos-en-energia-1784929874378_320.png" alt="Cientistas conseguem transformar plásticos em combustível: o sistema que os convertem em energia"></a></article></aside><p>Enquanto as novas áreas de água doce representam um fenômeno natural curioso, o<strong> cenário geral continua sendo de degradação ambiental.</strong> O desaparecimento gradual do Mar Morto ameaça ecossistemas, infraestrutura e atividades econômicas, além de modificar de forma permanente a paisagem da região.</p><p>Há anos, governos e especialistas discutem maneiras de reduzir o declínio do lago. Uma das propostas envolve <strong>transferir água do Mar Vermelho para o Mar Morto,</strong> enquanto outras medidas incluem projetos de dessalinização na Jordânia e iniciativas para diminuir o consumo de água e os impactos de atividades industriais, como a mineração.</p><p>A recuperação, no entanto, depende de <strong>uma complexa cooperação entre Israel, Jordânia e representantes palestinos</strong>, em uma região marcada por conflitos e tensões políticas. Assim, as crateras com água doce representam simultaneamente um fenômeno geológico fascinante e um lembrete da dimensão da crise ambiental que ameaça um dos lugares mais singulares do planeta.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="UOL" data-year="2026" data-title="Seca%20do%20Mar%20Morto%20gera%20crateras%20com%20%C3%A1gua%20doce%20e%20lembra%20profecia%20b%C3%ADblica" data-url="https%3A%2F%2Fnoticias.uol.com.br%2Fmeio-ambiente%2Fultimas-noticias%2Fredacao%2F2026%2F08%2F06%2Fseca-do-mar-morto-gera-crateras-com-agua-doce-e-lembra-profecia-biblica.ghtm%3Fshem%3Ddsdf%2Csharefoc%2Cagadiscoversdl%2C%2Csh%2Fx%2Fdiscover%2Fm1%2F4">UOL. (2026). <a href="https://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2026/08/06/seca-do-mar-morto-gera-crateras-com-agua-doce-e-lembra-profecia-biblica.ghtm?shem=dsdf,sharefoc,agadiscoversdl,,sh/x/discover/m1/4" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Seca do Mar Morto gera crateras com água doce e lembra profecia bíblica</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/seca-do-mar-morto-gera-crateras-com-agua-doce-e-lembra-profecia-biblica.html</guid><dc:creator><![CDATA[João Cunha]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Laranja-doce: áreas adequadas podem encolher 30% até 2100; entenda]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/laranja-doce-areas-adequadas-podem-encolher-30-ate-2100-entenda.html</link><pubDate>Sat, 08 Aug 2026 20:13:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Estudo projeta redução de 30% nas áreas mundialmente adequadas à laranja-doce até 2100, com forte retração no Brasil e expansão na China e Europa, mas não estima diretamente perdas de produção comercial ou abandono dos pomares atuais.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/laranja-doce-areas-adequadas-podem-encolher-30-ate-2100-entenda-1786203615900.jpg" data-image="722fs26exx6b" alt="laranja, mudança, clima" title="laranja, mudança, clima"><figcaption>As mudanças no clima podem reduzir as áreas adequadas ao cultivo comercial de laranja-doce e deslocar parte da produção para novas regiões.</figcaption></figure><p>As áreas ambientalmente adequadas <strong>à produção comercial de laranja-doce podem diminuir cerca de 30% no mundo até o fim do século</strong>, caso se concretize o cenário de emissões muito elevadas SSP5-8.5. A projeção, publicada na <em>Scientific Reports</em>, considera a influência conjunta do clima, do solo e do relevo sobre a citricultura mundial.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</strong></div><p><strong>A retração seria ainda maior nas terras classificadas com aptidão moderada ou alta: 48,6%</strong>. O resultado não significa que a produção mundial cairá na mesma proporção, mas indica que muitos pomares poderão enfrentar condições menos favoráveis. Como laranjeiras permanecem produtivas durante anos, decisões tomadas agora sobre localização, porta-enxertos e irrigação terão consequências duradouras.</p><h2>Modelo cruzou 3.350 registros com clima e solo </h2><p>Os pesquisadores empregaram o MaxEnt, modelo que reconhece as condições ambientais associadas à presença de uma espécie ou cultura. <strong>Foram utilizados 3.350 pontos de ocorrência da laranja-doce</strong>, separados entre treinamento e teste, além de 11 variáveis climáticas, edáficas e topográficas. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>As projeções combinaram cinco modelos climáticos e quatro trajetórias de emissões. <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>O período de referência climática foi 1970–2000, enquanto o futuro foi dividido em quatro intervalos: 2021–2040, 2041–2060, 2061–2080 e 2081–2100. Todas as camadas foram padronizadas para resolução espacial aproximada de cinco quilômetros.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/laranja-doce-areas-adequadas-podem-encolher-30-ate-2100-entenda-1786204194245.jpg" data-image="e0g5nu8smtyj" alt="clima, mudanças, cenários" title="clima, mudanças, cenários"><figcaption>No cenário SSP5-8.5, a área brasileira potencialmente adequada à laranja-doce pode cair 61,5% até o fim do século, de 268,65 para 103,51 milhões de hectares.</figcaption></figure><p><strong>A temperatura mínima do mês mais frio respondeu por 47,6% da contribuição ao modelo</strong>, aparecendo como principal fator de distribuição. Em seguida vieram teor de argila, com 27,6%, pH do solo, com 8,1%, e precipitação anual, com 4%. O desempenho foi considerado robusto, com AUC, (Área Sob a Curva, ou <em>Area Under the Curve</em>) é uma medida usada en inteligência artificial e estadística, de 0,87</p><h2>Brasil perde aptidão enquanto China e Europa ganham espaço </h2><p><strong>No SSP5-8.5 (cenário de projeção pessimista de altas emissões), entre 2081 e 2100</strong>, a área mundial adequada passaria de 2,61 bilhões para 1,82 bilhão de hectares, redução de 790,88 milhões de hectares. A mudança não seria uniforme: regiões tropicais tradicionais perderiam espaço, enquanto áreas mais frias, elevadas ou situadas em latitudes maiores poderiam se tornar ambientalmente favoráveis.</p><ul> <li><strong>Brasil: redução de 61,5% na área territorial potencialmente adequada.</strong></li> <li>Índia: contração projetada de 50,7% até o fim do século.</li> <li>China: expansão de 67,6%, principalmente em novas faixas de latitude média.</li> <li>Europa: crescimento aproximado de 82%, equivalente a 63,77 milhões de hectares.</li> </ul><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/laranja-doce-areas-adequadas-podem-encolher-30-ate-2100-entenda-1786204391123.jpg" data-image="gpn87xl7f1th" alt="laranja, comercio, exportação" title="laranja, comercio, exportação"><figcaption>O Brasil ocupa posição central na citricultura mundial, com a laranja sustentando uma ampla cadeia de produção, processamento de suco, exportações e geração de empregos.</figcaption></figure><p>No Brasil, o domínio adequado cairia de 268,65 para 103,51 milhões de hectares. <strong>A aptidão moderada ou alta recuaria de 9,4% para 1,5% do território, atingindo o interior paulista</strong>, o Triângulo Mineiro, o sul de Minas Gerais, o Paraná e partes de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Dentro das áreas atualmente cultivadas, a retração estimada é menor, mas ainda expressiva: 45,5%.</p><h2>Aptidão climática não equivale a produção nem abandono de pomares </h2><p>O modelo indica onde clima e solo se parecem com os ambientes atualmente associados à citricultura comercial; ele não calcula diretamente produtividade, preço ou sobrevivência de cada pomar.<strong> A resolução aproximada de cinco quilômetros também pode ocultar microclimas</strong>, irrigação e diferenças de relevo importantes para uma propriedade. </p><div class="texto-destacado">Greening, ondas de calor simultâneas à seca, variedades e respostas fisiológicas ao CO₂ não foram incorporados.</div><p>Por isso, <strong>os resultados funcionam como orientação de longo prazo</strong>, não como sentença para regiões produtoras. Eles podem apoiar zoneamento, escolha de porta-enxertos, melhoramento genético e investimentos em água e proteção contra extremos. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="782409" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/iliada-e-odisseia-sao-apenas-dois-capitulos-de-uma-saga-maior-conheca-o-ciclo-epico-da-guerra-de-troia.html" title="'Ilíada' e 'Odisseia' são apenas dois capítulos de uma saga maior: conheça o Ciclo Épico da Guerra de Troia">"Ilíada" e "Odisseia" são apenas dois capítulos de uma saga maior: conheça o Ciclo Épico da Guerra de Troia</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/iliada-e-odisseia-sao-apenas-dois-capitulos-de-uma-saga-maior-conheca-o-ciclo-epico-da-guerra-de-troia.html" title="'Ilíada' e 'Odisseia' são apenas dois capítulos de uma saga maior: conheça o Ciclo Épico da Guerra de Troia"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/iliada-e-odisseia-sao-apenas-dois-capitulos-de-uma-saga-maior-conheca-o-ciclo-epico-da-guerra-de-troia-1786060827865_320.jpg" alt="'Ilíada' e 'Odisseia' são apenas dois capítulos de uma saga maior: conheça o Ciclo Épico da Guerra de Troia"></a></article></aside><p>Antes de orientar mudanças definitivas, novos trabalhos deverão integrar modelos fisiológicos, doenças, custos e manejo, tanto nos países que perdem aptidão quanto nos novos corredores projetados.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Loren%C3%A7one%2C%20P.A.%2C%20Loren%C3%A7one%2C%20J.A.%2C%20de%20Oliveira%20Aparecido%2C%20L.E.%20et%20al" data-year="2026" data-title="Global%20agronomic%20suitability%20of%20Citrus%20sinensis%20for%20commercial%20production%20under%20CMIP6%20climate%20scenarios" data-url="https%3A%2F%2Fwww.nature.com%2Farticles%2Fs41598-026-62954-w%23citeas">Lorençone, P.A., Lorençone, J.A., de Oliveira Aparecido, L.E. et al. (2026). <a href="https://www.nature.com/articles/s41598-026-62954-w#citeas" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Global agronomic suitability of Citrus sinensis for commercial production under CMIP6 climate scenarios</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/laranja-doce-areas-adequadas-podem-encolher-30-ate-2100-entenda.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O chocolate resistente ao calor se tornará realidade? Cientistas estão trabalhando em chocolates que não derretem]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/o-chocolate-resistente-ao-calor-se-tornara-realidade-cientistas-estao-trabalhando-em-chocolates-que-nao-derretem.html</link><pubDate>Sat, 08 Aug 2026 18:48:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>As altas temperaturas do verão são inimigas do chocolate, mas isso pode mudar em breve. Pesquisas científicas estão prestes a criar um chocolate resistente ao calor.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/il-cioccolato-termoresistente-sara-realta-scienziati-al-lavoro-su-ciccolatini-che-non-si-sciolgono-neanche-in-estate-1785438861505.jpg" data-image="xwbmedl13xxd" alt="Chocolate resistente al calor" title="Chocolate resistente al calor"><figcaption>A textura suave e aveludada do chocolate é uma das características que o tornam tão atraente.</figcaption></figure><p>No verão, <strong>o</strong><strong>s amantes de chocolate sofrem o calor em dobro</strong>: quando a temperatura ultrapassa certo limite, tanto o corpo humano quanto o próprio chocolate são afetados. Barras e bombons começam a derreter, <strong>perdendo a forma e a consistência</strong>, o que dificulta o armazenamento ou — pior ainda — o transporte.</p><p>Abrir mão desse prazer pequeno, porém grandioso, <strong>até o outono costuma ser a única opção</strong>, mas talvez isso não dure muito.</p><div class="texto-destacado">A ciência trabalha para oferecer ao mundo um chocolate que resista ao calor sem perder suas melhores qualidades, incluindo aquela textura aveludada que o torna especialmente atraente ao paladar.</div><h2>Chocolate: uma história que abrange milhares de anos</h2><p>A paixão pelo sabor rico do chocolate é antiga, remontando a cerca de três mil anos — originada da paixão pelas amêndoas de cacau das quais ele é derivado.</p><p><strong>As primeiras evidências do uso do cacau remontam a dois mil anos antes de Cristo</strong>. Naquela época, povos da América Central, como os maias, astecas e olmecas, cultivavam cacaueiros e consideravam as sementes tão valiosas que, por vezes, as utilizavam como moeda.</p><div class="texto-destacado">Durante muitos séculos, as sementes eram secas, torradas e moídas para se obter uma pasta gordurosa conhecida hoje como massa de cacau. O produto final era uma bebida amarga e aromática.</div><p>Muito mais tarde, no século XVI, o cacau chegou à Europa, embora sem sucesso imediato. Mais tarde ainda, em 1828, o inventor holandês Coenraad Johannes van Houten patenteou uma prensa hidráulica capaz de separar a massa de cacau do pó; já em 1847, a empresa inglesa J.S. Fry & Sons <strong>criou uma pasta fluida que podia ser despejada em moldes e deixada solidificar</strong>, criando assim a primeira barra de chocolate da história.</p><p>Atualmente, existem duas preparações básicas: o chocolate amargo é obtido pela <strong>combinação de massa de cacau, manteiga de cacau e açúcar</strong>. A adição de leite resulta no chocolate ao leite.</p><h2>O ponto de fusão do chocolate</h2><p>Ambas as preparações básicas de chocolate, com todas as suas infinitas variações, começam a derreter quando a temperatura ultrapassa 34°C.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/il-cioccolato-termoresistente-sara-realta-scienziati-al-lavoro-su-ciccolatini-che-non-si-sciolgono-neanche-in-estate-1785438901373.jpg" data-image="n8bg0u41p7v9" alt="Chocolate" title="Chocolate"><figcaption>Existem muitas variedades de chocolate, mas todas têm o mesmo ponto de fusão: 34°C.</figcaption></figure><p>Em temperaturas muito mais baixas, ou com oscilações contínuas entre calor e frio, a manteiga de cacau cristaliza-se, <strong>fazendo com que o chocolate perca o brilho, desenvolva uma camada esbranquiçada e mude de consistência</strong>.</p><p>Para superar esse problema, cientistas da indústria alimentícia estão trabalhando na criação de chocolates resistentes ao calor que <strong>mantêm suas qualidades em temperaturas entre 38 e 45°C</strong>, ou até mesmo superiores.</p><p>Para alcançar esse resultado, três métodos estão sendo examinados: o tratamento de açúcares, o tratamento da massa gorda e o método de produção.</p><h2>Chocolate e açúcares resistentes ao calor</h2><p>Uma alternativa para aproveitar o açúcar presente no chocolate é <strong>adicionar pequenas quantidades de água ou de outras substâncias higroscópicas</strong>, como sorbitol ou glicerol, à mistura.</p><p>Isso permite que os cristais de açúcar se dissolvam parcialmente e, em seguida, formem <strong>estruturas tridimensionais semelhantes a uma rede quando a água</strong> é posteriormente reabsorvida.</p><p>As redes resultantes aprisionam a manteiga de cacau, <strong>permitindo que ela mantenha sua forma mesmo ao começar a derreter.</strong> Isso evita que o produto final — seja uma tablete ou uma barra de chocolate — perca o formato.</p><h2>Uma massa gordurosa que derrete com menos facilidade</h2><p>O segundo método que os cientistas estão avaliando é aquele que atua diretamente na manteiga de cacau — isso é,<strong> no teor de gordura presente no chocolate</strong>.</p><p>Este ingrediente pode ser parcialmente substituído por outros com características semelhantes, <strong>porém com ponto de fusão mais elevado</strong>. Algumas das gorduras vegetais mais compatíveis são a manteiga de karité, a gordura de manga e o óleo de palma.</p><p>Alternativamente, também é possível modificar diretamente as propriedades da manteiga de cacau — especificamente as dos triglicerídeos — para elevar seu ponto de fusão, mantendo a receita original o mais inalterada possível.</p><h2>Métodos de produção inovadores</h2><p>A terceira maneira de criar chocolate resistente ao calor envolve alterar o processo de produção, em vez de apenas um único ingrediente.</p><p>Uma opção é reduzir o tamanho das partículas de cacau, açúcar e leite para que fiquem uniformemente revestidas com manteiga de cacau. <strong>Isso torna a estrutura molecular do chocolate mais compacta e rígida</strong> — livre de vazios —, criando uma rede que impede a deformação durante o derretimento.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780308" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/a-descoberta-cientifica-no-peru-que-pode-ajudar-a-proteger-o-chocolate-diante-da-mudanca-climatica.html" title="A descoberta científica no Peru que pode ajudar a proteger o chocolate diante da mudança climática">A descoberta científica no Peru que pode ajudar a proteger o chocolate diante da mudança climática</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/a-descoberta-cientifica-no-peru-que-pode-ajudar-a-proteger-o-chocolate-diante-da-mudanca-climatica.html" title="A descoberta científica no Peru que pode ajudar a proteger o chocolate diante da mudança climática"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-hallazgo-cientifico-en-peru-que-podria-ayudar-a-proteger-el-chocolate-frente-al-cambio-climatico-1783597952123_320.jpg" alt="A descoberta científica no Peru que pode ajudar a proteger o chocolate diante da mudança climática"></a></article></aside><p>A outra opção é utilizar um método de produção para um tipo específico de chocolate,<strong> obtido ao dobrar e esticar a massa para criar camadas finas separadas por bolsas de ar microscópicas</strong> — uma técnica que remete àquela usada no preparo da massa mil-folhas.</p><p>Dessa forma, as cavidades formadas entre as camadas retardam a difusão de calor e limitam o movimento da manteiga de cacau, garantindo que o chocolate não perca sua forma com tanta facilidade.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/o-chocolate-resistente-ao-calor-se-tornara-realidade-cientistas-estao-trabalhando-em-chocolates-que-nao-derretem.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O lugar que ocupamos no cosmos é muito maior do que imaginas: assim é Laniakea, o nosso lar galáctico]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/o-lugar-que-ocupamos-no-cosmos-e-muito-maior-do-que-imaginas-assim-e-laniakea-o-nosso-lar-galactico.html</link><pubDate>Sat, 08 Aug 2026 17:12:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Vivemos num recanto de uma estrutura colossal chamada Laniakea. A cosmografia galáctica redefine a nossa localização no espaço profundo, sob a influência de imensas estruturas filamentosas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-lugar-que-ocupamos-en-el-cosmos-es-mucho-mas-grande-de-lo-que-imaginas-asi-es-laniakea-nuestro-hogar-galactico-1785546684836.jpg" data-image="2bgm0timp8l2"><figcaption>Laniakea: o nosso superaglomerado de galáxias local. Crédito: R. Brent Tully (Universidade do Havai) et al., SDvision, DP, CEA/Saclay.</figcaption></figure><p>Recentemente, ao ler o livro póstumo de um dos meus heróis pessoais, <strong>Carl Sagan</strong>, deparei-me com uma explicação sobre o que é o trabalho dos cientistas. No livro, "milhares de milhões", a primeira coisa que aprendemos é a contar (números grandes).</p><p>E é que, quando se trata de números, o Universo fala por si, para nos mostrar quantidades enormes e, à nossa escala humana, incomensuráveis. No primeiro capítulo, Sagan conta-nos a história de uma senhora que, preocupada, se aproximou dele para perguntar se o Sol iria "morrer" daqui a 5 milhões de anos.</p><p>Quando ele lhe disse que <strong>não eram 5, mas sim 5.000 (milhões)</strong>, a senhora respirou aliviada. A verdade é que poderia ser daqui a meio milhão de anos e, nesse caso, para nós — tu que estás a ler estas linhas, eu e todos os que existimos neste momento — não faria a menor diferença. Provavelmente já não estaremos aqui daqui a 100 anos.</p><div class="texto-destacado">Algo que é fundamental para a ciência é quantificar intervalos, ou seja: medir. Medir a massa, o tempo, a distância; tudo o que se pode medir é o pão de cada dia para os cientistas; foi assim que construímos o nosso conhecimento atual do Universo.</div><p>Há pouco mais de 100 anos, <strong>pensávamos que todo o nosso Universo era constituído pela Via Láctea</strong>, conhecida desde antes dos gregos. No calendário cósmico, há apenas um milésimo de segundo (em escalas astronómicas) que soubemos que o seu tamanho era verdadeiramente imenso.</p><h2>Uma rede invisível de filamentos</h2><p>A primeira coisa que temos de salientar é que <strong>o cosmos está organizado numa rede complexa de filamentos</strong>, estruturas alongadas que funcionam como pontes por onde as galáxias se deslocam. À sua volta, grandes vazios realçam a densidade da nossa galáxia no Universo em expansão.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-lugar-que-ocupamos-en-el-cosmos-es-mucho-mas-grande-de-lo-que-imaginas-asi-es-laniakea-nuestro-hogar-galactico-1785546572966.png" data-image="8efgvf04oqoo"><figcaption>Visualização de Laniakea e de cinco superaglomerados, mostrando galáxias, correntes, densidades e bacias de atração cósmicas. Crédito: Dupuy, A. e Courtois, H. M.</figcaption></figure><p>Graças às medições das velocidades galácticas, sabemos hoje que fazemos parte do superaglomerado de Laniakea, uma palavra que, em havaiano, significa <em>céus incomensuráveis</em>.</p><div class="texto-destacado">Um superaglomerado define-se como uma bacia de atração gravitacional onde as galáxias fluem em direção a um centro comum.</div><p>Esta estrutura <strong>abrange cerca de 160 megaparsecs de diâmetro e contém uma massa equivalente a 100 mil biliões de vezes a do nosso Sol</strong>. No seu centro encontra-se o Grande Atrator, um ponto onde as galáxias convergem, impulsionadas pela força gravitacional de aglomerados densos.</p><p>O Grande Atrador <strong>exerce uma influência sobre os filamentos, orientando o fluxo de matéria para os aglomerados de Norma e Centauro</strong>. A nossa posição próxima do limite coloca-nos numa região de transição crítica, uma vez que, enquanto algumas galáxias se deslocam em direção ao nosso centro, outras fluem para o aglomerado de Perseu-Peixes.</p><h3>Shapley e o futuro</h3><p>Compreender estes fluxos permite aos astrónomos <strong>classificar vários superaglomerados com base em critérios puramente físicos e dinâmicos</strong>. Já não dependemos apenas de mapas visuais, mas sim do movimento real da matéria. Laniakea surge assim como uma entidade coerente e unificada pela força invisível da gravidade.</p><p>Investigações recentes sugerem que a nossa visão de Laniakea poderá mudar quando dispusermos de mais dados.<strong> O catálogo Cosmicflows-4 indica que o nosso lar poderá estar ligado a algo ainda maior</strong>. Existe uma probabilidade significativa de, no futuro, fazermos parte de uma bacia maior denominada Shapley.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-lugar-que-ocupamos-en-el-cosmos-es-mucho-mas-grande-de-lo-que-imaginas-asi-es-laniakea-nuestro-hogar-galactico-1785542908049.png" data-image="sd5tb645e8tr"><figcaption>Imagens de Laniakea que mostram os limites, os fluxos, as galáxias e as suas principais estruturas cósmicas internas diferenciadas. Crédito: R. Brent Tully, et al.</figcaption></figure><p>A bacia de Shapley é uma das estruturas mais massivas detetadas até agora no universo local. <strong>Se Laniakea é o nosso bairro, Shapley representaria a metrópole à qual estamos ligados</strong>. Esta hierarquia de superaglomerados mostra que o cosmos está muito mais interligado do que todos pensavam.</p><p>Outros superaglomerados definidos dinamicamente <strong>incluem Apus, Hércules e Lepus, cada um com o seu próprio centro de atração</strong>. Estas estruturas gigantescas funcionam como ilhas de matéria num oceano em expansão acelerada. Mapeá-las é fundamental para compreender como evoluirá a estrutura em grande escala do universo nos próximos milénios.</p><h3>Vales e vazios</h3><p>E embora a <strong>Grande Muralha de Sloan seja, por enquanto, o maior destes sistemas</strong> da nossa vizinhança, com um volume que ultrapassa o de Shapley, na realidade, os espaços vazios também desempenham um papel crucial na cosmografia. <strong>Os repulsores, como o do Dipolo ou o da Mancha Fria, empurram a matéria</strong> para longe dos grandes vazios.</p><p>Os cientistas visualizam estas dinâmicas através de vales gravitacionais, onde as galáxias deslizam como água a descer um rio. Ao identificar estes caminhos ou rotas, podemos ver a forma real de cada aglomerado sem as distorções habituais.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781632" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/afinal-qual-e-o-tamanho-da-maior-galaxia-do-universo-novo-estudo-responde.html" title="Afinal, qual é o tamanho da maior galáxia do Universo? Novo estudo responde">Afinal, qual é o tamanho da maior galáxia do Universo? Novo estudo responde</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/afinal-qual-e-o-tamanho-da-maior-galaxia-do-universo-novo-estudo-responde.html" title="Afinal, qual é o tamanho da maior galáxia do Universo? Novo estudo responde"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/afinal-qual-e-o-tamanho-da-maior-galaxia-do-universo-novo-estudo-responde-1785616589581_320.png" alt="Afinal, qual é o tamanho da maior galáxia do Universo? Novo estudo responde"></a></article></aside><p>Grande parte <strong>da matéria responsável por esta atração é invisível aos nossos telescópios convencionais</strong>, uma vez que é a matéria escura que domina, ditando o destino dos superaglomerados ao longo do tempo. Laniakea é apenas a manifestação visível de uma estrutura muito mais densa e misteriosa que nos rodeia.</p><p>No fim de contas, saber a nossa localização em Laniakea ajuda-nos a compreender a verdadeira escala da nossa existência. Fazemos parte de uma estrutura dinâmica e vibrante que se estende pelo vazio, além de servir como lembrete de que tudo no cosmos está interligado.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/o-lugar-que-ocupamos-no-cosmos-e-muito-maior-do-que-imaginas-assim-e-laniakea-o-nosso-lar-galactico.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Descubra estes 5 fatos interessantes que talvez não saiba sobre a planta do café]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/descubra-estes-5-factos-interessantes-que-talvez-nao-saiba-sobre-a-planta-do-cafe.html</link><pubDate>Sat, 08 Aug 2026 14:09:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Por trás de cada xícara de café há uma planta com características específicas e, muitas vezes, pouco conhecidas. A seguir, apresentamos-te cinco curiosidades para saberes mais sobre a origem de uma das bebidas mais consumidas do mundo.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/non-solo-chicchi-5-curiosita-che-forse-non-conosci-sulla-pianta-del-caffe-1785421191887.jpeg" data-image="knjrdmss2yzs" alt="5 datos interesantes que quizás no sepas sobre la planta del café." title="5 datos interesantes que quizás no sepas sobre la planta del café."><figcaption>5 factos interessantes que talvez não saibas sobre a planta do café.</figcaption></figure><p>Para milhões de pessoas em todo o mundo, o café é um hábito diário: um ritual que acompanha o despertar, as pausas no trabalho ou o final de uma refeição. No entanto, por trás de cada chávena esconde-se uma história longa e complexa, <strong>que muitas vezes começa a milhares de quilômetros de distância do local onde o café é realmente consumido</strong>.</p><p>Segundo uma famosa lenda etíope, foram os pastores locais que primeiro repararam nos efeitos estimulantes que o fruto da planta produzia nos seus animais. Desde então, <strong>o café atravessou continentes, culturas e séculos de história, tornando-se um dos produtos agrícolas mais comercializados do mundo</strong>.</p><p>E, no entanto, a maioria dos consumidores sabe muito pouco sobre a planta do café em si: <strong>a origem de tudo</strong>. A seguir, apresentamos cinco factos que oferecem uma nova perspectiva sobre o café.</p><h2>1. É um arbusto tropical de folha perene </h2><p>A planta do café pertence ao género <em>Coffea</em>, que inclui mais de cem espécies; no entanto, as variedades cultivadas em grande escala são principalmente a <em>Coffea arabica </em>e a<em> Coffea canephora </em>(conhecida vulgarmente como Robusta).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/non-solo-chicchi-5-curiosita-che-forse-non-conosci-sulla-pianta-del-caffe-1785421126064.jpeg" data-image="032gkxah47j1" alt="Es un arbusto tropical de hoja perenne." title="Es un arbusto tropical de hoja perenne."><figcaption>É um arbusto tropical de folha perene.</figcaption></figure><p>É um arbusto tropical de folha perene, originário de África, caracterizado pelas suas folhas brilhantes, coriáceas e de cor verde intensa.<strong> No estado selvagem, pode atingir um tamanho considerável, mas, em cultivo, mantém-se mais baixo através da poda, para facilitar a colheita e o manejo da copa</strong>.</p><h2>2. Produz bagas que contêm os chamados "grãos" de café</h2><p><strong>O que normalmente chamamos de grãos de café não são frutos, mas sim sementes</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/non-solo-chicchi-5-curiosita-che-forse-non-conosci-sulla-pianta-del-caffe-1785421209023.jpeg" data-image="f5u8uj65odx3" alt="Produce bayas que contienen los llamados &quot;granos&quot; de café." title="Produce bayas que contienen los llamados &quot;granos&quot; de café."><figcaption>Produz bagas que contêm os chamados "grãos" de café.</figcaption></figure><p><strong>A planta produz bagas pequenas e carnudas, frequentemente vermelhas quando amadurecem, que costumam conter duas sementes dispostas uma ao lado da outra</strong>; são precisamente estes os "grãos" que, após a colheita, o processamento e a torrefação, se transformam no produto que consumimos diariamente.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="[object Object]" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><span class="encabezado"><h5 class="titular s"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/como-utilizar-borras-de-cafe-para-enriquecer-o-solo-do-jardim-e-das-plantas-em-vasos.html" title="Como utilizar borras de café para enriquecer o solo do jardim e das plantas em vasos">Como utilizar borras de café para enriquecer o solo do jardim e das plantas em vasos</a></h5></span><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/como-utilizar-borras-de-cafe-para-enriquecer-o-solo-do-jardim-e-das-plantas-em-vasos.html" title="Como utilizar borras de café para enriquecer o solo do jardim e das plantas em vasos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/como-utilizar-borras-de-cafe-para-enriquecer-o-solo-do-jardim-e-das-plantas-em-vasos-1781096433809_320.jpg" alt="Como utilizar borras de café para enriquecer o solo do jardim e das plantas em vasos"></a></article></aside><p>Em alguns casos, o fruto contém uma única semente arredondada, conhecida como "caracolillo" (peaberry).</p><h2>3. As suas flores têm um aroma a jasmim</h2><p>A planta do café produz pequenas flores brancas agrupadas em cachos que exalam uma fragrância intensa, mas delicada, <strong>muitas vezes comparada à do jasmim</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/non-solo-chicchi-5-curiosita-che-forse-non-conosci-sulla-pianta-del-caffe-1785421225111.jpeg" data-image="k4bay3by0vra" alt="Sus flores huelen a jazmín." title="Sus flores huelen a jazmín."><figcaption>As suas flores cheiram a jasmim.</figcaption></figure><p>A floração <strong>por vezes muito abundante</strong>, transforma a copa da árvore, durante alguns dias, numa massa branca e perfumada, a partir da qual se desenvolverá posteriormente o fruto destinado à produção de café.</p><h2>4. Produz cafeína como defesa natural</h2><p>A cafeína é, acima de tudo,<strong> um mecanismo de defesa química desenvolvido pela planta para se proteger de certos insetos herbívoros e outros organismos potencialmente nocivos</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/non-solo-chicchi-5-curiosita-che-forse-non-conosci-sulla-pianta-del-caffe-1785421239773.jpeg" data-image="2gdn6jjv0n9o"><figcaption>Produz cafeína como mecanismo de defesa natural.</figcaption></figure><p>Nos seres humanos, no entanto, <strong>esta substância atua sobre o sistema nervoso central com um efeito estimulante</strong>, o que tem desempenhado um papel decisivo na popularidade do café como bebida quotidiana em todo o mundo.</p><h2>5. É cultivada em ambientes interiores como planta ornamental</h2><p>A planta do café encontra condições ideais de cultivo em casa, <strong>onde é apreciada sobretudo pelo seu folhagem elegante, brilhante e perene, que confere um toque exótico aos interiores</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/non-solo-chicchi-5-curiosita-che-forse-non-conosci-sulla-pianta-del-caffe-1785421254127.jpeg" data-image="3oz5rta93006" alt="Se cultiva en interiores como planta ornamental." title="Se cultiva en interiores como planta ornamental."><figcaption>É cultivada em ambientes interiores como planta ornamental.</figcaption></figure><p>As sementes e as plântulas estão disponíveis no mercado e esta planta é considerada uma planta ornamental de interior.</p><p><strong>Requer muita luz, mas sem sol direto, temperaturas amenas, um bom substrato para plantas verdes</strong>, enriquecido com um pouco de perlita e com um nível de humidade adequado.</p><h2>A essência do café</h2><p>Por trás de uma chávena de café estão os grãos torrados, mas, antes ainda disso, estão as sementes, os frutos carnudos, as flores perfumadas e o arbusto tropical que os produziu. Esta é a essência do café,<strong> que, no final de uma longa viagem, transforma cada gole numa experiência universal de aromas, sabores e tradições</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/descubra-estes-5-factos-interessantes-que-talvez-nao-saiba-sobre-a-planta-do-cafe.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Chuvas intensas em SC ameaçam o transplantio da cebola; safra ocupa 17,4 mil hectares]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-intensas-em-sc-ameacam-o-transplantio-da-cebola-safra-ocupa-17-4-mil-hectares.html</link><pubDate>Sat, 08 Aug 2026 11:49:30 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Tempestades com chuva intensa, rajadas e granizo alcançam Santa Catarina durante a implantação da cebola, ameaçando transplantio, pulverizações e entrada de máquinas na safra projetada em 17,4 mil hectares e 576,4 mil toneladas no estado.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/temporal-em-sc-ameaca-o-transplantio-da-cebola-safra-ocupa-17-4-mil-hectares-1786113543694.jpg" data-image="s7ka2tiy7gub" alt="cebola, santa catarina" title="cebola, santa catarina"><figcaption>Mudas de cebola recém-transplantadas enfrentam maior risco de encharcamento e interrupção do manejo durante períodos de chuva intensa.</figcaption></figure><p>Tempestades avançam sobre Santa Catarina entre esta sexta-feira (7) e sábado (8), com chuva intensa em intervalos curtos, rajadas e possibilidade de granizo. <strong>A mudança alcança áreas produtoras de Ituporanga, Rio do Sul e Alfredo Wagne</strong>r, durante a implantação de uma safra de cebola projetada em 17.382 hectares e 576.395 toneladas. Trigo e outras culturas de inverno também ficam expostos à paralisação dos trabalhos.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</strong></div><p>O problema imediato não é uma perda já confirmada, mas o fechamento da janela operacional. Chuva forte pode elevar rapidamente a umidade do solo, impedir o trânsito de tratores e interromper transplantio, adubação e pulverizações.<strong> No Paraná, núcleos localizados podem somar de 150 a 200 milímetros até segunda-feira (10)</strong>; em Santa Catarina, a irregularidade exige acompanhamento por município e por talhão.</p><h2>Temporal encontra implantação em andamento no Alto Vale </h2><p>O <a href="https://www.epagri.sc.gov.br" target="_blank">levantamento</a> da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina – Epagri divulgado em julho indicava 55% da área catarinense de cebola implantada. Esse percentual provavelmente avançou e não representa a situação exata desta sexta-feira, mas confirma que a frente fria encontra viveiros, <strong>mudas recém-transplantadas e áreas ainda em preparo</strong>. Ituporanga reúne 8.058 hectares projetados, Rio do Sul soma 1.632 hectares e Tabuleiro, 3.256 hectares.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/temporal-em-sc-ameaca-o-transplantio-da-cebola-safra-ocupa-17-4-mil-hectares-1786112696484.jpg" data-image="lt248zkx4au7" alt="Chuva, anomalia" title="Chuva, anomalia"><figcaption>Alta probabilidade de chuva alcança áreas produtoras no Paraná e Santa Catarina durante a tarde e a noite de sábado.</figcaption></figure><p>A entrada de máquinas em solo sem suporte pode compactar linhas, formar sulcos e prejudicar o estabelecimento das raízes. Em mudas recentes, o excesso de água reduz a aeração do solo e pode atrasar o pegamento, sobretudo em baixadas e terrenos com drenagem lenta. <strong>Granizo e rajadas acrescentam risco físico às folhas</strong>, mas danos e replantio somente poderão ser definidos após inspeções em Ituporanga, Aurora e Alfredo Wagner.</p><h2>Chuva curta pode fechar acessos e atrasar operações </h2><p>O cenário regional é desigual: <strong>os volumes de 150 a 200 milímetros estão projetados para núcleos do Paraná, e não para toda Santa Catarina</strong>. Ainda assim, chuva concentrada entre sexta e sábado pode saturar pontos de Ituporanga, Rio do Sul e Alfredo Wagner sem produzir acumulados homogêneos. Por isso, o planejamento deve combinar previsão horária, drenagem e condição real de cada estrada rural.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/temporal-em-sc-ameaca-o-transplantio-da-cebola-safra-ocupa-17-4-mil-hectares-1786112998733.jpg" data-image="uki5tw9kdg88" alt="cebola, chuva, acumulado" title="cebola, chuva, acumulado"><figcaption>A chuva acumulada até segunda-feira mantém o solo úmido em Santa Catarina e pode atrasar a retomada do transplantio e a entrada de máquinas nas lavouras de cebola.</figcaption></figure><ul> <li>Ituporanga: <strong>4.500 hectares municipais projetados exigem prioridade para áreas baixas e acessos frágeis.</strong></li> <li>Alfredo Wagner: 3.100 hectares previstos podem ter o transplantio suspenso se o solo perder suporte.</li> <li>Rio do Sul: <strong>1.632 hectares na microrregião pedem inspeção de canais após pancadas intensas.</strong></li> <li>Tabuleiro: 3.256 hectares projetados requerem separação entre talhões drenados e áreas encharcadas.</li> </ul><p>A interrupção ganha peso econômico porque a área estadual caiu 9,1% ante os 19.120 hectares da safra anterior. <strong>A produtividade projetada subiu 0,6%, para 33.160 quilos por hectare,</strong> mas depende de implantação uniforme e manejo no momento correto. Em junho, a cebola foi negociada no atacado a R$ 4,26 por quilo, alta de 10% em um mês e de 28% em um ano.</p><h2>Manejo deve recomeçar somente após avaliação do solo </h2><p>Depois do pico entre sexta e sábado, a chuva mais persistente tende a se concentrar no Paraná até segunda-feira. Isso não garante acesso imediato em <strong>Santa Catarina: Ituporanga, Rio do Sul e Alfredo Wagner podem manter estradas e talhões úmidos mesmo com a redução das pancadas</strong>. Antes de retomar tratores, o produtor deve verificar marcas de afundamento, drenagem e estabilidade dos canteiros.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="782340" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-confirmada-para-sp-tempestades-vendavais-e-frio.html" title="Frente fria confirmada para SP: tempestades, vendavais e frio">Frente fria confirmada para SP: tempestades, vendavais e frio</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-confirmada-para-sp-tempestades-vendavais-e-frio.html" title="Frente fria confirmada para SP: tempestades, vendavais e frio"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-confirmada-para-sp-tempestades-vendavais-e-frio-1786024723892_320.jpg" alt="Frente fria confirmada para SP: tempestades, vendavais e frio"></a></article></aside><p>Pulverizações precisam respeitar vento, intervalo sem chuva e rótulo do produto; adubação e transplantio devem aguardar suporte suficiente para evitar compactação. <strong>Canais podem ser desobstruídos apenas em condição segura, sem equipes expostas a trovoadas</strong>. Como a safra envolve 52 municípios, contra 56 no ciclo anterior, decisões devem ser locais. Replantio ou mudança de manejo exige vistoria e orientação agronômica após o temporal.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-intensas-em-sc-ameacam-o-transplantio-da-cebola-safra-ocupa-17-4-mil-hectares.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Escondida no Nordeste, vila com ruas de areia vira o novo paraíso do ecoturismo no Brasil]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/escondida-no-nordeste-vila-com-ruas-de-areia-vira-o-novo-paraiso-do-ecoturismo-no-brasil.html</link><pubDate>Sat, 08 Aug 2026 10:09:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Um rústico e charmoso vilarejo no litoral do Maranhão é famoso por suas ruas de areia e lagoas cristalinas, e ganhou fama entre os viajantes que buscam natureza e aventura. Saiba onde fica.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/escondida-no-nordeste-vila-com-ruas-de-areia-vira-o-novo-paraiso-do-ecoturismo-no-brasil-1786047182791.jpg" data-image="b0ji1e3qo071"><figcaption>Esta vila rústica é um destino que combina aventura, tranquilidade e contato direto com a natureza. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>Uma <strong>vila de pescadores</strong> no litoral do estado do <strong>Maranhão</strong>, Região Nordeste do Brasil,<strong> ganhou fama </strong>entre os viajantes que buscam natureza e <strong>ecoturismo</strong>, ou até mesmo aqueles que querem tranquilidade. O local oferece tudo isso! </p><p>O charmoso<strong> vilarejo tem ares rústicos</strong>, com <strong>ruas de areia</strong>, <strong>lagoas de água cristalina</strong> e é polo mundial de kitesurf. Fica <strong>situado na foz do Rio Preguiças com o oceano Atlântico e na borda do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses</strong>, por isso, é considerado uma das “portas” dos Lençóis Maranhenses, permitindo alcançar as primeiras lagoas do famoso destino turístico com trajetos curtos. </p><p>Estamos falando de <strong>Atins</strong>, que<strong> pertence ao município de Barreirinhas</strong>, e une mar aberto, dunas brancas e lagoas de água doce em uma mesma (e bela!) paisagem. Descubra abaixo todos os encantos da região.</p><h3>Os atrativos de Atins</h3><p>O vilarejo fica a cerca de <strong>30 km de Barreirinhas</strong>, e é um destino cada vez mais procurado por viajantes que buscam <strong>natureza intocada</strong> e <strong>esportes aquáticos</strong>. </p><p>Com pé na areia, entre o <strong>mar, rios e as dunas </strong>dos Lençóis Maranhenses, Atins é o ponto de partida ideal para explorar o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses.</p><div class="texto-destacado">O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses foi declarado Patrimônio Mundial Natural pela UNESCO em 2024, por seu campo de dunas e lagoas de água doce único no planeta.</div><p>Atins tem uma atmosfera mais rústica e tranquila, diferentemente do agito de Barreirinhas, e com paisagens únicas de <strong>dunas, lagoas cristalinas, mangues e mar</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="733805" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/ilha-das-canarias-conheca-o-paraiso-maranhense-com-praias-mangues-e-dunas-no-delta-do-parnaiba.html" title="Ilha das Canárias: conheça o paraíso maranhense com praias, mangues e dunas no Delta do Parnaíba">Ilha das Canárias: conheça o paraíso maranhense com praias, mangues e dunas no Delta do Parnaíba</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/ilha-das-canarias-conheca-o-paraiso-maranhense-com-praias-mangues-e-dunas-no-delta-do-parnaiba.html" title="Ilha das Canárias: conheça o paraíso maranhense com praias, mangues e dunas no Delta do Parnaíba"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ilha-das-canarias-conheca-o-paraiso-maranhense-com-praias-mangues-e-dunas-no-delta-do-parnaiba-1760215086117_320.jpg" alt="Ilha das Canárias: conheça o paraíso maranhense com praias, mangues e dunas no Delta do Parnaíba"></a></article></aside><p>As<strong> ruas de areia têm circulação restrita a veículos 4×4 e buggys</strong> e o local conta com algumas <strong>pousadas, barzinhos e restaurantes </strong>(alguns bem famosos pelos camarões grelhados).</p><p>É um ponto estratégico para explorar o <strong>Canto de Atins</strong>, no <strong>encontro do Rio Preguiças com o mar</strong>, com suas lagoas cristalinas e praias desertas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/escondida-no-nordeste-vila-com-ruas-de-areia-vira-o-novo-paraiso-do-ecoturismo-no-brasil-1786047218510.jpg" data-image="gz7w77qpigx0"><figcaption> Praia de Atins, no Maranhão, e pessoal praticando kitesurf. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>Não deixe de visitar a<strong> Lagoa da Capivara, Lagoa Tropical e Lagoa das Sete Mulheres</strong>, com cenários de tirar o fôlego e ideais para nadar e relaxar. </p><p>Outra experiência incrível por lá é<strong> observar o belo pôr do sol alaranjado nas dunas</strong>.</p><p>Outros passeios oferecidos por lá são <strong>passeios a cavalo pelas dunas </strong>e beira-mar e <strong>passeios de quadriciclo </strong>por trilhas de areia, explorando praias desertas e lagoas escondidas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/escondida-no-nordeste-vila-com-ruas-de-areia-vira-o-novo-paraiso-do-ecoturismo-no-brasil-1786047236999.jpg" data-image="ej3m89iywjxc"><figcaption>Vista incrível no Canto de Atins, que fica entre o mar e as dunas mais próximas dos Lençóis Maranhenses. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>Você também pode aproveitar o passeio pelo <strong>Rio Preguiças</strong>, na <strong>descida em voadeira ou barco de linha até Barreirinhas</strong>, passando por comunidades ribeirinhas.</p><p>Além disso, a combinação de vento constante, mar aberto e trechos rasos do Rio Preguiças fez o vilarejo se tornar <strong>um destino cobiçado pelos praticantes de kitesurf</strong>. Inclusive, escolas locais oferecem aulas para iniciantes. </p><h3>Algumas dicas ao visitar a vila</h3><p>Se você deseja conhecer a região,<strong> leve dinheiro em espécie</strong>, pois não há caixas eletrônicos no vilarejo. Os sinais de internet e celular são limitados.</p><p>Use <strong>roupas leves, chapéu e protetor solar</strong> para encarar o sol forte das dunas.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Ana%20Carolina" data-year="2026" data-title="Marcada%20por%20ruas%20de%20areia%20e%20banhada%20pelos%20ventos%20do%20primeiro%20parque%20nacional%20reconhecido%20em%2023%20anos%3A%20a%20vila%20de%20Atins%20lidera%20o%20ecoturismo" data-url="https%3A%2F%2Fmidiamax.com.br%2Ftrends%2F2026%2F08%2F01%2Fmarcada-por-ruas-de-areia-e-banhada-pelos-ventos-do-primeiro-parque-nacional-reconhecido-em-23-anos-a-vila-de-atins-lidera-o-ecoturismo%2F">Ana Carolina. (2026). <a href="https://midiamax.com.br/trends/2026/08/01/marcada-por-ruas-de-areia-e-banhada-pelos-ventos-do-primeiro-parque-nacional-reconhecido-em-23-anos-a-vila-de-atins-lidera-o-ecoturismo/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Marcada por ruas de areia e banhada pelos ventos do primeiro parque nacional reconhecido em 23 anos: a vila de Atins lidera o ecoturismo</a>.</cite><br><cite data-author="Postais%20Pelo%20Mundo%2FRafa%20Penedo" data-year="2024" data-title="Atins%20%E2%80%93%20uma%20das%20bases%20dos%20Len%C3%A7%C3%B3is%20Maranhenses" data-url="https%3A%2F%2Fpostaispelomundo.com%2F2024%2F12%2F01%2Fatins-uma-das-bases-dos-lencois-maranhenses%2F">Postais Pelo Mundo/Rafa Penedo. (2024). <a href="https://postaispelomundo.com/2024/12/01/atins-uma-das-bases-dos-lencois-maranhenses/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Atins – uma das bases dos Lençóis Maranhenses</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/escondida-no-nordeste-vila-com-ruas-de-areia-vira-o-novo-paraiso-do-ecoturismo-no-brasil.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Chuvas e frio de inverno atingem o Sul e o Sudeste; confira a previsão do tempo]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-e-frio-de-inverno-atingem-o-sul-e-o-sudeste-confira-a-previsao-do-tempo.html</link><pubDate>Sat, 08 Aug 2026 08:16:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Parte das regiões Sul e Sudeste continuarão registrando chuvas ao longo deste final de semana, com Paraná e Santa Catarina sob alerta para acumulados elevados. Enquanto isso, uma nova massa de ar polar avança, derrubando as temperaturas e ocasionando geadas na Região Sul. </p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xavtw92"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xavtw92.jpg" id="xavtw92"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Uma<strong> frente fria continua influenciando o tempo no Brasil</strong> neste fim de semana e ainda provocará chuvas fortes em parte das regiões Sul e Sudeste. Enquanto o Paraná e Santa Catarina seguem em <strong>alerta para acumulados elevados</strong> e risco de alagamentos, uma <strong>nova massa de ar polar </strong>avança pelo país, derrubando as temperaturas e aumentando a possibilidade de <strong>geadas</strong> em áreas da Região Sul.</p><div class="texto-destacado">Entre esta quinta-feira (6) e a sexta-feira (7), um ciclone extratropical se formou sobre a América do Sul, impulsionando uma frente fria pelo Brasil e causando pancadas de chuva muito intensas, rajadas fortes de vento, granizo e outros fenômenos sobre o Sul e parte do Sudeste.</div><p>Ao longo dos próximos dias, especialmente durante o Sábado (8) e o Domingo (9), os resquícios da frente fria se mantém sobre Santa Catarina, Paraná, norte do Rio Grande do Sul e sul/oeste de São Paulo, ocasionando a formação de <strong>chuvas significativas sobre essas regiões</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-e-frio-de-inverno-atingem-o-sul-e-o-sudeste-confira-a-previsao-do-tempo-1786133853252.jpg" data-image="mbkq9i6jdmq0" alt="Previsão de acumulados de chuva totais até o final da terça-feira." title="Previsão de acumulados de chuva totais até o final da terça-feira."><figcaption>Previsão de acumulados de chuva totais até o final da terça-feira mostra que há risco de chuvas de até 150 mm, com os maiores acumulados sendo registrados sobre o estado do Paraná.</figcaption></figure><p>O mapa acima ilustra<strong> quais regiões serão atingidas pelas chuvas</strong> ao longo dos próximos dias. O grande destaque fica para Santa Catarina e especialmente para o <strong>Paraná</strong>, onde há risco de chuvas de <strong>até 150 mm </strong>que podem ocasionar alagamentos, transbordamentos de rios e deslizamentos de terra, principalmente em áreas vulneráveis a enchentes e encostas.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>No Sudeste, embora pancadas de chuva se formem na noite de sexta-feira (7), a partir do final de semana há apenas <strong>previsão de chuvas mais fracas</strong> sobre o estado Paulista, o Rio de Janeiro, o sul de Minas Gerais e o Espírito Santo. As <strong>rajadas de vento</strong> na região podem causar pequenos transtornos, mas nada de extraordinário.</p><h2>Duas massas de ar frio atuam sobre o Brasil</h2><p>Neste momento, uma massa de ar frio já atua sobre o país, tornando as temperaturas mais amenas sobre a região Sul, São Paulo e Mato Grosso do Sul, mas sem ocasionar temperaturas extremamente frias em nenhum estado. A partir do <strong>sábado (8)</strong>, no entanto, uma <strong>massa de ar polar mais intensa</strong> começará a avançar pela região Sul, afetando especialmente o Rio Grande do Sul.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-e-frio-de-inverno-atingem-o-sul-e-o-sudeste-confira-a-previsao-do-tempo-1786133897095.jpg" data-image="a75wgqig07hg" alt="Previsão de anomalias de temperatura no sábado de noite e segunda-feira de noite." title="Previsão de anomalias de temperatura no sábado de noite e segunda-feira de noite."><figcaption>Previsão de anomalias de temperatura no sábado de noite e segunda-feira de noite mostram uma massa de ar frio avançando pela região Sul e também parte do Sudeste nos próximos dias.</figcaption></figure><p>Ao longo do <strong>domingo (9)</strong>, essa <strong>massa de ar polar muito frio</strong> atingirá todo o leste de Santa Catarina e do Paraná e o sul de São Paulo; e na segunda-feira (10) levará frio para a região metropolitana de São Paulo e para o Vale do Paraíba, todo o sul de Minas Gerais, todo o Rio De Janeiro e também para o sul do Espírito Santo, como é possível observar na figura acima.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-e-frio-de-inverno-atingem-o-sul-e-o-sudeste-confira-a-previsao-do-tempo-1786133928235.jpg" data-image="h7xq00olhjql" alt="Previsão de temperaturas mínimas no Sábado (esquerda) e na terça-feira (direita)." title="Previsão de temperaturas mínimas no Sábado (esquerda) e na terça-feira (direita)."><figcaption>Previsão de temperaturas mínimas no Sábado (esquerda) e na terça-feira (direita) mostra que o frio vai se espalhar de maneira ampla pela região Sul e também Sudeste nos próximos dias.</figcaption></figure><p>Como é possível observar na imagem acima, neste sábado já há risco de <strong>temperaturas muito baixas</strong>, <strong>próximas dos 4°C</strong>, sobre o Rio Grande do Sul. Ao longo dos dias seguintes, esse frio se espalhará também por Santa Catarina e pelo Paraná. Isso traz risco de <strong>geadas significativas</strong> para estes estados durante a madrugada e a manhã.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="782539" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-traz-clima-de-inverno-umido-para-sp-rj-e-es-saiba-o-que-esperar.html" title="Ar polar traz clima de inverno úmido para SP, RJ e ES; saiba o que esperar">Ar polar traz clima de inverno úmido para SP, RJ e ES; saiba o que esperar</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-traz-clima-de-inverno-umido-para-sp-rj-e-es-saiba-o-que-esperar.html" title="Ar polar traz clima de inverno úmido para SP, RJ e ES; saiba o que esperar"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-traz-clima-de-inverno-umido-para-sp-rj-e-es-saiba-o-que-esperar-1786114897755_320.jpg" alt="Ar polar traz clima de inverno úmido para SP, RJ e ES; saiba o que esperar"></a></article></aside><p>O frio também chega ao Sudeste, onde as mínimas podem chegar a valores <strong>próximos dos 10°C </strong>em diversos estados e municípios de São Paulo, Rio de Janeiro e boa parte de Minas Gerais. Ainda assim, previsões <strong>não</strong> indicam risco de temperaturas extremas nem ocorrência de geadas nestes Estados.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuvas-e-frio-de-inverno-atingem-o-sul-e-o-sudeste-confira-a-previsao-do-tempo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA["A árvore que quase toca a lua": floresta perdida com o espécime mais alto da Ásia é encontrada em Taiwan]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/a-arvore-que-quase-toca-a-lua-floresta-perdida-com-o-especime-mais-alto-da-asia-e-encontrada-em-taiwan.html</link><pubDate>Fri, 07 Aug 2026 23:07:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Uma equipe de pesquisadores localizou a árvore mais alta conhecida do Leste Asiático em Taiwan, após uma década de expedições, mapeamento por LiDAR e o trabalho de centenas de voluntários.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-bosque-perdido-de-taiwan-donde-hallan-el-arbol-mas-alto-de-asia-mide-84-1-metros-y-esconde-941-gigantes-ocultos-1785837303635.jpg" data-image="o83lvy7h2oma" alt="Alpinistas sobem em árvores gigantes em Taiwan" title="Alpinistas sobem em árvores gigantes em Taiwan"><figcaption>Escaladores de árvores especializados sobem em algumas das árvores mais altas de Taiwan para medir sua altura, documentar seu estado de conservação e apoiar pesquisas sobre as florestas ancestrais da ilha. Imagem: Steven Pearce.</figcaption></figure><p><strong>Taiwan</strong>, anteriormente conhecido como Formosa, preserva algumas das florestas mais notáveis do mundo em meio às suas montanhas de relevo acidentado. Em uma <strong>ilha </strong>com cerca de 36.000 quilômetros quadrados de extensão, ainda sobrevivem <strong>árvores com mais de 80 metros de altura</strong>, graças a uma paisagem onde 258 picos ultrapassam os 3.000 metros — incluindo o Monte Jade, que atinge 3.952 metros. A combinação de altitude e clima sustenta quase 5.000 espécies de plantas diferentes.</p><p>Cerca de <strong>60% da ilha permanece coberto por florestas que abrigam uma estimativa de 950 milhões de árvores</strong>. Embora a exploração madeireira realizada entre 1912 e 1991 tenha destruído grande parte da floresta nativa original, as áreas mais íngremes e inacessíveis escaparam da exploração em larga escala. Desde 2014, o grupo "<em>Taiwan Tree Seekers</em>" — composto por alpinistas, ecólogos, geólogos e especialistas em sensoriamento remoto — trabalha para <strong>localizar e medir essas árvores gigantes</strong>.</p><h2>A busca pela árvore mais alta da Ásia começou há mais de uma década</h2><p>As primeiras expedições científicas ocorreram em 2014 na<strong> Reserva Natural de Cilan </strong>para estudar as famosas "<em>Three Sisters of Cilan</em>". Embora as comunidades locais já conhecessem essas árvores há décadas, elas nunca haviam sido medidas utilizando métodos científicos. <strong>A mais alta atingiu 69,3 metros</strong> e possui um <strong>tronco com quase 3 metros de diâmetro</strong>.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/32Doaqw_7BA/hqdefault.jpg" alt="youtube video id=32Doaqw_7BA" id="32Doaqw_7BA"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>O projeto ganhou destaque internacional em 2017, quando escaladores do grupo "<em>The Tree Projects</em>" documentaram essas árvores imponentes com fotografias tiradas de suas copas. As imagens revelaram a verdadeira dimensão das <strong>florestas de Taiwan</strong> e despertaram um interesse maior em encontrar árvores ainda mais altas.</p><p><strong>Expedições </strong>posteriores dirigiram-se ao Monte Benya e ao Lago Great Ghost, um local considerado sagrado por comunidades indígenas. Chegar à região exigia uma caminhada de quatro dias transportando todo o equipamento necessário. Lá, os pesquisadores descobriram que estimar a altura das árvores a partir do solo não era um método confiável em florestas com múltiplas camadas de vegetação.</p><h2>O mapa que levou à descoberta de 941 árvores gigantes</h2><p>Diante do desafio de mapear vastas áreas florestais, pesquisadores recorreram à <strong>tecnologia LiDAR</strong>, que cria modelos tridimensionais utilizando pulsos de laser emitidos a partir de aeronaves. O sistema possibilitou <strong>estimar a altura de milhões de árvores </strong>espalhadas por montanhas e vales profundos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-bosque-perdido-de-taiwan-donde-hallan-el-arbol-mas-alto-de-asia-mide-84-1-metros-y-esconde-941-gigantes-ocultos-1785838085676.jpg" data-image="63uqadt6hjq9" alt="Árvores gigantes em Taiwan" title="Árvores gigantes em Taiwan"><figcaption>A floresta onde cresce a árvore mais alta conhecida da Ásia abriga dezenas de árvores monumentais e faz parte de um dos maiores refúgios florestais remanescentes de Taiwan.</figcaption></figure><p>No entanto, o terreno acidentado da ilha gerou inúmeros erros. Os algoritmos frequentemente confundiam penhascos e encostas íngremes com árvores excepcionalmente altas. Para verificar os resultados, o projeto lançou uma campanha de ciência cidadã em 2020, contando com centenas de voluntários para analisar as imagens manualmente.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779146" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/um-jardim-diferente-em-cada-estacao-a-arvore-perfeita-que-muda-de-cor-durante-o-ano-e-cabe-ate-em-varanda.html" title="Um jardim diferente em cada estação: a árvore perfeita que muda de cor durante o ano (e cabe até em varanda)">Um jardim diferente em cada estação: a árvore perfeita que muda de cor durante o ano (e cabe até em varanda)</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/um-jardim-diferente-em-cada-estacao-a-arvore-perfeita-que-muda-de-cor-durante-o-ano-e-cabe-ate-em-varanda.html" title="Um jardim diferente em cada estação: a árvore perfeita que muda de cor durante o ano (e cabe até em varanda)"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/um-jardim-diferente-em-cada-estacao-a-arvore-perfeita-que-muda-de-cor-durante-o-ano-e-cabe-ate-em-varanda-1784319840641_320.jpg" alt="Um jardim diferente em cada estação: a árvore perfeita que muda de cor durante o ano (e cabe até em varanda)"></a></article></aside><p>A iniciativa foi decisiva. Inicialmente, 93% das árvores candidatas apresentavam alturas superestimadas. Após a revisão, os pesquisadores elaboraram o "<strong>Mapa de Árvores Gigantes de Taiwan</strong>" no final de 2022, identificando <strong>941 árvores com mais de 65 metros de altura</strong> em florestas por toda a ilha.</p><h2>As florestas gigantes de Taiwan abrigam árvores com mais de 80 metros de altura</h2><p>Durante o Ano Novo Lunar de 2023, a equipe visitou a árvore que coroava o novo mapa. Após percorrer cerca de 20 quilômetros pelo leito de um rio e passar dois dias escalando uma encosta íngreme, os escaladores chegaram à copa para realizar a medição final com uma fita métrica.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">This is 84.1 metres tall Taiwania cryptomerioides, also called Heaven Sword of the Daan River, was officially recorded as the tallest tree in Taiwan and East Asia.<a href="https://x.com/hashtag/DYK?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#DYK</a><br>This is also called "Coffin Tree" for its prized wood used in fine coffins in China & Taiwan.<br>The <a href="https://t.co/F9XVKAjZbc">pic.twitter.com/F9XVKAjZbc</a></p>— Mohan Pargaien IFS (@pargaien) <a href="https://x.com/pargaien/status/2066767102032347253?ref_src=twsrc%5Etfw">June 16, 2026</a></blockquote></figure><p>A medição confirmou uma<strong> altura de 84,1 metros</strong>. A árvore foi batizada de "Espada Celestial do Rio Da'an" e tornou-se <strong>oficialmente a árvore mais alta conhecida em Taiwan e em toda a Ásia Oriental</strong>. O povo Rukai chama esses abetos-de-taiwan gigantes de "a árvore que toca a lua", uma expressão tradicional reservada aos maiores exemplares da espécie.</p><p>Expedições subsequentes revelaram agrupamentos de árvores monumentais conhecidos como "templos de gigantes". Em um único hectare, pesquisadores encontraram onze árvores com mais de 65 metros de altura e, posteriormente, descobriram outra floresta contendo quase 30 exemplares imponentes de Taiwan. Em 2024, um estudo no Vale da Árvore Tao estimou uma densidade de carbono de 1.384,5 Mg/ha — um dos valores mais altos já registrados para esse tipo de ecossistema.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Chia-Chun%20Hsu%2C%20et%20al" data-year="2026" data-title="The%20journey%20of%20finding%20the%20tallest%20tree%20in%20Formosa%20Taiwan" data-url="https%3A%2F%2Fwww.frontiersin.org%2Fjournals%2Fforests-and-global-change%2Farticles%2F10.3389%2Fffgc.2026.1746112%2Ffull">Chia-Chun Hsu, et al. (2026). <a href="https://www.frontiersin.org/journals/forests-and-global-change/articles/10.3389/ffgc.2026.1746112/full" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">The journey of finding the tallest tree in Formosa Taiwan</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/a-arvore-que-quase-toca-a-lua-floresta-perdida-com-o-especime-mais-alto-da-asia-e-encontrada-em-taiwan.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Temporais e chuva de mais de 100 mm em 24h ameaçam SC e o PR; confira o alerta]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/temporais-e-chuva-de-mais-de-100-mm-em-24h-ameacam-sc-e-o-pr-confira-o-alerta.html</link><pubDate>Fri, 07 Aug 2026 21:35:02 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Um ciclone extratropical provocará tempestades severas no Sul do Brasil e chuvas persistentes sobre Santa Catarina e Paraná. Alimentado por um intenso rio atmosférico, o sistema pode acumular mais de 150 mm de chuva, aumentando o risco de alagamentos, transbordamentos de rios, deslizamentos de terra e outros transtornos.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/temporais-e-chuva-de-mais-de-100-mm-em-24h-ameacam-sc-e-o-pr-confira-o-alerta-1786035710136.jpg" data-image="cx3g0d17rit0" alt="Imagem de Satélite (infravermelho) na quinta-feira às 13h" title="Imagem de Satélite (infravermelho) na quinta-feira às 13h"><figcaption>Imagem de Satélite na quinta-feira às 13h mostra uma frente intensa passando pela Argentina e pelo Uruguai, prestes a começar a atuar sobre o Rio Grande do Sul nas próximas horas.</figcaption></figure><p>Ao longo desta quinta-feira (6), uma região de baixa pressão se aprofundará rapidamente, evoluindo para um<strong> ciclone extratropical</strong> entre a Argentina e o Uruguai com uma <strong>frente fria </strong>avançando pelo Brasil. A rápida queda de pressão do sistema pode classificá-lo como um <strong>Ciclone Bomba</strong>.</p><div class="texto-destacado">Entre esta tarde de quinta-feira (6) e a sexta-feira (7), tempestades severas serão registradas em todos os estados da região Sul (RS, SC e PR) e também em outros estados, como o MS e SP.</div><p>Além das chuvas intensas, o sistema pode ocasionar outros fenômenos meteorológicos severos. Existe risco muito elevado de ocorrência de <strong>granizo destrutivo</strong> sobre o Rio Grande do Sul, além de <strong>rajadas muito intensas de vento</strong>, que podem chegar a velocidades de <strong>100 km/h</strong> especialmente nas primeiras horas da sexta-feira (7).</p><h2>Frente traz chuvas fortes a Santa Catarina e Paraná</h2><p>Entre a <strong>sexta-feira (7), o sábado (8) e o domingo (9)</strong>, os resquícios do sistema permanecerão causando <strong>pancadas de chuva constantes </strong>sobre os estados de Santa Catarina e do Paraná. O sistema estará sendo alimentado por um intenso rio atmosférico, que transporta umidade da região Amazônica em direção ao Sul do país.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/temporais-e-chuva-de-mais-de-100-mm-em-24h-ameacam-sc-e-o-pr-confira-o-alerta-1786035753893.jpg" data-image="xglzdqabt5zd" alt="Previsão de rios atmosféricos no sábado durante a tarde." title="Previsão de rios atmosféricos no sábado durante a tarde."><figcaption>Previsão de rios atmosféricos no sábado durante a tarde mostra um intenso fluxo de umidade da região Amazônica em direção ao Sul do país, alimentando a formação de tempestades.</figcaption></figure><p>O resultado será a formação de <strong>pancadas de chuva constantes</strong> sobre <strong>Santa Catarina</strong> e especialmente sobre o <strong>Paraná</strong>, ocasionando acumulados altíssimos de chuva que podem chegar, ao total, a <strong>150 mm ou mais</strong> nos próximos dias. Os mapas de precipitação ilustram as regiões que mais podem ser afetadas pelas chuvas. </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Estes volumes altos de chuva podem provocar <strong>transtornos significativos para a população</strong>, deixando ambos os estados em alerta ao longo do final de semana. Há risco de alagamentos, transbordamentos de rios e deslizamentos de terra, principalmente em áreas vulneráveis a enchentes e encostas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/temporais-e-chuva-de-mais-de-100-mm-em-24h-ameacam-sc-e-o-pr-confira-o-alerta-1786035800308.jpg" data-image="27k32rogucat" alt="Previsão de acumulados totais de chuva até o final da segunda-feira." title="Previsão de acumulados totais de chuva até o final da segunda-feira."><figcaption>Previsão de acumulados totais de chuva até o final da segunda-feira mostra que os volumes de chuva em grande parte do Paraná podem chegar a 150 mm ou mais, causando transtornos.</figcaption></figure><p>Além das chuvas intensas, também há possibilidade de<strong> rajadas de ventos</strong>, <strong>queda de granizo</strong> e <strong>descargas elétricas</strong> (raios) no PR e em SC, aumentando o risco de cortes no fornecimento de energia elétrica devido à danos nas linhas de transmissão, queda de árvores e objetos altos, e outros tipos de danos a edifícios.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="782264" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-bomba-se-forma-nas-proximas-horas-entenda-os-riscos-para-o-sudeste.html" title="Ciclone bomba se forma nas próximas horas; entenda os riscos para o Sudeste">Ciclone bomba se forma nas próximas horas; entenda os riscos para o Sudeste</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ciclone-bomba-se-forma-nas-proximas-horas-entenda-os-riscos-para-o-sudeste.html" title="Ciclone bomba se forma nas próximas horas; entenda os riscos para o Sudeste"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ciclone-bomba-pode-atingir-o-sudeste-entenda-os-riscos-1786008067072_320.jpg" alt="Ciclone bomba se forma nas próximas horas; entenda os riscos para o Sudeste"></a></article></aside><p>Recomenda-se à população que, em casos de tempestade, não se abrigue debaixo de<strong> árvores</strong> (<em>há risco de queda e descargas elétricas</em>), não estacione veículos próximos a <strong>torres de transmissão e placas de propaganda</strong> (<em>pela mesma razão</em>), e evite usar aparelhos eletrônicos ligados à <strong>tomada </strong>(<em>risco de eletrocussão em caso de raios</em>).</p><p>Além disso, <strong>NUNCA enfrente o mau tempo nem transite por vias alagadas</strong>. Mesmo camadas finas de água, com poucos centímetros, são capazes de arrastar carros e pessoas, resultando em fatalidades.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/temporais-e-chuva-de-mais-de-100-mm-em-24h-ameacam-sc-e-o-pr-confira-o-alerta.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Super El Niño: Pacífico aquece acima das previsões e ECMWF reforça pico superior a 3°C]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/super-el-nino-pacifico-aquece-acima-das-previsoes-e-ecmwf-reforca-pico-superior-a-3-c.html</link><pubDate>Fri, 07 Aug 2026 20:13:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Após meses de aquecimento acima das previsões iniciais, o ECMWF reforçou o cenário de um Super El Niño histórico, com praticamente todo o conjunto de previsões indicando anomalias superiores a 3°C.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/pacifico-aquece-acima-das-previsoes-e-ecmwf-reforca-pico-superior-a-3-c-1786111283744.png" data-image="ce61tqxa2kvq" alt="A previsão do ECMWF para anomalia de temperatura da superfície do mar entre outubro-dezembro mostra uma ampla área do Pacífico com anomalias superiores a 2°C. Créditos: Meteored/Adaptado de ECMWF." title="A previsão do ECMWF para anomalia de temperatura da superfície do mar entre outubro-dezembro mostra uma ampla área do Pacífico com anomalias superiores a 2°C. Créditos: Meteored/Adaptado de ECMWF."><figcaption>A previsão do ECMWF para anomalia de temperatura da superfície do mar entre outubro-dezembro mostra uma ampla área do Pacífico com anomalias superiores a 2°C. Créditos: Meteored/Adaptado de ECMWF.</figcaption></figure><p>Desde o início do ano, a<strong> temperatura da superfície do mar</strong> (TSM) no <strong>Pacífico Equatorial</strong> vem <strong>esquentando mais rapidamente </strong>do que indicavam as <strong>primeiras previsões</strong> do ECMWF. A cada nova atualização, o modelo ajustou para cima a intensidade esperada do El Niño e, na rodada iniciada em <strong>1º de agosto</strong>, praticamente todos os membros do ensemble prevêem um <strong>pico superior a 3°C</strong> entre outubro e dezembro. </p><div class="texto-destacado"><br>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>A seguir, <strong>confira</strong> o que diz a mais<strong> nova atualização</strong> do ECMWF e veja <strong>como</strong> as <strong>anomalias</strong> de TSM <strong>evoluíram</strong> em relação às previsões iniciais.</p><h2>Modelo ECMWF prevê Super El Niño com pico de 3,3°C</h2><p><strong>Todo mês</strong>, os <strong>modelos</strong> climáticos <strong>atualizam</strong> suas <strong>previsões</strong> à medida que novas <strong>observações</strong> da atmosfera e do oceano são <strong>incorporadas</strong> às simulações. Na rodada iniciada em<strong> 1º de agosto de 2026,</strong> o <strong>ECMWF</strong> reforçou ainda mais o cenário de um <strong>Super El Niño histórico.</strong></p><div class="texto-destacado">Praticamente todos os membros do ensemble prevêem anomalias relativas superiores a 3°C na região Niño-3.4 entre setembro e dezembro, enquanto pelo menos metade das simulações indica um pico próximo de 3,3°C durante a primavera.</div><p>A figura abaixo mostra essa previsão. Cada uma das<strong> linhas vermelhas</strong> representa um <strong>membro</strong> <strong>do ensemble</strong>, conjunto de dezenas de simulações realizadas pelo modelo com pequenas variações nas condições iniciais. Essa técnica permite estimar não apenas a previsão mais provável, mas também o grau de incerteza associado ao fenômeno. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/pacifico-aquece-acima-das-previsoes-e-ecmwf-reforca-pico-superior-a-3-c-1786111326319.png" data-image="q3eg1iij0jk9" alt="Previsão de anomalia relativa de TSM na região Niño 3.4 do modelo ECMWF iniciada em agosto. Créditos: Figura do ECMWF adaptada pela Meteored." title="Previsão de anomalia relativa de TSM na região Niño 3.4 do modelo ECMWF iniciada em agosto. Créditos: Figura do ECMWF adaptada pela Meteored."><figcaption>Previsão de anomalia relativa de TSM na região Niño 3.4 do modelo ECMWF iniciada em agosto. Créditos: Figura do ECMWF adaptada pela Meteored.</figcaption></figure><p>Para facilitar a interpretação da previsão, foi acrescentada uma <strong>linha preta contínua em 3°C</strong>, mostrando que <strong>praticamente todos os membros</strong> do ensemble <strong>ultrapassam</strong><strong> esse limiar </strong>durante o pico do evento. </p><p>Já a <strong>linha preta pontilhada em 3,3°C</strong> evidencia que a pelo menos <strong>metade das simulações</strong> prevê o <strong>pico do aquecimento </strong>acima desse valor, reforçando a expectativa de um El Niño de intensidade excepcional. A<strong> linha azul pontilhada</strong> representa a <strong>evolução</strong> <strong>observada</strong> das <strong>anomalias</strong> <strong>até julho</strong>, quando a região Niño-3.4 atingiu <strong>1,5°C</strong>, valor já compatível com um <strong>El Niño forte</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781688" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/como-sera-o-clima-em-agosto-enquanto-o-el-nino-se-intensifica-rumo-a-um-evento-historico.html" title=" Como será o clima em agosto enquanto o El Niño se intensifica rumo a um evento histórico"> Como será o clima em agosto enquanto o El Niño se intensifica rumo a um evento histórico</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/como-sera-o-clima-em-agosto-enquanto-o-el-nino-se-intensifica-rumo-a-um-evento-historico.html" title=" Como será o clima em agosto enquanto o El Niño se intensifica rumo a um evento histórico"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/como-sera-o-clima-em-agosto-no-brasil-enquanto-o-el-nino-se-intensifica-rumo-a-um-evento-historico-1785680184550_320.png" alt=" Como será o clima em agosto enquanto o El Niño se intensifica rumo a um evento histórico"></a></article></aside><p>Em <strong>comparação</strong> com a <strong>rodada</strong> iniciada em <strong>julho</strong>, a atualização de agosto <strong>aumenta a confiança</strong> do ECMWF em um<strong> Super El Niño histórico</strong>. Se na previsão anterior apenas parte dos membros do ensemble projetava anomalias superiores a<strong> 3°C </strong>durante o pico do evento, agora esse cenário passa a ser indicado por praticamente todas as simulações. O que, <strong>se confirmado</strong>, colocaria este evento acima do El Niño de 2015-2016, cujo pico atingiu cerca de 2,8°C e é o atual recorde.</p><h2>Temperatura do Pacífico evolui acima das previsões iniciais</h2><p>O <strong>rápido aquecimento do Pacífico Equatorial </strong>ao longo de <strong>2026</strong> ajuda a explicar por que as previsões do ECMWF foram sendo ajustadas para um cenário cada vez mais extremo.<strong> </strong></p><p><strong>Em janeiro</strong>, a anomalia relativa de TSM na região Niño-3.4 era de aproximadamente -0,8°C. Naquele momento, o<strong> ECMWF previa </strong>um <strong>aquecimento gradual</strong> ao longo do primeiro semestre, com praticamente todos os membros do ensemble indicando <strong>anomalias</strong><strong> inferiores a 1°C em julho.</strong></p><p>Entretanto, <strong>a partir de março</strong> o <strong>aquecimento</strong> do Pacífico <strong>acelerou</strong> de forma muito mais intensa do que indicavam as primeiras previsões. A <strong>evolução observada</strong> das anomalias (<strong>linha azul</strong>) <strong>ultrapassou</strong> rapidamente<strong> a maior parte das simulações</strong>, atingindo cerca de<strong> 1,5°C em julho.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/pacifico-aquece-acima-das-previsoes-e-ecmwf-reforca-pico-superior-a-3-c-1786111346705.png" data-image="v183uhryisk0" alt="Evolução da previsão do ECMWF entre janeiro (esquerda) e abril (direita) em comparação com as anomalias observadas (linhas pontilhadas em azul). Crédito: Meteored/ECMWF." title="Evolução da previsão do ECMWF entre janeiro (esquerda) e abril (direita) em comparação com as anomalias observadas (linhas pontilhadas em azul). Crédito: Meteored/ECMWF."><figcaption>Evolução da previsão do ECMWF entre janeiro (esquerda) e abril (direita) em comparação com as anomalias observadas (linhas pontilhadas em azul). Crédito: Meteored/ECMWF.</figcaption></figure><p>Essa <strong>diferença é muito perceptível </strong>na <strong>rodada iniciada em 1º de abril</strong>. Embora o ECMWF tenha revisado suas previsões para cima, a <strong>evolução observada</strong> <strong>continuou acompanhando o limite superior do ensemble</strong> e, posteriormente, superou praticamente todas as simulações emitidas naquela rodada. </p><p>Assim, o<strong> modelo vem ajustando </strong>sucessivamente suas <strong>previsões</strong>, <strong>culminando</strong> na atualização de agosto, que concentra quase todas as simulações <strong>acima de 3°C</strong> durante o pico do evento</p><h2>Até onde o Pacífico pode aquecer e quais podem ser as consequências?</h2><p>Apesar da confiança crescente em um Super El Niño histórico, <strong>ainda existe incerteza</strong> sobre qual será a <strong>intensidade máxima</strong> do aquecimento no Pacífico. Independentemente do pico final, o<strong> cenário já preocupa</strong>. Embora um aumento na anomalia da TSM não resulte em impactos proporcionais sobre o tempo e o clima, eventos intensos de El Niño costumam alterar de forma significativa os padrões de circulação atmosférica. </p><div class="texto-destacado">Julho marcou o início mais evidente da resposta atmosférica ao aquecimento do Pacífico. Desde então, o Sul do Brasil vem sendo atingido por uma sucessão de tempestades severas, com episódios de chuva extrema e tornados, enquanto estados da Região Norte, como o Acre, enfrentam o agravamento da estiagem e já decretaram situação de emergência devido à seca. </div><p>Se esses<strong> </strong>primeiros sinais já são observados enquanto o El Niño está se desenvolvendo, a <strong>primavera e o verão</strong> <strong>serão de muita atenção</strong>, uma vez que é justamente <strong>nesse período </strong>que o <strong>El Niño costuma exercer</strong> sua <strong>maior influência</strong> sobre o clima da América do Sul.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/super-el-nino-pacifico-aquece-acima-das-previsoes-e-ecmwf-reforca-pico-superior-a-3-c.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ar polar traz clima de inverno úmido para SP, RJ e ES; saiba o que esperar]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-traz-clima-de-inverno-umido-para-sp-rj-e-es-saiba-o-que-esperar.html</link><pubDate>Fri, 07 Aug 2026 19:03:30 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Massa de ar frio de origem polar vai avançar por áreas do Sudeste do Brasil a partir da próxima segunda-feira (10), provocando uma queda das temperaturas ao longo da semana e sensação de frio, especialmente pela manhã.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xavrls6"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xavrls6.jpg" id="xavrls6"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Uma <strong>massa de ar frio de origem polar</strong> vai avançar pelo Sudeste do Brasil a partir da próxima segunda-feira (10), provocando uma <strong>queda das temperaturas</strong> até meados da semana nos estados de<strong> São Paulo</strong>, <strong>Rio de Janeiro</strong> e <strong>Espírito Santo</strong>.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Essas áreas vão ter bastante nebulosidade e poucas aberturas de sol, o que vai deixar uma <strong>sensação de friozinho, principalmente pela manhã</strong>.</p><p>Acompanhe a seguir os detalhes da previsão do tempo.</p><h2>Frio retorna ao Sudeste na próxima semana</h2><p>As temperaturas começam a diminuir em parte do Sudeste já a partir deste domingo (9), mas é em <strong>meados da próxima semana</strong> que o<strong> frio fica mais intenso</strong>.</p><p>O <strong>mapa abaixo</strong> mostra a<strong> abrangência da massa de ar frio de origem polar</strong> que vai atuar sobre a região nos próximos dias, afetando boa parte de São Paulo e os estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-traz-clima-de-inverno-umido-para-sp-rj-e-es-saiba-o-que-esperar-1786118174197.jpg" data-image="dn5w072fx3d7"><figcaption>Anomalias da temperatura do ar no nível de 850 hPa mostra a abrangência da massa de ar frio que atuará na próxima semana sobre boa parte da Região Sudeste do Brasil.</figcaption></figure><p>No<strong> domingo (9) </strong>o <strong>ar frio já começa a derrubar as temperaturas </strong>a partir da tarde no <strong>leste de São Paulo</strong>, com temperaturas não passando dos 22°C em várias localidades. Na <strong>capital paulista</strong>, a <strong>mínima </strong>será registrada no período da <strong>noite</strong>, com registro de <strong>15°C</strong>.</p><p>Na<strong> segunda-feira (10)</strong> o friozinho se espalha mais um pouco por essa região e também atinge áreas elevadas do sul e Região Serrana do Rio de Janeiro, onde as<strong> máximas não ultrapassam os 20°C</strong> e podem chegar aos <strong>11°C/12°C no sul da Região Sorocabana</strong>.</p><p>Na<strong> capital paulista</strong> a <strong>máxima </strong>será de <strong>18°C </strong>e no Rio de Janeiro será de<strong> 23°C</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-traz-clima-de-inverno-umido-para-sp-rj-e-es-saiba-o-que-esperar-1786120380164.jpg" data-image="fej5oob1qprk"><figcaption>Previsão da temperatura mínima do ar (°C) para terça-feira (11), segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Na <strong>terça-feira (11) </strong>o<strong> frio se acentua</strong> um pouco mais e se espalha pela porção <strong>leste paulista</strong>, áreas do <strong>centro-sul do Rio de Janeiro</strong> e chega também ao <strong>sul do Espírito Santo</strong>.</p><p>Pela manhã, as <strong>mínimas </strong>variam <strong>entre 13°C e 18°C</strong> em praticamente todo o estado de São Paulo, no sul do Espírito Santo e em várias localidades do Rio de Janeiro, mas podendo cair para os<strong> 8°C no sul paulista (Região de Sorocaba) e na Região Serrana do Rio</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-traz-clima-de-inverno-umido-para-sp-rj-e-es-saiba-o-que-esperar-1786120397413.jpg" data-image="nm3nkalo8x4s"><figcaption>Previsão da temperatura máxima do ar (°C) para terça-feira (11), segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>À tarde, as <strong>máximas </strong>(mapa acima) não passam dos <strong>18°C</strong> no leste de São Paulo, no sul do Espírito Santo e em áreas do sul e centro do Rio de Janeiro, podendo ficar em torno dos <strong>10°C na Região Serrana do Rio e no sul da Região de Sorocaba</strong>.</p><p>As mínimas e máximas, respectivamente, neste dia (11) serão de: <strong>12°C/16°C na capital paulista</strong>; 19°C/21°C na capital fluminense; 19°C/24°C na capital Vitória.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="782554" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuva-de-mais-de-100-mm-tempestades-e-vendavais-ainda-ameacam-o-sul-veja-as-areas-em-risco.html" title="Chuva de mais de 100 mm, tempestades e vendavais ainda ameaçam o Sul; veja as áreas em risco">Chuva de mais de 100 mm, tempestades e vendavais ainda ameaçam o Sul; veja as áreas em risco</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuva-de-mais-de-100-mm-tempestades-e-vendavais-ainda-ameacam-o-sul-veja-as-areas-em-risco.html" title="Chuva de mais de 100 mm, tempestades e vendavais ainda ameaçam o Sul; veja as áreas em risco"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-de-mais-de-100-mm-tempestades-e-vendavais-ainda-ameacam-o-sul-veja-as-areas-em-risco-1786122393901_320.jpg" alt="Chuva de mais de 100 mm, tempestades e vendavais ainda ameaçam o Sul; veja as áreas em risco"></a></article></aside><p>A quarta-feira (12) ainda manterá essas condições mais frias nestas áreas.</p><p>Contudo, a <strong>tendência</strong> indica que já na<strong> quinta-feira (13) as temperaturas voltam a se elevar gradualmente </strong>em toda a Região<strong> Sudeste</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-traz-clima-de-inverno-umido-para-sp-rj-e-es-saiba-o-que-esperar.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Chuva de mais de 100 mm, tempestades e vendavais ainda ameaçam o Sul; veja as áreas em risco]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuva-de-mais-de-100-mm-tempestades-e-vendavais-ainda-ameacam-o-sul-veja-as-areas-em-risco.html</link><pubDate>Fri, 07 Aug 2026 17:53:37 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A frente fria segue avançando e mantém a Região Sul sob alertas e riscos de tempestades, fortes rajadas de vento e chuvas com volumes que superam os 100 mm aumentando o potencial para transtornos.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xavsrv2"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xavsrv2.jpg" id="xavsrv2"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p> Após a formação de um <strong>ciclone bomba</strong> que provocou <strong>vento de 120 km/h em Porto Alegre</strong> e um <strong>tornado confirmado no interior gaúcho</strong>, a Região Sul continua sob alerta no fim de semana. A frente fria avança e há risco de <strong>temporais, vendavais acima de 70 km/h e acumulados superiores a 100 mm</strong> para Santa Catarina e o Paraná. </p><p>Nesta quinta-feira (6), tempestades severas e vendavais atingiram o Sul. Rajadas de vento alcançaram impressionantes <strong>120 km/h em Porto Alegre (RS)</strong> e um <strong>tornado foi confirmado em Pedro Osório (RS)</strong>, provocando queda de centenas de árvores, estragos estruturais e interrupções no fornecimento de eletricidade.</p><h2><strong><strong>Ventos continuam, mas chuva diminui no RS</strong> </strong></h2><p>Ao longo da noite desta sexta-feira (7), <strong>o tempo começa a se estabilizar </strong>na maior parte do Rio Grande do Sul. A frente fria se desloca em direção ao Sudeste e Centro-Oeste, abrindo espaço para a <strong>entrada de uma massa de ar mais frio</strong> e seco que inibe a formação de nuvens carregadas no estado.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-de-mais-de-100-mm-tempestades-e-vendavais-ainda-ameacam-o-sul-veja-as-areas-em-risco-1786121900043.jpg" data-image="ih1dr1pd4939" alt="Rajadas de vento." title="Rajadas de vento."><figcaption>Previsão de rajadas de vento para o RS na tarde deste sábado (8). Modelo ECMWF, indica ventos superiores a 50 km/h no norte do estado.</figcaption></figure><p>Após as rajadas extremas de 120 km/h na quinta (6), os ventos perdem força durante o fim de semana, mas ainda exigem atenção. Tanto no sábado (8) quanto no domingo (9), há previsão de <strong>rajadas de até 60 km/h</strong>, com maior intensidade concentrada no norte gaúcho.</p><p>Em relação à chuva, a circulação atmosférica favorece o retorno de pancadas no nordeste e norte gaúcho no sábado (8), principalmente entre o final da manhã e o início da tarde. O modelo <em>ECMWF</em> aponta <strong>chuvas moderadas a fortes com descargas elétricas</strong> nessas faixas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-de-mais-de-100-mm-tempestades-e-vendavais-ainda-ameacam-o-sul-veja-as-areas-em-risco-1786121959892.jpg" data-image="zh06rnaj9x2x" alt="Nuvens e chuva." title="Nuvens e chuva."><figcaption>Previsão de nebulosidade e precipitação para o RS neste sábado (8). Chuvas se concentram no extremo norte do estado.</figcaption></figure><p>No domingo (9), o tempo seco predomina na maior parte do estado, com pancadas isoladas restritas aos municípios que fazem divisa com Santa Catarina. Até o fim do domingo (9), os volumes acumulados variam de apenas <strong>1 mm no centro gaúcho a 25 mm no norte do estado</strong>.</p><h2>Tempestades afetam Santa Catarina no fim de semana </h2><p>Em <strong>Santa Catarina, o tempo volta a fechar na manhã de sábado (8)</strong> após um breve período de melhoria. O transporte de umidade do oceano em direção ao continente criará o ambiente ideal para a formação de nuvens carregadas e risco de temporais.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-de-mais-de-100-mm-tempestades-e-vendavais-ainda-ameacam-o-sul-veja-as-areas-em-risco-1786122067142.jpg" data-image="3406ebjfuyqa" alt="Chuvas para SC na noite de sábado (8)." title="Chuvas para SC na noite de sábado (8)."><figcaption>Chuvas para Santa Catarina na noite de sábado (8). Há potencial para tempestades pontuais no estado.</figcaption></figure><p>Ainda no sábado de manhã, <strong>pancadas fortes atingem áreas próximas à divisa com o Paraná</strong>, afetando municípios como Canoinhas e Itaiópolis. O modelo indica potencial para tempestades capazes de gerar alagamentos e transtornos locais.</p><p>A instabilidade em Santa Catarina persiste até a manhã de domingo (9), alternando períodos de<strong> chuva fraca e moderada</strong>. No domingo (9) à tarde, o sol até aparece entre nuvens em algumas regiões, mas o céu permanece predominantemente encoberto.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-de-mais-de-100-mm-tempestades-e-vendavais-ainda-ameacam-o-sul-veja-as-areas-em-risco-1786122034690.jpg" data-image="l0mcsvtac6j3" alt="Vento em SC." title="Vento em SC."><figcaption>Rajadas de vento superam os 60 km/h na tarde deste sábado em áreas de SC.</figcaption></figure><p>Além da chuva, os ventos voltam a ganhar força no estado. O momento mais crítico ocorre na <strong>tarde de sábado (8)</strong>, quando as rajadas podem <strong>superar os 60 km/h no meio-oeste catarinense</strong>.</p><h2>Acumulado de chuva supera os 100 mm no PR </h2><p>O Paraná será o estado mais afetado por instabilidades volumosas nos próximos dias. A alta disponibilidade de umidade alimentará nuvens de grande desenvolvimento vertical, mantendo o alerta para <strong>temporais, alagamentos e transbordamento de rios</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-de-mais-de-100-mm-tempestades-e-vendavais-ainda-ameacam-o-sul-veja-as-areas-em-risco-1786122189415.jpg" data-image="rfca8stv4w42" alt="Mapa de densidade de raios." title="Mapa de densidade de raios."><figcaption>Mapa mostra áreas propícias a tempestades na madrugada de domingo (9).</figcaption></figure><p>No sábado (8) de manhã, chuvas fortes atingem a porção norte paranaense e migram em direção ao leste, alcançando a <strong>Região Metropolitana de Curitiba</strong>. À tarde, a chuva se espalha por grande parte do estado com intensidade leve a moderada.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p>Durante a noite de sábado e a manhã de domingo (9), <strong>pancadas fortes</strong> voltam a se concentrar no sul e sudoeste do Paraná, acumulando grandes volumes em curto intervalo de tempo.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="782326" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/intensa-virada-do-tempo-no-centro-sul-traz-alertas-de-temporais-vendavais-e-muito-frio.html" title="Intensa virada do tempo no Centro-Sul traz alertas de temporais, vendavais e muito frio">Intensa virada do tempo no Centro-Sul traz alertas de temporais, vendavais e muito frio</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/intensa-virada-do-tempo-no-centro-sul-traz-alertas-de-temporais-vendavais-e-muito-frio.html" title="Intensa virada do tempo no Centro-Sul traz alertas de temporais, vendavais e muito frio"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/entenda-a-virada-do-tempo-no-centro-sul-com-temporais-vendavais-e-muito-frio-1786024235288_320.jpg" alt="Intensa virada do tempo no Centro-Sul traz alertas de temporais, vendavais e muito frio"></a></article></aside><p>De acordo com o modelo <em>ECMWF</em>, os acumulados no Paraná podem <strong>superar os 100 mm na Grande Curitiba</strong>. No centro-sul do estado, os volumes devem oscilar <strong>entre 60 mm e 90 mm</strong>, enquanto no centro-oeste ficam em torno de 60 mm.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-de-mais-de-100-mm-tempestades-e-vendavais-ainda-ameacam-o-sul-veja-as-areas-em-risco-1786122136815.jpg" data-image="vegvaeu46mo9" alt="Precipitação acumulada." title="Precipitação acumulada."><figcaption>Mapa de precipitação acumulada para o Sul do Brasil até o final da noite de domingo (9). Modelo ECMWF indica volumes acima de 100 mm próximos a Curitiba/PR.</figcaption></figure><p>Acompanhando o quadro chuvoso, o Paraná também registrará <strong>rajadas de vento acima de 70 km/h</strong> na tarde de sábado (8), perdendo intensidade gradativamente ao longo do domingo.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuva-de-mais-de-100-mm-tempestades-e-vendavais-ainda-ameacam-o-sul-veja-as-areas-em-risco.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Tornado e chuva de granizo causam estragos e alertas no RS; veja imagens ]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/tornado-e-chuva-de-granizo-causam-estragos-e-alertas-no-rs-veja-imagens.html</link><pubDate>Fri, 07 Aug 2026 13:44:04 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Diante dos danos provocados por chuvas e vendavais recentes na região, o governo federal publicou portaria oficial reconhecendo o estado de emergência em quatro cidades atingidas no Rio Grande do Sul. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/tornado-e-chuva-de-granizo-causam-estragos-e-alertas-no-rs-veja-imagens-1786105554482.jpg" data-image="vrc7vgffpv9h" alt="Novo tornado atingiu Pedro Osório após passagem de ciclone no RS. Foto: Reprodução/ X" title="Novo tornado atingiu Pedro Osório após passagem de ciclone no RS. Foto: Reprodução/ X"><figcaption>Novo tornado atingiu Pedro Osório após passagem de ciclone no RS. Foto: Reprodução/ X</figcaption></figure><p>Um forte temporal provocado pela formação de um ciclone extratropical causou estragos e <strong>acionou alertas máximos no Rio Grande do Sul nesta quinta-feira (6)</strong>. O Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, registrou rajadas de vento de até <strong>120 km/h</strong> com tempestade severa e forte queda de visibilidade.</p><p>Durante a noite, por volta das 20h15, a Defesa Civil do Estado disparou um alerta vermelho para a região metropolitana da capital, orientando que a população buscasse abrigo imediato. O evento climático<strong> deixou cerca de 1,5 mil clientes sem energia elétrica em Porto Alegre</strong> e provocou danos na infraestrutura do estado.</p><h2>Registro de novo tornado e tempestades no interior</h2><p>Além da ventania na capital, <strong>u</strong><strong>m tornado gerado por uma supercélula atingiu o interior do município de Pedro Osório</strong>, na localidade de Matarazzo, por volta das 17h15. O fenômeno provocou destelhamentos, queda de árvores, fios soltos e desabastecimento de energia elétrica na região urbana e rural.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">Tornados ️ e chuvas extremas em <a href="https://x.com/hashtag/Pelotas?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Pelotas</a>, Brasil <a href="https://t.co/CaaB8O9GFE">pic.twitter.com/CaaB8O9GFE</a></p>— Meteored Brasil (@MeteoredBR) <a href="https://x.com/MeteoredBR/status/2085694081074667835?ref_src=twsrc%5Etfw">August 7, 2026</a></blockquote></figure><p>O prefeito de Pedro Osório, Ricardo Alves, relatou a situação durante o deslocamento das equipes para avaliar a extensão dos danos: "Estamos levantando os estragos no perímetro urbano também, pois houve árvores caídas, postes caídos e fios soltos". <strong>Trata-se do segundo tornado confirmado no estado em duas semanas</strong>, após o registro de destruição em Giruá no dia 28 de julho.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">Meu amigo me enviou esse vídeo de Pelotas agora.<br><br>As previsões estavam certas <a href="https://t.co/aOm6ccDdjR">pic.twitter.com/aOm6ccDdjR</a></p>— eu, edu (@eueduduarte) <a href="https://x.com/eueduduarte/status/2085490240689405979?ref_src=twsrc%5Etfw">August 6, 2026</a></blockquote></figure><p>Danos graves também foram relatados em outros municípios do Sul gaúcho devido ao avanço da tempestade. <strong>Em Pelotas, a força da chuva derrubou o muro do presídio regional</strong>, enquanto no município de Rio Grande as aulas das escolas foram totalmente suspensas como medida de prevenção.</p><h2>Granizo e danos estruturais afetaram mais de cem casas</h2><p>A passagem do sistema frontal causou queda de granizo em diversas cidades da Região Norte do Rio Grande do Sul. O município de Caseiros foi um dos mais atingidos, <strong>com mais de 100 residências danificadas por pedras de gelo que perfuraram telhados</strong>, exigindo a distribuição urgente de lonas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tornado-e-chuva-de-granizo-causam-estragos-e-alertas-no-rs-veja-imagens-1786105793461.jpg" data-image="1ue6ia3okedl" alt="Chuva de granizo danificou mais de 100 casas no interior do RS. Foto: Defesa Civil/Divulgação" title="Chuva de granizo danificou mais de 100 casas no interior do RS. Foto: Defesa Civil/Divulgação"><figcaption>Chuva de granizo danificou mais de 100 casas no interior do RS. Foto: Defesa Civil/Divulgação</figcaption></figure><p>Quedas de granizo também ocorreram em localidades rurais de Cruzaltense, além dos municípios de <strong>São Valentim, Barão de Cotegipe, Ibiraiaras, David Canabarro, Fazenda Vilanova e Erechim</strong>. De acordo com dados da Defesa Civil, o fenômeno ocorreu logo nas primeiras horas da manhã, espalhando-se gradativamente.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">Santo Antônio das Missões/RS<br><br>Muito Granizo registrado. <a href="https://t.co/lrJXkqIhU2">pic.twitter.com/lrJXkqIhU2</a></p>— Alerta Rio 24 Horas (@AlertaRio24Hrs_) <a href="https://x.com/AlertaRio24Hrs_/status/2085557189368852949?ref_src=twsrc%5Etfw">August 7, 2026</a></blockquote></figure><p>O cenário foi impulsionado pela <strong>atuação de um Jato de Baixos Níveis em conjunto com o fenômeno El Niño</strong> de categoria forte. Essa combinação meteorológica favoreceu formações de instabilidade de grande escala sobre o território gaúcho.</p><h2>Reconhecimento federal e respostas das autoridades locais</h2><p>Em decorrência do histórico recente de desastres climáticos na região, <strong>o governo federal publicou portaria reconhecendo a situação de emergência</strong> em quatro municípios gaúchos. A medida abrange as cidades de Ametista do Sul, Nova Bassano, Frederico Westphalen e Santa Tereza, afetadas por enxurradas e ventanias no mês de julho.</p><p>O Instituto Nacional de Meteorologia (<a href="https://portal.inmet.gov.br/" target="_blank">INMET</a>) e a Defesa Civil <strong>mantiveram avisos de grande perigo para tempestades ao longo de todo o dia</strong>. A orientação oficial para os moradores das áreas sob risco de alagamentos e vendavais é desligar aparelhos elétricos e evitar permanecer em locais abertos.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="782326" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/intensa-virada-do-tempo-no-centro-sul-traz-alertas-de-temporais-vendavais-e-muito-frio.html" title="Intensa virada do tempo no Centro-Sul traz alertas de temporais, vendavais e muito frio">Intensa virada do tempo no Centro-Sul traz alertas de temporais, vendavais e muito frio</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/intensa-virada-do-tempo-no-centro-sul-traz-alertas-de-temporais-vendavais-e-muito-frio.html" title="Intensa virada do tempo no Centro-Sul traz alertas de temporais, vendavais e muito frio"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/entenda-a-virada-do-tempo-no-centro-sul-com-temporais-vendavais-e-muito-frio-1786024235288_320.jpg" alt="Intensa virada do tempo no Centro-Sul traz alertas de temporais, vendavais e muito frio"></a></article></aside><p>As equipes municipais e estaduais de apoio e monitoramento seguem atuando no atendimento das ocorrências nos locais atingidos pelos ventos fortes e granizo. <strong>O acompanhamento permanente inclui o monitoramento do nível de rios e lagos na capital</strong> para mitigar os impactos da passagem do ciclone. </p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Duda%20Romagna%2C%20Diego%20Nu%C3%B1ez" data-year="2026" data-title="Forma%C3%A7%C3%A3o%20de%20ciclone%20provoca%20granizo%20e%20mais%20de%20100%20casas%20s%C3%A3o%20afetadas%20no%20RS%2C%20que%20tem%20aviso%20para%20chuva%20forte%20e%20at%C3%A9%20tornados" data-url="https%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Frs%2Frio-grande-do-sul%2Fnoticia%2F2026%2F08%2F06%2Fciclone-provoca-tempestade-granizo-rs.ghtml">Duda Romagna, Diego Nuñez. (2026). <a href="https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2026/08/06/ciclone-provoca-tempestade-granizo-rs.ghtml" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Formação de ciclone provoca granizo e mais de 100 casas são afetadas no RS, que tem aviso para chuva forte e até tornados</a>.</cite><br><cite data-author="Thiago%20F%C3%A9lix%2C%20Andr%C3%A9%20Rigue%2C%20Lauryn%20Amaral" data-year="2026" data-title="Grande%20tornado%20gerado%20por%20passagem%20de%20ciclone%20bomba%20atinge%20RS" data-url="https%3A%2F%2Fwww.cnnbrasil.com.br%2Fnacional%2Fsul%2Frs%2Fgrande-tornado-gerado-por-passagem-de-ciclone-bomba-atinge-rs%2F">Thiago Félix, André Rigue, Lauryn Amaral. (2026). <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/sul/rs/grande-tornado-gerado-por-passagem-de-ciclone-bomba-atinge-rs/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Grande tornado gerado por passagem de ciclone bomba atinge RS</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/tornado-e-chuva-de-granizo-causam-estragos-e-alertas-no-rs-veja-imagens.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[As cascas de ovo podem ter uma segunda vida no seu jardim: eis como as utilizar corretamente com as suas plantas]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/as-cascas-de-ovo-podem-ter-uma-segunda-vida-no-seu-jardim-eis-como-as-utilizar-corretamente-com-as-suas-plantas.html</link><pubDate>Fri, 07 Aug 2026 12:09:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Com um pouco de conhecimento sobre como limpá-los, triturá-los e aplicá-los de acordo com as necessidades específicas das suas plantas, as sobras do pequeno-almoço podem tornar-se um aliado valioso no seu jardim.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/las-cascaras-de-huevo-pueden-tener-una-segunda-vida-en-el-jardin-asi-puedes-utilizarlas-correctamente-con-tus-plantas-1785289357185.png" data-image="37ve8ja8yrrp"><figcaption>As cascas de ovo não substituem um bom fertilizante, nem conseguem, por si só, resolver todos os problemas relacionados com o cálcio.</figcaption></figure><p>Os ovos são um alimento básico em muitas cozinhas e, assim que são partidos, as cascas vão normalmente direitas para o lixo. Mas <strong>o que parece ser desperdício ainda pode ser bem aproveitado nos seus vasos, horta ou canteiros</strong> de flores.</p><p>Com um pouco de preparação, <strong>as cascas de ovo</strong> podem ganhar uma segunda vida e tornar-se<strong> um aliado valioso para as suas plantas</strong>.<strong> </strong>Reutilizá-las é também uma forma fácil de reduzir o lixo doméstico.</p><p>As cascas de ovo são bem conhecidas na jardinagem por fornecerem <strong>cálcio de libertação lenta e por funcionarem como uma barreira natural contra lesmas e caracóis</strong>. No entanto, não basta simplesmente esmagá-las e espalhá-las pelo solo. O tamanho dos pedaços faz toda a diferença.</p><div class="texto-destacado"><strong>Se o seu objetivo for adicionar cálcio ao solo, as cascas devem ser moídas até se tornarem um pó muito fino. Se quiser criar uma barreira protetora, pedaços maiores, secos e irregulares funcionam muito melhor.</strong></div><p>Para compreender por que razão são úteis, é importante saber de que são feitas. Cerca de 95% de uma casca de ovo é constituída por <strong>carbonato de cálcio</strong>, juntamente com pequenas quantidades de <strong>magnésio e outros minerais</strong>.</p><h2>As cascas de ovo, por si só, não são suficientes</h2><p>É importante lembrar que <strong>as cascas de ovo não são um fertilizante completo</strong>. Contêm apenas quantidades mínimas de azoto, fósforo e potássio, pelo que não podem substituir o composto, os dejetos de minhocas ou um fertilizante equilibrado.</p><p>Funcionam melhor como um aditivo mineral suplementar que se decompõe gradualmente no solo. Por outras palavras, podem dar um impulso útil, <strong>mas as suas plantas continuam a precisar de uma fonte de nutrição mais completa</strong>.</p><h2>Como preparar cascas de ovo para as suas plantas</h2><p>Antes de as levar para o jardim, <strong>lave bem as cascas para remover quaisquer resíduos de clara ou gema</strong>. Embora este passo possa parecer insignificante, ajuda a evitar odores desagradáveis, bolor e insetos indesejados.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/las-cascaras-de-huevo-pueden-tener-una-segunda-vida-en-el-jardin-asi-puedes-utilizarlas-correctamente-con-tus-plantas-1785289566244.png" data-image="egbplqwzh7i0"><figcaption>Triture as cascas até obterem um pó fino e misture-as no solo para que as suas plantas possam absorver gradualmente o cálcio.</figcaption></figure><p><strong>Deixe-as secar durante um dia inteiro num local bem ventilado</strong>. Se quiser acelerar o processo, leve-as ao forno durante 10 a 15 minutos a baixa temperatura, até ficarem completamente secas e quebradiças.</p><p>Quando estiverem prontas, guarde-as num frasco seco até ter recolhido uma boa quantidade. Para tornar o cálcio disponível para as plantas, <strong>triture as cascas até obter um pó tão fino como farinha</strong>.</p><p>Pode usar um almofariz e um pilão, colocá-las num saco resistente e esmagá-las com um rolo de massa, ou triturá-las num liquidificador. <strong>Quanto mais fino for o pó, mais facilmente se misturará com o solo</strong>.</p><div class="texto-destacado">O facto de a casca ser branca ou castanha depende da genética da galinha. Não existe uma diferença significativa no teor de cálcio entre as duas.</div><p>Isto é importante porque os fragmentos grandes de casca demoram muito tempo a decompor-se. Na verdade, podem ainda estar visíveis após vários meses — ou mesmo anos. <strong>Moê-los até se tornarem pó aumenta o seu contacto com a umidade, os microrganismos e os ácidos naturais do solo, acelerando o processo</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="[object Object]" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><span class="encabezado"><h5 class="titular s"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/ar-condicionado-natural-plantas-que-ajudam-a-deixar-o-ambiente-mais-fresco-e-melhoram-o-isolamento-termico.html" title="Ar-condicionado natural: plantas que ajudam a deixar o ambiente mais fresco e melhoram o isolamento térmico">Ar-condicionado natural: plantas que ajudam a deixar o ambiente mais fresco e melhoram o isolamento térmico</a></h5></span><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/ar-condicionado-natural-plantas-que-ajudam-a-deixar-o-ambiente-mais-fresco-e-melhoram-o-isolamento-termico.html" title="Ar-condicionado natural: plantas que ajudam a deixar o ambiente mais fresco e melhoram o isolamento térmico"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/aire-acondicionado-natural-las-plantas-que-pueden-ayudar-a-crear-un-hogar-mas-fresco-y-mejorar-el-aislamiento-termico-1785413309225_320.jpeg" alt="Ar-condicionado natural: plantas que ajudam a deixar o ambiente mais fresco e melhoram o isolamento térmico"></a></article></aside><p>Não é necessário cobrir o vaso com pó de casca de ovo. Comece por<strong> espalhar uma ou duas colheres de chá à volta da base da planta e misture-o suavemente na camada superior do solo</strong>. Também pode adicionar um pouco ao buraco de plantação ao transplantar ou misturá-lo diretamente no seu composto.</p><h3>Como utilizar cascas de ovo contra lesmas e caracóis</h3><p>Se o seu objetivo for proteger as suas plantas de lesmas e caracóis, prepare as cascas de forma diferente. Em vez de pó, <strong>utilize pedaços grandes, secos e irregulares, aproximadamente do tamanho de um grão de café</strong>. Disponha-os num anel com cerca de duas a três polegadas (5–8 cm) de largura à volta da planta.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/las-cascaras-de-huevo-pueden-tener-una-segunda-vida-en-el-jardin-asi-puedes-utilizarlas-correctamente-con-tus-plantas-1785289670978.png" data-image="qguufrb0enra" alt="Break the shells into small pieces and spread them around your plants to create a barrier that helps keep slugs and snails away." title="Break the shells into small pieces and spread them around your plants to create a barrier that helps keep slugs and snails away."><figcaption>Partam as conchas em pedaços pequenos e espalhem-nas à volta das vossas plantas para criar uma barreira que ajude a afastar as lesmas e os caracóis.</figcaption></figure><p><strong>A ideia é que a superfície rugosa e as arestas afiadas tornem desconfortável a passagem de lesmas e caracóis</strong>. Mesmo assim, esta barreira pode ajudar, mas nem sempre os impedirá completamente. Certifique-se de que o anel é contínuo e evite que as folhas toquem no chão fora da barreira, pois as pragas podem usá-las como ponte.</p><p>Após chuva forte ou rega, terá de deixar as conchas secarem, reposicioná-las ou substituí-las. Também é uma boa ideia <strong>remover folhas caídas, tábuas, pedras e outros esconderijos úmidos</strong> onde estas pragas costumam refugiar-se durante o dia.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="[object Object]" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><span class="encabezado"><h5 class="titular s"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/as-plantas-que-te-podem-ajudar-a-transformar-uma-pequena-varanda-num-mini-jardim.html" title="As plantas que te podem ajudar a transformar uma pequena varanda em um minijardim">As plantas que te podem ajudar a transformar uma pequena varanda em um minijardim</a></h5></span><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/as-plantas-que-te-podem-ajudar-a-transformar-uma-pequena-varanda-num-mini-jardim.html" title="As plantas que te podem ajudar a transformar uma pequena varanda em um minijardim"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/las-plantas-que-pueden-ayudarte-a-transformar-un-balcon-pequeno-en-un-mini-jardin-1784951323175_320.png" alt="As plantas que te podem ajudar a transformar uma pequena varanda em um minijardim"></a></article></aside><p>Se tiver cascas de ovo a mais, esmague-as bem e adicione-as à sua pilha de composto. A regra de ouro é simples: <strong>triture as cascas de ovo até ficarem em pó fino se as for utilizar como fonte de cálcio</strong>, ou deixe-as em pedaços maiores se quiser criar uma barreira contra lesmas e caracóis.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/as-cascas-de-ovo-podem-ter-uma-segunda-vida-no-seu-jardim-eis-como-as-utilizar-corretamente-com-as-suas-plantas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA["Ilíada" e "Odisseia" são apenas dois capítulos de uma saga maior: conheça o Ciclo Épico da Guerra de Troia]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/iliada-e-odisseia-sao-apenas-dois-capitulos-de-uma-saga-maior-conheca-o-ciclo-epico-da-guerra-de-troia.html</link><pubDate>Fri, 07 Aug 2026 10:05:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Dos oito poemas que narravam a Guerra de Troia e suas consequências, apenas Ilíada e Odisseia sobreviveram completas; as demais obras são conhecidas apenas por resumos antigos e fragmentos preservados.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/iliada-e-odisseia-sao-apenas-dois-capitulos-de-uma-saga-maior-conheca-o-ciclo-epico-da-guerra-de-troia-1786060827865.jpg" data-image="pjdzlv3i9dto" alt="A maior parte das histórias foi perdida: eventos como a morte de Aquiles e o assassinato de Odisseu por seu próprio filho só sobrevivem graças a fragmentos. Crédito: Mike Azevedo/Superinteressante" title="A maior parte das histórias foi perdida: eventos como a morte de Aquiles e o assassinato de Odisseu por seu próprio filho só sobrevivem graças a fragmentos. Crédito: Mike Azevedo/Superinteressante"><figcaption>A maior parte das histórias foi perdida: eventos como a morte de Aquiles e o assassinato de Odisseu por seu próprio filho só sobrevivem graças a fragmentos. Crédito: Mike Azevedo/Superinteressante</figcaption></figure><p>A imagem mais conhecida da <strong>Guerra de Troia</strong> costuma remeter ao cavalo de madeira que permitiu a invasão da cidade, à morte de Aquiles atingido no calcanhar e à longa viagem de Odisseu de volta para casa. No entanto, esses episódios não aparecem de forma detalhada nos <strong>dois poemas mais famosos atribuídos a Homero, Ilíada e Odisseia</strong>. Na verdade, eles pertencem a um conjunto muito maior de narrativas conhecido pelos estudiosos como <strong>Ciclo Épico.</strong></p><p>Formado originalmente por oito poemas, o Ciclo Épico reunia histórias que narravam desde as origens da Guerra de Troia até o destino dos heróis após o conflito. Essas obras eram transmitidas oralmente por <strong>bardos na Grécia Antiga antes de serem registradas por escrito entre os séculos VIII e VII a.C.</strong>, compondo uma das tradições literárias mais importantes da Antiguidade.</p><p>Apesar de sua relevância, apenas Ilíada e Odisseia chegaram completas aos dias atuais. Os outros seis poemas desapareceram ao longo dos séculos e <strong>sobreviveram apenas por meio de pequenos fragmentos</strong>, citações feitas por autores antigos e, principalmente, dos resumos elaborados por Proclo, responsável por preservar a estrutura geral dessas narrativas.</p><h2>A origem da guerra e a queda de Troia</h2><p>A primeira obra do ciclo é <strong>Cypria</strong>, tradicionalmente atribuída a Estácino de Chipre. O poema narrava os acontecimentos que antecederam a guerra, incluindo <strong>o famoso julgamento de Páris entre Afrodite, Hera e Atena. </strong>Ao escolher Afrodite como a mais bela das deusas, o príncipe troiano recebe como recompensa o amor de Helena, esposa do rei Menelau. O episódio desencadeia a união dos reis gregos contra Troia e dá início ao conflito que duraria uma década.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/iliada-e-odisseia-sao-apenas-dois-capitulos-de-uma-saga-maior-conheca-o-ciclo-epico-da-guerra-de-troia-1786061048898.jpg" data-image="rpla1vjsxe7e" alt="Ilíada conta a guerra e o início da queda de Tróia. Crédito: Universal Studios/Reprodução" title="Ilíada conta a guerra e o início da queda de Tróia. Crédito: Universal Studios/Reprodução"><figcaption>Ilíada conta a guerra e o início da queda de Tróia. Crédito: Universal Studios/Reprodução</figcaption></figure><p>A segunda obra é a própria<strong> Ilíada</strong>, atribuída a Homero, que retrata apenas algumas semanas do último ano da guerra. O poema concentra-se na ira de Aquiles após romper com Agamenon, na morte de Pátroclo pelas mãos de Heitor e na vingança do maior guerreiro grego. A narrativa termina com o encontro entre Aquiles e o rei Príamo, que consegue recuperar o corpo do filho para realizar seu funeral.</p><p>A sequência era contada em<strong> Etiópida</strong>, de Arctino de Mileto. O poema apresentava a chegada das amazonas e do rei etíope Mêmnon para auxiliar Troia. Depois de derrotar ambos, <strong>Aquiles encontra seu próprio destino ao ser morto por uma flecha disparada por Páris</strong>. A obra também narrava o funeral do herói e a disputa entre Odisseu e Ajax por sua armadura.</p><h2>O cavalo de Troia e o saque da cidade</h2><p>Os acontecimentos seguintes eram desenvolvidos na <strong>Pequena Ilíada</strong>, atribuída a Lesques. O poema relatava o suicídio de Ajax após perder a armadura de Aquiles para Odisseu, a morte de Páris e a missão de Odisseu e Diomedes para roubar a estátua sagrada de Atena. Também era nessa obra que surgia, em detalhes,<strong> o famoso estratagema do Cavalo de Troia</strong>, apenas mencionado brevemente por Homero.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781146" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/madeira-petrificada-das-montanhas-kyffhauser-revela-300-milhoes-de-anos-da-historia-da-terra.html" title="Madeira petrificada das montanhas Kyffhäuser revela 300 milhões de anos da história da Terra">Madeira petrificada das montanhas Kyffhäuser revela 300 milhões de anos da história da Terra</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/madeira-petrificada-das-montanhas-kyffhauser-revela-300-milhoes-de-anos-da-historia-da-terra.html" title="Madeira petrificada das montanhas Kyffhäuser revela 300 milhões de anos da história da Terra"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/versteinertes-holz-aus-dem-kyffhauser-deckt-300-millionen-jahre-erdgeschichte-auf-1785091520789_320.jpg" alt="Madeira petrificada das montanhas Kyffhäuser revela 300 milhões de anos da história da Terra"></a></article></aside><p>O episódio final da guerra aparecia em <strong>Iliupersis, ou O Saque de Troia</strong>, novamente atribuído a Arctino de Mileto. A narrativa descrevia a entrada do cavalo na cidade, a invasão noturna dos gregos, o massacre da população, a morte do rei Príamo e a destruição de templos e palácios. A violência foi tão grande que, segundo o poema, até Atena decidiu punir os vencedores.</p><p>As consequências da vitória grega eram exploradas em <strong>Nostoi ("Retornos")</strong>. A obra acompanhava a difícil viagem de volta dos principais heróis, castigados pelos deuses pelas atrocidades cometidas durante o saque. Entre os episódios mais conhecidos estão <strong>a permanência de Menelau no Egito e o assassinato de Agamenon por sua esposa</strong>, Clitemnestra, ao retornar a Micenas.</p><h2>O destino de Odisseu após a "Odisseia"</h2><p>A penúltima obra do ciclo é a própria<strong> Odisseia,</strong> atribuída a Homero. O poema acompanha<strong> os dez anos de viagem de Odisseu até retornar a Ítaca</strong>, enfrentando criaturas como o ciclope Polifemo, a feiticeira Circe, as sereias, Cila e Caríbdis, antes de recuperar seu reino e reencontrar Penélope.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/iliada-e-odisseia-sao-apenas-dois-capitulos-de-uma-saga-maior-conheca-o-ciclo-epico-da-guerra-de-troia-1786061446296.jpg" data-image="jlqoaogmcufg" alt="Após o retorno à Ítaca, muitos acontecimentos ainda se abatem sobre Odisseu" title="Após o retorno à Ítaca, muitos acontecimentos ainda se abatem sobre Odisseu"><figcaption>Após o retorno à Ítaca, muitos acontecimentos ainda se abatem sobre Odisseu. Crédito: Universal Studios/Divulgação</figcaption></figure><p>O encerramento do Ciclo Épico acontecia em <strong>Telegonia</strong>, um dos poemas mais curiosos da tradição grega. A obra revelava que Odisseu teve um filho com Circe, chamado Telégono. Sem conhecer o pai, o jovem parte em sua busca e, por ironia do destino, acaba matando Odisseu durante um confronto em Ítaca. Após descobrir a verdade, leva o corpo do herói para a ilha de Circe, onde <strong>a história termina com casamentos inesperados entre os sobreviventes e a concessão da imortalidade pela feiticeira.</strong></p><p>Embora apenas dois dos oito poemas tenham sobrevivido integralmente, os fragmentos preservados e os resumos de autores antigos permitem reconstruir a maior parte dessa vasta narrativa. O Ciclo Épico revela que<strong> a Guerra de Troia ia muito além da história contada por Homero, abrangendo gerações de heróis, tragédias familiares e episódios </strong>que marcaram profundamente a literatura e a mitologia do mundo ocidental.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Superinteressante" data-year="2026" data-title="%E2%80%9COdisseia%E2%80%9D%20e%20%E2%80%9CIl%C3%ADada%E2%80%9D%20s%C3%A3o%20s%C3%B3%20dois%20cap%C3%ADtulos%20de%20oito%3A%20conhe%C3%A7a%20o%20Ciclo%20%C3%89pico%20de%20Troia" data-url="https%3A%2F%2Fsuper.abril.com.br%2Fhistoria%2Fodisseia-e-iliada-sao-so-dois-capitulos-de-oito-conheca-o-ciclo-epico-de-troia%2F%3Fshem%3Ddsdf%2Csharefoc%2Cagadiscoversdl%2C%2Csh%2Fx%2Fdiscover%2Fm1%2F4">Superinteressante. (2026). <a href="https://super.abril.com.br/historia/odisseia-e-iliada-sao-so-dois-capitulos-de-oito-conheca-o-ciclo-epico-de-troia/?shem=dsdf,sharefoc,agadiscoversdl,,sh/x/discover/m1/4" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">“Odisseia” e “Ilíada” são só dois capítulos de oito: conheça o Ciclo Épico de Troia</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/iliada-e-odisseia-sao-apenas-dois-capitulos-de-uma-saga-maior-conheca-o-ciclo-epico-da-guerra-de-troia.html</guid><dc:creator><![CDATA[João Cunha]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Um asteroide de 10 km transformou a Terra em um forno duas horas antes do grande inverno glacial]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/um-asteroide-de-10-km-transformou-a-terra-em-um-forno-duas-horas-antes-do-grande-inverno-glacial.html</link><pubDate>Fri, 07 Aug 2026 08:46:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Nova pesquisa sugere que a extinção dos dinossauros pode ter ocorrido muito mais rapidamente do que se pensava anteriormente. Uma gigantesca nuvem de poeira teria transformado a Terra em um verdadeiro forno apenas algumas horas após o impacto.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/lo-mas-parecido-al-infierno-el-asteroide-que-mato-a-los-dinosaurios-no-los-congelo-pero-si-aso-la-tierra-en-2-horas-1785323774030.jpg" data-image="045gsq2yjeeh"><figcaption>O que ainda gera debate entre os cientistas não é se o impacto causou aquela extinção em massa, mas exatamente como isso aconteceu.</figcaption></figure><p><strong>Há 66 milhões de anos</strong>, um <strong>asteroide </strong>de aproximadamente 10 quilômetros de diâmetro<strong> atingiu a Terra</strong> perto do que hoje é a Península de Yucatán, no México. A colisão criou a cratera de Chicxulub e marcou o fim do período Cretáceo, <strong>provocando a extinção de cerca de 75% das espécies</strong> que habitavam o planeta, incluindo quase todos os dinossauros.</p><p>O que permanece como objeto de debate científico não é se o impacto causou essa extinção em massa, mas sim como exatamente ela ocorreu. Durante anos, uma das principais <strong>hipóteses </strong>sustentava que a <strong>maioria das espécies sucumbiu gradualmente devido a um inverno global prolongado</strong>, caracterizado por temperaturas gélidas e uma redução drástica na luz solar.</p><p>No entanto, um <strong>estudo </strong>publicado na revista <em>Journal of Geophysical Research: Biogeosciences</em> propõe um cenário bem diferente. Segundo os autores, <strong>o impacto inicial pode ter sido muito mais letal do que se pensava anteriormente</strong>, dizimando uma vasta quantidade de vida na Terra em apenas uma ou duas horas.</p><h2>A chave estava em uma enorme nuvem de poeira</h2><p>O estudo, liderado por pesquisadores da Universidade Purdue, reconstruiu o que aconteceu imediatamente após o impacto do asteroide. <strong>A colisão vaporizou mais de 1.000 quilômetros cúbicos de rocha e sedimento</strong>, lançando esse material a uma altitude de dezenas de quilômetros.</p><div class="texto-destacado">À medida que esfriava, parte desse vapor transformava-se em minúsculas gotículas de rocha fundida, chamadas de esférulas. Essas partículas começaram a cair de volta em direção à superfície e, durante a descida, aqueceram-se intensamente devido ao atrito com a atmosfera, irradiando uma enorme quantidade de energia.</div><p>O mecanismo já era conhecido até aquele momento. A descoberta inédita do estudo é a identificação do papel decisivo de uma<strong> enorme nuvem de poeira extremamente fina que permaneceu em suspensão na atmosfera</strong> após o impacto. Essa poeira funcionou como uma tampa gigantesca: em vez de permitir que o <strong>calor </strong>escapasse para o espaço, ela <strong>o refletia continuamente de volta para a superfície do planeta</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/lo-mas-parecido-al-infierno-el-asteroide-que-mato-a-los-dinosaurios-no-los-congelo-pero-si-aso-la-tierra-en-2-horas-1785323841764.jpg" data-image="sb3da7vggjc0"><figcaption>Pesquisadores comparam o cenário de impacto de asteroide a um verdadeiro inferno.</figcaption></figure><p><strong>O resultado foi devastador</strong>. Cálculos indicam que a radiação térmica que atingiu o planeta era cerca de três vezes e meia mais intensa do que a produzida apenas pelas esférulas, criando um ambiente capaz de provocar incêndios florestais espontâneos e dizimar rapidamente a maior parte da fauna terrestre.</p><h2>Um planeta transformado em forno</h2><p>Pesquisadores comparam esse cenário a um verdadeiro inferno. A densa <strong>nuvem de poeira bloqueava quase totalmente a luz solar</strong> e, ao mesmo tempo, retinha o calor próximo ao solo, <strong>elevando as temperaturas a níveis extremos</strong>.</p><div class="texto-destacado">De acordo com as simulações, os animais expostos receberam uma dose de radiação térmica equivalente a 17 vezes a quantidade considerada letal para um ser humano.<br>Nessas condições, as únicas espécies com chance de sobrevivência teriam sido aquelas que conseguiram se refugiar no subsolo, permanecer debaixo d'água ou encontrar alguma forma de proteção natural contra o calor intenso.</div><p>Essa pode ser uma das explicações para o fato de pequenos mamíferos, anfíbios, répteis e outros organismos resilientes terem conseguido sobreviver à catástrofe, enquanto os grandes dinossauros desapareceram quase completamente.</p><h2>Do calor extremo a um longo inverno global</h2><p>Paradoxalmente, a mesma poeira responsável pelo intenso aquecimento inicial teria sido também a origem de uma mudança climática diametralmente oposta.</p><p>Assim que a chuva de esférulas cessou e os incêndios se extinguiram,<strong> as minúsculas partículas permaneceram suspensas na atmosfera por anos</strong> — ou até mesmo décadas. Ao bloquear uma parcela significativa da radiação solar, elas <strong>desencadearam um inverno global que reduziu drasticamente as temperaturas</strong> e perturbou as cadeias alimentares em todo o planeta.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="683026" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/o-colapso-da-era-glacial-foi-dramatico-a-terra-rapidamente-passou-de-uma-bola-de-neve-a-um-planeta-pantanoso.html" title="O colapso da era glacial foi dramático: a Terra rapidamente passou de uma bola de neve a um planeta pantanoso">O colapso da era glacial foi dramático: a Terra rapidamente passou de uma bola de neve a um planeta pantanoso</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/o-colapso-da-era-glacial-foi-dramatico-a-terra-rapidamente-passou-de-uma-bola-de-neve-a-um-planeta-pantanoso.html" title="O colapso da era glacial foi dramático: a Terra rapidamente passou de uma bola de neve a um planeta pantanoso"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-colapso-de-la-era-de-hielo-fue-dramatico-la-tierra-paso-rapidamente-de-ser-una-bola-de-nieve-a-un-planeta-pantanoso-1731464880839_320.jpg" alt="O colapso da era glacial foi dramático: a Terra rapidamente passou de uma bola de neve a um planeta pantanoso"></a></article></aside><p>Os pesquisadores também destacam que a poeira media apenas 2,5 micrômetros de diâmetro — um tamanho semelhante ao de partículas encontradas na fumaça de incêndios florestais atuais. <strong>Mesmo que tivessem sobrevivido ao calor inicial, muitos animais ainda teriam enfrentado graves problemas respiratórios</strong> devido à inalação desse material.</p><h2>Um quebra-cabeça que ainda não está completo</h2><p>Embora os resultados reforcem a hipótese de uma extinção extremamente rápida, os próprios autores reconhecem que <strong>ainda são necessárias mais evidências </strong>geológicas para <strong>confirmar a extensão global dos incêndios desencadeados pelo impacto</strong>.</p><p><strong>Até o momento, os sinais mais claros desses incêndios foram encontrados na América do Norte</strong>. No entanto, os cientistas acreditam que pesquisas futuras poderão identificar vestígios semelhantes em outras regiões do planeta e ajudar a reconstruir, com maior precisão, as primeiras horas após o impacto do asteroide.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">El asteroide Chicxulub desencadenó la extinción del 75% de la vida en la Tierra, entre ella los dinosaurios no aviares, hace 66 millones de años. Tenía ~10 km.<br><br>Esta animación de Discovery Channel muestra el extremadamente improbable escenario del asteroide Palas (500 km, 2.108 × <a href="https://t.co/P1NmLcsArK">pic.twitter.com/P1NmLcsArK</a></p>— Universo Recóndito (@UnvrsoRecondito) <a href="https://x.com/UnvrsoRecondito/status/1774051137399758916?ref_src=twsrc%5Etfw">March 30, 2024</a></blockquote></figure><p>Responder a essa pergunta vai muito além de simplesmente saber qual foi o destino dos <strong>dinossauros</strong>. Compreender como a Terra reagiu a um dos maiores desastres naturais de sua história também lança luz sobre a resiliência dos ecossistemas e sobre os motivos pelos quais algumas espécies conseguiram sobreviver, enquanto outras desapareceram para sempre.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Johnson%2C%20B.%20C.%20et%20al" data-year="2026" data-title="Heat%20and%20Wildfires%20During%20the%20K-Pg%20Mass%20Extinction%20Enhanced%20by%20Fine%20Dust" data-url="https%3A%2F%2Fagupubs.onlinelibrary.wiley.com%2Fdoi%2F10.1029%2F2026JG009837">Johnson, B. C. et al. (2026). <a href="https://agupubs.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1029/2026JG009837" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Heat and Wildfires During the K-Pg Mass Extinction Enhanced by Fine Dust</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/um-asteroide-de-10-km-transformou-a-terra-em-um-forno-duas-horas-antes-do-grande-inverno-glacial.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A cidade brasileira que esconde o 8º maior cânion do mundo e que poucos conhecem; descubra onde fica ]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/a-cidade-brasileira-que-esconde-o-8-maior-canion-do-mundo-e-que-poucos-conhecem-descubra-onde-fica.html</link><pubDate>Thu, 06 Aug 2026 21:41:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Cidade paranaense destaca-se por abrigar o oitavo maior cânion do mundo em extensão, além de ter forte ecoturismo, com várias cachoeiras e trilhas. Saiba que destino é este.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-cidade-brasileira-que-esconde-o-8-maior-canion-do-mundo-e-que-poucos-conhecem-descubra-onde-fica-1785960699827.jpg" data-image="03vuxmpyq7ej"><figcaption>O cânion é considerado o 8º maior do mundo em extensão. Sua formação é composta por paredes de arenito que podem chegar a uma altura de até 80 metros. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>O <strong>oitavo maior cânion do mundo em extensão</strong> está localizado em uma cidade brasileira, um destino turístico incrível para ecoturismo, cheio de atrativos naturais mas que poucos conhecem.</p><p>Trata-se do município de <strong>Jaguariaíva</strong>, que fica no nordeste do estado do <strong>Paraná</strong>, na Região dos Campos Gerais. Está a cerca de<strong> 240 km da capital Curitiba</strong> e oferece belas paisagens, com cachoeiras, trilhas e parques nacionais, além, é claro, do cânion.</p><p>Prepare-se para descobrir este <strong>tesouro escondido</strong> que é puro contato com a natureza e aventura!</p><h2>Os atrativos naturais de Jaguariaíva</h2><p>Jaguariaíva é uma boa opção para aventureiros e curiosos que buscam contato com a natureza e experiências ao ar livre.</p><p>E começamos falando dele, o <strong>Cânion do Rio Jaguariaíva</strong>, que é o oitavo maior cânion do mundo, ideal para contemplação e aventura. Ele possui<strong> paredões de arenito com até 80 metros de altura</strong> ao longo de <strong>mais de 10 km de extensão</strong>.</p><p><strong>Abaixo, a Cachoeira Véu da Noiva, uma das atrações do Cânion</strong>.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">A bela Cachoeira Véu da Noiva<br>Parque Municipal Lago Azul - Jaguariaíva - PR<br><br>Andressa Gomes <a href="https://t.co/gCr5tbOY3c">pic.twitter.com/gCr5tbOY3c</a></p>— Viviane Fernandes ཐི༏ཋྀ (@Viviifernande) <a href="https://x.com/Viviifernande/status/1697385311452434458?ref_src=twsrc%5Etfw">August 31, 2023</a></blockquote></figure><p>O <strong>rio </strong>que<strong> atravessa o cânion </strong>é um local perfeito para a prática de esportes radicais, como o <strong>rafting e canoagem</strong>.</p><p>A região da cidade tem três parques naturais que oferecem vários atrativos.</p><ul><li><strong>Parque Municipal Lago Azul </strong></li></ul><p>Este é <strong>o parque mais visitado</strong> e abriga <strong>3 quedas d’água</strong>: a Cachoeira Lago Azul, Cachoeira Véu da Noiva e a Cachoeira das Andorinhas. </p><p>A <strong>Cachoeira Lago Azul </strong>é muito bonita e tem cerca de 20 metros de altura, com águas que escorrem em um paredão de pedra e acabam em um poço fundo de águas cristalinas verdes.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-cidade-brasileira-que-esconde-o-8-maior-canion-do-mundo-e-que-poucos-conhecem-descubra-onde-fica-1785960730402.jpg" data-image="upfrufsn85my"><figcaption>A Cachoeira Lago Azul, no Parque Municipal Lago Azul, em Jaguariaíva. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>A <strong>Cachoeira </strong><strong>Véu da Noiva</strong> tem uns 30 metros de altura e fica entre dois paredões rochosos, em uma fenda. Seu acesso é complexo, feito por baixo através de caminhada entre pedras e a nado. O ideal seria fazer o <em>aquatrekking </em>guiado. </p><p>A<strong> Cachoeira das Andorinhas</strong> fica logo acima da Véu da Noiva. É uma bela queda d’água com uma piscina natural de águas verdes e outras quedas mais acima. O seu acesso é fácil, mas por uma trilha íngreme de 500 metros.</p><ul><li><strong>Parque Estadual do Cerrado</strong></li></ul><p>É uma <strong>área de preservação remanescente de campos de cerrado</strong>, bem como cachoeiras e cânions. Conta com mais de 2 km de trilhas auto guiadas e as duas principais atrações são a Trilha do Cerrado e a Cachoeira do Cerrado. </p><p>A<strong> Trilha do Cerrado </strong>é um percurso autoguiado e bem sinalizado, com cerca de 3,8 km de extensão, que passa por passarelas de madeira e trechos de terra batida. Tem um mirante de onde é possível contemplar o Cânion do Rio Jaguariaíva.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="778675" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/conheca-os-canions-paulistas-o-paraiso-de-400-milhoes-de-anos-escondido-no-interior-de-sp.html" title="Conheça os Cânions Paulistas, o paraíso de 400 milhões de anos escondido no interior de SP">Conheça os Cânions Paulistas, o paraíso de 400 milhões de anos escondido no interior de SP</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/conheca-os-canions-paulistas-o-paraiso-de-400-milhoes-de-anos-escondido-no-interior-de-sp.html" title="Conheça os Cânions Paulistas, o paraíso de 400 milhões de anos escondido no interior de SP"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/conheca-os-canions-paulistas-o-paraiso-de-400-milhoes-de-anos-escondido-no-interior-de-sp-1784053926498_320.jpg" alt="Conheça os Cânions Paulistas, o paraíso de 400 milhões de anos escondido no interior de SP"></a></article></aside><p>A <strong>Cachoeira do Cerrado</strong> é uma queda de cerca de 40 metros de altura, acessível através de outra trilha de 300 metros de extensão que acompanha o rio Jaguariaíva. Também tem o mirante da Cachoeira.</p><ul><li><strong>Parque Estadual Vale do Codó</strong></li></ul><p>É uma área de aproximadamente<strong> 760 hectares</strong>, formada por<strong> cânions, cachoeiras e afloramentos do arenito</strong>, por onde passam os rios Lajeado Grande e Jaguariaíva. </p><p>Os principais atrativos deste parque são a <strong>Cachoeira do Butiá</strong> com 30 metros de altura, <strong>Cachoeira da Ilha</strong> com cerca de 100 metros de altura, o <strong>Mirante da Pedra da Taça</strong> e o <strong>Mirante da Pedra Bonita</strong>. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-cidade-brasileira-que-esconde-o-8-maior-canion-do-mundo-e-que-poucos-conhecem-descubra-onde-fica-1785960845537.jpg" data-image="qqkomei3c9yd"><figcaption>Vista do Mirante da Pedra da Taça, no Parque Estadual Vale do Codó. Ao fundo a Cachoeira da Ilha. Crédito: Blog Viagens e Caminhos.</figcaption></figure><p>A <strong>Cachoeira da Ilha tem difícil acesso</strong> se for por baixo e por cima o acesso é proibido. Com isso, ela é mais vista de longe, através dos mirantes.</p><p><strong>Outro atrativo natural, mas na área urbana</strong> (isso mesmo!), é o <strong>parque Linear do Rio Capivari</strong>, um refúgio verde que fica praticamente dentro da cidade. Um mirante de madeira oferece a vista do Cachoeirão que é um dos principais cartões postais da cidade.</p><p>O local tem <strong>infraestrutura </strong>com pista de caminhada, lago artificial, academia ao ar livre, parque infantil e um belo bosque.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Barcelos%2C%20E" data-year="2026" data-title="Jaguaria%C3%ADva%20(PR)%20guarda%20o%20oitavo%20maior%20c%C3%A2nion%20do%20mundo" data-url="https%3A%2F%2Fviagemeturismo.abril.com.br%2Fbrasil%2Fjaguariaiva-pr-guarda-o-oitavo-maior-canion-do-mundo%2F">Barcelos, E. (2026). <a href="https://viagemeturismo.abril.com.br/brasil/jaguariaiva-pr-guarda-o-oitavo-maior-canion-do-mundo/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Jaguariaíva (PR) guarda o oitavo maior cânion do mundo</a>.</cite><br><cite data-author="Prandi%2C%20J" data-year="2025" data-title="O%20que%20fazer%20em%20Jaguaria%C3%ADva%20PR" data-url="https%3A%2F%2Fwww.viagensecaminhos.com%2Fjaguariaiva-pr%2F">Prandi, J. (2025). <a href="https://www.viagensecaminhos.com/jaguariaiva-pr/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">O que fazer em Jaguariaíva PR</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/a-cidade-brasileira-que-esconde-o-8-maior-canion-do-mundo-e-que-poucos-conhecem-descubra-onde-fica.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[OMM alerta sobre incêndios florestais: "A mudança climática aumenta o risco, mas não é a única culpada"]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/omm-alerta-sobre-incendios-florestais-a-mudanca-climatica-aumenta-o-risco-mas-nao-e-a-unica-culpada.html</link><pubDate>Thu, 06 Aug 2026 20:04:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>As mudanças climáticas favorecem incêndios florestais cada vez mais extremos, mas não explicam sua origem isoladamente: a OMM alerta que o manejo florestal e a atividade humana continuam sendo fatores decisivos.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-aviso-de-la-omm-sobre-los-incendios-forestales-el-cambio-climatico-aumenta-el-riesgo-pero-no-es-el-unico-culpable-1785751856331.jpeg" data-image="ea54gq4b74q9"><figcaption>Os incêndios florestais não são mais um problema exclusivo de áreas com histórico de ocorrências.</figcaption></figure><p>Os<strong> incêndios florestais</strong> tornaram-se <strong>uma das maiores ameaças do século 21</strong>. A cada verão, vemos imagens de enormes nuvens de fumaça, evacuações em massa, confinamentos e milhares de hectares reduzidos a cinzas — especialmente durante os incêndios recentes na Espanha, na França e na Grécia.</p><p>No entanto, especialistas da Organização Meteorológica Mundial (OMM) apontam que esses grandes incêndios<strong> resultam de uma combinação de fatores inter-relacionados</strong>: condições climáticas extremas, acúmulo de vegetação combustível, mudanças no uso da terra e — na maioria dos casos — uma fonte de ignição causada pela atividade humana.</p><h2>As mudanças climáticas criam um cenário muito favorável</h2><p>A OMM observa que o <strong>aumento das temperaturas</strong>, as <strong>secas prolongadas</strong> e frequentes, a<strong> redução da umidade do solo </strong>e as <strong>ondas de calor</strong> fazem com que a vegetação permaneça seca por períodos mais longos e se torne muito mais inflamável.</p><p>Em outras palavras, <strong>as mudanças climáticas não iniciam os incêndios, mas preparam o cenário</strong> para que qualquer faísca se transforme em um enorme incêndio florestal.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="fr" dir="ltr">️ Les incendies vus par la NASA : voici une nouvelle version de la modélisation, centrée sur la France.<br>Elle montre la dispersion des fumées des incendies de juillet 2026 (Gironde, Landes, Var, Fontainebleau) à travers lEurope de lOuest, selon le modèle GEOS-CF de la NASA. <a href="https://t.co/MY0petXAzd">https://t.co/MY0petXAzd</a> <a href="https://t.co/Mx2c54cJ53">pic.twitter.com/Mx2c54cJ53</a></p>— Xplora (@XploraSpace) <a href="https://x.com/XploraSpace/status/2083286635462943130?ref_src=twsrc%5Etfw">July 31, 2026</a></blockquote></figure><p>Há também outros fatores significativos, notadamente o <strong>acúmulo de biomassa</strong>, a redução da exploração florestal e a<strong> falta de manejo adequado</strong> ao contexto atual.</p><p>A isso se soma a<strong> expansão da interface urbano-florestal</strong>, onde residências e infraestruturas estão cada vez mais situadas nas proximidades de áreas florestais,<strong> aumentando</strong> tanto o<strong> risco de ignição </strong>quanto a complexidade das operações de combate a incêndios.</p><h2>A fumaça também faz parte do problema</h2><p>A preocupação da OMM não se limita apenas aos incêndios; há também preocupação com as<strong> grandes quantidades de partículas finas e gases poluentes</strong> que degradam severamente a qualidade do ar.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-aviso-de-la-omm-sobre-los-incendios-forestales-el-cambio-climatico-aumenta-el-riesgo-pero-no-es-el-unico-culpable-1786024156085.png" data-image="kuqs3m5ntww9"><figcaption>A fumaça de incêndios pode percorrer dezenas de quilômetros e causar uma grave deterioração na qualidade do ar.</figcaption></figure><p><strong>A fumaça pode percorrer centenas ou até milhares de quilômetros</strong>, afetando populações distantes da fonte do incêndio e aumentando problemas respiratórios e cardiovasculares, especialmente entre idosos, crianças e pacientes com condições preexistentes.</p><p>Embora grandes incêndios estivessem tradicionalmente associados à parte sul do continente, o risco está se deslocando para regiões onde eles eram historicamente incomuns.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">Severe drought has overtaken England and France, and satellite images showing the transformation of both countries from late May to late July are just shocking. <a href="https://t.co/Ej56zjmJAz">pic.twitter.com/Ej56zjmJAz</a></p> Colin McCarthy (@US_Stormwatch) <a href="https://x.com/US_Stormwatch/status/2082554874047422825?ref_src=twsrc%5Etfw">July 29, 2026</a></blockquote></figure><p>As altas temperaturas registradas nos verões recentes, combinadas com períodos de seca persistente, estão aumentando o risco em países da Europa Central e do Norte, como a França.</p><h3>A prevenção será cada vez mais importante</h3><p>Para a OMM, a <strong>solução </strong>não está apenas no fortalecimento dos recursos de combate a incêndios; a chave está, na verdade, no <strong>manejo florestal preventivo</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781601" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/as-mudancas-climaticas-causaram-incendios-florestais-em-toda-a-europa-em-tempos-pre-historicos.html" title="As mudanças climáticas causaram incêndios florestais em toda a Europa em tempos pré-históricos">As mudanças climáticas causaram incêndios florestais em toda a Europa em tempos pré-históricos</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/as-mudancas-climaticas-causaram-incendios-florestais-em-toda-a-europa-em-tempos-pre-historicos.html" title="As mudanças climáticas causaram incêndios florestais em toda a Europa em tempos pré-históricos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/climate-change-fuelled-wildfires-across-europe-in-prehistoric-times-1785338140984_320.jpeg" alt="As mudanças climáticas causaram incêndios florestais em toda a Europa em tempos pré-históricos"></a></article></aside><p>Três das medidas mais notáveis incluem a<strong> remoção do</strong><strong> excesso de vegetação (combustível)</strong>, a criação de aceiros, a realização de queimadas prescritas controladas e o aprimoramento dos sistemas de vigilância e de alerta precoce.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/omm-alerta-sobre-incendios-florestais-a-mudanca-climatica-aumenta-o-risco-mas-nao-e-a-unica-culpada.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item></channel></rss>