<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0"><channel><title>Meteored Brasil</title><link>https://www.tempo.com</link><description>Notícias do tempo - Confira as principais notícias sobre a meteorologia e previsão do tempo. Todas as informações são realizadas pelos nossos especialistas em meteorologia.</description><language>pt</language><lastBuildDate>Wed, 26 Aug 2026 16:20:17 +0000</lastBuildDate><pubDate>Wed, 26 Aug 2026 16:20:17 +0000</pubDate><atom:link href="https://www.tempo.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[ Copyright 2026 Meteored ]]></copyright><image><url>https://www.tempo.com/imagenes/logo_rss.png</url><title>Meteored Brasil</title><link>https://www.tempo.com</link><width>144</width><height>144</height></image><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>6</sy:updateFrequency><item><title><![CDATA[Impulsionado pelo El Niño, oceanos batem recorde histórico de temperatura em agosto]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/impulsionado-pelo-el-nino-oceanos-batem-recorde-historico-de-temperatura-em-agosto.html</link><pubDate>Wed, 26 Aug 2026 13:55:04 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>A temperatura diária da superfície dos oceanos atingiu um novo recorde histórico global em agosto de 2026, segundo dados do Copernicus e da NOAA. As duas principais bases de monitoramento oceânico do mundo registraram os maiores valores já observados em suas séries históricas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/impulsionado-pelo-el-nino-oceanos-batem-recorde-historico-de-temperatura-em-agosto-1787747591186.png" data-image="6uf509snbflq" alt="Esta é uma “foto” da anomalia de temperatura da superfície do mar no dia mais quente da história segundo o Copernicus: 22 de agosto de 2026. Créditos: C3S/Copernicus/EMCWF." title="Esta é uma “foto” da anomalia de temperatura da superfície do mar no dia mais quente da história segundo o Copernicus: 22 de agosto de 2026. Créditos: C3S/Copernicus/EMCWF."><figcaption>Esta é uma “foto” da anomalia de temperatura da superfície do mar no dia mais quente da história segundo o Copernicus: 22 de agosto de 2026. Créditos: C3S/Copernicus/EMCWF.</figcaption></figure><p>Os<strong> oceanos</strong> do planeta<strong> registraram em agosto de 2026</strong> a <strong>maior temperatura diária já observada </strong>desde o início dos registros globais. <strong>Dados</strong> independentes da <strong>NOAA</strong>, por meio do Climate Reanalyzer, e do <strong>Copernicus</strong>, o Serviço Europeu Para Mudanças Climáticas (C3S/ECMWF) mostram que a temperatura média da superfície do mar entre 60°S e 60°N atingiu <strong>níveis sem precedentes</strong>, superando inclusive os recordes estabelecidos em 2024. </p><p>O<strong> novo marco</strong> ocorre em meio ao fortalecimento de um <strong>intenso episódio de El Niño</strong> no Pacífico Equatorial, com previsão de ser um evento <strong>histórico</strong>, que tem contribuído para elevar ainda mais o calor acumulado nos oceanos, principal reservatório de energia do sistema climático terrestre. Confira os detalhes.</p><h2>Observatório Copernicus registra recorde absoluto de TSM diária</h2><p>O Observatório<strong> Copernicus </strong>registrou o<strong> dia mais quente da história</strong> <strong>dos</strong> <strong>oceanos</strong> no último dia <strong>22 de agosto</strong> na série histórica do ERA5, um dos bancos de dados mais consolidados do mundo, com média diária <strong>21,10°C</strong>. Este foi o maior valor registrado desde 1979, ano de início dos dados,<strong> superando os recordes anteriores</strong> de fevereiro de <strong>2024</strong> - o ano mais quente da história até hoje.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/impulsionado-pelo-el-nino-oceanos-batem-recorde-historico-de-temperatura-em-agosto-1787747618225.png" data-image="ek2eplin81pt" alt="Média diária da temperatura da superfície do mar entre 60°N e 60°S bate recorde absoluto nos dados do ERA5. Créditos: Adaptado de C3S/Copernicus/ECMWF." title="Média diária da temperatura da superfície do mar entre 60°N e 60°S bate recorde absoluto nos dados do ERA5. Créditos: Adaptado de C3S/Copernicus/ECMWF."><figcaption>Média diária da temperatura da superfície do mar entre 60°N e 60°S bate recorde absoluto nos dados do ERA5. Créditos: Adaptado de C3S/Copernicus/ECMWF.</figcaption></figure><p>No gráfico acima cada linha representa a média diária de um ano, com os anos entre 1979 e 2023 representados por linhas cinzas, a média de 1991-2020 representada pela linha pontilhada e, em cores, os <strong>anos mais recentes</strong> (e também os mais quentes): <strong>2024</strong><strong> (amarelo), 2025 (vermelho) e 2026 (vermelho escuro)</strong>. Um traço vermelho foi adicionado para evidenciar que este valor é maior que os demais.</p><p>Esta visualização deixa claro como o ano de <strong>2026 vem se destacando dos demais</strong>, batendo <strong>recordes seguidos</strong> em junho, julho e agosto. Enquanto os recordes em junho e julho foram relativos aos seus respectivos meses em anos anteriores, a TSM diária de <strong>22 de agosto de 2026 bateu o recorde absoluto de toda a série</strong>, ou seja, um valor jamais observado anteriormente.</p><h2>NOAA também registra recorde de TSM diária</h2><p>Os gráficos divulgados pelo <em><strong>Climate Reanalyzer</strong></em>, baseado nos <strong>dados NOAA OISST</strong>, também indicam um recorde de TSM diária, mas no dia <strong>23 de agosto</strong>, com <strong>21,24°C</strong>. O NOAA OISST é um conjunto de dados global de temperatura da superfície do mar que <strong>combina</strong> <strong>observações de satélites, boias e navios </strong>para monitorar diariamente as condições oceânicas desde 1981. </p><p>A visualização do gráfico é semelhante à do Copernicus, com os anos iniciais da série em cinza,<strong> 2025 em amarelo, 2026 em vermelho</strong> e as médias históricas em linhas tracejadas. Novamente, um traço vermelho foi adicionado para evidenciar que o valor é superior que os demais.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/impulsionado-pelo-el-nino-oceanos-batem-recorde-historico-de-temperatura-em-agosto-1787747701239.png" data-image="9421tm2gadoh" alt="Média diária da temperatura da superfície do mar entre 60°N e 60°S bate recorde absoluto nos dados da NOAA. Créditos: Adaptado de Climate Reanalyzer." title="Média diária da temperatura da superfície do mar entre 60°N e 60°S bate recorde absoluto nos dados da NOAA. Créditos: Adaptado de Climate Reanalyzer."><figcaption>Média diária da temperatura da superfície do mar entre 60°N e 60°S bate recorde absoluto nos dados da NOAA. Créditos: Adaptado de Climate Reanalyzer.</figcaption></figure><p>A <strong>diferença</strong><strong> na data do recorde</strong> entre o Copernicus (22 de agosto) e a NOAA (23 de agosto) é normal e <strong>esperada</strong>, pois cada instituição utiliza<strong> conjuntos de dados e metodologias distintas</strong> para estimar a temperatura da superfície do mar. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Enquanto o ERA5, utilizado pelo Copernicus, é uma reanálise, ou seja, uma reconstrução do estado da atmosfera e dos oceanos que combina observações com modelagem numérica avançada, sendo considerado o estado da arte para monitoramento climático, o NOAA OISST é baseado principalmente em observações de satélites, boias e navios. <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Essas diferenças na forma de processar e integrar os dados podem resultar em pequenas variações nos valores absolutos e no momento exato em que um recorde é registrado, sem alterar a conclusão principal: os oceanos atingiram os maiores valores de temperatura já observados nas respectivas séries históricas.</p><h2>Por que as séries históricas são recentes?</h2><p>As<strong> séries históricas </strong>utilizadas para estes recordes <strong>começam em 1979 e 1981</strong>, e isso se deve ao fato de que<strong> 1979 é um marco do início </strong>da era moderna de monitoramento climático por <strong>satélites</strong>. Antes disso, as medições da TSM dependiam principalmente de observações feitas por navios e boias, que apresentavam cobertura muito limitada dos oceanos. </p><p>A partir do <strong>final da década de 1970</strong>, a<strong> expansão das observações por satélite</strong> permitiu acompanhar diariamente a temperatura dos oceanos em escala global, tornando as comparações entre anos muito mais consistentes. Por isso, quando NOAA e Copernicus apontam que agosto de 2026 registrou a maior temperatura diária da série, isso significa que os oceanos estão mais quentes do que em qualquer outro momento desde o início das observações globais por satélite, há quase meio século.</p><h2>O papel do El Niño nos recordes</h2><p>Na <strong>região Niño 3.4</strong>, principal <strong>área de monitoramento</strong> do<strong> El Niño</strong>, o gráfico do <em>Climate Reanalyzer </em>mostra que a<strong> TSM vem quebrando recordes históricos</strong> para os meses de <strong>junho, julho e agosto</strong> de 2026. Esses são os maiores valores já observados para esta época do ano desde o início da série histórica, evidenciando a rápida intensificação do fenômeno. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/impulsionado-pelo-el-nino-oceanos-batem-recorde-historico-de-temperatura-em-agosto-1787747633438.png" data-image="l8u8wxijo1ua" alt="Média diária da temperatura da superfície do mar na região de monitoramento do El Niño bate recorde nos dados da NOAA. Créditos: Adaptado de Climate Reanalyzer." title="Média diária da temperatura da superfície do mar na região de monitoramento do El Niño bate recorde nos dados da NOAA. Créditos: Adaptado de Climate Reanalyzer."><figcaption>Média diária da temperatura da superfície do mar na região de monitoramento do El Niño bate recorde nos dados da NOAA. Créditos: Adaptado de Climate Reanalyzer.</figcaption></figure><p>Apesar do aquecimento excepcional, a <strong>temperatura ainda não superou</strong> o <strong>recorde</strong> <strong>absoluto</strong> registrado durante o super <strong>El Niño de 2015-2016</strong>, quando a região Niño 3.4 atingiu <strong>29,82°C </strong>em 29 de novembro de 2015 (indicado pela seta vermelha no gráfico). </p><div class="texto-destacado">No entanto, a comparação com aquele evento revela uma diferença importante: os valores atuais estão ocorrendo ainda durante o inverno do Hemisfério Sul, enquanto o recorde de 2015 foi alcançado apenas no final da primavera - pico do fenômeno.</div><p>Isso significa que o <strong>El Niño 2026/2027 possui ampla margem para se intensificar</strong> nos próximos meses, uma vez que o pico do aquecimento ocorre entre a primavera e o verão do Hemisfério Sul. As <strong>previsões mais recentes</strong> dos modelos climáticos indicam que a anomalia de temperatura na região Niño 3.4 poderá atingir cerca de<strong> +3,5°C no final de 2026</strong>. Caso esse cenário se confirme, o evento irá superar a intensidade do super El Niño de 2015-2016 e se consolidar como o<strong> mais intenso da história.</strong></p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="785281" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/el-nino-deu-uma-pausa-entenda-por-que-nao-ha-mudanca-para-um-evento-muito-forte.html" title="El Niño deu uma pausa? Entenda por que não há mudança para um evento muito forte">El Niño deu uma pausa? Entenda por que não há mudança para um evento muito forte</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/el-nino-deu-uma-pausa-entenda-por-que-nao-ha-mudanca-para-um-evento-muito-forte.html" title="El Niño deu uma pausa? Entenda por que não há mudança para um evento muito forte"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-nino-deu-uma-pausa-entenda-por-que-pequenas-oscilacoes-nao-mudam-o-rumo-do-fenomeno-1787590223835_320.png" alt="El Niño deu uma pausa? Entenda por que não há mudança para um evento muito forte"></a></article></aside><p>Além de <strong>elevar ainda mais a temperatura dos oceanos</strong>, um El Niño dessa magnitude tende a contribuir para <strong>novos recordes</strong> de <strong>temperatura global do ar</strong> próximo à superfície entre o<strong> final de 2026 e o decorrer de 2027.</strong></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/impulsionado-pelo-el-nino-oceanos-batem-recorde-historico-de-temperatura-em-agosto.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Como fazer vasos autoirrigáveis para plantas ​​usando garrafas plásticas simples]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/como-fazer-vasos-autoirrigaveis-para-plantas-usando-garrafas-plasticas-simples.html</link><pubDate>Wed, 26 Aug 2026 12:07:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Muita ou pouca água? Deixe a planta decidir. Um guia passo a passo para reutilizar garrafas plásticas e criar um sistema autossuficiente que cuida das suas plantas para você.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/como-crear-macetas-de-autoriego-con-botellas-de-plastico-recicla-ahorra-agua-y-olvidate-de-regar-1786987093398.jpg" data-image="jms2r4bmt2u7"><figcaption>Transformar garrafas plásticas em vasos com irrigação automática permite cuidar das plantas sem esforço, ao mesmo tempo em que se recicla.</figcaption></figure><p><strong>Regar as plantas </strong>exige uma atenção que, às vezes, entra em conflito com a nossa rotina. A solução ideal é simplesmente esta: deixar que a própria planta decida a quantidade e o momento de absorver água.</p><p>Existe um truque inteligente para isso:<strong> transformar garrafas plásticas em vasos com sistema de autoirrigação</strong> — uma maneira simples de dispensar o regador e garantir o nível adequado de umidade, sem surpresas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/como-crear-macetas-de-autoriego-con-botellas-de-plastico-recicla-ahorra-agua-y-olvidate-de-regar-1786987229240.jpg" data-image="w1hguseg2rlo"><figcaption>Reciclagem criativa e irrigação automática: a combinação perfeita para uma casa ecológica e livre de preocupações.</figcaption></figure><p>Você não apenas dá uma segunda vida a resíduos do dia a dia, mas também cria um <strong>sistema autossuficiente</strong>.</p><p>Graças ao fenômeno da capilaridade, <strong>o solo absorve líquido de um reservatório situado abaixo, conforme a necessidade</strong>. Isso garante que a planta mantenha um equilíbrio perfeito, evita a asfixia das raízes e permite que você fique vários dias sem se preocupar com a rega.</p><h2>Método 1: Sistema de pavio e funil invertido</h2><p>Este método aproveita o formato da garrafa e é<strong> ideal para plantas pequenas ou ervas</strong>.</p><p><strong>Cortando a garrafa</strong>: corte uma garrafa de plástico transparente ao meio usando uma tesoura ou um estilete.</p><p><strong>Preparando o pavio</strong>: dê um nó em uma tira de tecido de algodão ou em um cordão absorvente e passe-o por um furo feito na tampa. O nó deve ficar na parte interna para prender a tira.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/como-crear-macetas-de-autoriego-con-botellas-de-plastico-recicla-ahorra-agua-y-olvidate-de-regar-1786987408967.jpg" data-image="vlerqllequsz"><figcaption>Corte a garrafa transparente ao meio usando uma tesoura ou um estilete para criar a estrutura do recipiente.</figcaption></figure><p><strong>Monte o recipiente</strong>: rosqueie a tampa, inverta o gargalo da garrafa e encaixe-o na base para formar um funil.</p><p><strong>Adicione água e terra</strong>: encha a parte inferior com água, certificando-se de que ela não toque no gargalo da garrafa. Encha o funil com terra leve para vasos, enterrando o pavio no centro, e posicione a planta.</p><h2>Método 2: sistema de abastecimento pela parte inferior do tanque com tubo de enchimento</h2><p>Uma <strong>solução ideal para vasos maiores</strong> ou plantas que exigem uma base mais estável.</p><p><strong>Crie o orifício de extravasamento</strong>: faça alguns pequenos furos nas laterais da garrafa, a cerca de seis centímetros da base. Esses furos permitem que o excesso de água escoe caso o reservatório transborde.</p><figure class="video youtube-short"><img src="https://img.youtube.com/vi/He10y0UVTyI/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=He10y0UVTyI" id="He10y0UVTyI"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p><strong>Posicione o condutor</strong>: coloque uma tira de microfibra ou uma esponja na parte inferior para facilitar a distribuição da umidade.</p><div class="texto-destacado">Adicione o tubo de enchimento: insira um canudo rígido ou um pedaço de tubo fino e flexível que vá do topo até o fundo da garrafa.</div><p><strong>Adicione o substrato</strong>: cubra o fundo com terra para vasos e posicione a planta. Para reabastecer o reservatório, basta despejar água pelo tubo; isso mantém a superfície seca e evita o aparecimento de mosquitos ou o excesso de umidade nas folhas.</p><h2>Ideias para cobrir e disfarçar o plástico</h2><p>É verdade que uma garrafa cortada não tem o mesmo charme da cerâmica ou do barro. No entanto, a base de plástico transparente serve apenas como estrutura interna do sistema, sendo muito fácil de esconder ou decorar.</p><p><strong>Revestimentos de tecido ou corda</strong>: envolver e colar corda de juta, barbante de sisal ou cordão de algodão ao redor da garrafa transforma completamente a sua textura. O visual rústico da corda oculta o plástico e complementa a folhagem verde.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/como-crear-macetas-de-autoriego-con-botellas-de-plastico-recicla-ahorra-agua-y-olvidate-de-regar-1786987567933.jpg" data-image="4hhwof5si1cn"><figcaption>Envolver e colar barbante ou corda de sisal ao redor do recipiente esconde o plástico e harmoniza-se perfeitamente com a folhagem.</figcaption></figure><p><strong>Capas de tecido reciclado para garrafas</strong>: uma capa de crochê, retalhos de juta ou até mesmo a manga de um moletom velho podem servir como capas decorativas, fáceis de remover quando for preciso verificar o nível da água.</p><p><strong>Tinta em spray para superfícies plásticas</strong>: algumas demãos de tinta fosca em tons neutros — como terracota, verde-oliva ou cinza-concreto — conferem à garrafa o visual de um vaso artesanal.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="782355" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/as-cascas-de-ovo-podem-ter-uma-segunda-vida-no-seu-jardim-eis-como-as-utilizar-corretamente-com-as-suas-plantas.html" title="As cascas de ovo podem ter uma segunda vida no seu jardim: eis como as utilizar corretamente com as suas plantas">As cascas de ovo podem ter uma segunda vida no seu jardim: eis como as utilizar corretamente com as suas plantas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/as-cascas-de-ovo-podem-ter-uma-segunda-vida-no-seu-jardim-eis-como-as-utilizar-corretamente-com-as-suas-plantas.html" title="As cascas de ovo podem ter uma segunda vida no seu jardim: eis como as utilizar corretamente com as suas plantas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/las-cascaras-de-huevo-pueden-tener-una-segunda-vida-en-el-jardin-asi-puedes-utilizarlas-correctamente-con-tus-plantas-1785289357185_320.png" alt="As cascas de ovo podem ter uma segunda vida no seu jardim: eis como as utilizar corretamente com as suas plantas"></a></article></aside><p><strong>Recipientes reaproveitados</strong>: você pode colocar o vaso de plástico dentro de grandes cachepôs pintados, cestas de vime ou recipientes de vidro. Assim, você mantém a vantagem do sistema de auto-irrigação oculto dentro de um objeto decorativo.</p><p>Com apenas algumas ferramentas simples e um toque de criatividade para decorar o recipiente, você criará <strong>um cantinho verde que praticamente se cuida sozinho</strong> — tudo isso enquanto dá uma nova vida a um item do dia a dia. É a desculpa perfeita para trazer mais verde para sua casa, ganhar tempo na rotina e garantir que cada gota cumpra sua função.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/como-fazer-vasos-autoirrigaveis-para-plantas-usando-garrafas-plasticas-simples.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Como radiotelescópios rastreiam a origem das estrelas por meio de moléculas cósmicas]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/como-radiotelescopios-rastreiam-a-origem-das-estrelas-por-meio-de-moleculas-cosmicas.html</link><pubDate>Wed, 26 Aug 2026 10:05:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Radiotelescópios como o ALMA possibilitam mapear moléculas em nuvens de formação estelar, revelando temperatura, abundância química e pistas sobre processos ocultos que moldam a formação de estrelas em regiões distantes.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/como-los-radiotelescopios-rastrean-el-origen-de-las-estrellas-a-traves-de-moleculas-cosmicas-1787410805535.jpg" data-image="90y688hff1d1"><figcaption>ALMA, um poderoso radiotelescópio no Deserto do Atacama, Chile. Crédito: J.F. Salgado (ESO), CC BY.</figcaption></figure><p>Como os astrônomos não conseguem reproduzir em laboratório os<strong> sinais emitidos por moléculas provenientes de regiões de formação estelar</strong>, eles precisam fazer isso de maneira indireta.<strong> Radiotelescópios</strong> — como o ALMA, localizado no Deserto do Atacama, no Chile — são ideais para essa finalidade.</p><p>A melhor ferramenta para essa tarefa é a <strong>luz</strong> — não apenas a luz visível que enxergamos com nossos próprios olhos, mas também outros tipos, como as ondas de rádio (especificamente nas faixas de frequência de milímetros e submilímetros), uma vez que elas são emitidas pelo gás e pela poeira.</p><div class="texto-destacado">Cada molécula possui transições energéticas características e, ao rotacionar ou mudar de estado, emite radiação em frequências específicas. A astroquímica identifica os sinais e as moléculas presentes por meio de suas linhas espectrais.</div><p>Milhares de<strong> espectros são convertidos em mapas</strong>; em cada pixel, linhas moleculares são ajustadas para estimar propriedades como a temperatura de rotação e a densidade de coluna — uma medida relacionada ao número de moléculas ao longo da nossa linha de visão.</p><p>Olivia H. Wilkins e sua equipe aplicaram essa técnica para estudar a<strong> região Orion Kleinmann–Low (Orion KL)</strong>, uma área complexa de <strong>formação de estrelas massivas</strong> situada a aproximadamente 400 parsecs (cerca de 1.300 anos-luz) da Terra. O objetivo principal não era descobrir uma nova molécula, mas sim verificar se esses mapas químicos produzem resultados reproduzíveis.</p><h2>Termômetros cósmicos</h2><p>As nuvens moleculares começam com temperaturas extremamente baixas e densidades ínfimas em comparação com as da atmosfera terrestre. À medida que o <strong>gás entra em colapso e protoestrelas surgem</strong>, o <strong>ambiente se aquece</strong> e se comprime, alterando as reações químicas que ocorrem na poeira e no gás.</p><p>A<strong> intensidade das transições depende da população de seus níveis de energia</strong>, a qual, por sua vez, responde às condições físicas do ambiente. Ao comparar diferentes linhas, podemos inferir temperaturas sem colocar um termômetro dentro da nuvem.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/como-los-radiotelescopios-rastrean-el-origen-de-las-estrellas-a-traves-de-moleculas-cosmicas-1787411179936.jpg" data-image="c920gfhlh2xy"><figcaption>O Webb revela poeira brilhante e estrelas jovens em Sagittarius B2, a região de formação estelar mais ativa, utilizando o MIRI. Crédito: NASA, ESA, CSA, STScI.</figcaption></figure><p>O metanol (CH₃OH) é particularmente útil por ser uma molécula orgânica relativamente simples que se forma principalmente nas regiões frias, recobrindo grãos de poeira interestelar. Quando o <strong>ambiente se aquece</strong>, parte do metanol pode passar para a fase gasosa,<strong> permitindo que suas emissões de rádio sejam detectadas e mapeadas</strong>.</p><p>O novo estudo concentra-se em isótopos dessas moléculas, como o ¹³CH₃OH — que contém carbono-13 — e o CH₃OD, uma forma de<strong> "metanol deuterado"</strong>. A comparação de suas distribuições possibilita rastrear processos químicos distintos e<strong> estudar como a temperatura e a composição variam na nebulosa Orion KL</strong>.</p><h3>ALMA coloca à prova seus próprios mapas químicos</h3><p>Em vez de atribuir um único valor de temperatura ou abundância, os mapas mostram como essas propriedades variam de ponto para ponto. Isso revela regiões quimicamente distintas que seriam diluídas caso apenas um espectro médio fosse analisado.</p><p>No caso do metanol, foram comparadas<strong> observações do ALMA realizadas em momentos diferentes </strong>e utilizando diferentes transições rotacionais. Os novos mapas de temperatura e densidade de coluna mostraram-se altamente consistentes com os anteriores, particularmente na região Hot Core-SW e na chamada<em> Compact Ridge </em>de Orion KL.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/como-los-radiotelescopios-rastrean-el-origen-de-las-estrellas-a-traves-de-moleculas-cosmicas-1787411918203.jpg" data-image="a94grrev5p1i"><figcaption>O Hubble revela mais de 3.000 estrelas nascendo na Nebulosa de Órion, juntamente com o Trapézio e discos protoplanetários. Crédito: NASA, ESA, Hubble Orion Treasury Team.</figcaption></figure><p>No <strong>Hot Core-SW</strong>, a densidade de coluna atingiu aproximadamente 1,2 × 10¹⁷ moléculas por centímetro quadrado. As temperaturas apresentaram excelente concordância entre os dois conjuntos de dados observacionais — um indício significativo de que o procedimento preserva estruturas físicas reais dentro da nebulosa.</p><p>Para o <strong>metanol "deuterado"</strong>, as novas observações indicaram uma densidade de coluna de pico próxima de 1,0 × 10¹⁷ moléculas por centímetro quadrado — um valor várias vezes inferior ao estimado anteriormente. Essa diferença é atribuída a um aprimoramento na análise dos dados.</p><h3>A química poderia revelar estrelas ocultas</h3><p>Apesar das discrepâncias, a distribuição relativa das duas formas de metanol apresentou tendências semelhantes, sugerindo que o padrão químico não é meramente um artefato resultante de um conjunto específico de observações ou do método analítico.</p><p>Esse detalhe é significativo, pois pesquisas anteriores já haviam indicado que a <strong>abundância anômala de metanol deuterado</strong> poderia estar ligada à evolução térmica de gelos interestelares.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="785022" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/estrela-em-alta-velocidade-pode-testar-a-rotacao-do-buraco-negro-no-centro-da-via-lactea.html" title="Estrela em alta velocidade pode testar a rotação do buraco negro no centro da Via Láctea">Estrela em alta velocidade pode testar a rotação do buraco negro no centro da Via Láctea</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/estrela-em-alta-velocidade-pode-testar-a-rotacao-do-buraco-negro-no-centro-da-via-lactea.html" title="Estrela em alta velocidade pode testar a rotação do buraco negro no centro da Via Láctea"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/estrela-em-alta-velocidade-pode-testar-a-rotacao-do-buraco-negro-no-centro-da-via-lactea-1787424647858_320.png" alt="Estrela em alta velocidade pode testar a rotação do buraco negro no centro da Via Láctea"></a></article></aside><p>Wilkins propôs anteriormente que certas anomalias químicas em Hot Core-SW são consistentes com uma fonte interna, possivelmente uma protoestrela ainda profundamente embutida. Embora não se trate de uma detecção direta, isso demonstra <strong>como a química pode orientar observações futuras</strong>.</p><p>O resultado principal não é apenas<strong> um mapa mais detalhado de Orion KL</strong>; ele também demonstra que o ajuste espectral pixel a pixel pode gerar excelentes resultados para a comparação detalhada da composição química. Isso abre um novo caminho para o estudo da organização química de regiões de formação estelar.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Olivia%20H.%20Wilkins%3B%20Boriana%20V.%20Yotzova%3B%20Kylee%20M.%20Preller%3B%20Grace%20A.%20Helton%3B%20Phuong-Linh%20Pham" data-year="2026" data-title="Robustness%20of%20Pixel-by-Pixel%20Column%20Density%20and%20Rotational%20Temperature%20Mapping%20in%20the%20Orion%20KL%20Nebula" data-url="https%3A%2F%2Fpubs.acs.org%2Faesccq%2Farticle%2F10%2F4%2F1075%2F5148770%2FRobustness-of-Pixel-by-Pixel-Column-Density-and">Olivia H. Wilkins; Boriana V. Yotzova; Kylee M. Preller; Grace A. Helton; Phuong-Linh Pham. (2026). <a href="https://pubs.acs.org/aesccq/article/10/4/1075/5148770/Robustness-of-Pixel-by-Pixel-Column-Density-and" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Robustness of Pixel-by-Pixel Column Density and Rotational Temperature Mapping in the Orion KL Nebula</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/como-radiotelescopios-rastreiam-a-origem-das-estrelas-por-meio-de-moleculas-cosmicas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Praia de apenas 50 metros em SC encanta turistas com mar calmo e formato de ferradura]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/praia-de-apenas-50-metros-em-sc-encanta-turistas-com-mar-calmo-e-formato-de-ferradura.html</link><pubDate>Wed, 26 Aug 2026 08:09:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Com formato de ferradura e 50 metros de comprimento, essa praia no litoral catarinense é pequena em tamanho, mas grande em beleza, com mar calmo e águas cristalinas. Descubra onde fica este paraíso.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/praia-de-apenas-50-metros-em-sc-encanta-turistas-com-mar-calmo-e-formato-de-ferradura-1787678491190.jpg" data-image="z951g5oaz6tb"><figcaption>Esta praia catarinense é pequena em tamanho mas grande em belezas naturais. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>Uma <strong>pequena praia em formato de ferradura </strong>e com cerca de <strong>50 metros de extensão</strong>, mas de grande beleza natural, com vegetação nativa, mar calmo e águas transparentes.</p><p>Este lugar tranquilo e com vista deslumbrante <strong>fica no município de Garopaba</strong>, <strong>litoral sul de Santa Catarina</strong>, e está situado a 1 km do Centro Histórico da cidade e a cerca de 70 km da capital Florianópolis.</p><p>Estamos falando da <strong>Praia da Vigia</strong>, considerada uma das mais encantadoras praias da cidade. Aliás, ela é <strong>a menor praia de Garopaba</strong>. Descubra abaixo os seus atrativos.</p><h2>Os atrativos da Praia da Vigia</h2><p>Com um<strong> costão rochoso</strong>, <strong>areia branca</strong> e <strong>mar calmo</strong>, este pequeno paraíso conhecido carinhosamente como “prainha” é ideal para contemplar a natureza e sentir a paz. <strong>Na baixa temporada, a praia fica bem deserta e oferece muito sossego!</strong></p><p>É um local perfeito para famílias com crianças, casais e até para quem gosta de praticar atividades aquáticas como <strong>mergulho </strong>e <strong>canoagem</strong>. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/praia-de-apenas-50-metros-em-sc-encanta-turistas-com-mar-calmo-e-formato-de-ferradura-1787678548780.jpg" data-image="4u13rchrwbdj"><figcaption>A Praia da Vigia é conhecida carinhosamente como “prainha”. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>Seus <strong>costões são ótimos para explorar</strong> e garantem vistas incríveis, sendo um local perfeito para quem gosta de<strong> tirar fotos</strong>.</p><p>Mas a praia<strong> tem uma infraestrutura limitada</strong>, e quem visita o local deve se organizar. Ela não conta com uma grande oferta de quiosques ou comércio, sendo recomendado levar água, alimentos e outros itens necessários para passar o dia, especialmente se for fora de temporada.</p><p>Na alta temporada até tem um quiosque principal que oferece petiscos, porções, sucos e outras bebidas, mas<strong> fora da temporada não há funcionamento de quiosques nem ambulantes</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="782983" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/a-praia-no-litoral-de-sp-onde-o-rio-encontra-o-mar-e-forma-um-cenario-de-tirar-o-folego.html" title="A praia no litoral de SP onde o rio encontra o mar e forma um cenário de tirar o fôlego">A praia no litoral de SP onde o rio encontra o mar e forma um cenário de tirar o fôlego</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/a-praia-no-litoral-de-sp-onde-o-rio-encontra-o-mar-e-forma-um-cenario-de-tirar-o-folego.html" title="A praia no litoral de SP onde o rio encontra o mar e forma um cenário de tirar o fôlego"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/a-praia-no-litoral-de-sp-onde-o-rio-encontra-o-mar-e-forma-um-cenario-de-tirar-o-folego-1786385537674_320.jpg" alt="A praia no litoral de SP onde o rio encontra o mar e forma um cenário de tirar o fôlego"></a></article></aside><p>Além disso, o <strong>espaço limitado da faixa de areia e as pedras podem dificultar o alocamento de cadeiras e guarda-sóis</strong>, então chegar cedo é sempre uma boa ideia se for alta temporada, por mais que a praia não costume lotar tanto.</p><p><strong>A praia é de fácil acesso</strong>. Na cidade, basta seguir até a Praça da Igreja Matriz de São Joaquim; ao lado dela há uma estrada íngreme que leva até a praia. O trajeto é curto e bem sinalizado.</p><h2>O que fazer em Garopaba</h2><p>Garopaba oferece também outras praias legais para se conhecer, como a agitada <strong>Praia da Ferrugem</strong>, a rústica e ótima para surfe <strong>Praia do Silveira</strong>, a familiar Praia do Siriú e a tranquila Praia Central.</p><p>Conheça também as <strong>Dunas do Siriú</strong>, onde é possível praticar sandboard e aproveitar as lagoas temporárias que se formam por lá. Visite também a<strong> Lagoa das Capivaras</strong>, um local ótimo para relaxar no gramado, fazer um piquenique e assistir ao pôr do sol.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/praia-de-apenas-50-metros-em-sc-encanta-turistas-com-mar-calmo-e-formato-de-ferradura-1787678834378.jpg" data-image="2zt6fn1fwyjj"><figcaption>Centro Histórico de Garopaba (SC) com a Igreja Matriz de São Joaquim ao fundo. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>A região conta também com <strong>mirantes </strong>que oferecem vistas panorâmicas incríveis do litoral, como o <strong>Morro das Antenas</strong>.</p><p>E claro, não deixe de passar pelo <strong>Centro Histórico</strong> da cidade: caminhar pelas ruas de pedra, visitar a histórica <strong>Igreja Matriz de São Joaquim</strong> e conhecer os casarões antigos.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Foga%C3%A7a%2C%20L" data-year="2026" data-title="Praia%20de%2050%20metros%20de%20comprimento%20em%20SC%20encanta%20turistas%20com%20mar%20calmo%20e%20cen%C3%A1rio%20paradis%C3%ADaco" data-url="https%3A%2F%2Fndmais.com.br%2Fturismo%2Fpraia-de-50-metros-de-comprimento-encanta-turistas%2F">Fogaça, L. (2026). <a href="https://ndmais.com.br/turismo/praia-de-50-metros-de-comprimento-encanta-turistas/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Praia de 50 metros de comprimento em SC encanta turistas com mar calmo e cenário paradisíaco</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/praia-de-apenas-50-metros-em-sc-encanta-turistas-com-mar-calmo-e-formato-de-ferradura.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Teste inédito 'tinge' oceano de rosa para capturar CO2 e conter acidez]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/teste-inedito-tinge-oceano-de-rosa-para-capturar-co2-e-conter-acidez.html</link><pubDate>Tue, 25 Aug 2026 23:48:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Análises biológicas realizadas após o despejo da substância alcalina indicaram que larvas de lagosta, plâncton e bactérias não apresentaram efeitos adversos de saúde durante o experimento científico.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/teste-inedito-tinge-oceano-de-rosa-para-capturar-co2-e-conter-acidez-1787679999898.jpg" data-image="ufo082ryp4cl" alt="Teste com soda cáustica e corante rosa no oceano pode abrir caminhos para novas estratégias de combate ao aquecimento global. Foto: Reprodução/Diário do Litoral" title="Teste com soda cáustica e corante rosa no oceano pode abrir caminhos para novas estratégias de combate ao aquecimento global. Foto: Reprodução/Diário do Litoral"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-696082">Teste com soda cáustica e corante rosa no oceano pode abrir caminhos para novas estratégias de combate ao aquecimento global. Foto: Reprodução/Diário do Litoral</figcaption></figure><p>Pesquisadores da<a href="https://www.whoi.edu/" target="_blank"> Instituição Oceanográfica de Woods Hole</a> realizaram um experimento pioneiro no Golfo do Maine, nos Estados Unidos. A iniciativa contou com a liberação controlada de cerca de <strong>62 mil litros de uma solução diluída de hidróxido de sódio</strong> diretamente na água do mar.</p><p>O objetivo central foi avaliar se o oceano pode capturar dióxido de carbono da atmosfera com maior eficiência. Durante a aplicação, <strong>a área tratada ganhou um tom rosa intenso devido à rodamina</strong>, corante adicionado para facilitar o rastreamento do composto alcalino em mar aberto.</p><h2>O papel da alcalinidade na captura de carbono</h2><p>Naturalmente, os oceanos atuam como grandes reguladores climáticos do planeta, <strong>absorvendo anualmente entre um quarto e quase um terço das emissões de dióxido de carbono</strong> geradas por ações humanas. No entanto, esse processo contínuo desencadeia a acidificação das águas, prejudicando organismos como moluscos e recifes de corais.</p><div class="texto-destacado">A proposta do grupo norte-americano propõe intervir nessa dinâmica por meio do aumento deliberado da alcalinidade marinha. O hidróxido de sódio auxilia a converter o carbono dissolvido em bicarbonato, uma substância mais estável que possibilita ao ambiente marinho reter uma quantidade superior de gases de efeito estufa.</div><p>Com autorização concedida pelo governo federal dos <strong>Estados Unidos</strong> no segundo semestre do ano passado, o teste contou com um rigoroso monitoramento de cinco dias. Os cientistas empregaram satélites, drones e dispositivos subaquáticos com o intuito de acompanhar continuamente <strong>os índices de salinidade, temperatura e a normalização dos níveis de pH da água</strong>.</p><h2>Monitoramento ambiental e os desafios para o futuro</h2><p>Além de mapear o deslocamento da mancha colorida, a equipe concentrou esforços na verificação de eventuais danos aos ecossistemas costeiros. Análises biológicas realizadas logo após o despejo indicaram que <strong>bactérias, plâncton e larvas de lagosta não sofreram efeitos prejudiciais </strong>em decorrência da presença da solução alcalina.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/teste-inedito-tinge-oceano-de-rosa-para-capturar-co2-e-conter-acidez-1787680551726.jpg" data-image="1iqxmak9x2rx" alt="O uso do corante rodamina permitiu que sensores subaquáticos, drones e satélites rastreassem a dispersão exata da solução química durante cinco dias de monitoramento. Foto: Ilustração" title="O uso do corante rodamina permitiu que sensores subaquáticos, drones e satélites rastreassem a dispersão exata da solução química durante cinco dias de monitoramento. Foto: Ilustração"><figcaption>O uso do corante rodamina permitiu que sensores subaquáticos, drones e satélites rastreassem a dispersão exata da solução química durante cinco dias de monitoramento. Foto: Ilustração</figcaption></figure><p>Os modelos computacionais utilizados antes do procedimento previram com precisão o comportamento de dispersão dos compostos no oceano.<strong> O pH marinho retornou aos parâmetros regulares dentro do intervalo estimado</strong>, confirmando que a alteração química pontual ocorreu de maneira controlada e segura durante a fase experimental.</p><p>Apesar dos resultados positivos obtidos no<strong> Golfo do Maine</strong>, os pesquisadores ressaltam que o teste representa somente o ponto de partida de uma tecnologia emergente.<strong> A expansão desse método para escala global demandaria uma infraestrutura fabril complexa</strong>, volumes imensos de matéria-prima e cuidados redobrados com as zonas pesqueiras e cadeias alimentares marinhas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="785162" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/servidores-de-ia-subaquaticos-a-industria-tecnologica-olha-para-o-oceano-como-alternativa-para-o-resfriamento.html" title="Servidores de IA subaquáticos: a indústria tecnológica olha para o oceano como alternativa para o resfriamento">Servidores de IA subaquáticos: a indústria tecnológica olha para o oceano como alternativa para o resfriamento</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/servidores-de-ia-subaquaticos-a-industria-tecnologica-olha-para-o-oceano-como-alternativa-para-o-resfriamento.html" title="Servidores de IA subaquáticos: a indústria tecnológica olha para o oceano como alternativa para o resfriamento"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/servidores-de-la-ia-bajo-el-mar-la-industria-tecnologica-mira-al-oceano-como-alternativa-para-enfriar-supercomputadoras-1787304117129_320.jpg" alt="Servidores de IA subaquáticos: a indústria tecnológica olha para o oceano como alternativa para o resfriamento"></a></article></aside><p>Ao transferir simulações de laboratório para condições reais em alto-mar,<strong> o estudo deu um passo importante na investigação científica do clima</strong>. As próximas etapas devem determinar se o incremento artificial da alcalinidade oceânica se consolidará como uma alternativa viável para mitigar os impactos das emissões de carbono no planeta.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Ag%C3%AAncia%20Correio" data-year="2026" data-title="Cientistas%20despejam%2062%20mil%20litros%20de%20soda%20c%C3%A1ustica%20no%20mar%20e%20tingem%20%C3%A1gua%20de%20rosa%20em%20teste%20in%C3%A9dito%20para%20combater%20acidez%20dos%20oceanos" data-url="https%3A%2F%2Fwww.correio24horas.com.br%2Fem-alta%2Fcientistas-despejam-62-mil-litros-de-soda-caustica-no-mar-e-tingem-agua-de-rosa-em-teste-inedito-para-combater-acidez-dos-oceanos-0826">Agência Correio. (2026). <a href="https://www.correio24horas.com.br/em-alta/cientistas-despejam-62-mil-litros-de-soda-caustica-no-mar-e-tingem-agua-de-rosa-em-teste-inedito-para-combater-acidez-dos-oceanos-0826" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Cientistas despejam 62 mil litros de soda cáustica no mar e tingem água de rosa em teste inédito para combater acidez dos oceanos</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/teste-inedito-tinge-oceano-de-rosa-para-capturar-co2-e-conter-acidez.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O que acontece se enviar 3 mil abelhas ao espaço? O experimento histórico da NASA que desafiou a gravidade]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/o-que-acontece-se-enviar-3-mil-abelhas-ao-espaco-o-experimento-historico-da-nasa-que-desafiou-a-gravidade.html</link><pubDate>Tue, 25 Aug 2026 22:41:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Em 1984, uma colônia de abelhas viajou a bordo do ônibus espacial <em>Challenger </em>para observarem o que aconteceria com seu comportamento e a construção de favos em condições de microgravidade.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/que-pasa-si-envias-3-300-abejas-al-espacio-el-historico-experimento-de-la-nasa-que-desafio-a-la-gravedad-1787577448436.jpg" data-image="ccod0b4xrfn6" alt="Abelhas; NASA; Challenger" title="Abelhas; NASA; Challenger"><figcaption>O módulo de alojamento utilizado para abrigar a colônia de abelhas melíferas na missão STS-41-C. Crédito: NASA.</figcaption></figure><p>Os<strong> ônibus espaciais da NASA</strong> estavam acostumados a transportar satélites, telescópios e instrumentos científicos sofisticados. Mas, em abril de <strong>1984</strong>, uma de suas cargas era consideravelmente menor e — acima de tudo — muito mais barulhenta: uma <strong>colônia de abelhas</strong>.</p><p>Em 6 de abril daquele ano, o<strong> ônibus espacial </strong><em><strong>Challenger</strong> </em>decolou do Centro Espacial Kennedy para a missão STS-41-C. Seus objetivos principais incluíam colocar em órbita a <em>Long Duration Exposure Facility</em> (Instalação de Exposição de Longa Duração) — uma plataforma projetada para estudar os efeitos da exposição prolongada ao ambiente espacial — e recuperar e reparar o satélite <em>Solar Maximum</em>.</p><p>Em meio a essas operações de grande importância para a NASA, havia também a bordo um experimento conduzido por estudantes. A questão levantada era simples, embora a resposta tenha se mostrado muito mais complexa:<strong> seriam as abelhas capazes de construir um favo de mel normalmente na ausência de gravidade?</strong></p><h2>O que muda para uma abelha quando a gravidade desaparece?</h2><p><strong>Na Terra, as abelhas utilizam a gravidade como referência para a orientação</strong>. Esse sinal desempenha um papel em diversos aspectos de seu comportamento, desde seus movimentos até a construção dos favos e a comunicação dentro da colônia.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="784923" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/do-campo-ao-espaco-brasil-lidera-projeto-cientifico-para-fazer-vegetais-crescerem-na-lua-e-em-marte.html" title="Do campo ao espaço: Brasil lidera projeto científico para fazer vegetais crescerem na Lua e em Marte ">Do campo ao espaço: Brasil lidera projeto científico para fazer vegetais crescerem na Lua e em Marte </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/do-campo-ao-espaco-brasil-lidera-projeto-cientifico-para-fazer-vegetais-crescerem-na-lua-e-em-marte.html" title="Do campo ao espaço: Brasil lidera projeto científico para fazer vegetais crescerem na Lua e em Marte "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/do-campo-ao-espaco-brasil-lidera-projeto-cientifico-para-fazer-vegetais-crescerem-na-lua-e-em-marte-1787339676131_320.jpg" alt="Do campo ao espaço: Brasil lidera projeto científico para fazer vegetais crescerem na Lua e em Marte "></a></article></aside><p>A chamada "dança das abelhas" é um exemplo particularmente interessante. Quando uma abelha forrageadora encontra alimento, ela pode retornar à colmeia e realizar movimentos que transmitem informações às suas companheiras de ninho sobre a direção e a distância da fonte. A orientação desses movimentos baseia-se na gravidade como referência, permitindo relacionar a localização do alimento à posição do Sol.</p><p><strong>No espaço, essa referência é perdida</strong>. Por isso, os cientistas queriam observar o que aconteceria quando as abelhas fossem expostas a um ambiente de microgravidade. A resposta começou a surgir logo após a <em>Challenger </em>alcançar a órbita.</p><h2>Desorientação inicial, mas rápida adaptação</h2><p>Embora a NASA não tenha especificado o número exato de espécimes que participaram da missão em seu relatório oficial, outros registros indicam que a <strong>colônia</strong> contava com<strong> cerca de 3.300 abelhas</strong>.</p><p>Os momentos iniciais não foram fáceis. Na ausência de gravidade, os<strong> </strong>insetos perderam algumas das referências que normalmente utilizam para se orientar e manter a trajetória. No entanto, <strong>a adaptação foi relativamente rápida</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/que-pasa-si-envias-3-300-abejas-al-espacio-el-historico-experimento-de-la-nasa-que-desafio-a-la-gravedad-1787577504104.jpg" data-image="ked0q4uitrbz" alt="Abelhas; NASA; Challenger" title="Abelhas; NASA; Challenger"><figcaption>O astronauta James D. "Ox" Van Hoften, da missão STS-41-C, examina o experimento estudantil envolvendo abelhas. Crédito: NASA.</figcaption></figure><p>O relatório da missão aponta que, após aquele período inicial, as <strong>abelhas conseguiram caminhar, voar e até mesmo pairar dentro de seu compartimento</strong> sem maiores dificuldades.</p><p>E a parte mais importante ainda estava por ser observada.</p><h2>O favo de mel continuou crescendo no espaço</h2><p>Apesar de condições muito diferentes das da Terra, a colônia continuou trabalhando ao longo da jornada. Ao<strong> final da missão</strong>, havia construído<strong> aproximadamente 200 centímetros quadrados de favo</strong>.</p><p>A análise inicial foi particularmente notável: os<strong> alvéolos apresentavam uma estrutura normal</strong>, comparável à dos favos construídos em nosso planeta. A colônia também continuou se reproduzindo. <strong>A rainha depositou 35 ovos durante o experimento</strong> — um sinal de que processos biológicos fundamentais continuavam a ocorrer em condições de microgravidade.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="758847" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/abelhas-surpreendem-cientistas-ao-resolver-contas-simples-de-matematica.html" title="Abelhas surpreendem cientistas ao resolver contas simples de matemática">Abelhas surpreendem cientistas ao resolver contas simples de matemática</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/abelhas-surpreendem-cientistas-ao-resolver-contas-simples-de-matematica.html" title="Abelhas surpreendem cientistas ao resolver contas simples de matemática"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/abelhas-surpreendem-cientistas-ao-resolver-contas-simples-de-matematica-1773426345471_320.jpg" alt="Abelhas surpreendem cientistas ao resolver contas simples de matemática"></a></article></aside><p>O resultado foi posteriormente analisado em um estudo científico publicado na revista <em>Apidologie</em>. A pesquisa concluiu que<strong> as abelhas foram capazes de adaptar seu comportamento à ausência de gravidade </strong>e continuar construindo células hexagonais reconhecíveis.</p><p>Observou-se, inclusive, que, uma vez adaptadas, elas conseguiam se deslocar pelo recinto a <strong>velocidades de voo superiores às típicas na Terra</strong>.</p><h2>Uma experiência que antecipou os desafios das viagens a Marte</h2><p>O experimento <em>Challenger </em>ocorreu há mais de quatro décadas, mas seus resultados voltam a despertar interesse à medida que agências espaciais consideram missões de duração cada vez maior.</p><p><strong>Viajar para a Lua ou para Marte</strong> envolve mais do que apenas descobrir como transportar seres humanos e mantê-los vivos; será também necessário <strong>encontrar formas de produzir alimentos e sustentar sistemas biológicos por períodos prolongados</strong>. Nesse contexto, insetos e polinizadores poderiam desempenhar um papel significativo.</p><p>Uma revisão científica publicada na revista <em>Frontiers in Physiology</em> em 2025 apontou as <strong>abelhas </strong>como uma das espécies de insetos que<strong> merecem estudos mais aprofundados</strong>, devido à sua utilidade potencial e resiliência em futuros sistemas de produção de alimentos no espaço..</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/o-que-acontece-se-enviar-3-mil-abelhas-ao-espaco-o-experimento-historico-da-nasa-que-desafiou-a-gravidade.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Bolha de calor atinge SP com mais 40°C em várias localidades e 37°C na capital; confira]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/bolha-de-calor-atinge-sp-com-mais-40-c-em-varias-localidades-e-37-c-na-capital-confira.html</link><pubDate>Tue, 25 Aug 2026 21:33:56 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A partir desta quinta-feira (27) as temperaturas entram em rápida elevação no estado de São Paulo, inclusive na capital, com máximas passando dos 40°C em várias localidades no fim de semana.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xb0o9lq"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xb0o9lq.jpg" id="xb0o9lq"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O <strong>calor ganha força nos próximos dias </strong>em todo o estado de <strong>São Paulo</strong>, inclusive na capital, devido à atuação de uma <strong>massa de ar quente</strong> que vai se estabelecer sobre a região, e que também vai manter o ar bastante seco.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank"><strong>novo canal do Whatsapp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>A <strong>bolha de calor </strong>trará um forte aquecimento <strong>a partir desta quinta-feira (27)</strong>, com temperaturas máximas que podem passar dos <strong>40°C</strong> em várias localidades entre a sexta-feira (28) e o <strong>fim de semana</strong>. E a tendência da previsão mostra que o calor deve permanecer até o início da próxima semana.</p><p>Acompanhe a seguir os detalhes da previsão do tempo.</p><h2>Calor intenso atinge todo o estado de São Paulo nos próximos dias</h2><p>Esta <strong>semana </strong>começou com temperaturas baixas, bastante nebulosidade e chuva fraca no leste do estado de São Paulo, mas <strong>vai acabar</strong> com <strong>tempo firme e seco e calor intenso</strong> em todo o território.</p><p><strong>A partir desta quinta-feira (27)</strong> teremos uma mudança no tempo, com o sol voltando a aparecer mais e as<strong> temperaturas entrando em rápida elevação</strong>. O aquecimento fica mais evidente inicialmente no interior do estado e, posteriormente, passa a alcançar também a capital paulista e as demais áreas do estado.</p><p>No mapa abaixo podemos observar a abrangência da<strong> massa de ar quente</strong> sobre a região, que vai intensificar o calor nos próximos dias, especialmente entre a <strong>sexta (28) e o fim de semana</strong>, quando as máximas podem<strong> passar dos 40°C</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/bolha-de-calor-atinge-sp-com-mais-40-c-em-varias-localidades-e-37-c-na-capital-confira-1787669806841.jpg" data-image="2ajzhg61n9bp"><figcaption>Massa de ar quente e seco atuará sobre São Paulo nos próximos dias, trazendo calor intenso de mais de 40°C para algumas localidades.</figcaption></figure><p>A <strong>bolha de calor </strong>vai fazer com que as temperaturas fiquem bem acima da média para esta época do ano em diferentes áreas de São Paulo, inclusive na capital.</p><p>A partir de quinta-feira (27) o calor já abrange todo o estado de São Paulo, com máximas ficando facilmente acima dos 30°C na maioria das áreas. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="785425" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/mudanca-de-padrao-aumenta-as-chuvas-nas-regioes-sudeste-centro-oeste-e-norte-saiba-quando.html" title="Mudança de padrão aumenta as chuvas nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Norte; saiba quando">Mudança de padrão aumenta as chuvas nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Norte; saiba quando</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/mudanca-de-padrao-aumenta-as-chuvas-nas-regioes-sudeste-centro-oeste-e-norte-saiba-quando.html" title="Mudança de padrão aumenta as chuvas nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Norte; saiba quando"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/mudanca-de-padrao-aumenta-a-chance-de-chuva-nas-regioes-sudeste-centro-oeste-e-norte-1787660671045_320.jpg" alt="Mudança de padrão aumenta as chuvas nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Norte; saiba quando"></a></article></aside><p>Mas <strong>o calor mais intenso</strong> será registrado na<strong> sexta-feira (28) e no fim de semana</strong>. Entre esses dias, as temperaturas máximas ficam acima dos 35°C em praticamente todo o território paulista.<strong> Diversas localidades registrarão valores próximos de 40°C e no Oeste </strong>elas registrarão<strong> mais de 40°C</strong>. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/bolha-de-calor-atinge-sp-com-mais-40-c-em-varias-localidades-e-37-c-na-capital-confira-1787669830375.jpg" data-image="go5ulotpjb78"><figcaption>Previsão da temperatura máxima do ar em superfície (em °C) para o sábado (29 de agosto).</figcaption></figure><p>Por exemplo, no <strong>sábado (29)</strong>, as temperaturas <strong>máximas </strong>ficam acima dos 37°C em grande parte do estado, mas na<strong> porção Oeste e </strong>no<strong> Vale do Ribeira</strong> elas serão mais intensas, passando dos 40°C e chegando pontualmente aos <strong>43°C</strong>.</p><p>Algumas <strong>localidades </strong>de <strong>destaque </strong>neste dia são: Presidente Prudente (42°C); São José do Rio Preto (42°C); <strong>Registro (43°C)</strong>; Cajati (41°C); <strong>Dracena (43°C)</strong>; Araçatuba (42°C); Votuporanga (42°C) e Catanduva (41°C). </p><div class="texto-destacado">A previsão indica máxima de 37°C na capital paulista no fim de semana, mas a chance de atingir este valor é baixa, com maior possibilidade de ficar entre 33°C e 35°C.</div><p>Na<strong> capital</strong> paulista, as temperaturas também vão aumentando gradualmente, atingindo máximas de 29°C na quinta-feira (27), 35°C na sexta-feira (28) e <strong>37°C no sábado (29). Porém, a chance</strong> de chegar a esses 37°C<strong> é baixa</strong>, com <strong>maior possibilidade de atingir entre 33°C e 35°C</strong>, assim como do domingo (30). </p><p>E a <strong>tendência </strong>da previsão mostra que este <strong>calor intenso deve permanecer até a próxima segunda-feira (31)</strong>, com máximas acima dos 30°C em todo o território paulista e passando dos 38°C no oeste/noroeste.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/bolha-de-calor-atinge-sp-com-mais-40-c-em-varias-localidades-e-37-c-na-capital-confira-1787670466700.jpg" data-image="1xd5sdk2xd0l"><figcaption>Tendência da previsão mostra que as temperaturas voltam a diminuir em todo o estado de São Paulo na próxima terça-feira, dia 1º de setembro.</figcaption></figure><p>Já na <strong>terça-feira (1º de setembro)</strong> as<strong> temperaturas voltam a diminuir</strong> (mapa acima), com máximas não ultrapassando os 30°C em praticamente todo o estado, e até com um certo <strong>friozinho na faixa leste</strong>, onde as máximas variam <strong>entre 16°C e 20°C</strong> (tons verdes).</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/bolha-de-calor-atinge-sp-com-mais-40-c-em-varias-localidades-e-37-c-na-capital-confira.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Bolha de calor ganha força e atinge as 5 regiões com temperaturas de até 43°C]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/bolha-de-calor-ganha-forca-e-atinge-as-5-regioes-com-temperaturas-de-ate-43-c.html</link><pubDate>Tue, 25 Aug 2026 19:33:53 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Nos próximos dias, uma bolha de calor ganha força sobre o Brasil e eleva as temperaturas em todas as cinco regiões do país, com termômetros que podem alcançar a marca dos 43°C.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xb0npo2"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xb0npo2.jpg" id="xb0npo2"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>No decorrer dos próximos dias, as <strong>temperaturas se elevarão gradualmente</strong> por conta da circulação atmosférica, o que provocará o aumento da intensidade de uma <strong>bolha de calor</strong> localizada, principalmente, sobre o <strong>Centro-Oeste do país</strong>. Áreas do Sudeste, Sul, Norte e Nordeste também registrarão aumento nos termômetros.</p><p>O <strong>calor será intenso</strong>, e a <strong>temperatura poderá chegar</strong> aos <strong>43°C em diversos pontos</strong> do Brasil. A seguir, trazemos mais informações e detalhes de como serão os próximos dias.</p><h2>Temperatura chega aos 43°C nesta semana</h2><p>Após alguns dias de temperaturas amenas sobre diversas áreas do Centro-Sul do Brasil, com registros de geadas e chuvas, os <strong>termômetros voltarão a registrar elevação</strong> a partir desta <strong>quarta-feira (26)</strong>. Mesmo que ocorra de forma gradual, a <strong>diferença nos termômetros </strong>já será sentida na tarde de <strong>amanhã (26)</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/bolha-de-calor-ganha-forca-e-atinge-as-5-regioes-com-temperaturas-de-ate-43-c-1787663636981.jpg" data-image="wwnu6tnfzseh" alt="Temperatura máxima quarta" title="Temperatura máxima quarta"><figcaption>Máxima prevista para a tarde desta quarta-feira (26).</figcaption></figure><p>Em parte do <strong>Centro-Sul do Brasil</strong>, teremos a <strong>presença de nuvens</strong> e de instabilidades, o que dificultará a elevação brusca das temperaturas. Sendo assim, os termômetros <strong>não superarão a marca</strong> dos <strong>27°C</strong> em áreas do <strong>Rio Grande do Sul</strong>, Santa Catarina, Paraná, leste de <strong>São Paulo</strong>, parte de <strong>Minas Gerais</strong>, Rio de Janeiro e sul do Mato Grosso do Sul.</p><p>Por outro lado, a <strong>bolha de calor</strong> começará a avançar sobre o Mato Grosso, Goiás, parte de Minas Gerais e norte do Mato Grosso do Sul. Além disso, o <strong>calor </strong>estará presente no Norte e Nordeste do país. Nas áreas citadas, a<strong> </strong>temperatura varia entre<strong> 29°C e 41°C</strong>, com destaque para Rondônia e Tocantins<strong> (41°C)</strong> e áreas do Mato Grosso, Maranhão e Pará <strong>(40°C).</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/bolha-de-calor-ganha-forca-e-atinge-as-5-regioes-com-temperaturas-de-ate-43-c-1787663738248.jpg" data-image="5axucrkoj04v" alt="Anomalia de temperatura." title="Anomalia de temperatura."><figcaption>Temperaturas ficam acima da média para áreas do Centro-Oeste, Nordeste, Norte e Sul do Brasil na tarde desta quinta-feira (27).</figcaption></figure><p>A tarde de quinta-feira (27) terá <strong>calor ainda mais intenso</strong>, conforme a bolha de ar quente ganha força sobre quase todo o Brasil. A <strong>exceção </strong>fica por conta de áreas do Sudeste (entre o leste mineiro, Rio de Janeiro e Espírito Santo), com temperaturas amenas entre <strong>23°C e 28°C</strong>.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <strong><a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações! </strong></div><p>Nas demais áreas do Brasil, teremos <strong>calor de forma generalizada</strong>. Sobre o Sul do país, as <strong>temperaturas chegam aos 31°C</strong> no Paraná e em Santa Catarina e aos 30°C no interior do Rio Grande do Sul. No restante do Sudeste, os termômetros variam entre<strong> 30°C e 37°C</strong>, com destaque para o oeste paulista e mineiro, que serão as <strong>áreas mais quentes</strong> da Região.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/bolha-de-calor-ganha-forca-e-atinge-as-5-regioes-com-temperaturas-de-ate-43-c-1787663526591.jpg" data-image="odalhskbz6v9" alt="Temperatura Máxima quinta-feira." title="Temperatura Máxima quinta-feira."><figcaption>Mapa mostra o calor atuando em todo o Brasil. Termômetros devem superar os 40°C em várias localidades.</figcaption></figure><p>No <strong>Centro-Oeste e no Norte</strong> do Brasil, o <strong>calor tomará conta</strong>. Sobre o Mato Grosso do Sul, a previsão indica temperaturas variando entre <strong>37°C e 42°C</strong>, ficando <strong>acima de 38°C</strong> em todo o território de Mato Grosso e de Rondônia. Nos pontos mais críticos, a <strong>máxima poderá chegar aos 43°C</strong> em pontos isolados do estado mato-grossense, como em Rondonópolis, Cuiabá e Cáceres.</p><p>As <strong>altas temperaturas </strong>também afetam Acre, Amazonas, Pará, Tocantins e Goiás. Nos estados da Região Norte, os termômetros tenderão a ficar acima dos <strong>36°C</strong> em boa parte de seus territórios. Vale destacar as <strong>capitais</strong>, como <strong>Manaus (39°C)</strong>, <strong>Rio Branco e Palmas (41°C)</strong>. No estado de Goiás, o calor mais intenso atuará no noroeste, com previsão de 40°C.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="785270" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-de-inverno-continua-mas-calor-retorna-ao-centro-sul-ainda-nesta-semana-confira.html" title="Frio de inverno continua, mas calor retorna ao Centro-Sul ainda nesta semana; confira">Frio de inverno continua, mas calor retorna ao Centro-Sul ainda nesta semana; confira</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-de-inverno-continua-mas-calor-retorna-ao-centro-sul-ainda-nesta-semana-confira.html" title="Frio de inverno continua, mas calor retorna ao Centro-Sul ainda nesta semana; confira"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/frio-de-inverno-continua-mas-calor-retorna-ao-centro-sul-ainda-nesta-semana-confira-1787589045015_320.jpg" alt="Frio de inverno continua, mas calor retorna ao Centro-Sul ainda nesta semana; confira"></a></article></aside><p>Até mesmo o <strong>Nordeste do Brasil </strong>terá áreas com <strong>temperaturas elevadíssimas</strong>. A faixa entre o Maranhão, Piauí e Bahia registrará temperaturas entre<strong> 37°C e 40°C</strong> na tarde desta quinta-feira (27). Enquanto isso, cidades mais próximas ao litoral receberão <strong>ar mais fresco</strong> vindo do Atlântico, mantendo as temperaturas entre<strong> 29°C e 35°C</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/bolha-de-calor-ganha-forca-e-atinge-as-5-regioes-com-temperaturas-de-ate-43-c.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Granizo, tornados e chuva de 200 mm deixam a região Sul em alerta; confira quando]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/granizo-tornados-e-chuva-de-200-mm-deixam-a-regiao-sul-em-alerta-confira-quando.html</link><pubDate>Tue, 25 Aug 2026 18:11:30 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Ciclone extratropical e rio atmosférico elevam o risco de tempestades severas, potencial de granizo, microexplosões, tornados e chuvas extremas com acumulados superiores a 200 mm no Sul do Brasil até domingo (30).</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-extremas-e-tempestades-deixam-em-alerta-o-rs-sc-e-o-pr-entenda-os-riscos-1787675887690.png" data-image="td29n9cg7ivd" alt="Uma sequência de dias com tempestades severas irá atingir o Sul do Brasil na reta final de agosto, com elevado potencial de riscos." title="Uma sequência de dias com tempestades severas irá atingir o Sul do Brasil na reta final de agosto, com elevado potencial de riscos."><figcaption>Uma sequência de dias com tempestades severas irá atingir o Sul do Brasil na reta final de agosto, com elevado potencial de riscos.</figcaption></figure><p>Um <strong>novo episódio de chuvas volumosas </strong>está previsto para afetar o <strong>Sul do Brasil</strong> nos próximos dias, devido à formação de um <strong>ciclone</strong> extratropical e sua frente fria, com <strong>suporte</strong> de um poderoso <strong>rio atmosférico </strong>proveniente da Amazônia. O sistema deve ficar <strong>semi-estacionário </strong>entre quinta-feira (27) e domingo (30), deixando<strong> acumulados de chuva </strong>que podem superar <strong>200 mm</strong> e causar transtornos. Confira os detalhes.</p><h2>Alerta de chuvas incomuns a extremas</h2><p>O<strong> índice de previsão extrema</strong> (EFI) do modelo ECMWF para a precipitação <strong>ressalta áreas </strong>onde a previsão de acumulado diário de chuva é muito diferente do normal para determinada região. Ele não prevê os <strong>volumes</strong> em si, mas alerta para as chances da chuva diária superar limiares considerados<strong> ‘incomuns’ </strong>ou <strong>‘extremos’</strong>, em uma escala de 0,5 a 1 (áreas em laranja nos mapas abaixo).</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>O EFI coloca o <strong>Rio Grande do Sul, Santa Catarina e parte do Paraná</strong> em <strong>alerta para 3 dias seguidos</strong> de <strong>chuvas intensas e volumosas</strong>, entre sexta-feira (28) e domingo (30), com o maior risco sobre o Rio Grande do Sul. O sul do Rio Grande do Sul também pode ter chuva volumosa já na quinta-feira (27).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-extremas-e-tempestades-deixam-em-alerta-o-rs-sc-e-o-pr-entenda-os-riscos-1787675915507.png" data-image="qqp7p1g6vvyj" alt="EFI do ECMWF para a precipitação, destacando na escala de cores áreas em alerta para chuvas incomuns a extremas. Créditos: Meteored/ECMWF." title="EFI do ECMWF para a precipitação, destacando na escala de cores áreas em alerta para chuvas incomuns a extremas. Créditos: Meteored/ECMWF."><figcaption>EFI do ECMWF para a precipitação, destacando na escala de cores áreas em alerta para chuvas incomuns a extremas. Créditos: Meteored/ECMWF.</figcaption></figure><p>Nas <strong>áreas coloridas</strong> nos <strong>mapas acima,</strong> é muito provável que a<strong> chuva diária</strong> <strong>ultrapasse 50 a 80 mm</strong> durante estes <strong>três dias consecutivos.</strong> De fato, como veremos a seguir, a previsão de chuva acumulada até domingo (30) ultrapassa 200 mm em áreas da metade norte do Rio Grande do Sul.</p><h2>Ciclone, jato de baixos n��veis e rio atmosférico</h2><p>As<strong> chuvas volumosas</strong> previstas para o Sul do Brasil nesta reta final de agosto estão relacionadas com o processo de <strong>formação de um ciclone extratropical </strong>e sua<strong> frente fri</strong><strong>a</strong> associada. A <strong>baixa pressão</strong> atmosférica relacionada com o ciclone funciona como uma ‘âncora’ e <strong>canaliza</strong> um corredor com <strong>enorme quantidade de vapor d’água</strong> proveniente da Amazônia em direção seu centro, fenômeno conhecido como<strong> rio atmosférico.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-extremas-e-tempestades-deixam-em-alerta-o-rs-sc-e-o-pr-entenda-os-riscos-1787676029611.png" data-image="fq8b7y4busib" alt="Previsão de rio atmosférico sobre o Sul do Brasil nesta sexta-feira (28), segundo o ECMWF." title="Previsão de rio atmosférico sobre o Sul do Brasil nesta sexta-feira (28), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de rio atmosférico sobre o Sul do Brasil nesta sexta-feira (28), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>Este<strong> rio atmosférico</strong> é <strong>transportado pelo jato de baixos níveis </strong>(JBN) da América do Sul, um corredor de ventos intensos em baixos níveis da atmosfera, a leste da Cordilheira dos Andes, que transporta<strong> calor e umidade</strong> da região tropical em direção às latitudes médias. </p><p>A previsão indica um novo episódio de<strong> JBN extremo</strong>, com valores que podem ultrapassar <strong>140 km/h </strong>no seu núcleo, entre a Bolívia e o Paraguai. É importante ressaltar que este vento ocorre em torno de 1,5 km de altitude, e não em superfície (embora esteja associado a rajadas de vento intensas em superfície).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-extremas-e-tempestades-deixam-em-alerta-o-rs-sc-e-o-pr-entenda-os-riscos-1787676043763.png" data-image="qmbwfwzdk38j"><figcaption>Previsão de JBN extremo nesta sexta-feira (28), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>O <strong>JBN é um ingrediente importante para a formação de tempestades severas</strong>, que devem <strong>começar</strong> a se formar no <strong>Rio Grande do Sul</strong> ainda na<strong> quinta-feira (27) </strong>e <strong>se espalhar </strong>sobre toda a<strong> região Sul até</strong>, pelo menos,<strong> segunda-feira (31)</strong>, quando o sistema começa a avançar sobre o Centro-Oeste e o Sudeste.</p><p>Os mapas abaixo mostram um recorte das <strong>tem</strong><strong>pestades intensas</strong> previstas ao longo de quinta-feira (27), domingo (30) e segunda-feira (31), mas é importante ressaltar que tempestades severas estão <strong>previstas para toda a região Sul durante essa sequência de dias.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-extremas-e-tempestades-deixam-em-alerta-o-rs-sc-e-o-pr-entenda-os-riscos-1787676059030.png" data-image="vyujf4re70bv" alt="Previsão de tempestades severas entre quinta (27) e segunda-feira (31), segundo o ECMWF." title="Previsão de tempestades severas entre quinta (27) e segunda-feira (31), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de tempestades severas entre quinta (27) e segunda-feira (31), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>As tempestades tem previsão de serem muito severas, com <strong>elevado risco</strong> de <strong>granizo</strong>, <strong>raios</strong>, <strong>vendavais</strong> e <strong>chuvas intensas</strong>. Não se descarta a possibilidade de formação de<strong> tornados isolados </strong>e<strong> microexplosões.</strong></p><h2>Chuva acumulada pode ultrapassar 200 mm</h2><p>Essa<strong> sequência de dias com tempestades intensas </strong>irá provocar um novo episódio de<strong> acumulados elevados de chuva com risco de transtornos</strong>. Segundo a rodada atual do modelo ECMWF, de confiança da Meteored, a precipitação pode <strong>ultrapassar 200 mm até </strong>o final do <strong>domingo (30)</strong> na metade <strong>norte do Rio Grande do Sul</strong>. Em Santa Catarina, na área de fronteira com o Rio Grande do Sul, os volumes também serão expressivos, acima de 100 mm, e com risco de transtornos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuvas-extremas-e-tempestades-deixam-em-alerta-o-rs-sc-e-o-pr-entenda-os-riscos-1787676079515.png" data-image="8ynzaemgj9rp" alt="Previsão de chuva acumulada (mm) até o final de domingo (30), segundo o ECMWF." title="Previsão de chuva acumulada (mm) até o final de domingo (30), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de chuva acumulada (mm) até o final de domingo (30), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>Na<strong> metade Sul do Rio Grande do Sul</strong>, o <strong>sábado (29) </strong>deve ter acumulados de <strong>mais de 100 mm</strong>, enquanto na <strong>metade norte</strong> o <strong>domingo (30)</strong> deve ser de chuvas mais intensas, com potencial de acumulado diário de<strong> 150 mm</strong>. Somando isso às chuvas que devem continuar até, pelo menos, segunda-feira (31), os volumes totais podem ultrapassar 200 mm. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="785261" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/mudanca-de-padrao-a-vista-previsao-indica-chuva-pelo-brasil-e-frio-abrangente-saiba-quando.html" title="Mudança de padrão à vista: previsão indica chuva pelo Brasil e frio abrangente; saiba quando">Mudança de padrão à vista: previsão indica chuva pelo Brasil e frio abrangente; saiba quando</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/mudanca-de-padrao-a-vista-previsao-indica-chuva-pelo-brasil-e-frio-abrangente-saiba-quando.html" title="Mudança de padrão à vista: previsão indica chuva pelo Brasil e frio abrangente; saiba quando"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/mudanca-de-padrao-a-vista-previsao-indica-chuva-pelo-brasil-e-frio-abrangente-saiba-quando-1787581085077_320.jpeg" alt="Mudança de padrão à vista: previsão indica chuva pelo Brasil e frio abrangente; saiba quando"></a></article></aside><p>Aqui é importante deixar claro que <strong>eventos extremos são desafiadores para os modelos meteorológicos</strong>, e tanto o <strong>horário</strong> quanto a <strong>posição</strong> exata<strong> dos máximos</strong> de chuva <strong>pode mudar</strong> nas próximas rodadas, sendo importante continuar monitorando a evolução e a previsão do tempo.</p><h2>Riscos associados</h2><p>Os<strong> riscos </strong>associados ao cenário previsto para os próximos dias na região Sul estão relacionados tanto à <strong>força das tempestades</strong> quanto às<strong> chuvas intensas</strong>. Em relação às tempestades, há elevado risco de formação de <strong>granizo</strong>, <strong>descargas</strong> <strong>elétricas</strong> (raios), <strong>rajadas intensas de vento</strong> e fenômenos como <strong>microexplosões</strong> ou <strong>tornados</strong>, sendo esperada a <strong>interrupção de fornecimento de energia elétrica</strong>, por exemplo. </p><div class="texto-destacado">É muito importante que as pessoas evitem áreas abertas durante as tempestades e que jamais tentem atravessar áreas alagadas, a pé ou de carro. </div><p>Quanto às chuvas intensas (volumes elevados em curto período de tempo), são esperados <strong>alagamentos</strong>, <strong>enchentes</strong> e <strong>inundações súbitas</strong>. Moradores de áreas com histórico de alagamentos devem estar preparados, proteger seus documentos, itens de valor e animais domésticos, seguindo as orientações da Defesa Civil e, de preferência, devem ter um plano de emergência caso necessitem deixar suas casas. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/granizo-tornados-e-chuva-de-200-mm-deixam-a-regiao-sul-em-alerta-confira-quando.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Mudança de padrão aumenta as chuvas nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Norte; saiba quando]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/mudanca-de-padrao-aumenta-as-chuvas-nas-regioes-sudeste-centro-oeste-e-norte-saiba-quando.html</link><pubDate>Tue, 25 Aug 2026 13:20:47 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Setembro começará com uma mudança importante no padrão climático brasileiro Previsões indicam ocorrência de chuvas acima da média e maior frequência de frentes frias sobre grande parte das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. A atuação mais frequente de massas de ar frio também favorece temperaturas abaixo da média. </p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xb0ncoy"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xb0ncoy.jpg" id="xb0ncoy"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Uma<strong> nova frente fria</strong> e uma <strong>área de baixa pressão</strong> vão mudar o tempo no Centro-Sul do Brasil nesta semana, aumentando o potencial de<strong> chuvas e temporais na região Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil</strong>. As instabilidades começam a ganhar força na quarta-feira (26), enquanto a frente fria chega à Região Sul na quinta-feira (27).</p><div class="texto-destacado">Entre os estados que serão atingidos pelas chuvas ao longo da semana, podemos listar Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. </div><p>Entre a quinta (27) e a sexta-feira (28), o risco de <strong>tempestades</strong> aumenta principalmente sobre o <strong>Rio Grande do Sul</strong>, com possibilidade de chuvas fortes também em <strong>Santa Catarina</strong>. Ao mesmo tempo, o cavado favorece <strong>pancadas de chuva no Sudeste</strong>, especialmente em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/mudanca-de-padrao-aumenta-a-chance-de-chuva-nas-regioes-sudeste-centro-oeste-e-norte-1787660635866.jpg" data-image="h2exibsuwzew" alt="Previsão de acumulados totais de chuva até o final do Domingo." title="Previsão de acumulados totais de chuva até o final do Domingo."><figcaption>Previsão de acumulados totais de chuva até o final do Domingo mostra acumulados significativos de chuva retornando ao Sudeste e uma frente fria formando grandes volumes no Sul.</figcaption></figure><p>A tendência é de que a <strong>frente fria ganhe força durante o próximo final de semana</strong><strong>,</strong> avançando por Santa Catarina e Paraná e, posteriormente, atingindo Mato Grosso do Sul e São Paulo. Com isso, a semana será marcada por uma <strong>nova mudança no tempo</strong> e pela ocorrência de chuvas e tempestades em uma área ainda mais ampla do Centro-Sul.</p><h2>Padrão muda no início de Setembro</h2><p>Essa situação marca o início de uma <strong>mudança no Brasil</strong> que pode persistir ao longo de<strong> todo o mês de Setembro</strong>. Previsões climáticas indicam que, já na primeira semana do mês, a tendência é de tempo muito chuvoso na maior parte do centro-sul do país.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/mudanca-de-padrao-aumenta-a-chance-de-chuva-nas-regioes-sudeste-centro-oeste-e-norte-1787660671045.jpg" data-image="34p03ccupf2c" alt="Previsão de anomalias de chuva entre 31 de Agosto e 7 de Setembro." title="Previsão de anomalias de chuva entre 31 de Agosto e 7 de Setembro."><figcaption>Previsão de anomalias de chuva entre 31 de Agosto e 7 de Setembro mostra que chuvas mais volumosas do que o normal podem cair sobre parte do Sul, Sudeste e Centro-Oeste.</figcaption></figure><p>Uma grande faixa que compreende especialmente as <strong>regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste</strong> (mas também parte do Norte e do Nordeste, como é possível observar na imagem acima) registrará <strong>chuvas intensas </strong>já na <strong>primeira semana de Setembro</strong>, comportamento que pode continuar ao longo de todo o mês.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Essa situação é ainda impulsionada por alguns fenômenos, como a <em>Oscilação Antártica</em>, que está atingindo valores/tendências negativas e, assim, é capaz de <strong>i</strong><strong>mpulsionar o avanço de frentes frias sobre o Brasil</strong>; e além disso, temos a intensificação do <em>El Niño</em>, que está associada a um <strong>aumento das chuvas sobre o Centro-Sul brasileiro</strong> e também desempenha um papel fundamental neste comportamento.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/mudanca-de-padrao-aumenta-a-chance-de-chuva-nas-regioes-sudeste-centro-oeste-e-norte-1787660712805.jpg" data-image="wni2wkndgnli" alt="Previsão de anomalias de temperatura entre 31 de Agosto e 7 de Setembro." title="Previsão de anomalias de temperatura entre 31 de Agosto e 7 de Setembro."><figcaption>Previsão de anomalias de temperatura entre 31 de Agosto e 7 de Setembro mostra que temperaturas mais baixas do que o normal podem ser registradas no Sul, Sudeste e Centro-Oeste.</figcaption></figure><p>Com o avanço mais frequente de frentes frias, há também uma <strong>tendência maior ao </strong><strong>avanço de massas de ar frio</strong>, o que fará com que o centro-sul registre temperaturas dentro ou abaixo da média ao longo da próxima semana, como é possível observar na imagem acima.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="785294" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/mudanca-do-tempo-traz-200-mm-temporais-e-pancadas-de-chuva-ao-sul-sudeste-e-centro-oeste.html" title="Mudança do tempo traz 200 mm, temporais e pancadas de chuva ao Sul, Sudeste e Centro-Oeste">Mudança do tempo traz 200 mm, temporais e pancadas de chuva ao Sul, Sudeste e Centro-Oeste</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/mudanca-do-tempo-traz-200-mm-temporais-e-pancadas-de-chuva-ao-sul-sudeste-e-centro-oeste.html" title="Mudança do tempo traz 200 mm, temporais e pancadas de chuva ao Sul, Sudeste e Centro-Oeste"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/mudanca-do-tempo-traz-200-mm-temporais-e-pancadas-de-chuva-ao-sul-sudeste-e-centro-oeste-1787599228099_320.jpg" alt="Mudança do tempo traz 200 mm, temporais e pancadas de chuva ao Sul, Sudeste e Centro-Oeste"></a></article></aside><p>Modelos numéricos de previsão climática indicam que essa tendência de <strong>temperaturas dentro a abaixo da média</strong> também deve se manter ao longo de <strong>todo o mês de Setembro</strong>. Enquanto isso, as regiões Norte e Nordeste seguem registrando um calor mais intenso do que o normal em seu território. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/mudanca-de-padrao-aumenta-as-chuvas-nas-regioes-sudeste-centro-oeste-e-norte-saiba-quando.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Cientistas transformam a Starlink em um scanner gigante para a alta atmosfera da Terra]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/cientistas-transformam-a-starlink-em-um-scanner-gigante-para-a-alta-atmosfera-da-terra.html</link><pubDate>Tue, 25 Aug 2026 12:09:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Pesquisadores da Universidade de Kyoto utilizaram dados orbitais de cerca de 1.200 satélites Starlink para mapear a densidade atmosférica a uma altitude de cerca de 500 km acima da Terra, o que poderia ajudar a reduzir o risco de colisões em órbita.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/scientists-turn-starlink-into-a-giant-scanner-for-earth-s-upper-atmosphere-1787324290085.png" data-image="evx8xtgfzkkd"><figcaption>Pesquisadores utilizaram dados orbitais de aproximadamente 1.200 satélites para reconstruir como a densidade atmosférica varia ao longo da termosfera, a uma altitude de cerca de 500 quilômetros acima da Terra.</figcaption></figure><p>Centenas de quilômetros acima da Terra existe uma camada atmosférica conhecida como <strong>termosfera</strong>, composta quase inteiramente por gás eletricamente neutro, o que torna sua medição extremamente difícil.</p><p>Isso representa um problema porque, segundo pesquisadores, a atmosfera permanece densa o suficiente, mesmo nessas altitudes, para afetar <strong>satélites</strong> e desacelerá-los. Com as órbitas cada vez mais congestionadas, determinar com precisão a densidade atmosférica é crucial para<strong> evitar colisões</strong>. Agora, uma equipe de pesquisadores da Universidade de Kyoto encontrou uma solução para esse desafio de medição ao adaptar uma técnica utilizada na medicina.</p><p>Utilizando <strong>dados orbitais</strong> disponíveis publicamente <strong>de cerca de 1.200 satélites </strong>da empresa <em>Starlink</em> que orbitam a uma altitude de aproximadamente 482 quilômetros, a equipe aplicou um método conhecido como <strong>tomografia </strong>— o mesmo princípio usado em exames de tomografia computadorizada — para <strong>calcular a densidade da atmosfera circundante com base no arrasto aerodinâmico que desacelera cada satélite</strong>.</p><h2>Utilizando técnicas de imagem médica no céu</h2><p>A partir dos dados coletados, os cientistas construíram o que chamam de <strong>“primeiro instantâneo bidimensional de latitude e longitude”</strong> da densidade da termosfera a uma altitude de aproximadamente 500 km.</p><p>Os padrões que encontraram correspondiam a observações independentes dos satélites SWARM da Agência Espacial Europeia, dando-lhes confiança de que o método funcionava.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/scientists-turn-starlink-into-a-giant-scanner-for-earth-s-upper-atmosphere-1787324319149.png" data-image="ggze8mi9t1nj"><figcaption>A nova técnica demonstrou como o arrasto aerodinâmico de satélites pode ser utilizado para aprimorar as previsões orbitais, tornando potencialmente mais segura a navegação em regiões do espaço cada vez mais congestionadas.</figcaption></figure><p>"Este é<strong> um estudo multidisciplinar</strong> que envolve ciência espacial e engenharia espacial", afirmou o autor principal do estudo, Mamoru Yamamoto. "Após ler artigos de ambas as áreas de pesquisa, percebemos que é necessário um diálogo mais profundo entre os pesquisadores de ambos os campos", disse.</p><p>O estudo baseia-se em trabalhos anteriores do mesmo grupo, nos quais analisaram como a densidade variava ao longo do tempo e com a altitude, utilizando dados da <em>Starlink</em>. No entanto, a novidade desta etapa está na inclusão de uma perspectiva horizontal — <strong>como a densidade varia em diferentes partes do planeta</strong> —, algo que, segundo os pesquisadores, não havia sido feito anteriormente com esse método.</p><h2>A importância para quem tem um satélite</h2><p>Segundo a equipe, isso oferece uma vantagem prática: <strong>dados mais precisos sobre a densidade atmosférica permitem previsões mais exatas das posições dos satélites</strong>. E previsões melhores significam menos colisões e situações de risco em órbitas cada vez mais congestionadas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777389" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/astronomos-alertam-o-espaco-esta-se-esgotando-milhoes-de-satelites-ameacam-apagar-as-estrelas.html" title="Astrônomos alertam: 'O espaço está se esgotando, milhões de satélites ameaçam apagar as estrelas'">Astrônomos alertam: "O espaço está se esgotando, milhões de satélites ameaçam apagar as estrelas"</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/astronomos-alertam-o-espaco-esta-se-esgotando-milhoes-de-satelites-ameacam-apagar-as-estrelas.html" title="Astrônomos alertam: 'O espaço está se esgotando, milhões de satélites ameaçam apagar as estrelas'"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/los-astronomos-advierten-el-espacio-se-queda-sin-espacio-millones-de-satelites-amenazan-con-apagar-las-estrellas-1783258355034_320.jpg" alt="Astrônomos alertam: 'O espaço está se esgotando, milhões de satélites ameaçam apagar as estrelas'"></a></article></aside><p>Olhando para o futuro, os pesquisadores afirmam que essa técnica poderia viabilizar o <strong>monitoramento </strong>em tempo quase real das condições atmosféricas ao redor dos satélites. </p><p>Conforme os autores explicam, isso contribuiria para a previsão do clima espacial e tornaria as operações de satélites mais seguras e previsíveis de modo geral.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Kyoto%20University%2FScienceDaily" data-year="2026" data-title="Scientists%20turn%20Starlink%20into%20a%20giant%20scanner%20for%20Earth's%20upper%20atmosphere" data-url="https%3A%2F%2Fwww.sciencedaily.com%2Freleases%2F2026%2F08%2F260812015212.htm">Universidad de Kioto/ScienceDaily. (2026). <a href="https://www.sciencedaily.com/releases/2026/08/260812015212.htm" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Científicos convierten Starlink en un escáner gigante para la atmósfera superior de la Tierra</a> .</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/cientistas-transformam-a-starlink-em-um-scanner-gigante-para-a-alta-atmosfera-da-terra.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Avanço contra a seca: cientistas argentinos descobrem como uma bactéria pode proteger plantas]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/avanco-contra-a-seca-cientistas-argentinos-descobrem-como-uma-bacteria-pode-proteger-plantas.html</link><pubDate>Tue, 25 Aug 2026 10:06:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Pesquisadores argentinos participaram de uma descoberta que revela como uma bactéria modifica as raízes para que as plantas possam lidar melhor com períodos de escassez de água.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/avance-clave-contra-la-sequia-cientificos-argentinos-descubren-como-una-bacteria-protege-a-las-plantas-1787142767868.jpg" data-image="f0rgxq09ub6f"><figcaption>Há anos, a ciência vem investigando o potencial dos microrganismos do solo para melhorar a resposta das culturas ao estresse hídrico.</figcaption></figure><p>As <strong>plantas </strong>são muito menos solitárias do que se pensava anteriormente. No subsolo, elas mantêm uma relação complexa com milhões de microrganismos, alguns dos quais podem se tornar aliados cruciais no enfrentamento de <strong>um dos maiores desafios da agricultura: a escassez de água</strong>.</p><div class="texto-destacado">Um projeto internacional que conta com a participação de cientistas argentinos descobriu como uma bactéria que vive nas raízes pode modificar a arquitetura delas, permitindo que as plantas tolerem melhor períodos de seca. O segredo está em estruturas microscópicas chamadas pelos radiculares, que aumentam a área de superfície disponível para a absorção de água e nutrientes do solo.</div><p>O estudo foi publicado na revista científica <em>Nature Plants</em> e contou com a participação de José Manuel Estevez e Victoria Berdion Gabarain, pesquisadores vinculados ao CONICET e à Fundação Instituto Leloir. O trabalho foi realizado por uma grande equipe internacional liderada por Salma Balazadeh, da Universidade de Göttingen, na Alemanha.</p><h2>Uma bactéria que altera o formato das raízes</h2><p>O microrganismo estudado é denominado<strong> Flavobacterium sp. 98</strong>, ou Flavo98 — uma <strong>bactéria endofítica</strong>, o que significa que é capaz de colonizar os tecidos internos das plantas. Pesquisadores descobriram que ela pode <strong>estimular tanto a formação de raízes laterais quanto o crescimento de pêlos radiculares</strong>.</p><p>Esses <strong>pêlos </strong>são extensões microscópicas que<strong> aumentam significativamente a área de superfície de contato entre as raízes e o solo</strong>. Quanto maior essa área de superfície, maior a capacidade da planta de explorar o solo em busca de água e nutrientes.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">Miembros de nuestro Lab de Bases Moleculares del Desarrollo Vegetal participaron de un estudio publicado en Nature Plants que determinó cómo una bacteria que vive en el interior de las raíces permite a las plantas tolerar la sequía.<br><br>Leé la nota completa: <a href="https://t.co/TPsJThDiG2">https://t.co/TPsJThDiG2</a> <a href="https://t.co/JuJYbko2uH">pic.twitter.com/JuJYbko2uH</a></p>— Fundación Leloir (@fundacionleloir) <a href="https://x.com/fundacionleloir/status/2090175599964774563?ref_src=twsrc%5Etfw">August 19, 2026</a></blockquote></figure><p>O problema é que, durante a seca, as plantas restringem vários processos de crescimento para <strong>conservar recursos</strong>. Surpreendentemente, a Flavo98 consegue manter a formação e o alongamento dos pêlos radiculares mesmo quando a disponibilidade de água diminui.</p><p>A bactéria desencadeia uma cascata de sinalização na planta ligada — entre outros processos — ao etileno e aos fatores ERF115 e ERF114. Essa resposta acaba atuando sobre mecanismos que regulam o crescimento radicular.</p><h2>O efeito aparece quando falta água</h2><p>Os cientistas começaram utilizando a <em>Arabidopsis thaliana</em>, uma planta de pequeno porte amplamente empregada como modelo experimental. Posteriormente, observaram efeitos positivos também em <strong>trigo, tomate, canola e camelina</strong> — uma descoberta de particular interesse devido às suas potenciais aplicações agrícolas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="776158" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/as-fazendas-na-amazonia-que-desafiam-a-agricultura-moderna-e-reforcam-conservacao-da-floresta.html" title="As 'fazendas' na Amazônia que desafiam a agricultura moderna e reforçam conservação da floresta">As 'fazendas' na Amazônia que desafiam a agricultura moderna e reforçam conservação da floresta</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/as-fazendas-na-amazonia-que-desafiam-a-agricultura-moderna-e-reforcam-conservacao-da-floresta.html" title="As 'fazendas' na Amazônia que desafiam a agricultura moderna e reforçam conservação da floresta"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/as-fazendas-na-amazonia-que-desafiam-a-agricultura-moderna-e-reforcam-conservacao-da-floresta-1782680920449_320.jpg" alt="As 'fazendas' na Amazônia que desafiam a agricultura moderna e reforçam conservação da floresta"></a></article></aside><p>Um dos experimentos ilustra a magnitude do fenômeno. Após submeterem <strong>plantas de </strong><em><strong>Arabidopsis </strong></em>à seca e, em seguida, realizarem a reidratação, cerca de 85% daquelas inoculadas com a bactéria Flavo98 sobreviveram, em comparação com uma taxa de sobrevivência muito menor entre as plantas não tratadas.</p><p>Também foi observada uma<strong> redução na perda de produtividade de sementes após o estresse hídrico</strong>. Além disso, segundo o CONICET, a presença da bactéria não causou efeitos adversos significativos quando as plantas se desenvolveram com disponibilidade hídrica normal.</p><h2>Não é a primeira bactéria que a ciência está investigando para combater a seca</h2><p>A possibilidade de utilizar microrganismos para ajudar as plantas a enfrentar o déficit hídrico vem sendo investigada há anos. Diversos grupos científicos demonstraram que <strong>certas bactérias associadas às raízes podem modificar a resposta da planta quando a água se torna escassa</strong>.</p><div class="texto-destacado">Um estudo europeu, por exemplo, avaliou mais de 500 bactérias associadas às raízes de videiras e identificou microrganismos capazes de promover o acúmulo de biomassa, a atividade fotossintética e o crescimento em condições de estresse hídrico.</div><p>Na Dinamarca, pesquisadores da Universidade de Copenhague estudaram outra estratégia: a<strong> combinação de quatro bactérias diferentes</strong>. O consórcio microbiano melhorou a sobrevivência de plantas submetidas à seca, enquanto as bactérias utilizadas individualmente não alcançaram o mesmo resultado.</p><p>Outros estudos revelaram ainda mais uma estratégia. Pesquisas com <em>Arabidopsis </em>mostraram que as plantas podem promover o recrutamento de microrganismos específicos que contribuem para o fechamento dos estômatos — pequenos poros nas folhas —, reduzindo assim a perda de água por transpiração.</p><h2>Então, o que há de novo nessa descoberta?</h2><p><strong>A diferença está no mecanismo identificado</strong>. A ciência já sabia que algumas bactérias podiam beneficiar as plantas durante a seca; o desafio era determinar como um sinal proveniente do microrganismo acabava por produzir alterações específicas na raiz.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/avance-clave-contra-la-sequia-cientificos-argentinos-descubren-como-una-bacteria-protege-a-las-plantas-1787143068647.jpg" data-image="88xdld83ozvr"><figcaption>Cientistas descobriram que o Flavo98 estimula o desenvolvimento de pelos radiculares, pequenas estruturas que ajudam as plantas a explorar o solo em busca de água e nutrientes.</figcaption></figure><p>O estudo publicado na <em>Nature Plants</em> conecta etapas fundamentais dessa sequência: bactérias, sinalização hormonal, regulação gênica, crescimento de pelos radiculares e, por fim, maior tolerância ao déficit hídrico. <strong>O envolvimento de ERF115 e ERF114 nesse processo, em condições de seca, é uma das contribuições inéditas da pesquisa</strong>.</p><p>A compreensão desse mecanismo abre diversas possibilidades. Uma delas é o desenvolvimento de bioinsumos à base de microrganismos benéficos; outra é o uso desse conhecimento para selecionar ou desenvolver plantas com sistemas radiculares mais eficientes em condições de estresse.</p><h2>Do laboratório para o campo: o desafio mais importante</h2><p>A descoberta não significa que já exista uma solução comercial capaz de proteger as culturas contra a seca. <strong>Ainda será necessário determinar se os resultados podem ser replicados em campos agrícolas</strong>, onde entram em jogo diversos tipos de solo, temperaturas, padrões de precipitação e vastas comunidades de microrganismos.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780288" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/e-assim-que-o-solo-guarda-a-memoria-de-uma-seca-extrema.html" title="É assim que o solo guarda a memória de uma seca extrema">É assim que o solo guarda a memória de uma seca extrema</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/e-assim-que-o-solo-guarda-a-memoria-de-uma-seca-extrema.html" title="É assim que o solo guarda a memória de uma seca extrema"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/un-sol-peut-il-garder-la-memoire-d-une-secheresse-changement-climatique-1783257568710_320.jpeg" alt="É assim que o solo guarda a memória de uma seca extrema"></a></article></aside><p>Essa etapa é crucial porque os efeitos observados em condições controladas não mantêm necessariamente a mesma magnitude em condições de campo. A relação entre microrganismos, raízes e o ambiente constitui um sistema extremamente complexo.</p><p>No entanto, <strong>compreender o mecanismo altera o ponto de partida</strong>. Em vez de focar apenas em plantas capazes de resistir à seca por conta própria, a agricultura também poderia aproveitar os microrganismos que convivem com elas para ajudá-las a aproveitar melhor cada gota de água.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/avanco-contra-a-seca-cientistas-argentinos-descobrem-como-uma-bacteria-pode-proteger-plantas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[El Niño deu uma pausa? Entenda por que não há mudança para um evento muito forte]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/el-nino-deu-uma-pausa-entenda-por-que-nao-ha-mudanca-para-um-evento-muito-forte.html</link><pubDate>Tue, 25 Aug 2026 08:21:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Após semanas de aquecimento acelerado, as anomalias na região de monitoramento do El Niño estagnaram em 1,8°C. Mas será que isso quer dizer que o Super El Niño perdeu a força?</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-nino-deu-uma-pausa-entenda-por-que-pequenas-oscilacoes-nao-mudam-o-rumo-do-fenomeno-1787590223835.png" data-image="t468s45he7ud" alt="Anomalia de temperatura da superfície do mar em 24 de agosto de 2026 em relação à 1991-2020, com base nos dados do ERA5. Créditos: Meteored/C3S/Copernicus." title="Anomalia de temperatura da superfície do mar em 24 de agosto de 2026 em relação à 1991-2020, com base nos dados do ERA5. Créditos: Meteored/C3S/Copernicus."><figcaption>Anomalia de temperatura da superfície do mar em 24 de agosto de 2026 em relação à 1991-2020, com base nos dados do ERA5. Créditos: Meteored/C3S/Copernicus.</figcaption></figure><p>Depois de uma sequência de elevações expressivas nas anomalias de temperatura da superfície do mar (TSM) nos últimos meses, o<strong> El Niño mostrou uma desaceleração temporária nas últimas semanas</strong>. Segundo atualização semanal da NOAA divulgada nesta segunda-feira (24), a <strong>anomalia relativa de TSM</strong> na região <strong>Niño 3.4 permaneceu em +1,8°C</strong> na última semana, mantendo o mesmo valor das<strong> 2 semanas anteriores</strong>. Já a anomalia absoluta, que considera o aquecimento de fundo dos oceanos, registrou uma ligeira queda em relação à semana anterior, de +2,7°C para +2,6°C.<strong> Mas afinal, o que isso significa?</strong></p><h2>Pequenas oscilações fazem parte da evolução do El Niño</h2><p>Embora o comportamento tenha chamado atenção de quem acompanha os indicadores do Pacífico tropical,<strong> variações de curto prazo são comuns</strong> e <strong>não representam </strong>necessariamente<strong> uma mudança na tendência </strong><strong>do fenômeno</strong>, que já vem batendo recordes de aquecimento e com previsão de seu pico atingir um valor histórico.</p><div class="texto-destacado">Ao contrário do que muitos imaginam, o El Niño não evolui de forma contínua e linear. Mesmo durante eventos muito fortes, é normal que ocorram períodos de estabilização ou até mesmo pequenas quedas temporárias nas anomalias de TSM.</div><p>Isso acontece porque os <strong>índices semanais são influenciados</strong> por diversos <strong>processos atmosféricos</strong> e oceânicos de <strong>menor escala </strong>e mais <strong>curta duração.</strong> </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-nino-deu-uma-pausa-entenda-por-que-pequenas-oscilacoes-nao-mudam-o-rumo-do-fenomeno-1787590240987.png" data-image="0lm69g1amvc6" alt="Evolução da anomalia relativa (azul) e absoluta (laranja) semanal de TSM desde 15/04/2026, destacando a estabilização do aquecimento nas últimas semanas (círculo vermelho). Créditos: Meterored." title="Evolução da anomalia relativa (azul) e absoluta (laranja) semanal de TSM desde 15/04/2026, destacando a estabilização do aquecimento nas últimas semanas (círculo vermelho). Créditos: Meterored."><figcaption>Evolução da anomalia relativa (azul) e absoluta (laranja) semanal de TSM desde 15/04/2026, destacando a estabilização do aquecimento nas últimas semanas (círculo vermelho). Créditos: Meterored.</figcaption></figure><p>Por essa razão, os <strong>centros climáticos</strong> internacionais <strong>utilizam</strong> principalmente <strong>médias mensais</strong> e <strong>trimestrais</strong> para <strong>avaliar</strong> a intensidade e a evolução do <strong>fenômeno</strong>, e não médias semanais. </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Uma <strong>variação de alguns décimos de grau</strong> ao longo de uma semana, portanto, <strong>não é suficiente</strong> para <strong>caracterizar</strong> um <strong>enfraquecimento</strong> do evento - assim como também não serve como um indicador da magnitude final do evento.</p><h2>A MJO teve impacto mais limitado</h2><p>Um dos fatores que pode ajudar a explicar a recente estabilização do El Niño foi o comportamento da <strong>Oscilação Madden-Julian </strong>(MJO), um importante padrão de variabilidade tropical capaz de influenciar temporariamente as condições atmosféricas sobre o Pacífico equatorial. Quando ativa sobre as fases 6 e 7, pode aumentar o aquecimento na região do Niño 3.4.</p><p><strong>Durante agosto, a MJO avançou brevemente para a fase 6</strong>, no entanto, sua <strong>amplitude</strong> permaneceu apenas <strong>moderada</strong> e por um <strong>período</strong> relativamente <strong>curto</strong>, limitando a ocorrência de anomalias de vento de oeste mais persistentes sobre o Pacífico equatorial.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-nino-deu-uma-pausa-entenda-por-que-pequenas-oscilacoes-nao-mudam-o-rumo-do-fenomeno-1787590309654.png" data-image="77v0581t42nb" alt="Figura 1. Evolução da Oscilação Madden-Julian (MJO) entre julho e agosto de 2026." title="Figura 1. Evolução da Oscilação Madden-Julian (MJO) entre julho e agosto de 2026."><figcaption>Figura 1. Evolução da Oscilação Madden-Julian (MJO) entre julho (azul) e agosto (vermelho) de 2026. Créditos: CPC/NOAA.</figcaption></figure><p><br>As <strong>previsões indicavam</strong> que a <strong>MJO poderia favorecer </strong>condições mais propícias ao<strong> aquecimento</strong> do oceano durante a <strong>segunda quinzena de agosto.</strong> No entanto, essa <strong>atuação</strong> acabou sendo<strong> mais fraca </strong>do <strong>que o esperado</strong>, reduzindo o impulso adicional que poderia acelerar o aumento das anomalias no período. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="784571" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/super-el-nino-nova-previsao-aponta-evento-excepcional-com-anomalia-superior-a-3-4-c.html" title="Super El Niño: nova previsão aponta evento excepcional com anomalia superior a 3,4°C">Super El Niño: nova previsão aponta evento excepcional com anomalia superior a 3,4°C</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/super-el-nino-nova-previsao-aponta-evento-excepcional-com-anomalia-superior-a-3-4-c.html" title="Super El Niño: nova previsão aponta evento excepcional com anomalia superior a 3,4°C"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/super-el-nino-nova-previsao-aponta-evento-excepcional-com-anomalia-superior-a-3-4-c-1787174595191_320.png" alt="Super El Niño: nova previsão aponta evento excepcional com anomalia superior a 3,4°C"></a></article></aside><p><br>Isso não significa que o El Niño perdeu força, mas apenas que um dos mecanismos capazes de intensificar o aquecimento não se manifestou da forma prevista.</p><h2>Previsões atualizadas indicam anomalias de 3,5°C no pico do evento</h2><p><strong>Apesar da pausa observada </strong>nas últimas semanas, os <strong>indicadores</strong> <strong>oceânicos</strong> e <strong>atmosféricos</strong> <strong>continuam</strong> <strong>compatíveis</strong> com um<strong> El Niño muito forte</strong> - ou um “Super El Niño”, como convencionado pela mídia. Além disso, os <strong>modelos climáticos</strong> seguem prevendo anomalia<strong>s excepcionalmente elevadas </strong>durante a primavera e o início do verão no Hemisfério Sul, podendo alcançar cerca de<strong> 3,5°C</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-nino-deu-uma-pausa-entenda-por-que-pequenas-oscilacoes-nao-mudam-o-rumo-do-fenomeno-1787590329958.png" data-image="jyvo9guf22ei" alt="Previsão de anomalia de TSM do conjunto de modelos do IRI, iniciada em agosto, destacando o valor máximo previsto pela média dos modelos. Créditos: Meteored/IRI." title="Previsão de anomalia de TSM do conjunto de modelos do IRI, iniciada em agosto, destacando o valor máximo previsto pela média dos modelos. Créditos: Meteored/IRI."><figcaption>Previsão de anomalia de TSM do conjunto de modelos do IRI, iniciada em agosto, destacando o valor máximo previsto pela média dos modelos. Créditos: Meteored/IRI.</figcaption></figure><p>Por isso, <strong>é necessário cautela na interpretação dos números semanais</strong>. Mais importante do que observar pequenas oscilações de curto prazo é acompanhar a tendência de longo prazo, que ainda aponta para a manutenção de um evento excepcionalmente intenso nos próximos meses.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/el-nino-deu-uma-pausa-entenda-por-que-nao-ha-mudanca-para-um-evento-muito-forte.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Com 43 praias e 95% de Mata Atlântica, conheça a ilha que é destaque de preservação em SP]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/com-43-praias-e-95-de-mata-atlantica-conheca-a-ilha-que-e-destaque-de-preservacao-em-sp.html</link><pubDate>Mon, 24 Aug 2026 23:03:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Uma ilha localizada no litoral norte de São Paulo é famosa por suas praias preservadas, cachoeiras e trilhas, com cerca de 95% do seu território com cobertura de Mata Atlântica.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/com-43-praias-e-95-de-mata-atlantica-conheca-a-ilha-que-e-destaque-de-preservacao-em-sp-1787598053102.jpg" data-image="7rutejocoyqn"><figcaption>Vista área de Ilhabela (SP) para o mar e para a praia. Crédito: Divulgação/Prefeitura de Ilhabela.</figcaption></figure><p>Esta<strong> ilha</strong> no<strong> litoral norte</strong> de<strong> São Paulo</strong> é um verdadeiro paraíso, com águas cristalinas e vegetação exuberante, oferecendo o equilíbrio perfeito entre aventura e descanso. </p><p>Estamos falando de <strong>Ilhabela</strong>, que tem quase<strong> 350 quilômetros quadrados</strong>, possui <strong>43 praias</strong>, mais de <strong>300 cachoeiras</strong>, diversas <strong>trilhas </strong>e 32 mil hectares de Mata Atlântica preservada.</p><div class="texto-destacado">Ilhabela tem cerca de 32,5 mil hectares de florestas preservadas, o que equivale a 94,6% de seu território coberto pela Mata Atlântica. Boa parte de sua extensão faz parte do Parque Estadual de Ilhabela, que ocupa a maior parte do município. </div><p>Aliás, são as praias de águas cristalinas e a Mata Atlântica preservadas que fazem desta ilha um <strong>destino paradisíaco </strong>no país, <strong>recebendo milhares de turistas</strong>, tanto brasileiros quanto estrangeiros.</p><h2>Trilhas e Cachoeiras</h2><p>Ilhabela também oferece aventura para quem gosta, como trilhas e cachoeiras dentro da Mata Atlântica. Entre as principais estão:</p><ul><li><strong>Cachoeira do Gato</strong>: uma queda d'água de cerca de 70 metros na região de Castelhanos, acessível por trilha moderada de 40 minutos. E tem um poço natural para banho no pé da queda.</li></ul><ul><li><strong>Cachoeira dos Três Tombos</strong>: três quedas consecutivas com piscinas naturais. Trilha curta, cerca de 720 metros, e acessível, inclusive boa para famílias. Está próxima à Praia da Feiticeira e tem placas que indicam o caminho. É uma das cachoeiras mais visitadas da Ilha.</li></ul><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/com-43-praias-e-95-de-mata-atlantica-conheca-a-ilha-que-e-destaque-de-preservacao-em-sp-1787598110207.jpg" data-image="i30g4fr6acx6"><figcaption>Um dos três tombos da Cachoeira dos Três Tombos, em Ilhabela (SP). Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><ul><li><strong>Pico do Baepi</strong>: trilha de 7,4 km até 1.048 metros de altitude. Vista de 360 graus do arquipélago e da Serra do Mar. Porém, o nível é difícil, e o percurso dura cerca de 3 horas de subida.</li></ul><ul><li><strong>Trilha da Água Branca</strong>: no início da estrada para Castelhanos, com passarelas e placas interpretativas. Ideal para crianças e caminhadas leves.</li></ul><h2>As principais praias de Ilhabela</h2><p>Ilhabela tem dois lados com características opostas: o <strong>lado de ‘dentro’, voltado para o continente, oferece praias com águas calmas e ótima infraestrutura</strong>. Ali estão as praias urbanas do Sul, Centro e Norte da Ilha, que inclusive são as mais visitadas.</p><p>Já no<strong> lado de ‘fora’, o lado oceânico</strong>, as praias são acessíveis apenas por barcos ou carros 4×4, e elas tem <strong>paisagens mais selvagens, ondas fortes</strong> e pouca infraestrutura.</p><p>Tirando estas praias urbanas, o restante faz parte do Parque Estadual de Ilhabela, região protegida e onde estão a Praia de Castelhanos, a Praia do Bonete, a Cachoeira do Gato e outros atrativos naturais.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/com-43-praias-e-95-de-mata-atlantica-conheca-a-ilha-que-e-destaque-de-preservacao-em-sp-1787598143769.jpg" data-image="sjjs492unf8a"><figcaption>A famosa Praia de Castelhanos, com formato de coração vista de cima, no lado mais selvagem de Ilhabela (SP). É muito visitada por turistas e oferece restaurantes e belas paisagens. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>As <strong>principais praias urbanas do sul da Ilha</strong> são:</p><ul><li><strong>Praia da Ilha das Cabras</strong>: o mar é bem convidativo tanto para nadar quanto para a prática de mergulho com snorkel. Ela tem mar tranquilo e boa infraestrutura.</li></ul><ul><li><strong>Praia Grande</strong>: bem animada tanto de dia quanto de noite, e conta com uma orla bem estruturada, quadras de esportes, bares, restaurantes, quiosques para aluguel de equipamentos esportivos.</li></ul><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/com-43-praias-e-95-de-mata-atlantica-conheca-a-ilha-que-e-destaque-de-preservacao-em-sp-1787598175756.jpg" data-image="aq4jrjsp9nnl"><figcaption>A Praia Grande, na parte sul, é uma das maiores praias de Ilhabela. Com uma orla de aproximadamente 600 m de extensão, é também uma das praias com melhor estrutura. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><ul><li><strong>Praia do Curral</strong>: o ponto mais badalado, com quiosques e música ao vivo. Boa estrutura para famílias.</li></ul><ul><li><strong>Praia do Veloso</strong>: a última do lado sul e quase sempre bem tranquila.</li></ul><p>O <strong>centro de Ilhabela </strong>é marcado por praias com mais infraestrutura, orla bem estruturada e ciclovias ótimas para passeio. As principais praias nesta porção são:</p><ul><li><strong>Praia do Perequê</strong>: tem restaurantes, quiosques, agências de turismo e aluguel de equipamentos, quadras de esportes e belas paisagens com coqueiros que fornecem sombra.<br></li></ul><ul><li><strong>Praia da Vila</strong>: abriga o Centro Histórico da região e oferece um dos mais animados ambientes de Ilhabela, com muitos restaurantes e bares.</li></ul><ul><li><strong>Praia do Saco da Capela</strong>: cheia de veleiros, com quiosques e bares em uma linda orla para passeio.</li></ul><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/com-43-praias-e-95-de-mata-atlantica-conheca-a-ilha-que-e-destaque-de-preservacao-em-sp-1787598197558.jpg" data-image="hewljrn46t5r"><figcaption> A bela Praia do Perequê, no centro de Ilhabela (SP). Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>E por fim, mas não menos importante, o<strong> norte de Ilhabela </strong>agrada aqueles que buscam mais sossego e mar tranquilo, com praias bem menos frequentadas. As principais praias nesta porção são:</p><ul><li><strong>Praia do Jabaquara</strong>: com vegetação preservada e cercada por montanhas, é uma das praias selvagens da ilha. Conta com infraestrutura básica e bons restaurantes. É a última praia acessível por estrada no norte.</li></ul><ul><li><strong>Praia Pedra do Sino</strong>: com mar extremamente calmo, estacionamento, restaurantes e oferta de mesinhas na areia.</li></ul><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="766603" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/cidade-do-nordeste-com-quase-meio-seculo-esconde-arquitetura-portuguesa-e-praias-paradisiacas.html" title="Cidade do Nordeste com quase meio século esconde arquitetura portuguesa e praias paradisíacas">Cidade do Nordeste com quase meio século esconde arquitetura portuguesa e praias paradisíacas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/lazer/cidade-do-nordeste-com-quase-meio-seculo-esconde-arquitetura-portuguesa-e-praias-paradisiacas.html" title="Cidade do Nordeste com quase meio século esconde arquitetura portuguesa e praias paradisíacas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/cidade-do-nordeste-com-quase-meio-seculo-esconde-arquitetura-portuguesa-e-praias-paradisiacas-1777563708407_320.jpg" alt="Cidade do Nordeste com quase meio século esconde arquitetura portuguesa e praias paradisíacas"></a></article></aside><ul><li><strong>Praia do Viana e a Praia da Siriúba</strong>: ambas bem tranquilas, com quiosques, espreguiçadeiras e guarda-sóis, e que os turistas adoram.</li></ul><p>E finalizamos deixando duas dicas importantes: se for visitar Ilhabela, seja qual for o lado, não esqueça de passar <strong>repelente</strong>, devido à grande presença de borrachudos por lá.</p><p>E a <strong>melhor época para ir visitar é no verão</strong>, justamente para curtir as praias, mas o ano todo é propício para turismo de natureza e aventura.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Reda%C3%A7%C3%A3o%20O%20Antagonista" data-year="2026" data-title="Ilha%20paulista%20mant%C3%A9m%20quase%2095%25%20do%20territ%C3%B3rio%20coberto%20por%20Mata%20Atl%C3%A2ntica%20e%20esconde%2043%20praias%20entre%20cachoeiras%2C%20trilhas%20e%20pequenas%20comunidades%20cai%C3%A7aras" data-url="https%3A%2F%2Foantagonista.com.br%2Fladooa%2Fturismo%2Filha-paulista-mantem-quase-95-do-territorio-coberto-por-mata-atlantica-e-esconde-43-praias-entre-cachoeiras-trilhas-e-pequenas-comunidades-caicaras%2F">Redação O Antagonista. (2026). <a href="https://oantagonista.com.br/ladooa/turismo/ilha-paulista-mantem-quase-95-do-territorio-coberto-por-mata-atlantica-e-esconde-43-praias-entre-cachoeiras-trilhas-e-pequenas-comunidades-caicaras/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Ilha paulista mantém quase 95% do território coberto por Mata Atlântica e esconde 43 praias entre cachoeiras, trilhas e pequenas comunidades caiçaras</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/com-43-praias-e-95-de-mata-atlantica-conheca-a-ilha-que-e-destaque-de-preservacao-em-sp.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Mudança do tempo traz 200 mm, temporais e pancadas de chuva ao Sul, Sudeste e Centro-Oeste]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/mudanca-do-tempo-traz-200-mm-temporais-e-pancadas-de-chuva-ao-sul-sudeste-e-centro-oeste.html</link><pubDate>Mon, 24 Aug 2026 21:42:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma nova frente fria e áreas de instabilidade vão mudar o tempo no Centro-Sul do Brasil nesta semana, aumentando o risco de chuvas intensas e temporais em diversos estados. As tempestades ganham força a partir de quarta-feira.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/mudanca-do-tempo-traz-200-mm-temporais-e-pancadas-de-chuva-ao-sul-sudeste-e-centro-oeste-1787599228099.jpg" data-image="eme39ngum5pp" alt="Fotografia de uma tempestade." title="Fotografia de uma tempestade."><figcaption>Frente fria aumenta o risco de chuvas intensas e temporais no Centro-Sul do Brasil nesta semana.</figcaption></figure><p>Uma <strong>mudança significativa no tempo</strong> deve atingir o Centro-Sul do Brasil ao longo desta semana. A chegada de uma nova <strong>frente fria</strong> à Região Sul e a formação de um <strong>cavado</strong> (<em>região de baixa pressão</em>) entre o Centro-Oeste, Sudeste e Sul aumentam o potencial para chuvas intensas, pancadas de chuva e temporais em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina.</p><p>Chuvas fracas já estão atingindo de forma pontual algumas áreas do Centro-Sul, incluindo a Região Sudeste, Paraná e Mato Grosso do Sul devido à circulação associada à passagem de uma massa de ar polar. No entanto, a formação de um cavado aumentará a instabilidade atmosférica e <strong>favorecerá a ocorrência de chuva em diversas regiões</strong> ao longo dos próximos dias.</p><h2>Chuvas aumentam a partir de quarta-feira</h2><p>Na <strong>quarta-feira (26)</strong>, este sistema começará a favorecer a formação de <strong>pancadas esparsas de chuva</strong> já durante a madrugada, atingindo o centro e norte do Paraná, o Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Boa parte de Minas Gerais e sul do Espírito Santo. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/mudanca-do-tempo-traz-200-mm-temporais-e-pancadas-de-chuva-ao-sul-sudeste-e-centro-oeste-1787598397259.jpg" data-image="6vv1hvbxjon9" alt="Previsão de nebulosidade e chuva na quarta-feira durante a manhã (esquerda) e tarde (direita)." title="Previsão de nebulosidade e chuva na quarta-feira durante a manhã (esquerda) e tarde (direita)."><figcaption>Previsão de nebulosidade e chuva na quarta-feira durante a manhã (esquerda) e tarde (direita) mostra pancadas de chuva esparsas e localizadas se formando sobre parte da região Central do país.</figcaption></figure><p>O extremo sul do Mato Grosso e de Goiás também devem registrar pancadas de chuva, assim como parte de Santa Catarina. Apesar da possibilidade de <strong>chuva forte em alguns pontos localizados</strong>, as <strong>pancadas devem ser rápidas</strong> e não há previsão de grandes transtornos generalizados neste período.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Na quinta-feira (27), este cavado, continuará causando <strong>pancadas de chuva sobre todos os estados da região Sudeste</strong>, com acumulados totais que podem chegar aos <strong>50 mm</strong>. Novamente, as pancadas de chuva podem causar pequenos transtornos, mas <strong>não</strong> há previsão de eventos extremos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/mudanca-do-tempo-traz-200-mm-temporais-e-pancadas-de-chuva-ao-sul-sudeste-e-centro-oeste-1787598455869.jpg" data-image="qgj9bis7kn8a" alt="Previsão de nebulosidade e chuva na quinta-feira durante a manhã (esquerda) e tarde (direita)." title="Previsão de nebulosidade e chuva na quinta-feira durante a manhã (esquerda) e tarde (direita)."><figcaption>Previsão de nebulosidade e chuva na quinta-feira durante a manhã (esquerda) e tarde (direita) mostra que pancadas de chuva esparsas e localizadas continuarão se formando no Sudeste.</figcaption></figure><p>Enquanto isso, ainda na quinta-feira, uma <strong>frente fria chega ao Sul do Brasil </strong>durante a manhã e traz <strong>chuvas intensas e tempestades</strong> ao Rio Grande do Sul. Ao longo do dia, as chuvas avançaram por todo o estado gaúcho, atingindo inclusive a Região Metropolitana de Porto Alegre, e causando pancadas de chuva também sobre o sul de Santa Catarina. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/mudanca-do-tempo-traz-200-mm-temporais-e-pancadas-de-chuva-ao-sul-sudeste-e-centro-oeste-1787598487589.jpg" data-image="m1ukg2ly0b8d" alt="Previsão de acumulados totais de chuva até o final do Sábado." title="Previsão de acumulados totais de chuva até o final do Sábado."><figcaption>Previsão de acumulados totais de chuva até o final do Sábado mostra que as chuvas sobre o Rio Grande do Sul podem chegar a volumes de até 200 mm, causando grandes transtornos.</figcaption></figure><p>Ambos os estados <strong>continuarão sendo afetados pela chuva</strong> ao longo da sexta-feira (28), do sábado (29) e do domingo (30). Tanto o Rio Grande do Sul quanto o sul de Santa Catarina permanecerão sob risco de tempestades severas, com acumulados totais que podem chegar <strong>perto dos 200 mm</strong> em diversos municípios, como é possível observar na imagem acima. </p><div class="texto-destacado">Essas tempestades trazem risco de chuvas volumosas, ventos fortes e queda de granizo ao Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Há risco de cortes no fornecimento de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores, alagamentos, transbordamentos de rios e deslizamentos de encostas.</div><p>Previsões indicam ainda que o sistema <strong>continuará causando pancadas de chuva na segunda-feira (31)</strong>, antes de começar a se deslocar em direção ao Sudeste e causar novas pancadas de chuva sobre a região na semana que vem. Parte do Centro-Oeste, em especial o Mato Grosso do Sul, também pode ser atingido pelas chuvas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/mudanca-do-tempo-traz-200-mm-temporais-e-pancadas-de-chuva-ao-sul-sudeste-e-centro-oeste-1787598523817.jpg" data-image="3izwd7oi37ad" alt="Previsão de desenvolvimento da frente fria ao longo da segunda-feira da semana que vem." title="Previsão de desenvolvimento da frente fria ao longo da segunda-feira da semana que vem."><figcaption>Previsão de desenvolvimento da frente fria ao longo da segunda-feira da semana que vem mostra o sistema causando chuvas intensas e avançando em direção ao Sudeste e Centro-Oeste.</figcaption></figure><p> Dessa forma, os próximos dias serão marcados por uma <strong>mudança gradual no padrão meteorológico sobre o Centro-Sul do Brasil</strong>, com aumento da instabilidade, avanço de uma frente fria e possibilidade de chuvas fortes e temporais em diferentes estados.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="785136" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-de-inverno-persiste-no-centro-sul-na-reta-final-da-estacao-quando-volta-a-esquentar.html" title="Frio de inverno persiste no Centro-Sul na reta final da estação; saiba quando volta a esquentar">Frio de inverno persiste no Centro-Sul na reta final da estação; saiba quando volta a esquentar</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-de-inverno-persiste-no-centro-sul-na-reta-final-da-estacao-quando-volta-a-esquentar.html" title="Frio de inverno persiste no Centro-Sul na reta final da estação; saiba quando volta a esquentar"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/frio-de-inverno-persiste-no-centro-sul-na-reta-final-da-estacao-quando-volta-a-esquentar-1787501218946_320.jpg" alt="Frio de inverno persiste no Centro-Sul na reta final da estação; saiba quando volta a esquentar"></a></article></aside><p>Esse sistema inicia uma tendência que pode continuar ao longo de todo o mês de Setembro, onde <strong>chuvas muito volumosas se formarão sobre grande parte do Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil</strong> - seguindo as tendências climáticas impulsionadas pela intensificação do <strong>El Niño</strong> no Oceano Pacífico Equatorial. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/mudanca-do-tempo-traz-200-mm-temporais-e-pancadas-de-chuva-ao-sul-sudeste-e-centro-oeste.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Mudança do tempo atinge o Sudeste com calor e aumento das chuvas; veja a previsão]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/mudanca-do-tempo-atinge-o-sudeste-com-calor-e-aumento-das-chuvas-veja-a-previsao.html</link><pubDate>Mon, 24 Aug 2026 20:27:06 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A segunda metade desta semana terá um aumento de pancadas de chuvas e de temporais em áreas do Sudeste e, posteriormente, uma forte elevação das temperaturas em toda a região, com máximas podendo passar dos 40°C.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xb0ccv2"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xb0ccv2.jpg" id="xb0ccv2"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Na <strong>segunda metade desta semana </strong>teremos uma certa mudança no tempo na Região <strong>Sudeste</strong> do Brasil, com o aumento das condições para<strong> pancadas de chuva</strong> e <strong>temporais isolados</strong> com trovoadas.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Além disso, também teremos uma<strong> massa de ar quente atuando em toda a região</strong>, fazendo as temperaturas máximas passarem dos <strong>40°C </strong>na sexta-feira (28). E a <strong>tendência </strong>indica que os dias de forte calor devem permanecer até a próxima semana.</p><p>Acompanhe a seguir os detalhes da previsão do tempo.</p><h2>Aumento das chuvas e do calor em todo o Sudeste</h2><p><strong>Áreas de instabilidade </strong>se espalham pelos estados de São Paulo, do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo entre esta<strong> quarta (26)</strong> e a quinta-feira (27).</p><p>Na<strong> quarta-feira (26)</strong> essas chuvas ocorrem de forma irregular, como pancadas isoladas que podem pontualmente ser fortes em algumas localidades E elas podem vir acompanhadas por trovoadas, especialmente no território mineiro.</p><p>Pela <strong>manhã</strong>, as <strong>pancadas </strong>de chuva já podem ocorrer no<strong> estado paulista, inclusive na capital</strong>, permanecendo durante a tarde.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/mudanca-do-tempo-atinge-o-sudeste-com-calor-e-aumento-das-chuvas-veja-a-previsao-1787586238056.png" data-image="0fb6anbzivtu"><figcaption>Previsão de precipitação (em mm) e nebulosidade para quarta-feira (26) às 16h à esquerda e para quinta-feira (27) às 15h à direita, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p> Ao longo da <strong>tarde</strong>, elas se espalham também para o <strong>Rio de Janeiro</strong>, o <strong>sul do Espírito Santo</strong> e o <strong>centro-sul de Minas Gerais</strong>, e com risco de<strong> temporais especialmente no estado mineiro, incluindo a capital</strong> Belo Horizonte, e no norte paulista.</p><p>À noite, essas instabilidades ainda podem ocorrer na porção central de Minas Gerais, no norte fluminense e no sul do Espírito Santo.</p><div class="texto-destacado"> Entre esta quarta (26) e a quinta-feira (27) são esperadas pancadas de chuva e temporais isolados em São Paulo, no Rio de Janeiro, sul do Espírito Santo e, princpalmente, no centro-sul de Minas Gerais. </div><p> Na <strong>quinta-feira (27)</strong> as chuvas ficam mais concentradas nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo.</p><p>Pela <strong>manhã</strong>, <strong>pancadas</strong> de chuva <strong>moderadas </strong>ocorrem no <strong>Vale do Paraíba </strong>(São Paulo), no <strong>Rio de Janeiro</strong> e em boa parte de <strong>Minas Gerais </strong>(exceção do norte mineiro).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/mudanca-do-tempo-atinge-o-sudeste-com-calor-e-aumento-das-chuvas-veja-a-previsao-1787586269613.jpg" data-image="m5zbmpft2ysp"><figcaption>Previsão da densidade de raios (temporais) para a quinta-feira (27) às 15h, segundo o modelo europeu ECMWF. </figcaption></figure><p>À <strong>tarde</strong>, elas ganham intensidade e podem ocorrer <strong>fortes pancadas com temporais</strong> associados especialmente no <strong>sul mineiro</strong>, no <strong>Rio de Janeiro</strong> e no <strong>sul do Espírito Santo</strong>. À noite, as instabilidades reduzem.</p><p>Além disso, <strong>o calor retorna com força à toda a região Sudeste nos próximos dias</strong>, e a tendência indica que este calor deve permanecer até a semana que vem.</p><p>A partir desta quarta-feira (26) as temperaturas se elevam gradualmente em toda a Região Sudeste e o calor se espalha por todos os estados, com máximas passando facilmente dos 30°C.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/mudanca-do-tempo-atinge-o-sudeste-com-calor-e-aumento-das-chuvas-veja-a-previsao-1787587565251.jpg" data-image="462ozn9unwfx"><figcaption>Previsão de temperatura máxima do ar (°C) para a sexta-feira (28).</figcaption></figure><p>Na <strong>sexta-feira (28)</strong> o <strong>calor já terá tomado conta de todo o Sudeste</strong>, com temperaturas acima dos 32°C na maior parte das áreas, mas especialmente nos estados de<strong> São Paulo e de Minas Gerais, onde será mais quente</strong>.</p><p>A porção oeste de São Paulo, o Vale do Ribeira (SP) e o Triângulo Mineiro atingirão nesta sexta-feira (28) temperaturas máximas acima dos 38°C e chegando aos patamares de<strong> 42°C no Triângulo Mineiro</strong> e de <strong>43°C na faixa oeste paulista</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="785261" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/mudanca-de-padrao-a-vista-previsao-indica-chuva-pelo-brasil-e-frio-abrangente-saiba-quando.html" title="Mudança de padrão à vista: previsão indica chuva pelo Brasil e frio abrangente; saiba quando">Mudança de padrão à vista: previsão indica chuva pelo Brasil e frio abrangente; saiba quando</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/mudanca-de-padrao-a-vista-previsao-indica-chuva-pelo-brasil-e-frio-abrangente-saiba-quando.html" title="Mudança de padrão à vista: previsão indica chuva pelo Brasil e frio abrangente; saiba quando"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/mudanca-de-padrao-a-vista-previsao-indica-chuva-pelo-brasil-e-frio-abrangente-saiba-quando-1787581085077_320.jpeg" alt="Mudança de padrão à vista: previsão indica chuva pelo Brasil e frio abrangente; saiba quando"></a></article></aside><p>Algumas <strong>localidades </strong>de <strong>destaque </strong>são: Campina Verde (MG): 41°C; Ituiutaba (MG): 40°C; Presidente Prudente (SP): 41°C; Registro (SP): 41°C;<strong> Araçatuba (SP): 42°C</strong>; <strong>Dracena (SP): 43°C</strong>.</p><p>As <strong>capitais </strong>terão máximas nesta sexta (28) de: <strong>São Paulo: 35°C</strong>; <strong>Belo Horizonte: 33°C; </strong>Rio de Janeiro e Vitória com 29°C.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/mudanca-do-tempo-atinge-o-sudeste-com-calor-e-aumento-das-chuvas-veja-a-previsao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frio de inverno continua, mas calor retorna ao Centro-Sul ainda nesta semana; confira]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-de-inverno-continua-mas-calor-retorna-ao-centro-sul-ainda-nesta-semana-confira.html</link><pubDate>Mon, 24 Aug 2026 19:13:42 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Algumas áreas do país ainda enfrentam madrugadas e manhãs geladas nos próximos dias. Por outro lado, a massa de ar polar perde força no Centro-Sul, permitindo que os termômetros voltem a subir e tragam o calor de volta à região nesta semana.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xb0d6li"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xb0d6li.jpg" id="xb0d6li"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O frio de inverno permanece ativo em áreas do Centro-Sul do Brasil até o final desta <strong>segunda-feira (24)</strong> e durante toda a <strong>terça-feira (25)</strong>. As temperaturas continuam baixas, especialmente ao amanhecer, e a tarde será fria mesmo com a presença do sol.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p>No entanto, no decorrer da semana, <strong>a massa de ar frio dará lugar ao ar mais quente</strong>, provocando uma elevação das temperaturas e o retorno do calor em diversos estados:</p><ul><li>Rio Grande do Sul</li><li>Santa Catarina</li><li>Paraná</li><li>Mato Grosso do Sul</li><li>São Paulo</li><li>Minas Gerais</li><li>Rio de Janeiro</li></ul><p>Confira a seguir a previsão detalhada e veja quando as temperaturas voltam a subir na sua região.</p><h2>Frio de inverno continua nesta segunda e terça-feira </h2><p>A massa de ar polar continua atuando sobre o Centro-Sul entre o final da noite de hoje <strong>segunda-feira (24)</strong> e ao longo desta <strong>terça-feira (25)</strong>, mantendo baixas as temperaturas durante a madrugada, o amanhecer e também o período da tarde.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-de-inverno-continua-mas-calor-retorna-ao-centro-sul-ainda-nesta-semana-confira-1787588504693.jpg" data-image="a02xc378vie1" alt="Anomalia de temperatura em 850 hPa." title="Anomalia de temperatura em 850 hPa."><figcaption>Anomalia de temperatura mostra o ar frio atuando sobre parte do Centro-sul do Brasil.</figcaption></figure><p>Em áreas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, os termômetros podem registrar valores <strong>inferiores aos 10°C</strong> antes do final da noite, com destaque para o sul e o leste gaúcho e as serras Gaúcha e Catarinense. </p><p>No restante do Sul do Brasil (com exceção do noroeste paranaense), no leste de São Paulo, no Sul de Minas e na Região Serrana do Rio de Janeiro, as temperaturas ficam amenas, variando entre <strong>10°C e 16°C</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-de-inverno-continua-mas-calor-retorna-ao-centro-sul-ainda-nesta-semana-confira-1787588548653.jpg" data-image="mm3f85ma17hz" alt="Mínima terça-feira (25)." title="Mínima terça-feira (25)."><figcaption>Mínima prevista para o amanhecer desta terça-feira (25), de acordo com o modelo ECMWF.</figcaption></figure><p>A madrugada e o amanhecer de <strong>terça-feira (25)</strong> serão ainda mais frios. No Rio Grande do Sul, as mínimas oscilam entre <strong>3°C e 10°C</strong>, com risco de <strong>geadas </strong>pontuais. Em solo catarinense, o frio intenso concentra-se na serra, enquanto nas demais áreas as mínimas ficam entre <strong>7°C e 12°C</strong>.</p><p>O ar frio se espalha pelo restante do Centro-Sul, garantindo amanhecer com marcas <strong>inferiores aos 18°C</strong> no Paraná, São Paulo, centro, sul e leste de Minas Gerais, sul fluminense e sul de Mato Grosso do Sul. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-de-inverno-continua-mas-calor-retorna-ao-centro-sul-ainda-nesta-semana-confira-1787588590941.jpg" data-image="8y2ezj354y20" alt="Máxima prevista para terça-feira (25)." title="Máxima prevista para terça-feira (25)."><figcaption>Máxima prevista para a terça-feira (25).</figcaption></figure><p>À tarde, as máximas seguem em valores agradáveis, o modelo ECMWF mostra valores entre <strong>15°C e 18°C</strong> da faixa sul e leste gaúcha ao leste paranaense. No leste paulista, a máxima fica em <strong>22°C</strong>, enquanto o litoral sul do Rio de Janeiro varia entre <strong>21°C e 24°C</strong>.</p><h2>Temperaturas sobem no Centro-Sul a partir de quarta-feira</h2><p>A massa de ar frio perde força no decorrer da madrugada de <strong>quarta-feira (26)</strong>. Durante a <strong>manhã</strong>, pontos isolados do Sul do Brasil ainda registram temperaturas baixas, mas leves elevações já serão observadas no Paraná, em Mato Grosso do Sul e no Sudeste.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-de-inverno-continua-mas-calor-retorna-ao-centro-sul-ainda-nesta-semana-confira-1787588621422.jpg" data-image="rppgho0x09a6" alt="Máxima de quinta-feira (27)." title="Máxima de quinta-feira (27)."><figcaption>A partir de quarta-feira (26) a temperatura volta a subir e na quinta (27), termômetros em 30°C no oeste gaúcho.</figcaption></figure><p>À tarde, as máximas tendem a <strong>superar os 23°C</strong> no Rio Grande do Sul e oscilam entre <strong>19°C e 27°C</strong> em Santa Catarina. No sudoeste e oeste do Paraná, os termômetros alcançam a marca dos <strong>26°C</strong> logo após o meio-dia, o mesmo cenário esperado para o sul de Mato Grosso do Sul. No Sudeste, o ar ameno ainda predomina no leste da região, com temperaturas entre <strong>19°C e 26°C</strong>.</p><p>O calor atua com mais força no noroeste de São Paulo, no Triângulo Mineiro e na faixa que vai do noroeste de Minas Gerais ao norte do Espírito Santo, onde as máximas variam entre <strong>28°C e 35°C</strong>. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="785136" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-de-inverno-persiste-no-centro-sul-na-reta-final-da-estacao-quando-volta-a-esquentar.html" title="Frio de inverno persiste no Centro-Sul na reta final da estação; saiba quando volta a esquentar">Frio de inverno persiste no Centro-Sul na reta final da estação; saiba quando volta a esquentar</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-de-inverno-persiste-no-centro-sul-na-reta-final-da-estacao-quando-volta-a-esquentar.html" title="Frio de inverno persiste no Centro-Sul na reta final da estação; saiba quando volta a esquentar"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/frio-de-inverno-persiste-no-centro-sul-na-reta-final-da-estacao-quando-volta-a-esquentar-1787501218946_320.jpg" alt="Frio de inverno persiste no Centro-Sul na reta final da estação; saiba quando volta a esquentar"></a></article></aside><p>Já na <strong>quinta-feira (27)</strong>, o aquecimento se consolida e as máximas sobem no Paraná, em Santa Catarina e em parte do Rio Grande do Sul, <strong>chegando aos 30°C</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-de-inverno-continua-mas-calor-retorna-ao-centro-sul-ainda-nesta-semana-confira.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Mudança de padrão à vista: previsão indica chuva pelo Brasil e frio abrangente; saiba quando]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/mudanca-de-padrao-a-vista-previsao-indica-chuva-pelo-brasil-e-frio-abrangente-saiba-quando.html</link><pubDate>Mon, 24 Aug 2026 18:09:03 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A transição entre agosto e setembro, o início da primavera meteorológica, será de chuva e temperaturas abaixo da média no Centro-Sul do país.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/mudanca-de-padrao-a-vista-previsao-indica-chuva-pelo-brasil-e-frio-abrangente-saiba-quando-1787581085077.jpeg" data-image="xkqegzjnerif" alt="Após a frente fria, a massa de ar frio deve atuar sobre o Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste. Confira os detalhes." title="Após a frente fria, a massa de ar frio deve atuar sobre o Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste. Confira os detalhes."><figcaption>Após a frente fria, a massa de ar frio deve atuar sobre o Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste. Confira os detalhes.</figcaption></figure><p>A <strong>previsão</strong> para a<strong> primeira semana de setembro </strong>será marcada por uma<strong> mudança de padrão</strong> em relação à última semana de agosto - e última semana do inverno meteorológico - com <strong>chuva e frio</strong> se espalhando pelo <strong>Centro-Sul do país</strong>. A <strong>primavera meteorológica</strong> inicia em 1° de setembro. Considerada uma <strong>estação de transição</strong>, é comum que ocorram tanto características de inverno quanto de verão no decorrer do trimestre. A seguir, confira qual é a mudança de padrão e quando ela deve ocorrer.</p><h2>Mudança de padrão à vista</h2><p>Os mapas a seguir mostram a <strong>previsão de anomalia semanal de chuva e temperatura do modelo ECMWF</strong>, comparando a<strong> presente semana </strong>(24 a 31 de agosto) com a <strong>próxima semana</strong> (31 de agosto a 7 de setembro). Essa visualização deixa clara a mudança de padrão prevista. </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Enquanto na<strong> última semana de agosto</strong> as <strong>anomalias</strong> <strong>positivas</strong> de <strong>precipitação</strong> ficam mais <strong>concentradas</strong> sobre o<strong> Rio Grande do Sul</strong> e áreas do extremo sul do continente, na<strong> primeira semana </strong>de <strong>setembro</strong> a tendência é de <strong>deslocamento</strong> da chuva para latitudes mais baixas, alcançando áreas do<strong> Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul e parte do Sudeste</strong>. No <strong>Norte</strong> do país, por sua vez, a previsão de <strong>chuva abaixo da média</strong> se mantém, <strong>agravando o déficit hídrico</strong> que vem sendo observado na metade norte da região.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/mudanca-de-padrao-a-vista-previsao-indica-chuva-pelo-brasil-e-frio-abrangente-saiba-quando-1787581126395.png" data-image="con2s1upbm8c" alt="Previsão de anomalia semanal de temperatura (°C), segundo o ECMWF. Créditos: Meteored/ECMWF." title="Previsão de anomalia semanal de temperatura (°C), segundo o ECMWF. Créditos: Meteored/ECMWF."><figcaption>Previsão de anomalia semanal de temperatura (°C), segundo o ECMWF. Créditos: Meteored/ECMWF. </figcaption></figure><p>Ao mesmo tempo, as <strong>anomalias de temperatura </strong>também apresentam uma <strong>mudança importante</strong>. O <strong>calor acima da média</strong>, <strong>predominante</strong> sobre grande parte do Brasil durante a semana atual, <strong>perde intensidade</strong> no Centro-Sul do Brasil, dando lugar a <strong>temperaturas</strong> <strong>próximas ou abaixo da média</strong>, incluindo o Sul, Sudeste e Centro-Oeste. As maiores anomalias previstas são de 1°C a 3°C abaixo da média.</p><p>Na <strong>metade norte do Brasil</strong> a previsão indica<strong> manutenção do calor</strong>, com temperaturas predominantemente acima da média. A área com as maiores anomalias (3°C a 6°C acima da média) deve diminuir ligeiramente em relação à última semana de agosto, se concentrando mais sobre o Nordeste.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/mudanca-de-padrao-a-vista-previsao-indica-chuva-pelo-brasil-e-frio-abrangente-saiba-quando-1787581138735.png" data-image="40jztfklfe5d" alt="Previsão de anomalia semanal de temperatura (°C), segundo o ECMWF. Créditos: Meteored/ECMWF." title="Previsão de anomalia semanal de temperatura (°C), segundo o ECMWF. Créditos: Meteored/ECMWF."><figcaption>Previsão de anomalia semanal de temperatura (°C), segundo o ECMWF. Créditos: Meteored/ECMWF. </figcaption></figure><p>Esse cenário sugere uma<strong> circulação atmosférica mais favorável ao avanço de frentes frias </strong>pelo <strong>Centro-Sul do Brasil</strong> no início da primavera meteorológica. Com isso, além do aumento das chuvas em áreas do interior do país, também cresce a possibilidade de <strong>incursões de ar frio mais abrangentes </strong>em comparação com as observadas ao longo da segunda metade de agosto.</p><h2>Frente fria deve levar chuva para o Brasil Central</h2><p>As previsões atuais<strong> </strong>indicam a passagem de uma<strong> frente fria</strong> entre o fim de agosto e o começo de setembro. O sistema deve avançar pelo <strong>Sul</strong> a <strong>partir de quinta-feira (27)</strong>, onde deve atuar ao longo do fim de semana, deixando um <strong>alerta de chuvas volumosas com risco de transtornos. </strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/mudanca-de-padrao-a-vista-previsao-indica-chuva-pelo-brasil-e-frio-abrangente-saiba-quando-1787581154768.png" data-image="rcgcz8itxnpy" alt="Previsão de chuva para terça-feira (1), segundo o ECMWF." title="Previsão de chuva para terça-feira (1), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de chuva para terça-feira (1), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p><strong>Entre segunda (31) e terça-feira (1°)</strong> o <strong>sistema começa a avançar</strong> sobre áreas do <strong>Sudeste e Centro-Oeste</strong>, contribuindo para a formação de áreas de instabilidade e favorecendo episódios de chuva em regiões que têm sua estação seca ainda nesta época. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="785171" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-muda-o-tempo-no-sul-e-chuvas-retornam-ao-sudeste-e-centro-oeste-veja-a-previsao.html" title="Frente fria muda o tempo no Sul e chuvas retornam ao Sudeste e Centro-Oeste; veja a previsão">Frente fria muda o tempo no Sul e chuvas retornam ao Sudeste e Centro-Oeste; veja a previsão</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-muda-o-tempo-no-sul-e-chuvas-retornam-ao-sudeste-e-centro-oeste-veja-a-previsao.html" title="Frente fria muda o tempo no Sul e chuvas retornam ao Sudeste e Centro-Oeste; veja a previsão"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-muda-o-tempo-no-sul-e-chuvas-retornam-ao-sudeste-e-centro-oeste-veja-a-previsao-1787524238140_320.jpg" alt="Frente fria muda o tempo no Sul e chuvas retornam ao Sudeste e Centro-Oeste; veja a previsão"></a></article></aside><p>Embora ainda faltem vários dias para o período previsto e <strong>ajustes</strong> sejam <strong>esperados</strong> nas <strong>próximas atualizações dos modelos</strong>, a sinalização é consistente entre diferentes rodadas de previsão ao indicar uma transição para um padrão menos quente e mais favorável à ocorrência de chuva sobre parte do Centro-Sul do Brasil.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/mudanca-de-padrao-a-vista-previsao-indica-chuva-pelo-brasil-e-frio-abrangente-saiba-quando.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frio extremo derruba termômetros a -7,7°C e congela cidades no RS e em SC; veja imagens]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/frio-extremo-derruba-termometros-a-7-7-c-e-congela-cidades-no-rs-e-em-sc-veja-imagens.html</link><pubDate>Mon, 24 Aug 2026 13:32:22 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Além de provocar madrugadas congelantes na Região Sul com camadas espessas de gelo sobre os campos, a mesma frente de ar frio reduziu acentuadamente as temperaturas em localidades serranas do estado de São Paulo e de Minas Gerais. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-extremo-derruba-termometros-a-7-7-c-e-congela-cidades-no-rs-e-em-sc-1787573592412.jpg" data-image="to488jz0bubh" alt="Santana do Livramento registrou geada na manhã do último sábado (22) — Foto: Daniel Badra/Arquivo pessoal" title="Santana do Livramento registrou geada na manhã do último sábado (22) — Foto: Daniel Badra/Arquivo pessoal"><figcaption>Santana do Livramento registrou geada na manhã do último sábado (22) — Foto: Daniel Badra/Arquivo pessoal</figcaption></figure><p>Uma intensa massa de ar polar derrubou as temperaturas na Região Sul do Brasil, <strong>provocando marcas negativas e geada generalizada neste último domingo (23)</strong>. O registro mais extremo ocorreu na Serra de Santa Catarina, onde o município de Bom Jardim da Serra anotou <strong>-7,7°C</strong>, cobrindo campos e vegetação de gelo..</p><p>O frio rigoroso também se espalhou com força pelo Rio Grande do Sul, onde ao menos <strong>13 municípios amanheceram com registros abaixo de zero</strong>. A presença dessa massa de ar frio manteve as madrugadas congelantes em diversas localidades gaúchas e catarinenses.</p><h2>Marcas negativas e geada intensa em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul</h2><p>Em <strong>território catarinense</strong>, os dados da <a href="https://ciram.epagri.sc.gov.br/index.php/solucoes/tempo-e-clima/" target="_blank">Epagri/Ciram</a> confirmaram marcas negativas nas áreas de maior altitude, <strong>com mínimas próximas de zero nos planaltos Norte e Sul, além do Meio-Oeste</strong>. Diante do quadro extremo, a Defesa Civil estadual manteve alertas ativos para desconforto térmico, risco de hipotermia e agravamento de doenças respiratórias ou cardiovasculares.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="pt" dir="ltr">O frio intenso tomou conta de Santa Catarina neste domingo (23). 16 municípios registraram temperaturas abaixo de zero, com a menor marca do Estado em Bom Jardim da Serra: 7,7°C.<br><br>Em Urupema, os termômetros chegaram a 6,3°C, enquanto São Joaquim registrou 5,1°C. A geada cobriu <a href="https://t.co/0uWFZUWhzW">pic.twitter.com/0uWFZUWhzW</a></p>— InfoMoney (@infomoney) <a href="https://x.com/infomoney/status/2091578838299931050?ref_src=twsrc%5Etfw">August 23, 2026</a></blockquote></figure><p>No <strong>Rio Grande do Sul</strong>, a Serra Gaúcha concentrou as temperaturas mais baixas do território estadual durante a manhã de domingo. Vacaria registrou a menor mínima, com <strong>-3,5°C</strong>, seguida por Bom Jesus, que marcou<strong> -2,7°C</strong>, e Muitos Capões, com <strong>-2,0°C</strong>. No Norte do estado, a cidade de Soledade anotou <strong>-1,8°C</strong>, enquanto São José dos Ausentes teve<strong> -1,5°C</strong> e forte formação de geada.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-extremo-derruba-termometros-a-7-7-c-e-congela-cidades-no-rs-e-em-sc-1787573747651.jpg" data-image="eqvk5kzu27aa" alt="São José dos Ausentes (RS) teve geada e temperatura chegou a -1,5ºC neste domingo (23) — Foto: Tais Souza/G1" title="São José dos Ausentes (RS) teve geada e temperatura chegou a -1,5ºC neste domingo (23) — Foto: Tais Souza/G1"><figcaption>São José dos Ausentes (RS) teve geada e temperatura chegou a -1,5ºC neste domingo (23) — Foto: Tais Souza/G1</figcaption></figure><p>Outros municípios gaúchos também enfrentaram marcas negativas ao longo do amanhecer, a exemplo de Caxias do Sul com<strong> -1,1°C</strong>, Casca e Getúlio Vargas com <strong>-0,8°C</strong> cada, Santana do Livramento com <strong>-0,8°C</strong>, Lavras do Sul com <strong>-0,6°C</strong>, Veranópolis com <strong>-0,5°C</strong>, além de Caçapava do Sul e São Francisco de Paula, ambas com <strong>-0,1°C</strong>. Em Porto Alegre, a mínima registrada foi de<strong> 6°C</strong> nas primeiras horas do dia, <strong>com tarde ensolarada alcançando</strong><strong> 15°C</strong>.</p><h2>Deslocamento do ar polar e impactos registrados desde sábado</h2><p>A onda de frio começou a se intensificar ainda no sábado (22), quando o ar polar avançou pela Região Sul e causou quedas térmicas expressivas. Naquele dia, a cidade gaúcha de <strong>Quaraí registrou a menor temperatura do país</strong>, marcando <strong>-0,2°C</strong>, de acordo com medições do Instituto Nacional de Meteorologia (<a href="https://portal.inmet.gov.br/" target="_blank">INMET</a>) e do Simagro, enquanto <strong>Urupema</strong>, em Santa Catarina, apontou <strong>-0,1°C</strong>.</p><p>Ainda no sábado, cidades da <strong>Campanha e da Fronteira Oeste gaúcha</strong> registraram temperaturas próximas de zero e geada, como Santana do Livramento e Rosário do Sul, ambas com <strong>0,3°C</strong>, Bagé com <strong>0,6°C</strong> e Lavras do Sul com <strong>0,8°C</strong>. A situação levou o Inmet a emitir avisos meteorológicos de perigo e perigo potencial por causa do declínio térmico acentuado superior a <strong>5°C</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="785136" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-de-inverno-persiste-no-centro-sul-na-reta-final-da-estacao-quando-volta-a-esquentar.html" title="Frio de inverno persiste no Centro-Sul na reta final da estação; saiba quando volta a esquentar">Frio de inverno persiste no Centro-Sul na reta final da estação; saiba quando volta a esquentar</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-de-inverno-persiste-no-centro-sul-na-reta-final-da-estacao-quando-volta-a-esquentar.html" title="Frio de inverno persiste no Centro-Sul na reta final da estação; saiba quando volta a esquentar"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/frio-de-inverno-persiste-no-centro-sul-na-reta-final-da-estacao-quando-volta-a-esquentar-1787501218946_320.jpg" alt="Frio de inverno persiste no Centro-Sul na reta final da estação; saiba quando volta a esquentar"></a></article></aside><p>Os efeitos do sistema polar não se limitaram ao Sul e <strong>atingiram igualmente áreas do Sudeste brasileiro</strong> durante o fim de semana. Municípios do interior e da serra registraram mínimas inferiores a 10°C, como Rancharia, com <strong>4,7°C</strong>, Campos do Jordão, com <strong>5,8°C</strong>, no estado de São Paulo, e Caldas, em Minas Gerais, com <strong>5,4°C</strong>. Diante do frio extremo, órgãos de proteção reforçaram a necessidade de atenção especial com o bem-estar da população nas primeiras horas matinais.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Manuella%20Dal%20Mas" data-year="2026" data-title="Frio%20intenso%20provoca%20geada%20e%20temperatura%20de%20-7%2C7%C2%B0C%20em%20Santa%20Catarina" data-url="https%3A%2F%2Fwww.cnnbrasil.com.br%2Fnacional%2Fsul%2Fsc%2Ffrio-intenso-provoca-geada-e-temperatura-de-77c-em-santa-catarina-veja%2F">Manuella Dal Mas. (2026). <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/sul/sc/frio-intenso-provoca-geada-e-temperatura-de-77c-em-santa-catarina-veja/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Frio intenso provoca geada e temperatura de -7,7°C em Santa Catarina</a>.</cite><br><cite data-author="Diego%20Nu%C3%B1ez" data-year="2026" data-title="RS%20tem%20geada%20e%20-3%2C5%C2%B0C%20de%20temperatura%20neste%20domingo" data-url="https%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Frs%2Frio-grande-do-sul%2Fnoticia%2F2026%2F08%2F23%2Frs-tem-geada-e-35c-de-temperatura-neste-domingo.ghtml%3Futm_source%3Dwhatsapp%26utm_medium%3Dshare-bar-mobile%26utm_campaign%3Dmaterias">Diego Nuñez. (2026). <a href="https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2026/08/23/rs-tem-geada-e-35c-de-temperatura-neste-domingo.ghtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-bar-mobile&utm_campaign=materias" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">RS tem geada e -3,5°C de temperatura neste domingo</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/frio-extremo-derruba-termometros-a-7-7-c-e-congela-cidades-no-rs-e-em-sc-veja-imagens.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Rajadas de vento de 150 km/h e tempestades de poeira a nível global: é assim que se manifesta o clima extremo de Marte]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/rajadas-de-vento-de-150-km-h-e-tempestades-de-poeira-a-nivel-global-e-assim-que-se-manifesta-o-clima-extremo-de-marte.html</link><pubDate>Mon, 24 Aug 2026 12:12:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>A atmosfera de Marte é muito diferente da da Terra. É rica em CO₂, sopram ventos fortes e formam-se grandes tempestades de poeira que cobrem a maior parte do planeta vermelho.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-atmosfera-de-marte-y-su-meteorologia-1786343253900.jpg" data-image="2q4f12va8pc5" alt="Marte y su atmósfera" title="Marte y su atmósfera"><figcaption>Marte, com a sua atmosfera ténue e o cráter Cassini em primeiro plano, na região de Arabia Terra, fotografado pela sonda espacial da missão Emirates. © UAESA / MBRSC / Hope Mars Mission / EXI / Andrea Luck</figcaption></figure><p>Tal como a Terra, Marte possui uma atmosfera, na qual se formam nuvens altas e orográficas, sopram ventos e ocorrem alguns fenómenos meteorológicos, mas com diferenças marcantes, dadas as características distintas de ambos os planetas e das suas camadas gasosas. <strong>O tamanho de Marte é aproximadamente metade do da Terra e a sua massa é de 10% da terrestre</strong>, pelo que a sua gravidade é muito menor: 38% da nossa (3,7 m/s<sup>2</sup> contra 9,8 m/s<sup>2</sup>).</p><p>As imagens captadas pelos diversos aparelhos que aterraram na sua superfície (<em>landers</em>) e pelos que se deslocaram por algumas zonas da mesma (<em>rovers</em>) — desde as missões Viking, na década de 70, até às mais recentes, como a Perseverance/Ingenuity (2021) ‒ mostram um <strong>céu de cor salmão, cuja intensidade varia em função da concentração de pó fino em suspensão</strong>, sempre em grandes quantidades. Esta circunstância dá origem a pores-do-sol de cor azulada.</p><h2>Uma atmosfera contaminada com CO2, mas praticamente sem efeito de estufa</h2><p>A atmosfera marciana apresenta uma estrutura térmica vertical e uma composição química muito diferente da terrestre. <strong>O gás mais abundante — de longe — é o CO2, que representa cerca de 96%</strong>, seguido do azoto e do árgon (cada um com cerca de 2%), sendo que a pequena percentagem restante (menos de 1%) é constituída por gases em traços, como o oxigénio molecular, o monóxido de carbono ou o vapor de água. A presença deste último permite a formação de nuvens, constituídas por gelo e formadas, na sua maioria, na parte superior da atmosfera.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-atmosfera-de-marte-y-su-meteorologia-1786343287447.jpg" data-image="jjzepoenbuyr" alt="Atmósferas de Marte y la Tierra" title="Atmósferas de Marte y la Tierra"><figcaption>Comparação da composição química da atmosfera de Marte (à esquerda) e da Terra (à direita). Fonte: ©ESA</figcaption></figure><p>A baixa densidade da atmosfera de Marte (extremamente leve) reduz a capacidade de efeito de estufa do CO2, apesar de este ser o gás mais abundante. A temperatura média global na superfície marciana ronda os -60 ºC, com variações significativas entre o dia e a noite e entre as estações do ano. No verão, durante o dia e na zona equatorial, podem atingir-se valores da ordem dos 20 ºC, enquanto no<strong> inverno, durante a noite e nas regiões polares, as temperaturas aproximam-se, por vezes, dos -150 ºC</strong>. O efeito de estufa marciano contribui com não mais de 5 ºC para a temperatura medida na superfície do planeta vermelho.</p><h2>As tempestades de poeira marcianas</h2><p>Se há uma característica que define a meteorologia marciana, são as tempestades de poeira, cuja propagação é extraordinária, chegando a abranger a maior parte do planeta. <strong>A baixa pressão à superfície (cerca de 7 hPa, em média, contra os 1013 hPa de pressão média ao nível do mar na Terra) favorece a libertação de grandes quantidades de poeira da sua superfície</strong>, que se desloca por longas distâncias, devido aos ventos fortes que aí sopram.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-atmosfera-de-marte-y-su-meteorologia-1786343321013.jpg" data-image="4xdrtl2ojgpf" alt="Diablo de polvo" title="Diablo de polvo"><figcaption>Imagem de um "diabo de poeira" e da sua sombra sinuosa na superfície marciana, captada pela sonda Mars Reconnaissance Orbiter da NASA a 16 de fevereiro de 2012. © NASA/JPL-Caltech/Universidade do Arizona</figcaption></figure><p><strong>A formação de redemoinhos ou "diabos de poeira", com uma morfologia semelhante às tempestades de poeira que se formam na Terra, é frequente na superfície de Marte</strong>. Lá, no planeta vermelho, sopram ventos mais fortes do que na Terra, com rajadas que atingem facilmente os 150 km/h. A densidade da atmosfera marciana é tão baixa que, se estivéssemos lá, na sua superfície, mal sentiríamos o vento. Este manifesta-se principalmente através dos redemoinhos que se formam, por vezes, sobre a sua superfície empoeirada, especialmente na primavera e no verão.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="784923" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/do-campo-ao-espaco-brasil-lidera-projeto-cientifico-para-fazer-vegetais-crescerem-na-lua-e-em-marte.html" title="Do campo ao espaço: Brasil lidera projeto científico para fazer vegetais crescerem na Lua e em Marte ">Do campo ao espaço: Brasil lidera projeto científico para fazer vegetais crescerem na Lua e em Marte </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/do-campo-ao-espaco-brasil-lidera-projeto-cientifico-para-fazer-vegetais-crescerem-na-lua-e-em-marte.html" title="Do campo ao espaço: Brasil lidera projeto científico para fazer vegetais crescerem na Lua e em Marte "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/do-campo-ao-espaco-brasil-lidera-projeto-cientifico-para-fazer-vegetais-crescerem-na-lua-e-em-marte-1787339676131_320.jpg" alt="Do campo ao espaço: Brasil lidera projeto científico para fazer vegetais crescerem na Lua e em Marte "></a></article></aside><p>Voltando às tempestades de poeira, as grandes quantidades de poeira que se encontram permanentemente em suspensão na atmosfera marciana deslocam-se rapidamente, impulsionadas pelos fortes ventos que aí sopram. No inverno, esses ventos são particularmente intensos nas regiões polares, o que dá origem a <strong>trovoadas inicialmente locais que acabam por se transformar em tempestades que se estendem por grande parte do planeta</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-atmosfera-de-marte-y-su-meteorologia-1786343355679.jpg" data-image="0t6k0octtk04" alt="Marte y tormenta de polvo" title="Marte y tormenta de polvo"><figcaption>Imagens de Marte captadas com menos de três meses de diferença por uma das câmaras de campo profundo planetário do telescópio espacial Hubble, no ano de 2001, nas quais se pode observar o resultado de uma grande tempestade de poeira que ocorreu no planeta (à direita). Fonte: © NASA</figcaption></figure><p><strong>Quase toda a superfície de Marte está coberta por um véu opaco </strong>com uma tonalidade entre o amarelado, o alaranjado e o rosado, que impede a observação dos diferentes elementos do relevo marciano (cordilheiras, crateras, vales…) a partir do exterior do planeta, tal como comprovam as imagens das sondas que orbitam o planeta ou as dos telescópios espaciais Hubble (figura em anexo) e James Webb.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/rajadas-de-vento-de-150-km-h-e-tempestades-de-poeira-a-nivel-global-e-assim-que-se-manifesta-o-clima-extremo-de-marte.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Maior macaco das Américas agora tem antepassados conhecidos]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/maior-macaco-das-americas-agora-tem-antepassados-conhecidos.html</link><pubDate>Mon, 24 Aug 2026 10:03:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Fósseis encontrados no Acre revelam parentes de muriquis e outros primatas que viveram na Amazônia há cerca de 11 milhões de anos, ampliando o conhecimento sobre a evolução dos macacos no continente.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/ameacado-maior-macaco-das-americas-agora-tem-antepassados-conhecidos-1787407233197.jpg" data-image="lc4l5n6nrscn" alt="Registro fóssil de primatas na Amazônia ainda é extremamente escasso. Os restos foram encontrados às margens do Alto Rio Juruá e da BR-364, no Acre – Foto: Bart van Dorp/Flickr" title="Registro fóssil de primatas na Amazônia ainda é extremamente escasso. Os restos foram encontrados às margens do Alto Rio Juruá e da BR-364, no Acre – Foto: Bart van Dorp/Flickr"><figcaption>Registro fóssil de primatas na Amazônia ainda é extremamente escasso. Os restos foram encontrados às margens do Alto Rio Juruá e da BR-364, no Acre. Crédito: Bart van Dorp/Flickr</figcaption></figure><p>Pesquisadores identificaram<strong> duas novas espécies de primatas que viveram na Amazônia brasileira há cerca de 11 milhões de anos</strong>. Os fósseis, encontrados no Acre, pertencem à Formação Solimões Superior e incluem quatro dentes e um fragmento do osso do tarso. Apesar de pequenos, os materiais ampliam significativamente o conhecimento sobre a diversidade de primatas que habitavam a região durante o Mioceno.</p><p>As espécies foram batizadas de <em>Parabrachyteles vesperus</em> e <em>Migmacebus juruaensis</em>. A primeira é considerada <strong>próxima dos ancestrais dos muriquis</strong>, atualmente restritos à Mata Atlântica brasileira. Já a segunda apresenta características semelhantes às encontradas em macacos-prego e macacos-de-cheiro, indicando uma história evolutiva mais complexa entre os primatas sul-americanos.</p><p>A identificação foi possível com o <strong>uso de tomografia computadorizada de alta precisão e fotografia óptica dos fósseis</strong>. As características anatômicas também permitiram estimar hábitos alimentares. Com cerca de seis quilos, <em>Parabrachyteles vesperus</em> provavelmente consumia alimentos fibrosos, principalmente folhas. <em>Migmacebus juruaensis</em>, menor, com menos de um quilo, teria uma dieta baseada em frutas e alimentos mais duros.</p><h2>Um passado amazônico para os muriquis</h2><p>Segundo Laurent Marivaux, pesquisador da Universidade de Montpellier, na França, a descoberta de um parente próximo dos muriquis no Acre <strong>modifica a compreensão sobre a distribuição histórica desse grupo.</strong> Até agora, não havia registros fósseis conhecidos dos ancestrais dos muriquis modernos.</p><div class="texto-destacado">“Os ancestrais já tiveram uma distribuição muito mais ampla do que se reconhecia anteriormente”, afirma Marivaux, primeiro autor do estudo publicado no Journal of Mammalian Evolution. A presença de Parabrachyteles na Amazônia Ocidental sugere que <strong>a </strong>linhagem que deu origem aos maiores macacos das Américas ocupava áreas diferentes das atuais.</div><p>A descoberta também amplia o conhecimento sobre os chamados <strong>platirrinos</strong>, grupo que reúne os macacos do Novo Mundo. Para Annie Hsiou, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, <em>Migmacebus juruaensis</em> <strong>combina características de macacos-prego e macacos-de-cheiro</strong>, revelando que a diversificação desses animais foi mais complexa do que indicavam os fósseis conhecidos até então.</p><h2>Fósseis raros em meio à floresta</h2><p>Os materiais foram encontrados durante <strong>expedições realizadas ao longo dos últimos 15 anos</strong> por pesquisadores brasileiros e estrangeiros. O trabalho envolve instituições como o Museu de Ciências Naturais do Rio Grande do Sul, a Universidade Federal do Acre, a Universidade de Toulouse, na França, e instituições argentinas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ameacado-maior-macaco-das-americas-agora-tem-antepassados-conhecidos-1787407357183.jpg" data-image="fa7qbl61e9po" alt="Mapa dos sítios paleontológicos no Estado do Acre, noroeste do Brasil. Os fósseis foram encontrados em quatro localidades associadas à Formação Solimões Superior: Três ficam às margens do Alto Rio Juruá (PRJ 09, PRJ 25 e PRJ 26), no município de Marechal Thaumaturgo, e uma (AC 65, Morro do Careca) está às margens da BR-364, entre Tarauacá e Feijó – Mapa: retirado do artigo" title="Mapa dos sítios paleontológicos no Estado do Acre, noroeste do Brasil. Os fósseis foram encontrados em quatro localidades associadas à Formação Solimões Superior: Três ficam às margens do Alto Rio Juruá (PRJ 09, PRJ 25 e PRJ 26), no município de Marechal Thaumaturgo, e uma (AC 65, Morro do Careca) está às margens da BR-364, entre Tarauacá e Feijó – Mapa: retirado do artigo"><figcaption>Mapa dos sítios paleontológicos no Estado do Acre, noroeste do Brasil. Os fósseis foram encontrados em quatro localidades associadas à Formação Solimões Superior. Crédito: mapa retirado do artigo</figcaption></figure><p>Grande parte dos fósseis foi localizada por meio do <strong>screenwashing</strong>, técnica que consiste em peneirar sedimentos coletados em barrancas de rios. O material mais grosseiro é analisado ainda em campo, enquanto os sedimentos mais finos seguem para laboratórios, onde são examinados com estereomicroscópios. Foi nesse processo que surgiram os dentes de primatas descritos no estudo.</p><p>A escassez de fósseis na Amazônia está relacionada às próprias características do ambiente. A vegetação densa dificulta o acesso aos afloramentos e <strong>a preservação de restos antigos é prejudicada pelas condições tropicais </strong>e pela dinâmica dos rios. Em regiões mais abertas, como a Patagônia, a exposição dos sedimentos favorece a descoberta de materiais muito mais numerosos e completos.</p><h2>Uma história ainda por descobrir</h2><p>Os fósseis foram encontrados em quatro localidades do Acre. Três ficam às margens do<strong> Alto Rio Juruá</strong>, no município de Marechal Thaumaturgo, enquanto outra está localizada às margens da BR-364, entre Tarauacá e Feijó. Muitos desses pontos só ficam acessíveis durante a estação seca, quando o nível dos rios diminui e as barrancas ficam expostas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="783726" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/peixe-simbolico-da-amazonia-tambaqui-entra-em-lista-de-especies-ameacadas-de-extincao.html" title="Peixe simbólico da Amazônia, tambaqui entra em lista de espécies ameaçadas de extinção">Peixe simbólico da Amazônia, tambaqui entra em lista de espécies ameaçadas de extinção</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/peixe-simbolico-da-amazonia-tambaqui-entra-em-lista-de-especies-ameacadas-de-extincao.html" title="Peixe simbólico da Amazônia, tambaqui entra em lista de espécies ameaçadas de extinção"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/peixe-simbolico-da-amazonia-tambaqui-entra-em-lista-de-especies-ameacadas-de-extincao-1786735427983_320.jpg" alt="Peixe simbólico da Amazônia, tambaqui entra em lista de espécies ameaçadas de extinção"></a></article></aside><p>Para Annie Hsiou, as condições de campo tornam a pesquisa um desafio. A floresta encobre os afloramentos fossilíferos, enquanto o calor e as temperaturas extremas dificultam as expedições. Essas barreiras ajudam a explicar <strong>por que o registro de primatas do passado amazônico ainda é tão limitado.</strong></p><p>Apesar das dificuldades, os pesquisadores acreditam que novas expedições poderão <strong>revelar outras espécies e preencher lacunas sobre a evolução dos macacos na América do Sul</strong>. Para Marivaux, cada fóssil representa uma peça de um quebra-cabeça maior, ajudando a responder como os diferentes grupos surgiram, se dispersaram pelo continente e reagiram às mudanças ambientais ao longo de milhões de anos.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Jornal%20da%20USP" data-year="2026" data-title="Amea%C3%A7ado%2C%20maior%20macaco%20das%20Am%C3%A9ricas%20agora%20tem%20antepassados%20conhecidos" data-url="https%3A%2F%2Fjornal.usp.br%2Fciencias%2Ffosseis-na-amazonia-ameacado-maior-macaco-das-americas-agora-tem-antepassados-conhecidos%2F">Jornal da USP. (2026). <a href="https://jornal.usp.br/ciencias/fosseis-na-amazonia-ameacado-maior-macaco-das-americas-agora-tem-antepassados-conhecidos/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Ameaçado, maior macaco das Américas agora tem antepassados conhecidos</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/maior-macaco-das-americas-agora-tem-antepassados-conhecidos.html</guid><dc:creator><![CDATA[João Cunha]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Modelos revelam que planetas como a Terra podem ser mais comuns do que se pensava]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/modelos-revelam-que-planetas-como-a-terra-podem-ser-mais-comuns-do-que-se-pensava.html</link><pubDate>Mon, 24 Aug 2026 08:21:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Novas simulações investigam como o Sistema Solar poderia ter se formado sem assumir sua arquitetura atual. Os modelos partem de condições iniciais aleatórias, permitindo que as leis da física determinem naturalmente a evolução dos sistemas planetários.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/modelos-revelam-que-planetas-como-a-terra-podem-ser-mais-comuns-do-que-se-pensava-1787519730056.png" data-image="f0a2kpw8gtqu" alt="A Terra pode não ser tão rara quanto imaginávamos. Novas simulações indicam que planetas semelhantes ao nosso podem surgir naturalmente com frequência durante a formação planetária. Crédito: NASA" title="A Terra pode não ser tão rara quanto imaginávamos. Novas simulações indicam que planetas semelhantes ao nosso podem surgir naturalmente com frequência durante a formação planetária. Crédito: NASA"><figcaption>A Terra pode não ser tão rara quanto imaginávamos. Novas simulações indicam que planetas semelhantes ao nosso podem surgir naturalmente com frequência durante a formação planetária. Crédito: NASA</figcaption></figure><p><strong>Durante muito tempo, o Sistema Solar foi considerado uma configuração rara entre os sistemas planetários. </strong>A presença de um planeta com características semelhantes às da Terra era vista como resultado de uma combinação pouco provável de condições durante a formação planetária. </p><p><strong>Parte dessa conclusão pode estar relacionada à forma como muitos modelos anteriores foram construídos. </strong>Ao usar a configuração atual do Sistema Solar como referência, as simulações acabam incorporando informações sobre o resultado. Isso pode introduzir um viés na distribuição dos possíveis resultados.</p><p>O novo estudo adota uma abordagem diferente, usando condições iniciais aleatórias e deixando que apenas as leis da Física determinem a evolução dos sistemas simulados. <strong>Os resultados indicam que planetas com características semelhantes às da Terra podem não ser tão raros.</strong></p><h2>Formação planetária</h2><p>A formação planetária ocorre a partir do material remanescente do processo de formação de uma estrela, concentrado em um disco protoplanetário de gás e poeira.<strong> Pequenas partículas sólidas colidem e se agregam, formando planetesimais que crescem por acreção até produzir corpos cada vez maiores. </strong></p><div class="texto-destacado">A dinâmica gravitacional desses objetos determina quais deles conseguem acumular massa suficiente para se tornarem planetas.</div><p><strong>Esse processo envolve simultaneamente gravidade, colisões, dinâmica orbital e interações com o gás do disco. </strong>Planetas gigantes podem formar envelopes gasosos quando seus núcleos acumulam massa suficiente, enquanto planetas rochosos permanecem predominantemente compostos por silicatos e metais.</p><h2>Por que a Terra é considerada rara?</h2><p><strong>A Terra foi considerada rara porque sua formação parece exigir uma combinação específica de condições dinâmicas e físicas. </strong>Um planeta rochoso com massa suficiente para manter uma atmosfera e água líquida, localizado na região adequada da zona habitável, depende da distribuição de material.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/modelos-revelam-que-planetas-como-a-terra-podem-ser-mais-comuns-do-que-se-pensava-1787519889671.png" data-image="9e3cssx9fqp5" alt="Modelos antigos podem ter introduzido viés fazendo com que uma configuração como a nossa parecesse mais improvável do que realmente é. Crédito: NASA" title="Modelos antigos podem ter introduzido viés fazendo com que uma configuração como a nossa parecesse mais improvável do que realmente é. Crédito: NASA"><figcaption>Modelos antigos podem ter introduzido viés fazendo com que uma configuração como a nossa parecesse mais improvável do que realmente é. Crédito: NASA</figcaption></figure><p><strong>Essa percepção também foi reforçada pelos primeiros modelos de formação planetária, que partiam da arquitetura conhecida do Sistema Solar. </strong>Como o modelo precisava reproduzir características como as órbitas, massas e posições dos planetas, as configurações podiam parecer artificialmente menos prováveis.</p><h2>E se a Terra não é rara?</h2><p>Novas simulações indicam que a formação da Terra pode ser um resultado natural da evolução de um sistema planetário. <strong>Os pesquisadores realizaram mais de 1.000 simulações usando diferentes distribuições iniciais.</strong> Os modelos mostram que um planeta com massa semelhante à da Terra pode surgir naturalmente.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781879" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/um-asteroide-de-10-km-transformou-a-terra-em-um-forno-duas-horas-antes-do-grande-inverno-glacial.html" title="Um asteroide de 10 km transformou a Terra em um forno duas horas antes do grande inverno glacial">Um asteroide de 10 km transformou a Terra em um forno duas horas antes do grande inverno glacial</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/um-asteroide-de-10-km-transformou-a-terra-em-um-forno-duas-horas-antes-do-grande-inverno-glacial.html" title="Um asteroide de 10 km transformou a Terra em um forno duas horas antes do grande inverno glacial"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/lo-mas-parecido-al-infierno-el-asteroide-que-mato-a-los-dinosaurios-no-los-congelo-pero-si-aso-la-tierra-en-2-horas-1785323774030_320.jpg" alt="Um asteroide de 10 km transformou a Terra em um forno duas horas antes do grande inverno glacial"></a></article></aside><p><strong>A abordagem parte de uma distribuição considerada mais realista para a formação de planetas.</strong> As simulações também produziram corpos em regiões próximas às órbitas atuais de Vênus e Marte, mostrando que características semelhantes às do Sistema Solar podem emergir espontaneamente. </p><h2>Vida em outros lugares</h2><p>A origem da vida na Terra ainda é um dos grandes problemas em aberto da ciência, e não sabemos exatamente quais processos levaram ao surgimento dos primeiros organismos. <strong>Depois disso, a evolução biológica permitiu que a vida se adaptasse às mudanças ambientais do planeta. </strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/modelos-revelam-que-planetas-como-a-terra-podem-ser-mais-comuns-do-que-se-pensava-1787519864019.png" data-image="3g6lgg20gia3" alt="Se planetas semelhantes à Terra não forem raros no Universo, surge uma questão ainda maior: será que a vida também é mais comum do que imaginamos? Crédito: NASA" title="Se planetas semelhantes à Terra não forem raros no Universo, surge uma questão ainda maior: será que a vida também é mais comum do que imaginamos? Crédito: NASA"><figcaption>Se planetas semelhantes à Terra não forem raros no Universo, surge uma questão ainda maior: será que a vida também é mais comum do que imaginamos? Crédito: NASA</figcaption></figure><p><strong>A descoberta de numerosos planetas com dimensões próximas às da Terra em zonas habitáveis de estrelas semelhantes ao Sol torna plausível investigar</strong> se condições favoráveis à vida também são comuns. Isso, porém, não significa que a existência de vida nesses mundos esteja provada.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Dorminey" data-year="2026" data-title="New%20Solar%20System%20Models%20Show%20Earth%20Is%20No%20Fluke" data-url="https%3A%2F%2Fwww.universetoday.com%2Farticles%2Fnew-solar-system-models-show-earth-is-no-fluke">Dorminey. (2026). <a href="https://www.universetoday.com/articles/new-solar-system-models-show-earth-is-no-fluke" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">New Solar System Models Show Earth Is No Fluke</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/modelos-revelam-que-planetas-como-a-terra-podem-ser-mais-comuns-do-que-se-pensava.html</guid><dc:creator><![CDATA[Roberta Duarte]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria muda o tempo no Sul e chuvas retornam ao Sudeste e Centro-Oeste; veja a previsão]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-muda-o-tempo-no-sul-e-chuvas-retornam-ao-sudeste-e-centro-oeste-veja-a-previsao.html</link><pubDate>Sun, 23 Aug 2026 22:36:43 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma nova frente fria traz mudança do tempo na Região Sul nesta semana, com risco de chuvas intensas e de tempestades. No Sudeste e Centro-Oeste, há o aumento da chance de chuva e de pancadas de forte intensidade.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-muda-o-tempo-no-sul-e-chuvas-retornam-ao-sudeste-e-centro-oeste-veja-a-previsao-1787524238140.jpg" data-image="upkhosixuu7n" alt="alerta de mudança do tempo" title="alerta de mudança do tempo"><figcaption>Uma nova frente fria traz mudança do tempo na Região Sul nesta semana. No Sudeste e Centro-Oeste, há o aumento da chance de chuva e de pancadas.</figcaption></figure><p>Um mudança do tempo vai atingir o Centro-Sul do Brasil nesta semana através da chegada de<strong> uma nova frente fria na Região Sul </strong>e de uma região mais instável sobre as regiões Centro-Oeste e Sudeste que<strong> aumenta o potencial de chuva sobre São Paulo, o Rio de Janeiro, o Espírito Santo e o Mato Grosso do Sul</strong>, com reflexos também em parte da Região Sul, como nos estados do Paraná e de Santa Catarina.</p><h2>Chuvas aumentam e risco de temporais retorna ao Centro-Sul</h2><p>As chuvas já ocorrem no Centro-Sul, mas com fraca intensidade e nas áreas do leste do Sudeste, <strong>devido à circulação promovida pela massa de ar polar</strong>. No entanto, nesta semana, uma região mais instável, uma região de cavado se forma entre as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, <strong>aumentando o potencial de chuvas</strong>.</p><p>Assim, <strong>na quarta-feira (26)</strong>, a região de cavado se forma e já contribui para chuvas na madrugada.<strong> Há previsão de chuva pontual de até moderada intensidade</strong> no sudeste, centro e norte do Paraná, no oeste de São Paulo e no oeste do Mato Grosso do Sul.</p><p><strong>No período da manhã, pancadas mais intensas podem ocorrer, mas não risco de transtornos</strong>, no oeste de Santa Catarina, no oeste, sul e leste do Paraná, no sul e oeste de São Paulo e no centro-norte e noroeste do Mato Grosso do Sul.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-muda-o-tempo-no-sul-e-chuvas-retornam-ao-sudeste-e-centro-oeste-veja-a-previsao-1787523438055.jpg" data-image="qwbea6hakbbq" alt="chuva" title="chuva"><figcaption>Previsão de chuva e pressão para a tarde da quarta-feira, 26 de agosto.</figcaption></figure><p><strong>No período da tarde</strong>, as instabilidades ganham força sobre o Mato Grosso do Sul, oeste e sul de São Paulo e sobre os estados do Paraná e de Santa Catarina,<strong> com chuvas muito pontuais e de curta duração</strong>. Já no sul de Minas Gerais, nordeste de São Paulo, Rio de Janeiro e sul do Espírito Santo, há previsão de pancadas de chuva de até forte intensidade. Essa condição se mantém no período da noite, <strong>mas ainda com possibilidade de chuvas pontuais</strong> sobre o Mato Grosso do Sul, sul do Paraná e meio-oeste de Santa Catarina.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p><strong>Na quinta-feira (27)</strong>, há dois sistemas de chuva atuando no Centro-Sul do Brasil: a região de cavado mais sobre o Sudeste e uma frente fria na Região Sul.</p><p>No Sudeste, <strong>as chuvas ocorrem com fraca intensidade no período da manhã</strong> no centro-sul de Minas Gerais, no Triângulo Mineiro, no nordeste de São Paulo, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo. Já à tarde, <strong>há potencial de temporais localizados</strong> na porção central sul e sudeste de Minas Gerais.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-muda-o-tempo-no-sul-e-chuvas-retornam-ao-sudeste-e-centro-oeste-veja-a-previsao-1787523532041.jpg" data-image="kwk5a18k9s46" alt="frente fria" title="frente fria"><figcaption>Previsão de chuva e pressão para a tarde da quinta-feira, 27 de agosto. Região de cavado sobre o Sudeste e frente fria no Sul em destaque.</figcaption></figure><p><strong>Quanto à frente fria</strong>, o sistema chega ao Sul do Brasil no período da manhã e já deixa em alerta para o <strong>risco de temporais e chuvas intensas </strong>na região da Campanha e no Sul do Rio Grande do Sul. No fim do período, os alertas se estendem à região Central, ao sudeste do estado e à região metropolitana de Porto Alegre.</p><p><strong>A partir da tarde, o risco de chuvas intensas e de temporais pontuais continua</strong> para a Campanha, porção sul do estado, região Central, sul da região Norte, região metropolitana de Porto Alegre e Serra. <strong>Alerta para os riscos e tempo severo durante a noite.</strong></p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="785136" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-de-inverno-persiste-no-centro-sul-na-reta-final-da-estacao-quando-volta-a-esquentar.html" title="Frio de inverno persiste no Centro-Sul na reta final da estação; saiba quando volta a esquentar">Frio de inverno persiste no Centro-Sul na reta final da estação; saiba quando volta a esquentar</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-de-inverno-persiste-no-centro-sul-na-reta-final-da-estacao-quando-volta-a-esquentar.html" title="Frio de inverno persiste no Centro-Sul na reta final da estação; saiba quando volta a esquentar"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/frio-de-inverno-persiste-no-centro-sul-na-reta-final-da-estacao-quando-volta-a-esquentar-1787501218946_320.jpg" alt="Frio de inverno persiste no Centro-Sul na reta final da estação; saiba quando volta a esquentar"></a></article></aside><p><strong>Na sexta-feira (28)</strong>, não há mais sistema de chuva sobre o Centro-Oeste e Sudeste do Brasil. <strong>A frente fria é o único sistema que traz risco e mudança do tempo</strong>. Na madrugada e manhã, as instabilidades associadas ao sistema frontal deixam em <strong>alerta para chuvas intensas e de temporais</strong> todo o Rio Grande do Sul e o extremo sul de Santa Catarina.</p><p><strong>No período da tarde e noite</strong>, às instabilidade perdem abrangência, mas ainda podem provocar <strong>pancadas de chuva forte</strong> na metade norte do Rio Grande do Sul e no sul de Santa Catarina.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-muda-o-tempo-no-sul-e-chuvas-retornam-ao-sudeste-e-centro-oeste-veja-a-previsao-1787523740666.jpg" data-image="7kqgc95a9vpk" alt="frente fria" title="frente fria"><figcaption>Previsão de chuva para a segunda-feira, 31 de agosto. Frente fria consegue avançar e mudar o tempo na porção norte da Região Sul e nos estados do MS e de SP.</figcaption></figure><p><strong>A tendência aponta que a frente fria ganha reforço ao longo do fim de semana</strong>, aumentando o <strong>risco de chuvas intensas e de temporais severos</strong> entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, <strong>avançando e mudando o tempo </strong>nas demais regiões catarinenses e no Paraná, chegando ao Mato Grosso do Sul e São Paulo no último dia do mês de agosto. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-muda-o-tempo-no-sul-e-chuvas-retornam-ao-sudeste-e-centro-oeste-veja-a-previsao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Servidores de IA subaquáticos: a indústria tecnológica olha para o oceano como alternativa para o resfriamento]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/servidores-de-ia-subaquaticos-a-industria-tecnologica-olha-para-o-oceano-como-alternativa-para-o-resfriamento.html</link><pubDate>Sun, 23 Aug 2026 21:00:19 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>A revolução da IA exige poder computacional insaciável. Diante da sobrecarga crítica dos centros de dados terrestres, as empresas estão explorando as profundezas do oceano como o refrigerante natural definitivo para o futuro.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/servidores-de-la-ia-bajo-el-mar-la-industria-tecnologica-mira-al-oceano-como-alternativa-para-enfriar-supercomputadoras-1787304117129.jpg" data-image="97h6fj9m6wrm" alt="resfriamento de supercomputadores" title="resfriamento de supercomputadores"><figcaption>Servidores de IA subaquáticos: a indústria tecnológica olha para o oceano como alternativa para o resfriamento de supercomputadores.</figcaption></figure><p>A revolução da <strong>Inteligência Artificial (IA) desencadeou uma corrida tecnológica sem precedentes</strong>, onde o poder de processamento se tornou o recurso mais valioso. No entanto, esse poder computacional tem um custo energético oculto: o calor massivo gerado pelos supercomputadores.</p><p>À medida que as infraestruturas atuais atingem os limites da sua eficiência térmica,<strong> a indústria tecnológica começou a voltar-se para o oceano, explorando a sua capacidade como um gigantesco dissipador de calor natural</strong> para arrefecer estas máquinas complexas.</p><div class="texto-destacado">Basicamente, consiste em submergir centros de dados em ambientes subaquáticos, eliminando a necessidade de sistemas de ar condicionado que consomem muita energia.</div><p>Aproveitando as temperaturas estáveis e frias das profundezas oceânicas, os <strong>servidores poderiam operar com mais eficiência, eliminando a necessidade dos sistemas de ar condicionado de alto consumo energético </strong>utilizados pelos centros de dados terrestres.</p><div class="texto-destacado">Esta proposta busca transformar o problema das mudanças climáticas, tornando o oceano um aliado estratégico para sustentar o crescimento da IA. No entanto, essa ideia apresenta um equilíbrio complexo entre vantagens e desvantagens.</div><p>Embora o resfriamento passivo ofereça uma redução drástica no consumo de energia e permita uma escalabilidade mais rápida, os riscos ambientais são significativos. <strong>O gerenciamento das "plumas térmicas" ou do ruído acústico gerado por servidores subaquáticos levanta preocupações sobre a integridade dos ecossistemas locais</strong>, forçando a indústria a equilibrar a ambição técnica com a sustentabilidade ambiental.</p><h2>O desafio térmico da IA</h2><p>O crescimento exponencial dos modelos de linguagem e dos sistemas de IA levou a uma demanda sem precedentes por energia. Cada consulta processada e cada rede neural treinada gera uma quantidade significativa de calor residual que os sistemas de ventilação convencionais têm dificuldade em dissipar. <strong>Esse superaquecimento não só degrada o desempenho do hardware, como também eleva os custos operacionais a níveis insustentáveis</strong> para grandes empresas de tecnologia.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/servidores-de-la-ia-bajo-el-mar-la-industria-tecnologica-mira-al-oceano-como-alternativa-para-enfriar-supercomputadoras-1787305073307.jpeg" data-image="pcj0izhowi0u" alt="ia" title="ia"><figcaption>A inteligência artificial criou uma demanda sem precedentes por energia. Cada consulta processada e cada rede neural treinada gera uma certa quantidade de calor residual.</figcaption></figure><p>Os centros de <strong>dados terrestres dependem de infraestruturas complexas</strong>, como torres de resfriamento que consomem <strong>milhões de litros de água doce e grandes quantidades de eletricidade</strong>. Essa dependência representa uma vulnerabilidade crítica às mudanças climáticas e à escassez de água.</p><div class="texto-destacado"><strong>O setor reconhece que a arquitetura de refrigeração atual para esses servidores com inteligência artificial é ineficiente e busca desesperadamente alternativas que desvinculem o desempenho computacional do consumo intensivo de recursos naturais.</strong></div><p>O resfriamento líquido surgiu como uma solução, mas sua implementação em terra é complexa e dispendiosa. Portanto, a ideia de transferir essa arquitetura para o ambiente marinho permite aproveitar a inércia térmica do oceano. Ao submergir os servidores em contêineres selados e estanques,<strong> cria-se uma transferência de calor direta com a água circundante</strong>, o que promete eficiência energética superior e uma redução drástica nos recursos necessários para manter o hardware em funcionamento por anos.</p><h2>A viabilidade técnica da imersão</h2><p>A viabilidade dessa tecnologia não é puramente teórica; projetos como o <em>Project Natick da Microsoft</em> <strong>demonstraram o funcionamento bem-sucedido de data centers submersos</strong>. Esses protótipos validaram a ideia de que os servidores, isolados do ar e da umidade, sofrem menos corrosão e apresentam menores taxas de falha do que os sistemas terrestres. A imersão em uma atmosfera controlada de nitrogênio elimina o oxigênio, o principal fator na oxidação do hardware.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/servidores-de-la-ia-bajo-el-mar-la-industria-tecnologica-mira-al-oceano-como-alternativa-para-enfriar-supercomputadoras-1787304278367.jpg" data-image="05gp20g2xxk3" alt="servidores de IA subaquáticos" title="servidores de IA subaquáticos"><figcaption>Embora tenham demonstrado a viabilidade de operar data centers submersos com sucesso, no momento essa não parece ser a solução ideal para o problema de resfriamento de servidores de IA. (Imagem esquemática criada com IA.)</figcaption></figure><p>Além disso, a localização subaquática oferece vantagens logísticas estratégicas. Grande parte da população mundial reside perto do litoral, <strong>permitindo a instalação de data centers próximos a grandes centros urbano</strong><strong>s</strong>, reduzindo a latência da rede e otimizando a entrega de serviços digitais. Essa proximidade geográfica é uma importante vantagem competitiva para provedores de serviços em nuvem que buscam aprimorar a experiência do usuário final.</p><p>Apesar dessas vantagens, a logística de manutenção representa um grande desafio operacional. Ao contrário de um data center terrestre, onde os técnicos podem acessar fisicamente o hardware em minutos,<strong> um data center submerso exige operações marítimas complexas e dispendiosas para reparos ou atualizações</strong>. Essa rigidez operacional é uma das principais barreiras à sua ampla adoção, forçando o desenvolvimento de componentes extremamente confiáveis que não necessitem de intervenção por anos.</p><h2>Impacto ambiental e coexistência marinha</h2><p>A introdução de infraestrutura industrial de grande porte no oceano não está isenta de consequências ecológicas. A principal, e mais óbvia, preocupação reside na dissipação de calor. Quando os servidores liberam grandes volumes de energia térmica,<strong> criam uma "pluma de calor" que altera a temperatura da água local</strong>. Esse aumento térmico, embora possa parecer insignificante em escala global, pode impactar severamente a biodiversidade local, afetando os padrões de migração e a saúde dos recifes próximos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/servidores-de-la-ia-bajo-el-mar-la-industria-tecnologica-mira-al-oceano-como-alternativa-para-enfriar-supercomputadoras-1787304829313.jpeg" data-image="8106r1c4144u" alt="A soberania dos mares e o direito marítimo internacional complicam bastante a obtenção de autorizações para submergir torres de servidores de IA." title="A soberania dos mares e o direito marítimo internacional complicam bastante a obtenção de autorizações para submergir torres de servidores de IA."><figcaption>A soberania dos mares e o direito marítimo internacional complicam bastante a obtenção de autorizações para submergir torres de servidores de IA.</figcaption></figure><p>Outro fator crítico é a poluição sonora. Os servidores e seus sistemas de bombeamento e<strong>mitem vibrações constantes que podem interferir na comunicação e navegação da vida marinha</strong>, especialmente cetáceos e outras espécies sensíveis. A indústria deve investigar minuciosamente os níveis de decibéis toleráveis para o ecossistema antes de prosseguir com implantações em larga escala, integrando tecnologias de isolamento acústico ao projeto dos contêineres subaquáticos.</p><div class="texto-destacado">A integração harmoniosa da tecnologia subaquática com a vida marinha exige monitoramento constante e um projeto com foco ambiental, onde a prevenção de danos tem prioridade sobre a eficiência operacional.</div><p>Por fim, existe o risco inerente de falha na vedação. Mesmo com um projeto de contêiner robusto, a possibilidade de vazamentos de refrigerantes químicos ou a liberação de metais pesados em caso de mau funcionamento acidental<strong> exige o estabelecimento de protocolos de segurança rigorosos</strong>.</p><h2>Regulamentação e futuro da infraestrutura submarina</h2><p><strong>O atual quadro regulatório é insuficiente para gerir a implantação de centros de dados subaquáticos</strong>. A soberania dos mares e o direito marítimo internacional dificultam bastante a obtenção de licenças.</p><div class="texto-destacado"><strong>As empresas enfrentam um labirinto burocrático para garantir que suas instalações estejam em conformidade com as rigorosas normas ambientais.</strong></div><p>O futuro deste setor dependerá em grande parte da sua capacidade de demonstrar a sustentabilidade das suas operações aos órgãos reguladores e à sociedade civil. <strong>A transparência será fundamental para evitar reações negativas</strong>. Se o setor conseguir comprovar que o seu impacto ambiental é neutro ou positivo (por exemplo, combinando as suas operações com parques eólicos offshore para fornecer energia limpa diretamente), <strong>a aceitação pública será muito mais fácil de alcançar</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779429" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/inteligencia-artificial-da-salto-historico-e-se-aproxima-de-resolver-o-misterio-dos-neutrinos.html" title="Inteligência Artificial dá salto histórico e se aproxima de resolver o mistério dos neutrinos">Inteligência Artificial dá salto histórico e se aproxima de resolver o mistério dos neutrinos</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/astronomia/inteligencia-artificial-da-salto-historico-e-se-aproxima-de-resolver-o-misterio-dos-neutrinos.html" title="Inteligência Artificial dá salto histórico e se aproxima de resolver o mistério dos neutrinos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/misterio-dos-neutrinos-pode-estar-mais-perto-da-solucao-gracas-a-inteligencia-artificial-1784480219895_320.png" alt="Inteligência Artificial dá salto histórico e se aproxima de resolver o mistério dos neutrinos"></a></article></aside><p>Em suma, a ideia de servidores subaquáticos parece mais uma solução de ficção científica;<strong> é uma resposta pragmática e necessária às limitações físicas da computação moderna</strong>, mas, por enquanto, está longe de ser a solução ideal.</p><p>A indústria está numa fase exploratória onde a engenharia de materiais e o cuidado ambiental devem estar em estreita harmonia. <strong>A viabilidade a longo prazo dependerá da capacidade de resfriar a IA sem literalmente aquecer a Terra</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/servidores-de-ia-subaquaticos-a-industria-tecnologica-olha-para-o-oceano-como-alternativa-para-o-resfriamento.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A sua planta jiboia pode duplicar o tamanho das suas folhas: o segredo é treiná-la para que cresça ]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/a-sua-planta-potos-pode-duplicar-o-tamanho-das-suas-folhas-o-segredo-e-treina-la-para-que-cresca-a-trepar.html</link><pubDate>Sun, 23 Aug 2026 19:22:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>A forma como conduz os caules pode transformar completamente a aparência desta planta de interior. Com o apoio adequado e cuidados básicos, o seu crescimento tornar-se-á mais fácil e atrativo.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/tu-poto-puede-duplicar-el-tamano-de-sus-hojas-la-clave-esta-en-hacerlo-trepar-en-lugar-de-dejarlo-colgar-1786062722280.png" data-image="2b1sbu3v7x7e" alt="A jiboia, assim como os filodendros, antúrios e monsteras, pertence à família Araceae." title="A jiboia, assim como os filodendros, antúrios e monsteras, pertence à família Araceae."><figcaption>A jiboia, assim como os filodendros, antúrios e monsteras, pertence à família Araceae.</figcaption></figure><p>A jiboia (<em>Epipremnum aureum</em>) é<strong> uma das plantas de interior mais populares entre os amantes de plantas</strong>, mas também é uma espécie que geralmente cultivamos de forma diferente da forma como cresce na natureza. </p><div class="texto-destacado">Embora estejamos habituados a vê-la a pender de prateleiras e vasos suspensos, na verdade é uma planta trepadora capaz de desenvolver folhas muito maiores do que imaginamos.</div><p><strong>Esta planta permanece numa fase de crescimento onde os seus caules pendem livremente</strong>. Nesta fase, produz gavinhas longas, caules finos e folhas pequenas enquanto procura uma superfície à qual se agarrar. Isto não significa que ela esteja doente ou que haja algo incomum; é simplesmente uma<strong> resposta natural à falta de apoio</strong>.</p><p>Nas florestas tropicais do Sudeste Asiático, de onde esta espécie é originária, as suas raízes aéreas fixam-se aos troncos das árvores e às superfícies úmidas. À medida que o caule cresce para cima e encontra melhores condições de luminosidade, <strong>as novas folhas aumentam de tamanho e a planta desenvolve uma estrutura mais robusta</strong>.</p><p>Esta mudança não ocorre porque a planta "prefere" manter-se direita, mas sim porque<strong> trepar faz parte da sua estratégia natural de crescimento</strong>. O contacto dos nós com uma superfície e o crescimento em direção a zonas mais iluminadas permitem-lhe investir mais energia em cada folha. É por isso que ela pode ter um aspecto muito diferente na vertical.</p><p>A boa notícia é que <strong>não precisa de transformar a sua casa numa selva para obter este resultado</strong>. Um suporte de musgo instalado corretamente pode imitar o tronco úmido de uma árvore e dar às raízes um local para se fixarem. E com luz suficiente e bons cuidados, as novas folhas podem duplicar de tamanho e transformar completamente a sua aparência.</p><h2>Porque é que a escalada altera o crescimento da jiboia</h2><p>Quando esta planta cresce sem suporte, continua a produzir caules em busca de algo a que se agarrar. Em ambientes interiores, isto resulta em folhas de 5 a 10 centímetros, entrenós bem espaçados e pequenas raízes aéreas. <strong>Embora deixá-la pendurada não a prejudique, isso limita a sua transição para uma forma mais madura</strong>, especialmente se a iluminação for limitada.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tu-poto-puede-duplicar-el-tamano-de-sus-hojas-la-clave-esta-en-hacerlo-trepar-en-lugar-de-dejarlo-colgar-1786062818709.png" data-image="8963tjibrn2o" alt="As raízes aéreas da jiboia podem ser fixadas ao suporte, aproveitando a humidade para formar caules mais firmes e folhas novas maiores." title="As raízes aéreas da jiboia podem ser fixadas ao suporte, aproveitando a humidade para formar caules mais firmes e folhas novas maiores."><figcaption>As raízes aéreas da jiboia podem ser fixadas ao suporte, aproveitando a umidade para formar caules mais firmes e folhas novas maiores.</figcaption></figure><p>É importante esclarecer que <strong>as folhas mais velhas não duplicarão de tamanho depois de colocar o suporte</strong>. A mudança será visível nas folhas que surgirem posteriormente. Em boas condições, as novas folhas podem duplicar ou até triplicar de tamanho, mas não há garantia de que isso ocorra. </p><div class="texto-destacado">Cada variedade reage de forma diferente, e uma planta com pouca luz continuará a produzir folhas pequenas, mesmo com o melhor suporte.</div><p>Um suporte de musgo é um cilindro cheio e coberto de musgo, geralmente esfagno, um material altamente absorvente. A sua <strong>principal vantagem é reter a umidade em redor das raízes aéreas</strong>, permitindo que estas se fixem e, em alguns casos, penetrem no suporte. Isto cria um microambiente semelhante ao dos troncos úmidos onde esta espécie cresce naturalmente.</p><p>Também <strong>podem ser utilizados suportes de fibra de coco, tábuas de madeira, casca de árvore ou treliças</strong>. Todos estes materiais ajudam a guiar os caules, mas o musgo úmido facilita um contacto mais próximo com as raízes. No entanto, não deve ser mantido constantemente úmido, pois o excesso de água, a má ventilação e um substrato saturado podem promover o apodrecimento ou odores desagradáveis.</p><h3>Como instalar o tutor e obter melhores resultados</h3><p>Para começar, <strong>escolha uma estaca resistente que se estenda 40 a 60 centímetros acima do substrato</strong>. O ideal é instalá-la durante a replantação para garantir que chega ao fundo sem danificar muitas raízes. De seguida, <strong>humedeça o musgo uniformemente</strong> e verifique se a estaca está bem presa. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tu-poto-puede-duplicar-el-tamano-de-sus-hojas-la-clave-esta-en-hacerlo-trepar-en-lugar-de-dejarlo-colgar-1786062833358.png" data-image="ei8q53u21rjv" alt="O musgo Sphagnum é capaz de reter várias vezes o seu peso em água, criando um ambiente húmido semelhante ao dos troncos tropicais." title="O musgo Sphagnum é capaz de reter várias vezes o seu peso em água, criando um ambiente húmido semelhante ao dos troncos tropicais."><figcaption>O musgo Sphagnum é capaz de reter várias vezes o seu peso em água, criando um ambiente úmido semelhante ao dos troncos tropicais.</figcaption></figure><p><strong>Para guiar hastes mais compridas, fixe-as na vertical ou numa ligeira espiral perto dos nós</strong>. Use cordel macio, velcro para jardinagem ou molas especiais para atar. Certifique-se de que as amarras não estão demasiado apertadas, pois as hastes precisam de espaço para engrossar.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>É importante que os nós estejam em contato com o musgo, pois as raízes aéreas crescerão a partir daí.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Para manter o substrato ligeiramente úmido, <strong>adicione água por cima ou pulverize água uma ou duas vezes por semana</strong>. Antes de voltar a humedecer, verifique a umidade com os dedos. Um <strong>erro comum é pulverizar água apenas na superfície</strong>, o que pode dar a impressão de que está úmido, mas deixa o interior seco e as raízes sem umidade suficiente para se estabelecerem.</p><p><strong>Coloque a planta perto de uma janela com luz indireta</strong>, pois o suporte por si só não fará milagres. Mantenha a rega regular e aplique um fertilizante equilibrado, em doses moderadas, durante a estação de crescimento. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="752631" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/a-entrada-e-o-melhor-lugar-para-colocar-sua-planta-pothos-especialistas-explicam-o-porque.html" title="A entrada é o melhor lugar para colocar sua planta Jibóia; especialistas explicam o porquê">A entrada é o melhor lugar para colocar sua planta Jibóia; especialistas explicam o porquê</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/plantas/a-entrada-e-o-melhor-lugar-para-colocar-sua-planta-pothos-especialistas-explicam-o-porque.html" title="A entrada é o melhor lugar para colocar sua planta Jibóia; especialistas explicam o porquê"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/la-entrada-es-el-mejor-lugar-para-colocar-tu-potus-expertos-explican-por-que-1769141778661_320.jpg" alt="A entrada é o melhor lugar para colocar sua planta Jibóia; especialistas explicam o porquê"></a></article></aside><p>As<strong> primeiras raízes podem começar a fixar-se entre duas a quatro semanas após a plantação</strong>. As alterações visíveis surgem geralmente entre um e três meses, enquanto a diferença pode ser mais notória após quatro a seis meses.<strong> </strong></p><p><strong>Fazer a jiboia subir é uma mudança simples que pode melhorar a sua aparência</strong>. Dê suporte, umidade moderada e luz suficiente. Tenha em mente que a mudança ocorre folha a folha, pelo que a paciência é essencial. Se decidir remover a estaca, a planta continuará a crescer, embora com o tempo possa voltar a uma forma mais jovem e pendente.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/a-sua-planta-potos-pode-duplicar-o-tamanho-das-suas-folhas-o-segredo-e-treina-la-para-que-cresca-a-trepar.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item></channel></rss>