<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0"><channel><title>Tempo.com - Meteored</title><link>https://www.tempo.com</link><description>Notícias do tempo - Confira as principais notícias sobre a meteorologia e previsão do tempo. Todas as informações são realizadas pelos nossos especialistas em meteorologia.</description><language>pt</language><lastBuildDate>Wed, 20 May 2026 23:10:14 +0000</lastBuildDate><pubDate>Wed, 20 May 2026 23:10:14 +0000</pubDate><atom:link href="https://www.tempo.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[ Copyright 2026 Meteored ]]></copyright><image><url>https://www.tempo.com/imagenes/logo_rss.png</url><title>Tempo.com - Meteored</title><link>https://www.tempo.com</link><width>144</width><height>144</height></image><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>6</sy:updateFrequency><item><title><![CDATA[Cientistas descobrem um misterioso poluente de silicone que poderia estar em todo lugar]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/cientistas-descobrem-um-misterioso-poluente-de-silicone-que-poderia-estar-em-todo-lugar.html</link><pubDate>Wed, 20 May 2026 22:03:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Pesquisadores descobriram uma classe de poluentes à base de silicone circulando na atmosfera em concentrações muito maiores do que o esperado, desde centros urbanos até florestas, e acreditam que o óleo de motor seja uma das principais fontes.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/scientists-discover-a-mysterious-silicone-pollutant-that-may-be-everywhere-1779213007552.png" data-image="w3zneggi1yj0" alt="poluição, contaminantes" title="poluição, contaminantes"><figcaption>Pesquisadores descobriram que os metilsiloxanos à base de silicone, provenientes de aditivos para óleo de motor, tornaram-se um dos poluentes sintéticos mais abundantes detectados em partículas suspensas no ar em ambientes urbanos.</figcaption></figure><p>Atualmente, quase todos já ouviram falar de <strong>PFAS (substâncias per- e polifluoroalquil)</strong>, aqueles <strong>produtos químicos persistentes</strong> que aparecem com frequência alarmante em amostras de água, solo e sangue. Eles são<strong> semelhantes aos microplásticos</strong>, pois também estão por toda parte: desde sedimentos oceânicos até tecido pulmonar humano. E nenhum dos dois desaparecerá tão cedo.</p><p>No entanto, <strong>cientistas descobriram outra classe de compostos sintéticos que parece estar presente no ar em quantidades muito maiores do que qualquer um deles</strong> e, até recentemente, quase ninguém lhe dava atenção.</p><p>Pesquisadores da Universidade de Utrecht e da Universidade de Groningen descobriram que <strong>metilsiloxanos </strong>—<strong> compostos químicos à base de silicone</strong> usados em uma ampla gama de produtos, de cosméticos a óleos de motor — estão presentes em ambientes urbanos, rurais, costeiros e florestais. Preocupantemente, seus dados mostram que eles <strong>são encontrados em concentrações que os tornam um dos compostos sintéticos mais abundantes em material particulado</strong>.</p><h2><strong>Como o óleo do motor chega à atmosfera?</strong></h2><p>Durante anos, acreditou-se que a presença de metilsiloxanos no ar se devia principalmente à evaporação de produtos de higiene pessoal e materiais industriais.</p><p>No entanto, o estudo recente revelou que os veículos emitem uma forma diferente desse<strong> composto químico</strong>, constituída por moléculas muito maiores que não evaporam facilmente, e que sua<strong> origem parece estar em aditivos de óleo de motor que sobrevivem à combustão e são liberados pelo escapamento</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/scientists-discover-a-mysterious-silicone-pollutant-that-may-be-everywhere-1779213048097.png" data-image="z27ysrc77yr0"><figcaption>Cientistas alertaram que os metilsiloxanos presentes no ar podem estar expondo os seres humanos a doses diárias de poluentes sintéticos superiores às dos PFAS ou dos micro e nanoplásticos.</figcaption></figure><p>Segundo os pesquisadores, o mecanismo envolve o fato de que os <strong>metilsiloxanos adicionados aos lubrificantes</strong> têm como objetivo lubrificar o motor, e não melhorar a combustão. Porém, durante o funcionamento normal, pequenas quantidades de óleo inevitavelmente entram na câmara de combustão e, devido à alta resistência térmica desses compostos, não se decompõem completamente mesmo nas temperaturas atingidas no interior do motor.</p><div class="texto-destacado">O resultado é um contaminante de silicone extremamente estável que pode percorrer longas distâncias pela atmosfera praticamente sem sofrer degradação.</div><p><strong>Mais da metade das grandes partículas de metilsiloxano detectadas pela equipe parecem ter origem em emissões veiculares</strong>. As concentrações na região metropolitana de São Paulo, no Brasil, por exemplo, atingiram 98 nanogramas por metro cúbico, o nível mais alto já registrado em qualquer área analisada. Mesmo em uma pequena vila rural na Holanda, os níveis chegaram a 2 nanogramas por metro cúbico.</p><h2><strong>O que ninguém sabe ainda</strong></h2><p>Como esses compostos parecem estar praticamente em todos os lugares na atmosfera,<strong> é quase certo que as pessoas os estejam inalando continuamente</strong>, e os pesquisadores estimam que <strong>a dose diária possa até mesmo exceder a ingestão humana </strong>de PFAS ou micro e nanoplásticos — uma comparação que frequentemente chama a atenção das pessoas.</p><p>"Portanto, ressaltamos a <strong>necessidade urgente de avaliar esses impactos na saúde</strong>", disse Rupert Holzinger, professor da Universidade de Utrecht e um dos autores do estudo. Segundo os pesquisadores, há também uma dimensão climática que ainda precisa ser explorada.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="679068" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/geologo-examina-gelo-milenar-e-descobre-origem-de-poluente-de-chumbo-que-chegou-ao-teto-do-mundo.html" title="Geólogo examina gelo milenar e descobre origem de poluente de chumbo que chegou ao “teto do mundo'">Geólogo examina gelo milenar e descobre origem de poluente de chumbo que chegou ao “teto do mundo"</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/geologo-examina-gelo-milenar-e-descobre-origem-de-poluente-de-chumbo-que-chegou-ao-teto-do-mundo.html" title="Geólogo examina gelo milenar e descobre origem de poluente de chumbo que chegou ao “teto do mundo'"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/geologist-unpacks-ice-record-to-discover-lead-contaminating-a-remote-region-1729155379759_320.jpeg" alt="Geólogo examina gelo milenar e descobre origem de poluente de chumbo que chegou ao “teto do mundo'"></a></article></aside><p>Os <strong>metilsiloxanos podem alterar as propriedades dos aerossóis, que desempenham um papel na formação de nuvens</strong> e no comportamento atmosférico; eles podem afetar a tensão superficial de maneiras que modificam o desenvolvimento das nuvens ou interferem na nucleação do gelo, uma etapa fundamental na formação da precipitação.</p><p><strong>Contudo, nada disso foi ainda adequadamente quantificado</strong>, e os pesquisadores agora destacam a necessidade de atenção urgente, à medida que a extensão da poluição se torna mais evidente.</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em><a href="https://acp.copernicus.org/articles/26/5005/2026/" target="_blank">Widespread occurrence of large molecular methylsiloxanes in ambient aerosols</a>. 16 de abril, 2026. Yao, et al.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/cientistas-descobrem-um-misterioso-poluente-de-silicone-que-poderia-estar-em-todo-lugar.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria e massa de ar polar mantêm chuva e frio em SP, RJ e ES; saiba até quando]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-e-massa-de-ar-polar-mantem-chuva-e-frio-em-sp-rj-e-es-saiba-ate-quando.html</link><pubDate>Wed, 20 May 2026 20:32:51 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma frente fria muda o tempo no Sudeste e provoca chuva forte em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Além disso, uma massa de ar polar derruba as temperaturas, com possibilidade de geadas localizadas.</p><ul><li>Mais informações: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-se-espalha-pelo-brasil-e-deixa-alerta-de-geadas-726-cidades.html" target="_blank">Ar polar se espalha pelo Brasil e deixa alerta de geadas 726 cidades</a></li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaagq7y"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaagq7y.jpg" id="xaagq7y"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Uma <strong>frente fria</strong> está mudando as condições do tempo em <strong>toda a região Sudeste</strong> do Brasil. Ao longo desta quarta-feira (20), há previsão de<strong> pancadas de chuva moderadas</strong> em áreas de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais.</p><div class="texto-destacado">O Instituto Nacional de Meteorologia (<a href="https://portal.inmet.gov.br/" target="_blank">INMET</a>) publicou avisos para extremo norte e oeste de São Paulo, Rio de Janeiro, sul do Espírito Santo e boa parte de Minas Gerais (<em>incluindo Alto Paranaíba, Sul mineiro e Belo Horizonte</em>). Há risco de chuvas moderadas de até 50 mm/dia, ventos de até 60 km/h e queda de granizo.</div><p>Nos próximos dias, <strong>a chuva pode provocar transtornos pontuais</strong>, como cortes no fornecimento de energia elétrica, queda de galhos de árvores, danos localizados em plantações e alagamentos, especialmente em áreas urbanas. As áreas mais afetadas serão o<strong> litoral de São Paulo</strong>, o <strong>litoral do Espírito Santo</strong>, o <strong>sul de Minas Gerais </strong>e o estado do <strong>Rio de Janeiro</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-e-massa-de-ar-polar-mantem-chuva-e-frio-em-sp-rj-e-es-saiba-ate-quando-1779292886015.jpg" data-image="a45i50lh8sc7" alt="Previsão de acumulados totais de chuva até o final da sexta-feira." title="Previsão de acumulados totais de chuva até o final da sexta-feira."><figcaption>Previsão de acumulados totais de chuva até o final da sexta-feira mostra que ainda há risco de chuvas de até 50 mm nos próximos dias, o que causa pequenos transtornos em SP, RJ e ES.</figcaption></figure><p>As instabilidades atuarão principalmente durante a tarde e a noite. A tendência, porém, é de <strong>perda gradual de intensidade das chuvas</strong> e <strong>diminuição da nebulosidade</strong> a partir de quinta-feira (21). Nesse dia, há apenas previsão de chuvas mais fracas, especialmente no Espírito Santo. </p><h2>Massa de ar polar traz mais frio ao Sudeste</h2><p>Mas além da chuva, uma <strong>massa de ar polar</strong> já está avançando pela região, <strong>reforçando a sensação de frio no Sudeste</strong>. O sistema chega após provocar temperaturas extremamente baixas e geadas na Região Sul.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-e-massa-de-ar-polar-mantem-chuva-e-frio-em-sp-rj-e-es-saiba-ate-quando-1779292933109.jpg" data-image="wzfnxtw06n96" alt="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa nesta sexta-feira de tarde." title="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa nesta sexta-feira de tarde."><figcaption>Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa nesta sexta-feira de tarde mostra a abrangência da massa de ar frio, que fará as temperaturas caírem em SP, RJ, sul de MG e sul do ES.</figcaption></figure><p>Nesta quarta-feira (20), o ar frio já estará derrubando as temperaturas em <strong>São Paulo</strong>. Nos próximos dias, o sistema também avança sobre o <strong>Rio de Janeiro</strong>, sul do <strong>Espírito Santo</strong> e sul de <strong>Minas Gerais</strong>, mantendo o frio mais intenso até o final da semana.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Na maior parte dessas áreas, as <strong>temperaturas mínimas devem ficar próximas dos 15°C</strong>. No entanto, o frio será ainda mais intenso nas regiões de maior altitude da Serra da Mantiqueira. As previsões indicam <strong>mínimas de até 4°C</strong> em municípios serranos, condição que pode favorecer a formação de <strong>geadas localizadas</strong> nos próximos dias.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-e-massa-de-ar-polar-mantem-chuva-e-frio-em-sp-rj-e-es-saiba-ate-quando-1779292969019.jpg" data-image="dhf9rzbztjjm" alt="Previsão de temperaturas mínimas na sexta-feira durante o início da manhã." title="Previsão de temperaturas mínimas na sexta-feira durante o início da manhã."><figcaption>Previsão de temperaturas mínimas na sexta-feira durante o início da manhã mostra regiões onde as temperaturas chegarão a valores muito baixos, ocasionando geadas pontuais.</figcaption></figure><p>Temperaturas igualmente baixas podem ser registradas também na <strong>região serrana do Rio de Janeiro </strong>(<em>entre Petrópolis e Nova Friburgo</em>); e também no <strong>Parque Nacional do Caparaó, no Espírito Santo</strong>, nesta sexta-feira (22). Embora o risco de geada seja menor nestas regiões, ainda existe a possibilidade de que o fenômeno ocorra em pontos localizados de maior altitude.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-e-massa-de-ar-polar-mantem-chuva-e-frio-em-sp-rj-e-es-saiba-ate-quando.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Chuva forte e tempestades voltam a atingir SP e PR; confira o alerta]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuva-forte-e-tempestades-voltam-a-atingir-sp-e-pr-confira-o-alerta.html</link><pubDate>Wed, 20 May 2026 19:39:54 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Entre esta sexta-feira (22) e o fim de semana teremos um aumento expressivo das chuvas em São Paulo e no Paraná, com potencial de chuva intensa e de tempestades, principalmente no estado paulista.</p><ul><li>Mais previsão: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-se-espalha-pelo-brasil-e-deixa-alerta-de-geadas-726-cidades.html" target="_blank">Ar polar se espalha pelo Brasil e deixa alerta de geadas em 726 cidades</a></li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaagka2"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaagka2.jpg" id="xaagka2"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Entre esta <strong>sexta-feira (22) e o fim de semana</strong>, os estados de <strong>São Paulo </strong>e do <strong>Paraná </strong>terão o <strong>retorno de chuvas mais expressivas</strong>, e ficando com tempo mais fechado e boa presença de nebulosidade. </p><p>As instabilidades vão se intensificar devido à<strong> atuação de um</strong> <strong>cavado </strong><strong>meteorológico </strong>(área alongada de relativa pressão atmosférica baixa), que traz ainda<strong> risco para chuvas persistentes, com intervalos de chuva mais forte e até tempestades</strong>, principalmente no estado paulista.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações.</div><p>No <strong>domingo (24)</strong>, a <strong>chuva começa a perder força </strong>em ambos os estados, sendo esperadas chuvas fracas a moderadas e de forma mais pontual.</p><p>Acompanhe <strong>a seguir os detalhes da previsão</strong> do tempo.</p><h2>Chuvas ganham força em SP e PR a partir desta sexta</h2><p>Pela <strong>manhã de sexta-feira (22)</strong> já ocorrem <strong>chuvas moderadas em áreas do centro e do oeste do Paraná</strong> e <strong>chuvas fracas e pontuais na faixa litorânea de São Paulo</strong>.</p><p><strong>A partir da tarde, as chuvas se espalham para as demais áreas paranaenses</strong>, com risco de <strong>pancadas pontualmente fortes</strong>, e até a noite já devem ter atingido todo o estado. A <strong>capital Curitiba terá céu nublado e chuva fraca ao longo do dia</strong>.</p><p>Em <strong>São Paulo</strong>, o dia fica com bastante nebulosidade e<strong> chuvas fracas e isoladas</strong> podem ocorrer especialmente em áreas do sul, leste e litoral. Porém, é<strong> à noite que as chuvas ficam mais fortes </strong><strong>em áreas do sul, litoral sul e leste</strong>. A <strong>capital paulista terá céu nublado com possibilidade de garoa à tarde e tempo chuvoso à noite</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-forte-e-tempestades-voltam-a-atingir-sp-e-pr-confira-o-alerta-1779298103255.png" data-image="yt9ynx2lqvth"><figcaption>Previsão de precipitação (em mm) e nebulosidade para sexta-feira (22) à noite (22h) à esquerda e sábado (23) de manhã (10h) à direita, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>No <strong>sábado (23) </strong>as <strong>condições para chuvas diminuem no Paraná</strong>, mas a nebulosidade persiste. Ainda assim, há possibilidade de <strong>chuva fraca/garoa em áreas do norte e leste pela manhã</strong>. A capital <strong>Curitiba terá céu nublado ao longo do dia, com chuva fraca pela manhã</strong>.</p><div class="texto-destacado">Entre a sexta-feira (22) e o sábado (23) chove forte no Paraná e em São Paulo, e há risco de tempestades com muitos raios especialmente no estado paulista. No domingo (24), as chuvas reduzem em ambos os estados.</div><p>No estado de<strong> São Paulo</strong>, <strong>chove já desde a manhã</strong> e essa condição se mantém <strong>ao longo da tarde e até à noite</strong>, inclusive com riscos de <strong>chuvas localmente intensas e de tempestades com muitos raios</strong>, especialmente em áreas centrais e do oeste. Na <strong>capital paulista, céu com algumas nuvens e chuvas moderadas e rápidas durante o dia e à noite</strong>. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-forte-e-tempestades-voltam-a-atingir-sp-e-pr-confira-o-alerta-1779298252587.png" data-image="eq133ctgx85h"><figcaption>Previsão de densidade de raios para o sábado (23) de manhã (11h) à esquerda e de tarde (18h) à direita, segundo o modelo europeu ECMWF, mostrando as áreas com chances de tempestades.</figcaption></figure><p>Finalizando a semana, o <strong>domingo (24)</strong> terá uma<strong> redução das chuvas nos estados</strong>.</p><p><strong>São Paulo</strong> terá céu variando de poucas nuvens a parcialmente encoberto ao longo do dia, e com chances de chuvas fracas e isoladas. Em <strong>áreas do norte, na divisa com Minas Gerais, podem ocorrer temporais isolados mais para o fim da tarde</strong>. A <strong>capital paulista terá céu nublado, com chuvas fracas à tarde e à noite</strong>.</p><p>O <strong>Paraná</strong> terá bastante nebulosidade na metade leste, enquanto áreas do centro e do oeste terão céu mais limpo com aberturas de Sol. São esperadas <strong>chuvas fracas e isoladas especialmente no sul e no oeste durante a tarde</strong>. A capital <strong>Curitiba terá céu nublado com chance de chuva fraca à tarde</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-forte-e-tempestades-voltam-a-atingir-sp-e-pr-confira-o-alerta-1779298328268.jpg" data-image="p8ce5ge6kbac"><figcaption>Previsão do acumulado de precipitação (em mm) entre hoje (20) e a noite (21h) do domingo (24), segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Essas <strong>chuvas vão contribuir para</strong><strong> volumes mais expressivos </strong>até o fim de semana no estado de São Paulo, conforme observamos no mapa acima.</p><p><strong>Até a noite do domingo (24)</strong>, boa parte de <strong>São Paulo</strong> vai acumular <strong>entre 40 e 60 mm</strong>, com volumes pontualmente <strong>podendo chegar aos 70 mm</strong>. A<strong> capital paulista</strong> vai registrar em torno dos<strong> 50 mm</strong> até lá.</p><p>Já no <strong>Paraná</strong>, os <strong>volumes ficam mais baixos</strong>, variando <strong>entre 10 mm e 30 mm em grande parte</strong> do estado. A <strong>capital Curitiba</strong> acumulará em torno dos <strong>14 mm</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/chuva-forte-e-tempestades-voltam-a-atingir-sp-e-pr-confira-o-alerta.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Temporal atinge o RJ com mais de dois mil raios e bolsões de água; veja imagens ]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/temporal-atinge-o-rj-com-mais-de-dois-mil-raios-e-bolsoes-de-agua-veja-imagens.html</link><pubDate>Wed, 20 May 2026 18:12:07 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>O tráfego em vias de grande movimento e a operação da linha 4 do VLT foram diretamente impactados pelas intensas precipitações e descargas elétricas mapeadas pelo monitoramento municipal no período matutino. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/temporal-atinge-o-rj-com-mais-de-dois-mil-raios-e-bolsoes-de-agua-veja-imagens-1779288872639.jpg" data-image="k6t6yptu9omh" alt="Chuva forte no Rio de Janeiro alagou ruas e paralisou linha do VLT. Foto: Reprodução" title="Chuva forte no Rio de Janeiro alagou ruas e paralisou linha do VLT. Foto: Reprodução"><figcaption>Chuva forte no Rio de Janeiro alagou ruas e paralisou linha do VLT. Foto: Reprodução </figcaption></figure><p><strong>A cidade do Rio de Janeiro amanheceu sob o impacto de um forte temporal nesta quarta-feira (20)</strong>. A chegada de instabilidade provocou chuva forte, rajadas de vento e uma quantidade expressiva de descargas elétricas em diversas regiões fluminenses.</p><p>De acordo com os órgãos de monitoramento, o cenário gerou reflexos imediatos na rotina dos cidadãos. <strong>Diversos bairros enfrentaram dificuldades operacionais e acúmulo de água</strong> em vias públicas devido à intensidade dos volumes registrados nas primeiras horas do dia.</p><h2>Impacto dos temporais e registros de descargas elétricas</h2><p>O volume de descargas elétricas chamou a atenção, já que serviços de monitoramento reportaram a ocorrência de <strong>aproximadamente dois mil raios no território estadual até as 9h da manhã</strong>. Mais cedo, por volta das 8h24, os radares já contabilizavam 944 raios mapeados na região. </p><p>Em termos de acumulados pluviométricos, o Sistema Alerta Rio indicou que os maiores índices se concentraram na Zona Oeste. Entre 7h e 7h15, as estações meteorológicas de Sepetiba e da Grota Funda <strong>registraram marcas de 12 mm e 7,2 mm, respectivamente</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/temporal-atinge-o-rj-com-mais-de-dois-mil-raios-e-bolsoes-de-agua-veja-imagens-1779288994749.jpg" data-image="t7ps2z16ibwo" alt="Equipes municipais atuam em bairros como São Cristóvão e Catete após temporais causarem acúmulo severo de água. Foto: Reprodução" title="Equipes municipais atuam em bairros como São Cristóvão e Catete após temporais causarem acúmulo severo de água. Foto: Reprodução"><figcaption>Equipes municipais atuam em bairros como São Cristóvão e Catete após temporais causarem acúmulo severo de água. Foto: Reprodução</figcaption></figure><p>Outras localidades também computaram volumes significativos de precipitação ao longo do período matutino. O Recreio dos Bandeirantes <strong>registrou</strong><strong> 4,8 mm</strong>, enquanto a Barra da Tijuca, na região do Riocentro, <strong>marcou 2,4 mm</strong>, seguida de perto por Anchieta e Irajá.</p><h2>Alagamentos e reflexos na mobilidade urbana carioca</h2><p>A intensidade da precipitação resultou na formação de pelo menos cinco bolsões de água em vias importantes da malha urbana. O Centro de Operações Rio mapeou<strong> pontos críticos de alagamento em bairros das zonas Norte, Sul e Oeste</strong>, que demandaram atuação imediata.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="pt" dir="ltr">CHUVAS E RAIOS | Temporal teve queda de quase mil raios no Rio de Janeiro. <a href="https://twitter.com/hashtag/sbtrio?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#sbtrio</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/sbt?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#sbt</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/noticias?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#noticias</a> <a href="https://t.co/j5aIhJVjmT">pic.twitter.com/j5aIhJVjmT</a></p>— SBT Rio (@sbtrio) <a href="https://twitter.com/sbtrio/status/2057101361683013970?ref_src=twsrc%5Etfw">May 20, 2026</a></blockquote></figure><p>Entre as áreas afetadas, os técnicos constataram retenções na <strong>Rua do Catete, na altura da Rua Santo Amaro</strong>. Na Zona Norte, os motoristas enfrentaram problemas na <strong>Rua Haddock Lobo</strong>, nas proximidades do Estácio, complicando o deslocamento de quem se dirigia ao centro da cidade.</p><p>O bairro de São Cristóvão concentrou o maior número de ocorrências registradas pelas equipes municipais.<strong> Houve acúmulo severo de água no Campo de São Cristóvão</strong>, além de trechos alagados nas ruas Ricardo Machado e Bela, prejudicando o tráfego local.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="769270" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/tempestades-severas-geram-granizo-e-ventos-de-100-km-h-no-pr-e-ms-neste-domingo-veja-imagens.html" title="Tempestades severas geram granizo e ventos de 100 km/h no PR e MS neste domingo; veja imagens">Tempestades severas geram granizo e ventos de 100 km/h no PR e MS neste domingo; veja imagens</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/tempestades-severas-geram-granizo-e-ventos-de-100-km-h-no-pr-e-ms-neste-domingo-veja-imagens.html" title="Tempestades severas geram granizo e ventos de 100 km/h no PR e MS neste domingo; veja imagens"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-traz-granizo-e-ventos-de-ate-100-km-h-no-parana-e-ms-veja-imagens-1779027976698_320.jpg" alt="Tempestades severas geram granizo e ventos de 100 km/h no PR e MS neste domingo; veja imagens"></a></article></aside><p>O sistema de transportes também sofreu interrupções momentâneas em decorrência do mau tempo. A linha 4 do Veículo Leve sobre Trilhos, que faz a conexão entre o Terminal Gentileza e a Praça XV, <strong>teve os serviços suspensos, sendo normalizada posteriormente</strong>.</p><h2>Monitoramento e recomendações de segurança</h2><p>Diante do solo encharcado e das pistas molhadas, <strong>o Centro de Operações Rio emitiu alertas específicos para os condutores</strong>. A recomendação principal das autoridades consiste em reduzir a velocidade média, manter distância prudente entre os automóveis e evitar frenagens bruscas.</p><p>A população também recebeu orientações para <strong>acompanhar as atualizações dos canais oficiais do município e redobrar os cuidados</strong> em áreas propensas a alagamentos. Os técnicos continuam monitorando o escoamento dos bolsões de água nas vias afetadas para mitigar novos impactos no trânsito.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2026/05/20/chuva-no-rio-nesta-quinta-feira.ghtml" target="_blank">RJ registra quase mil raios na manhã desta quarta-feira; previsão é de mais chuva ao longo do dia</a>. 20 de maio, 2026. </em></p><p><em><a href="https://diariodorio.com/chuva-forte-atinge-varios-bairros-do-rio-veja-a-previsao-do-tempo-para-esta-quarta-feira/" target="_blank">Chuva forte atinge vários bairros do Rio; veja a previsão do tempo para esta quarta-feira</a>. 20 de maio, 2026.</em></p><em><a href="https://www.google.com/search?q=https://cbn.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2026/05/20/chuva-raios-e-trovoes-manha-com-bolsoes-dagua-e-transtornos-no-rj.ghtml" target="_blank">Chuva, raios e trovões; manhã com bolsões d'água e transtornos no RJ</a>. 20 de maio, 2026. </em>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/temporal-atinge-o-rj-com-mais-de-dois-mil-raios-e-bolsoes-de-agua-veja-imagens.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ar polar se espalha pelo Brasil e deixa alerta de geadas em 726 cidades]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-se-espalha-pelo-brasil-e-deixa-alerta-de-geadas-726-cidades.html</link><pubDate>Wed, 20 May 2026 14:48:08 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Massa de ar polar avança pelo Brasil e atua sobre o país até, pelo menos, segunda-feira (25). Temperaturas ficam baixas e 726 cidades ficam em alerta para geadas</p><ul><li>Veja também:<a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/de-geadas-ao-calor-entenda-o-que-faz-o-brasil-registrar-diferenca-de-mais-de-20-c.html" target="_blank"> De geadas ao calor: entenda o que faz o Brasil registrar diferença de mais de 20°C</a></li></ul><ul></ul><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-se-espalha-pelo-brasil-e-deixa-em-alerta-de-geadas-em-726-cidades-1779287525267.jpg" data-image="3jxn2wpaoi3s" alt="Geada é prevista de forma abrangente para os estados do RS e SC." title="Geada é prevista de forma abrangente para os estados do RS e SC."><figcaption>Geada é prevista de forma abrangente para os estados do RS e SC. Foto: Adobe Stock.</figcaption></figure><p>Nos próximos dias, um pulso mais intenso de <strong>ar frio</strong> chega ao Sul do Brasil e provoca uma queda ainda maior nas temperaturas. O ar polar, que já atua há alguns dias, ganha reforço, e a previsão indica a possibilidade de geadas por diversas áreas, além de chances de <strong>mínimas negativas</strong> na Serra Catarinense.</p><p>De acordo com o <strong><em>Instituto Nacional de Meteorologia (<a href="https://portal.inmet.gov.br/" target="_blank">INMET</a>)</em></strong>, há um <strong>alerta amarelo</strong> de perigo potencial para geadas nesta quinta-feira (21), afetando cerca de 726 municípios entre os estados do Rio Grande do Sul e do Paraná.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-se-espalha-pelo-brasil-e-deixa-em-alerta-de-geadas-em-726-cidades-1779286837236.jpg" data-image="oftgaeckoyij" alt="Mapa de alertas do INMET." title="Mapa de alertas do INMET."><figcaption>Mapa de alertas emitido pelo INMET para esta quinta-feira (21).</figcaption></figure><p>Dentre eles, 93 cidades estão sob <strong>alerta laranja</strong> de perigo, incluindo municípios como General Carneiro (PR), Joaçaba (SC), São Joaquim (SC) e São José dos Ausentes (RS). Veja a seguir a previsão do tempo.</p><h2>Quinta-feira com temperaturas abaixo de 0°C</h2><p>A quinta-feira (21) contará com <strong>temperaturas negativas</strong> nas áreas mais altas da Serra Catarinense. De acordo com o modelo europeu ECMWF, a previsão é de que as mínimas atinjam seu pico entre as 6h e 7h da manhã, com marcas de até <strong>-3°C</strong> nas regiões elevadas entre São Joaquim e Urubici.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-se-espalha-pelo-brasil-e-deixa-em-alerta-de-geadas-em-726-cidades-1779287062560.jpg" data-image="71qb98zm5yt3" alt="Mínima prevista para a manhã desta quinta-feira (21)." title="Mínima prevista para a manhã desta quinta-feira (21)."><figcaption>Mínima prevista para a manhã desta quinta-feira (21).</figcaption></figure><p>O frio tomará conta de praticamente todo o estado de Santa Catarina, com <strong>mínimas generalizadas</strong> entre 1°C e 5°C. A única exceção fica por conta da faixa litorânea, onde as temperaturas variam entre 10°C e 14°C desde São João do Sul (litoral sul) até Itapoá (litoral norte).</p><p>As temperaturas também despencam no sudoeste do Paraná, com riscos de <strong>geadas moderadas</strong> na região de General Carneiro (PR), onde a mínima se aproxima de 0°C. Cidades vizinhas como Pato Branco (PR), Francisco Beltrão (PR) e São Mateus do Sul (PR) também têm previsão de geada, com mínimas na casa dos 5°C, podendo registrar marcas ainda menores junto ao solo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-se-espalha-pelo-brasil-e-deixa-em-alerta-de-geadas-em-726-cidades-1779287164338.jpg" data-image="kgi1t48ddnyu" alt="Anomalia de temperatura em 850 hPa." title="Anomalia de temperatura em 850 hPa."><figcaption>Mapa que mostra a atuação do ar frio nesta quinta-feira (21). Pulso mais intenso atua sobre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina.</figcaption></figure><p>No Rio Grande do Sul,<strong> o ar frio atua com força </strong>e projeta-se uma quinta-feira (21) com <strong>geadas abrangentes</strong>. As exceções ficam por conta do litoral, com termômetros entre 11°C e 13°C, e da capital Porto Alegre, que tem mínima prevista de 9°C. Nas demais regiões gaúchas, as mínimas oscilam entre 2°C (na Serra Gaúcha e norte do estado) e 7°C (no sudoeste).</p><h2>Ar polar se mantém até o início da semana</h2><p>Nos próximos dias,<strong> a massa de ar frio continuará atuando de forma abrangente sobre o país</strong>. Enquanto a Região Sul segue sob alertas de geada, setores do Sudeste, Centro-Oeste e Norte continuam sob o efeito de <strong>temperaturas amenas e friagem</strong>. Até este sábado (23), a circulação atmosférica será capaz de injetar ar frio sobre o continente.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank"><strong>novo canal de Whatsapp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Contudo, à medida que o centro do sistema de alta pressão se desloca em direção ao Oceano Atlântico, <strong>a tendência é de que os ventos que transportam esse ar frio percam força. </strong>Com isso, o ar polar começará a <strong>perder intensidade</strong> a partir das primeiras horas de domingo (24).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-se-espalha-pelo-brasil-e-deixa-em-alerta-de-geadas-em-726-cidades-1779287798376.jpg" data-image="fwr6tyrbhyg6" alt="Anomalia de temperatura em superfície." title="Anomalia de temperatura em superfície."><figcaption>Previsão da anomalia de temperatura em superfície para a tarde de segunda-feira (25) mostra ainda alguns resquícios da massa de ar polar que ainda atua sobre o Brasil nesta semana.</figcaption></figure><p>Dessa forma, na segunda-feira (25), o sistema já estará enfraquecido. Apesar disso, um <strong>frio residual</strong> ainda deverá ser sentido nos municípios localizados próximos ao litoral, devido a <strong>pequenos pulsos de ar frio que continuam alcançando a costa</strong>, mas já sem força para avançar pelo interior do continente.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-se-espalha-pelo-brasil-e-deixa-alerta-de-geadas-726-cidades.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Bahia cria refúgio para mico-leão-da-cara-dourada, animal ameaçado pela destruição da Mata Atlântica]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/bahia-cria-refugio-para-mico-leao-da-cara-dourada-animal-ameacado-pela-destruicao-da-mata-atlantica.html</link><pubDate>Wed, 20 May 2026 12:18:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Novo espaço inaugurado em Ilhéus busca recuperar micos-leões-de-cara-dourada feridos pela urbanização e pela destruição da Mata Atlântica, além de fortalecer ações de preservação da espécie símbolo do sul da Bahia.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/bahia-cria-refugio-para-mico-leao-da-cara-dourada-animal-ameacado-pela-destruicao-da-mata-atlantica-1779132018473.jpg" data-image="m1ytjt985z2t" alt="O Brasil inaugurou em Ilhéus seu primeiro centro de reabilitação para micos-leões-de-cara-dourada impactados pela expansão urbana e pela perda de habitat. Crédito: Divulgação Mongabay" title="O Brasil inaugurou em Ilhéus seu primeiro centro de reabilitação para micos-leões-de-cara-dourada impactados pela expansão urbana e pela perda de habitat. Crédito: Divulgação Mongabay"><figcaption>O Brasil inaugurou em Ilhéus seu primeiro centro de reabilitação para micos-leões-de-cara-dourada impactados pela expansão urbana e pela perda de habitat. Crédito: Divulgação Mongabay</figcaption></figure><p>A Bahia deu um passo importante para a preservação da fauna brasileira com a inauguração do <strong>primeiro centro de reabilitação dedicado ao mico-leão-de-cara-dourada</strong>, espécie ameaçada de extinção e encontrada exclusivamente na Mata Atlântica do sul do estado. O novo espaço foi instalado em<strong> Ilhéus</strong>, município que concentra parte significativa da população remanescente do primata e que vem enfrentando os impactos do crescimento urbano sobre os habitats naturais.</p><p>A criação do centro surge em <strong>resposta ao aumento de ocorrências envolvendo os animais em áreas urbanizadas</strong>. Nos últimos anos, moradores de Ilhéus passaram a registrar micos circulando em supermercados, feiras e bairros residenciais, além de utilizarem fios elétricos para se deslocar entre fragmentos de floresta. A aproximação com a cidade, porém, tem resultado em mortes por eletrocuss��o, atropelamentos e ataques de cães domésticos.</p><p>Até então, não existia na região uma estrutura especializada para receber esses animais feridos ou deslocados. Segundo o biólogo Leonardo Oliveira, pesquisador da espécie há mais de duas décadas e integrante da equipe do novo centro, a presença frequente dos micos em ambientes urbanos gera uma<strong> falsa sensação de abundância.</strong> Para ele, o fenômeno não indica aumento populacional, mas sim a redução contínua das áreas naturais disponíveis para a sobrevivência da espécie.</p><h2>Espécie de macaco perdeu quase 60% da população</h2><p>O <strong>mico-leão-de-cara-dourada</strong>, conhecido cientificamente como <em>Leontopithecus chrysomelas</em>, é considerado um dos primatas mais ameaçados da Mata Atlântica. Restrito a uma pequena faixa do sul baiano, o animal sofreu uma redução drástica de habitat nas últimas três décadas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/bahia-cria-refugio-para-mico-leao-da-cara-dourada-animal-ameacado-pela-destruicao-da-mata-atlantica-1779132258015.jpg" data-image="t41paomz1041" alt="Um mico-leão-de-cara-dourada em um poste de energia elétrica em Ilhéus. Foto cedida pela Tamarin Trust." title="Um mico-leão-de-cara-dourada em um poste de energia elétrica em Ilhéus. Foto cedida pela Tamarin Trust."><figcaption>Um mico-leão-de-cara-dourada em um poste de energia elétrica em Ilhéus. Crédito: Tamarin Trust</figcaption></figure><p>Dados de uma reavaliação populacional divulgada em 2024 apontam que a área de<strong> ocorrência da espécie encolheu 42% desde 1992,</strong> passando de aproximadamente 22,5 mil quilômetros quadrados para cerca de 13 mil km². Como consequência direta da perda de território, a população estimada caiu quase 60%, passando de cerca de 50 mil indivíduos para aproximadamente 24 mil atualmente.</p><p>Especialistas atribuem o declínio principalmente ao <strong>avanço urbano e à substituição das tradicionais áreas de cacau cultivadas no sistema agroflorestal conhecido como “cabruca”</strong>. Nesse modelo, o cacau é plantado sob a sombra de árvores nativas, formando corredores ecológicos importantes para diversas espécies da Mata Atlântica, incluindo os micos-leões-de-cara-dourada. A mudança <strong>reduz drasticamente a cobertura florestal e dificulta o deslocamento dos animais entre os fragmentos de mata.</strong> Além disso, o cacau representa uma das principais fontes de alimento da espécie, tornando a transformação do sistema produtivo ainda mais preocupante para os ambientalistas.</p><h2>Centro quer recuperar animais e ampliar proteção</h2><p>O novo centro de reabilitação foi inaugurado em 26 de março, data em que Ilhéus celebra oficialmente o <strong>Dia Municipal do Mico-Leão-de-Cara-Dourada</strong>. A homenagem coincide com o Dia Nacional do Cacau e simboliza a relação histórica entre a conservação da espécie e a manutenção das áreas de cultivo agroflorestal da região.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="715826" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/amazonia-podera-perder-habitat-de-aves-e-primatas-mesmo-com-controle-climatico-alerta-estudo.html" title="Amazônia poderá perder habitat de aves e primatas mesmo com controle climático, alerta estudo">Amazônia poderá perder habitat de aves e primatas mesmo com controle climático, alerta estudo</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/amazonia-podera-perder-habitat-de-aves-e-primatas-mesmo-com-controle-climatico-alerta-estudo.html" title="Amazônia poderá perder habitat de aves e primatas mesmo com controle climático, alerta estudo"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/amazonia-podera-perder-habitat-de-aves-e-primatas-mesmo-com-controle-climatico-alerta-estudo-1750262173109_320.jpg" alt="Amazônia poderá perder habitat de aves e primatas mesmo com controle climático, alerta estudo"></a></article></aside><p>Instalado na Universidade Estadual de Santa Cruz, o espaço possui capacidade inicial para atender até três grupos de micos simultaneamente, com previsão de ampliação para até oito grupos no futuro. A proposta é oferecer atendimento veterinário, reabilitação física e readaptação comportamental para animais vítimas de acidentes ou retirados de áreas urbanas. Após o tratamento, <strong>os micos deverão ser transferidos para regiões mais preservadas e afastadas </strong>dos centros urbanos, onde possam voltar a viver em segurança.</p><p>Além do centro de reabilitação, Ilhéus também <strong>adotou o mico-leão-de-cara-dourada como mascote oficial da cidade. </strong>A medida faz parte de uma estratégia mais ampla para conscientizar a população sobre a importância da conservação da Mata Atlântica e reforçar o vínculo entre a economia cacaueira tradicional e a sobrevivência de uma das espécies mais emblemáticas da biodiversidade brasileira.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em>Mongabay. <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/05/bahia-abre-centro-de-reabilitacao-para-salvar-o-raro-mico-leao-de-cara-dourada/" target="_blank">Bahia abre centro de reabilitação para salvar o raro mico-leão-de-cara-dourada</a>. 2026</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/bahia-cria-refugio-para-mico-leao-da-cara-dourada-animal-ameacado-pela-destruicao-da-mata-atlantica.html</guid><dc:creator><![CDATA[João Cunha]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[ Frio intenso leva riscos às pastagens no RS, SC e PR]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/frio-intenso-leva-riscos-para-pastagens-no-rs-sc-e-pr.html</link><pubDate>Wed, 20 May 2026 10:12:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Ar polar mantém frio intenso no Sul nesta semana e aumenta o risco de geada em áreas do RS, SC e PR, com reflexos em pastagens, bezerros, gado de leite e manejo rural nos próximos dias frios.</p><ul><li>Mais previsão: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-continua-e-novo-sistema-traz-virada-do-tempo-para-6-estados-veja-a-previsao.html">Frio continua e novo sistema traz virada do tempo para 6 estados; veja a previsão</a> </li></ul><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/alerta-de-frio-intenso-riscos-para-pastagens-e-mudanca-preventiva-no-manejo-da-pecuaria-1779241561580.jpg" data-image="bj9nv8dlyg93" alt="frio, geada, SC, PR, RS" title="frio, geada, SC, PR, RS"><figcaption>Temperatura prevista para quinta-feira (21) mostra madrugadas frias no Sul, com marcas baixas no RS, SC e PR e maior risco de geada em áreas de altitude.</figcaption></figure><p>O ar polar que avançou pelo Centro-Sul mantém a Região Sul em alerta para frio intenso e geada nesta semana. <strong>Entre terça e quinta-feira, as madrugadas mais geladas devem atingir o Rio Grande do Sul, o oeste e o centro de Santa Catarina e o sudoeste do Paraná</strong>, com mínimas próximas de 5°C e valores negativos nas áreas altas da Serra Gaúcha e da Serra Catarinense.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações.</div><p>A queda de temperatura não preocupa apenas pela sensação de frio nas cidades. <strong>No campo, a geada pode queimar pastagens, reduzir a oferta de forragem e exigir ajustes rápidos no manejo de gado de leite, gado de corte e bezerros.</strong> Como as tardes também devem seguir frias, com máximas abaixo de 18°C em boa parte do Sul até sexta-feira, o desconforto pode durar vários dias.</p><h2>Ar polar mantém madrugadas geladas no Sul </h2><p>O frio mais forte deve aparecer nas primeiras horas do dia, quando o ar seco e gelado favorece perda de calor junto ao solo.<strong> É nesse período que a geada se forma com mais facilidade, principalmente em baixadas</strong>, campos abertos e áreas de maior altitude. No mapa, a faixa de maior atenção se estende da Campanha e Serra do RS ao Planalto Sul catarinense e ao sudoeste do PR.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/alerta-de-frio-intenso-riscos-para-pastagens-e-mudanca-preventiva-no-manejo-da-pecuaria-1779241676440.jpg" data-image="mxoum5lr7epz" alt="Geada, sul, sudeste" title="Geada, sul, sudeste"><figcaption>Anomalia de temperatura para quinta-feira (21) destaca frio abaixo da média em grande parte do Sul, reforçando o risco de geada e estresse nas pastagens.</figcaption></figure><p>Mesmo em áreas onde a temperatura não fica negativa, <strong>mínimas perto de 5°C já podem formar geada em pontos localizados. </strong>A diferença entre a medição oficial e a temperatura na altura da planta costuma ser importante: o termômetro pode marcar alguns graus acima de zero, enquanto folhas e pasto amanhecem esbranquiçados.</p><h2>Pastagens sentem a geada antes do rebanho </h2><p>Nas pastagens, o primeiro impacto costuma aparecer nas folhas. <strong>A geada desidrata e queima a parte aérea das forrageiras, reduzindo a qualidade do pasto disponível nos dias seguintes</strong>. Em campos naturais, azevém, aveia e pastagens perenes, a resposta depende da intensidade do frio, da umidade do solo e do estágio de crescimento das plantas.</p><div class="texto-destacado">Para o produtor, o risco maior é a queda temporária da oferta de alimento verde. </div><p><strong>Quando o pasto perde qualidade ou demora a rebrotar, o animal precisa gastar mais energia para manter a temperatura corporal</strong>, justamente em um período de menor disponibilidade de forragem. Os principais pontos de atenção são:</p><ul> <li><strong>baixadas e campos abertos, onde o frio se acumula;</strong></li> <li><strong>pastagens recém-rebrotadas ou com pouca massa;</strong></li> <li>bezerros, vacas em lactação e animais debilitados;</li> <li>necessidade de suplementação e abrigo contra vento.</li> </ul><h2>Pecuária precisa ajustar manejo até sexta-feira </h2><p>Na pecuária de leite, o frio pode afetar conforto térmico, consumo de alimento e rotina de ordenha, especialmente em propriedades com animais expostos à umidade e ao vento. <strong>Bezerros merecem atenção redobrada porque perdem calor com mais facilidade e podem sentir mais a combinação de madrugada fria</strong>, piso molhado e vento persistente. <strong>Nesses casos, abrigo seco e suplementação adequada ajudam a reduzir o estresse e manter a produção mais estável.</strong></p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="769632" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/frio-intenso-provoca-geada-e-temperaturas-negativas-no-rs-e-em-sc-confira.html" title="Frio intenso provoca geada e temperaturas negativas no RS e em SC; confira">Frio intenso provoca geada e temperaturas negativas no RS e em SC; confira</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/frio-intenso-provoca-geada-e-temperaturas-negativas-no-rs-e-em-sc-confira.html" title="Frio intenso provoca geada e temperaturas negativas no RS e em SC; confira"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/frio-intenso-provoca-geada-e-temperaturas-negativas-no-rs-e-em-sc-nesta-terca-feira-1779211529772_320.jpg" alt="Frio intenso provoca geada e temperaturas negativas no RS e em SC; confira"></a></article></aside><p>Na pecuária de corte, o cuidado principal é garantir água, alimento e abrigo natural ou artificial. O frio tende a ser manejável, mas a sequência de vários dias <strong>com manhãs geladas e tardes pouco aquecidas aumenta a exigência energética dos animais</strong>. Onde a geada for mais forte, a avaliação das pastagens ao longo da semana será decisiva para evitar perda de desempenho do rebanho. <strong>O acompanhamento diário permite ajustar o manejo antes que a queda na oferta de forragem comprometa o ganho de peso.</strong></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/frio-intenso-leva-riscos-para-pastagens-no-rs-sc-e-pr.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Além de Campos do Jordão: 5 destinos de serra para curtir o frio em São Paulo]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/lazer/alem-de-campos-do-jordao-5-destinos-de-serra-para-curtir-o-frio-em-sao-paulo.html</link><pubDate>Wed, 20 May 2026 08:52:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Os melhores destinos de frio em São Paulo estão na Serra da Mantiqueira e no Circuito das Águas, oferecendo um clima aconchegante, boa gastronomia e pousadas acolhedoras, ideais para uma escapada de fim de semana. Conheça aqui 5 deles.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/alem-de-campos-do-jordao-5-destinos-de-serra-para-curtir-o-frio-em-sao-paulo-1779222833923.jpg" data-image="yfd9dlys5y93"><figcaption>Santo Antônio do Pinhal, em São Paulo. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>O inverno astronômico ainda nem chegou, mas já estamos tendo características típicas da estação no centro-sul do Brasil. O <strong>friozinho chegou ao estado de São Paulo</strong>, deixando as temperaturas mais baixas para esta época.</p><p>E você que gosta deste clima e quer pegar a estrada para explorar os lugares para ir no frio no estado paulista, este artigo é para você.</p><p>Trazemos aqui uma lista com <strong>5 destinos ideais</strong>, com<strong> boa gastronomia, pousadas e hotéis aconchegantes, além de paisagens naturais deslumbrantes</strong>. Vá além da famosa Campos do Jordão e descubra outras cidades especiais para visitar neste período. Acompanhe a seguir conosco.</p><h2> 5 destinos para aproveitar o frio em SP</h2><p>Veja aqui <strong>5 ótimos destinos para você curtir o friozinho</strong> em meio às montanhas, boa comida, um vinhozinho e até com aquela companhia especial.</p><h3>Santo Antônio do Pinhal</h3><p>Esta cidade fica a cerca de <strong>170 km da capital paulista</strong>, a mais de 1.100 metros de altitude, na Serra da Mantiqueira.</p><p>É uma charmosa cidade conhecida por sua<strong> beleza natural</strong>, <strong>clima agradável de montanha</strong> e <strong>paisagens naturais deslumbrantes</strong>, com <strong>mirantes </strong>e <strong>trilhas </strong>em meio à natureza. </p><div class="texto-destacado">Santo Antônio do Pinhal fica a apenas 20 km de Campos do Jordão, e tem uma atmosfera mais tranquila e com preços mais acessíveis.</div><p>Os<strong> restaurantes e bistrôs da cidade oferecem diversas opções</strong>, como fondues, sopas, chocolates quentes e mais. Além disso, há várias lojinhas de artesanato e cafeterias. </p><p>Seus principais pontos turísticos que vale a pena conhecer são: o <strong>Pico Agudo</strong>, Jardim dos Pinhais Ecoparque, <strong>Boulevard Araucária</strong>, Estação Eugênio Lefèvre e a Cachoeira do Lageado.</p><h3>São Bento do Sapucaí</h3><p>A cerca de <strong>200 km da capital</strong>, também na<strong> Serra da Mantiqueira</strong>, está essa cidade que é mais rústica e tranquila,<strong> </strong>excelente para <strong>ecoturismo </strong>e pousadas românticas. Tem muita <strong>beleza natural, clima frio e paisagens deslumbrantes</strong>. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/alem-de-campos-do-jordao-5-destinos-de-serra-para-curtir-o-frio-em-sao-paulo-1779222874248.jpg" data-image="pfy22vk1930r"><figcaption>A Pedra do Baú (ao fundo), vista da ponta do Bauzinho. Crédito: Divulgação.</figcaption></figure><p>É possível realizar <strong>caminhadas</strong>, <strong>trekking </strong>e outras atividades ao ar livre, além de visitar <strong>cachoeiras </strong>e <strong>mirantes </strong>deslumbrantes. O <strong>Complexo da Pedra do Baú é o grande cartão-postal da cidade</strong>, com uma vista incrível da Mantiqueira. </p><p>A cidade tem<strong> alta gastronomia e muita cultura</strong>, com tour de degustação em vinícola e ateliês.</p><h3>São Roque</h3><p>São Roque, a cerca de <strong>66 km da cidade de São Paulo</strong>, é famosa pela <strong>Rota do Vinho</strong>, contando com várias vinícolas que realizam roteiros de enoturismo. </p><p>A cidade ainda tem <strong>belas paisagens e um clima aconchegante</strong>, uma boa culinária portuguesa e italiana, o Dream Car Museu que conta com carros antigos da América latina e um parque de diversões, o Ski Mountain Park, um parque de esqui e lazer, e até um bar de gelo.</p><h3>Serra Negra</h3><p>Serra Negra fica a <strong>150 km da capital paulista</strong> e é<strong> rodeada por montanhas</strong>, em uma região de 927 metros de altitude com picos de até 1.300 metros.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/alem-de-campos-do-jordao-5-destinos-de-serra-para-curtir-o-frio-em-sao-paulo-1779222924752.jpg" data-image="40tly05tyb6c"><figcaption>Alto da Serra, em Serra Negra (SP). Crédito: Facebook/Prefeitura de Serra Negra.</figcaption></figure><p>Ela<strong> integra o Circuito das Águas Paulista</strong>, oferecendo um clima de montanha com forte herança italiana, <strong>várias lojas de malhas, parques, queijos e vinhos</strong>.</p><p>Entre os pontos turísticos, destacam-se a Fontana di Trevi, uma réplica do monumento de Roma; o Teleférico - Mirante Cristo Redentor; e a Disneilândia dos Robôs.</p><h3>Cunha</h3><p>Cunha fica a aproximadamente<strong> 230 km da capital paulista</strong> e também atrai turistas pelo friozinho, já que <strong>está situada entre montanhas</strong>, colinas e parques ecológicos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/alem-de-campos-do-jordao-5-destinos-de-serra-para-curtir-o-frio-em-sao-paulo-1779222946917.jpg" data-image="npk2u23bflt5"><figcaption>O Lavandário, um campo de lavanda pitoresco com café e loja de presentes que vende produtos à base de lavanda em Cunha (SP). Crédito: Blog Mariana Viaja.</figcaption></figure><p>É <strong>famosa pelos campos de lavanda, ateliês de cerâmica e vista panorâmica no Lavandário</strong>. Mas também vale a pena conhecer a Pedra da Macela e as cachoeiras do Pimenta e do Desterro.<em><br></em></p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://viagemeturismo.abril.com.br/brasil/6-destinos-de-serra-para-curtir-o-frio-em-sao-paulo/" target="_blank">6 destinos de serra em São Paulo para curtir o frio</a>. 11 de maio, 2026. Bárbara Ligero.</em></p><p><em><a href="https://www.lacentral.com.br/listas/8-lugares-para-viajar-no-inverno-em-sao-paulo/" target="_blank">8 lugares para viajar no inverno em São Paulo</a>. 22 de fevereiro, 2024. Eliria Buso.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/lazer/alem-de-campos-do-jordao-5-destinos-de-serra-para-curtir-o-frio-em-sao-paulo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Arco-íris em plena noite: o misterioso espetáculo do 'moonbow' que só ocorre sob lua cheia]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/arco-iris-em-plena-noite-o-misterioso-espetaculo-do-moonbow-que-so-ocorre-sob-lua-cheia.html</link><pubDate>Tue, 19 May 2026 23:36:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Em meio a cachoeiras, neblina e lua cheia, surge um dos fenômenos ópticos mais peculiares do planeta: o 'moonbow', um arco-íris noturno visível apenas sob condições muito específicas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/arcoiris-en-plena-noche-el-misterioso-espectaculo-moonbow-que-solo-ocurre-bajo-la-luna-llena-1778882648636.png" data-image="fsj579uvld6k" alt="moonbow" title="moonbow"><figcaption>O arco-íris lunar ou arco-íris noturno é um fenômeno tão belo quanto curioso.</figcaption></figure><p>Existe um <strong>fenômeno tão raro</strong> que muitos entusiastas da meteorologia e da fotografia passam anos tentando observá-lo, e embora possa ocorrer em várias partes do mundo, poucos lugares oferecem condições tão favoráveis quanto o <strong>Parque Nacional de Yosemite, na Califórnia</strong>.</p><p>Estamos falando do<strong> arco-íris lunar ou arco-íris noturno </strong>('<em>moonbow</em>', em inglês), um fenômeno que ocorre quando a <strong>luz da lua cheia atravessa milhões de gotículas de água suspensas no ar</strong>, geralmente <strong>perto de grandes cachoeiras ou chuvas intensas</strong>.</p><p>Como mencionado, o Parque Nacional de Yosemite oferece essas condições perfeitas, já que em certas noites da primavera e do início do verão, as cachoeiras e o luar criam um dos espetáculos atmosféricos mais extraordinários da natureza.</p><h2>O que é e como se forma um 'moonbow'?</h2><p>Ele ainda é um arco-íris à noite, ou seja, um arco lunar que, ao contrário do arco-íris convencional que tem a luz do sol como fonte, o lunar <strong>tem a luz que vem da Lua como fonte de energia</strong>.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">Un <a href="https://twitter.com/hashtag/Moonbow?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Moonbow</a> o arcoíris nocturno visto anoche en Navarra España. A diferencia de su contraparte diurna éstos son muy poco frecuentes de observar. <br><br> Belén Santamaría <a href="https://t.co/jMJoW3U3mz">pic.twitter.com/jMJoW3U3mz</a></p>— Nelson Valdez (@nelvaldez) <a href="https://twitter.com/nelvaldez/status/1856429642930106806?ref_src=twsrc%5Etfw">November 12, 2024</a></blockquote></figure><p>Quando a<strong> luz da lua </strong>passa por pequenas gotas de água suspensas no ar, ela refrata,<strong> refletindo dentro dessas gotas e saindo, decompondo-se em cores</strong>, assim como o arco-íris que todos conhecemos.</p><h2>Por que quase sempre parece branco?</h2><p>Aqui está uma das curiosidades mais surpreendentes do fenômeno, aquela que o diferencia completamente. <strong>Embora o arco-íris lunar contenha cores</strong> reais,<strong> o olho humano mal consegue distingui-las à noite</strong>.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">The lunar rainbow (Moonbow) at Victoria Falls is a rare phenomenon created by moonlight reflecting off the spray of the falls, best seen during full moon nights. The silvery arc occurs when high water levels combine with a bright moon, offering a magical experience in rainforest. <a href="https://t.co/TX5PW7lRhC">pic.twitter.com/TX5PW7lRhC</a></p>— Javed Iqbal (@Javed2k) <a href="https://twitter.com/Javed2k/status/2055359203565302056?ref_src=twsrc%5Etfw">May 15, 2026</a></blockquote></figure><p>Isso acontece porque, em condições de baixa luminosidade, nossos olhos utilizam principalmente células especializadas chamadas bastonetes, que detectam a luz (mas não a cor). É por isso que <strong>o arco-íris geralmente aparece esbranquiçado ou prateado a olho nu</strong>, enquanto fotografias de longa exposição mostram claramente tons de vermelho, verde ou violeta.</p><ul> </ul><h2>Yosemite, um lugar perfeito para sua observação</h2><p>O Parque Nacional de Yosemite tornou-se<strong> um destino mundialmente famoso para caçadores de arco-íris lunares</strong>, e a explicação é simples: vários elementos essenciais convergem ali — cachoeiras imensas, vales profundos, ar úmido, céus escuros livres de poluição luminosa, altitude elevada e abundante derretimento da neve na primavera.</p><p>Tudo isso cria um cenário ideal para a interação da luz da lua com a névoa da água.</p><h3>Fotografia noturna e ciência atmosférica</h3><p>Durante décadas, os arcos lunares <strong>foram considerados quase lendários devido à dificuldade de observação</strong>. No entanto, a fotografia digital mudou completamente essa percepção, e os avanços na área tornaram possível documentar esse fenômeno com enorme detalhe.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">iPhone snap of last nights moonbow in the Upper Yosemite falls mist around 11:30 pm <a href="https://t.co/qAYuzCVJ6u">pic.twitter.com/qAYuzCVJ6u</a></p>— Brandon Yoshizawa (@bay_photography) <a href="https://twitter.com/bay_photography/status/2050583066369024076?ref_src=twsrc%5Etfw">May 2, 2026</a></blockquote></figure><p><em></em>Além disso, também devemos considerar os <strong>avanços nos modelos de previsão</strong> capazes de antecipar e programar a posição da Lua, o ângulo do arco, os horários exatos de aparição ou os melhores pontos de observação.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/arco-iris-em-plena-noite-o-misterioso-espetaculo-do-moonbow-que-so-ocorre-sob-lua-cheia.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frio intenso provoca geada e temperaturas negativas no RS e em SC; confira]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/frio-intenso-provoca-geada-e-temperaturas-negativas-no-rs-e-em-sc-confira.html</link><pubDate>Tue, 19 May 2026 22:03:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Os termômetros desceram abaixo de zero grau em diversas cidades da região Sul do país, impulsionados por um forte sistema meteorológico de alta pressão atmosférica.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-intenso-provoca-geada-e-temperaturas-negativas-no-rs-e-em-sc-nesta-terca-feira-1779211529772.jpg" data-image="hnqr1mg4jsfq" alt="Geada registrada em Santana do Livramento na manhã desta terça-feira (19) — Foto: Rodrigo Evaldt/RBS TV" title="Geada registrada em Santana do Livramento na manhã desta terça-feira (19) — Foto: Rodrigo Evaldt/RBS TV"><figcaption>Geada registrada em Santana do Livramento na manhã desta terça-feira (19) — Foto: Rodrigo Evaldt/RBS TV</figcaption></figure><p>Uma forte massa de ar polar avançou sobre a região Sul do Brasil, <strong>provocando um declínio acentuado nas temperaturas e a formação de geada</strong> em diversas localidades. O fenômeno meteorológico alterou a rotina dos moradores e gerou registros de marcas congelantes em cidades gaúchas e catarinenses nesta terça-feira (19).</p><p>De acordo com institutos de meteorologia e órgãos de fiscalização estadual<strong>, os termômetros marcaram índices negativos e próximos de zero</strong> logo no início do dia. A intensa presença do frio decorreu de um sistema de alta pressão que estabilizou o tempo e impulsionou o ar gelado por toda a região.</p><h2>Temperaturas negativas e geada no Rio Grande do Sul</h2><p>No território gaúcho, a Fronteira Oeste concentrou os menores índices térmicos nas primeiras horas da manhã, com a ocorrência de geada severa sobre a vegetação. O Sistema de Monitoramento e Alertas Agroclimáticos (<a href="https://simagro.rs.gov.br/alertas-agroclimaticos" target="_blank">SIMAGRO</a>) registrou a menor temperatura do estado em Santana do Livramento, <strong>onde os termômetros marcaram -2,5°C</strong>.</p><div class="texto-destacado">Outras cidades da região também enfrentaram marcas expressivas provocadas pelo ar polar. Foi identificado -0,8°C em Quaraí e -0,6°C no município de Hulha Negra, evidenciando a grande abrangência do frio congelante no início do dia.</div><p>Além dessas localidades, marcas muito baixas foram observadas em<strong> Caçapava do Sul, Soledade e Dom Pedrito</strong>, que pontuaram uma temperatura mínima comum de<strong> 0,2°C</strong>. Municípios como <strong>Rosário do Sul anotaram 0,3°C e Alegrete chegou a 0,7°C</strong>, consolidando um amanhecer de inverno rigoroso.</p><p>Durante a tarde, apesar do sol predominar em praticamente todo o território do estado, os termômetros subiram pouco. Na Região Metropolitana de Porto Alegre, os medidores registraram marcas tímidas, com as <strong>temperaturas máximas estabilizadas na casa dos 17°C</strong>.</p><h2>Amanhecer congelante nas serras de Santa Catarina</h2><p>O estado vizinho de <strong>Santa Catarina também registrou marcas térmicas severas sob a influência da mesma massa de ar polar </strong>que atuou no Sul. A Defesa Civil estadual divulgou um boletim detalhado confirmando o resfriamento amplo e a presença de gelo em áreas rurais nas primeiras horas da manhã.</p><p>A menor temperatura catarinense ocorreu no município de <strong>Bom Jardim da Serra, que atingiu a marca de 0,2°C</strong><strong> nos medidores oficiais</strong>. Logo em seguida, os termômetros apontaram <strong>1,6°C</strong> nas cidades de Urupema e de São Joaquim, enquanto Urubici computou uma mínima de <strong>3,1°C</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="769444" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/fotos-aereas-revelam-impacto-do-fechamento-de-canal-do-mar-em-sc-ha-90-anos.html" title="Fotos aéreas revelam impacto do fechamento de canal do mar em SC há 90 anos">Fotos aéreas revelam impacto do fechamento de canal do mar em SC há 90 anos</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/fotos-aereas-revelam-impacto-do-fechamento-de-canal-do-mar-em-sc-ha-90-anos.html" title="Fotos aéreas revelam impacto do fechamento de canal do mar em SC há 90 anos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/fotos-aereas-revelam-o-impacto-do-fechamento-de-canal-do-mar-em-sc-ha-90-anos-1779124182002_320.jpg" alt="Fotos aéreas revelam impacto do fechamento de canal do mar em SC há 90 anos"></a></article></aside><p>As temperaturas baixas também se estenderam para os municípios localizados no Oeste e no Meio-Oeste catarinense. Os relatórios governamentais destacaram marcas de <strong>4,5°C em Maravilha, 6,6°C na cidade de Itapiranga, 7,5°C no município de Xanxerê e 7,6°C na localidade de São Miguel do Oeste</strong>.</p><p>O vento constante verificado nessas regiões reforçou a sensação de frio extremo, afetando de forma direta as populações locais. Esse padrão de resfriamento amplo <strong>cobriu pastagens e lavouras com camadas de gelo</strong>, mudando a paisagem habitual das cidades que ficam nas áreas de maior altitude do estado.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2026/05/19/massa-de-ar-polar-avanca-sobre-o-rs-com-geada-e-minima-de-25c-veja-as-menores-temperaturas.ghtml" target="_blank">Massa de ar polar avança sobre o RS com geada e mínima de -2,5°C; veja as menores temperaturas.</a> 19 de maio, 2026. </em></p><p><em><a href="https://news.targetw.com/noticia/geral/santa-catarina-registra-frio-de-0-2-c-e-amanhecer-congelante-nesta-terca-feira" target="_blank">Santa Catarina registra frio de 0,2°C e amanhecer congelante nesta terça-feira.</a> 19 de maio, 2026. </em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/frio-intenso-provoca-geada-e-temperaturas-negativas-no-rs-e-em-sc-confira.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frio e chuvas intensas mantêm clima atípico e alertas em SP e mais 3 estados; confira a previsão]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-e-chuvas-intensas-mantem-clima-atipico-e-alertas-em-sp-e-mais-3-estados-confira-a-previsao.html</link><pubDate>Tue, 19 May 2026 20:39:55 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma frente fria está mudando o tempo sobre a região Sudeste, atingindo estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo e formando tempestades com chuvas fortes. Haverá também uma queda das temperaturas com possibilidade de geadas pontuais.</p><ul><li>Mais informações: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-ganha-forca-junto-com-risco-de-chuvas-forte-no-sul-e-no-sudeste-confira-a-previsao.html" target="_blank">Frio ganha força junto com risco de chuva forte no Sul e no Sudeste</a></li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaa9kf8"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaa9kf8.jpg" id="xaa9kf8"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Uma<strong> frente fria sobre a região Sudeste</strong> está causando uma mudança do tempo em todos os estados da região. Já ao longo desta terça-feira (19) e na quarta-feira (20), previsões indicam ocorrência de <strong>pancadas de chuva moderadas</strong> em diversos estados, como é possível observar no vídeo acima.</p><div class="texto-destacado">O<em> Instituto Nacional de Meteorologia</em> (<a href="https://portal.inmet.gov.br/">INMET</a>) publicou avisos para São Paulo, Rio de Janeiro, sul do Espírito Santo e boa parte de Minas Gerais (incluindo Alto Paranaíba, Sul e Belo Horizonte). Há risco de chuvas moderadas de até 50 mm/dia e ventos de até 60 km/h, além de possibilidade de queda de granizo.</div><p>Nos próximos dias, essas pancadas de chuva podem <strong>ocasionar diversos transtornos</strong>, como cortes no fornecimento de energia elétrica, pequenos estragos em plantações, queda de galhos de árvores e objetos altos, além de alagamentos, que ocorrem especialmente em <strong>áreas urbanas</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-e-chuvas-intensas-mantem-clima-atipico-e-alertas-em-4-estados-confira-a-previsao-1779209516853.jpg" data-image="cxpepz8tzqf7" alt="Imagem de satélite (infravermelho) nesta terça-feira durante o início da tarde." title="Imagem de satélite (infravermelho) nesta terça-feira durante o início da tarde."><figcaption>Imagem de satélite (infravermelho) nesta terça-feira durante o início da tarde mostra a presença da frente fria, que atua sobre a região sudeste ocasionando pancadas de chuva significativas.</figcaption></figure><p>As chuvas se formam especialmente durante a tarde e a noite, e começam a <strong>perder a intensidade durante a quinta-feira (21)</strong>, quando a nebulosidade ainda se mantém intensa sobre parte do Sudeste, mas apenas chuvas fracas são previstas.</p><p>Ainda assim, ao total, os acumulados totais dos próximos dias <strong>podem chegar a até 70 mm</strong>, sendo que as <strong>regiões mais atingidas</strong> serão o litoral de São Paulo, o litoral do Espírito Santo, o sul de Minas Gerais e todo o estado do Rio de Janeiro.</p><h2>Frio avança pelo Sudeste esta semana</h2><p>Mas além das chuvas, uma <strong>massa de ar frio avançará pelo Brasil nos próximos dias,</strong> após ocasionar a formação de temperaturas extremamente baixas e geadas na região Sul. Diversos municípios do Rio Grande do Sul registraram <strong>t</strong><strong>emperaturas negativas ou próximas de zero</strong> nesta terça-feira (19), como Quaraí, Dom Pedrito e Soledade.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-e-chuvas-intensas-mantem-clima-atipico-e-alertas-em-4-estados-confira-a-previsao-1779209550574.jpg" data-image="968kqhpg31ax" alt="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa nesta quinta-feira durante a noite." title="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa nesta quinta-feira durante a noite."><figcaption>Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa nesta quinta-feira durante a noite mostra a abrangência da massa de ar frio, que fará as temperaturas caírem em SP, RJ, sul de MG e sul do ES.</figcaption></figure><p>Entre esta terça-feira (19) e a quarta-feira (20), o sistema fará as temperaturas caírem sobre <strong>São Paulo</strong> e, posteriormente, avançará também sobre o <strong>Rio de Janeiro</strong>, sul do <strong>Espírito Santo</strong> e sul de <strong>Minas Gerais</strong>, trazendo um frio mais significativo para estes estados até o final da semana.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Enquanto a maior parte dos estados mencionados registra <strong>temperaturas mínimas próximas dos 15°C,</strong> o frio na região da Serra da Mantiqueira pode ser ainda mais intenso. Previsões indicam temperaturas de <strong>até 3°C</strong> em municípios da região, o que ocasionará a formação de <strong>geadas localizadas</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-e-chuvas-intensas-mantem-clima-atipico-e-alertas-em-4-estados-confira-a-previsao-1779209593383.jpg" data-image="6wzhdiuy8xh9" alt="Previsão de temperaturas mínimas na sexta-feira durante o início da manhã." title="Previsão de temperaturas mínimas na sexta-feira durante o início da manhã."><figcaption>Previsão de temperaturas mínimas na sexta-feira durante o início da manhã mostra que as temperaturas podem chegar a 3°C na Serra da Mantiqueira, ocasionando geadas pontuais.</figcaption></figure><p>Vale notar que as condições podem variar de um município para outro ao longo da semana. Por isso, não deixe também de acompanhar as <strong>previsões de chuva e temperatura específicas para a sua cidade</strong>, disponíveis aqui no portal. Assim você evita ao máximo ser pego desprevenido pelo mau tempo</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-e-chuvas-intensas-mantem-clima-atipico-e-alertas-em-sp-e-mais-3-estados-confira-a-previsao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frio continua e novo sistema traz virada do tempo para 6 estados; veja a previsão]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-continua-e-novo-sistema-traz-virada-do-tempo-para-6-estados-veja-a-previsao.html</link><pubDate>Tue, 19 May 2026 19:38:11 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O frio continuará atuando no centro-sul do Brasil nos próximos dias e as instabilidades mudam o tempo em seis estados entre esta sexta e o fim de semana, provocando chuvas de até forte intensidade.</p><ul><li>Mais previsão: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/oceano-pacifico-alcanca-limiar-de-el-nino-e-o-pico-do-fenomeno-pode-comecar-no-inverno.html" target="_blank">Oceano Pacífico alcança limiar de El Niño e o pico do fenômeno pode começar no inverno</a></li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaa9m0a"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaa9m0a.jpg" id="xaa9m0a"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>A <strong>massa de ar frio vai continuar atuando no centro-sul do Brasil</strong> nos próximos dias, e até vai ganhar um reforço de ar polar em meados desta semana,<strong> deixando as temperaturas bem abaixo da média para esta época do ano</strong>, com madrugadas gélidas e chance de formação de geada, especialmente na Região Sul do país.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações.</div><p>Além disso, um <strong>cavado </strong>meteorológico (área alongada de relativa pressão atmosférica baixa) vai formar <strong>instabilidades </strong>em <strong>Santa Catarina, no Paraná e no Mato grosso do Sul inicialmente na sexta (22)</strong> e depois em <strong>São Paulo, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo no fim de semana</strong>.</p><p>Acompanhe<strong> a seguir os detalhes da previsão</strong> do tempo.</p><h2>Chuvas atingem 6 estados do centro-sul no fim desta semana</h2><p>Na <strong>sexta-feira (22)</strong>, já pela manhã ocorrem <strong>chuvas de intensidade fraca a moderada </strong>no <strong>sul do Mato Grosso do Sul</strong> e em áreas do <strong>oeste e do centro do Paraná</strong>.</p><p><strong>Ao longo da tarde</strong> e até meados da noite, essas <strong>chuvas continuam ocorrendo, mas se espalham também para as demais áreas paranaenses</strong>, inclusive na capital, e também no <strong>Litoral Norte de Santa Catarina</strong>. Aliás, há risco de pancadas mais fortes durante a tarde no estado paranaense.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-continua-e-novo-sistema-traz-virada-do-tempo-para-6-estados-veja-a-previsao-1779213804577.jpg" data-image="mhnkeeiuhdvk"><figcaption>Previsão de precipitação (em mm) e nebulosidade para sexta-feira (22) às 15h e sábado (23) às 12h à esquerda, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>No<strong> sábado (23) </strong>de manhã ainda podem ocorrer<strong> chuvas fracas em áreas do norte e do leste do Paraná</strong>, mas as instabilidades mais significativas avançam para o Sudeste do país.</p><div class="texto-destacado">Pancadas de chuva atingem o sul do Mato Grosso do Sul, o Paraná, leste de Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo entre esta sexta (22) e o fim de semana, e com risco de temporais especialmente no estado paulista.</div><p>De manhã e ao longo da tarde, então, estão previstas <strong>chuvas intensas que podem ocorrer em forma de pancadas e com temporais</strong> em todo o território de <strong>São Paulo</strong>, principalmente na porção centro-oeste; também em áreas do <strong>nordeste do Mato Grosso do Sul</strong>. Ao longo da noite, ainda há risco de pancadas de chuva e temporais isolados no norte de São Paulo.</p><p>Também são esperadas <strong>chuvas fracas e de forma mais isolada</strong> nos estados do<strong> Rio de Janeiro e do Espírito Santo </strong>ao longo do dia.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-continua-e-novo-sistema-traz-virada-do-tempo-para-6-estados-veja-a-previsao-1779213931958.png" data-image="w51g85v2p9d7"><figcaption>Previsão de densidade de raios para sábado (23) às 9h à esquerda e às 15h à direita, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>No decorrer do <strong>domingo (24)</strong> a previsão indica <strong>chuvas fracas na faixa litorânea de Santa Catarina e do Paraná</strong>, e com<strong> pancadas no litoral de São Paulo</strong>, especialmente durante a tarde. E <strong>chuvas moderadas estão previstas para todo o estado do Rio de Janeiro e do Espírito Santo</strong>, começando já desde o período da manhã.</p><h2>E o frio vai continuar atuando…</h2><p>A <strong>massa de ar polar vai manter a sensação de frio em parte destes estados</strong> até o fim desta semana.</p><p><strong>Em São Paulo e no Rio de Janeiro o frio não será tão intenso quanto o da semana passada</strong>, que deixou manhãs bem gélidas. O tempo terá mais umidade e maior presença de nebulosidade, o que não deixa uma queda tão abrupta de temperatura.</p><p>As <strong>manhãs e as noites continuam mais frias, especialmente no centro-sul paulista e na Região Serrana do Rio</strong>. As mínimas ficam abaixo dos 16°C em praticamente todo o São Paulo e nas áreas mais elevadas do Rio de Janeiro e centro-sul, podendo chegar aos <strong>11°C no sul paulista e na região Serrana do Rio</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-continua-e-novo-sistema-traz-virada-do-tempo-para-6-estados-veja-a-previsao-1779216260246.jpg" data-image="asjovri0byvy"><figcaption>Previsão da temperatura mínima do ar (em °C) para sexta-feira (22), segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>No <strong>Mato Grosso do Sul </strong>e no <strong>centro-sul do Espírito Santo</strong>, <strong>mínimas entre 14°C e 16°C</strong>. No <strong>Paraná</strong>, as mínimas não passam dos 15°C e podem chegar aos <strong>8°C/9°C em áreas do sul</strong>.</p><p>Agora, em<strong> Santa Catarina</strong> fará mais frio. As <strong>mínimas </strong>nos próximos dias não passam dos<strong> 8°C</strong> em boa parte do estado, podendo ficar<strong> em torno dos 2°C nas áreas mais elevadas da Serra</strong>. Inclusive, <strong>há risco de geadas no estado</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frio-continua-e-novo-sistema-traz-virada-do-tempo-para-6-estados-veja-a-previsao-1779216363399.jpg" data-image="cyyf4t6fw741"><figcaption>Previsão da temperatura máxima do ar (em °C) para sábado (23), segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Sobre as <strong>temperaturas máximas</strong>, elas ficam mais amenas em parte destes estados, porém, <strong>à tarde ainda teremos</strong> <strong>sensação de friozinho</strong> em áreas do <strong>centro-leste paranaense e catarinense</strong>, e no <strong>leste de São Paulo</strong>, onde os termômetros marcarão de <strong>12°C a 17°C</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-continua-e-novo-sistema-traz-virada-do-tempo-para-6-estados-veja-a-previsao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[De geadas ao calor: entenda o que faz o Brasil registrar diferença de mais de 20°C]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/de-geadas-ao-calor-entenda-o-que-faz-o-brasil-registrar-diferenca-de-mais-de-20-c.html</link><pubDate>Tue, 19 May 2026 18:34:08 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O Brasil irá registrar grandes contrastes térmicos ao longo dos próximos dias. Nesta quarta-feira, a diferença supera os 20°C e vai desde geadas da Região Sul ao calor do Norte e Nordeste.</p><ul><li>Veja também: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-ganha-forca-junto-com-risco-de-chuvas-forte-no-sul-e-no-sudeste-confira-a-previsao.html" target="_blank">Frio ganha força junto com risco de chuva forte no Sul e no Sudeste; confira a previsão</a></li></ul><ul></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaa9eo8"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaa9eo8.jpg" id="xaa9eo8"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Recentemente <strong>uma frente fria avançou sobre o Brasil</strong>, o sistema trouxe consigo uma <strong>massa de ar polar </strong>que foi capaz de diminuir as temperaturas em parte do país. O ar frio afetou áreas do Centro-Sul do Brasil e levou friagem até a Região Norte. Contudo, <strong>outra parte do país segue com as temperaturas elevadas</strong>, caso dos municípios localizados no Nordeste, parte da Região Norte e também do Centro-Oeste, onde a massa de ar frio não atingiu.</p><p>Nos próximos dias, o Brasil estará diante de um grande <strong>contraste térmico</strong>. A Região Sul enfrentará <strong>geadas recorrentes</strong> durante o amanhecer e temperaturas amenas ao longo das tardes, enquanto o Norte e o Nordeste registrarão dias de calor intenso, com marcas acima dos 33°C.</p><h2>Diferença de temperatura supera os 20°C</h2><p>O amanhecer desta quarta-feira (20) será marcado por <strong>frio abrangente</strong> na Região Sul. O <strong>Rio Grande do Sul deverá registrar novas geadas</strong> amanhã, cenário que se repete em boa parte de Santa Catarina (exceto no noroeste do estado) e nas regiões de General Carneiro e Guarapuava, no Paraná.</p><p>Em toda a área citada, as temperaturas vão variar entre<strong> 2°C e 6°C</strong>. Nas áreas de serra, os índices podem ser ainda menores, alcançando <strong>patamares negativos</strong>, o que provocará <strong>geadas generalizadas</strong> sobre a porção Sul do Brasil. O <strong>ar frio</strong> também marcará presença em áreas do <strong>Sudeste e do Centro-Oeste</strong>, deixando as primeiras horas do dia mais geladas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/de-geadas-ao-calor-entenda-o-que-faz-o-brasil-registrar-diferenca-de-mais-de-20-c-1779206563482.jpg" data-image="balhxupmp1nt" alt="Mapa de temperatura mínima." title="Mapa de temperatura mínima."><figcaption>Contrate térmico superior a 20°C entre o Norte e Sul do Brasil na manhã desta quarta-feira (20).</figcaption></figure><p>Na faixa entre o leste de São Paulo, o sul de Minas Gerais e o centro-sul do Mato Grosso do Sul, a <strong>temperatura mínima</strong> prevista oscilará entre <strong>13°C e 16°C</strong>. A exceção fica por conta da <strong>Serra da Mantiqueira, onde as mínimas devem se situar na casa dos 11°C.</strong></p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Durante o período da tarde, as temperaturas não sobem no Sul do país. N<strong>o Rio Grande do Sul, a máxima não supera os 17°C</strong> em todo o estado, com destaque para a região de Flores da Cunha, onde os termômetros não passam dos 13°C. Em <strong>Santa Catarina, a máxima será de apenas 11°C em São Joaquim</strong>, na serra.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/de-geadas-ao-calor-entenda-o-que-faz-o-brasil-registrar-diferenca-de-mais-de-20-c-1779206618878.jpg" data-image="tx5ah2k8lgzz" alt="Anomalia de temperatura em 850 hPa." title="Anomalia de temperatura em 850 hPa."><figcaption>Massa de ar frio atua em boa parte do Brasil, o que evidencia o grande contraste térmico no país.</figcaption></figure><p>Já nos estados do Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, no oeste do Mato Grosso e em parte de Minas Gerais, <strong>as temperaturas ficam um pouco mais altas em comparação ao extremo sul</strong>. As máximas variam entre <strong>19°C e 26°C,</strong> garantindo um <strong>clima ameno</strong> até mesmo nas capitais Curitiba, São Paulo e Belo Horizonte.</p><p>Por outro lado, <strong>o Centro-Norte e o Nordeste experimentarão calor </strong>desde as primeiras horas da manhã. A massa de ar frio não alcançou essas áreas, mas foi capaz de "empurrar" o ar quente que se concentrava mais ao sul. As <strong>mínimas</strong> variam entre <strong>20°C e 25°C</strong> nas regiões Norte e Nordeste, exceto em alguns pontos da Bahia, que terão <strong>mínimas próximas</strong> a 18°C.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/de-geadas-ao-calor-entenda-o-que-faz-o-brasil-registrar-diferenca-de-mais-de-20-c-1779206676771.jpg" data-image="hmid8oogobe1" alt="Mapa de temperatura máxima." title="Mapa de temperatura máxima."><figcaption>Previsão da temperatura máxima para a tarde desta quarta-feira (20) no Brasil.</figcaption></figure><p>Com a chegada da tarde, <strong>o grande contraste térmico no país fica evidente. </strong>Áreas do norte de Goiás, Tocantins, Maranhão, Piauí, oeste da Bahia e de Pernambuco têm previsão de <strong>máximas acima de 33°C</strong>, gerando uma diferença de, no mínimo, 16°C em relação às tardes do Sul do Brasil.</p><p>Nos municípios localizados entre o norte do Tocantins e o sul do Maranhão e do Piauí, a previsão é de <strong>calor intenso</strong>, com <strong>os termômetros na casa dos 35°C,</strong> uma <strong>diferença de até 24°C em comparação à Serra Catarinense</strong>. Nas demais cidades da Região Norte e no leste do Nordeste, as temperaturas ficam entre 27°C e 31°C.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/de-geadas-ao-calor-entenda-o-que-faz-o-brasil-registrar-diferenca-de-mais-de-20-c.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Oceano Pacífico alcança limiar de El Niño e o pico do fenômeno pode começar no inverno]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/oceano-pacifico-alcanca-limiar-de-el-nino-e-o-pico-do-fenomeno-pode-comecar-no-inverno.html</link><pubDate>Tue, 19 May 2026 16:15:47 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Embora a anomalia semanal de temperatura da superfície do mar não seja suficiente para caracterizar o fenômeno, esta provavelmente é a primeira de muitas semanas do El Niño 2026/2027. </p><ul><li>Mais informações: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/el-nino-se-forma-nas-proximas-semanas-com-70-de-chance-intensidade-forte-a-muito-forte.html" target="_blank">El Niño se forma nas próximas semanas com 70% de chance intensidade forte a muito forte </a></li></ul><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/transicao-abrupta-oceano-pacifico-alcanca-limiar-de-el-nino-e-o-pico-do-fenomeno-pode-comecar-no-inverno-1779205953834.png" data-image="x958058i05eo" alt="A previsão de anomalia de temperatura da superfície do mar para junho-julho-agosto mostra valores superiores a 2°C no Pacífico Equatorial, de acordo com a média multi-modelos do Copernicus Climate Change Service. Créditos: C3S/Copernicus." title="A previsão de anomalia de temperatura da superfície do mar para junho-julho-agosto mostra valores superiores a 2°C no Pacífico Equatorial, de acordo com a média multi-modelos do Copernicus Climate Change Service. Créditos: C3S/Copernicus."><figcaption>A previsão de anomalia de temperatura da superfície do mar para junho-julho-agosto mostra valores superiores a 2°C no Pacífico Equatorial, de acordo com a média multi-modelos do Copernicus Climate Change Service. Créditos: C3S/Copernicus.</figcaption></figure><p>De acordo com os dados divulgados nesta segunda-feira (18) pela <strong>NOAA</strong> (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos), a <strong>anomalia relativa </strong>da<strong> temperatura da superfície do mar</strong> (TSM) na região de monitoramento Niño 3.4 <strong>atingiu</strong>, na semana centrada em 13 de maio, o<strong> limiar de El Niño pela primeira vez </strong>desde meados de março, quando o evento La Niña perdeu configuração. </p><div class="texto-destacado"> <strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>Além disso, a <strong>média dos modelos climáticos</strong> do International Research Institute (<strong>IRI</strong>), da Universidade de Columbia (EUA), <strong>atualizada</strong> nesta <strong>terça-feira (19)</strong>, não somente <strong>aumentou</strong> as <strong>anomalias projetadas </strong>de TSM para cerca de<strong> 2,3°C</strong> como também<strong> antecipou o ápice do evento</strong>. As anomalias de TSM podem ultrapassar 2°C já no trimestre de julho-agosto-setembro, e se manter acima deste valor até o próximo ano. </p><p>A seguir, entenda o que a anomalia semanal dentro do limiar de El Niño representa, o que diz a nova rodada das projeções climáticas e o que se espera do Super El Niño.</p><h2>O El Niño 2026/2027 começou?</h2><p>O <strong>gráfico abaixo</strong> mostra a <strong>evolução</strong> <strong>recente</strong> das condições de <strong>anomalia relativa de TSM</strong> na região de monitoramento<strong> Niño 3.4</strong>, entre 11 de março e 13 de maio de 2026. As linhas tracejadas destacam o limiar de La Niña (em azul) e de El Niño (em vermelho)</p><p>Nota-se que a<strong> última semana</strong> em condições de<strong> La Niña</strong> ocorreu em <strong>18 de março</strong> e, <strong>após</strong> cerca de <strong>apenas dois meses</strong>, condições de <strong>El Niño</strong> foram alcançadas na semana centrada em 13 de maio.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/transicao-abrupta-oceano-pacifico-alcanca-limiar-de-el-nino-e-o-pico-do-fenomeno-pode-comecar-no-inverno-1779205987727.png" data-image="e3ad3h1dn8q5" alt="Evolução recente da anomalia relativa de TSM na região do Niño 3.4 de acordo com os dados do CPC/NOAA." title="Evolução recente da anomalia relativa de TSM na região do Niño 3.4 de acordo com os dados do CPC/NOAA."><figcaption>Evolução recente da anomalia relativa de TSM na região do Niño 3.4 de acordo com os dados do CPC/NOAA.</figcaption></figure><p>Embora uma<strong> anomalia semanal isolada </strong>ainda <strong>não</strong> seja suficiente para <strong>caracterizar</strong> oficialmente a <strong>consolidação</strong> do <strong>fenômeno</strong>, já que a variabilidade da TSM é naturalmente maior nessa escala de tempo, a <strong>evolução </strong>recente das condições no Pacífico tropical, <strong>combinada às projeções </strong>dos modelos climáticos, <strong>indica que esta pode ser</strong>, de fato, <strong>a primeira de muitas semanas do El Niño</strong> <strong>2026/2027</strong>. Isso representaria uma <strong>transição</strong> praticamente <strong>abrupta</strong> entre as fases, com apenas <strong>2 meses de neutralidade</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/transicao-abrupta-oceano-pacifico-alcanca-limiar-de-el-nino-e-o-pico-do-fenomeno-pode-comecar-no-inverno-1779206058563.png" alt="O fluxograma da NOAA mostra os critérios usados para caracterizar as condições de El Niño no Pacífico tropical. Créditos: CPC/NOAA." title="O fluxograma da NOAA mostra os critérios usados para caracterizar as condições de El Niño no Pacífico tropical. Créditos: CPC/NOAA."><figcaption>O fluxograma da NOAA mostra os critérios usados para caracterizar as condições de El Niño no Pacífico tropical. Créditos: CPC/NOAA. </figcaption></figure><p>Um evento <strong>El Niño é declarado</strong> pela NOAA quando as <strong>anomalias</strong> de <strong>um mês alcançam +0,5°C</strong> (e não uma semana) e há confiança de persistência do aquecimento nos próximos meses. </p><h2>O Super El Niño vem aí?</h2><p>As <strong>previsões climáticas </strong>do sistema ENSO (composto pelas fases El Niño, La Niña e neutralidade) são <strong>atualizadas</strong> <strong>mensalmente</strong> <strong>pelo IRI</strong>, incorporando as condições oceânicas e atmosféricas mais recentes observadas no Pacífico tropical.</p><p>A <strong>rodada</strong> <strong>de maio</strong>,<strong> </strong>divulgada nesta <strong>terça-feira (19),</strong> <strong>reforçou</strong> ainda mais o cenário de um <strong>El Niño muito intenso</strong> (acima de 2°C) em 2026/2027. Quando analisamos a<strong> média das projeções</strong> dos <strong>modelos dinâmicos,</strong> representada pela linha mais espessa da pluma, observa-se um <strong>novo aumento das anomalias </strong>previstas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/transicao-abrupta-oceano-pacifico-alcanca-limiar-de-el-nino-e-o-pico-do-fenomeno-pode-comecar-no-inverno-1779206085318.png" data-image="mvw8sxs28quj" alt="Previsão dos modelos de ENSO iniciada em abril (esquerda) e maio (direita). As linhas em vermelho destacam as anomalias máximas de 2°C e ~2,2°C. Créditos: Elaborada por Meteored/Fonte dos gráficos: IRI." title="Previsão dos modelos de ENSO iniciada em abril (esquerda) e maio (direita). As linhas em vermelho destacam as anomalias máximas de 2°C e ~2,2°C. Créditos: Elaborada por Meteored/Fonte dos gráficos: IRI."><figcaption>Previsão dos modelos de ENSO iniciada em abril (esquerda) e maio (direita). As linhas em vermelho destacam as anomalias máximas de 2°C e ~2,2°C. Créditos: Elaborada por Meteored/Fonte dos gráficos: IRI.</figcaption></figure><p>Em <strong>abril</strong>, os modelos indicavam<strong> anomalias ligeiramente superiores a +2°C </strong>em um<strong> curto período</strong> de tempo, no trimestre outubro-novembro-dezembro, ápice do evento. </p><div class="texto-destacado">Agora, a nova atualização elevou novamente essas projeções, alcançando cerca de 2,2°C no mesmo período, mas não somente isso: o gráfico mostra que anomalias superiores a 2°C podem iniciar entre o final do inverno e início da primavera, se estendendo até dezembro-janeiro-fevereiro de 2027.</div><p>Isso representa uma <strong>intensidade forte, antecipada e prolongada,</strong> que pode <strong>injetar muito calor e umidade na atmosfera</strong>, favorecendo o <strong>aumento</strong> das <strong>temperaturas globais</strong>, <strong>regionais</strong> e intensificando <strong>eventos</strong> <strong>extremos</strong> de secas e chuvas.</p><p>Mesmo com maio ainda inserido na chamada “barreira da primavera/outono” (período em que as previsões possuem maior incerteza), a evolução recente das projeções mostra que os modelos vêm intensificando gradualmente o sinal de aquecimento do Pacífico equatorial a cada nova rodada mensal, à medida que novas observações são incorporadas. Isso aumenta a confiança em um evento no mínimo forte e que pode, inclusive, atingir o limiar de um “Super El Niño”. </p><h2>O que é um Super El Niño?</h2><p>Apesar do alarmismo frequentemente associado a um possível “Super El Niño”, chamado por alguns até de “El Niño Godzilla”, é importante destacar que:</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Um evento forte ou muito forte não significa automaticamente impactos proporcionalmente maiores no tempo e no clima.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>De forma geral, <strong>eventos intensos aumentam a probabilidade de ocorrência dos padrões clássicos </strong>associados ao <strong>El Niño</strong>, mas os <strong>efeitos regionais</strong> <strong>dependem</strong> de <strong>diversos fatores </strong>atmosféricos e <strong>não crescem de forma linear </strong>com a intensidade das anomalias no Oceano Pacífico.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/transicao-abrupta-oceano-pacifico-alcanca-limiar-de-el-nino-e-o-pico-do-fenomeno-pode-comecar-no-inverno-1779206103311.png" data-image="wfcbgyp12dg4" alt="Impactos típicos do El Niño para dezembro-fevereiro (esquerda) e junho-agosto (direita), onde “wet” significa “chuvoso”, “dry” significa “seco” e “warm’ quente. Créditos: CPC/NOAA." title="Impactos típicos do El Niño para dezembro-fevereiro (esquerda) e junho-agosto (direita), onde “wet” significa “chuvoso”, “dry” significa “seco” e “warm’ quente. Créditos: CPC/NOAA."><figcaption>Impactos típicos do El Niño para dezembro-fevereiro (esquerda) e junho-agosto (direita), onde “wet” significa “chuvoso”, “dry” significa “seco” e “warm’ quente. Créditos: CPC/NOAA.</figcaption></figure><p>No contexto do <strong>Brasil</strong>, os efeitos do El Niño são <strong>chuvas acima da média no Sul</strong> do país, especialmente durante a<strong> primavera e o verão</strong>, elevando também o risco de<strong> eventos extremos de precipitação</strong>. Já no <strong>Norte</strong> e em parte do <strong>Nordeste</strong>, a tendência é de<strong> precipitação abaixo da média</strong>. No <strong>Sudeste</strong>, o sinal climático para chuva costuma ser menos consistente, mas há maior probabilidade de t<strong>emperaturas acima da média</strong>, além do aumento na <strong>frequência</strong> e <strong>duração</strong> das <strong>ondas de calor.</strong></p><p>Em<strong> escala global</strong>, o aquecimento anômalo do Pacífico equatorial<strong> tende a elevar a temperatura média do planeta</strong>, aumentando as chances de <strong>novos recordes </strong>de calor em <strong>2027</strong> e favorecendo a intensificação de<strong> eventos extremos </strong>em diferentes regiões do mundo.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/oceano-pacifico-alcanca-limiar-de-el-nino-e-o-pico-do-fenomeno-pode-comecar-no-inverno.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Crise climática ameaça segurança alimentar na América Latina, alerta relatório da OMM]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/crise-climatica-ameaca-seguranca-alimentar-na-america-latina-alerta-relatorio-da-omm.html</link><pubDate>Tue, 19 May 2026 12:11:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Extremos climáticos atingiram lavouras, infraestrutura rural e alimentos na América Latina e Caribe em 2025, segundo a OMM. Relatório mostra que furacões, enchentes e secas já pressionam produção, renda rural e abastecimento em diferentes países da região.</p><p class="top-inicio"></p><p>Extremos climáticos deixaram de ser apenas uma ameaça ambiental distante e </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/crise-climatica-ameaca-seguranca-alimentar-na-america-latina-alerta-relatorio-da-omm-1779126263007.jpg" data-image="rwnwn5laqvl4" alt="OMM, relatório, America do sul" title="OMM, relatório, America do sul"><figcaption>A OMM alerta que os impactos climáticos atingem produção, mercados e acesso aos alimentos na região.</figcaption></figure><p>passaram a atingir diretamente a comida que chega à mesa. <strong>Em 2025, furacões, enchentes, secas e incêndios afetaram sistemas agroalimentares</strong> em diferentes pontos da América Latina e do Caribe, com impacto sobre lavouras, criação animal, pesca, estradas rurais e renda de pequenos produtores. </p><div class="texto-destacado">O ponto mais importante do relatório da Organização Meteorológica Mundial (OMM) é que os prejuízos não ficaram restritos à perda de safra. </div><p><strong>Os eventos atingiram, ao mesmo tempo, a produção, os ativos rurais, o funcionamento dos mercados e o acesso físico</strong> e econômico aos alimentos. Para o leitor brasileiro, a mensagem é clara: quando chuva extrema ou seca severa atingem áreas agrícolas, o efeito pode aparecer também no preço, na oferta e na qualidade dos alimentos.</p><h2>Furacão Melissa expôs fragilidade do campo no Caribe </h2><p>O caso mais forte vem da Jamaica. O furacão Melissa comprometeu pelo menos 149.412 hectares de terras agrícolas produtivas em paróquias importantes, afetando a segurança alimentar nacional e a capacidade de pequenos e médios produtores. <strong>O impacto avançou sobre granjas, estufas, estruturas pecuárias, estoques de ração e pontos de desembarque pesqueiro,</strong> mostrando que o dano no campo vai muito além da lavoura em pé. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/crise-climatica-ameaca-seguranca-alimentar-na-america-latina-alerta-relatorio-da-omm-1779126611511.jpg" data-image="kgren6vmshrn" alt="Melissa, furacão, tempo" title="Melissa, furacão, tempo"><figcaption>Furacões, enchentes e secas em 2025 expuseram a vulnerabilidade dos sistemas agroalimentares, segundo a OMM.</figcaption></figure><p>No Haiti, <strong>o relatório estimou 33.113 hectares de cultivos anegados e outros 43.922 hectares de terras agrícolas sob risco de inundação</strong>. Em Cuba, houve perdas expressivas em banana, milho, mandioca, café e hortaliças. Os principais alertas foram:</p><ul> <li><strong>perda direta de cultivos básicos;</strong></li> <li>danos a instalações rurais e sistemas de pesca;</li> <li><strong>risco ao abastecimento local de alimentos frescos;</strong></li> <li>maior pressão sobre pequenos produtores mais vulneráveis.</li> </ul><h2>Enchentes atingiram alimentos frescos e produção periurbana </h2><p><strong>Na Argentina, as enchentes de março em Bahía Blanca afetaram sistemas produtivos periurbanos</strong>, com produtores relatando perda total de colheitas e animais de granja. Esse dado é importante porque áreas próximas às cidades costumam abastecer mercados locais com hortaliças, ovos, frutas e outros alimentos de ciclo curto, justamente os mais sensíveis a interrupções rápidas. </p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">Record heat, drought, extreme rainfall & tropical cyclones hit communities & economies across Latin America & the Caribbean in 2025. Glacier melt increased floods & water security risks.<br>WMO <a href="https://twitter.com/hashtag/StateofClimate?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#StateofClimate</a> in Latin America & the Caribbean 2025, OUT NOW. ️<a href="https://t.co/s8nMEelzT7">https://t.co/s8nMEelzT7</a> <a href="https://t.co/QaQgp5VNw6">pic.twitter.com/QaQgp5VNw6</a></p>— World Meteorological Organization (@WMO) <a href="https://twitter.com/WMO/status/2056359368556249394?ref_src=twsrc%5Etfw">May 18, 2026</a></blockquote></figure><p>Nos países andinos, o alerta é ainda mais estratégico. <strong>O relatório destaca que cerca de 70% da produção nacional de hortaliças se concentra nessas áreas, onde crecidas podem danificar infraestrutura produtiva</strong> e dificultar o acesso aos mercados. No mapa, a imagem seria de corredores agrícolas cortados por rios, encostas e vales, em que chuva intensa pode bloquear estradas e atrasar o escoamento. </p><h2>Brasil precisa olhar para seca, chuva forte e logística rural </h2><p>Para o Brasil, <strong>o relatório funciona como alerta de planejamento. Em 2025, a seca severa se estendeu do Norte e Nordeste para estados agrícolas centrais, </strong>incluindo São Paulo, Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Também houve episódios de chuva intensa no Rio Grande do Sul, com acumulados elevados em municípios como Santa Maria, Rio Pardo, São Borja, Cruz Alta e Soledade. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="769282" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-e-chuva-frente-fria-e-intenso-ar-polar-marcam-o-centro-sul-nesta-semana.html" title="Frio e chuva: frente fria e intenso ar polar marcam o centro-sul nesta semana">Frio e chuva: frente fria e intenso ar polar marcam o centro-sul nesta semana</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-e-chuva-frente-fria-e-intenso-ar-polar-marcam-o-centro-sul-nesta-semana.html" title="Frio e chuva: frente fria e intenso ar polar marcam o centro-sul nesta semana"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/frio-e-chuva-frente-fria-e-intenso-ar-polar-marcam-o-centro-sul-nesta-semana-1779037656314_320.jpg" alt="Frio e chuva: frente fria e intenso ar polar marcam o centro-sul nesta semana"></a></article></aside><p>Isso significa que a segurança alimentar depende cada vez mais de previsão, manejo e logística. <strong>A chuva pode salvar uma lavoura em déficit hídrico, mas também pode atrasar colheita, danificar estradas e aumentar perdas pós-colheita.</strong> Já o calor e a seca reduzem água no solo e pressionam irrigação, pastagens e hortaliças. </p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em><a href="https://library.wmo.int/records/item/69851-estado-del-clima-en-america-latina-y-el-caribe-2025" target="_blank">Estado del clima en América Latina y el Caribe 2025</a>. 18 de maio, 2026. WMO.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/crise-climatica-ameaca-seguranca-alimentar-na-america-latina-alerta-relatorio-da-omm.html</guid><dc:creator><![CDATA[Diego Portalanza]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Vazão da água cresce até 60% em afluentes do Amazonas, ameaçando ecossistemas e populações locais]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/vazao-da-agua-cresce-ate-60-em-afluentes-do-amazonas-ameacando-ecossistemas-e-populacoes-locais.html</link><pubDate>Tue, 19 May 2026 10:05:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Estudo internacional revela aumento expressivo da vazão em áreas alagadas do Amazonas, intensificando erosão, transporte de sedimentos e impactos sobre peixes, florestas de várzea e comunidades ribeirinhas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/vazao-da-agua-cresce-ate-60-em-afluentes-do-amazonas-ameacando-ecossistemas-e-populacoes-locais-1779116256840.jpg" data-image="5q64sgjempkg" alt="Casas e moradores da planície inundável do Lago Grande de Curuai, em Santarém (PA), durante a cheia de junho de 2022. Crédito: Alice Fassoni / UNB" title="Casas e moradores da planície inundável do Lago Grande de Curuai, em Santarém (PA), durante a cheia de junho de 2022. Crédito: Alice Fassoni / UNB"><figcaption>Casas e moradores da planície inundável do Lago Grande de Curuai, em Santarém (PA), durante a cheia de junho de 2022. Crédito: Alice Fassoni / UNB</figcaption></figure><p>O <strong>rio Amazonas</strong>, reconhecido como o mais extenso e volumoso do planeta, enfrenta mudanças hidrológicas cada vez mais intensas. Um estudo conduzido por pesquisadores do Brasil, França e Reino Unido aponta que a vazão da água em planícies de inundação e afluentes do baixo Amazonas cresceu significativamente nas últimas décadas, chegando a registrar <strong>aumento de até 60% em determinadas regiões</strong>. O fenômeno preocupa cientistas por seus efeitos sobre a biodiversidade, as populações ribeirinhas e o equilíbrio ecológico da floresta de várzea.</p><p>Com aproximadamente 6.900 quilômetros de extensão, desde os Andes peruanos até o oceano Atlântico, o Amazonas forma<strong> a maior bacia hidrográfica do mundo.</strong> Em Óbidos, no Pará, a cerca de 800 quilômetros da foz, o rio apresenta vazão média de <strong>160 mil metros cúbicos por segundo</strong>, volume <strong>comparável à soma dos sete maiores rios do planeta</strong>. Durante parte do ano, as águas inundam extensas áreas da várzea amazônica, distribuindo sedimentos e nutrientes fundamentais para o funcionamento dos ecossistemas.</p><p>Nos últimos anos, porém, eventos extremos se tornaram mais frequentes. As enchentes históricas de 2009 e 2021 fizeram a vazão em regiões como a planície de Parintins ultrapassar 40 mil metros cúbicos por segundo, praticamente igualando a vazão média do rio Congo, na África. Paralelamente, <strong>períodos de seca severa também passaram a atingir a região com maior intensidade.</strong></p><h2>Vazão cresce nas planícies inundáveis</h2><p>A pesquisa foi liderada pela hidróloga Alice Fassoni de Andrade, da Universidade de Brasília, e analisou dados entre 1970 e 2023. Utilizando imagens de satélite, medições de nível da água e modelos computacionais avançados, os cientistas reconstruíram<strong> o histórico do fluxo de água em quatro grandes planícies de inundação </strong>entre Manaus e Santarém.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/vazao-da-agua-cresce-ate-60-em-afluentes-do-amazonas-ameacando-ecossistemas-e-populacoes-locais-1779116399769.jpg" data-image="ox5kfgybxejc" alt="Simulação do fluxo da água no rio Amazonas e na região central da bacia Amazônica e suas planícies de inundação durante o pico da cheia de junho de 2009. Crédito: Alice Fassoni / UNB" title="Simulação do fluxo da água no rio Amazonas e na região central da bacia Amazônica e suas planícies de inundação durante o pico da cheia de junho de 2009. Crédito: Alice Fassoni / UNB"><figcaption>Simulação do fluxo da água no rio Amazonas e na região central da bacia Amazônica e suas planícies de inundação durante o pico da cheia de junho de 2009. Crédito: Alice Fassoni / UNB</figcaption></figure><p>Os resultados mostraram que, entre 2005 e 2023, a vazão média do Amazonas aumentou 4,7% em relação ao período anterior. Em algumas áreas, no entanto, o crescimento foi muito mais expressivo. Na planície do<strong> Lago Grande do Curuai,</strong> em Santarém, <strong>o aumento chegou a 60%</strong>, valor considerado surpreendente pelos pesquisadores.</p><p>Segundo Andrade, estudos anteriores já apontavam mudanças na vazão do rio principal, mas ainda havia pouca compreensão sobre o comportamento das planícies alagáveis. Para investigar o fenômeno, a equipe desenvolveu um <strong>modelo hidrodinâmico detalhado de um trecho de 1.100 quilômetros do Amazonas</strong>, abrangendo uma área de quase 40 mil quilômetros quadrados.</p><h2>Tecnologia ajuda a entender o fenômeno</h2><p>A medição da vazão em um rio das dimensões do Amazonas é considerada uma tarefa complexa. A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico monitora continuamente o nível do rio em diferentes estações, enquanto pesquisadores do Serviço Geológico do Brasil realizam medições diretas algumas vezes por ano com equipamentos que utilizam ultrassom para calcular a velocidade da água em diferentes profundidades.</p><div class="texto-destacado">Com base nesses dados, os pesquisadores calibraram modelos capazes de estimar o fluxo das águas ao longo do tempo. Durante expedições realizadas em 2022, a equipe mediu vazões de quase 17 mil metros cúbicos por segundo no Lago Grande do Curuai, valor semelhante ao do rio Mississippi, nos Estados Unidos.</div><p>Os cientistas observaram que <strong>pequenas alterações na vazão do rio principal podem provocar mudanças muito maiores nas planícies inundáveis.</strong> Isso ocorre porque essas áreas são rasas e sensíveis a pequenas elevações no nível da água, o que acelera o escoamento e amplia os efeitos das cheias.</p><h2>Impactos ambientais preocupam pesquisadores</h2><p>Especialistas afirmam que o aumento da velocidade da água pode<strong> intensificar processos de erosão e transporte de sedimentos</strong>, alterando profundamente os ecossistemas amazônicos. O ecólogo Leandro Castello alerta que espécies adaptadas a águas mais calmas, como o pirarucu, o tucunaré e o acará-açu, podem enfrentar dificuldades diante das novas condições hidrológicas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="767728" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/amazonia-perto-do-limite-estudo-aponta-que-desmatamento-pode-antecipar-risco-climatico.html" title="Amazônia perto do limite: estudo aponta que desmatamento pode antecipar risco climático">Amazônia perto do limite: estudo aponta que desmatamento pode antecipar risco climático</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/amazonia-perto-do-limite-estudo-aponta-que-desmatamento-pode-antecipar-risco-climatico.html" title="Amazônia perto do limite: estudo aponta que desmatamento pode antecipar risco climático"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/amazonia-perto-do-limite-estudo-aponta-que-desmatamento-pode-antecipar-risco-climatico-1778595932274_320.jpg" alt="Amazônia perto do limite: estudo aponta que desmatamento pode antecipar risco climático"></a></article></aside><p>Além dos peixes, <strong>a vegetação da várzea desempenha papel essencial na contenção da força das águas</strong>. Árvores e plantas aquáticas ajudam a reduzir a velocidade das correntezas e diminuem os impactos das enchentes sobre as comunidades ribeirinhas. Pesquisadores alertam, contudo, que poucas áreas dessas florestas estão protegidas por unidades de conservação.</p><p>Os resultados do estudo reforçam projeções do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, que apontam para uma<strong> intensificação de secas e cheias na Amazônia em decorrência do aquecimento global</strong>. Cientistas defendem a ampliação do monitoramento das planícies inundáveis e a criação de políticas públicas voltadas à conservação da várzea amazônica e à proteção das populações que dependem diretamente do rio.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em>Environmental Research Letters. Artigo <a href="https://iopscience.iop.org/article/10.1088/1748-9326/ae45be" target="_blank">Amplified response of Amazon floodplain flows to rising river levels</a>. 2026</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/vazao-da-agua-cresce-ate-60-em-afluentes-do-amazonas-ameacando-ecossistemas-e-populacoes-locais.html</guid><dc:creator><![CDATA[João Cunha]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[É possível ter cidades verdes e crescimento econômico ao mesmo tempo? Como funciona o "desacoplamento"]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/e-possivel-ter-cidades-verdes-e-crescimento-economico-ao-mesmo-tempo-como-funciona-o-desacoplamento.html</link><pubDate>Tue, 19 May 2026 09:02:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Cidades ao redor do mundo continuam a crescer, consumindo cada vez menos combustíveis fósseis. Um novo estudo publicado na revista Nature Cities mostra que a transição verde não prejudica a economia.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/citta-green-e-crescita-economica-sono-possibili-al-tempo-stesso-cos-e-il-decoupling-e-perche-funziona-1778580804737.jpg" data-image="z6585af300fn" alt="cidades verdes" title="cidades verdes"><figcaption>Kuala Lumpur, uma das principais cidades asiáticas onde os problemas ambientais são mais graves.</figcaption></figure><p>É possível<strong> reduzir a dependência de combustíveis fósseis</strong> e, ao mesmo tempo, <strong>impulsionar o crescimento econômico </strong>nas cidades? Um estudo publicado em 11 de maio de 2026 na revista <em>Nature Cities </em>mostra que isso já está acontecendo.</p><div class="texto-destacado">Muitas cidades ao redor do mundo, grandes e pequenas, prometeram reduzir seu consumo de dióxido de nitrogênio, mas continuaram crescendo.</div><p>Isso não significa necessariamente que as grandes cidades se tornaram completamente verdes, mas demonstra que o <strong>desacoplamento</strong>, ou seja, o <strong>crescimento econômico independente do uso de combustíveis fósseis</strong>, não é uma utopia e, na verdade, é uma realidade consolidada mesmo nas maiores metrópoles do mundo.</p><h2>O que é o desacoplamento?</h2><p>De acordo com o estudo, as <strong>cidades definidas como "verdes" </strong>são aquelas em que o <strong>desenvolvimento econômico não sofreu quaisquer retrocessos</strong>, apesar de as indústrias, os transportes e o consumo já não dependerem de combustíveis que emitem dióxido de nitrogênio.</p><p>O <strong>desacoplamento </strong>implica <strong>separar o bem-estar e o progresso econômico do uso de substâncias particularmente poluentes</strong>. O dióxido de nitrogênio foi escolhido como o principal indicador neste contexto por ser responsável por uma ampla gama de doenças respiratórias e cardiovasculares.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/citta-green-e-crescita-economica-sono-possibili-al-tempo-stesso-cos-e-il-decoupling-e-perche-funziona-1778580870816.jpg" data-image="54l9684h1s0c" alt="poluição, cidade" title="poluição, cidade"><figcaption>Uma grande planta industrial nos arredores de uma cidade norte-americana.</figcaption></figure><p>A redução do uso de carros particulares foi impulsionada por uma série de mudanças em larga escala, como o aumento do uso de <strong>transporte público elétrico</strong>, melhorias na eficiência energética,<strong> maior adoção de energias renováveis</strong>, a implementação de zonas de tráfego reduzido, a eliminação gradual de motores a diesel mais antigos, entre outras.</p><p>O <strong>aumento do trabalho remoto </strong>após a pandemia também contribuiu, limitando o uso de carros particulares.</p><h2>Um sistema de cores para classificar as cidades</h2><p>O estudo focou particularmente nas cidades, por serem consideradas as principais responsáveis pela poluição global.</p><p><strong>Entre 2019 e 2024, foram analisadas 5.400 cidades, utilizando o PIB <em>per capita</em></strong> como indicador de bem-estar da população e os níveis de dióxido de nitrogênio atmosférico observados pelo satélite europeu <em>Sentinel-5P</em> como indicador de qualidade do ar.</p><p>As <strong>cidades analisadas foram divididas em quatro grupos</strong>, identificados por cores diferentes.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="27131" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/divulgacao/ilha-de-calor-urbana-o-efeito-das-cidades-no-clima.html" title="Ilha de calor urbana: o efeito das cidades no clima">Ilha de calor urbana: o efeito das cidades no clima</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/divulgacao/ilha-de-calor-urbana-o-efeito-das-cidades-no-clima.html" title="Ilha de calor urbana: o efeito das cidades no clima"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ilha-de-calor-urbana-o-efeito-das-cidades-no-clima-27131-1_320.jpg" alt="Ilha de calor urbana: o efeito das cidades no clima"></a></article></aside><p><strong>Cidades verdes </strong>são aquelas onde a <strong>poluição diminui e o PIB aumenta</strong>, enquanto <strong>cidades vermelhas</strong> são aquelas onde tanto a poluição quanto a pobreza aumentam.</p><p>Categorias intermediárias são aquelas marcadas em <strong>marrom</strong>, onde a riqueza cresce, mas a poluição também aumenta, e em <strong>cinza</strong>, onde a qualidade do ar melhora, mas a economia não cresce.</p><p>É importante ressaltar que <strong>o estudo não leva em consideração as emissões de dióxido de carbono (CO2)</strong>, atualmente a principal causa do efeito estufa e das mudanças climáticas. Portanto, mesmo cidades com o selo verde não podem ser consideradas totalmente ecossustentáveis, mas são igualmente importantes porque demonstram que a transição verde não ocorre às custas do bem-estar econômico.</p><h2>Cidades verdes na Itália e em todo o mundo</h2><p>Entre as centenas de cidades analisadas, encontram-se <strong>metrópoles de todo o mundo</strong>, bem como diversas cidades italianas, grandes e pequenas, muitas das quais alcançam resultados surpreendentemente bons.</p><p><strong>Milão</strong>, Bolonha e <strong>Florença</strong>, por exemplo, apresentam tendências positivas de acordo com os critérios analisados até o momento, assim como Roma, Turim e outras cidades menores como Cagliari, <strong>Verona</strong>, Bolzano, Livorno, Bari e Acireale. Muitas cidades italianas estão implementando medidas eficazes para combater a poluição, ao mesmo tempo que continuam crescendo.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="678329" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/hortas-urbanas-como-montar-uma-horta-em-casa-e-fazer-parte-de-uma-revolucao-verde-na-sua-cidade.html" title="Hortas urbanas: como montar uma horta em casa e fazer parte de uma revolução verde na sua cidade">Hortas urbanas: como montar uma horta em casa e fazer parte de uma revolução verde na sua cidade</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/hortas-urbanas-como-montar-uma-horta-em-casa-e-fazer-parte-de-uma-revolucao-verde-na-sua-cidade.html" title="Hortas urbanas: como montar uma horta em casa e fazer parte de uma revolução verde na sua cidade"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/hortas-urbanas-a-revolucao-verde-que-pode-transformar-sua-cidade-1728844794639_320.jpg" alt="Hortas urbanas: como montar uma horta em casa e fazer parte de uma revolução verde na sua cidade"></a></article></aside><p><strong>No resto do mundo, a maioria das cidades verdes está localizada na Europa, América do Norte e China</strong>. As cidades com o selo marrom concentram-se principalmente na Ásia Central e na Índia.</p><p>No entanto, muitas cidades em todo o mundo ainda dependem fortemente de combustíveis fósseis. Estas concentram-se principalmente na África Central e Austral e, em menor escala, na América do Sul e no Oriente Médio, mas também existem cidades na Europa e na América do Norte.</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em> Hassani, A., Moran, D.D., Kummu, M. et al. - <a href="https://doi.org/10.1038/s44284-026-00440-0" target="_blank">Global mapping of city-level economic growth decoupling from fossil fuels.</a> Nat Cities (2026) </em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/e-possivel-ter-cidades-verdes-e-crescimento-economico-ao-mesmo-tempo-como-funciona-o-desacoplamento.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A atmosfera superior está ficando cada vez mais poluída por lançamentos de satélites]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/ciencia/a-atmosfera-superior-esta-ficando-cada-vez-mais-poluida-por-lancamentos-de-satelites.html</link><pubDate>Mon, 18 May 2026 23:06:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>A poluição proveniente dos sistemas de satélites de mega constelações lançados ao espaço em 2019 será responsável por quase metade do impacto climático total da poluição do setor espacial até o final da década.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/the-upper-atmosphere-is-seeing-an-increased-amount-of-pollution-from-satellite-launches-according-to-a-new-study-1778877633634.jpg" data-image="dtc8yaj2u4rk" alt="satélite" title="satélite"><figcaption>Os lançamentos de satélites e foguetes estão poluindo nossa atmosfera superior.</figcaption></figure><p>Um novo estudo, liderado por pesquisadores do <em>University College London</em> e publicado na revista <em>Earth's Future</em>, afirma que a <strong>poluição proveniente de lançamentos de satélites </strong><strong>está se acumulando rapidamente na alta atmosfera</strong>.</p><p><strong>Megaconstelações</strong>, uma nova classe de missões de satélite composta por centenas de milhares de satélites em órbita baixa da Terra (LEO, na sigla em inglês), que levaram a um crescimento exponencial de lançamentos e reentradas nos últimos anos,<strong> estão contribuindo para esse aumento da poluição</strong>. O sistema <em>Starlink </em>da SpaceX é o mais conhecido, com quase 12.000 satélites em órbita.</p><h2>A pesquisa</h2><p>A equipe de pesquisa analisou a poluição atmosférica produzida pelo número crescente de lançamentos de foguetes e pelos<strong> detritos desses foguetes e satélites inativos que caem na Terra</strong>. O <strong>carbono negro permanece na alta atmosfera por muito mais tempo do que o carbono de fontes terrestres</strong>, resultando em um impacto 500 vezes maior no clima.</p><p>A equipe analisou <strong>dados de lançamentos de foguetes e implantações de satélites entre 2020 e 2022 </strong>e estimou as emissões até o final da década. Os resultados mostraram que, em 2020, as megaconstelações contribuíram com 35% do impacto climático total do setor espacial e que esse percentual chegará a aproximadamente 42% até 2029.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="768652" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/cientistas-argentinos-usam-particulas-do-espaco-para-escanear-a-atmosfera-da-antartica.html" title="Cientistas argentinos usam partículas do espaço para 'escanear' a atmosfera da Antártica">Cientistas argentinos usam partículas do espaço para "escanear" a atmosfera da Antártica</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/cientistas-argentinos-usam-particulas-do-espaco-para-escanear-a-atmosfera-da-antartica.html" title="Cientistas argentinos usam partículas do espaço para 'escanear' a atmosfera da Antártica"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/cientificos-argentinos-usan-particulas-del-espacio-para-escanear-la-atmosfera-de-la-antartida-1778348723242_320.jpg" alt="Cientistas argentinos usam partículas do espaço para 'escanear' a atmosfera da Antártica"></a></article></aside><p>A <strong>quantidade de luz solar que atinge a superfície da Terra está diminuindo</strong> devido ao rápido acúmulo de poluentes provenientes de lançamentos e reentrada de satélites. Até 2029, o efeito dessa poluição será semelhante ao de algumas técnicas de geoengenharia projetadas para resfriar o planeta bloqueando a luz solar por meio da injeção de partículas na alta atmosfera.</p><p>Pesquisas indicam que <strong>nem todos os impactos ambientais serão negativos</strong>. O <strong>carbono negro proveniente de lançamentos de foguetes tem um leve efeito de resfriamento</strong> sobre o clima, embora mínimo em comparação com o aquecimento global que o planeta experimentará no mesmo período.</p><h2>Olhando para o futuro</h2><p>A professora Eloise Marais, diretora do projeto, afirma: “A poluição gerada pela indústria espacial é como um experimento de geoengenharia em pequena escala e sem regulamentação, que pode ter inúmeras consequências ambientais graves e imprevistas. <strong>Atualmente, o impacto na atmosfera é mínimo</strong>, então ainda temos a oportunidade de agir prontamente antes que se torne um problema mais sério e difícil de reverter ou reparar. Até agora, pouco esforço foi feito para<strong> regulamentar efetivamente esse tipo de poluição</strong>”.</p><p>As projeções dos pesquisadores provavelmente representam uma subestimação. Com base nas tendências dos primeiros anos da era dos megassatélites, <strong>os lançamentos de foguetes entre 2023 e 2025 já superaram as projeções</strong>, e espera-se que ocorram ainda mais lançamentos nesta década.</p><p>A professora Marais acrescenta: "O efeito de resfriamento resultante da redução da luz solar que calculamos com nossos modelos pode parecer uma mudança positiva no contexto do <strong>aquecimento global</strong>, mas devemos ser extremamente cautelosos".</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="768838" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artículo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.meteored.com.ar/noticias/ciencia/contaminacion-atmosferica-se-asocia-con-aumento-de-grasa-corporal-y-perdida-de-masa-muscular-en-personas-mayores.html" title="Contaminación atmosférica se asocia con aumento de grasa corporal y pérdida de masa muscular en personas mayores">Contaminación atmosférica se asocia con aumento de grasa corporal y pérdida de masa muscular en personas mayores</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.meteored.com.ar/noticias/ciencia/contaminacion-atmosferica-se-asocia-con-aumento-de-grasa-corporal-y-perdida-de-masa-muscular-en-personas-mayores.html" title="Contaminación atmosférica se asocia con aumento de grasa corporal y pérdida de masa muscular en personas mayores"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/poluicao-do-ar-associada-ao-aumento-de-gordura-e-perda-de-massa-muscular-em-idosos-1778667162116_320.png" alt="Contaminación atmosférica se asocia con aumento de grasa corporal y pérdida de masa muscular en personas mayores"></a></article></aside><p>A equipe também modelou todos os principais poluentes provenientes dos lançamentos e reentradas de megaconstelações de satélites. Por exemplo, o <strong><em>Falcon 9</em> utiliza combustível de foguete à base de querosene, que libera partículas de fuligem na alta atmosfera durante o lançamento</strong>. A fuligem permanece na atmosfera por anos devido à lenta circulação atmosférica. Quanto mais tempo um poluente permanece na atmosfera, maior é o seu impacto. A fuligem liberada por esses lançamentos é 540 vezes mais eficaz em alterar o clima do que a fuligem emitida perto da superfície.</p><p>O autor principal, Dr. Connor Barker (Departamento de Geografia da UCL), afirma: “Embora o impacto dessa fuligem no clima seja atualmente muito menor do que o de outras fontes industriais, sua potência significa que <strong>devemos agir antes que cause danos irreparáveis</strong>”. Com base nas tendências atuais, espera-se que os lançamentos de megaconstelações tenham um impacto mínimo na camada de ozônio.</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em><a href="https://agupubs.onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1029/2025EF007229" target="_blank">Radiative Forcing and Ozone Depletion of a Decade of Satellite Megaconstellation Missions, Earth's Future</a> (2026). </em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/a-atmosfera-superior-esta-ficando-cada-vez-mais-poluida-por-lancamentos-de-satelites.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Fotos aéreas revelam impacto do fechamento de canal do mar em SC há 90 anos]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/actualidade/fotos-aereas-revelam-impacto-do-fechamento-de-canal-do-mar-em-sc-ha-90-anos.html</link><pubDate>Mon, 18 May 2026 22:03:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Imagens recentes do Canal do Linguado, no Litoral Norte catarinense, revelaram o forte contraste na coloração da água dividida por um aterro artificial construído há cerca de noventa anos. </p><figure id="first-image"> <img src="https://services.meteored.com/img/article/fotos-aereas-revelam-o-impacto-do-fechamento-de-canal-do-mar-em-sc-ha-90-anos-1779124182002.jpg" data-image="jtx8swuyvr05" alt="Imagens mostram diferença da água em canal de SC. Foto: Reprodução/Jonatan Klug/NDTV/ND Mais" title="Imagens mostram diferença da água em canal de SC. Foto: Reprodução/Jonatan Klug/NDTV/ND Mais"><figcaption>Imagens mostram diferença da água em canal de SC. Foto: Reprodução/Jonatan Klug/NDTV/ND Mais</figcaption></figure><p>Imagens aéreas divulgadas recentemente<strong> revelaram</strong><strong> o nítido contraste na coloração das águas no Canal do Linguado</strong>, situado no Litoral Norte de Santa Catarina. O local está completamente bloqueado há cerca de noventa anos devido a um aterro artificial.</p><p>Essa obstrução física voltou a figurar no centro dos <strong>debates públicos em decorrência dos projetos de duplicação da rodovia federal BR-280</strong>. A proposta atual de reabertura do canal divide as opiniões de moradores locais, pescadores e pesquisadores regionais.</p><h2>O impacto histórico e o fechamento do canal</h2><p><strong>O escoamento e o transporte regular de cargas ocorreram por meio das águas desse importante canal</strong> até o início do século passado. No ano de 1906, uma empresa inglesa obteve a concessão governamental e iniciou a construção de uma ferrovia regional.</p><p>A companhia estrangeira começou os trabalhos <strong>com a derrubada da vegetação nativa e planejou uma grande ponte metálica de 140 metros</strong>. A estrutura contava com três vãos de 40 metros, possuindo duas extremidades fixas e um vão central giratório para a navegação.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/fotos-aereas-revelam-o-impacto-do-fechamento-de-canal-do-mar-em-sc-ha-90-anos-1779124328243.jpg" data-image="zcf7fmnk7eyw" alt="Proposta de reabertura do histórico Canal do Linguado divide as opiniões de moradores locais e especialistas em ecossistemas marinhos de Santa Catarina. Foto: Reprodução/Jonatan Klug/NDTV/ND Mais" title="Proposta de reabertura do histórico Canal do Linguado divide as opiniões de moradores locais e especialistas em ecossistemas marinhos de Santa Catarina. Foto: Reprodução/Jonatan Klug/NDTV/ND Mais"><figcaption>Proposta de reabertura do histórico Canal do Linguado divide as opiniões de moradores locais e especialistas em ecossistemas marinhos de Santa Catarina. Foto: Reprodução/Jonatan Klug/NDTV/ND Mais</figcaption></figure><p>As pontes ferroviárias de ferro foram oficialmente inauguradas em 1910, garantindo a passagem dos trens comerciais carregados. Contudo, após duas décadas de uso contínuo, <strong>a intensa deterioração provocada pela ação do tempo gerou graves problemas estruturais e ambientais</strong>.</p><p>A partir de 1930, a estrutura metálica passou a apresentar fortes sinais de ferrugem e enfraquecimento acentuado. Diante do risco para o tráfego ferroviário,<strong> o Governo Federal decidiu aterrar totalmente o Canal do Linguado, concluindo o fechamento definitivo em 1935</strong>.</p><h2>Proposta de reabertura e preocupações locais</h2><p>A rodovia BR-280 atravessa atualmente a região sobre esse aterro histórico, o que provocou o acúmulo severo de sedimentos na água. A solução de engenharia prevista no projeto atual<strong> consiste na abertura de um vão de 100 metros</strong> na estrutura.</p><p>A obra também prevê a edificação de uma nova ponte com oito metros de altura livre, <strong>permitindo a retomada da navegação comercial</strong>. Uma simulação virtual demonstrou visualmente como a região deve ficar após as intervenções.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="757238" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/circulo-colorido-no-ceu-catarinense-fenomeno-com-cores-do-arco-iris-surpreende-passageiros-e-viraliza-nas-redes-sociais.html" title="Círculo colorido no céu catarinense: fenômeno com cores do arco-íris surpreende passageiros e viraliza nas redes sociais">Círculo colorido no céu catarinense: fenômeno com cores do arco-íris surpreende passageiros e viraliza nas redes sociais</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/circulo-colorido-no-ceu-catarinense-fenomeno-com-cores-do-arco-iris-surpreende-passageiros-e-viraliza-nas-redes-sociais.html" title="Círculo colorido no céu catarinense: fenômeno com cores do arco-íris surpreende passageiros e viraliza nas redes sociais"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/circulo-colorido-no-ceu-catarinense-fenomeno-com-cores-do-arco-iris-surpreende-passageiros-e-viraliza-nas-redes-sociais-1772650613666_320.jpg" alt="Círculo colorido no céu catarinense: fenômeno com cores do arco-íris surpreende passageiros e viraliza nas redes sociais"></a></article></aside><p>Apesar dos possíveis benefícios viários,<strong> a reabertura divide as opiniões dos moradores do município vizinho de Balneário Barra do Sul</strong>. Na localidade catarinense, aproximadamente 60% de toda a população residente depende diretamente da atividade pesqueira para sobreviver.</p><p>A Secretaria de Pesca do município manifestou receio quanto à movimentação dos detritos acumulados por décadas no fundo do mar. O representante do órgão explicou que <strong>os peixes capturados na área atualmente são saudáveis</strong>, temendo o impacto futuro sobre sua família.</p><h2>Estudos científicos e os benefícios para a Babitonga</h2><p>Em contrapartida, diversos pesquisadores da área ambiental <strong>defendem que a desobstrução trará impactos altamente positivos para a Baía Babitonga</strong>. Estudos detalhados são realizados na região desde 2018, analisando o comportamento hídrico e os sedimentos profundos do canal. </p><p>Além disso, <strong>houve o monitoramento da existência de contaminações por metais pesados</strong>, através de relatórios técnicos diretamente ao órgão federal DNIT. Esses levantamentos serviram de base científica sólida para a elaboração e sustentação da atual proposta de reabertura do Linguado. </p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://ndmais.com.br/meio-ambiente/canal-do-linguado-imagens-mostram-aspecto-do-mar/" target="_blank">Canal do Linguado: imagens mostram aspecto do mar</a>. 18 de maio, 2026. Bárbara Siementkowski.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/fotos-aereas-revelam-impacto-do-fechamento-de-canal-do-mar-em-sc-ha-90-anos.html</guid><dc:creator><![CDATA[Talita Cristina]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frio ganha força junto com risco de chuva forte no Sul e no Sudeste; confira a previsão]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-ganha-forca-junto-com-risco-de-chuvas-forte-no-sul-e-no-sudeste-confira-a-previsao.html</link><pubDate>Mon, 18 May 2026 20:52:59 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O avanço de uma frente fria e uma massa de ar polar trarão tempestades e frio intenso para a região Sudeste nos próximos dias. Há risco de chuvas fortes, alagamentos, e até mesmo geadas.</p><ul><li>Mais informações: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-trara-semana-de-inverno-nos-proximos-dias.html" target="_blank">Ar polar trará semana de inverno nos próximos dias</a></li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaa65qc"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaa65qc.jpg" id="xaa65qc"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Uma <strong>frente fria</strong> e uma <strong>massa de ar polar</strong> estão avançando pelo país neste momento, após causar <strong>tempestades intensas</strong> em estados como Paraná, Mato Grosso do Sul e oeste de São Paulo e trazer <strong>quedas significativas das temperatura</strong> e <strong>geadas</strong> para a região Sul.</p><p>Ao longo dos próximos dias, essa frente fria ainda traz <strong>risco de pancadas moderadas de chuva </strong>para algumas áreas do Sudeste - Incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, sul e oeste de Minas Gerais e, posteriormente, Espírito Santo.</p><div class="texto-destacado">Graças à essa situação, o Instituto Nacional de Meteorologia (<a href="https://portal.inmet.gov.br/" target="_blank">INMET</a>) publicou avisos de tempestades para o Sudeste, com acumulados de até 50 mm/dia, ventos intensos de até 60 km/h e possibilidade de queda de granizo nesta terça-feira (19).</div><p>Previsões indicam que essas tempestades continuarão se formando ao longo da <strong>terça-feira (19)</strong>, gradualmente se deslocando em direção norte e atingindo com maior intensidade <strong>Minas Gerais e Rio de Janeiro</strong>. Na quarta-feira (20), o sistema passará a afetar também o <strong>Espírito Santo.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/alertas-de-aumento-de-frio-e-de-chuva-forte-para-areas-do-sul-e-do-sudeste-nesta-terca-feira-1779127421185.jpg" data-image="n3kc14g9lvpw" alt="Previsão de chuva total acumulada até o final da quinta-feira." title="Previsão de chuva total acumulada até o final da quinta-feira."><figcaption>Previsão de chuva total acumulada até o final da quinta-feira mostra que alguns municípios entre o leste de São Paulo, sul de Minas Gerais e o Rio de Janeiro podem registrar até 70 mm.</figcaption></figure><p>Ao total, os volumes de chuva podem chegar a valores de <strong>até 70 mm </strong>ao longo da semana, como é possível observar na imagem acima. As regiões mais afetadas serão o Litoral Sul, Região Metropolitana e o Vale do Paraíba em <strong>São Paulo</strong>; o Sul, Campo das Vertentes e Zona da Mata em <strong>Minas Gerais</strong>; e todo o estado do <strong>Rio de Janeiro.</strong></p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>As tempestades trazem risco de cortes no fornecimento de energia elétrica, estragos menores em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos pontuais nestas regiões.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Mas além das chuvas, a massa de ar polar que avança pelo país também fará as t<strong>emperaturas caírem de maneira significativa</strong> nos próximos dias. Na região Sul, o INMET emitiu alertas para <strong>geadas abrangentes</strong> entre o <strong>Rio Grande do Sul</strong> e <strong>Santa Catarina</strong>, nesta terça-feira, onde há risco de <strong>temperaturas negativas.</strong></p><h2>Frio retorna ao Sudeste</h2><p>Além de causar geadas na região Sul, essa massa de ar polar começará a avançar por São Paulo já nesta segunda-feira (18), mas o <strong>frio intenso será sentido especialmente a partir da terça-feira (19)</strong>, quando o sistema atinge também o Rio de Janeiro e o sul de Minas Gerais e as mínimas atingem valores <strong>por volta dos 15°C</strong> durante a madrugada e o início da manhã.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/alertas-de-aumento-de-frio-e-de-chuva-forte-para-areas-do-sul-e-do-sudeste-nesta-terca-feira-1779127507281.jpg" data-image="esrhqxhsi80a" alt="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa." title="Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa."><figcaption>Previsão de anomalias de temperatura em 850 hPa mostram a abrangência da massa de ar frio sobre a região Sudeste, fazendo as temperaturas caírem em SP, RJ e sul de MG nos próximos dias.</figcaption></figure><p>Nos dias seguintes, em alguns municípios ao redor da Serra da Mantiqueira, as temperaturas podem atingir <strong>patamares ainda mais baixos</strong>, chegando a <strong>até 4°C.</strong> Isso traz risco de <strong>geadas pontuais</strong> na região, especialmente durante a madrugada e a manhã da quinta-feira (21) e da sexta-feira (22).</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações! </div><p>Vale notar que, até o momento, previsões <strong>não</strong> indicam possibilidade de temperaturas mínimas abaixo dos 10°C em outras áreas do Sudeste. Por isso, o consenso das previsões é de que <strong>n</strong><strong>ão haverá risco de geadas em outros locais</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/alertas-de-aumento-de-frio-e-de-chuva-forte-para-areas-do-sul-e-do-sudeste-nesta-terca-feira-1779127663881.jpg" data-image="0916vah94tir" alt="Previsão de temperaturas mínimas na sexta-feira durante a madrugada." title="Previsão de temperaturas mínimas na sexta-feira durante a madrugada."><figcaption>Previsão de temperaturas mínimas na sexta-feira durante a madrugada mostra valores em torno dos 15°C na região afetada pela massa de ar frio, com risco de até 4°C na Serra da Mantiqueira.</figcaption></figure><p>Vale notar que as condições podem<strong> variar</strong> de um município para outro ao longo da semana. Por isso, não deixe também de acompanhar as <strong>previsões de chuva e temperatura específicas para a sua cidade</strong>, para evitar ao máximo ser pego desprevenido pelo mau tempo. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-ganha-forca-junto-com-risco-de-chuvas-forte-no-sul-e-no-sudeste-confira-a-previsao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Matheus Manente]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria e ar polar trazem semana de inverno atípico para SP e RJ]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-e-ar-polar-trazem-semana-de-inverno-atipico-para-sp-e-rj.html</link><pubDate>Mon, 18 May 2026 19:32:45 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Ao longo desta semana, uma frente fria avança levando chuvas para parte de São Paulo e do Rio de Janeiro. Além disso, logo após uma massa de ar frio vai ingressar, deixando as temperaturas mais baixas para esta época do ano.</p><ul><li>Mais previsão: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-trara-semana-de-inverno-nos-proximos-dias.html" target="_blank">Ar polar trará semana de inverno nos próximos dias</a></li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaa6320"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaa6320.jpg" id="xaa6320"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Nesta semana teremos condições atípicas para esta época do ano em parte de <strong>São Paulo</strong> e do <strong>Rio de Janeiro</strong>, com <strong>dias de chuva, frio e tempo nublado</strong>, visto que climatologicamente o outono tem um clima mais seco e diminuição das chuvas.</p><p>Isso se deve a uma <strong>frente fria que vai avançar ao longo desta semana de forma mais costeira</strong> pela região, formando instabilidades especialmente na parte leste dos estados.</p><div class="texto-destacado"><strong>Seja o primeiro a receber a previsão do tempo no nosso <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações.</div><p>Além disso, logo após uma<strong> nova massa de ar frio, de origem polar, irá ingressar</strong> na região, deixando as temperaturas abaixo da média nos estados. Mas vale destacar aqui que<strong> este frio não será intenso quanto o da semana passada</strong>.</p><p>Acompanhe <strong>a seguir mais detalhes da previsão</strong> do tempo.</p><h2>Semana de tempo nublado, chuva e frio em parte de SP e RJ</h2><p>A <strong>passagem do sistema frontal pela costa do Sudeste vai deixar o tempo bem fechado</strong>, com chuvas que em alguns momentos podem ser intensas e com temporais isolados.</p><p>Ao longo desta <strong>terça-feira (19)</strong>, já<strong> desde a manhã</strong>, são esperadas <strong>chuvas fracas a moderadas em grande parte de São Paulo</strong>, com exceção de áreas do sul, e no <strong>Rio de Janeiro</strong>. Durante a tarde, podem ocorrer pancadas e temporais isolados no estado fluminense. À noite, a chuva fica mais concentrada no Rio de Janeiro.</p><div class="texto-destacado">Esta semana será de tempo nublado e friozinho em São Paulo e no Rio de Janeiro, com chuvas fracas a moderadas ao longo do dia, mas com alguns períodos de maior intensidade.</div><p>Na <strong>quarta-feira (20)</strong>, a partir da <strong>tarde </strong>são esperadas <strong>chuvas fracas, isoladas e passageiras em São Paulo</strong>, enquanto no <strong>Rio de Janeiro podem ocorrer pancadas pontualmente mais fortes, inclusive à noite</strong> também. Entre a tarde e à noite, podem ocorrer temporais isolados em áreas do norte paulista, próximo à divisa com Minas Gerais, e no Rio de Janeiro.</p><p>Na <strong>quinta-feira (21)</strong>, com o <strong>afastamento da frente fria</strong>, a circulação marítima (ventos) é que vai trazer <strong>chuva fraca e rápida na faixa litorânea de São Paulo</strong> e no <strong>Rio de Janeiro</strong>. Não há riscos de temporais.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-e-ar-polar-trazem-semana-de-inverno-atipico-para-sp-e-rj-1779129649266.jpg" data-image="8t7ei6i04can"><figcaption>Previsão de precipitação (em mm) e nebulosidade para terça-feira (19) às 14h, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Na <strong>sexta-feira (22)</strong>, a presença de nebulosidade continua nos dois estados, e as <strong>condições para chuvas diminuem no Rio de Janeiro</strong>. No entanto, em <strong>São Paulo a instabilidade retorna de forma mais significativa no fim do dia</strong> na <strong>porção sul</strong>. </p><p>A<strong> capital paulista</strong> deve ter uma terça-feira (19) com céu variando de encoberto a nublado ao longo do dia, e chuva fraca/garoa a qualquer momento. Na quarta (20) e na quinta-feira (21), a cidade terá céu com muitas nuvens, mas podem ocorrer algumas aberturas de sol; a chance de chuva é baixa, mas não se pode descartar alguma garoa passageira. E na sexta (22) o dia será de muitas nuvens com momentos de chuva e garoa, especialmente à noite.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-e-ar-polar-trazem-semana-de-inverno-atipico-para-sp-e-rj-1779129782171.jpg" data-image="74mr4r6i3m4n"><figcaption>Previsão da probabilidade de precipitação (%) para quinta-feira (21) às 12h, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>A <strong>capital fluminense terá céu encoberto ou nublado e com chuvas fracas ao longo desta semana</strong>, com risco de<strong> temporais isolados na terça-feira (19)</strong>. A sexta (22) será de céu com muitas nuvens mas baixo potencial para chuva.</p><div class="texto-destacado">As áreas mais próximas da costa de SP e do RJ, além da Região Serrana do Rio, devem sentir mais o ar frio, com sensação térmica mais amena e até de frio em algumas localidades. </div><p>Além disso, <strong>a massa de ar frio vai deixar as manhãs frias e as tardes com temperaturas mais amenas</strong> em parte dos estados, e até com sensação de <strong>friozinho durante o dia em algumas localidades da faixa leste de São Paulo</strong> e em <strong>áreas elevadas do Rio de Janeiro</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-e-ar-polar-trazem-semana-de-inverno-atipico-para-sp-e-rj-1779129976586.jpg" data-image="ze5eols9kxks"><figcaption>Previsão da temperatura mínima do ar (em °C) para quinta-feira (21) às 6h, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p><strong>Ao longo desta semana, as temperaturas mínimas ficam abaixo dos 16°C</strong> em praticamente todo o estado de São Paulo, atingindo os<strong> 11°C no sul, na sub-região de Itapetininga</strong>. No <strong>Rio de Janeiro, mínimas entre 14°C-16°C em áreas do sul e na Região Serrana</strong>, <strong>podendo atingir os 11°C </strong>nos seus pontos mais elevados.</p><p>As<strong> tardes terão temperaturas mais amenas e até frio no leste de São Paulo e na região Serrana do Rio</strong>, com as localidades registrando <strong>máximas entre 12°C e 16°C</strong>, como é o caso de Petrópolis, RJ (14°C), Ribeirão Branco, SP (14°C) e Campos de Cunha, SP (12°C).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-e-ar-polar-trazem-semana-de-inverno-atipico-para-sp-e-rj-1779130126874.jpg" data-image="zigjn13wop8d"><figcaption>Previsão da temperatura máxima do ar (em °C) para sexta-feira (22) às 15h, segundo o modelo europeu ECMWF.</figcaption></figure><p>Em <strong>São Paulo capital</strong>, as <strong>mínimas </strong>ao longo desta semana variam de <strong>13°C a 15°C</strong> e as <strong>máximas de 18°C a 20°C</strong>. Já na <strong>capital fluminense</strong>, <strong>mínimas entre 19°C e 21°C</strong>, e <strong>máximas na casa dos 23°C</strong>. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/frente-fria-e-ar-polar-trazem-semana-de-inverno-atipico-para-sp-e-rj.html</guid><dc:creator><![CDATA[Flávia Rosso]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ar polar traz clima de inverno e geadas consecutivas ao Sul do Brasil]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-traz-clima-de-inverno-e-geadas-consecutivas-ao-sul-do-brasil.html</link><pubDate>Mon, 18 May 2026 18:20:47 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Semana congelante: previsão de temperaturas mínimas indica risco de geada por cinco dias consecutivos no Brasil a partir de terça-feira (19).</p><ul><li>Mais informações:<a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/el-nino-se-forma-nas-proximas-semanas-com-70-de-chance-intensidade-forte-a-muito-forte.html" target="_blank"> El Niño se forma nas próximas semanas com 70% de chance intensidade forte a muito forte </a></li></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaa5g3m"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaa5g3m.jpg" id="xaa5g3m"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Como antecipado pela Meteored, uma <strong>frente fria</strong> começou avançar pelo centro-sul do Brasil neste fim de semana, deixando um <strong>rastro de estragos</strong> relacionados a tempo severo, especialmente no <strong>Mato Grosso do Sul e Paraná</strong>, onde granizo gigante e danos devido a rajadas intensas de vento foram registrados.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>Na<strong> retaguarda da frente fria</strong>, uma<strong> massa de ar polar </strong>deixou o <strong>amanhecer</strong> <strong>gelado</strong> no <strong>Sul</strong>, parte do Sudeste e do Centro-Oeste. Na região da Campanha Gaúcha, a cidade de Quaraí registrou apenas 3,5°C, enquanto no Mato Grosso do Sul a menor mínima esteve na casa de 10°C em Ponta Porã.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-traz-clima-de-inverno-e-geadas-consecutivas-ao-sul-do-brasil-1779115264678.png" data-image="je2r8punoa7w" alt="Temperatura mínima registrada na manhã de segunda-feira (18). Créditos: CPTEC/INPE." title="Temperatura mínima registrada na manhã de segunda-feira (18). Créditos: CPTEC/INPE."><figcaption>Temperatura mínima registrada na manhã de segunda-feira (18). Créditos: CPTEC/INPE.</figcaption></figure><p><br>No decorrer desta semana, a <strong>massa de ar frio avança e se intensifica</strong>, derrubando as temperaturas próximas a 0°C em uma ampla área, favorecendo a ocorrência de <strong>geada</strong> em uma <strong>sequência de 5 dias</strong>. Confira os detalhes.</p><h2>Semana congelante: risco de geada</h2><p><strong>Temperaturas</strong> mínimas <strong>abaixo</strong> de <strong>5°C</strong> <strong>favorecem</strong> a formação de <strong>geada</strong>. Isso se deve ao fato de que as temperaturas na superfície podem ser até 5°C mais baixas que a temperatura do ar, especialmente em condições de céu claro (sem nuvens) e ventos calmos. </p><div class="texto-destacado">Nessas condições, a temperatura junto ao solo pode atingir valores próximos ou inferiores a 0°C, permitindo a formação de cristais de gelo sobre superfícies, seja pelo congelamento do orvalho ou pela deposição direta do vapor d’água, caracterizando a geada. É por esse motivo que muitos lugares registram geada mesmo quando as temperaturas mínimas do ar são positivas.</div><p><strong>A partir de terça-feira (19)</strong>, temperaturas <strong>mínimas</strong> abaixo de <strong>5°C </strong><strong>se espalham</strong> sobre o Rio Grande do Sul (exceto faixa leste) e Santa Catarina (exceto faixa leste e nordeste). </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-traz-clima-de-inverno-e-geadas-consecutivas-ao-sul-do-brasil-1779115292247.png" data-image="9tlrbhwzr1m7" alt="Registro de geada em Sobradinho (RS) em 13 de maio de 2026. Créditos: Iara Krisna Puntel." title="Registro de geada em Sobradinho (RS) em 13 de maio de 2026. Créditos: Iara Krisna Puntel."><figcaption>Registro de geada em Sobradinho (RS) em 13 de maio de 2026. Créditos: Iara Krisna Puntel.</figcaption></figure><p><br>Na <strong>quarta-feira (20) </strong>as temperaturas continuam diminuindo e avançando sobre o Sul. Este será o dia onde<strong> temperaturas abaixo de 5°C terão máxima abrangência</strong> em área, cobrindo a maior parte da Região Sul.<strong> Valores negativos </strong>podem ser registrados, principalmente na <strong>Serra Catarinense </strong>e mínimas entre <strong>0°C e 5°C</strong> podem ser registradas em todo o <strong>Rio Grande do Sul, Santa Catarina, centro-sul e sudoeste do Paraná</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-traz-clima-de-inverno-e-geadas-consecutivas-ao-sul-do-brasil-1779115311400.png" data-image="axz4mgl9tyil" alt="Previsão de temperatura mínima para quarta-feira (19), segundo o ECMWF." title="Previsão de temperatura mínima para quarta-feira (19), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de temperatura mínima para quarta-feira (19), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>A<strong> quinta-feira (21)</strong>, deve ter as <strong>temperaturas mais baixas da semana</strong>, com temperaturas mínimas<strong> abaixo de 0°C </strong>especialmente na <strong>Serra Catarinense</strong>, onde as temperaturas previstas de -1°C podem ser ainda mais baixas e alcançar até <strong>-4°C. </strong></p><p>Em uma faixa central do Rio Grande do Sul, as temperaturas aumentam um pouco, ficando em torno de 10°C e sem risco de geada, mas as temperaturas abaixo de 5°C, com <strong>risco de gead</strong>a, devem alcançar o<strong> extremo sul do Mato Grosso do Sul</strong>, além das demais áreas do <strong>Rio Grande do Sul, Santa Catarina e metade oeste do Paraná.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-traz-clima-de-inverno-e-geadas-consecutivas-ao-sul-do-brasil-1779115324876.png" data-image="ouc1ybi1i958" alt="Previsão de temperaturas mínimas para quinta-feira (21), segundo o ECMWF." title="Previsão de temperaturas mínimas para quinta-feira (21), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de temperaturas mínimas para quinta-feira (21), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>Neste dia, estão previstas as <strong>maiores anomalias de temperatura</strong>, ou seja, os maiores desvios em relação à média. No Norte Catarinense, as temperaturas mínimas previstas estarão até<strong> 12°C abaixo da média.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-traz-clima-de-inverno-e-geadas-consecutivas-ao-sul-do-brasil-1779115338322.png" data-image="8997r9zoh5vn" alt="Previsão de anomalia de temperatura mínima para quinta-feira (21), segundo o ECMWF." title="Previsão de anomalia de temperatura mínima para quinta-feira (21), segundo o ECMWF."><figcaption>Previsão de anomalia de temperatura mínima para quinta-feira (21), segundo o ECMWF.</figcaption></figure><p>Na<strong> sexta-feira (22)</strong> o<strong> frio diminui ligeiramente </strong>no <strong>Paraná</strong> (exceto pelo centro-sul) e no <strong>Mato Grosso do Sul</strong>, onde as temperaturas mínimas ficam entre 10°C e 13°C, sem risco de geada. No <strong>Rio Grande do Sul e em Santa Catarina</strong>, no entanto, o <strong>frio se mantém rigoroso </strong>e com chance de <strong>geada</strong> <strong>até</strong>, pelo menos, <strong>sábado (23). </strong></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-traz-clima-de-inverno-e-geadas-consecutivas-ao-sul-do-brasil.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ar polar trará semana de inverno nos próximos dias]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-trara-semana-de-inverno-nos-proximos-dias.html</link><pubDate>Mon, 18 May 2026 14:42:38 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Esta semana terá características típicas de inverno em pleno mês de maio. A presença de uma forte massa de ar frio deixa as temperaturas abaixo da médio ao longo dos próximos dias</p><p>Veja também: <a href="https://www.tempo.com/noticias/previsao/frio-e-chuva-frente-fria-e-intenso-ar-polar-marcam-o-centro-sul-nesta-semana.html" target="_blank">Frio e chuva: frente fria e intenso ar polar marcam o centro-sul nesta semana</a></p><ul></ul><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaa53ms"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaa53ms.jpg" id="xaa53ms"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O final de semana foi marcado pela <strong>passagem de uma frente fria o Centro-Sul Brasil</strong>. O avanço do sistema frontal provocou queda de granizo, acumulados de chuva superiores a <strong>100 mm</strong> (conforme previsto pela Meteored | Tempo.com) e diversos transtornos.</p><p>Para esta nova semana, o grande destaque será a <strong>atuação de uma forte massa de ar polar </strong>que abrangerá boa parte do país, deixando esta semana de maio <strong>com características típicas de inverno.</strong></p><h2>Região Sul: mínimas abaixo de 5°C</h2><p>Frio à frente! A massa de ar polar que avançou na retaguarda da frente fria fará com que as temperaturas fiquem abaixo da média de Norte a Sul do Brasil no decorrer da semana. <strong>Enquanto a Região Sul fica em alerta para o risco de geadas, o Sudeste e o Centro-Oeste registrarão temperaturas amenas, e alguns estados do Norte enfrentarão "friagem".</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-trara-semana-de-inverno-nos-proximos-dias-1779110347233.jpg" data-image="8r597votdqxb" alt="Mínima prevista para esta quinta-feira (21)." title="Mínima prevista para esta quinta-feira (21)."><figcaption>Temperatura mínima prevista para a quinta-feira (21) no Sul do Brasil. Previsão indica temperaturas negativas nas áreas de serra.</figcaption></figure><p>As temperaturas <strong>mínimas</strong> ficarão <strong>próximas de 5°C</strong> ao longo da semana em municípios do Rio Grande do Sul, no oeste e na parte central de Santa Catarina e no sudoeste do Paraná. <strong>Nas áreas mais altas da Serra Catarinense e da Serra Gaúcha, há previsão de temperaturas negativas </strong>nesta quarta (20) e, principalmente, quinta-feira (21).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-trara-semana-de-inverno-nos-proximos-dias-1779110927805.jpg" data-image="amcy5755naw8" alt="Temperatura máxima prevista para sexta-feira (22)." title="Temperatura máxima prevista para sexta-feira (22)."><figcaption>Temperatura máxima prevista para a tarde de sexta-feira (22), mostra temperaturas que não superam os 15°C grande parte da Região Sul..</figcaption></figure><p>O frio não ficará restrito aos períodos matutinos, pois as temperaturas também não devem subir muito no período da tarde. Entre hoje (18) e sexta-feira (22), as<strong> máximas não passarão dos 18°C no Rio Grande do Sul, inclusive em Porto Alegre, cenário que se repete na maior parte de Santa Catarina, </strong>com exceção do litoral norte.</p><h2>Região Sudeste: SP, MG e RJ terão dias de inverno</h2><p>No Sudeste, São Paulo será o estado que sentirá a atuação mais forte dessa massa de ar frio. <strong>A partir desta terça-feira (19), o ar polar começa a avançar sobre o sul paulista, fazendo com que o amanhecer registre temperaturas entre 12°C e 15°C.</strong> Entre a quarta (20) e a sexta-feira (22), o ar polar avançará também sobre áreas de Minas Gerais e do Rio de Janeiro.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-trara-semana-de-inverno-nos-proximos-dias-1779110446853.jpg" data-image="hmjhp9pnuy76" alt="Mínima prevista para esta sexta-feira (22)." title="Mínima prevista para esta sexta-feira (22)."><figcaption>Temperatura mínima prevista para a sexta-feira (22) no Sudeste do país. A previsão é de temperaturas abaixo dos 5°C nas regiões mais altas da Serra da Mantiqueira.</figcaption></figure><p>Além de todo o estado de São Paulo, o sul de Minas Gerais, o Alto Paranaíba, o Triângulo Mineiro e o sul do Rio de Janeiro terão temperaturas mínimas entre 10°C e 16°C. <strong>Nos pontos mais altos da Serra da Mantiqueira, há a possibilidade de as mínimas chegarem a marca de 5°C nesta sexta (22).</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-trara-semana-de-inverno-nos-proximos-dias-1779111123588.jpg" data-image="dkqny3onht46" alt="Massa de ar frio." title="Massa de ar frio."><figcaption>Ar polar atuando sobre o Sudeste no início da noite de quinta-feira (21).</figcaption></figure><p>Durante a tarde, as máximas permanecerão baixas já a partir desta segunda-feira (18). <strong>Até quinta-feira (21), as temperaturas máximas vão oscilar entre 19°C e 23°C no leste de São Paulo, no sul de Minas e na Região Serrana do Rio de Janeiro, </strong>enquanto na sexta-feira (22) os termômetros voltam a subir gradativamente.</p><h2>Região Centro-Oeste: frio atinge MS e MT</h2><p>No Centro-Oeste, o Mato Grosso do Sul e o oeste e sul do Mato Grosso serão os setores afetados pela massa de ar polar. <strong>No sul sul-mato-grossense, o amanhecer de terça (19) a quinta-feira (21) terá mínimas semelhantes às do Sul do Brasil, entre 7°C e 10°C</strong>, com pequena, mas existente, possibilidade de <strong>geada </strong>no extremo sul do estado na quinta (21).</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao nosso<strong> <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBLUjVFcow4tnOD1w00" target="_blank">novo canal de Whatsapp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações!</div><p>No Mato Grosso as mínimas serão um pouco mais elevadas em relação ao seu vizinho. Com os termômetros marcando entre <strong>15 e 19°C. </strong>As máximas nas áreas atingidas pelo ar frio devem oscilar entre <strong>19°C e 27°C entre terça (19) e sexta-feira (22) no Mato Grosso do Sul e de 25 a 28°C no oeste e sul do Mato Grosso.</strong></p><h2>Região Norte: friagem chega ao AC, RO e AM</h2><p>Por fim, a friagem chega à Região Norte do Brasil, afetando os estados de Rondônia, Acre e parte do Amazonas. O ar frio começa a ingressar na região nesta terça-feira (19), trazendo <strong>mínimas na casa dos 17°C</strong> na Região de Vilhena (RO) e de 20°C nas <strong>proximidades de Rio Branco (AC)</strong>,<strong> padrão que se estende até quinta-feira (21).</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-trara-semana-de-inverno-nos-proximos-dias-1779110574541.jpg" data-image="hei954bh1oup" alt="Anomalia de temperatura em 850 hPa." title="Anomalia de temperatura em 850 hPa."><figcaption>Mapa de anomalia de temperatura em 850 hPa apresenta a presença da massa de ar frio sobre o Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Norte do Brasil.</figcaption></figure><p>Durante a tarde, o alívio no calor e as temperaturas mais amenas são esperados apenas nesta segunda (18) e terça-feira (19), com os termômetros não superando a marca dos <strong>25°C no Acre e no sul do Amazonas.</strong></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/previsao/ar-polar-trara-semana-de-inverno-nos-proximos-dias.html</guid><dc:creator><![CDATA[Denis William]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[7 árvores e arbustos perfeitos para garantir privacidade na sua casa sem ter de esperar anos]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/plantas/7-arvores-e-arbustos-perfeitos-para-garantir-privacidade-na-sua-casa-sem-ter-de-esperar-anos.html</link><pubDate>Mon, 18 May 2026 12:06:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Crescimento rápido em altura, folhagem densa e uma seleção criteriosa das espécies: três fatores essenciais para criar uma barreira vegetal em menos tempo.</p><figure id="first-image"> <img src="https://services.meteored.com/img/article/7-arboles-y-arbustos-perfectos-para-ganar-privacidad-en-tu-hogar-sin-esperar-anos-1777550259687.jpg" alt="plants" title="plants"> <figcaption>Algumas plantas crescem rapidamente; outras ajudam a preencher as lacunas.</figcaption> </figure><p>A ideia de criar uma parede verde para garantir privacidade vem sempre acompanhada de um conselho:<strong> é preciso ter paciência</strong>. Os ramos demoram a crescer e a ganhar volume e, entretanto, as aberturas permitem a visibilidade através da parede.</p><p><strong>A solução mais prática é não depender de uma única espécie</strong>. Algumas crescem rapidamente e proporcionam altura num curto espaço de tempo; outras conferem densidade e ajudam a preencher as lacunas a partir da base. Esta combinação reduz o tempo de espera e proporciona um resultado mais uniforme.</p><p>Estas sete opções têm um bom desempenho e, nas condições certas, podem <strong>crescer entre 60 centímetros e mais de um metro por ano, atingindo 2 a 3 metros em apenas alguns ciclos de crescimento</strong>.</p><h2>1- Elaeagnus (Elaeagnus × ebbingei)</h2><p><strong>Cresce entre 50 e 100 centímetros por ano e pode atingir os 3 metros em dois anos</strong>. A sua folhagem é densa e bem distribuída desde a base, tornando-a muito eficaz para criar biombos.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/7-arboles-y-arbustos-perfectos-para-ganar-privacidad-en-tu-hogar-sin-esperar-anos-1777550561847.jpg" alt="plants" title="plants"> <figcaption>Resistente e compacto, proporciona densidade mesmo em condições difíceis.</figcaption> </figure><p>Além disso, <strong>tolera o vento, a seca e solos pobres</strong>, tornando-a adequada mesmo em condições menos favoráveis.</p><h2>2- Cipreste de Leyland (Cupressus × leylandii)</h2><p>É uma das opções clássicas para criar rapidamente uma parede verde. Em boas condições, pode crescer <strong>entre 80 centímetros e mais de um metro por ano</strong>, atingindo os 3 metros em dois a três anos.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/7-arboles-y-arbustos-perfectos-para-ganar-privacidad-en-tu-hogar-sin-esperar-anos-1777550749130.jpg" alt="plants" title="plants"> <figcaption>De crescimento rápido, forma uma barreira vertical ideal para ganhar altura rapidamente.</figcaption> </figure><p>O seu crescimento é vertical e vigoroso, e a sua folhagem perene proporciona uma <strong>cobertura contínua</strong>. Necessita de alguma poda para manter uma densidade uniforme, mas responde bem e adapta-se a diferentes tipos de solo.</p><h2>3- Fotínia (Photinia × fraseri)</h2><p><strong>A fotínia é uma das opções mais fiáveis para criar sebes vivas densas num curto espaço de tempo</strong>. Pode crescer entre 60 centímetros e 1 metro por ano, atingindo 2 a 3 metros em cerca de dois a três anos.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/7-arboles-y-arbustos-perfectos-para-ganar-privacidad-en-tu-hogar-sin-esperar-anos-1777550953119.jpg" alt="plants" title="plants"> <figcaption>O seu rebrote avermelhado e a sua estrutura uniforme tornam-na ideal para sebes.</figcaption> </figure><p><strong>A sua principal vantagem é a densidade</strong>: ramifica-se a partir da base e forma uma massa compacta que bloqueia a vista sem deixar espaços. Responde muito bem à poda, o que permite que se mantenha densa e na altura desejada. Os seus rebentos avermelhados também conferem-lhe valor ornamental.</p><h2>4 - Laurustinus (Viburnum tinus)</h2><p>O Laurustinus tem um ritmo de crescimento ligeiramente mais moderado, mas proporciona uma densidade muito útil para preencher espaços. <strong>Pode crescer entre 40 e 80 centímetros por ano</strong>.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/7-arboles-y-arbustos-perfectos-para-ganar-privacidad-en-tu-hogar-sin-esperar-anos-1777551150185.jpg" alt="plants" title="plants"> <figcaption>Proporciona um volume constante e ajuda a preencher os espaços ao longo do tempo.</figcaption> </figure><p>A sua folhagem é perene e compacta, o que lhe permite formar sebes densas ao longo do tempo.<strong> É resistente, adaptável e requer pouca manutenção depois de estabelecida</strong>.</p><h2>5- Louro-cerejeira (Prunus laurocerasus)</h2><p><strong>O louro-cerejeira é uma das opções mais utilizadas</strong> para criar sebes bem cuidadas e contínuas. Cresce entre 50 e 80 centímetros por ano, aproximadamente.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/7-arboles-y-arbustos-perfectos-para-ganar-privacidad-en-tu-hogar-sin-esperar-anos-1777551288975.jpg" alt="plants" title="plants"> <figcaption>Um bom projeto desde o início ajuda a garantir a privacidade mais rapidamente.</figcaption> </figure><p><strong>As suas folhas grandes e a sua densidade natural ajudam a proteger a privacidade</strong>. Responde bem à poda e consegue manter formas definidas, tornando-a ideal para quem procura uma solução elegante.</p><h2>6- Bambu não invasivo</h2><p>Embora, tecnicamente, não seja uma árvore, <strong>na jardinagem desempenha esse papel melhor do que muitas outras plantas</strong>. As variedades não invasivas formam aglomerados compactos que crescem rapidamente e proporcionam cobertura desde o solo.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/7-arboles-y-arbustos-perfectos-para-ganar-privacidad-en-tu-hogar-sin-esperar-anos-1777551404427.jpg" alt="plants" title="plants"> <figcaption>Oferece cobertura total e bloqueia a vista rapidamente.</figcaption> </figure><p><strong>Em condições favoráveis, podem atingir 2 a 3 metros em um ou dois anos</strong>. Esta combinação de rapidez e densidade torna-as uma das opções mais eficazes para bloquear rapidamente a vista. O segredo está na escolha de espécies de crescimento controlado.</p><h2>7- Tuia gigante (Thuja ‘Green Giant’)</h2><p>Menos conhecida, mas cada vez mais comum nos viveiros, a tuia gigante <strong>combina velocidade de crescimento e densidade de forma muito equilibrada</strong>. Pode crescer entre 90 centímetros e 1,5 metros por ano, ultrapassando os 3 metros em cerca de dois a três anos.</p><p>Ao contrário de outras variedades de cipreste, mantém uma cobertura mais uniforme desde a base, melhorando a privacidade com menos poda. É uma <strong>opção muito sólida para sebes altas e contínuas</strong>.</p><p>A melhor estratégia não é depender de uma única espécie, mas sim combiná-las. <strong>Para acelerar o efeito, é melhor plantar em linha e manter um espaçamento adequado entre as plantas</strong>: se estiverem demasiado afastadas, a cobertura demorará mais tempo a fechar-se. O resultado dependerá da forma como se complementam entre si.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/plantas/7-arvores-e-arbustos-perfeitos-para-garantir-privacidade-na-sua-casa-sem-ter-de-esperar-anos.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Rumo a Marte: nave experimental da NASA supera a barreira do som]]></title><link>https://www.tempo.com/noticias/astronomia/a-nasa-consegue-um-avanco-crucial-rumo-a-marte-uma-nave-espacial-experimental-rompe-a-barreira-do-som.html</link><pubDate>Mon, 18 May 2026 10:13:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>A NASA testou com sucesso rotores capazes de ultrapassar Mach 1 em condições marcianas simuladas, um passo importante para o desenvolvimento de aeronaves de maior dimensão que permitam expandir a exploração aérea de Marte.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-nasa-logra-un-avance-clave-hacia-marte-una-nave-experimental-ya-rompe-la-barrera-del-sonido-1778881283081.jpg" data-image="z17ivsm5m9mp"><figcaption>O engenheiro Jaakko Karras inspeciona uma pá de um helicóptero marciano antes dos testes supersônicos no JPL em novembro de 2025. Crédito: NASA.</figcaption></figure><p>Durante décadas, voar em Marte foi considerado inviável devido à sua atmosfera rarefeita, que corresponde apenas a 1% da atmosfera terrestre. Portanto, neste ambiente, gerar sustentação aerodinâmica exigiu <strong>repensar as regras clássicas da aviação</strong>, pelo menos aquelas que conhecemos para a Terra.</p><div class="texto-destacado">O helicóptero Ingenuity demonstrou que o voo controlado era possível em Marte, assinalando um marco tecnológico histórico. No entanto, tratava-se apenas de um teste devido ao seu pequeno tamanho, carga útil mínima e alcance limitado.</div><p>Para avançar, os engenheiros começaram a trabalhar em <strong>aeronaves maiores e mais capazes</strong>, que pudessem transportar instrumentos científicos, percorrer distâncias maiores e apoiar diretamente futuras missões robóticas, expandindo a exploração a partir dos céus.</p><p>O principal desafio aerodinâmico, devido a uma atmosfera tão rarefeita, é que <strong>as pás têm de rodar extremamente rápido para gerar a sustentação necessária</strong>, fazendo com que as suas pontas atinjam velocidades próximas ou superiores à velocidade do som. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-nasa-logra-un-avance-clave-hacia-marte-una-nave-experimental-ya-rompe-la-barrera-del-sonido-1778881522648.png" data-image="25ukpu5x6nu4"><figcaption>O helicóptero Ingenuity Mars realiza um teste de rotação lenta das pás em abril de 2021, dias antes do seu histórico primeiro voo em Marte. Crédito: NASA/JPL-Caltech/ASU/MSSS.</figcaption></figure><p>O desafio tornou-se interessante quando os <strong>engenheiros decidiram confrontar este limite em vez de o evitar</strong>. Se o regime supersônico era inevitável em Marte, precisava de ser compreendido, medido e controlado desde a fase de projeto, transformando uma dificuldade técnica numa oportunidade para um melhor voo.</p><h2>Testes de rotores supersônicos</h2><p>Os testes foram conduzidos numa câmara especial no Jet Propulsion Laboratory (JPL), capaz de<strong> replicar a pressão e as condições físicas da atmosfera marciana</strong>. Neste ambiente controlado, foram avaliadas pás concebidas para operar de forma estável a velocidades extremas.</p><p>Ao longo de mais de 130 testes, <strong>as pontas das pás ultrapassaram Mach 1 de forma controlada e repetível</strong>, enquanto os sensores de alta precisão registavam vibrações, fluxos de ar e cargas mecânicas, permitindo a validação de modelos aerodinâmicos desenvolvidos nos anos anteriores.</p><p>Os resultados confirmaram que o voo supersônico em Marte é viável e que, ao contrário da Terra, onde a quebra da barreira do som gera ondas de choque intensas, <strong>a baixa densidade marciana reduz significativamente as forças aerodinâmicas envolvidas</strong>.</p><p>Este comportamento permite uma abordagem diferente no design de aeronaves, uma vez que, em vez de limitar a taxa de curva, <strong>os engenheiros podem otimizar a estabilidade, a eficiência energética e a resistência estrutural</strong>, abrindo caminho para veículos aéreos de maiores dimensões. </p><h3>Da experimentação ao futuro da exploração marciana </h3><p>Ao contrário da Ingenuity, que foi concebida unicamente como demonstradora de tecnologia, <strong>as futuras naves marcianas são planeadas como plataformas científicas completas</strong>. Poderão transportar câmaras avançadas, espectrómetros e sensores atmosféricos para estudar o terreno sob novas perspectivas.</p><p>Um dos conceitos analisados é o de um <strong>helicóptero maior que acompanha veículos exploradores ou missões humanas para explorar rotas</strong>, identificar áreas de interesse e aceder a regiões inacessíveis, como desfiladeiros, grutas ou encostas íngremes. </p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/aBJNtvAyt9g/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=aBJNtvAyt9g" id="aBJNtvAyt9g"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>Dominar o regime supersônico permite que o <strong>projeto não sacrifique o desempenho</strong>, uma vez que ter estas velocidades elevadas como parte normal da operação reduz os problemas estruturais e expande tanto as capacidades científicas como a autonomia operacional de cada missão.</p><p>Além disso, <strong>o conhecimento adquirido não se limitará a Marte</strong>, uma vez que os princípios aerodinâmicos testados nestes ensaios poderão ser aplicados a outros mundos ou luas com atmosferas diferentes, alargando o papel da exploração aérea em futuras missões planetárias. </p><h3>Um pequeno passo em frente com consequências profundas</h3><p>Quebrar a barreira do som nestes testes não foi um gesto simbólico, mas sim a validação direta de anos de trabalho teórico e experimental, o que demonstra que <strong>os limites clássicos da aviação terrestre não se aplicam da mesma forma em ambientes planetários diferentes do nosso</strong>.</p><p>Este avanço redefine o conceito de voo em Marte, onde o planeta vermelho deixa de ser um local onde voar é quase impossível e se torna um <strong>palco para o desenvolvimento de novas formas de engenharia aeronáutica</strong> adaptadas a condições únicas.</p><p>E embora <strong>não tenha sido anunciada nenhuma missão imediata </strong>baseada nestes rotores, os dados obtidos estão já a influenciar o desenho de projetos futuros. A cada teste, os riscos técnicos são reduzidos e ideias antes descartadas tornam-se opções viáveis para exploração.</p><p>Tal como no caso do Ingenuity, <strong>estes avanços podem parecer pequenos, mas o seu impacto é profundo</strong>. Desta forma, o pequeno passo de quebrar a barreira do som numa câmara de testes pode abrir caminho para novas formas de compreender outros mundos. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.com/noticias/astronomia/a-nasa-consegue-um-avanco-crucial-rumo-a-marte-uma-nave-espacial-experimental-rompe-a-barreira-do-som.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item></channel></rss>